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A utilização das TIC alunos com N.E.E. versus alunos do ensino regular

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Curso Pós-Graduação em Educação Especial Domínio Cognitivo e Motor (6ª Edição – Turma A

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Docente: Professor Doutor Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva Disciplina: Formação para projectos Discente: Eduarda Maria de Magalhães Ferreira n.º 6837 – 6ª Edição – Turma A Distal

Formação para projectos

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“Alice – Podes dizer-me, por favor, que caminho hei-de seguir a partir daqui? Gato - Isso depende muito do sítio onde queres chegar? Alice - Não me preocupa muito onde vou chegar. Gato - Então não interessa por que caminho hás-de seguir.”

(Lewis Carroll, 1971)

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Agradecimentos

Ao Professor Doutor Horácio Saraiva que soube guiar-nos nesta etapa e indicarnos o caminho a seguir. Ao Professor Doutor José-António Carochinho pela sua sabedoria e conhecimento que permitiu, através da sua disciplina, retirar dúvidas, clarificar ideias e definir o trajecto da investigação. À Professora Doutora Patrícia Ribeiro que, com a sua autenticidade e descontracção mas não menos profissional, nos transmitiu positivismo e que nos deu a possibilidade de ter aulas assíncronas para que pudéssemos retirar as nossas dúvidas. Aos restantes docentes que contribuíram com o seu saber para estarmos melhor preparados para o futuro como docentes especializados. À direcção e aos colegas da minha escola, que aceitaram participar ajudando narecolha de dados para a investigação. À Dalila que sempre que precisei esteve lá para mim, ajudando-me no que lhe era possível e que foi imprescindível. Aos meus colegas de grupo, Bruna, Carlos, Helena e especialmente à Liliana, por conseguirmos ter sempre um bom entendimento ajudando-nos uns aos outros nos momentos de mais pressão. À Orlanda, que com a sua fé e amizade me deu palavras de apoio e coragem. À minha família, que por telefone me deu força espiritual e apoio. Ao meu companheiro Carlos, que me acompanhou nesta viagem, com a sua dedicação, persistência e força, incentivando-me quando me sentia mais cansada, que sempre acreditou em mim, a quem dedico este trabalho. Aos meus alunos, que são a razão de eu querer preparar-me melhor para saber lidar com eles, retribuindo-lhes todo o amor e carinho que são impossíveis de “pagar”, a quem dedico também este trabalho.

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Resumo

O presente projecto, baseado num estudo de caso, teve como principal objectivo investigar a motivação dos alunos do ensino regular versus alunos com NEE em relação à utilização das TIC. Pretendeu-se saber se os alunos eram todos motivados de igual forma, como reagiam aos equipamentos, onde os utilizavam, com quem e para que finalidades. Fez-se também um apanhado da opinião dos docentes da Escola Básica com Pré – Escolar do Palheiro Ferreiro acerca de algumas questões: se tinham alguma formação na área das NEE, se pensavam que o trabalho de parceria com o professor da educação especial era importante, se tinham alunos com NEE, qual o tipo de NEE, se a escola se encontrava preparada para receber esse tipo de alunos e se não, o porquê e ainda se conheciam alguma documentação relativa à inclusão das NEE no ensino regular. Procurou-se também saber o pensavam acerca da utilização das TIC:
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Se as utilizavam na sua prática lectiva; Qual a importância que atribuíam à sua utilização; Se incentivavam os alunos a utilizar as TIC; Se a escola estava bem equipada e se não, que recursos gostariam de ter disponíveis; Se tinham conhecimento de páginas Web com recursos para alunos com NEE Qual era o maior obstáculo para a escola mais difícil de ultrapassar, no que respeita à real integração das TIC no ensino aprendizagem.

Após este estudo fez-se a triangulação dos dados dos resultados obtidos nos questionários e observação de alunos e nos questionários dos professores.

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Abstract

This project, based on a case study, had as main objective to investigate the motivation of regular students versus students with SEN in relation to the use of ICT. Was intended to know whether the students were all motivated the same way, how they reacted to the equipment, where it was used, with whom and for what purposes. There was also an overview of Palheiro Ferreiro elementary school teachers opinion on some issues: if they had any training in the area of SEN, whether they thought that working in partnership with the SEN teacher was important, if they had students with special needs, what type of SEN, if the school was prepared to receive such students, and if not, why and also if they knew some documentation concerning the inclusion of SEN in mainstream education. An endeavor was also to know what they thought about the use of ICT:
• • • • • •

Whether they used in their teaching practice; The importance they attributed to its use; If they encouraged students to use ICT; If the school was well equipped and if not what would they like to have available; Whether they were aware of Web pages with resources for students with special needs; What was the biggest obstacle to school more difficult to overcome, as regard to the real integration of ICT into teaching and learning.

After this study was done, the triangulation of data was made from the results obtained in the children’s questionnaires and observation and in the teachers questionnaires.

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Índice
Agradecimentos.................................................................................................................3 Resumo..............................................................................................................................4 Abstract..............................................................................................................................5 Índice.................................................................................................................................6 Índice de siglas..................................................................................................................8 Introdução..........................................................................................................................1 PARTE I – ENQUADRAMENTO TEÓRICO.................................................................2 Capítulo 1 – As Tecnologias da Informação e comunicação na escola: usar e aprender..3 1.1 – As TIC em contexto educativo: utilização versus finalidade educativa...................3 1.2 – O computador como motivação................................................................................5 1.3 – Docentes e as TIC.....................................................................................................6 Capítulo 2 - O uso das TIC no processo de aprendizagem de alunos com necessidades educativas especiais...........................................................................................................8 2.1 – Conceitos/definições.................................................................................................8 2.2 - Educação Integrada/Educação Inclusiva.................................................................10 2.4 – A utilização das TIC no processo de ensino – aprendizagem de alunos com N.E.E. .........................................................................................................................................13 2.5 – Tecnologia e inclusão.............................................................................................14 2.5.1 – Páginas Web educativas......................................................................................21 PARTE II – METODOLOGIA E INVESTIGAÇÃO.....................................................26 Capítulo 3 - Metodologia: Estudo de caso......................................................................27 3.1 – Campo de desenvolvimento do estudo e as unidades de investigação: Hipóteses e variáveis ..........................................................................................................................27 3.2 – Questões e objectivos da investigação...................................................................27 3.3 - Porquê, quem e onde?.............................................................................................29 Capítulo 4 - Apresentação análise e interpretação de dados...........................................32

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4.1 - Instrumentos e procedimentos na recolha de dados................................................32 4.2 - Análise e interpretação dos dados relativos aos indicadores encontrados nas observações......................................................................................................................32 4.3 - Análise e interpretação de dados relativos aos indicadores encontrados nos questionários....................................................................................................................34 Questionário 1 - Docentes...............................................................................................34 4.3.1 Conclusão do questionário 1 – docentes................................................................51 Questionário 2 – Alunos..................................................................................................53 4.3.2 Conclusões do questionário 2 – alunos..................................................................66 Capítulo 5 - Triangulação e discussão dos resultados.....................................................68 PARTE III – CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................70 Capítulo 6 – Conclusão...................................................................................................71 Referências Bibliográficas...............................................................................................72 Sites consultados.............................................................................................................74 Anexos.............................................................................................................................75 ANEXO I - Observação directa alunos com N.E.E do 3.º Ano – Aluno J.M.F.L...........76 ANEXO II Observação directa alunos com N.E.E dos 3.º Ano – Aluno L.V.A.P.........79 ANEXO III – Observação directa alunos com N.E.E do 4.º Ano – Aluno R.A.G.F......82 ANEXO VI – Observação directa alunos com N.E.E do 4.º Ano – Aluno S.R.P.J........91

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Índice de siglas
RAM – Região Autónoma da Madeira NEE – Necessidades Educativas Especiais TIC – Tecnologias da Informação e da comunicação SEN – Special Education Needs ICT - Information and communication Technologies

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Introdução

O presente projecto de investigação surge no âmbito da disciplina “Formação para projectos”, da Pós graduação/Especialização em Educação Especial, domínio cognitivo e motor, administrado pelo Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração de Aveiro. O tema escolhido para o projecto é “A utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular”. Pretende-se com este projecto, estudar alunos com necessidades educativas especiais e alunos do ensino regular e saber se a utilização das TIC motiva de igual forma o processo de ensino – aprendizagem todos alunos. Vão ser estudados casos de alunos de uma escola básica do 1º ciclo com préescolar da Região Autónoma da Madeira, uns com necessidades educativas especiais e outros do ensino regular. Este estudo baseia-se na aplicação de questionários aos alunos e docentes e a observação de aulas. Além da sua motivação vamos também saber se os alunos possuem computador em casa, para que o utilizam, o que gostam mais de fazer na área das TIC, se têm correio electrónico, onde o criaram, com quem comunicam através dele e muitas outras questões. Relativamente aos docentes, pretendemos saber quais os conhecimentos que possuem acerca das TIC e das N.E.E., se consideram importante e motivador o trabalho com esses recursos, se aplicam na sua prática lectiva os seus conhecimentos, qual a legislação acerca da Educação Especial que estão a par etc.

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PARTE I – ENQUADRAMENTO TEÓRICO

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Capítulo 1 – As Tecnologias da Informação e comunicação na escola: usar e aprender
1.1 – As TIC em contexto educativo: utilização versus finalidade educativa A tecnologia tem tido um papel predominante na constante actualização e modernização da sociedade em geral. Podemos afirmar que devemos explorar as potencialidades que dela advêm, sem nunca esquecer os objectivos da educação e garantir o uso das tecnologias, como um meio e não um fim. Para Ponte, o lugar devido das TIC na educação, implica saber lidar com o paradoxo: “por um lado promovendo as TIC, ou seja, pondo de parte os receios e os preconceitos, integrá-las plenamente nas instituições educativas, criar condições de acesso facilitado, generalizar as oportunidades de formação; por outro lado, criticando as TIC, isto é, percebendo que elas têm que ser enquadradas por uma pedagogia que valorize sobretudo a pessoa que aprende e os seus projectos, mantendo uma permanente preocupação critica com a emancipação humana” (Ponte, 1997:106). Pinto (2002:16-17), baseando-se em Skilbeck (1998)1, defende que, as TIC só por si não são suficientes enquanto “elemento integrador” de uma aprendizagem significativa. Mesmo que as instituições educativas possibilitem aos aprendizes os meios que lhes permitam ultrapassar frustrações e apatias, e proporcionem interacção com a informação, isso não resolve o problema educativo da sociedade contemporânea. Em contrapartida, se e quando aproveitadas numa perspectiva eminentemente comunitária e relacional, as novas TIC ultrapassam largamente a relação clássica dos média tradicionais: “(editor-utilizador, programador-consumidor, perito-leigo), para potenciar um paradigma formativo em que a aprendizagem se sustenta numa metacognição dinâmica exercida sobre corpus variáveis de saberes, passados, actuais e futuros” (Nicolau, 2005:7). Poderemos então declarar que a tecnologia é uma mais-valia na inclusão de alunos com necessidades educativas especiais? Poderemos chegar a um equilíbrio e

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SKILBECK, MALCOLM, et al. (1998). Na sociedade de informação. Porto: Ed. ASA

