SÉRIE RADIOLOGIA E SABER

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MANUAL BÁSICO DE POSICIONAMENTO EM EXAMES ESPECIALIZADOS (CONTRASTADO)

André F. Siqueira Marcondes Bernardo

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SÉRIE RADIOLOGIA E SABER

.....................................16 Colangiografia Retrograda Endoscópica........................................15 Colangiografia Via Dreno ..................17 Urografia Excretora...........................................................................................................................................................................................................................................................................06 Trânsito Intestinal.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 3 Sumário Sialografia de Submandibular e Parótida ..............................................................18 Fotos Ilustrativas com Planigrafia na fase Nefrograma...................................................................................19 Uretrocistografia Miccional.......09 Colecistograma Oral ......22 Pielografia Ascendente Retrógrada....................................................................................................................................20 Uretrocistografia Retrógrada..................21 Uretrocistografia com Correntinha................................................05 Esofagograma ..07 Enema Opaco............13 Colangiografia Venosa..............................................23 ..................

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Realizando-se incidências radiográficas localizadas da região examinada em projeções de: Mandíbula oblíqua Mandíbula perfil Mandíbula frente AP Nota: Habitualmente. Posteriormente injeta-se cerca de 03ml de um meio de contraste iodado diluído em água. podendo ser mantida entre os dentes e mucosa oral. . após a injeção de contraste e a realização das incidências.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 5 Sialografia de Submandibular e Parótida Os métodos de Rabinov e Weber nos orientam das seguintes formas: A ponta de um cateter fino (21 a 25). o paciente deve ingerir limão (prova de estímulo) para então se executarem novas incidências. ou ainda um tubo de teflon fino e maleável (gelco) com paredes delgadas e extremidade afilada. todos os meios deve progredir cerca de 01 a 03cm através do ducto da glândula a ser examinada. neste caso deve ser introduzida no canal (ducto) submandibular. pode ser usado ainda agulhas longas de infusão com extremidade achatada e lisa e borboletas.

Deverão ser realizadas aquisições de imagens nas projeções: Frente. não hidrossolúvel (sulfato de bário). em pequenos goles. durante a deglutição. junto à monitoração (TV).6 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER Esofagograma O paciente irá ingerir uma substância radiopaca positiva. gravará os momentos de deglutíções pela TV do aparelho. serão obtidas aquisições de imagens através de exposições radiográficas. . ou ainda um sistema de vídeo cassete interligado no aparelho de raios-X. Perfil e Oblíquas.

e radiografias de abdômen de preferência com o paciente em decúbito ventral. a qual deverá ser estudada com e sem compressão local. esvaziando e vazia. e posteriormente o paciente irá ingerir aproximadamente 350 ml de uma substância radiopaca positiva não hidrossolúvel (sulfato de bário). cheio. DUODENO E JEJUNO .X PILOTO LOCALIZADA . nos tempos enchendo.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 7 Trânsito Intestinal Realizar a radiografia piloto (simples de abdômen). Os tempos de intervalos das radiografias poderão ser alternados por conveniência médica e normalmente a fase considerada final. obedecendo aos seguintes intervalos de tempos: 15 minutos (AP) 30 minutos (PA) 45 minutos (PA) 60 minutos (PA) 90 minutos (PA) 02 horas 03 horas 04 horas. POSICIONAMENTO DO ABDÔMEM SIMPLES RAIOS .ESTÔMAGO EM AP (ESTÔMAGO E DUODENO DESCENDENTE) 15 MINUTOS EM AP (ESTÔMADO. é o estudo da válvula íleo-cecal. realizando em seguida radiografias do estômago (localizadas). etc.INÍCIO) . O trânsito completo poderá durar até 24 horas.

120 E 150 MINUTOS EM PA (ÍLEO TERMINAL E CECO . 90.8 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER POSICIONAMENTO EM PA 30 MINUTOS EM PA (DUODENO E JEJUNO COMPLETO) 45 MINUTOS EM PA (JEJUNO E ÍLEO .INICIAL) 60.INÍCIO) POSICIONAMENTO LOCALIZADO (VÁLVULA ÍLEO-CECA) POSICIONAMENTO LOCALIZADO (VÁLVULA ÍLEO-CECA) .

