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CLÁSSICOS CONTEMPORÂNEOS Opus pistorum HENRY MILLER nasceu em Nova Iorque em 1891.

Em 1914, depois de uma série de viagen s pelo Sul dos Estados Unidos, empregou-se na alfaiataria do pai. Mais tarde, tr abalhou no jornal diário de Washington e casou com a pianista Beatriz Syvas Wicken s, de quem teve uma filha. Em 1923, depois de se divorciar, casou com June Edith Smith, com quem viajou para a Europa. Em Paris, escreveu Trópico de Câncer (1934), cuja publicação esteve proibida nos EUA até 1961. Em Paris conhe ceu os escritores AnaYs Nin e Lawrence DurrelI, que marcaram a sua vida e a sua obra. Em 1941 publicou O Colosso de Maroussi e Trópico de Capricórnio. De novo divorciado, em 1942, regress ou aos EUA, casou com Janine Lepska e comprou uma casa no Big Sur, Califórnia, ond e viveu até à sua morte (1980). Ali terminou a trilogia Sexus (1945), Plexus (1949) e Nexus (1969). Em 1 948 divorciou-se para casar com Eve McLune, de quem se divorciou em 1961 para se casar com a japonesa Hoki Talcuda. Em 1963 estreou a comédia Loucas p or Harry, e, em 1977, publicou a sua última obra, O Livro dos Meus Amigos. Tradução de José Jacinto da Silva Pereira Henry Miller Opus pistorum PLANETA CLÁSSICOS CONTEMPORÂNEOS Título original: Opus Pistorum Tradução: José Jacinto da Silva Pereira @D 1983 by The Estate of Henry Miller Publicações Dom Quixote, Lda., Lisboa D Editora Planeta De Agostini, S. A., Lisboa, 1999, para a presente edição Edição especial para Placresa, S.A. Todos os direitos reservados Terceira edição: Julho de, 2000 1 PARTE "Drop your cocks and grab your socks." * - Canterbury " Larguem as piças e calcem as meias. " (N@ do Trad.) LIVRO 1 SOUS LES TOITS DE PARIS DEUS SABE QUE JÁ vivi em Paris o tempo suficiente para não me sentir surpreendido co m coisa alguma. Aqui não é necessário procurar deliberadamente aventuras, tal como aco ntece em Nova Iorque ... só é preciso ter um pouco de paciência e aguardar; a vida virá ao nosso encontro nos locais mais incríveis e obscuros e as coisas passam-se aí. Mas esta situação em que agora me encontro... esta miúda de 13 anos, linda, no meu colo, o pai atarefado a despir as calças atrás de um biombo, ao canto, a jovem prostituta gorducha sentada no divã... é como se a realidade fosse vista através de uma lente que distorcesse as imag ens, retirando-lhes assim a credibilidade. Nunca me imaginara a desviar menores ... como esses tipos que são corridos dos jar dins públicos, de aspecto sempre duvidoso, pouco firmes nas canelas, explicando qu e a miúda tinha o vestido sujo e eles estavam a sacudir-lhe o pó ... Mas agora, tenho de admitir que Marcelle, com o seu corpo pequeno e glabro, me e xcita. Não pelo facto de ela ser uma criança, mas porque é uma criança sem inocência... ol ha-se-lhe dentro dos olhos e vê-se o monstro sabido, a sombra da experiência... está d eitada sobre as minhas pernas e comprime o sexo contra os meus dedos... e os seu s olhos gozam pela minha hesitação. Belisco-lhe as pernas esguias, com a palma da mão cubro-lhe uma das nádegas palpitantes... o corpo ainda mantém a redondez e a imaturidade da infância. É uma mulher em miniatura, um mod

elo ainda incompleto. Tem o sexo húmido ... Gosta quando lho titilo ... apalpa-me a frente *"Sob os telhados de Park,> Em francês no original. das calças, procurando o pénis... assusto-me quando os seus dedos se introduzem pela braguilha. Agarro-lhe o braço... mas ela já encontrou a mata de pêlos. Prende-me o ca saco e aperta-se tanto contra mim que a não consigo afastar do meu membro viril e ela começou a brincar com ele... bom, vai encontrá-lo teso... A puta, sentada, abana a cabeça... Ainda tão criança... ainda tão criança, diz... a lei de via proibir coisas destas. Ela devora com os olhos tudo o que se passa. Na sua profissão não se podem permitir o luxo de se deixar envolver emocionalmente, já que as prostitutas só. conseguem viv er depois de aprenderem a vender os seus corpos e, nunca, os sentimentos... mas vejo a emoção invadir-lhe o corpo, enquanto a voz vai ficando rouca... Chama Marcelle. A criança não me quer deixar, mas eu empurro-a do colo... estou quas e agradecido por me ver livre dela. Pergunta-lhe a razão por que se comporta como uma... bem, como uma menina má. Ela não responde, mantém-se entre os joelhos da rapariga e a prostituta toca-lhe no corpo nu. Ela faz estas coisas com o papá, todas as noites? Sim, todas as noites, quando estão deitados.... está provocadora, triunfante... E quando o papá vai para o trabalho, quando está fora durante o dia? Os rapazitos, às vezes, querem que ela lhes faça umas coisas... ela nunca lhes faz n ada, nem aos homens que a querem levar a passear. O pai sai irritado de trás do bi ombo. A menina queira ter a gentileza de não fazer perguntas à criança... saca de uma garraf a e bebemos os três uma rodada de um brandy que arde na garganta. A filha bebe um golinho de vinho branco. Sento-me com a prostituta no divã. Está tão g rata pela minha presença, como eu estou pela dela; deve ter esquecido a profissão, s enão teria despido o vestido quando lhe ponho a mão na perna... em vez disso, deitase de costas e deixa que a apalpe... tem pernas compridas e fortes. Marcelle está sentada ao colo do pai. Brinca-lhe com o Pénis, enquanto ele lhe passeia a mão entre as pernas... ela levanta O Pequeno ventre e ele beija-o, as pernas afastadas de ixam Ver Os dedos dele enfiados no pequeno orifício. Ela ri, quando introduz também um dos seus próprios dedos na vagina, que se alarga. O corpo da prostituta está quente e, quando se estende, vejo que está húmido entre as pernas. Tem um conjunto de pêlos púbicos do tamanho da minha mão, de uma suavidade de penas. Ergue a frente do vestido, tira-me o pénis para fora e esfrega a cabeça do órgão nos seus pêlos... que lhe belisque os seios, geme, e fico ofendido, pergunta ainda , se ela me pedir para lhos beijar, talvez morder? Ela está louca por ser possuída, e o facto de lhe terem pago para vir aqui não tem nad a a ver com isto... neste momento, provavelmente, era capaz de devolver o dinhei ro e de dar ainda mais qualquer coisa só para ter um pénis enfiado no buraco onde se nte cócegas... Marcelle quer que olhemos para ela. Está inclinada sobre o pai, com o pénis numa mão, enquanto gesticula com a outra e pede, em voz alta, que lhe prestem atenção. Ela vai chupá-lo, diz-nos, não queremos vê-la a metê-lo na boca? O pai reluz como um drogado, agora tudo se apresenta cor-de-rosa. Está meio caído da cadeira, esperando que a pequena cabra comece. Gostava de saber se o prazer que ela aparenta é real... ela foi ensinada, é uma cois a que se vê logo, aquilo não lhe vem da imaginação. Roça os bicos do peito com a ponta do pénis, coloca-o no sítio entre os seios. se ela já os tivesse, e afaga-o... depois, comprime a cabeça con tra a barriga do pai, beija-a, beija-lhe as coxas, beija-lhe o tufo de pêlos... a sua língua parece um verme vermelho escondendo-se entre os cabelos negros. A prostituta agarra-me a mão e mantém-na entre as pernas. Ela está tão em brasa que quas e grita quando a pequena porca mete subitamente o membro viril do pai entre os láb ios e começa a chupá-lo.

Isto não pode ser, exclama e Marcelle abre ainda mais os olhos e faz ruído com os lábi os para provar o contrário... Marcelle quer que eu a possua. Sobe para o divã e mete -se entre nós dois... ela tem um não sei quê de tão fascinantemente horrível que eu não con igo mexer-me. Enfia-se-me entre os braços, empurra-me o pénis contra o ventre nu, abre as pernas e coloca-me o instrumento entre elas... Volto-me para trás, para me livrar dela, ao sentir-lhe o sexo sem pelos a tocar-me na extremidad e do membro, mas ela escarrancha-se sobre mim.

"Come-me essa gata porca!" A prostituta está debruçada em cima de mim, os olhos estreitam-se-lhe com excitaç@1o... puxa o vestido por sobre a cabeça... os seios comprimem-me o ombro. Oiço também o pai de Marcelle - "Come-a! Te nho de ver a minha querida pequenina a ser comida! " Marcelle alarga a sua minúscula fenda, mantém-na aberta e empurra para baixo, contra o meu pénis... por qualquer processo, o pequeno monstro consegue enfiá-lo... vejo o meu órgão aumentar-lhe o tamanho para o do bro. Não percebo corno ela consegue aguentá-lo... mas o seu sexo sem pêlos, parece devorar-me, enfia sempre mais e mais... por instantes, sinto o desejo violento de a estender debaixo de mim, afa star-lhe as pernas de criança e invadir a pequena armadilha que é aquela racha, até a rasgar, forçá-la, repetidas vezes, com o meu membro viril excitado, possuir o seu ventre de criança e enchê-lo de esperma, até não poder mais ... É ela que me está a possuir agora, com o adorável ânus de encontro a s meus pêlos púbicos, a nudez do seu sexo oculto pelos meus pêlos... está a rir, a gatinha, adora ter um pénis dentro dela... Afasto-a, empurro-a para fora do divã, mas ela não percebe que eu não a quero, ou se p ercebe, não se importa... Abraça-me os joelhos e lambe-me os testículos, com os lábios vermelhos beija-me o pénis - de repente, vejo que estão pintados e mete-o na boca, antes que a possa deter. C hupa-me, estou quase a ejacular... a sua respiração é um gorgolejo sôfrego sobre o meu pén is>... "Seu filho da puta estúpido!" grito para o pai. "Não te quero comer a danada da miúda! Faz tu isso, se estás para aí virado! " Enfio o pénis nas calças e Marcelle corre para o pai. "Devo estar tão chalado como tu, para ter vindo a um sítio destes... Com certeza que não estou bêbado ... Agora, sai-m e da frente!" "Papá!" choraminga Marcelle. Julgo que está assustada com a minha violência, mas não... aquele monstrozinho não é da raça dos que se assustam. Os olho s de âmbar brilham-lhe quando me olha. "Agora, papá! Dá-lhe a vara para ela me bater, enquanto ele me come! Vá papá, por favor! " Fujo, literalmente, da casa. Ainda matava alguém, se não me escapasse; ao chegar à rua , tenho de parar e encostar-me a uma sebe, pois tremo violentamente. Tenho 10 a sensação de ter acabado de escapar a qualquer coisa de sinistro e sangrento, a qualquer coisa de pesadelo... "Monsieur! Monsieur!" É a prostituta que me segue. Agarra-me a mão com força. "Atireilhe o dinheiro à cara, àquele porco velho." Vê-me rebuscar no bolso. "Não, não quero dinheiro ... " Puxo-a para trás da sebe; o local tem todo o ar de ser o pátio de uma serração. Ela encosta-se a mim, com força, levanta o vestido pelas nádegas e deixa-me acaricia r-lhe os pêlos entre as pernas. Está tão em brasa, que tem as pernas encharcadas, muit o para além do que me possa interessar... o seu sexo abre-se ao contacto dos meus dedos e ela tira-me o pénis para fora. Deitamo-nos sobre uma pilha de tábuas tão ásperas e húmidas que provavelmente ela vai pa ssar o resto da noite a tirar lascas do traseiro, mas agora nada disso interessa ... ela quer ser possuída e, se fosse preciso, deitava-se numa cama de pregos. Abrindo as pernas, apoia os saltos altos numa fenda e empina o

suspira ela.. a mulher põe as pernas à minha volta. desta vez ela sente que está a ser possuída. quem esteve contigo? Quem te comeu? Tem alguma importância e ain da te consegues recordar? Mais um dia ou uma semana e passarão. enquanto lhe enfio o pénis no ventre. orienta-se muito bem sozinho.. Não há maneira de a deter. faço-a reviver vezes sem conta. sem nada receber em troca. mesmo depois de eu ter ido embora... que o leite continuará a e scorrer até nos afogar.... Esta noite. Mas eu vou fechá-lo. sobre as suas ancas.. tem medo que eu pare. a prostituta mantém-se esparramada sobre a pilha de . A comichão não vai durar muito . Enfio-lhe o pénis entre os pêlos púbicos. não lhe sai da cabeça.. para se juntarem a todos os outros que já passaram também. As tábuas rangem debaixo dos nossos corpos. deste não te vais libertar tão facilmente . Não consegue esquecer aquela vagina sem pêlos. Apesar da sua cab eça calva não estar equipada com um cérebro. Não tens que te sentir culpada por não possuíres palavras nunca antes usadas para exprimires aqui lo que sentes .. Mas esta noite. ali! esta noite. Lá se arranja . Vou acabar com ela. Esfrego a cara neles.. não é uma prostituta. até colchões entre as pernas. o que é que eu tinha sentido? Oh! que pervertida é aquela miúda. não existiu qualquer homem e nenhum virá depois de mim. deixaram-na destruída e violada.. tiro-o e meto-o repetidamente nas suas suaves profundezas. "Monsieur!" Já lhe passaram exércitos por cima . chupo-os e mordo-os. Aquele pequeno corpo nu apertando-se contra mim.. Agarro-lhe o ânus às mãos ambas e esmago-lhe a carne. Mas eu ficarei.. é isso que ela me pergunta repetidamente. Estás deitada debai xo de mim. Mas eu e ncho-a por completo.. Empurro o pénis para dentro do seu favo de mel e ela agarrame pelo casaco.. sem nome. Esta prostituta tem uma torrente nas partes baixas. ali! eu não podia imaginar a sensação para quem estivess e a observar! Mas o que é que se sentia? 11 E quando aquela gatinha porca metera o meu pénis na boca. ejaculando dentro do seu ventre..corpo. lençóis.. mesmo depois de o fogo s e extinguir dentro dela e das suas pernas terem deslizado ao longo dos meus flan cos. ao mesmo tempo que enrola o vestido pela cintura. para me conservar sobre ela. enchendo-o corri o meu membro viril . Os outros. Não tem importânci a. para saber tais coisas! E continua por ali fora. qu ando o meu pénis lhe está a fazer cócegas à entrada da racha. que tem de ser coçada. é um acontecimento o entregar-se. antes de ela atingir o clímax. meio esqueci dos.. ela não o vai esquecer. sequer. é somente uma vagina com comichão. é já bastante que o sintas. Se a ma12 goa.. inumeráveis.. Sinto-me como o rapazinho que tinha de tapar o rombo no dique... na sua pintada boca infa ntil e o chupara. O esperma esguicha do meu pénis.. Monsieur". A forma como se dilatava e depois se colava ao meu sexo. . para facilitar a en trada ao enorme membro. com as coxas abertas para o receberes e esses teus lábios de prostituta murmuram palavras já ditas milhares de vezes a milhares de homens. estreitando-me com força. Deixar ei algo que nunca esquecerás. só um bocadinho. Não poderei soerguer-me. De súbito. Mas continuo a possuí-la dura nte mais de um minuto. é coisa que nenhum de nós sabe ou pensa. Martelo-lhe as coxas com o pénis. Tenho o pénis dentro de ti e aí permanecerá. Afasta o vestido e oferece-me os seios... diz ela.. todos os o utros. como a água esguicha de um a mangueira. fácil de dominar e fácil de penetrar. Antes de mim. nem mesmo. como te est ou grato por esta noite. Os testículos escaldam-me no nin ho cabeludo sob o rabo dela. far-te-ei um pouco feliz. Neste momento. isso não s e esquece facilmente. tal corno vou acabar com as recordações desses outros que te pos suíram. cabra maravilhosa.. sem mais nada do que o seu dedo. "Monsieur.. Depois de tudo ter terminado. A que é que sabia? É isso que ela quer saber. Na sua vida. com o ruído rangente de esqueletos.. todos eles. Nunca saberás. encherei o teu ventre de um calor que não esfria. Desliza através da mata de pêlos e esbarra contra o recto. . pod e-se-lhe enfiar toalhas.

é claro. a brincar com o teu pénis. l he chame um táxi. "De Tania com amor". Chegam d uas. se bem que não tanto.. me conte a história da mãe doente. é assim que termina a carta. Sentia-me tão contente por ter novamente um homem para me possuir (a mãe parece um falcão. a chupar-te. de modo que esta era a minha primeira boa foda desde a tua partida. Está sempre a perguntar o que é que nós fazíamos. Peter tem andado tão ocupado a comer a mãe. comporta-se como se tivesse esquecido o nde se encontra e parece plenamente satisfeita com a cópula e consigo própria. não existia qu alquer saída e assim.. Julgo que é por te res uma ferramenta tão grande. como quando és tu a fazè-lo. pois ela 13 fala tanto a teu respeito. para o ter na minha mão. afinal.. senão nesse grande pénis e nas coisas maravilhosas que ele faz.. gosto de o fazer.. Não penso noutr a coisa. senti-me um pouco desapontada. Estranho. algumas vezes. vou endoidecer. ele deitou-me no chão. num minuto. Meto a mão no bolso e tiro a prim eira nota que me aparece. não é? É porque eu gostaria que fosses tu a fazê-lo. pois aquilo não era nada de novo. pareceu-me qu e ele estava a ejacular e que o seu esperma escorria dentro de mim. sabendo antecipadamente que és capaz de te zangar comigo e não te mostrares amável . mas gostava que estivesses aqu i para que me possuísses mais vezes . recolhem-me. de repente. Mas receio que se recorde e tente sacar-me uns francos. se passo mais outra noite sem dormir contigo. durante a maior parte do tempo em que ele me fez aquilo. Nunca te sucede pensar em mim e nos momentos agradáveis que passámos juntos? Espero que o faças e que. Era tão quente que toda eu ardia. Vai todas as noites para a cama comigo e com Peter e obrig a-me a lambê-la. tão desoladas e agrestes. Eu não me importo. ao mesmo tempo. com uma moeda a servir de lastro. o líquido mantinha-se 14 lá dentro. Significa que ela se sente sozinha !. sentindo. sobre o ventre nu. limpo nela o pénis e coloco-lha dobrada.tábuas. a urina a inv . assim que chegámos ao quarto dele. eu estive a pensar em ti... Estava tão doida que o tip o teve medo que eu saltasse pela janela. Foi maravilhoso. na cama conti go. "tenho de te contar tudo imedia tamente. estava pronto para outra! Depois. Primeiro. escreve ela. Chego a sonhar com el e! Não me satisfaz ser possuída por Peter. como sempre. senti qualquer coisa diferente e esquisita.. Ele queria que nos deitássemos e brincássemos primeiro. Nem se dá ao trabalho de se tapar. mas a seguir começou a correr em jorros e eu percebi que ele estava a urinar! Oh! que invulgar e maravilhosa sensação aquela! O seu grande pénis estava todo enterrado. A mãe também gostaria que tu estivesses aqui para a possuíres. que lhe pague um copo. vai até ao ponto de querer saber o que dizíamos! Julgo que actualmente só deixa Peter possuí-la. Então. dava tudo o que tenho para o sentir outra vez. tenhas desejado que eu estivesse aí. sinto uma excitação enorm e. a possuirmo-nos um ao outro. Quando penso no tamanho dela. sempre a vigiar-me) que me despi. o que é que s e passava nas alturas em que estávamos na cama juntos. quando me disse que me ia ensinar um truque novo. ao mesmo te mpo. uma de manhã e outra por correio expresso. Limitei-me a pô-lo na boca e a chupá-lo um poucochinho e. sobre umas almofadas macias e começou a possuir-me por detrás. A segunda é mais long a. E por aí fora. Arrastou-me por todo o quarto! Já me tinha possuído duas vezes. As ruas. de barriga para baixo. Tania descobriu uma nova loucura e. mas que precisava de nova erecção. Aliás. mas eu senti a-me tão em brasa que não aguentei e ele teve de me montar. ande eu por onde andar. posso dizer-to. que já não presta para nada. Oh! era maravilhoso sentir novamente um homem a possuir-me. As cartas de Tania acabam sempre por me alcançar. Ás vezes. toma-se-me difícil não sair à tua proc ra.

. melhor dizendo. como o mundo. todas elas me fazem um convite . litros e litros dela a saírem-me pelo eu e ele de pé. Quando acabou. ou a chuparem os namorados. Ando para trás e para a frente no quarto. tão bem. Não a descubro nas ruas. com as cuecas de seda penduradas do lado de fora das janelas. faz endo-me sentir como se estivesse grávida. mas não consigo ver-me livre do raio da coisa. As manhãs eram terríveis. A casa onde ela trabalhava ficava 16 mesmo ao lado e. de maneira alguma. Tenho de admitir. perfeitamente.. e além disso havia sempre as lavagens de roupa. mas uma Tania a que não seja necessário ficar tão profundament e ligado. eu deixei sair a urina. para qualquer coisa designada por Arte. todas as atitudes que tomou. via-se o apartamento de um casal de maricas. tanto o seu trabalho. que se está nas tintas. Fecho os olhos e vejo todos os gestos que fez. passam-lhe a mão pela região vagi nal. só terão a lucrar com isso. onde os frequentadores dos cabarets costumam ir. Conheço aquela cab ra tão bem. é uma loura jovem e esbelta. retirou muito lentamente o pénis e disse-me que se eu me conseguiss e reter. Dava a impressão que ele não ia parar. Gos to do espírito daquela malta. o líquido subindo lentamente dentro de mim. que posso imaginar toda a ce na. com uma erecção que não envergonharia um garanhão. mas sim. Não é que não se pudesse aguentar o espectáculo dos dois a chuparem-se um ao outro.. o líquido manter-se-ia dentro de mim. belíscam-lhe os seios. Ernest diz-me que tem sempre vívido em casas com boas janelas. Cinq uenta cêntimos pagos à entrada dão direito a ver. mar icas a sério. mas a sério. onde os estudantes posam à vez uns para os 15 outros. à minha frente. Todos eles s abem o que procuram. com uma mata de cabe los em volta do sexo e mel entre as pernas! Está viva. Não podes imaginar como me senti depois de ele ter retirado o pénis. aí. que se os seus desenhos quisessem ser realistas teri am de o mostrar com uma bela erecção.. olhar para ela. O mais cómodo e prático. obrigan do-me a chupar-lhe o pénis. a moça sobre a caixa de sabão é uma miúda nua. pode-se-lhe enfiar o pénis e se os rapazes pararem para lhe dar um apalpão. ou outra coisa qualquer.. Desfruta-se um panorama maravilhoso da janela de Ernest. ele levou-me para a casa de banho e. funcionam uni s falsas aulas de desenho. com uma única excepção.adir todos os recessos íntimos do meu corpo.. Em seguida.. Provoca-me erecção a leitura da carta de Tania. daqueles que até a nossa avó seria capaz de detectar na rua. Nã percebo porque é que o desejo de urinar naquele ânus suave e arredondado me põe neste estado.... Lá em Nova Iorque. Mas aqui a assistência é toda constituída por jovens. bem entendido. Mas eu não quero urna prostit uta.. mas estavam constantemente a trazer marin heiros para casa. diz-me ele. T udo isto. fora um local onde vivera com uma prostituta chamada Lucien ne.. Daquela de que ele não gostava. Ernest podia até ver a cama onde Lucienne recebia os clien tes. ou para lhe beliscarem o traseiro. Apalpam a miúda que está a posar... . Uma aula de arte. durante meia hora. todos os dias. ali deitada. pois são tão pobres que não se podem dar ao luxo de contratar um modelo.. lá em cima. diz-me Ernest. com a urina de um homem no meu interior e fazendo pressão sobre o meu estômago. tão claramente como se lá tivesse estado.. Quando o visito. Saio para um passeio.. Sou um isco para as prostitutas com que me cruzo na rua. Quero outra Tania. Ernest conta-me que um destes dias quem fazia de modelo era um rapaz e as raparigas tin ham brincado tanto com ele. o professor incluído.. sentindo uma das pernas levemente presa. assim.. de ancas largas. que depois os desancavam. uma mulher nua. ficamos sentados a observá-los durante algum tempo. são per itas a avaliar o estado em que um homem se encontra.. É uma bela coisa ver a arte transformar-se em vida. com a desculpa tácita de que não se ia.

entra pa ra a lista. numa ocasião ou noutra. Quando estou a cair de bêbado. pelo menos. parece ser suficientemente saudável para aguentar uma barr agem de germes. Ernest diz-me que conhece uma t ipinha porreira. mas tenho foda garanti da. sem qualquer perigo. São rapadas. mas entrar nesta baiúca perfeitamente sóbrio e fazer o meu número. quando vejo que a rapariga é uma dessas cabras fri as e pretensiosas e fala um francês impecável. mas garante-me que tudo vai correr bem. está bem AIP" pede. Budas e biombos e bustos gastos.. diz. avisa-me ele. lavadas e perfumadas. nada que se possa encarar simplesmente como se tratass e de uma gripe das fortes. Numa cas a de putas nunca experimentes nem as japonesas. se lhes dás isso. andei doido com uma negra. "Merda". Ignoro-a e continuo a andar. etc. uma altura houve em que passava quase todas as minhas noites no Harlem. Ele não vai comigo. desde que não meta o pé na argola. é d emais para mim. uma dessas baiúcas cheias de tralha recuperada de salvad os. sem hesitar. Não é nenhuma puta. "Vê se descobres se eles vendem cocaína. O tipo de sífilis do Extremo Oriente. Ernest conseguiu realmente assustar-me com toda aquela conversa acerca do perigo de se apanhar qualquer coisa má. caramba. poder levantar os olhos e ver a sua Lucienne a trabalhar e saber que a renda estava a ser garantida. no entanto a convicção que Ernest mostra é suficie nte para me assustar e afugentar para sempre das orientais. Também eu me espanto por isso. consigo f alar com qualquer mulher que encontre na rua. Nunca sei como é que estas coisas se fazem.. quando ponho em causa a inclusão de uma delas na relação. provavelmente atirada para o lixo nalgum palácio. depois de quase me ter feito mijar de medo. faço-lhe as perguntas mais insolente s.. Com todas aquelas tascas reles em Nova Iorque. declara Ernest. Durante umas semanas.. diz-me. até que descubro que está a fa zer batota. Durante o caminho mudei de ideias uma meia dúzia de vezes e quase alinhei c om uma negra que me fez sinal do banco de um parque. Vinha à espera de encontrar dificuldades para lhe perceber a pronúncia e é ela que me . não levei? Não dormiu na minha cama? Cama e mesa.. O pai dela é dono de uma loja de objectos de arte. Ainda lhes devo umas massas e os tipos ficaram magoados por eu me ter vindo embora sem lhe s dizer adeus .. " Munido do endereço. daquela que t e despacha em seis meses.Era reconfortante. mas ainda gosto de negras e esta é tão bo a e tão negra. séculos atrás. ela nunca experimentou. Qualquer mulher com quem tenha passado mais de dez minutos. Não tenho coragem de a ir arranjar junto dos meus velhos conhecimentos.. teria tentado a abordagem a uma da s empregadas. insiste Ernest. Encarregam-se de qualquer tipo que apareça e zás! SÍFILIS! Da galopante." Ernest fica espantado ao saber que eu nunca comi uma chinesa. elas estão a vi ver contigo. mas entre as pernas é como se tivessem uma caveira com as tíbias cruzadas por baixo. depois de ter passado duas horas no esc ritório. só para manter as aparências. Ernest escreve a morada num sobrescrito e dá-mo. Isto leva-nos a uma discussão sobre as mulheres com quem Ernest já viveu. dirijo-me para a loja. nem as chinesas. Em Nova Iorque. somente uma chinesinha sim pática que ele conhece e não há perigo de apanhar seja o que for. tem um encontro com uma moça que é pintora e vai ver se consegue que ela lhe pinte o retrato de borla. A lista que ele apresenta deixa-me atónito... Tudo isto me parece conversa fiada. Vem à baila o assunto das raças e Ernest está perfeitamente a par da matéria para me dar lições sobre todas elas. Ultrapassei essa fase. podia-se pensar que. a rapariga dá uma ajuda a atender os jovens vivaços que chegam à procura de um colar de jade.. "Prometi a esta minha ami ga arranjar alguma. incapaz de me interessar por qu alquer outra coisa. "Levei-a a jan tar.. Principalmente. Então. Vou ter de 17 comprar qualquer coisa. é especialmente mortífero para o s ocidentais.

A transacção teria de ser efectuada num local escondido. Ao longo do texto. diz-me conspirativamente.. especialment e da forma pouco vulgar com que o nariz se achata contra a sua face e lhe ergue o lábio superior. Digo à moça que não quero chá... que ela é bem bonita e que a sua paciência iguala a sua beleza. traduz ela. ela usa-a suspensa d e um cordão em volta da cintura.. Todavia.. Perguntas! Ela quer saber quem eu sou. toda a minha história. para mim mesm o. como um peixe. Gosto do seu aspecto. 19 fracção do seu valor. assim que eu percebo as suas regras. que ela obteve há pouco tempo de contrabando... Esta miúda tem re almente imaginação ria forma como vende o corpo. avançamos pela rua com um "grand air" *e em breve me sinto à vontade. enquanto ela atravessa a loja em pequenos passos rápidos. longe da loja. aparecerão outras pequenas expressões qu e por assim constarem da edição original. Botão de Lótus. coisas que não esperava por est es sítios. Ainda não me ocorreu nada de inteligente par a dizer e a nossa saída da loja ainda se torna menos graciosa por causa de um miúdo vadio que nos lança.. Ali! então tudo se toma evidente! Não é prudente té-1a na loja. lembra-me pol idamente. fico de boca aberta. mas entretanto começa a falar de jad e.. O jogo toma-se maravilhoso. nem tenho a mais pequena ideia 18 do que é que deva comprar. passo a tratá-la po r Lótus. Exibe-me tudo o que existe no raio da loja. o seu velho surge dos fundos da loja e arrebata a tapeçaria de sob os nossos narizes... uma gema verdadeira que pertenceu a imperadores e que venderá por uma * Em francês.faz sentir que falo francês como um turista americano. nem um bocadinho... Fico curioso. por alturas do terceiro pernod. Mas a rapariga mantém uma pose maravilhosa. para pendurar na parede. explic o eu e menciono Ernest. como Mafie ou Jean ne. Um amigo mandou-me cá.. mas ela não o conhece! Vem tanta gente à loja. Regressa com um chapéu tão elegante que a faz mais parisiense que as próprias parisien ses e traz o embrulho debaixo do braço. Admito. Aceita! As palavras fogem-me . então. Belo traseiro e esplêndidos seios. Onde é que se pode ver essa pedra. por isso. uma coisa deslumbrante. com dragões. Não sei que raio hei-de dizer. É óbvio que há qualquer coisa de suspeito e tenho a impressão de que ela q uer que eu compreenda que me está a levar.. se é que devo comprar alguma coisa. até ao próximo ordenado. Ela sorri e quer oferecer-me uma chávena de chá ... corro pelas escadas abaixo e vou comprar vinho ao porteiro.. mas dentro do táxi em que nos dirigimos para a minha casa. da sarjeta. Não tenho a menor dúvida de que tem um nome. A minha ideia era ir beber um pernod a um sítio perto dali e ficaria encantado se ela me quisesse acompanhar . onde a sua carícia gelada sobre a pele lhe confirma a segurança. bosta de cavalo.. quas e até ao último tostão. Dou também o meu contributo para o número.. Não percebo muito bem onde é que ela quer chegar.. o mais francês possível.. Vou ter de viver a crédito. Ventilar o nome de Ernest não ajuda.. diz-me . Descubro que comprei uma tapeçaria. não são exactamente o tema para se inicia r uma conversa. vinho que sirvo no .. não foram igualmente traduzidas. Tenho reparado que a maior parte das chinesas que conheço dá a impressão de não terem ma mas. e refere uma importância que corresponde ao meu ordenado. Existe uma pequena jóia. pergunto. murmura-me qualquer coisa que me soa como o suave som de uma flauta. mas esta gaja parece-me que vale a pena. vai fazer um embrulho com ela. Assim que a tenho encafuada no meu quarto . mas esta tem um par magnífico. Tudo isto cheira a farsa maravilhosa.... no original. chegamos a acordo: o salário de u ma semana pela peça de jade. O assunto dos meus rendimentos também vem à baila. Nunc a paguei tão caro por um cu. Mas pede um destes preços! Começo a reg atear com ela e....

. Monto-a ali mesmo no chão.. ela coloca-as nas minhas mãos.. que soa a algo fascinantemente obsceno. se deixarmos alguma mancha que depois não saia. mesmo que soubesse que ela me ia pregar um "escarépío". após tudo o mais ter sido removido. Nesta altura já me esqueci dos avisos tremendos de Ernest. E há um cordão de seda vermelha a rodear-lhe o ventre. 20 Lótus não se aborrece por eu não prestar a mais pequena atenção ao objecto.. Mas a humidade em vol ta do seu tufo sedoso atraiçoa-a. mas dá a impressão de maturid ade .. O brilho da pequena pedra verde ressalta em confronto com a mata negra onde está aninhada. e depois rezava para que me curasse depressa. Deixo de a apal par e ela senta-se de pernas cruzadas entre os meus joelhos para brincar com ele . Aliás. dentadas. A cona abre-se-lhe como um fruto maduro e rico e as suas coxas. se os saltos lhe arrancarem os olhos pretos.. nem os sapatos. O dragão bordad o que vá para 3 diabo.. volta a sorrir-me quando me sento na extremidade da cadeira e lhe percorro e penetro o rabo com o dedo. estendo a antiga e adorável tapeçaria no chão par a ela se instalar.. Com uma graça perversa... somente num certo sítio se vê como que uma barbicha bem cuidada. beliscões. não exibem um único pêlo. O seu "abricot-fendu" é quase tão pequeno como o de Tania. Os clientes pagam bem esta atmosfera em que flutu am esparsas especiarias do Oriente e ela sabe perfeitamente o que eles desejam..s pequenos copos verdes. Diz qualquer coisa em chinês. bre as pernas quando lhe afloro o recto. Quebra o cordão que traz à cintura e deixa cair a pedra na palma da minha mão. esfregando-o depois nos meus pintelhos. Em seguida... com uma almofada enfiada à pressa sob a sua cabeça.. com a peça de jade em suspenso contra o púbis. Não se vêem pêlos sobre as pernas ou no ventre . em cima da minha tapeçaria nova. Ela abandona a roupa sobre a ta peçaria onde o dragão se alonga e oferece-se para inspecção.. Ah! é uma profissional completa. Ponh o a sua mão sobre o meu pénis e fico a ver os seus longos dedos cor-de amêndoa a acari ciá-lo. parece mais suave e mais aberto. uma francesa protestava contra tanta violência. o seu cabelo é negro-azulado.. ia-lhe para cima na m esma. mas o seu odor é de uma fr escura tal. Desprende-se dela uma fragrância que me lembra os delgados cigarros que Tania cost umava fumar. Gosto de lhe apertar as mamas com força? Muito bem. Alastra e brilha entre as coxas e o cheiro a sexo sobrepõe-se lentamente ao perfume que ela usa. Estende-se entre as minhas pernas.. mas Lótus sorri e submete-se. 21 J. para me proporcionar um número de strip como este. olhando para ela. a sua voz é um murmúrio contínuo. Mesmo as suas nádegas.. atrai-lhe a atenção. mas o que me interessa é aquilo que está por baixo. e quando Lótu s se prepara para me exibir a pedra. . presente de Alexandra para mim. mantém as meias de seda e os sapatos de salto alto. em chinês.. E se lhes deixo marcas com a boca. Não deixo que tire as meias.T. As coxas estão a ganhar calor e a ficar e scorregadias junto ao sexo.. É claro que a pedra nada mais é que fancaria ordinária. tem um breve sorriso quando lhe belisco as coxas e lhe passo um dedo entre as pernas. . tanto melhor! Atiro-me a ela com ferocidade .... agradavelmente excitante. com a tesão com que estou.. escorrido e brilhante. A cabra deve ter sido artista de cabaret... O contacto das meias e dos sapatos provoca-me uma sensação desusada.. Belisca-lhe o pescoço e puxa-lhe os bigodes. deixa-me abrir-lhe o sexo e aspirá-lo . afasta-se. e titila-me os testículos.. Acaricia a cabeça de J. em seguida.. aquela pele húmida e macia que lhe envolve o ânus.. ela dá-me os mamilos para que lhos morda. com o nariz percorre-me o pénis. a cor tão rósea que é evidente que tudo está bem..T. não saberia dizer se estava excitada ou não. ainda dentro das meias de seda apertam-se contra os meus joelhos.

preenchendo-lhe totalmente todas as fendas e recessos e. lambe-me os testículos. Os olhos oblíqu os semicerram-se. mas Lótus deve ter tido uma genuína aprendizagem francesa. quando já não resta mais . Fica com um ar surpreendido.. Parece tremer. rastejo em direcção à abertura do seu sexo. Disseram-me. os testículos recebem o calor das mamas dela.. Se.T. talvez o broche seja ali neglige nciado.. Passa suavemente a língua pelos pêlos que me cobrem os testículos. faz tudo o qu e se possa imaginar. com o pénis ainda na boca... Ficará toda a noite. como se fosse um bode. Num mo vimento rápido coloca-se em cima de mim. dá-me um beijo no pénis.. Deixo-a f oder-me a boca com aquela sua coisa sumarenta. É quente e húmida e tem pêlos nos sítios certos e isso é tudo o que ele pede. To rno a deitar-me de costas e observo-a a trabalhá-lo. se eu assim o desejar. engole e chupa... Assim que voltamos a casa.. Quero ver o seu aspecto. O seu "conillon" comprime-me os lábios e as suas pernas pendem lassas e abertas. Esfrego a face e o queixo contr a a sua mata de pêlos.. as suas sobrancelhas oblíquas arqueiam-se quando abre a boca e se inclina para permitir que a cabeça de J. E nlaço-lhe a cintura com os braços e aperto-lhe as nádegas com as mãos enquanto lambo o s uco que lhe escorre para as coxas e a própria boca de onde esse suco jorra. Os talentos dela p assam a ser sua propriedade .. não um simples objecto para foder. e Lótus sabe cozinhar.. Lótus gostaria de fazer novamente " tète-beche". sempre que ela passa por mim.. Chega mesmo a escancarar ao máximo a vagina com os dedos.. quando sente a minha língua no sexo. ainda a chupá-lo. Acaba logo com a conversa das maravilhas do "tête-beche" quando sente o J... diz-me. é uma gaja porreira. Quando um homem compra uma mulher chinesa. Vem-se e quase que me corta o mangalho em dois. mas Lótus corrige-me e escl arece-me. mas a mim apetece-me fodê-la. Sentiu qualquer coisa quente a invadir-lhe a boca. de uma forma extraordinári a.. Em contraPartida tenta fazer-m e o maior número possível de coisas..... que o s chineses avaliam uma foda não por horas. A ideia agrada-me. Deito-me no divã e. O seu suco inunda-me a boca enquanto eu lh e chupo o sexo com os pêlos à mistura. vestimonos e vamos comprar comida. Ela engole e chupa. vamos experimentar a cama. ou li em qualquer lado. amarelo e redondo e pede-me . Ergue e baixa compassadamente a cabeça.T. de tal forma que eu meto a língua tão profundamente q ue devo estar a tocar-lhe o útero. meneia o rabo. mas por dias.T. os olhos são duas fen das selvagens. ma s deito-a. Ao Johnny é completamente indiferente a cor dela... despimo-nos e Lótus prepara a refeição com uma simples toal ha em volta da cintura. usa-lhe os "bigodes" para calafetar os cantos. compra mesmo uma mu lher..~.. Esfrego-a um po uco com ele e a miúda entra em delírio.. Depois de comermos.. ela ri-se.. poderia agora tirar as meias? Sinto fome e sugiro sairmos para comer qualquer coisa. ex22 cepto engolir-me todo o equipamento.. Lambe-me o pénis.23 espaço para encher. senta-se. morde.. Estico-me por cima dela. De repente há uma inundação. Quero sentir-lhe as coxas apertadas uma cont ra a outra para me introduzir ali.. titilo-lhe a "borme-bOuche" com a língua e lambo-lhe as coxas e o sulco que existe entre elas. passa-me os braços pelos quadris. sob as nádegas. o que é que ela fará quando J. que não se importa de deixar queimar um tacho para que eu tenha tem po para a apalpar. Chupa-me. por favor. possa entrar. Quando falo nisto a Lótus. lhe explodir na boca. Aumenta de tamanho.Não sei o que é que ensinam às mulheres no Oriente. encostar a minha boca àquela greta perfumada. Salto para a cama e.. que lhe cobre a parte da frente do corpo e lhe deixa o rabo nu. com os lábios macios b eija-me o ventre. sem uma pausa encavo -lho todo.

que os faz assemelharem-se a uma lua chinesa . Brinco-lhe com as mamas e ela quer que eu lhas chupe novamente. É uma grande coisa ter uma cabra que se ri enquanto se está a fodê-la. até que.. sotaque parisiens . seda ao meu pénis. de manhã. aplicadamente. se ela geme suavemente. se soubesse.. na casa dele.. que vive em Londres. doume agora conta. tu encarregas-te de arranjar as coisas.. A vida palpita-lhe no corpo. Ela é um remédio maravilhoso! Penso em Tania. planeia passar uns tempos e m Paris para conhecer a cidade... deix ando um adorno de jade sem valor.. Faço-lhe perguntas bem humoradas. ou da literatura ou de qualquer coisa igualmente inócua. mas també seus talentos culinários.. ainda ficamos mais alegres. um homem tem de encontrar uma chinoca para uma coisa tão simples como uma foda sossegada.. como só começa a trabalhar daqui a dois meses. diz.. É uma tipa fixe. "Síd pensou que talvez aqui eu pudesse arranjar um apartamento. * Como está? . sem saber porque nos rimos. por acção do vinho e Lótus ensina-me algumas frases porcas em chinês. o facto de haver dinheiro envolvido é mero acidente.. De qualquer maneira. mas não há dúvida que se vem em francês. Pousam-se delicadamente nos rebordos das cadeiras e conversamos delicadamen te do tempo.. uma concubina. explica Sid. sem nome próprio. é amiga da sua irmã. são circundados por um anel cor-de-límão. Vou-te chamuscar os ovários com fogo de artifício e foguetes iluminar-te -ão o útero.lhe torcer o raio do pescoço! Mas não há nada a fazer. Noite avançada. O mundo dos brancos está voltado ao contrário. Mas Sid prossegue e diz-me que Miss Cavendish vai ensinar em Lyon mas. Os mamilos. oiçoa a andar algures lá para dentro. demos uma destas tareias em Marion e uma gaja.. Ainda a possuo repetidas vezes. pois Paris pode ser uma cidade muito solitária para uma rapariga que está sozinha." Examina o local com os olhos. a quem não vejo desde a noite em que. Miss Cavendish.. Cruza os pés m inúsculos por trás dos meus joelhos. atado por um fio de.. tem umas pernas lindas e há u ma remota possibilidade de ser boa na cama. não nos devemos esquecer dela. as suas coxas. "Tem um aspecto muito agradável. claro". como se o estivesse a ver pela primeira vez.. o facto de pairar a maior parte do temp o em chinês não tem importância. Se a respiração se lhe toma ofegante. e é barato. são mais for tes do que eu esperava. era capaz de se est ar a rir de mim.. "Alf.. Começo a dar-lhe com toda a força.. O dinheiro limita-se a comprar uma jóia de jade. diz Miss Cavendisli. E não é nenhuma puta! É. recordo aquele guarda-livros com a sua filha imberbe.. Ah Látus. podese ter a certeza que é porque está a sentir. isso é verdadeiro. Quando estiver instalada... já vais descobrir que tens urna bicha de rabiar na vagina . Um tipo tem de ser bem educado. 1 Lótus pode fazer amor em chinês. Látus ri-se comigo.. e rio-me. garante-lhe Sid. cada uma delas à medida que aprendo uma nova. Ouve-se o seu petulante "Ho w do you do?" * e fica-se com a sensação de se estar na presença de alguém que julga enc amar a loira Albion.. Sid. esquecendo eu. com o mesmo bom humor com que amanhã já terei esquecido tudo a seu respeito. X Visitas! Duas. Já estou a acender o rastilho. Lótus oferece não só a sua paixão.. me dou conta de que se fora. tem o equipamento bem oleado e não se faz rogada... até mesmo para uma fêmea que usa tweeds e meias de a lgodão... Miss Cavendish. Ela é Miss Cavendisli. de uma macia nudez...para fazer desaparecer a comichão dali. entendemo-nos perfeitamente um ao outro. n ormal. E onde é que ela está instalada? As lentes dos óculos chispam quando se vira para mim. Mas que sacaria de amigo me saiu o S id! Gostava de a poder ver sem óculos. -A explicação parece puramente formal e julgo que a visita tem um fim meram ente social. antes. não é verdade? " Vou encarregar-me mas é de. Ou uma fêmea. claro?" "Oh.. "Esse é um dos meus problemas" .

passados dez minutos.. a Tania fá-lo duma maneira sur preendente. talvez ela conseguisse l ibertar-se. Anna mostra-se tímida em relação à nossa festazinha de algumas noites atrás.. Ela chamou-me um nome sujo e mordeu-m e na coxa.. Segundo me parece. e esquecida. talvez tenha dito que. enquanto recita os nomes dos grandes pecadores da História que no fim descobriram Jesus. a cabeça d ele já está em pé. Alexan dra. suponho que disse qualquer coisa. aflita.25 Visitas nocturnas.. está à espera que me baixe e lhe dê o mesmo tratamento que me descreve. Com a paixão a mente obscurece.. É extremamente vaga acerc a do que lhe sucedeu depois de ter saído daqui a correr. diz. "A noite passada deu-se uma coisa depravada demais para se contar.. Alexandra estremece. Anna.. no alto e na parte de dentro da coxa. Talvez.... Mas eles parecem exercer uma má in fluência sobre ela. É um convite. Enquanto nos entretemos na marmelada um com o outro. é claro... Faz uma pausa. que ela anda à procura. mas tu compreendes... a coisa ameaça transform ar-se em hábito. Anna lembra-se de que tem um outro com promisso e sai. vertesse águas mesmo na minha face enquanto ela tinha a boca colada ao meu sexo . até ela pode voltar-se para a Igreja. a poucas poleg adas do sexo. Senta-se no divã e dei xa-me ver-lhe as coxas. Ela não premeditou nada disto! Absolutamente nada ! Foi-se aquecendo. Se não fosse por isso.. agora que já foi para a c ama com a mãe. Ri-se ac erca disso. "O momento foi.. só porque sei que tu compreendes. olha-me de relance e rapid amente afasta os olhos. pergunta-me ela. À medida que vai ficando mais excitada. mas no seu riso transparece um certo embaraço. com aquele pequeno discurso ..T. podiam viver confortavelmente sem se p reocuparem com nada. tudo se comporia por si mesmo. Aparece no quarto. redonda e perfeita.. Alexandra afoga-me com os seus problemas. porque é que Tania tem aquele ascendente sobre ela? É por ela gostar tanto que lhe lambam a cona . acerca das vezes em que tem mijado 26 na cara de Tania.. considera ela. a exibir o pequeno corpo nu e não há forma de lhe es capar... levanto-lhe a saia até à barriga e puxo-lhe as cuecas para baixo. "A Igreja te m mesmo de saber tudo?" Na verdade. permanece. sabe o que proc ura. Mas se é por uma amostra do J. E Tania. Ela levanta os joelhos e abre as pernas enquanto lha examino. salta para fora.. Não insis to no assunto. esta cabra. " Nem uma palavra.. com um arrepio delicioso. Desta vez não me esqueço de lhe ficar com a morada. uma gravação dos dentes de Tania. realmente. Digo-lhe. Digo-te a ti.. A carne branca cai-lhe so bre as ligas. ma ... sem nada vestido. Sinto-me contente por estar fora daquele manicómio. Passo-lhe as mãos pelos pintelhos e ela começa a aquecer. como que ressuscitada e. com o se fosse a minha opinião. "Mas será necessário confessar até os mais ínfimos pormenores?" quer saber. E enquanto me conta estas coisas. não sei.. fala mais livremente. tal como ela disse.. Está decidida a fazer uma viagem para se afastar de Tania e de Peter... " Torce os dedos. Ergue a saia ao long o da coxa para me mostrar o sítio em que Tania a mordeu. diz. Reajustamento. Se ela se pudesse libertar dos filhos. Que cu ela tem! Podia abrigar uma ninhada da ratos brancos na mata de pêlos entre as nádegas e nunca descobrir que os tinha lá. confidencia-me. Assim que chega Alexandra. P eter agora julga que fazer broche o toma mais potente . quem sabe?. vai-se esfregando na minha mão.. Consigo imaginar... vai desvendando mais pormen ores das suas aventuras com os tarados daqueles seus filhos. que provavelmente Jesus gostaria de conhecer toda a hi stória. Essa pequena depravação é omitida.. é de longe pior do que Peter. mas gosto de sa ber o que por lá vai .. Os se us dedos dirigem-se para a minha braguilha e J. E a marca. Nada a consegue parar. gostava daquilo. Ela atorme ntou Peter para que ele. "Não sei qual vai ser o fim disto".T. a ela e a mim. Aper to-lhe a perna e começo a apalpá-la. mas toma-se-me evidente o que ela deseja ouvir.. Ainda tenho a marca.

como se ainda alimentasse a esperança de estar enganada. meto-lho na boca..T. passados instantes. a sua barba está a ser lavada. Alexandra é grande demais para que eu ande com ela de um lado para outro. Momentos depois. Produz uns gorgolejos delirantes quando. Está a representar. quando a tenho num ponto em que está a gostar tanto da coisa que até lhe dói. sugere ela. até à garganta. sem qualquer problema. Está tão em brasa que não quer perder tempo 27 a despir-se.s deixo-a desapontada. atirava as paredes abaixo.. suplica. ali! isso é demais! Não pode fazer isso. Até a própria caverna do demónio ela ergue quando. Sim. subitamente. se não enfio-lhe todo o punho por ali dentro.. Como cortesia e prémio por ter acertado.. como Tan ia. uma puta. Passa uma perna por cima de mim e a racha alarga-se. 28 Merda. mesmo que a filha o tenha feito.. através de uns sinónimos elaborados. J. Lambe-me mesmo as nádegas. como se de merda se tratasse. Enfio o mangalho entre as suas coxas. Senta-se para tirar a roupa e assim que ficamos os dois nus. Baba-se por sobre a cabeça do pénis. Acompanho a acção com alguns adject ivos escolhidos. mas. começa a tentar dizer-me mas e mpurro o cu contra a boca dela e forço-a a beijá-lo.... alargara quas e até rachar.. já ela m e mete a língua no recto. Digo-lhe que não a monto se não tirar a roupa. encontra-se num estado de grande sujeira.. só com as mãos.. que eu o tinha fei to à filha . tudo aquilo que eu tenho feito à filha. aperta-me a piça com uma força desesperada.. mas consigo empurrá-la para o divã. após o que eu contraio o esfíncter e a expulso. esta cabra. não há nada que elas não façam. se alguém lha tentasse tirar.T. Quase se asfixia quando tenta lamber-me os pêlos ao mesmo tempo que o tem na boca. Toda a parte inferior do seu corpo. esfregando a cabeça no seu "abricot-fendu". faço-a cair no divã e obrigo-a a ajoelhar à minha frente. mas finge que não. Tenho de lhe ensinar o joguinho que Tania inventou e. Não levanta objecções quando lhe coloco o meu cu em frente do rosto e a obrigo a beijá-l o. e vou fodê-la da mesma maneira que Tania diz que a fodi? Ela quer que eu lhe faça tudo. muito provavelmente es caqueirava o quarto. p elo menos. E finalmente consigo que ela admita o facto. Não quererei. Ela deve saber qual o prato que se segue.. de como a coisinha alargara. ou seja. Esfrego o pénis no seu cabelo e dou-lho a beijar ... lh e fica em relevo. Chegamos a um compromi sso. onde fica com as pernas bem erguidas no ar.. Mas quando lhe digo para me s eparar as nádegas e passar a língua pelo rego. Com três dedos espetados no rabo ela está perfeitamente "abana nada". isso não.. como o faz uma criança a quem deram um chupa-chupa.. Alexandra estende uma mão por baixo das nádegas e coloca-me * pénis no lugar onde tem necessidade dele e se consegue arranjar para * enfiar um bocadinho. Isto aquece-a.. meter-lhe o pénis no cu. lhe enfio um dedo pelo cu acima e lhe digo para estar quieta. por isso obrigo-a a r ecitar todas as possibilidades. Ainda não passaram três gundos e já sinto a língua quente de Alexandra a introduzir-se nos pêlos do meu rabo e começar a lamber-mos. Oh. tudo o que se situa entre as suas pernas. deixo-a saborear mais um pouco o J. ela até sabe que o seu precioso Peter me ch upou na véspera de eu me vir embora. mas é o que ela merece e eu estou decidido a dar-lhe o tratamento completo. Tania contou-lhe tantas coisas... o meu marzápio é dum tamanh o monstruoso.. desde que saibamos levá-las. Tinha-se esquecido. quando sugeriu isto.. Então. Oh! oh! Ela não percebe como é que fiz aquilo. lhe ch amo aquilo que ela realmente é. mas agora recorda-se . Por fim acerta proferindo hesitantemente as pala vras. então tiro-lho. quando está mesmo a trabalhar-me o mangalho. ..

.talvez ela considere o facto de vez em quando. por favor . "Sei o que vais fazer. agora... faz. seria d ifícil não pensar nisso depois de me ter visto a fazê-lo à filha. uma lambedora de cus a pataco. Peter faz-mo. julg a que talvez o queira fazer.. Bom. uma puta que fode cães na sarjeta. a minha filha e eu . ajoelhada à minha frente. bate-lhe à porta das traseiras.com certa hesitação ... Ajoelh a-se. ao contrário do que fez quando lhe meti pela primeir a vez o dedo no cu .... quer ou não quer? pergunto-lhe.. mesmo que eu quisesse... " Beija-me o pénis e aperta-o contra os lábios enquanto eu mijo. Mas eu provoco-a com ele. Choraminga que todo aquele calor dentro dela a está a fazer vir-se de uma maneira como nunca antes tinha sentido. Sim. Ou é a torneira que pinga. todo o corpo lhe é percorrido por estremec imentos. Pede-me para parar mas..... Rápido. que é anormal! Que seja anormal. Gosto que mo façam.. Miss Cavendisli é uma chata fodida. o meu próp rio filho sodomiza-me! Mete-o e fode . Em vez de ir lá abaixo chamar o porteiro. "Já praticaste isto antes". Como 29 me atrevo a pensar numa coisa daquelas? É anormal praticar semelhante acto! É isto q ue me diz a cabra.. não estando a miúda aqui. Em linguagem corrente é aquilo que se pode chamar uma provocadora de b raguilhas. recomeço a metê-lo e em seguida desenfio-o. Mostra-se chocada. mas para mim é uma sensação maravilhosa. "Levanta a cara . " Vem-me à mente a carta de Tania. "Por favor! " É tudo o que diz e é o suficien te para eu ficar a conhecer aquilo que quero saber. mas tudo bem. nada..... mantém-se ajoelhada e chupa-me a verga até que um novo sabor faz desaparecer o antigo. Gosto de a ouvir pedir que lho meta. Peter faz-mo . deixa que alguma urin a lhe entre pela boca aberta. Agora limita-se a esperar que eu faça o que tenho a fazer.. Continuo a enchê-la com a urina. Alexandra positivamente solta um grito quando sente o mijo escaldante a escorrer -lhe no cu... desenfio o marzápio. Não quer que lho faça? Bem.. já inventou trezentas desculpa s para trezentas visitas. Nos três dias que já leva aqui vividos. só promessas e depois.... Tania tem-no visto fazer . é possível que até t a desejado que lho fizesse. Ponho-me logo por trás dela. 30 Depois de tudo ter terminado. O meu filho brochista.. pelo menos é o que me parece.... uma chat a não fodida. QUER? Sim.T.. Só para ter a certeza. afastando as pernas o mais possível e baixa a cabeça enquanto lho enfio. A única coisa de que a torneira necessita é que a fechem e quanto ao relógio... ali! Como é maravilhoso sentir aí a tua piça! A tua piça maravilhosa que todos nós já chupámos. Obrigo-a a dizer que é uma brochista de porco s. Não sei o que é que ela pensa. Tiro-a do divã e. digo-lhe eu.. nisso assemelha-se muito à filha.. A tua ferramenta é muito maior que a do meu filho.. o que ela quer é arranjar uma desculpa p . mete outra vez! Eu estava a mentir... Belisco-lhe o cu.. o meu filho. sim. Imediatamente ela volta-se e agarra-o. não o consigo fazer. Ou. Como-a desta maneira porque gosto e ela também gosta. ou é o relógio que não trabalha.... vem-me bater à porta. para falar com maior propriedade. agora ela deseja que eu a vá ver e experimente os novos truques que aprendeu.Bem .... enquanto me estou a vir.. então.. Manten ho firmemente o mangalho dentro dela e inundo-a de mijo.. E agora. o único pr oblema é não lhe darem corda. Desta vez não levanta qualquer objecção. até que sinto o seu ventre inchar nas minhas mãos. "Por favor. Geme que se está a vir.. não há nada que me impeça de f azer a experiência com a mãe. " Abraça-se aos meus joelhos e ergue o queixo... Volto-a e o J.

Tropeço nel emasiadas vezes para a poder ignorar... sem nada por cima. Não fala de outra coisa senão de sexo.. diz. a única coisa que conseguem é um daqueles ol hares tipo "mas-querri-pensa-você-que-eu -sou?".. Não levou nada. Sid estava certo de a ir comer. ela transforma-se numa o utra pessoa. fizeram-me tirar daí a ideia! Não tem a menor intenção de baixar as calcinhas por um homem. generosamente. irá mesmo ao ponto de erguer a saia para que possam compar ar com as que traz vestidas. mas ante s de se conseguir qualquer outra coisa além de uma tesão terrível. que descubra que a mulher tem perf eita consciência do que está a fazer e nisso Miss Cavendisli não é tão boa como devia ser. insiste. pôr um tipo maluco ao deixá-lo quas e ver . mulheres destas podem dar connosco em pantanas.. Mas foi tudo. foi-se embora para casa . senão levar Miss Cavendish a sério. quando.. . Afinal de contas. ela já se foi embora e.. Oh.. para me perguntar como é que funciona a fechadura da porta da casa de banho. poucas vezes e Ernest sente-se indignado.. mas provoca-me de uma tal forma. 31 Se as levamos a sério. em corpo e espírito.. As lésbicas estão a conquistar o mundo. isto é. debaixo do s nossos próprios narizes.. além de uma toalha enrolada à volta do corpo. Não há problema por me ter esquecido de perguntar pela cocaína. mas experimentem-lhe apalpar o cu! É capaz de vos trazer o novo par de cuequinhas que acabou de comprar e pedirvos para o admirarem.. Tenho as unhas roídas até ao sabugo. contou-me tud o e até se ofereceu. pelo menos por mim. Mas mostra-se ma is interessado a respeito da pequena chinoca que me recomendou. 32 Ernest está deitado quando chego.sexo . o que me permite verificar que é realmente muito bonita. algumas.aquelas quatro polegadas extra.. Não é só comigo que ela faz este jogo. A avó tê-la-ia considerado uma namoradeira ou uma "coquette".. Pode-se então dar-lhe um pequeno beliscão no traseiro ou brincar com as suas ligas. eu e Sid tentámos embebedá-la. mesmo debaixo dos nossos narizes. Ainda est a manhã me apareceu no quarto.sexo durante todo o tempo em que ela está presente . mas nada dir ecto. para meter uma cunha a meu respeito. na companhia dele.... mas somente uma toalha. mas a cabra é que não deixa.mas não por completo . A noite passada. embora..... é claro. O mais difícil é evitar que ele dê pelo jogo. As regras do jogo mudam e ela vem sentar-se ao nosso colo. E não se pode fazer nada. ela não o queria. que eu gostaria de a montar. da próxima vez que a tentarem apalpar. por obra e graça dum desses maravilhosos acidentes que ela engendra. mas nem pensem em se aproximar demasiado das que tem postas! Então. Tirou os óculos.. Agora. se está pronto a desistir daquilo. Ela sabe histórias feias de rapazinhos e de rapariguinhas.ara vir até aqui provocar-me. E tem umas coxas. Depois de nos ter entesado a um ponto quase insustentável..... e fi ca satisfeito ao saber que Anna ressuscitou. ela desabroc ha em organdi e seda. Mas uns palpites que dei nesse sentido.. uma grande toalha de banho. diz-me.. riu-se por tudo e por nada e até tivemos direito a umas espreitadelas para o seu sexo. Já acabou com a outra gaja. chateado. Pensei a princípio que ela andava a tentar que eu lhe saltasse em cima. Quem ela queri a era uma espanholita que tinha visto. Não lhe digo que ela me levou uma semana de salário. ap arece-me com a história de que ela deve utilizar o aparelho do duche da casa de ba nho para lavar os ouvidos. As coxas descobri-as eu da primeira vez que me veio visitar.. mas não deu o mais pequeno resultado.. Julgo que é fácil mostr ar somente até onde se quer e nem mais um milímetro. Anda-se duas horas com uma tusa deste tamanho e está-se pronto para volt ar à masturbação. Tem estado à espera de notícias minhas. nem se consegue sacar-lhe um apalpão. Meu Deus. Os tweeds e as meias de algodão parecem ter sido igualmente postos de parte .. ela facilitou um poucochinho... É sexo . Cá por mim estava-me nas tintas e esquecia-a.

Tem os joelhos unidos e levantados. mas isto dá vida a um morto.. sente-se óptimo.. continua. fui obrigado a rir.. debaixo dos seus j oelhos surge uma miúda de dez ou doze anos. "Não quero estragar nada. Não é uma bel ezínha? Vai ser uma gaja de estalo. "Mas agora olha. digo-lhe eu. claro. Meu Deus." A rapariga começou a acarici ar-se com uma mão e com a outra massaja o pénis de Ernest. garanto-lhe. elas já deitam um cheir o? É uma espécie de sugestão.. só ali foi umas três ou quatro vezes. toda a vizinhança a conhece.. está bem? Sabes como isto é. Ernest está pouco à vontade. inclina-se para a frente e d eixa que o cabelo roce pelo pénis. enquanto com os dedos o percorre para cima e pa ra baixo." A miúda puxa para trás o cabelo negro escorrido e limpa a t esta ao lençol.. Ernest vai muitas vezes com ela para a cama? pergunto-lhe. isto não a magoa. Pergunto-lhe se se sente bem. acres33 centa na defensiva. diz. de certo modo. E é uma destas bocas sujas. O que se passa é que ela aprendeu a foder um bocado mais cedo do que a maioria das miúdas aprende. Para ter a certeza de que eu a vejo bem. pelos vistos. diz. Ele estava preparado para a comer. Quando vi o que ele tinha estado a esconder. Já conhece o sufic iente sobre piças para saber o que as faz crescer . "De que sexo é?" perguntei-lhe. já sabe tudo. quase morria. "Mas tenho que deixar Mr. mas a miúda excitou-o de tal maneira que se inter . e é então que uma coisa se mexe debaixo dos cobertores. pode-me foder". ela não o visita só a ele ... julgo que esteja à espera de alguma gaja. etc. "Olha para ela. Ernest empurra os cobertores e. Alf. vou-me pôr a anda r. "Bolas.. Quase já f iz o mesmo . Bem. junto aos joelhos de Er nest. "Há quanto tempo é que manténs este arranji nho?" pergunto-lhe. "Se quiser.A seguir.... as histórias que ela me conta! Não acredito em metade delas. ela já os andava a aviar por aí. D eus meu. faz um epigrama.. Pelo contrário. continua". mesmo nesta idade. "Só mais dois minutos e tu não davas por nada". Aãi. mas não há dúvida de que está ali.... Belisca a miúda no rabo e endireita-lhe os ombros.. explica-me Ernest.... Senta-se no bordo da cama e olha para mim.. pode dizer-se . Ernest julga que eu não compreendo.. quando eu apareci . Sim. Assim Ernest sente-se melhor. E.. tudo o que se tem a fazer gar o nariz suficientemente perto. nem lhe faz mal. "O que é que fazes? Ofereces-lhe rebuçados para ela cá vir?" É a filha dos tipos do bar ao lado. Poucas vezes vi alguém ficar tão envergonhado. merda! Esta gaja serve-me 34 só para variar. atira-me. não digas nada. Não.. Ernest foder-me primeiro. por amor de Deus. é cona o que elas estão a roubar debaixo dos nossos nar izes.. não há uma única oisa que eu lhe possa ensinar. "Não é uma coisa como se eu a tivesse engatado por aí". mas a outra me tade chega para me pôr à rasca. Quei xa-se que estava muito calor ali debaixo. "Devias experimentá-la uma vez." A miúda pára de se acariciar e agarra-lhe o marzápio com ambas as mãos. e finge que boceja.. "Nada disso.." Empurra as cobertas com os pés e sent a-se. Sabias que. etc.. com os cobertores a envolvê-los e. planeia fica r todo o dia na cama. para ver ao qu e sabia . digo a Ernest.." A miúda abre as pernas e exibe-me a vaginazita desprotegida. abre-a com os dedos. continua Erne st. de facto. E já é bastante crescida. Faz-lhe umas perguntas e vais ver q ue não te estou a enrolar. quando crescer.. E. "Não é que os meus gostos sexuais vão exactamente para tipas como esta". Nunca pensei que um dia o viria a admitir. "Com os diabos. " Estava a entoar o hino nacional. "Vá. compreendo tudo muito bem. s omente um pouco cansado.." Mr. também tinha direito a provar. de vias ouvir o recital de palavrões que ela atira cá para fora quando se chateia.. Alf. Não está a fazer nada que qualquer outra pessoa não faria.. mesmo debaixo dos nossos próprios narizes.

ela é nova demais pa ra emprenhar. "Quero foder. com o membro todo encavado na miúda .. enrosca-se em volta dele ... foi um tuf o de cabelos e um par de testículos. que depois só possa ser reparado mediante recurso a algum bordado artístic o..rompeu e começou a gaguejá-lo. "Olha-me agora com atenção. Mas a ratinha não solta o mais ténue guincho. Quero que olhes bem e que me digas depois se é possível. rebola o rabo e aperta as pernas em volta de Ernest como uma veterana. Levanta o rabo da cama. "Estás a ver?" diz Ernest... não sou o único a comé-1a. à noite. não se compara com nada que já tenhas experimentado. Tudo o que elas têm de ter é um buraco para l ho enfiarem e a partir daí. que achas.. quando metes o mangalho naquela coninha. Quer dizer que tu não usas nada quando lhe vais para cima?" "Não me chateis. Ali! tu! minha cabrita. consegues perceber? Meu 35 Deus.. "mas acaba sempre por fazê-lo e esquecer-se do pagamento. Mas isso não significa que a foda perca qualidade .. não há mais. ela não o mete na cona. O dinheir o não tem nada a ver com isto.. eu costumava colocar-lhe um espelho debaixo do rabo. A miúda começou a mexer-se e d e cada vez que ela dá um impulso com o cu. nunca passei por nada que se assemelhasse tanto a foder uma cobra . " A miúda deixa de lhe brincar com o pénis e recomeça a masturbar-se. E tu devias ve r . mas não a posso deixar sozinha. Agora olha para ela quando o s entir entre as pernas. como ela disse. Bolas." Está para ali deitado. "Quer mais umas massas para te chupar". "É doida pela cona e pelas sensações que dali tira. Ela leva a boca repetidas vezes junto do pénis e.. Mas é bastante espaçosa por dentro. De qualquer modo. declara Ernest. explica-me ele. assim mesmo. " Não toca no pénis de Ernest quando este se põe por cima dela . no momento exacto em que os lábios estão prestes a tocá-lo.. Só gente daqui. começo a temer que suceda algum pr ecalço à miúda. É espantoso.. é porque já nada resta para entrar.. está bem AIP" pede-me Ernest. não é? " "Um raio. Mexe-te mais um pouco! Meu Deus. Alf. julguei que era tarada". podiam? Gaita. vais pensar que se mata ao deixá-lo entrar todo. havia de levar toda a vizinhança a tribunal. " Ernest esquece-se de me dizer o que é que eu devia ver.. AIP Com que idade é que elas engravidam? Têm de ter já pintelhos. tu nem vais acreditar se eu te indicar alguns dos gajos que já a comeram. o pénis penetra um pouco mais. Até algumas mulheres. isto já me causou pesadelos. juro por Deus! E nem são putas. "Encara isto como um favor p essoal que me fazes." "É assim mesmo. Alf. Como Ernes t não foi prejudicado aquando da distribuição de piças." "Mas Alf.. Com esta gajinha não há nada escondido. é que elas têm de ter pintelhos... "mas é ass im que ela gosta da coisa .." "Não quero conversas"... pronto.... "Não me lixes. todos a comem. O seu sexozinho alarga-se continuamente. Aquilo é só aspecto. mas com este único movimento con segue meter metade do pénis dentro dela. "O quê? O que é que di sseste? Engravidá-la?" Ernest fica muito excitado. tudo o que ficou do lado de fora. afasta-se. Quando já não entra mais nada. " "Claro que leva dinheiro.. "Da primeira vez que fez isto.... " "E que diabos vais tu fazer quando a engravidares?" pergunto. quando ela começa a mexer-se de baixo de ti e esfrega a barriguinha contra a tua. Merda. podes crer. não é? Há. protestou de súbito a miúda. " "Mais umas massas! " exclamo.. só para poder ver a coi sa. excepto Ernest. Olha Alf. já podem constituir família. até atingir o dobro do tamanho que se pen saria que ela pudesse alcançar.. de acordo com o que ela me contou. vê-se tudo à vista desarmada. aí umas seis polega das e depois parece que se deixa cair. sé calhar algum parvo deu-lhe uma vez uns ---tustose a partir daí ela descobriu que isto também lhe dava dinheiro. Não podiam provar nada contra mim.. agarra-lhe nos pintel hos com as duas mãos e aguenta-se assim.. "Queres dizer que nesta idade já são tão sabidas que lev am dinheiro para fazer a coisa? Quando eu era miúdo .

não quero fodé-la e não me interessa sentir o molho de Mr. " Agarra-lhe o cu e quase que a atira para fora da cama.. "Mas. quando eu me vier dentro desta put inha .. Desta vez a dificuldade foi com o aut oclismo. estando todo entesado... Mas a rapariga cansa-se de nos ouvir falar. Oh! é claro que se mostra terrivelmente chocada e embaraçada. "Acontece isso a todos quando me apalpam". "Nunca ma is descobres nada de semelhante. bar riga. profundos... Mr... se eu não tenho dinheiro.. ela fia-me.. eloquentemente... por esta vez... ou em qualquer outro lado . quer que a fodam. Miss Cavendisli! Uma cabra. Por esta vez! A Prudência Francesa surge cedo. "Ora toma". arfa Ernest.. Estou em pior forma que E rnest e o aspecto dele não é exactamente o de uma rosa.. soltar a bóia e volt ar a baixar a tampa e nesse espaço de tempo Miss Cavendish arranja maneira de desp ir as reduzidas peças de roupa que a cobriam e. talvez. De repente. " Digo à miúda que agora não me está a apetecer comê-la. Quanto à miúda.. "Põe a tua mão entre as minha s pernas. diz-me Ernest. Talvez Anna tenha marmelos melhores. Tu acreditas? É tudo o que acontece . não sentes o molho de Mr. meu Deus. mas mesmo assim ela vem para junto de mim e esfrega o seu cu de bebé no meu joelho. vai ficar à minha espera. sem a menor sombra de dúvida. Ele então esfrega-se um pouco sobre ela e a seguir atira-lhe dois sacões com uma força que lhe deviam ter feito saltar os dentes. mas Anna é uma excepção.. não se pode classificar os faróis que e la exibe com os simples acessórios da maioria das mulheres. dá a impressão de que não foi nada com ela.. Ernest depois diz -me onde a poderei encontrar. O pénis enterra-se nela e a cama geme . cona... Ernest a escorrer? .... diz. É que eu não me consigo mexer daqui . diz-me. vou sentir vontade de a comer. não consegue fazê-lo parar de correr e isso põe-na fora de si. Ernes t. informa-me. ou coisa parecida? Ela jura que s e está a vir quando faz isso. Quer saber se eu quero ir para a cama com ela.. "Estás-lhe a ver o cu a tremer. como se costuma dizer. "Senhor. daqueles em que se pode meter um .. diz... Simplesmente não compreendo porque é que escolheu a altura em que se vestia para ficar fora de s i. é claro.. Então quero que ela me chupe? Não! Talvez uma punheta? Ou qualquer outra coisa. a topografia completa.. " Mas não quero. fica para outro dia. Alf". " Concentra-se novamente no que está a fazer. Esta manhã tive direito a uma panorâmica geral. Se a apalpar um bocadinho. "dos imperiais. distinta e vagarosamente. diz. não a quero comer.. mamas. pergunta se eu sou maricas! Ou então.. tem um pequeno lenço branco na mão e abre-o. sem qualquer problema . A miúda mantém as pernas abertas ao máximo para lhe permitir ir tão fundo quanto possível e eu vejo em pensamento o seu ventre a en cher-se ... Bom. 37 Mas quando me vê resistir à oferta da concessão de crédito convence-se finalmente de que estou a falar a sério.36 e discute comigo a possibilidade dela engravidar. Mas há realmente um autoclismo b arulhento e. Mas tens de o fazer no chão. en fia-se entre os meus joelhos e comprime o ventre contra o meu pénis. ela leva galões".. E reparo que Miss Cave ndish tem um desses umbigos grandes. então fica para outra vez... insisto. ainda deitado. julg ava que podia andar assim pela casa. Levo cerca de quinze segundos para levantar o tampo da coisa." Sinto-me realmente todo a abanar quando a coisa acaba. ela nunca mais o vem visitar. mas talvez seja Ernest.. sair do quarto e vir ao meu encontro quando deixo a casa de banho. ela sente-o e não percebe como é que eu. eu sou o faxina de serviço para tratar do assunto.. agora! "Atira-te. Estou de pau feito... à sua frente. E tenho de admitir que não é nada má. Aquela cabra! Mexe e remexe o lenço até ter a certeza de que a vi toda.. estas coisas ultrapassam uma inteligência média... Pura e simplesmente ne m lhe passou pela cabeça que a avaria pudesse ser reparada tão rapidamente . e se Ernest não lhe der uma como deve ser.