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reunir esforços para que a tecnologia seja utilizada devidamente e que todos beneficiemos com ela? As TIC para além de facilitarem a interacção, a troca, a pesquisa, o acesso e partilha de conhecimento, permitem, também, o repensar do tradicional modelo de ensino/aprendizagem, ao possibilitarem a introdução de mudanças e inovações, não só nos instrumentos, mas também pedagógicas, na forma e nos conteúdos da aprendizagem. Deste modo, a incontrolabilidade da presença tecnológica, fá-la assumir uma certa liderança na concretização do novo paradigma educativo, capaz de despoletar vínculos entre os alunos e a comunidade, enfatizar a aprendizagem por descoberta e de diluir a distinção entre aprender dentro da escola e fora da escola (Sousa e Fino, 2001: 380). Segundo a Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, no seu relatório para a UNESCO, as TIC são ferramentas valiosas para a educação; “o recurso ao computador e aos sistemas multimédia permite traçar percursos individualizados em que cada aluno pode progredir de acordo com o seu ritmo”. “Alunos com dificuldades no sistema tradicional ficam mais motivados quando têm oportunidade de utilizar essas tecnologias e podem, deste modo revelar melhor os seus talentos” (Godinho et al, 2004; UNESCO, 1998)

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1.2 – O computador como motivação Um dos objectivos principais deste projecto tem que ver com o computador como fonte de motivação dos alunos. Isto é, perceber qual a motivação dos alunos para o uso do computador em situações de ensino – aprendizagem. Porquê que os alunos gostam tanto de trabalhar com recurso ao computador? Será para os alunos mais aliciante trabalhar no computador do que com livros, caneta e papel? O que é diferente, como se sentem, como se comportam, etc.? Tal como no livro “Inclusão e escola activa: Investigar e reflectir a educação” é referido, podemos constatar que “o computador é um instrumento que difere de outros pelas suas características específicas que o tornam mais aliciante.” Neste mesmo livro são referidos vários motivos para que tal aconteça:
• •

“pela atracção que exerce em quem o manuseia, pois alia diferentes formatos (texto, som, imagem, movimento), conferindo conteúdos de grande vivacidade; porque respeita os ritmos de aprendizagem de cada utilizador que avança no programa consoante o seu conhecimento e habilidades (…);

• porque permite uma metodologia baseada na colaboração;
• •

porque permite o retomo imediato, possibilitando que a criança seja protagonista da sua aprendizagem, permitindo uma adequação constante; porque permite a familiarização com um instrumento que está implantado na sociedade e que a criança conhece.” Pode-se concluir que, através do computador como instrumento de ensino –

aprendizagem, advêm inúmeras vantagens pois, através dele, as crianças podem explorar, brincar, jogar, falhar e repetir, ser mais criativas, encarando a aprendizagem de forma mais lúdica mas não menos enriquecedora criando novos ambientes e situações melhorando a qualidade do seu trabalho e aprendendo brincando à medida das suas capacidades. As crianças tornam – se mais autónomas e responsáveis.

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1.3 – Docentes e as TIC
É do conhecimento de todos que, nos dias que correm, para tornar o ensino mais inovador e para motivar e ensinar melhor os alunos é necessário que nós, docentes, saibamos e queiramos estar a par das TIC. Porém, nem sempre esta é uma tarefa fácil para todos os docentes. Alguns sentem-se mal preparados e têm receio de aprender, outros não têm motivação para tal, e alguns talvez necessitem apenas de um “empurrãozinho” para dar esse passo.

Tal como é referido por Nilza Gomes no documento “ Os computadores chegam à
escola: E, agora professor?” no IV Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul Florianópolis, “certamente, o maior desafio é como preparar o professor que está sendo

chamado a incorporar os recursos das TIC em seu fazer pedagógico. De acordo com Mercado (1999, p.90): “É muito difícil, através dos meios convencionais, preparar professores para usar adequadamente as novas tecnologias. É preciso formá-los do mesmo modo que se espera que eles atuem no local de trabalho, no entanto, as novas tecnologias e seu impacto na sociedade são aspectos pouco trabalhados nos cursos de formação de professores, e as oportunidades de se utilizarem nem sempre são as mais adequadas à sua realidade e às suas necessidades.”” Retirado de http://avacolaborativa.wikispaces.com/file/view/ComputadoreseEscola.pdf acedido em 25 de Janeiro de 2011 Também Malcolm Skilbeck no livro “Na sociedade da informação” tem uma palavra a dizer acerca dos professores: “Naturalmente que os professores são, nas suas aulas, os “pivots” do jogo. E a não ser que todos os professores – e não apenas um punhado de entusiastas – sejam conhecedores da utilização das novas tecnologias, competentes nessas mesmas utilizações e conscientes das suas capacidades e limitações, o progresso será sempre lento, irregular e de qualidade muito variável. A questão dos resultados é, a curto e a médio prazo, uma questão de familiarização e ganho de confiança. (…) É da responsabilidade dos professores, individual e colectivamente, tanto nas escolas como nas suas organizações profissionais, melhorar as suas próprias competências e não se contentar com aquilo que as autoridades públicas estão dispostas ou podem fornecer.” Visando as palavras dos autores referidos, pode dizer – se que para que os recursos TIC sejam utilizados de forma eficaz tem de haver um conjunto de esforços de várias partes. Por um lado, o docente tem de querer estar a par das TIC, realizar
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formações contínuas e não ter receio de as implementar; por outro lado, as instituições devem colocar à disposição recursos tecnológicos e formação para que os docentes se familiarizem, ganhem confiança e estejam preparados para colocar em acção os seus conhecimentos e tornando assim as aulas mais inovadoras e motivadoras.

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Capítulo 2 - O uso das TIC no processo de aprendizagem de alunos com necessidades educativas especiais
2.1 – Conceitos/definições Necessidades Educativas Especiais: Vários autores definem este conceito embora este tenha sido “introduzido pelo famoso relatório Warnock Report (1978), fruto de um vasto estudo de investigação e que revolucionou as grandes perspectivas de intervenção no campo educativo/pedagógico junto das crianças ou jovens com problemas” (Sanches, 1996:11). Retirado de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6325/2/A %20Escrita%20e%20as%20TIC%20em%20Crian%C3%A7as%20com %20Dificuldades%20de%20Aprendiza.pdf acedido em 15 de Janeiro de 2011. Através do ponto 3 do princípio orientador do enquadramento da acção da Declaração de Salamanca (1994:6), “terão de incluir-se [em necessidades educativas especiais] crianças com deficiências ou sobredotados, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações remotas ou nómadas, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais. (…), a ex pressão “necessidades educativas especiais” refere-se a todas as crianças e jovens cujas carências se relacionam com deficiências ou dificuldades escolares. Muitas crianças apresentam dificuldades escolares e, consequentemente, têm necessidades educativas especiais, em determinado momento da sua escolaridade.” Retirado de http://redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_9.pdf acedido em 15 de Janeiro de 2011. Necessidades Educativas Especiais, segundo a Classificação Internacional da
Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), da Organização Mundial de Saúde, são aquelas

que resultam de “limitações significativas ao nível da actividade e da participação num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, aprendizagem, mobilidade, autonomia, relacionamento interpessoal e
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participação social e dando lugar à mobilização de serviços especializados para promover o potencial de funcionamento biopsicossocial.” Acedido em
http://criancasnee.blogspot.com/2010/12/trabalho-com-criancas-deficientes-no.html em 15 de

Janeiro de 2011. Educação Especial: “A Educação Especial é o ramo da Educação, que ocupase do atendimento e da educação de pessoas com deficiência em instituições especializadas, tais como escola para surdos, escola para cegos ou escolas para atender pessoas com deficência mental.” Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Educa %C3%A7%C3%A3o_especial acedido em 25 de Janeiro de 2011. O conceito apresentado anteriormente tem sido progressivamente actualizado. Neste âmbito foi particularmente importante a Declaração de Salamanca, que estabeleceu o conceito de Educação Inclusiva, ou seja, a Educação Especial nas escolas regulares, como forma de incluir as crianças e jovens com N. E. E. na sociedade. Tecnologia: “Tecnologia (do grego τεχνη — "técnica, arte, ofício" e λογια — "estudo") é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.” Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia acedido em 25 de Janeiro de 2011. Em suma, tecnologia são todas as ferramentas e todo o conhecimento a elas associado, de forma a melhorar e facilitar determinado processo. Em educação, sobretudo no ramo da educação especial, as tecnologias assumem um papel de elevada relevância, na medida em que, por um lado, motivam a participação do aluno e, por outro, facilitam bastante a comunicação docente – aluno.

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2.2 - Educação Integrada/Educação Inclusiva

Inclusão (social): “Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que beneficie a todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema meritocrático em que vivemos.” Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Inclus%C3%A3o_social acedido em 25 de Janeiro de 2011. Segundo Correia (2003: 16), entende-se por inclusão: “a inserção do aluno com NEE na classe regular, onde, sempre que possível, deve receber todos os serviços educativos adequados, contando-se, para esse fim, com um apoio adequado (e.g. de outros técnicos, pais, etc.) às suas características e necessidades. Estes serviços educativos podem ser complementados com tarefas que envolvam uma participação comunitária que possibilite ao aluno o desenvolvimento de aptidões, inerentes ao quotidiano de cada um (e.g., lazer, emprego, ajustamento social, independência social, etc.).” Segundo o mesmo autor, “o princípio da Inclusão não deve ser tido como um conceito inflexível, mas deve permitir que um conjunto de opções seja considerado sempre que a situação o exija”. Este autor refere ainda a necessidade da inserção dos alunos com NEE, mesmo com NEE severas, nas classes regulares. Não obstante, defende a “salvaguarda dos seus direitos, que pode ser posta em causa caso não se respeitem as características individuais e as necessidades específicas desses mesmos alunos”. A inclusão baseia-se “nas necessidades da criança, vista como um todo, e não apenas no seu desempenho académico, comparado, (…) tantas vezes, com o desempenho académico do «aluno médio» ” (ibidem). Inclusão é assim a forma de reduzir distâncias, quer no acesso a bens e serviços, quer na comunicação e interacção entre os agentes sociais. A inclusão, no ramo da educação, pretende facilitar as relações humanas, pondo em contacto pessoas socialmente reconhecidas como “normais”, com seres que possuam determinada(s) limitação(ões).
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Princípio fundamental da escola inclusiva: “O princípio fundamental das escolas inclusivas consiste em todos os alunos aprenderem juntos, sempre que possível, independentemente das dificuldades e das diferenças que apresentem. Estas escolas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando-se aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades. É preciso, portanto, um conjunto de apoios e de serviços para satisfazer o conjunto de necessidades especiais dentro da escola.” (Declaração de Salamanca, 1994: 11-12) Integração escolar: A National Association of Retarded Citizens (E.U.A.) define a integração escolar como a “oferta de serviços educativos que se põem em prática mediante a disponibilidade de uma variedade de alternativas de ensino e de classes que são adequadas ao plano educativo, para cada aluno, permitindo a máxima integração institucional, temporal e social entre alunos deficientes e não-deficientes durante a jornada escolar normal”. Citado em Jiménez (1997: 29), retirado de http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rle/n8/n8a05.pdf acedido em 15 de Janeiro de 2011. Integração versus Inclusão: “Se, por um lado, a integração dá, na maioria dos casos, relevância a apoios educativos directos para alunos com NEE fora da classe regular, a inclusão proclama esses apoios, na maioria das vezes indirectos, dentro da sala de aula e só em casos excepcionais é que os apoios devem ser prestados fora da classe regular. Verifica-se, assim, que, no caso do modelo inclusivo, o ensino é orientado para o aluno visto como um todo, considerando-se três níveis de desenvolvimento essenciais – académico, sócio-- emocional e pessoal, tendo por base as suas características e necessidades.” (Correia, 2003:22)

