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Curso CLP - 5
Módulo Básico usando o software RS Logix 5

________________________________________________________________________________________ Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Módulo Básico
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
1. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.1 – IEC (International Eletric Commitee) 1.2 – Prática 1.3 – Histórico e características do CLP 1.4 – Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) 1.5 – Arquitetura de um Controlador Lógico Programável (CLP) 1.6 – Arquitetura do CLP-5 1.7 – Funcionamento do CLP 1.8 – Ciclo de Operação do CLP (SCAN) 1.9 – Interrupção do ciclo de operação 2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5 2.1 – Chassis 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassi Principal 2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de alimentação do chassi 2.2 – Fonte de alimentação 2.3 – Módulo Controlador ou CPU 2.3.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A 2.3.2 – Configuração da Porta Serial 2.3.3 – Modos de operação do CLP-5 2.3.4 – Leds sinalizadores de STATUS do CLP-5 2.3.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador 2.3.6 – Instalação dos módulos de memória EEPROM 2.4 – Sistemas de E/S 2.4.1 – Módulos de E/S da plataforma 1771 2.4.1.1 – Módulo de ED – lógica SINK 2.4.1.2 – Módulo de ED – lógica SOURCE 2.4.1.3 – Módulo de SD – lógica SINK 2.4.1.4 – Módulo de SD – lógica SOURCE 2.4.2 – Módulos de Entradas Digitais 2.4.3 – Módulos de Saídas Digitais 2.4.4 – Módulos de E/S Analógicas da plataforma 1771 2.4.4.1 – Módulos de Entrada Analógica 2.4.4.2 – Módulos de Saída Analógica 009 010 011 012 015 022 023 027 029 030 032 033 033 034 034 035 035 036 037 038 038 040 001 001 001 002 003 005 006 007 008

3. REDE DE E/S LOCAL ESTENDIDA USANDO OS CLP-5/40L ou CLP-5/60L042 4. REDE DE E/S REMOTAS (RIO) 4.1 – Conceito 4.1.1 – Características gerais da rede 4.2 – Meio físico 4.3 – Velocidades 4.4 – Módulo Adaptador de E/S Remotas – 1771-ASB 044 044 045 045 045

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página I de IX
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_________________________________________________________________________ Índice Página
4.4.1 – Configuração do jumper 4.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 4.4.3 – Configuração das mini-seletoras do Chassi de E/S remotas 4.4.4 – Diagrama de interligação do cabo na borneira do 1771-ASB 4.4.5 –Leds sinalizadores de STATUS do módulo 1771-ASB 4.5 – Interligação entre dispositivos na rede RIO 4.6 – Subsistema de E/S remotas FLEX I/O 5. REDE DATA HIGHWAY PLUS (DH+) 5.1 – Conceito 5.1.1 – Características gerais da rede 5.2 – Meio físico 5.3 – Velocidade 5.4 – Protocolo 5.5 – Número máximo de estações DH+ por rede 5.6 – Interfaces de micros para rede DH+ 5.6.1 – Interface para desktop (1784-KTX) 5.6.2 – Interface para notebook (1784-PCMK0) 5.7 – Transferência de dados entre controladores 5.8 – Interligação entre dispositivos na rede DH+ 6. REDE ETHERNET INDUSTRIAL (TCP/IP) 6.1 – Conceito 6.2 – Meio físico 6.3 – Velocidade 6.4 – Topologias 6.4.1 – Barramento 6.4.2 – Anel 6.4.3 – Estrela 6.5 – Protocolo 6.6 – Acesso 6.7 – Endereço de IP 6.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos 6.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET 7. REDE MODBUS – RTU 7.1 – Conceito 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos 7.3 – Princípio básico de comunicação em Modbus 7.4 – Módulo de comunicação Modbus para CLP-5 7.4.1 – Características do módulo 3100-MCM 065 066 066 067 067 059 059 059 060 060 060 061 061 061 062 062 063 064 055 055 056 056 056 056 057 057 058 058 046 046 048 049 049 052 053

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página II de IX
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_________________________________________________________________________ Índice Página
8. MEMÓRIA DO CLP-5 8.1 – Conceitos básicos 8.1.1 – BIT 8.1.2 – BYTE 8.1.3 – REGISTRO ou PALAVRA 8.1.4 – REGISTRO de PONTO FLUTUANTE 8.2 – Organização da memória do CLP-5 8.2.1 – Generalidades 8.2.2 – Arquivos de Programas 8.2.2.1 – Arquivos reservados 8.2.2.2 – Arquivo de Programa Principal 8.2.2.3 – Arquivos de transição e de Passo do SFC 8.2.2.4 – Arquivos de subrotinas 8.2.2.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização selecionável 8.2.2.6 – Arquivo de Rotina de Falha 8.2.2.7 – Transferência de Arquivos de Programa 8.2.3 – Arquivos de Dados 8.2.3.1 – Arquivos utilizados com maior freqüência 8.2.3.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S (CLP-5/15) 8.2.3.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo 8.2.3.4 – Elementos de Arquivo 8.2.3.5 – Tipos de Dados 8.2.4 – Endereçamento Lógico 8.2.4.1 – Endereçamento Lógico Direto 8.3 – Endereçamento no CLP-5 8.3.1 – Endereçamento de E/S 8.3.1.1 – Definições básicas 8.3.1.2 – Tipos de endereçamentos de chassis 8.3.2 – Endereçamento do Arquivo de Status 8.3.3 – Exemplos de Endereçamento Lógico Direto 8.3.4 – Endereçamento Indireto 8.3.5 – Exemplos de endereçamento Direto e Indireto 8.3.6 – Endereçamento Indexado 8.3.7 – Exemplo de endereçamento indexado 8.3.8 – Constantes de Programa 8.3.9 – Visualização dos números de Ponto Flutuante 9. RS LOGIX 5 9.1 – Introdução 9.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.2.1 – Abrindo uma aplicação existente 9.2.2 – Modificando uma linha de programa em OFF LINE 9.2.3 – Modificando uma linha de programa em ON LINE 9.2.4 – Gerando um backup de uma aplicação 9.2.5 – Restaurando um backup de uma aplicação 095 096 096 096 097 099 100 069 069 069 069 070 070 070 071 071 072 072 072 073 074 075 077 077 078 080 082 085 085 086 087 088 089 090 091 093 093 094

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página III de IX
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6 – Configuração do driver serial RS-232 através do RS LINX 9.2.4.4 – Linguagem C 10.3.2.2 – Temporizador na Desenergização (TOF) 131 131 131 132 132 133 135 135 136 129 129 129 129 129 129 129 129 102 106 110 112 114 117 121 125 127 137 137 139 141 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IV de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Instruções de Temporizador 11.1.12 – Acessando a tabela de FORCES do CLP 9.2.2.1 – Instruções do Tipo RELÉS 11.2 – Texto estruturado (STX) 10.2.3 – Basic (BAS) 10.2 – Descrição 11.1.2.14 – Identificando falhas de E/S 10.1 – Lista de instruções (IL) 10.11 – Referência cruzada 9.1 – Temporizador na Energização (TON) 11.7 – Configuração do driver Ethernet através do RS LINX 9.2 – Ramificação de saída 11.13 – Acessando a tabela de FALHAS do CLP 9._________________________________________________________________________ Índice Página 9.2.1.1.1 – Energizar saída (OTE) 11.S.3.1 – Examine se Energizado (XIC) 11.1.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Generalidades 11.4 – Linguagem LADDER 11.2.3 – Instruções Energizar / Desenergizar saída 11.10 – Acessando a tabela de Dados do CLP 9.1 – Diagrama de lógica de relés (LADDER) 10.2 – Examine se Desenergizado (XIO) 11.2 – Instruções Examine 11.3.4 – Instruções de ramificação 11.2 – Instruções de Temporizadores e Contadores 11.2 – Linguagem gráfica 10.2.8 – Transferindo uma aplicação para o CLP (Download) 9.1.9 – Salvando uma aplicação do CLP (Upload) 9.5 – Instrução de Inversão (INV) 11.1.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP-5 11.P.3.3.2.2.2 – Energizar saída com retenção (OTL) e Desenergizar Saída com retenção (OTU) 11.2.3.1 – Padronização IEC 10.2.3.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.3 – Linguagem textual 10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 10.1.3.2.1 – Ramificação de entrada 11.3 – Gráfico seqüencial de Funções (SFC) 10.1.2.1 – Generalidades 11.2.1.4.

12 – Instrução de Zeramento (CLR) 11.3 – Instruções Aritméticas.8 – Instrução Maior que (GRT) 11.4.4.9 – Instrução de Divisão (DIV) 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.4.3.6 – Instrução Menor que (LES) 11.21.10 – Instrução Testar Limite (LIM) 11.4.3 – Temporizador Retentivo (RTO) 143 11.5 – Instrução Diferente de (NEQ) 11.11 – Instrução Igual Mascarado (MEQ) 151 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 156 157 158 159 160 161 162 163 164 164 164 165 166 166 168 168 168 169 169 170 170 171 171 172 172 173 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página V de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.15 – Instrução Lógica E (AND) 11.3.18 – Instrução Lógica Complemento (NOT) 11.1 – Generalidades 11.3.P.3.11 – Instrução de Negação (NEG) 11.9 – Instrução Maior ou Igual a (GEQ) 11.3.3.4.3.4.2 – Operação 11.20.4.3.4 – Bits de Estado Aritmético 11.1 – Parâmetros da instrução 11.10 – Instrução de Raiz Quadrada (SQR) 11.4.13 – Instrução de Conversão para BCD (TOD) 11.10.7 – Instrução Menor ou Igual a (LEQ) 11.5 – Tipos de Dados 11.1 – Generalidades 11.3.3.14 – Instrução de Conversão de BCD (FRD) INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de “Portas Lógicas” Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas 11.4.3.3.3.6 – Instrução de Adição (ADD) 11.3.3.8 – Instrução de Multiplicação (MUL) 11.16 – Instrução Lógica OU (OR) 11.21 – Instrução de Cálculo (CPT) 11.4 – Instruções de Comparação 11.3.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador (RES) 150 11.4._________________________________________________________________________ Índice Página 11.3.1 – Parâmetros da instrução 11.3 – Parâmetros da instrução 11.4 – Instrução Igual a (EQU) 11.2 – Descrição 11.20.20 – Instrução de Movimentação com Máscara (MVM) 11.19 – Instrução de Movimentação (MOV) 11.3.3.3.1 – Parâmetros da instrução 11.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD) 146 11.3.17 – Instrução Lógica OU Exclusivo (XOR) 11.7 – Instrução de Subtração (SUB) 11.2.3.4.3.3 – Parâmetros das Instruções 11.2 – Descrição 11.3.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.S.3. Lógicas e de Movimentação 11.

