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Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Consolidação Normativa Parte Judicial
Atualizada em 27/06/2011

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011

ÍNDICE
LIVRO I - PARTE GERAL _____________________________________________________ 5 TÍTULO I - DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA_____________________________ 5 CAPÍTULO I - DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO _______________________ 5 Seção I - Dos Atos Normativos ___________________________________________ 5 Seção II - Dos órgãos e funções de assessoramento e execução ________________ 7 Seção III - Da distribuição de feitos _______________________________________ 12 Subseção I - Dos Registros de Distribuição ______________________________ 12 Subseção II - Das buscas ____________________________________________ 14 Subseção III - Das certidões de distribuição de feitos judiciais ________________ 14 Subseção IV - Dos Livros de Registro de Distribuição ______________________ 19 Subseção V - Dos fichários e arquivamento ______________________________ 20 Subseção VI - Do Serviço de Distribuição ________________________________ 20 Subseção X - Do pré-cadastramento____________________________________ 33 Subseção XI - Das anotações no Registro de Distribuição ___________________ 34 Subseção XII - Das medidas cautelares de caráter sigiloso __________________ 35 Seção IV - Do recebimento e encaminhamento de petições e documentos ________ 38 Subseção I - Do Protocolo Geral das Varas – PROGER_____________________ 38 Subseção II - Do recebimento de petições e documentos____________________ 42 Subseção IV - Do Protocolo Integrado __________________________________ 43 Subseção V - Da utilização do Serviço de Malote __________________________ 44 Seção V - Dos meios de comunicação entre os serviços judiciários ______________ 45 Subseção I - Disposições Gerais_______________________________________ 45 Subseção II - Da comunicação por fax __________________________________ 45 CAPÍTULO II - DA ESTATÍSTICA, SUPERVISÃO E DELEGAÇÃO DE FUNÇÕES ____ 48 Seção I - Da estatística das serventias ____________________________________ 48 Seção II - Da supervisão e delegação de funções____________________________ 48 CAPÍTULO III - DA FUNÇÃO CORREICIONAL ________________________________ 50 Seção I - Das correições, fiscalizações e inspeções __________________________ 50 Subseção I - Da responsabilidade disciplinar _____________________________ 53 CAPÍTULO IV - DOS RECURSOS__________________________________________ 54 CAPÍTULO V - DOS MAGISTRADOS _______________________________________ 55 Seção I - Das Disposições Gerais ________________________________________ 55 Seção II - Dos processos sigilosos administrativos de reclamações e representações judiciais ____________________________________________________________ 55 CAPÍTULO VI - DOS DEVERES ___________________________________________ 57 Seção I - Dos deveres dos Responsáveis pelo gerenciamento das Serventias _____ 57 Seção II - Do horário de trabalho _________________________________________ 60 Seção III - Da ausência do Escrivão e da vacância da função __________________ 61 Seção V - Da expedição de certidões _____________________________________ 62 CAPÍTULO VII - DAS CUSTAS JUDICIAIS ___________________________________ 64 Seção I - Disposições Gerais ____________________________________________ 64 Seção II - Do recolhimento das custas e a certificação pelas serventias judiciais____ 64 LIVRO II - FORO JUDICIAL ___________________________________________________ 68 TÍTULO I - DOS SERVIÇOS JUDICIAIS ____________________________________________ 68 CAPÍTULO I - Das Escrivanias_____________________________________________ 68 Seção I - Da Administração Interna _______________________________________ 68 Subseção I - Do Processamento Integrado e do Escrivão ___________________ 68 Subseção II - Da documentação em geral________________________________ 69 Subseção III - Dos Livros_____________________________________________ 71 Subseção IV - Das relações com os representantes do Ministério Público, da Advocacia Pública, da Defensoria Pública e Advogados_____________________ 73 Subseção V - Da autuação e da formação dos autos do processo. ____________ 74 Subseção VI - Das citações e intimações ________________________________ 76 Subseção VII - Do órgão oficial de publicação ____________________________ 77 Subseção VIII - Dos depósitos judiciais__________________________________ 79 Subseção IX - Da certidão de débito ____________________________________ 79 Subseção X - Da atualização de dados__________________________________ 81
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Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011

Subseção XI - Do arquivamento _______________________________________ 82 Subseção XII - Das Petições __________________________________________ 84 Subseção XIII - Da consulta ao serviço de arquivo – SARQ __________________ 85 Seção II - Das rotinas de processamento __________________________________ 88 Subseção I - Das rotinas aplicáveis às serventias judiciais em geral ___________ 88 Subseção II - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência cível _________________________________________________________________ 95 Subseção III - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de família ___________________________________________________________ 96 Subseção IV - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de infância e juventude _________________________________________________ 97 Subseção V - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de idoso ____________________________________________________________ 99 Subseção VI - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência criminal _________________________________________________________ 100 Subseção VII - Das rotinas aplicáveis às serventias dos Tribunais do Júri ______ 105 Subseção VIII - Das rotinas aplicáveis aos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher ____________________________________________ 105 Subseção IX - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência orfanalógica ______________________________________________________ 106 Subseção X - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência fazendária _______________________________________________________ 107 Subseção XI - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência empresarial ______________________________________________________ 108 Subseção XII - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência em registros públicos __________________________________________________ 113 CAPÍTULO II – DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS E CRIMINAIS ______________ 115 Seção I - Disposições gerais ___________________________________________ 115 Seção II - Dos Conciliadores ___________________________________________ 115 Seção III - Dos Oficiais de Justiça _______________________________________ 116 Seção IV - Dos Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis e dos Núcleos de Distribuição, Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis – NADAC __________________________________________________________________ 116 Seção V - Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Cíveis _______________ 117 Subseção I - Da intimação por via telefônica_____________________________ 118 Seção VI - Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Criminais ____________ 119 CAPÍTULO III – DOS AUXILIARES DO JUÍZO _______________________________ 123 Seção I - Do Analista Judiciário na Especialidade de Execução de Mandados – Denominação funcional de Oficial de Justiça Avaliador_______________________ 123 Subseção I - Disposições gerais ______________________________________ 123 Subseção II - Do cumprimento do mandado judicial _______________________ 123 Subseção III - Das Centrais de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores – NAROJA ______________________________ 127 Seção II - Do Avaliador Judicial _________________________________________ 132 Subseção I - Disposições Gerais______________________________________ 132 Subseção II - Do Cumprimento do mandado de avaliação __________________ 133 Subseção III - Da Central de Avaliadores Judiciais ________________________ 135 Seção III - Do Contador Judicial_________________________________________ 139 Subseção I - Disposições Gerais______________________________________ 139 Subseção II - Da Atuação do Contador Judicial __________________________ 140 Subseção III - Da Central de Cálculos Judiciais __________________________ 141 Seção IV - Do Partidor Judicial _________________________________________ 143 Subseção I - Disposições Gerais______________________________________ 143 Subseção II - Da Atuação do Partidor Judicial ___________________________ 144 Subseção III - Da Central de Partilhas Judiciais __________________________ 145 Seção V - Do Inventariante Judicial ______________________________________ 146 Subseção I – Disposições gerais______________________________________ 146 Subseção II – Da atuação do Inventariante Judicial _______________________ 148 Subseção III – Da Central de Inventariantes Judiciais______________________ 153 Seção VI - Do Testamenteiro e Tutor Judicial ______________________________ 159 Seção VII - Do Depositário Judicial ______________________________________ 160
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Do exercício da função de Leiloeiro no âmbito do Poder Judiciário_____ 184 Seção X .Do Psicólogo Judicial ________________________________________ 185 Seção XII .Do Perito Judicial __________________________________________ 192 Página 4 de 192 .Da alienação de bens em depósito público __________________ 167 Seção VIII .Disposições gerais ______________________________________ 160 Subseção II – Da atuação do depositário judicial _________________________ 161 Subseção III – Da Central de Depositário Judicial_________________________ 164 Subseção IV . da Juventude e do Idoso ______ 187 Seção XIII .Do Liquidante Judicial ______________________________________ 170 Subseção I _________________________________________________________ 170 Disposições Gerais __________________________________________________ 170 Subseção II ________________________________________________________ 172 Da Atuação dos Liquidantes Judiciais ____________________________________ 172 Subseção III ________________________________________________________ 178 Da Central de Liquidantes Judiciais ______________________________________ 178 Seção IX .Do Assistente Social Judicial___________________________________ 184 Seção XI .Do Comissário de Justiça da Infância.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção I .

Aviso . coordenação.PARTE GERAL TÍTULO I .instrumento para aplicar disposições legais a caso concreto. instruções ou orientações uniformizadas voltadas para grupos ou atividades específicos ou não. Art. com a finalidade de normatizar os atos concernentes às Serventias Judiciais e seus serviços.instrumento pelo qual se convoca Magistrados e servidores para participarem de atividades administrativas. A Corregedoria Geral da Justiça. ou instaurar sindicância. 1º.instrumento de caráter normativo interno e externo.DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO Seção I . a Corregedoria Geral da Justiça organiza seus órgãos e atividades. orientação e fiscalização. bem como para consolidar normas atinentes à matéria de sua competência ou modificar a Consolidação Normativa.Provimento . III .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CONSOLIDAÇÃO NORMATIVA DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO LIVRO I . No cumprimento de suas funções. II . é exercida pelo Desembargador Corregedor-Geral da Justiça.Dos Atos Normativos Art. procedimento administrativo disciplinar ou outro evento de natureza apuratória. esclarecer e viabilizar a aplicação de disposições legais. 2º. Página 5 de 192 . nos termos dos artigos 44 a 48 do Código de Organização e Divisão Judiciárias do Estado do Rio de Janeiro. para o desempenho de funções. IV .DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA CAPÍTULO I . normas. no âmbito interno e externo. por meio do qual.Convocação .Portaria . bem como para indicar substituto de serviço oficializado e delegar competência. supervisão. das atividades administrativas e funcionais da primeira instância do Poder Judiciário.instrumento de divulgação de notícias de interesse geral. visando regulamentar. o Corregedor-Geral da Justiça expedirá observada seqüência anual: I . órgão de planejamento.

exceto quando houver anexos que não possam ser digitalizados. de situação ou de fato transeunte concernente à Administração. tornar-se-ão públicos mediante publicação no Diário da Justiça Eletrônico. Apenas os atos disciplinados nos incisos I.Certidão . A Ordem de Serviço proveniente de Juiz de Direito terá sua eficácia sujeita a prévia aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. V . os demais a publicidade se dará através de veículo próprio. Página 6 de 192 . § 2º.PROT. seguir via sistema corporativo de protocolo administrativo . neste caso. Além dos atos apontados no artigo anterior. Os Juízes de Direito e os Juízes Substitutos poderão expedir ou baixar os atos constantes dos incisos II e V.Ofício . 3º. exaradas em processos judiciais ou administrativos.instrumento de afirmação da existência de uma situação ou de um fato. pastas ou documentos em poder da Instituição. no âmbito interno da unidade organizacional. mas que não consta de qualquer livro. mediante valoração do agente. que tramitam em segredo de justiça. observados os limites do exercício de suas atribuições administrativas.instrumento destinado à comprovação. indicando a maneira de ser conduzido determinado serviço ou atividade. podendo conter solicitações. A emissão de memorando deve ser realizada por correio eletrônico com a solicitação de confirmação de leitura pelo destinatário. fora do âmbito da administração da Corregedoria.instrumento que estabelece comunicação com terceiros. Parágrafo único. VII .instrumento. III . recomendações ou informações. pastas ou documentos em poder da Instituição. podendo conter solicitações.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 V .Ato Executivo – instrumento para determinar providências concernentes ao regime jurídico e a vida funcional do servidor da justiça. Art. serão expedidos pelas unidades organizacionais da Corregedoria. segundo a constatação do agente declarante que não consta de qualquer livro. § 1º. por meio do qual. II.instrumento que estabelece a comunicação interna entre as unidades organizacionais da Corregedoria. IV . recomendações ou informações. II .Declaração . §3º. os seguintes atos: I . III e IV do caput deste artigo.Atestado . ordens uniformes aos respectivos subordinados visando organizar as atividades da estrutura interna. o Corregedor-Geral da Justiça dá ciência aos Magistrados de decisões judiciais.instrumento utilizado para transmitir.Memorando .Ato Reservado . VI .Ordem de Serviço . devendo.instrumento pelo qual a administração afirma a existência de fatos ou de situações que constam de assentamentos públicos.

rotina administrativa e manual.Gabinete do Corregedor-Geral. São órgãos de assessoramento ao Corregedor-Geral da Justiça: I . Parágrafo único.Núcleo dos Juízes Auxiliares. 5º.Assessoria de Normatização.Parecer é o instrumento para expor manifestação técnica ou jurídica sobre matéria versada em processo administrativo. Seção II . VI . Página 7 de 192 . VII .Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Extrajudiciais.Dos órgãos e funções de assessoramento e execução Art. III . produtos.Divisão de Apoio Técnico Interdisciplinar.Rotina Administrativa é o instrumento que estabelece a forma de execução de processos de trabalho expedida conforme determinado na Rotina Administrativa Geral. os Juízes Auxiliares da Corregedoria e Servidores habilitados poderão elaborar parecer. V . orientar e coordenar atividades que atendam. A Rotina Administrativa e Manual deverão ser divulgados por veículo próprio.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. VIII . III . ao Corregedor-Geral no desempenho de suas funções.Departamento de Apoio aos Núcleos Regionais.Manual é o documento complementar à Rotina Administrativa destinado a reunir informações acerca de informativos (software). 4º.Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Judiciais. II .dirigir. com presteza e permanência. No cumprimento de suas funções. informações a usuários internos ou externos que.Diretoria Geral de Administração. Cabe ao Gabinete. II . IV . devam permanecer em separado da rotina administrativa e expedidos conforme a Rotina Administrativa. § 1º.Divisão de Custas e Informações. IX . serviços. entre outras atribuições definidas pelo CorregedorGeral da Justiça: I . I . por razões de ordem prática ou técnica.

Cabe ao Núcleo dos Juízes Auxiliares. para avaliação do Corregedor-Geral sobre a necessidade de prosseguimento do feito. V .submeter ao Corregedor-Geral. funções relacionadas com a disciplina e a regularidade dos serviços de serventias judiciais e extrajudiciais.presidir sindicâncias e correições extraordinárias. III . VII. por delegação. implemento de diligências determinadas e produção de prova.proceder à instrução de representações contra Magistrados por delegação. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I .assessorar o Corregedor-Geral no exame de atos administrativos.proceder à instrução de reclamações contra magistrados dirigidas à Corregedoria.gerenciar os indicadores de desempenho de gestão de pessoas subordinadas ao Corregedor-Geral da Justiça. VI.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II . II . por sua natureza. por determinação do Corregedor-Geral.assessorar o Corregedor-Geral junto ao Conselho da Magistratura e ao Órgão Especial. III .manter sob guarda documentos relativos a assuntos pessoais do Corregedor-Geral ou os que. VI . IV . para cumprimento de decisões e acórdãos proferidos. designações e substituições em cargos comissionados e funções gratificadas da Corregedoria Geral da Justiça.integrar a Comissão Estadual dos Juizados Especiais. IV . Página 8 de 192 . VIII . contatos com autoridades internas e externas. VIII .integrar a Comissão Estadual Judiciária de Adoção. marcar entrevistas e organizar a agenda de compromissos do Corregedor-Geral. para despacho.supervisionar e controlar a recepção. bem como exercer. os processos provindos do Conselho da Magistratura.preparar o expediente necessário às nomeações. remetendo à Presidência. a seleção e o encaminhamento de expediente e correspondência confidencial ou não confidencial do CorregedorGeral.promover. V .receber visitantes. § 2º.integrar o Comitê Estadual Gestor das tabelas unificadas do Conselho Nacional da Justiça. nos casos previstos no Regimento Interno do referido Colegiado. mereçam custódia reservada. VII . incluindo indicadores de grau de satisfação dos usuários e custos.

entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I . aplicáveis a questões submetidas à apreciação final do Corregedor-Geral. Cabe à Diretoria Geral de Administração.elaborar estudos e propor medidas sobre a utilização de recursos humanos e materiais.promover e executar as atividades do Sistema Normativo Administrativo do Poder Judiciário. a partir dos dados encaminhados pelas unidades organizacionais que a integram.supervisionar as atividades dos Departamentos de Distribuição.submeter ao Corregedor-Geral. III . IV . afastamento e licenças.elaborar relatório anual da Corregedoria Geral da Justiça. por delegação do Corregedor-Geral. na atualização e na modificação de Provimentos e instruções normativas.propor documentos normativos de sua área de competência. e de Suporte Operacional. acompanhando a elaboração de rotinas administrativas para as serventias judiciais de primeira instância. VI .realizar estudos e pesquisas de legislação. Cabe à Assessoria de Normatização.integrar Comissões e Comitês outros por determinação do CorregedorGeral da Justiça. para o estabelecimento de rotinas administrativas da Corregedoria Geral da Justiça.analisar os indicadores de desempenho mensais gerados pelos Departamentos. V . no âmbito de atuação da Corregedoria Geral da Justiça. conforme critérios estabelecidos pela Assessoria de Normatização da Corregedoria Geral da Justiça. de jurisprudência e de doutrina. § 4º. III .coordenar e fiscalizar as atividades das unidades organizacionais da CGJ. § 3º. II . Página 9 de 192 . e da Divisão de Pessoal. IV . X . b) Departamento de Suporte Operacional.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IX . V . entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I .a Diretoria Geral de Administração compreende as seguintes Unidades Organizacionais: a) Departamento de Distribuição.propor alterações no Regulamento Interno e na Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça ou opinar sobre propostas nesse sentido. II .colaborar na revisão. expedientes relativos à movimentação de pessoal. devidamente informados.

gerenciar atividades de monitoramento judicial. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I . V . submetendo-as ao Corregedor-Geral da Justiça. Cabe à Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Judiciais.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) Divisão de Pessoal. XI .supervisionar as atividades das Divisões e Serviços.assessorar o Corregedor-Geral ou o Juiz Auxiliar por este designado em correições. expedir ofícios e instruir processos administrativos relativos à Diretoria Geral.consolidar as propostas de alteração da Consolidação Normativa Judicial. fiscalizações e correições em serventias judiciais. incisos IV e V deste artigo. VIII .prestar informações. atualização e prestação de informações sobre tabela de custas judiciais. com a respectiva apuração de responsabilidades.promover Inspeções e Fiscalizações determinadas pelo Corregedor-Geral ou Juízes Auxiliares. XII . que subsidiem estudos de adequação às necessidades de órgãos e serviços judiciários de primeira instância.gerenciar instrução de processos administrativos e emissão de pareceres. IV . fiscalizações ou inspeções. VI .gerenciar inspeções.gerenciar análise. III. XV . X . conforme critérios estabelecidos pela Assessoria de Normatização da Corregedoria Geral da Justiça.reunir dados estatísticos e informações extraídas de relatórios de correições. IX .solicitar e controlar o estoque de material. XIV . XIII .propor documentos normativos de sua área de competência.analisar estatísticas mensais expedidas pelas Divisões. Página 10 de 192 .coligir os elementos necessários em cumprimento à determinação fulcrada no § 2º. II . § 5º. XVI .manter atualizada a página do mapa estatístico judicial.gerenciar os servidores da Diretoria Geral e verificar o cumprimento de escalas de férias e de licenças. VII .

IX . II . VIII .manter atualizada a página do mapa estatístico extrajudicial.propor documentos normativos de sua área de competência. XIII . XIV .assessorar o Corregedor-Geral ou o Juiz Auxiliar por este designado em correições ou inspeções cartorárias.gerenciar inspeções e correições em serventias extrajudiciais. XII . expedir ofícios e instruir processos administrativos relativos à Diretoria Geral. VII . § 9º. Cabe à Divisão de Custas e Informações.gerenciar os servidores da Diretoria Geral e verificar o cumprimento de escalas de férias e de licenças. atualização e prestação de informações sobre tabela de emolumentos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º. IV . submetendo-as ao Corregedor-Geral da Justiça. XI .gerenciar atividades de monitoramento extrajudicial.gerenciar instrução de processos administrativos e emissão de pareceres. X .solicitar e controlar o estoque de material. § 8º. Cabe à Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Extrajudiciais. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: Página 11 de 192 .determinar aos notários e registradores o cumprimento dos prazos para a entrega de boletim estatístico. § 7º. VI . III . Cabe à Divisão de Apoio Técnico Interdisciplinar: controlar. Cabe ao Departamento de Apoio aos Núcleos Regionais gerenciar as atividades realizadas pelos Núcleos Regionais da Corregedoria Geral da Justiça. V .prestar informações.consolidar as propostas de alteração da Consolidação Normativa Extrajudicial. normatizar e apoiar os auxiliares da Justiça no desempenho de suas funções. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I .supervisionar as atividades das Divisões e Serviços.gerenciar análise.analisar estatísticas mensais expedidas pelas Divisões. conforme critérios estabelecidos pela Assessoria de Normatização da Corregedoria Geral da Justiça.

as informações referentes à distribuição das petições iniciais cíveis e criminais.gerenciar o atendimento a dúvidas e consultas de usuários sobre custas e emolumentos. com exceção dos valores devidos pela interposição dos recursos ordinários. Página 12 de 192 . Art. vedada separação relativa ao mesmo dia ou expediente.Dos Registros de Distribuição Art. VI .cadastrar contas correntes de Juízes de paz e avaliadores judiciais.na matéria fazendária: nos casos expressamente autorizados.atualizar a página "Dúvidas sobre Custas". a anotação no Registro de Distribuição ou Distribuidor será feita em livro próprio. especiais e extraordinários.nas precatórias e cartas de ordem: serão registradas pelo nome das partes. 7º. III . o registro de distribuição será lançado na própria relação. anotando-se o respectivo objeto. as relações de feitos fiscais provenientes da Fazenda Pública serão conservadas em pasta própria.Da distribuição de feitos Subseção I . após distribuídas e registradas. IV . conforme diretrizes da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . após. Onde houver distribuição de execução fiscal por processamento eletrônico de dados. sendo. V . b) nas demais Comarcas. as peças serão encaminhadas às Varas pelos respectivos Distribuidores. encaminhados às Varas pelo Departamento ou Serviço de Distribuição.nas matérias cível e criminal: a) nas Comarcas onde os Ofícios de Registro de Distribuição não forem oficializados. da competência do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. conforme normatizado em seus parágrafos.gerenciar a atualização da tabela de custas e emolumentos e controlar a atualização das informações no site do TJERJ.gerenciar o processamento dos feitos administrativos inclusive ao recolhimento de custas e emolumentos. II . 6º . serão comunicadas por meio eletrônico aos Ofícios de Registro de Distribuição a que couberem. Seção III . III .elaborar e fazer publicar a tabela de custas dos órgãos de primeira e de segunda instâncias.Os registros de distribuição obedecerão: I . c) nas Comarcas de ofício privativo ou único. II . bem como das peças elencadas nos incisos do artigo 34 desta Consolidação.

Parágrafo único. deverá ser comunicada por ofício eletrônico e anotada em livro próprio à margem do respectivo registro e na ficha original. Data de Nascimento. como recibo. São elementos essenciais ao registro os seguintes dados de identificação. f) O autor – Nome completo sem abreviação e CPF. II . e) domicílio. h) número da inscrição na Receita Federal (CPF ou CNPJ). A alteração na distribuição. decorrente de ordem judicial. e) O número do processo. Página 13 de 192 . outra no Juízo. Art. j) data do nascimento. desde que informados: I . g) O Réu .Filiação. e devolvendo a terceira ao exeqüente. Nas Comarcas em que o Distribuidor for oficializado. CPF e documento de identificação civil. i) filiação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 arquivando-se uma via no cartório ou ofício de registro de distribuição. d) A data da distribuição. 8º. b) A vara. d) profissão ou atividade. f) residência. se utilizado o sistema de fichário.da pessoa a quem concernir a distribuição: a) nome completo sem abreviações. mencionando o número do expediente que a encaminhou. g) número do documento de identidade. b) nacionalidade. as alterações serão feitas pelas Serventias diretamente no sistema informatizado DCP.do Processo: a) Ação ou Classe e assunto da Ação. Art. 9º. c) estado civil.

discriminação detalhada dos atos praticados.nos demais casos. 14.Das certidões de distribuição de feitos judiciais Art. ano em que este se iniciou. Parágrafo único. pelo menos 03 (três). De cada pedido obrigatoriamente será extraído recibo do qual constará a data de sua apresentação e a da entrega da certidão. O expediente encaminhado aos Ofícios de Registro de Distribuição será arquivado em pasta própria. dentre os 05 (cinco) seguintes itens: autor ou requerente. Art.ao Juiz do feito. quando se tratar de matéria judicial. II . mediante breve relatório: I . no caso de expedição de certidão. 11. desde que indicados pelo interessado. tipo da ação ou do feito. bem como. cumpre ao titular do Ofício de Registro de Distribuição ou ao Distribuidor suscitar dúvida. Subseção III . identificação do serviço com o CNPJ e identificação do funcionário emissor do recibo. É defeso ao Oficial de Registro de Distribuição e ao Distribuidor fornecer relação ou lista indiscriminada de distribuições realizadas. Os pedidos de buscas se restringirão a um período de 05 (cinco) anos.matéria cível. 10. Os Distribuidores e os Ofícios de Registro de Distribuição. observando a ordem cronológica do pedido.matéria criminal.Das buscas Art. Subseção II . 13. quando se tratar de distribuição em segredo de justiça. na Comarca da Capital. 12. autorizado pelo Juiz. os valores cobrados de acordo com as respectivas tabelas de emolumentos. Quando o atendimento ao pedido de busca puder acarretar quebra de sigilo profissional ou comercial. nas demais Comarcas. ainda que aproximadamente. salvo caso de urgência. o ano do início do processo. classe e assunto. 15. Art. réu ou requerido. somente prestarão informações em pedidos de buscas sobre: I . O Oficial de Registro de Distribuição e o Distribuidor fornecerão certidão em até 08 (oito) dias. ao: a) Corregedor-Geral da Justiça. Art. requeridos ou devedores.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Página 14 de 192 . quando mencionado. II . com referência a nome de réus. por escrito. b) Juiz Distribuidor.

sem elementos de qualificação.Se constar do registro nome igual ou semelhante ao do pedido. Art. emendas ou rasuras. VIII – data da distribuição do feito. se pessoa natural. a do servidor responsável pela busca. A certidão não empregará abreviaturas nem conterá espaços em branco. § 2º. Art. 17. O impresso utilizado para expedição de certidão será numerado de 01 (um) ao infinito e distribuído aos funcionários autorizados. O pedido deverá conter o nome do solicitante. Art. a certidão. 19.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. pessoa natural ou jurídica. podendo ser adotado o sistema alfanumérico. se pessoa jurídica. IX – tipo da ação. mas mencionará as distribuições referentes a esse nome. II – nacionalidade. com aposição do contra-selo de cada ato. no formulário de pedido correspondente. desde que estes sejam arquivados. VI – filiação da pessoa natural. o CPF e a sua identidade. VII – residência ou domicilio. A certidão conterá. proibido o uso de abreviações. e sede. Art. 18. III – estado civil. V – número de inscrição do CPF ou CNPJ. § 1º . e XI – resumo da sentença criminal absolutória ou condenatória. além da assinatura do respectivo titular ou de seu substituto. No caso dos ofícios do Registro de Distribuição será possível a emissão de um único recibo para mais de um pedido. IV – número do documento de identidade e órgão expedidor. Página 15 de 192 . devendo ser arquivado no Cartório para efeito de fiscalização pelo prazo de 05 (cinco) anos. acostados aos respectivos recibos. entrelinhas. X – Ofício do Registro de Distribuição ou Distribuidor Judicial competente. 16. Deverão constar das certidões os seguintes dados de identificação. extração ou conferência. será extraída como negativa. ou o seu arquivamento. salvo se indisponíveis: I – nome completo do réu.

Recuperações Judiciais e demais ações e precatórias distribuídas às varas com competência Empresariais. Divórcios. da juventude e do idoso. l) Ações distribuídas às varas da infância. Despejos. cujo número e órgão expedidor serão indicados na certidão. tutelas. respeitadas suas atribuições estabelecidas no CODJERJ.Se o registro contiver dados qualificadores para identificação da pessoa a que se refira à respectiva distribuição. Seqüestros e outras determinações comunicadas pela Corregedoria Geral de Justiça. h) Ordinárias. k) Ações e Precatórias de competência dos Juizados Especiais Cíveis. Buscas e Apreensões.Criminais. registrarão e certificarão. mencionadas no parágrafo primeiro e terceiro do artigo 33 desta Consolidação. interdições. d) Separações. sobre as seguintes matérias: I . g) Medidas Cautelares (Arrestos. declarações de ausência e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência em Órfãos e Sucessões. administrações provisórias. i) Ações e Precatórias de competência das Varas Regionais. Os Distribuidores e Ofícios de Registro de Distribuição. curatelas. Concordatas. Arrestos. Consignatórias. observado os termos do artigo 34: Página 16 de 192 . Execuções e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência Cíveis. f) Retificações. estes serão reproduzidos na certidão. e) Ações Acidentárias. testamentos.Cíveis: a) Indisponibilidade de Bens. Sumárias. Quando do pedido constar nome que dê margem a suspeita de possível adulteração posterior à extração da certidão. Seqüestros. notificações e outros) distribuídas às varas com competência Cíveis. Alimentos e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência de Família. Art. exigir-se-á exibição do respectivo documento de identidade. arrecadações. 20. b) Rescisórias. arrolamentos. j) Inventários. 21. c) Falências. Averbações e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência em Registros Públicos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º . Art. II .

pelo Município e suas Autarquias. Página 17 de 192 . Despejos. c) Inquéritos Policiais. previstas pela Lei nº 6024 de 13/03/74. Flagrantes. Produção Antecipada de Provas. Inquéritos Policiais. Arrestos. Possessórias. Ações Penais e Precatórias de competência das Auditorias da Justiça Militar. que trata de intervenção e liquidação extrajudicial de instituições financeiras pelo Banco Central do Brasil ou Ministério da Fazenda.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) Indisponibilidade de Bens. b) Ações Penais e outros procedimentos de competência originária da 2ª Instância. Inquéritos Policiais.Fazendárias: a) Execuções fiscais promovidas pela Fazenda Pública Estadual e suas Autarquias. g) Ações de Dívida Ativa do Estado do Rio de Janeiro distribuídas à vara com competência fazendária específica. III . e) Interdição e/ou Indisponibilidade de Bens. Flagrantes. c) Ações promovidas pelo Estado. f) Ações Penais. Flagrantes. d) Medidas Cautelares promovidas pelo Estado. Flagrantes e outros procedimentos investigatórios distribuídos às Varas Criminais. b) Execuções fiscais promovidas pela Fazenda Pública Municipal e suas Autarquias. e) Inquéritos Policiais . h) Ações Penais. Interpelações. Precatórias e outros procedimentos de competência dos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Cartas Precatórias e outras. Sumárias. Sumaríssimas. Precatórias e outros procedimentos de competência das Varas Regionais. Notificações. tais como: Ordinárias.Militares. Precatórias e outros procedimentos de competência dos Juizados Especiais Criminais. pelo Município e suas Autarquias. tais como: Ordinárias. tais como: Produção Antecipada de Provas. d) Ações Penais Públicas e Privadas. Interpelações. f) Ações e Medidas Cautelares distribuídas às Varas de Fazenda Pública. Protestos. Inquéritos Policiais. Notificações. outros procedimentos e precatórias das Varas Criminais. Flagrantes. Seqüestros e outras determinações comunicadas pela Corregedoria Geral da Justiça. g) Ações Penais. Possessórias. Desapropriações.

22. A certidão de que trata o inciso IV do parágrafo anterior. É vedada a expedição de certidão em modelo diverso dos elencados no parágrafo anterior. III . Página 18 de 192 . j e l do inciso I deste artigo. Todos os modelos de certidão incluirão informações previstas nas alíneas c. conforme a seguir: I . Art. O pedido de certidão que envolver imóvel será instruído com o respectivo número da inscrição municipal.Ações e Precatórias de competência dos Juizados Especiais da Fazenda Pública. Em face de pedido de certidão.distribuições elencadas no inciso III. 2º. “j” e “l” do inciso I deste artigo. Nos modelos de certidões para fim especial deverão ser incluídas as informações previstas nas alíneas “c”. II . o fim a que se destina. As Ações Penais de competência originária da 2ª Instância.certidão cível . IV . em destaque.certidão criminal . § 6º. serão certificadas com exclusividade pelo 1º. 3º. publicado no DJERJ de 15/04/2010) § 5º. § 2º. II e III serão certificadas em quatro modelos de certidão. deverá conter. fazendo constar da certidão eventual divergência. (Redação antiga) § 4º. ressalvado o previsto no Provimento CGJ Nº 6 de 29/01/2002.certidão para fim especial. o cartório de Registro de Distribuição ou Distribuidor que dispuser de terminal com acesso ao sistema informatizado de ajuizamento de execuções fiscais confrontará os dados de suas anotações com os do sistema do exequente. § 3º. i) .distribuições não criminais elencadas no inciso I. § 1º. 4º Ofícios do Registro de Distribuição da Comarca da Capital. O disposto no parágrafo anterior não se aplica ao 9º Ofício do Registro de Distribuição da Comarca da Capital. publicado no DJERJ de 10/06/2011) § 1º. bem como as ações Rescisórias. As matérias especificadas nos incisos I. § 4º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 h) Ações de Dívida Ativa dos Municípios distribuídas às varas com competência fazendária específica. de forma clara e inequívoca.distribuições criminais elencadas no inciso II.certidão de executivo fiscal . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2010. (Alínea acrescida pelo Provimento CGJ nº 31/2011.

com a anotação de "conforme relação impressa e autenticada em anexo".Adicional. arrestos.Regional Crime. XIII . IX . XI .Juizado Especial Cível. Página 19 de 192 .Rescisórias.Indisponibilidade de bens. privatizados. XVI . X .Dos Livros de Registro de Distribuição Art. XV .Ações Cíveis de competência das Varas de Fazenda Pública. manterão atualizados.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. podendo ser unificados ou reduzidos conforme a necessidade do serviço e mediante autorização do Corregedor-Geral da Justiça.Juizado Especial Criminal. O Oficial de Registro de Distribuição de feitos ajuizados. VIII.Controle de selos. XIV . os seguintes livros de registro: I . II . VII .Criminal. VI . IV . XII . seqüestros e outras determinações comunicadas pela CGJ.Cível.Execuções Fiscais.Regional Família.Empresarial.Ações penais de competência originária da 2ª Instância. III . V . respeitadas suas atribuições especificadas no CODJERJ. Os livros elencados acima conterão 300 (trezentas) folhas e serão numerados seqüencialmente a partir do número 01 (um) ao infinito. § 1º. XVII .Registros Públicos.Família. 23.Regional Cível. Na hipótese prevista no parágrafo anterior a certidão limitar-se-á a indicar o número de execuções distribuídas. Subseção IV .

26. e encaminhandoas aos órgãos judiciais destinatários. numeradas e certificadas. 25.Do Serviço de Distribuição Art. O Oficial de Registro de Distribuição e os Distribuidores manterão arquivos. presidirá a distribuição dos feitos nas Comarcas da Capital e do Interior. 26-A – No foro central da Comarca da Capital funcionará junto ao Departamento de Distribuição o Núcleo de Autuação. informatizados ou compostos de fichas. seja pela guarda da ficha respectiva em local próprio. nos demais foros. o Juiz Diretor do Fórum organizará e dará a devida publicidade. igualdade e álea. Não se aplica o disposto neste artigo aos distribuidores oficializados informatizados. em matéria judicial. certificando-se acerca do correto recolhimento das custas. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011.As petições iniciais dirigidas aos órgãos judiciais do foro central da Comarca da Capital serão devidamente encapadas.Em caso de eventual necessidade. § 3º. publicado no DJERJ de 10/02/2011) § 2º . quando exigido. O Corregedor-Geral da Justiça superintenderá e. publicado no DJERJ de 10/02/2011) Página 20 de 192 . à escala de Juízes distribuidores para o ano seguinte. 24. com a incumbência de autuar as petições iniciais dirigidas aos Juízos do foro central. No foro central da Comarca da Capital. conforme modelo aprovado pela Corregedoria Geral da Justiça. em rodízio mensal entre as Serventias da sua Comarca. Subseção VI . Art. (Artigo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. Sempre que uma distribuição vier a ser cancelada. no último mês de cada ano. contendo elementos suficientes à efetivação de busca. a distribuição será feita por qualquer dos integrantes do Núcleo dos Juízes Auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça. os dados constantes do registro primitivo deverão ser preservados. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011.Dos fichários e arquivamento Art. sendo vedada em qualquer hipótese a devolução da petição inicial ao Núcleo de Autuação. apenas livro formado pelas atas de distribuição. a complementação ou a retificação do cálculo de custas e dos dados informados na certidão deverão ser feitas pela própria serventia judicial. reiniciando-se ao início de cada livro. Art. a seu critério. Os registros nele contidos serão numerados sequencialmente a partir do número 01 (um). Subseção V . Parágrafo único.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. que atenderá aos critérios de proporcionalidade. publicado no DJERJ de 10/02/2011) § 1° . que deverão manter. seja pela transferência dos dados para memória informatizada específica.

nos casos não previstos em lei.presidir a distribuição dos feitos. III . a parte interessada poderá postular diretamente ao Juízo para o qual houve a distribuição o imediato encaminhamento da petição inicial. exceto nos foros em que estiver em funcionamento o Núcleo de Autuação.autorizar a distribuição de petição inicial desacompanhada de comprovante do recolhimento adequado de custas ou taxa judiciária porventura devidas. IV . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 07/2011. VII . em caso de deferimento. o Juiz distribuidor encaminhará. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. e demais providências de inutilização ou cancelamento. independentemente de qualquer outra providência.dirimir dúvidas na classificação dos feitos e solucionar reclamações. nos quais a determinação de remessa imediata da petição inicial compete ao Juízo para o qual foi a mesma distribuída. e o encaminhamento imediato da petição inicial ao Juízo competente. bem como determinar a exclusão da distribuição no sistema informatizado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 3º .Tratando-se de petição inicial veiculando requerimento de medidas urgentes. nos casos não previstos em lei. II . o Núcleo de Autuação providenciará seu encaminhamento. e o encaminhamento imediato da petição inicial ao Juízo competente. excetuados os de competência exclusiva.apreciar pedido de desistência de distribuição formulado de imediato. VI . observadas as cautelas de praxe. 27. em caso de impossibilidade de utilização do sistema eletrônico de processamento. as medidas de autuação e certificação ainda pendentes passarão à responsabilidade da respectiva Serventia judicial. nos casos previstos em lei.comunicar ao Corregedor-Geral da Justiça irregularidades observadas no procedimento de distribuição. diretamente aos Juízes diretores dos foros regionais competentes. V . determinar a devolução desta e de seus anexos. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. publicado no DJERJ de 10/02/2011) Art. No foro central da Comarca da Capital. após a protocolização da petição e.Na hipótese prevista no parágrafo anterior.autorizar distribuição urgente. Reconhecida a urgência. publicado no DJERJ de 10/02/2011) Parágrafo único. publicado no DJERJ de 10/02/2011) § 4º .determinar a distribuição por sistema manual. Cabe ao Juiz distribuidor: I . as petições iniciais e comunicações de prisão em flagrante Página 21 de 192 .autorizar distribuição urgente. (Redação antiga) VII .

VIII . informando aos Ofícios de Registro de Distribuição através do sistema informatizado . abrir e encerrar livros. no foro central da Comarca da Capital. queda do sistema informatizado ou pane nos computadores. as etiquetas auto-adesivas emitidas pelo sistema de processamento de dados.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 recebidas dos Juízes de direito que tenham estado em plantão de medidas urgentes. e zelar pela guarda do material pertinente. Quando se tratar de autor incapaz.abrir e manter atualizado o Livro de Registro de Ocorrências. falta de energia elétrica por mais de 30 (trinta) minutos. Cabe ao diretor do Departamento de Distribuição. VII . e expedir documento para substituição de ficha de protocolo ou de etiqueta autoadesiva. IV .autenticar. §1º. Os nomes dos autores deverão ser grafados sem conter qualquer abreviatura. autenticando relatórios e demais documentos expedidos pelo sistema de processamento de dados. nos demais foros: I . onde lavrará todos os fatos que prejudiquem o perfeito andamento dos trabalhos.secretariar o processamento das distribuições. subscrevendo atas. ou do CNPJ. ao Juízo competente. em razão da competência jurisdicional.coordenar as atividades de distribuição. inclusive livros e relatórios. em especial. Página 22 de 192 . II . quando necessária à verificação de sua regularidade. será indicado na petição inicial o número do CPF do seu representante legal. As petições iniciais apresentadas para distribuição deverão conter o número de identificação civil e o número do CPF. Art.cancelar ou excluir distribuição por determinação judicial. Deverão acompanhar as petições iniciais cópias dos documentos anteriormente referidos.autorizar o encaminhamento de petição inicial distribuída em caráter de urgência. 29. VI . quando inscritos na Receita Federal. 28. em caso de perda ou danificação. III . §3º. e ao Responsável pelo serviço.excluir feito da distribuição aleatória. Art. lavrando a respectiva ocorrência em livro próprio e dando ciência imediata ao Juiz distribuidor em exercício. V . por advogado ou estagiário devidamente constituído. §2º. de todos os autores e réus.visar os livros utilizados no serviço.DCP.

O Juiz Distribuidor poderá autorizar a distribuição da petição inicial sem o cumprimento das exigências formuladas. A distribuição por dependência ou dirigida será feita necessariamente em cumprimento a decisão judicial. anexando-se. em ambos os casos. Na hipótese de petição inicial de conversão de separação em divórcio. Fica autorizado o setor de Distribuição a rejeitar a distribuição de petição inicial. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 84/2009. o ofício à petição apresentada. Ficam dispensados da exigência do parágrafo precedente os entes da Administração Pública direta Municipal. por termos específicos.Quando da distribuição da petição de liberdade provisória. Página 23 de 192 . para que se promova a compensação automática. e o Ministério Público. (Redação antiga) § 1º. obedecido o critério de compensação. caberá à serventia do Juízo incompetente a remessa dos autos para o distribuidor do foro do Juízo competente. § 5º . observado o disposto nos artigos 36 e 37 desta Consolidação. deverão ser apresentados os autos ou petições. Ressalvadas as exceções expressamente previstas em lei. Parágrafo único. onde não sejam observadas as formalidades previstas no artigo anterior. acompanhada da certidão de casamento contendo a averbação da separação. na autenticação eletrônica ou na ata e na etiqueta auto-adesiva que venha a ser expedida. (Redação antiga) § 4º. para tanto deve o Juízo encaminhar a petição inicial através de ofício dirigido à distribuição. 30. A distribuição por dependência e a dirigida a um determinado Juízo. Nos feitos a serem registrados por dependência ou redistribuídos em razão de declínio de competência. Estadual e Federal. além dos dados indicados no caput deste artigo com o número do flagrante e a indicação da delegacia de origem. (Redação antiga) § 2º. para que conste dos autos. o Escrivão designará Servidor para o encaminhamento. deverá a mesma vir instruída.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 §4º. devendo ser procedida imediatamente após a baixa e o lançamento do último movimento em seu andamento. A redistribuição decorrente de decisão proferida por Juízo de primeira instância independe de aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. os feitos ajuizados serão distribuídos igualmente entre os Juízos e Ofícios de Registro de Distribuição. utilizando-se de mensageiro ou do serviço de malote. Inexistindo Mensageria no Fórum. Art. 31. (Redação antiga) § 6º. mediante despacho e resolver os casos omissos. publicado no DJERJ de 04/12/2009) Art. (Redação antiga) § 3º. Na hipótese prevista no parágrafo anterior. nele indicando os autos que motivaram a prevenção. (Redação antiga) § 5º. se caracterizarão.

embargos à execução fiscal e da Fazenda Pública. caberá à serventia do Juízo incompetente a remessa dos autos para o distribuidor do foro do Juízo competente. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. Na hipótese de petição inicial de conversão de separação em divórcio. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 4º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 em que fique comprovado que o Juízo prevento tem sede na mesma Comarca. embargos à arrematação. A redistribuição decorrente de decisão proferida por Juízo de primeira instância independe de aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 3º. os feitos ajuizados serão distribuídos igualmente entre os Juízos e Ofícios de Registro de Distribuição. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 1º. para que conste dos autos. se caracterizarão. Nos feitos a serem registrados por dependência ou redistribuídos em razão de declínio de competência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. A petição inicial do processo a ser distribuído por dependência deverá ser protocolizada diretamente no PROGER. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 2º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. (Redação antiga) Art. embargos de retenção por benfeitorias e embargos de terceiro. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 5º. Na hipótese prevista no parágrafo anterior. o ofício à petição apresentada. obedecido o critério de compensação. devendo ser procedida imediatamente após a baixa e o lançamento do último movimento em seu andamento. salvo quando se tratar de embargos à execução de título extrajudicial. A distribuição por dependência e a dirigida a um determinado Juízo. nela indicando os autos que motivaram a prevenção. embargos à adjudicação. a distribuição por dependência será feita independentemente de decisão judicial e de ofício. o Escrivão designará Servidor para o encaminhamento. observado o disposto nos artigos 36 e 37 desta Consolidação. em ambos os casos. Ressalvadas as exceções expressamente previstas em lei. deverão ser apresentados os autos ou petições. em que fique comprovado que o Juízo prevento tem sede na mesma Comarca. anexando-se. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. por termos específicos. na autenticação eletrônica ou na ata e na etiqueta auto-adesiva que venha a ser expedida. publicado no DJERJ de 11/05/2011) Página 24 de 192 . a distribuição por dependência será feita independentemente de decisão judicial e de ofício. 31. utilizando-se de mensageiro ou do serviço de malote. Inexistindo Mensageria no Fórum. acompanhada da certidão de casamento contendo a averbação da separação. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. para que se promova a compensação automática. hipóteses em que a petição será protocolizada diretamente no Distribuidor. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 6º.