. sempre que acho conveniente. vai-nos preparar urna bebida. debaixo daquele noligé há um par de cuecas e Miss Cavendish tem a firm e intenção de as conservar onde estão. Quando ela se levanta do divã ele segue-a. destinadas a fazer Arthur acreditar que ela também era capaz de um pouco de m . pe rder aqueles ares de pavão. assim não haverá qualquer interferência. Mas o seu não traba lha daquela maneira. diz.. E ali fico eu. às boas. O pobre tolo fita-a de olhos arregalados... as coisas ter-se-iam passado de maneira muito diferente. só para a fazer baixar do pedestal. porque somos mais dois do nosso lado do que do lado dela..... mas tem o cuidado de manter as pernas separadas. que nós não fomos muito espertos a lidar com a gaja. É Arthur quem tem a ideia maravilhosa. limito-me a debitar uns nomes. na espe rança de aquela coisa se abrir mais ainda e ele lhe poder ver o sexo. deixá-lo aprender à sua custa. mas porque me põe maluco dos cornos. ora noutro. mas vê-se que não esperava ninguém.. pedindo desculpa ao J.. proporcionando-nos uma bela visão das suas pernas.. afinal nem vamos ter de a viola r. apresenta-se de perfi l e permite-me uma leitura total enquanto regressa ao seu quarto. Não lhe consigo ver o sexo muito bem. Arthur achou. ah!. o joelho desnuda-se cada vez mais e o negligé. e um tufo de pêlos arruivados pende-lhe entre as coxas. Se fosse com ele. pode beliscar-lhe a coxa por cima d o negligé. continua Ar thur. diz-nos ela.. A ideia maravilhosa é ir a casa de Miss Cavendisli e saltar-lhe para cima... Portanto. Síd e eu fingimos estar a discutir. Mas se ela não quiser .T. se há alguma coisa que dê um grande gozo é ver alguém a ser levado ao engano. vai ajudar a modificar a situação para benefíc io de todos. Ela deixa-o fazer-lhe festinhas no joelho e apalpá-la levemente . mas quanto a meter-lhe a mão por baixo.. evidentemente. e algumas reminiscências pesso ais.. Fica contentíssima por ter visi tas. Enquanto ela está fo ra da sala. alternadamente. mandando-nos 39 entrar. de forma a permitir que a luz do dia pa sse através delas. Matisse .. Apoia-se ora num pé. Gostava de lhe enfiar o mangalho só de uma vez. permitindo38 -me uma perspectiva sob todos os ângulos e quando já tenho toda a planta gravada. Mas já qu e partilhamos este bom segredo com ele. todos lig eiramente tocados e Síd já contou a Arthur a triste história de Miss Cavendisli.a castanha da índia. Gertrude Stein .. lixar-lhe o sistema e mais meia dúzia de metáforas que con tribuíssem para fazer desaparecer todo aquele seu comportamento extravagante. Está a confessar-se a Arthur.... "e tentamos que ela nos foda. deambula por toda a sala atrás dela. Abre descuidadamente o negligé que veste. se eu a conheço bem.. a que eu. Não sou obrigado a prestar a tenção para dar um contributo inteligente.... Não há a mais pequena possibilidade da coisa falhar. pois as pe ssoas não se ouvem sequer umas às outras. como um cio segue o odor da carne crua.. mas. isso não.. Arthur e eu estamos num bar. Mantenho-me atento a Miss Cavendisli. indicando-nos o caminho para a sala e. Arthur sussurra-nos que vai ser fácil... Bom. acrescento o meu modesto contributo. nunca descobre as soluções simples e óbvias . Arthur leva uma hora até conseguir sentar-se no divã numa altura em que Miss Cavendi sh também lá esteja sentada. simplesmente. pois ela está de pé. cai só até meio das coxas. Sid. vamos fazer uma visita a Miss Cavendish.... Miss Cavendish declamou as suas histórias marotas . roda lentamente . quão lentamente!.. cheia de hospitalidade. para ter a satisfação de a ouvir proferir um certo número de palavras cuidadosame nte escolhidas.zás! violamos a gaja! " Sid aplaude calorosamente.. "Vamos ter com ela e conversamos com a jovem senhora". cheio de tesão e sem sítio onde a aplicar. Começa-se a conversar. Dava sei lá o quê para comer a quela provocadora de braguilhas! Não porque eu pense que ela seja incomparável na ca ma... explica ele. Se ele tivesse um cérebro assim.. vocês não viram o modo como ela me olhou ao comentar ironicamente o facto de se encontrar decentemente vestida? Rimos-lhe na cara. meio aberto.

era só uma brincadeira inocente.aroteira. diz. Assim que ela torna a sair da sala. S45 tens que entrar ali dentro e ver o que podes fazer. Ela exige que ele a largue. 41 agonia-me. Art". Arremessa-se para os braços de Sid e aconche ga o ventre nu contra ele. diz Sid. Essa cabra. Sid e Arthur mantêm-na agarrada enquanto eu a dispo. Agora sou cem por cento pró-violação e raramente tenho go stado tanto de despir uma mulher. mas nós três somos mais fortes do que ela. "Diz qualquer coisa". ela tem posto um par de cuequinhas. já que é a única maneira de alguém conseguir lá entrar. dirige-se a Arthur: "Torpe criatura. com ar nervoso. mas isso foi antes d e conhecer esta provocadora. pergunto-lhe. grita. vou co mê-la. é ouvir uma mulher aos berros. não acha graça nenhuma." "O acordo não foi esse". ela se encarregará de fazer chegar às autoridades competentes informações a cerca deste ultraje! "Olha Sid".. diz Arthur. Arthur.. Até hoje não tinha violado ninguém. como te atreveste!?" Arthur. sem a mínima intenção de a soltar. com Arthur mesmo atrás dela. minha provocadora. "uma foda agradável e inocente. mais eu me enteso. Carregamo -la para o quarto e atiramo-la para cima da cama. Apalpo-a. se fizermos alguma asneira! Ah.. de boca aberta e língua pendurada. "Ela está a morrer pela coisa". há sempre a possibilidade de ela se pôr aos gritos e se há alguma coisa que me incomoda. Síd mexe-lhe nas mamas e diz-lhe para ser uma linda me nina." Arthur ainda não está há uni minuto no quarto quando soa um grito e a gaja surge a cor rer. Onde é q isso se faz. "Então e que tal uma foda". "Vou-lhe dar algo de não mencíonável. diz em voz ofegante. Dá-ma cá. corno neste momento.. não eras só tu. admira-se ele. Sempre me pareceu uma parvoíce. A única coisa que lhe falta fazer é pedir em voz alta que a comam. comigo. De qualquer maneira. Vais ser violada no raio da tua própria cama. penso eu. " Ela distribui pontapés e arranhões. ali dentro.. "não consigo aguentar este patuá... "Agora. vais saber o que é uma foda. ele diz a Sid e a mim que somos dois nabos. diz. belisco-a aqui e ali e quanto mais ela se contorce e grita dentro da mordaça. tirando partido das trevas. por isso vamos t ratar do assunto de modo que ela não possa fazer barulho. O negligé vem meio despido e. prontinho a cair da árvore para as vossas mãos. Olha-me para a braguilha! Adivinhas quem a abriu? Foi ela. ou muito em breve! A polícia virá investigar o que se passa. "óptimo"." Nesta altura." Sid concede-lhe mais uma oportunidade para nos entendermos amigavelmente. contrapõe Sid. ela es tá a pedi-lo em voz alta. digno d e menção. tal como eu esperava . "Ora aí está. . ordena-lhe e Miss Cavendísh responde "goo" numa pronúncia muit o britânica. tentou algo de não mencionáv el. "Agora tu. quando percebe que é a sério. Não quer . Passa-se qualquer coisa com a lu z do seu quarto. Então. "Mas que raio se passa com estes gajos? É que e la está como se fosse um fruto maduro. Afasta-se um pouco de Sid e olha-o para ver se ele está a brincar. Haverá alguém que vá lá ver . ? 40 Ela tem medo de apanhar algum choque . E se precisares de ajuda é dizeres.. começa por nos ordenar que saiamos imediatamente e acaba jurando que não queria causar nenhum mal . "Todos nós devíamos foder. descobri ndo então que ele a agarra firmemente. ouve-se a voz de Miss Cavendisli. no estilo de unia brincadeira?" Não permite que lhe falemos desta maneira! Vai gritar se não a soltarmos imediatamen te. Sid. aqui ou no quarto?" A difícil Miss Cavendish não quer acreditar naquilo que está a ouvir. Que espécie de rapariga julgamos que ela é para pensarmos que vai permitir que três homens se sirvam dela? Arthur tapa-lhe a boca com um lenço que ata na nuca. "Passa para cá essa cadela desgraçada". eu já com a ferramenta de fora e tudo e ela nega-se.

"Ah. Ouve bem . é decidido que a combinação mais justa para todos é montá-la segundo a ordem por que a conhecemos.. que tal? Gostas? Foi para isto que nos andaste a provocar. não. grandes e escuros. os testículos roçam-lhe as pernas macias.. não grit a. talvez isto te ajude a perceber o que é que tens lá dentro! " Penetra-a com tanta violência que é impossível dizer se é ela a debater-se ou ele a fodê-l a o que a lança de uni lado para o outro da cama. não te vai ser tão fácil fechares a s pernas quando aparecer algum pobre diabo a querer saltar-te em cima. Devíamos ter feito isto na semana passada .. minha cabra. por favor! Não torno a meter-me com ninguém. parece... anuncia. "Então. decl ara Sid. nós somos três.. Titila-lhe o púbis e apalpa-a. não . Isso quer dizer qu e Sid é o primeiro e ele está numa forma extraordinária para o fazer. " Mas os seus bons propósitos vêm demasiado tarde. três.. não o pode expulsar . brinca-lhe com as mamas.. Juro! Oh..... num murmúrio aterrorizado. c'os diabos! Quero que a sintas! Toma. os seus movimentos tornam-se mais débe is.. está derrotada. mas o medo parece tolher-lhe a voz. lentamente. Mantém-lhe as coxas abertas e. de sde que te conheço. já deve ter gostado disto.... como lhe diz Arthur. era capaz de ter pena dela. no centro dos olhos escuros das suas tetas. Já não é virgem. Art hur e eu paramos de brincar com as suas mamas e deixamos o caminho livre a Sid. 43 "Depois de te ter fodido.... O ventre dela estremece e agita-se e reparo que os mamilos estão erectos. Sif faz tudo calmamente... Miss Cavendish dálhe uma espreitadela quando ele já despiu as calças e cerra os olhos com força. até violações... Eu e Arthur inclinamo-nos para ver a piça penetrá-la. Mas não havia força suficiente que lhe desencav asse aquele mangalho antes de Sid ter terminado.. Sid vê-se aflito para a conservar imóvel o tempo suficiente para lhe meter o pénis deb aixo do rabo.Como dois de nós a têm de agarrar para a manter deitada.... a gaja ainda se debateu.. e andaste a gozar connosco durante muito tempo. a um de cada vez... a seguir.. Três piças iguais àquela que te est foder. Vê que não vale a pena.." Ao princípio.. Miss Cavendisli olha-nos fixa e silen ciosamente.. para a soltarmos. Sinto-a tremer debaixo de mim. Possivelmente.. Não há nada a fazer.. empina m-se.... "Talvez esteja novamente a aprender que é agradável levar uma foda. pede-nos. pensa que nós já planeámos desfazernos do corpo quando acabarmos a função. as coxas dela retesam-se . amanhã não vais representar o teu número tão facilmente! Ouve.. já não te vais fazer cara. Sid abre a "bonne-bouche" e esfrega a piça pelas coxas rebeldes e tesas.. minha menina da s calcinhas pudicas.. minha puta ordinária? Sente-me essa piça na cona. "Não me façam isso. não penses que uma foda é . 42 Mas ainda luta como uma gata sempre que arranja ar suficiente para respirar.... "NÃO. agora está a tomar juízo". A sua barriga tenta evitar o contacto corri a dele quando ele inicia o movimento de vai-vem. prometo-vos que não volta a acontecer! Não me façam sofrer mais vergonhas .. começando p elos pés e levando um tempo enorme até chegar novamente à mata de pêlos... Se não fosse estar lixado com ela pela forma como s e tem comportado.... nem quer que ninguém lhe veja o rosto . tem de se resignar." Sid introduziu a cabeça do pénis na sua vagina.. Geme. ente rra.. nunca mais na minha vid a. já houve alguém que a comeu antes. Percorre-lhe o ventre com as mãos... não. Conseguiu remover a mordaça em parte. penetra-a.. não sorris? Não estás feliz.. Sid agarra-lhe a cabeça e obriga-a a abrir os olhos. primeiro há uma lição que ela tem d e aprender... por favor.. Fica imóvel. Ela não quer olhar. abre-lhe as pernas e observa-lhe o sexo. Empurra. Miss Cavendish está borrada de medo. parece-me que ela gosta de ser violada! Minha provocadora do diabo. por favor! Peço-vos desculpa por ter sido tão desagradável .. Sid insinua o pénis na mata de pêlos... Talvez mais tarde nós possamos conver sar calmamente corri ela mas.

.. Tenho a piça literalmente su bmersa. a não ser as putas. mas eu desenrolo-a antes de lho enfiar na cona. antes de a comer. AIP" protesta asperamente Arthur . se não me deixam comê-la.. nem um bocadinho... só para a ouvir.. três vezes. Nem opõe tanta resistência como há bocado. Quero-a ver toda. com que me fez tantas vezes negaças . abriu-a de tal maneira que. talvez gostes de te sentir uma puta. .. Uma cona que precisa de ser fodida? Então. ela não me enlaça precisamente com as pernas. "Já não aguento mais tempo estar só a apalpar-lhe as tetas ..... f arejar-lhe os cabelos. quando est a acabar. Sid conseguiu uma coisa. Agar ro-lhe as mamas e lambo-lhas. mas só se debate um poucochinho. "Aqui vai uma coisinha para te aquecer a cona". Bom.. importas-te de te calar e de a foderes. aconselha-me.. "Volta-me a b ater à porta um dia destes. é um prazer poder fazer isto!. mexo-lhe naquela greta.. não a vamos fazer passar pela mesma tortura. quero ser capaz de sentir tudo e ver precisamente quem e o quê estou a foder. Desenfia a-piça e. grita-lhe Sid.tudo o que vais ter. ela não está apertada. pois não? Não tivem os já a nossa vingança? Realmente é bonito ouvi-la suplicar. Há uma maré viscosa dentro dela. merda. "Eh. Apesar de ela ter de estar agarrada enquanto faço is to.." Nesta altura a miúda já está enrolada nos cobertores. é fluido vaginal. " "Não faça isso!" Volta a suplicar. Sid deve tê-la inundado com o raio de uma langonha. sacode-lhe as últimas gotas 44 de esperma para cima da sua barriga. tem de nadar 45 ali dentro para sobreviver.. Mas isso não interfere com o seu prazer. Vamos dar-te uma noite como nunca ninguém teve. Mas não. a cama deve cair debaixo dos nossos corpos.. mas não te preocupes. Sid".. Johnny-sempre-às-ordens... Deixo o J. vou ter de lhe enfiar o manga lho pela boca abaixo e nós não queremos ter de foder um cadáver... nem me dá as boas-vindas. aproveito ao máximo... Verdade. Ela já está encharcada em líquido sexual... "O que é que tens.... Deus sabe quantas... ou isso. Outra vez não. temos de a conservar em forma e lubrificada para o próximo assalto .... um relógio para dar corda? . "Aparece amanhã e bate três pancada . como i nsulto de despedida. duas vezes.. bate três vezes e eu trato de ti . mantenho-a em suspenso durante um certo tempo. J.. molha-l he as pernas todas... queremos que ela não desiluda a rapaziada . aparece por lá.." Nesta altura.. Miss Cavendisli esconde a cabeça debaixo dos cobertores amarrotados e geme. " Dou-lhe uma palmada no rabo nu .. Meu Deus.... não vais conseguir saltar ao eixo. senhor.. e se resolvermos rifar-lhe as fodas . O que é que eu faço? " Sid dá-lhe uma vista de olhos e declara que metade. ter o esperma de Sid dentro dela parece-lhe de longe pior do que ser simplesmente fodida por ele. está bem?" peço à rapariga. "Não queremos que s e perca nada. esfrego-lhe os pintelhos com a píça. Quando ele se vier. " "Bolas.... Vai-se atirar ao ar quando o sentir . venho-me mesmo na car a dela.. por enquanto. há muito mais que está para vir . POSSO FAZER-LHE TUDO O QUE ME DER NA REAUSSIMA GANA! Estico-lhe o "conillon" .. Tenho andado maluco a imaginar que lhe saltava para as pernas e agora que a opor tunidade chegou. se calhar ainda vamos sair e arranjar clientes a que m vender as tuas fodas. pede . tu não vais estar tão em forma.. Aguen tem-na. pá.. quando eu a m onto.. depois do modo como me tratou ao longo destes últimos dias e eu.. Pelo menos. Vou lá estar. vamos foder-te uma vez.. verdadinha... já deve ter as comportas abertas.T. está realmente a dar o máximo em cima dela. "Talvez não seja o suficiente par a te encher até acima. ou ela é uma foda extraordinariamente húmida... agora aberta." Enterro-lhe o pénis ainda mais fundo e sinto -a amolecer sob o meu corpo. pelo menos. pode. "Enterra-lhe o marzápio e empurra-o lá para dentro".T. "Não me pode fazer isso! " Mas Sid continua a demonstrar-lhe que sim. ou qualquer coisa do género. grito "está uma coisa a sair-lhe da racha! Penso que élangonha. até que fiquemos exaustos.

Após algumas experiências com Miss Cavendisli. é ela nunca ter sido violada antes disto. "Se calhar ainda acabava só com meia piça e um tomate... isto não a magoa. É impossível que a ten hamos magoado .. Ela fecha os dedos.. raios. Que ela tenha conseguido escapar durante tanto tempo .... diz e aponta para uma mancha de esperma sobre a cama... " Sid desce da cama e olha-lhe para a vagina. " Sid inclina-se sobre Miss Cavendish e diz-lhe ao ouvido. Depois. não lhe dês a oportunidade de te crava r os dentes. apesar de ela ser uma provocadora de braguilhas.. "Olha para aqui".. um gajo começa a sentir-se violento.. Claro que isto era tudo o que Arthur queria saber. 6 gaja. quando se pensa no caso de Miss Cavendish.. limita-se a estar ali deitada e a deixar que a fôdam . não é necessário agarrá-la. Claro que ela merece tudo o que lhe está a acontecer esta noite .. "Se houvesse qualquer coisa que estivesse mal. "Não a quero magoar.. baixinho: "Que tal.. Não. diz.. sim. talvez nos chupes.. O seu sexo cheira como o mar e o mundo balança como um barco.. não sejas tão tímida a respeito disso.... responde num murmúrio. A única coisa realmente notável.. Sid... Ela está demasiado fraca para esboçar o mínimo gesto para o impedir. Enfia-lhe o pénis no "abricot-f endu" e faz a sua parte para alargar o espaço. pode muito bem trazer a seguinte etiqueta: "P retende-se Persuasão Vigorosa". Arthur nem espera pela sua vez. Arthur pára. os teus amigos mais chegados. ainda está húmido.. se gostares disto. Sid está a intrometer-se na sua vida privada. TU! Quero que me digas a verdade . " "Não confio nessa gaja para a deixar meter a minha piça na boca" diz Arthur. As suas pernas abrem-se molemente e ela nem sequer tenta mantê-las unidas. nunca mais nos provoca. não me fodam mais . Ronca como um camelo cansado e deix a-a depois de lhe emporcalhar as coxas com uma torrente espessa. "Não me fodam mais. Ou ve lá. eu fodi-a. só está um pouco mais aberta. Um golp e e penetrou-a. ajuda-me muito a não sentir piedade por ela. Não me é d ifícil perceber o seu ponto de vista. estás entre amigos. q uando te voltarem as comichões. Já fui mordido por cadelas. por favor. Tem tão bom aspecto como quando começámos.. Arthur fodeu-a e ela está farta... não sejas parvo. Empurra-me para o lado e enfia-se entre as coxas da rapariga. não certamente da maneira que ele pretende. "Continua"." Parece estar demasiado c ansada para fazer ouvir a voz acima de um sussurro. ou podes mas car os lençóis se gostares do sabor.. Sid quer saber se ela já alguma vez chupou uma piça. esguicho esperma como se fosse um spray. Mas já não aguenta mais. lembro-me do que esta cadela nua me fez passar. mas não o vai conseguir.. Não há azar. diz ele. nem a quem quer que se ja... deixo que a minha piça se dirija para o seu útero . Sid.. O quarto começa a andar à roda.. Já alg uma vez meteste uma piça na boca? " 47 LIVRO 11 O ESTIVO FRANCÉS MISS CAVENDISH JÁ NÃO QUER continuar a jogar o nosso jogo durante mais tempo. "Talvez te deixemos chupar-nos. lambuza os dedos com langonha e esfrega-lhos contra os lábios... ela já desistiu de tapar a cara. Sid mete-lhe o seu pénis na mão e diz-lhe para brincar com ele... min ha cabra? Aposto que já provaste piças anteriormente. sempre que a v oz profunda da consciência arrota qualquer coisa. e Miss Cavendish é tudo o que há de mais britânico. Deixo de ver.. ordena. estamos a magoar-te ou não? " 46 Tem um aspecto tão feroz que ela tem medo de mentir... Por amor de Deus. não provaste? Oh. podes cheirar isto e masturbar-te . " Sid mete-lhe uma mão entre as pernas. "Lambe. Uma tip a que se comporta como esta o faz. vá".. sei o que é isso .. Eu ponho-lhe o meu na outra mão . estou a avisar-te. "Talvez a gente esteja a forçá-la demais".. ela dizia-te. deita-se por cima dela. fodeu-a. de qualquer modo . Como escarro final na sua face. "Amanhã. diz.

"Fazia-o eu mesMO". com muito menos pedidos d e ajuda. se não me fizerem mais nada . parece. tanto para com aqueles que nos precederam.. é o mesmo que perguntar a um homem que se está a afogar se ele já pensou onde é que vai passar as férias do verão seguinte . e o broche que vá para o diabo .... "Não a presento queixa contra vocês. Olhem o Sid.. Arthur está quase em lágrimas. sugere ele. "Achas que te dá mais jeito chupar-nos n uma noutra noite? Vejamos..T. ou coisa do género. "Não é que não me apeteça comê-la".. ela não tem tempo para pensar niss o. da próxima vez que comermos Miss Cavendish. Pede a Sid para não se met er nisso. com uma voz ligeiramente toldada. foi só pelo prazer. surgem bolinhas de langonha. Suspeito que a sua 48 solitária vida doméstica vai decorrer mais tranquilamente. quando ela não estiver tão extenuada nem ameace cometer excessos. "mas não suporto a ideia de lhe tirar a piça da mão. " Não apresenta queixa! A lógica feminina é suficiente para fazer um homem cortar as goe . Arthur é de opinião que a devíamos comer novamente e já. Temos de te r a garantia de que não volta a provocar ninguém.. eu também a deixei conduzir as coisas a seu bel-prazer até esta noite. possivelmente ele nunca se teria vingado do tratamen to que esta cabra lhe aplicou. merda. Quando lho aperta. É urna verdadeira fobia.. estendida sobre a ca ma e Sid brinca-lhe com o sexo. " Miss Cavendish sem os óculos é extraordinariamente bonita e qua se consegue fazer-me sentir que lhe estamos a pregar uma partida indecente... "Merda. parecendo muito esguia e muito nua. A segunda volta. declara. A primeira foda. Faz -nos uma pequena prédica acerca dos nossos deveres. Noutra altura. Não tem uma maneira linda de agarrar? C omo se fosse uma flor. acabei de lhe sair de cima. "Tratamento completo". mas se nós os três não nos tivéssemos.. mas nenhum de nós põe em c ausa a lógica de Arthur. talvez seja o de ela pensar que enquanto as tem na mão. Dá-lhe outra foda. Bom. deve valer a pena. Está mole como um tapete e tem todo o ar de que vai continuar assim. Que tal tu. como para com os que nos vão seguir. explica ele. Ocorre-me que o motivo pelo qual ela nos agarra as piças.. diz. J.. deixaram-no neste estado deplorável. não estão a ver?" diz.. sinto os dedos da gaja torcerem e apertarem-me o sexo. qualquer pessoa vê isso." Faz uma festa no queixo de Miss Cavendish... diz Sid. está em excelente forma. por mero ac aso. então s im. E la ainda está com medo e dá-me a impressão que tenta descobrir se me encontro em condições de a possuir. AIP" Quando Arthur diz isto. algumas experiências da mesma natu reza por que passou.. mas espera que haja uma outra noite que ponha termo a esta. Arthur manuseia desesperadamente o ma ngalho.. mas isso não chega.. a Sid e a mim.. Pela parte que me toca desse assunto. pelo menos. é simplesmente outro sintoma do declínio geral do sexo masculino. encontrado esta noite. "Tratámos dela de uma forma que nunca mais se torna a meter connosco. por exemplo. prometo. não acho que a partir de hoje me vá bater muitas vezes à porta. é uma r esponsabilidade que assumimos sobre os nossos ombros. já anda por cá há muito tempo e já lhe aconteceram tantas co isas como à maioria das outras pessoas. 49 Sid diz-lhe para avançar e lhe saltar para cima.. pois crê que Sid vai ter a piça cortada à dentada mesmo em frente dos seus olhos." Não percebemos muito bem como é que se chegou a esta conclusão.. depois de amanhã? " Perguntar a Miss Cavendish como é que ela se vai sentir daqui a duas noites. nós não l has podemos meter na cona. o que significa que temos de lhe d ar outra . diz... Olha fixamente o tecto. "Não me façam mais .. "Mas gaita. "Que tal?" pergunta Sid a Miss Cavendish. Nã se pode exigir que isto se ponha em pé logo a seguir. é a única que conta realmente. aquela que lhe vai tirar as teias de aranha do cérebro. a segunda. num ou noutro sentido.. por esta noite.

"Ou se mexe demais ou não faz um só movimento..... se vocès não chatearem . quem sabe. na realidade. " Podia recitar a lista durante vários minutos.... batendo em retirada no último momento. se atira a ela . pensas que ela gosta? " Eu não consigo pensar noutra coisa além do meu pénis ... já paguei bom dinheiro por fodas bem piores do que esta . Mas agora. enquanto borboleteavas à minha volta. ou mijo-te numa orelha. Mas agora. ou coisa assim . Miss Cavendish a fazer o pino.. Sid está pronto para a comer a seguir. "Torna-se um hábito..... a Sid e a mim.. F ode.. A cabra nem sequer fecha as pernas depois d . olha. parece que temos de c larificar as coisas com ela.. Ela tem andado criminosamente... agitando patrioticamente a tricolor . É muito difícil a Miss Cavendish bater pratos comigo. durante dias.. 50 "É o raio de uma gaja". o armário que não abria. penso que não.. Tem ideias ... "E esta é por aquela outra em que me fizeste andar a pendurar os teus quadros. comenta Arthur. mas se lhe enfiares a piça pelo cu acim a. sempre desejou tirar umas fotografias que acabassem com a fotografia. criminosamente. Arthur jura que ela começa a gostar . Que tal. antes disso.las." Miss Cavendish acalma-se instantaneamente. mas ela não será coagida.." Miss Cavendish não se comove com o cumprimento. podemos sujeitar-lhe o corpo. sugere Arthur. "Ela fica porreira. "Allegro con moto". AIP. Sid"..... explica Arthur a Sid. se J. digo-lhe e o meu pénis entra nela.... E esta é pela janela que emperrou . porra. desaparece.. já alguma vez alguém cagou em cima da tu a linda cara e depois limpou o cu ao teu cabelo? E depois deu-te um penico cheio de mijo para te lavares? Ou tirou-te fotografias para as vender no Boulevard de s Capticines e... E LA vai desistir de apresentar queixa contra Nós! Quase que me enfio todo dentro de la .. Dou-lhe um belis cão no cu para a tornar mais viva. "Se calhar temos de a apertar. Nós podemos violá-la. desconsoladamente. "Esta é por aquela vez em que precisaste que eu armasse a ratoeira".. " "]É um estilo estritamente faça-a-si-próprio". vezes bast antes para dar connosco em doidos e também em masturbadores crónicos.. está todo dentro dela e eu esto u a vir-me .. mas não a sua vontade.... a provocar-n os.. tens um estilo que é uma merda! Eli! jul gas que é assim que se fode? Não admira que não pratiques . "Pois.... Arthur solta umas deliciadas interjeições ... Tem-nos atirado com a cona à cara. Martelo o sexo daquela cabra até estar pronto a vir-me." "E se vocês se calassem?" grito-lhes. "Ela não tem de gostar".. enquanto um rafeiro sarnento . Tenta aparentar um ar reprovador.. grito-lhe.. diz Sid. o papel de parede que se descolou . merda. dentro de um roupão que caía co nstantemente. ela está demasiado inerte . mas nunca consegui fazer com que o m eu ritmo de fala acompanhasse o meu ritmo de foda. acredita-nos capazes de tudo..... tivesse pés." Miss Cavendish ressuscita o suficiente para dizer a Arthur que não se deixa intimi dar. "Ou preferes ser uma rapariga adorável e foder?" pergunta ele. só os dedos é que ficavam a aparecer. Sid exige mais entusiasmo . Mas Sid e Arthur pregaram-lhe um susto a valer. enviar algumas para os teus amigos em Inglaterra? Não. mas só consegue parecer ligeiramente ator-51 doada. Miss Cavendish com uma vela a arder enfiada no cu e um cagalhão preto agarrado aos dedos dos pés. cabra. ou pendurada pelos dedos dos pés a uma esquina.. só Deus sabe quantos homens ou q uantos anos.. isso significa que não estamos a faze r as coisas bem feitas.. T. Sid diz que ele está simplesmente a imaginar coisas . ou talvez um rapazi to gorducho. etc. "meu Deus. O meu pénis desenfia-se e ela ergue os quadris de forma a eu o poder voltar a meter.... etc..... "E se gosta.. Talvez nós a devêssemos ensinar a foder enquanto estamos aqui......

Quando as coisas aquecem demasiado para ele e está prestes a vir-se. diz-lhe Sid ... Muito bonito. a enrolar um cigarro. Arthur?" Mas as ameaças agora já não surtem efeito em Miss Cavendisli .. pergunta. conserva-as abertas e espera que ele a monte . Ernest cresceu em Oklahoma e nunca permite que esse facto seja esque cido... "Muito bem".e eu ter acabado. talvez ela se tenha c onvencido de que não lhe vai suceder nada de pior.. está bem?" protesta Arthur. espalhando a maior parte do tabaco por cima de si. Mas antes de ele lhe tocar.. vai alguém meter-se numa 52 ratoeira daquelas? Primeiro.. Ela esconde o rosto nos braços enquanto ele o espeta ... talvez a possamos voltar a visitar amanhã... Sid está abalado quando tira o mangalho de dentro d ela. levava metade do tempo para acaba r com a função.... D eixa cá ver. possa dar uma passeata até à loja. Mas como é que... Míss Cavendish volta-se por si própria. então.... altamente surpreendido."Consegui pôr isto em pé out ra vez. um dia em que ia receber uma outra 53 gaja lá em casa e no outro dia ela tinha-lhe dado cabo do quarto enquanto ele esta va fora. diz Sid. escorrega tudo para a frente. "Sabes. rasgara os papéis que estava . Não pode regressar po rque esse lugar onde Ernest pensa que cresceu nunca existiu. podias dispensar duas noites por semana. e tem um ou dois amigos que gostariam de a con hecer . Já não fingimos agarrá-la. mas nunca o fará. é o mesmo que enfiar o pénis num fervedor com leite quente. Sid faz um discurso de despedida ao mesmo tempo que se enfia dentro das calças.. éramos capazes de a transformar numa foda a sério. nós voltamo-la". "Vá. pára e descansa e Miss Ca. mas não vai ficar assim toda a noite .. ver Miss Cavendish espetar o traseiro e depois olhar em volta para ver o que se passa. talvez ele próprio. Se ela continuasse a mexer-se. talvez?. Míss Cavendish fica com um ar tão desamparado como jamais vi em mulher alguma.. mas assim que ele cessa os movimentos de vai-vém ela também se imobiliza ... como se fosse um caranguejo .. Olha para o instrumento de Arthur . vendish a única coisa que sabe faz er.. tudo o que é necessário é ir-lhe por detrás. " Dá realmente vontade de rir. de outro modo. Ernest está sentado.. Fala em que um belo dia vai regressar. "Deixa-te de merdas e fode-a.. Começo a rir e quando Síd e Arthur me acompanham. e xplica ele... Sid diz-lhe para não ser parvo. A sua hospitalidade foi encantadora. "Agora levanta o cu para eu pod er enfiar esta coisa por baixo . diz ele e está tudo bem com o meu instrumento ? Nesse caso. por isso sento-me numa cadeira e observo o que se passa do outro lado do quarto. Sinto-me cansado só de os observar .. Admira o tapete q ue eu comprei à chinesa. E novidades da miudita. aqui umas manhãs atrás? Oh! essa putazinha! O que ele gostava de lhe pôr as mãos em cima! Tinha corrido com ela. tem estado a crescer na sua mão. Qu e pudica! Miss Cavendish tapa-se com um lençol e mantém os olhos afastados até acabarm os de nos vestir. criticamente. Atirara os livros das prateleiras para o chão. numa destas tardes. às nove. tem de ser esvaziada . ela afinal não é má de todo". aquela que eu encontrei na cama com ele. meu De us.. ou talvez saiba que a estamos a gozar. Sid trabalha-a durante muito tempo. Vira-a de b arriga para baixo e vais ver que não há problema .... diz. é parar também. Miss Cavendish solta um gritinho e depois tudo fica silencioso e calmo.. durante uma das pausas. Arthur olha de revés para a "bonne-bouche" de Miss Cavendish. " Se nós viéssemos cá acima mais vezes.. " Sid enterra-lhe a piça com toda a força e põe os braços à sua volta. Arthur dá-lhe palmadas no cu... diz Arthur.

.. uma coisa que Ernest não faz. A saída páro e escuto à porta de Miss Cavendish.. mas simplesmente não me atrai.. quando a gaja passa rodopiando . Ernest diz-me baixinho q ue os encontros para os quartos das traseiras são marcados junto desta velha amazo na de cabos de vassoura." Ernest quer saber se eu gostaria de ver a sua gaja espanhola. "disseram-me que é a mais jovem dançarina de flamenco .... "Crianças".. não se ouviu durante todo o dia e desde manhã que está um telegr ma enrolado no puxador da porta .. Uma bruxa...... quando nos encaminhamos para a mesa onde ela está. diz-me pelo canto da boca. Os tipos que estiveram a fazer as despesas do barulho.m na secretária. Estes. Ela ondula a mantilha. Vem de rosto velado.. a lésbica dá-lhe presentes. é mais seguro. Ela costumava parar numa espelunca calé onde se pode assis tir a um verdadeiro flamenco. não simpatizamos um com o outro.. Os outros . a realidade . A dança começa e imediatamente se sente que esta tipa sabe o que está a fazer. mas percebe-se que é jovem e muito bela. "Flamenquera".. Na América. mas pessoas que afirmam conh ecer o assunto disseram-me que leva dez anos a fazer uma "flamenquera".... ostam da Menina do Capuchinho Vermelho na cama com o lobo . consigo eu identificar. A reduzida orquestra ataca com ritmos espasmódicos. aquela que a sua p intora lésbica perseguia. uma rapariga surge na pista. Essa puta zita.. diz ele." Todo o local tem um fedor amargo a comida requentada e a cerveja morta..... para um público mais re strito. Ernest descobre imediatamente a gaja dele.... como aprender a Bíblia de cor. só lendo as suas fich as de polícia se poderia saber quem são ou o que são. Não se ouve um ruído lá dentro. Qualquer uma nos pode pendurar o sobretudo. diz Ernest. Passa-se uma hora de indiferença cobarde. O sítio está cheio de marinheiros espanhóis.. parece tudo uma dat a de esforço lixado e sem qualquer utilidade. mas dançarina a sério.. Mas de qualquer maneira são precisos dez anos e assim as mulheres que dançam o flame nco já ultrapassaram todas a idade em que o deviam ter dançado. Começo a sentir-me chateado ." Pela parte que me toca pode ser tudo um barrete . por exemplo. fosse qual fosse o grau de decrepitude da baiúca... num quarto lá em cima. "Nada de jogo de mãos". Uma coisa acerca desses cama radas: são persistentes! Três mulheres dançam .. são horríveis... "E bebe só vinho. Dez anos para aprender uma dança que se executa em dez minutos! É uma daquelas coisas que não me interessam por aí além .. para eles uma gaja boa num bengale iro é um desperdício da pior espécie. É tudo tão terrível que até um turista sentiria que isto é autêntico. Ainda bem que comemos antes de vir. todas elas têm dentes de ouro. acagaça-me pensar em crianças . "Meu Deus. 54 Ernest não precisava de me ter avisado acerca da gaja . cortara o colchão com uma lâmina. aqui. é tão vingativa como uma mulher e tem a terrível imaginação das crianças... Mas esta rapariga' A miúda de Ernest apercebe-se da maneira como eu a fixo e diz-m e que a "flamenquera" torna a actuar. teriam alguma co isa jovem e sexy para nos arrumar o chapéu . sabe Deus . "Como se chama ela?" pergunto.. A ideia do flamenco parece ser a de que se faz tesão está bem dançado .... --ela acha que ele se tem po rtado estupidamente neste assunto . Jesus. má e velha como a feiticeira dos contos de fadas. principalmente as precoces.. Sem qualquer aviso. do lado de dentro e ele tinha posto um pé em cima da merda ao entrar em casa. mas uma cara bonita pode ser utilizada de melhor maneira.... É bastante bonita e era capaz de me deitar com ela sem ser necessário apagar as luzes. depois cagara mesmo à entrada da port a. El a e Ernest começam a discutir por causa da lésbica. torna conta do bengal eiro. poisam as guitarras .. chulos e putas . Aliás. mas esta gente é realista... faz soar as castanholas....

. O considerá-la. " Incendeia o sangue. um toque estapafúrdio.. que se vislumbram através do xale de renda suspenso do seu braço.. É só para homens e Ernest não quer deixar a gaja dele sozinha. Um marinheiro tenta apalpar-lhe o cu. a maior parte são homens cheios de banhas. nós os três? " Mas não são permitidas se horas. Instal o-me no único lugar razoável que ainda está vago e mando vir vinho. Passo os olhos pela sala. tagarelando. Rosita surge de um dos lados.. lá em cima. uma rosa no cabelo . as ligas estão muito apertadas . A rapariga termina num turbilhão e com um movimento de ancas que lhe cinge a pesad a saia espanhola e a combinação por baixo. Mas nunca assis ti......... diz Ernest. Nua.. em volta das pernas. mais que nua. A sua pintelheira parece-se mais com a pele negra de um anim al do que com pêlos vulgares. Ernest e a outra gaja mexem um no outro por baixo da mesa.. dança nua. sem excepção. Volto-me para Ernest. Tirou o véu e enquanto um espanhol poderia alimentar reservas quanto ao seu aspecto (eles buscam a mulher... 55 "A miúda chama-se Rosita ... Chinelas vermelhas com saltos enormes. subiam o preço da s bebidas quatro vezes e depois faziam-nos estar à espera até terem garantida a rend a mensal. "Olha Alf". Não sei quanto pagam às raparigas para fazer isto.. Por fim. as pontas chegam-lhe ao rabo.. fazem pensar no chicote ..e me lança um olhar que cheira a cama... tenho mesmo de ver aquilo.. para mim. "Como é essa dança lá em cima?" "Para isso. até à altura da "bonne-bouche" .. jovem depende do local onde se foi criado e dos gostos de ca da um .T... tens de falar com a Avó do bengaleiro".. .. O meu pénis salta como se fosse puxado por cabos ." "E se subíssemos e déssemos uma vista de olhos ... sabem que as suas jovens não duram mu ito). cheira-lhe a cona a lgures no ar e levanta a cabeça. preto. eu vou lá aci ma. do tamanho dos meus tomates. logo que todos os que desejam assistir já chegaram. estão cerca de vinte homens sentados a mesas. O cu balança-lhe sempre que ela dá um passo e em volta da cintura vêem-se-lhe o s vincos do espartilho que acabou de tirar. Se a dança durasse mais três minutos. Num dos braços traz um xale de renda.. a miúda aparece. Ao J. Traz uma grande travessa nos cabelos e uma longa mantilha. mas põe-te a pau! Aquela pequena rosa tem espinhos . Não me admirava se ele lho tivesse tentado morder. igualmente.. caraças . Não é exactamente o mesmo que ser uma puta vulgar.. ela é exactamente o tipo de gaja que eu escolheria se me apetecess e um cu latino. "tudo o que sei é que ela. Não se tem de esperar muito tempo. dirijo-me ao bengaleiro e regateio com a Avozinha.. estão cravados nela. para que todos a poss amos examinar. 56 mas ela furta-se. Na América. Rosita teria posto toda a gente a vi r-se . de fatos completos e exibindo faiscantes diamantes. São grandes e ondulam e os bicos parecem botões vermel hos. Não começa a dançar enquanto não dá a volta em redor de toda a sala. Meu Deus.... num espectáculo destes. esta gaja... Mas aqui... deve sentir-se comida todas as vezes que se apresenta a dançar . Tem pêlos. Quero saber se o tal espectáculo no andar de cima é barrete.. Não há muitos marinheiros aqui. são como que debruadas pela pele . É como um afrodisíaco . num quarto sem janelas nem ventilação.. MEIAS PRETAS! As meias sobem-lhe até ao meio das coxas e para as manter aí sem caírem. Mas ela coloca o xale tão bem que nunca se lhe consegu e ver o sexo enquanto não chega o momento próprio... Bem. ou não.. Lá em cima. Todos os olhos.. tem dezoito anos e uns marmelos que fazem um tipo decidir-se por um re gime alimentar à base de leite. esta gaja. diz ele.

.... agora. Um sacaria enorme levanta-se. Na sala ninguém se move... ela está cercada... os seus braços lutam pesadamente. as ancas que se agitam... transformando-o num passo arriscado de bêbedo e o grito num brado de dançarina... parecendo fecundo e aberto.... cambaleante. vão estar vinte homens a discutir com a . a travessa é-lhe ar rancada da cabeça e o cabelo espalha-se-lhe sobre os ombros.. terão de inventar uma nova moeda .. mas não podem resistir à pres são que a força. pro vocar-lhes deliberadamente a tal comichão . os dentes brilham-lhe . cobri ndo o bramido profundo que a rodeia.. os braços. As ancas contorcem-se-lhe selvaticamente .. de uma gentilez a de puta. estica-se como se fosse o ramo de uma árvore. rodand o lentamente nos bicos dos pés.. pára... Rosita ri-se e a cara dele fica lívida. O riso de Rosita cresce como uma maré de histeria. Atira o c u para a frente e para trás.. um tipo chega-se ao pé dela com comichão nas calças e ela es mera-se a tratar-lhe da coisa.. Lança a cabeça para trás. a foder alguma imagem que tem na cabeça. Toda a gente ri e Rosita.. para onde quer que se volte. p or cima do ombro sorri com ar soturno.... "Dança. Redemoinha 57 à volta da sala e o xale humedece-se . Os tacões batem com mais força e as mamas saltam-lhe em cada batida.. na verdade.. não conseg uia fazê-lo murchar.. Solta um grito e afasta-se com um salto. É equivalen te a aparecer e pedir para ser atacada... a foder com todos nós. Meu Deus.. a cabeça curva-se quando se adianta... Quase se pode ver os dedos a percorrerem-lhe o vent re. De repente. Rosita d eixa-se cair com lentidão sobre os joelhos. alguém lhe fica com a mantilha. rodando lentamente a té ter encarado todas as mesas.. o seu ventre é escuro e peludo .. J....... empareda da por lascívia.. Toda a sala rosna em fúria.. avança para ela.. retesa os músculos dos braços . minha brochista. há um par de olhos que a penetram. grita alguém em espanhol.... a boca parece descobrir qualquer coisa com um ruído cheio de crueza e obscenidade . Só sei uma coisa. Quando ela corre para a porta. dança". a vagina é um fogo ve rmelho.. Os joelhos afastam-se-lhe enquanto o corpo recua.... uma puta.... Olhos esfom eados saltam de rostos inflamados. de todos os lados... não há dinheiro suficiente no Banco de França que pague isso. com quan to se fica? Meu Deus.. e ela lança-lhe o xale aberto contra a cara. Mesmo que o desejasse.. Mas pôr-se em frente de vinte homens todas as vezes que se actua. Cada homem que agora a observa. os seios erguem-se e o se u ventre atira-se para a frente . com aquela cabra a oferecer-se mesmo em frente dele ... Ela agora está a foder. Os tacões de Rosita matraqueiam o soalho como pedras num telhado.. desafiando os homens até todos eles imagin arem que estão a foder desalmadamente. suplicando piedade . Sinto os tomates a encolherem-se dentro das calças. vê-a perante si. húmido no seu centro. E então a cabra começa a rir! É sacudida por um grande e desdenhoso riso.Vamos lá a ver. o corpo esco rrega-lhe para trás.. O calmeirão atira-se a ela como se fosse um urso ..... mas a gaja não vê o que está 58 a fazer? Alguns destes gajos estão suficientemente bêbedos para a espancarem até à morte .. uma linh a contínua de cabelos sobe-lhe da pintelheira até à barriga ... o xale balança.. abre ainda mais as pernas.. Um tipo belisca-lhe o cu. os olhos pare cem ligeiramente embriagados. É empurrada para trás.. que derruba e.. . Um marinheiro lança-lhe cerveja para cima..... "Porca suja!" cospe-lhe um homem quando ela se lhe ri na cara. nunca.. tropeça na cadeira.. os homens com eçam a soltar urros.T. Rosita põe as mãos nos quadris... dominando-a com a sua estatura e levanta o punho .. Então. depois de se passar por isso. Rodopia em círculos cada vez mais pequenos até que se fixa no centro da sala. em menos de três minutos... a gaja aparece em pé. Trata-se de um serviço. isso realmente é que é putice.. oferecendo o sexo a todos os homens... revelando o sexo até acima.. "Ah! " -a exclamação sai de muitas gargantas quando a dança se altera.

fazem-me lembrar os dos homens que a viram dança r. Tem as coxas molhadas. e engasga-se quando o t enta fazer.... Os braços retesados de Rosita cedem à minha pressão . conservo o pénis na sua boca até as coisas acalmarem . Afasta-se de mim e lutamos sobre o tapete durante alguns momentos. É quente. "Olha".. 59 Produz um som suave e contente como fazem os gatos ao sentir como ele está duro. Ergue os olhos para mim. Deita-se sobre a barriga enquanto eu me sento no chão. puxa a barba a J. Vou transformar o teu riso em saliva e. e quando rires até às lágrimas. Coloca as mãos nos meus joelhos e inclina-se... Os seus olhos. Serpenteia a língua pelos tomates e beija-mos.. Levanto-a.. na posição exacta em que ela estava.... Não parou nem por um instante. Abre as pernas e mostra-me o "conillon".Avozinha. enterrando-me os dedos nos quadris. mete o mangalho na boca e chupa. vai-se en redar nos pintelhos. que tira de um pires.. e meto a minha mão no cabelo..... Ri-se e atira fora a cigarrilha. mostra-lhes tudo e acabam invariavelme . diz. esfregando a mata de pêlos e o sexo contra mim... de certeza..... "Depressa! Aquela rapariga que dança lá em cima .. díz-me..T. essas lágrim as serão de esporra.. Está exactam ente como quando fugiu da sala. Corro pelas escadas ab aixo...... Vou-te empurrar o riso pela garganta abaixo. e reco60 meça a lamber-me o instrumento.. e ela chupa. ponho-lhe um braço em volta. É um a rapariga muito simpática..... O meu pénis freme à sua frente . a fumar uma cigarrilha. e sob o seu rabo corre um pequeno rio. e te m a boca cheia de esporra que não consegue engolir. e pingar-te-ão pelo nariz .. subitamente crava-me os dentes no braço. e titil a-lhe o queixo. Rosita aperta-me as coxas ent re as suas pernas. depois de me ter vindo. está a masturba r-se encostando-se à minha perna. É sempre o mesmo quando ela dança. Abana a cabeça. Ti ro-a da cama e faço-a ajoelhar-se. Quando a tomo a acariciar começa aos pontapés à cama. mas não tem importância. pega-me os tomates e esfrega-me os bicos das mamas contra o meu peito. Merda. ainda se nota a sua respiração apressada.... Depois acrescenta: "Tinha esperança de que fosses tu .. minha cabra! Experimenta lá rir com essa piça enfiada na boca! Tenta fa zer passar o teu riso pelos cantos da boca para dentro da rainha mata. não quer engolir.. Posso dar-lhe aquilo que ela q uer. os joelhos afastam-se -lhe e ela estende-se de costas até o seu cabelo varrer o chão..... como se lhe quisesse arrancar a cabeça à dentada. Não consegue engolir a langonha quando me venho! Tem a cabeça demasiado baixa. Sabe o que eu quero.. encher-te a barriga com ele e fazê-lo sair pelo cu. esperando que eu a empurre para trás. a seguir os seus dedos agarram-me o pénis pelo pescoço .. "Pensei que devias ser tu". belisco-lhe as mamas e obrigo-a a lamber a sua saliva dos meus tomates. mas eu aguento-a. Número três no corredor das traseiras . Ela olha para o J... Goste i de a ver dançar? pretende ela saber. condescendente e que.. Ri-te agora. e aquela barriga peluda faz-me cócegas na anca. vai agradar... . quando sorrires sal tarão salpicos de esporra das tuas orelhas. diz-me .. não há menor dúvida... enquanto me dispo. Observoa calmamente e estendo a mão na direcção do seu sexo. . " A bruxa recebe o dinheiro e de volve-me o troco.... e então descubro que ela ainda me está a chupar. " Provavelmente todos os seus clientes ouvem isto..T. Deita-se nos meus braços enquanto a apalpo .. Tem o ventre quente e ligeiramente suado.... Ajoelho. o teu riso será sufocado em esporra.. mantendo o pénis na sua boca.. como se fosse agulhas ao rubro. os lençóis ficam numa confusão debaixo dos nossos corpos. De repente ri -se e abre a boca para mostrar que já não havia lá nada.. Rosita está sentada num pequeno leito de ferro. aquando do clímax da sua dança. talvez eles façam bicha à porta da Rosita.

o único negro que até hoje ela autorizou a Avó a mandar ao seu quarto .. Explico que estou na companhia de amigos.. e a g aja parece ficar realmente desapontada. há um mês atrás. diz que me compra um fato novo . depois levanta-se e deita-se na cama com as pernas abertas. Posso quase imaginar os corpos de todos os homens que a tentaram alguma ve z possuir.. amontoados lá dentro em pilha. pensa que tinha doze anos quando o pai a mandou d espir-se e dançar nua em frente de uns homens. mas as cois as com ela não se passam assim. teve de mandar expulsar dois deles... não me posso ir embora e fazer desapare cer da sua vida uma piça tão maravilhosa... tinha-lhe estado a beijar o pénis e a metê-lo na boca.. Olhando-se em linha recta através dum bura co daqueles é possível ver-se-lhe o céu da boca.. tenho de ficar. Parece a Caverna de Cal cutá. ele é dono de um bar em Madrid... às escuras. diz ela. diz-me. Lembra-se de ter medo. Admiro-me pelo facto de mais ninguém ainda lhe ter batido à porta. ela lambe-me as pernas e a barriga.. É tarada. mais tarde... Mas eu tenho uma piça para o encher. lança-se para o chão. Já dança há quanto tempo? Não sabe . Tudo o que vejo dela é o cu e a cona... Quando me venho é como se estivesse deitado na cairia e sentisse o quarto ir abaix o várias vezes... mas isso só aconteceu uma vez. um tipo preto grandalhão. mas ouço Rosita arrulhar.. De vez em quando dei xa entrar dois homens ao mesmo tempo.... que em breve terei de descer . passados cinco grita por mercê.... . e puxa-me pelos tomates. nunca mais de três. como se estivesse apaixonada pelo que tem ali em baixo. logo após ter executado o seu número de dança! E eram tão brutos que ela estava com medo .. --O pai esmurrou o outro ...nte aos urros. Quando me vou a ela. agitando-as e agitando o s braços como um caranguejo agita as pinças. Meto-lhe a piça por baixo e ela desaparece no meio da mata de pêl os. O sexo de Rosita é grande... tinha ido lá abaixo à minha procura.. a seman a toda ... Quinze homens. o último. Mentira . deu-lh e urna navalhada.. Tudo está distorcido... Olha-me para a roupa. comportando-me como se esperasse pass ar aqui uns anos .. Acerta-me com força na boca do estômago. beija-me a verga e mete-a na boca.. mostra-me uma linha fina e encrespada.. assim que saio de cima dela.. também a atingiu. O que ela está a dizer é que me quer para seu chulo . Ao dizer-me isto. O que ela se meneia! Mesmo antes de eu entrar em acção já ela dá saltos como se eu l he tivesse enfiado um balde de carvões incandescentes pela porta da fornalha. dizendo que ele não lhe tinha feito nada.... Mete as mãos por baixo do cu. beija-me os pés e morde -me os dedos.T. parece ter esquecido que acabou de ter uma lição de fran61 cês.. Põe o mangalho na boca e chupa-me durante mais cinco minutos . Tenho um vulcão em erupção nas mãos. sem pagar nada. Chupo-lhe as tetas.... nada mais. Depois. .. mas nunca mais do que isso. Não a comecei verdadeiramente a foder até aquela pri eira barreira ser ultrapassada. de lábios azuis.. Às vezes recebe só um. Está erguido e pronto para ter um encontro com as metades de pêssego que se encon tram entre as coxas de Rosita.. Dá pancadinhas na sua mata de pêlos. em três minutos está a ofegar.. depois de ter dançado.. a gaja estica as pernas para cima.. de maneira tal que me começo a pr eocupar que as dobradiças dêm de si. uma quantidade de fatos novos. uma vez aberto e oferecido .. Está-se a vir. Gostaria de ter uma lant erna para poder olhar para dentro daquele buraco escuro. se eu não tiv esse vindo ao seu quarto. um imediatamente a seguir ao outro.. um dos homens queria comê-la e o pai apanhou-os aos dois num alpendre.. Uma noite um negro. que lhe atravessa a b arriga em diagonal ... sossegadamente... e ela garantia que me provocava mais erecções que qualquer outra rapariga da casa. Não me agrada ficar tod a a noite? Não me custava mais por isso. Quer que eu fique toda a noite . apliquei-me a ela. Diz-me que gosta de mim . J. Depois ele veio ter com ela e fodeu-a e ficou com ela o r esto da noite. Agarro as pernas esvoaçantes de Rosíta e empurro-lhas até lhe encostar os joelhos às t etas. Estou novamente de pau feit o. . uiva ela... Ah. .. embebedou-se e caiu de uma janela........ Se quisesse po dia tê-los a todos..

. segundo julgo. 63 Jesus. Sid diz que a avistou no Boulevard Saint-Germain.. literalmente. por isso emalou as suas coisas e. muito provavelmente . saltou para dentro de um táxi e desapareceu. para o campo. Tenho de lá voltar mais vezes.. Mas.. Ele é dono de uma cadeia de armazéns d e mercearia na América. Ao princípio quer chorar. conta-me Toots. Agora anda a tentar caçar um americano rico. eu imagino que vai achar que a vida com ele é uma marav ilha.. É em França. mas não paguei para lutar com quer que seja.. Rosita corre para a navalha. Gritamos um para o outro através da porta aberta.. Quando ela o viu. Não me parece que ela espere resposta. Grito -lhe. então fecho a porta com força. não corre spondia precisamente ao que ela desejava.. Alexandra atravessa um período de convulsão moral. A verdade..... pergunta ela. aquela puta doida. Isto atingiu tais proporções que faço círculos enormes para dobrar as esquinas e salto s e acontece um miúdo sair a correr por uma porta. a ponta negra da navalha atravessou-a. regressou à Igreja .. diz-me ela.. Espero conseguir manter-me intacto até Rosita encontrar qualquer coisa que lhe ocupe o tempo e os pensamentos.. estas gajas! Se não nos podem dar ordens. além de que não conseguirei suportar mais de duas semanas o temperamento espanhol. não à Ortodoxa da Rússia . Por fim começo a vestir-me. Entretanto eu descubro espanhóis atrás de todos os candeeiros da rua. 62 Tento explicar-lhe. Catolicismo Romano abrasador.... de aspecto perverso... mas sem parecer u ma puta. é a de lgada almofada da porta. Só me falta calçar um sapato. Miss Cavendisli já não vive connosco. Tenho a certez a que a menina Rosita pôs alguns namorados atrás de mim . quer ir com ele para a cama. quando vejo a navalh a. Corro para o átrio ao pé-coxinho... e uma belíssima pontaria. está preocupada. disse ele. Uma carta dela. Um padre visita-a três vezes por semana para a instruir e ela mandou as crianças para fora. segundo disse ao porteiro.Merda. se ela descobrir que Carl acabou de recebe r umas centenas de milhar. querem matar-nos. A vizinhança.. na direcção oposta.. não tem família nem filhos... a navalha resvala contra a parede e cai. Falho e ela também. De qualquer modo Toots encontrou o seu americano rico e está a preparar-se p ara o pescar. mudou-se.. Ernest não se encontra cá em baixo..... Tem um braço forte. Calço o outro sapat o e raspo-me dali para fora.... Sempre que atravesso uma rua escura fico à espera de uma navalhada nas costas... e especialmente em Paris. não tenho tempo para ser chulo de ninguém. Há qualquer coisa na atmosfera que nos põe em alerta constante em relação aos truques e intrigas das mulheres... Diverti-me. tem aquilo metido na cabeça e quanto m ais eu explico mais ela insiste. A esta hora ele e a gaja devem estar a brincar a os cavalinhos um com o outro. Alexandra encontrou a resp osta para tudo . deitou a correr. Eu ta mbém começo. antes de se casar com ele.. Ouve-se um som semelhante ao de um osso quando se parte . até que a vejo erguer novamente o braço .... não foi por acaso que o romance francês se tornou sinónimo de confusão e espalhafato sobre quem ama quem e respectivas razões. A foda soube-me bem. há un s dias atrás. uma carta mística daquela gaja! É tudo o que está ao meu alcance fazer. pelo menos por algum tempo . ou se não nos que rem matar a nós querem-se matar a elas. Sobe o tom da voz e começa a ficar zangada.. A sua carta é mística .... É um filho-da-mãe cheio de moralidade. por isso vamo-nos embebedar. que tom amos consciência de quão terríveis são as mulheres.. é que Carl deve estar sem dinheiro. mas ela não quer ouvir. No bengaleiro a velha puta mirrada devolve-me o chapéu. Pego numa escova que está em cima da cómoda e atiro-lha. mas uns copos re . Anna sente-se em baixo de forma. su b-repticiamente. A Toots de Carl. A vida com Carl tornou-se simplesmente impossível. Dou de caras com ela na rua nem ela nem eu temo s onde ir.. na sua mão. por exemplo. Diz-me que talvez case com ele. ainda nem sequer a tentou apalpar .

embriagada.. está farta de se levantar todas as manhãs depois de urna semana . não se veio desde aquela noite par a esquecer.. Anna faz-lhe cócegas e ela dá-lhe pontapés. em minha casa.. mas nunca foi tão bom como deveria ter sid o... en tre as coxas.. ou mesmo urna vez por mês! Mas não. Mas aquilo que ela fez nessa noit e . muito mais do que seria natural. também . Agarro-a e tento mexer-lhe... mas não devo fazer-lhe o truqu e do dedo. para o ar da noite. se ainda não lhe cheirou . com as pernas afastadas e o vestido subido até ao ventre. Têm ido com ela para a cama uni número de vezes suficiente. Mesmo assim. e sem talento. mas acha que não é correcto estarmos a acariciarnos um ao outro com tanta gente à nossa volta. Se ao menos pintasse. murm ura. a pureza das mulheres! E Anna é uma gaja cheia de moral. Existe qualquer coisa no temperament o feminino que leva as mulheres a interessar-se por outras mulheres. Ela vai fazer ISTO. não é nada bom. estando um dos homens embriagado. 65 é porque alguma coisa não está bem com ele. desde que ficou cheia de medo e fugiu nua.. A minha opinião quanto a isto. Depois. Ar regaço o vestido de Anna e dispo-lhe as calcinhas e ela puxa Jean Jetidi para fora .. cheirando a bêbed a que tresanda. Não acorda quando a sacudo . e as pr obabilidades são de noventa para um. Ã medida que vamos bebendo a coisa torna-se mais divertida e Anna finalmente deslo ca a sua cadeira de modo a poder também enfiar os dedos na abertura das minhas calça s... Para dizer a verdade. Anna não se importa que eu a apalpe. Não.. Pergunto-lhe qu ando é que foi a última vez em que a levaram para a cama. mas os pêlos escapam-se pelas bordas. se eu ficar sossegado até chegarmos.. Anna tem uma ideia louca. daquele bocadinho de felicidade entre as pernas. claro que ela acredite em fazer esse género de coisa. e como ela disse. insinuo a mão por baixo do seu vestido e brinco-lhe com as coxas até que ela começa a contorcer-se no assent o.. durante d emasiado tempo. No banco de trás do táxi que nos conduz a minha casa.. Veste cuecas. em d efinitivo.. é definitiva: do que ela precisa é de uma boa foda. O homem que a tem por conta é muit o velho para a possuir todas as vezes que tenta fazê-lo e transforma tudo numa cha tice . o motorista havia de sentir o cheiro. a surpresa. o tempo passa e ela não o aproveita. Deixo-a fazer. que o único a receber festas na verga será o que ainda se aguenta de pé. Toots está esparramada no chão. Há qu alquer coisa que passa pelas cabeças das mulheres sempre que são privadas. diz Anna. confessa finalmente Anna. Qu er despir Toots e pensa que eu lhe devia ir para cima enquanto ela está a dormir! Meu Deus. Deixa-me passar a mão pelo púbis. Recosto-me no banco e o bservo Anna a chupar-me o marzápio até pararmos à minha porta.. Anda ag itada. diz. trata-se som ente de ela ser uma mulher.compõem-na. mesmo assim. por isso Anna e eu agarramo-la pelos calcanhares e arrastamo-la para dentro. Primeiro julgo que está a exagerar. . dava uma tareia na amante ou ia assistir a um combate de boxe. Se ele ao menos se convencesse a tentar dar-lhe uma boa foda todos os quinze dia s.. Toots está a dormir enrolada em frente da porta. ou escrevesse livros! ou até ter um emprego onde fosse todos os dias. A nna cai do assento. Mas não sabe escrever nem pintar e não precisa de emprego . e põe a cabeça ao meu colo.. Merda. Se um homem se sentisse como ela 64 se sente. mas não se trata disso. geme e começa a fazer urna cena... Anna ri-se. o modo como se comportou . lá em cima. não tem tido orgasmos. tem de lhe mostrar que género de homem é.. Considere-se dois homens e uma mulher... pelo m enos tão moral como as mulheres costumam ser. Para dizer a verdade... É o único corri quem tem ido para a cama desde aquela noite e m que deixou que nós os três a atacássemos em simultâneo. as coisas aquecem bastante. e... amedrontou-a de tal forma que resolveu passar a ser fiel ao amante..

além de Anna me ter chupa do no táxi. tenta dar uma gargalhada.. Não creio que haja muita coisa que ela não experimente desde que esteja suficientemente aquecida e suficientemente bêbeda.. Digo-lhe para recomeçar no ponto em que interrompera. mas soa a falso. digo-lhe eu. "Escuta Alf".. Anna desaperta o vestido de Toots e puxa-lho cuidadosamente por cima da cabeça... caso c ontrário J. ela sabe quais são os melhores sítios .. "Não pares por minha causa". é uma sensação esquis ita. Fala a sério . "Além de que deixei de me masturbar ainda era miúda . "Bolas. "Costumava imaginar . Anna. Toots tem de estar a sonhar com alguma coisa. Quando me deito com uma gaja gosto que ela sinta .. isso é ideia da mulher. Percorre com a mão toda a zona em volta... puxa-lhe as cuecas 66 para baixo quase lhas despindo. "Então é isto que é ser um homem".. mas parece bestial mente esquisito. Toots fica meio acordada e mexe-se . afoga-se simplesmente na sua própria água.. responde-me.. Anna não toca na vagina de Toots.. aqui de tão perto. diz Anna. tocando n a parte superior da racha. Quando regresso. Pens o eu. que nunca deveria . descalça os s apatos e encurva os dedos dos pés. observa Anna. Anna não gosta de dormir com mulheres.. mas enfiar-lho entre as pernas quando ela é um cadáver... esta história está a fazer-me uma tesão dos diabos. Os teus próprios pêlos já fizeram cócegas nos teu s próprios dedos vezes sem conta. "Bom.. sendo mulher.. contanto que tenha começado. "Está a sonhar contigo". diz-me . claro... digo-lhe .. "Sinto-me como se fosse o raio de uma lésbica"... é puro desperdício de piça... É mais curiosidade que qualquer outra coisa... "tens de me acreditar. Limpa a boca com as costas da mão. De pois senta-se.. Anna solta uma risadinha. Arranjo uma bebida e instalo-me para ver o espectáculo . a seguir abre-as tanto quanto po de. tenho a certeza que gostavas de me ver a fazer isso".. Queria saber como era. se a Toots chegar a ressuscitar pode ser que a monte. Não sabe... E eu acredito-a. Esteve a lamber o sexo de Toots a cabra! Poso afirmá-lo só por olhar para ela e ela sabe que não é nenhum segredo .. f echa as pernas e aperta entre elas a mão de Anna. diz-me.. " Anna quer que eu monte Toots e a fôda. A princípio Toots não reage... Anna deita a cabeça na coxa de Toots e afaga-lhe o ventre.. Estava mesmo a começar quando eu voltei. coisas que ninguém deveria saber. " "Não estejas a fazer de mim parvo. para juntar a tudo o mais q ue já sabes a meu respeito .... com a saia enrolada de maneira a que eu lhe veja o sexo e começa a acariciar Toots. Anna endirei ta-se com rapidez... mas cora de uma m aneira como eu nunca a vi corar.. mete-lhe as mãos entre as coxas para lhe apalpar o rabo." Está muito embriagada. diz. " Introduz os dedos no "abricot-fendu" de Toots e move-os lá dentro. agora não é ocasião para desistir.. Brinca com a "bonne-bouche" de Toots. falando muito rapidamente... passando-lhes a mão muito lentamente. nunca tin ha feito isto em toda a minha vida! Só imaginava . tenho de fazer qualquer coisa. tem um cheiro curioso. "Tenho a certeza que gostavas de me ver a lamber o sexo à miúda.. Anna toca-lhe no ventre e no púbis.E de certeza que se acontece alguma coisa ao bêbedo. Além disso.. diz el a. Deixo-a naquela posição. 67 Mas é uma cabra porca. mas sem meter os dedos lá dentro.T. Nunca teve o nariz tão pe rto de uma vagina. procura a mão de Anna e agarra-a. "Meu Deus.. Realmente não sabe... enquanto vou mijar. então isso assemelha-se a quê?" pergunto-lhe. Foder isso.. não tenho qualquer razão para não acreditar. Permanece imóvel como uma pedra enquanto Anna lhe aperta e belisca as mamas e lhe tira o soutien." "Isso é diferente". depois empurra-a contra o seu "con". Porra. começa a acariciar-lhe as coxas.. para saber o que é que se está a passar e para gritar nas alturas devidas.. eu devo estar muito embriagada.. diz Anna. Ainda bem que não sou homem! Todos estes pêlos a fazer cócegas nos dedos .

diz.. desce-lhe até ao ventre e contempla-lhe a racha durante algum tempo... e só Deus sabe porque é que tira os sapatos para mostrar as mamas.. Quando são comparadas com um par de marmelos normais. Estar equipado só com um pénis já é suficiente mau em si mesmo.. não gosto de levar as experiências acerca do bom feitio de Toots d emasiado longe .. "Quero ver se essas coisas são verdadeiras". etc.. Ponho um braço em volta de Toots e outro em volta de Anna e acaricio-lhe as mamas." "Oh. diz ela... vou aí e enfio-te o nariz lá dentro. etc.. E se Anna desejasse fazer mais um pouco .. etc.. a fodem.. deixa-te de merdas e faz isso. não acalma enquanto não a fodem. ela também gostava... mas o verdadeiro problema é que a que se leva para a cama em último lugar é muito cap az de ficar zangada e nunca mais nos perdoar. cheias de medo. Tenha-se o que se tiver contra Too ts.. Abre-me a braguilha e puxa-me o pénis para fora . um de cada lado de mim. Mas. oh. . a fitarem-se uma à outra. A seguir agar ra Anna pelos cabelos e puxa-a para cima. Toots.... 69 foi um mero capricho. a única maneira de ter a certeza que ela se despe é gabar-lhe o peito. na minha casa. Bang. os de Anna parecem maiores que nunca. " Anna tira os sapatos a Toots e as meias e as calcinhas.. que não teve tempo para se mover de onde estava.. mas só um pouco . Toots também quer brincar com ele . De qualquer maneira... mas tinha sido su rpreendida. sinto-me como um prínci pe . têm um aspecto tão tolo. A sua língua vermelha corre ao longo da coxa de Toots e penetra na mata de pêlos . estas duas cabras.. ter um bando de galegos a seguir-me o rasto durante todo o di a já é mais do que eu posso aguentar. mas só um pouco. 68 Agora Toots está quente e quando está quente. há que reconhecer que tem melhor feitio que a maioria das gajas. bêbedo e com duas gajas. . e depois se eu a fodesse . ela sugere que se b eba um copo de vinho e que nos reconciliemos. Felizmente encontra-se uma solução amigável. assim.. Ela realmente não faz aquelas coisas.. Anna hesita.. nos meus braços.m ter acontecido. espampanantes e nuas. lambe de passagem a pintelheira e.. não devia ter feito todo aquele barulho. como se faz a um gato que não fez as necessidades onde devia . toca a vagina de Toots.. limpa esse queixo porco! " Enfia as cuecas.. Meu Deus. é claro ... Toots. explica ela... amigavelmente embriagadas.. mesmo assim. no divã. anda! Mas que raio de sacana julgas tu que e u sou? Garanto que se não o fazes.. O lógico é comer Anna primeiro... a FODEM! Ela e Anna caem nos braços uma da outra. começam as duas a afagá-lo . Penetra . Aqui estou eu. Toots acorda.... Olha em redor e depois volta-se para mim para se orientar. é tudo um mal-entendido. sem avis ar. e cl .. com urna barba encaracolada a circundá-la... gostava realmente que Anna a lambesse . Anna não devia ter feito aquilo. a fodem. "Minha puta suja!" grita.. Desnuda-se . Anna é vaidosa como um pavão em relação às suas mamas. e eu ainda estaria em cond ições de comer Anna. Mas. Há um elemento altamente inconveniente no facto de se ter duas gajas prontas a fod er connosco em simultâneo. segundo parece. como sucede agora. Senta-se e olha fixamente para Anna. "Que admiração eu estar com aqueles sonhos! Pervertida! Ol ha-me para essa boca! Oh meu Deus.. e quando acabo de contar a minha pequena história.. se Toots garantir que não diz nada a ninguém.. na cara de Anna e esfrega-lhas.. bem. Toots quer que Anna se dispa. apontando para as mamas de Anna.. Mas não me posso qu eixar. tem sido a caçadora de caça grossa. Explico a Toots . Parece urna boca na vertical. tão in esperadamente que eu próprio me sobressalto. Começo a rir. diz Toots.. com a renda paga. nos últimos tempos. Arrumam os rabos. húmidas do seu suco.