. são realizados a critério médico.Perfil de reto. . ou monitoração TV) Retira-se o excesso de contraste positivo e injetam-se aproximadamente 200cc de ar .X PILOTO . radiograva-se o paciente em: . através da qual será ínjetada uma substância radiopaca positiva. este tipo de exame denomina-se Fistulografia Intestinal. Pacientes em casos pós-operatórío e com bolsas de colostomia. variando de paciente para paciente (de acordo com a função intestinal de cada indivíduo). injetado via retrógrada no intestino grosso.duplo contraste) até causar um enchimento das alças intestinais (distensão). é aconselhável suspender a realização do exame.Oblíqua anterior esquerda (flexura esplênica).SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 9 Enema Opaco É o estudo radiológico contrastado do intestino grosso e requer um preparo intestinal prévio sob critério médico. diluída em água ou soro fisiológico na proporção aproximada de 80% de bário e 20% de água: O meio de contraste.Oblíqua anterior direita (flexura hepãtica). não hidrossolúvel (sulfato de bário). o contraste progride até onde for possível. sendo realizado via fístula da colostomia. Enema em crianças não se insufla ar. chassard-Iapné e decúbitos com raios horizontais. exceto a critério médico. POSICIONAMENTO DO ABDÔMEM SIMPLES RAIOS . Este duplo contraste é conhecido como prova de Fischer. a medida em que progride vai-se radiografando. Projeções axiais de sínfise púbica.Decúbito ventral (abdômen panorâmico). caso o preparo não seja satisfatório. deve atingir até a região do ceco (acompanhar através de escopia.Decúbito dorsal (abdômen panorâmico). Realiza-se uma radiografia piloto (Simples de Abdômen). podem se submeter ao exame. . (contraste negativo . Ao retirar a sonda reta. Sendo o preparo intestinal adequado: Deve-se realizar a passagem de sonda retal. .

10 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER ENEMA BARITADO SIMPLES ENEMA DUPLO CONTRASTE OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA (ORTOSTÁTICO) PARA ÂNGULO HEPÁTICO ÂNGULO HEPÁTICO (OAD) OBLÍQUA ANTERIOR ESQUERDA (ORTOSTÁTICA) PARA ÂNGULO ESPLÊNICO ÂNGULO ESPLÊNICO (OAE) .

PA PARA RETO -SIGMÓIDE AXÍAL CRANIAL 30º .PA PARA RETO -SIGMÓIDE ENEMA AXÍAL CRANIAL 30º .PA PARA RETO -SIGMÓIDE AXÍAL CAUDAL 30º .SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 11 ENEMA AXÍAL CAUDAL 30º .PA PARA RETO -SIGMÓIDE POSIÇÃO PERFIL DO RETO (VISTA AÉREA) PERFIL DO RETO (BARITADO) .

12 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER PERFIL DO RETO PARA DUPLO CONTRASTE (MESA EM TREM DE LEMBURG) PERFIL DO RETO PARA (DUPLO CONTRASTE) POSIÇÃO CHASSARD-LAPNÉ ESQUEMA CHASSARD-LAPNÉ RADIOGRAFIA DA POSIÇÃO CHASSARDLAPNÉ RETO-SIGMÓIDE VISTA SUPERIOR) OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA-POSTERIOR ESQUERDA (POSIÇÃO DE NADADOR PARA CÓLON-SIGMÓIDE) .