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Figura 1: Integração vs Inclusão, in Correia (2003:22)

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2.4 – A utilização das TIC no processo de ensino – aprendizagem de alunos com N.E.E. A tecnologia tem um papel predominante na nossa vida privada e profissional. Já não sabemos viver sem o telemóvel, o computador pessoal, a internet, etc… Somos invadidos todos os dias com bastante informação e os jovens adquirem conhecimentos através destes novos métodos, o que pode tornar a escola monótona e pouco atractiva. Cabe a cada um de nós, como docentes, desenvolver aulas motivadoras, recorrendo a novas tecnologias, para que os alunos queiram aprender mais e consigam desenvolver melhor as suas capacidades, ultrapassando certos obstáculos que, de outra forma, não o conseguiriam fazer. Já por diversas vezes se referiu que o insucesso escolar pode ser combatido através das novas tecnologias, pois “os alunos com dificuldades no sistema tradicional ficam mais motivados quando têm oportunidade de utilizar essas tecnologias e podem, deste modo revelar melhor os seus talentos”. (Godinho et al, 2004; UNESCO, 1998). Mas será que o uso da tecnologia é feito sobretudo de aspectos positivos, ou será que pode fazer com que haja uma maior distância emocional entre os docentes e os alunos? Tal como Silva e Pestana referem no artigo “A sociedade da Informação, a criança com deficiência e as novas tecnologias”, “as potencialidades das tecnologias da informação e da comunicação são cada vez maiores, promovendo um novo paradigma de sociedade que poderá facilitar a integração das pessoas com deficiências na vida activa. Por um lado, as tecnologias facilitam a comunicação que poderá estar limitada por uma deficiência física, por outro lado as barreiras espaciais esbatem-se”. Retirado de http://www.ipv.pt/millenium/Millenium32/16.pdf acedido em 28 de Janeiro de 2011. Posto isto, até que ponto será positivo a utilização de tecnologias com os nossos alunos? Será que os ajudará a ultrapassar barreiras, ou será que as torna ainda maiores? Conforme foi descrito pela Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, no seu relatório para a UNESCO, as TIC são instrumentos preciosos para a educação; “o recurso ao computador e aos sistemas multimédia permite traçar percursos individualizados em que cada aluno pode progredir de acordo com o seu ritmo.”
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2.5 – Tecnologia e inclusão Software Inclusivo O termo software surgiu como gíria no contexto da informática. Os computadores e periféricos designaram-se de “ferramentas (hardware) ”, os programas que se processam dentro de máquinas designaram-se de “software”. Segundo Correia (2005) entende-se por software inclusivo “todo aquele que é concebido, desenvolvido e comercializado, de modo a estar acessível a um número maior possível de pessoas, incluindo as deficientes.” Existem diversos programas (software) e periféricos alternativos (hardware) disponíveis no mercado para facilitar o acesso a pessoas com limitações físicas e/ou cognitivas. Vamos de seguida apresentar alguns programas e os respectivos sites em que os mesmos se encontram disponíveis. Pocket Voice “É uma ferramenta de Comunicação Aumentativa e Alternativa desenvolvida em Portugal e distribuída gratuitamente. O Pocket Voice permite substituir os Cartões de Comunicação que certas crianças usam para comunicar, oferecendo um meio multimédia dinâmico com capacidade de reproduzir som ou uma uma frase sonora pré-gravada. Apesar de poder ser utilizada num vulgar computador de secretária o Pocket Voice apresenta também a vantagem de poder ser usado num PocketPC, que possibilita transportar e usar frases previamente gravadas numa plataforma portátil, fácil de manusear e com boa autonomia.” Endereço na Web: http://www.pocketvoice.com Intercomunicando “Permite a comunicação pictográfica entre duas pessoas através de computadores ligados a uma rede local - Local Area Network (LAN).”

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Endereço na Web: http://hogan.ist.utl.pt/~tfc2000-02/demos/index.html Retirado de http://www.acessibilidade.net/at/kit/comunicacao.htm acedido a 2 de Fevereiro de 2011 InVento “É uma ferramenta de edição para construir e imprimir cartazes, folhetos, livros, materiais pedagógicos, quadros de comunicação, de uma forma simples e rápida. Com este programa, pode: • ler tudo o que está escrito com um sintetizador de voz de excelente definição em Português Europeu (voz da Madalena) ou, no caso da versão para o Brasil, em Português do Brasil (voz da Raquel) • escrever texto ilustrado com símbolos, imagens e/ou fotografias • utilizar balões de fala e molduras para caixas de texto e imagens • aceder a uma galeria com mais de 1.500 imagens para ilustrar os trabalhos • alterar as cores utilizadas nas imagens e nos símbolos • inserir e utilizar as suas próprias fotografias digitais ou imagens digitalizadas • imprimir os trabalhos realizados em qualquer formato: A4, A4, A3, livro pronto a dobrar, ou em folhas soltas • construir facilmente grelhas (pranchas) para horários, fichas de trabalho ou quadros de comunicação, com texto e/ou símbolos”

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Retirado

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http://www.imagina.pt/produtos/software/invento-2/acedido

a

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de

Fevereiro de 2011 Comunicar com símbolos Esta tecnologia permite efectuar uma simbolização mais precisa com uma necessidade menor de correcções manuais.

• O texto é ilustrado automaticamente com símbolos • Inclui mais de 10.000 Símbolos para a Literacia da Widgit (conjunto actualizado de símbolos coloridos universais utilizado em cerca de 18 línguas)

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• Inclui uma biblioteca organizada por temas com mais de 1.500 imagens e fotografias • Inclui síntese de voz de excelente definição em Português Europeu (voz da Madalena) ou em Português do Brasil (voz da Raquel), consoante a versão comprada • A criação de novas actividades é bastante mais fácil e intuitiva, nomeadamente o processo de criação de grelhas de comunicação interactivas • Interface configurável de acordo com as necessidades e capacidades do utilizador (usuário) Aventuras2

Com o Aventuras 2, a ideia é aprender a Língua Portuguesa, brincando com os conteúdos do nosso caderno digital. Pretende-se trabalhar todas as suas componentes da Língua e desenvolver competências de leitura e escrita, através de:
• • • • • • • •

frases que podem ser divididas em expressões expressões que podem ser divididas em palavras palavras que podem ser divididas nas suas sílabas construir novas palavras com as sílabas existentes associar imagens, desenhos ou símbolos às palavras gravar a própria voz associando-a a palavras e imagens ouvir tudo o que está escrito fazer jogos com os conteúdos do próprio utilizador (usuário)

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Escrita com símbolos É um processador integrado de textos e de símbolos com diversas ferramentas para crianças e adultos com dificuldades na utilização de texto e/ou de comunicação. Contribui para a total autonomia do utilizador e facilita a aquisição de competências básicas em literacia de leitura e escrita. É um excelente auxiliar de expressão e comunicação.

Jogos da Carochinha Resultante da simbiose de duas dissertações desenvolvidas por Sofia Reis e Simone Ferreira, no âmbito do Curso de Mestrado em Multimédia em Educação da Universidade de Aveiro, os Jogos da Carochinha são uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento de competências básicas. Este trabalho foi desenvolvido especificamente para crianças com problemas motores e de fala. Mapa de ideias Ajuda a criar um espaço para organizar e estruturar o pensamento. Permite ligar ideias, documentos, páginas web e gráficos, dando, rapidamente, uma visão geral de um assunto ou tema. Permite apresentar as ideias numa nova perspectiva tridimensional utilizando tecnologia 3D, rodando e inclinando a visão do mapa. Transforma o Mapa de Ideias em documentos, apresentações ou página web, agilizando assim a estruturação e produção de documentos.
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Planificar, dar prioridade, controlar projectos e muitas outras actividades podem ser feitas com este software. Apesar de utilizar uma tecnologia sofisticada, é intuitivo e de simples utilização. Qualquer pessoa aprende a utilizá-lo em poucos minutos. É um novo produto multilingue e multiplataforma (Windows, Mac e Linux), cuja versão em Português foi traduzida pela Cnotinfor.

Pen incluir + PEN USB com recursos específicos para as Necessidades Educativas Especiais: histórias, canções, Esta pen inclui:

Livro em formato PDF "As TIC em Ambientes Educativos Especiais", da autoria de Simone Ferreira e Sofia Reis; Histórias animadas para desenvolvimento de competências básicas com interface simplificado, compatíveis com teclado de conceitos; Canções infantis animadas; Ambiente de aprendizagem feito no Escrita com Símbolos com actividades para Ouvir Música e Ouvir histórias; Pasta Recursos com diversas imagens e sons, organizadas nas seguintes temáticas: animais, comida, natureza, edifícios, pessoas, letras, mundo, números e transportes. Esta pasta corresponde à Pasta Apoio normalmente utilizada nas formações realizadas pelo Centro de Formação Cnoti.

• •

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Roamer World O software Roamer World permite expandir e reprogramar as potencialidades do Robot Roamer, sendo necessário para carregar e descarregar programas, comportamentos e novos teclados. O software permite programar no mundo virtual do computador e testar os efeitos no mundo físico através do robot. Os programas e aplicações apresentados anteriormente (do “Comunicar com símbolos” até ao “Roamer World”), bem como a explicação referente a cada um, estão disponíveis em http://www.imagina.pt/produtos/software/educacao-especial2/page/1/

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2.5.1 – Páginas Web educativas

• • • • • • • • • • • • •

Site com materiais diversos de 1º ciclo, planificações, exercícios on-line etc. – http://novocorte.com/quadroegiz Site com recursos educativos – http://www.prof2000.pt/ Sala de estudo virtual – http://www.cf-prof-arrabida.rcts.pt/zonixinicio.html Página de recursos digitais – http://www.cceseb.ipbeja.pt/ Jogo da glória da tabuada da multiplicação – http://www.cceseb.ipbeja.pt/tabuada/index.htm Hotpotatoes – http://www.cceseb.ipbeja.pt/Hotpotatoes/index.htm Site dedicado ao tema da energia – www.abcdaenergia.com Site do Aquário Vasco da Gama com base de dados das espécies em exposição, fotos, facto e curiosidades, etc. – http://aquariovgama.marinha.pt/PT/Pages/homepage.aspx Investiga e Partilha - Um espaço de actividades de investigação em Matemática – www.apm.pt/ip Método das 28 palavras – http://palavras28.no.sapo.pt/ Enciclopédia Britânica – www.britannica.com Tradutor Online – www.bussolaescolar.com.br/tradutor.htm Site brasileiro para crianças que aborda temas como a alimentação, arte, cultura, meio ambiente, higiene, desporto, tecnologia, saúde, viagem e diversão – www.canalkids.com.br

• • • •

Site com informação para jovens – www.edusurfa.pt Site com informações sobre as localidades do país – www.guiadeportugal.pt Site com jogos e actividades para as crianças – www.junior.te.pt Ajuda on-line em Matemática, lições interactivas, trabalhos de casa, jogos, etc. em inglês – www.mathgoodies.com

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• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