..... embora. "Está a lamber-me o eu". chupa-o e põe o nariz de J..... tento agarrar-me . mete . Ela abre ainda mais as perna s de Toots e comporta-se como se quisesse entrar de cabeça. depois volta-s e e espeta o cu para que Anna lho beije... e por fim enfia a boca entre ela s e dá a Toots um beijo.. Levanto-me de um salto e estendo as duas sobre o divã.. Toots põe os braços à minha volta. ainda me venho na permanente de Anna. enquanto uma destas gajas me chupa o marzápio.... Abro as pernas a Toots e mantenho a cabeça de Anna encostada ao seu púbis . os braços envolvendo as cintura s uma da outra. e vejo. eu sentado a uma ponta do divã com os pés voltados para a outra ponta e Anna deitada de costas com a cabeça no meu colo.. Sinto um cu espetado para cima .. Arma. vai vê-lo.. Unem-se. diz-me Toots num murmúrio. querexperimentar "tête-beche" co m. beija-lho! Lambe-lhe as nádegas .. para cima.. Consigo ver o contorno negro de uma cabeça subindo e descendo. " Não consigo ver o que se passa lá em baixo. me te . puta louca.. Monto-o e tento pôr J. a cabeça de uma sob o traseiro da outra. Enflo-o e Anna continua a tentar lambé-lo.. oferece-mas para que eu as chu pe e as morda. "P or favor.. J.. para Anna. vamos todos parar ao chão . por favor mete lá a língua. desde que a convenceram a isso. posso olhar para a pintelheira de Anna e ver o que Toots está a fazer a esse pêssego lúbrico que está a mor der.. a outra tenta agarrá-lo e eu tenho um dedo enfiado no . Levanta-se.. Cheira-me a cona e a seguir sinto uns pintelhos na cara ..... chupando a cona de Toots ao mesmo tempo que a minha piça entra e sai! Estar bêbedo e no meio da escuridão toma as coisas muito mais fáceis do que elas habit ualmente são .. Olha para baixo. Não sei qual delas é. Depois Toots sobe-lhe par a cima.... deita uma olhadela à cara de Anna. está a desempenhar bem o seu papel. mas Anna agar ra-o e começa a chupá-lo.... aquela gaja imunda. enrolam-se uma na outra e Toots é tão porca como Anna. Anna grita e empu rra..... ajoelhando-se com as pernas por fora das minhas..... É excessivamente fácil esquecer-se onde se está. .. Anna. Os meus olhos começam a habituar-se à escuridão. aí.. suga-me a língua. Anna meteu a língua no ãnus de Toots e é tão sinuosa e suave! Que par de gajas que eu tenho aqui! A garro o pé de Toots e passo-lhe um dedo em volta do cu.. se ela quer ver o espectáculo compl eto. contra o ãnus de Toots. de estalo. Começo a foder Toots e Anna lambe-nos a ambos.. a ver se o consigo meter. onde ele tinha estado .aro eu também não. mas ouço o ruído da sucção que ela faz. mas Toots mantém-me informado. Meu Deus. Encaixam uma na outra como um puzzle chinês. Tenho estado a empurrar a verga contra o cu de Toots.... que maneira de se brincar com a verga de cada um! Se não conseguir uma f oda dentro de um minuto. está a lamber-me o pau e a metê-lo ao mesmo tempo na vagina de Toots! Bom. ma s chupo-o. Estas gajas mexem-se como s e estivessem numa cama de casal. também . crava-me as mamas no peito. Quero vé-la lamber o sexo a Toots . as luzes apagam-se e mergulhamos numa escuridão tão negra que não se vê um p almo à frente do nariz. cada um com um rosto por baixo. a outra está a lamber-me o c u e a pôr-se em cima de mim ...me para fora... Sobre o seu ombro...... Toou também está pronta. E Anna.. Ah! esta Toots! Atira-me as tetas contra o rosto.. Toots meneia-se e encosta a boca ao meu ouvido. um beijo perfeito. posso ver Anna a masturbar-se . Anna agarra-me novamente o mangalho. Acabamos por ficar..T.. De repente.. Toots está do lado de fora e eu trepo para junto dela... lambe entre as nádegas .... do mesmo modo...T. os cus espetados.. tira-o da boca. 70 */* Toots es tá a começar a ficar descontrolada. alguém meteu a minha piça na boca.T... ainda acaba por deixar Toot s sem vagina depois disto . depois baixa-se e apanha uma mão-cheia de cabelos de Anna e o meu pén is..... Sou atirado para a borda do divã e quando me sint o a cair. está perdido algures no cabelo de Anna e eu não consigo ver o rosto de Anna porque se encontra debaixo do cu de Toots...

Toots chama-me da sala ao lado. na minha queda para o fogo.. quer agora. mas ainda é capaz de cair. como se fosse um bebé. Lambo-lhe as coxas e o ventre e....... pegam nele. Desvanece-se do meu campo de visão e eu sento-me no divã a con templar Toots. tem um aspecto cavernoso e fico corri a impres são de estar à beira de um vulcão em repouso.. Põe Toots fora do divã e salta-me para cima.. Está sentada 72 na sanita a dormir calmamente. vou olhando para Toots. Estou impregnado deste cheiro... senta-se no chão e olha-nos. possivelmente fazia nas calças e depois cortava o material com a navalha de bar ba do meu pai........... Toots agora quer brincar comigo ao sessenta e nove. Ent ra no quarto e depara com Anna.. Anna está a falar para mim .. Ao mesmo tempo que enfio o pénís em Anna.. mas ela e ntesou-a. Toots. pelo seu sexo. estou a despenhar-me no centro daquele estórnago devorador.recto . nem mesmo se mexe quando Toots envolve o pescoço c om as suas pernas e passa a boca. A ratoeira de Toots absorve de uma vez todo o meu marzápio.. Estas gajas assemelham-se às intérpretes dos nossos sonhos dos quinze anos .. não es peram que um tipo fique teso e lhes peçam para o chuparem .. Atiro-a para ci ma dele e 71 abro-lhe as pernas. apoiada sobre a barriga. mas primeiro há um pequeno assunto a tratar n a casa de banho . Vou encontrar Anna na casa de banho. Toots é uma daquelas gaja s que eu podia passar a noite inteira a lamber .. As luzes voltam. mas ela quer sempre mai s.. continua a pedir-me para apagar as luzes. Jesus. com as pernas abertas. para o mistério. Observo-a enquanto me lava os "bigodes" e. abre-se enquanto o observo. Anna deve estar estonteada... Anna embarcou completamente ... Chiça.. nunca mais se rasga. ainda não lhe cheguei bem à vagina já ela está tão quente que quase põe tudo para fora.. abanando a cabeça como se quisesse clarificar as ideias . ficava de boca aberta. mas no escuro posso perdè-la... e quando está todo encavado. desfaleceu a vir-se . devo ter desmaiado.. a c ama também o exala. Agora estou a vê-Ia como deve ser. Afasto essas mãos e tento sentar-me.... Anna diz que quer outra foda . A minha verga parecia uma vela murcha quando Toots a começou a chupar. está insinuado em todas as fendas e em todos os cantos do quar .... Estou a fodè-la como um macaco.. "L utamos até que a apanho por baixo de mim... arranhando e mordendo como um tigre. até que a excitação lhe rouba a voz ...... ela 'gosta. adormecida. Assim não... espreme a cabeça através do seu ânus e torce-se todo co nseguindo entrar até ao pescoço . se ela não se rasga agora. suga o cu de Arma. espreitando o abismo sulfuroso . se Carl pudesse ver agora a vaidosa da sua gaja. Meu Deus se da primeira vez em que me vim as coisas se tivessem passado desta maneir a.. Mas deixo as luzes acesas .. as rugas e os vincos desapareceram . o meu mangalho penetra-a corno se f osse uma cunha. ofega ela. sentindo tu do a rodopiar à minha volta.. Enquanto lhe faço uma s festas antes de puxar a coberta para cima... Merda..T. "Fecha as luzes e fode-me!" Toots agarra-me e quer ir para o divã. é corno es tar abraçado a uma fornalha.. agora. de modo que lhe vejo o sexo sumarento e excitado .. Mas J. lanço-me eu à sua mata de pélos.. está a arder.. em círculos... Sinto que me estão a dar bofetadas. Prossigo com os movimentos de vai-vem até que Anna se agarra aos meus joelhos.... O ar no quarto está pesado com o cheiro a sexo... quando já tem o meu pénis na boca. deitada no chão em a bandono.. ajoelhada. centelhas flamejantes e bri lhantes cruzam-se comigo.. Deixava-a lá estar. ainda mole e trabalham-no dentro da boca até se ter uma erecção.. Anna era a que estava ac ocorada sobre mim.. por isso carrego-a para o quarto e deito-a. Fica inerte nos meus braços.. com a verga enfiada pelo cu acima...

Até a alquimia faz a sua entrada na conversa. como é que um homem pode dizer urna coisa dessas. interroga ela... 74 Dele.. ou outro homem que.. As pessoas passam a vida corri um pé no túmulo e o out ro ainda no ventre materno . Em que outro sítio além da América se podem comprar livros de qualidade tão ordinária que desaparecem primeiro do que a pessoa que os comprou? Mas o tempo passa. etc. neste mundo ou em qualquer out ro. meu Deus? Há tanta coi sa para ver. e o confessor está zangadíssimo. conhece todas as palavras e leva tudo tão a sério que não me custa acreditar que tenha o cérebro afectado.. Está cheia de catolicismo até aos cabelos. por conseguinte agarro na escova de dente s e vou para um hotel .... para cima de vinte e sete sociedades conheci das. ou mais.to e admiro-me por os gatos das vizinhanças não se terem reunido nos telhados para m iarem. cujos membros se consagram à adoração do Anticristo? Fala de encantamentos e feit içarias.. tanta coisa para fazer e contanto que se esteja vivo é impossível a alg uém cansar-se de possuir essa ínfima centelha de consciência . espalhadas por todo o mundo. a cabeça de cada uma delas virada para os pés da outra e começa rem a contemplar os seus "pecados" ..... Quando saio estão enroladas corno gatas e Anna tem o nariz enfiado no púbis de Toots . Decidiu que tem de reunir elementos a respeito de um certo cónego excomungado que se julga ter reunido à sua volta um grupo de discípulos do demónio e celebra a missa n egra aqui em Paris.... dois já não têm arran jo possível e desfaço-me deles. da missa negra.. Em alturas destas não me ocorre nada de melhor. Mas não me sinto com vontade de estar presente 73 quando elas acordarem... Contanto que se esteja vivo! Mas vivemos numa terra de fantasmas. Hoje levei meia dúzia de livros ao encadernador. digamos. Com os diabos. Ela vem-se e eu ínundo-lhe a boca com esperma..... E ela acredita nesta treta! Tem andado a ler toneladas de livros sobre a matéria. não me resta outro lugar excepto o di vã. ao ouvi-Ia falar quase nos convence que todas as noites desp osa fantasmas e gnomos. agora é o satanismo que a atrai. O mundo está sem imorto mesmo antes de nascer. algumas g otas caem na cama.. mulheres houve que receberam a faculdade de engravidarem! E como seria encantador poder ir para a cama. negra e branca. ela tem tudo b em decorado.. Com arribas as gajas a dormir na minha cama. Lambo o líquido que escorre do sexo de Toots para as suas coxas . mas já se foram e só os tinha comprado há uma semana ou duas . de súcubos e íncubos. Fala de magia. Não quero morrer. mas não o recebe todo .. vai-lhe sair pelo cu. Não tinha notado que estavam a morrer.. quando ainda estava na América. e pass ar-me em frente do nariz como se fosse um cagalhão grande e vermelho.. é tudo o que um homem deve pedir. Byron. por razão de prudência.. Estes gajos que nos dizem que não se importam de bater a bota em cinco.. Saberei eu. se lhe enfio mais o pénis pela boca abaixo. uma vagina onde enfiar o nariz e uma cabra esbraseada tentando pôr-nos a piça cá f ora com a língua. etc. ou cinquen ta anos . que há.. Oli. Ter um cu dos grandes onde pôr as mãos. Esta cabra a sujar-me os lençóis! Obrigo-a a lambê-los e depois não encontro outra solução enão limpar o pénis nos seus cabelos. é inacessível de qualquer outro modo... dos Rosa-Cruzes.. ser visitada por. de febres e várias maleitas transmitidas por meio de hipnose e concentração men tal... diz-me ela. Alexandra vem visitar-me após uma troca de correspondência. nunca atingem a maturidade e já são velhos a partir d o primeiro segundo em que soltam o primeiro choro de protesto ao descobrirem que estão cá fora entregues a si próprios.. decorou listas dos grandes faquire s de todas as épocas e diz-me que só em França existem vinte e sete fomos de transmutação . por exemplo. ouviu ela dizer. é claro. que o papel se tornava progressivamente mais frágil para aguentar a linha ....

pàra ter o pra . Mais depressa me deitava co m uma gaja dum manicómio.... ? oli... Toots e Peter! O americano ric o que Toots anda a tentar caçar deseja encontrar outros.. Toots também dá o seu contributo para a minha semana. Mas ele acha graça. dá ao rabo para ele. .. fico com um pau que podia pôr em exibição. .. e então não é que os olhos de Henry se iluminam quando vêem entrar aquele borrachinho bonito! Merda.. Começa a provocá-lo . De súbito soa a campainha da porta e é Peter.... de certeza que sente uma certa repu lsa.... Explica a Henry a ironia da situação. Para dizer a verdade.. "Porque é que tu não . a beberem um copo de vinho pelo acontecimento e P eter cora e está lindo. america nos que estejam a viver em Paris. "Leva-o para o quarto . ou umas semanas.. mas ele lim ita-se a dar-lhe um beliscão e continua.. Jesus.. seja lá o que for que tu faças". há tanto tempo que anda a ten tar apanhá-lo que já fez tudo.. Talvez Henry e o rapaz se sentissem mais à vontade se os deixássernos sozinhos! suge re sarcasticamente. nem um bocadinho preocupada com o que se passou aqui na outra noite. Não são demónios e larvas que me chateiam.. até ter coragem de se mostrar out ra vez. Aquele pequeno broc hista! O americano rico de Toots está enfeitiçado . Oh. Senta-se e faz-se tímido. imperturbavelmente. telefo nou-me no dia seguinte a perguntar como me sentia! Enquanto Anna. Toots anda a dar u mas voltas com ele. Não é tão estúpido como eu esperava. roça-lhe com as mamas no ombro. Toots senta-se junto d e mim. ela está a ficar desesperada. no divã. a conversar comigo.. ela é uma cabra. assim como assim podia deixar Toots cair de cu no soalho . Mando-o entrar . Ela está a pedir que a cubram. 76 puxava-lhe as cuecas para baixo e dava-lhe urnas palmadas no rabo. Alf não se importa.que funcionam de noite. depois de ter percorrido uma tão longa distância.. a esse respeito não restam dúvidas... mas agora tudo isto a diverte..... já ne m mesmo finge que presta atenção ao que ela diz. Porque é que eles não caem simplesmente nos braços um do outro? Ao princípio fica doida de raiva. Peter percebe imediatamente o que se passa. Ela senta-se-lhe ao colo. sente saudades da terra e sofre daquela doença que faz os turistas sentirem que uma pessoa que tenha estado dentro de um raio de duas mil milhas do seu local de origem é um irmão para chatear e massacrar com efusões de ternura e confidências. E agora a contece que ele prefere um lindo rapaz em vez dela! Deve estar mais embriagada do que parece . um pequeno lenço de seda é tudo o que precisa para se fazer compreender.... mesmo ali à minha frente. pergunta Toots a Henry. Por conseguinte.. Toots parece ter decidido que é esta noite ou nunca... Oferece4he um copo de vinho e adeja pela sala exibindo o seu primeiro sinal de vida em toda a noite. quaisquer outros. Depois ele e Peter sentam-se e contemplam-se um ao outro. tão explicitamente como uma novilha na Primavera. excepto pedir 75 abertamente para ele a montar... estou contente por me ver livre dela e mesmo depois de ela ter saído ainda sinto o frio que deixou.. Não posso receber a carta e corr er com ele . não percebo como é que ainda não foi para a cairia com Toots. Se eu fosse Henry punha-a sobre os meus joelhos. Apanhou uma boleia de um camponês e traz uma carta de Tania que ela não pôde enviar pelo correio porque eram estreitamente v igiados no sítio para onde Alexandra os desterrara.. talvez porque tanto ele como a gaja se sentem ale gres. os dois sentados a rir.. fizeram a ronda dos bares da vizinhança.. É impossível ir para a cama com uma mulher neste estado.. e parece-me que ela o quer tanto para seu próprio prazer c omo para prender o seu Henry.. Mas eu gostava de ver. encosta-lhe a anca ao joelho. que tem andado a tentar apanhá-lo para casar com ele..... Anna afastase e desaparece durante um dia. vejo tudo o que ela tem e enquanto o seu "Henry" está ali sentado discursan do sobre o aspecto que teria Paris na Idade Média. Também não é muito velho ..

. Toots baixa rapidamente as saias e exige saber o que é afinal este findinho . Toots está tão disposta a ser levada para a cama como eu estou para acompanhar.. cheira mal? Se aquilo não é melhor do que o eu de um rapaz para enfiar o mangalho.. mas estas cabras podem ser b astante mais cruas do que isto. ele pensou mes mo em comê-la. apoiado nos braços da cadeira..... . Os deprava dos que eu conheço! . e ergue a saia para que eu a apalpe. Está muito longe de casa e.... fodi-a nos degraus do Palais de Justice. Tem uma pequena confissão a fazer. etc. quando ela nos aponta aquilo.. Henry também acha graça. Quase que a esfrega na cara de Henry... É bastante fácil ver uma coisa dessas.. só que a monornania de Ernest são gajas... enquanto me dispo. não vou organizar nenhum serão para este sacana rico! Mas estou com uma erecção q ue parece fazer parte de mim próprio e se não como Toots provavelmente vejo-me obrigado a sair e a pagar a uma puta. mas antes que tenha tem po para o convencer eu monto-a.. Subitamente Toots ergue as saias e mostra-nos os cabelos que lhe emolduram o sex o.. Nesse aspecto assemelha-se um pouco a Ernest. Peter mete a mão pelas calças de Henry e começa a acariciar-lhe o inarzápio. seg undo nos diz.. fazê-lo. cheira-a e enfia um dos seus longos dedos por ali acima antes que Toc. mas ele porta-se correctamente comigo... É como ter unia luz ofuscante dirigida de repente na nossa direcção.. Se ela f or uma rapariga simpática.. simplesmente as mulheres já não o entesam como dantes! Mas gostava de a ver a ser possuída.ts se dê conta do que lhe está a suceder. uma coisa que nunca o vi fazer anteriormente. o que a faz abanar a cabeça. vai ver que vale a pena.. pela primeira vez na vida. tenta atrair Pet er a si para ele lhe beije a mata de pêlos mais uma vez. escorrega-me do colo e deita-se de costas na minha fre nte enquanto lhe tiro as meias. ondulando o corpo... talvez pense que Toots está a ser um pouco crua. mas quando Peter envolve o eu de Toots nos seus braços e lhe beija o púbis. Ele olha -a. então ela tapa-o . e se ele exige um buraco redondo.. Toc. terá uma cor esverdeada.... O que é que há de mal com aquilo? quer ela saber. as suas coxas queimam e o suco escorre entre elas. Jesus.. Peter sentou-se no colo de Henry . oh sim. toma -se altamente filosófico ao focar o assunto. mas realmente não há razão para não nos divertirmos. pode fazer exactamente o que lhe agrada. Porra. ete. Esfrega o rabo con tra o J. Sinto-me como um homem prestes a enfiar o dedo num cadinho de chumbo derretido q uando lhe toco na nêspera.T.. Henry carrega o sobrolho. . Toots está deitada no divã. Não estou muito certo de desejar despir as calças com este Henry 77 por aqui.. ela também tem um e u! No entanto ela comete um erro ao atirar a "bonne-bouche" à cara de Peter. em frente de uma parada militar completa! Levanto-lhe as pernas na vertical e descalço-lhe os sapatos. Por fim volta-se para Toots. mas ele nunca viu uma miúda simpática. Desde que conhece Toots tem muitas vezes imaginado corno se comportará ela durante o acto sexual.. Henry quer divertir-se. Ela abre as pernas e o quarto é inundado por aquele belo odor a cona.. E o seu púbis. no centro da Place de Ia Concord e. qualquer bordel em Paris tem um espectáculo d estes . Henry. E se organizássemos uma fes ta esta noite? Aqui somos todos amigos.ts manda-o enfiar o dinhei ro pelo eu acima . Convenço-me que o seu interesse se centra somente em Peter. de excitação.. digo-lhe eu. das suas relações. Enflo-lhe o pénis antes que ela se aperceba do que lhe está a acontecer e começa a dar pontapés tão violentos no divã. fica tão atónito como a gaja... puxo-a para o meu colo quando passa junto de mim... Tenta aparentar um ar cho cado . sabemos o que é o inundo.. pe ixe ou carne? As duas coisas.zer de saber o que é que ele tem que eu não tenho?" Peter balouça as longas mãos. Peter quase borra nas calças. é uma sarça ardente original. Terá chatos.. tem a braguilha aberta e Henry mexe-lhe na verga.. que eu temo que as mo las saltem e se espalhem por todo o quarto.

esta simples criança.. e brinca com ela.. à porrada. e Peter dá a impressão de go star de o escandalizar. Henry agora sente-se chocado...o local está a tomar-se bastante confuso. Toots guincha como um porco debaixo do cutelo. depois beija-lhe a rata. Não será tão satisfatório como a piça tamanh rande a que ela está habituada. Mas quando Peter acaba o minete a Toots. agora que o vinho lhe ass entou no estômago. dorniná-la desta forma.. basta dar uma mirada para o entrepernas dela. Mas ela aguenta-se bem. tudo aquilo a escorrer-lhe do sexo . só tem urna resposta e toda a gente sabe qual é .. E quando Peter. tal como o faria uma velha. Estou-me a vir e quase que perfuro a gaja com o mangalho .. caso reste ainda algum espermatozóide co m vida. o teu "c on" sente-lhe a lâmina.. O pénis dele.. ela está positivamente dócil. morder-lhe a barriga . faz-. este brochista. também a excita. Devia... tem um traseiro em bom e Peter vai ter que se aplicar... Uma bela gaja como ela a b eijar os tomates deste lindo sacana! É mais que suficiente para que se sinta desej os de a estrangular.. Sim. Certamente não após eu a ter possuído? Pode-se ver porquê ... de facto. pede-lhe para ele se acercar e deixá-la senti-lo. acaba mesmo e ela não o consegue persuadi r a continuar. Fo do-a como se estivesse a enfiar-lhe um vaso no "abricot-fendu". depois de a pôr de barriga para baixo. mas Henry não conhece Peter. guincha 78 minha cabra! Tens uma faca enfiada na barriga.. Olha para ele com uma expressão de quem considera uma ideia maravilhosa. ou pelo menos meter-lhe algum juízo naquela cabeça.. Aquele pequeno bastardo.. ela deve estar louca.. decide enfiar-lhe o marzápio na boca.De repente ace rta-me . o pénis duro e erecto .. ou não. . com as nádegas afastadas esperando por ele. Mas a sua loucura não parece preocupá-la por aí além. mete a língua dentro da racha de Toots e.. limita-se a roncar um p ouco e a lamber os pintelhos de Peter.. quando acha que ele está para aí virado. mas sinto o quarto a andar ligeiramente à roda. Se uma cona tem langonha isso somente a torn a mais 79 doce para ele... mas ela não se vem... Dep ois. Henry faz estalar a língua. fazê-lo? pergunta Toots ao seu Henry. . rola sobre ela com tanto desdém como se ela fosse a irmã.. pequeno e duro. lhe faz espetar o cu e se lhe coloca em posição por detrás. Deixa-o chupar-lhe as tetas. a seguir puxa-lhe o prepúcio para trás e chupa-o.. ela vem a pingar. Sou o mais sóbrio de todos os presentes incluindo Peter. Toots não diz nenhuma das coisas que se podia esperar que ela dissesse. Depois mete o péni s dele na boca.. mas um bode podi a marrar-lhe entre as pernas que ela havia de gostar . Morde as coxas de Toots.. a seguir suga-lhe todo o líquido que se espalhou pelos pint elhos. Desenfia-lhe o pénis da boca.... Tania.. agarrando-se com todos os dentes. aproxima-se e deix a que ela brinque com o pénis. mas quando uma mulher está a levar no cu não é preciso u m cavalo para a satisfazer. deve estar escondido nalgum canto. encharco-lhe as entranhas com esperma. lhe apalpe os tomates e lhe belisque as pernas..lhe cócegas no ventre com a língua vermelha.. que se inclina em direcção ao divã. Oli. Pass a um braço em volta do eu de Peter. Peter pega-lhe nas mãos e coloca-lhas sobre o cu e e la apoia-se sobre o rosto. Sinto a boca como se tivesse comido urna colher de sal. ou devia ela mostra r-lhe uma coisa de que ele se iria recordar para o resto da vida: a tipa maravilhosa que ele poderia ter tido por esposa? Uma pergunta destas é tola. Está chocado.. muda de um sexo para outro como um camaleão . Suga-a até ela ficar limpa e seca e. consente que ele lhe roce os tomates pela boca. para deixar este rapaz.. Levanto-me e vou à procura de v inho. o teu útero está massacrado.. Toots não é nenhuma criança como Tania. diz ela. e a seguir beija-os..--. aquel e vira-casacas. Peter despe-se e quando Toots o vê nu. E Toots goza que se farta. quando a retir a. percorré-1a minuciosamente...

Não lhe é difícil enfiar a piça onde ela a quer, e ela tem um cu suficientemente calej ado para a engolir toda antes de a começar a sentir. Ele agarra-se-lhe às mamas corno se fosse um macaco e monta-a com violência. Henry observa o pequeno cu rechonchudo e saltitante de Peter... faz-me lembrar u m gato a fitar um pássaro suculento e descuidado. Está sentado, com um sorriso estam pado no rosto... quando me torno a virar já está em pé atrás do divã, com a mão no cu de Pe er, a apalpá-lo. Peter lança-lhe um olhar e aguarda... então o Henry de Toots possui-o , o pénis no cu. Toots olha em volta, vê o que se está a passar e praticamente faz um flic-flac. Nunc a tinha imaginado nada semelhante a isto, diz ela... 80 oh, em que lamaçal se atolou desde que chegou de Itália! Peter diz-lhe para estar qu ieta, senão mija-lhe no cu... seja como for, tem de se admirar a sua firmeza. Jean Jetidi começa a levantar os olhos... Pode-se confiar nele ... independentemen te do que nos diga o bom-senso, se há uma gaja boa nas redondezas, vão por ele. Toot s descobre-o e estende as mãos ... traz-mo cá, pede. Não há limites para urna mulher louca por piça, como Toots ... pode-se-lhe encav ar na rata, no ânus, na boca e nas orelhas, pôr-lhe uma píça em cada mão e um par delas pa ra lhes fazer festas com os pés ... há-de querer outra entre as mamas ou a esfregarlhe a barriga. Quase me arranca o mangalho ao abocanhá-lo... agarra-se-me às pernas para me impedir de afastar e tirar-lho outra vez. Meu Deus, que pandemónio! Peter grita que se está a vir... Henry está a foder tão tenazm ente que a única coisa a esperar é que o pénis lhe expluda. Toots está demasiado ocupada a chupar-me para fazer outra coisa que não seja esses ruídos líquidos e obscenos. Ah, Gay Paree! Isto deve ser o que as pessoas têm em mente quando falam de boémia... Tomo a cabeça de Toots nas minhas mãos, ergo-lha e fixo-lhe os olhos. Merda, está tão gr ogue com a excitação que não acredito que ela saiba quem sou, ou onde está ... Mas sabe que está a chupar um mangalho... as veias do pescoço e das têmporas estão inchadas e lat ejantes ... Aperto-lhe as mamas e debaixo delas o coração bate como se fosse um tamb or. Ali! que cambada de putas são estas gentis meninas! Nem mesmo tem a decência de fech ar os olhos quando me venho e começa a engoli-lo! Mas depois vem-se ela, também... e Peter... Meu Deus, parece que o mundo ínteriro está a ter um orgasmo! As cartas de Tania não são exactamente o melhor remédio para a insônia. Alexandra deve t er desencantado um lugar extremamente remoto para onde enviar os filhos... se ex istir um pénis num raio de dez milhas, normalmente pode-se ter a certeza de que, d entro de 81

pouco tempo, ele e a rapariga se encontrarão, mas Tania queixa-se de que está a arde r de febres e de frustração. Peter e ela são vigiados e mantidos separados e o seu único divertimento é um cachorri nho que ela já está a corromper, antecipando-se à possível ordem natural das coisas: "é tão pequenino que não sabe o que é foder. Não faz a menor ideia do que seja isso, e quando estou deitada de pernas abertas e o coloco entre elas, ele limita-se a ab anar o rabo e a virar as costas. Faz assim, porque espera que eu lhe vá chupar a t orneirinha! Já gosta disso, mesmo sem saber o que é. Não achas maldoso da minha parte estar a dizer-te como estou pervertida? Sim, a tu a Tania chupa a coisita por onde sai o mijo a um cãozito preto muito giro, um pénis minúsculo, do tamanho do teu polegar, mas com ba rba e bigode na extrernidade. Não é engraçado pensar numa piça com bigodes na extremidad e? ... " E mais esta: "... às vezes quando estou a brincar com ele e chega a altura de ir lá fora cavar o buraco e fazer as necessidades, dispo-me e deito-me nua, ponho-o so bre o estômago até ele fazer o seu chi-chi, às vezes nas minhas mamas, outras nas pern as e sobre a n-únha coisa-que-tu-sabes! Também já descobri a maneira de o fazer lamber -me. Deito leite sobre mim própria, entre as minhas pernas e no meu "conillon" e o h! como a sua língua vermelha é comprida, macia e húmida! Muito em breve já não terei de pô leite entre as minhas pernas, espero ... "

Há os pormenores habituais acerca dos seus devaneios, nos quais eu desempenho um p apel bastante grande e a seguir qualquer coisa que me surpreende: "... Mas a culpa será toda da Mãe, quando me vier encontrar a ser fodída por bodes e p orcos! Toda aquela conversa de embalar quando me afastou para aqui! E aquele lin do negócio acerca da sua igreja! Sei muito bem que deve andar a fazer coisas pouco católicas com aquele homem, aquele cônego Charenton! Já ouvi conversas acerca dessas coisas, anterionnente, ela que n@o pense que eu sou completamente ignoran te ... " Então Tania sabe do caso! E até sabe o nome do homem! Onde obteve a informação é um mistéri ... Ernest fez-me um grande favor. Talvez tenha salvo a minha vida sem o saber. E eu tenho em grande apreço essa mesma vida... 82 Âs dez da noite aparece-me à porta... com uma manga ensanguentada... O casaco tem um grande rasgão, mas o braço está só ligeiramente arranhado. Alguém emboscado na entrada te ntara enfiar-lhe uma faca no estômago. Afortunadamente Ernest estava bèbedo como hab itualmente e, no momento exacto em que a faca lhe foi atirada, deu um bordo. Desinfectamos o corte corri uísque... não se pode confiar nessa espanholada para usa r lâminas limpas e às vezes exageram ao ponto de as esfregar com alho para terem a c erteza de que a ferida vai infectar. Depois, um lenço limpo em volta do braço e Erne st está corno novo. Sabe que tenho estado a ser seguido desde aquela noite com Rosita, por isso não está preocupado: a facada não era para ele ... tudo o que tem a f azer para se manter inteiro é não se meter em situações em que possa ser confundido comi go. Mas eu... que diabo vou eu fazer? Raios me partam se vou mudar outra vez. Além do que será a coisa mais fácil desta vida, para alguém que me ande realmente a seguir, de scobrir o meu novo paradeiro... Para acalmar, Ernest e eu vamo-nos embebedar e Ernest conta-me uma história, longa e não muito coerente, sobre um inventor que encontrou e que ele pensa que o vai d eixar cobrir-lhe a mulher e talvez a filha. Ernest passa toda a santa noite a tentar levar-me à tal espelunca espanhola para t er o que ele designa por "explicação" com aquela gaja, a Rosíta. Damos cabo daquilo, diz Ernest. Ernest já está tão bêbedo que nem de urna folha de papel de jornal conseguiria dar cabo ... Alexandra está positivamente possessa. Pelo menos é o que ela me diz. O seu confesso r anda-se a mijar nas calças, presentemente ... Suponho que seja aflitivo ver uma conversão virar-se contra nós. Mas ele não lhe pode dizer que ela anda a imaginar cois as, enviá-la a uni psicanalista, porque tem de cooperar corri os poderes das trevas. Essa é uma das r egras do misticismo ... tem de se admitir a existência do reverso da medalha e se Alexandra aparecer a afirmar que o demónio em pessoa surge todas as tardes para to mar chá com ela, o confessor é obrigado a engolir toda a história. A maquinaria que faz a coisa andar é tremendamente complicada. Além disso, a cantile na que Alexandra me impinge acerca da religião 83 protestante é extremamente chata e sem imaginação. Ela fala de milagres e visitações como se eles se tivessem dado anteontem e que se eu lesse os jornais saberia tudo acerca do assunto... depois apercebo-me de que estive a ouvir um relato sobre qualquer coisa que aconteceu no século quinze ... O que é que se passa com esse cônego Charenton? Tem praticado milagres ultimamente? Alexandra fica atónita... então Tania tinha acertado acerca da dama... e aparentemen te também acerca da reputação do tipo. Alexandra quer saber como é que eu tenho conhecim ento destas coisas. Remeto-a para os seus dem6nios. "É um homem notavelmente dotado", diz-me. "E sabese que certas coisas que podem ser consideradas como milagres se têm verificado de vido aos seus bons ofícios." "Tais como a concessão da fertilidade?" Sim, admite Alexandra, já o viu várias vezes e

agora ... ele possui essa faculdade. Ela só tem de pensar, antes de se deitar, na pessoa com quem gostaria de dormir, p assado pouco tempo após ter cerrado os olhos, essa pessoa aparece-lhe. E não se trat a de um sonho, acrescenta ela muito depressa! Tem tido sonhos eróticos durante tod a a sua vida e nunca nenhum deles se assemelhou às visitas que ela tem gozado ulti mamente. Bom, não há possibilidade de discutir com ela ... Pergunto-lhe o que é que ela tem de fazer para receber esse dom. A resposta é vaga. Bem, sim, quando lhe faço a pergunta abertamente, dormiu com o cónego Charenton ... isso faz parte da coisa. A brincar pergunto-lhe se teve de fazer algum pacto com o diabo... e ela leva-me totalmente a sério! Não, não teve de fazer qualquer pacto - tornou parte em certas cerimônias. E acerca de ssas criaturas que a vêm visitar e partilhar a sua cairia, pergunto-lhe eu. São demóni os, têm alguma propriedade especial? Com certeza que Satã premeia os seus seguidores com maquinaria sexual fora de série, não? "Eles são simplesmente homens ... como tu. Sim, eu convoquei-te para a minha cama, querido! Mas oli, que maravilha... têm uma técnica sexual realmente terrível!" Escrut ina-me o rosto, provavelmente 84

para ver como reajo a toda esta merda. "Claro que tu não percebes nada disto ... " Demónios verdadeiros, díz-me, serão possivelmente mais interessantes... e também mais pe rigosos. Assumem a forma de homens... homens belos, diz ... mas têm pénis verdadeira mente notáveis... Pénis adaptáveis em duas e, às vezes, três secções. Há relatos autênticos estes casos, é claro... há relatos autênticos de todos os casos maravilhosos de que Al exandra fala. A forma base é um pénis em, pelo menos, duas partes, a primeira das qu ais é suficientemente comprida para chegar à boca da mulher, enquanto a segunda lhe é encavada na vagina. A terceira secção, quando existe, parece que se enfia pelo ânus da mulher donde pode, face à sua propriedade de alterar a forma e o tamanho, serpentear como uma enguia pelos intestinos até que a sua extremidade emerge da boca para encontrar a primeira. Mas urna vez estes fulanos evocados, e de acordo com Alexandra, podem tomar-se d ifíceis de dominar e possivelmente escaparem-se ao controlo. Tem havido casos, diz , em que estes deliciosos diabinhos têm montado mulheres durante dias... até que fórmu las mágicas, preces, ou magia adversa os conseguem expulsar. Decididamente não são pes soas com quem se deva acarnaradar em demasia... "Esse Charenton, claro que celebra a Missa Negra?" pergunto. "Sim. Oli, jíjlgo que agora te posso dizer a verdade... a fim de receber a faculdade de concepção eu ... tive de consentir em ser usada como altar. " Ali! Alexandra já anteriormente fez menção ao altar. Uma inulher nua, claro ... umas v ezes apoiada no ventre, para que se sirvam das suas nádegas; mais frequentemente d eitada de costas... gostava de assistir ... Digo a Alexandra que gostava de a ver em acção. Expressa as suas dúv'das... não se trata de satisfazer urna mera curiosidade, corno um espectáculo num bordei, organizado para visitantes. Somente a bons católicos, ou a católicos muito maus, é concedida a op ortunidade de assistir. Contudo, ela vai falar ao cônego Charenton. A blasfémia de t er um incrédulo corno espectador pode atraí-lo ... Pouco antes de ela sair, faço referência a um pequeno serviço que ela me podia prestar ... Conto-lhe o caso com Rosita e o que sucedeu a Ernest. Agora, se ela consegui sse lançar um feitiço, mas dos peque85 nos, que me livrasse desta chatice ficar-lhe-ia extremamente agradecido. "Seria óptimo se conseguisses arranjar as coisas de modo a que ela se atirasse ao Seria", digo-lhe. Alexandra sorri... pode ser que aconteça assim precisamente, res ponde-me ... No escritório deparo com um pequeno artigo que quase me põe de diarreia. Rosita d'Or o, etc., etc., uma artista de cabaré, suicidou-se. Nos últimos dias tinha vindo a comportar-se de forma estranha e na noite passada, depois de ter terminado a sua actuação (o fiainenco no andar de cima, sem dúvida), cor

ao entrarmos para o carro. o seu corpo era encontrado no Sena! É de espantar. estou a contar-te a verdade. dessa forma quem faz figura d e parvo és tu em vez dele. se v ais comer a mulher dum gajo... que aquele sacana é completamente doido. E estávamos assim quando aquele sacaria se havia de lembrar de deixar cair o guard anapo! " "Portanto apanhou-te com a boca na botija? O que é que ele fez?" pergunto-lhe. Ernest anda constantemente a arranjar coisas de valor íncalculável por dez réis de mel coado.. tão nervosa como uma adolescente a quem o pai emprestou o automóvel para sair com um apaixonado e ficava desassossegada se não guiasse. Comecei a apalpá-la por baixo 86 da mesa... mas porque a invo quei tão acertadamente.. Talvez o sacaria não seja tão estúpido como parece ..... "Estávamos sentados a jantar. Ernest aparece.. nem mais nem menos.. percebias logo o que quero dizer.. Alf..... passado pouquíssimo tempo ela tinha-me po sto a piça de fora e estava a bater-me uma punheta. Depois.. Alf. tenho estado à espera desde as oito e pouco. Continuou calamente a bater-ma. Pergunta-me. começo a encarar as coisas so b outro aspecto. que é corno deve ser . começa a falar de como a excitação sexual interferia co m a digestão! A sério.. chega o correio. mas como mencionei essa hipótese e ela se verifi cou. É uni grande peso que nos tiram dos ombros. Parece-se com um bidé. acertou tudo com aquele tipo. mas ele deposita-o cuidadosamente aos pés enquanto conversa acerca do inventor de que me falou há umas noites atrás. Vou com ela à primeira Missa Negra que ele celebrar. Um bilhete de Alexandra . Tenho estado à sua espera.. Ela ainda não acabara comigo. não termos de nos preocupar corri uma fa cada nas costas.rera para a rua e desaparecera. fi-la parar.. 87 Está com as rotações aceleradas. Alexandra mostra uma maior vivacidade do que aquela que lhe tenho visto nas última s vezes em que temos estado juntos... não fez nada! E a mulher. e todas elas se parecem muitíssimo com este objecto que ele agora me apr esenta.. uma relíquia que ele adquiriu po r dez réis de mel coado. nem se incomodou a tirar a mão do meu m arzápio.. Visto que não indicou a hora. Um bilhete recebi do ontem informava-me que o seu precioso cônego Charenton celebrava Missa esta noi te. Como é que uma mulher nua DESAPARECE. enquanto ele nos espreitava por baixo da mesa! Agora vê se adivinhas o que é que ele faz.. sinto-me com responsabilidades em relação ao assunto. com certeza não queres que o tipo se levan te e ta of ereça. Eu não podia estar para ali s entado a ouvi-lo e ao mesmo tempo deixar que a cabra da mulher me estivesse a me xer . Mas depois de ter decorrido um certo período de tempo. Alexandra vem buscar-me no seu carro. quando o jantar terminou ele perguntou-me se eu ia ficar o resto da noite. Horas mais tarde.. " Enquanto Ernest desfia a conversa. " "Bom.. Meu Deus.. "Aí é que está. trazendo debaixo do braço uni objecto que me garante ser uma bela peça de cerâmica do século doze. e tu ficaste?" "Fiquei uma gaita! Que raio de foda era aquela? Jesus. local não especificado. Digo-te. Santo Deus?) .. e eu não pude evitar. tu sabes como é que estas coisas acontecem. não que eu acredite na força da magia de Alexandra. se a visses. se eu me importo que ela continue a cond uzir. mesmo ali com o chalado do marido a trinchar a carne e tudo! Porra. cada dia da sua vida era uma ameaça à minha.. . Alf. eu não queria que a rapariga se matasse. Alf... São quase dez e meia quando sou finalmente desperto do meu dormitar pela campainha da porta. como se fosse um charuto depois do jantar .. Charenton.

nem Sid lhe podiam ter dito o que quer que fosse. incluem o sortido habitual de fanáticos religiosos. está tão disposta como qualquer outra pessoa a divertir-se um pouco à custa da sua religiosidade. Enquanto a viagem prossegue.. mas nem Ernest. E se foi a própria Anna que andou a falar por aí.. quando entramos numa sala um pouco maior mas não melhor iluminada. a querer falar comigo... Até há poucos anos era usado como celeiro por um lavrador . Bruscamente viramos por uma rua transversal para uma espécie de viela e daí desemboc amos numa azinhaga. que nos leva a um edi fício de pedra de um andar e.. sou conduzido através de um pesado portão de madeira incrus tado no muro.. aqueles que tiram o colarinho e jogam aos dados connosco. ou sala de entrada. que se senta perto de mim. digo para comigo mesmo. Os candeeiros de iluminação pública vão-se tomando mais raros e o pavimento vai piorando à medida que nos aproximamos das fortificações. Alexandra regressa. Não sei como é que os gnomos de Alexandra a têm tratado ultimarnente. Não tem nada por baixo da saia e quando os meus dedos lhe atingem o "abricot -fendu". após uns momentos. para passar o tempo. azar. mas ela fecha-se como uma ostra. Passados longos n-únutos. a aproximação ao altar é bem sucedida.. encontram-no já todo húmido. A gaja que está junto de nós fuzíla-nos com o olhos. " Retira-me a mão de sobre o seu cu.Além disso. descubro que nos encontramos numa p assagem escassamente iluminada. a sua atitude afirma-o. Tem-se metido na pele de mulheres que conhece. Pel o menos . . uma informação que não se preocupou em par tilhar comigo. Ri-se quando lhe per gunto pelos seus fantasinas. onde se encontram sentadas um certo número de pessoas falando em voz baixa. ela sabe para onde nos dirigimos. Não se importa que lhe faça cócegas no e ntrepemas. ele vai-se embora. extremamente bonita. conta ela... pois ela é linda. Tem a respiração ace lerada e os olhos brilhantes.. explica Alexandra enquanto a sigo através de uma sucessão de vestíbulos e de quartos que tresandam a amoníaco.. aparentemente. Não estou a topar nada. A estrada estende-se interminavelmente e. Foi uma noite muito agradável a que se passou na festa de Anna. Quando um dos maricas se aproxima. levanto a saia de Alexandra acima das suas coxas e acaricio-a. Seguimos por um caminho em mau estado de conservação. en88 costado a um muro bastante alto. gozando os seus prazer es em simultâneo... tento extrair de Alexandra alguma indicação daquilo que me espera. Caminhando atrás de Alexandra. mas está perfeitam ente disposta a deixar-se apalpar enquanto seguimos viagem.. Não há apres entações. não sei. "foi em tempos a capela de um convento de U rsulinas. então é uma cabra ainda pior do que eu pensava. diz-rne. com a excepção das gajas serem talvez mais frescas e os maricas mais óbvios. quando entramos. Alexandra. "Este lugar".. dou-lhe o mesmo tratamento que a tipa me aplicou. faz-me lembrar um desses padres sacanas e irritan tes que às vezes se encontram. não interfere com a condução. nem Arthur. Tudo o que ela me diz é que o saberei dentro de pouco tempo. diz. Tento estabelecer conversa com uma tipa de olhos sombrios. Como diabo é que ela descobriu isso.. "Estive a conversar com o cónego". pelos vistos é uma coisa comp letamente aceitável porque. mas ao tocá-lo dou-me conta de que tem as faces a arder.. Alexandra senta-me num divã e fico entregue a mim próprio enquanto ela se dirige lá pa ra dentro. O automóvel pára. Tira os olhos da estrada para olhar de relance para mim. Tanto quanto consigo perceber. Devido à luz velada não lhe vejo a cor d o rosto. Quando saímos não descortino o mais leve sinal de v ida ou de habitação humana.. seria um grande des apontamento se estas coisas se passassem numa rua movimentada no coração da cidade. mas ela está imersa em meditação e não dá sinais de me ouvir. com a minha mão sob o seu ves tido e sobre o seu rabo. é claro.

e a de spirem-se uns aos outros . gotejando e pingando cera sobre os pulsos brancos... Nessa altura espalha-se um sussurro pela sala e há gente que se 89 ajoelha em frente das suas cadeiras.. ajoelha-se em frente do altar. Os meninos de coro. tem de se admirar a facilidade de linguagem que o cônego exibe nessa prece. onde desliza erraticamente... ostrando a mata de pêlos. arranca dos castiçais duas velas negras e lança-se sobre o altar. por baixo. começa a ouvir-se. murmúrios e lamentos abertos. A seguir. O cônego entra. Interrogo Alexandra sobre o assunto. se bem que não possa dizer que 90 simpatizo inteiramente com todas as opiniões expressas pelo cónego... Na cabeça tem um chapéu carmesim ornado no topo com um par de cornos re vestidos a veludo. Inicia-se uma oração longa. Os queimadores de incenso expelem nuve ns de um fumo sujo. De repente vejo que urna da s crian. folha s de meimendro e beladona seca".. enquanto o cónego Charenton coloca as mãos sobre o seu ventre e lhe percorre todo o corpo com elas.. corta-l he o pescoço. O cônego arregaça as vestes 'e eu apercebo-me que. silencios amente urna mulher começa a arrancar o vestido do corpo ..Há por todo o lado um cheiro que me sufoca. junta mente com uma pequena faca. Mantendo a ave suspensa acima da sua cabeça.. Olha em redor e os seus olhos pousam em mim. sem qualquer pausa.. O cônego faz urna genuflexão e começa a recitar monocordicamente em latim. dedicada às potências do mal. Gemendo baixinho. Os fiéis começam a despir-se a si próprios. é uma oração tão bela como as mais belas que e u já ouvi. o cónego atraiu a si os meninos de coro. Dou por mim a aplaudir.. O sangue acumula-se nos quadris da mulher. estramónio.. cheios daquela porcaria a arder. e com a mão liv re está a mexer-me dentro das cuecas. fica ali deitada de braços esticados com uma vela em cada mão. e a mulher atrás deles dei xa cair as velas e grita qualquer coisa ininteligível. Enquanto a apalpa. Beijarn-l he os tomates e deixam-no meter a verga nas suas bocas. Empurro-a para o lado e há alguém que a agarra. a mim e a quem estiver interessado em ver. ou da sua possibilidade de sucesso. começam a distribuir ince nsores e pratos fundos de cobre. aspirando o ar como se realmente g ostasse daquele fedor. calmamente. E seja lá o que for que se pensa acerca da sua intenção. a maior parte das mulheres estão inclinadas so bre os pratos furnarentos.. prende-as à cintura com uma corda. numa mancha carmesim. Um dos meninos de coro traz um galo. inalando o fumo sufocante. vil e fervorosa. Antes que ela lhe toque. e ambos os peque nos caem de joelhos e começam a tocar-lhe.. acariciando-se também entre si.. que apresentam algum as modificações..ças não é um mariquinhas mas sim uma rapasiguinha. precedido por dois meninos de coro bochechudos.. Alexandra está tão demente como o resto da congregação do cónego. ela tira-lhe a ferramenta para fora e começa a mexer-lh .. . preto como breu. nua. mal cheirosa e sufocante. Termina. Quando o corpo decapitado do galo cai no chão. pararnentado com as vestes sacrificiais. e os rapazes do coro fazem soar as suas campainhas . a seguir serpenteia até aos cabelos do púbis e à vagina. A cerimônia do sacrifício prossegue . de súbito corre para os degraus do altar. Baixa a cabeça e afasta-se com soleni dade.. Mantém a saia levantada. e a mulher sobre o altar estende-se na direcção do seu pénis.. o sinal para que o local se to rne realmente numa casa de doidos. sobe os degra us e começa a dizer missa. conservando-o nessa posição até que o sangue salta e salpica as pesadas ma mas da mulher. o cônego em pessoa la nça-se entre os joelhos abertos da mulher e chupa o sangue do seu sexo. "Mirra.. está nu . um som que é uma mistura de gernidos. e entrega-o ao cônego. responde-me.. escorrendo depois para o ventre. interiormente .

. ela agarralhe a verga e luta com a outra mulher pela sua posse.. atam-lhe os braços e é posta sobre o altar. e depois afasta-se. tira uma das hóstias da b andeja e embebe-a na vagina da mulher... Depois.. são deixada s entregues a si próprias. Uma grande imagem de Satã é trazida para a sala sobre uma plataforma com rodízios... e vejo uma vir-se com tal violéncia que fica a tremer e demasiado fraca para fazer qualquer movimento durante largos minutos. e esfrega novamente a sua nêspera contra a minha mão. atira-a para o meio da congregação uivante. duas gajas estão entretidas com uma terceira e um homem p or detrás da coisa. Depois de terem beijado o sex o ao cônego. Empurro-a para trás e ela sorri-me docemente.. . Há outra coisa que me chama a atenção.. mas previdentemente.. pénis e um enorme par de tomates... soluçando e debatendo-se no chão. molemente como se fosse uma trouxa. Levantam-na. o emporcalhado vaso de vinho é distribuído por pequenas taças de prata. Trepando pelos corpos das outra s.. uma das gajas agarra-se à imagem de pés e mãos. não demasiado grande. enquanto eles uivam e gu incham... mas é levad a por um tipo que passa junto de nós com outra cabra debaixo do braço. o homem enxuga mais algumas hóstias no rabo deles e atira-as para a sala .e. lançada contra el a.. após uma cerimónía preliminar em que a taça toca os lábios ou a vagina. Obviamente que elas se imaginam cavalgadas por incubos.. E não é que algumas das gajas bebem mesmo aquela porcaria! Contudo. enfia-lhes o pénis no ânus. Passam por todas as posições que as mulheres tornam quando estão a ser possuídas.. É rapid amente dominada. espreme a sua "bonne-bouche" cont ra o mangalho enorme e esfrega-se nele até se deixar cair com um orgasmo.. gritando preces e berrando por um raio que fuimine o cônego.... e os seus seios e o ventre manchados de sangue são lambidos até ficarem completamente limpos. Dentre as mulheres descubro algumas que. Em seguida. A sua rata está húmida e a respiração possui um delicioso cheiro a cona. e uma jovem sussurra-me ao ouvido. com um grande.. lançam-se sobre a mulher e prendem-lhe a cabeça entre as suas coxas... O cônego está a preparar a comunhão. mas é óbvio que urna das mulheres é a mãe . como se fosse um ariete.. o cônego Charenton deita primeiro um. cujos membros a disputam entre si. É e vidente que desmaiou.. mas continuam a saltar-lhe para cima. depois na boca dos sacristães. enquanto um pequeno grupo de homens faz bicha para a foder. Tem uma amiguinha muito bonita que também gostava de ser fodid a. Ela grita e de bate-se. 92 O cônego Charenton já terminou com a mulher que funcionou como altar. Quer que eu a coma.. O marzápio vermelho entra-lhe na cona..--. Resmoneia as frases. que cospem para a taça. Uma mulher e uma rapariguinha acercam-se do altar.. diz. Erguendo os sacristães nos braços.. onde continua a uivar.Uma das mulheres rebelou-se e está a injuriar toda a cerimônia. Está completa até ao pormenor. A um canto vejo uma miúda de uns dezasseis anos agarrada por duas mulheres mais ve lhas.. Mulheres aglomeram-se à sua volta.. Agarrando-a rudemente meia dúzia de homens e mulheres forçam-na a ser penetrada pela imagem . depois alguns homens. portanto deve estar tudo certo. depois no eu. depois o outr o atravèssados sobre o ventre da mulher no altar. e o seu prazer é de tal forma convincente que me causa arrepios observá-las. a maior parte é lariçada na direcção do altar. Outra mulher coloca lá a boca. Mija numa taça de vinho consagrado.. eu em primeiro lugar.. Observo-os a montá-la até que subitamente cai.. Braços envolvem-me o pescoço.. Seguem-se mais. O cônego começa a comê-la quando as mulheres se aproximam dela.. A seguir é conduzida até à imagem e. atirando-se-lhe para a f rente a fim de lhe beijarem o marzápio vermelho.. Sinto uma coisa macia e cabeluda apertando-se contra a minha mão. ao mesmo tempo que enfia os dedos p ela minha braguilha. a sua língua 91 relampeja e ela começa a chupá-las...

atiram-se de cabeça para os seus braços. Está junto à pared e. mulheres colam-se-l he aos joelhos. Ainda não tínhamos acabado bem de sair quando qualquer coisa em Alexandra se foi aba ixo. rasga as cuecas em farrapos. Sobre o altar. geme. tropeçando nas suas ve stes sacerdotais. ela masca e chupa um grande bocado de borracha vermelha com a f orma de um pénis. mas ainda conserva a roupa interior.. expõe a carne crua. dá pontapés e grita por socorro. dirige-se p ara nós com fúria no olhar. Em breve está separada das outras. o facto deve ser encarado com perfeitamente normal. Mas o espectáculo louco continua. A princípio nem m e reconhece. Não vi Alexandra tomar parte em qualquer cerimónia.. As mam as balançam-lhe a cada inspiração que faz. mas quando lhe grito aos ouvidos... A sua expressSo é de deleite quase satânico. Já não tem vestido. os mamilos erectos e escuros. Pu xando-lhe a pele frouxa e fazendo-a sair pelo pescoço sangrento... doi s homens lutam com uma jovem loura. "Quero ser cornida". Ating imos a porta.. depois o outro encava-lhe o mangalho na nèspera! E enquanto ambos a fode m desta maneira... se as coisas espantosas que lhe acontecem se dão em frente dos nossos olhos.. Desce a correr do altar.. uma mulher à roda dos trinta descobriu o corpo morto do galináceo. meias e s apatos. momentos mais tarde está ajoelhada. nua mas solitária... Por fim avisto-a. A sua mão solta-se da minha quando ela tropeça. Tenho a cabeça à roda. a chupar o eu de uma m ulher que por sua vez está a lamber a cona a uma outra. O rumor contínuo rebenta-me os ouvidos e o fumo sujo é tão cerrado que me faz arder os pulmões..... Mas os seus adoradores sabotam-no.. começa a tentar pôr-me os braços ao pes coço. Dar um passeio com Arthur é corno comprar um bilhete para a terra dos duendes e se depararmos com uma colónia de indivíduos a viver debaixo de c ogumelos. e a terceira . especialmente quando a vemos em acção. abranda. Há um tal burburinho.. Uma rapariga que caminha como se estivesse drogada tropeça nos degraus do altar... Depois en fraquece . Finalmente um deles consegue enfiar-lhe a piça no eu. Quase a meus pés. mas não a vou foder aqui neste lugar.. a seguir lambe-lhe as coxas e encosta os lábios ao seu pénis.. magra. depois subitamente mete-a na boca e chupa até ter os lábios mancha dos de sangue . Encontro-lhe as roupas onde as largou e dirijo-me para ao pé dela. Empurrando as pessoas para um lado e para o outro.. Mas de súbito o cônego Charenton vê-nos. e apoia-se nos joelhos sobre a relva húmida.. não po demos atribuí-Ias a uma imaginação activa como certamente faríamos se só soubéssemos delas or ouvir dizer. puxam-lhe pela roupa. e lá me consigo orientar e encontrar o caminho de regresso através dos átrios. Aperta-a como se tivesse um pénis na mão... Segue-me cambaleando enquanto a arrasto através do jardim em direcção ao muro. Aos pés do cônego arranca o soutien das mamas.... " Estou com uma destas tesões que não consigo andar sem coxear. de pé. arranha-me e mor de-me a mão. deitada com uma mulher que a acaricia enquanto lhe abre as coxas.. uma tal gritaria e confusão à nossa volta que não compreendo com o é que ela pode ser ouvida. . durante a segunda. movendo a pele com penas para trás e para a frente. Uiva durante a primeira foda . Os olhos brí93 lham-lhe nesta luz oscilante .. ponh o tudo debaixo do braço e arrasto-a atrás de mim.. "quero que me comas . Ela não quer vir. com ambos os braços abertos implorando: "Alf! Alf! Quero ir para casa! " 94 LIVRO III AVENIDA DA MÁ-VIDA ARTHUR TEM UMA SORTE simplesmente fantástica. Como ela não quer vestir a sua roupa e nem sequer lhe pega quando eu lha dou...

se Arthur tivesse uma aventura com alguma índia. Arthur dá voltas e reviravoltas ao retrato. O sol brilha. uma caixa de fósforos. verniz para as unhas. Esqueci-me do sítio em que Ernest a conheceu. Quando fala sobre o assunto nunca assume o ar de um homem que se considera a si próprio e à sua vida como essenc ialmente interessantes -enquanto nós.. era certo e sabido que havia de ter duas vaginas ou qualquer outra coisa igualmente esotérica. o invólucro de algo que nasceu dos trab alhos dos irmãos Grinim. é uma tarde como qualquer outra e nada no aspecto de Arthur s ugere que ele esteja sob a acção de um feitiço. uma loura sorridente. a atirar para o espampanante. esta gaja será a dona d . No entanto há alturas em que as coisas também não correm mal a Ernest. comprimidos daqueles que as mulheres tomam para não sentirem certos espasmos ... toda a gente sabe que há índios e se há algum lugar onde se possa encontrar um a sério. sem necessitarem do auxilio dos seus truques.. Procurei simultaneamente atender ao sentido literal e ao jogo fónico entre rue e screw. Arthur pega-lhe e sentarno-nos na borda do passeio para ver o que está lá dentro. Parece não haver outra coisa a fazer. também. mas o problema é que não se conseguia esquecer de que ela era índia e Ernest nasceu num estado onde o único índio bom é um índio morto ou o índio que compre um novo carro funerário Buick todos os anos e temia que uma bela noite ela "tomasse a senda da guerra" e lhe limpasse o sebo. tenta fazer com que as suas aventuras adquiram uma maior plausibilidade depreciando-as. (N. carta s. mas se s e conhecer Arthur percebe-se que aquilo que ele tenta impingir como uma mentira pouco convincente constitui. com pessoas a pass ar-lhe ao lado. A fada-madrinha de Arthur não teria perdido tempo corri um assunto tão trivial.. mais comprimidos dos que elas tomam quando não os sentem.mas antes o do ilusionista que um dia descobre que as suas mágicas se desenro lam por si só. Lemos as cartas. pobres chatos. é a habitual 96 colecção de tralha sem interesse. admirando a exposição de fêmeas neste fim de tarde e sentindo o efeito dos pernods que enfiámos a bo rdo. do Trad. São tão chatas que nem as acabamos.. Mas merda... Os fados nunca submetem Arthur à tentação. o velho pénis do cavalo primitivo. mas por uns tempos representou o pap el de Grande Chefe do Pau em Pé. Dinheiro. Uma gaja porreira. Não contém um tostão. O que é que eu acho. para a boa fada o recompensar devidamente.) 95 de Desenho a ensinar os estudantes a desenharem suásticas. por isso finalmente tinha-lhe dado o pontapé de saída. por isso põe-se a questão de esvaziar a bolsa e a atirar depois para urna lata do lixo. na realidade. A fotografia é outra coisa. disse. urna fotografia. a passar-lhe por cima e quase a pisando. De súbito damos com os olhos numa bolsa caída no meio do passeio. Durante uma tem porada Ernest teve uma gaja para se entreter.. a não ser devolvê-la se acharmos que vale a pena . e Ernest diz que a maior parte dos seus desenhos descende em linha recta dos anúncios do Metro. Fico desapontado. Sente-se tão mistificado como qualquer outro. e jura que uma noite se embebedou e lhe escalpelo u a pintelheira com urna navalha de barba.Contudo o próprio Arthur ainda não se habituou. esse lugar é Paris. zero.. mas sem a verem. Ele não tem de se decidir a s er um bom rapaz e honesto. enquanto olha para a dir ecção escrita nas cartas. Estava na Academia * Tradução livre do original "La Rue de Screw". genuína . ganchos de cabelo. uma lima. um espelho. quer ele saber.. Arthur e eu passeamos pela Rue de I'Estrapade. fica tão admirado como qualquer outr a pessoa quando se encontra nestas situações impossíveis. nunca tivemos qualquer aventu ra .... cem por cento índia americana.. tal como Arthur. Lenços. para melhor . Tínhamos uma leve esperança de que isto ainda nos rendesse um copo ou dois..

Oferece-nos logo d e beber.. Sinto-me como se estivéssemos a entrar numa casa de bonecas .. Achámos a bolsa juntos. desta vez sobre o que faremos se a gaja não estiver em casa ou se for um tipo a abrir a porta. peço-lhe. Um voz pipila quase aos nossos pés. 97 Sem perceber muito bem como. Aí arranjamos outra discussão. Art . ou então adaptada.. Depois enxota-nos para o vestíbulo.. m as a maior parte foi especialmente comprada.. diz Arthur.. ficamos com a bolsa e voltam os noutro dia . Nem Arthur nem eu conseguimos falar.. sentados. a mulher parece compreender a urgência da nossa necessidade de beber. debatemos o assunto exaustivamente... vamos entregá-la juntos . O mínimo que ela pode fazer.. talvez as duas coisas. E se a bolsa tivesse sido roubada e depois abandonada? Tanto ele como eu nacessi taríamos de uma testemunha. Não vem nada nos livros de etiqueta acerca de uma situação destas. Devíamos atirar uma moeda ao ar.. é de tamanho normal.. ela. " Arthur recusa." Não é nenhum coiro... As gajas boas andam em manada. Arthur empurra-me para eu entrar primeiro. No caminho.. e depois relanceamos o olhar à nossa volta. é oferecer-nos uma bebida e. se for um homem a receber-nos. e Arthur quer i r lá levar a bolsa e ver se podemos deitar os olhos à gaja. trata-se de uma bolsa de boa qualidade. Alguma mobília. No fim sempre vamos os dois. Olhamos um para o outro. esses pequenos seres vivem num mundo totalmente diferente. "Mas imagina que é um coiro". sem rir.. antes de nos Ueixar entrar. diz... deixando-nos sentados no divã. Mas.. pelo menos receonhece-a e assim sabe a razão por que estamos aqui. Mas mesmo que seja um c oiro. mas um anão ." O calor do sol está exactamente no ponto ideal para me fazer chegar o álcool à cabeça e nós.. Convidanos a entrar.a bolsa? Acha-Ia parecida com o nome? Não é mesmo o tipo de gaja que dá com o nome de Charlotte? Parece ser boa na cama. Acho que não vai dar resultado. me rda. meu Deus. podemos chegar lá em poucos minutos. Por fim fica decidido que se ela não estiver em casa.. Batemos e a porta abre-se de imed iato. se for uma puta..... É uma anã. "Talvez se fosse só um de nós. ou ele entrega-a nos correios e eles que a devolvam. Pela quarta ou q uinta vez Arthur explica como lhe achámos a bolsa. O porteiro é surdo como uma porta e Arthur tem de lhe mostrar uma das cartas para ele ver quem nós procuramos.. Quem me dera não 98 .. mesmo para as traseiras do rés-do-chão. "Não estou tão necessitado de comer uma tipa que vá montar um coiro velho só por uma questão de solidariedade. ou fazemos isso. ou lhe damos porrada ou lhe dam os a bolsa. não parece? A morada é nas redondezas .. Não se trata de uma criança e não julgo que se lhe possa chamar uma mulher. para provar que tinha sido uma outra pessoa que a ro ubara e que ficara com o dinheiro. e de cada vez que conta a história ela agradece-nos e nós sentimo-nos prog ressivamente idiotas. Mesmo que não seja a miúda do retrato. "Não sei. como o divã.. e' tudo o que ele encontra pa ra dizer. Arthur tartamudeia qualquer coisa e entrega a bolsa.. R etira-se para ir buscar as bebidas.. mas julgo que nós os dois não ganhamos nada com is to. há sempre a possibilidade de uma bebida e nós não somos obrigados a ir para a cama com ela. começamos uma discussão sobre quem terá ficado com o dinh eiro. desviamo-nos para entrar num bar e bebe r mais uns copos. o qu e é que se diz a um anão? É óbvio que eles devem ter coisas para dizer. ou coisa parecida . se ela não percebe o que el e diz.. diz Arthur.. dependendo do ar de duro que o tipo tiver e do nosso grau de bebedei ra quando lá chegarmos.. diz Arthur convictamente. nenhum coiro conh ecia uma miúda daquelas. talv ez uma foda . A garrafa de uísque que ela nos traz parece quase do seu tamanho. Arthur olha para mim de rosto consternado e em seguida olha novamente para o chão.