1 – Parâmetros da instrução 11.S.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 019 Figura 2.2 – Operação básica 12.3 – Módulo de Backup de Comunicação – 1785-BCM 12.E – Interrupção do ciclo de operação 002 005 006 007 008 180 183 186 189 192 195 198 201 204 207 210 176 176 177 178 179 174 175 Figura 2.B – Vista do Chassi do CLP-5 Figura 1. REDUNDÂNCIA DE CPU´s 12. -5/40.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 017 Figura 2.11.4.-5/20.C – Funcionamento do CLP Figura 1.1 – Leds sinalizadores de STATUS do 1785-BCM 12.B – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação 010 Figura 2.-5/40 -5/60 e -5/80 021 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VI de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.D – Ciclo de SCAN Figura 1.12 – Instrução de Comparação (CMP) 12.K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores 5/11.P.A – Vista do Controlador CLP-5 Figura 1.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 018 Figura 2.A – Tamanhos de Chassis 009 Figura 2.4.3.-5/30.1 – Conceito 12.F – Vista Frontal da Fonte de Alimentação Externa 013 Figura 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .D – Fonte de Alimentação externa 012 Figura 2. -5/60 e -5/80 020 Figura 2.C – Módulo Fonte de Alimentação 012 Figura 2.E – Vista Frontal do módulo Fonte de Alimentação 013 Figura 2._________________________________________________________________________ Índice Página 11.3.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário 13. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício sobre configuração de E/S Exercício 2 Exercício 3 Exercício 4 Exercício 5 Exercício 6 Exercício 7 Exercício 8 Exercício 9 Exercício 10 Exercício 11 FIGURAS Figura 1.

C – Arquivos de Temporizador e Contador Figura 8.A – Tipos de linguagens de programação Figura 11.W – Controle de nível do tanque Figura 2.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E.A – Arquivos com elementos de uma Palavra Figura 8.A – Desenho da rede de E/S Local estendida Figura 3.Q – Conexão do tipo entrada SINK Figura 2._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 2.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM Figura 2.P.D – Arquivo de Controle Figura 8.B – Arquivo de Ponto Flutuante Figura 8.B – Vista Frontal do módulo 3100-MCM Figura 7.R – Conexão do tipo entrada SOURCE Figura 2.U – Vista Frontal do módulo de ED 1771-IBN Figura 2.C – Instrução Energizar Saída (OTE) Figura 11.B – Placa 1784-KTX Figura 5.T – Conexão do tipo saída SOURCE Figura 2.V – Vista Frontal do módulo de SD 1771-OW16 Figura 2.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB Figura 4.A – Instrução Examinar se Energizado (XIC) Figura 11.C – Placa 1784-PCMK Figura 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .A – Desenho da rede serial Modbus-RTU Figura 7.A – Desenho de interligação da rede de E/S Remotas Figura 4.F – Exemplo de Endereço Indexado Figura 10.D – Instrução Energizar Saída com Retenção (OTL) Figura 11.B – Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX Figura 4.E – Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre Trilho DIN Figura 5.C – Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM Figura 8.A – Desenho de interligação da rede DH+ Figura 5.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção (OTU) 024 025 026 031 032 034 034 035 035 036 037 038 039 040 043 043 044 045 048 054 056 057 057 064 065 067 068 078 078 079 080 082 093 129 131 132 133 134 134 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.O – Instalação da Bateria Figura 2.Y – Conversor D/A Figura 3.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Figura 2.B – Instrução Examinar se Desenergizado (XIO) Figura 11.C – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da Fone de alimentação Figura 4.A – Vista Frontal do módulo 1785-ENET Figura 7. -5/40C e -5/80C Figura 2.N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C.X – Conversor A/D Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . -5/40E e -5/80E Figura 2.S – Conexão do tipo saída SINK Figura 2.E – Formato geral do Endereço Lógico Direto Figura 8.

M – Formato das instruções CTU e CTD Figura 11.OO – Exemplo da Instrução LIM Figura 11.RR – Formato da instrução CMP Figura 12.P.L – Temporizador Retentivo (RTO) – Diagrama de Tempo Figura 11.LL – Formato da instrução GRT Figura 11.Q – Formato da instrução de Adição (ADD) Figura 11.H – Palavras da Tabela de Dados para Temporizadores e Contadores Figura 11.S – Formato da instrução de Multiplicação (MUL) Figura 11.BB – Formato da instrução XOR Figura 11.Z – Formato da instrução AND Figura 11.HH – Formato da instrução QUE Figura 11.Y – Formato da instrução FRD Figura 11.W – Formato da instrução de zeramento – (CLR) Figura 11.DD – Formato da instrução MOV Figura 11.K – Temporizador na Desenergização (TOF) – Diagrama de Tempo Figura 11.II – Formato da instrução NEQ Figura 11.V – Formato da instrução de Negação (NEG) Figura 11.X – Formato da instrução TOD Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .I – Palavra de controle da instrução de Temporizador Figura 11.KK – Formato da instrução LEQ Figura 11.NN – Formato da instrução LIM Figura 11.MM – Formato da instrução GEQ Figura 11.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador Figura 11.AA – Formato da instrução OR Figura 11.JJ – Formato da instrução LES Figura 11.G – Exemplo da Instrução INV Figura 11.J – Temporizador na Energização (TON) – Diagrama de Tempo Figura 11.O – Diagrama de tempo do Contador Crescente e Decrescente Figura 11.A – Sistema de Redundância usando o módulo 1785-BCM 135 136 137 138 140 142 145 146 147 149 150 153 153 154 154 155 155 156 156 157 160 161 162 163 164 164 165 166 169 169 170 170 171 171 172 173 173 174 175 177 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VIII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.QQ – Exemplo da instrução MEQ Figura 11.GG – Formato da instrução CPT Figura 11.F – Exemplo de ramificação interna Figura 11.T – Formato da instrução de Divisão (DIV) Figura 11.FF – Exemplo da instrução MVM Figura 11.R – Formato da instrução de Subtração (SUB) Figura 11.U – Formato da instrução de Raiz Quadrada (SQR) Figura 11.CC – Formato da instrução NOT Figura 11._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 11.S.EE – Formato da instrução MVM Figura 11.PP – Formato da instrução MEQ Figura 11.P – Instrução de rearme de temporizadores e contadores Figura 11.

3 – Endereçamento do número da Estação DH+ do Controlador Tabela 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Especificações dos Controladores CLP-5 Tabela 2.5 – Endereço de Bit (Arquivos T.4 – Operação Lógica OU Exclusivo (XOR) Tabela 11.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Tabela 8.5 – Operação Lógica NOT Tabela 11.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Tabela 2._________________________________________________________________________ Índice Página TABELAS Tabela 2.1 – Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM 014 016 022 023 036 037 050 074 076 081 083 084 152 160 161 162 163 167 175 178 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IX de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Arquivo de Status do CLP-5 Tabela 8.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Tabela 8.6 – Símbolos de operações da instrução CPT Tabela 11.P.4 – Configuração da Porta serial do Controlador Tabela 2.1 – Bits de estado aritméticos Tabela 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7 – Símbolos e Tipos de operações da instrução CMP Tabela 12. C e R) Tabela 8.S.6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Tabela 4. C e R) Tabela 11.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados Tabela 8.2 – Operação Lógica E Tabela 11.3 – Operação Lógica OU Tabela 11.4 – Endereço de Palavra (Arquivos T.1 – Fontes de Alimentação em um Chassi do Controlador Tabela 2.

.Histórico e características do CLP § § § § § § § § § Criado em 1969 para a General Motors dos Estados Unidos. Menor tamanho que sistema com relés eletromecânicos convencionais.) A aquisição de dados de um CLP é feita normalmente utilizando-se de uma IHM ou Sistema Supervisório (ESC ou ECOS). 1.. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .PRÁTICA A sigla CLP significa Controlador Lógico Programável. Facilidade de manutenção e reparo. Fácil de programar e reprogramar (software).2 . É um equipamento de controle de processos e máquinas. através de interfaces de entradas e saídas.3 . projetado para uso em ambiente industrial. intertravamento. É usado para controle automático de subsistemas dentro de uma plataforma (Exemplo: Fogo e gás / Separador de óleo e gás / Geradores / Emergência / intertravamento de válvulas de segurança. Robustez mesmo em ambiente hostil (industrial). 1. Modular e expansível Confiabilidade aumentada quando se utiliza um sistema de redundância. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 1 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Aumenta a produtividade. Este sistema eletrônico é usado para fazer lógica seqüencial. alarme e segurança.P._________________________________________________________________________ 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Aceitar entradas e saídas para diferentes níveis de tensão (Vac / Vcc). usando memória programável para armazenar instruções orientadas para o usuário. etc. programável através de um computador e apropriado para aplicações industriais em operações sequenciais. No termo em inglês é usada a sigla PLC que significa Programmable Logic Controller.1 – IEC ( International Electric Committee ) É um sistema eletrônico operando digitalmente. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1. temporização e contagem de eventos e controle de máquinas ou processos.S.

P.4 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.A – Vista do Controlador PLC-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 2 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 1.Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) § Apresenta configuração modular e expansível sendo selecionado e montado pelo usuário de acordo com suas necessidades Figura 1.