II . § 2º. V – embargos de terceiro.as ações decorrentes de irregularidades em entidades de atendimento.as ações referentes às infrações contra norma de proteção à criança ou adolescente. se tratar de pedido de providência urgente. 27. de recolhimento protraído. salvo neste último caso. Todos os feitos da competência do Idoso serão anotados nos registros de distribuição. 33. Página 25 de 192 . não será distribuída. É vedado o recebimento de petições iniciais de feitos ajuizados. ressalvadas as seguintes ações: I . II e III serão anotadas no registro de distribuição. Art. III .Os feitos que couberem a Juízo ou Serventia de competência ou atribuição exclusiva não serão distribuídos.as ações civis fundadas em interesses individuais. 32. inciso VI. § 3º. (Redação Antiga) Artigo 33 . sendo no ato restituída ao portador ou ao remetente. IV – ações de alimentos. publicado no DJERJ de 03/05/2011) § 1º . ainda.as ações decorrentes de irregularidades em entidades de atendimento. Os feitos de competência das Varas de Infância e da Juventude serão anotados apenas na respectiva serventia. ou. § 1º. por "via postal" ou "serviço de malote". Os feitos que couberem a Juízo ou Serventia de competência ou atribuição exclusiva não serão distribuídos. ressalvadas as seguintes ações: I .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2011.as ações civis fundadas em interesses individuais. As ações referidas nos incisos I. mas anotados no registro de distribuição. difusos ou coletivos afetos à criança e ao adolescente. observado o disposto no art. Parágrafo único.as ações referentes às infrações contra norma de proteção à criança ou adolescente. salvo se houver pedido explícito de gratuidade. ou se inexistente ou encerrado o expediente bancário.Os feitos de competência das Varas de Infância e da Juventude serão anotados apenas na respectiva serventia. mas anotados no registro de distribuição. difusos ou coletivos afetos à criança e ao adolescente. II . quando se tratar de feitos redistribuídos em razão de declínio de competência. III . Petição desacompanhada do comprovante de recolhimento de custas judiciais.

as notícias de prisão em flagrante e os respectivos autos. Página 26 de 192 . XI – cumprimento de sentença e impugnação ao cumprimento de sentença.As ações referidas no parágrafo precedente serão anotadas no registro de distribuição. 34. todos os feitos da competência do Idoso serão anotados nos registros de distribuição. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2011. VIII – prestação de constas. III .os requerimentos de arquivamento de inquérito policial. V . assim como. que tenham como base inquéritos policiais ou peças de informação. execução de multa e/ou execução de título extrajudicial. VIII . publicado no DJERJ de 03/05/2011) § 2º . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2011. As distribuições relativas aos inquéritos policiais somente serão objeto de informação em certidão após o recebimento da denuncia. VII .as denúncias ou queixas. § 1º. V e IX.os feitos oriundos dos Juizados Especiais Criminais. relaxamento de prisão e arbitramento de fiança e outros que importem em pedido de cessação da violação da liberdade. suspensão ou restabelecimento do poder familiar. VI .os pedidos de reabilitação. As distribuições relativas aos procedimentos constantes deste artigo serão objeto de registro de distribuição.as cartas precatórias.as ações de habeas corpus e os requerimentos de liberdade provisória. VII – perda. modificação e dispensa de tutor ou curador. nas hipóteses em que a lei 9099/95 determina a remessa ao juízo comum. IV . XII – execuções de alimentos. IX – remoção.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VI – mandados de segurança. Serão distribuídos às Varas de competência criminal: I . X – revisão judicial de decisão do Conselho Tutelar. § 2º. exceto os incisos III.Os requerimentos de medidas cautelares preparatórias. publicado no DJERJ de 03/05/2011) Art. II .

Art. § 4º. e os Serviços de Distribuição. Art. o Departamento de Distribuição. § 3º. excetuando-se os casos expressamente previstos em Lei. 36.DCP. sendo obrigatória nova distribuição quanto aos atos posteriores que se fizerem necessários. encaminhará ao órgão distribuidor. pelo Escrivão ou Responsável pelo Expediente. no primeiro dia útil subseqüente. A precatória originariamente distribuída não vinculará o Juízo deprecado. os autos serão remetidos diretamente ao Juízo para o qual a respectiva comunicação foi distribuída. impreterivelmente. § 2º. excetuando-se os pertinentes aos Juizados da Infância e Juventude. (Parágrafo revogado pelo Provimento CGJ nº 60/2010. § 5º. serão dirigidos diretamente ao Juízo deprecado.Projeto Comarca aos Ofícios de Registro de Distribuição não Oficializados será feita por ofícios eletrônicos emitidos pelo sistema de informática. Tratando-se de Carta Precatória oriunda de outro Estado. cancelamentos. respeitado o parágrafo anterior. O Juízo deprecante deverá obter a informação sobre qual Juízo recebeu a carta precatória. As comunicações que trata o presente artigo não contemplam as execuções fiscais em tramitação na 11ª e 12ª Vara de Fazenda da Capital. As cartas precatórias. por tratar-se de comunicação de atos entre Juízos. para fins de registro e distribuição. O Juiz de plantão ou aquele que despachar fora do expediente. § 4º. 35. § 1º. na Comarca da Capital. baixas. até às onze horas. § 1º. Na hipótese de prisão em flagrante. nas demais Comarcas. exclusões de partes e restaurações remetidas pelos cartórios informatizados através do sistema DCP . que deverão permanecer com o procedimento atual até o estabelecimento dos convênios de troca de informações com o PRODERJ e o IPLAN. publicado no DJERJ de 08/11/2010) Página 27 de 192 . o número do processo no sistema. ser entregue. acessando o número do processo originário no sistema informatizado . quando o ato de comunicação for entre Juízos do Estado. devendo o expediente global. oficiarão ao Juízo deprecante informando sobre a Vara e a serventia a que foi distribuída a deprecata. serão dirigidas diretamente ao Serviço de Distribuição da Comarca ou Fórum Regional em que se realizará o ato ou diligência. cópia da decisão e das peças informativas que a instruírem. Os pedidos de informação sobre a carta precatória distribuída. bem como.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 3º. bem como seus aditamentos e retificações. Os Ofícios de Distribuição não oficializados receberão as comunicações de distribuição por meio eletrônico. A comunicação das retificações.

XIII . bairro. data de emissão e órgão expedidor). XII . sendo certo que caberá a este total responsabilidade pelos envios não conferidos. nome.revogação da suspensão do processo.data do recebimento da queixa ou denúncia. se não observado.data da sentença criminal. XV .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º.revogação da suspensão do processo (Art.certidões da Dívida Ativa (número. pólo. Nos procedimentos de envio de ofício eletrônico para os Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados. valor moeda. tipo de logradouro.). § 3º.P. nome do logradouro.valor da causa. 366 do C. X . moeda. Página 28 de 192 . VI . VII . IX . número. data e delegacia). número. Os ofícios automáticos de responsabilidade dos cartórios serão criados pelo sistema sempre que o usuário incluir. II . 89 da Lei 9099/95). XIV . valor UFIR. 89 da Lei 9099/95).classe.início da fase de execução. caberá ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente verificar e comandar a remessa de todos os ofícios eletrônicos de sua competência.suspensão do processo (Art. No caso específico dos ofícios eletrônicos automáticos decorrentes de atualizações nos dados do sistema. alterar ou excluir qualquer um dos seguintes dados: I . IV .imóvel constante da Dívida Ativa (número de inscrição. XVI .personagens passíveis de anotação nos registros de distribuição (tipo de personagem. tipo de pessoa. UF. nacionalidade e tipo de ação). complemento. acarretará remessa das informações independentemente do comando do Escrivão ou Responsável pelo Expediente. XI . cidade e CEP). natureza da dívida e número de inscrição do imóvel). número. III .P. V . ano.suspensão do processo (Art. filiação.peças de Origem (tipo.data de distribuição. VIII . haverá um prazo de tolerância de até 02 (dois) dias úteis. que.assunto. data de nascimento.documentos de personagens (tipo de documento.

certificando a respectiva baixa. (Redação antiga) § 8º . pessoa natural ou jurídica.Individualizar o réu. no prazo de 72 horas. desde que seja certificado seu envio. V .Número de inscrição do CPF ou CNPJ.P.Número do documento de identidade e órgão expedidor. Os Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados deverão devolver o arquivo de resposta informando a efetivação ou não da anotação em até 48 horas após a disponibilização do arquivo com os ofícios eletrônicos. §8º. Os ofícios de baixa expedidos em processos criminais deverão individualizar o réu informando seu nome e qualificação. 89 da Lei 9099/95). Página 29 de 192 . III . §7º. XVIII . incumbe ao cartório.Estado civil. 366 do C. a Carta Precatória poderá ser devolvida ao Juízo de origem. XIX . o ato ordenado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XVII . IV .suspensão da execução. XXI .término da suspensão do processo (Art. que anotará. § 6º. Transitada em julgado a sentença criminal e determinada a baixa do feito. o oficio de baixa para redistribuição deverá ser encaminhado através de mensageiro ao Ofício de Registro de Distribuição competente. § 5º.trânsito em julgado (Júri). declarados pelos Magistrados. No caso das serventias vinculadas aos Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados. que o entregará na serventia para ser feita a baixa manual no sistema DCP e encerrado o ultimo andamento para posterior entrega no Departamento de Distribuição juntamente com os respectivos autos. de imediato.Os ofícios de baixa expedidos em processos criminais deverão: I . devolvendo o oficio ao mesmo mensageiro.trânsito em julgado.término da suspensão do processo (Art. XX . adotar as providências necessárias à respectiva anotação. Nos casos de medidas urgentes. As serventias informatizadas atendidas pelos registradores oficializados deverão devolver ao juízo de origem os autos das cartas precatórias.suspensão do processo. indicando seu nome completo e vedado o uso de abreviações. § 4º.Nacionalidade.). II .P. independentemente do retorno do ofício eletrônico de baixa cumprido pelo registro de distribuição. XXII .

ficando dispensado o ofício em papel. exclusões de partes e restaurações serão feitas pelos próprios cartórios diretamente no sistema DCP. Subseção VII . VII . redistribuições. as anotações referentes às distribuições. No caso de serventias informatizadas cujo Registrador é oficializado. retificações. § 1º.Da certidão comprobatória do ajuizamento da execução Art. Art. Os pedidos de certidões cíveis e criminais deverão ser encaminhados diretamente pelos Juízos aos Ofícios de Registro de Distribuição. se pessoa natural. sempre que requerida pelo credor: Página 30 de 192 . conforme disciplinado na subseção XII desta seção. 38. As serventias de primeira instância emitirão a mesma certidão.jus. excetuando-se os casos de competência exclusiva. Art. cancelamentos. 41. conforme o disposto na Lei 11. § 2º. Os serviços de distribuição observarão os critérios de rodízio e igualdade. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2009. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2011. Distribuição e Citação-NADAC dos Juizados Especiais Cíveis emitirão a certidão do art. e sede. (Redação antiga) Art. Art.Filiação da pessoa natural. se pessoa jurídica. ou seu arquivamento. VIII .br. A igualdade da distribuição será observada pela classe dos feitos. através do e-mail institucional cgjsecer@tjrj. Os Serviços de Distribuição e os Núcleos de Autuação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VI . mediante prévio recolhimento de custas. Nas Comarcas do Estado onde houver necessidade de distribuição de feitos adotar-se-ão. sempre que a mesma seja requerida pelo credor. 37. sendo vedado o atendimento pelo Departamento de Distribuição ou pelos Serviços de Distribuição nas Comarcas onde os Ofícios de Registro de Distribuição não são oficializados. Tratando-se de medida sigilosa devem os feitos observar rotina que impeça o acesso público às informações. para fins de informatização. 38. 615A do Código de Processo Civil. 39.O resumo da sentença criminal absolutória ou condenatória. publicado no DJERJ de 07/08/2009) Art.971/2009. implementadas pela Resolução 46/2007 do Conselho Nacional de Justiça. Os pedidos de certidões cíveis e criminais formulados pelos Juízos deverão ser dirigidos ao Serviço de Certidões do Departamento de Suporte Operacional da Corregedoria Geral da Justiça. publicado no DJERJ de 27/06/2011) Art. as Tabelas Processuais Unificadas do Poder Judiciário. 42. 40. baixas.Residência ou domicílio.

IV . porém. no rosto da inicial. sempre que se tratar de petição inicial. do parágrafo único. 44. Igualmente se dispensa a antecipação das custas devidas pela emissão da certidão.da etiqueta a que se refere o inciso III constarão o número geral de protocolo. nos demais distribuidores autorizados. Art. ou sendo impossível. salvo quando seja beneficiário da gratuidade de justiça. Subseção VIII . ao Fundo Especial do Tribunal de Justiça. observada a ordem de apresentação. Art. à imediata distribuição pelo sistema eletrônico. seu recolhimento nas hipóteses do inciso III. 45.nas ações de execução de título extrajudicial. do artigo 55. à digitação e. ou quem o substitua. da Lei nº 9099/95.o servidor que receber a petição e anexos verificará a regularidade do recolhimento das custas correspondentes.nos casos do art. A emissão da certidão nas hipóteses acima é atribuição do Escrivão. Art.proceder-se-á à classificação do feito. dispensando-se manifestação judicial autorizando o ato. no dia seguinte. por autenticação eletrônica ou. mediante relação discriminatória dos números de guias e respectivos processos. no valor previsto na Tabela de Custas vigente. cabendo. o nome de ao menos uma das partes de cada pólo da relação Página 31 de 192 . 475-J do Código de Processo Civil. efetuarão as anotações devidas. V . afixando-se a etiqueta auto-adesiva. III .o apresentante entregará o expediente ou a petição inicial acompanhada do comprovante de recolhimento de custas e demais encargos acaso devidos. O requerente deve demonstrar o recolhimento antecipado das custas judiciais. 46.os serviços de distribuição reterão a 1ª via da GRERJ. quando se trate de ação de execução de título extrajudicial proposta perante Juizado Especial Cível e do Consumidor. especialmente quanto ao nome das partes e da ação. à serventia destinatária. Na distribuição por processamento eletrônico de dados observar-se-á o seguinte: I . distribuídas antes da vigência da lei nº 11. disponibilizando no final do dia. II .quando haja pedido de gratuidade de justiça nas ações de execução de título extrajudicial. a existência das primeira e segunda via da GRERJ e verificará se a cópia da inicial está em conformidade com o original. e seu par. após a análise dos requisitos para concessão do benefício pelo juiz competente.382/2006. em qualquer caso. remetendo-a semanalmente. na cópia do portador.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I .Da distribuição por processamento eletrônico de dados Art. relativamente ao cumprimento da sentença. III . II . 43.

nela constarão o número geral do protocolo. em todo o Estado. Art. Art. Inoperante. quando uma das etiquetas deverá ser colada no processo original e outra na cópia do advogado. a data e a hora da distribuição. por número de inscrição. Quando o sistema DCP retornar ao seu normal funcionamento deverá ser procedida à distribuição manual com a inserção dos dados constantes da petição e. se houver. Subseção IX .o exeqüente relacionará as execuções. de idêntico teor. temporariamente. a Vara e o Cartório de Registro da Distribuição sorteados.Da paralisação do sistema de informática da Distribuição Art. mantida a numeração para o tombamento. 50. a sigla do servidor Responsável e a anotação do tipo de distribuição. O portador deverá ser informado. II . por Vara e Ofício. a data e a hora da distribuição. IV . Distribuição manual simples. arquivando-se a primeira via no cartório de registro de distribuição e outra na escrivania. posteriormente. salvo se a Autoridade Judiciária requerente fornecer descrição pormenorizada dos padrões e funções a serem adotados.o exequente encaminhará a petição inicial e os documentos que a instruem somente após a distribuição e a expedição da relação referida no inciso I. o sistema de processamento de dados. em 03 (três) vias.a petição inicial indicará o número que a identifica na relação respectiva. Não será admitida utilização de outro sistema de processamento de dados. como recibo. Art. pesquisar nas máquinas de consultas ou na internet. 49. devolver-se-á a terceira ao exeqüente.o registro de distribuição será lançado na própria relação. §2º. A distribuição de execuções fiscais através do sistema de processamento eletrônico de dados observará o seguinte: I . a classificação do feito. 47. a classificação do feito e da Vara. para qual serventia foi sorteada sua petição inicial. discriminadas as respectivas rotinas a que tenham acesso. após. bem como a sua utilidade para todas as serventias da mesma natureza. através do sítio do Tribunal de Justiça. VII . o Juiz distribuidor autorizará a distribuição manual. Página 32 de 192 . que deverá. e a anotação do tipo de distribuição ocorrida. numerando-as em ordem crescente. caberá ao sistema o sorteio da vara competente.os servidores autorizados a utilizar as funções de processamento de dados serão cadastrados pelo próprio sistema.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 processual. 48.no caso de autenticação eletrônica. VI . A distribuição manual poderá ser realizada das seguintes formas: §1º. III .

estará disponível dentro do sítio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Distribuição manual por sorteio mecânico com direcionamento à serventia. quando os feitos demandarem medidas de caráter urgente a critério do Juiz Distribuidor e Cartas Precatórias apresentadas por advogado de outra Comarca. na presença do advogado postulante.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 §3º. 52. Página 33 de 192 . Art. 53. na forma desta subseção. § 1º. Art. Os dados constantes do pré-cadastramento são de inteira responsabilidade do advogado que o fizer e só serão alterados mediante requerimento a ser formulado perante o Juízo ao qual a petição inicial for distribuída. A presente rotina destina-se exclusivamente a petições iniciais a serem encaminhadas ao Departamento de Distribuição da Capital ou aos serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro. vedadas petições de qualquer outra natureza. Considera-se por sorteio mecânico a distribuição feita por instrumental que garanta o caráter aleatório do sorteio. pelo juiz Distribuidor. § 1º. contando-se este prazo na forma do art.Do pré-cadastramento Art. O advogado deverá se dirigir ao Departamento de Distribuição da Capital ou aos serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado com a petição inicial e os documentos que a instruem capeada pela folha de précadastramento gerada pelo sistema. §4º. o que somente ocorrerá quando da distribuição da inicial. Art. 55. A rotina de pré-cadastramento de petição inicial a ser utilizada por Defensores Públicos ativos e por advogados com inscrição regular na OAB. durante os quais o advogado deverá protocolizar a petição inicial no Departamento de Distribuição da Capital ou nos Serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro. § 2º. O pré-cadastramento será válido pelo prazo de 05 (cinco) dias corridos. e a outros semelhantes. sendo vedado ao operador da distribuição manipular ou alterar quaisquer destes dados na presente rotina. Após o transcurso do prazo previsto no caput. O pré-cadastramento não interrompe a prescrição. Art. 219 do Código de Processo Civil. 51. a critério do juiz distribuidor. na forma do art. 54. comunicações de prisão em flagrante. Subseção X . o pré-cadastramento será excluído do sistema. utilizado o menu serviço na página principal. 184 do Código de Processo Civil. ficando vedado o recebimento da peça pela Distribuição. com a finalidade de protocolizar a referida peça processual. Em todos os Serviços de distribuição haverá fila preferencial para os advogados que portarem iniciais pré-cadastradas.

Art. A folha de rosto do pré-cadastramento deverá ser devidamente assinada pelo advogado. 60. 283 do Código de Processo Civil. VI .Das anotações no Registro de Distribuição Art. de ofício ou por ordem judicial. São tipos de anotações a serem informadas eletronicamente aos Ofícios de Registro de Distribuição: I . 58. Art. ato registral decorrente de Página 34 de 192 . salvo quando houver pedido de gratuidade de justiça e nas demandas destinadas aos Juizados Especiais Cíveis. verificar a sua validade. e nas demandas destinadas aos Juizados Especiais Cíveis.QUALIFICAÇÃO DAS PARTES. IV . quando da necessidade de retificação ou da ausência de dados por ocasião da distribuição. 59. 57. acréscimo. sob pena de não ser aceita pelo Departamento de Distribuição da Capital ou pelos serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro dentro da rotina prevista nesta subseção. e dos demais atos desta Corregedoria Geral da Justiça. quando não se encontrar demonstrado o recolhimento das custas e/ou da taxa judiciária correspondentes. na forma do art. de ofício ou por ordem judicial.EXCLUSÃO. V . 56.INCLUSÃO. salvo os casos de gratuidade de justiça. Não será recebida a petição inicial pré-cadastrada dirigida a Comarca diversa daquela onde a mesma está sendo apresentada. O lançamento dos dados no sistema não dispensa a instrução das petições iniciais. de nome de parte ou interessado no registro original. Art.BAIXA PELO CUMPRIMENTO.BAIXA PARA REDISTRIBUIÇÃO ou POR DECLÍNIO DE COMPETÊNCIA PARA ÓRGÃO JURISDICIONAL FEDERAL. ato registral decorrente de decisão terminativa do feito. O servidor lotado no Departamento de Distribuição da Capital ou nos Serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro que receber a petição inicial pré-cadastrada terá somente que registrar o número de protocolo extraído do sistema (por digitação ou leitura ótica). bem como a prova do recolhimento das custas e da taxa judiciária. II . ato registral decorrente de decisão judicial exarada em cartas precatórias e medidas preparatórias. Subseção XI . III .BAIXA POR EXTINÇÃO DO PROCESSO. Art. supressão. Não será recebida a petição inicial pré-cadastrada.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo Único. de nome de parte ou interessado no registro original. por força de lei ou a requerimento da parte.

§ 1. por ordem Judicial. formulados em sede de procedimento investigatório. VII . da natureza da medida ou qualquer outra anotação na folha de rosto referida no parágrafo primeiro.CANCELAMENTO. b) Delegacia de origem ou órgão do Ministério Público.RESTAURAÇÃO. livre ou dirigida e de declínio de competência para jurisdição federal. Página 35 de 192 . as anotações referidas neste artigo serão realizadas pelo próprio cartório onde o feito tramita. será colada uma folha de rosto contendo somente as seguintes informações: a) "Medida cautelar sigilosa". IX .ALTERAÇÃO. também lacrado. incluindo a data da distribuição. deverá ser anexado ao envelope lacrado referido no artigo 61. c) Comarca de origem da medida. da classificação da ação. 62. ato registral decorrente de determinação judicial ou de hipótese prevista em lei. § 2. ato registral em cumprimento de ordem judicial.Das medidas cautelares de caráter sigiloso Art. ato registral decorrente de determinação judicial para restauração de registro anteriormente existente e que haja sido objeto de baixa.BAIXA NO REGISTRO POR ARQUIVAMENTO DE PEÇAS INFORMATIVAS OU DE INQUÉRITO POLICIAL. § 2º.RETIFICAÇÃO. correção de elemento constante do registro. além dos elementos identificadores do registro original. Outro envelope menor. Os pedidos de interceptação de comunicação telefônica.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 decisão judicial determinante de redistribuição. XI . telemática ou de informática. Nas Comarcas informatizadas onde o Distribuidor é oficializado. Subseção XII . VIII . § 1º. contendo em seu interior apenas o número e o ano do procedimento investigatório. X . em envelope lacrado contendo o pedido e documentos necessários. Na parte exterior do envelope a que se refere o caput. serão encaminhados à Distribuição da respectiva Comarca. Os expedientes encaminhados por meio de ofício eletrônico aos Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados mencionarão a anotação a ser feita segundo as modalidades definidas neste artigo. É vedada a indicação do nome do requerido. Art. 61.

a medida cautelar sigilosa será remetida ao Juízo competente. com exceção do primeiro andamento para a abertura de conclusão. Art. § 1º. sem romper o lacre. sem violação do lacre do envelope mencionado no artigo 61. o envelope lacrado será encaminhado imediatamente ao Magistrado ou aos serventuários autorizados. "Comarca de origem da medida". Aberta a conclusão ao Juiz. Parágrafo único. "Delegacia de origem ou órgão do Ministério Público". como. A autenticação da distribuição será realizada na folha de rosto do envelope mencionado no artigo 61. referido no artigo 61. conforme determinado no parágrafo anterior. § 3º. "Medida cautelar sigilosa". 67. pela serventia do Juízo Competente. tipo de personagem. dados básicos. Recebidos os envelopes e conferidos estarem eles lacrados. 68. 65.localizando a medida no sistema através dos dados constantes da capa do envelope mencionado no artigo 61. As informações referentes à medida cautelar sigilosa não ficarão disponibilizadas para consulta por meio de boleta nos terminais de autoatendimento. § 2º. terão acesso ao sistema DCP para dar andamento a processo qualificado como sigiloso. é obrigatório o preenchimento dos demais dados constantes no sistema DCP.DCP . o Responsável pela Distribuição e.1ª Instância . ou seja. Página 36 de 192 . parágrafo único. Art. Art. Feita a distribuição através do sistema informatizado. 63. "b" e "c". no envelope lacrado contendo o pedido e documentos. endereços e outros dados disponíveis. por exemplo. o Escrivão ou Responsável pelo Expediente deverá imediatamente abrir conclusão no sistema de Distribuição e Controle de Processos . na hipótese prevista na presente Subseção. Somente o magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados nos termos previstos no artigo 67. Realizada a autuação da medida cautelar sigilosa pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados. Recebido o envelope lacrado. O magistrado deverá indicar o nome e a matrícula do seu secretário e do funcionário autorizado a movimentar o sistema. o seu substituto. imediatamente. Art. Art. deslacrará o envelope menor e efetuará a distribuição. A Distribuição e o Plantão Judiciário não receberão os envelopes que não estejam devidamente lacrados na forma prevista nos artigos 61 e 62. 66. ou seja. nome do acusado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. cadastrando no sistema informatizado apenas o número do procedimento investigatório e a delegacia ou o órgão do Ministério Público de origem. ou seja. na sua ausência. documentação. na internet ou nos distribuidores.Projeto Comarca . bem como quaisquer outras alterações supervenientes. 64. letras "a". o envelope lacrado contendo o pedido e documentos.

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. Art. 69. O preenchimento da tela "medidas sigilosas" constante no menu do sistema DCP é obrigatório. § 3º. salvo na hipótese de declínio de competência. telemática ou de informática. devidamente lacradas. nos termos do artigo 61 deverá o mesmo desabilitar o processo como sigiloso no sistema DCP. Na Ata do Plantão Judiciário constará. 71. Art. devendo ser resguardado o sigilo das informações lançadas no mesmo. § 1º. 70. § 2º. vedada a expedição de carta precatória para os fins desta subseção. pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados. As remessas e devoluções dos autos serão realizadas em envelopes lacrados tanto pelo remetente como por seu destinatário. Qualquer complementação ou alterações de dados no cadastramento da medida cautelar sigilosa junto ao sistema DCP somente poderá ser realizada pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados. inclusive o número telefônico de todos os terminais a serem interceptados. independentemente do seu deferimento. As informações atualizadas e completadas pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados não ficarão disponíveis para consulta e somente o Juiz e os serventuários autorizados terão acesso aos dados sigilosos. deverão ser encaminhadas pelos servidores do Plantão ao Departamento/Serviço de Distribuição da respectiva Comarca. desenvolvido especificamente para tal período. É obrigatório o preenchimento completo da tela "medidas sigilosas" constante no menu do sistema DCP. assim como os ofícios e outras peças pertinentes enviados a outros órgãos. o processo não poderá ser movimentado no sistema. e conseqüentemente não será permitida a baixa da conclusão lançada. Deferida ou indeferida a medida cautelar sigilosa o andamento processual no sistema somente será autorizado. Página 37 de 192 . As medidas cautelares sigilosas previstas na presente subseção que forem apreciadas durante o período do Plantão deverão ser lançadas no sistema informatizado. enquanto não preenchidos todos os campos. Durante o Plantão Judiciário da Capital ou do Interior as medidas cautelares sigilosas apreciadas. § 1º. sem qualquer outra referência e não será arquivado no Plantão Judiciário nenhum ato referente à medida. devendo o sistema ser alimentado com todos os dados solicitados. apenas. Art. a existência da distribuição de "medida cautelar sigilosa". após o preenchimento de todos os campos do cadastramento das "medidas sigilosas" no sistema DCP. Verificando o magistrado que não se trata de pedidos de interceptação de comunicação telefônica. § 2º. § 2º.

se houver. Seção IV .número do inquérito. somente poderão ser gerados pelo sistema DCP. IV. ficando vedada a confecção de ofícios em qualquer outra forma ou editor de textos. II . Os ofícios gerados no sistema DCP deverão conter. além de outros encargos que lhe forem atribuídos pelo CorregedorGeral da Justiça.número do protocolo.296/96. III . VII . 72. Art. obrigatoriamente. O magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados ficarão responsáveis pela fidelidade dos dados lançados no sistema. O Protocolo Geral das Varas – PROGER – destina-se a receber petições e expedientes diários endereçados às serventias judiciais de primeira instância. A não inserção no sistema DCP de quaisquer dos dados exigidos no presente Procedimento ensejará responsabilização administrativa. à conferência da existência de anexos. Art.número do ofício gerado exclusivamente no sistema. onde serão inseridos dados exclusivamente colhidos do próprio sistema.órgão postulante da medida (Delegacia de origem ou Ministério Público).Do Protocolo Geral das Varas – PROGER Art. IX . não se permitindo nenhuma omissão ou lançamento parcial dos dados. (Redação antiga) Página 38 de 192 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Os ofícios expedidos em cumprimento à decisão judicial que defere a medida cautelar sigilosa. 9. que deverão corresponder necessariamente à realidade dos autos.tipo de ação. e ao lançamento de firma de advogado e/ou estagiário. limitando-se à verificação do endereçamento.número dos telefones que tiveram a interceptação ou quebra de dados deferida.advertência da regra contida no artigo 10. os seguintes dados: I . da Lei nº.advertência de que o ofício resposta deverá indicar o número do protocolo do processo ou do Plantão Judiciário. V . 75. VI .data da distribuição. VIII . 74. Parágrafo único. 73.Do recebimento e encaminhamento de petições e documentos Subseção I . sob pena de recusa de seu recebimento pela Distribuição.

limitando-se à verificação do endereçamento. Extraordinário e Ordinário e aos Agravos de seus indeferimentos. publicado no DJERJ de 25/11/2009) § 1º. bem como nas Comarcas do interior onde o PROGER não for informatizado. também.PROGER . e ao lançamento de firma de advogado e/ou estagiário. O Protocolo Geral das Varas . em seu corpo. § 7º. É vedado ao PROGER o recebimento de autos de processos. (Redação antiga) § 7º. A petição judicial endereçada à Vara de Execuções Penais somente será recebida pelo PROGER se expressamente informada. poderão ser recebidas diretamente em cartório. dispensa identificação do funcionário. § 6º. para que recebam o devido número no sistema informatizado DCP. já que contém todas as informações necessárias para a identificação do mesmo. § 5º. à conferência da existência de anexos. bem como os expedientes oriundos do Ministério Público. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. Defensoria Pública.destina-se a receber petições e expedientes diários endereçados às serventias judiciais de primeira instância e. A chancela eletrônica. a identificação da serventia a que se destina. o número da distribuição da petição inicial. § 2º. No Fórum Central da Comarca da Capital. § 4º. é vedado o recebimento de petições e expedientes destinados aos Tribunais. gerada pelo sistema e lançada na petição protocolizada. de petições de juntada de procurações e substabelecimentos. atendendo à conveniência do serviço. poderá ser utilizado o número do livro tombo da serventia. as petições judiciais diárias direcionadas à Vara de Execuções Penais. se houver. salvo quando apensados como documentos (notificações. A falta dessa informação vedará o recebimento da petição judicial pelo PROGER e ensejará a devolução da mesma ao seu portador. no formato padronizado pelo Tribunal de Justiça AAAA-CCC-NNNNNN-D (Ano-Comarca-NúmeroDígito). deverão ser cadastrados na própria serventia. também. ainda. publicado no DJERJ de 25/11/2009) Página 39 de 192 . As petições destinadas à Auditoria Militar. Procuradorias estatais. no seu preâmbulo. Todo e qualquer documento entregue no PROGER. 75. inclusive os relativos aos Recursos Especial. além de outros encargos que lhe forem atribuídos pelo Corregedor-Geral da Justiça. No caso da serventia originária ter sido extinta. entre outros) cabendo ao Corregedor-Geral da Justiça excepcionar as circunstâncias de admissibilidade do recebimento. interpelações e protestos. pelo Escrivão. caberá à distribuição o referido cadastramento. sem esse formato de número de distribuição.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. diretamente na serventia judicial. além de constar. Faculta-se a entrega. Os processos. Caso o processo não tenha o número da distribuição no formato. deverá conter. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. § 3º. o número tombo obtido nessa serventia.

099/95. 9. Além de petições subscritas por advogados e estagiários. bem como.099/95. liquidantes. 9. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. publicado no DJERJ de 18/11/2010) § 10º. liquidantes. em especial. queda do sistema informatizado ou pane nos computadores. atendendo à conveniência do serviço. (Redação antiga) § 8º. publicado no DJERJ de 25/11/2009) (Redação antiga) § 9º. publicado no DJERJ de 25/11/2009) Página 40 de 192 . leiloeiros e assistentes técnicos. 9º da Lei Federal nº. salvo quando apensados como documentos (notificações. (Redação antiga) § 10º. somente poderão protocolar petições no PROGER/Protocolo Integrado dirigidas a processos em curso nos Juizados Especiais Cíveis. administradores e comissários). As partes desassistidas de advogado ou Defensor Público. administradores judiciais em geral (síndicos. leiloeiros e assistentes técnicos. interpelações e protestos. administradores e comissários). na forma do art. podem ser protocoladas no PROGER/Protocolo Integrado petições subscritas por peritos. publicado no DJERJ de 25/11/2009) § 9º. em especial. As partes desassistidas de advogado ou Defensor Público. Liquidantes Judiciais e demais Serventias Auxiliares do Juízo quando necessário. publicado no DJERJ de 25/11/2009) § 11º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 58/2010. onde lavrará todos os fatos que prejudiquem o perfeito andamento dos trabalhos. leiloeiros e assistentes técnicos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. falta de energia elétrica por mais de 30 minutos. na forma do art. Além de petições subscritas por advogados e estagiários. administradores judiciais em geral (síndicos. Cabe ao encarregado pelo PROGER abrir e manter atualizado o livro de registro de ocorrências. 9º da Lei Federal nº. entre outros) cabendo ao Corregedor-Geral da Justiça excepcionar as circunstâncias de admissibilidade do recebimento. onde lavrará todos os fatos que prejudiquem o perfeito andamento dos trabalhos. podem ser protocoladas no PROGER/Protocolo Integrado petições subscritas por peritos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 8º. podem ser protocoladas no PROGER/Protocolo Integrado petições subscritas por peritos. falta de energia elétrica por mais de 30 minutos. É vedado ao PROGER o recebimento de autos de processos. Cabe ao encarregado pelo PROGER abrir e manter atualizado o livro de registro de ocorrências. (Redação antiga) § 9º. somente poderão protocolar petições no PROGER/Protocolo Integrado dirigidas a processos em curso nos Juizados Especiais Cíveis. Além de petições subscritas por advogados e estagiários. administradores e comissários). administradores judiciais em geral (síndicos. queda do sistema informatizado ou pane nos computadores.

publicado no DJERJ de 23/12/2009) §5º. § 1º. 77. Não haverá qualquer vinculação entre o protocolo de petições destinadas aos Órgãos Julgadores e a Comarca do processo original. eventualmente devidos. independentemente de despacho judicial. a imediata remessa das peças ao órgão jurisdicional competente. Nas demais Comarcas onde não houver serviço de mensageria. os documentos protocolizados no PROGER serão remetidos através desta. Ressalvado o disposto no artigo 75. Sendo determinada a urgência na forma dos parágrafos 3º e 4º deste artigo. §3º. § 2º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. emolumentos e taxa judiciária. acompanhadas. § 2º. Não estão abrangidas pela regra do caput deste artigo as petições relacionadas a recursos dirigidos aos Tribunais Superiores. publicado no DJERJ de 23/12/2009) §4º. o Protocolo Geral emitirá Guia de Remessa urgente que será assinada Página 41 de 192 . as petições a que se refere o caput deste artigo serão apresentadas diretamente na Divisão de Protocolo do Tribunal de Justiça. se for o caso. as petições sujeitas à autuação/distribuição no Tribunal de Justiça e na Turma Recursal. desta Consolidação. ressalvado o agravo de instrumento. Protocolada a petição e havendo necessidade de entrega urgente na serventia. § 3º. da prova do recolhimento das custas. (Parágrafo acrescido pelo Provimento CGJ nº 87/2009. § 4º. poderá o advogado solicitar ao Magistrado que determine a um dos servidores lotados no cartório que a retire com urgência no PROGER. no mesmo dia do recebimento ou. O servidor responsável pelo PROGER/Protocolo Integrado providenciará. desde que contenham o número do processo autuado no Tribunal de Justiça. podendo ser protocoladas em qualquer Comarca que possua PROGER informatizado. as Serventias designarão serventuários para retirada dos documentos no local designado pelo Diretor do Fórum. §1º. §2º. No foro Central da Comarca da Capital e demais unidades que disponham do serviço de mensageria. serão considerados o dia e a hora consignados no ato de entrega da petição ao PROGER. 76. preferencialmente no primeiro horário do dia útil subseqüente. O Juiz poderá delegar ao Escrivão a faculdade de determinar a urgência na retirada da petição. as petições dirigidas aos Órgãos Julgadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro poderão ser protocoladas diretamente no Protocolo Geral das Varas . Para efeito de contagem de prazo. Art. bem como. sendo tal impossível. (Parágrafo acrescido pelo Provimento CGJ nº 87/2009.PROGER dos Fóruns Regionais ou das Comarcas do interior que possuam PROGER informatizado. mediante comprovação da entrega. No Fórum Central da Comarca da Capital.

Nas demais unidades. As petições que esta Consolidação autorize a entrega diretamente em Cartório somente serão recebidas pela serventia se pertencentes ao Juízo. Art. conforme o caso. Poderá. nome e identificação civil ou CPF.órgão externo ao Judiciário estadual. 79. ser entregue no PROGER. §1º. destinado à Vara instalada no foro central. (Parágrafo acrescido pelo Provimento CGJ nº 87/2009. seu nome e matrícula em relação própria. Subseção III . cada serventia designará um servidor responsável pela retirada das petições e outros expedientes protocolados no PROGER e no Protocolo Integrado. expediente oriundo de: I . apondo a data do recebimento. ao Escrivão ou ao Juiz. Art. as guias de remessa de expediente deverão ser remetidas ao destinatário nelas indicado.Do encaminhamento de petições e documentos Art. casos em que a entrega será no Juízo competente. nome. assinadas e acompanhadas dos documentos nela referidos como anexos. 82. mediante recibo. 80. exceto se de caráter urgente. Em dúvida. uma vez carimbados. 81. Tratando-se de estagiário ou prestador de serviço terceirizado. As petições remetidas via correio deverão ser recebidas pelo PROGER/Protocolo Integrado. recebidas na forma do artigo 81. e lá recebidas por servidor designado. Parágrafo único. terão encaminhamento imediato. 83. Vedado o recebimento de petições iniciais. publicado no DJERJ de 23/12/2009) Art. §2º. ainda. O expediente será entregue diretamente ao órgão destinatário sempre que o Juiz entender necessário. no que respeita a identificação do recebedor. exceto se de caráter urgente ou tratar-se de indiciados ou réus presos. depois de carimbados e conferidos. cadastrado pelo Escrivão da serventia em que estiver lotado. Excetuando-se os locais onde haja mensageria. o servidor responsável submeterá a petição e outros papéis. autenticados e conferidos. ou pela Vara ou Juizado nas Comarcas desprovidas de Protocolo Geral. 78. Página 42 de 192 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 pelo servidor designado para a retirada.Do recebimento de petições e documentos Art. Subseção II .repartição policial. As petições e demais papéis. matrícula e assinatura do servidor. II . o mesmo aporá na guia a data do recebimento. observadas as regras do caput e do parágrafo anterior. Art. devendo constar do recibo data.

ademais. 87. Nas demais. Nas Comarcas em que o Protocolo Integrado não for informatizado. salvo quando a audiência já estiver designada e para data posterior a 30 (trinta) dias do requerimento. 88.Do Protocolo Integrado Art. somente será permitido o protocolo da petição inicial do Agravo de Instrumento destinado aos órgãos julgadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. caberá ao Juiz responsável pelo Protocolo designar servidor responsável pelo serviço. Os Protocolos Integrados receberão. que será devolvida ao apresentante. proceder-se-á na forma do caput deste artigo. Recolhida as custas pertinentes. aquelas em que se requer esclarecimentos de perito ou assistente técnico a serem prestados em audiência. devendo o interessado fornecer de forma clara e precisa.petições de intimação ou de arrolamento de testemunhas ou. O Protocolo Integrado receberá petições e anexos oriundos ou destinados às serventias judiciais que estiverem localizadas em prédios distintos daquele em que os mesmos se situam e que sejam dirigidas a órgãos do primeiro grau de jurisdição. assinatura. no primeiro horário do dia útil subseqüente. nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. sendo este arquivado em pasta própria. com carimbo de que constarão data. §2º. ainda. horário. quando o Juízo destinatário for de outro Estado. Art. O Protocolo Integrado receberá petição acompanhada de cópia. Art.pedidos de purgação da mora. §3º. O foro receptor distribuirá as petições aos destinatários no mesmo dia do recebimento ou. expedientes e autos de processo destinados aos Tribunais. 85. sendo tal impossível. no ato. Página 43 de 192 . §1º. Art. bem como as de juntada dos respectivos comprovantes do recolhimento das custas correspondentes. o seu correto endereçamento. É vedado o recebimento de petições. 86. O Protocolo Integrado não receberá: I . Na hipótese da petição ser dirigida a um Juízo dentro do Estado. 84. III . será a petição encaminhada através de Aviso de Recebimento. O Protocolo Integrado é atribuição do PROGER nas comarcas em que este existir. Art. II . as petições a que alude o artigo 305 parágrafo único do Código de Processo Civil (exceção de incompetência). remetendo-os aos respectivos destinatários. ou autenticação eletrônica.petições iniciais que estejam sujeitas à livre distribuição.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção IV . salvo em se tratando das hipóteses previstas no caput do artigo 76 desta Consolidação.

VI . Página 44 de 192 . Art. Os expedientes encaminhados com inobservância do procedimento previsto serão restituídos aos respectivos remetentes.sempre acompanhados das respectivas guias de remessa. As etiquetas contendo os códigos de barra do SISCOMA devem obrigatoriamente ser coladas exclusivamente na frente e parte inferior direita dos envelopes. Os envelopes que acondicionam os expedientes devem estar: I . entre outros da mesma natureza). pelo referido sistema. em quantidade que venha a suprir suas necessidades. 92. única e exclusivamente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV . 91.movimentar seus expedientes. em 03 (três) vias. Parágrafo único . não podendo. ser utilizado grampo metálico. vedado o encaminhamento de forma manual. 95. Subseção V . sob qualquer hipótese. como documentos (notificações.fechados. em 03 (três) vias.autos judiciais. devolvê-lo ao remetente. Art. fica esta obrigada a proceder ao reencaminhamento ao destinatário correto. sendo tal inviável. 93. As unidades que não dispuserem do SISCOMA. devem fazer uso da guia de remessa manual. Art. II . V . Art. ou.petições e anexos cujo peso ultrapasse quinhentos gramas. Na hipótese de haver expediente endereçado de forma equivocada a qualquer unidade.SISTEMA DE CONTROLE DE MALOTES SISCOMA. 89. interpelações e protestos. 90. Art. Art. 94. exceto quando acompanhando petições.Da utilização do Serviço de Malote Art.solicitar etiquetas auto-adesivas de código de barras ao Departamento de Patrimônio e Material (DGLOG-DEPAM).petições de adiamento de audiência com prazo inferior a 30 (trinta) dias do requerimento. II . Fica vedado o encaminhamento de qualquer objeto de cunho particular através do Serviço de Malote.O Corregedor-Geral da Justiça poderá autorizar o recebimento de autos judiciais atendendo à conveniência do serviço. As unidades de primeira instância do Poder Judiciário e as de apoio que dispõem do Sistema Informatizado de Encaminhamento e Recebimento de Expedientes via malote . devem: I .

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. bem assim no registro próprio. 99.Disposições Gerais Art. Seção V . somente poderá ser feita ao PROGER em dias de normal expediente forense. O correio eletrônico deverá ser utilizado para a comunicação administrativa entre os Órgãos do Poder Judiciário enumerados no art. via postal ou mensageiro. Os serviços judiciários. Art.Da comunicação por fax Art. Parágrafo único. Em qualquer hipótese. salvo nas hipóteses em que houver expressa impossibilidade de utilização do meio. Parágrafo único.Dos meios de comunicação entre os serviços judiciários Subseção I . Subseção II . o dia e o meio utilizado. não podendo ser utilizados para fim particular. inclusive os administrativos. 2º da Resolução nº15/2003 do Órgão Especial. preferindo-se aquele que mais prontamente atender aos interesses do serviço ou cumprir a finalidade do ato. que excedam 20 (vinte) laudas. O usuário que encaminhar qualquer objeto particular de valor pecuniário pelo Serviço de Malote ficará sujeito às sanções administrativas pertinentes. 97. comunicar-se-ão entre si e com terceiros por meio de telefone. a hora. 98. correio eletrônico. 100. a transmissão será realizada diretamente àquelas que estejam providas de aparelho de fax. o servidor anotará. no Foro Central da Comarca da Capital. incluindo os documentos que a instruam. Os meios de comunicação das serventias judiciais e extrajudiciais oficializadas atenderão exclusivamente às necessidades do serviço. podendo ser utilizado para comunicação institucional com o público em geral. 96. Na hipótese de serventias judiciais situadas em prédio que não possua PROGER. nos autos ou documentos respectivos. devendo tal impedimento ser justificado no corpo do meio físico. Art. além da síntese da comunicação. através dos telefones veiculados pelo DJERJ. via fax. A transmissão via fax de petições relativas a ações originárias de 1ª instância. fax. Página 45 de 192 . A transmissão das demais petições para a 1ª instância deverá ser feita para os aparelhos de fax do respectivo PROGER que esteja situado no mesmo prédio do órgão destinatário. Parágrafo único. se esta não estiver documentada. Art. no horário compreendido entre 11h e 18h. excluindo os atos judiciais que respeitarão a legislação processual pertinente. É vedado o recebimento no PROGER de petições.

Os originais dos documentos transmitidos serão entregues no PROGER. devendo o destinatário extrair as fotocópias que se façam necessárias ao ato solicitado. As petições transmitidas serão acompanhadas. Os aparelhos ficarão disponíveis durante o expediente interno e externo. pela fidelidade e qualidade do material transmitido. 107. inclusive. responsabilizando-se. Os riscos de não obtenção de linha telefônica disponível. § 2º. observado o disposto no artigo 98. 108. o órgão receptor registrará o documento observadas as determinações do artigo 103. ou defeitos de transmissão ou recepção correrão à conta do remetente e não escusarão o cumprimento dos prazos. Art.109. Na hipótese de serventias judiciais situadas em prédio que não possua PROGER. Os servidores designados responderão pela conservação do equipamento e comunicarão imediatamente qualquer anormalidade. a critério da autoridade destinatária. Nas medidas de caráter urgente. o protocolo poderá ser feito diretamente no órgão destinatário. se for o caso. logo que recebidos e antes de seu encaminhamento ao destinatário. Parágrafo Único. também. Art. Parágrafo único. 103. 101. no prazo de 05 (cinco) dias. contados na forma estabelecida pela Lei 9800/99. Página 46 de 192 . obrigatoriamente. A transmissão dos documentos será feita em via única. Incumbe à parte interessada diligenciar pela confirmação da transmissão. Art. quanto à tempestividade. certificando-se o fato. 105. Os aparelhos de fax serão operados pelos servidores designados pela chefia imediata. 102. devendo a parte interessada anexar o comprovante de transmissão. Art. comprovantes dos recolhimentos obrigatórios. de todos os documentos necessários ao fim a que se destinam. por petição protocolada. 104. Art. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. § 1º. Os órgãos receptores registrarão através dos meios disponíveis (relógios datadores ou autenticação eletrônica) a petição recebida em condições de prosseguimento. Art. inclusive para o fim de preservação do documento. O procedimento confirmatório será adotado sempre que conveniente. quando se tratar de comunicação interna. Art. 106. Os mandados de prisão serão confirmados por ligação telefônica. fazendo seu imediato encaminhamento ao órgão destinatário.