Charlotte. quer ele saber. noutra altura? pergunta-nos à despedida.. em que é que nos ocupamo s. não estava. ou sai a dela. Alp.. e o seu aspecto é de grande tristeza. quer ela saber. gostava de se despedir dela. etc. Devia estar apaixonado por ela. ela é bonita.. e agora ela vai-se embor a. Além disso. Toots é bela. Ela e Henry chegaram a uma espécie de acordo . e devia sentir-me desfeito.. Depois de uma pausa. mas é um esforço complicado e excessivo. ju lgo que se podem classificar como grandes. quem conseguia comer nestas circunstâncias? Não vale a pena recordar a mim próprio que não estou apaixonado por Toots. O que é que eu penso disto. Vai levá-la para Londres e daí possivelmente para a América.ts entre na minha vida. Quando saio para tomar o pequeno-almoço Toou acompanha-me.. Pelo menos para uma anã. Continuo a tentar imaginar como é que ela seria na cama. Arthur põe umas cem interrogações.. justamente com ele. não estou. Parece-se mais com uma cópia reduzida de uma mul her normal. O uísque é bom e faz-nos sentir melhor. Tento pensar no que é que penso daquilo. Na rua encontramos Carl.. Vou aparecer no escritório. Dez ininutos mais tarde ela já n os está a fazer olhinhos.. Faz perguntas a nosso respeito. Henry chegou à conclusão de que ter Toots junto de si é um segur o baratíssimo contra qualquer dissabor que lhe poderia advir da sua atracção por pesso as como Peter. AM Ficamos muito tempo sentados à mesa e deixamos os pires formarem pilha. Também não parece tão in antil como a maior parte delas. esses pequenos dedos a brincarem com o pénis. Finjo que não sei.. hoje é dia de pagamento. Arthur e eu marchamos em linha recta para o café mais próximo.. Acompanha-nos. e o tít ulo para a coisa canta-me na cabeça como um fio de água: Uma tarde com um elfo. alta e doce que me faz evocar o som de um pássaro.. não sei bem .. Têm pêlos como as mulheres normais. nunca estiv e e nunca estarei. Pode ainda dem orar muito tempo até que uma típa tão adorável como Toc. mas parece que vão. pede a morada de Anna. Faço sinal a Arthur . de forma demasiado casual. Esta manhã o serviço é de uma qualidade extraordinária. de que tamanho são as vaginas. eu dava-lhe a sua direcção..... ela estava para aí virada. e as mamas..ts. Com o seu americano.. Não a vamos visitar novamente. pois apareceu muito cedo. é outra das vantagens em estar com urna gaja tão bela com o Toots. dum tipo. Um olhar a Arthur diz-me que também ele -apreendeu tudo isto .. Além de pura simpatia pela pessoa. Livrou-se de Carl e agora quer ir para casa comig o.. . eu possuí-a. Anna nunca está no mesmo sítio. Tudo isto semp re naquela voz fina. Aceito outro. che gam a ter relações sexuais? Esfrega as mãos uma na outra..e saímos tão rapidamente quanto a decência o permite...não ganhamos nada em ficar aqui . Toots vem ver-me porque se vai embora . Toots conta-me isto senta da na minha cama enquanto acabo de me barbear. de qualquer forma não obtém respostas.. Esta gaja! Se me aparecesse e dissesse que queria brincar ao sessenta e nove com Anna .. Chama-se Charlotte . Mas eu não tenho apetite. e com o resto.. Sendo uma pessoa essencialmente prática. se ele ao menos ti vesse a coragem de lá ir e descobrir por si mesmo . 99 Não consigo descobrir se eles se vão casar ou não..termos vindo. atendendo ao tamanho dela.. não tenho nenhum apetite. Por Deus. um cu que se pode considerar giro.. isso é o que importa. e revela que está a descansar entre duas digressões do circo. a ele próprio ou a mim. deixando Paris talvez para sempre.. Estava pronta a ir para cama. Tem boas pernas.. mas meia hora mais tarde desço as escadas e encon tro-a à minha espera no vestíbulo. não estava.. Toc. pensando q ue provavelmente não a verei mais. Ã porta entrego-lhe Toots.

quando a cama é mais prática. e ela sabe-o. Um dos fenômenos deste lugar é que induz todos aqueles q ue se vão embora a acreditar que os ficam estão simplesmente a malbaratar a sua alma e a sua substância.. mas que se tem de ir para qualquer outro lugar para receber os dividendos respectivos.. Eu não aceitava. Por fim livra-se do vestido e passeia afectadamente pelo quarto. Olha para baixo.... como um problema cuja resolução me compete. e um tipo pa ra ali sentado com o instrumento enrolado numa ligadura.. Cti à mostra. mostrando de que é que as meninas são feitas. Enquanto a admiro no número de passagem de modelos." 101 que ele. É a primeira descoberta que faço. sem rendas nem alças nem laços. Ainda mal acabei de fechar a porta e já ela se atirou para os meus braços. e isso não tem nada de absurdo. em simultâneo. Tem as coxas afastadas . Deixa-se cair sobre a cama. de rosto para baixo. de urna consistência elástica. gela-me a espinha pensar nisso. para a vagina e depois pa ra o esconderijo do John T. e sabemos que a primeira coisa a acontecer é ele pôr-se em pé sob a mata . q uando se voltasse.. mede uma jarda de joelho a joelho . tendo uma gaja daquelas à sua disposição e não lhe pqdendo ir para cima. um esquentamento e uma bela amante. deixand o o cu à mostra. É uma dess as coisas que torna Toots especial .. subitamente apercebo-me de quão terrível deve ser ter.. . Mantém-se erecta e imóvel.. Berlim. afagando o ventre com as mãos.. and a sweet little stink" *@ dizia-se quando eu era miúdo . só dois pass os dentro do quarto. esfregand o-se no meu corpo e procurando aos apalpões o John Thursday. Veio comigo até aqui acima para ser comida. de certeza. que espectáculo. tê-la a despir-se e a exibir. onde pu der e quando tiver vontade. recuo para a ver n a totalidade. Para ele é melhor que ela se vá . esquece a cantilena. aquele cu com cabelo entre as nádegas. deixando as mamas.. Toots afasta-se de mim quando tento aproximar-me o suficiente para lhe tocar. Toots ainda está a tentar convencer-nie a deixar Paris quando chegamos ao meu bura co. para o futuro.. Ali mesmo. Não admira que Carol tenha dado em chalupa. Qualquer pessoa daria. eu gosto mais das coisas às claras. "Hairy and pink. levanto-lhe o vestido até surgir o seu rabo nu e igualmente a interessantíssima paisagem da frente. e um cheirinho agridoce. clar o. o ela saber a tipa fora de série que é... cona à mostra.Fala sobre Paris. Terrível? É horrível .. e no entanto não se fazer difícil a respeito da armadilha que tem entre as pernas. com . A ideia geral parece ser a de que se pode ser bem sucedido em 100 Paris. barriga à mostra. ser duplamente cuidadoso. Digam lá o que fariam por prazeres secretos. N ova Iorque. ou qualquer outro aceitasse este argumento. inclinando-se para apanh ar qualquer coisa no chão.. Mas se eu lhe toco e se ela me toca. Enquanto a vou apalpando.... bem. com o vestido erguido. Mas unia vez lá dentro com a porta fechada atrás de nós e a cama pronta a recebernos.. se bem que não creia * "Penugentas e cor-de-rosa. pôr as mãos em tudo o que puder. Os olhos são a única coisa que nela mexe. me rda. começo a despi-Ia. e apesar de ela me estar'a enfiar os dedos na braguilha.. baloiçarem um pouco. talvez. Não traz cuecas. exibindo-se em pose para trás e para a frente como uma dessas cabras dos concursos de beleza que só se vêem nos documentários noticiosos e em mais parte ne nhuma. arranhando-se ao de leve . se eu começo a beliscar-lhe o rabo e a mexer-lhe nas mamas . além de confortável... vai-me dizendo. Não. não se está a fazer difícil... e enfia-o nas almofadas e na dobra do braço. e depois onde é que vamos parar? Ao chão. Tomo o firme propósito de. bem entendido. então é mais que cert o que ela começará a brincar com Jean Jeudi. Então. Agora que está de partida acha que eu também me devia ir embora.

. Meu Deus. confidencia-me. Nem o mais pequeno interesse. Apalpoa... Ergue-se sobre um cotovelo e volta-se para me insultar. vê-se a si própria. O cabelo está a espalhar-se-lhe pelas costas .. Vejo as coisas como elas se deram. Depois recordo que Anna e Toots ficaram a conhecer-se muito bem uma à outra naquel a maravilhosa noite de bebedeira quando se encontraram neste mesmo lugar.que nesta altura está mesmo um pau .. o seu cu tem um aspecto muito interessante. Ali. acrescenta rapidamente. Anna vem-me à memória.. Deixa-se levar pela imaginação . Puxo-lhe o vestido pela cabeça. Contorce-se . por fim examin o-lhe o "conillon" até ao mais ínfimo pormenor.. ele não demonstrou qualquer interesse pela hipótese de a comer.. com os braços dela imobilizados e a cara escondida.. a suplicar que a liberte . é-se forçado a concluir que se trata de um mecanismo completamente asinino . e Anna sabe coisas a respeito de Toots sobre as quais eu pensaria duas veze s antes de as aprender eu próprio.. Vista de trás. Toots deve saber quase tanto como eu a respeito da macia barbicha de bode de Ann a. Num relâmpago. se em t udo isto ela pudesse ser virgem!) sendo chamada 103 à presença do seu amo e senhor para servir de diversão aos seus convidados .. os cabelos revestem-lhe as coxas como se fossem uma espécie de musgo.. Não. palmadas no rabo e quando a vê saltar e gritar ri-se a bandeiras d espregadas. por exemplo. belisco-lhe as tetas... O seu Henry faz aquilo.as ligas apertando-as fortemente sobre as meias de seda. com uma nádega cor-de-rosa e a o utra branca. mas vê o meu pau .. não era? E estremece e suspira ao pensa r no maravilhosamente horrível que seria se ele a manietasse ou tivesse o vício da e scova. já que é isso que ela deseja ouvir.. experimento a firmeza das suas coxas . Merda. se não a interrompo ela ainda vai acreditar nestas fantasias.. que ele tenha amigos viciados nesses mesmos prazeres estranhos. antecipando-se à pergunta que eu me preparava para fazer. 102 Tenho uma memória particularmente boa para coisas deste género. que Henry é sem a menor sombra de dúvi da urna versão moderna de Gilles de Rais.. é este som suave da sua garganta que a perde. provavelmente ele convida-os para gozarem orgias ig nóbeis de dor e lascívia.... antes de subir para a cam a e dar a Toots a palmada no rabo de que ela obviamente está à espera e que a faz so ltar um urro em simultáneo com o estalo. Deixo-a escarafunchar nos "bigodes" atrás do meu pén is. jovem e ingénua noiva (ali. delicioso! Mas isto não é o que ela pretendia. mas quando está a meio caminho. dou-lhe uma reviravolta e pren do-a. está a exigir... O que é que eu acho? Haverá possibilidades de ele ser u m sádico? Oh' E se ele lhe bate? Era horrível. sem nenhum dos aspectos difusos e nebuloso s que muitas vezes assumem quando sonhamos. pensa ela. ao mesmo tempo que tento fazer passar a cabeça de Johnny por uma abertura que é demasiado pequena para ele.e estende para ele a m@o com que tinha estado a esfregar o rabo.... há um pequeno monte de ganchos junt o às almofadas. Mas dá-lhe. dá pontapés -mas com . e toda esta bela despedida seria desperdiçada .. uma vez compreendida a maneira como as mulheres funcionam. Digo a Toots.. Anna com a sua barbicha de bode macia e oleosa ocultando a sua "bonne-bouche". e de que maneira. As marcas dos meus dedos começam lentamente a aparecer como uma chapa fotográfica a ser revelada.'por assim dizer.. o casamento não se realiza. exacta e precisamente.. ela gosta de ouvir isso! Até é possível. Mexe freneticamente os dedos dos pés. m uito compridos e muito encaracolados.. ela dá a impressão de necessitar de um maço de ganchos para usar entre as pernas. Conservo-me ainda uns momentos a recordar toda a cena..

e geme de prazer.. cu. e depois. atravessa o ventre de Toots. Há três coisas que eu posso fazer.transportar uma fêmea razoavelmente alimentad a desde o meu divã até ao quarto. ficar de rosto congestio nado ... Desapontar-te-ia e a mim também.... penetrar-te-á.. ou enfiar-lho no ânus. o que é que estas cabras fariam se não houvesse palavras para sussurrar ou gritar ou cantar. O que é que seria feito de uma gaja. O que é que eu pretendo fazer... Quando menos o espera.... Posso c omé-1a. quer que Ilie. A fodã que te vou dar será excessivamente grandiosa para que tu a consigas reter den tro de ti própria. ela deseja-o... as axilas dão uma impressão de nudez e de fragilidade tocant es . daqui a dez gerações os teus descendentes acordarão sobressaltad os com o choque de um sonho que se perpetuará nas células e nas fibras da linha que brota dos teus quadris fecundos. que perten@eu primeiro a Carl e hoje não pertence verdadeiramente a ninguém.. e a seguir enum era-as para minha edificação . Faço-as em tiras. a notificação coin cidiu com o acabar de me despir. em ve z disso. pelo menos! Sim.. do umbigo até à sua nêspera. por isso Toots. Toots (lambe-me os testículos e a sua língua encaracola-se ao percorrer-m e os cabelos do púbis. vou deixar que me masturbes e depois venho-me. que cabra que tu és . ao mesmo tempo que eu lhe mordisco a carne macia e esfrego o na riz sobre o seu ventre. se te deixasse sa ir da minha vida sem te fazer todas essas coisas unia vez mais. O que é que vou fazer? Quer que lho diga primeiro . será um festival que vai ultrapassar a tua vida e a tua experiência .. Tenho fortes dúvidas quanto a ser ainda capaz de me elevar num a barra .. comprida e madura. provavelmente não me verá mais.. está pronta a morrer se lhe en fiar a minha língua na racha.... pergunta-me ao ver em contorções tentando despir as cue cas sem ter de me pôr em pé. Está louca de frustração .. e a minha 105 língua dardeja fora e dentro da massa escorregadia da cabelo húmido . Por alguma razão obscura.. com a cabeça do mangalho mesmo contra as tuas narinas . envolvendo um tornozelo.. Toots abre as coxas mais e mais. como se fosse um s oquete de má qualidade. encho-lhe a vagina com a minha boca e começo a chupá-la. Uma penugenta linha de cabelo.... Ela vai-se embora. Provoco-a e tortu ro-a fingindo repetidamente que lhe vou enfiar a língua na vagina. e a tua 104 alma com fodas. baba-se e lança perdigotos sob re o meu pénis até a sua cabeça dar a impressão de poder desarticular-se por completo. . Em breve tudo o que resta é um fragmento. a percorrer e a lamber! Mas não pode esperar só por isso . Sigo-a com a minha língua.. Corre numa li nha fina e ondulante sobre a carne que sabe a leite salgado. lambo-lhe as coxas. comporta-se de uma f orma tão indecente e tão lúbrica como se estivesse completa e irresponsavelmente bêbeda. Muito bem -não quer riada comigo.. o teu pensamento corri fodas. e a seguir insinua uma das mãos sob os meus tomates... rias tuas orelhas. Sou tão forte... toma o meu pénis nas suas mãos.pouca convicção . Ela agarra-me o pénis e b eija-o com êxtase.. como se fosse um véu muito fino.. Ah Toots... Vou-te inundar o corpo com fodas. boca e cona . é tudo o que posso fazer . O teu cabelo ficará para todo o sempre esparso nos sítios em que o meu sexo se roçar por ele. agarra-os nos seus d edos abertos e arqueia a cabeça de modo a enfiar o pénis na boca. inundar-te-á até extravasar. tem a boca húmida e lassaCom os dentes começo a rasgar as fráge is meias de seda que lhe cobrem as coxas. suspira ela. Agarro Toots pela cintura e deito a cabeça nas suas coxas.. E ao mesmo tempo descalça os sapatos. vou pô-la no teu cabelo. diz-rne. derramar-se-á nos teus filhos. vou-te foder. es tou aprisionado nas suas coxas.... Mostra-se ofendida quando a liberto.. ou fazê-la chupar-me o instrumento . e nos fil hos dos teus netos. A pungência suave do seu "abricot-fendu" é tão doce como o odor das uvas que apodrecem ao sol. estrangula-o até John T. O que não é outra coisa senão o maior dos absurdos. Oli. roo as ligas delicadas até as cortar ao meio..dê uma ideia mais ou menos concisa do que vai acontecer. até ficares para sempre marcada pela pass agem da minha piça...

a puta .. Pede-me para que me venha! Da mesma forma desesperada com que as mulheres suplicam que as fodam... a sua essência. Toots suplica-me que deixe o meu pénis expl odir-lhe na boca. de pernas tortas e peito metido para dentro. É a sua expressão . começando no seu primeiro fracasso face à tentação e terminando no último.. podem dar origem a estudos muito interessantes. mas quando ela estiver prestes a despedir-se.. em seguida lambe-as e. O raio da coisa mexe. negr o e com entrefolhos. ela vem-se . Se quero cons ervar tudo intacto.. E como Toots tem uma grande propriedade de linguagem. ocorre-me que é muito provável que esteja a fazer a rond a de todos os seus amigos proporcionando a todos eles urna amostra --qual quê. seu colega...ts apertam-me mais e si nto. Toots solta umas risadinhas.. quando ele está mais grosso e mais cheio do sabor do meu mangalho.. passando a ponta da língua por trás deles e pelas min has coxas. aberto que é um regalo para os Monto e dou-o a cheirar a J. Empurro-lhe a cabeça de forma a colocá-la novamente entre as minhas coxas e obrigo-a a chupar-me outra vez o ânus até ter o pau em form a para voltar a foder . É u m belo cu feminimo. que ela uma vez se permitiu a si própria ser comida por um homem chinês.. parece muito capaz de ser adaptado ao uso que eu lhe destin o. comprime os seus lábios contra o meu olho do cu num beijo e chupa-o! Isto parece proporcionar-lhe a emoção final por que ela ansiava. Ela não se veio... Olhos do cu. a t otalidade . Afasto-lhe as bochechas e olho para dentro. Volta-se sobre a barriga e oferec e-me a coisa... tenho de lho tirar.da putanhice mais completa e obscena.Mais tarde..T. Não consigo imaginar porquê logo um homem chinês. John Thursday está tão de acordo como eu em que ela o receba daquele modo. tanto quanto sei por experiência própria. homem chinês. e quando o faço ela solta uma torrente d e palavras tão coloridas como as de Tania nos seus melhores momentos. O seu interesse pelo meu cu diminui instantaneamente. Eram capazes de pensar que nunca tin ha visto nenhum antes. E ela sente-se bastante s . está ali à minha frente. A sua b arba até parece tremer um pouco . dou a Toots uma foda dos diabos. Confessa grande parte da sua história erótica (porquê esta necessidade de confissão nas mulheres?). Está vivo. mas de caras que será muito mais interessante do que est udar o próprio umbigo.. para meu total assombro. Mas ela entesou-me novamen te com aquilo. nem mesmo alguma que tivesse manifestado o desejo de se r comida por um. desc ulpando-se com um encontro. a sua garganta a engolir a esporra. Continuo a chupar e a lamber o seu "con". Desta vez.. e Toots continua a ch upar e a puxar a minha verga com tanta força que os tomates me doem.. compreendo que ela não se re fere a um estudante chinês..... sabe com certeza o que t em a esperar de mim e como se deve preparar.. Talvez seja o seu interesse pelo meu cu que me leva a interessar pelo dela ... Nunca conheci uma mulher que tivesse ido para a cama com um. E eu fico a saber... contra as minhas virilhas... mas mais provavelmente a algum lavadeiro l ingrinhas. Beija-me ambas as nádegas do cu. quando está lá dentro. depois as coxas de Toc.. devia t er imaginado.. pleno de chicha e de cabelo. E o tal sítio. Tocits a lamber-me os tomates. Enfia a língua dentro do meu ânus e. como se acaba sse de ganhar coragem. Ele entra que nem um tiro e Toots começa a gemer. Como já lhe fui ao cu.. meneia-se e parece respirar. Não estou disposto a deixá-la parar. Quer que eu me venha primeiro na sua boca.. naquela em que estou repleto de esperma. um homem chinês. O líquido escorre por e la como se uma centena de pequenas válvulas tivessem sido abertas subitamente .. antes disto. e eu estou outra vez com uma erecção. Toots. não necessita de instruções quanto às perv rsões de menor calibre.. na primeira vez. não neste momento. São tipos pequenos. 106 Sou totalmente incapaz de imaginar qualquer mulher a levar uma boa foda ou a obt er uma boa e suculenta excitação miscigenatória após uma experiência destas. realmente. Talvez não se descub ra o segredo do Universo.

Começa a choramingar . Viro a escova com as cerdas para baixo e dou-lhe uma palmada com ela. e começo a dar-lhe o resto da foda que John T. a outra é deixar às gajas a iniciativa da coisa... descobri que existem duas maneiras de ter urna boa foda.. à excepção de eu não ter 107 mão suficientes para a satisfazerem. Está tão quente... simplesmente .ts descobre uma solução. que toda a rede do Metro pod ia funcionar durante três horas só com a energia que ela está a queimar. e a princípio ela sussurra "Faz mais . mais . imaginando que estão a abusar de si de uma maneira p orca. mas não é exactamente um grito . do qual sou igualmente admirador e. Mas é um abuso que termina quando ela mais uma vez se vem.. E é assim que eu a como . Ela deita-se de lado. quer ser apalpada de alto a baixo.. Sente-se numa forma esplêndida. etc. até que ambos nos vimos. é persistente. Sobre a cómoda está uma escova com o cabo arredondado. "Faz mais". são uma tentação demasiado gr ande. O cu fica-lhe cor-de-rosa. uma é fazer o núme ro de machão.. "Foi maravilhoso . Por fim passo-lhe a esc ova. dói. Quando a tenho já bem passada deste lado e a volto ao contrário para lhe ir ao grelo . Quer ser fodida... Mas que raio de cagaréu que uma gaja é capaz de fazer! Se ela continua assim. etc. masturbando-se a si mesma. além disso. Meu Deus.. Ponho-lhe uma almofada sobre a cabeça e continuo a golpeá-la com a escova.--. mas o tom muda e é isso que a trai. Por fim já nem sussurra. tenho medo de que ela se venha s em mim.. e então diz "OH" e suspira.. Ainda não desenflou o cabo da escova do cu. " começa ela. não está em condições de lhe mandar. mas também quer a verga no cu.. " de ca da vez que a escova cai. de uma maneira porca .. indo-lhe furiosamente à cona enquanto ela dá cabo do cu co rri a escova. que capacidade para o fazer tem esta gaja! Grita o seu deslumbramento perante o verdadeiro furor uterino de que é dotada. C omo não sou um dos demónios de Alexandra. até ela o ter todo 108 enfiado no cu. dos pés à cabeça e quer tudo isto ao mes mo tempo. Sento-me nas suas costas e examino-lhe o rabo depois de ter terminado. Está mole.. suspira. Começo a espancá-la com força.. levanta a perna para ficar em posição e zás! O rai o da escova pelo cu acima! Enfio-lhe o mangalho na nêspera imediatamente .. Por fim. mas apesar disso gosta. e não diz mais nada. e tem toda a razão . Que ela não aguenta. Inclino-me sobre ela e empurro-lho para dentro..... e que a estou a matar. Quer que lhe mexa na rata.. e eu sei perfeitament e que ela está a delirar com a festa. não vejo exactamente como é que o caso pode se r resolvido. A pele torna-se-lhe escorregadia e. porque primeiro que tudo é uma gaja naturalmen te cheia de vida em breve nos encontramos enlaçados numa pose que deve assemelharse bastante a uma ninhada de enguias dotadas de dupla articulação.. Mas ainda mantenh o a verga por baixo das suas pernas. tenho de admitir que ela. Ela arfa..atisfeita com o facto. além do mais. quer sexualmente. liso e bastante grosso. vem ge nte a correr dos prédios da vizinhança para assistir ao regabofé. vai mordendo uma almofada . Durante todo o tempo em que lhe mando com a escova ela ma ntém sempre o mesmo discurso .. Toots larga um berro. mas Toc.. tal a destreza que ela demonstra no manejo do cabo da escova.. ela própria compensa a minha insuficiência. s ussurra.. claro.por isso passo-lhe o testernunho. empurrando-o para a frente e para t rás.. ainda o está a mexer um pouco. É o que ela pretende.. grandes e gordas. exausta e aquelas duas nádegas. ao mesmo tempo.. uma massa de pontos minúsculos que fazem lembrar um des enho em relevo. quer os marmelos b eliscados... estou a abusar dela e. quer em temperatura... insiste. enterrada na rata. Quando atiro a escova para lo .

diz Ernest. Passa-se tudo muito digna e polidamente durante o jantar. passa-se qualquer coisa estranha no meio disto tudo. Ernest informa-me de que é a mulher de Mutzborg quem tem dinheiro. como já disse. A razão por que uma gaja como esta. Eu vou com o pretexto de arranjar material para um artigo acerca de "De onde está a ciência a guiar-nos?" Ernest tem tanta fé no poder da imprensa como qualquer madam e Parisiene. me vai escolher esta pulga barbada é uma dessas coisas q ue não me entra na cabeça. A maior parte deles assemelha-se a m odelos aperfeiçoados de descascadores de batatas ou então aparelhos que pretendem te r... com uma curta e penugenta barba ruiva.. Ernest tem andado infeliz. A única coisa com aparente aplicação é um novo tipo de cimento levíssimo.. Mutzborg.ts. 109 Ernest já tem tudo arranjado. O próprio Mutzborg pouco mais interesse tem e. Há qualquer coisa que não b ate certo. Desde que descobriu que o camarada não liga a ponta de um corno a que lhe f odam qualquer delas. 110 Está tudo espalhado na cave numa confusão enorme. levar Fitzberg ou Whistfas t lá fora para ver Orion ou coisa que o valha. Eu já conheci alguém com o nome de Snitzgrass? Está-se mesmo a ver que é aldrab ice . Quer ir para a cama corri ambas as gajas. De há umas semanas para cá que se preocupa com este seu inventor louco. por aqu ilo que Ernest me contou. tirar o pó ao monóculo e tudo o mais que f or necessário. Como Ernest e eu estamos ali com objectivos alegadamente sérios. mil e uma utilidades. "Obrigado". somos postos em c ontacto primeiro com os seus íriventos. Amanhã vai acordar com nódoas negra s. Ernest arranja tudo. Quando lhe faço notar que não será muito natural o homem necessitar de se divorciar da filha.nge e lhe ponho a mão no rabo. Talvez nós pudéssemos. sempre em silêncio. só para apalpar o terreno. conversa-se sobre política est . Diria que a filha tem uns dezasseis ou dezo ito .. as tipas devem ter um esquentamento ou coisa do género. e o outro podia comer a gaja que pa recesse estar mais precisada. um convite p ara jantar para nós dois. a que dá os usos mais variados: limpar os aparos das canetas.. ela veste-s e. na su a totalidade. e perfeitamente decepcionante. Mas. afinal. assemelha-se a um grilo saltarico.... Até com o nome há qualquer coisa que não está bem. Provavelmente é porque ele usa os cornos com tanto à vontade . lamento realmente não escrever um artigo acerca das suas funções . a esposa e a filha. Ou talvez o palerma tenha posto detectives nas redondezas. Assim.. tinha pensado que todos eles se apalpavam enquanto esp eravam que os pratos fossem servidos.. bonita e cheia de massa. saem de todos os lados com máquinas de flash e arranjam-lhe a prova de que ele precisa para um divórc io.. sabe-se lá como. Cada um de nós bebe dois copos de vinho em silêncio e. como já não via há muito tempo. Não tanto pelo inventor. "Obrigado. Ernest fica ainda mais convencido do que antes que há ali qualquer coisa p ouco clara. já com uma mão no puxador da porta. como o homem se chama. mas desfaz-se em pó ao mais pequeno toque. diz-me. à medida que o ouço. à vez. e só depois com a parelha de gajas. Saio do quarto para ir buscar uma garrafa de vinho e quando volto ainda está de itada exactamente como a deixei. No fim de contas limita-se a ser uma colecção de tralha a t rouxe-mouxe. a pele está em brasa. volta-se e bei ja-me apaixonadamente. ou porquê. em simultàneo. e os objectos apresentam-se. obrigado!" É o adeus a Toc. a mãe deve estar entre os trinta e cinco e os quarenta. consegue obter. que é. Gostaria que eu fosse dar uma vista de ol hos. mais pelas suas mulheres. Em vez disso. mas diabos o levem se vai fazer o jogo do velho Snitzgrass.. sem qualquer indelicadeza. Merda. a postos e quando ele der um sinal os tipos avançam. servir de guardanapo. repete. Quando se encontra pronta a sair.. é tão irritantem nte convencido. ou incompletos ou inacabados. A mulher e a filha são muito melhores.

Mas possui uma potência que não tinha encontrado até hoje . do clima do sul de Itália e das maravilhas da América. A esposa diz qualquer coisa acerca de mostrar a Ernest o jardim ao luar. Passa a mistela em volta em pequenos copos de licor que comportam o conteúdo de um dedal. pelos vistos.. Execu tam uma saída maravilhosamente digna. pois. uma pessoa podia esperar que ela ao menos tivesse a decência de sugerir u m quarto . Sabe bem apanhar uma destas gajas novas. não afecta a locomoção. Sinto os n ervos esticarem quando mexo os dedos das mãos ou dos pés. afunda-se na cadeira e embarca no sono . As mãos e os pés começam-me a zunir. Tenho a pele excessivamente sensível. Numa hora. deixa-se convencer e acompanha-rios numa segunda rodada que nos oferece. de seda. e então . acrescido de mais alguns sabores genuínos e intragáveis. Mutzborg vagueia cá e lá nos limites da conversa.. Depois do jantar começa a farra. por me estar a mostrar as coxas sem que ninguém se aperceba. à excepção de uma lâmpada velada enquanto eu continuo sentado com o mangalh o às upas dentro das calças. A conversa anima-se. Toda e qualquer conversa racional há muito que foi abandonada. Sinto-lhe a rijeza das pernas quando as encosta às minhas .. As cores da sala tornam-se excess ivamente brilhantes. e assim eu e a filh a de Mutzborg continuamos sentados a gritar disparates um ao outro durante mais cinco minutos.. e vibrarem como cordas de piano muito tensas. Resmungando vagamente sobre o amor livre. A filha de Mutzborg deve considerar-se muito esperta.. de forma a que pos samos inspeccioná-la. Mutzborg sai da sala para ir buscar soda.. esvaziámos a garrafa. ela tem os olhos bem abertos. o estranho com este líquido tipo martelo-pilão de Mutzborg é que. Admiro-me de não estar paralisado. Mas penso melhor e não erro muito . Mutzborg confessa timidamente que há uma coisa que não nos revelou. fico com a certeza de que a fórmula incluiu cantáridas. mas corri ela tinha de ser ali mes mo... até a mãe tinha ido para o jardim.. A cabra.. Ela desliga todas as lu zes da sala.. mas também não atingiu a plenitude da maio r parte das gajas que me têm tocado ultimamente. Está cheia com um líquido negro. Ernest estraga o efeito dando um beliscão no cu da mulher e fazendo-a ganir. Toda a gente está entusiasmada com este invent o. Mutzborg continua a ressonar. vamos? Tal e qual . e mantém-se fora o tempo suficiente para que todos bebam outro copo. Mutzborg.. que nos diz nunca anteriormente se ter atrevido a mais 111 do que um gole. Mutzborg incluído.. Depois do terceiro copo... depois vamos para o divã. Estou com uma erecção desde que Ernest e a mulher saíram. ou pouco mais... com o velho dela adormecido na cadeira . sabe o que está ali ... o ventre é liso. No fim de o ouvir. preci samente quando vão a atravessar a porta. Ernest é o único que continua a cantar. e a filha está a catr apiscar-me. Não é tão nova que ainda saiba a leite.. destilada a partir de uma combinação de absinto.. e a mulher de Mutzborg começa a dar indícios de euforia. É uma beb ida que ele inventou..a bebida é extremament e enjoativa depois do primeiro gole. espesso. cereais.. ou coisa parecida.. Ernest está sentado no divã ao l ado da mulher de Mutzborg.. todos em diferentes notas. deixando-me ver tudo até ac ima. às calcinhas brancas. Cinco minutos. tem uma mão por trás dela e está a apalpar-lhe o cu. certas plantas e Deus sabe que mais.rangeira. e começa ímediatamente a cantar. ao co . que eu a princípio tomo por tinta ou então um explosivo líquido. vamos?. saltitando em redor para arranjar cigarros ou isto ou aquilo. Tem o gosto a madeira do gin americano de contrabando... Vai buscar uma garrafa e ergue-a contra a luz. e no fim desses cinco minutos é o melhor espécirrie que eu alguma vez tive 112 para apresentar. E nem sequer foi desperdiçado com aquela gaja.. Remexe-se na cadeira como se tivesse um besouro no cu. É mais do que um simples formigueiro . e muito em breve saltita para um adormecimento compl eto.

. depois de sentir os b igodes de John a esfregarem-se contra o seu ventre. "Oh. como se me estivesse a tirar o retrato. Depois mandamos tudo para o diabo.. aliás parece nem reparar. impede-me a mim de retirar a mão. e pelo andar da carruage m. com Ernest. e o mesmo principio que a impede a ela de pôr a saia pa ra baixo e se cobrir.. Estou-me nas tintas se a Câmara dos Deputados. mas isso é uma coisa que tem de ser feita por etapas. A mulher volta a pedir-nos "perdã". de forma a toda a gente lhe poder v er o cu. Contempla-nos calmamente enquanto eu acabo de despir a filha. despe-lhe o vestido pela cabeça.. também. Sei que Ernest está desejoso de ver toda a cena até ao fim. As meias. a mãe da rapariga também o está. Isto por parte das duas gajas de Mutzborg.. Ela não se im porta. torcendo as mãos. "Oh.ntrário das tetas... Não vale a pena puxar-lhe o vestido para baixo nesta altura. meu Deus!" De repente cai dos joel hos de Ernest.. ela está sentada de cu no soalho. começa a brincar com ela.. Devia estar húmido no jardim. mas está bêbeda e drogada.. e antes de ele a poder amparar. Mas depois de eu a acariciar um pouco. Ernest enfia-lhe a mão por baixo do vestido e. já que não pode fazer mais nada. os efeitos do licor ainda permanecem. po is quanto mais tempo leva. e com um ar tão natural como se estivesse completamente vest ida. Cobre-se com as mãos e mantém as coxas apertadas. Passam ainda dez minutos até eu recuperar a coragem necessária para recomeçar o ataque e para Ernest levantar o vestido à gaja dele. A mulher tirou o mangalho de Ernest para fora e entretém-se corri ele. ' "Pedir perdão. Está irresoluta." A mulher agarra Ernest pelo braço e quer que ele torne a sair com el a. Os seus sapatos caem. mas a maior parte da sua atenção incide naquilo que se está a passar do nosso lado. depoi s de ter lançado um olhar cuidadoso a Mutzborg. como cães e. Ernest deixa-se cair na cadeira que a raparig a ocupara até então e puxa a mulher para o seu colo. mas quando me vê igualmente despi r. Permite q . sentada sobre o grande cu. E ali fica. Quero de spi-Ia... Temos uma pequena discussão sobre quase tudo@' o que eu quero fazer. e enquanto vão discorrendo.. só corri a s meias e os sapatos.. 114 A miúda. Aparent emente as suas teorias não vão tão longe que abarquem o preceito das pessoas poderem f oder abertamente. 113 A rapariga está terrivelmente embaraçada. Há uma conversa ac erca de se ser perfeitamente natural. Ernest e eu não temos opinião na matéria. segundo toda a evidência. é uma nova experiência para ela ver a filha ser despida para o acto do amor. Mas não me importo. quiser vir assistir. a princípio.. mas está a raciocinar. Não preciso de ir a nen hum sítio .. mas deixa de puxar pelo braço de Ernest.. meu Deus!" exclama. em peso. ela sai da concha. parece ficar ansiosa.. Reparo que a braguilha de Ernest tem dois botões desabotoados . Tenho-lhe a saia levantada até à cintura e estou a tirar-lhe as calcinhas quando surgem de regre sso o grande Ernest e a mamã. o u o que quer que seja que a beberragem de Mutzborg nos tenha feito -e acaba por entrar. mas não exagera. tenta esconder a sua pequena nêspera.. É uma miúda simpática. Ernest não a consegue levantar e ela mantém-se demasiado preocupada com o que está a c ontecer à filha para lhe dar a atenção de que ele acha ser merecedor.. . A miúda deve sentir o mesmo . ainda mantenho uma mão sobre as suas coxas. maior se torna o John Thursday. A miúda cora um pouco mais. Ela cora e olha para a parede... e está a apetecer-lhe . Por fim. depois tenho de lhe levantar a saia e dar-lhe um bom apa lpão antes de ir mais além. o vestido arregaçado e a nèspera a apontar na minha direcção. mas ele faz finca-pé e fica a olhar para a rapariga e para mim..

. A miúda é uma foda maravilhosa.. gritando que a vai obrigar a chupá-l o até ela o respeitar minimamente. atra vés da sala. finalmente... dizendo-lhe que ainda vai acordar o marido. aliás até gostava que ele acordasse me smo. Começa a põr-se em pé. Fica tão chocada ao ver Ernest escarranch ado em cima da mãe... solta um longo Oo h! de embaraço mas a única modificação que isso provoca é tomar a foda ainda melhor. Mas depois de estar todo metido. então eu nunc a vi nenhuma. Oli.... e os tomates se esvaíssem dentro daquela vagina ávida. apoiada nas mãos e nos joelhos. dando-lhe toda a sua bucal atenção.. a mãe sente um desejo súbito de estar mesmo em cima do acontecimento. Os olhos da mãe alargam-se e é evidente que vai dizer qualquer coisa. A mamã interessa-se por esta nova situação. Ele está deitado de costas com ambas as mãos sob a cabeça. Mesmo em frente de Mutzborg. Mas transporta-me numa cavalgada formidável. fica tudo uma perf eição. O mangalho ainda não teve tempo de se endire itar. e quando Ernest vê o que se está a passar decide-se finalmente a exigir os seus direitos. se esse sapo acordar . É a mãe a apalpar-me e a acariciar-me. co m o nariz bem no centro daquela comichão que lhe faz dar ao eu. Depois. Em consonância com o espírito do momento. a miúda ainda fica melhor do que há pouco. Já não precisa de se lhe sentar em cima das mamas para lhe mant er a piça dentro da boca.. Tenho a vaga impressão de que Mutzborg inventou qualquer coisa que vale a pena. até ao divã onde fica com a cabeça apoiada a espreitar-nos. Depois de já estarmos em função há uns cinco minutos. volto a rapariga de lado. pergunto eu à miúda enquanto assistimos àquilo.. permite que lhe faça cócegas no ânus . Porém Ernest está furioso .. Não tira os olhos de Ernest e da mãe . como se fosse uma collie enorme. nas águas profundas. Mas que raio é que está mal com a sua piça? quer ele saber. A rapar iga envolve-me nos seus braços. Levanta-se e atira com a r oupa para o chão.. A dora que se deitem com ela. agora. salta em cima dela e sac ode-lhe o mangalho na cara.. a ser vir de almofada.. ma s aqui não existe qualquer vestígio do vestígio de desespero que encontrei em Tania. Além de que respondeu depressa demais. zangado. fazê-lo entrar nela não é limitar-nos simplesme nte a apontar-lhe a cabeça para aqueles lados. Gatinha. que tem o ventre em fogo que a sua "borme-bouche" se está a virar de dentro para fora. de modo a poder utilizar a força como persuasão. tudo é permitido.... isso é evidente.. Ainda não há um minuto que estou a foder a miúda nessa posição quando sinto mais qualquer coisa além da cona em volta do marzápio. Deslizo pelo divã.. e cada vez que espraia os olhos na direcção da mãe. No instante seguinte está a arrastar a gaja por um pé. e a miúda tem-no na boca. mas não é nenhuma tarada sexual. quan do ela se atira a ele com toda a força e está definitivamente e sem discussão a chupá-lo .. grita que se está a vir. mas q uando ela vê o que está para vir. e ela curva-se sobre ele. Ainda está corada. de forma a que tudo possa ser observado. em nenhuma circunstãncia ela permitiria que a piça lhe fosse arrebatada. Está a mentir. e ela ela está a tentar acalmá-lo.. Já alguma vez fez aquilo. se necessário. agora.. Nem o facto de Ernest exibir uma tora de todo o tamanho a retém .. É um tanto apertada para Jean Jetidi .. O seu corpo possui vitalidade e também experiência.. Sinto como se o es tômago me caísse pelo cu.. mas . claro que não . Mas quando Ernest obtém a recompensa. algures lá em cima. Urra como um índio. aquilo nunca. a cabra. se ela não é uma brochista. Entretanto Ernest conseguiu.. quase a seus pés.ue eu lhe ponha a mão na cona. mas é um esforço demasiado. Zás! O marzápio explodiu-me. desce do divã e ajoelha à minha frente. que pára de foder.. com o eu virado para a cara da mãe. ne m por um segundo. diz ele. fazer com que a sua gaja se interessass e pelo seu material. quando a puta finalmente se entrega e o engole como ele quer... É claro que a miúda quer ver o que se passa... engo le-o todo. enfiando-lhe pela boca aquela tora imperial.. não se importa um peido ou mesmo 115 meio peido..

.. ergue a c abeça. a mulher leva as mãos à boca. e quando a fodo a sério. aquela piça no recto.. Enfio-lho com facilidade.nesse preciso momento Ernest vem-se. começa a farejar-lhe por baixo do rabo. Ernest põe-lhe a piça na boca e ela recomeça a chupar. Ele e a miúda estavam tão entretidos a observarem-me que se esqueceram deles e ela já lhe tinha feito o broche. mas não se vai lembrar. Tem o olho do cu tão apertado como a filha tem a néspera mas. A única des vantagem da troca é que Ernest com a rapariga ganha o divã. ela. não há a mínima possibilidade de adormecerem quando têm um caralho enfiado no cu. durante vários segundos ninguém faz um movi mento. dentro dela.. tal como ela. a seguir coloca os lábios sobre o pescoço do John T. a rapariga e a mãe. m as sempre foi a favor da variedade. e corno as gajas não se podem opor. Ernest está chateado. Ele ac orda e 117 fixa os olhos. ambas de joelhos. estupidamente. emite sons inarticulad os. ela quer que eu lho desenfie do cu o mais depressa pos sível. cada uma com um caral ho na boca. de certeza.. atinge uma das pernas do marido com força. prendo-lhe as mãos atrás das costas e deixo-a berrar tão alto como lhe apetecer. mas ela nem quer ouvir fala r no assunto.. atemorizada.. em nós. Ela vem-se mesmo antes de mim.. Mas a mãe ouviu.. aparentemente para mostrar à filha como se faz.. por baixo das tetas baloiçantes para ver o que se está a passar lá atrás. deíxando-lhe a piça mole e aparentemente fora de combate para o resto da noi . Agita os braços e.. A rapariga ainda conserva o mangalho de Ernest na boca e quase lhe dá uma dentada quando vê o que me preparo para fazer à mãe.. Quando atravesso a sala para ir ter com ela abraça-me os joelhos e começa a beijar-m e os tomates. Dep ois ele descobre a filha e Ernest.. e a única coisa que el a pode fazer é engolir .. Então Mutzborg boceja.. Já não está mole quando lho tiro da bo ca e a volto ao contrário e lho ponho no cu..T. cerra os olhos e recomeça a ressonar.. olham-se uma à outra 116 em silêncio. acto contínuo. Ernest afirma que ele está de tal maneira embarcado que nem mesmo reconhece quem vê.. sabe tudo acerca da matéria. alarga p assado um tempo de se estar a foder. e é evidente que não é fodida com frequência desta maneira... Que raio estarão elas a pensar é uma coisa que nem pela minha própria vida eu conseguiria imaginar. Estou tão desejoso de experimentar a mamã como e le de papar a miúda.. É muito provável que já tenha ouvido falar des a maneira de fazer a coisa. Levanta o cu de forma a eu poder entrar facilmente. Dou a sugestão de eu e a mãe utilizarmos um dos quartos. Mantém-lhe a cabeça baixa. mete-se pelos olhos dentros. Mas eu conservo-o lá dentro.. Assim que J. Não sei do que é que estamos todos à espera. Quer ficar a ver a sua menina a levar com ele. Excita-se e salta como um coelho a que tivessem atado as perna s. como um lémure.. Baixa a cabeça e espreita ao longo do ventre. é um caso arrumado.. Não que ele não goste da que tem. e já bebeu bastante do elixjr do marido para exibir os seus conhecimentos. subitamente.. querem saber e arribas fazem a p ergunta ao mesmo tempo. Ernest sugere uma troca. diz ele cheio de tacto.. "Ele viu-nos?" É o que as duas. . uma vez desaparecida aquela vasta onda de sensações. depois aninha a cabeça nos braços como se fosse uma gati nha que se prepara para dormir. A minha opinião é de que ele nos viu. e nos últimos segundos tenho de lutar para manter o mangalho. as duas cabras. além de que eu julgo que lhe agrada a ideia de toda esta actividade sexual mesmo deb aixo dos bigodes porcos do marido.. Fá-la menear-se. já está novamente calma. e começa a chupá-lo . Quando me venho.. A miúda ainda está de joelhos e nem sequer tirou o marzápio de Ernest de entre os lábios.. As gajas ficam sossegadas. a minha aperta comigo para eu continuar aquilo que estava a fazer.

Como calmante sugiro-lhe irmos até ao meu apar tamento para dar uma rápida antes do acontecimento principal.. 118 Anna quer unia festa.. Sid Arthur . mas a cabra não vai ni sso. hei-de fazer com que receba aqui lo que está a pedir. Ernest e eu.. diz ela. Pergunto-lha quem é que ela gostaria.. era a mesma coisa que brincar com os b rinquedos antes do Natal ... tudo isto. Eu próprio não estou em condições de fazer seja lá o que for durante unias boas horas. nunca permanecendo muito tempo no mesmo lugar. por isso quando regresso ao meu apartamento Sid e Arthur já lá estão. E toda a gente vai estar embriagada e tor nar as coisas muito divertidas. naquele ponto em que um copo a mais tem um longo caminho a percorrer. Daqui para o futuro vai ser: faz o que te apetecer e para o Inferno com o sermos aquilo que não queremos ser. pelo menos por mais um assal to. acha que servem? Si m.. quando urna tarde nos erico ntramos num café. . Não é a ela que compete quebrar o gelo? Se ela não disser nada a esse respeito quando voltar... Por outras palavras. no centro de um universo simultaneam ente receoso e enjoado. Mantenho-me afastado de mulheres durante os quatro dias anteriores ao encontro. ingurgitando dúzias de ovos e de ostras .. Levo-a a jantar. Senta-se ao nosso colo. mas não faz mal . tem a aparência e o comportamento de uma senhora. dá-nos tempo a ficar com tesão. sob a aparência de simples camarada gem. encaminhamo-nos para casa de Ernest. conversando um bocado pa ra que a coisa não pareça tão à bruta..te. nunca antes fez nada de tão explícito... Faço companhia a Anna durante a parte da tarde do dia da sua festa. que diabo . figura direita como um fus o.. Aquela cabra. mas Anna mudou rnuito em pouco tempo. experimentamos súbitas dificuldades ambulatórias e damos por nós a chocar com a mobília e um com o outro com desagradável regularidade. irias muito próxima.. ela é o tipo perfeito para a espécie de coisa que pro põe . Está nervosa . Ernest chega um copo mai s tarde. Nem cheiro. fazer uma proposta daquelas! Bom.... Faz-me a proposta francamente.. Olham todos para mim. ela pensa que sim. Ninguém levanta a mais pe quena objecção em receber dinheiro para comprar bebidas alcoólicas. ele mais que o compensou no bar onde tem estado . N estas coisas não é atar e pôr ao fumeíro. até chegar a altura. Anna circula de mão em mão.. Apresentamos as nossas desculpas. Esta não é a Anna que eu conheci durante todos estes meses. Agarrando-nos desesperadamente um ao outro. Além de que. mas. e quando sente que estamos duros vaise embora para outro sítio . claro. Sid garante que lhe sa lta em cima e a viola. De manhã estamos ambo s com a pior ressaca das nossas vidas. Depois desaparece durante alguns minutos. Não tenho a rnais ínfima dificuldade em organizar as coisas. vestimo-nos e saímos.. Merda. não demasiados.... Bebendo calmamente. mas em número suficiente para se passar um bocado interessante.. deixámos passar três horas até a festa animar... Gostaria de organizar as coisas de forma a que alguns amigos íntimos a fodessern p or atacado numa das próximas noites.. É claro que não há um táxi à vista. e depois perdemos muito tempo a engarrafar as bebidas. pela quarta vez.. assim estaria bem.... quando é que vamos foder? querem todos eles saber. Arthur mostra-nos... possui todos os caríssimos atributos que lhe permiterri conduzir-se como uma puta de dez franco s..... se bem que as tipas gostassem que a farra continuasse. veste alegremente e possui algum dinheiro.. Ernest. 119 Nesta altura já toda a gente está farta. o truque que consiste em despir o casaco sem tirar o colete. Uma coisa é certa. uma noite como esta é tão má como uma com Miss Cavendisl i.

. merda.. e se há alguma coisa que o consig a não há dúvida que é a maneira como Arthur a está a tratar. ou então ela terá de as vestir novamente quando for a sua v ez de a comer. conseg ue encher todo o quarto com o seu fedor. Anna olha em volta com olhos que já começam a ficar vidrados. É Arthur quem lhe deita a mão. Nem mesmo se di gna dar uma vista de olhos àquelas telas maravilhosas. dêem-me só a cona. Até fico com a impressão que tem as orelhas inclinadas para trás.. O meu rei conquista-a. Estou tão acelerado....No meio desta conversa. a minha piça ainda não se foi inteiramente abaixo.. fodendo tão violentamente quanto pode. se alguém me viesse visitar agora.. mas Anna mantém-se fiel ao combinado. É rápido e quente. é suficientemente bom enquant o dura. só com um buraquinho no lugar da cona. Que festa tão adorável. Para alguma coisa eu aprendi a jogar com cartas viciadas.. Levamo-la. uma sena e E rnest um terno.. Está deitada na cama e observa-nos a despir-nos. agarra-me o caralho com as duas mãos.... parece ser a ideia de Arthur. "Aqui têm".. numa tentativa de a subornar para ela o deixar ser o primeiro. Anna ainda não se veio. Bom. ébria. Parece um coelho enquanto a come. Oli. excepção feita a um longo colar de pedras negras que pende entre eles.. mas já se foi antes de eu ter possibilidade de gozar um pouco. mas Anna é a rapariga indicada para tratar de mim. como deve ser... e nada mais. Eu reivindico os direitos de anfitrião.. e aplica-lhe u m tratamento que dá resultados imediatos. à falta de melhor. empanturrei-me tanto com marisco e lacticínios que me venho quase antes de começar a fodê-la.... mas pu ra e simplesmente não se mantém.. Não estou com a tora que devia estar. Ela cai-lhe no colo e deixa-o brincar com ela enquan to estala uma discussão sobre quem a vai comer em primeiro lugar.. Fundo penetra a sua piça. e A rthur quase penetra com ela. 120 Há uma data de palpites no ar enquanto me dispo.. Anna é a única pessoa que parece não te r opinião quanto à forma como deve ser manobrada. e eu bem vejo que Anna sente o John T.. 121 ainda bem que amanhã é o dia em que devo mudar de lençóis. Assim que eu acabo.. Assim que estou na cama. ou isso. salta Arthur. Como prêmio de consolação Ernest exige o direito de lhe despir as calc inhas. afagando a pele e oscilando l igeiramente quando ela anda. É na verdade notável como é que uma cona pequena. para o quarto e Ernest tira-lhe as cuecas e os sapatos. todos os quatro. Dá-lhe palmadas no cu para lhe acelerar os movimentos. podia ser metida dentro de um oleado . faça isto ou faça aquilo. Ernest dá um grito e atira-se a ela. Quando a começo realmente a foder.. embor a Arthur a martele com o marzápio como se estivesse a cometer um assassínio com ele. sapatos. Um olhar na sua direcção poupa quaisquer espe culações.. Sid.. ou mesmo uma das grandes. falha e cai da cadeira. Arthur teve um valete. Jesus. não me aguento muito tempo. O resto dela q ue vá para o inferno. ordena-lhe que se vire par a aqui ou para ali. dá a impressão de estar receosa. Anna regressa. diz Anna. diz que precisa de uma fôda. Sid e Ernest estão ambos d e pé. Mexe as pernas e abraça Arthur contra ela. balbucia Anna. com os marzápios tão protuberantes como tubos de ferro.. o que me admira é não atrair pessoas desde a entrada do prédio.. mais do q ue qualquer um de nós. como se tivesse entrado com umas boas .. e Arthur estaria igualmente feliz. por qualquer motivo. E a cama. é óbvio que Anna quer que a façam sentir-se puta. Arranjo um baralho e jogamos Anna. Podia ter um saco enfiado na cabeça.. Enquanto está nisto arranja maneira de lhe enfiar o dedo na néspera. Sid. não precisava de entrar no quarto para sab er que havia uma gaja nas redondezas. Os seus magníficos marmelos estão nus. Talvez seja verdade qu e os ganhos desonestos em breve são esbanjados. diz ele...... Traz' calcinhas.

Gatinha para mim... exactamente quando este lhe atira a primeira esguichadela. Se ele quisesse. Mas agora que Sid a fez atravessar a p rimeira barreira.. Ernest deve ter estado a seguir o meu regime destes últimos dias... parece. fode-a de tal maneira que quase a põe fora da cama. escorre-l he pelas coxas.. Está pega joso. depois passa-lhe por cima e continua a fodé-1a do outro lado. . Anna vem-se mais facilmente . ele próprio fica entusiasmado em demasia e por fim tem de desis tir e deixar partir o tiro. durante uns minutos. que estão a secar-me em cima.. como que a prová-lo. ela continua a chupar -me o marzápio sem mesmo se dar ao incómodo de levantar os olhos. quando me apanha sentado na cama e começa a lamber-me a piça e os tomates. quem raio. Como se o quises se compensar por causa disso.. e enfia-se entre eles. não deixa que isso i nterfira com o acto .. mas não consegue fa zer com que ela se venha uma segunda vez. não se aguenta muito mais tempo do que eu. Há alguma discussão. comporta-se para ele de uma forma especialmente si mpática. Ela acha esplêndido. e assim que o seu instrumento está ao alcance. Ann a ainda se sente pouco à vontade com Ernest . Mas com Anna não é assim. Sid ainda nem enfiou bem o marzápio na nêspera de Anna quando ela se vem. durante largos minutos. Sid r onca e bufa e dá-lhe palmadas na barriga e puxa-lhe pelas tetas. fica demasiado "grogue" para faze r outra coisa além de estar imóvel e deixar Sid governar-se sozinho. Sid está zangado quando limpa a piça esfregando-a no ventre dela... Podia-se pensar que após uma sessão destas Anna estava pronta... Dentro em breve está tão boa corno sempre. e as suas 122 pernas estão todas sujas . Geme "ohs" e "ahs" várias vezes e.. está tão em brasa que é capaz de lhos arr ancar e os enfiar nos ouvidos. ela põe-lhe as mãos em cima.. Anna está pelos ajustes e. Ernest aproxima-se mais. Está disposta a tudo... e realmente dá o máximo por Anna nos segundos finais. as "despesas" da foda corriam todas por conta d ela.. Sid rodeia a cama e deixa que ela agarre o dele do outro lado . "Porque é que não fazemos a puta chupar-nos a todos?" sugere Sid. Se ele se sente incomodado por ela se conduzir como se estivesse meio morta. Ao tentar excitá-la. O que Anna pensa disto não tem a menor importância e aparentemente está decidida a ser ela mesma a fazer a escolha. que ela está para se vir outra vez. Langonha. Ernest não tem que m exer uma palha. mete o meu mangalho na boca. se não se tomar atenção.. Mas mesmo assim afasta-lhe os joelhos um pouco mais. acorda e começa novamente a dar sinais de vida. aperta-os a ambos até os deixar cor-de-púrpura. se neste momento lhe dissessem para o fazer... ainda não esqueceu a última festa em que esteve com ele. Ainda tem a cona a latejar das últimas flodas que levou. e enquanto Sid está a che gar ao fim. Inundou-a de esperma. Toma-lhe a verga com ambas as mãos e é ela quem a mete . experimentava andar no tecto. deseja foder um lamaçal daquela droga? Obriga Arthur a limpá-lo com um lenço antes dele se instalar para a sua cavalgada. mas não lhe provocou orgasmo. ou talvez melhor. Mais ou menos a meio do núme ro Arina parece lembrar-se do que lhe está a contecer. no fim de contas não censuro Ernest por fazer um cagaçal.. Quando Ernest lhe abre as pernas Anna apresenta uma vagina num estado tão confuso como eu nunca vi outra.massas para ir para a cama com ela. seja como for.. mas continua tão interessada nos nossos caralhos como sempre. com um esticão que quase arranca os pés da cama. mesmo que não fosse para o resto da noite pelo menos o tempo suficiente para recuperar o fôlego. e ambos se satisfazem mutuamente. juntamente com os seus próprios fluídos. Arthur termina. pois enquanto isto se passa.. vem-se com Ernest. Ernest acha que a deveríamos deixar limpar-nos as piças. até todas lh e terem passado pela boca. do meu esperma e dos líquidos dela. mas depois d e uma ou duas chupadelas fica tão limpo como novo. quer ele saber.. a cabra..

. Vai enrabá-la. principalmente sendo de graça. suponho. a seguir obriga-a a me ter os dedos na nêspera e depois a lambê-los até fica.. "Vá. Ernest enfia-lhe as cuecas na boca... Mas com pessoas que ela vê todos os dias. "Que se foda o tapete".. mija-lhe no cu .lo. utilizará um sumário. Não tem dificuldade em arranjar clientes.. Sid deita -se de costas no divã e ela inclina-se sobre ele.. Anna não mais se dirigirá a um de nós por "eh! tu". diz ele. quando está a fazer a segunda passagem sobre Anna.... Quero ver isso. Levantamos Anna da cama e transportamo-la de regresso à sala da mesma forma que a tínhamos trazido. Sid sabe o que é que se deve fazer num caso destes... que está sentado no divã.. de scubro que a vagina lhe pinga e que há uma poça de langonha e de líquidos vaginais sob re a minha carpete. Bebemos todos mais urna rodada. Depois passa sucessivamente de um para outro. será interessante se todos se aprox imarem... digo-lhe. Quando reentra na sala.. toma-se numa belíssima foda quando t em um caralho na boca.. nem com os nomes que escolhem para lhe chamar nem corri o facto de Arthur exigir que ela o trate por "SIR" quando s e lhe dirige. Mas enquanto ela lho faz." .. Ernest. depois disto . Sid manda um berro. As contas pretas arrastam pelo 123 chão.. avisa-o ele . Anna é uma esplêndida brochista quando tem um caralho encavado no cu. pois o licor ainda lá está.rem limpos. Não se importa com nada . Anna vai provar o sabor de cada um de nós antes de prosse guirmos. Mantém-se ajoelhada durante muito tempo em frente de Sid .. vai ter de o lamber como Anna fez. Merda.. vai-lhe acontece r sempre que lhe dirijam a palavra ou pronunciem o seu nome. Anna despeja o copo pela goela abaixo o mais d epressa que pode e imediatamente se deixa cair sobre os joelhos. que por acaso é a de Arthur. Arthur resolve.. podia compreender que Anna se deixasse abandalhar comple tamente. composto por uma única palavra. Todavia isto não se r evela prático. Ernest tenta convencê-lo a desistir da ideia. agarra-a. Recebe o máximo encorajamento possível. Sid decidiu que esta combinação é perfeita . de modo a permitir que nos coloquem os em pé por trás dela e a possamos foder nessa posição. Ernest e eu.. acrescenta. e começa a tentar fazê. Qual o significado de um nome? Diabo. a mim parece-me que é pior ser-se puta com os amigos do que o se r com pessoas completamente desconhecidas... Lem bra-se que ele desejava que ela lhe fizesse broche.. com gente que ela tivesse intenção de nunca mai s voltar a ver na vida.... De facto. diz -lhe. depois Arthur. O briga-a a curvar-se reverentemente à sua frente e a lamber aquilo .. Arthur volta-se para mim. junto à borda da coisa... mas de cu para cima. em direcção à piça mais próxima. que devia ser u m gozo fodido mijar-lhe no cu.. de toda a putanhice babosa que exibe . com os braços e as pernas abertas. apoiando-se sobre o ventre e est icando o cu para fora.. apesar de interessante. A coisa funciona nos dois sentidos.Por fim está resolvido . Com alguém que não conhecesse muito bem. até nos dar a todos o mesmo tratamento.. Ainda tem cheiro da cona dela? Anna não se importa. E.. tanto de Arthur como do resto d a assistência. um nome é tudo .. Sid mete-lhe o mangalho na boca. um inlervalo para respirarmos e é decidido que a cerimônia terá lugar no ou tro quarto... desta forma a degradação não a ating e somente na única vez em que se apresenta como uma reles puta. Anna encontra uma solução para aquilo que poderia degenerar numa séria discussão. que ela encontra na rua.. quer que ela lhe chupe o marzáp io... todos três nos reve samos a comer-lhe o cu. pelo que finalmente se corre com ela para o lavatório para que se lave. Os seus sapatos ficam para trás com o rest o das nossas roupas . Só é prec so que Sid se deite no divã para ambos 124 poderem ser satisfeitos.. é simplesmente uma ques tão de preferência de extremidades. reciprocamente. em festas...

Após o que parece ser uma eternidade tem-nos a ambos no ponto de se virem. O cu de Anna não é diferente de qualquer outro cu qu e ele já tenha comido. puxa o bidé e dá-o a Anna para ela o colocar debaixo do queixo .. segundo parece... como prometera. informa-nos . e Anna continua a acariciá-los para os encorajar.. sem a mais pequena alteração no rosto.. o cu dela... Sid... Sid. está a fazer as coisas mais bizarras que ele alguma vez sentiu . Anna. mantém a piça enfiada e nem uma gota sai . Sid está sentado no divã. masturbando-os a ambos.. "Porra. A descrição de Arthur despertou o interesse de Ernest .. pergunta-me se eu também estou interess ado em praticar. diz ele. quer ser ele próprio a experimentar o tal negócio. . é necessária uma dosagem abundante e frequente para manter as coisas em ordeni. e como ela goza corri essa colorida descrição! Há imenso tempo que não se abre uma janela ou uma porta. mas f resca como sempre.. encoraja-o Sid.... mas é somente uma medida temporária."Claro...... uma polegada mais ou menos. enquanto engole a dose dupla de esporra. que provavelmente já sabe da história.. Observo Anna a ch upar Ernest e Arthur em simultâneo.. " E assim Arthur abre as comportas. e depois deixamo-la orientar-se por si própria. quase em conjunto.. A garganta de Anna produz ruídos abafados.. arranca-lh e os pormenores da noite passada com Ernest. mas não lhe mete a piça na boca enquanto ela não bochechar e cuspir aquilo que ainda tem lá dentro. já conhece o gosto do mijo.. Durante a sua auséncia Sid ajudou-me a encher o bidé. Depois. Mas Anna. depois de se ter vi ndo e se ter assegurado de que Arma engoliu tudo o que lhe despejara na boca.. a atmosfera está pesada e quente e carre gada com fumo de cigarro.. e como sempre desejosa ...... precipito-me lá para dent ro para o ir buscar mas quando volto verifico que a troca já se efectuou . dizendo que lhe pregámos uma partida suja. após o que Sid a atira para cima do divã e a despacha rapidamente. mas não pode fazer nada.... é que já está a chegar-lhe ao marzápio.. recebe o mijo nas faces. su gere a melhor solução. principalmente depois de beber ou tro copo de rum. a única maneira de bochechar é com o mijo que o próprio Sid vai for necer. Sid. empurra e enfia até ter os dois caralhos ao mesmo tempo na sua boca esticada. com o cu cheio de mijo. Um copo aclara as coisas durante um bocado. dirige-se para a casa de banho ... gorgolejantes. Depois de mijar.. gentilmente.. Arthur e eu . Sid mantém-lhe a cabeça e m baixo.. deitada no divã como anteriormente e trabalhando os dois em conjunto. Balanceando cuidado samente as nádegas. 126 Sid quer que ela o chupe de modo a ele poder-lhe ir ao cu. Sid parece estar a ten tar apalpar-lhe o cu de cima para baixo. Bang! Ambos se aliviam.. manda-se agora duplament e quando Ernest lho faz.. Três minutos depois está de volta . mija-lhe".. Atraiçoa-se completamente . jura que havia de exigir que lhe devolvessem o dinheiro. Se estivéssemos numa casa de putas. talvez nós a obriguemos a larnbè-lo . diz. Ernest diz que foi aldrabado.. 125 Anna mandou-se ao ar quando Arthur mijou dentro dela. directamente . sobre o queixo e na boca. a seguir põe a piça junto da boca dela e deixa correr... Anna só o d escobre quando torna a pôr o caralho de Sid na boca. Para mim as coisas começam a perder nitidez e as horas começam a arrastar-se pesadam ente.. O gargalo de uma garrafa é-lhe enfiado muito delicadamente no recto. Recordo-me que ainda não me consegui ver livre daquele bidé. Pela primeira vez Anna reage de uma forma remo tamente parecida com um protesto. aguen tam-lhe o ânus com os polegares e o mangalho de Ernest funciona como tampão. com o mangalho na boca. entretido a brincar-lhe com a rata e também ela se está quase a vir. Ernest e eu agarramos-lhe as pernas para a impe dir de dar pontapés e Arthur enche-a.. torna-se um problema... E.

Os três .... Ela leva duas fodas por cada bebida.. beija-as. O ritmo aumenta. Por fim estamos exaustos. a luz que dele provém expande-se e ilumina toda a sala. O colar partiu-se e as contas espalham-se pelo chão.. "Não quero saber como é que consegues. Em breve o está a beijar e a lamber.. df 1 had them l'd be King!"* . depois. Arthur e Ernest . nunca mais terá razão de queixa...... pensa que se trata de um aparelho para lhe fazer cócegas lá dentro. Entrementes Ernest teve uma ideia. said the Queen. cheia de gratidão lambe os dedo s dos pés de Arthur quando ele a senta no penico por lhe pedir para fazerem "tetebeche" . Esquecemo-nos das cuecas. com o contributo de todos. Ultrapassam-se todas as barreiras . segundo dis seram. chupa-o... e percorre-o com a língua quando se está a vir. Anna vê-se aflita para encontrar um caralho em forma para a foder e persiste em ir de um para outro de nós quatro... e vão despejar-lha à porta... Anna implora. vem-s'e duas vezes antes de lhe desenfiar o John Thursd ay .. Dou-lhe uma bela foda... Está tão grogue que não se aguent a em pé sozinha. Têm a direcção do peido velho que a tem por conta. até a extinguir mais uma vez. De repente Sid atira fora o cinto e salta-lhe para cima. e fica preocupada quando o vê r etirar de dentro dela o marzápio. Anna está demasiado estoirada para se vestir.. Olho o copo fixamente . mas nós continuamos. Sid. a partir de agora ela fará tudo. parece não sentir o cinto. 127 Já levou tantas que está apalermada.. Deixo-a trabalhar-me a verga enquanto Sid se está a vir em cima dela.. Regra geral somos dois a trabalhá-la em simultàneo.. chu pando uma suce"o de mangalhos húmidos e moles tentando encontrar uma breve centelh a de vida.. Entrega um cinto a Sid e atira-se-lhe para cima dos j oelhos.. oferecendo-lhe o cu gordo e a brancura das suas coxas.. e quando ele acaba só tenho de ocupar o seu lugar e comê-la à canzana.... tal como a bolsa. Arthur enfia-lhe uma mão-cheia na cona e fode-a.. " Consegue arrasta r-se até ao quarto e voltar. se quiseres . Dou-lhas para ela levar na mão . deixando-lhe o cu à mostra. e mesmo assim não o consegue pôr em pé. estamos com uma média de um copo por cabeça por cada foda de Anna. Enquanto penetro Anna pela rectaguarda ele de ita-se de barriga para baixo com o cu debaixo da cara dela..... Lambe-lhe as bochechas. Depois desta festa. Vai ser uma surpresa maravilhosa para ele . Ernest insiste em que devemos ter a certeza de lhe devo lver todos os acessórios.. um após outro chupa-nos o cu. é necessár ia uma certa persuasão violenta para a convencer. 128 Il PARTE "Balls". por fim põe os braços em volta das coxas de Ernest e encosta a boca ao seu recto.. tenta todos os truq ues.. Mas Anna quer mais uma foda.... Ela adora. Arremesso-o para o cliSo e quando aquele resplendor minúsculo de luz ambarina desa parece.. Sid começa a baterlhe e os golpes ficam-lhe impressos em linhas cruzadas sobre a pele . Escorropichando uma garrafa após out ra consigo espremer mais um copo. Da janela vejo um motorista de táxi ajudá-los a entrar para o automóv el. e serve-se do alfinete para lhe levantar o vestido atrás... não esperneia. Pior ou melhor lá conseguimos vesti-Ia ... Há um pequeno alfinete-de-ama que fica esquecido depo is de termos acabado . sem mais nada. é a indicação inexorável de que a festa acabou.. lá arranjam maneira de ela descer as escadas e sair para a rua. aparentemente em estado meio comatoso. a escuridão abate-se sobre mim e tudo submerge. bate-me. Acabaram-se as bebidas . mas Anna finalmente é chamada à razão ....É agora a minha vez.. mas Sid é o único que ainda tem um bocadinh o de tusa. Anna não s e move. quando encontra uma. mergulha. Tenho a certeza que é incapaz de dizer quem a f ode.. Além de Arthur. Experimenta-nos a todos.

Agarra as roupas a monte. aninha-se na c adeira junto de mim e oferece-me a bebida. dá a impressão de poder explodir-nos nas mãos. enquanto me dispo. sai do carro e afasta-se pela rua. provavelmente. das que se atiram ao ar se as tentamos apalpar fora do quarto. Caramba. E ainda está a beber goles da garrafa.. aguardámos cinco longos m inutos enquanto ela procurava as chaves. um número demasiado grande de pessoas que eu conheço já estão meio mortas. limito-me a fodê-las. mas.. Corre-me o fecho das calças e agarra o meu pénis. o seu pec ado parece não ter qualquer gravidade. como da inferior. um pouco mais. Senta-se apoiada num cotovelo e acari cia a pintelheira. Alexandra leva-me directamente para o quarto. desde que não corte bebés em fatias. No quarto. Mas ao encostar o carro junto ao passeio. todas as vias vão dar a Paris.. sem o menor interesse por aquilo que no s provocam. Sempre a conheci como uma puta. mas para conservá-lo na mão. Mas não estou surpreendido por aí além.. Sugiro várias vezes que seria uma boa ideia se Alexandra cobrisse. o pénis ficou tão grande como .. não para brincar com ele. os seus divertimentos não são maçaãires. abanam os rabos mesmo debaixo dos nossos narizes. Charenton . ela está tão nua como começamos a viagem. Nem seque r então veste o quer que seja. O brandy acalmou-a soment e um pouco. Já desisti de as tentar compreender.... " se eu as tivesse. Sou daqueles que não nec essitam de tomar brand 'v para penetrar uma mulher. exclamou a rainha. Depois e nesta figura. Poupa-se muito esforço. o que é m ais do que se possa dizer dos seus mais respeitáveis irmãos. estas gajas . sem dúvida. Depois de incli nar algumas vezes a garrafa de brandy. seria rei! " LIVRO 1 UMA MISSA NEGRA E UMA ANÃ PARA QUALQUER PESSOA nas condições de Alexandra. um bife para o a lmoço de amanhã. subindo os degraus à minha frente. mas se se dá algum valor ao nosso tempo. antes de se fazer alguma coisa para atenuar a comichão que a atacou. a erecção que tive lá junto de C harenton vem-me novamente. a dosagem lib eral de dois grandes remédios específicos: álcool e cama. só encontro uma solução . eis um homem! Pelo menos. única maneir a de se certificar de que o membro está ali e não consegue fugir. se bem que os tremores já lhe tenham p assado há muito. As coxas de Alexandra começam a ficar cobertas por fluído vaginal.<Bolas".... para ver o que acontece quando lhe arrancar. fica sossegada. Num carro fecha do. mas deste sítio aonde ela me tro uxe. Pode-se comer uma gaja em vinte minutos... ante s de eu encontrar o botão dos faróis..Canterbury .... Andamos nele.. à dentada. A experiência da missa de Char enton deixou-a trémula e incoerente. tanto da cabeça superior. mas está nervosa em demasia. não pode. consegue-se finalmente perceber a força daquela droga que as mulheres segregam continuamente entre as pernas . quase até aos joelhos .. mas das discretas.. o corpo. de forma alguma. logo após poucos quilómetros percorridos.. com os vidros corridos.. Respeito a sua vita lidade e estou-me nas tintas para os fins a que se destina. ela continua tão tensa como antes... mas capaz de encontrar o brandy que está sempre no carro. não têm respeito por ninguém. E desde que ele não comet a excessos. Ainda nua. Deita-se e resolve esperar que eu lh e faça as honras. Nunca vi Alexandra fazer figuras destas. perigoso. com o cu a ondear junto da minha cara. não nos podemos dar ao luxo de responder a todas as perguntas que nos fazem durante esses vinte minutos. Não conheço as estradas e Alexandra está demasiadamente histérica para raciocinar friamente. 131 Alexandra não sossega .. estremecendo como u ma máquina maravilhosa. nem pratique canibalismo.. Só tomo um gole. Desde que Alexandra começou a brincar com ele no carro. Sinto a tentação de ferrar os dentes naquele cu rechonchudo que e la exibe. a louca velocidade. Alexandra conserva as suas opiniões sobre o assunto para si própria. Um pouco mais espectacular do que a marca u sual de evangelização. não gosto muito de conduzir em Paris com uma gaja nua no carro..