S. abandono. sensores de nível. comandos para válvulas proporcionais. (Exemplo: Controle dos geradores._________________________________________________________________________ 1.Arquitetura de um Controlador Lógico Programável ( CLP ) Variáveis de Saída da Planta Eventos ON / OFF Sensores mecânicos Sensores capacitivos I T Sensor de Temperatura I P Sensor de Pressão Variáveis de Saída da Planta MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ANALÓGICAS Variáveis de Entrada do CLP Supervisão IHM Controlador Lógico Programável Variáveis de Saída do CLP PLANTA OU PROCESSO INDUSTRIA L Contatores e Relés Convencionais Variáveis de Entrada na Planta Comandos ABRE / FECHA Comandos LIGA / DESLIGA Comandos PROPORCIONAIS Solenóides de válvulas Lâmpadas / Sirenes CIRCUITOS DE ENTRADAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de entrada de campo (Exemplos: chaves de nível.5 . emergência.P. É responsável pela execução do programa aplicativo (ladder) que controla a(s) planta(s) dentro da plataforma. temperatura. etc) CIRCUITOS DE SAÍDAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de saída de campo (Exemplos: solenóides. botões liga / desliga. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . etc ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 3 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. fogo e gás. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . sirenes. separador de óleo / gás. É o cérebro do CLP. etc) CPU q Unidade Central de Processamento. transmissores de pressão.

programação e documentação do PLC-5. TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO q É um microcomputador onde é instalado um software de configuração. podendo também comunicar-se com o CLP através da porta serial. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Exemplo: memória RAM (Random Access Memory) No PLC-5 o programa e dados são armazenados na memória RAM com backup através de bateria de lítio. Geralmente o terminal de programação comunica-se com o CLP através da rede Ethernet / TCP-IP (Em caso de plataformas onde o sistema já está instalado).P. q Existem 02 tipos de memórias: Memória volátil ou não retentiva => O conteúdo desta memória é apagado quando não existe tensão aplicada. Exemplo: memória EEPROM (Electrical Erasable Programmable Read Only Memory) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 4 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. utilizando o protocolo DF1 (Full Duplex) q MEMÓRIA q É o local onde os dados e programas do CLP são armazenados. q Este terminal será utilizado como ferramenta de diagnósticos e manutenção do CLP.S. Este software é chamado de RS Logix 5 e roda em ambiente Windows (sistema operacional). Memória não volátil ou retentiva => O conteúdo desta memória fica armazenado mesmo quando não existe tensão aplicada._________________________________________________________________________ FONTE DE ALIMENTAÇÃO q É utilizada para a energização do barramento do rack permitindo a alimentação dos circuitos eletrônicos da CPU e módulos instalados no rack. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

8.B – Vista do Chassis do CLP-5 n Estrutura metálica onde são encaixados os módulos do CLP e a Fonte de alimentação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Arquitetura do CLP-5 A arquitetura do CLP-5 acompanha o mesmo padrão utilizado por qualquer sistema de controle baseado em CLP.P. n Utiliza um barramento dedicado para sinais de alimentação. 12 ou 16 slots Módulo Processador (CPU) Interface de Entradas e Saídas Digitais e Analógicas Módulos Especiais (Interfaces de redes. Cartão de pulsos de alta freqüência._________________________________________________________________________ 1. sendo basicamente constituída por: n n n n n n n Chassis de 4.6 . n No Chassis são inseridos os seguintes cartões: n Fonte de alimentação n CPU n Módulos de entradas e saídas (E/S ou I/O) n Módulos de comunicação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 5 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. controle e dados de comunicação entre a CPU e os demais módulos. etc) Memórias Fontes de alimentação Dispositivos de programação (RS Logix 5) Figura 1.S.

Funcionamento do CLP 1 – O Processador do CLP lê continuamente os status dos módulos de entrada e atualiza a memória de imagem das entradas ( Tabela Imagem das Entradas ). A medida que o CLP executa cada linha de programa ele atualiza a sua memória de imagem das saídas (Tabela Imagem das Saídas). baseada nas informações da memória de imagem das entradas._________________________________________________________________________ 1. Figura 1. 3 – O Processador do CLP ativa ou desativa os canais dos cartões de saída. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .C – Funcionamento do CLP Módulo de entrada Equipamento de entrada Processador do CLP lê continuamente os status do módulo de entrada e atualiza a imagem de entrada Processador do CLP resolve continuamente o programa lógico do usuário baseado nos status da tabela de imagem da entrada Programa lógico do usuário Processador do CLP atualiza continuamente os status da tabela de imagem da saída baseado na solução do programa lógico do usuário Processador do CLP ativa ou desativa continuamente os status do módulo de saída de acordo com os status da tabela de imagem da saída Tabela de imagem de saída Módulo de saída ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 6 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2 – O Processador do CLP executa continuamente a lógica de programa do usuário. baseados nos status da memória imagem das saídas.P.7 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Este tempo depende das instruções utilizadas.Ciclo de Operação do CLP ( SCAN ) O ciclo de operação de um CLP consiste em uma série de operações seqüenciais e repetidas. 3. Para se medir o tempo de SCAN de uma aplicação é necessário utilizar-se de um terminal de programação (microcomputador rodando o software RS Logix 5) e estabelecer comunicação com a CPU e acessar a janela de Diagnósticos do CLP. a menos que a lógica do seu programa altere o ciclo normal de operação. 4. 5.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Tempo requerido pela CPU para varrer e ler todas as entradas. Figura 1. 2.D – Ciclo de SCAN Housekeeping (Atualização da memória interna de diagnósticos) 5 1 Leitura das Entradas Serviços de Comunicação 4 SCAN 2 Execução do programa aplicativo (LADDER) 3 Atualização das saídas Descrição: 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 1.8 .Tempo requerido pela CPU para varrer e escrever em todas as saídas.P.Housekeeping é o tempo gasto com atualização dos registros internos de diagnósticos. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 7 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Tempo requerido pela CPU para executar todas as instruções presentes no programa aplicativo. Observação: O SCAN é medido em milisegundos (ms).Parte do ciclo de operação em que ocorre a comunicação com o terminal de programação.

( Exemplos: cálculo e totalização de vazão. controle de uma malha PID de temperatura e/ou pressão ).Interrupção do ciclo de operação O ciclo de operação (SCAN) de um CLP pode ser interrompido por uma rotina de programa específica.E – Interrupção do Ciclo de Operação PROCESSAMENTO DO PROGRAMA leitura dos sinais de entrada atualização das saídas Rotina de interrupção ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 8 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o CLP executa uma rotina de controle de nível ) Figura 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Existem dois tipos de rotinas que podem interromper o ciclo normal de operação de um CLP a) Rotina de interrupção por tempo (STI) b) Rotina de interrupção por evento (PII) A rotina de interrupção por tempo é executada em intervalos de tempo prédefinidos pelo programador ou usuário ( Exemplo: A totalização de vazão deve ser feita a cada 1000 ms ). A rotina de interrupção por evento é executada somente quando um evento ocorrer (Exemplo: quando uma chave de nível atuar._________________________________________________________________________ 1.9 .

_________________________________________________________________________

2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5
2.1 - CHASSIS O Chassis é o bastidor utilizado para o encaixe dos seguintes módulos: • Fonte de Alimentação • CPU ou módulo adaptador • Módulos de entrada / saída • Módulos especiais Existem três tipos de chassis quanto sua denominação: Chassis Principal à Aquele que abriga a CPU Chassis de Expansão Local à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Local expandida (1771-ALX) e módulos adicionais de E/S Chassis de Expansão Remota à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB) e os módulos adicionais de E/S O Chassis contém um barramento dedicado AB (Allen Bradley). Este barramento é dividido em sinais de controle, sinais de transferência de dados e sinais de alimentação. Existem quatro modelos de Chassis: 1771- A1B à 04 slots + slot da CPU 1771- A2B à 08 slots + slot da CPU 1771- A3B à 12 slots + slot da CPU 1771- A4B à 16 slots + slot da CPU
Figura 2.A – Tamanhos de chassis

1771-A1B

1771-A2B

1771-A3B

1771-A4B

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_________________________________________________________________________ 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassis Principal ( com CLP-5) No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe um conjunto de 08 miniseletoras utilizadas para a configuração do mesmo. A configuração destas miniseletoras depende do tipo de Chassis a ser empregado na configuração do sistema (Principal, Expansão Local, Expansão Remota). Mostraremos primeiramente a configuração do Chassis Principal, ou seja, aquele que abriga o Módulo Controlador (CPU).
Figura 2.B – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação
Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação

SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8

Miniseletora

Posição

Descrição Saídas permanecem no seu último estado quando ocorre uma falha no hardware (1) Saídas são desenergizadas quando ocorre uma falha de hardware (1) Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis para 02 ranhuras Define o endereçamento do Chassis para 01 ranhura Define o endereçamento do Chassis para ½ ranhura Não permitido Transfere programa aplicativo da memória EEPROM para a memória RAM do Controlador na Energização (2) Transfere da EEPROM para a memória RAM do Controlador se a memória do mesmo não for válida Não transfere (3) Proteção da memória RAM do Controlador desabilitada Proteção da memória RAM do Controlador habilitada (4)

ON SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 / SW-5 SW-6 / SW-7 OFF OFF OFF
OFF OFF ON ON OFF ON ON OFF ON OFF ON OFF ON OFF OFF ON

SW-8

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_________________________________________________________________________ Notas: (1) Independentemente do ajuste da mini-seletora, as saídas são desenergizadas quando: - o controlador detecta um erro de run-time - ocorre uma falha na placa de fundo do Chassis de E/S - o modo teste ou programação é selecionado - um bit do arquivo de status é ajustado para desenergizar uma gaveta local. (2) Se um módulo de memória EEPROM não estiver instalado, o indicador PROC pisca e o controlador energiza o bit S:11/9 (bit 9) da palavra de falha grave do CLP. (3) Uma falha no controlador ocorre se a memória do controlador (indicador PROC aceso) não for válida (4) Não é possível limpar a memória do controlador quando esta mini-seletora está na posição ON, ou descarregar um novo programa no CLP (download). É possível apenas alterar linhas de programa no modo de edição ON LINE.

2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de Alimentação no Chassis de E/S No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe também um “jumper” de seleção do tipo de Fonte de Alimentação que será instalada no Chassis. Existem 02 tipos de fonte de alimentação: a) Placa fonte de alimentação que é colocada em uma ranhura (slot) do Chassis b) Fonte de Alimentação externa que é montada no lado esquerdo do Chassis Deste modo este “jumper” é usado para selecionar se o chassis receberá uma placa fonte de alimentação ou será energizado através de uma fonte externa.
Posição do jumper Descrição

Y N

Quando se utiliza Fonte de alimentação interna (módulo fonte de alimentação) Quando se utiliza Fonte de alimentação externa

Observação: Não é possível energizar um único chassis com um módulo fonte de alimentação e uma fonte de alimentação externa.

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_________________________________________________________________________ 2.2 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO A Fonte de alimentação é utilizada para energização do Módulo Controlador (CPU) ou módulo adaptador, módulos de E/S e módulos especiais encaixados em um Chassis. Existem 02 tipos de Fontes de alimentação que podem ser utilizados no Sistema de Controle usando PLC-5: a) Módulo Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação interna porque está instalada em uma ou duas ranhuras de um chassis. b) Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação montada na lateral esquerda do chassis. Não utiliza ranhuras para cartões de E/S.