Portal de Ensino das Ciências e Cultura Científica – http://www.mocho.pt Site dedicado ao ensino da Física – http://nautilus.fis.uc.pt/ A Magia dos Números – http://nautilus.fis.uc.pt/mn/p_index.html Dicionário Online de Língua Portuguesa – www.priberam.pt Gramática Online de Língua Portuguesa – www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica.aspx Enciclopédia Wikipédia – http://pt.wikipedia.org Site com conteúdos de História de Portugal – www.ribatejo.com/hp Projecto Interactivo em inglês de Matemática – www.shodor.org/interactivate Serviço lúdico – educativo para crianças e jovens entre 5 e 13 anos – www.sitiodosmiudos.pt Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra – www.uc.pt/cd25a Actividades e recursos para crianças do 2-6 anos – http://www.first-school.ws/ Cooperativa de Educação e Reabilitação de crianças inadaptadas de Fafe – http://www.cercifaf.pt/ Aplicações interactivas para o 1.º ciclo e a Educação Especial – http://www.cercifaf.org.pt/mosaico.edu/ Entre Amigos – Rede de Informações sobre Deficiência – http://www.entreamigos.com.br/ Programas educativos interactivos – http://misprogramaseducativos.blogspot.com/ Estimulação sensorial e criativa – http://www.boohbah.tv/ Actividades pedagógicas para E.E. pré-escolar – http://www.malhatlantica.pt/apoio_pre_escolar/actividades.htm Conteúdos pedagógicos abordados através de animações, jogos, sons e imagens – http://www.estarconsigo.com/animacoes.htm Noddy – http://www.noddy.com/funtime/index_pt.html Puzzles, jogos e diversas actividades – http://www.poissonrouge.com/
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• • • • • • • • • • • • • • • • • •

Ruca – http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/ruca/index.php Teletubbies – http://www.bbc.co.uk/cbeebies/teletubbies/ Recursos sobre Ciências da Natureza – http://www.cientic.com/portal/ Eu Sei! – Centro de Competência TIC da ESE de Santarém – http://nonio.eses.pt/eusei/ No Mundo das Fábulas – http://nonio.eses.pt/fabulas/ Actividades 1.º ciclo – Univ. Évora – http://www.minerva.uevora.pt/web1/ TIC Ciênci@ – Univ. Évora – http://www.minerva.uevora.pt/ticiencia/index.htm Aventuras na Web – 1.º ciclo – http://www.minerva.uevora.pt/pre1ciclo/webquests.htm Netescrit@ – http://www.nonio.uminho.pt/netescrita Molecularium – Simulações em Química-Física - http://www.molecularium.net/ Softciências – Jogos sobre a Tabela Periódica – http://nautilus.fis.uc.pt/cec/jogostp/ Softciências – Camada de Ozono – http://nautilus.fis.uc.pt/cec/ozono/ Softciências – Caça ao Tesouro – http://nautilus.fis.uc.pt/cec/ct/ Jogo das Coisas – Centro de Física Computacional – http://www.jogodascoisas.net/ Cadernos Net – Actividades/Webquests – 1º, 2º, 3º ciclos, Secundário e Técnico – Proformar http://cadernosnet.proformar.org/ Programa de formação contínua em Matemática 1º ciclo Instituto Politécnico do Porto/Escola Superior de Educação http://viajarnamatematica.ese.ipp.pt/moodle/ Programa de formação contínua em Matemática 1º e 2º ciclo Universidade de Évora http://www.aprendermatematica.uevora.pt/index.htm Educamat – Escola Superior de Castelo Branco http://educamat.ese.ipcb.pt/0607/index.php? option=com_content&task=view&id=25&Itemid=70

• • •

Programa de formação contínua em Matemática – Instituto Politécnico de Leira http://blogs.esecs.ipleiria.pt/eb1mat/programa/ Material pedagógico – E.S.E. de Coimbra http://ndsim.esec.pt/pagina/fcmat/pagina.php?id=25 Blogue sobre Matemática – http://sseformat.blogspot.com/
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• • •

Programa de formação contínua em Matemática – E.S.E. de Viseu http://www.esev.ipv.pt/mat1ciclo/ Biblioteca Nacional de Manipuladores Virtuais – Matemática http://nlvm.usu.edu/en/nav/vlibrary.html Actividades de Matemática em Inglês – http://illuminations.nctm.org/Activities.aspx? grade=1&grade=2&grade=3&grade=4

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PARTE II – METODOLOGIA E INVESTIGAÇÃO

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Capítulo 3 - Metodologia: Estudo de caso
3.1 – Campo de desenvolvimento do estudo e as unidades de investigação: Hipóteses e variáveis

• • •

Hipótese direccional: A utilização das TIC motiva de igual forma os alunos com N.E.E. e os alunos do ensino regular. Variável independente: A utilização das TIC; Variável dependente: Motivação dos alunos com N.E.E. e alunos do ensino regular;

3.2 – Questões e objectivos da investigação De forma a definir mais facilmente a trajectória da investigação, foi necessário subdividir a questão geral em várias para que melhor se pudesse chegar ao cerne dos motivos que levaram a querer investigar acerca das representações dos alunos em relação ao uso do computador, em contexto escolar. Que questões querem ser respondidas? Que objectivos querem ser atingidos através desta investigação? Perante esta situação, definiram-se as seguintes questões e objectivos Questões:

• • • • • •

A utilização das TIC motiva de igual forma o processo de ensino – aprendizagem de alunos com N.E.E e alunos do ensino regular? Qual a motivação dos alunos para o uso do computador em situações de aprendizagem? Como encaram os alunos o uso do computador na escola? Onde e como usam o computador em contexto escolar? Que programas conhecem? O que gostam mais de fazer no computador?
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Objectivos:

• • • • •

Verificar se o uso das TIC motiva de igual forma o processo ensino – aprendizagem quer em alunos com N.E.E. quer com alunos do ensino regular; Perceber qual a motivação dos alunos para o uso do computador em situações de ensino – aprendizagem; Recolher dados sobre as representações que os alunos têm face à utilidade do computador na escola; Perceber onde e como se usa o computador em contexto escolar, porquê e para quê, em que sentido e com que finalidade; Analisar o conhecimento dos alunos sobre diversos programas e software;

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3.3 - Porquê, quem e onde? Porquê? As razões que levaram à escolha dos alunos/escola para a realização da investigação, prenderam-se com o facto de estar a exercer funções docente nesta escola desde há quatro anos lectivos até ao ano lectivo a decorrer. Deste modo, a familiaridade com a população facilitou o acesso a dados e aos próprios sujeitos da investigação, neste caso os alunos e docentes, dos quais possuía um conhecimento pessoal. Tal como é mencionado por Carmo e Ferreira (1998: 45), “o critério, que podemos identificar como critério da familiaridade do objecto de estudo, mostra-nos como é vantajoso que o trabalho a empreender se enraíze na experiência anterior do investigador”. Para além do critério da familiaridade, que pesou na escolha do local da investigação, foram tidos em conta outros critérios de conveniência que levaram a querer investigar sobre as representações de alunos dos terceiros e quartos anos, em relação ao uso do computador. Um deles foi o facto de ter sido docente de TIC e coordenadora TIC até ao ano lectivo anterior e terem havido aspectos que me chamaram a atenção, relativamente à forma como os alunos vibravam e se entusiasmavam sempre que usavam o computador na escola. Outro critério a realçar foi facto de se constatar que, no geral, alguns professores utilizavam os computadores com os alunos em vários contextos educativos (informática, inglês, ludoteca/videoteca, ainda, em projectos colaborativos na hora do apoio). Quem? Foi tido em consideração o facto dos alunos do terceiro e quarto ano serem as turmas que tinham mais actividades com o computador e, por essa razão, estavam mais familiarizados com essa ferramenta sendo vantajoso estudar com profundidade as suas representações.

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Onde? Passando ao campo de desenvolvimento do estudo, começámos por situar a escola fazendo uma breve alusão ao meio em que está inserida, ao edifício em si e população escolar em geral, para depois passarmos à caracterização dos alunos que foram objecto do estudo. A escola onde foi desenvolvido o estudo situa-se na zona alta do concelho do Funchal. O meio é considerado só por si complexo e, é-o ainda mais, se considerarmos as componentes do meio extra-escolar, o que por necessidade de restrição do estudo não abordamos, apenas referindo quando necessário. A escola Básica do Primeiro Ciclo com Pré, designada aqui pela letra P.F. situase no concelho do Funchal, na zona alta da freguesia de São Gonçalo. É uma escola que foi construída em 1986, pela Câmara Municipal do Funchal e está situada num dos inúmeros terrenos pertencentes à família Blandy (proprietários da Quinta do Palheiro Ferreiro). A zona onde a escola está situada é caracterizada por ter invernos bastante húmidos e chuvosos. No meio em que esta se insere, a actividade comercial é diminuta, limitando-se a alguns armazéns de venda de materiais de construção civil, bem como a produtos alimentares, duas oficinas de automóveis e uma mercearia. Nas proximidades do estabelecimento de ensino existe um bairro social, onde habitam setenta e quatro famílias. A droga, o álcool, o desemprego e o divórcio são os principais problemas sociais que atingem estas famílias, repercutindo-se isso negativamente na aprendizagem, no comportamento e numa progressiva alteração do sistema de valores dos discentes. O nível sócio económico dos agregados familiares dos alunos desta escola é médio/baixo, ocupando-se as mulheres das tarefas domésticas e estando o homem ligado a profissões mal remuneradas. As habilitações literárias dos encarregados de educação são mínimas, possuindo a grande maioria apenas o 4º ano. No âmbito de Organizações Desportivas existe o Clube Desportivo 1º de Maio, que acolhe muitos dos alunos desta escola na prática do futebol. A nível de meios de transporte, esta zona é servida pelos transportes públicos “Horários do Funchal”. Inicialmente a escola tinha quatro salas de aula, uma sala para os professores, duas casas de banho e um pequeno refeitório. No final do ano lectivo 1998 / 1999 foram
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realizadas grandes remodelações para que fosse possível a sua passagem a um regime a tempo inteiro. O primeiro piso compreende uma sala destinada ao pré – escolar, uma casa de banho para os alunos, uma sala para os docentes, a cozinha e o refeitório. Junto a este último espaço, existem duas arrecadações (para o gás, para os produtos de limpeza, material escolar e desportivo). Na parte frontal da escola existe um jardim e uma área destinada quer ao recreio, quer às aulas de Expressão e Educação Físico – Motora. Consideramos oportuno referenciar que, pelo facto da escola estar situada numa zona alta e atendendo às condições climatéricas que se fazem sentir no Inverno (nevoeiro denso, chuva e ventos fortes), os alunos ficam impossibilitados de terem aulas de Educação e Expressão Física – Motora ou até mesmo brincarem com os colegas. No segundo piso, temos o gabinete de direcção (que também é usado para aulas de Apoio Pedagógico Acrescido e Ensino Especial), quatro salas de aulas, duas destinadas as áreas curriculares, uma destinada às aulas de Expressão Plástica, Sala de Estudo, Videoteca, Ludoteca e Apoio, outra destinada à prática de Inglês, Expressão Musical e Dramática, Informática e uma sala pequena onde se situa a biblioteca e a uma casa de banho para os professores. É de salientar que este estabelecimento de ensino carece de um espaço coberto para a prática de Educação Física e outras actividades, pois como os invernos são rigorosos, os alunos não podem permanecer no exterior. Perspectiva-se que para o próximo ano lectivo a escola seja ampliada e sejam construídas mais duas salas no piso superior e um salão no piso inferior, com cerca de 100m2, destinado à prática de Educação Física, festas, reuniões, etc. A escola possui uma área ajardinada, que é cuidada pelos alunos, professores, funcionários e um jardineiro que se desloca à escola nos dois primeiros dias de cada mês. O corpo docente é constituído por doze docentes e o corpo não docente é formado por uma técnica superior de biblioteca, uma técnica administrativa, duas cozinheiras e duas auxiliares de acção educativa. Nesta escola existem 71 alunos, distribuídos por uma turma do pré – escolar, uma do primeiro, uma do segundo e terceiro anos juntos e uma do quarto ano. E o horário de funcionamento é das 8h15m às 18h20m.