§ 4º. desde que observadas as disposições dos artigos 98 a 109 e as disposições legais. se forem o caso. pelo juízo deprecado. § 1º. § 5º. passando o Escrivão ou Responsável pelo Expediente a respectiva certidão. seja no Juízo deprecante. § 3º. § 7º. Ocorrendo a solicitação aludida no parágrafo 7º. poderá ser transmitida. que discriminará as diversas parcelas integrantes do valor devido. 111. o qual será sumariamente arquivado. Art. 110. Poderão ser transmitidos quaisquer documentos. à vista da guia de recolhimento. ainda que procedida por via telefônica. serão antecipadamente recolhidas na comarca onde se situe o primeiro. As cartas precatórias de caráter urgente poderão ser expedidas através de fax. as custas devidas pela parte vencida para cobrança após o trânsito em julgado da decisão. § 2º. Por solicitação do juízo deprecante. bem como. bem como a certidão das custas e despesas acrescidas. Todas as peças processuais recebidas por fax serão fotocopiadas no destinatário. as custas e despesas porventura devidas e pelos demais atos necessários àquele. anexada aos autos principais. § 6º. sendo ambas (fax e fotocópias) anexadas aos autos da precatória. a comprovação do cumprimento da deprecata. Tratando-se de Carta Precatória expedida por determinação do Juízo. respondendo disciplinarmente pela falta. As serventias poderão transmitir ou receber documentos de órgãos públicos. também por fax. Aquele que enviar ou receber a transmissão do fax é responsável pelo envio da cópia da certidão de recolhimento das custas. seja no deprecado. deverá o Escrivão certificar sua expedição. trasladando-se as peças necessárias para sua instrução. quando necessário ou urgente. A carta precatória será instruída com a certidão referida e com a cópia da guia de recolhimento. A inobservância de quaisquer das formalidades previstas nesta subseção importará na total desconsideração do documento transmitido. Como condição de cumprimento das deprecatas. juntar-se-á o fax transmitido pelo juízo deprecado e sua fotocópia.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. sem nenhum efeito em favor do transmissor. via fax. aos autos principais. Página 47 de 192 .

Art. sempre que necessário. Seção II . bem como atividades relacionadas com a disciplina e a regularidade dos serviços dos foros judicial e extrajudicial. processando todas as reclamações relativas aos cartórios e servidores. Página 48 de 192 .Da estatística das serventias Art. Tribunal de Justiça e pelo Corregedor-Geral da Justiça. exercerem as atividades definidas em atos normativos do E. O Juiz poderá baixar Ordem de Serviço especificando os casos em que o Escrivão poderá proceder à reclassificação dos feitos. 112.113. através de formulário próprio disponibilizado na intranet.Da supervisão e delegação de funções Art. até o dia 15 de janeiro do ano subseqüente.DA ESTATÍSTICA. Na supervisão e avaliação das atividades administrativas. Cabe aos Juízes Dirigentes dos Núcleos Regionais. 115. desde que por ordem judicial expressa. II – manter o controle da realização das correições ordinárias e especiais. com base nos relatórios apresentados pelo Grupo de Apoio que demonstre a sua necessidade. Parágrafo único. As serventias auxiliares do Juízo. que não dispõem de sistema informatizado. ou de ofício. notadamente: I – exercer. 114. reunião com os Juízes em exercício na Região. nos limites das respectivas Regiões. mediante solicitação formal do respectivo Juízo de Direito. SUPERVISÃO E DELEGAÇÃO DE FUNÇÕES Seção I . que lhe são legalmente cometidas. bem como as respectivas sindicâncias. examinando o conteúdo e sugerindo medidas de saneamento. Art. III – controlar os procedimentos. o Corregedor-Geral da Justiça fará uso das técnicas de desconcentração e delegação segundo o interesse do serviço e por meio de atos que fixem as atribuições desconcentradas ou delegadas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO II . enviarão até o dia 10 (dez) do mês subseqüente o boletim estatístico de seu movimento mensal. V – realizar. VI – determinar a prestação de apoio e auxílio às Serventias integrantes dos respectivos Núcleos Regionais. IV – remeter ao Corregedor-Geral da Justiça relatório anual das atividades do NURC. quaisquer das atribuições cometidas aos órgãos de apoio da Corregedoria Geral. O Escrivão procederá à reclassificação dos feitos de sua serventia. por determinação do Corregedor-Geral da Justiça. sempre que julgue necessário.

compete privativamente: I . nos casos permitidos em lei. a quem o Juiz poderá delegar algumas atividades. sem prévia transmissão do exercício do cargo ao substituto legal. 116. III .zelar pela segurança do patrimônio incluindo-se o auxílio policial em tempo integral. no exercício da Direção do Fórum. VII . prestando contas a autoridade competente.zelar pela constante limpeza e asseio das dependências do Prédio do Fórum devendo verificar rotineiramente a guarda de sinalização interna e dos arredores do Prédio do Fórum. serviços e outros encargos.zelar pelas execuções de obras de pequeno porte ou fiscalizar os serviços de manutenção predial.zelar pelo controle e pela distribuição das vagas internas e externas de estacionamento do Foro. X . Página 49 de 192 . entrada e saída dos mesmos. registro dos nomes dos integrantes da equipe.providenciar.indicar servidor que exercerá as funções de secretário da Direção. IX . XII . nos casos dos serviços serem realizados à noite ou nos finais de semana. VI .gerir as verbas que forem autorizadas à Comarca destinadas a pequenas despesas de pronto pagamento e gastos com material de consumo. Aos Juízes de Direito. instalações adequadas para o exercício da segurança. informando a segurança interna do Fórum os motivos da permanência da equipe de manutenção nas dependências. XI .fiscalizar os serviços da Direção do Fórum. coibindo que servidores e prestadores de serviço terceirizado: a) se ausentem. IV .determinar o inventário dos objetos destinados aos serviços judiciários da Comarca.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. inclusive aos Sábados. fazendo descarregar os imprestáveis e irrecuperáveis com a necessária comunicação ao órgão incumbido do tombamento dos bens do Poder Judiciários. b) se afastem do serviço durante as horas de expediente.organizar escala de férias dos servidores lotados na Direção do Fórum e dos prestadores de serviço terceirizado. V . VIII .atender ao expediente forense e administrativo. Domingos e Feriados providenciando junto ao Batalhão da Policia Militar ou Guarda Municipal local. II .zelar pelo funcionamento do PROGER e do Protocolo Integrado naquelas Comarcas em que a Direção do Fórum seja responsável por aqueles serviços.

119. e se for o caso. 123. fiscalização e inspeção permanente sobre os serviços judiciais. Art. § 2º. A correição extraordinária consiste na fiscalização excepcional. A fiscalização judiciária dos atos processuais e seus registros será exercida pela Corregedoria Geral da Justiça. de tudo dando prévia e comprovada ciência ao Juiz em Exercício. por meio de inspeção constante e através de verificação de autos processuais. relatório circunstanciado acerca do estado da serventia. As correições extraordinárias não dependem de prévio aviso e sua presidência poderá ser delegada aos Juízes de Direito. No desempenho da função correicional poderão ser baixados atos normativos. a realização de correição especial na respectiva serventia. nos limites de suas atribuições. papéis ou atos submetidos a exame judicial. nos casos expressamente previstos na legislação ou quando necessárias. A função correicional consiste na orientação. § 1º. de ofício ou por requerimento de interessado. pelos Juízes de Direito. Art. de forma justificada.DA FUNÇÃO CORREICIONAL Seção I . 122.Das correições. 117. Página 50 de 192 . Art. A correição permanente dos serviços judiciais consiste na fiscalização por parte da Corregedoria Geral da Justiça e dos Juízes de Direito. 118. encaminhadas ao Corregedor-Geral da Justiça. O Escrivão ou o Responsável pelo Expediente remeterá ao NUR competente. A correição geral ordinária será realizada anualmente pelos Juízes de Direito. podendo abranger todos os serviços judiciais da Comarca. Havendo irregularidades. sendo exercida em todo o Estado do Rio de Janeiro pelo Corregedor-Geral da Justiça e. § 2º. Art. 121. realizável a qualquer momento. as mesmas deverão ser imediatamente apuradas. nos termos da lei. As correições extraordinárias serão determinadas pelo Corregedor-Geral da Justiça. 120. em 30 (trinta) dias da assunção no serviço judicial. ou apenas alguns. fiscalizações e inspeções Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO III . § 1º. observado o calendário organizado pela Corregedoria Geral da Justiça. aos Juízes Auxiliares da Corregedoria e aos Juízes Dirigentes dos Núcleos Regionais. No relatório circunstanciado mencionado no caput poderá ser requerida. nos serviços judiciais. Art. instruções e corrigidas as falhas detectadas. livros. Art.

são observadas as normas do regimento de custas e emolumentos. 124. 126. IV . para secretariar os trabalhos.consta a prática de erro ou abuso que deva ser emendado. O Juiz encarregado da correição verificará. 125. serão imediatamente encaminhadas ao Corregedor-Geral da Justiça. III . se: I . VIII . IX . observações e determinações que. VI . X . com orientações.são cumpridas as ordens judiciais.lavratura de atas e termos de todos os atos praticados. 127.nas serventias auxiliares. Página 51 de 192 .designação de servidor. V . São normas de procedimento básico nas correições extraordinárias: I .a freqüência dos serventuários das serventias judiciais está regular. evitado ou punido. com os procedimentos.foram sanadas irregularidades porventura apontadas em correição. os boletins estatísticos estão regulares.possuem todos os livros ordenados em lei ou atos normativos. pelo Juiz Responsável pela correição.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. rubricados. quando requerida pelo Escrivão que for investido na função ou pelo Responsável pelo Expediente. no interesse e na defesa do prestígio da Justiça.estão sendo cumpridos os atos normativos expedidos pelos órgãos da administração judiciária superior. e se os seus dados conferem com os registros da serventia.atendem com presteza e urbanidade às partes ou retardam indevidamente os atos de ofício. Art.regular o quadro funcional. VII . fiscalização ou inspeção anterior. para providências cabíveis. corrigido. no âmbito dos serviços judiciais que lhe foram designados e de acordo com a finalidade para a qual foi instaurada. Art. II . Art. limpeza e higiene. numerados. II . O resultado da correição constará de ata ou relatório circunstanciado. livros e demais documentos devidamente classificados e guardados. encerrados e regularmente formados. XI . A referida correição especial consiste na fiscalização da serventia judicial que se vagar. devidamente abertos.a serventia é mantida em perfeitas condições de conservação. se for o caso.

Art. nos casos em que as medidas a serem tomadas exigirem urgência.Não se observará o disposto no inciso anterior. ao iniciar a inspeção. devidamente assinado pelo Juiz Presidente e demais membros da comissão. 131. fiscalização e inspeção destacará. IV . Art. II . com as respectivas identificações. 128.por determinação do Juiz de Direito Auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça. falhas ou irregularidades administrativas detectadas. Art. Será dada ciência. As fiscalizações judiciais constituem a atividade de apuração de fatos decorrente de possíveis irregularidades em serventia judicial ou auxiliar do Juízo. por ocasião da instauração da correição. Será dada ciência. 129. As inspeções constituem a atividade verificatória de rotina da Corregedoria Geral da Justiça. notícia de irregularidades ou sugestão.no prazo máximo de 10 (dez) dias. no prazo de 05 (cinco) dias. ao Juiz ao qual esteja vinculada a serventia.por solicitação do Escrivão ou Responsável pelo Expediente do serviço. IV .por solicitação de Juiz de Direito. Parágrafo único. V . O relatório de correição. salvo se houver determinação superior em contrário.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III . V .por determinação do Corregedor-Geral da Justiça.publicação pelo DJERJ e comunicação por ofício aos órgãos locais do Ministério Público. para que apresentem reclamação. da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil. se for o caso. apresentando sugestões. VI . 130. III . para adoção das providências cabíveis. poderá ser encaminhada cópia do relatório mencionado no inciso anterior ao Juiz de Direito e ao Escrivão. salvo se houver determinação superior em contrário. sempre que possível. ao Juiz de Direito da Vara ao qual se subordine o cartório. Art. As inspeções serão feitas: I . visando à coleta de informações de interesse da Administração através do efetivo levantamento da realidade da unidade.elaboração de relatório minucioso e conclusivo da correição. sempre que possível. endereçado ao Corregedor-Geral da Justiça. facultando a estes manifestarem-se sobre o mesmo. ao iniciar a fiscalização.por determinação do Juiz de Direito Dirigente do NUR. bem como infrações disciplinares ou penais. Parágrafo único. Página 52 de 192 .

promoverá sua apuração imediata.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção I . 133. para assegurar o desempenho regular do serviço público e assentar a responsabilidade disciplinar do servidor que incorrer em violação do dever funcional. em decorrência de abusos. erros ou omissões praticados nas serventias judiciais. tomando ciência de irregularidade administrativa nas serventias judiciais. Página 53 de 192 . 132. ou por meio do respectivo NUR.Da responsabilidade disciplinar Art. Art. Qualquer pessoa poderá apresentar reclamação diretamente à Corregedoria Geral da Justiça. A Autoridade Judiciária ou Responsável pela serventia.

intimado. a parte deverá comprovar o recolhimento do valor necessário ao processamento do mesmo. No ato de interposição de recursos administrativo. dar efeito suspensivo à decisão. São dispensados de recolhimento os recursos interpostos pelo Ministério Público. Os recursos aqui disciplinados não terão efeito suspensivo. este não poderá ser renovado em qualquer hipótese. Havendo justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação decorrente da execução. A insuficiência no valor do preparo implicará deserção. Apreciado o pedido de reconsideração. de ofício ou a pedido. 137. e pelos que gozam de isenção legal. pela União. nos termos do § 4º do artigo 50 do Regimento Interno do Conselho da Magistratura na redação dada pela Resolução nº. que incidirá imediatamente em caso de ausência de recolhimento. não vier a supri-la no prazo de 05 (cinco) dias. pelos Estados e Municípios e respectivas autarquias. 134. § 1º. para as despesas de custeio. para as despesas de custeio. e pelos que gozam de isenção legal. Página 54 de 192 . não vier a supri-lo no prazo de 05 (cinco) dias. o Corregedor-Geral da Justiça poderá. pelos Estados e Municípios e respectivas autarquias. A insuficiência no valor do preparo implicará deserção. II) do indeferimento do pedido de reconsideração apreciado pelo CorregedorGeral da Justiça. ao Conselho da Magistratura: I) das decisões ou atos administrativos do Corregedor-Geral da Justiça.DOS RECURSOS Art. no prazo de 05 (cinco) dias. 136. Art. pela União. São dispensados de recolhimento os recursos interpostos pelo Ministério Público. Art. § 2º. se o recorrente. se o requerente. Parágrafo único. intimado. § 3º. § 4º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO IV . cabendo exclusivamente ao Conselho da Magistratura a eventual aplicação da deserção. Caberá recurso administrativo. § 2º. o requerente comprovará o recolhimento do valor necessário ao processamento do mesmo. 01 de 2008. No ato de interposição do pedido de reconsideração. 135. § 1º. no prazo de 05 (cinco) dias. Art. Das decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça caberá pedido de reconsideração.

Parágrafo único. recebendo numeração própria. que diligenciará para que sejam realizadas no local.Das Disposições Gerais Art. Na designação de audiências o magistrado deverá observar o inciso LXXVIII do artigo 5º da Constituição da República. contendo o nome do reclamante ou representante e a data de entrada. II .a completa qualificação do representante. 138.o rol de testemunhas a serem eventualmente ouvidas. Página 55 de 192 . Art. sob pena de arquivamento liminar. Não estando a petição inicial em conformidade com o disposto no artigo precedente. A designação de audiências é ato privativo do magistrado.apurar faltas e aplicar as penas disciplinares de sua competência. As reclamações correicionais e as representações em face de Magistrados de primeira instância deverão ser dirigidas ao Corregedor-Geral da Justiça e protocolizadas.141. 142. esclarecendo se o comparecimento será independente ou não de intimação.DOS MAGISTRADOS Seção I .as provas porventura necessárias à instrução da representação. V .Os processos a que se refere este artigo deverão ser autuados como sigilosos. indicará: I . devendo suas folhas serem numeradas e rubricadas. dia e hora marcados. na Divisão de Protocolo Departamento de Suporte Operacional da Corregedoria-Geral da Justiça.os fatos e fundamentos da representação. apresentada em duas vias.a expressa nomeação do representado. III . A representação. II. Art. exclusivamente.a procuração com poderes específicos. Em decorrência da atividade correicional permanente cabe ao magistrado: I .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO V .140. VI . Art. 139. poderá o Corregedor-Geral da Justiça determinar sua complementação no prazo de 48h. Seção II .Dos processos sigilosos administrativos de reclamações e representações judiciais Art. Parágrafo único .decidir sobre reclamações que lhe forem apresentadas contra servidor vinculado ao seu Juízo. IV .

Art. 147. mediante controle próprio. 146 As divulgações de quaisquer informações referentes aos procedimentos tratados capítulo. 145. caberá pedido de reconsideração. mediante ofício que será entregue pessoalmente por servidor devidamente identificado. para prestar informações no prazo de 05 (cinco) dias. providenciará cópia dos autos sempre que solicitado pelo Magistrado. Art. Das reclamações judiciais.O procedimento disciplinar em face de servidores será regulamentado em ato próprio. 144. mediante autorização superior. Defensor Público ou advogado constituído com poderes específicos. civis e criminais aplicáveis à espécie. Art. 149. o Corregedor-Geral da Justiça poderá determinar a realização de provas. 143. Tratando-se de representação movida pelo Ministério Público ou Defensoria Pública. no que se refere às representações judiciais caberá recurso nos termos do artigo 21 da Resolução nº 30 do Conselho Nacional de Justiça. Das decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça. o Corregedor-Geral da Justiça poderá determinar o arquivamento de plano. Presentes os requisitos elencados no artigo anterior. sujeitará o infrator às penalidades administrativas. A secretaria.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. conforme o disposto no artigo 134 e seguintes desta Consolidação Normativa. Página 56 de 192 . os autos deverão ser remetidos para o respectivo órgão. Art. 148. Art. com ou sem manifestação do Magistrado. o Magistrado será cientificado. § 2º. Sendo a representação manifestamente inepta ou improcedente. Decorrido o prazo a que se refere o § 2º do artigo anterior. Art. decidindo pelo arquivamento ou pela remessa ao Órgão Especial. Art.

observar e fazer observar a relação de subordinação hierárquica mantida com o Juiz e com os órgãos da Administração Superior do Poder Judiciário. V .exercer todas as atribuições de direção de serventia previstas na legislação em vigor. quando necessário.organizar e manter em ordem o arquivo da serventia. X .processar pessoalmente os feitos que lhe forem distribuídos em razão de lei ou por determinação expressa do Juiz ou da Corregedoria Geral da Justiça. submetendo. as respectivas escalas e requerimentos à aprovação do Juiz. incumbe. XI . VII . segundo as diretrizes traçadas pelo respectivo Juiz.providenciar para que interessados e partes sejam atendidos nos prazos estabelecidos em lei e nesta Consolidação. em livro ou outro meio apropriado. cumprindo a carga horária de trabalho que lhe for estabelecida. de modo a permitir a localização imediata dos autos. III .comparecer. hierárquica e funcionalmente subordinados ao Juiz. papéis e livros encerrados. IV . Ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente. 150. obedecidas as instruções gerais baixadas pela Corregedoria Geral da Justiça.exercer a administração do pessoal em exercício ou vinculado funcionalmente à sua serventia. comandando e supervisionando todos os seus serviços e atividades. IX . zelando pela manutenção da disciplina.manter a serventia aberta e em regular funcionamento durante o horário de expediente. VIII . especialmente os processos disciplinares instaurados.controlar a frequência diária dos servidores vinculados à sua serventia. Página 57 de 192 .controlar e organizar as férias e licenças dos seus subordinados e demais servidores vinculados à serventia.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO VI . à serventia do juízo. dentre outras funções e deveres: I .cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais e os preceitos legais vigentes. XII .Dos deveres dos Responsáveis pelo gerenciamento das Serventias Art. II . da ordem e da hierarquia. organizando.exercer a chefia direta da serventia. VI . diariamente.DOS DEVERES Seção I .

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XIII - distribuir os serviços da serventia, designando os servidores responsáveis por cada atribuição, inclusive as de processamento; XIV - zelar pela boa imagem da Justiça, prestigiando e estimulando a probidade, a produtividade, a celeridade e a qualidade dos serviços; XV - responsabilizar-se pela preparação técnica e constante aperfeiçoamento dos seus subordinados, mediante supervisão e orientação pessoal, além de indicação para curso e treinamento oficiais; XVI - lavrar, ou fazer lavrar, os atos e termos dos processos a seu cargo, subscrevendo, quando for o caso, os redigidos pelos demais servidores; XVII - lavrar certidões próprias do seu ofício, sobre as quais aporá a sua pública fé, observadas as disposições legais pertinentes, inclusive as relativas ao sigilo processual; XVIII - elaborar os relatórios estatísticos do Juízo das serventias não informatizadas; XIX - exercer a guarda e o controle do material permanente e de consumo, solicitando o que for necessário ao setor próprio do Tribunal de Justiça, ou designar servidor para fazê-lo; XX - zelar pela realização das audiências, pela regularidade dos livros e pelo fiel registro das petições iniciais, audiências, sentenças e demais atos sujeitos a tal procedimento; XXI - prestar informações sobre o andamento dos processos ou designar servidor para fazê-lo, sendo vedada a prestação de informação por telefone ou por e-mail; XXII - providenciar a extração de cartas, formais, guias, ofícios e demais expedientes, nos termos da legislação em vigor; XXIII - fazer afixar em local visível na serventia tabela de custas e valores; XXIV - zelar pelo perfeito recolhimento das custas e despesas devidas, fiscalizando e reprimindo as exigências descabidas e os valores indevidos; XXV - sugerir ao Juiz, dentre os servidores da serventia, o seu substituto legal; XXVI - cumprir e fazer cumprir as rotinas de instruções administrativas baixadas pela Corregedoria Geral da Justiça, especialmente aquelas necessárias ao cumprimento dos atos que não dependem de despacho judicial, nos termos da legislação em vigor; XXVII - tratar com urbanidade as autoridades constituídas, os advogados e o público em geral;

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XXVIII - manter conduta irrepreensível na vida pública e privada; XXIX - facilitar, por todos os meios e formas, as atividades de inspeção, fiscalização e correição (ordinária e extraordinária) por parte das autoridades judiciárias competentes; XXX - fiscalizar o correto recolhimento dos tributos e demais valores devidos; XXXI - levar ao conhecimento do Juiz as irregularidades que extrapolem sua alçada de resolução; XXXII - praticar, às suas expensas, os atos que deva renovar por culpa sua; XXXIII - exercer outras atribuições e tarefas que lhe sejam ordenadas pelo Juiz; XXXIV - certificar, com antecedência de pelo menos 5 (cinco) dias da audiência, se todas as diligências necessárias para sua realização foram concretizadas, suprindo as irregularidades ou omissões e fazendo conclusões dos autos, se for o caso, podendo designar servidor para fazê-lo; XXXV - fornecer ao Juiz que tenha atuado durante o mês em referência, certidão de autos conclusos; XXXVI - acompanhar os indicadores de desempenho, monitorando os dados estatísticos do cartório mensalmente, através dos relatórios expedidos pelo sistema; XXXVII - abrir diariamente o correio eletrônico da serventia, ou designar servidor para fazê-lo; XXXVIII - zelar pelo correto encaminhamento dos autos a outras unidades deste Tribunal, sendo vedada a utilização de grampos, de folhas dobradas ou grampeadas à contra capa, salvo determinação Judicial em contrário; XXXIX - verificar, nos pedidos de desarquivamento, a exatidão da informação do processo no sistema informatizado - DCP, providenciando, se necessário, a alteração que garanta a fidedignidade da informação, ou designar servidor para fazê-lo; XL - zelar pela exclusão da mensagem de "petições a serem juntadas", que foram encaminhadas através dos serviços de Protocolo (PROGER'S) informatizados no sistema DCP, nos casos em que comprovadamente seja impossível a juntada física das petições, na forma prevista nesta Consolidação. Parágrafo único. Por delegação do Magistrado, o Escrivão ou Responsável pelo Expediente, deverá: I - anotar, diariamente, no livro de ponto a falta dos serventuários; II - anotar a licença médica ou para acompanhar pessoa da família, somente após a comprovação pelo servidor de solicitação da licença;
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III - proceder à seguinte anotação: "licença médica ou para acompanhar pessoa de família em processamento", enquanto o servidor não comprovar o deferimento da licença; IV - anotar, deferida a licença, no livro ponto. Indeferida, anotará a falta. Art. 151. A serventia consignará o respectivo endereço nos ofícios, certidões, traslados, mandados e outros atos que expedir. Art. 152. Ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente, assim como ao dirigente da Unidade Organizacional, quando da instalação ou mudança de suas dependências caberá: I - comunicar ao órgão responsável pelo cadastro das serventias judiciais da Corregedoria Geral da Justiça qualquer alteração ocorrida nos dados cadastrais; II - encaminhar ao órgão responsável pelo cadastro das serventias judiciais da Corregedoria Geral da Justiça cópia da ata de instalação constando a denominação, o endereço e o número do telefone do órgão criado e instalado. Seção II - Do horário de trabalho Art. 153. As serventias judiciais funcionarão em todo o Estado, para atendimento ao público, das 11h às 18h, excetuando-se o regime especial dos Juizados Especiais e das Varas da Infância e da Juventude. § 1º. As Varas da Infância e da Juventude funcionarão, para atendimento ao público, no horário das 09h às 18h, com uma hora a mais de expediente interno, a critério do Juiz, atendidas as peculiaridades locais, com anuência da Corregedoria Geral da Justiça. § 2º. Os Juizados Especiais e Adjuntos funcionarão, para atendimento ao público, no horário das 10h às 18h. § 3º. Os Comissários de Justiça, psicólogos e assistentes sociais, poderão ter sua escala definida pela autoridade judiciária, em função de eventual necessidade de atuação em horário diferenciado. § 4º – Nos casos em que o Comissário de Justiça da Infância, da Juventude e do Idoso, Psicólogos e Assistentes Sociais, por ordem expressa do Juiz, exercerem sua atividade em dias em que não haja expediente forense, deverá ser aberto espaço no livro de ponto, referente àquela data, para assinatura do servidor, que deverá colocar o horário de início e final da atividade, conforme constante no relatório apresentado ao Juízo. § 5º – O Comissário de Justiça da Infância, da Juventude e do Idoso, Psicólogos e Assistentes Sociais poderão compensar as horas extraordinariamente trabalhadas em dia a ser definido pelo o Juiz da serventia,
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b) rotatividade na utilização de rotinas e procedimentos. expressamente. de modo a prover: a) adequada utilização do equipamento. § 4º. § 3º. para os efeitos desta Consolidação. Página 61 de 192 . II . todo aquele que.Indicar o pessoal a ser cadastrado no sistema.Da utilização do sistema de processamento de dados Art. passa a responder desde logo pelo expediente da serventia o Substituto anteriormente designado.designar servidores para a operação dos serviços informatizados. Equipara-se ao Escrivão. expressamente. Seção IV . informando inclusive a data trabalhada pelo servidor que ensejou a compensação. III . a substituição caberá ao Técnico de Atividade Judiciária com maior tempo de serviço no cartório. Seção III . segundo as necessidades cartorárias.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 que deverá fazer constar no ponto do dia em que o servidor estiver ausente. ademais: I . defeitos ou outros impedimentos à sua plena utilização.Ao Escrivão caberá. O Escrivão não poderá ausentar-se do cartório sem que nele permaneça quem legalmente o substitua. mediante indicação do Escrivão ou do Responsável pela serventia. nos atos que praticar. Na hipótese da serventia não contar com Analista Judiciário. Art. declarando-se essa circunstância. § 2º. no âmbito da serventia. nos atos que praticar. de qualquer modo. declarando-se essa circunstância. § 5º. a responsabilidade pela fidedignidade dos dados é pessoal. com o respectivo nível de acesso. a substituição caberá ao Analista Judiciário com maior tempo de serviço no cartório.Da ausência do Escrivão e da vacância da função Art. 156. salvo ato dispondo de modo diverso.indicar o servidor que. bem como a utilização do sistema. No impedimento ou falta ocasional do Escrivão e de seu Substituto. 155. O substituto será designado. Nas serventias em que haja processamento eletrônico. o consumo de material e a comunicação de interrupções. com a anuência do Juiz. gerenciará o sistema. 154. Em caso de vacância da função de Escrivão. § 1º. responda pela serventia.

relativa ao ajuizamento ou processamento de feito. os fatos que impeçam a plena utilização do sistema. a certidão será fornecida. Página 62 de 192 . alvarás. Fica autorizado o uso de cópia de peça conferida pela serventia. devendo o servidor Responsável acrescentar os elementos referidos no artigo anterior. 158. declinando sua finalidade. Parágrafo único. Constitui falta grave manter na serventia processo desarquivado sem a devida atualização do andamento no sistema de informática .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV . expediente de atos de comunicação processual por via postal.DCP.comunicar ao Juiz de Direito a que estiver vinculado. Art. Parágrafo único. Seção V .especificação do assunto certificado. traslados. A certidão será transcrição dos registros. II . III . 159.assegurar o imediato lançamento.providenciar o correto cadastramento no sistema de todos os feitos.assegurar que os documentos salvo força maior. somente sejam emitidos pelo sistema. V . Art.Da expedição de certidões Art. bem como ao órgão de informática e à Corregedoria-Geral da Justiça. documentos e outros assentamentos. no terminal de computador.finalidade alegada no requerimento. contados do recebimento deste. mediante requerimento escrito. que será parte integrante da certidão. ainda que não indicados pelo requerente. IV . observadas as disposições legais. VII . 160.denominação e endereço da serventia. papéis. Recolhidas as custas. das certidões constarão: I . 157. Ressalvado o disposto em lei ou norma regulamentar. ofícios. em até 08 (oito) dias. Art. VI . certidões. de toda e qualquer movimentação dos processos autuados nas respectivas serventias. As serventias judiciais fornecerão certidão escrita. inclusive os administrativos. e observada a ordem cronológica de sua apresentação. podendo o Juiz competente autorizar a expedição em caráter urgente. peças dos autos. notadamente mandados.data da expedição da certidão.

161. Página 63 de 192 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. É vedado ao Escrivão da serventia judicial ou a qualquer outro serventuário da Justiça expedir certidão sobre fatos estranhos ao seu ofício funcional.

Parágrafo único. Constitui falta grave o servidor remunerado pelos cofres públicos receber diretamente importância destinada ao pagamento de custas. As serventias judiciais afixarão. O serventuário deverá certificar o correto recolhimento das custas e taxa judiciária.as tabelas publicadas anualmente pela Corregedoria Geral da Justiça. 166. Nos feitos ajuizados a partir de 1° de janeiro de 2004. em que sejam autores a União Federal. contendo: I . § 1º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO VII . Art.esclarecimento de que qualquer irregularidade na cobrança de custas. Incorrendo em dúvida deverá fundamentá-la e submetê-la à apreciação do Juiz em exercício. Os atos administrativos atinentes a custas editados pelo Tribunal de Justiça e pela Corregedoria Geral da Justiça devem ser observados por todos os serventuários ao certificarem o pagamento de custas e de taxa judiciária nos processos judiciais. taxa judiciária e acréscimos legais devidos em caso de paralisação total ou parcial da instituição bancária. com os valores de custas ou emolumentos correspondentes a cada ato. Art. para apreciação das medidas cabíveis. indicando de imediato eventuais valores faltantes. quadro de no mínimo 1.Disposições Gerais Art. a quem incumbirá a análise da incidência e do recolhimento das verbas no caso concreto. Art. 164. II . em local visível e que facilite o acesso e a leitura pelos interessados. Seção II .50m. III . será feito no primeiro dia de normalização do serviço.Do recolhimento das custas e a certificação pelas serventias judiciais Art. emolumentos e taxa judiciária deve ser comunicada à Corregedoria Geral da Justiça. O recolhimento de custas. 165. ressalvada a gratuidade de justiça e os casos expressamente previstos em lei. emolumentos.aviso de que as informações atinentes a custas e emolumentos encontramse disponíveis no sítio do Egrégio Tribunal de Justiça para consulta dos interessados. salvo expressa determinação legal. 163. Os prazos previstos para execução dos atos judiciais não importam na obrigação de sua efetivação pelo servidor sem o pagamento das custas correspondentes que devem ser pagas antecipadamente. os demais Estados da Federação ou o Distrito Página 64 de 192 . emolumentos e taxa judiciária. 162. atualizados e expressos em moeda corrente.00m x 0.DAS CUSTAS JUDICIAIS Seção I .

taxa judiciária. caso não venha aos autos o documento lá exigido. nos termos da parte inicial do parágrafo único do artigo 115 do Código Tributário Estadual. em regra. Nos feitos ajuizados a partir de 1° de janeiro de 2004. além dos acréscimos legais devidos em um ano e a propositura da ação no exercício seguinte. Ao certificar a taxa judiciária. houver autorização normativa em contrário ou deferimento pelo Juiz. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. em que sejam autores quaisquer Municípios do Brasil deverá o Município. As custas referentes aos feitos judiciais de competência originária do Primeiro Grau de Jurisdição serão pagas antecipadamente. intimando-se o interessado para que comprove o recolhimento da taxa judiciária. quando se tratar de medida de natureza urgente e não houver ou encontrar-se encerrado o expediente bancário. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. 115 do Código Tributário Estadual comprovar. § 2º. 54 e 55 da Lei Federal nº 9099/95. o serventuário observará que a reciprocidade de que trata o artigo 115 do Código Tributário Estadual não abrange os Municípios que figurarem no pólo passivo da relação processual. sob pena de cancelamento da distribuição. e Página 65 de 192 . 167. a existência e eficácia de lei municipal que configure igual tratamento tributário por parte do Município requerente ao Estado do Rio de Janeiro. publicado no DJERJ de 28/03/2011) § 3º. Excepcionam ainda a regra estipulada no caput deste artigo o recolhimento de custas e de taxa judiciária nos Juizados Especiais Cíveis Estaduais. no juízo deprecante. § 3º. publicado no DJERJ de 28/03/2011) § 2º. Nas hipóteses previstas nos parágrafos precedentes. deverá o cartório proceder ao imediato cálculo do valor da taxa judiciária devida.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Federal. Nas hipóteses de ajuizamento de ações judiciais nas quais ocorrer o recolhimento das custas judiciais. para usufruir do benefício contido no art. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. emolumentos de registro e baixa. será devida a complementação da diferença até atingir o valor da nova tabela. § 1º. O recolhimento de custas pela expedição e cumprimento de cartas precatórias deverá ser comprovado. bem como as autarquias federais e municipais em qualquer hipótese. § 4º. efetuado de acordo com os artigos 51 § 2º. independentemente de remessa dos autos à Contadoria Judicial. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. deverá ser verificado se consta declaração idônea que comprove que tais entes praticam a reciprocidade de isenção de taxa judiciária em favor do Estado do Rio de Janeiro. publicado no DJERJ de 28/03/2011) § 4º. publicado no DJERJ de 28/03/2011) Art. já estando em vigor a nova tabela de custas. nos termos da parte inicial do parágrafo único do artigo 115 do Código Tributário Estadual. Excetuam-se os casos em que o interessado for beneficiário de assistência judiciária gratuita. no momento da distribuição da cada ação judicial.

a realização de intimação pela via telefônica. que devem ser pagas. 169. às precatórias oriundas de outros Estados da Federação. § 7º. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 certificado pelos Juízos deprecante e deprecado. o qual será imediatamente cobrado da parte interessada. Não sendo comprovado o pagamento no prazo fixado. informando o destino da carta e o valor do acréscimo. oportunidade na qual poderá ser determinado o cancelamento da distribuição. após certificar o não atendimento da ordem judicial. independente de qualquer pagamento. custas acrescidas ou outras despesas. deverá o último Juízo pelo qual houver a mesma tramitado. expedidas para cumprimento de diligências ou atos processuais determinados de ofício pelo Juízo ou a requerimento do Ministério Público. item nº 06. o disposto neste artigo. O interessado deverá recolher. o Escrivão ou o Responsável pelo Expediente do juízo deprecado abrirá conclusão. na forma do disposto no § 5º deste artigo. deverá ser também transmitido o despacho que a deferiu ou a certidão do Escrivão da serventia ou do Responsável pelo Expediente. no juízo deprecante. no Juízo deprecado. desde que preenchidos os requisitos elencados no dispositivo mencionado. que será providenciada pelo Escrivão da Serventia ou pelo Responsável pelo Expediente. que não o deprecante. 168. à vista da cópia do recolhimento que acompanhará a deprecata. o Escrivão ou Responsável pelo Expediente da Serventia certificará o fato nos autos da precatória. por ato. § 10. pelo autor. no que couber. § 5º. Se a parte interessada na expedição da precatória for beneficiária da gratuidade de justiça ou isenta do pagamento de custas processuais. e. com a consequente devolução da carta precatória ao Juízo de origem. Em sede de Juizado Especial Cível. não suscitam o recolhimento antecipado de custas. disciplinado no artigo 316. § 6º. X. da Portaria de Custas Judiciais. oficiar ao Juízo deprecante. As cartas precatórias de trâmite exclusivo neste Estado. no juízo deprecante. § 9º. só lhe instrumentalizando o cumprimento e devolvendo a carta após a comprovação do recolhimento. no prazo de quarenta e 48 (oito) horas a contar da intimação para pagamento. discriminando as eventuais parcelas do valor total devido. Havendo. Aplica-se. Art. passando o Escrivão ou Responsável pelo Expediente a respectiva certidão. a ser recolhido nas hipóteses previstas pelos artigos 54 e 55 da Lei Federal nº 9099/95. Incumbe exclusivamente às serventias judiciais processantes a verificação do exato recolhimento das custas e taxa judiciária antes da prática Página 66 de 192 . em regra. além de certificar nos autos da carta precatória o valor das custas e despesas acrescidas. nos moldes do artigo 19 da Lei Estadual nº 3350/1999. § 8º. a importância correspondente às custas e despesas acrescidas. suscitará a incidência de custas judiciais estipuladas na Tabela 02. Caso se imponha a remessa da deprecata a outro Juízo. após o seu efetivo cumprimento e devolução.

deve conter os seguintes dados: I . Parágrafo único. a certidão cartorária de recolhimento de custas será detalhada de forma a permitir a verificação do que foi recolhido a maior ou a menor nos campos respectivos da GRERJ para possibilidade de análise da deserção ou da compensação dos valores pagos. os autos dos processos findos não poderão ser arquivados sem que o Escrivão ou Responsável pelo Expediente certifique estarem integralmente pagas. atestando a ausência de conhecimentos específicos para fazê-los. bem como os códigos a serem utilizados.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 de qualquer ato decisório ou a ser praticado por servidor auxiliar do juízo. a serventia deve certificar o código correto. É vedada a remessa de autos judiciais aos Contadores Judiciais para o exclusivo cálculo das custas judiciais e taxa judiciária. III . salvo na hipótese de cálculos complexos nos processos antigos e findos. 171. deve ser certificado o valor correto a ser recolhido. Página 67 de 192 . É vedada a baixa de processos judiciais que contenham débitos referentes às custas e à taxa judiciária. sem que faça expedir certidão de débito para fins de cobrança da dívida. sob pena de caracterização de falta funcional.na hipótese de recolhimento ausente ou insuficiente de custas. em caso contrário. aptos para serem arquivados. que. através de certidão. Art. quando não estejam impressos nos campos da Guia de Recolhimento de Receita Judiciária (GRERJ). e determinação judicial.caso o recolhimento de custas se apresente equivocado pela utilização errônea de códigos/contas no preenchimento da GRERJ. discriminando-se os tipos de receita a serem observados. 170. mediante certidão da serventia. Sob pena de caracterização de falta funcional. conforme o disposto no artigo 14 da Lei Estadual nº 3350/99. as custas e a taxa judiciária devidas ou. efetuado por ocasião de interposição de recursos junto aos Juizados Especiais.na hipótese de certificação do recolhimento equivocado de custas. II . salvo expressa autorização normativa. Art.

dentre outras. expedição da certidão de publicação. Página 68 de 192 . dentre outras. As equipes de processamento integrado das serventias terão as seguintes atribuições básicas: I . preparo dos atos necessários ao cumprimento das diligências. III .Das Escrivanias Seção I .simplificação dos procedimentos a serem adotados nas diversas áreas de aplicação dos serviços judiciais.unificação da metodologia de trabalho visando ao melhor gerenciamento das atividades cartorárias.equipe de processamento: movimentação e inserção de dados nos terminais de movimentação processual. II .FORO JUDICIAL TÍTULO I . A administração interna das escrivanias deverá observar os princípios da legalidade e da eficiência e será organizada segundo o padrão do processamento integrado em equipes. Art.Do Processamento Integrado e do Escrivão Art.Da Administração Interna Subseção I .capacitação dos servidores para desempenho das diversas etapas do processamento integrado.Dos serviços judiciais CAPÍTULO I . IV . sob a supervisão do Juiz de Direito em exercício na vara. 173.fortalecimento da função de chefia e liderança do Escrivão ou Responsável pelo Expediente e seu constante aprimoramento.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 LIVRO II . 172. Parágrafo único.aperfeiçoamento dos serviços judiciários. A gerência do cartório deverá ser voltada para o atendimento dos seguintes objetivos: I .equipe de digitação: lançamentos de conclusão. II . sendo exercida pelo Escrivão ou Responsável pelo Expediente. V .

respeitadas as suas peculiaridades de estrutura e funcionamento. adotarão o seguinte sistema básico de documentação. incluindo anotação dos títulos e atos administrativos relativos ao pessoal da serventia. controle de material e de expediente. Art. Os cartórios e secretarias de direção de foro adotarão as pastas e os livros previstos nesta Consolidação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III .pastas: a) cópias da correspondência expedida sem o vínculo processual.controle: a) inventário dos móveis e utensílios. o monitoramento e a fiscalização da manutenção do sistema de processamento integrado em equipes. Subseção II . o rodízio de atendimento ao público e entre os integrantes das diversas equipes. Página 69 de 192 . § 3º. Competirá à DGFAJ. Livros. a que terão acesso os servidores autorizados pelo respectivo Escrivão ou Responsável: I . As equipes acima mencionadas. II . observada a tabela de temporalidade documental. Compete ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente organizar. § 1º.equipe de preparação administrativa: autuação. atendimento ao público e arquivo. 174. remessa e os livros obrigatórios. Nas serventias de maior movimento a equipe de apoio logístico poderá assumir tarefas próprias da equipe administrativa. § 2º. 175. sempre que determinado pelo Corregedor-Geral da Justiça. escriturando-os ou formando-os de conformidade com as respectivas normas. segundo as atribuições da serventia. c) individuais dos servidores. serão auxiliadas por apoio logístico. sempre que necessário. restauração de capas. protocolo. Parágrafo único.Da documentação em geral Art. IV . As serventias. a seu critério. III .Leis e atos normativos em geral. b) correspondência recebida.livros de ponto. pastas e fichas serão encaminhados ao Arquivo Geral deste Tribunal. remessa de processos e correspondências. § 4º.

ininterrupta e progressiva. ressalvada a hipótese do último ato ultrapassar tal limite. de 001 a 300.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 b) uso do material permanente e de consumo.o fim a que se destina. Art. § 1º. inadmitida numeração intermediária. 178. 179. § 2º. V .o fecho. b) audiências.quadros de publicidade: a) tabelas atualizadas de custas e emolumentos. c) horário individual dos servidores.a identificação do servidor Responsável pela serventia. O desaparecimento ou a danificação de qualquer livro cartorário será imediatamente comunicado ao Juiz a que estiver subordinado. e) Atos Normativos referentes às atribuições da serventia. IV . permitida a utilização de folhas necessárias à lavratura desse ato. e encadernados. com data e assinatura. 176.a declaração de que todas as suas folhas estão rubricadas. bem como numerá-los. O termo de encerramento será lavrado na data do último ato. Ao Escrivão ou a quem ele designar como Responsável pelos livros compete a numeração em ordem crescente. II . numeradas e rubricadas pelo Escrivão da serventia. Os papéis referentes aos atos cartorários serão mantidos na serventia. Art. com termos de abertura e de encerramento assinados pelo Escrivão. Art. 177. Art. Os livros cartorários obrigatórios ou facultativos serão impressos ou formados por folhas. de modo a facilitar buscas. V . É vedada a utilização das contracapas como termo de abertura e encerramento. sendo. d) demais atos da serventia. O termo de abertura e de encerramento conterá: I . então. III . Os livros de folhas soltas obedecerão ao modelo próprio e conterão até 300 (trezentas) folhas. observada a tabela de temporalidade documental. Página 70 de 192 .o número do livro. § 1º. § 3º.

acolhidos terão suas decisões registradas no livro de sentença.vista dos autos às Procuradorias. Empresariais manterão atualizados. Os Juízos Cíveis. 181. atualizado. além dos demais livros obrigatórios. Orfanológicos. um livro para registro de assinaturas e rubricas do Titular. Orfanológicos. registro de crianças disponíveis para adoção e registro de habilitados para adoção.Dos Livros Art. II . de Idoso. de Fazenda Pública. de Infância e Juventude. Família.vista de autos ao Ministério Público. por lei. ainda. V – vista de autos a advogados e peritos. devendo ser vinculada o registro através de certidões exaradas em ambos os atos. de caráter modificativo.registro de sentenças. de seu Substituto e dos autorizados que funcionem nas serventias que. (Inciso revogado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. arquivo de inscrições de entidades habilitadas de amparo à Criança e ao Adolescente (cópia do programa. Empresariais manterão atualizados.vista de autos à Defensoria Pública. além dos livros previstos para as Varas Cíveis. Os Embargos de Declaração. de Registros Públicos. de Registros Públicos. O Juízo de Registro Público manterá. os de registro de colocação em família substituta. § 2º. III .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. Família. Subseção III . registro de crianças abrigadas (com data de entrada e saída). os de: (Redação antiga) Art. Art. publicado no DJERJ de 11/08/2010) § 1º. Os Juízos de Infância e Juventude manterão atualizados. de Fazenda Pública. (Inciso acrescentado pelo Provimento CGJ nº 45/2010. de Idoso. Os livros de que trata esta subseção e as pastas de cópias de ofícios poderão ser desmembrados em tantos quantos sejam convenientes para o controle dos processos. publicado no DJERJ de 11/08/2010) I . além dos demais livros obrigatórios. IV . os seguintes livros de folhas soltas: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. de Infância e Juventude. publicado no DJERJ de 09/03/2009) V – vista de autos a advogados e peritos. 180. cópia de seu registro e regime de atendimento de todas as entidades governamentais e não-governamentais dos municípios que compõem a Comarca). 181. em razão da matéria. sejam subordinadas ao Página 71 de 192 . Os Juízos Cíveis.

além dos livros listados nos incisos I ao V do artigo anterior. atualizados. além dos livros previstos para as Varas Cíveis. publicado no DJERJ de 30/03/2010) Art. livro este que será aberto. Em Comarca de reduzido movimento de feitos. guarda e conservação dos livros. § 5º. § 6º. na Comarca em que o Juízo competente em razão da matéria. encadernação. atualizados. os registros de: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. publicado no DJERJ de 09/03/2009) IV – fiança. subdividido em seções. publicado no DJERJ de 11/08/2010) I . Os Juízos Criminais manterão ainda. a critério do Juiz. § 4º. Os Juízos Criminais manterão ainda.recebimento de inquéritos. § 3º. III – mandado de prisão.remessa de inquéritos. (Inciso revogado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. os livros poderão. além dos livros listados nos incisos I ao IV do artigo anterior. publicado no DJERJ de 09/03/2009) III . os de registro de: (Redação antiga) Art. serem substituídos por exemplar único.fiança. não dispuser de escrivania privativa. 182. Nas Serventias auxiliares serão adotados livros específicos previstos nesta Consolidação. Os Juízos de Idosos manterão atualizados. Art. (Inciso reordenado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. 182. atualizados. Os Juízos Orfanológicos manterão atualizados os livros registro de testamentos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Juízo. II . pelo serventuário que o Juiz designar. cópia de seu registro e regime de atendimento de todas as entidades governamentais e não-governamentais dos municípios que compõem a Comarca). § 7º. Página 72 de 192 . 182. autenticado. os livros de registro de idosos abrigados (com data de entrada e saída) e arquivo de inscrições de entidades habilitadas de amparo aos Idosos (cópia do programa. Os Juízos Criminais manterão ainda. os registros de: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 13/2010. O Escrivão controlará a numeração. além dos livros listados nos incisos I ao V do artigo anterior. encerrado e conservado pelo Escrivão ou.