Figura 2.C – Módulo Fonte de alimentação

Figura 2.D – Fonte de alimentação externa

Fonte de Alimentação

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E – Vista frontal do módulo Fonte de Alimentação LED indicador de alimentação Conector paralelo Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Conexão da alimentação Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .F – Vista frontal Fonte de alimentação externa Conexão da alimentação Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Chave seletora de Tensão LED indicador de alimentação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 13 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Figura 2.

P.1: Fontes de alimentação em um Chassis com o Controlador Alimentação de entrada Fonte 1771-P3 1771-P4 1771P4S 1771P4S1 1771P4R 1771-P5 1771P6S 1771P6S1 1771P6R 1771-P7 1771PS7 Corrente de saída (A) 3 8 8 8 8 / 16 8 8 8 8 / 16 16 16 Corrente de Saída (A) quando em paralelo com: P3 P4 P4S P4S1 P5 P6S P6S1 6 11 11 11 16 16 11 16 16 16 Localização da Fonte de Alimentação Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura 120 Vca 120 Vca 120 Vca 100 Vca 120 Vca 24 Vcc 220 Vca 200 Vca 220 Vca 120/220 Vca 120/220 Vca 16 16 16 Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Externa (1) Externa (1) (1) Não se pode utilizar uma fonte de alimentação externa e um módulo fonte de alimentação para fornecer alimentação ao mesmo chassis.S._________________________________________________________________________ Tabela 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 14 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pois não são compatíveis. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Modelos de Controladores para plataforma PLC-5: Processador CLP-5/11 CLP-5/15 (*) CLP-5/20 CLP-5/25 (*) CLP-5/30 CLP-5/40 CLP-5/60 CLP-5/40L CLP-5/60L CLP-5/80 Código de catálogo 1785-L11 1785-LT 1785-L20 1785-LT2 1785-L30 1785-L40 1785-L60 1785-L40L 1785-L60L 1785-L80 (*) Os Processadores CLP-5/15 e CLP-5/25 são CPUs pertencentes à plataforma antiga (primeiros processadores da família CLP-5) e os demais processadores são pertencentes à nova plataforma. É responsável pela varredura das E/S. Cada chassi ou bastidor permite apenas 01 CPU instalada na ranhura mais à esquerda._________________________________________________________________________ 2.P.3 – Módulo Controlador ou CPU A CPU é o cérebro do CLP-5. As demais ranhuras são reservadas para módulos de E/S e/ou especiais. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 15 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. As diferenças básicas entre as CPU´s são: a) Capacidade de memória (programa + dados) b) Capacidade de controle de E/S digitais e/ou analógicas c) Velocidade de processamento (freqüência do microprocessador). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Existem vários modelos de CPU´s da família PLC-5.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . execução do programa aplicativo que controla o processo (cada subsistema de uma plataforma) e diagnósticos do sistema.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 512 E/S. 512 entradas e 512 saídas.17 Sim 48K 0 . 1 – 15 remotas 1 – 4 local. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 16 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos Observação: Memória de 1K = 1024 words (1024 palavras ou registros de 16 bits). 0 – 3 remotas 1 – 4 local._________________________________________________________________________ Tabela 2.17 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim Sim Sim Sim Sim 6K / 14K (1) 13K / 21K (1) 8K 16K 32K 48K 0 .27 Adaptador e Scanner Sim 100K (1) (2) (3) (4) (5) Expansão de memória com módulo de expansão 1785-MS Todos os números das gavetas de E/S estão em notação OCTAL. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 1024 entradas e 1024 saídas. utilizando módulos de E/S de 32 pontos com endereçamento de ½ ranhura no chassis de E/S (6) 2048 entradas e 2048 saídas. 1 – 15 local expandida e remota 1 – 4 local. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos (7) 3072 entradas e 3072 saídas. 1 – 7 remotas 1 – 4 local.27 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim 64K 64K 0 . 1 – 7 remotas 1 – 4 local 1 remota 1 – 4 local.27 0 . 3 remotas 1 – 4 local. 1 – 23 remota 1 – 4 local 1 – 23 local expandida e remota 1 – 4 local 1 – 23 remota 0-3 0-7 0-3 0-3 0-7 0 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2: Especificações dos Controladores CLP-5 Números das Gavetas de E/S (2) Controlador Capacidade De E/S Número total de Gavetas de E/S Configurações Da Gaveta Modos de comunicação de E/S Remota Configuração Automática de E/S Memória do Controlador CLP-5/15 CLP-5/25 CLP-5/11 CLP-5/20 CLP-5/30 CLP-5/40 512 (3) 1024 (4) 512 (5) 512 (5) 1024 (4) 2048 (6) 4 8 4 4 8 16 CLP-5/40L 2048 (6) 16 CLP-5/60 CLP-5/60L 3072 (7) 3072 (7) 24 24 CLP-5/80 3072 (7) 24 1 – 4 local.P.

_________________________________________________________________________ Figura 2. D-shell Comunicação com a rede 3 pinos DH+ Rede E/S remota 3 pinos Conecta um terminal de programação diretamente ao controlador.S.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 (Plataforma antiga) Indicador de comunicação Ativa / em Falha (verde / vermelho) Indicador de E/S Remota ativa / falha (verde / vermelho) Indicador do Modo de operação (verde) Indicador de Bateria Fraca (vermelho) Indicador operação / falha no controlador (verde / vermelho) Indicador Force (âmbar) Compartimento da bateria Conexão com o Terminal de Programação Conexão com a REDE DH+ Conexão com a REDE de E/S remota Conector para Tipo do conector Descrição Terminal de Programação 9 pinos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 17 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos da rede DH+ Estabelece a conexão com a rede DH+ Estabelece a conexão com as gavetas de E/S remotas.

S._________________________________________________________________________ Figura 2.determinar o número de palavras da tabela de dados reservadas para estabelecer a comunicação entre um controlador principal e o controlador CLP-5 operando como adaptador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .determinar o número da gaveta de E/S do CLP-5. . .H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 Vista superior do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW3 SW2 Utilize a miniseletora SW1 Para: -definir o número da estação do controlador na rede DH+ -selecionar o modo de operação (adaptador ou scanner) para o controlador .P.número do primeiro grupo da gaveta na qual o CLP-5. operando como adaptador. operando como adaptador. . SW2 SW3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 18 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . está instalado.conectar um resistor de terminação na linha do controlador quando este for o último dispositivo da rede DH+ e/ou rede de E/S remota.

_________________________________________________________________________ Figura 2. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B 0 25 pinos. Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. D-shell Porta serial opticamente isolada. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. RS-422 e RS-423.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . sem paridade.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 CLP-5/11 CLP-5/20 Chave seletora de Modo de operação LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Slot para instalação do módulo de memória EEPROM (opcional) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta serial Canal 0 Indicador de status do canal 1A (verde/verme -lho) Compartimento de bateria Conexão do terminal de programação quando o canal 1A está configurado para rede DH+ Canal 1A Porta DH+ fixa Indicador de status do canal 1B (verde/vermelho) Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. 1 stop bit. mini-DIN (2 conectores) DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 19 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos dos canais 1A .P. 1A 1B 3 pinos Terminal de Programação 8 pinos. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. O canal 1A do CLP-5/20 é uma porta DH+ fixa. escravo ou mestre). adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

5/60 ou 5/80 CLP-5/30 Chave seletora de modo de operação Indicador do canal 2A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 2A estiver configurado para DH+ LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Indicador do canal 2B (verde constante) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta de comunicação Canal 2A Porta de comunicação Canal 2B Indicador do canal 1A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 1A estiver configurado para DH+ Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Indicador do canal 1B (verde constante) Instalação do módulo de memória EEPROM Porta serial Canal 0 Porta serial Canal 0 Compartimento de bateria Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. escravo ou mestre). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 1A 1B 2A 2B . sem paridade. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B Canais não utilizados: 2A e 2B 0 25 pinos. 1 stop bit. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto.S.P. Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. CLP-5/40. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). Utilizam-se estes conectores quando os canais 1A e 2A estiverem configurados para rede DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 20 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. RS-422 e RS-423._________________________________________________________________________ Figura 2. 3 pinos Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. mini-DIN Possui conexão paralela com o conector de 3 Programação (2 conectores) pinos dos canais 1A e 2A.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30. D-shell Porta serial opticamente isolada. Terminal de 8 pinos. CLP-5/60 e CLP-5/80 CLP-5/40 .

Os padrões elétricos disponíveis são compatíveis com EIA RS-232C. CLP5/30.definir o número da estação do canal 1A na Rede DH+ .K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/11 . RS-423 ou RS-422.P._________________________________________________________________________ Figura 2. CLP-5/60 e CLP-5/80 Vista lateral do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW2 Utilize a miniseletora SW1 SW2 Para: . CLP-5/40. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . CLP-5/20 .definir a configuração do padrão elétrico para a porta serial 0. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 21 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

Ajuste a mini-seletora 7 em D (desligada). Localize o grupo SW1 (figura 17) 2. Importante: O ajuste default (de fábrica) da mini-seletora para o canal 1A é o endereço 0 da estação DH+ 1. Ajuste as mini-seletoras 1-6 de acordo com a tabela 3. Tabela 2.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 L L L L L L L L L L L L L L L L Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 L L L L L L L L L L L L L L L L 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 20 21 22 23 24 25 26 27 30 31 32 33 34 35 36 37 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 22 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A Utilize o grupo de mini-seletoras SW1 para configurar o endereço da Estação DH+ do Controlador para o canal 1A quando este canal for utilizado para conexão à rede DH+._________________________________________________________________________ 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3. pois não é utilizada.P. Este ajuste é lido pelo Processador na energização e quando a memória do controlador apresenta uma falha que depois é removida.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

-423. Utilize o grupo SW2 para especificar a configuração da porta.2 – Configuração da Porta Serial O canal 0 é uma porta serial configurável para comunicação RS-232C. Localize o grupo de mini-seletoras SW2 (conforme figura 17) 2. Proceder como descrito a seguir: 1. 8 e 10 estão sempre ajustadas em Off (desligada) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 23 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Tabela 2. 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . As mini-seletoras 4.S.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 40 41 42 43 44 45 46 47 50 51 52 53 54 55 56 57 60 61 62 63 64 65 66 67 70 71 72 73 74 75 76 77 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.P.4: Configuração da Porta Serial do Controlador Para utilizar esta configuração da porta serial: Ajuste as mini-seletoras da seguinte forma: 1 L D L 2 L D L 3 L L L 4 D D D 5 D D D 6 L D L 7 L D D 8 D D D 9 L L L 10 D D D RS-232C RS-422A RS-423 Observação: As mini-seletoras 3 e 9 estão sempre ajustadas em On (ligada). Ajuste o grupo SW2 de acordo com a tabela 4 Tabela 2. -422 ou compatível.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 24 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. CLP-5/40E.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E. CLP-5/80E (Plataforma ETHERNET) Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S. cabo coaxial e fibra-óptica. Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT)._________________________________________________________________________ Figura 2. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos.