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Capítulo 4 - Apresentação análise e interpretação de dados
4.1 - Instrumentos e procedimentos na recolha de dados Na presente investigação utilizámos como técnicas privilegiadas de recolha de dados, a observação e questionários. 4.2 - Análise e interpretação dos dados relativos aos indicadores encontrados nas observações Foram observados os alunos que tinham apoio da Educação Especial do 3.º e 4.ºs anos, no total cinco: dois do terceiro ano e três do quarto ano. O objectivo da observação era chegar a conclusões sobre dois pontos principais: primeiro, a sua conduta como aluno e segundo, os seus conhecimentos acerca das TIC. Quanto ao ponto um, observou-se a relação com os colegas, verificando que por vezes não é a mais correcta. A relação com os adultos é no geral positiva. Quanto à relação com o trabalho individual/falta de atenção esta não é das melhores. Relativamente à conduta dos alunos ser perturbadora, demonstrou-se que no geral não é a mais correcta. No aspecto da motivação e da confiança todos os alunos estão no geral motivados mas nenhum acredita nas suas capacidades e no sucesso do seu trabalho. Relativamente ao ponto dois, observou-se qual o conhecimento que tinham a nível das TIC, nomeadamente: Sobre a Introdução às Tecnologias da Informação e Comunicação os resultados foram bons pois praticamente observar. Em relação ao programa de desenho e ilustração e ao processador de texto, o produto final foi excelente pois todos os alunos atingiram os objectivos propostos a observar. Quanto ao introdução à Internet no geral o balanço foi positivo embora, relativamente à segurança na internet, o resultado não tenha sido o mesmo pois nem sempre cumprem as regras definidas em contexto de sala de aula, às vezes navegam sem
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os alunos conseguiram realizar o que era suposto

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acompanhamento de adultos e raramente comunicam com adultos acerca das suas experiências como utilizadores. As grelhas de observação de todos os alunos encontram-se preenchidas em anexo.

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4.3 - Análise e interpretação de dados relativos aos indicadores encontrados nos questionários

Questionário 1 - Docentes
1. Sexo

Variável Feminino Masculino Total 2. Idade

Frequência absoluta 12 3 15

Frequência relativa 80% 20% 100%

Variável Menos de 30 30 a 39 40 a 49 50 ou mais Total

Frequência absoluta 3 5 5 2 14

Frequência relativa 20% 33,333% 33,333% 13,333% 100%

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3. Formação Académica

Variável Bacharel Licenciado Pós graduado Mestre Doutorado Outro Total 4. Há quanto tempo lecciona

Frequência absoluta 0 11 0 3 0 1 15

Frequência relativa 0% 73% 0% 20% 0% 7% 100%

Variável Menos de 1 ano 1 a 5 anos 6 a 10 anos 11 a 15 anos 16 a 20 anos Mais de 21 anos Total

Frequência absoluta 0 2 3 6 1 3 14

Frequência relativa 0% 13% 20% 40% 7% 20% 100%

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5. Situação profissional:

Variável Contratado QZP Quadro de escola Total

Frequência absoluta 4 0 11 15

Frequência relativa 27% 0% 73% 100%

6. Nível de ensino a que lecciona:

Variável Pré escolar 1.º ciclo do ensino básico Total

Frequência absoluta 6 12 17

Frequência relativa 43% 86% 129%

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Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 15 docentes, obtivemos 17 respostas correspondendo a 129%. 7. Ano(s) de escolaridade que lecciona:

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Variável Pré escolar 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano Total

Frequência absoluta 8 9 10 9 9 45

Frequência relativa 53,33% 60% 66,67% 60% 60% 300%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 15 docentes, obtivemos 45 respostas correspondendo a 300%. 8. Função que exerce

Variável Director de escola Educador de infância Professor titular de turma Professor das actividades de enriquecimento curricular Professor do apoio educativo Professor da educação especial Total

Frequência absoluta 1 2 3 7 4 1 18

Frequência relativa 6,66% 13,33% 20% 46,66% 26,66% 6,66% 120%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 15 docentes, obtivemos 18 respostas correspondendo a 120%.

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9. Ao longo da sua carreira realizou alguma formação na área das necessidades educativas especiais?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 4 11 15

Frequência relativa 27% 73% 100%

9.1 Se respondeu sim, especifique qual

Variável Licenciatura Pós graduação Mestrado Doutoramento Formações contínuas/workshops Total

Frequência absoluta 1 0 0 0 3 4

Frequência relativa 25% 0% 0% 0% 75% 100%

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10. Considera que o trabalho de parceria com um professor da Educação Especial é:

Variável Muito importante Importante Pouco importante Nada importante Total

Frequência absoluta 12 3 0 0 15

Frequência relativa 80% 20% 0% 0% 100%

11. Existe algum aluno com necessidades educativas especiais nas turmas que lecciona?

Variável Sim Não Não respondeu Total

Frequência absoluta 14 0 1 15

Frequência relativa 93% 0% 7% 100%

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11.1 Se respondeu sim, diga qual o tipo de necessidades educativas especiais possui.

Variável Cognitiva Motora Audição Visão Outra Total

Frequência absoluta 12 4 0 4 4 24

Frequência relativa 86% 29% 0% 29% 29% 173%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 15 docentes, obtivemos 24 respostas correspondendo a 173%. 12. Acha que a escola onde lecciona se encontra preparada para receber este tipo de alunos?

Variável Sim Não Talvez Total

Frequência absoluta 4 4 7 15

Frequência relativa 26,5% 26,5% 47% 100%

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12.1 Se respondeu negativamente na questão anterior, acha que esse problema se deve a:

Variável Falta de acessibilidades da escola Falta de recursos humanos especializados Total

Frequência absoluta 2 2 4

Frequência relativa 50% 50% 100%

13. Dos seguintes documentos assinale aqueles que lhe são familiares:

Variável Artigo 17º/18º da Lei de Bases do Sistema Educativo Dec. Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro Declaração de Salamanca Não conhece/ não respondeu Total

Frequência absoluta 11 5 6 4 25

Frequência relativa 73,33% 33,33% 40% 26,67% 173,33%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 15 docentes, obtivemos 25 respostas correspondendo a 173,33%. 14. Tem formação na Área das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação?

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Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 9 6 15

Frequência relativa 60% 40% 100%

14.1 Se respondeu sim, especifique qual:

Variável Licenciatura Pós graduação Mestrado Doutoramento Formações contínuas/workshops Total

Frequência absoluta 0 0 0 0 9 9

Frequência relativa 0% 0% 0% 0% 100% 100%

15. Considera importante a formação e actualização na área das TIC?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 15 0 15

Frequência relativa 100% 0% 100%
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16. Utiliza o computador na sua prática lectiva?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 12 3 15

Frequência relativa 80% 20% 100%

17. Incentiva os seus alunos a elaborarem trabalhos com recurso às TIC?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 15 0 15

Frequência relativa 100% 0 100%

18. Considera a sua escola bem equipada a nível das TIC?

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Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 13 2 15

Frequência relativa 87% 13% 100%

18.1 Se respondeu que não, que recursos gostaria que estivessem disponíveis? Surgiram algumas respostas como: • Quadros interactivos móveis • Internet em todas as salas • Computadores na sala curricular 19. Realizou ultimamente alguma acção de formação no âmbito das TIC?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 4 11 15

Frequência relativa 27% 73% 100%

19.1 Se respondeu sim, refira o balanço:

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Variável Muito positivo Positivo Pouco positivo Nada positivo Total

Frequência absoluta 1 3 0 0 4

Frequência relativa 25% 75% 0% 0% 100

20. Acha importante o uso das TIC no desenvolvimento de alunos com necessidades eductaivas especiais?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 15 0 15

Frequência relativa 100% 0% 100%

21. Tem formação na área das TIC ligada ao processo de ensino-aprendizagem de alunos com Necessidades Educativas Especiais?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 3 12 15

Frequência relativa 20% 80% 100%

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22. Utiliza o computador como pedagogia diferenciada com os alunos com N.E.E.?

Variável Sim Não Não respondeu Total

Frequência absoluta 6 8 1 15

Frequência relativa 40% 53% 17% 100%

22.1 Se já utilizou as TIC, no processo de ensino-aprendizagem de alunos com Necessidades Educativas Especiais, como o classifica:

Variável Muito positivo Positivo Pouco positivo Nada positivo Total

Frequência absoluta 5 3 0 0 8

Frequência relativa 62,5% 37,5% 0% 0% 100%

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23. Tem por hábito elaborar recursos multimédia / informáticos que facilitem a aprendizagem dos alunos com NEE.?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 7 8 15

Frequência relativa 47% 53% 100%

24. Tem conhecimento de sites com recursos para crianças com N.E.E.?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 5 10 15

Frequência relativa 33% 67% 100%

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25. No seu entender, qual é, para a escola, o obstáculo mais difícil de ultrapassar, no que respeita à real integração das TIC no ensino – aprendizagem:

Variável Falta de meios técnicos (computadores, salas, ligação à internet) Falta de recursos humanos para apoiar o professor face a dúvidas Falta de software e recursos digitais apropriados Falta de motivação dos professores Outros motivos Total

Frequência absoluta

Frequência relativa

6 1 7 7 2 23

40% 7% 47% 47% 13% 154%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 15 docentes, obtivemos 23 respostas correspondendo a 154%.

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4.3.1 Conclusão do questionário 1 – docentes
Os questionários foram respondidos pela totalidade de docentes da escola 15 docentes da escola entre os quais 12 do sexo feminino e 3 do masculino. As idades compreendidas entre menos de 30 e mais de 50 anos, respectivamente: • 3 docentes com menos de 30 anos; 5 docentes de 30 a 39; 5 docentes de 40 a 49; 2 docentes de 50 ou mais. Relativamente à formação académica dos docentes, treze eram licenciados, três mestres e um tinha habilitação própria. Entre estes docentes, 2 leccionam há menos de 5 anos, 3 de 6 a 10 anos, 6 de 11 a 15, 1 de 16 a 20, 3 há mais de 21 anos. Quanto à situação profissional, 4 docentes são contratados e 11 são de quadro de escola. Um docente executava funções de director de escola, 2 Educadores de infância, 3 titulares de turma, 7 professores de actividades de enriquecimento curricular, entre os quais 2 leccionavam também apoio pedagógico acrescido, 1 docente de educação especial e 2 de apoio pedagógico acrescido e sala de estudo. Destes docentes, apenas 4 haviam realizado formações na área das NEE, sendo estas, 1 docente com licenciatura e 3 formações contínuas/workshops. Doze docentes confirmaram que o trabalho de parceria com o professor da Educação Especial era muito importante e três importante. Catorze docentes afirmaram ter alunos com NEE nas suas turmas e um docente não respondeu. Entre o tipo de NEE que existiam são essencialmente cognitivas e motoras. Do total dos docentes, quatro afirmaram que a escola se encontrava preparada para receber alunos com NEE, quatro afirmaram não estar preparada e sete talvez. Dos quatro que afirmaram que a escola não se encontrava preparada, dois dizem que se deve a falta de acessibilidades da escola e dois a falta de recursos humanos especializados. Em relação aos documentos que eram familiares aos docentes, 11 conheciam o artigo 17º e 18º da Lei de Bases do Sistema Educativo, 5 conheciam o Dec. Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro e 6 a Declaração de Salamanca. Quatro docentes não responderam ou não conhecem.