. mas eu tenho uma razão para crer que não seria tanto tempo . de forma que lhe possa ver bem a cara . tem um filho ... qu ando uma. como pulgas.. Ou talvez seja do ângulo como a vejo. não s e satisfaz em engolir apenas o meu esperma. para andar aos saltos como se fosse uma bola de borracha..T.... Acho que um homem devia ter uma fotografia sua tirada quando está numa forma daqu elas.T. Mas Alexandra devia ter uma f aixa de ouro à volta da cabeça. fora da cama a gaja tem class e e estilo de grande senhora.. 132 depois de me ter despido. Um a vez isto acontecido.. Do mesmo m odo. É uma erecção tã aravilhosa que. o marido julga-o o confessor da mulher e sente-se feliz por eles se trancarem horas a fi o .. porque só penso nisso nas ocasiões em que lava os "bigodes" do J. mais tarde. Reparei na mulher que servia de altar na missa... supostamente :inteligente. Puxo os cabelos de Alexandra para cima das suas orelhas. Deve s er da maneira como ela mantém os lábios. finalmente resolve o caso por si... A sua língua assemelha-se a uma pequena cobra a correr pela minh a barriga abaixo. percebo logo que ele vai sair de lá mole... depois de todo o trabalho que tive para ela mo chupar. pode formular uma pergunta daquela maneira. puxo a almofada para debaixo dos meus ombros e tiro-lhe os ganchos do cabelo. para a mostrar ao chefe quando fosse pedir aumento de ordenado.. Agarra-me o pénis e acaricia-lhe a cabeça com os lábios .T.. aos netos. D eita a cabeça no meu colo e começa a fazer amor corri o J. ao princípio .. depois dis . T. Sinto q ue centilitros de esperma são chupados para fora do meu pénis e Alexandra age como se pretendesse chupar-me também os testículos. uma víbora para brincar e uma pena de pavão para fazer cóc egas ao pénis.. A sua boca gorgoleja como uma palhinha no fundo de um copo .. pergunta Alexandra . e há demasiada carne nos seus ossos.. começa. J... Aquela gaja.... antes que eu me deite na cama. diz-me ela. quer engolir o meu pénís e. Quando põe novamente o J. está assanhado e não se importa mesmo nada que eu perca a tesão antes de ela o poder provar debaix o do cu. não tem pressa. há tempo para tudo. até que chegamos a um compromisso. Sentimo-nos satisfeitos na companhia de Alex andra e só quando se come alguém como ela é que se pode realmente ver o pouco que se g oza nessas fodas rápidas que terminam como se fossem uma explosão.o meu pulso e sinto os testículos corno se alguém os tivesse atado em nós. " Ela inclina novamente a cabeça e lambe-me a barriga enquanto roça o queixo pela cabeça vermelha do J. esticando-os quando está perto do meu pénis. Charenton vai mesmo abertamente a casa dela . Até certo ponto gosta ria de ter estado presente numa das noites em que Alexandra desempenhava um pape l mais activo nas Bruxarias de Canon Charenton . Alexandra desiste da batalha e resolve colaborar. grande. Agarra-o logo e. olho-me ao espelho e admiro-me durante alguns minutos.. Mas digo-lhe que julgo ter uma vaga recordação da referida pessoa. É uma mulher madura. Às vezes há qualquer coisa nas feições de Alexandra que me faz pensar nos egípcios. seria interessante mostrá-la. ao pôr a cara junto à minha barriga. de repente. Geme . indo-se esconder entre as minhas pernas. podia-me chupar o pénis toda a noite. É só então que Alexandra compreende que o J... com o seu nariz bem dentro da garganta dela. mas tem as suas próprias noções sobre o que deve fazer com ele. mas para se conservar o rabo quente no inverno não há nada como o fogo lento de uma lareira.. Alexandra em nada se parece com 133 essas gajas novas que saltitam por cima de nós... e pergunt o a mim próprio como se pode considerar as mulheres senão como uma raça de idiotas... ela tenta escapar-se e eu tenho de lhe segurar a cabeça e empurrá-la para baixo. em seguida ponho-lhe os torno zelos em volta da cintura. "Ela é casada. na boca. T. a ejacular... e nada do que se passa chega ao conhecimento do marido.T.. . tenta metê-lo na boca. O fogo de artifício pode ser bonito. Alexandra admira-o comigo.

.. O membro desli za pelos seus pêlos púbicos. agora. o cheiro do seu sexo. De qualquer forma.. Obviamente. suborna-o com beijos.. Alexandra põe os braços e as pernas à ha volta e o seu sexo fecha-se e engole o Johnny . no campo. Não podia falhar . Por fim. Quer ser penetrada e um dedo na racha é um fraco substituto para aquilo que devia lá estar. quererei eu chupar-lhe a cona? A resposta é que não quero.. Ela faz cócegas nos pêlos de J. da maneira como goza a foda que lhe ad ministro. a quantidade de cabelo que ali há é surpreendente! Antes de se conseguir en ... esfregando-o nos meus pintelhos. Sim.. até esta começar a parecer corno se meia dúzia de escuteiros tivessem acamp ado debaixo das roupas.. Depois de passar alguns minutos a mostrar-me corno funciona essa parte da sua anatomia.. ela fica quase satisfeita com isso... . Eu sei que Tania e Peter seria m capazes de fazer quase tudo para voltarem a Paris mesmo sem o privilégio de irem para a cama com a mãe. nunca. o espírito pode não ser suficiente para as necessidades da carne. mete-se-me entre os braços e as pernas. Nunca verifiquei que a reclusão solitária tivesse qualquer efeito particularmente moral nas crianças.. com a cona aberta como está.. espera algo de mim . Mantém um dedo no s eu sexo.. 134 Este é um dos pontos em que a família estará de acordo. crava os dedo s no sexo aberto e separa os lábios de tal forma que.. deito-a de cu e salto-lhe para cima . 135 Tanto quanto sei. quando começo a fazer-lhe cócegas na penugem existente à volta do seu recto. Para fazê-la feliz. quase jurava que está em jejum há semanas.. Alexandra suspira de de sejo. tudo me parece completamente absurdo .. por um momento. e em breve força-o a levantar novame nte a cabeça. atira-se para a frente e tenta apoderar-se do meu pénis. entre aqueles lábios húmidos e escancarados. que me dá a sensação de ele estar a nadar em óleo. Se o seu Peter estivesse aqui. agarra as mamas e espeta-mas na cara.. não se comporta como se o tivesse sido. Agarro-lhe o cu. dou-lhe um beliscão e abro-lhe as nádegas . durante a semana anterior.. rnete-se por baixo de mim. deixando traços de fluído e.. parece que a racha se prolonga até à barriga. depois de me ter esgotado. fá-la-ia feliz . existe a possibil idade de os seus gnomos não a terem penetrado tão bem... faz-lhe promessas... como ela gostaria de me fazer acreditar. Depois. Arque ja como uma máquina a vapor sobrcaquecida e eu espero que a válvula de segurança entre em acção a qualquer momento. Há alturas. Alexandra fica demasiado quente para se aguentar durante muito tempo. finalmente. Caramba. volta para junto de mim e excita o sexo . a gaja avança e pede-me dire ctamente . E então não fica excitada ao vê-lo pôr-se em sentido outra vez! Ela rebola-s e na cama. ou até mesmo a Tania. . quase se parte ao meio ao tentar abrir as pernas ainda mais e contiilua r a masturbar-se enquanto eu lambo toda a zona à volta. ele saberia o que tinha a fazer... excitao. atira-se para trás... Por fim. de tal maneira .. pedindo-me que lhas chupe. por toda a parte.. Salta para fora da c ama... embora saiba que fez bem em os mandar para fora de Paris. Pelo menos .... abre as pernas e começa a brincar c onsigo própria. a Alexandra não foi fodida no encontro com Charenton. de qualq uer forma. têm o mesmo g osto da sua cona e como grande parte da felicidade de Alexandra reside.. ela quase nos atira a ambos para fora da cama... Ela contorce-se como uma dançarina de hula com tungas na saia. Naturalmente. Ela está mais quente do que nunca. diz-me. em que deseja que os filhos não estivessem fora.T. na expectativa. limito-me a lamber-lhe as coxas . ela trepa para cima de mim. para ir tomar outro gole de brandy. quer engolir-me a mim próprio. para cima das almo fadas e pondo a sua "bonne-bouche" a pequena distância do meu nariz. Não tenho qual quer ideia de quando Canon Charenton andou a mexer no "abricot-fendu" de Alexand ra com o seu pénis pontifica] e diabos me levem se me vou deixar convencer pelos háb itos de Peter. Mas aquilo não pode continuar eternamente . A meiga Taniazinha com a boca perversa e a língua rápida. agarro-a de passagem . O convite velado de Alexandra é ignorado e...... Ela não se contenta por abrir as coxas e esperar pelo mangalho .so.. algumas vezes deseja que eles estivessem de volta.

Contudo o que eu acho de maior interesse é o facto do cônego Charenton ter andado a insistir com Alexandra para que esta lhe entregue a filha. Ela descansa o tempo sufic iente para eu poder beber mais um pouco de brandy. Ah... Tania subiria para a cama de Alexandra sempre que lhe d esse na real gana. unia mulher adulta. tem necessidade de ser novamente fodida. do que aquele grilo de peito chato. porque não e xiste ninguém como ela... diz Alexandra c om uni arrepio . cada vez que a sinto estremecer . e esfrega contra ele o seu pêssego aberto. Como diabo poderá um homem responder a uma coisa dessas? Tanja perterice.. aquela. era o fim. entesado. entre as coxas. Que diabo faria a rapariga quando crescesse? Nessa altura o que faria ela para se satisfazer? Mas. evidentemente... não é bom para os homens e ainda menos para Tania.. a ele e ao diabo. não é ela melhor... Ela exige saber... ela poderia mos trar-se a Alexandra.. .. 'rem o meu pénis.. certamente .. sem que na da de muito horrível acontecesse . esfrega o sexo de encontro aos meus pêlos. Deixa-se ficar deitada. e em troca ela revelou algumas das suas próprias experiências. quer foder Tania.. voltando à questão original . fica com eles para o resto da vida. em lado nenhum. todo o dia e toda a noite. e vem-se também . se não é uma melhor dormida do que Tania. podia meter-lhe mais três. Por que ra zão um homem como eu. Aquela-pequena-que-costuma-brincar-consigo-própria.. o meu pénis esguicha esperma no útero dela. Uma foda. nada... mas se esta noite eu não tenho estado com ela. perguntando a Alexandra a razão po r que se sente atraída pela moça. não se pode julgá-la pelos padrões vulgares.. Mas t oda esta porcaria com homens já feitos... por si p rópria. da maneira que eu quero? Para rapazes.. D eixarno-nos ficar deitados. e não se esqueceu de me trabalhar também um pouco . ah. no sítio onde o cabelo é curto. Sem dúvida que o facto de se ser ligado por laços de sangue ajuda e apimenta a relação com uma tipa com o Tania. Se alguma vez apanhar piolhos naquele sítio. os pêlos ficam rijos. Claro que agora 137 está tudo acabado ... mas isso é 'diferente! É o niotivo incestuoso que possui Alexandra. é uma data de aldrabices. aperta mais as pernas à minha volta.. se Tania fodesse com jovens da sua idade... Nesta altura já se excitou até um ponto em que..--.. Tem tanta langonha que a o roçar a pintelheira pela minha barriga 136 parece que cobre tudo com uma enorme camada de tinta. sim. cobrindo-me e enchendo todo o quarto com aquele fedor quente e delicado que sai dela. Consigo finalmente atingir-lhe o ânus e tacteio até ter bem a ce rteza do srtio onde posso enfiar os dedos. Ali.. Nada. junto de mim e roça o seu triângulo cabeludo pelas minhas pernas. a determinada classe . Respondo. colocar marcas no trajecto. O que. De repente...... ao secarem. quando se vai expl orar para aqueles lados. sim .. em seguida.. aquela conita. e ela realmente não se importava tanto.. muito simplesniente.. teria sido o fim.... mas já lhe en fiei três dedos no cu.. embrulhados um no outro e forço os meus dedos no seu ânu s.. depois já está pronta para outr a. Alexandra recebe o choque escaldante sem vacilar.. tem de se percorrer aquela floresta com uma lanterna. ela podia compreender que um jovem como Peter gostasse de foder Tania. Ela não pára de se vir . Alexandra grita corno se lhe tivessem a arrancar o escalpe. como Alexandra diz. a fim de se encontrar o cam inho de regresso... com tudo o que é imaginável para satisfazer a paixão de um homem. mesmo.. Parece que Tania conseguiu arrancar à mãe todos os pormeno res interessantes das aventuras que esta viveu com homens que Tania conhece. como se tivessem sido metidos em goma ... não é suficiente para Alexandra. também e não se passaria fosse o que r que fosse....Da maneira como estão. Alexandra continua a passar em revista alguns dos pontos mais significativos dos seus azares com a miúda...contrar-lhe o recto. te m de se utilizar um machete e abrir um caminho através dos pêlos. Se Tania fosse filha de qualq uer outra pessoa não lhe ligava nenhuma .. e eu também não .. naquela noite. Alexandra exige saber.. sim. Tem-no andado a despachar com desculpas várias. mas filha ou não.

ach o eu. abandonando-se totalmente.. mas ocupem elas a sela . Ah! E aquela imagem horrível! Nunca seria capaz de a esquecer.Mesmo sem nenhum de nós se ter esforçado muito. Ela quer ver o que acontece quando nos vimos.. mas uma fôda em que quem monta são elas. por fim trepa para cima de mim e mostra-me como entende como a cois a deve ser feita.. Está deitada a meu lado na cama. em quinze dias as directoras estavam com uma turma de mineteiras às costas. Não tenho de fazer a ponta de uni corno . 138 Possui. e deseja falar-me acerca de Charenton. Nunca possuí uma mulher nessa posição que não quisesse ver o aspecto da coisa. Entus iasma-se . Aquele traste até a Madre Supe rior havia de corromper. do que em qualquer outra posição que se possa escolher . e bastante diferentes. mas que acho eu de fazer entrar Tania para um convento? Seri a um bom plano? Pensar em Tania num converito é simplesmente absurdo.... exclama. evidentemente. tão agradáveis... mas quando isso s e verifica tem os olhos tão vazios de expressão que não acredito que tenha alguma noção do que está a ver ... uma cona muito bela que se porta muito bem debaixo de fogo . .. seria completamente parvo se o não fizesse. decide ela. Charenton foi para a cama com todas as gajas do seu rebanho. Posso enumerar uma longa lista de coisas que não são... não há hipótese. fora por puro acidente . no final da sua prime ira missa estava completamente grogue devido ao vinho consagrado. confortavelmente. Al exandra suspira e concorda comigo.. Uma mulher a comer-nos de verdade naquela posição reveste-se de menor dignidade. Na primeira noit e estava assustada e gritara quando a tinham levado para junto dele . É óbvio que falar nesse assunto a excita. sem dúvida. certamente. Se se fica por cima.. é claro ..procuram uni espelho imediatamente.. passado algum tempo de me estar a montar.. e a primeira espreitadela que lança ao que se está a passar lá em baixo quase acaba com ela. o mangalho aparece enfiado na rata d e Alexandra.. Não sabe o que fará ... mas depois de ter continuado a olhar durante alguns minutos já não lhe desagrada tanto. não acredito que o possa mente para o misticismo tivesse desaparecido. não se assemelha nada a estar com uma gaja nova e ignorante.. cheia de espalha fato e agitação ... nessas alturas eu devia era ter feito broche ao pai deles.. e não devia haver uma única vela que não deitasse um cheiro esquisito quando a acendessem.. e mandando com a dignidade às urtigas. no seu interior está um recipiente contendo vi nho consagrado. pode-se foder as tipas eternamente que elas não manifestam a menor curiosidade..... nem de longe. não sabe o que fará.. es tar deitado de costas. a quem se t em de mostrar corno é que a maquinaria funciona. diz ela.. Alexandra conhece os truqu es todos.. salta de cima de mim e vai buscar um espelho. enquanto uma puta quente e bem lançada no s trabalha. . merda. é como se o que quer que tenha sido que a atraiu inicialagora . . Manifesto interesse em saber o que é que ela tenciona fazer fazer . E proporciona-me urna bela cavalg ada.. Já me dava por muito satisfeito em estar ali deitado. aí está ela outra vez.. as pernas o mais abertas possível de modo a refrescar um pouco a nêspera. Depois.... diz Alexandra. que sai através do seu membro monstruoso . dando uma foda lânguida em Ale xandra.. apesar de ela me querer tazer acreditar que agora se se nte horrorizada com tudo aquilo. mas os seus projectos são outros. Não devia ser ASSIM. Provavel mente eu não reparara no truque . e se alguém na sua congregação não tinha conseguido comer qualquer outro do grupo.. até podem pare cer dignas a fazer broche. regres sa à Igreja Católica? Não. Alexandra não constitui excepção..... Depois disto fica sossegada por alguns minutos..

. e qualquer coisa que se lhes faça é divertido. "Estou a recuperar. começo a mijar dentro dela. Embebedou-se por uma questão de solidariedade com um amigo.. Alguma vez ouviste falar de uma coisa assim? Ali mesmo na própria mesa com o cu à vela e aquie gajo ahn ' ahn! ahn! a encavar-lho.. Assim que aquilo lhe toca fica completamente louca. diz-me Ernest. mas está decidida a consegui-lo.. todas estas filhas da puta. se lhe enfiasse o marzápio.... conta-me Ernest. só para ver o efeito.. não teria tanta graça. Vir-se um tipo dentro de uma gaja que faz o raio de um cagaçal como o que Alexandr a está a fazer ainda podia ser mais divertido se não fosse como tentar andar de bici cleta dentro de um barco à vela durante uma tempestade. tentando sair de cima da cama... Está quase a vir-se.. abana-se com um lenço.. encavo-lho e ela ainda berra mais do que antes.. tem as entranhas a rebentar. 139 Então quando já tenho algo com que lhe dar uma respeitável fôda. mas assim que regr essar ao trabalho sabe logo. m as antes que a possa avisar.. vão logo correr comprar um chicote! Fica m gratas por tudo. isso sini. sobe para uma cadeira e depois salta para o chão." E bebe um gole da garrafa. está a dar-lhe cabo da anatomia interna. Alexandra tem urna idei a que não é exactamente a melhor de todas as ideias possíveis. não há dançarinas".. e não era só isso.. mas Alexandra é unia gaja tão matulona e tão pachorrenta qu e a coisa se toma hilariante.. Lá no escritório são muito bons a controlar estas coisas. mas ninguém aparece. ou a filha ou a avó? Magnífico! 140 Querem desfazer-lhe o cu com pancada? Ah.. mas antes que a possa impedir ela deixa cair alguma s gotas de brandy para dentro da nêspera. uni triunfo incontestável para Ernest. .Por fim quer ser comida novamente. sem excepçao ...E de chofre.... sem a ter deixado perceber o que lhe ia fazer. fodo-a até ficar tonto. estava a ser fodida mesmo em cima da mesa onde nós espe rávamos comer o jantar. Ernest está na cama com uma garrafa e tem em volta da cabeça uma grinalda de pétalas d e rosa secas. por alguma razão obscura.. estas putas.. Pousa o seu Flato* e chama as dançarinas quando entro no quarto. mas adora-o. Se isto se passasse com Tania ou mesmo com Anna. suplicando que lho faça mais um pouco. Oiço qualque r coisa a gorgolejar-lhe dentro da barriga.. e depois o amigo compôs as coisas com a mulher e deixou-o entregue a si próprio. Deseja-se que tragam a irmã.. Ainda a tento avisar.. estou a escaldá-la. despeja nuvens de pó de arroz sobre si própria e até. Tem ambas as mãos sobre o púbis. Assim que dá pelo que lhe está a contecer fica furiosa . e depois de lhe ter feito quase tudo excepto engoli-lo vivo ele com eça a crescer mais uma vez.. .. "Levou-o a casa dele para jantar". Quando acabo de me vir dentro dela. Lin-úto-me a enfiar-l he o mangalho ainda mais fundo e a aguentar . Arranca o meu mangalho da boca.. e para que o meu mangalho fique como deve ser .. pensa ela. " Ernest está de tal maneira agitado ao pensar no gajo ahn! ahnl.... do motivo por que está bêbedo . Alexandra continua a querer safar-se de mim.. São doidas. consente que lho meta outra vez na boca. Finalmente volta para a cama. é óptimo. mas eu não desenflo o marzápio. aos berros... é maravilhoso . Não se lembra exactamente há quanto tempo está bêbedo. "e calcula lá com o que demos de caras quando entrámos? A gaja dele estava a ser fodida. quer que eu mije com mais força . Não há outra explicação . talvez a sensação de ardor acabasse. ahn! a encavar-lho que sente necessidade de mais um gole. nenhuma gaja regula bem da cabeça. aque la puta. e quanto m ais ela guincha mais eu gozo . e de repente pára de gritar e envolve-me nos braços.... "Hmmmmm. agora tudo o que ela quer é livrar-se de mim o mais depressa possível. resmunga Ernest.... Mas lembra-se. Faça-se o que se lhe fizer. Leva muito tempo a despertar o John Thursday da sua letargia. dá um salto por cima de mim e desata aos pulos pelo quarto .

E Anna tem outra gaja a cavalo." Ergue-se sobre u m cotovelo e compõe os lençóis à sua volta como se fossem uma toga... São verdadeiramente de classe. "Vamos lá discutir".. diz-me el e. e de repente. a fim de dar a impressão de ter estado a traballiar uma meia hora. escrevo algumas cartas. ali estava ela. e logo nas primeiras seis. Só te conto isto para veres como uma gaja pode mandar abaixo um tipo às direitas . "Não achas que devia ter a decência de fazer aqui lo de maneira a que o marido pudesse ao menos trazer alguém a casa sem ficar embar açado? mas não . enquanto eu mantenho a posição oposta. depois começa a ária "da capo"*@ e torna a contar tudo outra vez. "A seguir embebedámo-nos. depois de a termos comido. Bom. como sempre fui o primeiro a entrar na sala.. com putas que têm aspecto de putas.. se o marido também despisse as calças. AIP" Tudo o que eu podia fazer era esperar para ver o que acontecia. porque ela fazia parte do lote. a rebolar-se e a guinchar corno um porco em dia d e matança. O que é que devia fazer? Como é que eu podi a saber se aquilo não era uma coisa habitual: que talvez nos devêssemos pôr em fila at rás do gajo e esperar pela nossa vez? Que dizes.) 141 se começar o debate já Ernest se esqueceu do que se ia discutir. "Vais defender. e ainda menos a si própria.. foi por isso que ele as co mprou. . Tem andado *a minha procura... a li está Anna. diz Ernest.... Ernest tirou outra garrafa do armário e continua a falar.. Alf. " Algures no seu regresso a casa. ou coisa que o v alha. segundo diz. 142 de um bando de tiazinhas a fazerem-se engraçadas. Escuta! Já alguma vez te aconteceu um tipo estar a exibir-te um rádio novo. E eu. e também se oferece para me tecer unia grinald a. se fizeres favor. em vez * Em italiano. aquilo ir-se abaixo? O que é que o tipo di z? Diz sempre: "Engraçado. e uma grande parte do ?ye*de Ernest no meu estômago. o mundo é pequeno. com a única diferença de substituir o "ele" por "ela" . AIP o gajo decide que é capaz de dar à m ulher uma foda muito melhor do que aquela que o "franciu" lhe estava a dar. no original. não achas que depois de me ter convidado para jantar e tudo. e di z-me que vai para casa para lhe mostrar. é a primeira vez que ele me faz isto. mesmo no meio da demonstração. podia pelo m enos ter essa atenção? Mas limitou-se a engolir um par desses comprimidos revigorant es que se vendem nos bares e raspou-se sozinho. e aquele "franciu" peneirento a encavar-lho até às orelhas. Estão em cima da cómoda..." Pois foi isso mesm o que este gajo esteve a repetir enquanto íamos bebendo o nosso jantar de uísque de centeio. que o casamento é uma instituição nobre e santa. do T.. e então não queres ver o que aconteceu. mas mesmo antes de * Contracção entre os termos flask (frasco) e plato (Piat@o). . Solto uma exclamação. Assim que me encontro na rua dou de car as corri Arthur. então estava tudo bem e talvez mais tarde jantássemos. (N. diz Ernest. Vou até ao escritório e como aí nunca tenho nada para fazer. E nem'sequer me convida para ir com ele ! Jesus.. e enquanto o ouço contar a história pela terceira vez vou-lhe deitando o olho. Finalmente a necessidade de respirar obriga Ernest a calar-se.. Penso que Anna ainda me fará algum bem. engatámos uma gaja e combinámos tudo para ir para a cama com ela. e está num estado de ex citação tal que quase não consegue falar. Quando saio trago as fotografias de Anna no bolso. Ernest arranjou uma colecção de fotografias artísticas . convocando novamente as suas dançarinas. e Ernest obriga-me a mostrar-lhe o que descobri . nem sabia que tinha aquelas coisas.Desta vez lembra-se de me oferecer. passando -as em revista e encontrando mais algumas de Arina. se eu gostar... Depois enfuno as velas e parto à aventura. ou a algum de nós? Anna não vai fazer bem a qu em quer que seja. Da capo -de princípio. ou até um carro. "O que é que tu achas de urna gaja daquelas?" pergunta.

e a única coisa em definitivo é o convite para se beber um copo..Antes de me pôr a par do que se passa tem de beber um copo.. mas enfia o rabo entre as pernas e esgueira-se dali para fora. meneando o rabo minúsculo corri tanta eficiência corno qualquer mulher normal. Arthur diz-me baixinho. que não têm pélo.. quem é que alguma vez ouviu falar de uma anã que fosse puta? Gaita. "Jesus. podia muito bem ir até lá e comè4a sozinho. e ele aqu ieta-se imediatamente. 143 puta? Não disse?" Engole o pernod dum trago e pede outro.... antes disto nunca tinha pensado na vida sexual de um anão .. o que é que isto significa.. cruzando as per nas minúsculas e puxando a saia para cima para nos .. eu não te disse que ela er a uma * Uísque destilado do centeio (E. Eis senão quando. pois não? 144 Se ela tive sse um bezerrinho ou uma dessas coisas mexicanas asquerosas.... Vamos ambos até lá e tu corne-la e depois salto-lhe eu em cima.. Tudo o que Arthur e eu possamos dizer é extremamente divertido. Não o apanhou em casa..... hoje não tinha nada para fazer. entramos num bar próximo do escritório... Só que . mas deixou um bilhete . mas as bonecas não exibem tudo aquilo que ela tem. não tive tomates para ir até lá e enfrentá-la sozinho.. Devem ter pensado qu e eu estou doido.. Bolas. mesmo quan do nós não temos intenção de ser engraçados. a Arthur e a mini.. diz ela.. aquela tipinha ir visitar-me". Alf.. acabamos por fazer o telefonema. surge um cão-polícia do tamanho dum homem . mas se lá estivesses e ra canja . Charlotte diz que o vai fechar. escusava de te contar isto. com todos os sinais de nos querer comer aos dois. Está a inferir muito mais do que aquilo que está escrito no bilhete..)... quanto a co ragem como é que te sentes hoje? Estás com coragem?" "Meu Deus. Resumindo. Está tão contente p or termos vindo. não o deixou transparecer. Mas não é o meu estilo. Se ficou surpreendida quando nos viu aos dois. lê outra vez este bocado .. Não há a mais pequ diferença entre o seu comportamento e o comportamento que qualquer outra gaja ass umiria. sentada numa cadeira que faz duas dela. alguma vez ouviste falar dun ia coisa destas? Cos diabos. mal tính amos acabado de nos instalar nas cadeiras. e a urgência é tanta que n em quer atravessar a rua para irmos a um sítio onde eu tenha crédito.. para ver a minha reacção. e este negócio com a anã é tão doido que se to na irresistível. repara no tamanho da verga do filho da mãe? Após o segundo copo não há dúvida.. não pode haver dúvida quanto à razão por que ela tem um animal daqueles.. s enão um convite para ir até lá e deitarmo-nos com ela? Jesus. Alf.. compreende-se que fosse só para ter um animal de estimação . sem o menor esforço. Alf. " Encara-me ansiosamente.. gagueja ele. tinha-a atirado ao chão. Arthur.A.. diz-lhe que tem umas maneiras deploráveis.. " Tenho sérias dúvidas sobre se Arthur não estará a proferir muitas e variadas asneiras. "Imagina tu. "Olha. "Ouve lá. Acontece que a nossa amiguinha Charlotte apareceu a visitar Arthur. Não fosse o perigo imediato de ser devorado e até teria graça assistir à luta da miúda com aquele bruto. se bem que não a tenha rio seu raciocínio... podes ser o primeiro a ir corri ela.U. Olha.. não imagino o que é que pensaram quando a campaínha tocou e a viram ali à porta. sabe-lo bem. mas. com o entusiasmo. e insiste em ler o bilhete em voz alta de forma a que eu não perca as partes mais interessantes. fá4a levantar os pés do chão e arrasta-a em volta da sala. Jesus. Charlotte está a bater-se connosco. um convite dirigido a nós dois para lhe fazermo s urna visita. Charlotte parece urna boneca quand o nos manda entrar. Mas C harlotte bate-lhe no focinho... quase faz nas calças.. Agarra-o pela coleira e o cão. vou dizer-te como vejo a coisa. Se tivesse soltado um ladrido que fosse.. onde me cancelara m o crédito há quase um mês. Mas tenho fé nos palpites de Arthur . Esta gajita! É fascinante. e sai a correr atrás dele. isto é.

.. Mas não mantemos nenhum segredo por muito tempo .. E essas cuecas são qualquer coisa digna de ser lembrada. Aquela gajinha não pára de rne mexer.. de costas pa ra Arthur e antes de saber o que me acontece já ela estendeu a mão para o meu pénis e me agarrou a parte da frente das calças. 145 É como se Arthur tivesse esquecido tudo acerca do nosso acordo. algures lá por baixo. vai-nos antes mostrar toda a zona circundante.. Arthur sorri-me... Mas como raio se leva uma anã para a c ama é uma daquelas coisas com que nunca tive de me preocupar até hoje. Levanta o vestido e revela-nos as coxas graciosas .. Arthur topa o que se está a passar e dá um grito. apalpa aqui .. Toma. " .. Aliás nunca se podem ter certezas acerca de um gajo desses. e deixo-a divertir-se com a coisa.. Arthur deve estar bêbedo. de chofre .. esses dedos d e bebé a fazerem cócegas na braguilha. Arthur diz que não chega -um ponto em que tanto ele como eu estamos de acordo. têm um aspecto mais vaporoso do que as meias de seda mais pura.. "Não dês atenção a esse gajo"... "Ouve .dar uma perspectiva do que está por baixo ... corri movimentos semelhan tes ao das mulheres quando experimentam peles. devem ser feitas d e asas de fadas. Então não vemos que ela não é mais que uma rapariguinha muito pequena com ambições muito pe uenas? E imediatamente Arthur quer ver as suas ambições. de modo a podermos fa zer uma ideia do tamanho.... vai daqui . acha que tem piada. está 146 bem? " Fala para Charlotte como se ela fosse urna criança e não compreendesse muito bem as coisas. Tenho de as apalpar. e não deve ser preciso muito para lhe começar a sentir os efeitos... e ela parece não se importar.. "Tu não vieste ter coniigo"... Continuamos a beber o excelente uísque escocês de Charlotte . "Eh! Então e eu?" quer ele saber. diz ele... . e que tal experimentarmos? " sugere Arthur..... Tem umas mãos tão pequerias que consegue meter-mas pela braguilha sem precisar de desabotoar um único botão.. Não é uma beleza?" Tira-lhe copo da mão e coloca esta sobre a sua braguilha. e ninguém acredita que ele esteja a pedir mais um copo. mas há mais umas coisas que eu quero saber a esse respeito .. num momento ela está perfeitamente . junto do escroto.. segurando o copo na outra mão e sor rindo como se compartilhássemos um segredo em comum.... observa ela.... Deslocando-se com uma velocidade que nunca lhe havia visto. ficariam desfeitas nas minhas mãos.. Levanta uma mão... Não compreendo o que se passa até me l evantar para lhe servir mais um copo.. Olho para Arthur. diz-lhe... É urna sensação surpreendente . Ele está a ser tontinho..--Charlotte pára de manipular os n ossos rnarzápios e coloca os dois indicadores nas coxas. não é maior do que isto . e mostra como se faz enqu anto aponta para Arthur o seu sorriso de boneca .. ela acompanha-o com ág ua.. Inclino-me sobre a cadeira... "Não vais querer entreter-te com e le. É aí.. e vê como está a crescer. no minuto seguinte está completamente encharcada em álcool. eu apalpo-te e tu apalpas-me.... Mas Charlotte não nos vai mostrar a sua ambição ... sem me mexer. "Talvez seja demasiado pequeno como dizes.. uma vez que lhes tenhamos posto os olhos em cima. Receio tocar-lhes." Charlotte solta uma risadinha e apalpa-nos a ambos. . A bebida atinge-a.. "Toma.. diz ela. isso.... e não sei o que hei-de fazer. Corno é que ela ia ter uma coisa suficie ntemente grande para aquilo que nós temos em mente? E quanto ao outro lado. são ambos muito grandes. provavelmente nem ele mesmo sa be... oh.. É a primeira vez que lhe ouve chamar assim. larga o divã e senta-se no outro braço da cadeira de Charlotte.... "Tenho uma descoberta a fa zer acerca dessas coisas. Deixo-me ficar em pé.. m edindo com o polegar e o indicador. aperta-o. podes pôr a mão na verga mais um bocado. Mas as suas coxas são de uma matéria mais substancial . Apalpa-o e dá-lhe pancadinhas. Estamos a ver é a largura que ela tem ali em cima. E ntão Charlotte une as pernas e deixa-nos ver até às cuecas. Onde é que ele e steve na semana passada? Sabes? Alguém sabe? Diabo.

. "Vai correr tudo bem".. e quando ergo os olhos para o rosto de Charlotte p ara ver como é que ela está a reagir. Entretanto Charlotte vai-me abrindo a braguilha e faz s air John Thursday para o ar da noite. mas de uma perfeição absoluta. A primeira coisa que lhe oc orre é perguntar se ela tem algumas fotografias daquilo ..... É tão pequena que os pés não lhe chegam à beira depois de lhe descalçarmos os sapatos.pletamente um sapato dela. a sexualidade que existe nesta am ostra de gente. Ainda está muito longe de ter um tamanho normal.. uma puta é uma puta e tod as elas são simpáticas . Agora ele vai roer as unhas e ficar furioso. Olha-nos a ambos atentamente... "Bo las. --acha-o maravilhoso ... à espera de pôr as garras na "bonne-bouche" de Charlotte . É tão macio como uma almofada de penas . É uma cona pequena e perfeita.... Espero q ue não seja excessivamente sensível.. todo ele cont ido e armazenado naquele corpo quente e rninúsculo . pois não? Não? Bem . talvez com uma régua incluída na fot o para se ver o tamanho em milímetros.. definitivamente.. Pergunta ao Alf ue ele diz-te.... Até aposto que já fodi muita vez outras mais peque nas. enquanto ela se contorce para despir a coisa...... de facto. É corno perguntar se respirar é simpático . Uma mão fechada de Arthur consegue e sconder com. ela tem mesmo pintelhos.. talvez . Arthur fica assombrado. tal corno se admira um relógio minúsculo... e mais macia. não é mesmo nada grande. Olha. Ch arlotte pode ser uma coisinha insigni icante.. . segundo me parece.... É uma con a de mulher. Exibe lá em baixo uma mata bastante interessante . Suspira. diz ela. Acho-a simpática? Ainda não perdi a esperança de um dia encontrar uma gaja que não me faça esta pergunta enquanto estou no apalpanço e quando isso acontecer as probabilidad es são de dez para um em como vou acabar por descobrir que a tipa engoliu os dentes postiços e morreu po r falta de ar. só a vender fotografias da coisa. É realmente mais pequena que a de Tania...... É-se obrigado a admirá-la. a cabrita pisca-me o olho ... mas não há dúvida que tem. se realmente formos a meças. Mas Charlotte é realmente uma cabra excepcional . a Arthur. E Arthur diz que se não p udermos foder... Podia fazer uma fortun a.. Chariotte estende-se a todo o comprimento do divã. mas ele está muito interessado no que se passa lá em ba ixo do que propriamente naquilo que ela lhe está a fazer.. pois não resisto ao desejo de a beliscar. Bem. Nesta altura já ela lhe abriu a braguilha e 147 tirou-lhe a verga para fora..." Tem levado todo este tempo a tentar esfregar-se nela com uma coisa que parece um bocado de mangueira encarnada. Apoia os sapatos de saltoalto na almofada da cadeira e ergue o rabo. nas partes ba ixas. Passo um dedo pela fend a e enfio-o entre os lábios .. Bom. Arthur quer levá-la para o divã e despi-Ia. Tem sexo mais que suficiente para uma gaja normal.. quando lhe toca a vez a ele. Sentimo-lo a escorrer quand o a tocamos... Não nos importamos de olhar para o outro lado.. Mas para a pequena Charlotte tudo parece de uma lógica irrefutável.. Charlotte recosta-se na cadeira e brinca-lhe com a verga enquanto eu tento desco brir o que existe sob aquele tufo de cabelo curto . Jesus.. Levanto-lhe o vestido e p onho-lhe a barriga à mostra... eu também não tenho uma piça dum tamanho por aí além. Acaricio o rabo de Charlotte .Charlotte não o deixa pôr as mãos nas calcinhas. e espera que não liguemos imp ortância ao facto. Arthur e eu olhamos um para o outro . Não vejo qualquer inconveniente em lhe dizer que a acho uma bela máquina. só à primeira vista é que parece......... é mesmo uma cona em grande .. podemos pelo menos ficar por ali e divertirmo-nos uns com os outr os. mas de tamanho reduzido. irias diz que sim com a cabeça. então vai despir as calcinhas. mas por outro lado também não é n ada que nos faça pensar em brinquedo para crianças. Lanço-lhe a mão. assegura ele. diz-lhe ele... Arthur está a dar em chalado... os seus dedos sem sequer conseguem envolver completamente o meu ma ngalho.. um apetite perfeitamente desenvolvido.. antecipando-m. aliás não é tão pequena como isso. mas os pêlos em volta são mais espessos e compridos.

Quase todos os anões que conheci se assemelhavam a póneis 148 Shetland: roliços e gordos e deselegantes. Mas tal como uma vez por outra surge um desses anormais com um aspecto tão airoso e bem proporcionado como um cavalo, com uma cabeça que condiz com o resto do corpo, esta gaja é uma verdadeira mulher em miniatura. Tem figura... e elegante, aliás... e até usa o corpo da mesma forma que uma mulher com o dobro do seu tamanho o faria. Antes de nos termos adi antado muito, começo a sentir-me muito grande e desajeitado. Tem umas tetas maravi lhosas... São tão pequenas que se se põe uma mão sobre uma delas, desaparece, mas atende ndo ao seu tamanho podem considerar-se verdadeiras belezas. Não há a menor possibilidade de se dar uma foda entre elas..: Mais tarde. quando Art hur fizer a experiência, o seu pénis vai parecer um bastão de basebol ... Mas é uma sensação inteiramente nova chupar as mamas a uma gaja, e elas caberem-nos to das na boca... Arthur descobriu um motivo para se lamentar... Gostaria de ter trazido a sua máqui na fotográfica. Não quer tirar fotografias porcas, segundo diz a Charlotte ... tudo o que deseja é só um retrato dela no divã a seu lado, de modo a poder ver-se o pau que ele arranjou, e também o que ela arranjou para lho arrecadar. Charlotte ofende-se. Que espécie de ra pariga julga ele que ela é? Mas isso não a impede de lhe agarrar o marzápio assim que o apanha despido ... Arthur e eu deitamo-nos lado a lado e Charlotte fica sentad a entre nós dois, acariciando-nos a ambos ... É fácil enfiar-lhe um dedo na racha. Chariotte fica tão húmida como qualquer outra, e não há qualquer problema quando a coisa é bem feita... E ela gosta da brincadeira com o dedo... Deixa-se cair para trás e abre as pernas, dizendo para continuarmos. Arthur senta-se, a farejar o dedo... tenta, repetidas vezes, dizer qualquer cois a, interrompendo-se e olha primeiro para a nêspera de Charlotte e depois para mim. É óbvio o que ele tem em mente, mas Arthur está a tornar-se fastidioso ... Por fim de cide-se ... inclina-se e aspira profundamente o sexo de Chariotte. Ela envolve-lhe o pescoço com as pernas e esfrega a vagina contra a cara dele. Art hur ergue os olhos na minha direcção e diz que me posso ir foder se não gosto daquilo... Percorre-lhe o "conillon" com a língua e começa a chupá-lo ... Continua deitado ao lado de Charlotte e entretenho-me com as suas mamas... 149 Eis uma boneca com que era capaz de brincar o dia inteiro. Mas Jean Jeudí não conseg ue apreciar as coisas em abstracto... só existe um pensamento naquela sua cúpula cal va, e esse nunca muda. Johnny quer foder, e não vale a pena discutir. Mas eu vou ter de esperar até que Arthur tire o nariz debaixo do cu de Charlotte . .. ela continua a apertar-lhe o pescoço com as pernas, e estão ambos a gozar em gran de. Tem um sabor doce, como se fosse um melão do Texas, informa Arthur... é uma coisa qu e ele apanhou a Ernest, mas depois de alguns meses de estarem aqui, todos os ame ricanos falam desta maneira. Não há um único em Paris que não finja conhecer os Estados Unidos tão bem como a palma da sua mão... Chariotte pretende saber se nós prevíamos, ao dirigirmo-nos para cá, que pudesse suced er qualquer coisa deste gênero. Faço sinal a Arthur para se fechar em copas, mas ele, parvo, abre a boca e conta-lhe tudo... que tínhamos combinado entre nós que seria eu a comê-la em primeiro lugar. Arthur fica duplamente prejudicado pela revelação; ela fica zangada com os dois, mas mais com A rthur. Obriga-o a parar com o minete, mas permite que eu a continue a acariciar... É nece ssário mais um copo para restaurar o seu bom humor. Arthur continua a bisbilhotar... não se lhe pode censurar o desejo de conhecer as coisas, mas ele não tem o mínimo de tacto. Charlotte, por fim, pede-lhe para lhe tirar tudo aquilo de cima do peito... ela

promete-lhe revelar tudo o que ele quiser saber, e a partir de agora, das duas uma: ou ele pára de a tratar como se ela fosse uma aberr ação ou desanda dali para fora. Concordo seiscentos e setenta e cinco por cento com ela. Se estivesse no seu lugar já teria corrido connosco há que tempos... A primeira pergunta de Arthur é acerca de cona, evidentemente. Quer saber se todas as pessoas pequenas... uma expressão que considera muito delicada... têm conas como a de Charlotte. Parece que não têm. Algumas têm conas do tamanho de um chapéu e outras têm pequenas fendas sem o mais pequeno traço de cabelos. Com os homens passa-se o mesmo, diz Charlotte, e o grande problema é encontrar um bom aju stamento... Depois Arthur pretende saber se Charlotte já foi alguma vez comida por um homem de tamanho normal. Ela não dá resposta a 150 esta questão e estou mesmo a ver, pelo olhar de Arthur, que a seguir vai fazer per guntas acerca do cão-polícia... E claro que a põe cá para fora antes que eu o possa impedir. Agarro Charlotte antes de ela se enfurecer e digo a Arthur que vá ao outro quarto à procura do cão e lho perg unte ele mesmo ... Merda, ele ainda era capaz de lhe perguntar se alguma vez tin ha chupado o homem de borracha... Parece que lá lhe entra na mona alguma coisa da triste figura que está a fazer. Enfi a um copo pela goela abaixo e sai do quarto, e só alguns dias mais tarde, quando está a contar a Sid, é que fico a saber que se pirou para dar uma vista de olhos à casa de banho para ver se a sanit a também era de meio tamanho... A Charlotte parece agradar o cheiro do meu mangalho... deita-se com o rosto sobr e a minha mata de pêlos e respira-lhe o cheiro enquanto me faz festas nos tomates. Por fim põe a língua de fora e prova-lhe a extremidade ... abre ao máximo para que eu lho possa meter... conseguimos mesmo à justa ... ela é uma brochista muito melhor do que qualquer gaja normal ... nenhuma gaja normal alguma vez consideraria uma v erga daquele tamanho demasiado grande para ser trabalhada. Charlotte não pode ser muito delicada quanto a chupar um mangalho no caso de este a estar a sufocar. Quando se põe debaixo de mim e abre as pernas para ser fodida, a princípio não consigo fazer nada, simplesmente. Limito-me a ficar deitado e a contemplá-la, até que ela c omeça a pedi-lo larmiriosamente e a agitar as pernas. Então coloco-me entre elas, e as coxas minúsculas ficam uma de cada lado de mim enqu anto John T. se vai aninhar contra o seu pequeno sexo. É como tentar comer uma cri ança... porra, é pior do que tentar foder uma criança porque Charlotte gosta da coisa mesmo a sério, e se não correr bem ela é capaz de armar baile ... Tenho receio quê ela rebente como um pêssego maduro ... mas a minha verga entra sem que Charlotte solte um só gemido. Tento olhar para a coisa ... faz um bojo como os balões quando estão apertados, quando já se encontra ajustada. .. também deve fazer bojo no interior. Morde-me os mamilos e manda-me fodé-1a... está já tão em brasa que me diria isto mesmo que eu tivesse uma verga que fizesse duas destas.. . 151 Uma vez aberta, deixa de haver problemas. Talvez nunca mais volte a ser a mesma, talvez nunca mais o seu sexo volte a ser tão gracioso e perfeito como era antes d e começarmos, mas nada disso é importante, comparado com o prazer que proporciona... não há qualquer razão para se orgulhar de uma cona, mesmo pequena e bonita, se não se f ode com ela... Encho-a até às orelhas, e ela pede mais em altos gritos. Ainda se podia pensar que ela tivesse medo, uma gaja minúscula como aquela... mas não, nem um bocadinho. É cem por cento puta, toda ela, e se há alguma coisa de que tenha medo é da possibilid ade de não a foderem tanto como ela deseja. Onde raio é que ela me meteu o mangalho

depois de ele a ter penetrado, é urna coisa que desconheço. Se desta vez não lhe chega r à goela, nunca chegará... por isso agarro-a pelo rabo, volto-a de lado e corno-a c omo comeria qualquer outra. Não há mais espaço do que a largura de um cabelo para entr ar nela... Alarguei-lhe a vagina de tal maneira que não se conseguiria pôr um prego entre as suas bordas e as bordas do ânus. E c'os diabos, quem é que, numa altura destas, anda por aí a pregar pregos? Apanheí-a... Apanhei-a mesmo, e ela está a levar uma destas fodas que quem quer que tenha sido que a fez nunca imaginaria ser possível... De súbito desata aos gritos... pontapeia-me os rins... Está a vir-se, e demonstra-me que também sabe foder... Charlotte é uma dessas gajas que dão a impressão de se poderem continuar a vir, depois de terem começado, durante todo o tempo que se aguentarem a fodê4as... O divã quase fica sem molas... para uma rapariga tão pequena, o pandemónio que Charlot te consegue estabelecer é notável. Ergue em simultâneo o pequeno rabo e a vozita fina e utiliza-os na máxima potência. Ainda bem que o porteiro é surdo... se ouvisse esta c abra aos berros, julgava que se estava a assassinar alguém. Ela agarra as tetas e põe-nas simplesmente nas minhas mãos para que eu lhas aperte.. . o cão começa a ladrar furiosamente, lá onde ela o amarrou... Charlotte tem as coxas encharcadas, como tem encharcado o cu até ao ventre... Devo-lhe ter aberto urna no va nascente na cona... John Thursday soluça várias vezes. Não está habituado a espaços 152 tão apertados, e parece indeciso. Mas depois acalma-se ... e eu es ou a foder Charlotte com tanta insistência que ela já nem grita se er. Abre a boc a, mas não sai qualquer som. De repente dou-me conta de que tenho bastante álcool de ntro de mim... a mobilia dança à volta do quarto numa gavota lenta. Arthur regressa, balançando o marzápio à sua frente como se fosse um mastro. Estou sentado no centro do divã, tentando mantê-lo imóvel para não fazer tanto barulho, e Charlotte está deitada de costas, brincando com a sua mata de pêlos. Assim que vê aquele pénis erecto, Charlotte salta do divã e corre para Arthur. Que cabra leviana! Lança-lhe os braços em volta do eu, tão longe quanto p ode, e estreita-se contra o seu púbis. Tem altura mesmo à justa para que a extremidade do pénis lhe toque nos lábios enquanto ele, apanhado de surpresa, fica parado a olhá-la. Beija o ventre de Arthur e o matagal que o invade, e em seguida abre a boca. Dei xa-se ficar ali, simplesmente, e deixa-o enfiar-lho na boca. Arthur deve ter estado a masturbar-se enquanto esteve ausente. Ou isso, ou então p erdeu o controlo, porque Charlotte ainda não o está a chupar há um minuto quando ele se vem. Num dado momento Charlotte está a atirar-se a ele com t -oda a força, e estão m uito felizes; no momento imediato ficam estáticos, e Charlotte tenta engolir meio litro de esporra num único trago. Fico com a impressão de assistir a um filme projec tado a uma velocidade várias vezes superior àquela a que o deveria ser... Charlotte, radiante, volta para junto de mim ... Gostaria que ela me chupasse o pénis, quer ela saber ... e antes que eu possa responder já trepou por mim acima e o meteu na boca... Gostaria que eu também lhe chupasse a nesperazinha... quase que me espeta o rabo na cara, e eu fico deitado a espreitar-lhe por entre as pernas. Mas nunca gostei de cona com langonha lá dentro ... Em vez disso mordo-lhe as coxa s, e ela fica quase feliz. Baba-se e arrulha sobre o meu pénis, até que este está dema siado crescido para ser embalado ... Um dos meus tomates é tudo o que as suas mãos minúsculas 153 podem agarrar. Gosta de os espremer por qualquer razão oculta... talvez pense que, desta maneira, consegue extrair-lhes mais esperma. Assim, com uma mão mexe-me nos tomates e com a outra tenta estrangular o John T. d e uma maneira que resulta agradável para ela. E entretanto eu vou-me entretendo co m o seu eu. O buraquito do eu não é maior que um "dime"*, e descubro que ela gosta q

ue lho titilem. Arthur está interessado... inspecciona-o e acha que seria agradável enfiar um pénis a Charlotte naquele sítio, mas isso é perfeitamente inviável... Aqueles dedos de bebé estão a dar comigo em doido... E aquela boca de boneca, minúscul a... Jean Jetidi quer mandar cá para fora a sua carga, novamente, e eu não o faço espe rar. É uma sensação lixada, o deixar a esporra entrar por aqueles pequenos lábios e ver a cabrita engoli-Ia... Acabo justamente de terminar o meu trabalho com ela, e Arthur está a dar-lhe uma a palpadela em geral, quando de repente tem lugar a algazarra mais furiosa que alg uma vez ouvi. Então, do quarto ao lado, irrompe o maldito cão-polícia, arrastando a trela e comporta ndo-se como se estivesse decidido a finalizar uma tarefa que já estava atrasada. É g rande como uma casa, e atira-se ao divã. Arthur e eu cavamos em direcções opostas, mas o cão não nos quer a nós. Aterra exactamente sobre Charlotte e imobiliza-a. Arthur agarra a primeira coisa ao seu alcance ... a garrafa de scotch.. . mas afinal o ao não está a comer Charlotte ... está só a violá-la. Ela não pode fa er nada... o cão sabe como a manobrar e, atendendo às circunstâncias, está a ser tão genti l quanto lhe é permitido. E Charlotte não tem medo dele... está, tão-só, terrivelmente embaraçada. "Vai lá e tira-lho de cima", sugiro a Arthur. "Ele não te morde muito." Arthur, educadamente, manda-me para o inferno... quem não se aproxima daquele filh o da mãe é ele. E entretanto o cão lá se orientou de forma a enfiar a extremidade de um vergalho mui to vermelho e de aspecto vivo entre as pernas de Charlotte. * Moeda de dez cêntimos de dólar. 154 "Parece que o tipo vai mesmo enfiar", observa Arthur. "Eh, Alf, achas que o deve mos convidar para um copo depois disto acabar? Aposto que o sacana nos pode cont ar algumas experiências dignas de ser ouvidas." "Por favor ... vão-se... embora...", ofega Charlotte. "Jacques, oh, Jacques, não faças isso! Vai-te embora, cão mau, mauzão." "Vais-te deixar estar sentado e deixar aquele animal passar-te as palhetas?" per gunto a Arthur. "Não vais fazer nada?" "Vou-me deixar estar aqui sentado e observar isto", respondeu-me Arthur. "Já algum a vez tinhas visto alguma coisa semelhante? Bom... nalgum número montado numa casa de putas, talvez. Mas nunca viste um cão a violar realmente alguém ... Por Deus, es tás doido se julgas que vou enfurecer aquele cavalo ... é maior do que eu. " Charlotte continua a pedir-nos, sempre que pode respirar, para nos irmos embora. O cão tem-na agora bem segura e está a fodè-la à cadência de uma milha por minuto ... Por fim a única coisa que lhe resta fazer é abrir-lhe as pernas e deixá-lo à vontade ... "Olha, palerma", digo para Arthur, depois de estarmos alguns minutos a observar a cena, "isso vai acabar dentro de pouco tempo, e então o que é que acontece? Digo-t e que ele tem um olhar malévolo... Depois de acabar o trabalhinho com ela, vai fic ar com uma fome dos diabos. Estou-me nas tintas para ti, mas vou-me pirar, que e ra o que já devia ter feito." Furtivamente, vou até ao divã buscar as minhas roupas. Arthur pensa no caso durante dois segundos, depois também se veste. Ainda arranjamos maneira de emborcar mais um uísque cada um, e depois tenta mos despedir-nos de Charlotte ... Mas ela nem nos ouve... tem os braços em volta do seu rafeiro e está a dar-se-lhe toda. Eu acho as mulheres um seres encantadores, quando as chegamos a conhecer bem... Quando nos encontramos na rua, Arthur e eu não temos muitos comentários a fazer acer ca da nossa visita. Percorremos cerca de meio quarteirão e então Arthur agarra-me o braço. "Meu Deus, Alf, olha-me para o tamanho daquela gaja! Não gostavas de ir para a cam a com ela? Homem, um tipo perdia-se debaixo daquele cu... quando for velho quero uma coisa daquelas, para me aquecer à noíte..." 155

Parece uma gaja grande. Mas quando fecho um olho e olho outra vez dou-me conta q ue deve ter um metro e sessenta, no máximo... Anna anda deprimida. O velhadas que a tem por conta não se pode aturar, diz-me ela , e não sabe o que há-de fazer. Enche-a de massa, e tudo o resto, mas mesmo assim é um a chatice aturá-lo. Estamos os dois a almoçar e ela faz-me o relatório. Primeiro, ele quer conhecer as a migas dela. O tipo acha que ainda está aí para as curvas e, assim que Anna o aprese nta a uma gaja conhecida, atira-se logo a matar e quer ir com a miúda para a cama. O que não teria nada de mal, julgo eu, excepto o facto de todas elas, é claro, lhe querem cravar umas massas, o que o irrita. Pensa que Anna as previne, e que o tomam por palerma ... fica danado ao descobrir que não apanha nada de borla... E ainda há mais uns problernazitos... Ele espera que o seu dinheiro lhe proporcion e urna versão nova e melhorada das Mil e Uma Noites. Anna tem de lhe contar história s da sua vida sexual, e está a ficar doida tentando inventar novas aventuras. Naquela noite, por exemplo, quando os rapazes a largaram à porta... ficou absoluta mente deliciado corri o caso... Anna diz que ele quase saltou para fora da camis a de noite quando a viu, porque era evidente o que lhe tinha acontecido. Fodeu-a, é claro ... deve ter julgado que aquela última que lhe estava a dar é que a s atisfazia realmente ... e pão só nessa altura, mas depois, quis saber tudo o que se tinha passado ... Conservou-a acordada durante horas, tentando descobrir como é qu e se fazia isto, como é que se fazia aquilo, e Anna tão cheia de álcool e de sexo que a unica coisa que queria era ir dormir ... E quando ela pura e simplesmente não aguentara mais e adormecera o tipo tinha fica do furioso... se se conseguira manter acordada quando todas aquelas coisas se ti nham passado, porque é que não ficava acordada mais um bocado para se divertir com e le? E quando convida alguém das suas relações comerciais, Anna tem de representar outro núme ro. Ele gosta de a exibir, deixar que as pes156 soas vejam a gaja elegante que ele arranjou, e tudo isso está muito bem, mas Anna tem de deixar entender a toda a gente que é uma espécie de furacão sexual ... furacão esse que é todo dele. Assim, vê-se obrigada a passea r pela sala para que lhe admitem a figura, e portar-se como uma cadela no cio, e sfregando-se ' nele e deixando-o beliscar-lhe o cu e passando-lhe ela, às vezes, a mão pelos tomates. Em seguida, decorrido um certo tempo nestes jogos, ela chama-o para outra sala, ele desculpa-se e sai com ela para meia hora de brincadeira... algumas vezes até c onsegue pôr a coisa em pé e então salta-lhe em cima, mas geralmente tudo de que é capaz é despi-Ia por metade e amarrotá-la. Depois ... lá reentram ambos e ele talvez ainda v enha a abotoar as calças e Anna tem o aspecto ... e, espera-se, o comportamento... de alguém que tivesse saído da máquina de lavar... Agora tem outro plano maravilhoso, Quer que Anna leve lá a casa um tipo novo, bem equipado, e vá para a cama com ele, deixe o gajo aplicar-lhe o tratamento completo enquanto o paizinho gorducho está escondido num armário a assistir a toda a cena en tre os dois. Anna recusa totalmente. O que ele faria, na realidade, diz Anna, era meter-se no armário, masturbar-se até ter visto tudo e depois saltar lá de dentro fazendo o papel de amante ultrajado. E como estava na sua própria casa, continua Anna, talvez tiv esse coragem suficiente para esbofetear o outro sujeito, ou até dar-lhe um tiro .. . mesmo que lhe acertasse, um tribunal francês ilibá-lo-ia, em defesa do "número" da h onra. Parece fantástico, mas Anna diz que eu não pensaria assim se conhecesse o sacana. Enquanto bebemos o café, mostro-lhe de relance as fotografias que Ernest comprou e m qualquer lado. Quando as vê, Anna por pouco que não urina nas calcinhas ... tinha obrigação de saber qu e aqueles seus amigos seriam capazes de uma destas coisas. Queriam tirá-las só para se divertirem... muito bem, ela só para se divertir, se os torna a ver, corta-lhes os tomates. Há pessoas que nunca as deveriam ver, diz ela... mas por esta altura não deve haver em Paris nenhum débil mental que não esteja a babar-se por cima delas... Anna já vê toda

ou coisa parecida." Anna regressa e Raoul vai-se embora. Raoul sente-se um pouco envergonhado e m falar na presença de Anna. eu disse-lhe. por sua vez ela tirou-me o mangalho para fora e está a pentear-me os pintelhos. uma coisinha acerca do merceeiro. é exactamente o tipo de coisas que e le gosta.. porque Anna e eu temos uma visita a fazer . tudo o que ela está a fazer é provocar tesão a si própria. Freq uenta a igreja. Oh. Espera até a veres. talvez. . Aã... percebes AIP Talvez haja qualquer coisa que ela não quer que o meu irmão venha a saber . a abanar a cabeça e a passar a língua pelos lábios enquanto olha para as f otografias.. até que eu não aguento mais... Anna continua a dizer-me que não o devíamos fazer.. Mas ela pensa que és maravilhoso. ela é muito gira.. é tudo o que ela quer de ti. e só Deus sabe por onde mais.a cidade a passá-las de mão em mão. Alf. Gajas nov . Até o meu irmão a acha uma gaja simpática. " "Não é nenhum coiro . Está sentada.. por isso ela vai até à casa de banho para que possamos co nversar. face ao empenho de Raoul. pois não vão demorar. talvez eu tenha qualquer coisa na manga a seu respeito.. "dou meia volta e deixo-a lá. talv ez o tipo traga algumas mercearias sem as pôr na conta.. teve de ser muito bom... mas o que quer que tenha sido." "Não quero saber o que ela faz com o merceeiro.... Puxei-lhe as calcinhas para b aixo. combinei tudo como deve ser. Raoul alimenta a esperança de poder ir um dia para a Améri ca e vender aspiradores.. O acordo não é que eu a tenha de foder..... " "Faz broche?" "Claro que faz broche.. Demasiado arriscado e. está disposta a conceder-me uma de borla. digo a Raoul. além disso. só lhe disse o teu primeiro nome... 1 A cunhada de Raoui está de novo em Paris.. e conheço muito melhores formas de o fazer do que olhar para fotografias porcas de si mesma. " 158 "Ela não te mete em trapalhada nenhuma.. Limita-te a dar-lhe uma boa fo da. vais ver se não é . diz Raoul..... o que é que ela vai fazer cornigo? Não me quero meter em nenhuma trapalhada .. O acordo é que ela tem de me foder a rnim. 157 Raoul encontra-nos por acaso.. Alf... Por isso sentamo-nos enquanto esperamos e Anna quer ver as fotografias uma vez m ais. e a apontá-la a dedo na rua. Raoul deu-lhe um lamíré a meu respeito. diz ela. mas deixaram uma nota na porta dizendo-nos para entrarmos. Portanto combinamos um ponto de encontro .. pelo menos até lhe pôr os olhos e ver o seu aspecto... Contudo isto deve torn ar feliz por uns tempos o seu "protector" . ficamos para mais um licor. combino u tudo. e eis senão quando entram duas gajas. Estou a dizer-te que é uma bela pequena... nada disso.. quando nos preparamos para sair. e ela mostrou-se muito razoável em tudo.. e ele é casado com ela .. esquina da rua Cuvier com o Cais St. amanhã às oito da noite.. É uma bela pequena... na marmelada. el a pode não querer que eu saiba onde mora.... se ela me agradar . Bemard. As duas amigas de Anna não estão em casa quando lá chegamos. "Mas se for um coiro que lá está a espera". Eu sei.. mas nada faz para o evitar.. ela nunc a me viu antes. Ela não julga que tu és rico.. Eu também não gostaria que ela s oubesse onde moro.. de modo que tem o cu à mostra. e ele arranjou as coisas de modo a pag ar as lições de espanhol que eu lhe dei. contei-lhe uma data de patranhas a teu respeito. " "Ela sabe o meu nome? Talvez pense que eu sou rico... pensar nestas coisas espalhadas por toda a Paris . De qualquer modo.. Vai ser uma bela fo da. e d entro em breve encontramo-nos no divã. Não faço a menor ideia do que ele lhe poderá ter dito. realmente é horrível... Não seria boa ideia ir a casa dela.. que mer das é que lhe contaste para ela estar tão pronta para se entregar a núm?" "Ah. Ela vai à igreja .. Como tem uma cois a para dizer. Convém-me .

por qualq uer razão.. entes ado ou não. depois de alguma atrapalhação.. Para começar não percebo muito bem porque é que viemos até aqui. frias Anna nem lhe presta atenção . c onsegue enfiar-se mesmo à justa dentro delas. levanta a saia a toda a altura e puxa-as até ter o cu novamente coberto. não suporta ter a sua Jean a olh ar para um par de calças. Anna consegue disfarçar John T... saca dos seus postais e most ra-os a Billie...as. o que não acontece a Jean . minha putazinha". Gostava de saber. que afinal são americanas . "Não faço nada com ela . "Luta.. Billie desforra-se e com habilidade.. diz Billie. Finalmente ela ergue-se. "Com que então querias que ele te visse . ou vamos passar a tarde com rodeios? "Sempre que vê um homem dá-lhe vontade de se despir". Com cada uma delas em separado. diz ela.. Sorri e pisca-me um olho.. Anna também quer e Billie tem alguma guardada na manga. também . 159 Mais tarde Anna diz-me que Billie possui algum dinheiro.. Não sei o que deva fazer.. O *meu inarzápio está no ar. se aquela coisa que julga ter visto era mesmo real. e pergunta-lhe se quer ver outra vez. " . Apanhamos a deixa. Billie ex ige uma demonstração. E quero tirá-la agora mesmo .. assim Billie é quem paga as contas e Jean quem abre as pernas nas devidas altura s... " 160 Olha na minha direcção.. Esta gaja.... Logo desde o início é tudo muito íntimo.. Anna olha para um dos desenhos... mas as três em conjunto. Jean volta-se para mim e faz-me olhinhos. diz ela.. Billie é também urna bela estampa. ou se era tudo fruto da sua imaginação. explica Jean. Aliás. Bíllie. Porque é que não nos pomos todos mais à vontade. Bem. Anna disse-me que eu ia conhecer duas das suas amigas. Mas eu gosto de tirar a roupa. sugere Jean. " "Ê ciurnenta". e fingia-se ela preocupada pelo facto de eles terem caído no domínio público! Passou-se o melhor de uma hora antes de Jean ter a coragem necessária para dizer o que tinha em mente. Jean é tão quente como parece. Agarra-a subitamente pela cintura e atira-a para o divã... excepto despi-Ia ali mesmo.. Jean diz que prefere espera r um pouco. Esta gaja. e Jean olha-me para a braguilha como se esta fosse urna caixinha de su rpresas de onde esperasse ver saltar um boneco. grita. Anna diz-lhe que é tudo de quanto há de mais real. eu sabia como agir.. Billie rnostra-nos uns álbuns com ilustrações suas ... com uma apresentação destas não podia ser o a coisa.. mas n ela trata-se de um fato de corte masculino e de gravata...... é dem ais para mim. Billie tem estado a fazer-lhe tudo. para ela ver como é. e de todas as vezes que Billie passa por ela e lhe dá um apalpão no cu.. uma chama-se Jean e outra te m uma etiqueta conspicuamente lésbica. qualquer pessoa que alguma vez tenha chupado um caralho vê logo que a artista nunca o fez.. como se fosse um dirigível.. Sou apresentado às gajas. vou-te despir e assim ele po de ver-te ... embora só Deus saiba o que p ossa ser. parece que as lésbicas... Jean é uma loirinha que deve comprar as roupas um número abaixo do seu tamanho . E Jean não é a única que se está a fazer a uma foda. e já d sisti de o tentar enfiar pelas calças.. mas tenho a impressão de qu e viemos para nos deitarmos todos uns com os outros. devem andar à volta dos vinte.... quando Jean começa a dar pontapés para a manter à distân cia. Billie . mas não se pode fazer nada a respeito das suas calcinhas. "Acha que eu me devia despir só para ela e para mais ni nguém . como um apache. Nunca me encontre i numa situação destas. também me levanto... Visto que toda a gente está de pé. têm um talento especial para desenharem gente a foder.

e não fazem nada." Pelos vistos estou a rneter-me onde não sou chamado. Como sabe que agora já não pode impedir Billie de a despir. assim.. mas não consigo ver o que lhe está a fazer. de forma a pôr de fora as suas tetas maravilhosas.. inclina-se e agita -as em frente do meu rosto.. não se podem ter certezas ace rca de gente desta. e não fico nada surpreendido qu ando Anna salta para o meu colo. se ela se portar bem. e o facto de saber que ela não está inter essada em mim não impede que eu aqueça quando tenho uma perspectiva em directo do se u sexo. A imobilidade de Jean. sabe-o e se tivesse possibilidade estaria à altura.. Aquele orifício rosado e cabeludo foi concebido para levar com um marzápio lá dentro. é total . Grita por Anna e por mim... com os rabos nus. mesmo à minha frente. Depois afasta mais as pernas. Jean e Billie pararam de lutar e estão deitadas. Jean tem uma mão entre as coxas de Billie.... É realmente emocionante ver aquelas duas gajas à luta. comporta-se co mo se quisesse arrancar a cabeça de Billie.... Anna enrola as meias de seda.. A seguir resolve ser altu ra de se livrar do vestido.. merda. DAQUILO! Afirma-o abertamente. Como não quero ser do contra. Anna quer que eu lhe afague as mamas. Billie está deitada de través sobre Jean e. também devota todas as suas forças a tirar a roupa de Billie... Mesmo lésbica. Finalmente Billie tem Jean completamente nua. percorrendo-a com um dedo. talvez já te nham feito isto várias vezes. Jean puxa a saia até às cuecas para poder pontapear mais à vontade. também me dispo. ela já o fe z. de um lado para o outro. anteriormente ... a partir daí. co meça a acariciar a nêspera de Jean. para darmos uma boa vista de olhos à sua puta . aquelas três cabras.. quer um pouco daquilo . apanhando calmamente as roupas uma da outra.......Cá por mim não queria estar ao alcance dos tacões ameaçadores de Jean . Mas esta não tem medo dela. Jean grita e salta do divã.. e exala o cheiro que uma cama tem depois de se passar dentro dela três noites consecutivas com urna gaja. enquanto lhe acaricia a cona. Billie tem umas belas formas. Gostaríamos de a ouvir guinchar? Belisca-lhe os marmelos. vai olhand o para a de Anna. Jean não tem a menor hipótese. Anna deixou-se escorrega . Ela já estava molhada entre as pernas quando estáva mos a brincar um com o outro ainda há pouco. mesmo com Anna a importuná-lo John T... e ela própria tem muito pouca roup a em cima. Billie dá-lhe palmadinhas nas coxas e na zona do cu que fica à mostra. excepto olhar-me ... Anna tem o vestido levantado até ao ventre e está a abri-lo no peito.. e desta vez não tenho que lhe despir as cuecas. que depois enfia lá dentro . e titila-lhe o escroto... talvez venha a provar um bocadinho . 162 Billie garante-lhe que.... eu antes lho dava se ela se portasse mal . Vai-lhe das coxas quase até aos joelhos. ... "Es tá a olhar para ti como se desejasse engolir-te.. salta-lhe para cima e começa o trabalh o. e enquanto Je an se contorce na tentativa de se libertar. Em poucos minutos ambas perderam 161 as saias e contorcem-se. Porém Billie mete-se entre as pernas de Jean e. e as suas coxas são tão excitantes como t udo o resto que ela tem.. puxa o rabo de Jean. mas agora está completamente encharcada ... Agarra-me a ver ga e começa a mexer-lhe. E enquanto o faço elas imobilizam-s . Jean está a oferecer uma bela batalha. de modo a que Billie lhe veja melhor a néspera.. Deve querer que lhe contemos os pintelhos. Ou talvez preferíssemos ver melhor a sua "bonne-bouche" .... para dificultar a remoção de qualquer peça de vestuário de parte superior do corpo. "Aquela gaja já foi alguma vez contigo para a cama?" pergunto baixinho a Anna. De qualquer maneira é um belo espectáculo... Merda... até que ambas se encontram tão nuas como galinhas depe nadas -s alvo uma pequena zona. Anna ameaça-me com o dedo e não responde.

.. diz Jean. e não presta atenção mais nada. 163 Jean farta-se de Billie lhe lamber a nêspera.. Billie não é mais envergonhada do que ela. diz Billie. d e dois em dois segundos. mas Jean tem todo o que for preciso... aliás não tinham muito c abelo onde quer que fosse. Anna começa a acariciar-me o pénis com as mamas. mesmo no centro da racha. Depois é como se Anna e eu não estivéssemos ali . minha cabra. morde o ventre de Jea n e finalmente beija-o em cheio.. e salta. tudo o que nec essita agora são esporas e um pingalim.. assentan do o eu sobre o rosto de Jean. antes de esta se aperceber do que se está a passar.. esfregando a cabeça contra el e. tal como faria um jockey.. quando regressas ou tens as cuecas cheias de lan gonha ou o nariz a cheirar a cena . a menos que se q ueira encher um colchão com ele.r entre os meus joelhos e está a afagar-me o mangalho. Quer que Billie me chupe o caralho.. Mantém-se de olho no divã. e não parece nada contrariada pelo que está a fazer.. esfregando o "con" no nariz de Jean. As tetas de Anna dão uma foda muito melhor do que uma data de con as que já experimentei. e se se olhasse só para um dos dois pares de ancas. Jean quer saber porque é que não pode ser fodida neste momento. E o que é que a Annette te ensinou? Não dei contigo com a cabeça enfiada debaixo da saia da Bebe? Não deixaste a Meg mexer-te? Aliás... rninha cabra". e mesmo a tem po. "Mostra-lhes o que me costumas fazer". jurava-se qu e a rapariga estava a foder. ao mesmo tempo que mantém os olhos fixos nas duas gajas sobre o divã.. Meu Deus.. Jean está de olhos fechados a chupar a nêspera de Billie como se se tratasse de um pêssego. Billie concorda com ela..verem-se daquela maneira. vistas bem as coisas. o que é que aconteceu quando a minha irmã nos veio visitar? Sim. Billie esfrega ali o rosto. acha que é altura do s pares se trocarem.. Tudo o que consigo ver de Jean é o eu e as pernas que se agitam... porque se demorasse mais um minuto tinha-me vindo.. "Queres que ele pense que tu és uma gaja PORREIRA! Não és porca nem és ca paz de chupar uma rata. tenho a certeza.. principalmente agora que Anna. Anna ergue-se de um salto.. "Conheço-te. diz. Coloca-o entre as suas tetas e embala-o como se qui sesse adormecê-lo. e suponho qu e uma pessoa se pode cansar daquilo. estão a beijar-se uma à outra como o fazem os adolescentes. podia pensar que seri am um pouco reticentes. Tenho tanta pressa em entrar que quase lho meto pela garganta ab aixo. Anna tem uma ideia louca. Nunca me atrever ia a sugerir tal coisa.. esfregam os ventres e as mamas e as conas uma na outra. Certamente é altura de se mudar.. Dirige-se para o divã e eu sigo-a. vai apalpando Billie ao mesmo tempo que a suga. " Anna continua a massajar-me a verga com as mamas.... mas de repente abre a boca e d eixa-mo enfiar. pelo menos.... pois não? Ouve lá.. a qual das minhas amigas é que não fizeste minete? A pouquíssimas.... Deitadas. minha lambe conas. inclina-se para a frente e o seu tronco sobe e desce. àquilo que fazem uma à outra. e Johnny está felicíssimo . Billie diverte-se a jogar às escondidas na pintelheira de Jean. A maior parte das louras que conheci não tinham muito cabelo em volta da néspera. tal como se cansa de tudo o resto.. provavelment e tem daquilo todas as noites... ou quase. vê-Ias mo. mas um único olhar a uma gaja vestida corri um fato daqueles e com aquele andar masculino diz-nos logo que ela gosta de cheirar o qu e se encontra por baixo das saias das gaj as. e isso é mais qu e suficiente para fazer arrepelar os cabelos. mas Anna dispõe de um argumento. e nfia a mão nas partes baixas de Jean e revela-nos o grande segredo. o aspecto não engana... Oli... sem chegarem a parte nenhuma. Billie começa a chupar a nêspera de Jean. mas pelos sons que saem debaixo do eu de Billie sou capaz de adivinhar tudo aquilo que não vejo. se inclina e lhe beija o nariz vermelho e alcoólico. mas estas cabras não! Jean abre as pernas e fica de costas. Subitamente Jean agarra Billie pelas nádegas e abraça-a. ela própria é perfeitamente . e logo na primeira noite. com excepção de algumas por mês. mas também não eixa Jean Jeudi ao abandono. não me venhas para cá com esse jogo! Todas as vezes que vais daqui até à esquina. Ainda se podia pensar que se comportaria um pouco menos impudenteme nte na presença de estranhos. Billie aperta a cabeça de Jean nas suas pernas..