P.S.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Estes Controladores possuem uma interface paralela de comunicação com Chassis de Expansão Local A porta 2 é a porta de expansão local e nela instala-se um cabo paralelo para interligação aos chassis de expansão local. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 25 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

CLP-5/40C e CLP-5/80C (Plataforma CONTROL NET) Estes Controladores possuem uma interface ControlNet com redundância incorporada no próprio Módulo Processador. O cabo coaxial da rede ControlNet é instalado em um conector BNC ou em ambos conectores quando se trabalha com redundância de meio físico. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Figura 2.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 26 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. A porta 2 é a porta ControlNet e utiliza dois conectores do tipo BNC.N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Não é possível alterar o modo de operação através do terminal de programação. Quando a chave é colocada na posição PROG: . .É possível criar.As saídas do Controlador são desabilitadas.Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM.Permite o force das E/S. . . modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados.3 – Modos de operação do Controlador CLP-5 Quando a chave é colocada na posição RUN: .O Controlador pára de executar o programa aplicativo.As saídas do Controlador são habilitadas.É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador.3._________________________________________________________________________ 2. .Executa-se o programa aplicativo.O equipamento ou processo controlado por este Processador inicia a operação Impedimento: Não é possível criar ou apagar um arquivo de programa. . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . . . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . . criar ou apagar arquivos de dados ou alterar os modos de operação através do terminal de programação. Observação: O controlador pára de executar a varredura do programa aplicativo.P.É possível salvar o programa aplicativo no disco rígido do programador (micro rodando o RSLogix5). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 27 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

Controlador varre o programa aplicativo.Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM._________________________________________________________________________ Quando a chave é colocada na posição REM: . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Programação remota / REM PROG . .É possível alterar os modos de operação para Programação.As saídas do Controlador são desabilitadas. .: Não é possível criar ou apagar programas de aplicação ou arquivos de dados. . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .É possível criar. modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados. Teste ou RUN através do terminal de programação.Executa os programas de aplicação com as saídas desabilitadas. Operação remota / REM RUN .É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador.As saídas do controlador são habilitadas.P.S. Teste remoto / REM TEST . . .O Controlador pára de executar o programa aplicativo.Salvar/recuperar e editar programas em On Line Obs. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 28 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. .

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Ação substituir a bateria PROC à Led indicador de RUN ou Falha do CLP CPU no modo Program ou Test CPU no modo RUN ou Operação CPU com falha de Run Time (vermelho piscante) CPU com falha de hardware e/ou memória (vermelho fixo) FORCE à Led indicador de forces de E/S no CLP Não existe ponto forçado no CLP Existe(m) force(s) desabilitados (âmbar piscante) Existe(m) force(s) habilitados (âmbar fixo) COMM à Led indicador de comunicação pela porta serial Comunicação inativa (sem comunicação) Comunicação ativa (verde piscante) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 29 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 2.4 – LEDs sinalizadores de STATUS do CLP-5 BATT à Led indicador de bateria fraca Bateria normal Bateria fraca.

durante a instalação da bateria. 5/60. Recomenda-se que a substituição da bateria de lítio seja feita todo ano ou quando o indicador de bateria (BATT) acender.3.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador Caso o controlador CLP-5 esteja desenergizado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. para NÃO perder o programa. ATENÇÃO: Descargas eletrostáticas podem danificar os circuitos integrados ou os semicondutores do controlador. observe as seguintes precauções: • • • Use uma pulseira de aterramento ou toque em um objeto aterrado antes de manusear o controlador. durante a manutenção regular. guardá-lo em saco antiestático. Quando houver substituição da bateria do controlador. 5/30. caso contrário. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Ao instalar a bateria. 5/40L. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/11. Escreva a data da instalação da bateria na cobertura do compartimento. 5/40. Entretanto. Quando o controlador não estiver sendo utilizado. originárias de descargas eletrostáticas. A não observância dos cuidados descritos a seguir poderá resultar em danos ao CLP-5 Para evitar danos ao controlador.65 g de lítio). deve-se proceder conforme descrito nas seguintes etapas: Etapa 1: Etapa 2: Etapa 3: Etapa 4: Etapa 5: Remova o controlador do saco antiestático. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO ao trocar a bateria.S. Coloque a cobertura do compartimento sobre a bateria e aperte os parafusos. perderá a memória. Localize o conector da bateria. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 é 1770-XY (contém menos de ½ g de lítio). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 30 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Importante: Pode-se inserir ou remover a bateria sem que o controlador seja desenergizado. 5/20._________________________________________________________________________ 2. Instale a bateria conforme figura 21. Importante: O módulo CMOS RAM possui memória volátil. a bateria do controlador manterá os dados em sua memória CMOS-RAM. 5/60L e 5/80 é 1770-XYC (contém menos de 0. Não toque nos pinos dos conectores ou no conector da placa de fundo do chassis de E/S.

_________________________________________________________________________ Para substituir a bateria. a) Encaixe devidamente o conector do controlador na bateria. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/30. -5/40L ou -5/60L. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/11 ou CLP-5/20 B. Figura 2.P. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP5/30. proceder como descrito a seguir: 1 2 3 Solte os parafusos de aperto manual do compartimento de bateria. b) Dobre os fios e coloque a bateria no compartimento. 5/60. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . -5/40.S. com a polaridade positiva primeiro. pressione a trava da bateria e desencaixe os conectores. 5/40. b) Para remover a bateria. 5/60L e 5/80 a) Encaixe devidamente o conector da bateria no conector do controlador.O – Instalação da Bateria A.-5/60. Observe o procedimento adequado de instalação para a bateria que está sendo substituída. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 31 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. C. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Remova a bateria. 5/40L.

-5/60. -ME64 Pino de codificação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 32 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. -5/40L.3. -5/40. A colocação do módulo estará correta se os pinos conectores na parte traseira da EEPROM forem encaixados adequadamente no conector correspondente no controlador. Figura 2. 3. -5/60L ou -5/80 Os módulos de memória EEPROM são módulos opcionais e que são utilizados para armazenamento do programa aplicativo.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM 1785-ME16.S. além do backup via bateria de lítio. pois isso poderá resultar em perda de memória do programa e falha do controlador. Insira com firmeza o módulo EEPROM no controlador com o pino de codificação voltado para baixo.P.ME32.6 – Instalação dos módulos EEPROM nos Controladores CLP-5/11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Desligue a alimentação do chassi e do controlador. ATENÇÃO: Não coloque ou remova a EEPROM se o controlador estiver energizado._________________________________________________________________________ 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Marque o módulo de memória para indicar os programas ou controlador que será copiado. Os modelos de módulo EEPROM que podem ser adquiridos são: 1785-ME16: 16 K palavras 1785-ME32: 32 K palavras 1785-ME64: 64 K palavras Observe as seguintes precauções antiestáticas: 1. 2. -5/30. -5/20. .

Estas interfaces podem ser instaladas em um rack Principal e/ou rack de expansão local ou remota. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .) são interligados ao CLP-5 através das Interfaces de E/S digitais e/ou analógicas como visto na Arquitetura do CLP-5.4.MÓDULOS DE E/S DIGITAIS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de Entradas e Saídas digitais fazem a interface dos sinais de entrada e saída de campo com o CLP. Existem módulos de entradas para tensões de corrente contínua e corrente alternada._________________________________________________________________________ 2. dependendo do tipo de fonte de alimentação usada para alimentar o sensor ou a solenóide. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . chaves de pressão. transmissores de nível. § § § 2. Com relação aos módulos de Entradas e Saídas digitais para tensões de corrente contínua são definidos dois tipos de módulos: a) Sink ou lógica positiva b) Source ou lógica negativa. Geralmente estas interfaces podem ser Racks Remotos ou Flex I/O.1 . pressão. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 33 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Estas interfaces podem também ser instaladas em uma rede proprietária da Allen Bradley chamada de Rede de E/S remotas.P.S.4 § SISTEMAS DE E/S Os sensores de campo digitais e analógicos (ex: chaves de nível. Faremos um breve estudo dos cartões da AB (Interfaces E/S) para racks e posteriormente quando estudarmos a rede de E/S remotas trataremos das interfaces chamadas Racks Remotos e Flex I/O. temperatura. etc.

ele drena corrente do circuito de entrada do módulo.Módulo de Entrada digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado ao positivo da fonte. ele fornece corrente ao circuito de entrada do módulo.4. Figura 2.Q – Conexão do tipo entrada SINK 2.P.1 . Figura 2.S.1._________________________________________________________________________ 2. Quando o mesmo atua.4.1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando o mesmo atua.R – Conexão do tipo entrada SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 34 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 .Módulo de Entrada digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado ao negativo da fonte.

