Os partidários da teoria emotivista sustentam que nos juízos morais não se afirma ou não se diz nada sobre fatos

, propriedades ou qualidades objetivas, mas se expressa uma atitude emocional subjetiva (Ayer). Ou se procura inculcar em outros uma atitude emocional que é nossa, ou provocar neles determinado efeito emotivo (Stevenson).

“esta rua é larga” “ajudar um amigo é bom” “Pedro ajudou o seu amigo”
Segundo A. J. Ayer, as proposições morais não se referem a fatos, não se podem comprovar empiricamente e, por conseguinte, não tem sentido falar de sua verdade ou falsidade.

Ambos coincidem na negação de que juízos morais desempenham uma função cognoscitiva e que possam ser justificados ou fundamentados racionalmente. Os juízos morais não podem surgir de um estado emocional do sujeito ou ser motivados pelo interesse subjetivo de influir nas outras pessoas. dado que. bem como as condições sociais determinadas.Stevenson insiste na sua função efetiva e evocadora. sem as quais não poderiam existir e não teriam sentido nenhum. os juízos morais tendem sobretudo a evocar certas emoções nos outros sujeitos ou a produzir neles certo efeito emocional. Irracionalismo Relativismo Amoralismo . mas respondem a determinadas necessidades e finalidades.

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