e a manobra de AKERLUND. e requer um preparo intestinal e jejum absoluto . provocando um esvaziamento da vesícula. a critério médico. O meio de contraste utilizado deverá ser positivo.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 13 Colecistograma Oral E o estudo radiológico contrastado da vesícula biliar por via oral. fazendo radiografias com 24hs após a primeira dosagem. além da chamada vesícula preguiçosa e até mesmo um possível esvaziamento exagerado da vesícula biliar correlacionada com uma colecistose (alteração da parede). podendo recorrer à manobra de Kirklin. aconselha-se realizar a manobra de AKERLUND KIRKLIN. Poderá recorrer ao método de TWISS. a qual veio a ser realizada a primeira vez em 1924. que equivalem a 06 comprimidos tomados no almoço e 06 no jantar. solicita-se ao paciente deglutir uma substância gordurosa (ovo. que consiste em examinar o paciente em decúbito lateral direito com raios horizontais. . Aproximadamente 15 horas após o paciente ter ingerido o meio de contraste/será submetido a uma radiografia simples localizada da loja biliar.antecedendo-o. ou deve-se realizar simples de abdômen quando a vesícula não for visualizada nos raios X localizada. 30. pois se consegue um bom diagnóstico da vesícula bíliar através do ultra-som. Para o estudo de cálculo que não sejam do tipo porcelana. Este exame é considerado um método em desuso. úlceras estomacais. que serve para dissociar loja biliar de loja renal). dobrar a dose de meio contraste ingerida. Caso a vesícula não tenha sido contrastada a algum fator qualquer. etc) conhecida como prova de Boyden. A radiografia inicial poderá ser realizada em decúbito dorsal. caso o paciente não fique ortostático. etc. hidrossolúvel. Paciente Ictérico (taxa de bilirrubina inferior a 20mg e taxa de retenção da BSP inferior a 45% em 45 minutos). iogurte. nem por via venosa (ioglicamato de meglumina). Sendo observado nítida imagem da vesícula biliar e ducto cístico. 20. onde o paciente será examinado em posição ortostática e se possível recebendo uma leve compressão localizada na loja biliar. 50 e 60 minutos após a ingestão da substância gordurosa. hepatotrópico oral (ácido iopanóico ou ácido iocetâmico). tais como: obstrução do canal cístico. pesquisando assim uma possível adenomiose e colesteterose. sendo que é sempre bom atentarmos para o risco de se executar tal prova em pacientes portadores de cálculos biliares multiformes. A prova de Boyden nunca deve ser realizada com apenas uma só radiografia. 40. que consiste em manter jejum sólido no paciente. ou em oblíqua posterior direita (posição Manoel de Abreu. Não devem tomar o meio de contraste positivo hepatotrópico (telepaque I colebrina). diarréia. o que não é aconselhável. mas também com 10. de aproximadamente 15 a 20 horas antes do exame.

14 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER FASE INICIAL PROVA DE ESTÍMULO .

240 e 300 minutos. do mesmo modo os pacientes que fazem o uso de anticoncepcionais e antibióticos. corridos endovenosamente durante 0 mínimo 60 minutos e no máximo 120 minutos. consiste em um estudo radiológicos das vias biliares via venosa. normalmente realizado posteriormente a um colecistograma oral negativo (não contrastou a vesícula).não colocar o paciente em posição ortostática) . 150. o encerramento fica sob o critério médico. 120. de modo que a injeção demore cerca de 10 minutos durante a administração (aproximadamente 20ml). utilizando um buterfly. . onde serão obtidas aquisições de imagens em ambos os casos com: 30. por um agente de contraste positivo hepatotrópico (ioglicamato de meglumina). Em pesquisas recentes os pacientes que tenham uma taxa de biliirrubina menor que 03mg e maior que 05mg não devem submeter-se a este tipo de exame. 180. O exame realizado em pacientes colecistectomizados recomendase a manipulação do paciente apenas em decúbito durante todo o exame (método Robert Wiser . Exame Gota/Gota: Consiste em diluir 02 (duas) ampolas de contraste 60g em aproximadamente 200ml de soro fisiológico. 60. Exame por infusão contínua: Consiste em injetar 30g do meio de contraste via endovenosa lentamente.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 15 Colangiografia Venosa Embora sendo um exame ultrapassado e de alto risco.

obtendo imagem panorâmica de enchimento. . e novamente radiografar as vias biliares. -Injetar o restante do contraste. Os exames contratados intra e pós-operatórios de vias biliares devem ser realizados após uma boa assepsia do orifício externo do dreno ou fístula. e a completa retirada de ar do trajeto. Exemplos: 1. principalmente em casos pós-operatório. com extravasamento pela papila de valer para o duodeno 2.16 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER Colangiografia Via Dreno É o estudo radiológico contrastado das vias biliares. de aproximadamente 10ml. Em seguida conectar uma seringa com aproximadamente 15ml de contraste radiológico positivo Hidrossolúvel no cateter (dreno).Quando realizados em aparelhos de raios-X telecomandados ou com dispositivos de imagem digital (subtração de imagem) a procedência será a seguinte: -Aquisições de imagens 1 por segundo durante 20 segundos. devemos entre outros cuidados observar o refluxo da bile (suco biliar) através do dreno (pós-operatório). Existem maneiras diferentes referentes à aquisição de imagens nestes exames. para tanto. documentado e tomando visível todo o trajeto.Quando realizados em aparelhos de raios-x convencionais sem TV (escopia) a procedência deverá ser a seguinte: -Injetar de 03 a 05ml do meio de contraste e radiografar as vias biliares (pequeno enchimento)-Aguardar de aproximadamente 03 minutos e efetuar nova radiografia da região biliar (esvaziamento).