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Nove professores têm formação contínua ou frequentaram workshops na área das TIC e seis não. Todos os professores consideraram importante a formação e actualização na área das TIC. Dos inquiridos doze utilizam o computador na sua prática lectiva e três não embora todos incentivem os seus alunos a elaborarem trabalhos com recursos às TIC. No que diz respeito à escola estar bem equipada a nível das TIC, treze docentes disseram que sim e dois que não. Dos que responderam negativamente gostariam que estivessem disponíveis quadros interactivos móveis, internet em todas as salas e computadores nas salas curriculares. Apenas quatro dos inquiridos realizaram ultimamente formações no âmbito das TIC. Um deles referiu que obteve dessa acção um balanço muito positivo e os outros três, um balanço positivo. Todos os docentes pensam ser importante o uso das TIC no desenvolvimento de alunos com NEE mas apenas três têm formação na área das TIC no processo e ensino – aprendizagem de alunos com NEE. Seis dos quinze docentes utiliza o computador como pedagogia diferenciada com os alunos com NEE, oito não utilizaram e um não respondeu. Dos docentes que utilizaram o computador como pedagogia diferenciada, cinco classificaram-na de muito positiva e três de positiva. Sete docentes afirmaram ter por hábito elaborar recursos multimédia/informáticos que facilitam a aprendizagem dos alunos com NEE e oito não. Cinco docentes têm conhecimento de sites com recursos para crianças com NEE e dez não tinham. Em relação ao obstáculo mais difícil de ultrapassar no que respeita à real integração das TIC no processo ensino – aprendizagem:

Seis referiram falta de meios técnicos (computadores, salas,
ligação à internet); Um referiu falta de recursos humanos para apoiar o professor face a dúvidas; Sete referiram falta de software e recursos digitais apropriados; Sete referiram falta de motivação dos professores Dois referiram outros motivos.
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• • • •

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Questionário 2 – Alunos 1. Sexo:

Variável Feminino Masculino Total 2. Idade:

Frequência absoluta 11 15 26

Frequência relativa 42% 58% 100%

Variável 8 anos 9 anos 10 anos Mais de 10 Total 3. Ano de escolaridade:

Frequência absoluta 6 14 6 0 26

Frequência relativa 23% 54% 23% 0% 100%

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Variável 3º Ano 4º Ano Total 4. Beneficias de apoio escolar?

Frequência absoluta 11 15 26

Frequência relativa 42% 58% 100%

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 15 11 26

Frequência relativa 58% 42% 100%

4.1 Se respondeste sim, que tipo de apoio?

Variável Apoio Pedagógico Acrescido Educação Especial Total

Frequência absoluta 15 3 18

Frequência relativa 100% 20% 120%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Apesar de serem apenas 18 alunos com apoio escolar, alguns beneficiam tanto de apoio pedagógico acrescido como de educação especial correspondendo a 120%.

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5. Tens computador em casa?

Variável Sim Não Total 5.1 De quem é o computador?

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

Variável Pais Irmãos Meu Outros Total

Frequência absoluta 2 1 15 8 26

Frequência relativa 7,7% 3,8% 57,7% 30,8% 100%

6. Gostas de usar o computador?

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Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

7. Como começaste a utilizar o computador?

Variável Na disciplina de TIC Em casa, sozinho Com ajuda de familiar ou amigo Outro Total

Frequência absoluta 11 9 8 0 28

Frequência relativa 42% 35% 31% 0% 108%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 28 respostas correspondendo a 108%. 8. Com que fins utilizas o computador?

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Variável Para jogar Para estudar Para elaborar apresentações electrónicas (p. exemplo Powerpoint) Para conhecer cd’s de apoio dos manuais escolares Para pesquisar na internet assuntos relacionados com as aulas Para desenhar (p. exemplo no Paint) Outros Total

Frequência absoluta 20 19 12 10 19 6 6 92

Frequência relativa 77% 73% 46% 38% 73% 23% 23% 353%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção, pelo apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 92 respostas correspondendo a 353%. 9. O que gostas mais de fazer no computador?

Variável Jogar Escrever textos Pesquisar na internet Outro Total

Frequência absoluta 21 7 15 4 47

Frequência relativa 81% 27% 58% 15% 181%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 47 respostas correspondendo a 181%.

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10. Achas útil o uso do computador na escola?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

11. Achas que o computador é importante para aprender? Aprendes muita coisa?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

12. Achas que os trabalhos são mais aliciantes se houver recurso ao computador?

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Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

13. Na tua opinião achas que o uso dos computadores veio a beneficiar a tua aprendizagem?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

14. A escola onde estudas tem computadores suficientes para os alunos realizarem as suas tarefas?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 19 7 26

Frequência relativa 73% 27% 100%

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14.1 Achas que deviam existir mais computadores na escola?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 25 1 26

Frequência relativa 96% 4% 100%

14.2 A escola onde estudas tem acesso à Internet?

Variável Sim Não Total

Frequência absoluta 26 0 26

Frequência relativa 100% 0% 100%

15. Tens correio electrónico (email)?

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Variável Sim Não Total 15.1 Se sim, onde o criaste?

Frequência absoluta 24 2 26

Frequência relativa 92% 8% 100%

Variável Em casa Na escola Outro local Total

Frequência absoluta 12 22 0 34

Frequência relativa 50% 92% 0% 142%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 34 respostas correspondendo a 142%. 15.2 Com quem comunicas com correio electrónico (email)?

Variável Com colegas da escola Com professores Com amigos e familiares Outros Total

Frequência absoluta 18 17 13 0 48

Frequência relativa 75% 71% 54% 0% 200%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 48 respostas correspondendo a 200%.

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16. Os teus professores utilizam na sala de aula o computador e/ou equipamentos diversos como auxiliar de ensino?

Variável Sempre Algumas vezes Nunca Total

Frequência absoluta 11 15 0 26

Frequência relativa 42% 58% 0 100%

16.1 Quem dinamiza mais actividades com o computador na tua escola?

Variável Professor da curricular Professor de TIC Professor de Inglês Outro Total

Frequência absoluta 0 26 19 2 47

Frequência relativa 0% 100% 73% 8% 181%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 47 respostas correspondendo a 181%.

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16.2 Que equipamento usam os professores?

Variável Computador Gravador de áudio DVD Projector Digitalizador Impressora Gravador de CD’S/DVD’S Equipamento de ligação à Internet Máquina fotográfica Outro Total

Frequência absoluta 24 2 22 25 10 20 7 20 8 0 138

Frequência relativa 96% 8% 88% 100% 40% 80% 28% 80% 32% 0% 552%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 138 respostas correspondendo a 552%.

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16.3 Indica que tipo de aplicação(ões) informática(s) usam os professores na sala de aula?

Variável Processador de texto (por exemplo Word) Folha de cálculo (por exemplo Excel) Programas de desenhos/gráficos Multimédia Internet Correio electrónico (email) Software pedagógico Outro Total

Frequência absoluta 25 0 26 16 25 26 18 0 136

Frequência relativa 96% 0% 100% 62% 96% 100% 69% 0% 526%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 136 respostas correspondendo a 526%. 17. Na tua opinião o computador é importante para:

Variável

Frequência absoluta

Frequência relativa
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Facilitar os professores/alunos na realização de algumas tarefas Desenvolver capacidades cognitivas específicas nos alunos Auxiliar os alunos na aprendizagem de uma determinadas disciplina ou tópicos específicos dessa disciplina Auxiliar o professor bo ensino de determinados tópicos do programa da(s) sua(s) disciplinas Total

26 21 22 22 91

100% 81% 85% 85% 351%

Observação: Era possível seleccionar mais de uma opção. Posto isto, apesar de serem apenas 26 alunos, obtivemos 91 respostas correspondendo a 351%.

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4.3.2 Conclusões do questionário 2 – alunos
Foram inquiridos no total 26 alunos de dois anos de escolaridade. Apenas um aluno não foi inquirido pois não se obteve autorização do encarregado de educação. Relativamente ao sexo, houve 11 do sexo masculino e 15 do sexo masculino, entre os 8 e os 10 anos. De entre estas idades houve 6 alunos com oito anos, 14 alunos com nove anos e 6 alunos com 10 anos. Os alunos em questão pertenciam ao terceiro e quarto ano. Houve 11 inquiridos do terceiro ano e 15 do quarto ano. Dos 26 alunos 15 beneficiam de apoio escolar e 11 não. Dos que beneficiam 15 tem apoio pedagógico acrescido e três desses têm apoio da educação especial também. Todos os alunos possuem computador em casa. Quinze dizem que o computador é seu, dois dos pais, 1 de irmãos e oito responderam “outros” referindo-se a tios ou como sendo de todos na casa. Todos os alunos responderam que gostam de usar o computador e onze começaram a utilizá-lo nas aulas TIC, nove em casa sozinhos, oito com ajuda de familiares ou amigos. Nesta questão era possível seleccionar mais do que uma opção pelo que foram obtidas 28 respostas. Quando foram questionados acerca de com que fins utilizam os computadores, 20 responderam que era para jogar, 19 para estudar, 12 para elaborar apresentações electrónicas, 10 para conhecer os cd’s de apoio dos manuais escolares, 19 para pesquisar na internet assuntos relacionados com as aulas, 6 para desenhar e 6 para outros fins, sendo estes para aceder a redes sociais apesar de ainda não terem idade mínima para o fazer. Também nesta pergunta era possível escolher mais do que uma opção pelo que se obteve 92 respostas. Relativamente ao que mais gostam de fazer no computador, 21 alunos responderam que era jogar, 7 escrever textos, 15 pesquisas na internet e 4 para outros fins (redes sociais). Os 26 alunos acham útil o uso do computador na escola, pensam também que é importante para aprender e que os trabalhos são mais aliciantes se houver recurso ao computador e que essa utilização veio a beneficiar a sua aprendizagem.

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Dezanove dos inquiridos pensam haver computadores suficientes para os alunos realizarem as suas tarefas na escola onde estudam contra 7 que discordam. Apesar de um grande número achar que há computadores suficientes 25 acham que deviam existit mais computadores e um que não. Todos os alunos responderam que a escola onde estudam tem acesso à internet. Vinte e quatro alunos têm correio electrónico e dois não. Doze alunos criaram o email em casa e vinte e dois na escola havendo alunos que tinham dois emails, um criado em casa e outro na escola. Quando questionados sobre com quem comunicam através do correio electrónico, dezoito alunos responderam que é com os colegas da escola, dezassete com professores, 13 com amigos e familiares. Foram obtidas 48 respostas pois era possível seleccionar mais do que uma hipótese. Em relação ao uso do computador e/ou equipamentos diversos como auxiliar de ensino pelos professores, onze dos alunos responderam que os docentes utilizavam sempre e 15 algumas vezes. Quem dinamiza mais actividades com o computador na escola na opinião dos alunos com 26 respostas o professor de TIC, 19 o professor de Inglês e 2 outros docentes. Quanto aos equipamentos que os professores usam, 24 inquiridos responderam o computador, 2 o gravador de áudio, 22 DVD, 25 o projector, 10 o digitalizador, 20 a impressora, 7 o gravador de CD’S/DVD’S, 20 o equipamento de ligação à internet e 8 a máquina fotográfica. Em relação às aplicações informáticas que os professores usam na sala de aula, 25 alunos responderam o processador de texto, 26 programas de desenhos/gráficos, 16 multimédia, 25 internet, 26 correio electrónico e 18 software pedagógico. Na opinião dos alunos o computador é importante para: 26 deles facilitar os professores/alunos na realização de algumas tarefas, 21 para desenvolver capacidades cognitivas específicas aos alunos, 22 auxiliar os alunos na aprendizagem de uma determinada disciplina ou tópicos específicos dessa disciplina, 22 auxiliar o professor no ensino de determinados tópicos do programa da(s) sua(s) disciplinas.