Estando os autos disponibilizados em Cartório. desde que não esteja configurada quaisquer das hipóteses disciplinadas no art. poderá deles dispor fora das dependências cartorárias.Os Juízos de Execução Penal manterão os mesmos livros previstos nos incisos I ao V deste artigo. 183. Estando os autos disponibilizados em cartório. correndo as respectivas despesas por sua exclusiva conta. os quais deverão organizar o revezamento dos servidores destacados para essa tarefa. que não estiver constituído nos autos. Subseção IV . § 3º . § 2º . § 3º. o advogado. Página 73 de 192 . O Advogado ou Estagiário de Direito devidamente inscrito na OAB. ou outro horário a critério do Escrivão ou do Responsável pelo Expediente. Para tanto será necessariamente acompanhado de funcionário da serventia judicial. 155 do Código de Processo Civil. poderá examiná-los. da Defensoria Pública e Advogados Art. o qual trará de volta os autos tão logo obtidas as almejadas cópias. poderá dele dispor fora das dependências cartorárias pelo tempo estritamente necessário à obtenção de cópias. da Advocacia Pública. publicado no DJERJ de 09/03/2009) § 1º . do lançamento no sistema DCP e expedição de guia de vista ao advogado. mesmo sem mandato judicial. § 4º. 8906/94.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Inciso reordenado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. o de sorteio de jurados. para a obtenção de cópias e desde que não obstacule o regular andamento processual. dependerá. e sendo hipótese de atuação da parte sem advogado. bem como do parágrafo 1º do art. § 1°. mediante a retenção do "cartão de plástico" ou da "carteira-livreto" fornecidos pela OAB. mormente em sede de Juizado Especial. observadas as restrições da legislação pertinente.Os Juízos Criminais competentes para Júri manterão. além dos livros enumerados acima. 7º da Lei nº. o procedimento previsto no parágrafo anterior deverá ocorrer na primeira meia hora e na última meia hora do expediente forense. Para que não reste prejudicado o serviço de atendimento ao público em balcão. § 2°.Das relações com os representantes do Ministério Público.O Livro Rol dos Culpados será formado eletronicamente. A retirada dos autos de cartório pelos advogados. aquela poderá examiná-los e desde que não obstacule o regular andamento do processo. publicado no DJERJ de 09/03/2009) V – alvará de soltura. (Inciso revogado pelo Provimento CGJ nº 18/2009.

dos advogados do autor e do réu. e índice das folhas correspondentes aos principais atos do processo. Página 74 de 192 . até cinco anos. advogados. A referida prioridade não se confunde com a preferência na tramitação do processo de que trata o artigo 71 do Estatuto do Idoso. representação administrativa e impugnações de crédito. havendo iminente receio sobre a aplicação do § 2º. Decisão judicial poderá proibir a retirada de autos de cartório se neles existirem documentos originais de difícil restauração ou quando se verificar circunstância relevante que justifique tal proibição. habeas-corpus. habilitação de adoção. defensores públicos. especificados em lei. gestantes.Rosa: procedimento comum ordinário. A capa de autuação obedecerá o padrão estabelecido pela Corregedoria Geral da Justiça. execução de crédito tributário. o número e a fonte do registro.Da autuação e da formação dos autos do processo. requerimentos de alvará. procedimento de aplicação de medidas protetivas. 186. estagiários de direito ou procuradores. identificando-se pelo nome e respectivas matrículas funcionais. processos criminais e atos infracionais. obedecendo a seguinte coloração: I . contendo o nome do Juiz. Subseção V . submetendo-o à apreciação do Juiz. Art. 184. Será assegurada prioridade de atendimento nas dependências das serventias judiciais. membros do Ministério Público e estagiários de direito. § 6º. Nos feitos das varas criminais e nas recuperações judiciais. a natureza da ação. ação monitória. notificações. do Escrivão/Responsável pelo Expediente. 185. sejam elas partes. Art. habilitações. II . Os direitos dos advogados. ou pessoas portadoras de necessidades especiais. interpelações. a qual se destina à própria parte ou interveniente. cautelares. que será anotada no rosto dos autos. 187. ação de prestação de contas. das partes. salvo decisão em sentido contrário. Ministério Público e Fazenda Pública poderão manifestar-se por cota nos autos desde que o façam de forma breve e legível.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 5º.Branca: ação de depósito. cartas precatórias e de sentença. protestos. Parágrafo único. o Escrivão orientará o interessado a formular pedido de vista de autos. pessoas com crianças de colo. Os órgãos da Defensoria Pública. justificações. Art. § 7º. não implicam no acesso ao recinto cartorário reservado à execução dos serviços internos. Art. desapropriação. às pessoas com idade superior a 60 (sessenta) anos. vedada cota à margem do texto ou interlinear. É vedada a carga dos autos ao advogado quando houver audiência designada.

§ 4º. § 1º. e outras anotações que se fizerem necessárias ao bom andamento do feito. concordatas e testamentos. 188. ocorram no curso do processo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III . 189. Liquidante Judicial. Deverão ser corretamente cadastrados o nome das partes. e certificando-se. interdição e tutela e processos dos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. de forma a preservar a seqüência numérica dos autos que a instruem. A denúncia acompanhada de inquérito ou outro procedimento constituirá a folha número 02. manutenção. renumerando-se os autos na forma deste artigo. Os autos cujos processos não se incluam na listagem acima terão a cor dos que mais lhe sejam aproximados.Azul: demais execuções por título executivo extrajudicial. V . Depositário Judicial. será afixada etiqueta identificadora na capa dos autos. observadas as alterações que. guarda. recuperações judiciais e extrajudiciais. embargos. § 1º.Verde: mandados de segurança e de injunção. em razão de erro ou omissão. ações de reintegração. coletivos ou individuais. § 2º. requerimentos consensuais. adoção e destituição de poder familiar. insolvência civil. a cujo respeito o Juiz decidirá. Art. inutilizar-se-á o lançamento errado. Poderá constar na capa dos autos ressalva e etiquetas identificadoras quanto ao funcionamento do Ministério Público. Art.Cinza: falências.Palha: procedimento sumário. os autos não excederão duzentas folhas em cada volume. § 3º. § 3º. ações de registro civil. imissão na posse e interdito proibitório. bem como demais dados. bastando certificar-se o fato em folha inserida no lugar da que se desentranhou. § 2º. inventários e arrolamentos. Defensoria Pública. sem rasura. benefício de gratuidade de justiça e outros casos decorrentes da especificidade da vara. Em caso de prioridade de idoso. processos de Júri (pronunciados). execuções de alimentos. Curador Especial. mantendo a mesma numeração. complementada por letras. no alto. ações de alimentos e revisionais. VI . despejo. O desentranhamento de peças dos autos não induz renumeração. IV . habeas-data. As folhas dos autos serão rubricadas e numeradas em ordem crescente. Ressalvado caso especial. deferimento de tutela antecipada ou concessão de medida liminar. mantendo-se a numeração dos que se originem de outra serventia. à direita de cada folha. Quando. observando-se o seguinte: Página 75 de 192 . consignação em pagamento. porventura. for necessário emendar a numeração.

as folhas serão reunidas por meio de grampo-encadernador metálico (grampo-trilho ou colchete) ou plástico. 191. tratando-se de citação para ação penal.tratar-se das hipóteses excepcionadas no art.o grampo-encadernador será aplicado sobre a capa do volume e não interceptará a última contracapa. que retomará a sequência do volume encerrado.não será fechado com grampo metálico. III .admitirá a anexação de cópia da denúncia ou de outras peças de informação ou instrução.for devolvida a correspondência.Das citações e intimações Art. O expediente de comunicação de atos judiciais pelo SEED obedecerá ao seguinte: I . Não ultrapassando o número de 30 (trinta) folhas. 190. Subseção VI . Os atos de comunicação processual serão cumpridos por Oficial de Justiça quando: I .P. V . II . II . caso em que os requisitos dos artigos 352 e 354 do Código de Processo Penal constarão do respectivo mandado ou carta precatória.. de ofício ou a requerimento da parte. IV . III .na apensação de autos aplicar-se-á colchete (grampo de latão) ou linha espessa.tratar-se de notificação. Página 76 de 192 . Art. por impossibilidade de entrega ao destinatário. Art. desde que o destinatário daqueles atos tenha endereço certo. por via postal. II . 192.serão anexadas cópias da petição inicial ou denúncia. interpelação ou protesto.a folha de dimensão reduzida será colada sobre outra que seja alcançada pelo grampo. em regra.o encerramento e a abertura de novo volume serão efetuados mediante lavratura dos respectivos termos. sua reunião poderá dar-se por meio de colchetes (grampos de latão) ou grampos comuns. 222 do C. nas precatórias para oitiva de testemunhas no Juízo deprecado. em folhas suplementares e sem numeração. das alegações preliminares e de outras peças que o Juiz determine.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . As citações e intimações judiciais serão cumpridas. servido pela Empresa de Correios e Telégrafos.C. III . somente se o interrogatório houver de ser realizado em outro Juízo.

Considera-se como data da publicação o primeiro dia útil seguinte ao da disponibilização da informação no DJERJ. correndo os prazos a que estiverem sujeitos da data da respectiva ciência. Se o advogado. que serão utilizadas segundo as peculiaridades do caso concreto.tratar-se de carta de ordem ou precatória. nos termos do artigo 4º. As decisões em processos que tramitam em segredo de justiça terão seu conteúdo publicado de forma que os nomes dos envolvidos não possam ser identificados. § 2º. § 2º. Art. e término em dia útil de expediente forense integral. sem prejuízo das demais publicações exigidas por lei. A citação e intimação pelo DJERJ não exclui as demais formas previstas em lei. Os Órgãos do Ministério Público e da Defensoria Pública serão intimados pessoalmente dos atos processuais. As unidades responsáveis pelo envio. Os prazos processuais terão início no primeiro dia útil que seguir ao considerado como data da publicação. 194.419/06. estagiário ou parte interessada. § 1º.Do órgão oficial de publicação Art. Em todas as publicações efetuadas no DJERJ deverão constar os nomes completos das partes e de seus advogados. inclusive por retirada de autos com apensos. iniciando-se a contagem do prazo. § 1º. e destes o número da inscrição na OAB. o serventuário certificará tal fato. constando o dia e a hora em que tal haja ocorrido. Art. Art. tiver acesso ao pronunciamento judicial antes da publicação no órgão oficial ou assemelhado. 197. 195. a fim de que sejam disponibilizadas no mesmo dia no DJERJ. devendo encaminhá-las no formato padrão. nos termos do artigo 4º. alteração ou cancelamento dos atos oficiais a serem divulgados e publicados deverão respeitar o horário-limite das 15 horas. Página 77 de 192 . Parágrafo único. 11. § 4º da Lei referida no caput. Subseção VII . O DJERJ é o órgão oficial de divulgação dos atos judiciais referentes aos processos em tramitação em todas as Comarcas do Estado. sob determinação do Juiz. § 3º da Lei Federal nº. A responsabilidade pelo conteúdo das matérias remetidas à publicação no DJERJ é da unidade que as produziu. 193. Art. Art. 196.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV . 198. A intimação de advogados e a citação editalícia nos processos cíveis e criminais serão efetuadas pelo DJERJ. por meio do sistema corporativo SPEDONET.

203. mencionará. acrescido da expressão "e outro(s)". Art. Havendo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Se os litisconsortes tiverem procuradores diferentes. § 2º. decisões e sentenças serão inseridos na íntegra no sistema informatizado DCP. Os documentos enviados para publicação não poderão sofrer modificações ou supressões. o número dos autos e o nome das partes. serão: I . Os dados que deverão ser lançados nos atos destinados à publicação. ou ao requerido. inclusive com a especificação das custas a serem recolhidas. Tendo uma das partes ou litisconsorte. § 2º. nas demais. pluralidade de partes em quaisquer pólos da relação processual. que exija a prévia realização de ato cartorário. Não será publicado despacho cujo atendimento independa de providência da parte. a intimação aos advogados somente será feita depois de concretizado o ato pela serventia. § 3º.o conteúdo da intimação. a contestação ou a primeira intervenção nos autos. assim como em falência. Em caso de intimação para pagamento ou depósito de quantia certa. na primeira hipótese. Se sobrevier despacho de conteúdo múltiplo. Parágrafo único. sem julgamento do mérito. Art.a natureza do processo. bastando referência ao espólio. constará somente o nome daquele que. Os despachos. Art. 202. § 1º. em primeiro lugar. não se fará menção ao nome de quem haja iniciado o processo. salvo expresso pedido em contrário deferido pelo Juiz. mais de um advogado. Da publicação de despacho de expediente que não se especifique o ato anterior a que queira reportar-se constará este último entre parênteses. II . tão-somente. Página 78 de 192 . esta será expressamente indicada. se for o caso. salvo se requerido e autorizado pelo Juiz. § 1º. A publicação de decisões homologatórias ou de extinção do processo. figurará o nome de cada um deles. 199. recuperação judicial ou insolvência civil declarada. Art. 200. haja firmado a petição inicial. mencionar-se-á apenas o nome da primeira. o fato da homologação ou da extinção.o nome dos advogados. III . originária ou supervenientemente. § 4º. 201. Em inventário ou arrolamento.

O edital de praça ou leilão conterá além dos requisitos do art. serão efetuados em instituição bancária autorizada pela Presidência do Tribunal de Justiça. Será de responsabilidade do Escrivão ou de seu Substituto o conteúdo da certidão e o seu encaminhamento eletrônico. A certidão de débito será criada com base nas informações do processo judicial cadastradas no Sistema de Distribuição e Controle Processual. ou em instituição financeira a ela vinculada.C.data. Art. 210. página e respectiva data de edição do DJERJ. Subseção IX . 207. 205.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. vinculados a feitos de competência da Justiça Estadual.DCP (Projeto Comarca). Eventuais retificações de documentos deverão constar de nova publicação. bem como de eventual credor munido de garantia real. custas e demais encargos de arrematação e condições de venda. não sendo liberada Página 79 de 192 .o nome do Leiloeiro.C: I .o valor da comissão. III . juntado-a aos autos que ficará imediatamente liberado para consulta ou carga aos advogados. Art. Os débitos referentes aos Fundos específicos serão informados na certidão de débito de forma individualizada e apartada dos débitos referentes aos valores devidos ao Fundo Especial do Tribunal de Justiça. Publicado o ato no Diário da Justiça.P.dados identificadores do processo. II . Subseção VIII . 686 do C.Da certidão de débito Art. IV . Art.Dos depósitos judiciais Art. V . 208. Art.P. Art. local e hora designados para a realização das primeira e segunda hastas públicas. 204.a certidão que comprove o cumprimento do § 5º do artigo 687 do C. 211. Os depósitos judiciais em dinheiro. Art. o Escrivão fará imprimir certidão no sistema DCP. A certidão de débito dos processos judiciais será encaminhada de forma eletrônica ao Departamento de Gestão da Arrecadação (DEGAR) através de rotina própria no sistema informatizado . Os débitos referentes à multa penal seguirão o mesmo trâmite daqueles relativos às custas e taxa judiciária. 209. 206. contendo número.

Art. se for o caso. As certidões de débito emitidas eletronicamente pelas serventias e enviadas ao DEGAR poderão ser de três tipos: I . 215. cujo o débito seja inferior a 6. exclusivamente. ficando o DEGAR dispensado do envio de ofício às serventias para ciência da referida quitação. Serão baixados e arquivados em caráter definitivo os feitos distribuídos com data anterior a 14 de março de 2000. A certidão de débito já enviada por processo eletrônico poderá ser alterada. Será de inteira responsabilidade do escrivão ou de seu substituto a emissão rotineira de relatório para a verificação dos débitos quitados e a expedição de ofício de baixa ao cartório distribuidor. Para realizar a baixa do processo. 217. II .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 pelo sistema a emissão daquelas que não contenham o preenchimento dos dados obrigatórios. Página 80 de 192 . Parágrafo único. Art. Art. III .24 UFIR/RJ. 214. 212. desde que não tenha ainda sido emitida nota de débito pelo DEGAR ou GRERJ administrativa. Será emitida uma certidão de débito para cada devedor do processo judicial. por meio de consulta ao relatório de débitos quitados. a serventia deverá cancelar a certidão de débito já enviada e.Devedor Falecido. ao ato de baixa. A emissão de certidão retificadora ou o cancelamento de certidão de débito só serão possíveis com a autorização eletrônica do escrivão ou de seu substituto. § 2º. Parágrafo único. No caso de cancelamento de uma certidão de débito deverá ser informado o motivo.Devedor Intimado. Art. 216. 213. Será disponibilizada no Sistema de Distribuição e Controle Processual uma consulta dos débitos quitados. 218.Devedor em local incerto e não sabido. referente. Art. enviar uma nova. Art. § 1º. a serventia deverá verificar a quitação de todos os débitos do processo judicial. Havendo necessidade de retificação após a emissão de nota de débito ou GRERJ administrativa. Art. A certidão de débito alterada será retransmitida ao DEGAR tornando-se uma Certidão de Débito Retificadora.

com. . diretamente no sistema informatizado. datas de nascimento. certidão que ateste o atendimento aos requisitos estabelecidos no caput. endereço. b) não criar senha com nomes de pessoas da família. em razão da importância de tais dados para a confecção das certidões dos Cartórios de Registro de Distribuição e para as Centrais de Mandados informatizadas. alterá-las sempre.sobre cadastramento das informações: a) lançar corretamente os dados de qualificação das partes da inicial. filiação. b) lançar todos os dados da qualificação das partes nos processos criminais. São consideradas imprescindíveis as seguintes anotações e a observância dos seguintes procedimentos: I . d) manter o cadastro de usuários da serventia atualizado. principalmente quando houver desconfiança de sua divulgação.Da atualização de dados Art.sobre segurança da informação: a) manter sempre as caixas de correio institucionais vazias. Art. valor da GRERJ. d) cadastrar corretamente e manter atualizadas as informações relativas às entidades de abrigo e às crianças e adolescentes em regime de acolhimento institucional ou familiar. § 2º. II . Comunicado pelo Fundo Especial do Tribunal de Justiça o pagamento dos débitos Judiciais remanescente em processo já arquivado.bin. Subseção X . c) cadastrar corretamente as penas e medidas aplicadas nos processos criminais PARA CADA PARTE. com CPF. . c) não informar a ninguém sobre a sua senha. nos autos de cada processo. principalmente o registro de identificação civil e a filiação. Será considerada falta funcional grave a não atualização ou atualização incompleta dos dados do processo nos sistemas informatizados. Será exarada. 219. 221. Não se aplica o disposto no caput deste artigo quando o devedor for pessoa jurídica de direito privado. . devendo a serventia proceder à baixa no Distribuidor.exe.scr.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. Página 81 de 192 . o Escrivão ou quem este designar deverá proceder a baixa do feito. Art. e) não abrir e-mails com extensões do tipo . e palavras fáceis. 220.

desde que autorizado pelo Corregedor-Geral da Justiça. após cumpridas todas as formalidades legais e observado o disposto nesta Consolidação. numerando-as com etiqueta e remetendo-as ao Arquivo-geral. Constitui falta funcional a inclusão de informação ou andamento inverídico nos sistemas informatizados. Página 82 de 192 . Art. sentenças e decisões de cunho vexatórios. O Escrivão designará um auxiliar para o serviço de arquivo.reunir em caixas os autos destinados ao arquivo. d) usar os textos do sistema corretamente. 223. 224.sobre andamentos processuais: a) usar corretamente os andamentos de conclusão ao Juiz Vinculado e ao Juiz Tabelar. dando importância tanto à conferência dos dados quanto as respostas aos questionamentos referentes a inconsistências das informações enviadas. Art. g) proceder a baixa dos processos através dos ofícios eletrônicos. prioridade idoso e publicação de todas as partes. III .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 e) cadastrar a Defensoria Pública. f) anotar sempre que necessário os campos de gratuidade.manter atualizados os dados informatizados. Serão remetidos ao arquivo definitivo os autos dos processos findos. não só o genérico. Subseção XI . quando se tratar de Distribuidor não Oficializado. despachos e decisões. Será lançado arquivamento especial no andamento dos processos distribuídos e não movimentados. com o objetivo de alterar a estatística da serventia ou dissimular andamento processual inexistente. Parágrafo único. ressaltando que os casos de segredo de justiça deverão obedecer a avaliação do Magistrado que não dará publicidade aos despachos. incluindo no sistema somente o resumo com a decisão. cujos autos não se encontrem no cartório e não tenham destino conhecido. nos feitos em que esta funcionar. principalmente as decisões de recebimento de denúncia PARA CADA PARTE. b) incluir corretamente as sentenças. não divulgar o nomes das partes (internet/DO).Do arquivamento Art. 222. a quem caberá: I . II . c) anotar as fases de execução e suspensão dos processos.

suspensão de execução na forma do art.C. 228.. e art. com prestações vincendas. em caso de prazo superior a 180 (cento e oitenta) dias. com a inserção dos dados dos andamentos.suspensão do processo na forma do art. com a redação dada pela Lei nº 11. proceder-se-á a atualização dos movimentos. ou extraída a certidão ao Departamento de Gestão de Arrecadação – Página 83 de 192 . § 5º do C. Art. nos moldes do art.C. 229. deverão ser os autos devolvidos ao Juízo de origem para verificar a possibilidade de extinção do processo e o subsequente arquivamento definitivo. Nas hipóteses previstas nos incisos I. Os autos só podem baixar ao arquivo depois de regularizados. Os autos dos processos cíveis somente poderão ser remetidos ao Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento (DGCON/DEGEA) contendo certidão de que foi efetivada a baixa no Cartório Distribuidor. encaminhando-se certidão de débito ao Departamento de Gestão de Arrecadação . Na hipótese prevista no inciso IV deste artigo. 101 da Resolução 15/99.não sendo requerida a execução na forma do art. excetuando-se os casos previstos no artigo 218 e seus parágrafos. § 2º. do Conselho da Magistratura.C.P. o processo será arquivado definitivamente após extraída certidão ao Departamento de Gestão de Arrecadação . 265. junto ao sistema informatizado. excetuadas as seguintes hipóteses: I . No caso de dívida oriunda do não pagamento de custas processuais pela parte autora. III .P.DEGAR/DGPCF do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e após. § 1º. Art. alíneas "a" e "b" do C. os mandados juntados.P. serão remetidos ao arquivo provisório os autos dos processos findos das ações que digam respeito ao estado da pessoa. Ressalvadas as hipóteses elencadas acima. II e III deste artigo. 226.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. Art.DEGAR/DGPCF do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. será procedida a exclusão do nome do réu no Registro de Distribuição. II .. Art. só podendo ser descartados após o cumprimento integral da obrigação. 225. arquivando-se os autos definitivamente. Art. a taxa judiciária e as custas pagas.processo sem baixa no cartório Distribuidor por falta de pagamento de custas processuais. serão arquivados definitivamente com comunicação de baixa ao cartório Distribuidor.P. a sentença registrada. 791. Localizados os autos. Os autos dos processos cíveis com sentença condenatória de pagamento de pensão. III. decorrido o prazo de 01 (um) ano do arquivamento provisório.232/05. IV. 227. IV . 792 do C. C. as certidões preenchidas e assinadas. 475-J.C. com todas as folhas rubricadas.

§ 3º. IV – petição destinada a processo de número diverso do apontado. fica vedada a baixa definitiva sem a prévia destinação final dos bens neles apreendidos. sendo.7 cm. embarcações e moedas em espécies). com peças grampeadas e/ou grampos avulsos acostados na capa ou na contracapa de autuação. o órgão jurisdicional a que são dirigidas. São consideradas petições de juntada impossível: I – a petição recebida cujo processo esteja arquivado. lançado pelo Juiz o respectivo despacho.Das Petições Art. (Redação atualizada pela republicação do Provimento CGJ nº 11/2009. bem como. Responsável pelo Expediente ou Substituto que considerar impossível a juntada de petição não contemplada nos incisos anteriores deverá Página 84 de 192 . nos quais tenha ocorrido apreensão de bens. Nos crimes tipificados na Lei 11. preferencialmente impressas em tinta preta e em papel tamanho 21 cm x 29. (Redação antiga) § 3º. cujo pedido de distribuição por dependência tenha sido deferido. § 1º. assim como seus anexos. veículos automotores. 230. É vedada a remessa de autos ao Arquivo-geral com folhas dobradas. no cabeçalho.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 DGAR/DGPCF do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. As petições sempre deverão indicar. a fim de facilitar a formação dos autos do processo. O Escrivão. § 2º. no DJERJ de 17/08/2009 e de 18/08/2009) Subseção XII . após decretado o perdimento em favor da União. serão revertidos diretamente ao FUNAD. § 1º. e não contenha pedido de desarquivamento. III – petição sujeita à distribuição ou anotação no distribuidor. § 2º. e o termo de remessa devidamente assinado pelo Escrivão Serventia. nos quais tenha ocorrido apreensão de bens que possuam valor econômico (bens imóveis. da Resolução 63/2008. Texto Final. do CNJ. além de armas e substâncias entorpecentes e de uso proscrito. com furação padrão. conforme dispõe o parágrafo único do artigo 6º. bem como o número e o nome das partes do processo.343/06 os valores apreendidos e que não forem objeto de cautela. II – a petição destinada a processo cuja competência tenha sido declinada e que a baixa tenha sido lançada no sistema. aeronaves. fica vedada a baixa definitiva sem que seja dada a prévia destinação final dos bens neles apreendidos. Em todos os processos ou procedimentos criminais. Em todos os processos ou procedimentos criminais.

Art. Nos casos em que o peticionante fizer o encaminhamento equivocado caberá à serventia intimá-lo para recolher a petição no cartório. Parágrafo único. Essa rotina de exclusão será liberada somente para o Escrivão. Página 85 de 192 . de acordo com a tabela de temporalidade do Tribunal de Justiça item 2-23. mediante determinação do Magistrado. Determinando o Magistrado a exclusão da mensagem de “petições a serem juntadas”. excepcionalmente. a exclusão da mensagem de "petições a serem juntadas". 233. que deverá mantê-las em pasta própria até o resgate pelo advogado ou a sua eliminação após um ano. caberá ao Escrivão. § 1º . Art. 237. para que este analise o cabimento da exclusão. o qual será operacionalizado através do correio eletrônico institucional da serventia. Art. disponibilizado somente para sarqueamento de alvará de soltura. que forem encaminhadas através dos serviços de Protocolo informatizado no sistema DCP. 232 Considera-se falta funcional a exclusão de mensagens de petições aptas a serem juntadas em processos que efetivamente estão tramitando na serventia. 235. A Corregedoria Geral da Justiça fará monitoramento do volume de petições cujas mensagens sejam excluídas. § 3º. nos casos em que comprovadamente seja impossível a juntada física das petições. O sarqueamento de Alvará de Soltura será cumprido pelo Escrivão do Juízo que prolatar a decisão. A serventia judicial poderá efetuar. 234. 236 O rastreamento da petição não juntada e com "mensagem excluída" será realizado mediante o sistema PROGER Subseção XIII . Art. 231. As petições com "mensagens excluídas" não poderão ser devolvidas ao PROGER que as enviou.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 certificar as razões de sua convicção ao Juiz em exercício na serventia. Parágrafo único. 230.Da consulta ao serviço de arquivo – SARQ Art. solicitando informações ou realizando inspeções nas serventias cujo volume de exclusões for discrepante das demais. nos termos do § 1º do art. Art. Responsáveis pelo Expediente e seus Substitutos.Os Juízos encaminharão suas mensagens para o endereço eletrônico da Polinter. A responsabilidade pelas petições não juntadas e com "mensagens excluídas" é da serventia que efetuou a exclusão no sistema DCP. mediante confirmação de entrega e leitura da mensagem enviada. Art. Responsável pelo Expediente ou Substituto lançar no sistema o motivo pelo qual a mensagem foi excluída.

publicado no DJERJ de 27/02/2009) Página 86 de 192 . sendo vedado o envio de tais dados como anexo. publicado no DJERJ de 27/02/2009) § 4º . deverão constar todas as informações sobre o conteúdo do alvará de soltura. quando este for expedido em processo desmembrado ou oriundo de carta precatória. III .Das mensagens encaminhadas para o endereço acima. XI . não podendo em qualquer hipótese incluir mais de um investigado ou réu no mesmo pedido de sarqueamento.nome e qualificação completa do preso (alcunhas e outros nomes por ele utilizados). VI . bem como do Escrivão solicitante.Para o envio do pedido de SARQ deverá o serventuário fazer uso do recurso copiar / colar o alvará de soltura no corpo do e-mail. VII .local de acautelamento do preso. VIII .número do alvará de soltura. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. § 3º . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009.inquérito/flagrante/RO. IV . bem como o envio de qualquer outro texto. conforme os itens a seguir: I . publicado no DJERJ de 27/02/2009) § 5º . V .O e-mail enviado à Polinter deverá corresponder a um só réu.delegacia de origem.número do processo. IX . X .O número do processo principal deverá constar também do Alvará.classificação do delito. eis que o modelo de alvará contido no projeto comarca já contém todos os dados referidos no item anterior.nome e matrícula do Juiz de Direito que prolatou a decisão. II -juízo.números dos processos desmembrados.fundamento e data da decisão.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º .

sendo dispensado o encaminhamento pelo Escrivão. § 1º. deverá o Escrivão providenciar imediata comunicação com o Oficial de Justiça Avaliador . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. domingos e feriados das 10 às 18 horas. Na hipótese remota de o OJA não conseguir dar cumprimento ao alvará de soltura no horário forense do dia em que o recebeu.Deverá constar necessariamente no e-mail. 241.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º . precedido da sigla "ALVS". O SARQ/POLINTER se encarregará de encaminhar as mensagens à SEAP. serão encaminhados pela POLINTER.OJA vinculado ao Juízo. em papel com timbre do Tribunal de Justiça deste Estado. o nome do réu beneficiado. deverá cumpri-lo. e nos sábados. Realizados os respectivos sarqueamentos. nos dias úteis. publicado no DJERJ de 27/02/2009) Art. no campo assunto. 239. obrigatoriamente. será feito entre 8 e 18h.NAROJA ou a Central de Cumprimento de Mandados . ao Núcleo de Apoio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . a qual deverá ser assinada e carimbada pelo serventuário responsável pelo recebimento. o Escrivão encaminhará o alvará de soltura ao Oficial de Justiça Avaliador . onde houver. até as 18 horas. a fim de se assegurar o disposto no parágrafo primeiro do artigo 241. também pela SEAP às respectivas serventias através dos endereços eletrônicos dos órgãos mencionados no artigo anterior. quando se tratar de preso acautelado no sistema penitenciário. independentemente deste dia ser útil ou não. desta Consolidação. ou.CCM. publicado no DJERJ de 27/02/2009) Art.OJA vinculado ao Juízo.Recebida a resposta. no dia seguinte. uma vez realizados.CCM. publicado no DJERJ de 27/02/2009) § 2º .Incumbe ao Escrivão aguardar na serventia até a vinda da resposta da consulta formulada. O cumprimento dos alvarás de soltura. para seu devido cumprimento. quando for o caso.Uma vez encaminhado o pedido de sarqueamento. desta Consolidação. § 2º. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. onde houver. (Parágrafo Página 87 de 192 . § 1º . caput. no primeiro horário.NAROJA ou à Central de Cumprimento de Mandados . 238. com o Núcleo de Apoio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . Art. Os sarqueamentos. deverá a serventia providenciar a impressão da mesma. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. de modo a assegurar o cumprimento no disposto no artigo 241. Artigo 240 .

via fax. 245. impreterivelmente. para o cartório que cumprirá. Houver relaxamento da prisão em flagrante e. Restando prejudicado o alvará de soltura. a fim de que a equipe de Analistas a encaminhe. para fazer parte de seu prontuário. no dia seguinte. deverá fazê-lo. Não for possível ser operacionalizado pelo meio eletrônico. Seção II . 244. o Plantão Ordinário Regional que abranja o local onde o preso se encontre. a Carta Precatória. 242. II . Os Oficiais de Justiça Avaliadores deverão observar. Excepcionalmente. a decretação da prisão preventiva. o sarqueamento deverá ser realizado por fax quando: § 1º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 revogado pelo Provimento CGJ nº 03/2011. 246.Das rotinas aplicáveis às serventias judiciais em geral Art. adotar-se-á as providências abaixo descritas: a) o Escrivão do Juízo Deprecante deverá encaminhar. concomitantemente. em mão ou através de fax. Art. Art. b) na Comarca da Capital. devendo o Escrivão certificar nos autos. para o Plantão Ordinário Regional do respectivo NUR. para o Plantão Noturno. com o respectivo alvará de soltura. no dia seguinte. publicado no DJERJ de 09/02/2011) Art. 243. ao Juízo Deprecado. o disposto nesta Consolidação. O termo de conclusão mencionará: Página 88 de 192 . no dia seguinte. neste caso.não sendo possível ao Escrivão encaminhar a Carta Precatória dentro do horário forense. no que couber. Art. o Juízo encaminhará o alvará de soltura e o mandado de prisão através de fax. § 2º. se não houver expediente no dia seguinte.após a realização dos devidos sarqueamentos. que abranja o local onde o preso se encontre. o Escrivão deverá encaminhar a carta precatória com o respectivo Alvará de Soltura.na hipótese do parágrafo anterior. Das Cartas Precatórias: I . III .Das rotinas de processamento Subseção I . deverá o Escrivão encaminhar cópia do mesmo ao local onde se encontrar acautelado o réu/indiciado. fica autorizado o envio de Carta Precatória para cumprimento de alvará de soltura após as 18h30min. conforme o caso. de imediato.

Quando requerido.nomes completos. incluído o número do CPF/MF ou CNPJ/MF. Para o fim de registro de penhora no registro imobiliário. Art. cartas de arrematação e cartas de adjudicação. fazendo constar a qualificação das partes da forma mais completa possível e. IV .P. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 69/2010. para outros fins. cartas de sentença. deverão ser autenticadas em cartório notarial. III . e endereço das partes credora e devedora. 249.descrição completa do imóvel. através de petição. representações. Fotocópias conferidas com documentos dos autos deverão ser utilizadas na montagem de certidões de inteiro teor e para a instrução de formais de partilha. IV . publicado no DJERJ de 11/01/2011) § 1º.valor da dívida em moeda corrente nacional. denúncias.nome do depositário do bem. 250.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . pelos interessados. dará cumprimento à ordem legal do processo realizando. O Escrivão ou servidor à sua ordem. autos de infração administrativa e autorizações de viagens internacionais.registrar e autuar as petições iniciais. também poderão ser utilizados na instrução de cartas precatórias. cartas precatórias e rogatórias.data. 248. queixas. II . além de outros considerados necessários pela lei. cartas rogatórias. 247. Fotocópias conferidas com documentos dos autos poderão ser utilizadas na montagem de certidões de inteiro teor e para a instrução de formais de partilha. Fotocópias de peças extraídas dos autos.C.o nome do Juiz. Art. através de ordem de serviço cuja eficácia se sujeita à aprovação da Corregedoria Geral da Justiça. II . cartas de arrematação e cartas de adjudicação. O Juiz poderá. assinatura e matrícula do servidor. criar rotinas complementares. para: I . cartas de sentença. Art.nome. os seguintes elementos: I . Art. o adequado recolhimento de custas e taxa judiciária ou a Página 89 de 192 . (Redação antiga) Art.o número do feito. Os pedidos de extração de cópias de peças dos livros cartorários deverão ser dirigidos diretamente ao Juiz. III . § 2º. se for o caso. 248. qualificações. observado o disposto no inciso IV do artigo 365 do C. independentemente de despacho judicial. o Escrivão fará constar da certidão. objetivando a regularidade e a celeridade dos serviços cartorários.

fazer conclusos. alegações preliminares. a respectiva tempestividade. a Oficiais-Generais. b) ofícios. indicação de assistentes técnicos. VI . notificação. tratando-se de ações acessórias. III . abrindo imediatamente a conclusão ou dando o encaminhamento devido. V . a membros do Ministério Público. mensalmente. se devidas. II . apresentação de quesitos ou de rol de testemunhas. VIII . intimação e avaliação. a requerimento destes ou para intervenção prevista na lei processual.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 existência de pedido de gratuidade ou de prioridade de idoso. a Procuradores Gerais ou assemelhados.certificar a apensação dos autos acessórios e incidentes aos do feito principal ou informar a impossibilidade de fazê-lo. movimentação de saldos ou pagamento em aditamento a mandado. comprovado o pagamento de custas. a membros do Poder Legislativo ou dos Tribunais e Conselhos de Contas. peças técnicas. da Defensoria Pública e da Fazenda Pública. IV . em ambos os casos. no sistema informatizado-DCP. a Chefes do Poder Executivo e respectivos Ministros ou Secretários.proceder a termo de vista dos autos aos representantes do Ministério Público. d) expedientes dirigidos a pessoas físicas ou jurídicas. certificando o motivo. fazendo constar no mesmo o número do feito.autuar petições iniciais de incidentes. comandantes de unidades militares e demais dignitários precedentes na ordem protocolar. informando sobre a respectiva tempestividade. precatórias.assinar.verificar.certificar a tempestividade dos recursos. salvo os que impliquem transferência de valores. réplicas.juntar contestações. X . e. VII . em quarenta e oito horas. bem como certificar a desapensação. lançando. petições que atendam a despachos. IX . absolvições e arquivamentos criminais e os dirigidos a magistrados. e observado o segredo de justiça. os autos e mandados fora de cartório com prazos esgotados. guias e ofícios. lançando que o faz de ordem do Juiz: a) mandados de citação. mandados. prazo de dez dias a contar da data do protocolo. c) editais. os autos paralisados há mais de 30 (trinta dias). sendo o caso. Página 90 de 192 . antes de submetê-los a despacho.desarquivar autos.

sem cumprimento. publicado no DJERJ de 30/03/2010) XVIII . comprovado o recolhimento das custas.anotar na petição e/ou documentos cujo recebimento seja permitido diretamente em cartório.intimar o Oficial de Justiça Avaliador ou o Avaliador Judicial a devolver.reiterar os ofícios não respondidos no prazo de 30 (trinta) dias desde que não tenham outro prazo assinalado. independentemente de seu cumprimento. XVI . hora. XIV . se devidas. de tudo comunicando ao Juiz e em caso de reiterado descumprimento ou não localização do detentor. cargo e matrícula do servidor que os recebeu.proceder a termo de vista dos autos à parte interessada. mandado ou cartas. XIX .intimar o Oficial de Justiça Avaliador ou o Avaliador Judicial a devolver. os mandados que lhe foram entregues há mais de 20 (vinte) dias. ainda que eventualmente. respeitada a exceção prevista no art. data. quando for noticiado nos autos ou no sistema informatizado o impedimento ou morte do respectivo procurador e não houver outorga de poderes a outro profissional. Estados ou Município a restituir em 24 horas os autos não devolvidos no prazo estabelecido e. a Defensoria Pública.providenciar a notificação da parte para constituir novo patrono em 10 (dez) dias. fornecendo recibo ao interessado. o fato deverá ser comunicado à Ordem dos Advogados do Brasil. XV . XVII . quando for devolvido. 335. devidamente informados. em caso de descumprimento. a restituí-los em 24 horas e. 336. as Procuradorias da União.expedir mandado de intimação das testemunhas constantes de rol tempestivamente oferecido.certificar nos próprios autos a sua retirada e devolução ao cartório. § 3º. respeitada a exceção prevista no art. devidamente informados. expedir mandado de busca e apreensão de ofício e independentemente do recolhimento de custas. em caso de descumprimento. XX . os mandados que lhe foram entregues há mais de 20 (vinte) dias. Página 91 de 192 .intimar o advogado detentor de autos não devolvidos no prazo estabelecido. fazendo constar o nome daquele que os retirou ou devolveu. independentemente de seu cumprimento. o fato deverá ser comunicado ao Juiz. por DJERJ da Justiça a restituí-los em 24 horas e. em caso de descumprimento. o fato deverá ser comunicado ao Juiz. XII .intimar o Ministério Público. (Redação antiga) XVII .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XI . assinatura. § 3º. em letra legível. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 13/2010. XIII .intimar o Perito e os Auxiliares do Juízo detentor de autos não devolvidos no prazo estabelecido.

expedidos para aperfeiçoamento de decisão judicial.fazer constar nos mandados de averbação. na Comarca da Capital. Das precatórias devolvidas serão entranhadas a carta propriamente dita. em Comarca do Interior.certificar nos autos a prática dos atos processuais. Página 92 de 192 . Parágrafo único. 251. deverão ser juntados através de petição. a conta de custas e as petições ou documentos juntos no Juízo deprecado. ao Procurador do Estado ou ao Procurador do Município do Rio de Janeiro. XXIII . para fins de baixa nos seus assentamentos. (Parágrafo revogado pelo Provimento CGJ nº 67/2010. XXVI . por meio de ofício único ao Departamento de Distribuição. cartas de adjudicação.encaminhar. serão aqueles imediatamente levados à conclusão. XXV . 6º da Lei 11.comunicar ao Depositário Judicial a que estejam vinculados os respectivos autos. a fim de que seja atendido o disposto no inciso I. do art.informar imediatamente ao Juiz. a extensão da gratuidade de justiça para a prática de atos extrajudiciais. as peças comprobatórias do cumprimento ou não. ou ao distribuidor competente. bem como as publicações. após o trânsito em julgado da decisão. desde que haja decisão da autoridade judicial. acompanhadas de relação com o nome dos pacientes e presos. formal de partilha e demais documentos similares. desde que pagas integralmente as custas e a taxa judiciária e efetuada a baixa na distribuição. as petições de habeas corpus e comunicações de prisão em flagrante recebidas em plantão de sábado. decorridos 30 (trinta) dias de seu desarquivamento sem providência da parte. perante outros juízos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XXI . domingo ou feriado. Desarquivados os autos e havendo pedido a ser apreciado pelo Juiz.abrir vista ao Defensor Público. o resultado dos processos cujas sentenças transitaram em julgado. nas ações em que tenha sido fixada verba honorária em favor de seus entes. arrematação. 253. Art. logo que tiver conhecimento da existência de ações em trâmite perante aquele Juízo e Cartório. Tratando-se de autos arquivados de forma definitiva. quando nestas figurar como parte aqueles que sejam devedores em processos de falência ou recuperação judicial. XXIV .101/05. Art. XXII . Os substabelecimentos outorgados a estagiários deverão ser juntados aos autos por petição firmada pelo advogado que substabelece. As procurações e os substabelecimentos. publicado no DJERJ de 10/01/2011) Art. 252. Parágrafo único. do parágrafo 6º. com ou sem reserva de poderes. os mesmos retornarão ao arquivo independentemente de despacho.

o nome.10 (dez) dias. Parágrafo único. sendo impressa guia para assinatura do advogado. Da carga constarão. o Escrivão certificará nos autos e os fará conclusos. conforme o caso. coletivos ou individuais indisponíveis. Art. Salvo disposição legal ou determinação judicial em contrário. telefone e número de inscrição do advogado ou estagiário. As cartas precatórias serão expedidas em três vias. Art.DCP. 258. bem como cópia do comprovante do recolhimento das custas e. além do número de volumes e de folhas. cumpram efeitos intimatórios. se o ato deprecado tiver mais de um destinatário serão encaminhadas tantas cópias quantas sejam necessárias. II . que versem sobre interesses ou direitos difusos. perito ou assistente técnico que receber os autos e consignando-se a respectiva devolução mediante baixa do aludido registro.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. (Redação antiga) Art. independentemente de despacho judicial. independentemente do destinatário. se ocorrer paralisação do feito por mais de 30 (trinta) dias. É vedada a carga ou remessa de autos sem registro no sistema informatizado-DCP. certidão do Escrivão da Serventia deprecante. o Escrivão dará vista dos autos ao Ministério Público antes de abrir conclusão. Nas causas. consignando-se a devolução mediante baixa do aludido registro. com impressão de recibo. A entrega de autos para vista será registrada no sistema informatizado. para a resposta a expediente do Juízo. As publicações que.30 (trinta) dias. Art. 255. Desatendidos os prazos. estagiário de direito. Art. Art. publicado no DJERJ de 11/08/2010) Parágrafo único. consignarão o motivo da intimação. inclusive criminais. e do perito ou do assistente técnico. com as respectivas datas. bem como os respectivos termos e certidões lançados nos autos. 254. endereço. constarão dos respectivos atos os prazos de: I . Art. 256. publicado no DJERJ de 11/08/2010) Página 93 de 192 . independente do destinatário. em decorrência da contumácia da parte. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. 260. e. 259. A entrega de autos para vista será registrada no sistema informatizado. exceto o alvará de soltura. (Redação antiga) Art. 257. para o cumprimento de precatórias e alvarás. 259. É vedada a carga ou remessa de autos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. em se tratando de justiça gratuita ou diligência do Juízo. A cada processo autuado corresponderá um registro. sem registro no sistema informatizado . 260. o prazo concedido. em sistema informatizado onde constarão as fases principais do procedimento.