1.3 .4. Figura 2.S – Conexão do tipo saída SINK 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Módulo de Saída digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado entre o negativo da fonte externa e o terminal de saída do módulo.T – Conexão do tipo saída SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 35 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 . ele fornece corrente para o dispositivo de campo._________________________________________________________________________ 2.P. Quando o terminal de saída do módulo atua.1.S. Figura 2. ele drena corrente do dispositivo de campo. Quando o terminal de saída do módulo atua.Módulo de Saída digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado entre o positivo da fonte externa e o terminal de saída do módulo.

botoeira local abre / fecha. Tabela 2. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo.) Existem módulos de entrada com densidade de 8. chaves de nível..P. chaves de filtro condensado.. pressostatos.4.S. Existem módulos de entrada para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada).5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Módulo 1771-IB 1771-IBD 1771-IBN 1771-IA 1771-IAD Número de canais 8 16 32 8 16 Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca 110 Vca Lógica Pos / Neg Pos Pos Pos - Figura 2.(1771-IBN) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 36 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 2.Módulos de Entradas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( chaves fim de curso de válvulas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 .U – Vista do Frontal do Módulo de Entrada Digital . 16 ou 32 canais. etc. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo..) Existem módulos de saída com densidade de 8.Módulos de Saídas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( solenóides. Existem módulos de saída para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada)._________________________________________________________________________ 2. contatores. lâmpadas.P. sirenes.6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Módulo 1771-OB 1771-OBD 1771-OBN 1771-OA 1771-OW16 Número de canais 8 16 32 8 16 saídas de contato seco Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca Vcc / Vca Carga 2A 2A 2A 2A 2A Lógica Pos / Neg Neg Neg Neg - Figura 2.3 . 16 ou 32 canais.V – Vista do Frontal do Módulo de Saída de contato seco – (1771-OW16) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 37 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. etc.. relés de comando liga/desliga. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Tabela 2.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . nível. ajustando o valor para manter o nível o mais próximo do valor pré-determinado. Cada canal permite a interligação de um sinal de entrada analógica proveniente de um transmissor de corrente e / ou tensão.1 .) com o CLP.4. Inicialmente a válvula é aberta com 100%. o nível no tanque começa a subir e quando o nível está se aproximando do valor pré-determinado (Setpoint). Existem módulos de 8 canais diferenciais ou 16 canais simples. Existe um componente chamado conversor de analógico para digital (A/D) responsável pela conversão de um sinal de corrente ou tensão em um número binário proporcional na faixa de 0 a 4095 ou 0 a 32767 dependendo do tipo de conversor. pressão. nível.4.4 .P.MÓDULOS DE E / S ANALÓGICAS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de E / S analógicas permitem que o CLP possa medir e / ou controlar grandezas físicas como temperatura. dessa forma.. corrente. temperatura.Módulos de Entrada Analógica Os módulos de Entrada Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: pressão.S._________________________________________________________________________ 2. Um exemplo de aplicação utilizando estes módulos é o controle de nível indicado na figura abaixo. Figura 2. etc. velocidade. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 80%.4. § § § Exemplos: Transmissor de temperatura Transmissor de pressão à 4 a 20 mA à A/D à 0 a 4095 à 0 a 10 Vcc à A/D à 0 a 4095 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 38 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o processador modifica o valor para a saída da válvula em 90%.. velocidade. A quantidade de fluido que entra no tanque é controlada através do ajuste percentual de abertura da válvula. etc.W – Controle de nível Sinal de corrente de 4 a 20 mA Válvula CPU Módulo EA Tanque Sinal de corrente de 4 a 20 mA Módulo SA L/I Transmissor de nível 2.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . .X – Conversor A/D Conversor Analógico / Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão A/D 0 a 4095 Registro no CLP Exemplo: Módulo 1771-IFE . ._________________________________________________________________________ A conversão do sinal para escala em unidades de engenharia pode ser configurada no próprio módulo EA ou feita através de programa utilizando-se instruções matemáticas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .É um módulo de EA configurável para 16 canais simples ou 8 canais diferenciais.S.P.Existe um conversor A/D de 12 bits 4 mA 12 mA 20 mA à0 à 2048 à 4095 Diagrama de conexão do módulo 1771-IFE com transmissores a 2 fios ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 39 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 2.Cada EA pode ser individualmente configurada para uma entrada de corrente ou tensão (via hardware).

_________________________________________________________________________ 2.4.4.2 - Módulos de Saídas Analógicas Os módulos de Saída Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: comando de abertura de uma válvula proporcional) com o CLP. Existem módulos de 4 canais. Cada canal permite a interligação de um sinal de saída analógica. Existe um componente chamado conversor de digital para analógico (D/A) responsável pela conversão de um número binário de 0 a 4095 em um sinal de corrente e / ou tensão configurado. Exemplos: § Abertura da válvula em 50% => § Abertura da válvula em 100% =>

2048 => D/A => 12 mA 4095 => D/A => 20 mA

A conversão do sinal de unidades de engenharia para a faixa de 0 a 4095 counts pode ser feita através de instruções matemáticas ou configuradas no próprio módulo de SA.

Figura 2.Y – Conversor D/A

Conversor Digital / Analógico Comando Abertura de 50% 2048 0 a 4095 4 ~ 20 mA
atuador elétrico

D/A
Válvula proporcional

REGISTRO NO CLP

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_________________________________________________________________________ Exemplo: Módulo 1771-OFE2 - É um módulo de SA com 04 saídas isoladas de 4 a 20 mA. - O conversor D/A do módulo é de 12 bits 0 à 0 mA 2048 à 12 mA 4095 à 20 mA Diagrama de conexão de um dispositivo analógico à borneira do módulo 1771OFE2

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_________________________________________________________________________

3. Rede de E/S local estendida usando os CLP – 5/40L ou CLP-5/60L
§ § É possível expandirmos a quantidade de módulos de E/S inserindo os mesmos em chassis de expansão local (chassi que não contém CPU). Em cada chassi de expansão deverá ser instalado um módulo adaptador de E/S local estendida (1771-ALX). Este módulo só pode ser interligado a controladores CLP-5/40L ou CLP-5/60L. A rede de expansão Local é uma rede de comunicação paralela do controlador programável. Esta rede utiliza um módulo 1771-ALX em cada chassi. O comprimento máximo do cabo para esta rede é de 30 m.
Comprimento do cabo (m) 1 2 5 7 10 15 20 25 30 Código de catálogo 1771-CX1 1771-CX2 1771-CX5 1771-CX7 1771-CX10 1771-CX15 1771-CX20 1771-CX25 1771-CX30

§

§

§ § §

Os cabos possuem um conector de terminação simples em uma ponta e um conector de terminação dupla na outra. Para interligar os chassis ao controlador é necessário instalar os seguintes módulos: Controlador CLP-5/40L ou CLP-5/60L § A porta 2 incorporada ao controlador é a interface para comunicação com os chassis de expansão local estendida. § Fornece uma Interface paralela de alta velocidade. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status. Módulo adaptador de E/S local estendida – 1771-ALX § Sempre localizado na 1ª (primeira) ranhura do rack de expansão. § Último módulo 1771-ALX requer plug terminador. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status.
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§

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_________________________________________________________________________ Figura 3.A – Desenho da rede E/S Local estendida

CLP-5/40L ou CLP-5/60L

1771-ALX

1771-ALX

Figura 3.B - Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX

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Tipos de subsistemas de E/S instalados na rede E/S remota: § Racks Remotos (Módulos E/S . o Controlador do PLC-5 localizado no Rack Principal terá controle sobre todos os sinais de E/S distribuídos nesta rede. Configuração dos módulos adaptadores ASB feita via hardware. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Rede determinística – protocolo: Mestre / Escravo. Número total de Gavetas depende do modelo do Controlador PLC-5.P._________________________________________________________________________ 4.1 .1. Baixo custo de cabeamento.Características gerais da rede § § § § § § § § E/S distribuídas.S. Através da rede universal de E/S todos os sinais de instrumentos da plataforma são conectados em interfaces de E/S digitais e analógicas chamadas de racks E/S remotas (1771) e / ou Flex I/O (1794) conectados nesta rede com um endereço específico de Gaveta (Rack lógico) e grupo inicial de E/S. Fácil Diagnóstico. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Desenho de interligação da rede de E/S Remotas CLP-5/80 CLP 1771-ASB 1794-ASB à Canal 1B – Scanner (Mestre) à Módulo adaptador (Escravo) à Módulo adaptador (Escravo) Canal 1B (Scanner) Rack Remoto 1771 Rack Remoto 1771 Flex I/O 1794 179417942 2 1794-ASB 0 1 2 3 4 5 1794-ASB 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 Flex I/O 1794 179417942 2 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0 8 9 10 11 12 13 14 15 0 1 2 3 4 5 6 7 1771-ASB 1771-ASB REDE E/S REMOTAS IHM (Painel View) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 44 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.A . Desta forma. Rede de E/S Remotas (RIO) 4. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros. 4.1 .Conceito É uma rede de dispositivos com protocolo fechado Allen Bradley.1771 e módulos especiais) § Flex I/O (Módulos E/S – plataforma 1794) Figura 4.

É necessário um módulo adaptador de E/S remotas para cada chassis remoto.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 4.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 45 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 4.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 4. Ele é a interface entre os módulos de E/S instalados no chassi e o módulo scanner localizado no Controlador CLP-5.P.3 – Velocidades § § § 57._________________________________________________________________________ 4.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – MÓDULO ADAPTADOR DE E/S REMOTAS – 1771-ASB O módulo adaptador de E/S remotas é colocado na primeira ranhura do chassi remoto.

P.S. podemos instalar no chassi. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 46 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Configuração do jumper § Se os 03 jumpers forem colocados na posição à esquerda. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . entretanto não é possível instalar módulos de E/S de 32 pontos. entretanto não é possível instalar módulos 1771-IX ou 1771-IY Se os 03 jumpers forem colocados na posição à direita. § 4.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 4. podemos instalar no chassi. módulos 1771-IX ou 1771-IY para qualquer tipo de endereçamento.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 As mini-seletoras SW1 são utilizadas para configurar: § número da Gaveta ou Rack Lógico § número do Grupo de E/S inicial § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares As mini-seletoras SW2 são utilizadas para configurar: § velocidade da rede (Baud rate) em função da distância máxima do cabo § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares § ciclo de varredura do módulo scanner em todos os slots do chassis § link de resposta – emula tempo de resposta do adaptador série B necessário para comunicação com scanners do CLP-2 ou CLP-3. módulos de E/S de 32 pontos para qualquer tipo de endereçamento.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 47 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). aquele que abriga o Módulo adaptador de E/S remotas (1771-ASB).P._________________________________________________________________________ 4. as saídas deste chassis são desenergizadas. ou seja. Figura 4. O chassis de E/S deverá ser resetado através de um botão (manualmente) após a correção da falha de comunicação.S. Mostraremos agora a configuração do Chassis de E/S remotas.3 – Configuração da mini-seletora do Chassi de E/S remotas No “backplane” (placa de fundo) do Chassi de E/S remotas existe um conjunto de 08 mini-seletoras utilizadas para a configuração do mesmo.C – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8 Miniseletora Posição Descrição Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4. A CPU pode reinicializar a comunicação com o módulo ASB após a correção da falha de comunicação. Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis de ½ ranhura Define o endereçamento do Chassis de 1 ranhura Define o endereçamento do Chassis de 2 ranhuras Não permitido Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada ON SW-1 OFF ON SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 / SW-6 SW-7 SW-8 OFF OFF OFF OFF ON OFF ON ON OFF OFF ON OFF OFF ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 48 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. as saídas deste chassis são mantidas no último estado.