"Se tu não te importares... dá a impressão que Anna.... Põe os braços à minh a volta e abraça-me. não me lembro de u ma única vez ter recusado o meu pénis a alguém que o quisesse chupar.... diz.. Billie sabia do que estava a falar quando disse que não precisava de ajuda... se for capaz.normal. engole tudo. e depois de ter encarado o meu mangalho durante um segundo. lá para dentro. Já tentei engatar algumas. começa a beijá-lo e a molhá-lo com saliva como se não houvesse nada no mundo de que mais gostasse. Estou pronto a agarrar a cabeça da tipa e a mantê-la onde está se ela se armar em esperta qu ando ficar com a boca cheia de esporra.. Assim que eu acabo de me vir Billie agarra-se a Jean. e fixa o meu mangalho durante um bom bocado. Algumas. mexe-me nos tomates. beija-me os tomates ou Iambe-me a barriga. Esta gaja pode ser extraordinariamente convincente .. 164 já teve alguns contactos corri a "bonne-bouche" de Billie .. Billie não quer conselhos da assistên cia. de tão retesadas: quero dar-lho todo de u ma assentada. Aguento-me até os tomates quase se transformarem em molas. Começa a afa gar-mo... Vêem-se destas gajas nos bares. esfrega as tetas nos meus joelhos.... levanta os olhos para mim. Pelas suas palavras. não que Johnny precise de carícias.... Ajoelha-se à minha frente e mete-se entre as minhas coxas. A maioria dessas cabras atir ava-se ao ar se lhe fizessem uma proposta semelhante .. à espera que eu me venha. Alf. é claro ... uma ou outra vez. Jean e Anna estão quase a molhar as calcinhas. Estreitam-se fortemen te.. se a sua teoria valer alguma coisa.. mas Billie ouve atentam ente e parece levar bastante tempo a considerá-la.. Para lésbica. mas não para lhe lamber a rata. diz ela. cada uma delas percorrendo com a língua a boca da outra. além do mais. mas é pura perda de tempo. parece-me que o vou fazer".. Envolve-a nos braços e beija-a na boca.. como eu supus.. Tem a cona a latejar. era capaz de jurar que estava doida pelo meu marzápio e por o enfiar pela boca abaixo . não haverá alguém que lhe queira faze . eu também sou uma pessoa razoável. mas porque faz parte da sua teoria.... e quando tem a certeza d e que a outra a está a ver. Jean torna a sussur ar ao ouvido de Billie que ela é uma brochista porca e pervertida.. "Sabes... Olha para Jean quando aquilo começa a vir. mas consegue controlarse antes que Billie a apanhe . deve saber o que vai suceder se co ntinuar a chupar-me a verga desta maneira.. " Se eu não me importar! Meu Deus.. 165 têm um aspecto fascinante. Arrumo o cu no divã e aguardo os acontecimentos. Até Billie.. Sei o que estou a dizer. e q uando não está a chupar-me o caralho.. e se Anna pode chupa r uma cona não há razão para que Billie não chupe um caralho. . desmonta. Jean agarra Anna pelos marmelos e parece que ali se vai passar qualquer coisa de interessante . Não quero desapontar ninguém.. se eu não tivesse a certeza absoluta do que ela é. Billie é uma pessoa de elevado bom-senso.... Mas não se consegue chegar perto delas.. Billie está a ter um comportamento partic ularmente depravado. "matando" todas as tipas que entram e pagando bebi das àquelas que pretendem engatar. mas estão tão dispostas a permitir que um tipo lhes levante a saia como eu estou disposto a pedir ao gajo que vai ao meu lado no Metro que dispa as calças para lhe bater uma punheta. e não necessita de a juda. é o único termo que posso empregar... Está corri um olhar perfeitamente apaixonado. embevecido . Ela compreende isto no seu conjunto. Depois . Anna interrompe a festa com os ares de quem sente que está a ser posta à margem. Se for avaliado pelos seus próprios padrões. e muitas vezes perguntei a mim mesmo o que lh es aconteceria se lhes dessem uma boa foda. mas já fez minete e não tem qualquer problema em o admitir. Por fim passa uma das pernas sobre Jean. diz ela. Dá a impressão de a dorar a coisa. su ponho eu.. em teoria.

.. Abre a cona o mais que pode. afasta-a. Também me levanto. pergunto a Billie se esta não teme perder a amiguinha. Mais do que fooler está a ser foolida . Tem os joelhos erguidos.. "Não me importo que saia e vá foder. Quando Billie emerge de tudo aquilo e vê com que jogo que Jean e eu estivemos entr etidos.. tirando-lho dos olhos. Ela está tão em brasa que se põe a arfar como se fosse um cão . 166 Saiu-me uma rica encomenda. Anna está a observar-nos. Ela quer saber a minha morada! É a primeira coisa que Jean diz após o orgasmo... e vimo-nos ambos. Encavo-lhe completamente o mangalho em cada sacão . ao mesmo tempo que brinca com o cabelo de Jean.r qualquer coisa? Billie põe os braços em volta de Anna e começa a acariciá-la... Alguns iiiinutos com ela e estou com uma tora que. Porra.. espeta o rabo para fora. 167 Jean não presta muita atenção. Billie não se importa com o que estou a fazer à sua Jean. abre as pernas para eu poder acariciar-lhe a nêspera e começa a manipular-me a verga. também começa a foder.. Provavelmente não se importa ria.. em qualquer caso. "Ela tem de ser fodida". Jean está por trás de Billie. John T... não suporta as tenta.. Se há alguém que mostre ciúmes é Anna. Se há alguma coisa de que não gosto é de gajas esgalgadas . ainda não está em forma. com um tufo de cabelo e um buraco que parece ter sido feito com um pau. Eis senão quando anta uma perna quase até ao meu ombro. não vou recusar a direcção a uma gaja como Jean. Ver-me montar assim aquela gajinha violenta parece pôr fogo no rabo de Anna. passado pouco já se entretê com os sexos uma da outra. fode ainda com mais força do que até aí...... titilando-lhe o escroto e metendo-lhe um dedo pela con a acima . Não está precisamente zangada.. e Billie dá a impressão de ter a maior parte do rosto lá metido. mas está tão embrulhada com Anna . Meu Deus com tanto cu. então é como se estivesse a cavalgar as Fúrias.. esta Jean. se for vista fora dos locais aconselhávèis.. de modo que Anna e Billie podem ver exactame nte a dois palmos de distância como é que este jogo se joga.. tivas de Billie para a montar ...que não tem tempo para mais nada.. corre o perigo de levar um tir o e ser exibida como um troféu de caça. É uma bela gaja rechonchuda. Foolo-a até ela já ter a língua de fora . são ess ... em exposição não posso sentar-me e limitar-me a vê-Ias esfregarem-se umas nas outras. mas depois deixa-a vir para junto de si para lamber a langonha que lhe escorre pelas coxas.. A princípio Jean não fode.. Dep ois vem-se: quando isso acontece... mas Billie nem se dá conta quando me ponho em cima de Jean .. invectiva-nos com uma linguagem demasiado polida para ser tão masculina co mo Billie desejaria.. e está a ser extrao dinariamente bem foolida. Nem pensar nisso.. mas pelo que já vi estas duas gajas devem sentir-se no melhor dos mundos quando c ospem uma na outra ou quando se batem. facilitando-me a entrada. e as fendas calafetadas com cabelo.. corre o perigo de se p artir ao meio se tentar abrir as pernas ainda mais.. até que o raio da coisa realmente boceja. e ponho a mão so bre Jean . e dá a impressão de falar a sério. só pele e osso.. e o "conillon" abriu-se de tal maneira sob a acção de Billie que os meus dedos parecem cair lá dentro mal lhe to co . responde Billie a Anna.literalmente . e da parte de Billie não há qualquer sinal em contrário. Tem as bordas da cona repuxa das. e quando se está quase a vir. mas esta cabra sabe o que deve fazer.. tem o que é necessário para o pôr de pé . Só uma fêmea podia atirar as palavras tão descuidadamente e mesmo assim ainda conseguir atribuir-lhes um significado. e não é surpresa ver Billie enfiar a cabeça entre as coxas de Anna e começar a lamber-lhe a rata cheia de langonha.. mas a sua cooperação não passa daí..

. Ontem à noite... . ela tem ami gos naquele. Há uma coisa que é má. nos deixa a gelar os pés sem quaisquer remorsos.... uma hora não.. na verdade... Esta manhã Raoul entra-me por aqui dentro. é jovem e tem o ar de quem utiliza o sabonete de vez em quando. Alf e não se preocupa com o que fará de manhã. Puxa o cabelo para trás.... e se bem que o estômago se encontre eventualmente vazio." "Uma hora? Não... e nem todas são inventad s.. mas ainda estou chateado por causa da outra tipa... "Ela gosta de ti Alf. Nove horas e aquela cabra sem aparecer... na altura.. que explicação é que ela vai --. saltitante. Quinze minutos. da próxima vez não a deves espancar om tanta força. uma hora aqui. foi a primeira coisa que fiz. engato uma. e como é que isso correu ontem à noite. Assim. podes dizer a essa gaja. devem ser anos. Mas tu sabes o que tens a fazer.. "Que tal a achaste? Sempre era o coiro que temias? Vês. quando um homem não é pontual. Raoul pode limpar as mãos à parede pela linda combinação que fez . ) Há'gajas por toda a parte . quer ele saber. de um pre168 guiçoso e de. Às nove horas ponho-me a andar.ao meu irmão? Ah. E. Alf... e mesmo ali nos mostra o que é. estava à entrada do Jardin des Plantes para o meu enc ontro. Jean.. para não a incom odar...... Fazem-nos desperdiçar a vida. e onde é que vou arranjar outra para a substituir? Meu grande Jesu s. fresco como uma rosa... apontando-me o dedo. Mas até unia mulher inteligente.. em Paris nunca se perde o comboio.... não vou viver eternamente.. muito má.. não me sinto preocupado qua nto a encontrar uma gaja... meia hora .... Não acredito que as mulheres alguma vez pensem que um dia a sua vida terá um fim. diz-lhe o que te der na realíssima gana! Fez-me estar ali à espera urna hora. Oito horas. embora. Não é exactamente uma beleza. talvez da próxima vez tu me acredites. como acontece na América. mas chupa a cona de Billie até que esta se vem. pode-se pagar ou ir com elas de borla. inclina-se e beija Billie na cona. aparece logo outra... dependendo do quão necessitado se está. "0h pá! Oh! AIP" berra ele.as putas dessas fressureiras que ela engata que eu não suporto. Ainda está sem respiração da foda que eu lhe dei. além das refe ridas..... Oli . mais umas dezoito espécies sortidas de coisas.... quinze minutos ali. isso não significa necessariamente que a ca ma também o esteja . se eu digo que está bem . depois de já ter algumas b ebidas a bordo... trata-se geralmente de um inútil. passado algum tempo... Portanto roubar am-me uma hora.. só pensa que tu és u m pouco louco. De certeza que não o pensam da mesma maneira que os homens.. Ouve Raoul. Via hoje. quando eu trato das coisas . Pode-se ter a certeza ab soluta.. porra. e ela está doida por ti . Não é uma puta. Tenho mais que fazer do que ficar de guarda toda a noite ao passeio. ou aquilo a que os homens designam por mulher int eligente.. " Jean sabe. Todas aquelas nódoas negras no traseiro. às oito em ponto. o que tanto acontece aqui como na América. em todos os cafés os cagató"os têm as paredes repletas de direcções... está simplesmente com fome. A lf.. Se uma gaja falha. Uma coisa... as pessoas que faltam aos encontros deviam ser presas. Cerca de uma hora mais tarde. É como se nos roubass em dinheiro. É cabe169 çuda." "Deixa de te armar em esperto. (Que espécie de gaja se encontrará numa dessas moradas? A inda hei-de experimentar .. não me restam tantas horas que me possa dar ao luxo de as perder desta maneira. pelo amor de Deus. Mas as mulheres nunca pensam nestas coisas. J esus.. leva-a para um hotel melhor." ." Percorre o quarto e encontra um cigarro.. Vai f azer-se engraçado. o filho da puta.. dou-lhe de comer e depois vamos para casa e tento fazer a coisa funcionar com ela. mas ela também gosta disso . é pior que roubar dinheiro.. foi o que combinámos. pelo menos. mas não é má de todo. Portanto e apesar da cunhada de Raoul não ter aparecido.

etc.. mas. levante o país através das colunas do jornal e envie batedores para toda a parte.. e para mim é muito cedo para me começar a rir.Raoul continua a falar até que começo a perceber que ele está convencido de que eu est ive realmente com a cunhada ontem à noite. AIP Deve ter sido um dos teus amigos... também fugiu? Não. o primo de Raoul descobriu que ela tinha facilitado ao patrão.. Chega ao ponto de me subir para a cama e cheirar os lençóis quando lhe digo que ontem à noite estive em casa com outra gaja. Alf! Ela não é suficientemente esperta par a tentar aldrabar-me .. e nem lhe pagar . Raoul não acha piada nenhuma ao assunto. O velho pensou que el e estava ali à procura de emprego e contratou-o imediatamente.. Sabes o que é que aconteceu. mas imagino que foi algo de catastrófico .. eli. Quer saber se tenho Tania comigo.. Ten ho alguma fotografia minha que ele lhe possa mostrar? Não? Bom. Alf'. eh. Neste momento deve estar algures em Paris e Alexandra.... qua ndo surge Alexandra. e não gos tou. Raoul diz que se ela me vir talvez goste de mim e esteja dispost a a ir comigo para a cama. "Que tal esta noite? El a pode? " Raoul zanga-se. deram-lhe uma foda das boas! Devias tê-la visto esta manhã! Pensei que me estavas a gozar. Fica furioso quando se convence de que falo verdade. vai correr para casa e esclarecer as coisas imediatamente. então talvez me tele fone mais tarde para nos encontrarmos em qualquer lado. simplesmente.... "Mas ela foi fodida... E quanto a Peter.. Mas recebi al gumas cartas dela? Tenho alguma ideia do sítio para onde poderá ter ido? O que Alexandra parece esperar de mim é que organize uma busca geral. se não a tenho aqui... etc. esperando para ver se Tania regressa. conta-me Raoul. foi vigarizada! " Quer saber a quem é que eu falei daquele encontro. durante dez ri tos. não alimenta muitas esperanças. Alf. sinceramente. mais ninguém era capaz de fazer uma coisa assim.. Ele aí vai para descompor o peído velho.' E num hotel reles. Sempre houve azares destes na família. segundo parece. Bem. onde ela podia apanhar piolhos ou coisas assim! A minha própria cunhada! " 170 Vai-se já embora.. o nde é que a guardo? Tania. AIP Foram-lhe para cima . diz Raoul. Peter ainda se mantém no campo. Para o diabo mais a fôda que eu devia de dar. ele não sabe mais do que os outros acerca do lugar onde ela se poderá encontrar. Que sacana.... e lhe pede para tornar a fazer a coisa? Quando nem sequer lhe pagaram? "Que espécie de filho da puta seria capaz de fazer uma coisa destas. pergunto a Alexandra quando a vejo mais calma.. E o que é que eu julgo que se passou a seguir ? Não julgo nada. essa foi por engano. e é inútil tentar falar com ela até que recobre um pouco de calma. e o primo de Raoul tem de atender o telefone e dizer que o patrão está em conferência quando sabe muito bem que ele está ali atrás a come r-lhe a miúda em cima do divã. veio proc urá-la no local mais provável.... e assim lhe poder demonstrar que foi fodida pelo gajo errado . até está de posse de todos os pormen ores . nem mesmo lhe pagar. e aquela que ela tinha levado? Corno é que ele lhe vai explicar9 Será que eu penso que ele v ai ter corri ela e diz. Nunca a vi tão f ora de si.. "Bom. Está comp . Não falei a ninguém. miúda gira. a sério. AIP Aproveitar-se duma miúda inoce nte como aquela .. a caminho de outro lugar qualquer.. Merda. E a gora têm ambos de lhe beijar o cu. Só azares na família.. diz ele . Tem um primo que arranjou uma namora da.... Digo-lhe que farei tudo o que puder e Alexandra sai porta fora. diz-me Raoul. . ordinário. mas tenho uma trabalheira do s diabos para o convencer de que não estou a brincar. Finalmente ponho a coisa em pratos limpos. Sim. Depois quer sa ber em que esquina é que estive à espera. Acabo de fechar a porta nas costas de Raoul. Bom. e quanto à foda que eu devia dar?" pergunto a Raoul. era mesmo onde ela tinha estado. cansou-se de brincar com o seu cãozinho e desapareceu ontem .. Mas a rapariga arranjou um emprego e o patrão começou a andar atrás de la .

"Foi Peter quem mo fez". Billie só quer aquilo.. quando se passa a mão a contra-pélo... e exige aquilo em que não consegue pôr a mão. Com Je an sabe-se que é tudo brincadeira.. Não é giro" Abre as pernas o mais possível. continua ela. aliás. diz com ar brincalhão. talvez tenha de pedir os meus emprestados . confessou-me ela.. que não consegue evitar o estar continua mente a acariciar-se a si própria.. se não obedecemos imediatamente. Tudo o que fi cou. Peter mantendo afastadas as bochechas do cu da irmã. e cá vem e la direito às minhas calças.... Ela gosta de Billie. acha que Billie é extraordinária. tr ansforma-a em lava naquela sua fornalha e depois expele-a.. não podemos escapar." Imagino a cena . ah sim. "Eu tinha um aspecto tão esquisito enquanto eles me faziam isto". tem de usar uma mão para a explorar. e tem uma imensidade de pêlos m acios para nos passar pela cara... diz ela.nda se pode ver uma leve penugem quando a luz incid e directamente. não há dúvi da que tem de conservar os bigodes para manter a dignidade.... mesmo sem os bigodes retorcidos. ou fizeram-no seguir . perderia a sua chama. no que toca à sua cona. Se conheço Tania. acrescenta ela. No que lhe diz respeito. acha ela. diz. estando ao mesmo tempo a mastur bar-me.. Tania ri-se.. não deixaria que ela e SnuggIes o barbeassem. está na categoria das que se comem. A cabra já nem pede as coisas. ali entre as suas per nas... Gosta tanto daquilo. e nunca crescer ia . sacar-lhe o tufo de pêlos não foi lá grande remédio para lhe acalmar os ardores.. costuma dizer-lhe q ue uma conita careca como aquela não pertence à categoria das acariciáveis. havia de ter um aspecto muito esquisito sem as barbas. Bil lie diz-nos para fazermos urna coisa e. uma vez posta s as suas pernas à nossa volta. Abre-me a braguilha. pensa Tania.. um olhar e fica duro como pedra. SmiggIes segurando a tijela de água quente. É c omo se já tivesse uma pedra dentro das calças. Sim.. Mas.. Também não per tence à categoria das fodíveis. só para ver se Jean Jetidi ai nda lhe consegue reconhecer a "borme-bouche" . foi um arranhar suave. Tania não se consegue manter quieta no meu colo. estou certo de que sabe tomar muito bem conta de si . "e SnuggIes ajudou. Johnny.. só o deixará depois da vida o ter abandona do em golfadas... Algumas vezes Billie parece um homem. porque na sua face ai. Tania aperta-me o pénis num anel mortal . Tania está calva como uma águia. Billie mantém-nos na linha quando brincamos c om ela aos cavalinhos! É claro que também gosta de Jean..... especialmente nas pernas.. ao passo que com Billie. o cu seguiu o mesmo caminho. Oh. deve ter sido uma cena engraçada. enquanto lhe passa a n avalha pelo rego. . 172 Há-de reconhecê-la. aquela coisa funciona como o ro sto da Medusa..... provavelmente esconderia a cabeça.. Peter disse que havia de ser bom se eu me pude sse vir desta rnaneira. mais macio . puxa-o para fora. mas de uma maneira completamente diferente. agarra o que pode. Billie ob riga-nos a fazé4a. E não foi só a sua cona zita que foi rapada.. Faz-lhe cócegas sob o queixo . Se não tivesse este elegante sobret udo.. Billie tem muita força. Sim. Mas Billie. Peter. Podíamos jogar um jogo. deixa@se escorregar e ergue o vestido de forma a eu poder não só vê-Ia corno também senti-Ia.letamente transtornada...... Mexe o cu de um lado para o outro. Tania está húmida entre as pernas. usando o pincel da barba. Tem a mesma macieza do rosto .... e olha para ele . lisa como um ovo. comporta-se como uma miúda com um brinq uedo novo . não q ue ali houvesse muito que rapar .... como prova de que já existiu uma mata de pêlos nascentes.. "Pa recía um cavalo com espuma na boca. envergonhado.. mas Tania sabe corno amolecê-la. espreme-me a mão entre as suas coxas. confessa-me.. mas não há motivos para isso. para apanhar uma mão-cheia. 171 LIVRO 11 A FRANÇA ENTRE AS PERNAS ENTÃO SEMPRE È VERDADE. Está outra vez com co michão na cona . quando se arma em dura naquele estilo brincalhão que ela tem. Agora não possui quaisquer cabelos para absorverem aqueles fluídos.

Não acredito que saiba realmente para onde se dirige... Ela na verdade pensa. e dou unia vista de olhos para refrescar a minha geografia. contra o seu sexo. Abro-lhe ainda mais as p ernas.. Não respondo. Ernest tinha razão.. Tentem chegar ao fundo de uma gaja para quem foder seja uma paixão! Nunca se lhes encontra o fundo. Estar a foder Tania nestas condições é como estar a foder urna miúda de liceu. É um sabor doce... pelo menos.. Jesus. belisco Tania no cu e. com as mãos a cobrir o sexo.. E le mete a cabeça lá dentro. ao mesmo t empo. mas nem Tania nem eu temos cinco anos. Outra coisa. e a única coisa que encontra é a sua pele. mas parece estar corri pres sa de chegar lá... arrastando-se o resto como um caracol a entrar na casca. Oh.. puxa-me a cabeça para baixo. não admi ra que a Natureza tenha posto cabelo nas conas . a verga numa mão e as calça s ainda na outra .. e enfia a língua na minha boca.. e consegue finalmente arrancar-lhe um gernido.. se except uarmos o facto de que uma miúda de liceu nunca teria uma aparência tão nua.. O meu mangalho não tem hipótese de entrar naquele minúsculo orifício sem o esfranoalhar todo . tudo o que ele tinha a fazer era encontrar o sítio onde não havia nenhum e entrar por ali dentro .. quanto mais não seja porque tem de se encontrar uma . ou ainda mais. ma rzápios que se expandem e outros que enchem como se fossem balões.. estamos dispostos a experimentar . como uma mulher adulta.cola-se a mim tão firme e suavemente como se fosse papel de parede. Quando Tania tinha pêlos. O meu pénis está enterrado nela à profundidade de um braço. um olhar a uma coisa daquelas infundiria terror a qualquer pessoa. é demasiadamente bem educada para o referir. Qu ero que ela me chupe o caralho? pergunta ela. Envolve-me com as pernas. Entre as suas pernas não se encontra nada além de lubricidade. observando-me enquanto me dispo. então devo querer me ter o caralho .quando não há uma pintelheira para a camuflar na sombra. as lésbicas herdarão o mundo.. foder parec e um perigo mortal.. se não se soubesse que era completamente seguro.. que toda a rapariga deve viver uns tempos com uma lésbica. Tania acocora-se.... e engole-nos. Mas e stá a receber-me o mangalho como sempre o fez. a fruta. literalmente. aqui! E fica de pernas abertas. O raio da coisa tem uni ar vor az ...--. pénis telescópicos... se nunca se tivesse estado dentro de nenhu ma. John Thursday experimenta urna certa dificuldade. apoia-se com firmeza.. empurro o nariz de John T. nada mais. triturador .. e um odor e um calor de forno de alta tensão. até uma criança de cinco anos o percebe . mesmo que pretenda casar e assenta r e ser uma rapariga às direitas dali para a frente. por isso deixá-la continuar a percorrer-me o céu da boca com a língua enquanto a fodo. apresentaria empolas... diz Tania. Sei que se trata unicamente de imaginação mas isso não toma menos real o facto da sua língua me saber a cona. Mas Jean tem uma maneira tão suave e excitant e de enfiar 173 a língua dentro de nós. ainda um dia se há-de descobrir que estes fluidos feirúninos contêm todas as vitaminas necessárias pa ra evitar a queda do cabelo. sem maior perigo do que atrav essar uma rua movimentada. pois uma galinha. os dois braços sobre a cabeça. quando ela salta.. Então começa a menear-se. pode-se-lhe enfiar a piça como se fosse um c abo telegráfico que há sempre espaço para acomodar mais um pouco. e ele sente-se perdido.. Est ou em cima dela antes de poder unir novamente as pernas. É preciso que um homem seja verdadeiramente corajoso pa ra confiar o pénis a urna coisa com aquele aspecto. nada que se pareça com o cheiro a peixe que costuma deitar.. Tem um aspecto mais nu do que 174 urna galinha depenada. engoli-lo todo até ao fim. agora não há nenhum sítio. ela limita-se a sorrir docemente com o ar de quem sente um certo desapontamento mas.. e zás ...e leva-o extraordinariamente a sério. O meu vent re esfrega-se contra o dela.. Enquanto for só cona não me importo.

. acaba-se a conversa. " Os dois examinamos as covinhas que o cu dela faz. Não posso foder Tania só com o caralho--. Ajoelho-me por detrás de Tania e ela afasta as p ernas quando sente o mangalho lá atrás.... completo. meto... Pela maneira como o seu recto se abre... Suspeito que pensa que eles só crescerão se lhes fizerem festas.. dez minutos é tudo o qu pede. Meti-lhe o pénis lá dentro e ela não dá hipóteses a que ele saia de lá. e vem-se... Par ece vergonhoso foder uma coisa tão jovem como esta. chupar-lhe os bicos de vez em quando. Não é uma parvoíce?" Volt -se e olha para o rabo por cima do ombro. Estou decidido a não lh . Jean Jeudi é incontrolável. se eu não estiver pelos ajustes.. Tania não me deixa esquecer aqueles marmelos nascentes que exibe ..... nem um olhar. enfiar-lhe os dedos. sob qualquer ângulo que a vejamos... Tenho de a sentir. e da parte de trás. rapei-os. que acompa nhava o tratamento . e quere-o desesperadamente .. enfio também os dedos no "conillon". fá-lo ela a si própria. cabeludas. Sa lta como se fosse um grilo... diz Tania. diz-me ela. belisco. É a única razão porque Tania pára às veze e foder. e.. nem uma palavra. Ainda uni dia me vai dar lições. con-úgo sempre encavado nela . Vai querer novamente o caralho metido na cona e partirá para outra cavalgad a. brincar com ela..... e está orgulhosa como um 175 pombo. não se cansa de gri tar. para ser franco... ela é pouco m ais do que uma menina.. Titilo-lhe o olho do cu. "Grandes. acariciando aquela nêspera aberta ao mesmo tempo que lhe encavo o marzápio.. dá gritos corri uma esporradela no cu.." Depois. rebola-se por todo o divã. enquanto me estás a foder podes imaginar que ainda sou uma menina pequena . traz-ma que eu mostro como é. Quer que tire a piça de dentro dela . está transformada num cesto de cobras vivas. Não tens pen a de não me teres conhecido quando eu era pequena? Deixava-te foder na mesma .. Quando Tania estica os braços acima da cabeça e arqueia as costas. uma punheta..desculpa para salvar a consciência dos americanos que se entregam a estes prazere s.esta nudez é demasiado espantosa. e todos os dias olhava lá para baixo para ver se @á lá tinha pèlos . acerca do modo de acariciar uma cona. e tenho a certez a que lhes aplica um aparelho que é suposto fazê-los desenvolver..... mas eu estou mais interessad o naquela covinha entre as nádegas.. por fim. Claro que não pára por muito tempo .. não há muito temp o que os tem. as tetas quase lh e desaparecem. " Enfia a cabeça nos braços e a voz sai-Ihe abafada... "Está todo rapado e pequenino .. A prin cípio também pensei que ia dar resultado. e lá lho enterro.. mas ela quere-o 176 todo. podia pensar-se que Tania se contentava e m ter ali dentro a cabeça de Johnny . gordas. "Mas não tinha um cu tão grande quando eu era miúda. sem tirar o mangalho. fico tal e qual como quando era uma menina pequena.... Depois quer que eu lhe titile a conita.. mas depois cheguei à conclusão de que se trata va somente de uma massagem ... e fode-me . tenho de lhos morder.. Rolamo-nos um sobre o outro e ela nunca afrouxa as pernas que ntes e nuas.. para que se lhe preste atenção às mamas. pequenas.. Tenho de lhos acariciar. só com a fenda cor-de-rosa da sua "bonne-bouche" visível. mas com aquele buraco do cu a piscar-lhe o olho..... Somos m grande sucesso em ginástica.. "Olha para mim. parece mais jovem que nunca.. aperto. Ponho ambos os braços à sua volta. "Sei tudo sobre isso". Diabo. se a lguma vez encontrares alguma que não saibas como deves tratar. Mas eu não tenho de fingir. e agora que os tenho. Enterra-o todo. eu era mais velho do que ela quando experimentei aquela droga na minha piça. de baixo do cu e entre as coxas. Mete-o! Mete o teu caralho no meu buraco pelado e giro. senão vai julgar que não gosto deles...... " Tania pode jogar os seus próprios jogos. Não tinha covinhas . Tania acha magnífico .. nunca fui mesquinho com aquilo que tenho. enqu anto ela o faz. mas só por um minuto .

não sei o qu e lhes vai acontecer. mas afasto-a para a beira do divã... Fica aí deitada . Tania está a tililar o sexo com o meu mangalho. sorri. com o eu em equilíbrio e as pernas finas afastadas. mantém-se assim e deixa-me enfiar-lhe a piça e fodé-1a .. Se lhe vão pagar com o a uma dessas raparigas dos bordéis. o qu al se resume a que ela ainda não disse nada acerca disso. diz ela.. "Ela sabe o que nós fizemos?" Também não lhe respondo a isto e Tania fica aborrecida. desde que eu enrole a nota no caralho e lha e nfie pelo eu acima. assim eu posso comprar qualquer coisa que deseje.. Muito bem. mas por fim ela cai do divã e afasta-se. e ele ficou com a consciência um pouco aliviada.. "Mas.... Como é que pode saber como deve actuar se desconhe ce estas coisas? "Ele deu-me um cheque. Dá um sacão para se aproximar mais da borda do divã. agitando-as deb aixo do meu nariz. por amor d e Deus. "SnuggIes vai ficar ciumenta quando eu lhe contar"... Está a reservá-lo. Obrigo-a a chupar-me o ---con... Como é que descobri? Através de Ann? Tania apertame o marzápio como se mo fosse arrancar. fodo-a da maneira que acabei de foder Tania? Ela faz-me broche ? Já fizemos sessenta e nove? Tem uma figura tão bonita como tem a mãe de Tania? Mas e u mantenho-me 'em silèncio . a reservá-lo para descobrir quais são exactamente os sentimentos de SnuggIes em relação ao pai. "Se queres que eu ta traga tens de prometer que não a fodes assim.e tirar o caralho do cu.. de modo que vejo a esporra e a l angonha a escorrer-lhe da vaginazita rapada.. diz Tania. não acho? Quem sabe . e Tania faz-me festas na gaita para ma conservar. então também pode agir como elas e entregar o se u dinheiro a um homem..e esfrego-lhe toda esta langonha na cara e no nariz e não lhe digo o que é senão mais tarde. em breve saberá tudo. Só o trabalho que eu ia ter a explicar a Sam a minha assinatura no tal cheque! Suponho que o que devia fazer era tirar-lhe o c heque e devolvè-io a Sam . não fodi? Fica s em resposta.. deve ter forçosamente algum desejo por Snuggles . diz Tania.... Digo a Tania para o meter no eu e o deixar lá colado. Está deitada de costas a manipular-me. "Ele contou à mulher"" interroga. Snugg les tem os olhos bem abertos.. 178 . Vai endossá-lo ime177 diatamente.. Esta cabra' Estou mesmo a ver que anda para aí a engendrar ouira contusão.. Com certeza. o primeiro dinheiro que ela alguma vez ganhou. depois de me ter chupado. "Se fazes isso à SnuggIes ela fica tão assustada que se vai esconder de ti enquanto estiver em Paris". mas o dinheiro não tem qualquer significado para ele. porque é que tu lhe tens de dizer?" Tania não responde . "Vou vè-la mais logo .. Tania não necessita de qualquer informação para arranjar uma embrulhada.. a fugir um do outro ..." A seguir quer que eu lhe fique com o cheque. diz ela. Tania quer saber tudo o que há entre mim e a mãe de Snuggles." Ainda estou com tesão. Bem. Tanía fica admirada por eu ter conhecimento da coisa. a fim de eu l ho poder meter todo até aos tomates. como se eu fosse uma puta. diz ela . Se ele gosta de foder Tania.. " Mas a inda não o levantei porque não tinha nada para comprar. nem rnais". Sim. é o que vou fazer . talvez ela própria não saiba a resposta. Caldo de ostra. mas eu escuso de pensar que é segredo. para o diabo com tudo isto. Por vontade dela.. Sou capaz de a levar para o meu quarto e obrigá-la a lamber -me.... Fodi-a. talvez se estejam torturando. suspira ela. Mas eu ainda pretendo saber se SnuggIes se apercebe do que se passa entre Tania e o pai dela. Não se mexe . e brinca corri as suas tetas.. Tania leva muito tempo até chegar ao assunto. Tenho pen a dos Backers. Tem os pés apoiados no chão e a nèspera escancarada como a por ta de um celeiro.. Levarão com eles para a América algo mais do que a colecção de art e Backer . se esta putazita corrompida se Ilies atrela ao rabo. "Ela sabe que andaste por aí a foder com o pai dela?" pergunto. tinha-o lá dentro enquanto o diabo esfrega um olho.

começa a falar dos últimos tumultos." Vai-se o rapaz. "Permita-me. sir. decidir se deviam passar um fim-de-semana em qualquer sítio ou simplesme nte correrem para um hotel para darem uma rápida. Vim cá porque admiro o seu espírito livre. Os franceses são um povo admirável. esquemas escandalosos de fazer dinheiro . realmente. sobre os quais só se ouvem vagas especulações nos cafés da Bolsa. "o senhor não está a perceber! É o jornal dos vermelhos! " Isto podia prolongar-se durante horas. agarrado à gorjeta. um grande povo revolucionário . as pessoas começam a aperceber-se de que Stavisky não era o único espe culador em França. Moritz praticando "bobsleigh"*@ Ele e Sam passaram vinte minuto s a avaliar-se. Oh. g rita o porteiro. sir. Severin. o mandarete fazendo o melhor que é capaz com o seu inglês de cozinha! "Nós não temos o Humanity. Através de Carl tem an dado a convencer Backer a entrar num esquema qualquer e Carl apoia-o.. Lagn y e Stavisky** quase fizeram o estado entrar em bancarrota.. não é?" "É sim.. e faz nascer uma data de langon ha dentro de mim. entra fundo .. como todos os latinos.Escroque francês.. Posso comprar o Matin?" "Não.Então conto-lhe que me estiveste a foder e que ela esteve a engolir a tua esporra.. Não vai gostar d o jornal. o homem que Carl gostaria de ser. e um isqueiro de ouro para os acender. Gosto do nome.. q ue ouviu o final da brincadeira de Backer com o porteiro. era somente o mais exibicionista. arranje-o. em breve Backer e Severin estão de acordo * Bobsleigh ou bobsied . e está bastante seguro de poder controlar a situação... Carl toda a vida desejou entrar num desses negócios. desejava o Humanité. como também o são os ingleses com a sua política muito específica. de sobrolho carregado. diz ele a Backer... uma bela dentadura postiça. "A velha táctica do Império Romano . sir. quando são pobres uma cautela da lotaria. E os franceses.. você trabalha . " "Não". " No hotel dos Backer . cautelosamente.. daqui a u m bocado . têm a paixão do jogo. o golpe de seis de Fev ereiro foi implacavelmente levado a efeito para que a população os esquecesse a ambo s." Após esta introdução. quero esse jornal. Reg ra geral uma tentativa de "coup d'état" é suficiente para acalmar os franceses. O porteiro é imensamente dign o. Quero arranjar esse jor nal sobre a humanidade. passeia o olhar em torno. De qualquer forma ele é posto completamente à margem enquanto eles estabelecem os planos de trabalho. "Eu quero o Hurrwnity.. tem um bom título. mu tuamente. Ternos o Intransigeant e o Paris-Soir. quero o Hu~nité. Segundo aquilo que Carl 179 me disse." "Gosto do título. Mas agora. Exa. o tipo com quem nos vamos encontrar. monsicur. eu trabalho. e aparece o porteiro a saudar-nos. porque eu vou fazer uma linda menina engoli-Ia toda.. cujas fraudes financeiras provocaram a queda de dois go . Talvez estivessem a representar um pouco para Carl. sir. É para trabalhadores. obrigações Bay onne quando são ricos.... mas sei que as suas opiniões a meu r espeito e a respeito de Cari.. Sapatos feitos por medida. nascido na Rússia.. diz Backer. mas Carl vislumbra Severín. a epiderme rosada de quem come e bebe bem. Imp ossível dizer o que está a imaginar sobre Backer. secretos e poderosos. e restabelece o equilíbrio em Si. são altamente negativas. um bolso repleto de Corona-Coronas." "Bem.. Severin é. Compre-mo amanhã. O rapaz disse-me que V. estudando-se um ao outro . os franceses são sábio s nos seus métodos.. Arranje-o de manhã. "le vous demande pardon. eram como duas pessoas tentando." O porteiro.. Quer dizer Humanidade. A Guarda Republicana e dois regimentos de negros foram chamados. mas não é sobre humanidade . entra. Oh. **Serge Stavisky (1866-1934) ... grande Jean Jeudi. desesperado. " (Monsicur!".trenó de corrida. reprimir or romanos com os provinciais e fazer massacrar os bárbaros pelos romanos. é sobre política. representa vários interesses..

e qualquer jornal.. inventarão. bom ou não.vernos. poucos. ou. então se cala. "Shining Light a ganha r a das 2. em qualquer dos casos o boato produzirá uma alteração no comportamento do mercado. farão tudo o que for preciso para não terem de pagar um serviço telegráfico. indubitavelment e. ao uti lizarem as suas informações.. liam os jornais. continua Severin. de que é que viveriam os homen s de negócios? Mas como eu ia dizendo. Publicarão notícias falsas. sem categoria. é um sentimento republicano. plagiarão. por causa de um terceiro factor. 181 mente colocadas. Aqui não há nenhum j ornal que não dedique uma página a assuntos financeiros. e existem dúzias e dúzias de fo lhas de couve. Se fossem espertos não se lhes conseguia ficar com o dinhei ro. . se se mencionasse American Can à sua frente. ou não. partem sempre do princípio que esses jornalecos obtêm as informações de fontes alta* O autor ironiza.. lugares". roubarão. pensam eles. p ropriedade de urna firma de investimento. Há uns patos que vão ser depenados. "baseia-se no ódio que a imprensa francesa alimenta em relação a pagar telegramas.. a dizer a verdade ..30.. O importante é que vou ter o apoio do grupo de trabalhadores de Wall Street. 180 quanto à venalidade da imprensa francesa.. e ele pode muito bem aproveitar-se no início." "Bom. em França lêem qualquer palpite. Podia-se imaginar que era uma velha raposa nestas coisas. as notícias sobre assuntos financeiros são publicadas diaríamente. Sir Isaac Newton era judeu. "Vê-se escrito nalguns.. mas eu não. "Esquece-se d que não sabem ler nem escrever-.... Porém os franceses s@[o o único po vo que se dedica a estudar a forma de perder dinheiro na Bolsa. Digo-lhes que eles são espertos. Quando se ouve o revisor de um autocarro imagi nar a forma como vai ganhar cinquenta libras em cinco corridas com um desembolso inicial de dez libras. "hoje em dia toda a gente quer viver sem trabalhar... " Carl faz um gesto de assentimento. observa Backer. " "Até nas oficinas se fazem apostas". e nós não estaríamos agora aqui. e não percebo porque é que não se retira. olharia em volta à procura da miúda chegada da América... que sou esperto e ainda vou ganhar algum . umas diárias outras semanais que.. suficientemente' boa para atrair t odos os palermas. utilizando chantagem pura.. e safar-se antes de vir tudo por água abaixo . são loucos por corridas de cavalos . é por isso que o comunismo nunca será estabelecido. Em França. "O quarto ponto do meu plano". Se não fossem idiotas. para fazer sair o ." "E a Havas?" pergunta Sam. Raciocina que o ministro que passa a informação pode estar. a verialidade dos membros do parlam ento e da justiça. isso não se discute .. espalha o boato pelos bares de má nota e pelos cafés da Bolsa que te m o apoio de Wall Strect e tem garantido um sucesso em grande. e o plano de Severin começa a tomar forma. "A questão é que".. "A Havas recebe unia parte do bolo. Só tem de lançar a moda." "Não sou da mesma opinião. vê-se logo que pertence à mesma raça de Newton4@ É minha convicção ue as pessoas são as minas inexploradas da inteligência do país. . o pequeno especulador anónimo pensa que também poderá entrar na sociedade." "Não.. não importa se suspeito ou se há boatos a seu respeito. com uma se mana de atraso . Para vendermos as acções "en masse" temos de ter a totalidade dos jornais financ eiros a apoiar-nos. mas o que é que há como jornais especializados? Os sobrescritos dos ti pos que dão os palpites. Faz pena ver as tentativas para ser tratado em pé de igualdade pelos outros dois. o equivalente a uma fraude. dão-lhe publicidade. continua Severin... E mesmo que se trate de um jornal. Tem de ser uma coisa boa. como vê .. interrompe Carl. e um número restrito de jornais que saem uma ou d uas vezes por semana. Os outros jornais... os jogadores da Bolsa. dão notícias e informações sobre a Bolsa. Pode comprar um jornaleco falido. diz Severin. Mas olhe para os ingleses." "Você comete uma injustiça em relação aos países teutónicos". ansioso por se fazer notado. se soubessem. caríssimos. a única coisa de que precisa é de um jornal..

quem sabe? Portanto tenho de explicar que Backer não sabe nada a seu respeito.. o que é uma boa oportunidade para Sam c onhecer Alexandra. Esta mos no vestíbulo e deixa que eu a apalpe. ela é maravilhosa! " exclama Sam assim que estamos sós.dinheiro dos famosos pés-de-meia espalhados por todo o país. mas quero ficar seguro do aspect o que a coisa toma antes de deixar Backer sozinho com ela. Conheces a mãe dela há muito tempo. diz. "Nunca me disseste q ue ela era assim. também fores grosseira para comigo". ou coisa parecida. Quero dinheiro para investimento ." "Ele não se importa que sejas grosseira para com ele. no sítio onde está molha do. "Sabes b em que não me quero meter em alhadas. Outra das suas ideias é a d a sua quadrilha adoptar o 182 nome de Comité de Investigação económica. consigo ficar uns momentos a sós com Alexandra. Backer é tão bonita corno a filha? Oh sim.. vé-me só como ela se mostra! Diz-me cá. "Ele quer corner-te .... Fica arrufado.. tens de ser tu a safar as coisas .. mai s tarde. "Ouve lá. o que é que eu andei a dizer a seu respeito ao encantador Mr. Snuggles não se encontra lá. até permite que ponha o John Thurs183 day cá fora e lhe esfregue o nariz entre as pernas. empurrand o-me e pondo o meu mangalho mais para baixo nas suas coxas.. A mulher de Mr. o que é mais que suficiente para fazer um homem q uerer ir com ela para a cama.. Depois de algum tempo passado a contar aldrabices. O rosto de Sam ilumina-se assim que põe os olhos em Alexandra.. Então Sam e eu tomamos a direcção da casa de Alexandra. Talvez esperasse que Backer corresse imediatamente para o banco. Carl concentra-se no seu charuto para evitar que a sua alegria se tome demasiado visível. como se ela fosse minha mulher." Oli 1 O que é que eu tenho andado a fazer? Sim. ela ouviu a miúda referir-se à . nem Tania. Alexandra deixa-se ficar e fazemos marmelada enquanto ela pensa no assunto... Carl apeia-se uns quarteirões mais à frente. e Sever in fosse alugar os escriitórios. Não esperava que foss e uma tipa tão bonita. é melhor voltarmos lá para dentro. que tipo de mulher é ela. Alexandra convida-nos a entrar. "Gostaria que durante uns tempos o conservasses dentro das calças". Backer? Ele sabe que eu e ela viv emos juntos? E possivelmente eu agora acho-me no direito de trazer os meus amigo s e de oferecê-la. como um pavão quando exibe as penas e não se pode dizer que os seus esforços sejam vãos. não conheces? É fixe?" Passo o resto da viagem a incutir-lhe confiança. e Severin vai connosco no táxi até às Cap ucines. pois mostra-se desapontado quando a conferência ter mina sem que fique assente nada de definitivo.. mas está nervoso quando paramos à por ta de Alexandra.. Regressaram ao hotel onde estão os Backer e pr ovavelmente a esta hora já terão saído para jantar. Não prete ndo somente os especuladores chico-espertos. fazè-lo sair do seio das solteironas.. fazê-lo sair dos fundos administrados por advogados de família. durante uns momentos se. Alexand ra imediatamente se começa a fazer a ele.. não achas? E já percebeu o que é que eu gosto nela .. "Achas que ela se assustou e contou alguma coisa à mãe?" volta a perguntar.. Simpatiza comigo.. respondo-lhe eu. " Por outras palavras a ideia de Severin é forjar uma empresa de serviços telegráficos u tilizando os serviços de uma das companhias já existentes. Se houver bronca. "E não posso ser grosseira para corri a outra visita. realmente? Há alguma hipótese de ir para a cama com ela?" Não ganho nada em permanecer num ambiente destes. Snuggles deve estar lá. Sam e Severin terão de se encontrar novamente. excepto o facto de ser a mãe de Ta nia... Ele ainda está preocupado em relação a Tania.. O rosto ilumina-se ao mero pensamento do dinheiro e isso torna-o quase h istérico. e encher o conselho de assessores com nomes sonantes. o espertalhão que sabe quando deve abandonar e ter lucro . Mas não quer que lho meta todo n a cona. e tudo o que conhece dela é aquilo que vê . os pescadores de águas turvas que esp eram uma mudança de maré. diz ele.

até com roupas desportivas . Alexandra finge não notar a ornissão--Ela sente-se muito . onde é quc se podem comprar esses horríveis postais? Informo-a dos locais onde pode comprar fotografias pornográficas . se o meu amigo tivesse vindo sozinho . tem de completar a sua educação.. como tenho um encontro. são muito f ortes... vir aqui para . Aim acha que o meu apartamento é muito fora do vulgar e muito aconchegado. da sua parte . cheia de dese.. tudo o q ue tem a fazer é lem184 brar-se que ela quer realmente que ele a foda e portar-se à altura. olha de relance para a lareira e desaperta o casaco de malha... Está tudo bem. indiferentemente. Ainda lia muito de Paris que tem de ver antes de r egressar a casa.. Lá regresso eu para falar com Sam. estando cá já há bastante tempo. Estive a sondá-la. exclama. Pela minha par te.... fica sentada a garatujar todas as respostas num bloco de notas.. e depois torna a passá-las muito lentamen te . asseguro-lhe... Bem. Oli.. se a visse neste momento! Espeta o punho nas minh as calças e agarra-me o pénis. Estou satisfeito como ela é . deve vê-Ias .. com cinta ou sem cinta. vou-me embora. e invento uma quant idade de coisas agradáveis que ela não disse.... o que não pe nsaria Sam. é melhor esquecermo-nos disso. Como a deixo ficar com as meias e os sapatos. gostava de ver algumas? Ob. Depois quer saber se são realmente tão porcas como se diz. Cora assim que põe os olhos na primeira.. Contudo.. isso mostra quão desesperadamente ela deseja ir para a cama com um homem. Sim. tenho? Bem.. E a cabra realmen te deixou-se penetrar pelo espírito das fotografias.. ter um c aralho metido no "con" . Ora veja mos.. até que ponto é que eu a conheço? Respondo a todas as perguntas... são favas contadas.. Desde a sua experiência com o cônego Charenton. compreendeu que se deve ser discreto .. 'Tudo isto é tão íntimo. Pensou nisso quando se estava a vestir. somente . pelo menos é o que ela pensa. o que não faria ele. e tem uma lista de perguntas do comprimento de uni braço. e ac ho que ela está pelos ajustes. Ela gosta dele. picantes? Nunca viu nenhuma. Onde fica isto? Onde é que se pode e ncontrar aquilo? Quais são os melhores locais para isto ou para aquilo? E durante a primeira meia hora que passa em minha casa. não são? Vê-as todas muito rapidamente.. Então. os homens sentem-se atraídos por ela? E para terminar. Mas dois não. nem imagina a malta que entra e sai daqui às horas mais incríveis. Abre as pernas quando lhas apa lpa e deixa-me tirar-lhe as calcinhas sem a menor dificuldade..mãe.... o cu aind a parece aumentar de tamanho.. digo-lhe eu. Oh. estava a apetecer-lh e uma foda esta noite.. porque el a certamente não está disposta a ser papada pelos dois. mas supõe que isso faz parte da vida. Uma vez me185 tida a minha mão debaixo da sala. Talvez eu preferisse que ela usasse uma cinta? pergunta-me. Depois disto não é difícil convencê-la a despir-se. se eu gostar que ela use daqui para o futuro vai pôr se mpre uma. Não lhe digo que o encontro é com a mulhe r dele. Mostro-lhe as de Anna.. Ann rola-se para trás e para a frente no divã enquanto eu a acaricio..... Sim. E ainda me diz mais qualquer coisa ... é provavel qu e ela o autorizasse a ficar. é embaraçoso .. nunca.. e se eu tivesse vindo sozinho teríamos uma noite maravilhos a. passo-lhe a colecção completa para as mãos e deixo-a vê-ias à vontade.. menos à última. Portanto.101 confessa-me.. agora é corri ele . aquele seu grande cu chega para me provocar tesão. Se bem que não perceba muito bem como é que.. Um dos dois. a mulher é bonita. está tão molhada entre as perna s que tem as cuecas encharcadas e o sexo parece uma fornalha. estou a topar? Sim.. não é verdade? E há mais como este nas redondezas? Claro que o pergunta por mera curiosidadeAnn deseja conhecer melhor Paris. Beb e muitos copos de vinho... Mas visto que trouxe aquele meu amigo. ainda não decobriu os vende dores ambulantes. Aquece...... é claro . Umas apalpadelas e está disposta a tud o .. e quer conhecer a cidade sob todos os àrigulos. não. mas acha tão pervertido usar uma peça de vestuário só porque é sexualm ente excitante. diz ela .. O que não pensaria Sam! Isto é realmente vergonhoso. Um local destes estava mesmo à medida para uma mulher q ue quisesse ter uma aventura. ou são.

Tem a certezàde que é muito ma cio . depois beija-o.. e a tentar convencer-me que não percebe que quero que me f aça um broche! Decido dar-lhe só mais uma hipótese. a estas horas Sam e Alexan dra já se devem ter tomado bons amigos. suponho que a podia obrigar a engoli-lo. Como se não o soubess e.. mordo-lhe as coxas. Oli... corno se estivesse a foder compassadamente .. Começo a lamber-lhe o ventre e as coxas. Por fim tenho de a agarrar e empurrar-lhe a cabeça pa ra baixo . Tenta apertar o pescoço de John T. 186 desde que esteja aquecida. Dou-lhe tudo o que ela pode aguentar. Logo a seguir tem ambos os braços em volta da minha cintura e põese a chupar com quanta força tem. De súbit o a sua língua sobre ele. agora. uma gaja com os anos 187 de casada que Ann já tem... mas aind a tem receio de meter aquela coisa na boca.... E eu sei o que é que aquilo a leva a querer fa zer? Fá-la querer pôr lá a cabeça.. devemos estar iguais àquelas pessoas horríveis das fotografias.. posso chupar com mais força.... Um tipo aguenta estas merdas até certo ponto.. era que eu lhe enfiasse a língua naquela fenda e a lambe sse até ficar seca. com o nariz titilo-lhe a pintelheira.. faz-se tímida.. Qualquer gaja.ser fodida por mim.... Eu não a desiludo .. está tão em brasa que não consegue falar acertadamente .. Estou certo de que as fotografias de Anna fazendo sessenta e nove com os namorados ficaram gravadas na mente de Ann.. Ann não está tão bem equipada para receber um caralho nesta extremidade como o está na o . Estas gajas! O que elas gostam de apanhar alguma coisa em troca de nada! Do que Ann mais gostaria. em vez de estar aqui a dar-mo... Corno. ela afasta as pernas e -bei ja-me timidamente a barriga.... deslizo a língua sobre os lábios e mexo-a lá dentro.E é assim que me vai mexer no marzápio enquanto eu lho faço . ou pelo menos que ela ass im o pense... Quando é que alguma vez viu tanto cabelo! exclama ela. ou mesmo de pensar em me chupar o ma ngalho.. pergunta ela a si própria. mas pelos meus cálculo s. mas ainda não o está a chupar . Ann puxa-me as calças para baixo e entretem-se com os meus pintelhos. sim......--. abandonando o pobre Sam.. Se o seu cabelo picará na minha cara. qu e sensaçW Não devo parar! A minha língua pode ir mais fundo ...--oli. Devia estar em casa a foder com o m arido. se não abre a boca ao mesm o tempo que abre a cona' ponho um pé numa e o mangalho na outra. Pica.. Lambo-lhe as bordas da con a.. se eu o desejar. como se não tivesse a mais pequena noção do que é que eu estou à espera! Quero que ela me beije os tomates e também o ventre? É isso? Fá-lo-á.... Não está bem? Porque é que não recomeço? Oh. Oli. Mas eu posso ser tão teimoso como ela.. Da segunda vez deixa-me faze r.mas é um picar agradável.. mas ela tem medo de o dizer... aí... Faço movimentos corri os quadris. beija-me aí. protesta ela.. pôr-lhe mesmo a face em cima. Beixo-a abertame nte na cona. Mas depois de me confessar isto.. ela abre mais as pernas... as coxas balançam-lh e num movimento largo. Não pode acreditar que eu tenha parado novamente. estarnos a fazer quase o mesmo que eles.. Diabo. abre a boca e engole a cabeça de Johnny.. abre a boca ao sentir a cabeça dum caralho encostada ao s lábios . porque é que não meto a líng a agora. não de vemos? Sim.. depois. vai-se deitar de maneira diferente de modo a facilitar-me as coisas.... Imagine-se uma mulher com unia filha do tamanho de Snuggles.. E por aí fora. e Ann acompanha-me. como fui capaz de p arar quando isto lhe provoca urna sensação tão extraordinária? Olha. Quando me aproximo muito da nêspera ela sussurra excitada. aquele cabelo! Passa os dedos pelo meio deles e titila-me os tomates. O que é que eu quero que ela faça? murmura... e ofega quando lhe chupo o fruto quente e húmido... Começo a lamber-lhe a nèspera e coloco-me por cima dela. espetando-lhe com o mangalho na cara.. mas eu quero que a iniciativa parta dela. mas não se quer familiarizar com a minha piça mais do que o fez até ao momento .. Oli. porque é ponho a minha boca na sua cona e a chupo mais um bocado! Afasta a cabeça quando lhe passo o caralho pela boca. Finalmente deixo-a provar um pouco daquilo que ela quer sentir. acrescenta logo a seguir. Rebo1 a-se .. Ponho os meus braços em volta daquele cu enorme e encosto a cabeça às suas cox as.--.....

. Aquelas em que se vê An na chupando vários caralhos enquanto lhe fazem minete. etc. onde lêem o Action Française*I o jornal mais defunto de todo o planeta... e deixa-se cair de costas e abre as pernas. garante-me. nha .. sem desfalecimento.. Cari esforça-se muito para viver sem esforço. na boca... estou a compreender? Asseguro-lhe que compreendo perfeitamente . tem de ser doida para embarcar nestas coisas. dinheiro para todos os que estiverem por dentro e . Comporto-me como se lhe quisesse comer a cona.. mas nada disso s ucede.. Persuado-a a beber mais um copo d e vinho.. Tenho estado a reter-me porque quero que ela esteja já a atingir o orgasmo quando desco brir que tem a boca cheia de esporra. demasiado longe.. uma esposa e mãe não se pode comportar desta maneira! O tempo para estas aventuras já pertence ao passado.. Carl pensa que eu devo usar de influência sobre Backer neste negócio com Severin. toda de uma vez.... Não... até ela tentar asfixiar-me com as coxas e afogar-me em lango... mas eu não lho permito. mas mantém-se à altura.. Ann parece em pânico. Torna a pegar nas fotografias. uma filhinha que simplesmente a adora? Tem de p ensar neles! Oli.. engasga-se. o Gênio da França. Meto-lhe outro ainda e ela fica feliz.... De que outro modo é que alguém como ele conseguiria ganhar a vida? pergunta ele.. não devia.. Faço alguma vez ideia de qu e tem um marido que confia nela. e agora se ela viesse até ao quarto. etc. depois um segundo. .. Ne m imagina que é por causa de eu ter medo que aquela boca enorme me coma a mim. ou prefere o divá? Pensa que o divã é muito agradável. tanto ele como eu podíamos apanhar uns trocos nada desprezáveis somente por bajula rmos uns quantos tipos. Quer sair imediatamente. É um monárquico.. tudo vindo directamente da fauna piolhosa que vegeta no Deux-Magots.... Durante um brevíssimo momento tudo se imobiliza.. é um monárquico e acredita nas protec189 ções. Aparentem ente ainda não reparou que já tem dois dedos enfiados no cu. ela não seria capaz de parar. Pobr e Sam..... parecem exercer uma atracção es pecial.. acha-se um mágico a tirar coelhos de dentro de um chapéu.. Tem a cona de tal fo rma aberta que tudo aquilo que está lá dentro devia vir cá para fora.. Parece que tem fogo no rabo. dá a irnpressão de não acreditar que realmente me fez vir na sua boca e é um choque terrível para ela . Expulsaram-no ... quando a apanho neste estado. e ela ainda es tá a chupar-me o marzápio. largaram-no a falar sobre o Cinquece nto. fazer o que lhe apetece. ... A depravação que grassa em França. a Renascença. perde langonha às golfadas. deve ser qualquer coisa que existe na atm osfera. ameaço cessar com o minete se não o fizer.. e nas suas condições. Há d inheiros a ganhar.. Ann quer que eu lhe titile o recto e ao mesmo tempo lhe chupe a nêspera. C orro a língua pela parte de dentro destes cumes peludos e 188 Ann subitamente decide-se. não é justo enganá-lo assim. uma mulher da sua idade. e se o próprio Sam entrasse agora aqui. Todavia...utra. Grito-lhe que a engula. Pode não ter uma barriga de f erro fundido como Tania ou Anna. Torno a pôr a boca sobre a sua "bonne-bouche" e ela também se está a vir. É o que resta do ano que passou nas Belas-Artes. a Grande Pandora e a Pequena Pandora. Carl. desta vez foi longe demais.... Aí vai a dose completa. Assim que se encontra em condições de falar Ann diz que não vai voltar ao meu apartame nto. e ela não sabe o que fazer. deve estar bastante bem cosida naquele sítio... mas realmente.. Certamente que ela nunca teria feito nada semelhante ao que fizemos esta noite..... a esporra continua a escorrer-lhe para a boca em jactos... deixo John T. mas esqueceram-se de lhe tirar a basófia. É outro pormenor e m que as amadoras americanas levam vantagem sobre as putas profissionais de Pari s. Então. e até no ventre. Vou esperar até ter a certeza de que ela está à beira da explosão. ri-se ela. Carl já anda a engraxar tanta gente há tantos anos que já nem realmente se dá conta de que o faz. mas está implantada solidamente. Pobre Sam.. podem-Se virar de pernas para o ar que não há perigo de os úteros lhe caírem para o chão. Podia ter-me vindo quase imediatamente após Ann ter posto John T..

. 190 sangue? Ele deita-a na cama e puxa-lhe o vestido para cima... um amigo cujo nome não refere porque também não o sabe. há um rnès somente que a miúda é menstruada. "Ela sabe como se deve foder!" diz-me ele. a Carl e a mim. desde que não tenha doenças e tenh a a maior parte dos dentes da frente. A perder sangue? Onde? Ah... bem... oferece-nos. diz ele . e tudo acabou. falou com a mãe acerca do caso? Não. "Mas de que raio falam vocês durante todo o tempo que andam por aí a visitar as cape linhas?" pergunto eu. o que ela sabe a respeito de . encontro Sam.. Se ela me fizer algu ma pergunta. Entretanto ele gostaria de conhecer urna espanhola simpática. Conheço alguma espanhola simpática que não tenha esquentarnento nem irmãos com mau feitio? Uma que ganhasse a sua vida seria bom. bem. Além disso encontra-se tão entusia smado a falar de Alexandra que o mais possível era não ouvir mais nada do que eu dis sesse. e então uma puta seria óptimo. . c'os diabos. apressa-se ele a acrescentar. mas ela há-de voltar. Tem o cuidado de explicar que a. Grávida? Impossível! Oh.. é uma chatice.. e que tem uma história divertida para nos contar.. Sente-se extraordinariamente alegre. "Não tens mesmo ne.. sobre Sam ..De qualquer modo Carl pensa que eu tenho a vantagem da influência -ou da proxin-údad e. mas tem andado a perder sangue. só chegou a casa às nove da manhã! É claro que teve de inventar uma história para contar a Ann ... o que se passa? O que se passa é que ela está grávida. Digo-lhe que já não conheço nenhumas espanholas. Que mulher! Oli.. ou talvez para lembrar somente nas vezes em que ele está sem mulher e tem de se mastu rbar. que mulher.. "Senhor. Não lhe posso dizer que foi um erro contar aquilo a Ann. O meu amigo tem de fazer alguma coisa..... ponto final nas miuditas! Que raio é que acham disto? " Como nem Carl nem eu achamos muita graça à história. vocês sabem. por onde é qu e as mulheres perdem * Jornal francés conotado com a extrema-direita. Mais tarde. e só f ala de Alexandra. " Somos interrompidos por Raoul. Mas Raoul parece tão aliviado qua ndo termina a história. alguém com quem pudesse praticar a língua.. Até que se lembra de lhe perguntar. depois de ter largado Carl e de Raoul ter ido para o funeral de um d os seus muitos parentes. Raoul fica muito grato .. qu anto a ele.. uma miúda muito pequena e o meu amigo passou uns belos momentos a ensinar-lhe todas aquelas coisas que uma miudita daquela i dade certamente não devia saber. precisamente como ela não l ha pode dizer que sabe que ele a está a aldra..... talvez o meu amigo l he dê dinheiro para ir ao cinema..coisa'se passou com um amigo dele . pelo menos.. ele não se ia importar por pagar um pouco mais caro. Raoul encaminha a conversa para a cunhada... como é que ela sabe que está grávida? Foi a um médico. tu até podias receber urnas comissões dessas baiúcas onde o levas.... passou a noite em ca sa dela. absolutamente.... que diz andar há dias à minha procura.. e mãe da miudita! Não quero saber.. mas talvez Ernest tenha uma ou duas que já não queira. Mas passadas três semanas a miúda regressa... Assim. vai dar-lhe um bebé. diz ele . Depois ela vai-se embora .bar. i nsiste em que qualquer urna servirá. E o meu amigo fica muito perturbad o.... um milhão de maneiras de ganhar dinheiro. .. que fico com a certeza de que o tal amigo não é outro senão ele mesmo . "Ela era apenas uma miúda.. assim. se calhar nem dava por isso .. Qualquer rapariga serve. Mas uma que não qui sesse dinheiro. e u hei-de ter hipótese de a levar para a cama. Agora está fora de Paris. É para esquecer. o meu amigo dá-lhe uma toalha para ela col ocar no local apropriado e dá-lhe também dinheiro para ir outra vez ao cinema. Hei-de informar-me. E.. Queres dizer que nunca falam d e dinheiro? Olha. há um milhar. a menos que se faça alguma coisa.. horrível.. o melhor é dizer-lhe que estivemos juntos numa jogatana de cartas . disse-lhe que tinha estado comigo.. uma bebida e cigarros....nhumas ideias? Olha que esta é uma oportun idade de ouro .

. Alf. não me sinto muito seguro a esse respeito . depois a mãe.foda! Aã. se a miúda é tão fácil... Não o teria aprec iado. Mas ouve.. Meu Deu s. a partir de agora vou passar a ver Alexandra muita s vezes . vinte anos. " "Suponho". não sei se deva deixar SmiggIes andar com ela po r aí . e olhou para mim pelo meio dos joelhos. não me vais abandonar.. volta à América e arranja um milhão de dólares. estendendo a mão esquálida.. mas volta a falar de Alexa ndra e da gaja maravilhosa que ela é. mas espera.. e no instante a seguir enfia-se-lhe a mão por baixo do vestido . idem.. chorosa.. mas continuo a pensar que . Ela também não se achou acanhada a pedir. diz-me el e.. Mas quando olhou para o meu marzápio. "que devia esperar qu e ela fosse assim. por causa daquele negócio com a filha. se é sempre a mesma mulher. aspas.... a mãe também deve ter fogo no rabo. "Quatro!" exclamou triunfantemente. O único problema. quando estainos num bar. tal como tu ainda não aprecias. não estará tão interessada que se preocupe com pormenores. quando se é casado há quinze. Enxota uma mu191 lher que aparece.. e também chineses. podi a ter utilizado qualquer língua que para mim significava tudo o mesmo . espera até atingires a minha idade e então vais ver. pe lo menos disse que era chinês. bom.... apesar de tudo. a ceita o meu conselho. agora conversa-se e bebe-se um copo. Mas porque diabo é que não vim para Paris quando tinh a vinte anos? O que é que se passava comigo nessa altura? Mas talvez fosse bom não ter vindo. não cases.. quando e xistem gajas como esta em Paris. cerca de quarenta? Ouve.... se ela fizer perguntas.. " Sam preocupa-se com o assunto durante alguns minutos.... talvez hoje. oh meu Deus! E deixa-me dizerte uma coisa." "Olha Sam. sabes como estas coisas acontecem.. Que idade tens. "Oh. "Nunca hei-de esquecer o aspecto dela quando se despiu e ficou 192 ali deitada sobre a cama. porque tens sempre possibilidade de conhecer uma profusão de gajas simpáticas com o esta Alexandra para te ler poesia e te fazer broche. não o abandono Sam.. Tudo o que tens a fazer é lembrar-te que. es lhe no sangue. lembras-te do que te contei a respeito da rapariga? Que ela me fez broche? Bom. exibindo a cona e esperando que eu fizesse alguma cois a. só que o fazia em russo.isso não signifique muito par a ti.. ainda tu não tinhas saído há meia hora.... " ... pelo menos apanho o sentido das coisas.. Ela leu-lhe poesia nos intervalos... A sua m ente preocupa-se com coisas mais importantes. Principalme nte se fores casado.. abriu as pernas. de vez em quando. Alf. Sim senhor. já nós estávamos naquilo! Podes acredita Bolas.. Díz-lhe qualquer coisa que te venha à cabeça.. Poemas de amor russos. continua Sam "portanto lá fomos para o seu quarto.. Não se fiode uma m ulher quatro vezes por noite. ir ali para ver como é que ela era. e acabar por ir p ara a cama com ela? Primeíro a filha. Vai correr tudo bem. sabias que ela fala chinês? Pois fala. " "Oh. sem mais nem menos! Não é o raio de uma coisa. "É melhor subirmos. a cabeça tapada por um xale. Alf.. portanto sempre que eu te telefone e diga qualquer coisa acerca de u m jogo de cartas. " É um bom conselho... mais tarde.. é a filha. a primeiríssima vez que me viu e não tive a mais pequena dificuldade em a levar a fazê-l o! Por Deus. " Detemo-nos enquanto Sam acorda um vagabundo que está a dormir num vão de urna escada e lhe dá cinco francos. assim.. já sabes que vou ficar fora toda a noite e quero que me encubras junto de Ann.... disse Sam. disparate. aspas. nós os dois saímos à noite para jogar pôquer. faças lá o que fizere s.... já não sei se quero voltar para os Estados Unidos ou não. a mãe idem. mas Sam não pensa em me dizer como é que se arranja o milhão. Que raio de língua para se conversar acerca de sexo! Preferia que me falasse em francês. depois vem para Pa ris e vive para o resto da tua vida. pois não?" "Não.. e quer que eu adivinhe quantas fodas lhe deu. quem to diz sou eu. Afinal. agora.... todas as noites... vim até Paris para me divertir. se tiveres um milhão de dólar es . disse ela".. Mas não cases...

bom. deixá-lo sab er que ela alugou aquele 194 apartamento e depois tentar descobrir o que é que se passa dentro daquelas paredes . se pensas assim. Não percebo por que motivo não se pode convencer o porteiro a proibir a entrada a quem quer que seja antes do meio-dia. Quer saber se eu acredito. Garçon! La mêrne chose! e tal? Melhor?" Sam. tudo bem. Eu não disse que o não fazia.. mas bem feito? Inclina-s e por aguarelas. Digo-lhe que julgo que sim. que não es tava a jogar às cartas comigo . espere aí.. não me interprete mal . amigos.. bom. no fim de contas o p obre filho da mãe nalgum lado tinha de morar e só um poeta falido ou um estúpido dum m ilionário americano se podiam dar ao luxo de viver num buraco destes. Sam. nem a permitir que eu tire as minhas. não lhe vou dizer. mas é tudo.. por isso vou ficar com este lugar para poder fazer exactamente aquilo que me apetecer .. Disseram-lhe que Verlaine. " Mostra-me como é que o pensa mobilar . Não faz mal que eu a apalpe um poucochínho.. prest a atenção a minha pronúncia.. conheço alguém que faça esse tipo de coisas. Bem. viveu aqui.... em resumo.. tenho alguma ideia do sítio onde Sam poderá ter est ado naquela noite? Eu? Claro que não! Talvez ele tenha estado realmente a jogar às c artas com alguém.. Sou todo a favor de se dar utilização imediata ao apartamento.. Ann limita-se a fungar perante estas minhas supos ições. a fazer um pedido de um ponto a outro da esplanada sem dar a impressão de est ar a gritar a porcos. e não se fala mais no assunto. eu só. na manhã seguinte a ter estado em minha c asa.. Eh. talvez uma ou duas gravuras estilo século XVII.... 193 Ann alugou uns quartos perto de mim e uma manhã faz-me sair da cama para os ir ver .. Esteve com uma mulher. Pretende uns quadros porcos para pendura r nas paredes.. Vá lá que me é permitida uma pausa para tomar o pequeno almoço. estou a perceber? Pode usá-lo somente para aborrecer Sam." "Então vamos beber outro igual a este.. tendo eu estado a fodè-la toda a noite.. Vai ensiná-lo a inventar histórias sobre jogos de cartas! Há mais uma coisa que vem à baila. foi o que ele me contou . julgo que o Carl me faz o favor ... ele vai ver ! Esse jogo pode ser jogado pelos dois. só o apalpa um bocadinho. já aprendeu a chamar o empregado batendo com a colhe r... o que eu agradeço. a qualquer hora do dia ou da noite... "Sím. Onde é que eu acho que Sam poderia estar enquanto ela estava a ser fodida? On de? Merda. Não. talvez aquilo de ter estado comigo em vez de qualquer outra pess oa não fosse mais do que confusão... mas Ann recusa... que tu e ele tinham estado a jogar às cartas! E eu a sentir o cheiro a mulher que ele deitava! Bem. pelo menos para encomendar bebidas. até a sua pronúncia está certa. por isso não se justifica p . mas sabe. c'os diabos. que foi aqui que escreveu alguns dos seus sonetos mais belo s.. isso sim.. mas. em certa altura. Decidiu-se a alugá-lo. nada de extravagante. não se cansa de repetir enquanto me mostra os aposento s e me explica a disposição que vai dar às coisas.. pergunto-lhe .. recolhido sob os beirais de uma velha baiúca desconjuntada. Quem é que vai vir até cá.. pouco distante do sítio onde moro. confidencia-me Ann... Não está disposta a tirar as cuecas. mas muito boémio.."Bern... E é muito barato.. o sortido mais espantoso de pessoas é autorizado a subir os três lanços de escada que l evam ao meu apartamento. É só para t r um lugar.. uma mulher percebe logo essas coisas.. não vale a pena tirar isso para fora das calças porque ela não lhe vai fazer nada. ela também não sabe. mas as coisas não devem ir mais longe.... " "Não.. Alf. muito barato.. E vai querer álbuns dessas fotografias que se podem comprar.. Ann descobriu um pequeno ninho simpático. Agora quer conhecer todas as formas do verbo foutre. uma parte bastante agradáve l da sua vida vai ter aqui o seu refúgio. diz ela. impossível.. um verdadeiro esconderijo. ou talvez ninguém.. porque não o vai mant er durante muito tempo.. que lhe levante a saia e lhe ponha a mão na pin telheira enquanto conversarnos.. insiste ela..... nem sequer lhe toca.. está a fazer progressos.. vê lá se eu digo isto como deve ser.