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Capítulo 5 - Triangulação e discussão dos resultados
Neste capítulo iremos realizar a triangulação e discussão dos resultados obtidos através dos questionários realizados quer aos docentes, quer aos alunos, comparando-os a fim de chegar a uma conclusão concreta da realidade. A partir dos questionários dos alunos, constatamos que dos 26 alunos 15 beneficiam de apoio escolar e 11 não. Dos que beneficiam 15 tem apoio pedagógico acrescido e três desses têm apoio da educação especial também. Inquirimos aos docentes se existiam alunos com NEE nas turmas e 14 responderam afirmativamente e 1 docente não respondeu o que atesta a veracidade dos factos de ambas as partes. Foi questionado aos docentes se utilizavam o computador na sua prática lectiva. Da totalidade dos quinze inquiridos, doze afirmaram que sim e três que não embora todos declarassem que incentivam os seus alunos a elaborarem trabalhos com recurso às TIC. Do ponto de vista dos alunos, estes afirmam que quem dinamiza mais actividades com o computador na escola são: o professor de TIC (26), o de inglês (19), e outros (2) referindo-se a um docente de apoio pedagógico acrescido, Destes três docentes, onze alunos mencionaram que os docentes utilizavam sempre o computador e/ou equipamentos diversos como auxiliar de ensino no entanto, 15 alunos mencionaram que os docentes utilizavam apenas algumas vezes. Posto isto, pode verificar-se que existe uma discrepância entre a opinião dos docentes e dos alunos pois doze professores afirmam utilizar o computador e os alunos mencionam apenas três. Até que ponto estarão os docentes a dizer a verdade? Ou apenas responderam que sim para não serem “julgados”? Os docentes podem também ter respondido a considerar a planificação e preparação de aulas. Fica a questão no ar! Os docentes foram questionados se consideravam a sua escola bem equipada a nível das TIC, treze disseram que sim e dois disseram que não dizendo que gostariam de ter disponíveis quadros interactivos móveis, internet em todas as salas e computadores nas salas curriculares. Fizemos a mesma pergunta aos alunos (em relação a haver computadores suficientes para realizarem as tarefas) e dezanove responderam que sim e sete que não

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embora na pergunta seguinte vinte e cinco dos alunos afirmaram que deviam existir mais computadores na escola e apenas um foi da opinião que eram suficientes. Nesta questão as opiniões estão equilibradas pois tanto a maioria dos docentes como os alunos pensam que a escola está bem equipada embora pudessem haver mais recursos disponíveis. Inquirimos também os docentes de forma a saber se utilizam o computador como pedagogia diferenciada com os alunos com NEE e se tinham por hábito elaborar recursos multimédia/informáticos que facilitam a aprendizagem dos alunos com NEE. Seis docentes responderam que usam o computador como pedagogia diferenciada, oito disseram que não e um docente não respondeu. Relativamente à elaboração de recursos multimédia/informáticos sete docentes afirmaram que realizavam e oito que não. Aos alunos perguntamos que equipamentos usavam os professores ao que responderam que utilizavam principalmente o computador (24), DVD (22), projector (25), impressora (20), equipamento de ligação à Internet (20), digitalizador (10), máquina fotográfica (8), gravador de CD’S/DVD’S (7) e gravador de áudio (2). Em relação às aplicações informáticas que os professores usavam 25 afirmaram o Processador de texto (por exemplo Word), 26 Programas de desenhos/gráficos, 16 Multimédia, 25 Internet, 26 Correio electrónico (email) e 18 Software pedagógico. Questionamos também aos alunos se achavam útil o uso do computador na escola, se é importante para aprender, se aprendem muito, se pensam que os trabalhos são mais aliciantes se houver recurso aos computadores e se o uso dos computadores veio a beneficiar as suas aprendizagens. Pode concluir-se que há, efectivamente, docentes que utilizam o computador como pedagogia diferenciada e que elaboram recursos multimédia/informáticos, sendo que os alunos gostam dessas experiências, aprendem com elas e que o recurso ao computador os motiva bastante.

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PARTE III – CONSIDERAÇÕES FINAIS

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Capítulo 6 – Conclusão Este trabalho despertou-nos para as dificuldades de inclusão sentidas pelas pessoas que, de uma forma ou de outra, possuam limitações físicas e/ou intelectuais. Começámos por apresentar algumas definições, nomeadamente de Educação Especial, tecnologia e inclusão. Pareceu-nos fulcral a utilização de tecnologias, mais ou menos complexas, no processo de educação, em geral, e educação especial, de um modo mais particular. Procurámos explicitar da melhor forma o papel preponderante da tecnologia no desenvolvimento de determinadas capacidades que permitem, em última análise, uma melhor e mais eficiente inclusão num mundo feito para os ditos “normais”. Apresentámos também o conceito de “software” e “hardware”, bem como alguns exemplos que facilitam o dia a dia e os processos de desenvolvimento, aprendizagem e socialização das pessoas com necessidades especiais.

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Referências Bibliográficas • • •
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 CORREIA, L. M., (2003). Inclusão e Necessidades Educativas Especiais. Um guia para
Educadores e Professores. Braga: Quadrado Azul Editora

 GODINHO, F. ET AL (2004). Tecnologias de informação sem Barreiras no Local de Trabalho.
Vila Real: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 NICOLAU, I. (2005). «Apresentação da colecção APGC» In SILVA, R. e SILVA, A. (org.).
Educação Aprendizagem e Tecnologia. Um paradigma Para Professores do Século XXI. Lisboa: Edições Sílabo, Lda. pp. 7-8

 PINTO, M. (2002). Práticas Educativas numa Sociedade Global. Porto: Edições ASA.  PONTE, J. (1986). O computador – Um Instrumento da Educação. Lisboa: Texto Editora  PONTE, J. P. (1997). As novas tecnologias e a Educação: Lisboa: Texto Editora
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Sites consultados

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Anexos

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ANE XO I - O b s ervação di recta al u n os com N.E .E do 3.º An o – Al un o J.M.F.L .

1.1 – Relação com os colegas Competências

Sempre

Nunca

Às vezes

Conflituoso Comunicativo Extrovertido Egoísta Sociável
1.2 – Relação com os adultos Competências Sempre Sempre Nunca Nunca

X X X X X

Às vezes

Obediente

Competências

X Às vezes X XX

Independente iniciar o trabalho a não ser que seja chamado à atenção Permanece sem Inicia a tarefa mas não termina sem constantes chamadas de atenção Orgulhoso Submisso Inicia o trabalho, mas abandona-o mesmo sendo chamado à atenção Trabalha de forma intermitente, começa e deixa a tarefa sem a terminar Conclui as tarefas de forma lenta
1.3 – Relação com o trabalho individual – Falta de atenção 2.1 – Conduta Perturbadora Competências

X X X

X X

Sempre

Nunca

Às vezes

Fala com os colegas enquanto realiza os trabalhos Faz gestos e barulho de forma notória perturbando colegas e professor Comporta-se de forma perturbadora e indisciplinada Respeita as normas de preservação dos equipamentos respo

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

2.2 – Motivação e confiança Competências Sempre Nunca Às vezes

Não mostra motivação para a tarefa Não acredita nas suas capacidades de realização Tem pouca confiança no seu sucesso nas tarefas
3. – Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Objectivos Sim

X X X
Não

Conhece os elementos constituintes de um computador (CPU, teclado, monitor, rato) Liga e desliga correctamente o computador Manuseia correctamente (com destreza) o teclado e o rato Identifica o ambiente de trabalho Acede a aplicações através de um atalho no ambiente e trabalho e através do menu iniciar Gere janelas (minimiza, fecha e maximiza)
4. – Desenho e ilustração Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Desenvolve a motricidade fina e a percepção espacial através da utilização do teclado e do rato Identifica o programa informático de desenho utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Utiliza diversas ferramentas do programa (desenha, apaga, pinta, etc.) Grava documentos Fecha o programa
5. – Processador de Texto Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Identifica o programa de processamento de texto utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Conhece o ambiente gráfico (barra de título, barra de formatação, barra padrão, etc.) Digita letras e números Grava documentos Abre e fecha o programa
6. – Introdução à Internet Objectivos

X X X X X X

Sim

Não

Abre um browser através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Identifica a barra de endereços URL Pesquisa informação (imagens) sob orientação do professor referente a um tema específico
7. – Segurança na Internet Objectivos Sempre

X X X

Nunca

Às vezes

Utiliza a Internet respeitando as regas definidas em contexto de sala de aula Desenvolve atitudes de prevenção e protecção online Navega com acompanhamento ou em local visível por adultos Comunica regularmente com adultos as suas experiências como utilizador
A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

X X X X
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Formação para projectos

2011

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

ANE XO I I Ob s ervação d i recta al un os com N.E .E d os 3.º An o – Alu n o L .V.A.P.

1.1 – Relação com os colegas COMPETÊNCIAS Sempre Nunca Às vezes

Conflituoso Comunicativo Extrovertido Egoísta Sociável
1.2 – Relação com os adultos Competências Sempre Sempre Nunca Nunca

X X X X X

Às vezes

Obediente

Competências

X Às vezes XX XX XX X

Independente iniciar o trabalho a não ser que seja chamado à atenção Permanece sem Inicia a tarefa mas não termina sem constantes chamadas de atenção Orgulhoso Submisso Inicia o trabalho, mas abandona-o mesmo sendo chamado à atenção Trabalha de forma intermitente, começa e deixa a tarefa sem a terminar Conclui as tarefas de forma lenta
1.3 – Relação com o trabalho individual – Falta de atenção 2.1 – Conduta Perturbadora Competências Sempre Nunca

X

Às vezes

Fala com os colegas enquanto realiza os trabalhos Faz gestos e barulho de forma notória perturbando colegas e professor Comporta-se de forma perturbadora e indisciplinada Respeita as normas de preservação dos equipamentos

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

2.2 – Motivação e confiança Competências Sempre Nunca Às vezes

Não mostra motivação para a tarefa Não acredita nas suas capacidades de realização Tem pouca confiança no seu sucesso nas tarefas
3. – Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Objectivos Sim

X X X
Não

Conhece os elementos constituintes de um computador (CPU, teclado, monitor, rato) Liga e desliga correctamente o computador Manuseia correctamente (com destreza) o teclado e o rato Identifica o ambiente de trabalho Acede a aplicações através de um atalho no ambiente e trabalho e através do menu iniciar Gere janelas (minimiza, fecha e maximiza)
4. – Desenho e ilustração Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Desenvolve a motricidade fina e a percepção espacial através da utilização do teclado e do rato Identifica o programa informático de desenho utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Utiliza diversas ferramentas do programa (desenha, apaga, pinta, etc.) Grava documentos Fecha o programa
5. – Processador de Texto Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Identifica o programa de processamento de texto utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Conhece o ambiente gráfico (barra de título, barra de formatação, barra padrão, etc.) Digita letras e números Grava documentos Abre e fecha o programa

X X X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

6. – Introdução à Internet Objectivos Sim Não

Abre um browser através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Identifica a barra de endereços URL Pesquisa informação (imagens) sob orientação do professor referente a um tema específico
7 – Segurança na Internet Objectivos Sempre

X X X
Nunca Às vezes

Utiliza a Internet respeitando as regas definidas em contexto de sala de aula Desenvolve atitudes de prevenção e protecção online Navega com acompanhamento ou em local visível por adultos Comunica regularmente com adultos as suas experiências como utilizador

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

ANE XO I I I – Ob s ervação d i recta al un os com N.E .E d o 4.º An o – Alu n o R.A.G .F.