ao assistente. 262.(Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 45/2010. quando da baixa dos autos. uma vez certificada a publicação do despacho de avaliação. contas ou partilha. ou seus prepostos. publicado no DJERJ de 11/08/2010) Art. vedada a extensão desta regra ao advogado que patrocina a causa. 266. Art. Terão prioridade de atendimento. O Escrivão. as pessoas com crianças de colo (até dois anos) e os portadores de necessidades especiais. guia de recolhimento de receita judiciária e certidão de não interposição de recurso. 264. as pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos. comprovado o recolhimento das custas. Página 94 de 192 . (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 45/2010. estagiário de direito. Deverá ser observada a prioridade no trâmite processual nos autos em que idoso figure como parte ou interessado. o cartório deverá entranhar suas peças incluindo a autuação. desde que requerida e comprovada. desde que devidamente identificados. 265. acórdãos. Regularizado o uso do sistema informatizado. Na ocorrência de falta de energia elétrica ou outra circunstância que inviabilize a realização da carga na forma preconizada no caput. consignando-se na guia as informações previstas no parágrafo único do artigo anterior e colhendo-se a assinatura do advogado. voto vencido. deverá o cartório extrair os originais da decisão monocrática do relator. quando os autos dos processos forem remetidos aos Tribunais superiores. as grávidas. perito ou assistente técnico a quem sejam entregues os autos. a carga e devolução de processos será realizada manualmente. 261. publicado no DJERJ de 11/08/2010) § 2º. juntando-os aos autos principais e descartando as demais peças dos respectivos Agravos. Nos casos de convolação dos Agravos de Instrumento em Agravos Retidos. nos serviços oferecidos por todas as serventias. Os autos destinados à produção de prova técnica ou a preparo para hasta pública serão entregues exclusivamente ao perito. as quais deverão ser descartadas. é obrigatório o imediato lançamento dos dados colhidos na forma do § 1°.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. no feito do processo da decisão agravada. Baixados os Agravos de Instrumento dos Tribunais superiores. Parágrafo único. 263. Art. Art. O Escrivão deverá observar o disposto nos artigos 188 e 189 desta Consolidação. em sendo viável a localização dos autos e observadas as hipóteses previstas no artigo 183 desta Consolidação Normativa. Art. exceto as peças que foram objeto de traslado. ao leiloeiro. expedirá mandado de avaliação ou enviará os autos ao Contador ou Partidor. embargos de declaração. Art.

perito e assistentes técnicos. quando for o caso (artigos 407. independentemente de despacho judicial. IX . anotando na capa dos autos. consignação. testemunhas. no procedimento comum pelo rito ordinário. se requerida prova testemunhal. defensoria pública. III . anotando-se na autuação e no cadastro do sistema o nome do novo advogado.Intimar a parte a qualquer momento do processo em que as custas estejam insuficientes.Expedir ofícios ao detran. IV .Intimar para audiência: partes e seus respectivos patronos. 408 e 435 do Código de Processo Civil ).Intimar a parte para regularizar a petição inicial quando esta se encontrar apócrifa.Intimar parte para manifestação em réplica. polícia rodoviária ou cet-rio para localizar. de todos os atos do processo em que atuem ou devam atuar.Expedir guia para purga da mora.Intimar a parte interessada sobre certidão nos autos. X . a defensoria pública e o ministério público.Intimar a parte para que forneça ao cartório cópias necessárias para atos de citação e intimação. e quesitos. Página 95 de 192 . depósito de honorários e pagamento do débito exeqüendo.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência cível Art.Intimar a parte sobre as diligências negativas. reter ou impedir transferência de veículo. XI . os seguintes atos: I . e oficiar ao juízo deprecante solicitando fotocópias. XIII . justificadamente. XII . quando couber. VIII . VI . prática de atos ou esclarecimentos necessários ao cumprimento de cartas precatórias. se requerida prova pericial. desde que não haja pedido liminar ou de antecipação dos efeitos da tutela. VII . se for o caso. juntado o rol de testemunhas. após certificado o decurso do prazo para apresentação de contestação por todos os réus do processo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção II . desacompanhada de procuração.Intimar o autor para indicar o depositário que acompanhará o oficial de justiça.Intimar as partes.Intimar pessoalmente a fazenda pública. II . O serventuário de Vara com competência cível praticará. 267. drfvat.Juntar procuração e substabelecimento. para especificarem provas. V . salvo quando estiver pendente de apreciação de pedido de liminar ou de antecipação dos efeitos da tutela.

distribuidores e de interdições e tutelas.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de família Art. XXV . XV . os seguintes atos ordinatórios: Página 96 de 192 . após a homologação do valor dos honorários e seu depósito. sob pena de extinção do processo. XVII .Intimar o executado do auto de penhora e avaliação (art. interpelações e justificações. 475-J. bem como para juntar planilha atualizada. Código de Processo Civil).Intimar a parte sucumbente para proceder ao recolhimento das custas remanescentes. no caso de pedidos de desarquivamento. § 1º. a certidão de quitação fiscal ou do valor do débito. intimá-lo para indicar bens do devedor ou se manifestar sobre bloqueio on line.Dar vista ao perito. em 48 horas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XIV . XX . XXIII . independentemente de despacho judicial. XXI .Dar vista à parte interessada por cinco dias. para pagamento do principal. nos casos do art.Intimar o autor ou credor em caso de praças e leilões negativos.Antes de promover o anúncio de praça ou leilão de bem imóvel ou de direitos a ele conexos. e ônus de sucumbência. prevista no artigo 475-j do código de processo civil. dar início às perícias já determinadas. por guia retirada em cartório. antes de entregar os autos de protestos. XXII . ou sendo a parte beneficiária de gratuidade de justiça. O serventuário de Vara com competência de família praticará. sob pena de inscrição na dívida ativa. XIX .Verificar todos os recolhimentos devidos e providenciar a anotação de baixa na respectiva distribuição. quando não houver a interposição de recurso com efeito suspensivo.Intimar a parte autora para promover o andamento do feito. notificações. informação sobre a existência de recuo ou desapropriação e a designação de leiloeiro. 268. § 1º. do código de processo civil. quando estes não ocorrerem.Intimar o devedor. XVI .Intimar o credor do depósito ou nomeação de bens e. certificar a apresentação de certidões dos ofícios XXIV . sob pena de multa de dez por cento.Intimar os peritos nomeados e assistentes técnicos tempestivamente indicados para apresentarem proposta de honorários e. 267. se nada for requerido. custas em grerj. com o correto recolhimento das custas devidas ou se a parte beneficiária de gratuidade de justiça arquivando-se os autos em seguida. XVIII . a comprovação do registro da penhora. Subseção III . sobre impugnações ao laudo ou à proposta de honorários.

entregando-os diretamente à parte interessada. IV – em ação de estado. relatórios de estudo técnico e planilhas de cálculos. para abertura de conta corrente em nome do representante legal da criança ou do adolescente. ao empregador do réu com as comunicações e requisições constantes da Lei n. Estadual e da União quando o procedimento assim o exigir. em até 48 (quarenta e oito) horas após o trânsito em julgado da sentença de mérito. independentemente de despacho judicial. no momento da autuação. o devido recolhimento das custas.º 5. quais os procedimentos existentes. V – prestar a necessária colaboração aos técnicos credenciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. em 48 horas. em nome da criança e adolescente. apresentar ao Juiz. III – expedir ofício para desconto dos alimentos definitivos. b) as medidas sócio-educativas e/ou protetivas aplicadas. em 24 horas. ao Juízo que proferiu a sentença que foi modificada. Página 97 de 192 . a carta de sentença ou o mandado de averbação indispensável à execução. VII – vista às partes e ao Ministério Público quando da juntada de laudos. VI – encaminhar cópia da sentença das ações de modificação de cláusula. VIII – vista à Fazenda Pública Municipal. Parágrafo único.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – oficiar. se for o caso. IX – extrair carta de sentença e expedir mandado de averbação. após o trânsito em julgado. se a partilha já foi realizada.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de infância e juventude Art. Na carta de sentença ou mandado de averbação expedido em ação de divórcio ou separação judicial deverá constar a informação acerca da existência ou não de bens a partilhar. em andamento ou remetidos à 2ª instância. através de pesquisa no sistema informatizado disponibilizada para o cartório. 269. Subseção IV . os seguintes atos ordinatórios: I – certificar. II – oficiar. resguardando o segredo de justiça. observado.478/68. disponibilizando o material necessário para a coleta de dados solicitados em relação às separações judiciais e divórcios. em existindo. O serventuário de Vara com competência em infância e juventude praticará. se designada. e. nas hipóteses legais e de segunda via. explicitando: a) se estão arquivados. consignando a data de audiência. e independentemente de requerimento da parte.

se houver. V – intimar o Comissário de Justiça da Infância. do boletim de ocorrência ou do relatório policial seja encaminhada. Lei 8. a seguir. salvo se criança ou adolescente. e fazer os autos conclusos em 24 horas. conclusão. nelas sendo indicada a natureza da ação. d) a existência de sentença e. d) cópia da decisão judicial que determinou a medida. b) cópia da certidão de nascimento. o nome completo do advogado e número de sua inscrição. e o nome da parte. c) cópia do relatório social. e) carta de abrigamento ou carta de internação. II – certificar o decurso do prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias de internação provisória previsto no art. concomitantemente. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. devidamente informado ou relatado. Página 98 de 192 . VIII – certificar. 108. os autos que estiverem em seu poder há mais de 20 (vinte) dias. se houver. se houver. VI – providenciar para que a comunicação do auto de apreensão de menor. VII – instruir o encaminhamento de crianças ou adolescentes às instituições de abrigo e de cumprimento de medidas sócio-educativas com os seguintes documentos: a) cópias da inicial. III – certificar o decurso do prazo fixado para o cumprimento de liberdade assistida. a data do trânsito em julgado. à autoridade judiciária e ao Ministério Público. e) o cumprimento ou descumprimento de medida aplicada. a falta de encaminhamento de estudo social do caso realizado pela instituição de abrigo. o Assistente Social ou o Psicólogo a devolver. IV – certificar o decurso do prazo de reavaliação obrigatória das medidas cumpridas em regime de semiliberdade ou internação. e fazer os autos conclusos em 24 horas. o número dos autos. caso em que constarão apenas suas iniciais. se for o caso. e fazer os autos conclusos em 24 horas. IX – providenciar para que as intimações por DJERJ não violem o segredo de Justiça. a contar da decisão que a tenha determinado. f) indicação de dia e hora da audiência designada.069/90. em 24 (vinte e quatro) horas. da Juventude e do Idoso. após decorrido o prazo de 30 (trinta) dias da decisão que haja determinado a aplicação da medida de abrigo. abrindo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) a natureza do ato infracional praticado.

§ 4º. os seguintes atos ordinatórios: I – certificar. para cumprimento de medida protetiva ou sócio-educativa em outra Comarca só poderá ser realizado através de carta precatória. conforme instruções expedidas pela Administração do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. O registro no sistema informatizado poderá ser realizado pelos Comissários de Justiça da Infância. XIII – fazer constar na capa dos autos a ressalva quando o adolescente infrator estiver internado provisoriamente. XII – observar para que nos feitos em que houver condenação em multas administrativas as guias sejam expedidas em favor do Fundo gerido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente ou. ficando dispensados de autuação prévia. O serventuário de Vara com competência de idoso praticará. § 2º. juntamente com os documentos que os instruíram e o termo de autorização. na sua ausência. § 1º. Subseção V . depois de decorrido o prazo de 30 (trinta) dias do trânsito em julgado da decisão que haja determinado sua aplicação. do Fundo Estadual para Infância e Juventude. quais sejam: Página 99 de 192 . O encaminhamento de crianças ou de adolescentes. § 3º. devem constar da ordem. da Juventude e do Idoso. XI – certificar o não recolhimento das multas. As inclusões dos pretendentes à adoção deverão ser feitas obrigatoriamente através do Cadastro Nacional de Adoção – CNA. devendo a mesma ser realizada em até 30 (trinta) dias após proferida a decisão judicial. 270. devendo ser arquivados em pasta própria. Os requerimentos de autorização de viagens nacionais ficam dispensados de autuação e registro. § 5º. independentemente de despacho judicial. no momento da autuação. pela Autoridade Judiciária.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 X – submeter ao Juiz pedido de informação de feitos anteriores alusivos a crianças ou adolescentes. poderes para reavaliação.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de idoso Art. a regularidade da apresentação dos documentos do idoso necessários à propositura da ação de interdição. se for o caso. Os requerimentos de autorização de viagem internacional devem ser registrados. Na hipótese de cartas precatórias para cumprimento de medidas sócioeducativas ou protetivas.

b) certidão de óbito do cônjuge (se o idoso for viúvo). nas ações relativas ao registro civil e a outros atos envolvendo registros públicos propostas em proteção ao idoso em situação de risco. nome do autor. III – fazer constar em todos os termos de curatela lavrados: a) o número do processo. d) nome completo do curador.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) endereço. em até 48 horas após o trânsito em julgado da sentença de mérito. 271. ao Cartório de Registro de Pessoas Naturais e ao TRE – Tribunal Regional Eleitoral. em 24 horas. Página 100 de 192 . nome do interdito e sua qualificação completa. certidão de nascimento ou de casamento. IV – oficiar. a data em que o curador prestou compromisso.478/68.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência criminal Art. os seguintes atos ordinatórios: I – exibir ao Juiz. independentemente de requerimento da parte. independentemente de despacho judicial. comunicando a ato judicial de interdição bem como informando. os autos e expedientes referentes a réu preso. c) comprovante de qualidade de segurado ou não do INSS. CPF. se for o caso. nas ações de interdição e de nomeação de curador ao enfermo ou deficiente propostas em proteção ao idoso em situação de risco. adotando o mesmo procedimento em caso de comunicação de prisão em flagrante ou temporária. nas ações de alimentos em favor dos idosos em situação de risco. O serventuário de Vara com competência criminal praticará. ao Promotor e ao Defensor Público. CPF. em separado e com urgência. documento de identificação. ao empregador do réu com as comunicações e requisições constantes da Lei n. b) os limites da curatela (parcial ou total). em até 48 horas após a decisão ou a sentença de mérito. endereço e parentesco com o interdito.º 5. inclusive se reside em entidade de longa permanência ou não. nos termos do artigo 1. c) sua qualidade de segurado ou não do INSS ou de outro Instituto de Previdência. a carta de sentença ou o mandado de averbação à respectiva serventia para registro. bem assim em pedidos de medidas restritivas de liberdade ou de constrição e medidas cautelares não relacionadas a interceptações telefônicas.184 CPC. V – expedir. documento de identificação civil. Subseção VI . II – oficiar ao Cartório de Registro de Interdições e Tutelas.

aposta na lombada. aposta na lombada. às delegacias policiais de origem. salvo em caso de urgência. de forma a distingui-los dos demais autos. XII – comunicar ao Tribunal Regional Eleitoral. X – lavrar termo de ciência de sentença.099/95. VIII – zelar para que dos expedientes alusivos a processos criminais em geral constem a data da audiência de instrução e julgamento. e. de forma a distingui-los dos demais autos. aposta na lombada. sendo desconhecidas as Varas. via telefone ou fax. consignando a manifestação expressa da intenção de recorrer ou não. XIV – consignar o dia e a hora em que receber pedido de informações relativo a habeas corpus. lavrando certidão circunstanciada. recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva de cor azul. de forma a distingui-los dos demais autos. IX – reiterar imediatamente os ofícios e requisições não atendidos. VI – expedir requisições de peças técnicas tão logo recebida a denúncia. a critério do Juiz. V – assegurar que os processos suspensos pela Lei 9. IV – assegurar que os processos suspensos pelo artigo 366 do CPP recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva de cor amarela. aposta na lombada. onde o condenado for inscrito como eleitor.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II – assegurar que os autos de processo de réu preso recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva. certificando o fato nos autos. o trânsito em julgado de sentença condenatória à pena restritiva de liberdade. XI – expedir requisição da folha de antecedentes criminais alusiva à vítima de homicídio e. comunicar o óbito às Varas criminais por onde tramitem ações em que seja ré ou. ciente a defesa. recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva de cor verde. bem como a informação quando se tratar de réu preso. VII – providenciar o esclarecimento da folha penal tão logo exibida em cartório. admitindo-se a expedição de ofício somente se inviável ou ineficaz outro meio. na eventual ausência deste. XIII – expedir requisição de preso com os dados necessários a sua identificação. de cor vermelha. Página 101 de 192 . ao seu substituto tabelar. remetendo-a ao órgão do sistema penitenciário ou policial com antecedência mínima de setenta e duas horas. se dela constar antecedentes. consignada tal circunstância no ofício. apresentando-o de imediato ao Juiz em exercício ou. III – assegurar que os autos de processo de réus presos por outro Juízo. de forma a distingui-los dos demais autos. quando possível.

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XV – observar, ao redigir requisição de informações à autoridade policial para instruir habeas corpus, as seguintes normas, salvo ordem diversa do Juiz: a) marcar, ordinariamente, o prazo de vinte e quatro horas para sua prestação, b) contar o prazo da entrega da requisição na sede do serviço da autoridade, provada mediante recibo ou encaminhá-la via fax juntando aos autos o comprovante do recebimento; XVI – receber os processos remetidos por órgão policial registrando em livro próprio, sendo vedado o recebimento de valores que porventura os acompanhem; XVII – comunicar a decisão ou a prolação de sentença penal, após a preclusão ou trânsito em julgado, à SEAP – Secretaria de Administração Penitenciária, à POLINTER/Serviço de Controle de Presos da Chefia de Polícia Civil, ao IFP Instituto de Identificação Félix Pacheco, ao INI - Instituto Nacional de Identificação, ao Distribuidor, ao DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito e ao TRE - Tribunal Regional Eleitoral, sob pena de responsabilidade funcional; (Redação antiga) XVII- comunicar a decisão ou a prolação de sentença penal, após a preclusão ou trânsito em julgado, à SEAP – Secretaria de Administração Penitenciária, à POLINTER/Serviço de Controle de Presos da Chefia de Polícia Civil, ao IFP – Instituto de Identificação Félix Pacheco, ao INI – Instituto Nacional de Identificação, ao Distribuidor e ao TRE – Tribunal Regional Eleitoral, sob pena de responsabilidade funcional. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 35/2010, publicado no DJERJ de 16/06/2010) XVIII – comunicar, certificando nos autos: a) ao órgão competente o inteiro teor de decisão referente ao disposto no artigo 243 da Constituição Federal, b) ao Tribunal Regional Eleitoral o teor de sentença que importe em perda ou reaquisição de direitos políticos, sendo que, quando se tratar de condenações criminais por crime contra o patrimônio, deverá constar o nome da vítima, c) ao Ministério da Justiça, para abertura do competente inquérito de expulsão, cópia de sentença condenatória proferida contra réu de nacionalidade estrangeira, d) ao Departamento de Trânsito o teor de sentença que importe em condenação por delitos de trânsito, com a qualificação do réu e a especificação das respectivas penas, e) à Junta Comercial deste Estado, com a devida qualificação do réu, o teor de sentença que importe em condenação por prevaricação, corrupção, concussão, peculato, crimes contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, e daqueles cuja pena vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos;
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XIX – zelar para que seus subordinados não recebam importância relativa à fiança, antes expedindo guia para depósito na instituição bancária autorizada pela Presidência do Tribunal de Justiça, pelo próprio interessado, o qual restituirá ao cartório uma das vias, de que conste autenticação mecânica da efetivação do depósito, a ser imediatamente junta aos respectivos autos; XX – manter, em arquivo provisório, na serventia, os processos suspensos na forma do artigo 366 do CPP, devidamente identificados, fazendo imediata conclusão ao Juiz no caso de prisão ou comparecimento espontâneo do acusado; XXI – manter na serventia os processos suspensos na forma do art. 89 da Lei n.º 9.099/95, devidamente atualizados e identificados, certificando e fazendo imediata conclusão ao Juiz no caso de descumprimento do inciso IV do parágrafo primeiro do referido artigo, ou no fim do prazo assinado; XXII – assegurar que os autos de processo que tenha material acautelado recebam tarja preta, de forma a facilitar sua identificação quando do arquivamento; XXIII – oficiar, nos processos suspensos na forma do artigo 366 do CPP, anualmente, à POLINTER/Serviço de Controle de Presos da Chefia de Polícia Civil, à Delegacia da Receita Federal, ao SIPEN, ao TRE - Tribunal Regional Eleitoral e à Santa Casa; XXIV – oficiar às Delegacias Policiais solicitando informação acerca do andamento dos inquéritos remetidos há mais de seis meses, assinalando prazo de 30 (trinta) dias para resposta, de tudo dando ciência ao Juiz; XXV – oficiar aos órgãos aos quais foram remetidos os autos dos incidentes, no prazo de 90 (noventa) dias a contar do envio, solicitando informação acerca dos respectivos laudos. XXVI – registrar as cópias de flagrantes no sistema informatizado e lançar os dados disponíveis; XXVII – autuar flagrantes, após o oferecimento de denúncia pelo Ministério Público, incluindo no sistema o rol de testemunhas de acusação, procedendo em seguida, ao cadastramento da tabela do CNJ; XXVIII – cadastrar os incidentes no sistema como processo secundário; XXIX – intimar o advogado, via Diário da Justiça Eletrônico, para regularizar as custas recolhidas indevidamente nas ações penais privadas, bem como para entregar os processos não devolvidos no prazo legal ou fixado. Art. 272. Fica vedado o recebimento, em cartório, de objetos que possam trazer risco à integridade física de pessoas e instalações, tais como, armas, munições, material explosivo ou tóxico, drogas, permanecendo em depósito no órgão competente.
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Art. 273. A destruição de bem, coisa, valor ou substância, determinada pelo Juiz, ficará a cargo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli ou órgão competente. Art. 274. O Titular de Direção de Serventia deverá providenciar a requisição das armas para os atos judiciais, informando dia e hora de sua apresentação, com antecedência mínima de 05 (cinco) dias, quando determinada pelo Juiz. Art. 275. Será dada ciência ao órgão do Ministério Público, em 24 horas, das decisões concessivas de relaxamento de prisão ou de liberdade provisória, com ou sem fiança, bem como das proferidas em habeas corpus. Art. 276. O ofício por meio do qual se indague o destino de inquérito ou processo, expedido para obter o esclarecimento de folha de antecedentes criminais, conterá os dados que esta registre, como o número do feito, a delegacia de origem, o nome do acusado e a infração que lhe é imputada. § 1º. O ofício de resposta será feito em pelo menos três vias, sendo uma remetida ao Juízo solicitante, uma para o Instituto de Identificação Félix Pacheco e outra para o DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito, para que procedam às anotações necessárias à atualização da folha de antecedentes criminais do acusado. § 2º. Dos esclarecimentos constarão informações que caracterizem o processo objeto da indagação, a pessoa do réu, documento de identificação civil, sua qualificação completa, incluindo domicílio e profissão, o andamento do feito ou a decisão proferida, bem como a data do trânsito em julgado desta, sendo o caso. § 3º. O ofício de resposta ao Juízo solicitante e os de comunicação ao Instituto de Identificação Félix Pacheco e ao DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito serão entregues por servidor habilitado, contra recibo, ou remetidos por via postal. Art. 277. Nos procedimentos ordinário e sumário, as cartas precatórias para interrogatório do réu serão instruídas com cópias das seguintes peças: I – inaugural da ação; II – auto de prisão em flagrante ou do depoimento do acusado na fase policial, conforme o caso; III – declarações das testemunhas em fase policial, se houver; IV – resposta do acusado; V – depoimentos das testemunhas de acusação e defesa prestados em Juízo; VI – outras peças reputadas necessárias pelo Juízo.

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conterão o número do CPF ou CNPJ das partes. As cartas precatórias para inquirição de testemunhas. Art. II – ao órgão central de controle de presos no Estado. para fins de seu regular cumprimento. 282. V – à Delegacia de Polícia Marítima. Subseção VII . 279. independentemente de despacho judicial. O serventuário do Tribunal do Júri deverá. remeterá vias: I – ao Oficial de Justiça Avaliador ou à central de cumprimento de mandados. Art. reunidos em maços e postos em ordem cronológica segundo a data da decisão de pronúncia. Todos os mandados de prisão serão cumpridos na forma do artigo 330 desta Consolidação. manter atualizado o controle de processos de réus pronunciados. ou serventuário por ele designado. IV – à delegacia de origem do procedimento policial. 283. quando constar. III – à divisão de capturas da Polinter. Passada em julgado a sentença condenatória referente a réu foragido. as demais rotinas elencadas na Subseção VI. acautelando os autos em lugar seguro. Ordenada a permanência do réu na prisão por sentença condenatória. Aplicam-se. Art. 284. Subseção VIII . O serventuário fará constar do mandado de prisão ou ofício de requisição. VI – à unidade da Polícia Militar da respectiva região.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. além dos documentos enumerados nos incisos acima. aguardando o cumprimento de mandado de prisão expedido. remeter-se-á o respectivo boletim individual ao órgão competente à VEP – Vara de Execução Penal. o Titular de Direção de Serventia. independentemente do indiciado/acusado encontrarse acautelado. 278. 285. quando expedidos pelo cartório. no que couber. remetendo seu inteiro teor e requisitando o preso para ciência da decisão. Art.Das rotinas aplicáveis às serventias dos Tribunais do Júri Art. 281. Art. Expedido o Mandado de Prisão. caso o indiciado/acusado já se encontre preso.Das rotinas aplicáveis aos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher Página 105 de 192 . Art. o Titular de Direção de Serventia expedirá ofício ao diretor do estabelecimento. a qualificação completa do réu e o seu registro no órgão de identificação local. Aérea e de Fronteiras. sendo vedado ao Oficial de Justiça Avaliador cumpri-lo por qualquer meio alternativo ao cumprimento ordinário e formal. 280. Art. Deverá constar no mandado de prisão a natureza da prisão e o local do acautelamento.

os seguintes atos ordinatórios: I – certificar antes da remessa da inicial à conclusão: a) se o local da última residência do falecido pertence à Região Administrava abrangida pela competência do Juízo. os seguintes atos ordinatórios: I – receber e efetuar a triagem de peças e procedimentos recebidos diretamente pelo cartório. III – remeter imediatamente ao Juiz as comunicações de flagrantes.858/80 (FGTS/PIS). bem como o título de bens. Art. no que couber. o termo de aceitação da testamentaria que deverá vir com firma reconhecida. bem como os pedidos de medidas protetivas de urgência. exceto aqueles requisitados pelo Juízo ou que tenham requerimento de medidas cautelares da autoridade policial. 288. O serventuário de Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher praticará. Art. 286. 287. indicando. Subseção IX . do Defensor Público/advogado do autor do fato e do Ministério Público para as audiências. contador ou partidor. se foi apresentada certidão de dependentes habilitados à pensão pelo órgão pagador do falecido. se todos os herdeiros estão representados e se foram apresentadas as certidões negativas. caso contrário. O serventuário de Vara com competência em órfãos e sucessões praticará. Página 106 de 192 . se foi apresentada a cédula original e a procuração do testamenteiro com poderes especiais para apresentar o testamento e assinar. o Juízo competente. b) no caso de arrolamento sumário. Fica vedado o recebimento dos inquéritos policiais oriundos das delegacias ou das Centrais de Inquéritos sem promoção do Ministério Público. as demais rotinas atinentes às serventias com competência criminal. c) no caso de alvará autônomo para liberação de valores pela Lei 6. independentemente de despacho judicial. sem remessa ao avaliador. independentemente de despacho judicial. Aplicam-se. II – processar os arrolamentos independentemente de termos. 289.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. se for o caso.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência orfanalógica Art. d) no caso de testamento. as solicitações de informações de habeas corpus e de Agravo de Instrumento. II – providenciar a intimação do Defensor Público/advogado da vítima.

salvo ordem diversa do Juiz. certificando que o advogado subscritor possui os poderes necessários e que a representação dos herdeiros está completa. VII – certificar a existência de penhora no rosto dos autos e/ou reserva de créditos trabalhistas. bem como alvarás referentes aos bens por eles abrangidos. independentemente de despacho judicial. Subseção X . bem como os respectivos Títulos. VIII – após a homologação ou o julgamento da partilha e a comprovação do pagamento de todos os tributos e verificação pela Fazenda Pública. O serventuário de Vara com competência de Fazenda Pública praticará. medidas. para consolidação do valor do débito. c) a descrição completa de todos os bens e. II – abrir vista ao exeqüente. 290. esboço de partilha e pedidos de alvará. IV – intimar os interessados. Página 107 de 192 . para que se manifestem sobre as primeiras declarações. os seguintes atos ordinatórios: I – remeter ao contador. valendo estas como finais. V – lavrar o termo das declarações finais.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência fazendária Art. confrontações. a petição inicial de execução fiscal. b) a qualificação completa de todos os interessados. incluindo referência ao registro imobiliário. em 48 horas. inclusive os representantes da Fazenda Pública e do Ministério Público. em se tratando de imóveis. d) se o de cujus deixou dívidas. zelando para que a conta prévia discrimine a parcela correspondente ao principal daquelas referentes aos acessórios. cálculo. certificando o respectivo cumprimento. se for o caso. no inventário em que não houver outro bem além dos relacionados nas primeiras declarações. após o recolhimento de custas. avaliação. se devolvido o mandado com certidão negativa do Oficial de Justiça Avaliador. VI – submeter a despacho pedido incidente de alvará para qualquer fim somente após a manifestação de todos os interessados e fiscais. se for o caso. suas características. as cartas de adjudicação e os formais de partilha. e fornecidas as cópias. expedir.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – intimar o inventariante. verificada a ausência de um dos itens seguintes nas primeiras declarações. para supri-la: a) a qualificação completa do autor da herança e se este deixou testamento.

296. O arquivamento das peças de execução não autuadas será em maços. em caso de número elevado de executados. os seguintes atos ordinatórios: Página 108 de 192 . Art. independentemente de despacho judicial. A citação poderá ser determinada pelo Juiz na relação referida no artigo 47. 295 As Varas com competência exclusiva para processamento de execuções fiscais observarão os convênios estabelecidos com o Estado e Município. VII – cumprir o disposto no art.830/80. A petição inicial e seus documentos não serão autuados se o devedor requerer a expedição de guia para pagamento. sendo o caso. com anotação no livro tombo. após o devido recolhimento das custas. 291. Art. VIII – proceder ao registro em livro próprio de sentença de extinção de execução fiscal. Art. desta Consolidação. Subseção XI . podendo o cartório lavrar.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – extrair edital coletivo de citação. em uma delas. dele fazendo constar o número de ordem e do feito.º 6. As sentenças de extinção de execução fiscal serão registradas por cópia no livro próprio. as datas de prolação e de registro. orientando-o a efetuar o recolhimento na instituição bancária em 24 horas e a devolver a guia do cartório para juntada aos autos respectivos. VI – providenciar a anotação de baixa e o arquivamento dos autos correspondentes ao débito cuja quitação for comunicada pelo exeqüente. em caso de suspensão da execução. encaminhando os autos ao arquivo após anotação no registro e no maço de ocorrência.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência empresarial Art. 40 da Lei n. IV – fornecer ao devedor interessado em quitar ou depositar o débito o competente documento de arrecadação preenchido. número de fatura ou natureza da dívida ativa. certidão de que sentenças idênticas foram proferidas nos processos que relacionar. inciso II. O serventuário de Vara com competência empresarial praticará. colhendo recibo da entrega em outra via. 294. o nome das partes e do Juiz. inscrição. que arquivará em cartório. 293. Art. 291-A. Os mandados executórios serão agrupados por logradouro. (Artigo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 12/2010. 292. publicado no DJERJ de 19/03/2010) Art. V – remeter à repartição estadual competente uma via de relação diária das guias de recolhimento extraídas. notadamente quanto à distribuição de ações. Art.

Art.. ao Administrador Judicial. da sede do Juízo que proferir a decisão. porventura ainda existentes. II – ao Secretário da Receita Federal do Brasil. II – certificar. junto à sede da empresa falida. enviar ao Juízo Falimentar cópias das três últimas declarações de bens e rendimentos da empresa falida. Aeroportuária e de Fronteiras do Departamento de Polícia Federal. VIII – ao Delegado da Delegacia de Polícia Marítima. e o respectivo registro da remessa no caso do Liquidante Judicial. ao Comissário. seus sócios. o Gestor Judicial e o Liquidante Judicial poderão manifestar-se por cota nos autos desde que o façam de forma breve e legível. controladores ou administradores. bem como. antes de levar a prestação de contas a despacho judicial. 297. se houver. V – à Promotoria de Justiça em matéria empresarial do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro junto ao Juízo que proferir a decisão da quebra. VII – ao Superintendente Regional do Rio de Janeiro do Departamento de Polícia Federal. os ofícios dirigidos: I – ao Presidente do Tribunal Marítimo do Ministério da Defesa.A. a fim de instruir o processo. III – proceder a termo de vista dos autos ao Síndico. a fim de proteger o respectivo patrimônio que deve ser preservado no sentido dos interesses voltados a massa falida. antes de submeter ao Juiz a impugnação à lista nas concordatas preventivas. obrigatoriamente. controladores ou administradores. VI – ao Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. a fim de que seja efetuada a vigilância externa pelas patrulhas da Polícia Militar em suas rondas normais e diárias. seus sócios. o Comissário. Página 109 de 192 . III – ao Gerente do Banco do Brasil S. para prestar informações quanto a existência de registro de propriedade de embarcações em nome da empresa falida. identificando-se pelo nome e respectivas matrículas funcionais ou da identificação profissional constante do termo de compromisso assumido nos autos do processo principal. o Administrador Judicial. IV – ao Presidente do Sindicato dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro. O Síndico.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – certificar se o crédito do impugnante está ou não relacionado. Da sentença que decretar a falência do devedor ou que deferir o processamento da recuperação judicial deverão ser expedidos os ofícios que o Juiz entender necessários. ao Gestor Judicial. vedada cota à margem do texto ou interlinear. o resultado da anterior. Art. 298.

determinando que informe ao Juízo falimentar. dos investimentos mobiliários da falida. XVII – ao Titular do Ofício de Notas e do Registro de Contrato Marítimos da Comarca da Capital-RJ. com a máxima urgência. controladores e administradores. seus sócios. cientificando-os de que eventuais bens reclamados em regime falimentar não mais deverão ser alienados. XIII – ao Procurador-Geral do Estado do Rio de Janeiro. XVI – ao Presidente da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro JUCERJA.das contas de depósitos do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. órgão técnico da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. controladores ou administradores. XI – ao Procurador Chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). comunicando a decisão judicial e determinando que seja feito de imediato o bloqueio do que estiver em nome da empresa falida. XIV – ao Diretor do Instituto de Identificação Félix Pacheco.dos descontos de títulos constitutivos de dívidas ativas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IX – ao Presidente do Banco Central do Brasil. determinando a expedição de circulares às instituições financeiras e entidades do mercado de capitais em todo o território nacional. seus sócios. a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão da quebra. com a máxima urgência. a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão da quebra. procedendo também à anotação da falência junto ao registro da empresa falida. determinando que seja enviado a Juízo falimentar. com a Página 110 de 192 . certidão do que consta em nome da empresa falida. X – ao Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região. a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão de quebra. determinando remessa de toda a correspondência dirigida à Falida para o Administrador Judicial da massa falida. determinando que o falido fique inabilitado para exercer qualquer atividade empresarial a partir da decretação da falência e até que a sentença que extingue suas obrigações. XVIII – ao Diretor-Presidente da Agência Nacional de Aviação Civil. XV – ao Diretor Regional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Estado do Rio de Janeiro. para que conste a expressão “Falido”. o que do contrário acarretará prejuízo aos demais credores da massa falida. . certidão do que constam dos registros em nome da empresa falida. especialmente: das contas correntes e operações financeiras. solicitando providências no sentido de interceder junto aos demais magistrados do trabalho. órgão do Ministério da Defesa. XII – ao Procurador-Chefe da Fazenda Nacional no Estado do Rio de Janeiro. devendo indicar sempre os respectivos saldos eressaltando que somente poderão ser movimentadas por autorização do Juízo falimentar. determinando que seja remetida ao Juízo falimentar.

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máxima urgência, sobre a existência de registros de aeronaves em nome da empresa falida, seus sócios, controladores e administradores; XIX – ao Presidente do Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro –DETRAN-RJ, determinando que seja remetido ao Juízo falimentar, com a máxima urgência, certidão do que consta dos registros em nome da empresa falida, seus sócios, controladores e administradores; XX – ao Presidente da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, determinando o bloqueio de contas, créditos ou valores em nome da empresa falida, porventura existentes em sociedades de crédito imobiliário e associações de poupança e empréstimo; devendo também enviar circulares às referidas entidades para que informem ao Juízo falimentar, apenas na hipótese da existência dessas contas, valores ou créditos, sobre as providências adotadas e os respectivos saldos, e que somente poderão ser movimentados por autorização do Juízo falimentar; XXI – ao Procurador Geral do Município da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão de quebra; XXII – ao Presidente da Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, para comunicar a decisão judicial às empresas prestadoras de serviços de telecomunicações, determinando-lhes que seja preservado íntegro para a massa falida o direito ao uso de linhas telefônicas e demais serviços, devendo permanecer sem alteração em seus registros e à disposição do Juízo falimentar; XXIII – ao(s) Oficial(is) do(s) Cartório(s) de Registro de Protesto de Títulos da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra,determinando que informe ao Juízo falimentar, com a máxima urgência, através de certidão, o que consta do registro do protesto mais antigo por falta de pagamento, efetuado contra a empresa falida, ainda que tenha sido resgatado o título; XXIV – ao Superintendente da Superintendência de Seguros Privados SUSEP, determinando o bloqueio dos valores e créditos em nome da empresa falida, existente junto a sociedades seguradoras e montepios; devendo também enviar circulares às referidas entidades para que informem ao Juízo falimentar, apenas na hipótese da existência de valores ou créditos, qual a sua natureza e montante, sobre as providências adotadas e os respectivos saldos, e que somente poderão ser movimentados por autorização do Juízo falimentar; XXV – aos Oficiais dos Cartórios de Registro de Distribuição dos feitos judiciais, da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra; XXVI – ao Oficial do Registro de Interdições e Tutelas da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra; XXVII – aos Oficiais dos Cartórios de Registro de Imóveis da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra, determinando que enviem ao Juízo falimentar certidões sobre a existência de registro, bem como suas respectivas
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anotações, referentes a bense direitos sobre imóveis em nome da empresa falida, seus sócios, controladores ou administradores. § 1º.Em se tratando de Recuperações Judiciais, além dos ofícios elencados nos incisos acima, também serão expedidos ofícios: I – à Promotoria de Justiça em matéria empresarial, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; II – aos Oficiais dos Cartórios de Registro de Protesto de Títulos da sede do Juízo que deferir o processamento da recuperação judicial, determinando que informe, com a máxima urgência, através de certidão, o que consta do registro do protesto mais antigo por falta de pagamento, efetuado contra a empresa em recuperação, ainda que tenha sido resgatado o título; III – ao Procurador Chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; IV – ao Procurador-Chefe da Fazenda Nacional no Estado do Rio de Janeiro, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; V – ao Procurador-Geral do Estado do Rio de Janeiro, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; VI – ao Procurador Geral do Município da sede do Juízo em que foi deferido o processamento da recuperação judicial, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; VII – ao Presidente da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, quando for o caso; VIII – ao Presidente da Junta Comercial deste Estado do Rio de Janeiro JUCERJA, determinando que seja realizada a anotação da recuperação judicial no registro correspondente, devendo ser acrescida, após o nome empresarial, a expressão “em Recuperação Judicial”. § 2º. Os ofícios referidos no caput deverão comunicar o disposto na decisão judicial, bem como informar os seguintes dados: I – a qualificação da empresa falida, seus sócios solidária e ilimitadamente responsáveis, controladores ou administradores, no caso de sociedades por cota, e diretores, tratando-se de sociedade anônima; II – o Administrador Judicial nomeado na aludida sentença;

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III – a existência de bens e direitos da empresa falida, seus sócios, controladores ou administradores; IV – a confirmação do atendimento às determinações do Juízo remetente. § 3º. Todos os expedientes deverão ser acompanhados de uma via da respectiva decisão judicial, juntando-se cópia dos ofícios expedidos aos autos principais. Art. 299. As publicações dos feitos falimentares e de recuperação de empresas a serem feitas no Diário da Justiça ou em quaisquer outros órgãos de publicação conterão a epígrafe especificamente, “Recuperação Judicial de...”, “Recuperação Extrajudicial de...” ou “Falência de...”, como também nas hipóteses de insolvência civil, constando “Insolvência Civil de...”, e ainda como “Concordata Preventiva de...”, nas remanescentes concordatas. Art. 300. As autoridades e entidades que foram informadas da decretação da falência ou do deferimento do processamento da recuperação judicial deverão ser comunicadas, respectivamente, da sentença que declarar extintas as obrigações do falido e da sentença que encerrar a recuperação judicial, a fim de que tomem as providências cabíveis. Art. 301. As comunicações da decisão que encerrar o processo de falência, na forma dos artigos 75, § 3º, 132 e 200 do Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945, serão encaminhadas a todas as autoridades e entidades que foram informadas da respectiva sentença de decretação da falência; e também, deverão ser comunicadas às mesmas autoridades e entidades anteriormente informadas da concessão da concordata, quando for declarada por sentença a extinção das responsabilidades do devedor concordatário, atendendo ao disposto no artigo 155, parágrafo 5º, do supracitado texto legal, cumprindo as disposições do artigo 192 da Lei nº 11.101/05. Art. 302. As comunicações mencionadas no artigo anterior também indicarão a qualificação da empresa falida, seus sócios solidária e ilimitadamente responsáveis, controladores ou administradores, no caso de sociedades por cota, e diretores, tratando-se de sociedade anônima, solicitando ainda que seja confirmado expressamente o atendimento às determinações do Juízo remetente. Art. 303. Fica vedado o recebimento em cartório de quaisquer objetos provenientes das arrecadações, ou que tenham vinculação com as Falências ou Recuperações de Empresas, senão o que for expressamente determinado na legislação em vigor. Art. 304. Havendo transformação de liquidação extrajudicial em processo de falência é dispensada nova habilitação de crédito, observando-se o quadro publicado pelo Banco Central do Brasil. Subseção XII - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência em registros públicos
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mesmo que tenha havido impugnação. antes da prolação da decisão final. O serventuário de Vara com competência em registros públicos praticará. após submissão ao Juiz. e o impugnante renunciar ao direito de recorrer ou desistir do recurso. III – ante a redação do inciso IV do artigo 89 do CODJERJ. de imediato ao ato registral. 305. os processos administrativos de dúvidas e consultas. que referendará ou não a decisão. devidamente instruídos. Página 114 de 192 . serão obrigatoriamente remetidos por malote à Divisão de Custas e Informações da Corregedoria Geral da Justiça para manifestação. logo que recolhidas as custas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. independentemente de intimação e ouvido o Ministério Público. os seguintes atos ordinatórios: I – nos casos de dúvida julgada improcedente ou superada. os autos serão encaminhados ao Núcleo dos Juízes Auxiliares da Corregedoria Geral da Justiça para conclusão ao Corregedor-Geral. independentemente de despacho judicial. II – remeter ao Tribunal de Justiça. mandado dirigido ao oficial suscitante. para que este proceda. após proferida a decisão pelo Juízo de origem. IV – ainda com relação ao inciso anterior. os autos de procedimento meramente administrativo com apelação interposta por interessado único. sem bloqueio. expedir.

307. quando a fita poderá ser reutilizada. que será arquivada em pasta própria para eventual restauração dos autos. Utilizada gravação em fita magnética ou equivalente. Página 115 de 192 . desde que seja essencial à solução da lide. É vedado ao serventuário atuar bem como ao conciliador atuar como advogado dativo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO II – DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS E CRIMINAIS Seção I .Disposições gerais Art. observando e fazendo constar da assentada: I – a presença pessoal das partes e seus representantes. IV – a redução a termo dos pedidos feitos pelas partes. nas rotinas cartorárias. Havendo recurso no processo em que se tenha utilizado meios magnéticos ou equivalentes. para registro das audiências. 306. As serventias dos Juizados Especiais utilizarão. VII – a designação de data para novo comparecimento das partes em cartório. § 2º. quando necessário. VI – a designação de audiência de instrução e julgamento. 308. Não sendo utilizados meios eletrônicos para gravação das audiências.Dos Conciliadores Art. Seção II . até trânsito em julgado da sentença definitiva dos autos respectivos. Parágrafo único. II – a possibilidade de acordo ou transação e seu texto. se houver. V – a redesignação da audiência de conciliação ou preliminar. o Titular de Direção de Serventia providenciará a transcrição do inteiro teor da fita. as assentadas e termos dos processos serão lavrados com cópia. sob a supervisão do Juiz. III – a necessidade de sobrestamento do feito. competirá ao Titular de Direção de Serventia identificar e manter em local seguro as fitas. Os Conciliadores presidirão as audiências de conciliação ou preliminar. que deverá ser mantida intacta até o trânsito em julgado de decisão definitiva. § 1º. Art. obrigatoriamente. impressos e modelos aprovados pela Corregedoria Geral da Justiça.

podendo atender a um só Juizado Cível ou mais de um. de acordo com a conveniência e oportunidade da Administração. Os referidos Núcleos funcionarão. independentemente de ordem judicial expressa. Art. 310. consultar os autos de processo. Os Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis e os Núcleos de Distribuição. Não se fará distribuição por dependência no Núcleo de Primeiro Atendimento. a qualificação e o endereço das partes. fazendo-se constar à inscrição “penhorados pela Justiça”. no horário previsto no artigo 150.Dos Oficiais de Justiça Art. Seção IV . desde que possuam competência concorrente. inclusive nas Comarcas contíguas. fazendo constar o disposto no artigo 14 da Lei 9. b) os fatos e os fundamentos.099/95.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Seção III . Os conciliadores terão livre acesso à serventia em que atuam. Art. ininterruptamente. de forma sucinta. §2º. podendo. designando-se.Dos Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis e dos Núcleos de Distribuição. Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis – NADAC: Página 116 de 192 . II – distribuir ou encaminhar para distribuição automática as iniciais. Compete aos Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis: I – reduzir a termo o pedido inicial formulado pela parte desassistida de advogado. a saber: a) o nome. inclusive. 311. 312. 313. mediante apresentação de identificação oficial e de tudo dando ciência ao Titular de Direção de Serventia. de imediato. II – lacrar os bens móveis penhorados para impedir o uso dos mesmos. Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis – NADAC Art. Parágrafo único. c) o objeto e seu valor. data para audiência de conciliação. Compete aos Núcleos de Distribuição. Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis serão criados por Provimento da Corregedoria Geral da Justiça. 309. sendo instalados de forma conjunta ou separada. Os Oficiais de Justiça Avaliadores em atuação nos Juizados Especiais deverão: I – proceder às citações e/ou intimações em todos os endereços constantes do mandado.