.. Com quantos é que ele entra?" "Ahn. Além disso. um lugar extremamente respeitável. Anna e Ernest. Suponho que algumas delas." "Bem. Alf..ermanecermos ali depois de termos completado a visita ao apartamento. Mas é um sítio sossegado onde se pode estar quando não se quer ser incomodado. "Só as mostro quando me estou a fazer a urna virgem".... por este motivo. arrumando as fotografias. Arthur tem andado a brincar c om a Kodak que comprou. AIL Cunhadas não são de fiar. e temos ido com ela para a cama. e interrogo Ernest nesse se ntido. uma mordida e fica s com o pau teso para uma semana.. e obteve um conjunto de fotografias das mais ordinárias qu e alguma vez tive oportunidade de ver. Nunca me lembro de verificar.. Ernest conhece uma data de gajas espanholas...e Anna? Meu Deus.. se eu a cedo a esse franciú teu amigo ele nem vai saber dar valor ao que lhe vai parar às mãos. No escritório não há nada para fazer. Jesus. não havendo putas também não se encontra m por lá jornalistas. temos andando a sair com Anna.nholas... de modo a que. ou de quem gosta sses . quando regressar à América. olha lá. de que gênero é que Raoul a quer? "Ouve"... "tenho uma que é uma verdadeira cantárida... maluco. É verdade que ando a servir de cicerone a um americano... porque nenhuma puta lá entra. diz-rne ele.. para o almoço. tens de conhecer muito b em a tua gente. Não têm temperamento. mesmo sendo estritamente privada.. ela leva-a para c . O tipo não tem uma navalha de ponta-e-mola?" "Tem urna cunhada. Ernest quer saber o que se passa. Merda. ocasionalmente.. Não estou bem certo de desejar publicidade d esse gênero. "Tentei várias vezes encontrar -te.. e com o irmão. perdeu a filha e nós agora andamos a pr ocurá-la pelo 's esgotos de Paris? É verdade que eu estou a trabalhar com um grupo d e financeiros americanos para lançar um novo jornal. Não te arranjei o encontro com Tania? Sim." "Não sei. sempre que dispenso uma gaja recebo qualquer coisa. Ernest. Às duas encontro-me com Ernest e Arthur num local em que.. passar-lhe as palhetas como se faz a uma arriericana ou a uma russa. com as calças em baixo e os marzápios ao alto. onde é que foste arranjar a ideia de que eu não quero esta gaja? É u nia gaja óptima e tem um cu deste tamanho. queixam-se que é urna deslealdade para o seu ofício.... Por Deus. levando-o a todas as casas de putas. se não se gostar da comida e não se estiver a beber. C'os diabos. Alf.. Alf". " "Aguenta aí. "Estão a ver. se pode ir ao andar de cima e come r a mulher do dono do estabelecimento. pelo que passo algum tempo a compor umas cartas para o editor.. então. são publicadas. e assim meto-a num táxi e recambio-a para o marido. que porei no correio quando sair.. ele não quer entrar em negócios ... qualquer bota velha serve ... da forma como estas fotografias saíram. qual é o raio da verdade? "Não devias desaparecer dessa maneira. possa abrir uma grande cadeia de bordéis? É ver195 dade que um coleccionador de arte.. não é já altura de fazeres qualquer coisa por mim? Não é mo se te estivesse a pedir uma gaja que tu realmente quisesses. aprendeste à tua custa o que são espa." "Não entra com nenhum? Para o diabo. servindo-me dos selos da compan hia. pa rece que tenho uma verga com o dobro do tamanho normal . Sid e ele próprio. Não. Ernest lembra-te de algumas das coisas que 196 eu já fiz por ti.. mas tu nu nca apareceste... Não levei uma facada só porque tu deste a nega a uma depressa demais? Com espanholada um tipo não se pode pôr a cavar sem mais nem menos... do resto trata ele. ela até lhe la mbe as botas se o tipo quiser. diz ele. Jesus. " Recordo-me que Raoul queria encontrar uma espanhola.. Não lhe posso valer.. não há problema. do qual serei director? Bem.." Talvez fosse uma sorte para mim não ter aparecido. explica Arthur com ar baboso . tudo o que quer é conhecer um a gaja porreira.. também. com todos os boatos que ouviu a meu respeito. Além disso t enho que fazer. estás a arriscar-te com elas. com certeza que elas não tentam vender nada que se coma quando vão com u m tipo para um hotel.

. " Finalmente Ernest diz que vai ver o que pode arranjar.. ali fazem um "entr ecôte" Bercy. há uma velha alma maternal. paga ela... eu sei dizer todas as coisas que se devem dizer em política. sobe as escadas a correr.. dizes-lhe que tenho uma gravura adorável no hotel. Quer uma foda e aqueles Amer-Picons ainda lhe aumentaram mais o desejo. ela gosta de xadrez? Ela gos ta de comer? Levo-a a jantar. já mo tinha apresentado há que tempos.. a Paris verdadeira. só em francês .. a Paris de Villon . olha. "Mesmo estando a sala cheia de mulheres. é que ele vai conhecer os meus amigos americanos ricos? Se ele tivesse algum amigo america no rico. vamo-nos divertir os dois! Diz-l he que a vou levar a um sítio na Place de L'Odeon chamado "Sucking Pig"... depois nos cafés dos houlevards. quero fic ar empatado com aquela bruxa velha. E quando. Diz-lhe que tens um amigo que lhe quer mostrar Paris. achas que elas têm um sistema para descobrir as namoradas umas das outras?" Não é preciso perguntar a Jean a razão da visita. Ela gosta de ouvir coisas destas? Quando é que ma apresentas?" "E quanto a chantagem?" a pergunta vem de Arthur.. talvez ao boul "Mich" onde ela pode ver os es tudantes. Tudo o que ele quer é alguém com quem vá para a cama e fale espanhol nos seus sonhos. que interromp eu a ingestKo de uma tigela de sopa para me vender "Les Dames Galantes" de Brantôm e por trinta francos. diz Ernest.. Vou até lá e descubro-a a uma mesa... diz-rne. ainda alguém pode pensar que ele está a falar a sério e denuncíá-lo à polícia! "Arranja as coisas de forma a eu ser apresentado a essa gaja rica".. Ia.... 198 .. "mostro-lhe como é que ela pode sentir alegria. meneando o cu apetitoso e mexe-se ainda mais depressa quando lho tento bel iscar.. Não está à procura de nada fora do normal..." É provável que Arthur tentasse fazer chantagem com a avó por ter ido para a cama com o avô ..... não me encontrando. confessa Jeari.. Ia! Porque não? Ela gosta de livros? Eu levo-a aos alfarrabi stas. Ernest diz-lhe para não falar daquela maneira. Levo-a ao Capuzines e ela pode olhar para o Barão de Rothschild.. e u ltimamente ela tem-se sentido obrigada a ser agradável para com Billie devido a ce rtas complicações.. E nquanto procuro a chave da porta.. Oh.. a vigarista! Também o meu primeiro dia em Paris... Ouve.asa e lambe-a lá ... aí está uma coisa de que tratar: talvez Sam e eu o encontremos num café. ". de avental preto. ---Acredito que a revolução permanente é a única solução para a degeneração ter a"... Ela gosta de política? Seritamo-nos na Rue du 4 de Septembre com La Verité debaixo do braço e falamos de Trotsky ... --e Alexhine também. é como se chama .... vais encontrar todas as lésbicas sentadas à minha mesa.. à minha fr ente. deixou um bilhete dizendo que podia i r ter com ela ao bar da esquina.. de ar cansado que lhe tem estado a pagar Amer-Picons. "Andam sempre à minha volta". de Guy de Maupassant. até pode ser que ela conheça o Barão.... Ela gosta de Arte? Olha. "Se Ernest a levar a dar umas voltas por aí. "A última Chamada dos Girondino s 197 na Conciergerie". o campeão. tu deves andar ocupado a acompanhar o marido... Ernes t.. enquanto caminhamos de regresso ao m eu apartamento. É como se eu usasse urna etiqueta... "Sem um Robespierre nunca se teria dado o nove de termidor" . raios. Jean foi até minha casa e. mas Billie tem-na mantido muito ocupada.. oo. apalpa-me ela o escrito....... é tudo o que ele quer. Bem... Alf. "Olha o marido que vá para o inferno.. de Manet.. e de xale.. talvez descubra qualquer coisa que ela prefira ocultar ao marido. eu faço-a p assar uns dias agradáveis: aqui pode apreciar um adorável Chambertin suave. Quem eu quero é conhecer a mulher.. Fazia tenção de me vir visitar há mais tempo.. Diz-lhe que lhe mostro o local onde Napolego jogava xadrez. " "Desde que foda. na companhia de uma lésbica morena. ou terná-la novamente jovem..

Para Billie. Quando me saca a verga para 199 fora. acariciá-Ias.. embala-se para trás e para diante. aquela miúda novita.. por vezes. põe-se-lhe a mão sobre o ventre e sente-se-lhe o umbigo.. Jean cansou-se de ser apalpada. Apalpá-la com esta roupa vestida ou sem nada por cima. diz ela . empurra-a contra os seus píntelhos e. sob a qual não há nada. P ode-se ficar a conhecer realmente uma gaja vestida desta maneira. mas quando se d eitam as duas.. perverté-la s.Jean cora quando Tani .. para cima e para baixo. e a saia é Uo apertada nas ancas que à frente. contar-lhes mentiras maravilhosas e seduzi-Ias... mas por enquanto tem-se mantido mais como obse rvadora do que outra coisa . É um jogo. é precisamente o mesmo.. Billie encontrou uma concorrente..... Não servia de nada. s@o sabidas e experientes. aqu ela cabra muito nova e muito ruim? Jean beija-me.. De que lhe valeu trabalhá-las durante todos estes anos. as garr as. Tania salta-me para o colo . Billie gosta de arranjar rapariguinhas mu ito novas. deixa-se deslizar um pouco e os dedos vão encontrar uma fenda. Senta-se ao meu colo e já lhe mexi por t odo o lado sem precisar de lhe meter as mãos por baixo da saia. sobre os meus lábios e enfiando-ma na boca. Tania e Bíllie.. cautelosamente.. e Jean e eu estamos ainda com os sexos colados e as bocas abertas. pois Tania experimenta a porta e dá com ela aberta.. com ambos os braços em volta do meu pescoço.. Jean tem vestida urna camisola tão apertada que os bicos dos seios aparecem.. certamente? Nem envergonhada? Afin al.. São ambas tão jovens. brincam como brincam os gatos.. É assim que nos encontramos quando Tania surge à porta.. apanhá-las jovens. no lugar da pintelheira. mas o meu marzápio empina-se deb aixo delas e esfrega-se contra aquela boca peluda.. e está a per erter a miúda mais nova com uma rapidez impressionante. diz ela.. se não mesmo tão inteligente. Quer que eu lhe mexa nas tetas... Devia usar uma fechadura de mola na porta. Esta história não corresponde exactamente à que Tania me contou. Mas nós nem sequer temos tempo para fingir que não estamos em casa.. Ta nia tem andado a levantar problemas.. mas ajuda a compor o quadro sobre o que se passa nesta pandilha de minet eiras. ao mesmo tempo que procura nas minhas calças qualquer coisa com que se excite .. Puxa a saia para cima e prende-me com uma perna nua... Ah. Entra por ali dentro.. que o primeir o copo de vinho tomou viscosa... miúdas como Tania e a outra. fazer planos para o seu futuro. igual aos dos homens. Jean escorrega do meu colo e põe a saia para baixo. de frente para mim. inocentes e ensinarlhes todos os vícios. porque é a amante de Billie. faz uma saliência . como ela própria. a não ser Jean. passando a língua. Tal como um homem. e tão bonitas: mas tão más e tão complicativas... A etiqueta do víci o é muito complicada . cuidá-Ias o melhor possível. Bilhe e Tania... SnuggIes. Tania é como se valsasse em volta da Lua.... se não brinco com e las? Portanto lá se vai a camisola de lã. brincam com SnuggIes tal como as raparigas brincam com bone cas. são um vício.. Romance! Romance! Não imagin ava que viesse encontrar aqui alguém e muito menos Jean . Está irritada porque calcula que Tania irá contar a Billie. ela bate à porta sempre d a mesma maneira. Tem vestidas umas cuequinhas frágeis. não como brincam os gatinhos.. e ela não queria que Billie soubesse que viera aqui . muito n ovita.. se Ta nia quisesse entrar podia fazê-lo através da janela do patamar e depois pelo telhado até à minha casa de banho. Mas em Tania. Ensinam-lhe toda a espécie de porcaria porque ela é inocente. não está acanhada. em suma. sem nunca a penetrar....Por acaso uma das suas complicações não se chamará Tania? pergunto-lhe. já se conhecem uma à outra. Bem.. sentada ao meu colo... mostrando... ela e a outra.. Jean sabe que se trata de Tania ao mesmo tempo que eu. Teria esperado que a m andassem entrar se soubesse que eu estava acompanhado.. Jean também entra nos jogos. Sim. Tania. o tempo dos embaraços já lá vai--. bem.. aquela c abra sabida é tão imaginativa. riva is de baixa estirpe. Jean começa a entrar em explicações.. Assim..

tudo isto pode ser es quecido. De qualquer modo Jean não parece ser a pessoa indicada para perder este jogo. É um jogo de putas e sinto-me aliviado quando Tania sai derrotada. tu chupaste-me o "con". Com Jean ainda a falar.... estende a mão para o m eu pénis e faz-lhe festas. e também te podes ir l ixar! " Tento pôr água na fervura. que raio de coisa para se fazer. nessa altura!" Senta-se no braço da minha cadeira..) "Entusias mou-se de tal forma que não havia maneira de parar de chupar! E a pobre da SnuggIe s . estas duas. Dois traseiros róseos deslocando-se através do quarto.. uma noite.. sem ressentimentos. Ficam no meio do quarto e despem-se. se quiseres. a palpando as mamas uma à outra enquanto eu as apalpo a ambi as. e quer que Tania o testemunhe . "Mas Jean. Sabe c omo há-de pôr Jean de bom humor. Quem lhe dera ter umas tetas daquelas. podes dizer-l he tudo o que fiz. diz .. suspeit a de um truque qualquer e não a censuro 201 por isso. deviam ter bonés na cabeça e levar cestos debaixo do braço.. Porque é que havíamos de est ar embaraçadas em frente uma da outra? Já te vi fazer coisas piores do que esta! Oh... Se puderam resolver as suas dísputas. " A Jean desagrada a maneira famíliar com que Tania se apossa de John T. e estão a aquecer-se mutuamente.... .. havias de a ter visto. " "Finalmente vimo-nos obrigadas a tirá-la à força". não estou interessado em ter duas gajas à zaragata aqui em casa.... Podia-se julgar que eram duas miúdas a camin ho da escola. Empurra-a p ara o lado e senta-se novamente sobre os meus joelhos.. Oh. eu chupei o teu. com tanta apalpadela e marmel ada que para ali vai. quer que eu lhas acaricie... é tudo muito simples. " (Isto para mim.. a lamber-lhe todos os húmidos e róseos recessos . e o mais depressa possível. já se tinha vindo...tórias para Billie.. sugere . põe-me a mão sob a sua saia... Puxa a saia para cima e exibe as coxas.. suspira. chupar a cona a outra mulher somente porque uma moeda aterrou de um lado em vez de cair virada para o outro.. com SnuggIes . de mão dada. Mas é a única forma de solucionar um caso destes. A escolha é comigo. Tania não se perturba.. a menos que estivéssemos todos bêbedos.. diz ela. Jean mostra-se cautelosa. vai dizer a Billie. mesmo sabendo que o sustento de Jean provém directamente dos seus dotes de mineteira.. declara Tania.. do stoievskianas.. Se Tania vai contar his.. pedi-lhe para me apalpar . Cara ou coroa para resolver o assunto. Está tão habituada a assistir em sua casa a cenas violentas. e depois fodida. Jean diz que não há nada a esquecer. Tania inclina-se para a frente e beija-lhe uma da s adoráveis mamas nuas.. Tania quer que eu a fod a e ela quer que eu a foda a ela. que vim aqui e lhe pedi para me foder. Tania parec e uma mini atura a seu lado. dois pequen os tufos de pêlos aparecendo onde existe mais qualquer coisa que não se descortina m . Jean desembaraça-se rapidamente da roupa. se toda a gente se acalmar e beber um copo.... Se considerarmos friamente . "Vê... "E teria sido mais do que uma simples porta aberta para ela parar se eu tivesse estado a fazer o que vocês estavam a fazer ainda há pouco . que deve considerar esta meramente como uma simples divergência de opinião... Tania quer jogar. "e deixá-la chupar-nos à vez. no que é imitada por Tania. A seguir. Fazem um belo par. passados cinco minutos estão as duas no meu colo...a se torna explícita. Com duas gajas desconhecidas não seria fáci l. N@o me posso queixar. dirigem-se em bicos de pés para o divã.. para ela era uma verdadeira tortura ter a língua de Jean ai nda a meter-se no seu "abricot".. Vejamos.. enquanto nós a acariciávamos até que 200 ela se veio.. Jean possuí uma bela figura.. nesse caso também posso comer as duas.. então que conte uma que valha a pena... mas estas cabras conhecem-se urna à outra e conhecem-me a mim. a vencedora será lambida pela que perder. teria sido preciso mais do que uma simples porta aberta para ela parar.... De mão dada! é o que me fica na retina.

. e Jean senta-se para ver melhor. Fico ali sentado.. Tem os olhos enormes e brilhantes. Sinto-me um Cláudio . enfia um entre as pernas de Je an e massaja-lhe a nêspera. já não lamento o facto de Tania ter entrado po r aqui dentro. graciosamente . as coxas e a mata de pêlos de Jean corri vinho. Vou para a cama . Está habituada a isto. para se poder ajoelhar.. Jean quer saber se aq uilo que Tania lhe contou é verdade. E Tania não é.. Mas agora Tania está a beijar-lhe as coxas.. mais ou menos.. pelos vistos. e os seus dedos tornam-se viscosos. mas em meia dúzia de minutos fica a arder.. 203 Tania está deliciada.. Está inchado de importância.. Mas Tania sabe quando deve parar. principalmente quando se sabe que estas cabr as nos pertencem.. uma amadora . q uero dizer. E la chupa. "Fode-a antes que ela se satisfaça a si própria! " As pernas de Jean estão escancaradas quando eu a monto. "Chupa. alguém que há muito tempo não come laranja. agarra-me o marzápio e põe-o na boca. Ela tem os joelhos erguidos e o cu está quase voltado para o tecto. Tania é um pequeno diabo. ela morde. sinal de que o espectáculo pode começar.... deixando Jean ofegante e a mover as pernas para trás e para a frente. Ela nunca viu um homem a foder uma gaja. começa a beijar-me o mangalho.. Voltase para mim e afasta-me os pés do banco. Aquela ingenuazita adoraria ver uma coisa destas! Coitada da Snuggles ... a seguir baixa-se e lambe as gotas do vinho. m as não lha chega a tocar. Jean impacienta-se.. o s pés apoiados num banco e o mangalho de fora. deixando o odor e o gosto da cona de Jean no s meus lábios. Tania provoca-a. Os seus dedos percorrem as coxas de Jean . acerca a boca do "abricot-fendu" sumarento de Jean... Jean tem estado deitada de costas enquanto Tania a acaricia. e rgue-se e esfrega-se na minha boca...... apoplético de frustração. não há uma única parte da sua anatomia que não esteja em movimento.uito claramente ... Levanta-se de um salto e afasta o cabelo dos o lhos.. Tania mete os dedos no seu copo e salpica o ventre.. a este ritmo vêm-se as duas em pouco tempo. masturbando-se enquanto nos vê a fazer amor.. quando fode. quando pôs Jean num estado destes. tem de conhecer mais piças além da de Peter. de modo al gum. é um belo quadro. a lamber-me os tomates.. nunca. Bolas. e espero que a sua beleza nunca se varra da min ha memória.. desce do banco e lambe-me os dedos dos pés. Johnny encava a cabeça dentro dela sem sequer olhar e não se detém senão qua ndo está todo entalado. andou por aí a espalhar umas coisas . Jean deita-se no divã.. para que a brisa lhe agite os bigodes e o refresque um pouco. apertando-lhe as per nas... explica e la... consolam-na assim todas as noites e ela gosta. de súbito agarra a cabeça de Tania e f orça-a a meter-se entre as suas coxas. Jean já está quente. o so m faz lembrar alguém a chupar uma laranja. Tania senta-se junto dos seus joelhos... deita-se e pressiona o joelho de Jean com os seus pelitos pelitos que já estão a crescer -enquanto lhe suga os mamilos e lhe acaricia os flan cos. Dispo-me para que ele possa respirar melhor... meneia-se toda. ao mesmo tempo que me enfia no nariz os dedos a cheirar a cona. com uma garrafa de vinho ao meu lado. ela lambe. A langonha escorr e-lhe do queixo.. Tania... e arruma o cu no espaço aqu ecido que eu deixei na cadeira.. Tenho receio que Jean se venha antes que eu tenha possibilidade de lhe saltar em cima. Os seus braços envol vern-lhe o cu e a língua desaparece na rata de Jean. meu diabinho! " Não se enganou..... "Fode-a! Fode-a!" grita ela.. Esta bebida não é suficientemente doce para o seu gosto.. Olham as duas para mim corno que esperando que agite um lenço.. Titila a "bonne-bouche" de Jean até esta abrir totalme nte as pernas. O que ela não dava para ter aqui a sua amiga SnuggIes! exclama ela. e tudo aquilo que faz contribui para as aquece r ainda mais.. Tendo os olhos fechados. e antes que eu me dê conta do que está a acontecer. 202 John Thursday espeta-se para fora da minha braguilha como um mastro inclinado. tal como escancarada está a sua cona.

o maricas . "E também come a mãe de SnuggI es! Come.. quando ele está a foder a minha mãe . sim senhor! SnuggIes não me acredita. comprou alguns quadros e encomendou outros. As coisas já estão num tal estado de confusão. a despe ito de eu ter recomeçado a foder Jean.. gosta deles e está a aplicar bem o dinheiro. lambe-me o cu e morde o de Jean ... Tem o nariz no me u escroto. A seguir regressa à cona de Jean. Jean tem as coxas afastadas. mas est ou demasiado em fogo para a enxotar. Mas. até a barriga me doer.." E o irmão dela..... Os seus lábios achatam-se com o contacto e ela começa a chupar-me . a minha verga esfrega-se nele .. eu nem me sentia segura! " Isto da parte de urna mulher que anda a comprar arte pornográfica para dependurar nas paredes. Agora a Johnny tanto lhe faz . que não de arte.. Jean geme que se está a vir . Lambe as tetas de Jean..... aconteça o que lhe acontecer em Paris.. O que desejava saber.. E la veio até cá para falar sobre Jean.. mas vai acabar por descobrir. diz-me.. ou empurrá-la para o lado. como ela diz? "Com certeza que vai". devias ter ouvido os comentários que ela fazia acerca das mulheres que passavam! Realmente... tanto calha ser na cona de Jean como na boca de Tania.... "E eu faço-o às vezes. coloca-se atrás de Jean. está demasiado bêbedo para saber onde se encontra. A Billie n@o faz qualquer diferença que se trate da mãe da miúda com quem ela anda metida.. Estou com a piça meio saída da cona de Jean e Tania está a beij ar-me. dou-lhe com força. Ao ouvi-Ia falar fica-se corri a convicção de que o minete entre mulheres é qu alquer coisa que se pratica somente deste lado do oceano.... e salta da cadeira e vem te r connosco ao divã.. um pequeno instante. rasteja e torce-se por entre os meus braços co mo urna enguia... lambe-me as coxas e os tomates.. tem os quadros para vender e um cliente é um cliente... depois a sua boca desliza um pouco 204 e abarca também a nêspera de Jean . tenho curiosidade em ver o que é . Por fim já não sei que lábios é qu stou a foder e quais os que me estão a chupar o caralho . le va também o rapaz e o obriga a chupar o caralho do amante? Oh! Que mundo! Que famíli a viciosa! Então o rapaz chupou-me o caralho.. Ann quer fotografias para o seu refúgio e eu digo a Billie que se ponha em contacto com ela. Tania está a chupá-lo como um porco e eu retíro-o de dentro de Jean a t empo de ela poder saborerar uma golfada. era a natureza d os meus sentimentos em relação a .com a mãe de Tania.. esta mostra-se um pouco chocada.. quando saco o marzápio p ara fora e depois o volto a enterrar entre as coxas de Jean. Finalmente deixo que Tania lhe c hupe as últimas gotas.. Entretanto. Anda à nossa volta como se fosse um moscardo.. "Deixa-a fazer".... e quando estamos deitados de lado. ela não se detém. esta cabra imunda.. oiço o ruído dos seus lábios e oiço os seus suspiros.. Beija o anus de Jean . eu e BilIJe temos conversado sobre outros assuntos.. intercede Jean... por fim. Ann é ainda uma turista e sê-lo-á sempre.. " O divã pára de estremecer.. diz Tania ....... "Aquela artista que tu me mandaste .... "Faz o que ela pede. o enorme caralho que neste momento s e encontra dentro dela. Mas tenho de da r o meu contríbuto para a desordem final . Quando volto a ver Ann.. é verdade que quando a mãe leva um homem para a cama. envolvendo-lhe a cintura com os braços. Devol vo-o a Tania. é uma lésbica! E uma lésbica escandalosa! Almoçámos as duas. Está a sugar-nos a ambos em sinlultâneo e. Que revelação! "Vou mostrar o que Peter às vezes' faz". novamente para Jean . depois. Tania está a lamber as coxas de Jean.. suplica que nos imobilizemos só um in stante . de qualquer for ma. que é difícil ficarem pior.. " Está por cima de nós. entre nós. que é uma coisa que não se pode dizer a respeito dos objectos de arte que Sam se aventura a comprar. sob nós. Não há nada que não faça.. Nem pensar em a manter quieta. e John Thu rsday explode. pois não é necessário parar de a foder para que Tania se possa entreter com o seu cu. responde Tania indignadamente.

porq ue fode. isso não me tivesse impedido 206 de querer que ela me fizesse broche da primeira vez que nos encontrámos). vá. confessa Billie "se não o faço. E. pois devia ser uma belíssima foda... Ela. se se deve despir durante uns minutos antes de se ir embora? Ela explica-me . antes d e ela sair. sentados junto da minha janela. Então Billie olha para o relógio. a única coisa que interessa a John Tursday é aquilo que está entre as pernas de uma mulher. se eu gosto d ela. é um t oque exótico de que não estava à espera. deixando-me entrever a sua "bonne-bouche" franjada de negro. mesmo que não tivesse já pensado que era uma pe na ela ser fressureira. se realmente penso que é uma tipa simpática e que será uma fôda agradável. porque assim sabe onde ela está e que. Uma cona é uma cona.." Despimo-nos na casa de banho e devido ao facto de Billie ser tão morena e tão excêntri ca. Na verdade ela até gosta que Jean me visite. diz ela. i ndependentemente da maneira como está embrulhada e é exactamente isso que lhe digo.. Billie e eu tornarno-nos bons amigos quando ela se convence de que eu não alimento quaiquer desígnios em relação a Jean. Ora a verdade é que Billie. é perfeito. oferecendo-se às minhas mãos. desde que eu não lha sa que em definitivo.. Podia casar e ser uma boa esposa... sublinha. quando ele lhe cai aos pés. eu agrado-lhe e está-me grata pela maneira como trato Jean. . "Uma vez por outra gosto de levar uma foda". Por isso anda sempre insatisfeita. mas.@iosa de olhar. nada de fora do vulgar.. Cola o ventre contra o meu corpo. gostaria de a foder? Não acredito no que ouço . que eu sinto-me quase na pele de um tipo que se prepara pa ra violar urna miúda de dez anos.. a quem atraiu com falsas jóias de pechisbeque.. por puro acaso. satisfeita corno se sente uma m ulher normal depois de uma boa fôda.205 Jean. Dep ois. O q ue é que as mulheres dão aos homens quando se sentem gratas? Portanto. claro.. tiro a tapeçaria chinesa da parede para ela se deitar. Não posso recusar uma proposta destas. é a razão por que continua a pintar... ou teria essa opinião se o seu cabelo não tivesse aqu ele corte e se não soubesse que ela era lésbica? Visto que sei o que ela é e visto que também sei que ela não atribui a mínima importância aos homens.. talvez.. Billie exerce um fascíino estranho. foi isso que ela disse. tenho a sensação de estar a fazer batota com o meu destino. não o que se encontra de ntro da sua cabeça. Fico corri tusa quando a olho? Acho que ela deve ser uma boa foda.. é compre ensível e ela não vai ficar ressentida.. para ela. põe-se em bicos de pés e esfrega o sexo contra a minha braguilha. conversamos sobre Bil lie.. me smo lésbica não se sente satisfeita com o minete . atravessa o quarto e vem para mim. E Jean também fica contente.. talvez.. possivelmente. pergunta-me. por acaso.. enquanto se despe. sente a ne cessidade de fazer alguma coisa e. é uma embalagem deli. Mas não seria feliz... Não penses que sou dessas mulheres que ngo suportam que um homem lhes toq ue. é como se estivesse perante urna miúda inocente que quer passar por sofisticad a.. e guiá-la para uma vida m elhor? Pensaria.. Se eu não quiser.. menos honestas. se eu queria experimentar fodê-la. Durante meia hora.. um tanto constrangida quando lhe pego ao colo e a levo para a cama. Alívio. não apanhará nada. além dos óbvios. Como homem. Liberta-se do vestido de forma tão delicada.. Mas não há dúvida. tem um encontro dentro em pouco .. ela não se importa que eu lhe coma a rapariga. se fosse necessário. apesar de há muito tempo t er compreendido que não é mais do que uma artífice capaz... e antes de tirar os sapatos e as meias. ela está à ha disposição. Alimentaria eu ideias nobres. quando soube que as minhas intenções quanto a Jean serão tudo.. é de uma tal delicadezaa despir as cuequinhas. se acho que o facto de ser lésbica irá interferir (se b em que. posso dizer-lhe a verda de . o que é qu eu penso dela? Dela corno mulher. por pouco fazia-se artista. regenerá-la.. em tomá-la minha amante? De homem para homem. Aprecia o gesto. corno se se tratasse de outra pessoa que não estivesse presente. Veio oferecer o seu corpo e o convite não é recusado.. tenta ser feminina e sedu tora. Ri ....... explicou-me..

"Fá-lo tão bem corno as outras raparigas que tu conheces9" Depois quer saber outras coisas . a excitar-nos recipro camente. não belisca nem arranha e também não tenta dar pontapés no baixo-ventre.. Nunca comi uma gaja que não manifestasse uma tão soberana indiferença pelo que está a ac ontecer. Dirá . provavelmente não a conseguia dominar. dispensa a persuasão.... Mas.. não morde. Não estou com a tesão com que devia estar. quando se amam. está deitada de través na cama.. Jean faz-me broche por sua própria iniciativa ou sou eu quem a obriga a fazer-mo? Pede-me para lhe fazer rninete? Fazemos sessenta e nove? Fala alguma vez de Bilhe? Fala das mulheres corri quem já foi para a cama? E por último . aquela cabra! Oh minha cona in208 vertida! Vou obrigar-te a acordar . mas eu estou em fogo. se Jean gostar.... se não dormissem juntas.. Ela a bre-as e eu monto-a .~io e. faz doer! Se eu quero enrabar alguém.. mas um pouco agradada. s e nunca fui casado ou se nunca vivi com uma mulher durante muito tempo. embalagens de pensos higiénicos deixados no guarda-vestidos. "Jean é uma boa foda?" pergunta Bilhe.. Quero que ela me morda? pergunta. a vantagem é minha e quando consigo mete r a piça onde quero. fará corri que Jean nunca mais se encontre comigo.... poderia viver com ela durante anos e nunca saber quando é que estava corri a história e.. sim. cantarolando para si própria em voz baix a e ninguém diria que lhe estou a encavar o marzápio. A juntar a isto.Bolas. não quer que lhe vão ao eu! Isso é . e ficamos deitados. em simultâneo .. tanto se lhe faz corno se lhe fez. Billie ameaça-me .. é a melhor das gajas com quem já viveu.. até que percebe aquilo que eu lhe quero flzer. junto à sua cabeça! A desenhar enquanto a fodo! O raio de um insulto e ela completarnente inconsciente de facto . Bülíe desconhece uma data de coisas sobre a form a como se deve tratar um marzápio. também sinto um certo embaraço. Por fim lá consigo reconduzi-la ao ponto onde tínhamos começado e faço-a sentir corno fica Jean Jetidi quando esfrega a cabeça nas suas coxas. enquanto fazemos mar207 melada. John Tursday penetra mais fundo. neste caso . o desenho que ela está a fazer está de pernas para o ar e se alguém o quisesse ver teria de se deitar como ela.. não me devo esquecer que ela não está habituada. Então atíra-se ao ar.. era brincadeira.. é uma coisa só de mulheres.. deixo-a cair de cu sobre a colcha e ela deíxa-se ficar de pernas abertas. e is o gênero de coisas que a maioria das mulheres nos arranja. não sei o que isso significa. Saco-lhe o mangalho da nêspera.. tirou o baton e um lápis. Mas corri ela não! E tenta saltar da cama. Principalmente porque não é desmazelada. Está chateada. Mas Jean é limpa como um gato. não. Billie podia manter-se indefinidamente a falar de Jean e a foda que se lixasse. Não! É muito expressíva. atiro-lhe com o baton para o chão e volto-a de barriga para baixo... "Já acabaste?" pergunta . e está a fazer desenhos na parede. Fica estupefacta face a esta violéncia. posso m eter-lho. o seu sexo está tão fresco como uma flor.. mas Johnny só precisa de encorajamento.. e f icarás radiante por ter terminado. quando me atiro a ela... porque eu parei de me mexer. isso é uma pervers. os movimentos da luta são um elemento a meu favor . além do mais.. até que fico com o pau teso.... é isso . então que vá ao eu a Jean . e passado um minuto ou dois de eu estar dentro de la. confidencia-me . mijo e papel na sanita porque não se descarre gou o autoclismo. Tenho aqui uma coisa que te vai fazer abri r os olhos@ Nunca mais me tornas a perguntar se já acabei . Ganchos na cama... mas não muito depressa. Mas ela luta como um homem. sabê-lo-ás tu mesma. A seguir boceja na minha cara... se não páro. Resume-se tudo a uma questão de peso e de força e desde que me mantenha por trás dela.. acho que ela é feliz com Billie? Respondo-lhe aquilo que ela quer ouvir e Billie fica feliz. E a seguir dou-me conta de que abriu a bo lsa. todas as vezes que ela se debate.. Se Billie fosse como outra gaja qualquer. Jean... Ah. está pronta? Quer que eu lhe meta agora? Sim.... ou então põr-se-lhe em cima da cabeça. exibindo a fenda entre as p ernas.

não se oferece para que eu a fôda. queixa-se ele por cima de um copo de água Perrier . Ou. " Por que razão.. Mas agora vai alargar o suficiente: quando acabarmos já estará mais largo. também dei à tal n-úúda uma foda dum raio... . dizer a Jean... Agora já não me exige que pare. Mas eu continuo. oli. Bem. sac o-as para ti. depois de teTes recebido toda a minha verga lá dentro e de teres a !níqttiíi@. de v ez em quando.. 210 "Não sei o que se passa comigo. mas não tenho hipóteses. mas não posso arriscar a a dorável tapeçaria antiga.. estoiraram e dispar aram-me o mangalho pelo cu de Billie acima.. Billie morde a caina. diz. dou-lhe uma foda monumental. não toma a vir aqui sem a prote cção da polícia.. Billie recupera o bom humor quase imediatamente. minha cheira-conas. toda o leada com esporra.. vai estender-se sobre a cama. agora não fazes desenhos? Sir ri.. provavelmente ainda me ajuda a dominá-la (muito possivelmente. Inundei-lhe o cu de esporra e.. de raiva.. que. e as preocupações quanto ao futuro que fossem para o inferno.... co nto-lhe que ela é uma puta que me quis viganzar. diz-me ele. "Ela tem vistas su ficientemente largas para compreender que coisas como essas acontecem... estas lésbicas arrebanham tudo o que é bom.. De repente tenho a impress@o de ter ficado sem os tomates. Telefono-lhes. digo que foi ela que mo pregou.. em última análise. um filho da puta... Antes de me vir... bato punhetas enquanto vejo fotograf ilas pornográficas. Mas diverti-me? Já me sinto consolado? óptimo! E ntão... Às vezes um caralho no cu faz maravilhas. sentindo-me como me sinto era muito capaz de lhe mijar lá dentro . Não te safas desta... "Não faças mais".. Bem . o porteiro é um velhote simpático. se ela espalhar que eu estou com um esquentarnento. suplica. mas mesmo assim a cabra não se vem. Mas ela podia prometer-me um fim-de-semana com um carregamento de virge ns. mas Carl já nos vê a todos a ganhar dinheiro às pazadas. um homem necessita de se divertir um pouco.. se eu não vir inconveniente. Alf . pelo menos sem p ar duas vezes no assunto.. ou não... miúd as de sonho! Conheço montes de gajas simpáticas que andam à procura de homem. "Não quero mais! Alf.. escuta. para descansar um m inuto e acabar o seu desenho-de-cabeça-para-baixo. Alf. não há dúvida que fiz o que queria. " E mais música do gênero.a toda a gente que eu tenho um escarépio.. arran jo-te miúdas.. Torno os movimentos mais violentos e começo a mexer-lhe na nêsp era. Enterro-lhe os dedos na cona e massa jo-lha até ela dar uivos.. durmo com pensos higiénicos usados debaixo do travesseiro..... Não conheço os pormenores do dito. tio de urn a familia de idiotas coinedores de merda.. tudo teria sido perfeito . tem uma imaginação colo209 rida e é um prazer vê-la animar-se. Se fizer com que o porteiro venha aqui meter o nariz. não me sinto diferente daquilo que sempre fui. eix sei que não estás habituada a isto.... assim . Para a próxima não vai ser tão parva. Sou um sacana. teria passado uns momentos maravilhos os com ela.. não sabe se há-de. o sacana aproveitav a para me dar um murro na cabeça). Provavelmente é mesmo capaz de conhecer umas gajas simpáticas. dou-te agora as moradas. mas. "Ann perdoar-me-ia se eu andasse metido com a mãe".. Aãi. Dava o tomate esquerdo para fazer esta puta vir-se já. assim. que eu não parava. teria Alexandra faltado ao encontro com ele? Eis uma coi sa que Sam não compreende. sente-se realmente em baixo... Sinto-te o eu muito apertado quando o me u caralho tenta penetrar mais fundo. Então. Mas como raio lhe ia e .. Mas. diabo. só pede . real mente. Sam sempre acabou por fazer qualquer negócio com Severin. Se isso não se tivesse dado. "dev e ser da idade . Fica com o corpo mole e começa a geme r baixinho.. Todo o episódio se transforma em brincadeira para ela. Tira-me o caralho do cu. é um grand e estimulante. Bilhe . justos céus.... é um truque e quando vê que não resulta desata aos murros à cama. que parece ser a sua expressão de arrependimento face a uma vida de pecado. Vai gritar e fazer com que o porteiro ve nha cá acima .

um de cada vez. se descobrir alguma coisa? Achas que vai ter com Ann ? Julgas que isto pode tornar mau aspecto? Deus Todo Poderoso. mas depois assustouse... ela levou-os até lá para que eles a fodessem.. juntamente com Ann. nem me quero lembrar! Am arrada a uma cama! Abandonada. talv ez apaches.. e todo o colorido conjunto de factos corresponde à montagem de uma a ventura que só existiu na sua imaginação. 212 LIVRO 111 CHERCHEZ LE TOIT SAM. "As depravações que f ui obrigada a suportar! Não há palavras que o descrevam . desejosa de fazer não importa o quê para me agradar. vejo-a na posição em que ficou depois de me ter deix ado tirar-lhe a roupa. por exemplo.. " No estado em que as coisas se encontram. uma miúda um pouco mais velha do que a mintia própria fil ha? E o pior disto tudo é que eu a quero voltar a foder! Neste preciso momento. Se ela ao.. com ar pensativo. a não ser que tenha cuidado.. estuava de vida.. já não fui. amarraram-na à cama e trataram dela. Toda . "Não creio que ela fosse virgem". era uma coisa que se metia pelos olhos dentro. Deixo Sam falar . ficaram danad os.. Na América. eu ainda a podia acreditar. tu conheces Alexandra." Tem sido com coisas deste gênero que Sam se tem entretido.. 211 e fazer o que eu fiz.. mas é também uma rica história. não se tinha portado daquela maneira. Opto por me deixar estar quieto e faço votos para que quando a Ponte de Londres vier abaixo eu esteja nas redondezas corri o fotógrafo ao meu lado.... no entanto. diz. Trata-se de dois vagos mecos. Então.. se achasse que podia ajudar. inocente e pequena ainda me conduzi pior para c om ela do que me tinha conduzido com a mãe .. menos tivesse fixado os nomes! Se esses pássaros se chamassem Sid e Ern est. fizeram as coisas dar para o torto. fingindo um arrepio. NESTES úLTIMOS DIAS. Mas na realidade é mal feito um tipo pôr-se em cima de uma miúda corno aquela. confiava completamente em mim. e não consigo esquecer nenhuma delas.... Quem lhe dizia er a eu. tem dito montes de coisas a respeito dos franceses. o u se devia tapar os olhos para não me ver a mim.. não se esquece do tal jogo de cartas.. E . tudo aquilo que eu pudesse dizer só ia contribuir para enfurecer Sam.. ou percebia que eu o tinha deixado fazer figura de parvo.. depois de ter começado. era unia criança perdida na floresta . "A forma corno me trataram!" exclama Ann.. uma: ou julgava que e u estava a caluniar uma doce criança inocente.. Das duas.. pois S am é cheio de ideias surpreendentes.. quando se@ deram conta de que ela não estava pelos ajustes." Tania deve ter-lhe tocado os vio linos -ou então limitou-se a estar quieta e deixou-o inventar todo o cenário. está sujeita a comprometer-se. Meu Deus! Mãe e filha... Mas estes gajos eram duros. e à mercê de homens sem piedade! O que Sam não diria se alguma vez viesse a saber! " Ann. segun do parece.. não sabia se se devia cobrir para que eu não pudesse ver. Calculo que algum miúdo lhos tirou. E. aqui há umas noites. n um piquenique ou coisa parecida. De acordo com a história que Ann me conta . Em Paris é mais provável que acabe numa cama de hotel com dois rufias e um c hulo munido de uma máquina de filmar. esses tipos. a história é outra. Tinh a de a comer e. o que é que ela é capaz de fazer..... Por qualquer razão quer levar-me a acreditar que anda metida em voos de trapézio sem rede . quando un ia mulher começa com devaneios deste género vai a um psiquiatra para lhe examinarem a cabeça. capaz de me deter. talvez pense que vou dizer a Sam e ele sinta ciúmes. Obriguei-a a fazer tudo o que a mãe me tinha feito. no tal refúgio secreto.. Que raio de situação! Alf. tenho ou vido histórias mais chatas só para beber uns copos à conta . "Se o fosse. "Mostrava-se tão inocente a respeito de tudo. aq ui sentado a conversar contigo.... tão vagos que Ann nem lhes sabe os nomes. .. e eu fodi-as a ambas. sendo ela jovem. Mas..u dizer que era uma miúda.. Quanto a Ann.

Ele que diga tudo o que lhe apetecer.. e praticamente pediu a Billie que lhe explicasse tud o sobre The Well of Loneliness. e Billie deve perceber essas coisas.. Não p resto muita atenção a tudo isso. resmoneia ele ." E por aí fora. contanto que ele não ameace regressar à América. nós damo-nos maravilhosamente. se considerarmos todos os anos que passei em Nova Ior que a engraxar tipos como ele. porque são estas as palavras que ela quer ouvir. Se ficarem no escritório há sempr e a possibilidade de aparecer alguém a vender-lhes uma fita para a máquina de escrev er. "Costumava pensar que um povo que v ivia desta maneira tinha de ser um povo maravilhosamente feliz. Em traços largos.. Ann é uma bela mulher e se bem que Billie se dedique. não me custa nada acreditar que goste de variar de vez em quando. com toda a probabilidade.. mas penso que também está interessada. até que descobri como é que essa hora e meia é passada. não que lhe importe muito.essa história acerca da boa vida indolente dos franceses é uma aldrabice. Que tal é Ann na cama? quer ela saber. como Jean e SnuggIes.. é assim que a coisa funciona. Paris é uma coisa que n unca lhe tinha sucedido anteriormente e. não lhe toma a suceder. " Remexe no bolso e encontra um pedaço de papel.. fazer negócio é isto. Vendo bem as coisas. marimbando-se para a possibilidade de eu lhe ver tudo e atira-me com perguntas.. Se quiser saber o que é dor mir com uma mulher... Algo de novo está a acontecer a Ann. Mas não tenho qualquer motivo para acreditar que Billie me esteja a enfiar o barrete . É uma fôda em grande? Por exemplo. que atir a para cima da mesa. Porque é que não telefono a Jean? ou pr . é o que Billie me diz. importas-te de pôr a perriapara baixo?" por fim não aguento mais e interrompo-a. mas em relação à boa vida há muito a dizer. É um sistema que funciona perfeitamente... vinda da casa de Ann. Inventa mil razões para detestar os franceses. Quer saber a minha opinião.. desde que a mulher e a filha 213 estejam cá para eu as comer e ele esteja por perto para me pagar uns copos.. revelando-me o segredo.. Para os franceses. é tão boa como Jean? Quer que eu lhe conte tudo sobre Ann. aparentemente bem conceituada. em discussões de agiotas.. as costas de um so brescrito. pelo menos. Em calúnias. queres realmente saber porque é que levam hora e meia a almoçar? Porque pensam que num café e stão seguros.. em geral. A história que Billie me conta é a de que Ann se anda a fazer a ela. Toda ela é simpatia. Ann ainda me evita. quanto ao marido? Atira uma perna para cima do braço da cadeira. de uma casa comercial. arrepiam-se com a ideia de faz er negócios. Olha. E quanto ao gajo que 214 paga as contas.. tenho aqui uma c oisa para te mostrar .. Não que eu não goste de Sam... suponho. a coisinhas jovens e doce s. por mi m pode fazer todos os discursos que quiser... Ann quer experimentar novas sensações. uma vez a bordo de um navio para Nova Iorque. que me foi entregue esta manhã. mas o verdadeiro nó do p roblema é que a vida de Sam sofreu uma certa perturbação desde que chegou a Paris. satisfeita. Segundo Billie.. sem amigas.. "Isso é um recibo. Ele conta-me tudo a respeito das suas aventuras com Alexandra e Tania. vê. eu não lhe digo nada acerca das minhas aventuras com SnuggIes e Ann. Billie concorda. "Pelo amor de Deus. contou-lhe como lhe pesava a solidão em Paris. por isso tenho de acreditar na palavra de Billie. Estás a ver o que é . A princípio Billie julgou que se tratasse somente de curiosidade. Bate-me à porta uma tarde. porque negociar custa sempre qualquer coisa. que agora não fazia sentido perder a oportunidade de encontrar as respostas p ara todas as perguntas que tem feito a si própria. é agora ou nunca. mas agora está convencida de que Ann quer ir para a cama com ela." Bilhe mostra-se pesarosa. que não se sentirão tentados a gastar nem mais um tostão da mesada que a si próprios concederam.... "Há quase uma semana que não dou uma foda. como se fosse um homem. porque não? Ann provavelmente considera que já se estampou de tal maneira em Pa ris. diz Sam. Billie mostra-se divert ida com a coisa. no fim de contas.. Bem. Para Ann. onde fora deixar mais algumas dessas aguarelas extravagantes que Ann está a colecc ionar e conta-me o que se passa. Quanto à indolência está de acordo. "Hora e meia para o almoço".

te m de lhe pagar o jantar.. Assim que a conseguirmos pôr em casa. A rapariga entra nunia loja e eu nem cheguei a ver-lhe a cara. "Ainda não decidi. Encontrou-a. Ainda não estive com ela o tempo suficiente pa ra falarmos no assunto.. estão numa espelunca da rua St." "Não vou estragar nada.. quando chegar a casa.. digo a mim mesmo. não vai para casa.. Monsicur.. onde é que a pode encontrar? Indico-lhe uns sítios onde é possível dar de caras com ela e ele desliga.. tu não a queres comer?" "Quero. como eu. separando a rninha vida em pedaços. Andados cem metros estou com tesão só de olhar para aquele cu a rebolar-se à minha frente e solto um ou dois assobios para ver se ela se volta.. quem vai tratar do assunto é ele . não era má de todo. claro que a quero foder. andar pelas ruas atrás de uma gaja. deve ser uma estudante de arte. peça a Jean para vir ter comigo? Esta cabra! Se não tem cuidado.. um milhão de outros tipo s devem estar a fazer o mesmo a esta hora.. como um cão a farejar uma cadela. Começa a escurecer enquanto can-iinho e as putas começam a aparecer para o comércio no cturno... já fiz isto. pelo menos.. " Corro com ela e percorro alguns quarteirões atrás de uma loura. Quantas vezes... Vou pensar nisso ... Uma delas põe-se a andar ao meu lado e canta-me a canção do b andido. "É tão bom. não. És capaz de estragar tudo.. não quer saber como é que o fazem em Havana? Sim. Ernest. Talvez me queira pagar um Pernod dos pequenos .. de maneira nenh uma! Mas estando a vida como está. ela não disse isso precisamente. Ernest.. dava meia volta e ia à pro cura da puta de há bocado. "O que é que vais fazer a respeito de Ann?" pergunto. a ideia não foi dela? " No fim acabo por ir ter com eles. sem qualquer hipótese de levar @z)sse o que fosse. Se não tivesse. Jacques e quer que eu vá ter com eles imediatamente. Aquele cu move-se como um pêndulo.. se apareces com um táxi cheio de lâmpad as e fios e essa tralha toda. Recebo um telefonema de Ernest.. "Mas o que é que isso me interessa? Olha. ela vai achar bestial. Aqui vou eu atrás de uma gaja que nunca possuirei. Estou com uma certa curiosidade acerca d e SrtuggIes. parece estar tão surpreso. quero . Quando umas horas mais tarde me volta a telefonar. Se não fosse. raios o partam.. quando a gente a puser em forma. isso arranja-se.... mas caminha como urna corista. E até pode ser que. Ernest zangava-se. Tenho de lhe dizer que não há nada. mas não me agrada a ideia de tirar fotografias.." Depois resolve ir-se embora e sai antes que eu me tenha resolvido a violá-la . bebidas à borla. afinal ainda se arranje qualquer coisa.... ficar entesado desta man eira e continuar com tesão à 216 ... trata tu do caso . fecho-lha à chave e tenho-a aqui comigo uma semana. Ainda bem que tenho para onde ir.... Pergunto a mim mesmo quem arranjará uma puta a estas horas do dia. Quadro debaixo do br aço... " Mas parece que não pode ser assim.. É como encontrar dinheiro na rua.... Turista s.. é claro. Quer saber o que é que há quanto ao encontro com Ann . qualquer outra pessoa sabe que se engatar agora uma puta.. O que é que se passa .. eu tenho de sair e vou acabar de comer ... depois de responder a todas as perguntas que ela se lembrou de fazer. "Ela disse que estava tudo bem quanto à festa?" pergunto-lhe. 215 "Bem. Receia que ela fique sóbria rapidamen te se não estiver ninguém a seu lado. provavelmente... Bem. Estou num estado tal que ainda lhe tiro a r oupa. mas ainda tenho a erecção que me provocou. eu estive em Havana. Não se volta. então. a minha vida não era aqui.. Ele tem de ir a casa buscar a máquina fotográfica e nem a pode levar nem a pode deixar sozinha... enquanto aquele pêndulo continua a balançar. Alf. seja lésbica ou não.. e custa tão pouco. Monsieur...efiro que ela. mas vai correr tudo bem... Para começar.

.. devo estar um bocado apgiihado .... diz-me... é o que lhe tenho estado a fazer... Em vez disso. Assim que me põe os olhos c@rp. vê-se que se sente confusa e embaraçada. " "Ah. Mas aprendi uma coisa.. cheio de força. já estou outra vez a falar sozinho .. sopra-me pelo canto da boca: "Por am or de Deus.. "Precisamente o sítio ideal para uma festazinha de aniversário! Vocês os dois fiquem aqui.. Meu Deus. dirijo-me a ela e agradeço-lhe. A diferença é que ninguém perdeu nada. tein @Ie se aldrabar e andar aos caídos. uma coisa que n@io me acontecia desde os primeiros tempos em que aqui cli-guei.. ". a comemoração não lhe fica cara. bem. a essas gajas belas que me atraem ao longo das avenidas. a quantidade de merdas em que um tipo tem de se meter para It@.. se g anhar algum com as fotografias. Ann fica tão surpreendida como eu ao ouvir falar em aniversário... ela pode ouvir. Ernest decide que lhoje é o dia do s eu aniversário. " .. também a minha.vq-f uTru@ miAbic. "õptimo! " exclama Ernest. tens o teu garantido. pesarosamente... Pode ser diferente quando se piora seriamente e a barriga começa a incha!. lá em baixo. a amizade tem limites! Tu e Síd vão foder tudo antes de co nseguirem o que quer que seja. "O meu aniversário ..a Axin que me tinha telefonado. bem. Sabes onde é que está o Sid?" "Não.... esta noite. Quando via um cu grande.. mas fome real. Faz como entenderes.. " "O que é que tu queres dizer com isso de eu não me querer pôr em cima dela? Quem é que t em mais direito a comê-la? Quem é que a descobriu?" Gostava de saber o que disse a Ann durante a meia hora que se seguiu..-5j." "Então. vou ter de tentar explicar-lhe o maravilhoso que é receber-se quàquer coisa sem dar nada em troca e sem tirar nada a ninguém. Uma foda.." "Mas que merda de chatice esta! Porque é que a gente não se vai embora e engata uma puta? Há unia data de miúdas giras por aí. Nunca mais as torno a ve r. E até podia ser quc w-@râi2sse.. Despejei. para fodermos .. que passava a maior parte do terripo em leve delírio . encontrar-m e ali! Dá-me unia p@. grito. a única c oisa que me apetecia era devorá-lo. corno é que eu a vou obrigar se ela não quiser bebe r inais?" "Põe-a de cabeça para baixo e despeja-lhe pelo buraco do cu.).. iam começar a falar a me u respeito.. mas tem d e mostrar boa cara." "Shhh.. porra.p@ira a carna! Algumas mulheres. que fosse para o diabo.. confessa.. ain tipo se iirnitasse a dar uma palmada rio cu de Arui e "Vanios até tua casa.. "Pago um copo a toda a gerite!" declara. não comeces com isso.. Mias não a tomo a ver . Como estamos %o nós os três.. nem me interessa. Olha Alf. " "Claro... Nunca cheguei realmente a saber. fá-la beber .. " Ann ainda está in decisa. pedi esmola antes de atingir esse estado. Ainda tenho de fazer um trab alhinho.niedida que carninho. Juro mentalmente que se a lguma vez tornar a encontrar aquela tipa. mas não se consegu e lembrar de quantos anos tem. 217 "Gostava de dar uma festa".. digo eu a Ann. mas não a deixes ficar sóbria a ntes de eu regressar. dá un-@. Não percebes que esta gaja me pertencia antes de tu e Sid se intrometerem? Onde é que está o fato que ela me ia comprar? Va i comprá-lo esta noite? Não.. fá-la beber! Mas. eu volto já!" Ao sair. unia após outra. Mas volto já. Aguento a erecç@@o todo o caminho até me encontrar com Ernest e Ann.2 coisa que não seja cona. A inda se põe em pé. Alf. pode-se estar a morre r de fome que o velho Johnny. "Bem . se estivesse suficientemente bêbeda. Ernest. Não seria tudo m@i@s simpies sc. .. Quanto a Ann. também a minha". "mas tenho uma casa pequena .. sim. Sigo vàrias gajas . Ernest n@@o disse.Irnada nas costas e aperta-me a mão . Merda. É claro que se não te queres pôr em cima dela não precisas de vir connosco .. Bem. suculento. não sei onde está o Sid. tecendo sonhos à sua volta.. quan do os joelhos já estão trémulos e se cambaleia ao c minhar. vais vigarizá-la com algum negócio de fotografias que tu en gendraste! Porra.. nÃo pensa out-. ... quando andava tão desesperadamente cheio de fome. nunca na minha vida te prejudiquei... imaginem.... Ernest insiste no fac..

. Merda.. Mas decid i que não vou andar mais com estes embrulhos às costas.. E de todas as vezes que quero deixar o bar tenho uma disc ussão com o "patron " .. enquanto lhe cantava uma canção em russo. límito-me a deixar um bilhete em cada lugar. "tenho de lhe oferecer qualquer coisa . guio Ann até ao fundo da sala.. Meu Deus.. Camisas. O que se segue a este está cheio de putas.. para que o i nsulto doa mais. que tamanho? Bem. O aniversário d rnest! Merda! Sempre gostava de saber. meu Deus.. gravatas. deixamos um bilhete ao criado e saímos para a rua. porque é que ele não se havia de lembrar de d izer que era o meu? O meu coração pára quando a vejo começar a comprar. sou eu quem carrega com os embrulhos... Ela esqueceu que estava zangada comigo e deixou-se ficar sentada com a s mamas pendentes sobre a mesa e a boca ligeiramente aberta.. Bem. para as levar a um alfaiate? E os fatos de Sam levam sempre três a quatro semanas a fazer. peúgas .. De qualquer forma nunca deixou de beber... Ann não gosta de um sítio por que está cheio de marinheiros. aquela cabra. Por esta altura começo eu próprio a sentir o efeito dos copos. se não lhe servir ele devolve-o.. No entanto começa a mostrar-se inquieta. Quero .. Evidentemente que vai custar um pouco mais enviá-los ainda esta noite. armada em senhora. Até os deixo usarem-me como manequim para ela poder fazer a sua escolha. Estou tão furioso que não me importo com o que ela faz.. diz-me ele . Não há bastante gente nesta baiúca para acalmar o seu cérebro de turista. que tamanho visto eu? Aquele filho d a puta e o 219 seu aniversário! Sapatos! Para os sapatos temos de ir a outra loja e. Ela limita-se a passar pela loj a e apontar o dedo para as coisas e o empregado empilha-as sobre o balcão. a pausa correspondia a um pon to final. Inundei. e compramos os sapatos. e s ento-a voltada para a parede. Mais dois copos no bar seguinte e já quer mudar outra vez. de modo a que não vejo nada de que não goste . Deixei jorrar as palavras como um tipo com a bexiga avariada deixa jorrar o mijo. Aliás. como sempre. Chegou ao ponto de me deixar apalpá-la por baixo da mesa. " Lá saímos nós do bar e vamos até à loja de artigos para homem mais próxima. mas Ernest ainda me vai pagar esta noite! "Porque é que não lhe compras um fato?" pergunto-lhe. que não compreende porque é que não queremos ficar à espera dos nossos amigos num local tão agradável. decide Ann. No bar em que entramos a seguir. se ela quer gastar massa. para um canto. Esc revemos outro bilhete e vamos experimentar novas paragens. eu ajudo. ... Falei de toda a merda que me veio à cab eça e sempre que agarrava o garçon pela aba do casaco. não creio que Ernest saiba quando é. talvez seja. Deposito-os em frente da ara nha que dirige o estaminé e digo-lhe para mandar tudo junto. sei lá se é o dia de anos dele . enquanto tentava pe rceber o 218 que se estava a passar. "E talvez um sobretudo e um ch apéu?" Um fato? Mas corno é que ela vai saber as medidas. Ann está a animar-se. toda esta b ebida está a ficar cara. pag o por mim. Depois num outro conta seis gatos e ela não suporta gatos.. "Se é o aniversário de Ernest". Pergunto a mim mesmo se lhe devo começar já a pedir dinheiro.. "É realmente o aniversário de Ernest?" pergunta-me Ann cons. Bebemos mais um copo. a cabra. tantemente. Não podíamos ir até outro sítio e deixar um recado a Ernest? Co nsidero que é uma ideia esplêndida e assim levantarno-nos. é criminoso! E aqui estou eu vestido com um fato com os punhos coçados e um chapéu que dá a impressão de ter andado a limpar os sapa tos com ele . Mais um bilhete.. já desisti de tentar dize r a Ernest onde é que podemos estar.. Cuecas. com a indicação de que estivemos ali e que nos fomo s embora. Mas não me apalpou em troca. Por fim convenço-a a com prar-lhe um no pronto-a-vestir..

Sid".... parage m que o cavalo imediatamente aproveita para mijar. do teu aniversário! " Ele não me consegue olhar de frente. " Ernest começa a mexer nos fios e nas lâmpadas que trouxe. passando pela Ile de I a Cité.. Vamos até à Place de Ia Bastille e. mas Sid topa instantaneamente a situação. Sid atirou-a para o chão e sentou-se-lhe em cima. Olhando melhor. "Que tal um presente também para rnim?" pede-lhe vezes repetidas.. "Não quero muito . Abana a cabeça. Ernest olha para eles e depois para mim. "Quero que ela apareça toda des grenhada nas primeiras.descansar o cu durante um bocado. "Não se quer despir". no regresso tinha-me tirado o mangalh o para fora ao passarmos pela morgue na Place Masas. Sacode uma caixa que se encontra misturada com o papel de embrulho. também uma das mamas. estúpido! " berro-lhe eu... explica ele. " Ernest. Mas não estamos ali ainda há dez minutos quando s urge Ernest . "Eh. dá-lhe uma série de palmadas. vinda não s e sabe de onde. Fixa a câmara no tripé e regul a a distância. percebe-se que são fios eléctricos. mete-a no bolso.. O vesti do tapa-lhe a cabeça e ele está a despir-lhe as cuecas. Sim." Ouve-se um grito de Ann. nem u ma. por isso * Bebida de fraco teor alcoólico. Dá a irnpressSo de um homem que foi aberto ao meio e tenta conservar as tripas por dentro do casaco .. " Empurra-a para um canto e começa a mexer-lhe. Ela agora sente-se be m. digo-lhe eu.." "Pensava que vínhamos aqui só para beber uns copos". Sid transporta um tripé e meia dúzi a de reflectores. Mas quem se senta ao lado de Ann sou eu. c hora-se Ann.. além de suportes para lâmpadas. À ida e quando passámos junto de Notre Dame. quer ir passear.. depois de mais umas bebidas. "Se soubesse que era isto que vocês queriam . Toda a tralha que Ann comprou chega precisamente na altura em que nós estamos a de scer do fiacre. diz ele. mais ninguém." Ann fica mesmo zangada quando ouve isto. queres que a cona dela fique a ver-se? Queres que fique com as p ernas abertas? Como é que queres?" "Põe-liie só a barriga à mostra. Não quer que lhe tirem fotografias. Realmente não compreendo". "A prenda para o quero-que-s e-foda. Alf. Ernest . Mas Ernest continua a dispor as Umpadas por toda a sala e a exp erimentá-las e Sid amarrota-a mais um pouco. assim que o apanho fora do alcance de Ann.. Dá uma pa lmada no cu de Ann e diz-lhe que também faz anos. "É a prenda do teu aniversário.. quando chegamos a casa de Ann. todo amarrotado. "Não compreendo isto . negros e enrolados. Assim que entramos em casa.. já despejámos uma das garrafas qu e Sid tinha trazido. ela não sabe o que isto é. 221 "Luta com ela mais um bocado. está animada e na escuridão da carruagem com cheiro a mofo mostra-se extremamen te amigável. e de dentro cai ma is uma gravata.) 220 apanhamos um flacre e atravessamos para a margem direita.... Assim que apanha uma porção razoável do cu nu. p or isso está a fazer-se difícil. eu tinha-lhe as cuequinhas quase despidas e desconheço o que é que ela estava a fazer com a outra mão.. Com indiferença. .. Ele fica perplexo. "Recebemos os bilhetes". T. "Tu conheces-me. obtida a partir de extracto de raízes. Ann entrega tudo a Ernest. cai-lhe em cima e o acontecimento quase provoca o pânico no bar. Só uns minutinhos do teu tempo . (N. "queres que ela se comece já a assustar? Porque raio não deixaste essa sucata num táxi? " "Que se lixe . grita Ernest e acena-me com eles. Digo-lhe que se trata de maquinaria para fabricar root beer'@... Uma. lâmpada. . metros e met ros de tubos.. "Julgo que o que ela quer é que lhe aqueçam o cu. com Sid. sem perceber nada do que se passa... aconselha ele. tinha a mão sob a sa ia de Ann e ela apalpava-me a braguilha. surgem-lhe por todos os lados.. T raz com ele uma mala e tem os bolsos a rebentar. insiste ela. "Meu burro"." Volta-se para Ann e diz-lhe: "É para fazer root beer case ira .

Quer que a fod am. . "Oh. T enta convencer-nos. a cabeça em primeiro lugar.. Sid escolhe este momento para disparar a máquina fotográfi ca. Ainda se está a dobrar pela barriga e Ernest lhe está a tirar as meias. Também sinto desejo de me sentar. quer sentir um caralho dentro de si. Devia ter um algeroz na cona. enquanto Sid a inda está de chapéu na cabeça e mastiga o que lhe resta do charuto e têm os dois o aspec to de estar sob pressão. minha cabra!" grito-lhe. Alf. Ela esfrega as tetas nas minhas pernas e tenta rastejar para dentro das mi nhas calças. diz Ernest. a cona. "Aquilo passa-lhe.. A seguir levanta-se de um salto e começa a me near o eu à nossa frente como uma dançarina de hu1a*@ "Vem para aqui. Então Sid larga Ann. A cabra nem mesmo espera que n os dispamos. com as mãos. Enrola a língua em volta dos meus tomates e lambe-os. com a barriga virada para cim a e fica deitada corri as pernas afastadas mostrando-nos o "con". Quando faço menção de a agarrar. 223 Entretanto Sid também se despiu e instala-se no divã em simultâneo com Ernest. ela tinha dito que queria comprar uma máquina e tirar algumas . "Apalpa-me o eu! " grita ela para Ernest. Ernet faz-lhe cócegas na nèspera e enfia lá os dedos e Johnny reentra-lhe na boca. Ernest e eu.. para quando começar a escorrer. que aumenta de tamanho a cada minuto que passa.. independentemente do resto. provocando-me um orgasmo e em dez segundos meteu o John Thursday na boca e está a lavar-lhe a cara. Abre. já me escancara a braguilha e enfia a cara lá dentro . A de Ernest também não é exactamente um amendoim. desde que não faça muito barulho". Atira-se para cima dele. e que eu estou demasiado bèbedo para compreender. não compreendemos? Ernest jura que só as quer para a sua colecção p articular . pede Ann e a seguir a cabra atira-se para cima dos nossos joelhos. e esfrega os dedos na racha. "podes tirar o raio das fotografias . o que é verdade. à v ez. Por fim Ernest carrega no botão e lá obtém uma f otografia. Mas não serve de nada. proveniente da sua fl oresta. Mais um copo e ela deixa-nos arregaçar-lhe o vestido pela cintura. que Ernest me tenta explicar." Ann aceita um copo que lhe é oferecido e senta-se com as costas apoiadas à parede.. ao mesmo tempo que abre outra garrafa... Assim que Ann fica nua atira-se aos nossos sexos. que retarda a acção. Uma mulher da sua posição não se pode permitir a que lhe tirem fot ografias daquelas. apalpamos-lhe a "bonne-bouche" enquanto a tentamos convencer a entreter-se com as nossas piças. "Aqui está mais um copo para ti". Tem acoplado um mecanismo. "Imaginar uma coisa destas a acontecer-me!" uiva. Estou com uma tora 222 muito razoável. se Sam alguma vez vem a saber! " "Deixa-a divertir-se. subitamente. Senta-se ao seu lado e começa a passar-lh e a mão por cima. Já me encontro demasiado bêbedo para pensar muito sobre se quero ou não quero posa r para a posterioridade.. é uma coisa que não nos interessa muito.. corre para o divã. não queres colaborar?" "Vai-te foder! Não me vais tirar o retrato a violar uma gaja! Sabes o que é que essa fotografia vai parecer?" Vai ter muito sumo.. Passado alg um tempo.. "Muito bem"... * Dança havaiaria. por isso sento-me do outro lado. de modo que o tipo que carrega no botão ainda tem tempo para entrar também no retrato. A partir desse momento parece que cada vez que me volto a filha da puta da máquina se me dispara na cara. "Apalpa-rne com força! " Abre-se toda e mostra-nos tudo o que tem entre aquelas coxas enormes. Ora aqui está a máquina e aqui estamos nós.deixa-lhe o soutien a pender.. " Coloca o copo vazio entre as pernas e corre-me a braguilha com uma mão e corri a outra apalpa a de Ernest. torcendo as mãos e batendo com os pés. diz ela. Ann já está meio nua. há uma torrente líquida. que é o alimento das flores que lhe crescem em volta do eu. "Dispam-me". se Sam descobrir! Oli meu Deus. diz ele. e não tem o menor pejo em o dizer. mas ela não se levanta.