Isto é possível porque na desembocadura do colédoco há um dispositivo muscular (papila de Oddi) que controla a abertura e o fechamento deste dueto. poderão ser realizados vários exames de vias hepáticas. é indicado aos pacientes ictéricos. . : Através do fibroduodenoscópio. este último se abre no duodeno. onde é armazenada e concentrada. até o duodeno localizando a papila duodenal (Vater-oddi) onde será injetado um meio de contraste positivo hidrossolúvel diretamente dentro das vias biliares via retrógrada. após confluências sucessivas. o qual introduzindo fibroscópio (fibroduodenoscópio) na boca do paciente. Obs. através do músculo esfíncter colédoco (papila duodenal). Quando fechado. porque ela se regulariza rapidamente. O dueto hepático comum conflui com o ducto colédoco (biliar principal). direito e esquerdo. A extirpação da vesícula biliar (colecistectomia) afeta pouco a excreção biliar. Este exame é realizado por um médico gastroendoscopista. um dos elementos do pedículo hepático. Do ponto de vista anatômico a bile produzida no fígado. a bile reflui para a vesícula biliar. A bile não flui diretamente do fígado para o duodeno. quase sempre juntamente com o ducto pancreático principal.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 17 Colangiografia Retrógrada Endoscópica É o exame contrastado das vias biliares realizados via fibroduodenoscópio. passa pelo esôfago. Este exame deve ser realizado em aparelhos de raios-x com intensificador de imagem (TV). A contração da vesícula biliar eliminando o seu conteúdo no colédoco através do dueto cístico coincide com a abertura da papila. esta ao nível da veia porta do fígado se une para formar o ducto hepático comum. atravessa todo o estômago. terminam por formar os ductos hepático. alcança os dúetulos bilíferos intra-hepáticos os quais.

. devido às condições do preparo. -20 minutos (abdômen panorâmico) radiografia pós miccional (residual).O exame será cancelado a critério médico. a injeção deve ser aplicada em tomo de 10 minutos. também conhecida como prova de Brasch. tossir antes da exposição radiográfica. após o meio de constrate ter percorrido pelo sistema urinário do paciente. é aconselhável realizar está radiografia com corte medial dos rins utilizando um planigráfo) -2 minutos (localizado das lojas renais. Fase estudo aparelho urinário panorâmico: -5 minutos (visualizando todo o abdômen panorâmico) -10 minutos (localizada das lojas renais e se possivel com compressão na região distal dos ureteres-compressão das lojas renais).: Para visualizar melhor os ureteres poderemos realizar a radiografia de 20 minutos em decúbito ventral ou solicitar ao paciente. com idade superior a 40 anos. Fase nefrográfica -Técnica de Poutasse: -1 minuto (localizado das lojas renais. na véspera do exame. A prova de Brasch é especialmente recomendada em pacientes do sexo masculino. necessita de um ótimo preparo intestinal. é aconselhável realizar está radiografia com corte medial dos rins utilizando um planigráfo). efetuando as demais exposições radiográficas descritas acima. -15 minutos (abdômen panorâmico e com descompressão das lojas renais). é aconselhável realizar está radiografia com corte medial dos rins utilizando um planigráfo ). 2.5ml p/kg) Serão realizadas radiografias após o inicio da administração do meio de contrastes com os seguintes tempos de intervalos.Solicitar ao paciente que esvazie a bexiga (miccione) e realizar uma radiografia piloto (simples de abdômen). 3. ureteres e bexiga e tornou-se possível de ser realizado a partir de 1930. A prova de Wast-out consiste em administrar um agente diurético durante a realização da Urografia Excretora. Obs. 1.18 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER Urografia Excretora É o estudo radiológico contrastado dos rins.O meio de contraste positivo hidrossolúvel será injetado via endovenosa de acordo com o peso e idade do paciente (aproximadamente 01 a 1. -3 minutos (localizado das lojas renais.

SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 19 Fotos Ilustrativas de Urografia Excretora com Planigrafia na fase Nefrograma SIMPLES NEFROGRAMA 15 MINUTOS PÓS MICCIONAL .