4º e 8º da Lei dos Juizados Especiais. automaticamente. Art. dirigidas aos Juizados Especiais Cíveis. conclusos. Art. § 1º. 316. com Comprovante de Entrega ou Aviso de Recebimento (AR). IV – intimar as partes e testemunhas por qualquer meio idôneo disponível. o comprovante de entrega ou o Aviso de Recebimento devolvido. acompanhada de cópia da petição inicial.Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Cíveis Art. Nas comarcas onde houver Juizados com competência concorrente. II – proceder a sua autuação. em conformidade com os artigos 310 a 314. III – expedir a citação remetendo-a via postal.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – distribuir as petições iniciais. os seguintes: I – proceder. II – certificar nos autos a inobservância dos requisitos previstos nos artigos 3º. Seção V . 315. § 2º. por atendimento. imediatamente. juntamente com as execuções por título extrajudicial. sendo a audiência de conciliação designada automaticamente. a distribuição de petições iniciais limitar-se-á a dez por advogado ou parte. territorial. nos casos de pedido de tutela antecipada ou de medida liminar. capacidade e legitimidade das partes e fazê-los. 314. as iniciais a que se referem os artigos 312 e 313 serão encaminhadas imediatamente. caso a serventia não possua Núcleo de Primeiro Atendimento e/ou NADAC. conforme o caso. designandose. Não se fará distribuição por dependência no NADAC sem determinação judicial. com recebimento ou não. de imediato. examinando a observância do disposto no inciso I do artigo anterior. Página 117 de 192 . data para audiência de conciliação. O serventuário do Juizado Especial Cível praticará. Em sede de Juizado Especial Cível. IV – elaborar guia de postagem encaminhando a correspondência ao SEED. no tocante à competência material. sem autuação. para serem apreciadas pelo Juiz. entre outros atos ordinatórios. III – juntar aos autos do processo. Após a distribuição. à serventia. V – distribuir as cartas precatórias recebidas. proceder-se-á à distribuição do feito por sorteio. antes da audiência de conciliação.

317. VI – dar cumprimento às cartas precatórias recebidas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 V – proceder às intimações. podendo se realizar em horário distinto. por atendimento. independente de registro e autuação. mediante autorização do juiz. as petições que: a) contenham tão só cálculos atualizados de débitos sem qualquer requerimento. IX – confirmar o recolhimento de custas no caso de pedido de desarquivamento de autos. II – efetivação durante o horário de expediente. utilizando-se sempre a mesma linha ou ramal telefônico. pela via telefônica. Página 118 de 192 . imediatamente. c) contenham mera comunicação de endereço. b) sejam encaminhadas por parte desassistida de advogado. observados os seguintes requisitos: I – realização por servidor designado em portaria do Juízo. os atos de mero expediente e as decisões não recorríveis poderão ser comunicados às partes. qualquer petição inicial com pedido de tutela antecipada ou de concessão de liminar. A consulta aos autos de processos em sede de Juizado Especial Cível fica limitada a 05 (cinco) processos por advogado ou parte. Subseção I . XII – certificando a tempestividade das contra-razões. VIII – receber diretamente em Cartório. servindo a própria deprecata como mandado. sempre que a parte ou seu advogado comparecerem espontaneamente. Parágrafo único. X – levar à conclusão. Nos Juizados Especiais Cíveis do Estado do Rio de Janeiro. VII – comunicar fatos e solicitar informações e documentos ao Juizado deprecante via telefônica ou por qualquer outro meio idôneo. XI – intimar a parte autora para dizer se dá quitação.Da intimação por via telefônica Art. encaminhar os autos ao Conselho Recursal. mesmo nas Comarcas onde haja PROGER. inclusive adjuntos. certificando nos autos.

Página 119 de 192 . número do telefone contatado. de dado constante do processo que o identifique como sendo o intimando. As partes deverão informar uma linha telefônica para que possam ser encontradas ao longo do processo. se consta processo anterior contra o autor da infração e se este já foi beneficiado com transação penal. a fim de que se promova sua intimação. IV – providenciar. pelo servidor responsável pela diligência. § 1°. nome completo da pessoa intimada. bem como as partes. O serventuário do Juizado Especial Criminal praticará. O servidor responsável pela diligência não poderá prestar outras informações que não as contidas no despacho ou decisão em questão. § 1º. por via postal.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – prévia confirmação. incumbindo-lhes o ônus de informar nos autos eventual alteração. tal como número do documento de identidade ou CPF. com o interlocutor. do Juízo onde tramita e do servidor responsável pela diligência. observando. laudo de exame de substância entorpecente ou qualquer outra peça técnica. para convocação da parte para comparecer à secretaria do Juízo. o representante da Defensoria Pública. os seguintes: I – certificar nos autos dia e hora do recebimento na serventia do termo circunstanciado.Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Criminais Art. V – elaboração de certidão. contendo data e horário da diligência. certificando-se nos autos. § 3°. por qualquer meio idôneo. ou no livro tombo. III – consultar no sistema informatizado de acompanhamento de processos. estas. no que couber. e 271. § 2°. laudo de exame de corpo de delito. intimando o representante do Ministério Público e. ou ainda informação sobre o comparecimento da vítima a exame. devendo orientar o intimando para que obtenha quaisquer esclarecimentos com o advogado constituído ou no cartório. Seção VI . tão somente. dos processos recebidos por declínio de competência e das cartas precatórias. observando o cumprimento do inciso XXI do artigo 147. despacho ou decisão objeto da intimação. No caso de decisões interlocutórias recorríveis e de sentenças poderá ser utilizada a via telefônica. 318. a requisição de boletim de atendimento médico da vítima. IV – informação ao interlocutor do número do processo. no que couber. se for o caso. II – certificar a data designada para audiência preliminar. nem esclarecer dúvidas não relacionadas à diligência. além dos atos ordinatórios elencados nos artigos 248. certificação de leitura de seu inteiro teor e eventuais circunstâncias relevantes à execução da diligência. as disposições dos parágrafos anteriores. dado constante do processo que serviu para identificá-la (inciso III).

IX . VI – fazer imediata vista dos autos ao Ministério Público. quando o autor da infração não comparecer a audiência preliminar acompanhado de advogado. zelando pelos esclarecimentos das questões fáticas.Supervisionar todas as audiências preliminares. III. Art 318-A – O Magistrado designará servidor para atuar na função de Supervisor de Conciliação. VII – providenciar a intimação do Defensor Público para as audiências de instrução e julgamento. II . VIII. conforme critério fixado pelo magistrado. XII – Preparar questionários para que os usuários avaliem o desempenho do serviço prestado pelos conciliadores. X . VII . VI . os termos e conteúdo das assentadas. diante de quantitativo acentuado de faltas não justificadas. e a atualização dos dados. Página 120 de 192 . as audiências preliminares. encaminhando os horários e datas para as delegacias.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 V – organizar semanalmente a pauta de audiências preliminares.Controlar o pregão. inclusive. preferencialmente através da ESAJ.Preparar as pautas de audiência.Gerenciar as audiências. na ausência do conciliador.Recrutar e organizar as equipes de conciliadores. em cursos na área de mediação e temas jurídicos de interesse da área de atuação. XI – Controlar o lançamento das assentadas no sistema DCP.Controlar o cadastro dos conciliadores. de modo que não prejudique os serviços.Organizar a vinda e devolução dos processos quando das audiências preliminares. com as seguintes atribuições: I .Controlar a freqüência dos conciliadores.Realizar. quando na audiência preliminar não se obtiver acordo. sugerindo ao magistrado o desligamento destes. dando ciência ao autor da infração de que deverá comparecer a Cartório para recebimento de cópia da denúncia ou ciência do arquivamento no prazo estabelecido pelo Juiz. bem como almejando a composição das partes.Providenciar a inscrição dos conciliadores. providenciando a formação e treinamento. IV . V . XIII – Indicar e treinar seu substituto.

salvo a hipótese de cartas precatórias oriundas de Juizados Especiais de outros Estados ou de Juízo Comum. dando ciência do lapso decadencial do direito de representação ou de queixa. 76. 68 da Lei 9. Os atos de intimação serão feitos por carta com Aviso de Recebimento e os de citação por mandado acompanhado de cópia da denúncia ou queixa. o Titular de Direção de Serventia estabelecerá contato telefônico ou por qualquer outro meio de comunicação com o Titular de Direção de Serventia do Juizado de origem. 84. § 1º. Sempre que não for possível a realização de qualquer audiência. 321. Art. 319. Havendo mais de um Juizado Especial Criminal na Comarca. certificando no próprio mandado o resultado. da Lei 9. o Titular de Direção de Serventia deverá certificar tal fato nos autos. se for o caso. conterá. sendo desnecessária a expedição de carta precatória. Art. Sendo necessária a intimação ou citação por Oficial de Justiça em outra comarca. o Titular de Direção de Serventia deverá dar ciência imediata aos presentes de nova data para o ato. 323. da Lei 9. O Titular de Direção de Serventia de imediato expedirá as comunicações de baixa na distribuição e para anotação no Instituto Félix Pacheco. de queixa ou transação penal em audiência preliminar. acompanhado de cópia da denúncia ou queixa. o mandado será encaminhado diretamente ao Juizado com competência sobre a respectiva região. O ofício por meio do qual se indague o destino de inquérito ou processo. parágrafo único. § 2º. publicado no DJERJ de 24/08/2009) Art. Quando a vítima comparecer a cartório pela primeira vez. Art. onde será observado o inciso VI do artigo 316 desta Consolidação. 322. Art. 324. procurando obter nova data para o ato.099/95. 320. a menção expressa ao disposto no art.099/95. o mandado poderá ser remetido. Página 121 de 192 .099/95. por qualquer meio hábil de comunicação. dando em seguida ciência às partes. renúncia ao direito de representação. quando transitada em julgado a sentença ou proferida decisão após a fase preliminar que: I – homologar acordo civil. observada a restrição do art. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Artigo criado pelo Provimento nº 57/2009. além dos dados previstos no artigo 276 desta Consolidação. II – determinar o arquivamento. Recebendo o mandado de outro Juizado sem tempo hábil para cumprimento. o Titular de Direção de Serventia fará de imediato os autos conclusos ao Juiz para sentença. § 6º. expedido para obter esclarecimento de folha de antecedentes criminais. Obtido acordo civil. § 3º. diretamente ao Juizado Especial Criminal. observada a regra do art.

No caso de sentença condenatória ou absolutória. 325. o Titular de Direção de Serventia observará o atendimento das obrigações estabelecidas. o disposto nesta Consolidação. Imposta sanção através de transação penal.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – julgar extinta a punibilidade. no que couber. fazendo os autos conclusos ao Juiz em caso de descumprimento. observar-se-á. 326. Página 122 de 192 . Art. Art.

devidamente certificados. Subseção II . ficam a cargo do Titular de Direção de Serventia. que dará ciência aos respectivos Juízes de Direito das ocorrências verificadas.Do cumprimento do mandado judicial Art. pessoalmente. exibindo-o e identificando-se no início da diligência. O descumprimento do disposto no parágrafo anterior acarretará o corte de ponto pelo superior hierárquico mencionado. desde que comprovem. ou do Encarregado pelo expediente. 328. ao Oficial de Justiça Diretor da Central de Mandados ou ao Encarregado pelo expediente.. Página 123 de 192 . até às 18h. ao NAROJA – Núcleo de Apoio Recíproco aos Oficiais de Justiça Avaliadores. O Oficial de Justiça Avaliador exercerá suas funções junto ao Cartório Judicial. a Central de Mandados. as normas de caráter geral a que estão sujeitos os servidores da Justiça e as normas específicas previstas nesta Consolidação. § 2º. qualquer que seja a natureza do vínculo ao Poder Judiciário. do Diretor da Central de Mandados. as férias. Os auxiliares do Juízo de que trata este capítulo observarão. no tocante às suas atividades e no que couber. as diligências realizadas no dia anterior. a freqüência. No entanto. 327. O Oficial de Justiça Avaliador cumprirá. se delegado for pelo Magistrado.Disposições gerais Art. § 3º. devolvendo os mandados cumpridos. O ponto. declinando nome e função e apresentando. até às 18h. 329. ou a qualquer outro órgão da administração onde for designado. o mandado que lhe for distribuído. no dia seguinte.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO III – DOS AUXILIARES DO JUÍZO Art. as licenças. Seção I . § 1º. Art. à serventia. O Oficial de Justiça Avaliador é hierarquicamente subordinado ao Juiz de Direito e administrativamente vinculado ao Titular de Direção de Serventia.Do Analista Judiciário na Especialidade de Execução de Mandados – Denominação funcional de Oficial de Justiça Avaliador Subseção I . bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional do Oficial de Justiça Avaliador. não terá seu ponto cortado quando da ausência da serventia por até um dia a mais desta regra. O Oficial de Justiça Avaliador está obrigado à assinatura do ponto em dias alternados. 330. obrigatoriamente. a carteira funcional.

335. O Oficial de Justiça Avaliador lerá o conteúdo do mandado e fornecerá à parte interessada a contrafé. Art. É vedada a entrega pelo Oficial de Justiça Avaliador de ofícios e afins. O mandado de prisão em que o local da diligência estiver localizado em endereço inexistente. o número da identidade do réu. II – a diligência depender de agendamento em Depósito Público e a data agendada excedero prazo determinado no caput. do NAROJA. 336. ou do respectivo órgão ao qual esteja vinculado. de difícil acesso. situação em que o referido documento deverá estar acompanhado de cópia da determinação emanada pelo Juiz de Direito. O Oficial de Justiça Avaliador deverá certificar sobre a preservação da integridade física do preso. nas Comarcas onde não houver instalado o SCM. Neste caso o OJA deverá solicitar a suspensão do prazo ao Juízo prolator da decisão. do primeiro dia útil subseqüente à data da disponibilização do mandado. § 3º. requerendo novo prazo ao Juiz de Direito. em livro próprio. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subseqüente à data de cadastramento. o Oficial de Justiça Avaliador certificará o ocorrido. § 1º. Os atos processuais serão cumpridos no prazo de 20 (vinte) dias. § 2º. Art. Art. Computa-se o início do prazo. Deverá ser transcrito. Art. 331. O Oficial de Justiça Avaliador não efetuará diligência sem que o respectivo mandado conste registrado oficialmente em seu nome. Art. 333. ou no sistema informatizado de distribuição de mandados do cartório. ou de altíssima periculosidade. 334. Excetuam-se os casos em que: I – a data da efetivação da diligência seja pré-determinada pela autoridade judiciária. Onde houver Central de Mandado ou NAROJA. e diretamente encaminhado ao setor de capturas da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (POLINTER) para cumprimento. Página 124 de 192 . salvo se houver expressa determinação fundamentada do Juiz de Direito.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. deverá ser minuciosamente certificado pelo Oficial de Justiça Avaliador. 332. a contar da disponibilização do mandado regular e válido. 337. Art. Art. salvo nos feitos onde tiver sido decretado o sigilo legal. Incompleto o cumprimento do ato processual. da Central de Mandados. bem como o nome de seus genitores. nos mandados de citação referentes às ações de investigação de paternidade.

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§ 1º. Onde houver Central de Mandado ou NAROJA, a dilação de prazo será requerida, em formulário próprio, onde constarão as razões do não cumprimento do prazo legal, que serão encaminhadas ao Juiz de Direito para decisão. § 2º. No caso do parágrafo anterior, o mandado continuará com o Oficial de Justiça Avaliador, sendo comunicado pelo Diretor da Central ou Encarregado pelo Expediente da decisão do Juiz de Direito. Dilatado o prazo, este será lançado no sistema informatizado - SCM. Art. 338. O Oficial de Justiça Avaliador fará constar das certidões de citação, notificação ou intimação a qualificação do citado, notificado ou intimado, para tanto lhe exigindo que exiba, no ato da diligência, a respectiva identificação, certificando eventual recusa, neste caso, podendo descrever sua aparência fisionômica. Parágrafo único. O Oficial de Justiça Avaliador deverá lavrar certidões circunstanciadas e autos de forma clara e objetiva, fazendo constar, além dos elementos e requisitos exigidos pela lei processual, a indicação do dia, hora e lugar da diligência, bem como todos os dados e elementos verificados no cumprimento do mandado, inserindo o próprio nome por extenso e o número da respectiva matrícula. Art. 339. Dos autos de penhora ou arresto constarão, além dos elementos e requisitos exigidos pela lei processual: I – os dados que permitam sua precisa identificação, tais como numeração oficial do prédio, código de logradouro, inscrição fiscal, características e confrontações, tratando-se de bem imóvel; II – a marca, o tipo, a cor, o ano de fabricação e o número do chassis e do motor, bem como a placa de licenciamento e o estado em que se encontra, em caso de veículo; III – descrição pormenorizada, consignando-se os elementos característicos de instrumentos e aparelhos, marca, número de série e outros dados necessários à individualização, tratando-se de bem móvel. Art. 340. O Oficial de Justiça Avaliador entregará ao depositário o bem objeto de penhora, arresto, seqüestro ou busca e apreensão a que proceder. Art. 341. Se houver recusa, resistência ou ausência do detentor regularmente intimado ou notificado, o bem será removido para o depósito público, onde houver, ou para o depósito judicial designado, mediante arrolamento, sendo o transporte adequado providenciado pela parte interessada, devendo constar do mandado a previsão do artigo 402 desta Consolidação, quando o magistrado autorizar a alienação de bens recolhidos ao Depósito Público há mais de 90 dias. Art. 342. Quando necessário, o Oficial de Justiça Avaliador recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências, procurando comunicar-se com a
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autoridade competente por todos os meios disponíveis.Ficam vedados ao Oficial de Justiça Avaliador, a condução de testemunhas e o transporte de presos, doentes ou menores infratores em seu veículo particular. § 1º. A parte interessada providenciará os meios necessários para o cumprimento do mandado, colocando-os à disposição do Oficial de Justiça Avaliador, do Diretor da Central de Cumprimento de Mandados ou do responsável pelo Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA, a quem caberá a marcação da data e do horário para a efetivação da diligência, verificando a disponibilidade do Depósito Público, quando necessária a remoção de bens. § 2º. O agendamento da diligência será anotado em livro próprio ou no sistema de informática, devendo conter o nome dos Oficiais de Justiça Avaliadores que cumprirão o mandado, os dados do processo, o nome do advogado que acompanhará a diligência, o número de sua inscrição na OAB e de seu telefone profissional. Art. 343. O Oficial de Justiça Avaliador de plantão ficará à disposição do respectivo Juiz, do diretor da Central de Cumprimento de Mandados ou do responsável pelo Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA para atender às determinações legais, durante o horário que for estipulado em cada caso. Art. 344. Ao cumprir ordem de constrição judicial, o Oficial de Justiça Avaliador limitar-se-á ao necessário para a satisfação do crédito (principal, acessório e custas), observada a gradação estabelecida na lei processual. § 1º. O Oficial de Justiça Avaliador não realizará a penhora se a parte ou seu procurador comprovar o pagamento através de cópia da guia de depósito ou da petição protocolada de oferecimento de bens para garantia da execução, devendo, quando possível, juntá-la ao mandado; ou ainda, se houver comunicação do Cartório acerca dessas ocorrências. § 2º. Quando indivisíveis os bens ou difícil a apuração do arresto à primeira vista, fica a critério do Oficial de Justiça Avaliador a observância da margem de excesso de penhora. § 3º. Para fins de citação e intimação, a serem praticadas através de Oficiais de Justiça Avaliadores, comarca contígua será a área geográfica fronteiriça, de fácil comunicação, podendo ser caracterizada pelo todo ou parte da comarca. Art. 345. Os auxílios e substituições entre Oficiais de Justiça Avaliadores observarão o seguinte: I – em caso de férias, licenças ou faltas, ocorrerão dentro da mesma Vara, Central de Cumprimento de Mandados ou do Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA; II – em caso de não haver Oficial de Justiça Avaliador em exercício na Vara, os auxílios e substituições far-se-ão pelos Oficiais de Justiça Avaliadores lotados
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nas Varas de mesma competência, observada a ordem crescente de numeração, seguindo-se a primeira à última; III – o Oficial de Justiça Avaliador não receberá mandados nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio, prazo em que cumprirá os mandados remanescentes, sob pena de adiamento por imperiosa necessidade de serviço. Parágrafo único. Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão, por tempo não superior a 15 (quinze) dias, os mandados em poder dos Oficiais de Justiça Avaliadores não serão devolvidos para redistribuição, salvo nos casos de urgência, analisados pelo Juiz. Subseção III - Das Centrais de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores – NAROJA Art. 346. Haverá Centrais de Cumprimento de Mandados e Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA, integrados pelos Oficiais de Justiça Avaliadores lotados nos foros das respectivas Comarcas. § 1º. O Corregedor-Geral da Justiça poderá determinar a implantação de Central de Cumprimento de Mandados e de Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA que atenda ao foro central da Comarca da Capital, a setores específicos deste ou a grupos de Comarcas. § 2º. As Centrais de Cumprimento de Mandados e os Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA serão coordenados, sob a supervisão da Corregedoria Geral da Justiça, pelo Juiz Diretor do Fórum ou por um dos Juízes de Direito da Comarca, nomeado pelo Corregedor-Geral da Justiça. § 3º. Os Oficiais de Justiça Avaliadores em atuação nas Centrais de Cumprimento de Mandados e nos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA, não realizarão pregão, nem coadjuvarão os Juízes em audiências, salvo naquelas hipóteses em que haja expressa previsão legal. Art. 347. Compete ao Juiz Coordenador a superintendência das Centrais de Cumprimento de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA: I – dividir a Comarca em zonas de atuação, de acordo com a conveniência do serviço e com o número de Oficiais de Justiça Avaliadores em exercício, atribuindo um código a cada zona, vedada a adoção do critério de divisão de tarefas em razão da matéria; II – designar os Oficiais de Justiça Avaliadores com atribuição para cada uma das zonas;

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às medidas urgentes ou específicas determinadas durante o expediente forense. VII – organizar a escala de plantão diário. no prazo de 24 horas os mandados cumpridos pelos Oficiais de Justiça e baixados no Sistema da Central de Mandados. Art. aos plantões em fins de semana e feriados. bem como os mandados certificados que lhe forem devolvidos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – designar os Oficiais de Justiça Avaliadores que atenderão às sessões do Tribunal do Júri. Parágrafo único. Art. 348.NAROJA contará com serventuário. e entregando-os contra recibo lançado na respectiva cópia da relação. e aos Juízes que permanecerem no foro após o encerramento do expediente. a entrega e a devolução de mandados. Art. 349. O Oficial de Justiça Avaliador que desempenhar função de direção da Central de Cumprimento de Mandados receberá gratificação pelo exercício desta função. os mandados que não possuírem as condições para cumprimento pelos Oficiais de Justiça Avaliadores.NAROJA designará servidor para responder pelas Centrais de Cumprimento de Mandados e pelos NAROJAS. de acordo com as zonas de atuação. O Juiz Coordenador da Central de Cumprimento de Mandados ou do Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . mediante relação própria. no valor de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a remuneração do padrão do respectivo cargo. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. os mandados. atribuindo-lhe: I – organizar e manter os serviços internos. VIII – acompanhar os prazos de cumprimento dos mandados entregues aos Oficiais de Justiça Avaliadores. no prazo de 24 horas. IV – registrar e distribuir. sem função gratificada. O Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . cobrando aqueles em atraso. Os mandados expedidos serão encaminhados à Central de Cumprimento de Mandados ou ao Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Página 128 de 192 . III – encaminhar os mandados aos cartórios de origem. em 24 horas. para as tarefas administrativas. verificando a existência de certidão do Oficial de Justiça Avaliador. bem como a freqüência dos Oficiais de Justiça Avaliadores. V – devolver aos cartórios. com a designação de quantitativo suficiente para o atendimento das medidas urgentes. controlando a distribuição. 350. VI – devolver aos cartórios. respeitados os limites de horário para baixa diária estipulados por cada serventia. dando a respectiva baixa no sistema SCM ou em livro de protocolo. II – elaborar relação mensal de mandados com prazo de cumprimento excedido.

ressalvados. o mandado deverá ser redistribuído. em 24 horas. imediatamente. A distribuição de mandados observará as zonas de atuação do Oficial de Justiça Avaliador segundo a escala vigente. devendo ser distribuído ao Oficial de Justiça Avaliador responsável pela primeira zona territorial. nessa última hipótese. § 1º. Será expedido apenas um mandado quando se tratar de mais de um endereço para o mesmo destinatário. § 3º. por escrito. o Oficial de Justiça informará ao Juiz e descreverá os fatos por meio de certidão circunstanciada. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. Em nenhuma hipótese. As medidas urgentes serão cumpridas. por meio de relação de entrega.NAROJA. 351. quando os locais a serem diligenciados situarem-se em mais de uma zona territorial. Após cumprimento e devolução. pelo diretor da Central de Cumprimento de Mandados ou pelo Responsável pelo Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . Art. que receberá novo prazo para cumprimento. Expedir-se-ão tantos mandados quantos forem os destinatários dos atos processuais a serem realizados.NAROJA.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Justiça Avaliadores . § 1º.NAROJA receberão mandado diretamente do interessado. os casos de urgência em que haja expresso deferimento. observada a redistribuição do mandado caso haja indicação de outro endereço a ser diligenciado. § 1º. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação ou em livro de protocolo. É defeso ao Oficial de Justiça Avaliador transferir a outrem a execução do mandado.NAROJA ou do Juiz de Direito Diretor do Foro. salvo prévia autorização do Juiz Coordenador das Centrais de Cumprimento de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . O mandado devolvido sem cumprimento conterá certidão assinalando o motivo. bem como o direcionamento dos mandados expedidos ao Oficial de Justiça de plantão. 352. § 2º. o Oficial de Justiça Avaliador e os demais servidores da Central de Cumprimento e do Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . sob pena de responsabilidade funcional. Página 129 de 192 . ao Oficial Responsável pela zona territorial subseqüente. § 3º. É vedada a indicação de Oficial de Justiça Avaliador pela parte ou seu procurador. da qual constará apenas o número dos respectivos processos. correspondentes a mais de um Oficial de Justiça Avaliador. Art. pelo Juiz da causa. § 2º. fora da sua zona de atuação. O Oficial de Justiça Avaliador não dará cumprimento ao mandado. pelo Oficial de Justiça Avaliador de plantão responsável pelo mandado. Nos casos de cumprimento de medidas urgentes em que tenha que prosseguir diligência fora de sua área de atuação. salvo se prazo distinto for assinalado pelo Juiz da causa.

As diligências tratadas neste Provimento deverão ser cumpridas por 2 (dois) Oficiais de Justiça Avaliadores. IV .É vedado o agendamento de diligências por telefone. o Oficial de Justiça Avaliador não conseguir contatar o Juiz prolator da ordem.o dia e o local onde ocorrerá. VI . publicado no DJERJ de 25/09/2009) Página 130 de 192 .A parte interessada no agendamento da diligência e o Oficial de Justiça detentor do mandado deverão apor suas assinaturas no Livro de Agendamento de Diligências. II . (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009.o número do processo. (Artigo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. III . Art. V .o nome das partes. durante a diligência.o tipo de diligência. publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 3º .nome do advogado (ou estagiário). publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 4º . (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. pelos Diretores das Centrais de Mandados.O agendamento das diligências de Busca e Apreensão e Reintegração de Posse de veículos será realizado no dia de plantão de Oficial de Justiça detentor do respectivo mandado. ferramenta disponível no Sistema Central de Mandados – SCM. ressalvados os casos dos jurisdicionados assistidos pela Defensoria Pública. o número da inscrição na OAB e o número do telefone do advogado. devendo constar: I . exclusivamente. Escrivães e Responsáveis pelo Expediente e será anotado no Livro de agendamento de diligências.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. 352-A . publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 2º . publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 1º – As informações deverão ser lançadas pelo Responsável pela serventia no “histórico do mandado”. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009.o número do mandado a ser cumprido. As dúvidas referentes ao cumprimento das medidas urgentes poderão ser dirimidas pelo Juiz Coordenador. quando.

publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 8º . o critério objetivo da área geográfica subseqüente. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009.Somente os profissionais mencionados no parágrafo anterior poderão receber o veículo apreendido em depósito. vedando-se qualquer pedido de dilação de prazo. quando não se tratar da mesma área de atuação. ao Encarregado da Central o ocorrido para anotação no livro próprio.O agendamento referido no caput observará as prioridades decorrentes da legislação vigente. nos moldes do parágrafo anterior. tal como carta de preposto ou autorização para agendamento. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. devolvê-lo a Central de Mandados/Cartório para efeito de redistribuição. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. informando.Verificando o OJA que o endereço a ser diligenciado está fora de sua área de atuação deverá. após certificar.A diligência de busca e apreensão que será cumprida por dois Oficiais de Justiça. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. bem como o critério cronológico de ingresso dos mandados na respectiva Central. após o efetivo cumprimento. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 9º . ciência ao magistrado. vedada a utilização de qualquer outro meio de delegação. os encarregados deverão confeccionar escala de comparecimento semanal dos Oficiais de Justiça para agendamento das diligências de Busca e Apreensão de veículos. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 7º . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009.Ante a obrigatoriedade do cumprimento dos mandados judiciais no prazo de 20 (vinte) dias. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009.No caso de evidente necessidade do OJA em dar prosseguimento à diligência. dando-lhe. excetuando-se os casos em que fique evidenciado o perigo de perda do bem. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 10 . (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. obedecerá para fins de nomeação do segundo Oficial de Justiça. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 12 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 5º . sendo vedado ao OJA sua entrega a terceiros. deverá lavrar certidão pormenorizada. publicado no DJERJ de 03/11/2009) Página 131 de 192 .O agendamento de que trata este artigo será realizado somente por advogado ou estagiário com procuração nos autos ou mediante substabelecimento válido. publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 6º . publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 11 .A escala mencionada no parágrafo anterior deverá ser afixada no quadro de publicidade da serventia. ainda.

nas demais Comarcas.Disposições Gerais (Acrescentado) Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. 353. devolvendo os mandados cumpridos à CAJ. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º. No entanto. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. No caso de Central de Avaliadores Judiciais – CAJ. as diligências realizadas no dia anterior. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 2º. O Avaliador Judicial exercerá suas funções junto à Central de Avaliadores Judiciais – CAJ na Comarca da Capital e. no dia seguinte. até as 18h. findo o qual devolverá o mandado ao cartório. republicado no DJERJ de 13/05/2010) II – Deverá ser observada.Do Avaliador Judicial Subseção I . 353. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado. as férias.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Seção II . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. o Avaliador é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central e administrativamente vinculado ao Encarregado pela CAJ. a freqüência. dilação do prazo previsto no caput. até as 18hs. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Página 132 de 192 . devidamente cumprido ou informado com as razões que impediram a avaliação. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. a contar do recebimento respectivo. O Avaliador judicial poderá requerer. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. (Redação antiga) § 2º . ao Juízo. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I . as licenças. não terá seu ponto cortado quando da ausência da serventia por até um dia a mais desta regra aqueles que comprovarem. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos Avaliadores Judiciais e dos demais serventuários lotados na CAJ ficam a cargo do Encarregado pela CAJ. O mandado de avaliação será cumprido em 10 (dez) dias. e sempre que a natureza dos bens a serem avaliados assim o exigir. Os avaliadores judiciais devolverão ao cartório de origem os mandados que lhes tenham sido remetidos e cujas custas devidas não tenham o recolhimento confirmado no prazo de 10 (dez) dias.O Avaliador está obrigado à assinatura do ponto em dias alternados. (Redação antiga) § 1º. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. caso em que o Avaliador Judicial comunicará o fato ao Titular de Direção de Serventia e terá o prazo ampliado para 30 (trinta) dias. fundamentadamente. (Redação antiga) Art..O ponto. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio a impossibilidade de gozo concomitante pelos Avaliadores Judiciais que atuam na mesma área geográfica. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas.

nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Avaliadores Judiciais. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. 354. Neste caso o Avaliador deverá permanecer com o mandado e solicitar a suspensão do prazo ao Juiz prolator da decisão ou. O Avaliador Judicial exigirá do interessado. onde houver CAJ. findo o qual devolverá o mandado. no caso de bens acautelados no Depósito Público. (Redação antiga) Art. de maneira a evitar demora e possíveis exigências do competente Oficial de Registro.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção II . caso em que terá o prazo ampliado por mais 10 (dez) dias. no prazo de 20 (vinte) dias. 6) I . b) a diligência depender de agendamento. O mandado de avaliação será cumprido pelo Avaliador Judicial designado. findo o qual devolverá o mandado.O Avaliador terá o prazo de 48 (quarenta e oito) horas. O mandado de avaliação será cumprido pelo Avaliador Judicial designado. publicado no DJERJ de 03/09/2010 e retificado por apostila publicada no DJERJ de 13/09/2010. sendo imóvel o bem objeto da avaliação. 354. caso em que terá o prazo ampliado por mais 10 (dez) dias. do primeiro dia útil subseqüente à data do recebimento do mandado. IV . a contar da data do recebimento virtual. Onde houver CAJ o Avaliador Judicial comunicará o fato ao Encarregado pela Central. 354. devidamente cumprido ou informado com as razões que impediram a avaliação. às fls. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 51/2010. para devolver o mandado que não pertença a sua área de atuação. Página 133 de 192 . o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subseqüente à data de disponibilização do mandado. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado. ao Juiz Coordenador. III . ao Avaliador.Do Cumprimento do mandado de avaliação (Acrescentado) Art. pela CAJ.Excetuam-se os casos em que: a) a data da efetivação da diligência seja pré-determinada pela autoridade judiciária. no prazo de 10 (dez) dias. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado. Onde houver CAJ o Avaliador Judicial comunicará o fato ao Encarregado pela Central. e a data agendada exceder o prazo determinado no caput. II . os elementos necessários a precisa descrição deste e suas confrontações. devidamente cumprido ou informado com as razões que impediram a avaliação.Onde houver Central de Avaliadores Judiciais. republicado no DJERJ de 13/05/2010) (Redação antiga) Art.Computa-se o início do prazo.

(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. ou pessoa estranha a justiça. bem como por qualquer outro servidor lotado na CAJ. dando ciência ao Juiz Coordenador da CAJ ou ao Juiz de Direito a que esteja vinculado. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I . por tempo não superior a 15 (quinze) dias. 355. Página 134 de 192 . colocando-os à disposição do Avaliador Judicial e do Encarregado pela Central de Avaliadores Judiciais. os elementos necessários a precisa descrição são a certidão de Registro de Imóveis e a guia de IPTU ou ITR. Onde não houver CAJ a dilação será requerida nos autos. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. o Avaliador Judicial poderá requerer. O requerimento será feito em formulário próprio.Quando imperioso. a quem caberá a marcação da data e do horário para a efetivação da diligência. Entende-se como unidade imobiliária o bem indiviso. O mandado de avaliação deverá estar acompanhado dos elementos imprescindíveis à realização da diligência. em se tratando de bens localizados em endereços distintos. VII . (Redação antiga) Art. com matrícula no Registro Geral de Imóveis. será expedido um mandado para cada localidade. VI . proceder a retificações ou atender a determinações judiciais nos autos cujo mandado de avaliação foi por ele cumprido. (Incisos I a IX incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. além de cópia das primeiras declarações ou do termo de penhora. dilação do prazo previsto no caput. sendo um mandado para cada bem imóvel ou para bens móveis localizados no mesmo endereço e. no prazo de 10 (dez) dias quando não houver prazo predeterminado pela autoridade judicial. quando for o caso. V – Onde houver CAJ. ao Juiz Coordenador. recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências.O Avaliador Judicial não efetuará diligência sem que o respectivo mandado conste registrado oficialmente em seu nome ou no sistema informatizado próprio e tenha sido validado pelo Encarregado. conforme o caso. onde houver instalada Central de Avaliadores Judiciais. a parte interessada providenciará os meios necessários para o cumprimento do mandado de avaliação.O Avaliador Judicial. ao Juiz prolator da decisão. fundamentadamente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) nos casos de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. quando necessário. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Parágrafo único. IX – O Avaliador Judicial ficará vinculado a prestar esclarecimentos. permanecendo o mandado com o Avaliador. quando for o caso. que por suas características ou peculiaridades. 355. VIII . e sempre que a natureza dos bens a ser avaliados assim o exigir. unidade imobiliária de bem indiviso. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. O mandado de avaliação será cumprido pessoalmente pelo Avaliador Judicial sendo vedado o cumprimento por outro Avaliador. ou seja.No caso de bem imóvel. implique a necessidade de avaliação uniforme.

sendo suficiente. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. o número de chassis e a placa de licenciamento. na descrição. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. assim como expressa referência ao estado em que se encontra.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II . o modelo. Na avaliação de veículo. atribuição pessoal do Avaliador. É vedada a divulgação antecipada dos laudos lavrados aos patronos e/ou partes. 358. Ao Avaliador Judicial não cabe investigar a titularidade da propriedade dos prédios confrontantes com a do objeto da avaliação. considerado o seu preço médio para venda à vista. o número de motor e de Página 135 de 192 . Onde houver CAJ os mandados expedidos serão encaminhados à Central de Avaliadores Judiciais. o Avaliador Judicial fará constar do laudo o tipo. 357. os elementos necessários a precisa descrição são o tipo. levando-se em conta os indispensáveis elementos de ordem técnica e econômica que sirvam de base para o cálculo ou a estimativa. de modo a permitir pronta e segura identificação. o ano de fabricação. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. III . republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art.Na avaliação de bem móvel. o Avaliador Judicial fará constar do laudo sua descrição pormenorizada. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. pela CAJ. o elemento necessário a precisa identificação do bem é a sua descrição pormenorizada.Da Central de Avaliadores Judiciais (Acrescentado) Art. Na avaliação de bem móvel. o fabricante. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º. o modelo. o fabricante. (Redação antiga) Art. O encaminhamento do mandado de avaliação será feito por meio de relação de entrega da qual constará o número do respectivo processo. Na lavratura do laudo de avaliação. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 2º. assim como expressa referência ao estado em que se encontra. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Subseção III . (Incisos I a III incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. de modo a permitir pronta e segura identificação. O laudo de avaliação deve exprimir e corresponder ao real valor do bem. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. o ano de fabricação. 356. 357. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. deverão ser observadas e discriminadas as normas previstas no artigo 355.Na avaliação de veículo. a cor. indicá-los de conformidade com o título hábil que lhe seja exibido. a cor. com todos os dados lançados corretamente no sistema informatizado. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 2º. Art.

aguardando por 10 (dez) dias a comprovação do recolhimento pelo patrono: Página 136 de 192 . em duas vias.A Central de Avaliadores Judiciais será coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. validar os mandados recebidos. que servirá para consultas e após. (Redação antiga) Art. levando-se em conta os indispensáveis elementos de ordem técnica e econômica que sirvam de base para o cálculo ou a estimativa. conferindo as normas previstas no artigo 355 desta CNCGJ. O laudo de avaliação deve exprimir e corresponder ao real valor do bem. 358 . a quem caberá responder pela CAJ. servindo uma de recibo. atribuindo um código para cada área.CAJ. de acordo com a conveniência do serviço e com o número de Avaliadores Judiciais em exercício. considerado o seu preço médio para venda à vista. diariamente. a placa de licenciamento e o estado em que se encontra. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I . 359. (Redação antiga) Art. em duas vias. vedada a adoção do critério de divisão de tarefas em razão da matéria.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 chassis. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. os processos judiciais em que sejam solicitados informações ou esclarecimentos. b) designar os Avaliadores Judiciais com atribuição para cada uma das áreas através de Portaria. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. os mandados de avaliação judiciais. oportunidade em que será gerado o número de controle. integrados pelos Avaliadores Judiciais lotados na Comarca da Capital. III – Cadastrar todos os dados relativos ao mandado de avaliação no sistema informatizado e a providência a ser tomada. servindo uma de recibo. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. 359. II – Receber dos Cartórios. atribuindo-lhe em especial: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I – Receber dos Cartórios. denominado Juiz Coordenador a quem compete à superintendência da CAJ: a) normatizar a divisão da Comarca em áreas de atuação. Haverá Central de Avaliadores Judiciais . O Juiz Coordenador designará servidor para atuar como Encarregado pela Central. IV – Verificará e certificar o recolhimento das custas judiciais devidas pela avaliação. diariamente. c) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da CAJ. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente.

lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo e a providência a ser tomada. todos os mandados certificados que lhe forem devolvidos pelos Avaliadores Judiciais encarregados da diligência.Cadastrar.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) no caso de constatado o correto recolhimento de custas judiciais. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Avaliadores Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. o mandado deverá ser distribuído ao Avaliador no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. b) no caso de recolhimento de custas judiciais efetuado de forma equivocada ou não efetuado. IX – Elaborar relação trimestral de mandados com prazo de cumprimento excedido. XI . V – Devolver aos cartórios. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. (Incisos I a XV Página 137 de 192 . encaminhando-a ao Juiz Coordenador. mediante relação própria. de acordo com as áreas de atuação. X – Elaborar relação trimestral de processos com o prazo de cumprimento estabelecido no inciso VIII do artigo 354. mediante relação própria. todos os processos que lhe forem devolvidos pelos Avaliadores Judiciais encarregados da informação ou esclarecimento. VI – Controlar o prazo para o cumprimento dos mandados. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. excedido. VIII – Restituir aos Cartórios. a ordem. devidamente informado. os processos judiciais. no mesmo prazo. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CN. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. ressalvadas as hipóteses de urgência. devidamente comunicadas pelos Juízes de Direito. a contar da data do recebimento. em 48 (quarenta e oito) horas. VI . sendo considerada falta grave a não observância desta norma. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Distribuir em seguida ao Avaliador Judicial que cumpriu o mandado correspondente e devolvendo aos cartórios. os mandados encaminhados equivocadamente. no que couber. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos desenvolvidos. depois de certificado o respectivo motivo. conteúdo dos mandados. XV – Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. os processos encaminhados equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. em 48 (quarenta e oito) horas. XII – Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. o mandado deverá ser devolvido ao Juízo de origem. cujo termo inicial é o primeiro dia útil seguinte ao dia em que forem colocados à disposição do Avaliador Judicial.Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. VII – Restituir aos Cartórios. saída.

da data de recebimento. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. É vedado o recebimento. O Avaliador Judicial prestará esclarecimentos. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Art. quando de suas eventuais ausências. já que depende de inúmeras variáveis que estarão sempre em constante mutação. (Redação antiga) Art. (Parágrafos 1º ao 4º incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. que nunca se esgota. 360. O critério de distribuição dos mandados adotado pela Central dos Avaliadores Judiciais será o geográfico. observando as áreas de atuação dos Avaliadores Judiciais segundo escala vigente.Serão efetuadas avaliações periódicas do critério adotado que deve atender o objetivo principal do presente ato. III . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. qual seja a racionalização e a distribuição equitativa das tarefas desenvolvidas pelos Avaliadores Judiciais. procederá a retificações ou atenderá a determinações judiciais em cinco dias. O Avaliador Judicial manterá atualizado livro de registro de recebimento e devolução de mandados. da data de devolução do mandado de avaliação à CAJ e do laudo lavrado. Para tanto será observado rodízio que ocorrerá a cada 3 (três) meses para a designação das áreas de atuação. estando em pleno aperfeiçoamento.A construção destas áreas é tarefa complexa. de mandado de avaliação entregue diretamente pelo patrono e/ou pela parte. normatizada pelo Juiz Coordenador. pela CAJ ou pelo Avaliador.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. § 2º. IV – É vedada a indicação de Avaliador pela parte ou por seu procurador. § 4º. (Incisos I a IV incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. (Redação antiga) Página 138 de 192 . salvo prazo diverso assinado pelo Juiz. com anuência do Juiz Coordenador. no que couber. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º Ao Encarregado pela CAJ caberá. II . 360. Caberá ao Avaliador Judicial o lançamento. As atribuições enumeradas nos incisos anteriores poderão ser delegadas pelo Encarregado pela CAJ aos servidores da central. 361. no sistema informatizado próprio. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I – As áreas de distribuição dos mandados constituem o território onde o Avaliador Judicial vai desenvolver o seu trabalho. § 3º.

analisados pelo Juiz. salvo nos casos de urgência. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. 361. No caso de CCJ. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 2º. No caso de inexistir a confirmação do pagamento das custas ou as mesmas terem sido recolhidas de forma equivocada. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Parágrafo único. O Contador Judicial manterá atualizados os dados cadastrais no sistema informatizado próprio.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. 362. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Seção III . republicado no DJERJ de 13/05/2010) I – em caso de férias. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o Contador Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010.Do Contador Judicial Subseção I . II – o Avaliador não receberá mandados nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio. o Contador deverá devolver os autos ao Juízo de origem de imediato. 362. (Redação antiga) Art. Nos cálculos de liquidação de sentença prolatada em autos de processo acidentário. o contador poderá acessar e consultar os dados formadores do Banco do Sistema Dataprev. O Contador Judicial exercerá suas funções junto à Central de Cálculos Judiciais – CCJ ou a qualquer outra unidade da administração para onde for designado.Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. de concessão ou de revisão de benefícios previdenciários. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Página 139 de 192 . por tempo não superior a 15 (quinze) dias. licenças ou faltas. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 3º. Os auxílios e substituições entre os Avaliadores Judiciais observarão o seguinte: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 1º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. ocorrerá auxílio recíproco entre os Avaliadores Judiciais designados para atuarem na mesma área geográfica.Disposições Gerais (Acrescentado) Art. (Incisos I a III incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. É vedado o cumprimento do mandado de avaliação por Avaliador Judicial distinto daquele designado para atuar na área correspondente. III . prazo em que cumprirá os mandados remanescentes e os esclarecimentos solicitados. os mandados em poder dos Avaliadores não serão devolvidos.

que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. seja de título judicial ou extrajudicial. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. (Redação antiga) Parágrafo único. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. para fins previdenciários. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CCJ. 363. o cálculo adotará o índice ou fator da data de sua elaboração. ficam a cargo do Encarregado pela Central. exclusivamente. as licenças. ou em prazo que venha a ser concedido pelo Juiz. republicado no DJERJ de 23/06/2010) I – O cálculo expressará o montante do débito em unidades do índice ou aplicará o fator de modo a dispensar posterior cálculo de atualização. (Redação antiga) Página 140 de 192 . republicado no DJERJ de 23/06/2010) Art. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – Caso haja variação diária. em 10 (dez) dias. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. observado. A atualização de débito. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. norma específica disciplinada pelo Tribunal. a requerimento da parte interessada. a freqüência. O Contador Judicial elaborará as contas e os cálculos. cálculos de liquidação de sentença prolatada em autos de processo acidentário. republicado no DJERJ de 23/06/2010) III – O cálculo deverá obedecer às regras determinadas no manual de cálculo judicial a ser editado pela CGJ. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – Deverá ser observada. 363. salvo se decisão judicial determinar aplicação de outro índice legal. as férias. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – O ponto. (Redação antiga) Art. o Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM) ou outro que venha a ser estabelecido em legislação federal. 364. de concessão ou de revisão de benefícios previdenciários. quanto ao cálculo de renda mensal inicial.Da Atuação do Contador Judicial (Acrescentado) Art. O 8º Contador Judicial elaborará. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o Contador Judicial devolverá os mesmos ao Juízo de origem de imediato. far-se-á conforme índice ou fator legal adotado pelo Poder Judiciário. Inexistindo nos autos a confirmação do pagamento das custas. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Subseção II . (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. ou cumprirá outras determinações judiciais.

pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. fundamentadamente. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado ou acentuada complexidade. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 2º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. no prazo de 10 (dez) dias. pelo Contador. ao Juiz prolator da decisão. (Redação antiga) Art. dilação do prazo previsto no caput. ou cumprirá outras determinações judiciais. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 3º. findo o qual devolverá o processo devidamente instruído ou informado com as razões impeditivas. Onde não houver CCJ. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – Onde houver Central de Cálculos Judiciais. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Subseção III . no primeiro dia útil subsequente à data da disponibilização do processo. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. A dilação do prazo previsto no caput poderá ser requerida. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Cálculos Judiciais – CCJ. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subsequente à data de cadastramento do processo pela CCJ. por meio de guia de remessa emitida pelo DCP e relação de entrega da qual constará o número do respectivo processo. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o 8º Contador poderá acessar e consultar os dados formadores do Banco do Sistema Dataprev. republicado no DJERJ de 23/06/2010) b) o requerimento de dilação de prazo será feito em formulário próprio. nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Cálculos Judiciais. Na capital. permanecendo o processo com a CCJ e comunicando a dilação ao Titular da Serventia respectiva. O Contador elaborará as contas e/ou cálculos. caso em que terá o prazo ampliado por mais 10 (dez) dias. 364.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. Excetua-se o prazo previsto no caput no caso de prazo predeterminado pela autoridade judiciária. e sempre que a natureza das contas ou dos cálculos assim o exigir. republicado no DJERJ de 23/06/2010) I – Computa-se o início do prazo. o recibo a que se refere o parágrafo anterior constará em livro de protocolo.Da Central de Cálculos Judiciais (Acrescentado) Página 141 de 192 . Para o desempenho das atribuições previstas no caput. republicado no DJERJ de 11/06/2010) § 1º. republicado no DJERJ de 23/06/2010) a) o Contador Judicial poderá requerer ao Juiz Coordenador.

cálculos judiciais e funções decorrentes. (Redação antiga) § 1º. (Redação antiga) § 2º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. republicado no DJERJ de 23/06/2010) I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CCJ e em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o processo deverá ser devolvido ao Juízo de origem de imediato. denominado Juiz Coordenador. salvo se decisão judicial determinar aplicação de outro índice legal. republicado no DJERJ de 23/06/2010) a) receber dos Cartórios. 365. far-se-á conforme índice ou fator legal adotado pelo Poder Judiciário. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Página 142 de 192 . (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. cálculos judiciais e às funções decorrentes. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. processos judiciais em que seja determinada a elaboração de contas. em duas vias. diariamente. servindo uma de recibo. seja de título judicial ou extrajudicial. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. para fins previdenciários. No caso de constatado o recolhimento de custas judiciais efetuado de forma equivocada ou não efetuado. republicado no DJERJ de 23/06/2010) b) normatizar as atividades internas da central. republicado no DJERJ de 23/06/2010) a) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da central. o Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM) ou outro que venha a ser estabelecido em legislação federal. a regularidade dos documentos. O cálculo expressará o montante do débito em unidades do índice ou aplicará o fator de modo a dispensar posterior cálculo de atualização. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – O Contador Judicial exercerá a função de Encarregado pela CCJ. no momento do recebimento. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. Haverá Central de Cálculos Judiciais – CCJ na Comarca da Capital. observado. e gerenciada por um Encarregado. o cálculo adotará o índice ou fator da data de sua elaboração. cabendolhe responder pela central e atribuindo-lhe em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) b) validar os processos judiciais recebidos pela CCJ. A atualização de débito. 365. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. quanto ao cálculo de renda mensal inicial. Caso haja variação diária. destinada à elaboração de contas. bem como o correto recolhimento das custas judiciais. (Redação antiga) Art. que deverá ocorrer em até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela Central. observando. a quem caberá responder pela CCJ.

no que couber. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) d) elaborar relação trimestral de processos judiciais com prazo de remessa excedido. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010.Disposições Gerais (Acrescentado) Art. O Partidor manterá atualizado livro de registro de recebimento e devolução de autos. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. pelo Contador Judicial aos servidores da CCJ. devendo observar a norma prevista nos artigos 155 e 156 desta CNCGJ. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. controlando os registros necessários. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 1º. As atribuições enumeradas no inciso II deste artigo poderão ser delegadas. no que couber. a ordem. republicado no DJERJ de 23/06/2010) g) observar as regras de controle documental previstas nos artigos 174 e seguintes da CNCGJ. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. (Redação antiga) Página 143 de 192 . de imediato. republicado no DJERJ de 23/06/2010) f) manter atualizados os registros de entrada e saída de processos judiciais recebidos. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Seção IV . (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Cálculos Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. Ao Encarregado pela CCJ caberá. os processos judiciais. quando de suas eventuais ausências. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) h) promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) cadastrar. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 2º. a contar da data do recebimento. com anuência do Juiz Coordenador. 366. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo e a providência a ser tomada e devolvendo aos cartórios. republicado no DJERJ de 23/06/2010) e) organizar e manter os serviços da CCJ.Do Partidor Judicial (Alterado) Subseção I . os processos encaminhados equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo.

as férias.Computa-se o início do prazo. findo o qual devolverá o processo devidamente instruído ou informado com as razões impeditivas. o Partidor Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. do primeiro dia útil subseqüente à data do recebimento do processo. O Partidor cumprirá a determinação judicial no prazo de 20 (vinte) dias.Onde houver Central de Partilhas Judiciais. onde houver instalada Central de Partilhas Judiciais. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado ou acentuada complexidade no esboço da partilha. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 18/2010. nas Comarcas onde não houver instalado a Central de Partilhas Judiciais. 366. No caso de Central de Partilhas Judiciais . (Redação antiga) Art. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CPJ ficam a cargo do Partidor Judicial. permanecendo o processo com o Partidor e comunicando a dilação ao Titular da Serventia respectiva. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 18/2010. 367. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 1º. O Partidor receberá. norma específica disciplinada por este E. a dilação do prazo previsto no caput. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. publicado no DJERJ de 12/05/2010) I . no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. os autos que estiverem devidamente protocolizados e com os documentos e termos regularizados. para elaboração de esboço de partilha e funções decorrentes. Página 144 de 192 .O ponto. devolvendo-os ao cartório de origem mediante carga em livro próprio. fundamentadamente. e sempre que a natureza da partilha assim o exigir. as licenças. Tribunal. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. nas demais Comarcas. caso em que terá o prazo ampliado por mais 20 (vinte) dias. I . desde que atendidas as seguintes exigências: O requerimento será feito em formulário próprio. inclusive o de remessa. II – Deverá ser observada.O Partidor Judicial poderá requerer ao Juiz Coordenador. O Partidor Judicial exercerá suas funções junto à Central de Partilhas Judiciais – CPJ na Comarca da Capital e. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subseqüente à data de cadastramento do processo pela CPJ. a freqüência. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Subseção II . II . III .CPJ. 367.Da Atuação do Partidor Judicial (Acrescentado) Art.

inclusive o não pagamento. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo e a providência a ser tomada e devolvendo aos Página 145 de 192 . em especial. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 2º. processos judiciais em que seja determinada a elaboração de esboço de partilha e funções decorrentes.Ao Partidor Judicial caberá responder pela CPJ. denominado Juiz Coordenador: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 18/2010. servindo uma de recibo. nos autos. II . a dilação do prazo será requerida. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 1º. seja com qualquer informação impeditiva. conforme disciplinado no § 1º do artigo 367. b) Validar os processos judiciais recebidos pela CPJ. ao Juiz prolator da decisão. preenchidas corretamente e em duas vias. os processos judiciais. atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. a regularidade dos documentos e termos.Da Central de Partilhas Judiciais (Acrescentado) Art. c) Cadastrar. certificando o constatado. de custas. publicado no DJERJ de 12/05/2010) I – Ao Juiz Coordenador compete à superintendência da CPJ e. No caso de constatado o recolhimento de custas judiciais efetuado de forma equivocada ou não efetuado. O Partidor devolverá os autos ao cartório de origem em 10 (dez) dias. 368. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Subseção III . Haverá Central de Partilhas Judiciais – CPJ na Comarca da Capital. contados de seu recebimento. o processo deverá ser devolvido ao Juízo de origem em 72 (setenta e duas) horas após o recebimento do feito pela Central. bem como do correto recolhimento das custas judiciais. O encaminhamento será feito por meio de relação de entrega da qual constará o número do respectivo processo. Onde houver CPJ instalada. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. observando no momento do recebimento. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Partilhas Judiciais – CPJ. destinada à elaboração de partilhas judiciais e às funções decorrentes. dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da Central. (Incisos I a III incluídos pelo Provimento CGJ nº 18/2010. quando devidas. naquele mesmo prazo. devidamente relacionados em guias. diariamente. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da data do recebimento. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. seja com o respectivo esboço de partilha.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Onde não houver CPJ instalada. (Redação antiga) Art. 368.

o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Partilhas Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. 369. (Redação antiga) Art. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado.Do Inventariante Judicial Subseção I – Disposições gerais (Acrescentado) Art. (Incisos incluídos pelo Provimento CGJ nº 18/2010. A função de Inventariante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Inventariantes Judiciais – CIJ na Comarca da Capital e. 369. Em caso de acentuada complexidade na elaboração do esboço de partilha. com anuência do Juiz Coordenador. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. no que couber. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. o prazo de que trata o caput poderá ser prorrogado. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 2º. As atribuições enumeradas no inciso II deste artigo poderão ser delegadas. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. quando de suas eventuais ausências. pelo Partidor Judicial aos servidores da CPJ. por até 20 (vinte) dias. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. d) Elaborar relação trimestral de processos judiciais com prazo de instrução excedido. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Parágrafo único. nas demais Comarcas. g) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes da CNCGJ. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 146 de 192 . (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. f) Manter atualizados os registros de entrada e saída de processos judiciais recebidos. Caberá ao Partidor. no que couber. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CNCGJ. h) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Seção V .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 cartórios em 72 (setenta e duas) horas os processos encaminhados equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. O Inventariante Judicial manterá atualizado livro de registro de recebimento e devolução de autos. e) Organizar e manter os serviços da CPJ. a ordem. controlando os registros necessários. (Redação antiga) § 1º.

I . (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art.O deferimento de férias ou licença prêmio obedecerá às normas gerais do Tribunal de Justiça. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. as licenças.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. No caso de Central de Inventariantes Judiciais – CIJ. § 1º. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. No caso de Central de Inventariantes Judiciais – CIJ. bem como dos demais serventuários lotados na CIJ. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. (Incisos incluídos pelo Provimento CGJ nº 40/2010. 369. ficam a cargo do Encarregado pela CIJ. as férias. Onde houver Central de Inventariantes Judiciais.CIJ na Comarca da Capital e. as férias. a frequência. II . nas demais Comarcas. A função de Inventariante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Inventariantes Judiciais . § 2º. II – Deverá ser observada. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. O Inventariante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. No entanto. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CIJ.O ponto. O serventuário na função de Inventariante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – O ponto. a frequência. as ausências elencadas no parágrafo anterior deverão ser previamente comunicadas ao Encarregado pela CIJ. a impossibilidade de gozo concomitante por mais de um serventuário que exerça a função de Inventariante Judicial. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários que exercem a função de Inventariante Judicial. as licenças. desde que comprove até as 18 horas do dia do retorno à serventia a realização das respectivas diligências. No entanto. o Inventariante Judicial é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ficam a cargo do Inventariante Judicial que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. o servidor na função de Inventariante é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central e administrativamente vinculado ao Encarregado pela CIJ. Página 147 de 192 . desde que comprove até as 18 horas do dia do retorno à serventia a realização das respectivas diligências. a qualquer outra unidade da administração para qual for designado. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia.

o espólio em litígio judicial. salvo nos processos necessários Página 148 de 192 . além dos livros obrigatórios. o serventuário na função de Inventariante Judicial ficará vinculado a prestar esclarecimentos ou atender a determinações judiciais nos autos em que for empossado. Quando necessário. fundamentadamente. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 1º. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. de ficha padronizada com dados referentes à tramitação do processo. dilação do prazo previsto no caput. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – Onde houver Central de Inventariantes Judiciais. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. O serventuário na função de Inventariante Judicial não representará. salvo quando prazo predeterminado pela autoridade judiciária. cumprindo diligências e exigências. ao Inventariante. e validado pelo Encarregado. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subsequente à data de disponibilização do processo. nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Inventariantes Judiciais. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção II – Da atuação do Inventariante Judicial (Acrescentado) Art. (Redação antiga) Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. ativa ou passivamente. 370. nos autos. fundamentadamente. o serventuário na função de Inventariante Judicial poderá requerer a dilação do prazo previsto no caput. publicado no DJERJ de 12/07/2010) c) O serventuário na função de Inventariante Judicial poderá requerer. bem como prestando informações ou atendendo a solicitação do juízo da causa no prazo de 05 (cinco) dias. publicado no DJERJ de 12/07/2010) a) O serventuário na função de Inventariante Judicial firmará compromisso por termo de sua nomeação somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. A serventia do Inventariante Judicial utilizar-se-á. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ao Juiz da causa. do primeiro dia útil subsequente à data do recebimento do processo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – Computa-se o início do prazo estabelecido no caput. pela CIJ. O serventuário na função de Inventariante Judicial administrará os bens do espólio e impulsionará os feitos de inventário. ao Juiz prolator da decisão. 370. O requerimento será feito em formulário próprio. permanecendo o processo com o Inventariante. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) b) Após firmar compromisso por termo de sua nomeação.

Página 149 de 192 . publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. cumprindo diligências e exigências. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ou quando houver determinação do Juiz. contendo em especial: (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – número e identificação do processo. da qual constará o número do respectivo processo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 4º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Inventariante Judicial ou da CIJ. salvo quando prazo predeterminado pela autoridade judiciária ou pela legislação pertinente à matéria. por meio de guia de remessa de processos emitida pelo DCP. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. no prazo legal. 370. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à administração dos bens do espólio deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. A documentação e demais papéis do interesse de cada inventário deverão ser arquivados em pastas individuais com identificação da serventia e do número do processo. bem como através de relação de entrega. devendo os mesmos ser devolvidos diretamente ao cartório de origem. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 5º. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 6º. Onde não houver CIJ instalada. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. O Inventariante Judicial administrará os bens do espólio e impulsionará os feitos de inventário. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Na capital. bem como prestando informações ou atendendo a solicitação do juízo da causa no prazo de 05 (cinco) dias. publicado no DJERJ de 12/07/2010) IV – a localização interna dos documentos de interesse de cada processo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – data de entrada e de saída na serventia. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Inventariantes Judiciais – CIJ. o recibo a que se refere o parágrafo anterior constará em livro de protocolo. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 12/07/2010) III – nome do serventuário nomeado nos autos na função de Inventariante.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 ao exercício regular de sua função.

ao Juiz prolator da decisão. fundamentadamente. § 4º. Quando necessário. Página 150 de 192 . ativa ou passivamente. Na capital.nome do serventuário nomeado nos autos na função de Inventariante. ao Juiz da causa.data de entrada e de saída na serventia. b) Após firmar compromisso por termo de sua nomeação. § 3º. o Inventariante Judicial ficará vinculado a prestar esclarecimentos ou atender a determinações judiciais nos autos em que for nomeado. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Inventariantes Judiciais . fundamentadamente. IV. c) O Inventariante Judicial poderá requerer. a) O Inventariante Judicial firmará compromisso por termo de sua nomeação somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. A documentação e demais papéis do interesse de cada inventário deverão ser arquivados em pastas individuais com identificação da serventia e do número do processo. § 5º. o Inventariante Judicial poderá requerer a dilação do prazo previsto no caput. o recibo a que se refere o parágrafo anterior constará em livro de protocolo. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subsequente à data de disponibilização do processo na CIJ. II .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . Onde não houver CIJ instalada. O requerimento será feito em formulário próprio.a localização interna dos documentos de interesse de cada processo. salvo nos processos necessários ao exercício regular de sua função. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à administração dos bens do espólio deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. nos autos. II . § 1º.CIJ. permanecendo o processo com o Inventariante.Computa-se o início do prazo estabelecido no caput. o espólio em litígio judicial. nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Inventariantes Judiciais. III . § 2º. O Inventariante Judicial não representará. dilação do prazo previsto no caput. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. da qual constará o número do respectivo processo. por meio de guia de remessa de processos emitida pelo DCP.número e identificação do processo. do primeiro dia útil subsequente à data do recebimento do processo. bem como através de relação de entrega. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente.Onde houver Central de Inventariantes Judiciais. contendo em especial: I .

controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes ao espólio. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. o serventuário na função de Inventariante Judicial deverá requerer autorização ao juízo orfanológico. 371. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Página 151 de 192 . anualmente. O Inventariante Judicial adotará. no prazo legal. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º. devendo tal controle ser mantido atualizado em sistema informatizado próprio. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 1º. quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à inventariança. planilhas ou outro meio eficaz. sendo vedada a abertura de conta corrente em nome do serventuário na função de Inventariante Judicial para movimentação de importâncias pertinentes ao espólio. fichas. devendo tal controle ser feito por intermédio de livros contábeis. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. O serventuário na função de Inventariante Judicial submeterá ao juízo orfanológico. O serventuário na função de Inventariante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos ao espólio. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes ao espólio. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. 371. ou quando houver determinação do Juiz. Para a abertura da conta corrente a que se refere o parágrafo anterior. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. (Redação antiga) Art. Cada espólio terá uma conta corrente correspondente para administração dos frutos e rendimentos de bens do acervo hereditário. O serventuário na função de Inventariante Judicial adotará quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à inventariança. prestação das contas referentes à movimentação de importâncias pertinentes ao espólio. devendo os mesmos ser devolvidos diretamente ao cartório de origem. Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Inventariante Judicial ou da CIJ. pastas. devendo tal controle ser mantido atualizado em sistema informatizado próprio. O Inventariante Judicial adotará quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à inventariança. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 4º. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes ao espólio. em conta específica para cada caso. 371. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento.

publicado no DJERJ de 12/07/2010) Parágrafo único. a quem compete. por força de lei. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. em conta específica para cada caso ou em conta de depósito judicial. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. o espólio em litígio judicial. onde fará constar o número do talonário. data da compensação e nome do beneficiário. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. o Inventariante Judicial deverá requerer autorização ao juízo com competência orfanológica. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. ativa ou passivamente. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Os cheques emitidos deverão. a quem compete. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. (Redação antiga) Art. o número do cheque. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 152 de 192 . Para a abertura da conta corrente a que se refere o parágrafo anterior. data de emissão. Os recursos financeiros que compõem o acervo hereditário e que estejam convertidos em depósito judicial. ainda. Cada espólio terá uma conta corrente correspondente para administração dos frutos e rendimentos de bens do acervo hereditário. § 2º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. por força de lei. 372. 373. Salvo nos processos necessários ao exercício regular de sua função de administração dos bens do espólio. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. O Inventariante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos ao espólio. em pastas individuais. sendo vedada a abertura de conta corrente em nome do Inventariante Judicial para movimentação de importâncias pertinentes ao espólio ou procederá ao depósito de tais valores em conta judicial à disposição do juízo do inventário. (Redação antiga) Art. deverão permanecer à disposição do juízo com competência orfanológica. 373. § 3º. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. 372. o Inventariante Judicial não representa. O Inventariante Judicial arquivará. Os recursos financeiros que compõem o acervo hereditário e que estejam convertidos em depósito judicial. 372. em nome do espólio.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. seu valor. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. O serventuário na função de Inventariante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. em nome do espólio. deverão permanecer à disposição do juízo orfanológico. a documentação e demais papéis do interesse de cada inventário.

seu valor. onde fará constar o número do talonário. exerça a inventariança judicial. 375. seu valor. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. (Redação antiga) Art. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. data da compensação e nome do beneficiário. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. 373. O Inventariante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. no que couber. O disposto nesta subseção aplica-se. 374. o número do cheque. denominado Juiz Coordenador. que serão registrados em livro próprio. 375. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 153 de 192 . onde fará constar o número do talonário. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. data de emissão. O Inventariante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos ao espólio. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção III – Da Central de Inventariantes Judiciais (Acrescentado) Art. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. em conta específica para cada caso. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. o número do cheque. Haverá Central de Inventariantes Judiciais – CIJ na Comarca da Capital. data da compensação e nome do beneficiário. a quem caberá responder pela CIJ. ainda. integrada pelos serventuários que exerçam a função de Inventariante Judicial. O disposto nesta subseção aplica-se.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Redação antiga) Art. Os cheques emitidos deverão. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ou através de mandado de débito em conta requerido nos autos do inventário. 374. nomeado e compromissado pelo Juiz. àquele que. exerça a inventariança judicial. O Inventariante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. e gerenciada por um Encarregado. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. data de emissão. nomeado e compromissado pelo Juiz. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. àquele que. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CIJ e em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. a quem cabe a administração dos bens do espólio e as funções decorrentes. Parágrafo único. (Redação antiga) Art. no que couber. 374.

em seguida ao cadastramento. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) d) Cadastrar. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central e à atuação dos serventuários que exercerem a função de Inventariante Judicial. servindo uma de recibo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 154 de 192 . publicado no DJERJ de 12/07/2010) b) Validar os processos judiciais recebidos pela CIJ. os processos judiciais em que seja determinada a administração de bens do espólio ou funções decorrentes. salvo nos casos de urgência. diariamente. em até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela Central. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. publicado no DJERJ de 12/07/2010) f) Quando o termo já estiver firmado. depois de certificado o respectivo motivo. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. observado o disposto no § 4º do artigo 370 desta norma. publicado no DJERJ de 12/07/2010) b) normatizar as atividades internas da central. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. em seguida ao cadastramento. o processo encaminhado para firmar compromisso por termo. conforme normatizado pelo Juiz Coordenador. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) g) Controlar o prazo previsto no caput do artigo 370. atribuindo-lhe em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ressalvadas as hipóteses de urgência. ao serventuário nomeado como Inventariante Judicial. em duas vias. encaminhar o processo. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito Titulares das serventias. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – O Juiz Coordenador designará servidor para atuar como Encarregado pela CIJ. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. os processos judiciais encaminhados equivocadamente. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. em 48 (quarenta e oito) horas. a contar da data do recebimento. publicado no DJERJ de 12/07/2010) a) Receber dos cartórios. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CIJ. publicado no DJERJ de 12/07/2010) c) Devolver aos cartórios. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. a quem caberá responder pela central. bem como os demais prazos legais atinentes à atuação do Inventariante Judicial. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) e) Distribuir a um dos serventuários na função de Inventariante Judicial. os processos judiciais. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. observando no momento do recebimento a regularidade da remessa.

(Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. o imposto de renda dos espólios administrados pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. indicando: (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. anualmente. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) n) Consolidar as prestações de contas elaboradas pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. 3 – número do processo. todos os processos judiciais que lhe forem devolvidos pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. 5 – total dos recebimentos e recolhimentos. anualmente. publicado no DJERJ de 12/07/2010) o) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 h) Restituir aos Cartórios. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 155 de 192 . 4 – valor e causa de cada recebimento e recolhimento. m) Encaminhar ao Juiz Coordenador. publicado no DJERJ de 12/07/2010) p) Manter a guarda dos documentos e recibos conforme disciplinado pelos §§ 2º e 3º do artigo 370 desta norma. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela Central. devendo observar as normas previstas nos artigos 155 e 156 desta CN. 2 – nome do falecido e dos herdeiros. mediante relação própria. no que couber. em até 30 dias após a entrega na Receita Federal. conforme previsto no § 4º do artigo 371 desta norma. saída. publicado no DJERJ de 12/07/2010) q) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. após repassados pelo serventuário na função de Inventariante Judicial. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. publicado no DJERJ de 12/07/2010) j) Apoiar o serventuário na função de Inventariante Judicial nas atividades administrativas inerentes a sua atuação. sendo considerada falta grave a não observância destas normas. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) 1 – Juízo do espólio. encaminhando-as. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. publicado no DJERJ de 12/07/2010) l) Encaminhar ao Juiz Coordenador. trimestralmente. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ao Juiz Coordenador. publicado no DJERJ de 12/07/2010) i) Elaborar relação trimestral de processos com prazo de cumprimento excedido.

publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. a quem caberá responder pela CIJ. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. observando no momento do recebimento a regularidade da remessa. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. b) Validar os processos judiciais recebidos pela CIJ. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. denominado Juiz Coordenador. a ordem. no que couber. Página 156 de 192 . atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. no sistema informatizado próprio. Caberá ao serventuário na função de Inventariante Judicial o lançamento. com a anuência do Juiz Coordenador. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 1º Ao Encarregado pela CIJ caberá. e) Firmar compromisso por termo. para exercer as funções de substituto. contratos necessários à administração dos bens do espólio. a contar da data do recebimento. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Inventariantes Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. As atribuições enumeradas no inciso II poderão ser delegadas pelo Encarregado pela CIJ aos servidores da central. e gerenciada pelo Inventariante Judicial. observado o disposto no § 4º do artigo 370 desta norma. 375. em até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela Central. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 r) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. servindo uma de recibo. em 48 (quarenta e oito) horas. Haverá Central de Inventariantes Judiciais .CIJ na Comarca da Capital. indicar serventuário lotado na central. da data de recebimento e de devolução do processo judicial à equipe administrativa da CIJ. I – Ao Inventariante Judicial caberá responder pela central. d) Cadastrar. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. firmar escrituras. em duas vias. diariamente. os processos judiciais em que seja determinada a administração de bens do espólio ou funções decorrentes. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. c) Devolver aos cartórios. os processos judiciais. conforme normatizado pelo Juiz Coordenador. salvo nos casos de urgência. os processos judiciais encaminhados equivocadamente. depois de certificado o respectivo motivo. quando de suas eventuais ausências.

indicando: 1 . de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária. saída. o imposto de renda dos espólios.Juízo do espólio. i) Encaminhar ao Juiz Coordenador. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central e as demais pessoas afetas ao serviço. salvo quando houver prazo determinado pela autoridade judiciária ou pela legislação pertinente à matéria orfanológica. 3 . processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela Central.número do processo. j) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito Titulares das serventias. l) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. 4 .total dos recebimentos e recolhimentos. 2 . a ordem.nomes do falecido e dos herdeiros.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 f) Controlar o prazo previsto no caput do artigo 370. trimestralmente. em até 30 dias após a entrega na Receita Federal. sendo considerada falta grave a não observância destas normas. 5 . bem como prestando informações ou atendendo a solicitação do Juízo da causa no prazo de 05 (cinco) dias. devendo observar as normas previstas nos artigos 155 e 156 desta Consolidação. cumprindo diligências e exigências. m) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. k) Manter a guarda dos documentos e recibos conforme disciplinado pelos §§ 2º e 3º do artigo 370 desta norma. n) administrar os bens do espolio e impulsionar os feitos de inventário. indicar serventuário lotado na central. § 1º Caberá ao Inventariante Judicial. anualmente. com a anuência do Juiz Coordenador. ressalvadas as hipóteses de urgência. para exercer as funções de substituto. no que couber. Página 157 de 192 . h) Encaminhar ao Juiz Coordenador. quando de suas eventuais ausências. g) Elaborar relação trimestral de processos com prazo de cumprimento excedido.valor e causa de cada recebimento e recolhimento. bem como os demais prazos legais atinentes à sua atuação. encaminhando-a ao Juiz Coordenador.

(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. ficando o serventuário na função de Inventariante Judicial vinculado aos feitos em que tomar ciência da nomeação do cargo. nomeado e compromissado pelo Juiz. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Página 158 de 192 . àquele que. os processos em poder dos serventuários na função de Inventariante Judicial não serão devolvidos. no que couber. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CIJ e em especial: a) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – Em caso de férias. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – O serventuário na função de Inventariante Judicial não receberá processos nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio. prazo em que devolverá os processos remanescentes devidamente instruídos. As atribuições enumeradas no inciso II poderão ser delegadas pelo Inventariante Judicial aos servidores da central. conforme escala vigente normatizada pelo Juiz Coordenador. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. 376. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CIJ. 376. (Redação antiga) Art. no que couber.Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. O critério de distribuição inicial dos processos judiciais adotado pela Central dos Inventariantes Judiciais será igualitário. licenças ou faltas ocorrerá auxílio entre os serventuários na função de Inventariante Judicial. O disposto nesta seção aplica-se. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. b) normatizar as atividades internas da central.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. Os auxílios e substituições entre os serventuários na função de Inventariante Judicial observarão o seguinte: (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Parágrafo único. analisados pelo Juiz. por tempo não superior a 15 (quinze) dias. com exceção do contido na alínea “e”. exerça inventariança judicial. 376. publicado no DJERJ de 12/07/2010) III . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. salvo nos casos de urgência.

hospitais e clínicas especializadas. O Testamenteiro e Tutor Judicial manterá atualizados os livros de registro de recebimento e entrega de autos. quando não internados os incapazes. b) despesas realizadas com a assistência prestada. Art. de caixa e contas-correntes e de registro de cheques. 377. 378. Art. de registro de prestações de contas judiciais. 379. que conservará em ordem alfabética. Art. O Testamenteiro e Tutor Judicial. Página 159 de 192 . incumbindo-se o serviço de acompanhar. II – históricas. constituída de pagamentos de mensalidades a sanatórios. com indicação do número do respectivo processo. III – de movimento financeiro. a par de resumo dos fatos.Do Testamenteiro e Tutor Judicial Art. com os elementos e indicações necessários. 380. além dos livros obrigatórios. a documentação e demais papéis de interesse de cada tutelado ou curatelado. os respectivos processos administrativos. além de outros relacionados com as atribuições inerentes às funções do cargo. demonstrando o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes aos tutelados ou curatelados. pensões e benefícios em geral àqueles devidos. III – serviço destinado à assistência de seus representados nos processos de interdição. escrituradas em forma contábil. manterá em sistema informatizado: I – de registro das testamentárias. II – serviço destinado a promover a habilitação dos incapazes à percepção de benefícios a que fizerem jus junto aos institutos de previdência. órgãos e entidades públicos. de providências tomadas e dos assentamentos pessoais dos tutelados ou curatelados.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Seção VI . e empresas privadas. assim como os referentes às testamentárias exercidas pela serventia. até decisão final. do Juízo em que tramita e do termo inicial da tutela ou curatela. c) quantias entregues para atendimento a despesas de manutenção. O Testamenteiro e Tutor Judicial organizará e desenvolverá as seguintes atividades permanentes: I – controle contábil para o registro diário de: a) recebimento das rendas patrimoniais dos incapazes e das quantias relativas a proventos de aposentadoria ou reforma. administração provisória e contenciosos em geral. O Testamenteiro e Tutor Judicial arquivará em pastas individuais. civis e militares.

as comunicações de julgamento de contas prestadas e das interdições de direito. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. por intermédio de visitas periódicas a sanatórios. na Comarca da Capital. Art. No caso de Central de Depositário Judicial – CDJ.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV – serviço de assistência social aos incapazes e a seus familiares. àquele que. a frequência. no que couber. I – O ponto. O Depositário Judicial exercerá suas funções junto à Central de Depositário Judicial – CDJ. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. hospitais. VI – o Testamenteiro e Tutor Judicial deverá elaborar relatórios semestrais informando ao Juízo as atividades desenvolvidas no período no que tange aos interesses e aspectos sociais dos curatelados e/ou tutelados. o Depositário Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. O disposto nesta seção aplica-se. Art. 385. § 1º. medicamento. nas demais Comarcas. 382. nomeado e compromissado pelo Juiz. O Testamenteiro e Tutor Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. ou às suas residências. O Testamenteiro e Tutor Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos aos tutelados e curatelados. (Redação antiga) Art. em que aqueles estejam internados. 383. data da compensação e nome do beneficiário. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CDJ ficam a cargo do Depositário Judicial. Art.Disposições gerais Art. Seção VII . assistência médica domiciliar. para as providências de ordem legal. 384. e. Art. as férias. as licenças. onde fará constar o número do talonário. V – atendimento ao expediente interno da serventia. data de emissão.Do Depositário Judicial Subseção I . O Depositário Judicial manterá atualizados os livros de controle de rendas e valores em geral. no tríduo legal. em conta específica para cada caso. suprindo-lhes as necessidades pessoais com o fornecimento de roupa. exerça as funções de testamenteiro ou tutor judicial. casas de saúde ou clínicas especializadas. o número do cheque. que serão registrados em livro próprio. seu valor. tratamento dentário e outros. administrativa e regulamentar. 385. calçado. 381. Página 160 de 192 . O Testamenteiro e Tutor Judicial fará.

número da pasta de contrafés e número da folha na pasta. II – Penhora de natureza não-fazendária: número de ordem. Ao receber a contrafé do Oficial de Justiça Avaliador. O Depositário Judicial manterá atualizados no sistema informatizado os dados de controle de rendas e valores em geral e. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. o Depositário Judicial conferi-la-á com o mandado nos itens relativos à serventia. número do processo. fazendo constar o seguinte: I – Penhora de natureza fazendária: número de ordem. ação (tipo). Tribunal. e observações (liquidado. O depositário firmará o auto de depósito. dele fazendo constar a respectiva data de lavratura.). procedência. e observações (liquidado. partes (autor e réu). dele fazendo constar a respectiva data de lavratura. natureza do bem. nome das partes (autor e réu). publicado no DJERJ de 01/06/2010) Subseção II – Da atuação do depositário judicial Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. valor da causa. 387. natureza do bem. norma específica disciplinada por este E. O Depositário Judicial firmará o auto de depósito. natureza do bem. número da pasta de contrafés e número da folha na pasta. os dados de Página 161 de 192 . no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. II – Depositário não-fazendário: número de ordem. cancelado etc. 387. em especial. número e folha da pasta. da folha na pasta. data da entrada na serventia. natureza do bem. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. data da entrada na serventia. número do processo. ação (tipo). data da entrada na serventia.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II – Deverá ser observada. ato e data. ato e data. e dele constará o seguinte: I – Depositário fazendário: número de ordem. 386. 388. de ordem do tombamento. número do processo. e nela inscreverá os números da pasta do arquivo. número e folha da pasta.). cancelado etc. conferi-la com o mandado e nela inscreverá os números da pasta do arquivo de contrafés e da folha na pasta. tomando por base a contrafé. O Depositário Judicial deverá receber a contrafé do Oficial de Justiça Avaliador. procedência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação antiga) Art. 386. 388. bem como efetuará seu cadastramento no sistema informatizado próprio. O registro será efetuado em livro próprio. (Redação antiga) Art. nome da parte. número do processo. valor da causa. e do livro tombo e folha respectiva. (Redação antiga) Art. data da entrada na serventia. nome da parte. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010.

Os registros referentes aos recebimentos que se verifiquem deverão ser lançados em planilha de controle de conta-corrente específica. (Redação antiga) Art. sendo a primeira destinada à parte e a outra ao arquivo da serventia. guias de recolhimento e balancetes mensais. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. (Redação antiga) Art. a respectiva contrafé poderá ser extraída de seu arquivo original e colocada em pasta separada. Parágrafo único. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. As contrafés serão arquivadas em pastas. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. Parágrafo único. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. 390. As contrafés serão arquivadas em pastas. em ordem cronológica de entrada na serventia.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 extinção de valores. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. numerada em ordem crescente e na qual serão também arquivados os demais documentos relacionados com o processo. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. respeitadas as regras de controle documental previstas nesta norma. 390. (Redação antiga) Art.O Depositário Judicial manterá atualizadas fichas que serão preenchidas segundo as peculiaridades dos Depositários fazendários e nãofazendários. Os Depositários judiciais fazendários ficam dispensados de organizar fichário para autos de depósitos relativos a imóveis. 392. e demais documentos relacionados com o processo. 389. Para o controle do recebimento de rendas serão utilizados recibos em sequência numérica. (Redação antiga) Art. 389. Recaindo a penhora sobre bens que produzam rendimentos a serem arrecadados pelo depositário. 392. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. 391. O Depositário Judicial encaminhará ao Juízo competente uma via da guia de recolhimento realizado junto à instituição bancária de importância Página 162 de 192 . numerando-se as pastas em seqüência e deixando-se a critério do Depositário Judicial o número de contrafés arquivadas em cada pasta. 391. numerada em ordem crescente e na qual serão também arquivados uma ficha conta-corrente escriturada à medida que os recebimentos se verificarem. em ordem cronológica de entrada na serventia. No índice do tombo serão lançados o nome das partes e o número da folha correspondente no livro. Recaindo a penhora sobre bens que produzam rendimentos a serem arrecadados pelo depositário. emitidos em duas vias. a respectiva contrafé poderá ser extraída de seu arquivo original e colocada em pasta separada. numerando-se as pastas em sequência.

O Depositário Judicial encaminhará ao Juízo competente uma via da guia de recolhimento à instituição bancária de importância recebida a qualquer título. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Página 163 de 192 . número do recibo. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. a identificação da ação. (Redação antiga) Art. No cadastramento dos dados referentes ao controle de valores serão lançados a procedência. data do depósito na instituição bancária e observações. mediante guia. Quando a constrição judicial recair sobre dinheiro. valor da quantia paga. Para o controle do recebimento de rendas serão utilizados recibos em seqüência numérica. 396. pedras e metais preciosos. o número da pasta e respectiva folha. observar-se-á. número do recibo. emitidos em duas vias. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. § 2º. valor da quantia paga. a data do recebimento e a do depósito na instituição bancária. a identificação da ação. o número do processo. em 24 (vinte e quatro) horas. e a discriminação dos valores. O Depositário Judicial observará idêntico procedimento quanto às rendas que. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. 394. o Depositário Judicial recolhê-los-á à instituição bancária. o número do processo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 recebida a qualquer título. O registro de controle de rendas consignará data do recebimento. o nome de autor e réu. quanto aos bens a este pertinentes. data do depósito na instituição bancária e as observações pertinentes. nome do devedor. a data do recebimento. 395. receber das partes. as normas que regem a forma e o prazo de permanência de objetos recolhidos. 396. 395. O livro de controle de rendas consignará data do recebimento. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação antiga) Art. sendo a primeira destinada à parte e a outra ao arquivo da serventia. Nas Comarcas em que houver cumulação das funções de Depositário Judicial e Depositário Público. § 1º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. o nome de autor e réu. a qualquer título. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. Na escrituração do livro de controle de valores serão lançados a procedência. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. 393. títulos e papéis de crédito. o número da pasta e respectiva folha onde se encontra arquivada a contrafé. à disposição do Juízo competente. 393. 394. a data do depósito na instituição bancária e a discriminação dos valores. (Redação antiga) Art. nome do devedor. (Redação antiga) Art. A confirmação de qualquer recolhimento será juntada aos autos nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes ao depósito. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art.

398. indicando: I – Juízo à disposição do qual se encontra o valor depositado. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Subseção III – Da Central de Depositário Judicial Art. observando-se o disposto nos artigos 148 a 150 do Código de Processo Civil. V – total dos recebimentos e recolhimentos. balancete das importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária. III – número do processo. 397. § 1º. 397.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Os Depositários Judiciais deverão lançar as informações de que trata o artigo em sistema próprio e encaminhá-las à Corregedoria Geral da Justiça. § 2º. para fins de depósito judicial. títulos e papéis de crédito. é atribuição de pessoa nomeada pelo Juiz competente para o feito. (Redação antiga) Art. Parágrafo único. a qualquer título. pedras e metais preciosos. àquele que. o Depositário Judicial recolhê-los-á à instituição bancária em 24 horas. (Redação antiga) Página 164 de 192 . mediante guia. O Depositário Judicial observará idêntico procedimento quanto às rendas que. Nas Comarcas em que houver cumulação das funções de Depositário Judicial e Depositário Público. O Depositário Judicial elaborará. exerça as funções de Depositário Judicial. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. II – nome das partes. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. 398. O disposto nesta subseção aplica-se. receber das partes. no que couber. à disposição do Juízo competente. mensalmente. O recolhimento de valores. até o quinto dia útil do mês subsequente àquele a que disser respeito. (Redação antiga) Art. IV – valor de cada recebimento e recolhimento. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. Quando a constrição judicial recair sobre dinheiro. observar-se-á. 399. as normas que regem a forma e o prazo de permanência de objetos recolhidos. A confirmação de qualquer recolhimento será juntada aos autos nas 48 horas seguintes ao depósito. quanto aos bens a este pertinentes. nomeado e compromissado pelo Juiz.

399. controlando os registros necessários. com identificação completa dos mesmos. contrafé do mandado de penhora. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. publicado no DJERJ de 20/08/2010) g) Organizar e manter os serviços da CDJ. observando no momento do recebimento a sua regularidade. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CNCGJ. f) Indicar Preposto ao Juiz da causa no prazo de 72 (setenta e duas) horas a contar da data da intimação da parte. b) Receber dos Oficiais de Justiça ou Centrais de Mandados. servindo uma de recibo. c) Receber dos cartórios. i) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes da CNCGJ. em especial. àquelas encaminhadas equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. cabendo-lhe responder pela central e atribuindo-lhe em especial: a) Manter cadastro atualizado de todos os Prepostos. preenchidas corretamente e em duas vias. denominado Juiz Coordenador e gerenciada por um Encarregado a quem caberá responder pela CDJ: I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CDJ e. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. e) Cadastrar. Página 165 de 192 . diariamente. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da data do recebimento da contrafé. (Redação antiga) f) Nomear Preposto previamente cadastrado na CDJ. no que couber. lançando no sistema informatizado próprio todos os dados relativos à mesma. dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da central. II – O Depositário Judicial exercerá a função de Encarregado pela CDJ. diariamente. bem como as penhoras a eles conferidas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. destinada à guarda de bens ou valores e às funções decorrentes. h) Manter atualizados todos os registros no sistema informatizado. sendo considerada falta grave a sua não observância. Haverá Central de Depositário Judicial – CDJ na Comarca da Capital. em igual prazo. bem como a providência a ser tomada. d) Validar a contrafé recebida pela CDJ. processos judiciais referentes aos mandados de penhora destinados à CDJ e funções decorrentes. submetendo a lista ao Juiz Coordenador para aprovação pelo Corregedor-Geral da Justiça. devidamente relacionados em guias de remessa. devolvendo aos cartórios.

publicado no DJERJ de 01/06/2010) (Redação antiga) Art. e em caso de haver necessidade de deslocamento para proceder à arrecadação. ser pessoa de sua inteira confiança. Caberá ao Depositário Judicial. em caso de haver necessidade de deslocamento para proceder à arrecadação. 400. O recolhimento de valores. no que couber. indicar serventuário lotado na central. A CDJ terá atribuição precípua de administrar os bens depositados. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 1º. A decisão do Juízo competente determinando a atuação do Depositário Judicial da CDJ importa na sua autorização para a nomeação de Preposto Página 166 de 192 . A CDJ terá atribuição precípua de administrar os bens depositados e. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. ao Juiz da causa. para exercer as funções de substituto. devendo. imediatamente após a nomeação do Preposto pela autoridade judiciária. A indicação de Preposto é responsabilidade pessoal do Depositário Judicial. (Redação antiga) Art. o Depositário Judicial deverá nomear Preposto com observância do artigo 399. O Depositário Judicial deverá providenciar. 400. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. informando sua nomeação ao Juiz da causa.(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação antiga) § 3º. conforme disciplinado no parágrafo único do artigo 149 do CPC. assim. (Redação antiga) § 2º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 j) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. O Depositário Judicial só poderá indicar Preposto devidamente cadastrado na CDJ e após a anuência do Juiz Coordenador. dando imediata ciência ao Juiz Coordenador. o Depositário Judicial deverá solicitar incontinenti. cadastrando todos os dados inerentes à penhora no sistema informatizado da CDJ. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Depositário Judicial e as demais pessoas afetas ao serviço. (Redação antiga) § 4º. pelo Depositário Judicial aos servidores da CDJ. § 2º. As atribuições enumeradas no inciso II deste artigo poderão ser delegadas. (Redação antiga) § 1º. é atribuição de pessoa nomeada pelo Juiz competente para o feito. conforme disciplinado no parágrafo único do artigo 149 do CPC. preenchida corretamente em duas vias. servindo uma de recibo. Ao Preposto caberá comunicar imediatamente ao Depositário Judicial de cada arrecadação procedida. para fins de depósito judicial. com anuência do Juiz Coordenador. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. quando de suas eventuais ausências. observando-se o disposto nos artigos 148 a 150 do Código de Processo Civil. a ordem. credencial contendo a identificação completa do preposto e todos os dados do auto de penhora a ser cumprido. § 1º. 400. alínea “f”. a nomeação de Preposto devidamente cadastrado na central.

(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. O disposto nesta subseção aplica-se. Ao Preposto caberá comunicar imediatamente à CDJ o resultado de cada arrecadação efetivada. na forma do parágrafo único do artigo 149 do CPC. trimestralmente. III – número do processo. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 3º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 47/2010. O Depositário Judicial deverá providenciar termo de nomeação contendo a identificação completa do Preposto e todos os dados da ordem de penhora a ser cumprida. V – total dos recebimentos e recolhimentos. exerça as funções de Depositário Judicial. emitido pelo sistema informatizado próprio. servindo uma de recibo. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária pela central. 401. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. nomeado e compromissado pelo Juiz. que responderá pelos atos por aquele praticados. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. A indicação de Preposto é responsabilidade pessoal do Depositário Judicial. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 47/2010. 401. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Subseção IV . aliena “f” é condição indispensável à nomeação de preposto pelo Depositário Judicial. O Preposto fará jus à remuneração pelos atos que praticar no cumprimento de suas atribuições. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 5º. O cumprimento do disposto no artigo 399. IV – valor de cada recebimento e recolhimento. indicando: I – Juízo à disposição do qual se encontra o valor depositado. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 6º. preenchida corretamente em duas vias. (Redação antiga) Art. observado o total máximo de um salário mínimo por mês.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 cadastrado na central. no que couber. balancete. II – nome das partes. O Depositário Judicial encaminhará ao Juiz Coordenador. limitada à quantia correspondente a 1/5 (um quinto) do salário mínimo por diligência. salvo se houver expressa determinação em sentido diverso. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 4º. publicado no DJERJ de 20/08/2010) Art. devendo a CDJ cadastrar todos os dados inerentes à penhora no sistema informatizado. àquele que. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 2º.Da alienação de bens em depósito público Página 167 de 192 .

seguindo-se a sua alienação por Leiloeiro Público.Alienados os bens depositados. salvo outro prazo determinado pela autoridade judiciária. independerá de autorização do Juízo competente na hipótese de o bem permanecer em depósito por mais de noventa dias. tendo por valor inicial aquele que lhe haja sido atribuído no laudo de avaliação. entregues à guarda do Departamento do Depósito Público. § 3º .Os bens alienados e não retirados pelo arrematante no prazo fixado no respectivo edital serão imediatamente incluídos em nova hasta pública. § 2º . e em seguida a alienação por Leiloeiro Público. em conta bancária judicial. se este for positivo. e desde que adequadamente instruídos. Os pedidos de autorização para a alienação de que trata este artigo serão decididos pela autoridade judiciária em 05 (cinco) dias. na forma do Ato Normativo TJ nº 8/99. o Depósito Público informará ao Juízo competente o seu resultado e. deduzidas as respectivas despesas. dependerá de autorização do Juízo competente. através de expediente dirigido ao Juízo competente. § 4º .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. § 1º . 402. através de expediente dirigido ao Juízo competente que determinará a avaliação por Avaliador Judicial. § 1º. (Redação antiga) Art. efetuará o depósito do valor obtido. O Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público poderá solicitar a venda dos bens.O Depósito Público poderá solicitar que os bens sejam levados à hasta pública antes do término do prazo previsto no mandado de remoção. o Depósito Público deverá requerer ao Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais a avaliação dos bens depositados.Decorrido o prazo de permanência dos bens previsto no mandado de remoção. independentemente de avaliação. entregues à guarda do Depósito Público.No mandado de remoção constará a advertência de que os bens recolhidos ao Depósito Público serão alienados após o prazo de noventa dias. poderá desde logo deferir a venda para a hipótese de o bem permanecer em depósito por mais de noventa dias sem que seja reivindicado. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. A alienação de bens vinculados a processo judicial. salvo impedimento justificado. exceto se houver expressa determinação judicial em sentido diverso. perdendo o arrematante qualquer direito sobre os mesmos. § 2º. A alienação de bens vinculados a processo judicial. § 5º. 402. sem que seja reivindicado. o que poderá ser feito em lotes. Página 168 de 192 . se possível e sendo o caso. tomando-se por valor inicial aquele que lhe haja sido atribuído no laudo de avaliação. o qual. no mandado de remoção. incluindo o número do inquérito policial.