S.5 – LEDs sinalizadores de status do módulo adaptador 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 49 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.4.4 – Diagrama de interligação do cabo 1770-CD na borneira do módulo 1771-ASB 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 4.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Caso necessário substitua o módulo.curto circuito no backplane ou no módulo E/S Possível curto no backplane Excessivo ruído no backplane Piscante OFF ON Violação no chassi Pressione o botão de reset ou re-energize o chassis: . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .remova e substitua todos os módulos . o módulo ficará em falha até que a falha seja corrigida . Reenergize o chassis para resetar as falhas de um possível problema resultante de ruídos. Corrigir a configuração (tamanho de rack. número do rack) Piscante OFF OFF Sequência ON / OFF dos leds de cima para baixo Piscante alternadamente OFF Existe outro módulo Adaptador com o mesmo endereço na rede Mini-seletora do chassis Processor restart lockout na posição ON Corrigir o endereço OFF OFF ON Chassis E/S com falha Podem existir problemas entre: ._________________________________________________________________________ Tabela 4. Identificar fonte de ruído.se o problema persistir.P. troque o módulo ou chassis.adaptador e um módulo no chassis. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . . Checar chassis e se necessário substituí-lo. Colocar o processador no modo RUN.S. adaptador remoto em operação normal. Colocar o módulo em slot correto no chassis Checar mini-seletoras SW1 e SW2 Checar mini-seletora SW2 Resetar configuração de scan. Processador em modo RUN Falha no adaptador Causa provável Ação recomendada ON OFF OFF OFF ON OFF Falha de memória RAM Timeout Watchdog ON Piscante OFF OFF ON ON Erro no adaptador Grupo inicial incorreto Módulo não comunicando Módulo não comunicando Adaptador não controlando E/S (link de comunicação com scanner é normal) e autoconfiguração foi feita com sucesso Módulo não comunicando Módulo adaptador não controlando as E/S Módulo em slot incorreto Erro no grupo inicial ou endereço do Rack Lógico Velocidade setada de forma incorreta Varredura setada para todos + últimos 4 slots em rack com tamanho de 1/4 Processador no modo Program ou Test ou falha na configuração Piscante ao mesmo tempo ON ON OFF ON Energize novamente o módulo.checar se o botão de pulso não foi corretamente instalado na borneira do módulo adaptador. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 50 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Active Indicador Adapter Fault I/O Rack Descrição Indicação normal.

_________________________________________________________________________ Tabela 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . OFF OFF OFF Falha na Fonte de alimentação Checar o cabo da fonte de alimentação e conexões e verifique se o módulo adaptador está inserido corretamente no chassis. Configuração não realizada com sucesso ou módulo Scanner não configurado corretamente.P. Corrigir cabo e defeitos na fiação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fiação entre o módulo Scanner e o módulo adaptador interrompida ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 51 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Indicador Adapter Fault Piscante ON Active I/O Rack OFF Descrição Falha na linha de identificação do módulo Módulo não comunicando Causa provável Excessivo ruído no backplane Ação recomendada Identificar fonte de ruído.S. Checar chassis e se necessário substituí-lo Checar led indicador de COM do scanner Verde fixo – normal Piscante verde – no mínimo um nó da rede falhou Vermelho – scanner pode ter um problema de hardware. substituao Desligado – canal do módulo scanner não foi configurado para ser ativo na rede RIO.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 52 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE RIO O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1._________________________________________________________________________ 4.P. pino 2 e SH (shield = blindagem). O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo.

Figura 4. Um FLEX I/O ocupa um nó da rede RIO do CLP-5._________________________________________________________________________ 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. O FLEX I / O é mais compacto que o chassi padrão para PLC-5 (1771) e tem a grande vantagem de permitir “troca a quente” dos módulos de E/S.D .S. § 8 bases terminais (1794-TB3) montadas em trilho DIN e que fornecem suporte para módulos de E/S em qualquer combinação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ao contrário do chassi 1771 que deve ser desenergizado quando for executar a troca dos cartões. § 8 módulos de E/S digitais e analógicas.6 – SUBSISTEMA DE E/S REMOTAS FLEX I/O FLEX I / O fornece um subsistema de E/S Remotas utilizado para aquisição de sinais digitais e analógicos do processo e que através da rede RIO fornece uma interface para Controladores da família 5. Ele é formado por: § 1 módulo adaptador (1794-ASB) com fonte de alimentação incorporada.Vista frontal do módulo adaptador 1794-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 53 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

S. podemos inserir módulos de Entradas e Saídas de 8 e / ou 16 pontos.Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre trilho DIN 4.E ._________________________________________________________________________ Cada subsistema FLEX I / O fornece 128 E/S digitais (16 x 8) ou 64 E/S analógicas (8 x 8) Figura 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5.com/manuals e procurar por 1794-ASB. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Observação: Para informações detalhadas de configuração das mini-seletoras.P.ab. Neste caso.1 – Configuração básica das mini-seletoras do Módulo adaptador de E/S (1794-ASB) 8 7 6 5 4 3 2 1 ON SW1 ON SW2 8 7 6 5 4 3 2 1 Modo de operação 0 (*) Mantém Entradas último estado Seleção de Falha de Rack Modo de operação 1 (*) Baud rate ( velocidade ) Reinicialização automática pela CPU Mantém último estado Saídas Grupo E/S Inicial Número Rack E/S (*) As mini-seletoras SW2-5 e SW2-8 vêm de fábrica na posição ON. favor consultar manual do fabricante. Acessar site www. Isto devido à seleção de endereçamento de 1 ranhura para o Flex I/O. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 54 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Conceito É uma rede proprietária da Allen Bradley e utilizada para comunicação (transferência de dados) entre Controladores PLC-5. SLC-5/04.S.Características gerais da rede § § § § § § § § Permite controle distribuido. 5.1. Rede determinística – protocolo: Token Passing. Rede Data Highway Plus (DH+) 5. Número total de estações na rede é de 64 nós. AI Séries 5 e RS Logix 5 (Plataforma Windows) § ESC e / ou ECOS à sistemas de Supervisão e Controle ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 55 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fácil Diagnóstico. Baixo custo de cabeamento. Configuração das estações da rede via hardware e via software.P. ControlLogix 5000 § Terminais de programação rodando software IPDS (AB6200).1 ._________________________________________________________________________ 5. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros. Tipos de equipamentos que podem ser instalados na rede: § Controladores PLC-5. Terminais de programação (rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) e Sistemas SCADAS (ESC ou ECOS) podem ser instalados na rede DH+ para comunicação com Controladores PLC-5. Exemplo de aplicação: Painel de Geradores da Plataforma utiliza PLC-5 Painel de Utilidades da Plataforma utiliza PLC-5 Deseja-se interligar Utilidades com Geradores através da rede DH+ para transferência de dados (sinais de comandos e status). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . SLC-500 e ControlLogix 5000. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.A .5 – Número máximo de estações por rede § 64 estações (nós) endereçadas em OCTAL na faixa de 00 77 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 56 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115.Desenho de interligação da rede DH+ CONTROLOGIX IHM ESC OU ECOS RT = 150 OHM TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO PLC-5 RT = 150 OHM Rede DH+ SLC-5/04 5.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Figura 5.3 – Velocidades § § § 57.4 – Protocolo § Passagem de bastão (Token passing) 5.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 5.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Placa PCMK ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 57 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 5/60 e 5/80.2 – Interface para notebook (Exemplo: terminal de programação rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) As interface utilizada é instalada em slot PCMCIA do notebook: 1784-PCMK Figura 5.6 – INTERFACES DE MICROS PARA REDE DH+ 5.B – Placa 1784-KTX As interfaces utilizadas são: 1784-KT 1784-KTX 1784-KTXD 1784-KTX 5. -5/30. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . -5/60. -5/40. -5/60. Os canais 1B para os controladores CLP-5/30._________________________________________________________________________ Observação: O canal 1A dos CLP-5/11.6.S. -5/40. -5/80 vem configurado de fábrica para funcionar como canal DH+ e cujo endereço do número da estação é feito através da mini-seletora SW2 do Controlador conforme descrito anteriormente.1 – Interface para DESKTOP (Exemplo: IBM/PC rodando software de supervisão e controle IN TOUCH) Figura 5. -5/80 podem se necessário ser configurados como canal DH+ cuja configuração e atribuição do número da estação é feita através do software RS Logix 5 Os canais 2A e 2B para os controladores CLP-5/40. serem configurados como canais DH+ cujas configurações e atribuições dos números das estações são feitas através do software RS Logix 5 5. podem se necessário. -5/20.P.C .6.

5.S. A programação desta instrução é feita através do editor ladder do RS Logix 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .8 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE DH+ O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. pino 2 e SH (shield = blindagem). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 58 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7 – TRANSFERÊNCIA DE DADOS ENTRE CONTROLADORES PLC-5 e SLC-500 A transferência de dados entre Controladores na rede DH+ é feita através de programação de blocos de instruções. A instrução para transferência de dados é chamada de MSG (Message). O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo._________________________________________________________________________ 5.

1 .P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . somente 02 à comunicação via ondas de rádio (tecnologia sem fio) 6. 100 nós. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 m cabo coaxial grosso (10Base5) à distância máxima de aproximadamente 500 m.3 – Velocidades: 10 Mbps .Conceito É uma rede local utilizada para comunicação entre a(s) ESC(s) / ECOS e o(s) PLC(s) (LAN à Local Area Network) de alta velocidade .2 – Meios físicos: par trançado (10BaseT) nós por segmento de rede. à distância máxima de 100 m. distância máxima entre nós de 0. Rede Ethernet Industrial (TCP/IP) 6._________________________________________________________________________ 6. 100 Mbps e 1Gbps Observação: As interfaces Ethernet do PLC-5 operam com velocidade de 10 Mbps ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 59 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. wireless RF à distância máxima de 2000 m. fibra óptica (10BaseFL) nós por segmento. 30 nós. 6.5 m. somente 02 cabo coaxial fino (10Base2) à distância máxima de aproximadamente 200 m. distância máxima entre nós de 2.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Topologias: 6.1 – BARRAMENTO Utiliza um cabo tronco (principal) e derivações do tipo T para conexão de equipamentos.4.P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 6.4.2 – ANEL Anel ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 60 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Mídias 10Base2 (cabo coaxial fino) 10Base5 (cabo coaxial grosso) 6.