. Ann deixa tombar a cabeça sobre o canto da mesa e Ernest depõe uma das suas bolas nos seus lábios abertos. ela grita e tenta engolir a pintelheira de Ernest. Assim que os seus lábios se fecham sobre a verga. Sid.... Sid salta-lh e para cima e a ratoeira fecha-se. ele ainda fica corri outro. Em primeiro lugar quer fotogr afias em que apareça a fazer broche a cada um de nós.. "Mas que raio estás tu a fazer?" pergunta-lhe Sid. de bruços. mas An n trata disso. "Por amor de Deus".. avisa Sid.. Até Ann se manifesta contra. ao mesmo tempo que me abraça o eu. Ernest fica com um ar desesperado." Ann está-se nas tintas para saber quem a fode. quer deitar-se de costas e deixar Ernest meter-lhe os tomates na b oca. o enfia na boca. com o pau teso enquanto Ann.. Ela quer as fotografias e não quer poucas e é agora a vez de Sid. Uns a seguir aos outros."Não a fodas... Ann começa a pensar nas fotografias que gostaria de ter.. de qualquer forma. Ela aperta-o com os braços e as pernas e o eu f ica em posição. digo a Ernest. Jean Jet idi tem de me durar até ao resto da vida e não me arrisco a ficar sem metade dele. Ann está em fogo quando chega a vez de Ernest. esqueço-me completamente das f otografias e limito-me a trabalhá-la. passado um minuto. Então. as coxas e a mata de pêlos. e Ann dá um salto com uma rapidez insuspeitável numa mu lher daquele tamanho. sobressalente. parece. estás a ouvi r?!" Agarra-lhe as tetas e aperta-lhas até os bicos ficarem quase cor-de-púrp@ura... mas eu não a d eixo enfiar o caralho na boca. Pela primeira vez na vida. bang. enquanto ela geme e e mite uns sons que parecem gorgolejos. Não o censuro. ficas com elas tão encharcadas que vais ter de as deitar fora . E lá vai ele . por isso ela chama por Ernest. "Mijar?" "Claro". só meia hora. como se só agora se desse conta de que tinha cometido um erro. E tem outra ideia para uma fotografia. mas continua a enfiar-lho na boca. depois podemos tirar as fotog rafias . "Olha". e se ela lhe trincar um.. Deixa-me comê-la enquanto tu te aprontas. depois da maneira feroz como ela o chupou ainda há pouco. Assim que ela lho engole.. mas é precisamente isso que Ann deseja. Dá um ou dois meneios ao eu e engole-o todo. Inclina-se sobre ele e beija-lhe os tomates. Ann mantém as pernas em volta de Sid até não conseguir extrair-lhe nem mais uma gota. "Meu Deus! " guincha Ann. está sem tusa.. Ann e Ernest.. simpl esmente? Deixa-me levá-la para o quarto. Depois está pronta a deixar entrar Ernest. Ann repuxa-lhe a pele do caralho e limpa-lhe a cabeça do di to corri a ponta da língua. mas este continua a fodê4a na boca. Este apresenta-se. "porque é que não mandamos a arte às inalvas e a fodemos. ela está a masturbá-lo com arribas as mãos.. Ernest parece ter certas dúvidas.. pôrno-la em cima da mesa e vamos por turnos... Isso é bastante fácil. tão delicadamente como se fosse urna cerveja.. 224 É altura de toda a gente beber mais um copo e Ernest entretem-se com a máquina.. "faz-me esta puta vir-se. à espera de caçar o primeiro caralho que se aproxime.. Ernest corre para a máquina e começa a disparar enquanto Sid a cavalga. Quando Ernest finalmente tem o aparelho pront o. mas ele deixa-a fazer o que pretende.. Sid também está pronto.. tem as per ..... Os tomates são grandes demais para que ela os po ssa meter na boca ao mesmo tempo... tem as pernas abertas como se fos sem uma ratoeira. Sou o primeiro e coloco-me num dos topos da mesa. Ernest". " NÉ[o sou doido ao ponto de entregar o marzápío a uma puta tão louca como Ann. E la é suficientemente doida para mo comer.. "Estou-me a vir! Dêem-me uma piça para chupar enquanto me venho .. bang. com uma tora dos diabos e enfia-lha pela garganta abaixo. Faz um gesto na minha direcção. resfolega ele para Sid. responde Ernest ... vê-se pela maneira como ela lhe peg a no mangalho. A seguir lambe-lhe o ventre. enquanto o observa.. "Não te atrevas a montá-la tendo as calças vestidas. Sid está com uma tora que parece a de um cavalo. " Mas não resultava. ba ng.. Síd tem os dedos metidos no eu de Ann e sempre que os mexe.

Quase não pode respirar.. A esporra escorre para fora. está louca de todo e completamente feliz.. nem nenhuma das gajas de Arthur ou Carl. Subitamente assalta-me a evidência de que esta puta delirante é Ann. Tenho-lha enfiada pela garganta abaixo quando me venho e o primeiro jacto deve-lhe atingir directamente as entranhas. meneando o cu e tentando esfregar as mam as contra os nossos tomates. Sento-me e olho-a e Ernest faz o mesmo. mas Ann Backer.. Tem o cu cheio de mijo e a boca cheia de caralhos. os do is grandes marzápios.. E. Realmente. diz ela... Ernest e eu deitamo-nos corri as cabeças assentes em cada uma das extren-iidades do divã e os nossos rabos juntos. "Sorri. aperta-os a ambos nos seus dedos.. Não Tania. deixa a máquina e cor re para nós com o pau em pé. Coloca-se atrás de Ann e encava-lhe o mangalho pelo cu ac ima.... Ann salta como se lhe tivessem metido um atiçador em brasa no cu.. mas. É a maior putanhice que alguma vez vi.... mantendo a boca tão aberta quanto pode. esteve a pensar numa maneira de chupar dois caralhos ao m esmo tempo. Ann lambe-me a verga.. Sid continua a mandar-lhe e em poucos minutos enterra-lhe todo * instrumento no ânus. Ernest empurra-lha para baixo. por cima do queixo.. tira fotografias a toda a sala . estrangulo-te com o raio da coisa. 225 Ann tem outra ideia.. núnha puta". " 226 A máquina fotográfica não é a única coisa que está quase a disparar. Sid está tão aparvalhado que se engana nos botões da máquina fotográfica. respira profundamente e começa a mijar dentro dela.. " .... Está a afogar-se na esporra que nos chupa. a seguir lambe a dele.. Está a tentar engolir a esporra de Ernest e quase que me engole a piça. disparando-lhe a esporra pelo cu acima. Está decidido a fazè-la vir-se ou a matá-la e está perto de fazer as duas coisas.. dá-lhe uma chupadela e depois põe a minha na boca. "O meu cu!" consegue dizer. sem parage ns intermédias.. de visita a Paris.. Nunca ouvi nada de semelhante. mas isso é uni pormenor sem importância que não a preocupa. Sid desistíu de tentar fazê-la vir-se .. além disso. por qualquer forma . e eu estou pronto a vir-me muito antes de ela começar a chupar. surpreendentemente. Durante meio minuto Ann rica completamente louca. Sid grita-lhe que sorria para a objectiva. as minhas pernas sob re as dele. aqueles dois marzápios não diminuiram de tamanh o. porque de cada vez que tenta levantar a cabeça. tenho o cu a arder! " Sid está a fodê-la de esguelha. mas ela não se veio.. mas Ann é perseverante. quando a con heci pela primeira vez. .. Lá consegue. ela não é capaz de a deter.. Ernest e eu teremos de nos deitar no divã. "se acabas antes de eu me vir. M eu Deus. mas arranca-nos tudo o resto." Começa a brincar com nós dois abanando a cabeça de modo que se tem a sensação de ter o car alho enfiado numa cona muito apertada. que coisa maravilhosa é a capacidade de adaptação de uma gaja. berro-lhe.. porque vai disparar. o modo como ela se esforça para engolir.. Ann está a babar-se por cima de nós. Ann preferiria atirar-se ao Seria a fazer urna coisa des tas.. com voz pastosa. a coisa funciona.. grita ele. Sid não aguenta mais.. por cima de tudo.. mas chupa-n os com redobrado vigor quando percebe * que se passa. Não é fácil enfiar os dois caralhos imediatamente.. Sinto a piça de Erne aos pulos contra a minha e nos minutos que se seguem a boca de Ann fica muito pe gajosa. Por fim. não nos arranca os toniates. Nem Ernest nem eu conseguimos sacar-lhe os nossos mangalhos e ela parece tentada a sugar-nos os tomates através deles. ao mesmo tempo... "Por amor de Deus". meu Deus.. Começa a fodê-la de esguelha e Ann agita-se corri tal violència q ue só dificilmente conseguimos mantê-la no divã. conjuntamente . Balança a cabeça de um lado para o outro..nas abertas e o eu rebola-se-lhe . "senão também te enfio este caralho na boca . Que isto sirva como prova do bem que faz viajar. nem a mãe...

. Faz estala r os dedos. "Uma puta reles como ela! " Ernest pragueja mais um bocado. "Assim. um a seguir ao outro.. Mas ela insiste em qu e não está bêbeda. É o suficiente para r solvermos que essa é a única coisa de que 227 vai haver fotografias. mas está tão bêbeda como nós estai arados dos cornos. Mas ela lambe tudo e depois dá uma corrida até à cas a de banho para se livrar daquele pequeno presente que Sid lhe deu. "estou velho demais para todo este exercício. Há cinco minutos juraria que nunca mais tinha tusa. ordena ele. E ando eu aqui aos caídos. Viro o cu para ela e eles esfregam-lhe o nariz lá no sftío. mas Sid convence-o a não experimentar. Porque é que não vamos arranjar uns mecos para nos ajudarem? Merda. até os pôr novamente em forma. quan do Sid lhe dá uma palmada com a mão nua. e eu estou disposto a fazê-lo e assim. Ann está tão perdi da de bêbeda. põe os braços em volta da minha cintura e começa a puxar o pescoço de Jean Jetidi. "Olhem para o raio de coisas que esta puta rica me comprou". diz Ann. 228 para ganhar mais algum.. Depois disto podia-se pensar que lhe apeteceria sentar-se e repousar um pouco. Contínuo a penetrá-la e tomo-me a vir antes que ela tenha um org asmo. diz ele.. camisas novas e outras coi sas novas e pragueja contra Ann quando Sid acaba o trabalho. Ernest está sentado a um canto. e Ernest também não. concorda Sid. Oli não! Essa é a única coisa de que não haverá fotografias." Finalmente Ann beija-o...... lambe a langonha da minha verga. Raios partam as gajas ricas!" A uma vergonh a do catano". vem-se quase imediatame nte após ter entrado.. Cola os lábios contra o meu cu e estende a língua. Ernest quer comê-la quando eu acabo. "Que tal sugar-nos o cu?" sugiro eu. isso não era lá muito correcto . minha puta". Opõe resistência... Sinto-lhe o narizesfregar-me o ânus e depois oiço um estalo. "ou amanhã tens o cu cheio de nódoas negras para mostrar ao teu marido. Por fim começa a sug ar. mas quando lhe sinto a língua a insinuar-se no meu ânus e oiço o som lodoso que ela produz a chupar.Quando acaba de nos chupar não me consigo mexer.. Fazemos-lhe urna surpresa. to mates e pintelhos.. por isso ela tem de fazer aos dois um botão de rosa extralongo. O tempo necessárío para oferecer um copo a si pTópri a e está pronta para mais fotografias. pergunta ela c orri vivacidade. antes de lhe abrir as pernas.. "Beija-o. enquanto eu e Sid a colocamos nas posições que ele quer. Sid e Ernest agarram-na... que adormecia se lhe déssemos muito mais bebida. do umbigo aos joelhos todo eu sou esporra e Ernest está na mesma. Ernest quer despejar uma garrafa de vinho no cu e fazer Ann chupar-lho.. Vo u à casa de banho e quando volto Sid entretém-se a montá-la. Ainda res iste. Tem muito que limpar. para o provar.. depois de me ter lambido o cu mais um bocado. mas uma palmada ocasional no traseiro mantém-na na linha.. Mas Ann insiste em querer provar que nSo está e mbriagada e emborca a garrafa num enorme trago. a ver se ela me compra uma máquina fotográfica. "Olhem". mas com Ann as coisas não são assim. bebe mais dois copos. aí vem outra vez Johnny. Quer q ue eu a foda. ao raio desta puta rica! " "Oh Sid... Essa puta. mas levanta-se para tirar mais urnas fotografias a Ann. " "Porra. Pesa como chumbo . Mas John T. Sinto-me tão conte nte por ter o pénis de volta são e salvo que me limito a ficar deitado e suspirar en quanto Ann.. diz Sid depois de se tirarem algumas fotografias.. sem mais nem menos. que parece estar ainda a vir-se. salto-lhe para cima e enfio-lhe o mangalho. se trouxéssemos aqui uns gajos para s e porem nela tu podes tirar umas belas fotografias. Não há ninguém que a queira foder. Jesus.. estando Ann completamente inconsciente. rodeado pelo fato novo.. que buraco p rofundo e quente ela tem! O cabelo em volta deve ser para um tipo poder subir po r ele no caso de cair lá dentro .. adora-o. o que é que queres dizer com iss o de não ser correcto? É correcto que te tirem fotografias a chupar olhos do cu? O q .. É um reconstituinte tão maravilhoso que Síd e Ernest também querem experimentar.

. " Há uma discussão sobre quanto se deve cobrar. Sendo Sam aquilo que é.. como uma parva. de onde aliás nunca deviam . uma tarde. Deve ser um choque enorme.ue é que leva a pensar que ela é correcta? É rica. nada mais. Claro que não foi precisamente assim que a coisa se passou. S am seguiu SnuggIes até ao quarto óride ela... a família vai regressar em grande velocidade à América. para depois o deixar com o pau para cima e a guarda em baixo.. Sam tinha razões para se sentir um nojento. Portanto. SnuggIes dos mamilos cor de rosa de framboesa e do s exo cada vez mais em brasa. Tania está na origem do acontecimento. se considerarmos que se trata do homem que tem sido seu pai durante todos est es anos. em ambos os sentidos. E claro que tem andado a mentaliz ar Snugoes quase desde a primeira vez em que se conheceram... "Não lhes dizemos que ela está áesmaiada.. e para me contar uma história espantosa. diabos a levem.... Mas o resultado é o mesmo. passou-se durante a tarde. Seja como for... Alguma vez ela poderá saber que. "Só lhes dizemos que temos aqui esta gaja rica que quer ser fodida. só para não termos vagabundos metidos nisto ... " Isto não são coisas que se digam à soleira de urna po rta. Passados dois minutos estava a apalpá-la e passados três de itava-se na cama. pois não? Ele não ia violar a sua própria fil ha!" "Penso que eu também o desejava". E eu pensava ter-me preparado pa ra tudo... Então ela senta-se a contar-me a história complet a. 229 Sam comeu-a.. a mater-lhe a ideia na cabeça. deitando-me aquele olhar inte ligente e infantil que é o seu. Snuggles regressou ao hotel e e ncontrou o pai sozinho. Eli. Não se limita a dizer-me simplesmente que ele a fodeu. 230 "Bem... nem que queremos tirar fotografias". a surpresa que ela vai ter quando vir as fotografia s! " SnuggIes vem visitar-me . o que eu acho perfeitamente natura l. "Ontem o paizinho fodeu-me . se bem que ela tenha a certeza de que Tania tinha acab ado de sair dali.. ver um belo dia subita mente o nosso pai puxar o marzápio para fora. quase me mostra corno é que foi feito.. Como é que uma criança destas pode perceber de economia. Quando ouvi alguém a bater à porta. Até podemos co brar umas massas. .. mas porque raio é que tu o deixaste fazer-te isso?" grito eu. o que parece estar mesmo a calhar para o que ela tem em mente. Como já atrás ficou dito. por isso fi-la entrar e tranquei a porta. se as coisas se tornarem muito complic adas. Sou a favor porque acho qu e seria uma boa partida a pregar a Ann . os factos não se podiam dar desta maneira.. quando SnuggIe s atinge aquele ponto. martelando-lha corri o s meneios daquele seu traseiro quente de puta. então. onde toda a gente as pode ouvir. mas parece-nos uma ideia tão boa que nos vestimos e saímos à rua para ver se arranjamos clientes. A cabra não esquece um único pormenor excitante.. começou a despir-se à frente dele.. ou uma cabra. Acabei de tomar um banho. Como é hábito. "Não eras obrigada. ainda pensei que pudesse se Ann. estou bêbedo a este ponto. enquanto descemos as escadas. É muito pro vável. suponho que sim. Veio em busca de urna foda. Jesus. Por outro lado. não. para o caso de aparecer mais alguém. Passados cinco estavam a foder e quando quinze minutos já eram t ranscorridos.. Posso imaginar a maneira como ela excitou o pobre Sam até ele ficar quase louco . Hoje era o di a em que Ernest ia receber as fotografias dela. É durante a tarde . não per cebe porque é que me mostro tão exaltado... quando e onde. principalmente se Tania sabia que Snuggies devia entrar a qualquer momento... Mais um toque de Tania.. de mod o que ela encontra-me com um roupão por cima. Mas não estava preparado para a maneira como Snuggies me cumprimentou. responde Snuggles.. Ela ainda não está refeita da coisa. combina Sid. pois reconheceu o seu perfume quando o pai a beijou. Provavelmente andou a trabalhar o pobre Sam durante semanas. brandi-lo no nosso rosto e violar-no s. Ela também o desejava! Sim. a caldeira estoirou.

e não sou pai dela. E assim continua a contar-me o quanto ela o queria e as sensações que tinha enqu anto ele lhe mexia e que grande que era o seu instrumento. manchas de tint a. Apoia o queixo na minha coxa. como é que um homem o pode evitar? Tudo o que tenho a faze r é olhar para ela. suponho". Ela está ajoelhada. Tem o vestido 232 .. começa a adquirir o as pecto que os iniciados aprendem a distinguir . contemplando-me as pernas enquanto as desnuda. Perdi o controlo da situação. es tá na expectatíva." Ponho a cabeça nas mãos.. simplesmente.. enquanto estou sentado.. "Vais-me foder?" Esfrega o mangalho na sua boca e nariz e ergue os olhos para mi m... esperando o grande momento. diz ela. com uns olhos ligeiramente desvairados.... já instalado com um copo na mão. "Tania disse que gostavas de miúdas depravadas... digo-lhe eu. em vez de verniz.. está sentada. ela faz o resto. mas muito mais pequeno." Continua a acariciar-me a perna... de ixá-la chupar-me e depois correr com ela a pontapés daqui para fora. percorrendo-me as coxas com aquelas unhas que já aprendeu a manter pontiagudas." Se ele quiser. Snuggles aproxi ma-se e instala-se entre os meus joelhos.. mas não sei o que me apetece fazer. no chão..... Envolve-o com uma mão e aperta-o até a cabeça ficar vermelha e inchada. só olhar para ela! Cabelo gorduroso apanhado em trancinhas e nos dedos... mas está a começar a aparecer. nKo sabes?". como se sofresse de elefantíase nos tomates..... Depois roça aquele peito sem manias pelos meus tomates e nfo há dúv ida que faz uma imitação notável da mãe.ter saído e deixar-me sem nada que se veja. "mete-o na boca se o queres chupar .. passado um mi nuto. SnuggIes roça as tetas nos meus joelhos . Então. John T. Erg o-a e levo-a para o qaurto. Deus meu! "Pensei que ficasses contente em saber isto". até eu simplesmente não poder mais. Jesus. depois de ter dado outro copo a SmiggIes. aquela boca de chupadora de piças.. a olhar para o meu mangalho.. deixando-me ver as cuecas novas que traz vestidas. Caramba.. Deita-se ao contrário na cama e olha para mim. fá-lo de uma maneira tão viciosa! Pouso-o no chio e ela senta-se sobre os calcanhares. que está a evoluir de uma forma demasiado rápida para mim. Tem os dedos húmidos quando os mete sob o roupão para me tocar na perna.. Vou para a cozinha à procura de qualquer coisa que m e acalme os nervos e tanto à ida como à volta é visível uma grande intumescência na frente do meu roupão. excepto uma piça inflamada e um gosto por álcool de muito melhor qualidade do que aq uele que está dentro das minhas posses? Como muitas outras coisas de que ela gosta . "Fodê-lo outra vez. mas há ali uma suavidade. meteu novamente o caralho na boca e nSo parece haver qualquer razão para ela não o conservar ali. 231 "Sabes porque é que te vim ver. c omo fazem os cães e fita-me o rosto. " "NIo me podes obrigar.. e eu estou com uma destas toras.. cruzando e descruzando as pernas... não sei o que é. lentamente. murmura ela. Ela insinua a mão por baixo do roupão e a faga-lhe os bigodes.. Lá entra Jean Jetidi e ela encosta-se a mim enquanto desaperta a frente do vestido... Tudo o que tenho a fazer é pôr a minha m o sobre a sua cabeça e empurrá-la para baixo.. "E continuar. "E agora o que é que vais fazer?" pergunto-lhe. Quase deixo tombar o copo quando ela me abre completamente o roupão. se ele quiser. Mas aquela vermelha boquinha viciosa vai denunciá-la dentro em pouco. "Claro que podia ir para casa e ver se o paizinho lá está. vê-se que está ali qualquer coisa a desabrochar e ela abre o meu roupão.... não fiques aí sentada a olhar para ele ". "Digpo-me . Tetas? O peito dela. ou queres ser tu a despir-me?" Levanto-me. molhou-os no vinho. inocentemente. melhor dizendo. Mas não faço.. acrescenta SnuggIes. Toda essa droga. "Por amor de Deus... aquela boca lambedora de conas." Não é difícil obrigá-la.

. "Lambe-me a piça". Age como uma veterana.. Enfio a língua na sua nesperazita e chupo-a durante um bocado.. Ela volta-se para ter a certeza de q ue tenho uma boa perspectiva do seu traseiro. não se comete o erro de o tomar por urna almofada de penas. e nunca pano de cozinha algum teve um odor a pêssego sumarento como aquele. logo seguido do outro. o que o torna uma tentação irresistível. mas masturband o-me. empalando-se a si própria. e porque raio é que não havia de gostar..puxado até às ancas e arranjou maneira de ter os mamilos também à mostra. mas uma piça é quase o mesmo. Vou f odê-la sem lhe tirar as meias! Talvez gostasse que eu fosse comprar um chapéu alto e a fodesse com ele posto.. responde-me ela.. Lambo-o . mesmo que não fosse bestialmente excitante olhar para elas. De súbito páro de lhe fazer minete e.. Conta-me que sempre pensou que se em vez de chupar as conas de Ta nia. Atira-me... Sente-se que se tem uma coisa viva nas mãos. digo-lhe eu... Ele pôs-lhe o caralho na cona e fodeu-a e foi tudo o que se passou. não me dirão? Quantas miúdas da sua idade. não ficaria com a cara toda molhada. Titila-lhe o nariz corri a língua e informa-me que está muito molhado. Mas talvez na próxima. O que estas putazitas gostam dos seus corpos imaturos! Porra. Aquela pequena nêspera vermelha olha-me fixamente no rosto.. Ela adora o jogo do sessenta e nove . É como ser agredido na boca com um pano de cozinha quente e húmído. Estas cabras novas surpreendem-me sempre ne ste capítulo. só para ver a sua reacção .. A putazita... Snuggles é uma menina altamente papável. Percorro-o com um dedo e meto-lhe a ponta lá dentro. Arrebato-a pela cintura e encosto o seu ventre contra o meu peito. As sua s coxas rodeiam-me a cabeça e batem-me no rosto. mantendo a cabeça de Jolinny ria boca... Mas miúdas como Tania e SnuggIes... mas parece não se importar... Quando se arranja uma mulher com uma boa pintelheira e um pesado par de marmelos .... começo a chupar-lhe o ânus. mas nunca pano de cozinha algum teve penugem a cr escer-lhe em cima. Tem o ânus róseo e a pertado.. Final mente meto o dedo todo. eu sei. Agarra-me o marzápio e abre as pernas. Um sapato cai para o chio.. Mas é uma maçã suculenta... "Fode-me com as meias calçadas!" pede. E ela torce-se quando lho lambem.. Enterro a minha língua lá dentro. Lambo-lhe as ancas e mordo-l he as coxas... só foderam. É tão glabra como uma maçã e quase da mesma cor. literalmente. meu Deus.. Ab andono algures sobre o chão o meu roupão de banho e salto para a cama. é fan tástico.. movendo-se aos ritmos da respiração dela. está ali e tem um aspecto que desperta desejos de o chupar . Snuggles tem um ventrezito agradável. afinal de conta s. Posso ser um papa-meninas.. mas está a gostar. Entre as nádegas Snuggles é quase totalmente desprovida de cabelos... espera-se que sejam húmidas entre as pernas.. e enfio-lhe o mangalho na boca ao mesmo 233 tempo. esfregando o mangalho por toda a sua face. fizeste isso ao teu velho?" Não. SnuggIes meneia-se um pouco mais. e é tudo agradável e húmido. O meu marzápio deve ter o dobro do tamanho d e qualquer outro corri que ela tenha travado conhecimento até agora. e então não é que a putazita começa a xer-se para trás e para a frente.. quando ela os empurra com os dedos dos pés.. mas a pele é macia e é quente como urna piça.. com a nêspera quando percebe o que lhe quero fazer.. Tiro Smiggies de d entro do vestido e arranco-lhe as cuecas.. mais do que chupando. "Ouve lá. uma dessas éguas possantes que parecem marcadas com um ferro . chupasse antes caralhos. um tipo ficava quente só por ver o que elas pensam em si próprias. de Billie e de Jean... mas está a goza r à grande com ele. têm a possibilidade de ter os "conillon" chupados? Bastantes.. muito provavelmente. contorce-se como uma enguia... mas não tan tas como isso.. a quantidade de droga que conseguem fabricar na racha do chichi . De Tania. dando nós em si própria e em mim.. em troca... para junto de la. como se de um sinal de perigo se tratasse. mas quem é que se importa com isso... Guincha e debate-se como um leitãozinho. Snuggies agarra-me o pénis com arribas as mãos.. afinal .. "Fode-me com as meias calçadas! " Portanto já aprendeu mais esta. Não me pergunt em porquê . Não é largo e suave como ô da mãe . e lambo uma golfada de langonha..

quando John T. Não posso fechar a porta do quarto porque não existe. E não consigo sacá-la de lá. e aterro de eu.." Custa um bocado. Está no quarto. e pre sto atenção. não me deixa a golfar esporra sobre os lençóis e enfio-lhe tudo na boca... e eu também estou.. "Estás a ficar surdo?" pergunta-me.--. Afasto SnuggIes. Não vale a pena dizer-lhe que já terminei.. mas juro por Deus que é a primeira vez que me encontro n uma situação em que tenho de esconder alguém. Eu que vá até lá dentro e continue os exercícios enquanto ele bebe. Depois de toda esta balbúrdia. Digo-lhe que lhe vou arranjar uma bebida e vou à cozinha. agora não há nada a fazer. beijo-o. não.. mas pode ser outra pessoa qualquer. "É melhor ires fazendo alguma coisa enq uanto eu falo. Então de repente lembro-me d e que não tenho nada vestido e de que a verga ainda deve estar húmida.. repara Sani.. Parece-me Sid. Dou uma palmada no peito e respiro profundamente. com a violência com que me chupa. estas inclinações e bate-cus.. excepção feita aos tomates.. " Tento saltar sobre os pés da cama para lhe mostrar co mo é que fiquei com a cama desfeita. mas co nsigo fazê-lo sair dali. minha puta doida! " grito-lhe. ". " Não.. "vamos para a sala. o q ue daria uma bela embrulhada. onde enrolo uma toalha à volta da cintura. De súbito apercebo-me de que se não continuo a fazer exercícios Sam é capaz de ouvir SnuggIes debaixo da cama. Ainda lhe apanho uma perna e a puxo. e enfio a língua lá dentro. sentado na cama. parece uma sanguessuga... Tenho an dado a planar como um pássaro e aterro com um ligeiro sobressalto. "Sam". raios.. Ponho-me em cima dela para a agarrar melhor. "Engoleme isso.. "Engole-me isso. peço-lhe. é tudo o que ela consegue dizer. Ela mete-se debaixo da cama enquanto o diabo esfrega um olho e leva as roupas at rás. Pela primeira vez na vida vem a minha casa e tem logo de ser no momento em que lhe estou a comer a filha! Olha-me com curiosidade e entra por ali dentro. "Vim aqui para conversar contigo".. Agito os braços umas quantas vezes e faço os possíveis por dobrar a s pernas. p ara eu a esconder num guarda-roupa? Rem. 235 Quando volto. para me prevenir. aquela porta a inda salta dos gonzos se eu não responder.. ele tem a certeza de que me interrompeu e além disso.. "Tens esta cama toda desfeita". mas está a fazer o melhor que pode. E eu gostava de ver quem é.um pouco.. Já acabei os exercícios. Sam não se encontra na sala. Porque raio não esperou. "Ah sim.. "Porque é que era esta barulheira toda?" "Exercício". Deus m eu. ainda está a engolir esperma. estabelece-se uma certa acalmia no quarto.. manter-se em forma.. Até pode ser Carl.. SnuggIes ainda está a chupar-me o instrumento. estou. SnuggIes quase me arranca o mangalho..Eu sei-o... mas parece um caracol metido na concha.. É Sam. Temos estado a fazer tanto barulho que s eja quem for que se encontre à porta sabe muito bem que estou em casa. devo ter o aspecto de quem esteve a fazer exercíci os. Havia a .. de modo 234 que.. É o melhor do mundo. Não preciso que me diga que se está a vir. ou juro por Deus que to faço marchar pela boca abaixo com uma mijadela! " "Eu. E há um filho da puta a tentar atirar a porta abaixo. com certeza .. Pouco fa lta para me mijar pelas pernas abaixo. Já li acerca destas coisas. respondo-lhe." Assim vejo-me forçado a ir até ao quarto. Não faço a menor ideia de como é que se fazem ex ercícios de ginástica. nem pensar em interromper os meus exercícios. diz-me. "Eh Sam. n@o vou aguentar eternamente todos estes esticões. saia daí e sente-se aqui . Parece ter o pensamento noutras par agens.. dispara. Apanhou uma tal d ose que quase lhe sai pelos ouvidos.. mesmo que ela mude subitamente de ideias. na verdad e. a tentar ...

. ou coisa do género. vir do nada e tomar-se milionário. eu à espera que Snuggles fizesse algum ruído. prometendo que falaremos mais sobre este assunto. "Não voltas a foder com o teu pai! Promete! " É o prometes! É uma gaja obstinada e qua nto mais palmadas lhe dou.. Ela não sabe o que está a acontecer até que a minha mão lhe acaricia pela terceira vez o cu desprotegido. c orro para o quarto e espreito para debaixo da cama. SnuggIes está deitada de costa s. mas isso foi antes de eu vir para cá. Realm ente tem. que fio fim as coisas se resolverão. quando o que me realmente apetecia fazer era corrê-lo com um pontapé no eu. E." Tenho de o animar. E raios me partam se eu acredito que a s coisas vão acabar bem.@o me há-de foder? Ele é simpático . que eu vou fodê-lo! Há-de ser mesmo em frente da minha mãe. és quase um desconhecido . Finalmente o lha para o relógio . lança-se sobre a minha piça e começa a masturbar-me. Vou ver se consigo que me foda mais vezes . podias ter fodido com toda a gente. Já devia ter idade para saber que se pode bate . "ou devo d ivorciar-me de Ann? Primeiro. Conheço-o desde que nasci! Há qua to tempo te conheço a ti? Na verdade.. "Pensei que ele devia ter um caralho dos grandes. como se a estivessem a matar ... Mas ele leva quase uma hora para conseguir confessar-se. "Hei-de foder com ele! E... uma hora passada. e esfrega os mamilos cor-de-framboesa pelo meu marzápio e pelos meus tomates. Espanco-lhe o cu e as coxas arredondadas com tanta força que a mão me fica a doer. E tenh o de lhe dar conselhos.. Johnny começa a pôr-se em sentido e ela 237 ergue-se um pouco para o esfregar com o ventre. " "Bem. tem um compromisso e eu nem sequer o tento reter. ainda não chegou a nenhuma conclusão. Do meu ponto de vista isto parece uma das maiores salgalh adas em que alguém alguma vez se meteu. diz ela. Faço-o beber um pouco de vinho e garanto-lhe que vai acabar tud o bem. que a ponha num colégio e a risque da minha vida?" pergunta-me.... meneando o rabo na minha cara. O que Sam tem para me dizer é exactamente o mesmo que Snuggles já me contou... quando regressar vou a um psiquiatra. e também me incluo... Ajoelha entre as minhas pernas. Quando tenho a certeza de que desceu as escadas e que não há perigo de voltar atrás. Hei-de fazê-lo. aquela outra miúda. 236 "Achas... Faço-o sair o mais depressa que posso.li uma porta. ela anda sempre ocupada ou a foder contigo ou com qualquer outro. O pior de tudo isto é que tenho de me mostrar paciente e compreensivo para com Sam . Nos primeiros dez minutos tenho os nervos destroçados..... E ali está o seu pequeno cu macio à minha espera.... mas Sam parece ter a convicção de que sei tudo o que há a saber a respeito destas coisas. durante todo esse tempo. "Porque raio tens tu de te meter com as pessoas?" berro-lhe eu... se me apetecer! Bate com mais força. " "Sou uma puta". um peido. mesmo que consigas fa zer-me prometer que não o faço!" Bate com mais força! A puta! Desisto.. quando me sento na cama.. acariciando-se e divertindo-se ímenso. Então começa aos pontapés e aos gritos.. Ainda não percebi porque é que um homem que enriquece segu ndo a melhor tradição americana. espero que ele abra os olhos e te arranque o cu à palmada! Para que é que tu julgas que a tua mãe casou com ele? Para tu o foderes? Uma gaita! Para ela o foder! Quem o deve foder é ela e não tu! Ela pode dar-lhe tudo o que ele precisa ... Puxo-a para fora e ela sobe para a cama. " "Mínha putazita desgraçada.. Tania. Sam fala pelos cotovelos e.. não me importo! Bate com a força que quiseres.. "Diabo. Eu próprio e stou aos traques. mais teimosa ela fica. também lhe faço broche! Podes bater à vontade... " Desconhecido ou não.. A única coisa em que se concorda é que não vá contar o que se passou a Ann. E porque é que o meu pai n.. menos com o teu pai . e agora a minha própria filha! Alf.. há-de vir pedir consel hos sobre o que quer que seja a um jornalista meio estúpido..

. ou inventa urna saída melhor do que aquela que escolheu até agora. mas tudo o que consigo é fazer sair d a sua nêspera um rio de langonha. com voz ofegante. Ela é pequena. se eu ao menos lhe tirasse o caralho do cu... Insinuo a cabeça de John Thursday na sua nêspera e em seguida.. O que mais a horrorizou foram as fotografias em que ela aparecia na companhia de meia dúzia de tipos completamente desconhecidos.. Co ... Não posso dizer que realmente culpe qualquer del es por aí além. mas o pobre do Sam . Zás.. De qualquer forma ela comprou-lhe uma máquina fotográfica. mas não o pode impedir. embora tenha acabado de me chupar e é muito apert ada. Ernest entregou as fotografias a Ann.. atendendo ao e stado em que nos encontrávamos. à es pera de vez. mas ele tirou-lhe imediatamente essa ideia da cabeça. "Agora fode-me!" soluça. naturalmente. que havia mei a dúzia de desconhecidos algures em Paris com um conhecimento íntimo da sua anatomia .. de a deixar saber que lhes tínhamos levado um tanto pelo privilégio . Por fim eu também lá meto u ns dedos.... Está disposta a prometer tudo o que eu quiser.. e ela faz. Pela minha parte até pode cagar no prato da sopa. "Puseste-ine o cu a arder.. pelo menos é o que e le me diz... Primeiro acusou Ernest de as t er falsificado. se conheço Ernest. saco o Johnny. Ernest diz que e la ficou verde quando viu a primeira.r numa gaja para a obrigar a foder-nos ou a chupar-nos. O que eu quero é manter o meu caralho dentro do seu traseiro e. enf lá-lo um pouco mais. Tinha receio." Digo-lhe para fazer festas a si própria.. Estreito-a firmemente com um braço e aponto a verga com a outra mão... até ela gemer.. E. não há maneira de lhes tirar daí o sentido. também se conheço Ernest.. outro na cona e três gajos em fila. com um sacão.... Agora ela não tem a mínima hipótese. pelo cu acima. Dá um salto como um pardal quando sente a cabeça do mangalho a entrar no cu. Mas Ann não conseguiu apreciá-las. "Não aguento esta sensação dentro de mim. ou ele se assume como um tipo nojento para o resto da vida. mas uma vez que tenham e xperimentado a coisa. tam bém deve ter comprado os negativos. ao fundo. e. uma bela fotografia. se te vais vir! " diz ela..... "Faz-me festas na cona. que não vai fazer nada que eu não queira que ela não faça. E não se mostrou re239 conhecida por todo o cuidado que se teve em não a deixar acordar enquanto chupava todos aqueles rnarzápios . Pelo menos é o que diz Ernest .. fazendo um barulho dos diabos .. cheia de interesse. Fodo-a até a fazer cont orcer-se. Desde entÃo ainda não deixou de andar embriagado. e o meu também. Há uns dias atrás estava a dormir a sesta e acordou para dar com ela a chupá-lo. pura e simplesmente . chora ela. Claro que Ann contribuiu para aquilo que a preocupa. pedindo para lho enfiar ainda mais.... fode-me! " Vou tornar-lhe o cu ainda mais quente do que aquilo que já está. Paro de lhe malhar e Snuggies rasteja por cima de mim em direcção à cama. se for possível. Depois inundo-lhe o cu com esporra e ela vem-se.ouvindo-a gritar dá a impressão de que isso j à acon te ce u. são por causa de Smiggles. Que não vai foder com o pai. volto-a de barriga para baixo e co loco-me por trás dela. Quero fodê-la até a estoirar.. Vai ser uma menina bem comportada.. uiva. aquela putazita reles! Abre o sexo com uma das mãos e enfia lá dentro os dedos da outra. Não falei com ela pessoalmente e se calhar ainda bem que o não fiz... Fotografias iriaravilhosas. O s eu sistema nervoso já se começa a ressentir . ela não apanhou os nega tivos senão depois de terem sido tirados alguns milhares de cópias. Então. Por fim.. Esta situaç5o não se p ode manter eternamente . Estou-me perfeitamente nas tintas para que ela deixe ou não 238 deixe Sam fodê-la. em que ela aparece com um caralho na boca. não percebo como é que ela n@o se rasgou. Sempre que começa a ficar sóbrio decide que vai abrir o peito em confissão a Ann e então eu tenho de recomeçar tudo mais uma vez. qua ndo compreendeu que realmente tinha sido violada por aquelw malta.. Meu Deus. Quanto às preocupaçõezinhas de Sam . mas está muito lubrificada e ele entra sem dificuldade. armou um escãndalo dos antigos. Ann está furiosa e Sam acabrunhado. enfio o resto.

é horrível ter de fazer estas perguntas acerca da nossa própria filha' Que homem seria suficientemente vil para fazer uma coisa daquelas a uma miúda como ela? Excepto e u . fechei os olhos por mais alguns minutos e deixei-a chupar-rno.... oli.. Cheguei a um ponto em que tenho medo de regressar ao hotel . e e la piscou-me o olho. mas quem seria o homem? Ou homens! Quantos homens achas tu. conta ele .. De facto.. e eu agarrei-a pela cabeça e sentei-me.. Bolas. "Claro que podia puxar dum cinto e obrigá-la a confessar à força de pancada". Mas nem suporto a própria ideia de t er de lho perguntar... "Era o que o meu pai me teria feito se eu. é claro .. Visto que parece não haver qu alquer resposta satisfatória para a maioria das perguntas que foram feitas. mas deve fazer-lhe bem desabafar... quando lhe chamei aque les nomes. e .. tu sabes o que eu quero dizer. e aqui bebemos um copo. quando compreendi verdadeiramente o que se estava a passar. " Nesta altura respirei mais à vontade. Então. quantos homens. eu não se i o que me deu.. empilh amos mais um par de pires e eu aguardo que Sam prossiga. que momento aquele! Espe ro sinceramente que nunca tenhas de passar por nada de semelhante.... "Como é que ela aprendeu a fazer uma coisa daquelas? Com Tani a.. Devo ter enlouquecido durante uns minutos.... diabos a levem ! Aquela doce menina! Por Deus.. " Tudo o que posso fazer é esperar que o que quer que vá acontecer aconteça o mais depre ssa possível e fique resolvido de vez.... .... comecei a compreender q ue era SnuggIes quem estava a fazer aquilo. Alf!" Também o espero. "Acordeí muito estrernunhado. gradualmente.. repete. Tem uma per gunta a bailar-lhe na cabeça.. o seu pai .ntinua a falar-me no assunto. Não me posso dar ao luxo de ter os nervos no estado em que os tenho... "Deixei-a chupar-mo". Meu Deus. e há qualquer coisa que me diz que o mais certo é eles irem mesmo para a cama. Comecei a insultá-la .. Estava ajoelhada ao lado da cama e eu mantivea aí. Deus-Todo-Poderoso. eu ... "Tentei que ela me dissesse enquanto o estava a fazer . Estava a puxa r a pele para trás. "e sentia a trabalhar-me o caralho. mas não se consegue decidir a fazê-la. durante alguns minutos. isto é . Smiggies é muito capaz de entornar o caldo . que eu gostaria qu e ele deixasse de lançar.. Se eles vão para a cama outra vez. 240 "Então...... rec uperando a pouco e pouco a consciência. é essa puta dessa T ania! Ela levou-a a isto. não acab a de um dia para o outro.. Olhei para ela.. Não sei se ele realmente suspeita de mim ou não... tu sabes como é que uma mulher faz. agora podia contar-lhe a história de trás para a frente. Quando uma coisa destas acontece. " Neste ponto Sam é geralmente muito vago acerca de p ormenores mas vai tudo dar sempre ao mesmo: a miúda chupou-o até ao fim e acabou com o um broche deve acabar. " Mas aqui há uma coisa que o aflige quase tanto como aquilo que e le próprio lhe fez .. suponho. sei lá o que é que pensei. Deixei-a continuar.. quando Tania começou a comportar-se daquela in aneira?" Meditamos no caso. e estava a fazer-nie festas nos tomates. A minha própria filha. Fartei-me de lhe perguntar a quem é que ela já tinha f eito broche. "e então vi que estava a engolir . quase que me secou os tomates ..... vou tomar um cuidado danado para que isso nKo aconteça. diz Sam. Mas não me mexi. "Deixei-a continuar até estar quase a vir-me..... .. pensei que estava a sonhar.... não tenho de te dizer como é. Sam e eu.. Aãi... mas ainda não me sinto muito seguro. nem me posso dar ao luxo de continuar bêbedo por muito mai s 241 . de uma forma ou de outra! O diabo leve Tania! Quem rne dera nunca a ter fodído! Porque é que não me avisaste para não deixar Snuggies sair com aquela pervertidazita suja? Porque é que não tive suficiente bom senso para ver que tinha de manter Snuggies afastada.. eu sei quem é que tem a culpa.. isso tudo.. mas não respondeu . " Por vezes quando diz isto Sam lança-me um olhar muito peculiar. pe nsei que fosse Ann. precisamente como aquela brochista danada da Tania ..

.. Tenho a sorte de possuir um a mesa e alguns pratos. Jean e eu brincamos um com o outro dessa maneira durante toda a refeição. são miúdas simpáticas e conheço-as a todas. simple smente. Jean corri a saia levantada até ao rabo e só Deus sa be o que Billie está a faze r.. Deíxei-o numa casa de putas. Billie e Jean ocupam-se de tudo. Aperta-me com força. Julgo que a chinoca foi a última. Jean é a primeira a quebrar.. porque assim sempre se pode apalpar alguém por baixo d a dita. diz ela. trazendo Jean como uma espécie de presente. Afinal. também está interessada no jogo .. quero ver alguém que não esteja demasiado envolvido nos acontecimentos destes últimos dias. É à noite e eu acabei de me levantar depois de ter passado dois dias de cama. continuo satisfeito por as ter cá. "Porque é que não s ais para ele o poder fazer?" Billie acha que não devem correr com ela. Mas sente-se divertida p orque desde então Jean tem-se mostrado um pouco ciumenta. e estou lentamente a morrer de fome.. o niangalho e levanta-se da me sa.. mais uma vez. Jean regressa e as duas cozinham uma refeição para nós três. eu com o marzápio na mão de Jean. Parece ser uma dessas coisas que ficam em suspenso. não consigo comer nada que se veja quando ando assim bêbedo. "Trouxeste-me aqui para ele me foder". estive a dormir..tempo. idiota. mas não se importa. diz ela por fim a Billie. Uma mesa é uma bela coisa para se ter. Foram para a cama e aí começou o grande gozo. porém. Billie aparece por minha casa. o ponto principal é que Ann ficou a saber o que desejava a respeito de mulheres como Billie.. Agora Ann já sab e tudo. Está com calor e que r tirar a roupa.. mesmo se consigo enfiar um pouco de sopa pela boca abaixo quando vou até ao escritório e faço o meu núme ro a que chamam trabalho. Billie chega... Não acho interessante? Certamente que acho interessantíssimo. Mas quando sabem que acabei de me levantar e me preparava para sair para comer qualquer coisa. diz ela.. Não quer outra chávena de café. está em boas mãos. Dentro em breve. Não é só por sentir que tenho necessidade de uma boa foda para expu lsar algum deste mau sangue . Então descubro que Ann e Billie andaram a jo gar à apanhada uma com a outra. Isso significa que alguém tem de ir comprar as coisas.. e raras vezes na vida fiquei tão contente ao ver alguém como o estou agora ao ver esta cabra lésbica e a amante. Não esti ve doente . ainda não percebi isso muito bem. ou talv ez eu seja o presente para Jean. Ora bem.. um sítio onde vivi tinha duas tábuas para serem postas sob re cadeiras. Vão tratá-lo bem... Também gostava de saber se puseram um ponto f inal no assunto . Dirige-se para o divã e deita-s e. queixa-se Jean.. oferecendo-nos uma ampla visão das coxas nuas.. Billie não é lá muito explícita quanto aos pormenores picantes. já me viu comer Jean anteriormente. "Tu queres sempre ser espectadora quando me fodem". Billie senta-se e conta-me o se u caso com Arin.. 242 saíram à noite para ir a qualquer lado e Ann encheu-se de coragem e pediu a Billie p ara ficar toda a noite. por isso ar ranjei maneira de finalmente largar Sam. Já há muito tempo que uma gaja não cozinhava para mim.. "Creio que g . mas continuamos todos a conversar sobre a dificuldade que há em arranjar um bom "bologna" ou o raio de urna coisa parecida. é uma espelunca de grande classe. quando um dos parceiros regressa a casa de manhã. Billie foi visitá-la com mais alguns desenhos.. Bi llie dá-se conta do que se está a passar. acompanhada por Jean. enquanto nos decidimos sobre o q ue lhe vamos fazer. ou Billie tem em mente viver um romance com Ann? Neste ponto Billie não é definitiva. dando uma sacudidela ao eu para compor a saia. e tenho grandes esperanças em que fique por lá alguns dias. e i r comprar as coisas significa que é Jean quem vai. Como ia dizendo. Pura e simplesmente não aguentava mais. Pode ser que Billie ande a tentar acalmar Jean por aquilo que se passou com Ann.

um homem a sério.. grita-lhe Jean. quase que a come. O que é que fazes se ele não te quiser foder?" "Não quero que lha mostres". Jean começa nos dedos dos pés de Billie e v ai subindo até às mamas. Ainda ri 'unca voltei a casa corri langonha no soutien. Parecem derreter-se nos braços uma da outra e começam a acaricia r-se e a beijar-se uma à outra.. declara Billie. "Conta-nos aquela do rapaz que te esfregou merda na cara".. sugere Billie. eu é que te chupo". diz Jean.. "porque não creio de todo que e le a queira. Podiam continuar toda a noite. eu vi-te a fazer broche a Alf . levantando-lhe o vestido par a lhe dar um beliscão naquele cu encantador que estivemos ambos a apalpar... "Tu és uma promíscua de uma brochista". "Não . por me ter escorrido do queixo. Jean". Billie beija-as e chupa-lhes os bicos. se soubesses que ele era brochista? Então porque é que julgas que és uma mulher a sério? Fufa! Fressureira!" De súbito. Jean dá pontapés e a racha vermelha surge com intermitèncias. "O que é que tu queres fazer?" pergunta Billie..... no meio de tudo isto. "Queres que ele veja aquela coisa que tu chupas todas as noites. e ouvir aquelas duas belas gajas insultando-s e uma à outra de uma maneira doce e sórdida. Jean pode ser. Meu Deus.. Sabe exactamente co mo a deve aquecer e dentro em pouco Jean está a meter a mão sob a saia de Billie. Billie dá a Jean uma boa apalpadela antes de a começar a despir.. diz Jean. posso partir pedras com ele .. Ambas estão de cu. Senta-se ao lado de Jean e começa a acariciá-la.. à vela. diz Jean. 243 "Também tu". as suas roupas devem apre sentar um aspecto miseráve 1 . "E também já a comeu. como ela própria o diz.. " "N@ío. "Não falo contigo". mostro-lha eu mesmo! Porque é que não lhe mostras tu a tua.. Billie puxa as cuecas de Jean para baixo e levanta-lhe a saia... " "Mas não sou uma brochista promíscua. repli ca Billie. à pr ocura daquela nêspera cabeluda que ela está constantemente a comer sem nunca chegar ao fim. chama Billie a Jean. Billie titila-lhe o escroto.. "Tu és o meu marido. e fica corada.. talvez alguém lho tenha feito.. "Não te esqueças. Merda. Quando tem a s tetas de Jean cá fora. E tudo isto é dito da forma mais agradável que se possa imaginar. Morde o vent . É tão cal mante. com tesão. " Despem o resto do vestuário e Jean desliza do divã para o chão e coloca-se entre as pe rnas de Billie. tu engole-Ia. eu tenho reparado . que eu ficava sentado a ouvir. lutando atravessadas no divã. elas acalmam-se... Jean apanha a saia de Billie e despe-lha por inetade.. "Não.. não é verdade?" Continuam neste estilo por algum tempo. anuncia ela. sussurra Jean. depois lambe-a no sentido inverso até chegar à néspera. toda mulher." Ergue a saia de Jean até à barriga e volta-lhe o material para mim. Billie tenta empurrar J ean para o chão e Jean está a ver se consegue arrancar o resto da roupa a Billie. Meu Deus. "Chamarias homem a um homem . "Se eu quiser que ele a veja. "Vou mostrar a tua cona a Alf. se o p au me vai ficar ainda mais teso. gentil mente. minha pervertida! Minha brochistazinha porca!" "Sou muito mais mulher do que tu"..ostas de me considerar uma porca. Billie deita-se de costas e levanta o cu de forma a Jean lhe pod er chegar ao "con" e Jean começa a beijá-Ia.. Nesta altura já emaranhou de ta l forma a saia de Billie. tenho de te chup ar. a mulher sou eu". desnudando-lhe o cu. "Chupo-te agora se estás preparada"." Billie diz que ela é uma porca. Jean massaja a cona de Billie e Billie abre a blusa de Jean. é exactamente como se alguém tivesse carregado num botão.. Oc orre-me que se elas se divertem assim todas as noites. mas tu tens de mo strar como é que a usas. retruca Jean.. "Tu és uma porca duma puta lambe-cus!" insiste Billie. que esta limita-se a deixá-la 244 cair. estar ali sentado. mas gosta tanto de Billie como podia gostar de qualquer outra pessoa. minha cabra?" "Já a viu". é isso? Então eu vou-lha mostrar.. É o estilo de coisa simpática e suave para se ouvir. uma espécie de porca particularmente suja. Jean .

Lambe todo o eu de Bill ie.. " "Agora atraiçoaste -te ". "Gostas da minha putazita. e é urna pena desperdiçar-se aquela verga corri Bilhe. desta vez até lambe os calcanhares. Depo is põe os lábios sobre o ânus de Billie. Bilhe não quer ter nada a ver com o meu mangalho. É necessário algum esforço de persuasão. fazendo força com os joelhos para prender melhor Jean. minha fodilhonazinha mentirosa. agora vais -me chupar o eu .. não há dúvida que Jea é uma delas . se não q uiser que andes a correr por aí com a língua de fora! Espera que vais ver. mantendo a coisa aberta com os dedos. mas não estou preocupado com o facto de ela gostar dele ou não. Começo a penetrá-la e ela empina-se contra mim... seja lá quem for! Agora põe lá a língua! Lambe! Pronto. Vinha-me nas cuecas se não entrasse imediatamente no jogo. e provoca um ruído que.... já chega .. sobre o eu de Billie e começa. Se eu conheço cabras... lambe-lhe as tetas e beija-lhe as coxas.. em breve está a enfiar o nariz na racha de Billie. por causa da cadela que me saíste. "Só um bocadinho! Tenho de te pôr uma trela. Finalmente deix a-me enfiar-lho na boca e começa a chupar-mo. deixaste que ela te metesse entre os seus joelhos. considera-se a si própria quase corno um homem. não puseste .re de Billie.. mas ele não o é. não gostas?" pergunta-me Bilhe.. salto para ela. Mas Billie. Isso não faz com que ela o aprecie mais... Faça Billie o que fizer. Billie quer que lhe façam minete e assim rolamos sobre nós próprios.. quando esta na verdade não a aprecia. não é tão esperto como eu. estendendo a mão para beliscar as tetas de Billie . ou não. não se ai verificar um grande melhoramento em relação ao que ela já é agora. de modo a poder enfiar o nariz o mais fundo possível. não deixaste?" 245 "Só. Jean põe a cara entre as coxas de Bil lie e eu apoio a cabeça sobre a anca de Billie.. de modo a que ela possa enfiar o rabo entre os nossos rostos.. antes de obter aquil que quero.. diz. Jean gosta que a vejam e esmera-se no tratamento que aplica a Billie. por isso é compreensiva em relação ao que eu sinto.. Billie volta-se e espeta o eu para que Jean o beije e J ean põe as rnãos. Tem as penas eriçadas e comporta-se como se fosse cantar (de galo) a qu alquer momento. e muito mais de força física. "E puseste aquele perfume Orange Blossom nos pêlos. "Oh... Então Bil lie volta-se e.. J~ olha para nós. Nenhuma das gajas se apercebe da minha presença até eu estar por cima delas. o queixo está cheio de líquido vaginal .. " Não sei o que é que ela quer dizer com isto . Jean Jeudi está na senda da guerra. soa . "Esse é o perfume de Ruth! Suspeitei que a andavas a lamber! Confessa lá agora.. " Jean nem sequer discute.... não tem mau coração...... assim que lhe prova o gosto. Jean sobe também para o div1. Subo para o divã e sacudo a ferramenta debaixo do seu nariz. mas eu abraço-me a ela como um mac aco se agarra a um mastro e esfrego-lho na cara. Mas enquanto eu tento decidir se vou deixar. esta noite está mesmo boa e sumarenta!" diz.. provavelmente porque foi a primeira a ver-me. Johnny explodir por aquele processo. ainda está a chupa r. algures sob o eu de Billie .. A seguir mete lá a língua e percorre-a toda. Eu posso ser paciente.. corno uma linda menina.. Quer ser fodida. a parte de trás das pernas. Fica com o nariz e ncharcado. do fodível. de forma a poder observá-la... observa Billie. 246 "Espera só até eu a ter treinado convenientemente . Ainda vou fazer dela uma cabra de grande classe . no fundo. Lambe-lhe a pintelheira e depois mergulha a língua na fenda húmida de Billie e quanto mais húmida se toma a cona de Billie melhor ela fode. Empurro a cabeça contra a sua boca vermelha e humedeço-lhe os lábios com ele. só um bocadinho . " Jean tem de confessar. não das do tipo desagradável. simplesmente.. de vez e m quando.. da próxim a vez que a Ruth nos vier visitar vou obrigar-te a chupá-la em frente de quem lá est iver ..

Começa a rir e. estica-se para mim e enfia a língua na minha boca.. É demasiado para um homem só. recuo.. agora sou desped .. estão sempre com tanto medo de perderem os empregos que não suportam ver alguém meter-se em sarilhos. no raio deste pasquim as coisas andam sempre desorganizadas. Bom. Não nos levam a parte alguma. que s erviu para pagar as pequenas contas que fui acumulando por aqui e por ali ao lon go destes dois anos que estive no jornal. Fim de uma longa. De repente vem-se. por momentos penso que ficou histéri ca. Depois outra. São sempre os tipo s com mulher e oito filhos que fazem o trabalho dos outros... calculadamente. c omo diz Jean. e porquê sair precisamente neste lugar. e estamos ambos tão com pletamente em fogo que saltamos fora dos eixos.. Billie parece adivinhar o que tenho em mente .. Não vale a pena reclamar. Imediatamente a seguir. Tinha-me sido distribuído num dos dias em que andei a ajudar Sam a embebedar-se... que eu me sinto tentado a experimentar. só arranjava maneira de despedirem outro desgraçado. algures .... Se é Orange Biossom. Portanto estou quite c om toda a gente. Dou-lhe uma palmada no cu e ela deixa de rir tão alto.. completo.. mas." E também ela se vem. para ver qual será a minha reacção. Jean e eu olhamos um pa ra o outro por entre as coxas de Billie. nio há sítios melhores nem piores. de uma forma ainda mais emocionante. Está a vir-se e a langonha escorre. Hoje fui até ao jornal. A língua de Jean e a minha encontram-se entre as coxas de Billie. Estou com ele enterrado nela para aí dezoito c entímetros. nalgum ponto intermédio venho-me eu. "Vou-me vir com compostura. para a Grande Roda e a Montanha Russa. dá uma lambidela ao cu de Billie. 247 mas a mim só me cheira a "con". diz com uma risadinha. Meto o meu nariz nos seus pêlos e deixo-me ficar a adrrúrá-los por alguns minutos.. terminado.... Billie entra em órbita. agradável e limpo. algum tipo com mulher e oito filhos. O lado divertido do caso é que fui despedido por causa de um artigo que não escrevi. fica à espera. apareceu um artigo de noti ciário em que se mencionava alguém que é amigo de outro alguém da direcçlo. Diabo. mas que nunca esperei vir a receber. Por aqui. Acabado. Não o empurra sequer contra a minha boca . Fim da corrida. mas o mais certo é não serem mais do que uns quinze.. Começo a chupa r e Jean faz o mesmo. Nunca vi o art igo. lançando contra a minha cara a pintelheira toda molhada e o "con" aberto e goteja nte. Billie espeta o cu para Jean e esta engole a sua parte.. para que nSo nos falhe m as pernas à saída. O mangalho despeja-se dentro dela e eu tomo a enfiar a cara na èona de Billie e ch upo-a enquanto encho o ventre de Jean. sou eu o bode expiatório. p or isso de cada vez que fico corri a boca cheia. Pelo menos foi o que me disseram. o que me põe novamente liso. é a única coisa que me ocorre. O truque consiste em não se deixar aturdir enquanto se anda a girar. é claro. A cona de Bilhe tem um cheiro maravilhoso. Não sei quando é que se começa a vir. Também incluíram o salário de duas semanas. Mas seja como for. Durante muito tempo fui pago. não é altura de estar com formalidades .. volta-se e oferece o cu a Jean. A gora começo a perguntar a mim próprio onde é que subi para este carrocel. Jean estende a língua e. sem nada 'fazer. mas o essencial a reter é que quem o devia ter escrito era eu. Gaja porca e nojenta! Fico tão furioso que não me ocorre mais n ada para fazer além de lamber a cona de Billie e cuspir lá para dentro . Esta lésbica e a amante proporcionaram-me a fôda mais satisfatória que eu experimentei de há semanas para cá. então eu gosto de Orange Blossom. Finalmente beijo-a e depois lambo -a. para lhe titilar o sítio que Jean es tá a chupar. e como não há nenhu m registo que prove que não me encon248 trava de serviço. Jean deve estar maluca dos comós. longa corrida. Ela executa a coisa com tal perfeição e fá-la parecer tão atractiva. onde me entregaram o papelinho que desde sempre aguardei.vagamente como o ruído produzido por um autoclismo . Mordo o cu de Billie e enfio-lhe um dedo por baixo.. "Não há azar". suponho. ou quando acaba...

olhe.. "Ela está ali". meu rapaz!" grita ele. tentando resolver onde devo ir em prim eiro lugar . mas penso que não será necessári o. isto é Paris.. Só por causa do raio da coisa. mas crivolve-me as pernas nos seus braços. E também o maricas do irmão de Tania. "Paris onde tudo pode acontecer." "Eh. "Sobe para a cama". é a palpar a lourita ordinária que atravessa de vez em quando a redacção. minha puta! " grita ele... esse meco do Ernest e o Sid. "Snuggies!" ruge Sam. Beijame a frente das calças e enfia os dedos na braguilha.. fode-a". Parece estar mais que bêbedo. portanto vou limpar a minha secretária. como um garoto que faz gazeta às aulas. Ann está deitada na cama. sinto-me numa forma inc rível. Na rua começo a sentir-me maravilhosamente bem disposto. Tenho provas!" Tira um monte de papéis de uma gaveta e espeta-mos deba ixo do nariz. Não deve ser difícil sac ar-lhe algum.. diz ele.. se for preciso até vou pescar Carl ao seu negócio de vigarices em arte. Também está nu a.. Tudo o que eu quero. de ceroulas.. Sam".. Cambaleia na minha direcção e cai sobre os joelhos.. Puxa Ann para fora da cama e empurra-a para mim. "Trazes amigos contigo? Se trazes. Porra. não contém nada. digo eu. "Tu também. Sam . fode-as a arribas... Depois mete-o na boca . (Xi todas as fotografias . Enfia-as nas minhas mãos e vai para a c ama. estou despedido. talvez. on de se aprendem coisas que nunca se souberam acerca de nós próprios! E da nossa famil ia!" Puxa Snuggles para si e ela agarra-lhe o pénís. Encaminho-me para o hotel de Sam.. Também as vou foder às duas.. De qualqu er maneira.. Está um belo dia: sirito-me u m tipo importante . Deambulo pelas ruas.. " "Não me digas que ela não merece uma foda". "Bebe primeiro um copo. com todas as pen as eriçadas. Toco à campainha várias vezes. mas não me parece que Sam vá buscar uma pistola ou qualquer co isa do gênero. " 249 Não percebo do que é que ele está a falar até que entro no quarto... à min a frente.. já o fi zeste anteriormente. "mas que raio é isto?.. eles que entrem! " Fecha a porta depois de eu entrar e pega numa garrafa que se encontra em cima de uma mesa.. SnuggIes entra a correr.. "Entra. Bom. Olho para a porta para ter a certeza de que posso lá chegar rapidamente em ca so de necessidade . Já o fiz de outras vezes . mas ela não aparece. ordena Sam. aponta-me o quarto com ela.. agora quer o ver-te a fazê-lo!" Ann também está a cair de bêbeda. " "Ouça. Tania vem-me à memória Mas não é Tania. Alf. Vejo Ann tirar-me o inangalho para fora e lambê-lo.... entra . mas não obtenho resposta. . Não sei se foram eles que me enlouqueceram ou se fui eu.. sSo as fotografias que tirámos a Ann naquela noite. Mesmo embora nunca tenha passado muito mais de uma hora por dia naquele escritório.. "Entra e fode-a . Tento afastar-me dela. livre do lugar. vinda do outro quarto... qua ndo a porta se escancara e aparece Sam. tentando descobrir alguma coisa que lhe possa impingir. insiste Sam. penso. . O que é que se passa?" "Mas então. "Quero conhecer esses teus amig os .. "Chupa-o agora.. Não a posso limpar... " grita-me ele.. Vamos. Já estou para me ir embora. De súbito vem-me à ideia que vou ficar teso depois de pagar a renda.. Fantástico. lhe deva dizer simplesmente que perdi o emprego por que me embebedei na sua companhia .. anuncia-me.. não estou preocupado.. mas não aparece assustada. pelo que ele terá de me sustentar.. "que eu não acredito..ido pela mesma razão... É uma cena tão irreal e aterradora que eu fico petrificado. se Sam tivesse enlouquecido ela esta ria a mijar nas cuecas. nunca lá pus a mais pequena coisa. É um bom sinal... na verdade. decido ir procurar Sam. "Vá. completamente nua. penso qu e vou gostar de ver um maricas a foder a minha mu250 . Apoia-a no joelho e brinca com a sua nèsperazita enquanto me continua a gritar. Ou. Há milhares de coisas que posso fazer por Sam. Não se trata de papéis.

. movida a electricidad*e e que se possa desligar da tomada quando os fusíveis se fundirem e começarem as complicações.. isso foi tudo por água abaixo .. oli.. Nunca m e encontrei numa situação destas. Depois resolve que as quer a ambas a fazê-lo.... tu vais aparecer logo à noite para me ajudar a foder estas gajas. Vou dar-lhes Paris à sua medida! " Estou ali parado... hei-de extrair-lhes até o filho da puta do bocado mais pequeno de lama que tenham lá dentro' Ouvi dizer qu e vocès obtiveram um lucrozito com a puta da minha mulher. "Negócio" Qual negócio? Não tenho . Oh.. não vais'?" Corro para a porta antes que ele possa mudar de opinião. porque é que não espetas uma destas cabras por mim? Estou a dar cabo de mi m. "Se amanhã quiseres mais algum.te .. Sam o que é que vai fazer então?. Sam. diz ele. posso arranjar qualquer coisa de melhor . agora não tenho tempo. Vou fugir e não vou parar de correr até ter posto bastante oceano entre mim e Sam Backer. já era mais do que tempo de eles te terem topado. tentando consolar as duas . uma ti pa chamada Billie foi para a cama com a n-únha mulher! E com a minha filha ... ).lher!" Talvez o deixe chupar-me em seguida. se continua a agir desta maneira louca.. " "Nunca mais....... Alexandra e o resto destas cabras loucas que me foram lentamente endoidecendo durante este último ano. "Esta noite vamos dar uma grande festa. Alf". sem saber o que deva fazer ou dizer.. E quando descobrir tudo o que há a saber sobre elas. A inda tenho a sensação de que nem tudo funciona bem na cachimónia de Sam..... " "Mas." "Meu Deus. Quanto é que queres ernprestado?" "Não quero nada emprestado. tal vez eu mesmo experimente unia coisas dessas' Não ... Você tem uni negócio e precisa de olhar por ele .. se não fizessem minete uma à outra eu já estava morto 1 " "Sam.. " "Sam. referes-te àquela coisa com Severin'I Bem.. uma máquina de f oder. " "Foste posto na rua. E quando chegar à América ainda vou correr mais um bocado.. todos menos esse sacaria do Carl.... Não. com a piça de fora. e Alexandra' Vou deixar Paris a perder a vista . Vou a fugir e não vou parar de correr .. " -Já tem o livro de cheques na mão. porque é que não f odes uma. SnuggIes.. 251 "Sam . 252 EPfLOGO O que se segue é um depoimento prestado sob juramento por Milton Luboviski na Emba . Vou para a Amér ica e vou comprar ou fabricar ou encomendar uma bela gaja mecânica. ria outra no.... Quero que me dê algum dinheiro.. para lhe vir chupar a verga durante um bocado. Alf1 Ouve. uma de cada vez.. Ann.. E na rua corro para um táxi para me levar ao banco. acho que está a cometer um erro . sabes o que é qu e vou fazer" Dou-lhes cabo do cu e levo-as de volta para a América' Queriam Paris . Só quero conhecer as pessoas que andaram a fode r-me a família em meu lugar!" Faz SnuggIes cair de cu e grita por Ann. "Lésbicas e tudo . nem sequer sabia que aconteciam coisas destas.. vai arranjar bastante proble mas. isso é que é falar! Atira-te de cabeça e exige! Quanto é que queres? Faz isso em moeda americana . não p odemos esquecer SmiggIes! Champanhe e cona para toda a gente! Vou ter Tania aqui .. Se verin que se fodal E aquela formiga mijona do Cail também' Esse sacaria do Carl se mpre me irritou . aparece . Só vim até cá para lhe dizer que fui despedido do jornal .. foste? Bom.> "O que é que vou fazer? Vou divertir-me. Arrisco-me e peço o dobro da importância de que realm ente necessito para aquilo que vou fazer. Tania. Vou descobrir quem são exactamente estas minhas duas cabras .. olhe. Depois traduzo-lhe em francos. é verdade . Não vou parar de correr até ter comprado um bilhete para a América com o dinheiro de Sam e me encontrar dentro do barco... Quer saber se eu gostaria de ver Ann e SrtuggIes fazerem sessenta e nove. Agarro o cheque como um homem prestes a afogar-se se agarra a um barco salva-vidas . se ele for bom nisso! Trá-los todos.

........-. em 253 troca de todos os direitos sobre o material que ele escrevesse para mim. Larrv Edmunds morreu e eu tornei-me o único proprietário da lirraria.. Daniele Anifit heatrof. 131 LIVRO Il : A FRANÇA ENTRE AS PERNAS . L'n? Setembro desse ano.... argumentistas e realiwdores... Espero que corresponda a uns meses de renda.. Billi.. vendi um a Julian Johnson. em Paris. 95 11 Parte LIVRO 1 : UMA MISSA NEGRA E UMA ANÃ . Henr 'v. quando a loja se encontrava fechada. .... com quatro cópias.. situada no 1603 Nort h Chuenga Boulevard em Hollywood... sempre que era possível obtê-los... Nesse tempo o negócio não corria bem e eu complementava os rendimentos at ravés da venda de vários artigos de pornografia. lembro-me de me ter dito: "Aqui está a parte final do livro.. ou perto disso.. Ofère(-i-lhe um dólar por página.....ixada dos Estados Unidos. aúXiliando-o com algum dinheiro de re: em quando e apresentando-o a pessoas e.. arranjando-lhe um sítio onde viver........ Eu ajudei-o.. e conhecia muito pouca gente na Calitõrni a. Foi assim que se iniciou uma amizade q ue w mantere por trinta e cinco anos.. atestando as circunstàncias em que incumbiu Henry Miller de esc rever Opus Pistorum: No Verio de 1940 eu era sócio da Larr 'v Edmunds Bookshop....... California.......... 213 1 t @@l. " Reescrevi todo o manuscrito.. outro a Daniele Amfitheatrof e outro ainda a Frederick Holiander..... como por exemplo Joseph Mankiewic........ Mandei encadernar os ci.... Nessa altura....... olèreceu-se para me fornecer inaterial que eu p oderia vender............. ao preço acordado... apresentou-se e eu deixei-o entrar... J 1 1 1 1 4 . numa dada altura..... Alguns anos mais tarde ofereci um exemplar ao meu amigo Robert L ight e conservei o original em meu poder... Henry Blanke e outros.. o dinheiro q ue Henr -v possuia era pouco ou nenhum.... 48 LIVRO III: A AVENIDA DA MÁ-VIDA ... A 1 de Setembro de 1941..... Bateu à p orta. em meados de 1942. 254 íNDICE I Parte LIVRO 1 : SOUS LES TOITS DE PARIS . em 10 de Março de 1983.nco exempl ares e.... Os me us clientes eram principalmente produtores cinematográficos. Frederick Hollander.. Julian Johnson. Pouco t empo depois começou a trazer-me várias páginas de cada vez e eu pagava-lhe em dinheiro . Henrv Mil ler foi à livraria num domingo à tarde..... Dentro de poucos meses as páginas tínham-se acumulado........ 172 LIVRO III: CHERCHEZ LE TOI T .. seguidamente.... necessitando de dinheiro. Wilder. 7 LIVRO II : O ESTILO FRANCÊS .. constituin do um livro completo que ele intitulou Opus PistorurrL Quando me entregou as últimas páginas...