Tratando-se de bens recolhidos ao Departamento do Depósito Público há mais de 90 (noventa) dias. certificado ao Juízo competente que esses bens se tornaram imprestáveis ou de valor econômico desprezível. 404. inclusive aqueles de que o Depósito Público não disponha de elementos formais de identificação. II – social: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins previstos nos atos constitutivos de entidades privadas de assistência à população carente. Considera-se destinação de interesse: I – do serviço: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins regimentais ou estatutários de órgãos da Administração Direta ou de entidades da Administração Indireta ou Fundacional de qualquer dos Poderes do Estado do Rio de Janeiro. serão inventariados. O Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público. Art. se for o caso. § 3º. 403.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º . poderá o respectivo Juízo autorizar o Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público a dar destinação de interesse ou social aos bens especificados. se existente. avaliados e leiloados em separado. § 4º. Art. nem hajam sido reunidos em lotes numerados. desde que declaradas de utilidade pública federal. o Juízo competente fará instruir a carta para execução da pena com certidão sobre a existência de tais bens e sua situação junto ao depósito público. A destinação será comunicada por ofício ao Juízo competente. sendo discriminados os bens a serem avaliados. cópia da certidão Página 169 de 192 . o número do lote. No caso de apreensão de bens em procedimento criminal. § 1º.Os bens apreendidos em processo de natureza criminal somente serão alienados mediante prévia e expressa autorização do Juízo competente. adotando as cautelas necessárias junto aos órgãos competentes. sujeita à atualização monetária e cuja movimentação somente decorrerá de ordem do Juízo competente para conhecer de bens vagos. Os bens de valor econômico. O estado de imprestabilidade ou de inapreciável valor econômico do bem depositado será certificado ao Juízo competente por Oficial de Justiça Avaliador após diligência de verificação. 405. devendo constar a descrição dos bens. publicado no DJERJ de 07/10/2010) Art. poderá providenciar o descarte. mediante autorização judicial. estadual ou municipal. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 48/2010. e sendo através de diligência de verificação cumprida por Oficial de Justiça Avaliador. depositando-se o preço em conta vinculada na instituição bancária. desacompanhados de elementos que identifiquem sua origem. dos bens inservíveis sobre os quais não manifestem interesse às entidades referidas nos incisos I e II do § 1º deste artigo. § 2º. por incineração.

406. Gestor Judicial em processos de falência. II – social: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins previstos nos atos constitutivos de entidades privadas de assistência à população carente.O Depósito Público. 405.A destinação ou o descarte serão comunicados por ofício ao Juízo competente.Do Liquidante Judicial Subseção I Disposições Gerais Art. § 3º . a pedido do Depósito Público dirigido ao Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 48/2010. (Redação antiga) Art. o número do lote. o Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais autorizará o Depósito Público a dar destinação de interesse do serviço ou social aos bens especificados. se for o caso. desde que declaradas de utilidade pública federal. o original do termo de entrega firmado pelo representante do Depósito Público e pelo dirigente que represente o órgão ou a entidade destinatária. se existente. por incineração. dos bens inservíveis a respeito dos quais não haja manifestação de interesse das entidades referidas nos incisos I e II do § 1º deste artigo. Os bens recolhidos ao Depósito Público há mais de 90 (noventa) dias que aparentem ser imprestáveis ou ter valor econômico desprezível poderão ser objeto de diligência de verificação. estadual ou municipal. e o original do termo de entrega firmado pelo Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público e pelo dirigente que represente o órgão ou a entidade destinatária. Incumbe ao Liquidante Judicial exercer as funções de Administrador Judicial. mediante autorização do Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais. Página 170 de 192 . a cópia da certidão do Avaliador Judicial referida no caput deste artigo e. Certificado o valor desprezível ou a imprestabilidade dos bens. § 1º .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 do Oficial de Justiça Avaliador referida no § 2º deste artigo. poderá providenciar o descarte. publicado no DJERJ de 07/10/2010) Seção VIII .Considera-se destinação de interesse: I – do serviço: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins regimentais ou estatutários de órgãos da Administração Direta ou de entidades da Administração Indireta ou Fundacional de qualquer dos Poderes do Estado do Rio de Janeiro. adotando as cautelas necessárias junto aos órgãos competentes. Comissário. Síndico. devendo constar a descrição dos bens. § 2º .

a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. ficam a cargo do Encarregado pela CLJ. a frequência.CLJ na Comarca da Capital e. § 1º. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. até as 18hs. 406. nas demais Comarcas. a qualquer outra unidade da administração para qual for designado.O ponto. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. O serventuário na função de Liquidante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. No caso de Central de Liquidantes Judiciais – CLJ. No caso de Central de Liquidantes Judiciais – CLJ. respectivamente. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. se outro não for nomeado. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários que exercerem a função de Liquidante Judicial. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. a freqüência. 406. do dia do retorno à serventia. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CLJ. Página 171 de 192 . (Redação antiga) Subseção I Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 recuperação judicial. concordata ou insolvência civil. A função de Liquidante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Liquidantes Judiciais – CLJ na Comarca da Capital e. desde que comprove. A função de Liquidante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Liquidantes Judiciais . o servidor na função de Liquidante é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central e administrativamente vinculado ao Encarregado pela CLJ. as férias. I – O ponto. § 1º. ficam a cargo do Liquidante Judicial. a realização das respectivas diligências. as licenças. Onde houver Central de Liquidantes Judiciais as ausências elencadas no parágrafo anterior deverão ser previamente comunicadas ao Encarregado pela CLJ. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. § 3º. as licenças. nas demais Comarcas. § 2º. a impossibilidade de gozo concomitante por mais de um serventuário que exerça a função de Liquidante Judicial. No entanto. bem como dos demais serventuários lotados na CLJ. II – Deverá ser observada. o Liquidante Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. as férias. I .

Os expedientes supracitados deverão ser apresentados por petição acompanhada de cópia. § 1º combinado com o art. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção II Da Atuação dos Liquidantes Judiciais Art. cujo recibo de entrega será emitido na respectiva cópia. até as 18hs do dia do retorno à serventia. § 3º.101/05. O serventuário na função de Liquidante Judicial firmará compromisso por termo somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. 407. desde que comprove. Liquidante e Administrador. As funções de Comissário e Síndico serão mantidas conforme previsto no artigo 192 da mesma norma. O Liquidante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. 407. o serventuário na função de Liquidante Judicial ficará vinculado ao processo judicial onde deverá exercer suas atribuições.101/05). (Redação antiga) Art. a realização das respectivas diligências. respectivamente em processos de falência (Lei nº 11. na forma da legislação pertinente. sendo devolvida ao apresentante em ato contínuo. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. § 2º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II – O deferimento de férias ou licença prêmio obedecerá as normas gerais do Tribunal de Justiça. O serventuário na função de Liquidante Judicial exercerá as funções de Administrador Judicial. onde constarão data. Após firmar compromisso por termo de sua nomeação. especialmente as habilitações de crédito e divergências aos créditos relacionados na forma prevista no artigo 7º. No entanto. observando-se rigorosamente os prazos legais. § 1º. § 2º. 9º da Lei nº 11. e validado pelo Encarregado onde houver instalada a CLJ. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à atuação do serventuário na função de Liquidante Judicial deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. assinatura. Parágrafo único. contendo em especial: Página 172 de 192 . dissolução de sociedade e insolvência civil. Serão recebidos nas dependências da serventia do Liquidante Judicial os expedientes a ele dirigidos. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. através de carimbo ou autenticação mecânica. horário. nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento.

VI – A localização interna e/ou externa dos documentos de interesse de cada processo. aposto nos respectivos autos. A documentação de interesse de cada processo deverá ser arquivada em pastas individuais com identificação da serventia. Na Comarca da Capital os processos judiciais e os mandados judiciais serão encaminhados à Central de Liquidantes Judiciais – CLJ por meio de guia de remessa de processos e de documentos. II . destinado à guarda de livros contábeis. quando preventiva. § 4º. do número do processo e do nome da empresa falida. e cumprida ou sem objeto a concordata preventiva. IV – Data das sentenças declaratórias de falência. devendo os mesmos serem devolvidos diretamente ao cartório de origem. o serventuário na função de Liquidante Judicial ou demais serventuários lotados na Central. no prazo legal ou quando houver determinação do Juiz. onde houver instalada a CLJ. I – Para fins de comprovação. controle e registro do recebimento de processos oriundos da segunda instância. trabalhistas e outros. dissolvida ou em recuperação. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. com referência às empresas em regime de falência ou liquidação judicial. se suspensiva. da qual constará o número do respectivo processo ou mandado. fiscais. o número e a folha do livro de registro de recebimento e devolução de autos. conforme o caso. emitida pelo DCP. especifique a data do recebimento destes. e da decretação da insolvência ou da dissolução da sociedade mercantil. do deferimento do processamento de recuperação judicial ou concordata. V – Data da sentença que julgar extintas as obrigações do falido ou do insolvente. usará carimbo que. § 5º. II – Data de entrada e de saída na serventia. Página 173 de 192 . respectivamente. bem como através de relação de entrega. conforme o caso. ou de sua concessão. organizado em ordem alfabética e destinado à guarda das cópias de petições. documentação e demais papéis de pequeno porte.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – Número e identificação do processo. documentação e papéis em grande quantidade. correspondências. encerrada a recuperação judicial ou a liquidação. O arquivo deverá ser mantido da seguinte forma: I – Situado nas dependências da serventia. II – Situado em dependência externa à serventia.Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Liquidante Judicial ou da CLJ. III – Nome do serventuário nomeado nos autos na função de Liquidante.

observando-se os prazos legais. dando ciência ao Juiz Coordenador da CLJ ou ao Juiz de Direito a que esteja vinculado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º. e cumprida ou sem objeto a concordata preventiva. A documentação de interesse de cada processo deverá ser arquivada em pastas individuais com identificação da serventia. § 2º. IV – Data das sentenças declaratórias de falência. As funções de Comissário e Síndico serão exercidas na forma do artigo 192 da mesma norma. Após firmar compromisso por termo de sua nomeação. em processos de falência (Lei nº 11. quando preventiva. e da decretação da insolvência ou da dissolução da sociedade mercantil. § 1º. onde deverá exercer suas atribuições. 407. V – Data da sentença que julgar extintas as obrigações do falido ou do insolvente. Liquidante e Administrador. O Liquidante Judicial exercerá as funções de Administrador Judicial. § 3º. o Liquidante Judicial ficará vinculado ao processo judicial. § 7º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. § 4º. contendo em especial: I – Número e identificação do processo. III – Nome do serventuário nomeado nos autos na função de Liquidante. recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. II – Data de entrada e de saída na serventia. dissolução de sociedade e insolvência civil. do deferimento do processamento de recuperação judicial ou concordata. Onde não houver CLJ instalada o recibo a que se refere o § 5º deste artigo constará em livro de protocolo. na forma da legislação pertinente. conforme o caso. O Liquidante Judicial firmará compromisso por termo somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. se suspensiva. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à atuação do Liquidante Judicial deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. respectivamente. VI – A localização interna e/ou externa dos documentos de interesse de cada processo. ou de sua concessão. quando necessário.101/05). do número do processo e do Página 174 de 192 . O serventuário na função de Liquidante Judicial. encerrada a recuperação judicial ou a liquidação.

respectivamente. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. devendo os mesmos ser devolvidos diretamente ao cartório de origem. conforme o caso. I – Para fins de comprovação. dando ciência ao Juiz Coordenador da CLJ ou ao Juiz de Direito a que esteja vinculado. controle e registro do recebimento de processos oriundos da segunda instância. destinado à guarda de livros contábeis. onde constarão data. Na Comarca da Capital. Onde não houver CLJ instalada. documentação e demais papéis de pequeno porte. As habilitações de crédito e divergências aos créditos relacionados na forma prevista nos artigos 7º. § 5º. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 nome da empresa falida. horário. trabalhistas e outros. na Capital. § 6º. sendo devolvida ao apresentante em ato contínuo. emitida pelo DCP. serão recebidos diretamente pelo Liquidante Judicial ou. organizado em ordem alfabética e destinado à guarda das cópias de petições. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. assinatura. Página 175 de 192 . fiscais. § 1º. da qual constará o número do respectivo processo ou mandado. O Liquidante Judicial manterá atualizados os livros de registro de recebimento e devolução de autos.101/05. 408. O arquivo deverá ser mantido da seguinte forma: I – Situado nas dependências da CLJ ou da serventia onde não houver CLJ instalada. correspondências. documentação e papéis em grande quantidade. cujo recibo de entrega será emitido na respectiva cópia. aposto nos respectivos autos. O Liquidante Judicial.CLJ por meio de guia de remessa de processos e de documentos. § 7º. no prazo legal ou quando houver determinação do Juiz. bem como através de relação de entrega. quando necessário. II – Situado em dependência externa à serventia. dissolvida ou em recuperação. da Lei nº 11. (Redação antiga) Art. através de carimbo ou autenticação mecânica. o número e a folha do livro de registro de recebimento e devolução de autos. recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências. Os expedientes supracitados deverão ser apresentados por petição acompanhada de cópia. o recibo a que se refere o § 5º deste artigo constará em livro de protocolo. o Liquidante Judicial ou demais serventuários lotados na Central. com referência às empresas em regime de falência ou liquidação judicial. 408. § 1º e 9º. nas dependências da CLJ. onde houver instalada a CLJ. II – Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Liquidante Judicial ou da CLJ. usará carimbo que. especifique a data do recebimento destes. nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. os processos judiciais e os mandados judiciais serão encaminhados à Central de Liquidantes Judiciais .

Onde houver central instalada a rotina elencada no parágrafo anterior será realizada pela equipe administrativa da CLJ. se suspensiva. III – data das sentenças declaratórias de falência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. 409. a rotina elencada no parágrafo anterior será realizada pela equipe administrativa da CLJ. encerrada a recuperação judicial ou a liquidação. além dos livros obrigatórios. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. fichas e/ou pastas padronizadas que conterão: I – número e identificação do processo. § 2º. II – datas de entrada e de saída na serventia. ou de sua concessão. conforme o caso.101/05. onde constarão data. assinatura. cujo recibo de entrega será emitido na respectiva cópia. e 9º. Página 176 de 192 . sendo devolvida ao apresentante em ato contínuo. horário. O Liquidante Judicial adotará. IV – data da sentença que julgar extintas as obrigações do falido ou do insolvente. § 1º. do deferimento do processamento de recuperação judicial ou concordata.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. As habilitações de crédito e divergências aos créditos relacionados na forma prevista nos artigos 7º. § 1º. quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à massa falida. Os expedientes supracitados deverão ser apresentados por petição acompanhada de cópia. e cumprida ou sem objeto a concordata preventiva. da Lei nº 11. serão recebidos diretamente pelo Liquidante Judicial ou. quando preventiva. nas dependências da CLJ. O serventuário na função de Liquidante Judicial adotará. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. 408. § 1º. na Capital. insolvente e liquidanda. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros. 409. devendo tais dados ser mantidos atualizados em sistema informatizado próprio. e da decretação da insolvência ou da dissolução da sociedade mercantil. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. O serventuário na função de Liquidante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos às massas falidas. através de carimbo ou autenticação mecânica. Onde houver central instalada.

publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. por força de lei. quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à massa falida. data de emissão. § 4º. O Liquidante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos às massas falidas. insolvente e liquidanda. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. O serventuário na função de Liquidante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 insolventes e liquidandas. em conta específica para cada caso. § 6º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. seu valor. o Liquidante Judicial deverá requerer autorização do Juízo com competência Empresarial. Para a abertura da conta bancária a que se refere o parágrafo anterior. O serventuário na função de Liquidante Judicial submeterá ao Juízo Empresarial prestação de contas conforme disciplinado na norma legal. em conta específica para cada caso. § 2º. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. ainda. Deverá ser aberta conta bancária destinada à administração dos frutos e rendimentos para cada massa falida. Para a abertura da conta bancária a que se refere o parágrafo anterior. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. a quem compete. 409. Os cheques emitidos deverão. o número do cheque. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. insolventes e liquidandas. § 3º. sendo vedada a abertura de conta bancária em nome do Liquidante Judicial. deverão permanecer à disposição do juízo empresarial. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. Página 177 de 192 . § 3º. em nome da mesma. § 2º. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros. § 1º. data da compensação e nome do beneficiário. Os recursos financeiros que compõem o acervo das massas falidas. sendo vedada a abertura de conta bancária em nome do serventuário na função de Liquidante Judicial. onde fará constar o número do talonário. insolvente e liquidanda. o serventuário na função de Liquidante Judicial deverá requerer autorização do Juízo Empresarial. devendo tais dados ser mantidos atualizados em sistema informatizado próprio. Deverá ser aberta conta bancária destinada à administração dos frutos e rendimentos para cada massa falida. insolventes e liquidandas e que estejam convertidos em depósito judicial. § 5º. insolvente e liquidanda. O Liquidante Judicial adotará.

(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. trabalhistas e outros. correspondência.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 4º. Os recursos financeiros que compõem o acervo das massas falidas. que recolherá à Página 178 de 192 . destinado à guarda de livros contábeis. data da compensação e nome do beneficiário. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. documentação e demais papéis de pequeno porte. exerça a função de liquidante judicial. a quem compete. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. das cópias de petições. insolventes e liquidandas e que estejam convertidos em depósito judicial. exerça a função de liquidante judicial. Os cheques emitidos deverão. O disposto nesta subseção aplica-se. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. § 5º. § 6º. por força de lei. em pastas individuais para cada processo de falência. concordata ou dissolução de sociedade. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. nomeado e compromissado pelo Juiz. àquele que. O Liquidante Judicial manterá arquivo: I – organizado em ordem alfabética e localizado em dependência da serventia. 410. referentes ao mesmo. (Redação antiga) Art. O Liquidante Judicial submeterá ao Juízo com competência Empresarial prestação de contas conforme disciplinado na norma legal. documentação e papéis em grande quantidade. O disposto nesta seção aplica-se. data de emissão. nomeado e compromissado pelo Juiz. em nome da mesma. 410. 410. onde fará constar o número do talonário. 411. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. no que couber. fiscais. O Liquidante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos às massas falidas e liquidandas. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção III Da Central de Liquidantes Judiciais Art. deverão permanecer à disposição do juízo com competência empresarial. àquele que. ainda. destinado à guarda. o número do cheque. com referência às empresas em regime de falência ou liquidação judicial. no que couber. II – situado em dependência externa à serventia. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. O Liquidante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. seu valor.

Haverá Central de Liquidantes Judiciais – CLJ na Comarca da Capital. os processos judiciais e os mandados judiciais. em duas vias. d) Devolver às serventias. diariamente. até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela central. servindo uma de recibo e observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. b) Normatizar as atividades internas da central. b) Receber dos cartórios. servindo uma de recibo. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. a quem caberá responder pela central. denominado Juiz Coordenador e gerenciada por um Encarregado. diariamente. II – O Juiz Coordenador designará servidor para atuar como Encarregado pela CLJ. o processo encaminhado para firmar compromisso por termo. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. f) Distribuir a um dos serventuários na função de Liquidante Judicial. em duas vias.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. os processos judiciais em que seja determinada a atuação de Liquidante Judicial. em conta específica para cada caso. a quem cabe a administração das massas falidas. atribuindo-lhe em especial: a) Dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central e à atuação dos serventuários que exercerem a função de Liquidante Judicial. (Redação antiga) Art. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CLJ. lançando no sistema informatizado todos os dados necessários. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. integrada pelos serventuários que exerçam a função de Liquidantes Judiciais. insolventes e liquidandas e suas funções decorrentes. a contar da data do recebimento. observando a regularidade da remessa no momento do recebimento. os processos judiciais e os mandados judiciais encaminhados equivocadamente. conforme normatizado pelo Juiz Coordenador. 411. Página 179 de 192 . salvo nos casos de urgência. c) Validar os processos judiciais e mandados judiciais recebidos pela CLJ. observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. em seguida ao cadastramento. a quem caberá responder pela CLJ: I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CLJ. os mandados judiciais dirigidos ao Liquidante Judicial. depois de certificado o respectivo motivo. e) Cadastrar no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. em 48 (quarenta e oito) horas.

em seguida ao cadastramento. 2 – nome da massa falida. mediante relação própria. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. ao serventuário nomeado como Liquidante Judicial. i) Restituir aos Cartórios. insolvente e liquidanda. 5 – total dos recebimentos e recolhimentos. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito. m) Encaminhar ao Juiz Coordenador. trimestralmente. j) Elaborar relação trimestral de processos e mandados com prazo de cumprimento excedido. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Liquidantes Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. 3 – número do processo. ao Juiz Coordenador. q) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. anualmente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 g) Quando o termo já estiver firmado. n) Consolidar as prestações de contas elaboradas pelos Liquidantes. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela central. a ordem. r) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. no que couber. 4 – valor e causa de cada recebimento e recolhimento. l) Apoiar o serventuário na função de Liquidante Judicial nas atividades administrativas inerentes a sua atuação. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CN. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. após repassados pelo serventuário na função de Liquidante Judicial. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. Página 180 de 192 . insolvente e liquidanda. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária pelos Liquidantes. conforme previsto no § 4º do artigo 409 desta norma. saída. p) Manter a guarda dos documentos conforme disciplinado no § 4º do artigo 407 desta norma. h) Controlar os prazos legais atinentes à atuação do Liquidante Judicial bem como as hipóteses de urgência. o) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. todos os processos judiciais e mandados judiciais que lhe forem devolvidos pelos serventuários na função de Liquidante Judicial. indicando: 1 – Juízo da massa falida. encaminhar o processo e/ou o mandado. encaminhando-as.

f) Firmar compromisso Coordenador. atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela central. no sistema informatizado próprio. quando de suas eventuais ausências. Caberá ao serventuário na função de Liquidante Judicial o lançamento. no que couber. salvo nos casos de urgência. lançando no sistema informatizado todos os dados necessários. os processos judiciais e os mandados judiciais encaminhados equivocadamente. os processos judiciais em que seja determinada a atuação de Liquidante Judicial. § 2º. Haverá Central de Liquidantes Judiciais . 411.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º Ao Encarregado pela CLJ caberá. conforme normatizado pelo Juiz Página 181 de 192 . e gerenciada pelo Liquidante Judicial. a contar da data do recebimento. servindo uma de recibo e observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. os processos judiciais e os mandados judiciais. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. observando a regularidade da remessa no momento do recebimento. a quem caberá responder pela CLJ: I – Ao Liquidante Judicial caberá responder pela central. depois de certificado o respectivo motivo. § 3º. por termo. em duas vias.CLJ na Comarca da Capital. As atribuições enumeradas nos incisos anteriores poderão ser delegadas pelo Encarregado pela CLJ aos servidores da central. e) Cadastrar. denominado Juiz Coordenador. b) Receber dos cartórios. observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. servindo uma de recibo. diariamente. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. com anuência do Juiz Coordenador. d) Devolver às serventias. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. os mandados judiciais dirigidos ao Liquidante Judicial. em duas vias. c) Validar os processos judiciais e mandados judiciais recebidos pela CLJ. da data em que receber e devolver o processo judicial e/ou mandado judicial à equipe administrativa da CLJ. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. em 48 (quarenta e oito) horas. diariamente.

2 – nome da massa falida. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. m) Observar as regras de controle documental previstas nos artigos 174 e seguintes desta norma. 4 – valor e causa de cada recebimento e recolhimento. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. k) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. 3 – número do processo. As atribuições enumeradas nas alíneas anteriores poderão ser delegadas pelo Liquidante Judicial aos servidores da central. trimestralmente. com anuência do Juiz Coordenador. encaminhando-as. bem como as hipóteses de urgência. l) Manter a guarda dos documentos conforme disciplinado no § 4º do artigo 407 desta norma. 5 – total dos recebimentos e recolhimentos. Para fins de comprovação. conforme previsto no § 4º do artigo 409 desta norma. a ordem.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 g) Controlar os prazos legais atinentes à sua atuação. insolvente e liquidanda. indicando: 1 – Juízo da massa falida. j) Consolidar as prestações de contas. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária. anualmente. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. ao Juiz Coordenador. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. § 2º. o Liquidante Judicial Página 182 de 192 . o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Liquidantes Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. § 1º Caberá ao Liquidante Judicial. insolvente e liquidanda. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CN. i) Encaminhar ao Juiz Coordenador. 412. no que couber. no que couber. saída. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. h) Elaborar relação trimestral de processos e mandados com prazo de cumprimento excedido. controle e registro do recebimento de processos oriundos da primeira ou segunda instância. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela central. n) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. quando de suas eventuais ausências.

atribuindolhe em especial: a) Dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central. Os auxílios e substituições entre os serventuários na função de Liquidante Judicial observarão o seguinte: I – Em caso de férias. cumprindo ao mesmo devolvê-los ao cartório de origem. O critério de distribuição inicial dos processos judiciais adotado pela Central de Liquidantes Judiciais será igualitário. os processos e/ou mandados em poder dos serventuários na função de Liquidante Judicial não serão devolvidos. conforme escala vigente normatizada pelo Juiz Coordenador. salvo nos casos de urgência. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Página 183 de 192 . Fica vedada a retirada de autos da serventia do Liquidante Judicial. ficando o serventuário na função de Liquidante Judicial vinculado aos feitos a partir do compromisso firmado por termo. especifique a data do recebimento destes.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 usará carimbo que. analisados pelo Juiz. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. o número e a folha do livro de registro de recebimento e devolução de autos. licenças ou faltas ocorrerá auxílio entre os serventuários na função de Liquidante Judicial. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CLJ. III . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. b) Normatizar as atividades internas da central. por tempo não superior a 15 (quinze) dias. Parágrafo único. Parágrafo único.Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. 412. aposto nos respectivos autos. Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CLJ. prazo em que devolverá os processos e/ou mandados remanescentes devidamente instruídos. no prazo de lei ou quando houver determinação do Juiz. 412. II – O serventuário na função de Liquidante Judicial não receberá processo judicial e/ou mandado judicial nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio. (Redação antiga) Art.

416. Parágrafo único.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Seção IX . próprios aos seus contextos de trabalho e compatíveis com a opção metodológica do profissional. pelo leiloeiro. aconselhamento. grupos de reflexão. com a Resolução nº. pareceres e laudos relativos à área de sua competência. Art. aspectos concernentes ao feito e identificados no estudo social. através da realização de estudo ou perícia social. 413. Seção X . resguardando-se o sigilo profissional e sendo vedada a sua participação como testemunha. III – conhecer e relacionar a rede de atendimento.Do exercício da função de Leiloeiro no âmbito do Poder Judiciário Art. tais como: apoio. ser procedido no primeiro dia útil subseqüente. bem como relatórios. hipótese em que o depósito deverá. no mesmo dia da arrematação. Página 184 de 192 . bem como o encaminhamento de suas demandas às instâncias competentes pela execução de políticas públicas. comunicará a freqüência mensal. 415. orientação. onde houver e se delegado for pelo Magistrado. a fim de esclarecer. à disposição do Juízo que tenha autorizado a hasta. mediação. O Juiz ou a chefia especializada de serviço social.Do Assistente Social Judicial Art. Art. O pagamento do preço ou do sinal será depositado em instituição bancária. V – desenvolver trabalhos de intervenção. A guia necessária ao depósito indicado no caput deste artigo será expedida pela Serventia independentemente de requerimento. por escrito ou verbalmente. encaminhamento e prevenção. sempre em conformidade com a Lei 8662/93. na esfera de sua competência profissional. conforme a especialidade da área de atuação. Os Assistentes Sociais são hierarquicamente subordinados ao Juiz de Direito e tecnicamente vinculados ao Serviço de Apoio aos Assistentes Sociais. informações. visando à orientação do jurisdicionado. 414. 273/93 do Conselho Federal de Serviço Social – Código de Ética Profissional – e demais resoluções que venham a ser proferidas pelo Conselho Regional de Serviço Social e/ou Conselho Federal de Serviço Social. resguardada a livre manifestação do ponto de vista técnico e a autonomia na escolha dos procedimentos e instrumentos necessários à intervenção profissional. necessariamente. que regulamenta a profissão. São deveres e atribuições do Assistente Social: I – assessorar os órgãos judiciais e administrativos. salvo se já encerrado o expediente bancário. II – fornecer subsídios à decisão judicial. IV – participar das audiências quando solicitado pelo Assistente Social ou determinado pela autoridade judiciária.

XIII – contribuir para a formação e aperfeiçoamento das políticas sociais a cargo da rede pública e social de atendimento. comunicará a frequência mensal. no âmbito do Poder Judiciário. XIV – enviar mensalmente à CEJA. XI – participar e/ou organizar de eventos relativos a serviço social. sendo observados os termos dos convênios com as Universidades qualificando-se. 419. Seção XI . com vistas à reciclagem e capacitação. XII – encaminhar boletim estatístico mensal ao serviço de apoio aos Assistentes Sociais. objetivando ao aperfeiçoamento técnico. tendo por referência a construção de projeto específico. tais como congressos. São deveres e atribuições do Psicólogo: Página 185 de 192 . intraprofissionais e interinstitucionais compatíveis com as atividades desenvolvidas na área de atuação. através de participação em reuniões e programas de capacitação fornecidos por instituições de ensino. Os Psicólogos são hierarquicamente subordinados ao Juiz de Direito e tecnicamente vinculados ao Serviço de Apoio aos Psicólogos. VII – supervisionar os estagiários de serviço social. O Juiz ou a chefia especializada do serviço de psicologia. Art. para a função. VIII – organizar e manter registros de documentos de forma a resguardar o sigilo profissional. bem como buscar aperfeiçoamento nos cursos de pós-graduação.Do Psicólogo Judicial Art. Art. onde houver e se delegado for pelo Magistrado. jornadas. a critério desta.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VI – desenvolver e assessorar pesquisas. IX – participar de reuniões inter. participando de sua elaboração e revisão periódicas. 417. mantendo as publicações desta comissão organizadas em pasta própria. na forma regulamentar. seminários. projetos. as relações das pessoas nacionais habilitadas para adoção e das crianças e adolescentes em condições de serem adotados. programas e atividades relacionadas à prática profissional dos Assistentes Sociais. X – observar o plano geral de ação proposto pelo Serviço de Apoio aos Assistentes Sociais com aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. à produção de conhecimento e à implementação de ações que favoreçam a garantia e a ampliação de direitos para os usuários dentro das respectivas áreas de atuação. simpósios. cujos temas e horários sejam compatíveis com o interesse da administração judiciária. 418.

visando ao estabelecimento de convênios para o desenvolvimento de diferentes programas de atendimento aos jurisdicionados e serventuários. no âmbito do Poder Judiciário. por solicitação da autoridade judiciária. em conjunto com a equipe interdisciplinar. voltados para os serventuários. na esfera de sua competência profissional. nos limites do processo judicial e/ou administrativo. programas e atividades relacionadas à prática profissional dos Psicólogos. das audiências. tais como: apoio. utilizando o instrumental técnico próprio da psicologia. XIII – organizar e manter registros de documentos de forma a resguardar o sigilo profissional. em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Federal de Psicologia. II – elaborar documentos técnicos. VI – participar. orientação. no que tange aos aspectos psicológicos envolvidos. com aprovação do Corregedor-Geral de Justiça. Página 186 de 192 . objetivando seus aperfeiçoamentos técnicos e a produção de conhecimentos. III – desenvolver estudo psicológico em processos judiciais e administrativos. utilizando metodologia específica das áreas de atuação. VII – empreender ações junto a problemas psicológicos evidenciados. XI – articular recursos públicos e comunitários para encaminhamento de jurisdicionados e serventuários às instituições e programas a cada caso. próprios aos seus contextos de trabalho. respectivamente. quando solicitado. aconselhamento. XIV – participar de reuniões inter e intraprofissionais. X – realizar visitas a instituições diversas. XII – supervisionar os estagiários da psicologia. na forma regulamentar. IV – prestar orientação e acompanhamento ao jurisdicionado e/ou serventuário. XV – observar o plano geral de ação proposto pelo Serviço de Apoio aos Psicólogos. a fim de esclarecer aspectos técnicos da psicologia.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – assessorar os órgãos judiciais e administrativos. mediação. VIII – desenvolver trabalhos de intervenção. IX – realizar e colaborar com pesquisas. V – elaborar e participar de programas interdisciplinares de saúde ocupacional. encaminhamento e prevenção. O atendimento aos serventuários será prestado exclusivamente por Psicólogos à disposição dos Núcleos Regionaise do Departamento de Saúde do Tribunal de Justiça.

III – desenvolver conhecimento sobre assuntos referentes à criança. XVII – apresentar relatórios estatísticos mensais ao Serviço de Apoio aos Psicólogos. comunicará a frequência mensal. que tipifiquem infrações administrativas. Parágrafo único. de acordo com o estabelecido no Código de Ética da profissão. são requisitos para o exercício da especialidade de Comissário de Justiça da Infância da Juventude e do Idoso. Seção XII . Psicologia ou Pedagogia. Assistência Social. 421. da Juventude e do Idoso Art. seminários e cursos de pós-graduação. a formação de nível superior em Direito. VI – lavrar auto de infração quando constatar violação das normas de proteção à criança. ao adolescente e ao idoso. além dos exigidos em lei e/ou edital.Do Comissário de Justiça da Infância. a critério desta. Art. tais como congressos. V – relatar à autoridade Judiciária qualquer ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente e do idoso. Administração.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XVI – participar de eventos relativos à psicologia.620/05. IV – avaliar o próprio desempenho e participar das avaliações promovidas pelos superiores hierárquicos. 420. primará pela estrita observância aos princípios do respeito e da valorização do ser humano. onde houver e se delegado for pelo Magistrado. da Juventude e do Idoso: I – identificar-se antes do cumprimento de qualquer ordem ou diligência. O Analista Judiciário na Especialidade de Comissário de Justiça da Infância. Sociologia. ao adolescente e ao idoso. O Psicólogo do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. Página 187 de 192 . Parágrafo único. Complementando o disposto no artigo 7º da Lei Estadual 4. 422. O Juiz ou a chefia especializada do serviço de comissariado. de garantia e proteção dos direitos da criança e do adolescente vedando-lhe o porte de arma. no desempenho de suas atribuições. Art. da Juventude e do Idoso é hierarquicamente subordinado ao Juiz de Direito e tecnicamente vinculado ao Serviço de Apoio aos Comissários de Justiça e exerce funções de fiscalização. cujos temas e horários sejam compatíveis com o interesse da Administração Judiciária. II – observar sigilo sobre sindicâncias e diligências. São deveres e atribuições do Comissário de Justiça da Infância. jornadas.

em conformidade com a Lei. da Juventude e do Idoso e aos Colaboradores Voluntários serão proporcionados cursos de treinamento e especialização. trabalhos de cunho educativo. permanência e participação de crianças e adolescentes nos locais e eventos definidos na Lei Federal nº 8. necessários para a autorização judicial mediante alvará de entrada e permanência de criança ou adolescente em estádio. casa que explore comercialmente diversões eletrônicas e estúdios cinematográficos.069/90.069/90. bilhetes lotéricos ou equivalentes. rádio e televisão. integrando a equipe interprofissional de que tratam os artigos 150 e 151 da Lei 8. bem como à família.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VII – inspecionar as entidades governamentais e não governamentais de atendimento a crianças e adolescentes que executem programas de proteção ou sócio-educativos. aconselhamento. Página 188 de 192 . relatando a ocorrência. de teatro. explosivos e fogos de artifício. acompanhamento técnico à criança e adolescente. audiências e decisões. orientação. informativo e preventivo. XI – desenvolver. que visem a orientação quanto à proibição da venda a crianças e adolescentes de armas. sob determinação da Autoridade Judiciária. ginásio e campo desportivo. Ao Comissário de Justiça da Infância. o auxílio de força policial para coibir ou prevenir ameaça ou violação de direito de criança ou adolescente.069/90. sindicâncias para apuração de fatos relativos a infrações administrativas previstas na Lei nº 8. sempre que necessário.069/90. elaborando relatórios e/ou laudos técnicos. XIV – solicitar. fornecendo à Autoridade Judiciária subsídios por escrito para instruir processos. XV – inspecionar previamente locais e estabelecimentos a fim de averiguar os fatores constantes do § 1º do art. VIII – desenvolver trabalhos de prevenção. produtos que possam causar dependência física ou psíquica. se possível. imediatamente. munições. Art. X – fiscalizar a regularidade da documentação que instrui o pedido de autorização de viagem. no exercício de suas funções. bailes ou promoções dançantes. relatando as ocorrências à Autoridade Judiciária para as providências cabíveis. revistas. vídeos ou publicações que contenham material impróprio ou inadequado. bebidas alcoólicas. XIII – fiscalizar a execução das medidas de proteção e sócio-educativas aplicadas a crianças e adolescentes. IX – fiscalizar a entrada. 269 desta Consolidação. bem como para participação de criança ou adolescente em espetáculos públicos e seus ensaios e certames de beleza. observando as regulamentações da Autoridade Judiciária. à Autoridade Judiciária. boate ou congêneres. observando o disposto nos §§ 1º e 2º do art. ou na Lei 10.471/03. 149 da Lei 8. cuja presença será obrigatória. XII – realizar. 423.

que exercerão suas atividades sob a coordenação dos Comissários de Justiça. para o exercício da função de voluntário. É vedada remuneração a qualquer título. lavrando-se termo em livro próprio. caso constatada alguma irregularidade. Os Orientadores Voluntários serão designados especificamente para participação dos programas de atendimento aos adolescentes em cumprimento de medida de liberdade assistida. § 8º. quando qualquer Comissário de Justiça adotará as medidas adequadas. § 6º. submetendo-as incontinenti à Autoridade Judiciária. nas Comarcas onde os houver. excepcionalmente. A Autoridade Judiciária deverá verificar regularmente os cartões de identificação dos Colaboradores Voluntários. 425. no que couber. aos Colaboradores Voluntários da Infância. salvo casos de urgência. § 1º. vedadas quaisquer autorizações provisórias ou não. o Juiz expedirá Portaria de designação do Colaborador ou Orientador Voluntário. na Comarca. § 5º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. O Comissário de Justiça da Infância.O disposto nos artigos 422 aplica-se. Somente após o devido credenciamento pela Corregedoria. podendo ser dispensados. O descredenciamento pode ser solicitado a qualquer momento. com descredenciamento imediato através de Portaria e divulgação através dos meios próprios. terá livre ingresso em clubes. ad nutum. contar com Colaboradores e Orientadores Voluntários. e respeitada ordem de serviço e escala organizada pelo Juiz. 424. § 3º. Página 189 de 192 . da Juventude e do Idoso. Art. entendendo-se como provisória a determinada por período inferior ao estabelecido no caput. que estabelecerá rodízio para áreas determinadas ou estabelecimentos específicos. mediante indicação do Juiz e autorização do Corregedor-Geral da Justiça. da Juventude e do Idoso. procedendo ao seu recolhimento e encaminhamento imediato à Corregedoria Geral da Justiça. mesmo por particulares ou em caráter de doação. § 2º. § 7º. O Juízo de Direito com competência na matéria de Infância e Juventude poderá. casas de diversões ou espetáculos. exclusivamente no exercício de suas funções. sendo necessário o cadastramento dos mesmos na Corregedoria. A identificação de Colaborador e Orientador Voluntário será feita obrigatoriamente pelo cartão de identificação expedido pela Corregedoria Geral da Justiça. § 4º. por período de 12 meses. assim como qualquer documento não autorizado pela Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça. tanto pelo Juízo a que estiver subordinado como pelo Corregedor-Geral da Justiça. sem ônus para os cofres públicos. que prestará compromisso em audiência pública. É vedada a designação provisória de voluntário. a partir do cadastramento na Corregedoria.

000. Pedagogia e Ciências Sociais. II – 40 (quarenta).001 a 1. descendente. VI – renda mensal hábil a garantir a automantença. empresa ou atividade sujeita à fiscalização do Juizado. 427. 426. IV – domicílio na Comarca de atuação. sob as penas da Lei. VI – 10 (dez). V – inexistência de vínculo laboral e/ou de interesse econômico do candidato. Art.001 a 500. em Comarca com 300. demonstrados por certidões dos distribuidores locais e da Comarca da Capital. V – 18 (dezoito). em conformidade com os modelos padronizados. em entidade. em Comarca com 100. parente ou afim. Psicologia.001 a 100. IX – apresentação de atestado de sanidade física e mental.000 de habitantes.000 habitantes. mediante proposta fundamentada da Autoridade Judiciária competente. IV – 28 (vinte e oito). São requisitos para a habilitação do colaborador voluntário: I – idade superior a 21 (vinte e um) anos e máxima de 70 (setenta). da Juventude e do Idoso. A solicitação de credenciamento de Colaboradores e Orientadores Voluntários deverá ser encaminhada à Corregedoria-Geral de Justiça pelos Juízes da Infância. os limites acima estabelecidos poderão ser alterados pelo Corregedor-Geral da Justiça. II – escolaridade mínima de segundo grau. ascendente. dando-se preferência aos candidatos com nível superior e formação em Direito. III – 34 (trinta e quatro). Página 190 de 192 . em Comarca com 20.000 habitantes.000 habitantes. em Comarca com mais de 1. Serviço Social. até o terceiro grau. O credenciamento é obrigatório para o exercício de qualquer atividade vinculada ao Juízo competente na área da Infância. Parágrafo único. na Comarca da Capital. Excepcionalmente.000 de habitantes.000 habitantes. VII – 08 (oito). obedecendo aos limites conforme abaixo: I – 76 (setenta e seis).Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 9º. Art. III – profissão e disponibilidade de horário comprovadamente compatíveis com as exigências do munus.001 a 300. VII – bons antecedentes.000. em Comarca com população estimada entre 500. seu cônjuge. em Comarca com até 20. VIII – idoneidade moral atestada em documento público. da Juventude e do Idoso.

como em decorrência de conduta inadequada. § 2º. Art. Página 191 de 192 . nos termos do parágrafo primeiro do artigos 118 e o artigos 119 da lei 8069/90. § 2º. os Orientadores Voluntários deverão demonstrar preparo para orientar adolescentes e condições psicológicas e emocionais. É vedada a indicação de Colaborador Voluntário que exerça advocacia na Comarca de atuação. endereço e telefone. Os dados do cadastro são sigilosos. nº do documento de identificação civil. Os Juízos de Direito com competência na matéria de Infância. e no sistema de cadastro informatizado. deverá constar obrigatoriamente nos autos de seleção arquivados na Comarca. o Juiz procederá à sindicância.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. 428. informando os motivos do descredenciamento e observando os termos do artigo 430. para que a Corregedoria Geral da Justiça proceda à respectiva autorização e expedição de credenciamento. encaminhando-se relação com a devida identificação. preferencialmente Comissários de Justiça. órgão expedidor e data da expedição. horário disponível. O motivo do descredenciamento ocasionado por fato relevante. escolaridade. § 4º. devendo constar da mesma o nome completo do candidato. juntamente com o cartão de identificação. Os autos do procedimento de inscrição e seleção de candidato a Colaborador e Orientador Voluntário serão arquivados na secretaria do Juízo competente. assim como de todos os requisitos para o exercício da função. filiação. § 5º. Juventude e Idoso manterão cadastro atualizado dos Colaboradores e Orientadores Voluntários. devendo ser ainda pessoa comprovadamente capacitada. § 3º. Nos casos de descredenciamento. na Corregedoria. de modo que uma solicitação futura de credenciamento possibilite a imediata verificação do acontecido. somente podendo ser informados ao próprio interessado ou mediante autorização do Corregedor-Geral da Justiça. nos autos do processo de credenciamento. § 6º. presidida pelo Juiz. profissão. conduzida por comissão de seleção integrada por três membros. § 1º. Os requisitos constantes dos incisos II e IV deste artigo não serão exigidos para aquelesque foram credenciados para a função de Colaborador Voluntário até 31 de dezembro de 2004. A Corregedoria Geral da Justiça manterá cadastro permanente dos Colaboradores Voluntários de todas as Comarcas. o Juiz encaminhará imediatamente ofício à Corregedoria Geral da Justiça. também da Corregedoria. Além dos requisitos mencionados. nº do CIC. § 7º. nas Comarcas onde os houver. data de nascimento. Para o efeito de aferição da idoneidade do candidato.

Página 192 de 192 . da Juventude e do Idoso. Parágrafo único.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 3º. 430. comprovando também que procedeu às comunicações devidas. sob pena de apreensão e conseqüente responsabilidade. e de Orientadores Voluntários. O cartão de identificação de Colaborador e Orientador Voluntário será emitido em modelo expedido exclusivamente pelo Corregedor-Geral da Justiça e numerado em ordem crescente. Seção XIII . O voluntário descredenciado devolverá. 429. Na hipótese de apurar-se fato que recomende o afastamento de Colaborador Voluntário poderão determiná-lo tanto o Juiz a que esteja subordinado como o Corregedor-Geral da Justiça. Art. A Corregedoria Geral da Justiça regulamentará e fiscalizará o exercício da atividade pericial através de Provimento. Art. ou outros motivos equivalentes. furto ou roubo do cartão de identificação. Os Juízes deverão observar os procedimentos para credenciamento de Colaboradores Voluntários da Infância.Do Perito Judicial Art. 432. de imediato. o colaborador requererá segunda via em petição circunstanciada ao Juiz da Comarca. o seu Cartão de Identificação. 431. cuidando para que o processo de seleção de candidatos seja revestido de todas as cautelas necessárias. Art. em 24 (vinte e quatro) horas. os autos e demais documentos que lhe tenham sido confiados e. devendo os dados relativos ao credenciamento ser registrados no cadastro informatizado. observados os requisitos exigidos para habilitação. Na hipótese de extravio.

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