1.1 – Relação com os colegas Competências Sempre Nunca Às vezes

Conflituoso Comunicativo Extrovertido Egoísta Sociável
1.2 – Relação com os adultos Competências Sempre

X X X X X

Nunca Nunca

Às vezes Às vezes

Obediente

Competências

XSempre

Independente iniciar o trabalho a não ser que seja chamado à atenção Permanece sem Inicia a tarefa mas não termina sem constantes chamadas de atenção Orgulhoso Submisso Inicia o trabalho, mas abandona-o mesmo sendo chamado à atenção Trabalha de forma intermitente, começa e deixa a tarefa sem a terminar Conclui as tarefas de forma lenta
2.1 – Relação com o trabalho individual – Falta de atenção 2.2 – Conduta Perturbadora Competências Sempre Nunca

XX X X X X X X

Às vezes

Fala com os colegas enquanto realiza os trabalhos Faz gestos e barulho de forma notória perturbando colegas e professor Comporta-se de forma perturbadora e indisciplinada Respeita as normas de preservação dos equipamentos X X X

X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

2.3 – Motivação e confiança Competências Sempre Nunca Às vezes

Não mostra motivação para a tarefa Não acredita nas suas capacidades de realização Tem pouca confiança no seu sucesso nas tarefas
3. – Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Objectivos Sim

X X X
Não

Conhece os elementos constituintes de um computador (CPU, teclado, monitor, rato) Liga e desliga correctamente o computador Manuseia correctamente (com destreza) o teclado e o rato Identifica o ambiente de trabalho Acede a aplicações através de um atalho no ambiente e trabalho e através do menu iniciar Gere janelas (minimiza, fecha e maximiza)
4. – Desenho e ilustração Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Desenvolve a motricidade fina e a percepção espacial através da utilização do teclado e do rato Identifica o programa informático de desenho utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Utiliza diversas ferramentas do programa (desenha, apaga, pinta, etc.) Grava documentos Fecha o programa
5. – Processador de Texto Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Identifica o programa de processamento de texto utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Conhece o ambiente gráfico (barra de título, barra de formatação, barra padrão, etc.) Digita letras e números Grava documentos Abre e fecha o programa

X X X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

6. – Introdução à Internet Objectivos Sim Não

Abre um browser através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Identifica a barra de endereços URL Pesquisa informação (imagens) sob orientação do professor referente a um tema específico
7. – Segurança na Internet Objectivos Sempre

X X X
Nunca Às vezes

Utiliza a Internet respeitando as regas definidas em contexto de sala de aula Desenvolve atitudes de prevenção e protecção online Navega com acompanhamento ou em local visível por adultos Comunica regularmente com adultos as suas experiências como utilizador

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

ANE XO I V – Ob s ervação d i recta al un os com N.E .E d o 4.º An o – Alu n o R.J.V .M.

1.1 – Relação com os colegas Competências Sempre Nunca Às vezes

Conflituoso Comunicativo Extrovertido Egoísta Sociável
1.2 – Relação com os adultos Competências Sempre Sempre Nunca Nunca

X X X X X

Às vezes

Obediente

Competências

X Às vezes X XX

Independente iniciar o trabalho a não ser que seja chamado à atenção Permanece sem Inicia a tarefa mas não termina sem constantes chamadas de atenção Orgulhoso Submisso Inicia o trabalho, mas abandona-o mesmo sendo chamado à atenção Trabalha de forma intermitente, começa e deixa a tarefa sem a terminar Conclui as tarefas de forma lenta
2.1- Relação com o trabalho individual – Falta de atenção 2.2 – Conduta Perturbadora Competências

X X X

X X

Sempre

Nunca

Às vezes

Fala com os colegas enquanto realiza os trabalhos Faz gestos e barulho de forma notória perturbando colegas e professor Comporta-se de forma perturbadora e indisciplinada Respeita as normas de preservação dos equipamentos

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

85

Formação para projectos

2011

2.3. – Motivação e confiança Competências Sempre Nunca Às vezes

Não mostra motivação para a tarefa Não acredita nas suas capacidades de realização Tem pouca confiança no seu sucesso nas tarefas
3. – Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Objectivos

X X X
Sim Não

Conhece os elementos constituintes de um computador (CPU, teclado, monitor, rato) Liga e desliga correctamente o computador Manuseia correctamente (com destreza) o teclado e o rato Identifica o ambiente de trabalho Acede a aplicações através de um atalho no ambiente e trabalho e através do menu iniciar Gere janelas (minimiza, fecha e maximiza)
4. – Desenho e ilustração Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Desenvolve a motricidade fina e a percepção espacial através da utilização do teclado e do rato Identifica o programa informático de desenho utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Utiliza diversas ferramentas do programa (desenha, apaga, pinta, etc.) Grava documentos Fecha o programa
5. – Processador de Texto Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Identifica o programa de processamento de texto utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Conhece o ambiente gráfico (barra de título, barra de formatação, barra padrão, etc.) Digita letras e números Grava documentos Abre e fecha o programa

X X X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

6. – Introdução à Internet
Objectivos Sim Não

Abre um browser através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Identifica a barra de endereços URL Pesquisa informação (imagens) sob orientação do professor referente a um tema específico
7. – Segurança na Internet Objectivos Sempre

X X X
Nunca Às vezes

Utiliza a Internet respeitando as regas definidas em contexto de sala de aula Desenvolve atitudes de prevenção e protecção online Navega com acompanhamento ou em local visível por adultos Comunica regularmente com adultos as suas experiências como utilizador

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

ANE XO V – O b s ervação di recta al u n os com N.E .E do 4.º An o – Al un o T .F.F.M .

1.1 – Relação com os colegas Competências Sempre Nunca Às vezes

Conflituoso Comunicativo Extrovertido Egoísta Sociável
1.2. – Relação com os adultos Competências Sempre Sempre Nunca Nunca

X X X X X

Às vezes

Obediente Competências Independente iniciar o trabalho a não ser que seja chamado à atenção Permanece sem Orgulhoso Inicia a tarefa mas não termina sem constantes chamadas de atenção Submisso Inicia o trabalho, mas abandona-o mesmo sendo chamado à atenção Trabalha de forma intermitente, começa e deixa a tarefa sem a terminar Conclui as tarefas de forma lenta
2.1 – Relação com o trabalho individual – Falta de atenção 2.2 – Conduta Perturbadora Competências

X Às vezes X X

X X X

X X

X

Sempre

Nunca

Às vezes

Fala com os colegas enquanto realiza os trabalhos Faz gestos e barulho de forma notória perturbando colegas e professor Comporta-se de forma perturbadora e indisciplinada Respeita as normas de preservação dos equipamentos

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

88

Formação para projectos

2011

2.3 – Motivação e confiança Competências Sempre Nunca Às vezes

Não mostra motivação para a tarefa Não acredita nas suas capacidades de realização Tem pouca confiança no seu sucesso nas tarefas
3. – Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Objectivos Sim

X X X
Não

Conhece os elementos constituintes de um computador (CPU, teclado, monitor, rato) Liga e desliga correctamente o computador Manuseia correctamente (com destreza) o teclado e o rato Identifica o ambiente de trabalho Acede a aplicações através de um atalho no ambiente e trabalho e através do menu iniciar Gere janelas (minimiza, fecha e maximiza)
4. – Desenho e ilustração Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Desenvolve a motricidade fina e a percepção espacial através da utilização do teclado e do rato Identifica o programa informático de desenho utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Utiliza diversas ferramentas do programa (desenha, apaga, pinta, etc.) Grava documentos Fecha o programa
5. – Processador de Texto Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Identifica o programa de processamento de texto utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Conhece o ambiente gráfico (barra de título, barra de formatação, barra padrão, etc.) Digita letras e números Grava documentos Abre e fecha o programa

X X X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

6. – Introdução à Internet
Objectivos Sim Não

Abre um browser através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Identifica a barra de endereços URL Pesquisa informação (imagens) sob orientação do professor referente a um tema específico
7. – Segurança na Internet Objectivos Sempre

X X X
Nunca Às vezes

Utiliza a Internet respeitando as regras definidas em contexto de sala de aula Desenvolve atitudes de prevenção e protecção online Navega com acompanhamento ou em local visível por adultos Comunica regularmente com adultos as suas experiências como utilizador

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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ANE XO VI – O b s ervação di recta al u n os com N.E .E do 4.º An o – Al un o S .R.P.J.

1.1 – Relação com os colegas Competências Sempre Nunca Às vezes

Conflituoso Comunicativo Extrovertido Egoísta Sociável
1.2 – Relação com os adultos Competências Sempre Sempre Nunca Nunca

X X X X X

Às vezes

Obediente

Competências

X Às vezes XX X

Independente iniciar o trabalho a não ser que seja chamado à atenção Permanece sem Inicia a tarefa mas não termina sem constantes chamadas de atenção Orgulhoso Submisso Inicia o trabalho, mas abandona-o mesmo sendo chamado à atenção Trabalha de forma intermitente, começa e deixa a tarefa sem a terminar Conclui as tarefas de forma lenta
2.1 – Relação com o trabalho individual 2.2 – Conduta Perturbadora Competências Sempre Nunca

X X X

X X

Às vezes

Fala com os colegas enquanto realiza os trabalhos Faz gestos e barulho de forma notória perturbando colegas e professor Comporta-se de forma perturbadora e indisciplinada Respeita as normas de preservação dos equipamentos

X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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Formação para projectos

2011

2.3 – Motivação e confiança Sempre Competências Nunca Às vezes

Não mostra motivação para a tarefa Não acredita nas suas capacidades de realização Tem pouca confiança no seu sucesso nas tarefas
3. – Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Objectivos

X X X
Sim Não

Conhece os elementos constituintes de um computador (CPU, teclado, monitor, rato) Liga e desliga correctamente o computador Manuseia correctamente (com destreza) o teclado e o rato Identifica o ambiente de trabalho Acede a aplicações através de um atalho no ambiente e trabalho e através do menu iniciar Gere janelas (minimiza, fecha e maximiza)
4. – Desenho e ilustração Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Desenvolve a motricidade fina e a percepção espacial através da utilização do teclado e do rato Identifica o programa informático de desenho utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Utiliza diversas ferramentas do programa (desenha, apaga, pinta, etc.) Grava documentos Fecha o programa
5. – Processador de Texto Objectivos

X X X X X X
Sim Não

Identifica o programa de processamento de texto utilizado em contexto de sala de aula Acede ao programa através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Conhece o ambiente gráfico (barra de título, barra de formatação, barra padrão, etc.) Digita letras e números Grava documentos Abre e fecha o programa

X X X X X X

A utilização das TIC: alunos com necessidades educativas especiais versus alunos do ensino regular

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6. – Introdução à Internet
Objectivos Sim Não

Abre um browser através do menu iniciar e através de um atalho no ambiente de trabalho Identifica a barra de endereços URL Pesquisa informação (imagens) sob orientação do professor referente a um tema específico
7. – Segurança na Internet Objectivos Sempre

X X X
Nunca ÀS vezes

Utiliza a Internet respeitando as regas definidas em contexto de sala de aula Desenvolve atitudes de prevenção e protecção online Navega com acompanhamento ou em local visível por adultos Comunica regularmente com adultos as suas experiências como utilizador

X X X X

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