. bexiga e refluxo vésico ureteral. deixar fluir até obter o pequeno. realizado em pacientes de ambos os sexos. Caso seja solicitada a fase miccional e retrógrada.20 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER Uretrocistografia Miccional É o estudo radiológico contrastados da uretra. sendo que somente estes se submetem à fase retrógrada. Após a passagem de uma sonda vesical (uretral). Estas radiografias proporcionarão estudos de possíveis refluxos vésico ureterais e estudo da parede da bexiga. com bexiga vazia (abdômen simples). o meio de contraste positivo hidrossolúvel será diluído (aproximadamente 60 ml) em um frasco de soro fisiológico (aproximadamente 250ml) é conectada a sonda vesical. documentando radiograficamente todos esses enchimentos. Realizar radiografia piloto. médio e grande enchimento da bexiga. Principalmente as radiografias de grande enchimento devem conter todo o trato urinário (abdômen panorâmico). a fase retrógrada deverá sempre anteceder a fase miccional nos pacientes do sexo masculino.

efetua-se. .SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 21 Uretrocistografia Retrógrada É o estudo radiológico contrastado da extensão da uretra masculina e pesquisa de cálculos. e O.A. diluído em soro fisiológico na cuba. em filme 24x30 ou 35x35. rim em proporção aproximada de 60% contraste e 40% soro. Em certos casos poderá ser realizada a radiografia pós-miccional.D. Tomar os devidos cuidados assépticos da região genital principalmente ao redor da glande e meato urinário. sob acompanhamento médico. Usar o meio de contraste positivo hidrossolúvel. contendo a uretra e bexiga. obtendo um total de aproximadamente 100ml. Fazer radiografia piloto da região pélvica (bexiga vazia).E. O paciente será submetido ás exposições radiográficas em O. contendo a uretra e bexiga. -Injetando-se aproximadamente 50ml do meio de contraste. ao se aproximar dos 20ml. estendendo a uretra o rnáxirno possível e não permitir a entrada de ar na uretra e também no embolo da seringa (risco de causar pseudo-imagem). Neste exame obteremos o pequeno enchimento da bexiga (aproximadamente 80 a 100ml). efetua-se a exposição de raios-X em oblíqua. ao se aproximar dos 30ml. estenoses.A. etc. Exposições Radiográficas: -Injetando-se aproximadamente 50ml do meio de contraste. Conectar o equipamento no meato urinário (garra metálica). em filme 24x30 ou 35x35.

Retira-se a sonda com cuidado. ficando somente a correntinha. . . . para que se obtenha o enchimento normal da bexiga. Após preparo intestinal. .Radiografias miccionando e pós-miccional fica a critério médico.Realizar radiografias com a paciente em AP e Perfil absoluto. . Radiografias: . Em seguida: . e se possível tricotomia da região genital antes da realização do exame.Realizar a passagem da correntinha pela uretra e posteriormente da sonda vesical.22 SÉRIE RADIOLOGIA E SABER Uretrocistografia com Correntinha É o estudo radiológico contrastado da incontinência de esforço urinário feminino. .Deixar fluir o soro e observar que cesse o gotejarnento no equipo.: Na falta da correntinha. jejum sólido de 12 horas e boa restrição líquida. poderá como recurso: Após a introdução do meio de contraste na bexiga utilizar uma sonda uretral com constrate não Hidrossolúvel (sulfato de bário) dentro dela (na quantidade suficiente apenas para enche-Ia) mantendo-a na uretra. na sonda vesical.Encher a bexiga na proporção aproximada de 40% com um meio de contraste positivo hidrossolúvel e 60% de soro fisiológico (fazendo um total aproximado de 250/300ml).Frente APe Perfil absoluto da bexiga com esforço simulando a saída da urina .Frente AP e Perfil absoluto da bexiga em repouso (relaxada) . Obs.Conectar o equipo de soro diluído com constrate. prolapso na base bexiga e tem também o objetivo de rnensurar o ângulo entre a uretra e a bexiga. procedência está que fica a critério médico.

ÍNDICE . durante cistoscopia. O médico urologista injetará o meio de contraste positivo hidrossolúvel nefrotrópico através do cateter. sob efeito anestésico no paciente. na quantidade apropriada ao paciente diretamente no lado da via urinária a ser estudada.SÉRIE RADIOLOGIA E SABER 23 Pielografia Ascendente ou Retrógrada É o estudo radiológico contrastado do sistema urinário em pacientes onde não se obteve uma boa visualização renal e ureteral em exames anteriores (normalmente urografia excretora insatisfatória). O preparo intestinal fica a critério médico. Exame: Um Cateter retrógrado é introduzido via uretra.