Este acesso CSMA/CD é regido pela ETHERNET e padrão IEEE 802. ocorre colisão que é detectada por todos os equipamentos que transmitiram os dados.S. Se nenhum sinal “carrier” for detectado em um intervalo de tempo. Falha de um nó não afeta os demais nós._________________________________________________________________________ 6.3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 61 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o dispositivo poderá transmitir. Mídias 10/100BaseT (Par trançado) 100BASE-FL Hub / switch 6. Se dois dispositivos transmitirem ao mesmo tempo.3 – ESTRELA Nesta topologia.4. Esta colisão gera “atrasos” na retransmissão dos dados em um período de tempo indeterminado.6 – Acesso CSMA / CD – CARRIER SENSE MULTIPLE ACCESS / COLLISION DETECT É um mecanismo de transmissão de dados onde os dispositivos que estão prontos para transmitir. cada dispositivo é conectado a um concentrador de informações (hub / switch).P. checam por um sinal de “carrier” (portadora) no canal de transmissão. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Falha no concentrador gera falha na rede toda.5 – Protocolo TCP / IP – Protocolo de Controle de Transmissão / Internet Protocol 6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S. Exemplo: Allen Bradley é 00-00-BC-XX-XX-XX GE Fanuc é 08-00-19-XX-XX-XX 6.12 Este endereço contém informações que auxiliam a rota de dados através da rede para o nó destino.1. tipo de máquina e o identificador da unidade (lote). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Exemplo: IP Address: 10.121. Não pode haver duplicidade de nós na rede. O endereço lógico chamado de IP Address é formado por 32 bits utilizados para identificar nós na rede (IPv4).7 – Endereço de IP Cada dispositivo conectado na rede é identificado individualmente através de um número de nó chamado de endereço de IP (IP Address). existem dois tipos de endereços para cada dispositivo: Endereço físico Endereço lógico à endereço fornecido pelo fabricante do dispositivo (fixo) à endereço definido via software pelo usuário. O endereço físico (Endereço de Hardware) é um número que identifica o fabricante.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 62 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Cada dispositivo tem seu próprio endereço de IP diferentemente dos demais nós. Ele não contém qualquer informação da rota. No protocolo TCP/IP._________________________________________________________________________ 6.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 63 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 6. Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT).P. 5/40E e 5/80E Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada: Controladores CLP-5/20E. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. cabo coaxial e fibra-óptica.

Figura 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET: Este módulo fornece um canal Ethernet adicional para os Controladores CLP5/20E.A . O canal Ethernet que é configurado para este módulo é o canal 3A A configuração deste canal é feita através do software RS Logix 5 Este módulo deverá ser encaixado obrigatoriamente na ranhura à direita da CPU (Controlador CLP-5). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.Vista frontal do módulo 1785-ENET ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 64 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Para os demais controladores CLP-5 este módulo fornece uma interface Ethernet . -5/40E e -5/80E. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Existem parafusos de fixação desta interface ao Controlador._________________________________________________________________________ 6.

para aquisição de sinais e controle dos mesmos. temperatura na sucção. Para cada bomba utiliza-se um variador de freqüência (VSD) para controlar a vazão da bomba e um ISP (Integrated Surface Panel) que é um painel multisensor utilizado para monitoração dos sinais das bombas (pressão de sucção. Cada sistema de controle utiliza um PLC redundante para acionamento e proteção das bombas. entre equipamentos de diferentes fabricantes.P.S.Exemplo de rede serial Modbus ._________________________________________________________________________ 7. etc.Conceito É uma rede serial com protocolo aberto Modbus RTU ou ASCII para transmissão e recepção de dados. pressão de descarga. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Este tipo de rede é muito utilizado em controle de processos de exploração de óleo e gás. vibração do motor.1 . Figura 7. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Exemplo de aplicação em plataformas: Em plataformas existe um ou mais sistemas de controle das BCS (Bombas Centrífugas Submersas).RTU 7.) Estes equipamentos VSD e ISP se comunicam com o PLC da BCS através da rede serial com protocolo Modbus-RTU.A .RTU ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 65 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Rede Modbus .

sem driver de linha (desbalanceada). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 66 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos: EIA RS-232. O(s) ESCRAVO(s) somente responde(m) ao(s) comando(s) enviado(s) pelo MESTRE. comunicação serial ponto a ponto. O MESTRE inicia um comando de leitura ou escrita de dados para cada dispositivo ESCRAVO na rede.P. O nó 0 é reservado para comunicação do tipo “broadcast”. A iniciativa de comunicação é sempre do MESTRE. EIA RS-422. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . comunicação serial com driver de linha e half duplex (balanceada) ´comunicação a 2 fios. comunicação serial com driver de linha e full duplex (balanceada) – comunicação a 4 fios EIA RS-485.3 – Princípio básico de comunicação no Modbus: MESTRE / ESCRAVO Na rede deve existir somente um nó (dispositivo) MESTRE ativado e um ou mais nós (dispositivos) ESCRAVOS até um total de 247 nós (endereçados em decimal de 1 a 247). Utiliza-se cabo par trançado com blindagem (impedância recomendada é de 120 Ohm) Geralmente o padrão elétrico mais utilizado é o EIA RS-485 (multidrop) com comprimento máximo do cabo de 1200 m. 7.

_________________________________________________________________________ 7.4.P..Vista frontal do módulo 3100-MCM LEDs indicadores de STATUS PORTA 2 PORTA 1 7. O módulo ocupa fisicamente uma ranhura do chassi Cada módulo apresenta 02 canais (denominados de PORTA 1 e PORTA 2) que podem ser configurados como MESTRES OU ESCRAVOS para comunicação com outros CLPs e/ou SDCDs e / ou dispositivos de outros fabricantes (VSD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.B . etc. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 67 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.) utilizando o protocolo serial MODBUS-RTU ou ASCII. RS422 ou RS-485.4 – MÓDULO DE COMUNICAÇÃO MODBUS PARA CLP-5 Figura 7. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .. O módulo pode ser instalado no Chassi Principal ou Chassi Remoto (instalado na rede RIO).1 – Características do 3100-MCM O módulo de comunicação MODBUS compatível com chassis da série 1771 para PLC-5 é o 3100-MCM fabricado pela PROSOFT. As portas podem ser configuradas para os 03 padrões elétricos EIA RS-232. ISP.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A comunicação entre o módulo 3100-MCM e o(s) dispositivos ESCRAVOS é feita através do driver para protocolo MODBUS-RTU na própria placa._________________________________________________________________________ A comunicação entre o Módulo Controlador (CLP-5) e o módulo 3100-MCM é programada através de blocos de instruções BTW e BTR.S. Figura 7.Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 68 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.C .

2.4. MEMÓRIA DO CLP-5 8.40x10+38.S._________________________________________________________________________ 8. BYTE É um conjunto formado por 8 bits.147.1. O registro de ponto flutuante pode ser utilizado para armazenar um valor inteiro do tipo DINT na faixa de -2.17x10-38 a +/-3. 8.147. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 69 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . REGISTRO DE PONTO FLUTUANTE É um conjunto formado por 02 registros (32bits). É usado para armazenar o status de uma entrada digital ou saída digital Exemplos: Entrada digital Entrada digital Saída digital Saída digital => chave aberta => chave fechada => solenóide desenergizada => solenóide energizada => bit = 0 => bit = 1 => bit = 0 => bit = 1 8.1. BIT .483.1. Ele pode ser usado também para armazenar valores numéricos na faixa de 0 a 65535 (UINT) ou -32768 a +32767 (SINT) Exemplos: Temperatura do motor = 48º C Pressão de sucção da bomba = 12 kgf/cm2 8.1.3. O registro pode ser utilizado para armazenar o status de até 16 entradas ou 16 saídas digitais.648 a + 2.1.647 ou utilizado para armazenar um valor real e / ou fracionário do tipo REAL na faixa de +/.1 .Dígito binário É a menor unidade de informação digital. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. O byte pode ser utilizado para armazenar o status de até 8 entradas ou saídas digitais.483. REGISTRO ou PALAVRA É um conjunto formado por 16 bits.CONCEITOS BÁSICOS 8.

sendo que a mesma pode ser composta por até 10 caracteres.1 – Arquivos Reservados Arquivo de Programa no 0 – O arquivo de programa número 0 é reservado para armazenar a senha e a identificação do programa._________________________________________________________________________ 8.2 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 70 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Uma senha utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres.2 – Arquivos de Programa Os arquivos de programa incluem os seguintes tipos: arquivo de Programa Principal ( arquivo de número 2 ) arquivos de passo e de transição para o diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ) ( arquivos selecionados entre 2 a 999 ) arquivos de subrotinas acessados através do programa principal ou através dos arquivos de passos do Controle Sequencial de Funções( SFC ) ( arquivos selecionados entre 3 a 999 ) arquivo de Rotina de Falha ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) - - Cada arquivo de programa utiliza quatro palavras de cabeçalho. 8. entender como é realizado o seu endereçamento.2.S. 8. obter informações sobre os arquivos de programas e de dados que compõem sua memória.ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA DO CLP-5 8. A senha é utilizada para proteger o acesso ao sistema. bem como os procedimentos necessários para a edição de um programa.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . antes de conhecer seu conjunto de instruções.2.1 .2.P.Generalidades Por ser o CLP-5 um controlador que difere dos demais controladores da ABCE é necessário. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

o arquivo de programa número 2 armazena o programa principal. Este arquivo não é disponível para armazenar programas na forma de diagrama de contatos.2 – Arquivo do Programa Principal Quando não estiver sendo utilizado o Controle Sequencial de Funções (SFC). sendo que o mesmo é composto por até 10 caracteres. . consulte o Manual do Fabricante. A lógica de cada passo e de cada transição é colocada em um arquivo distinto e o controlador varre cada um desses arquivos de acordo com o diagrama. No CLP-5 podemos configurar para o Controlador um total de 16 arquivos de programa principal. RS Logix 5 ).S. Para informações adicionais sobre o Controle Sequencial de Funções. por definição já é um arquivo MCP. 8. 8._________________________________________________________________________ . sendo que cada um desses programas pode representar um passo ou uma transição no diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ).2. também chamados de arquivos MCP ( Main Control Program ).2.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 71 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. sendo que os mesmos são compostos por até 8 caracteres ( softwares 6200 e AI Séries 5 ).2.3 – Arquivos de Transição e de Passo do SFC Os arquivos de programas de 2 a 999 podem ser utilizados para armazenar programas na forma de diagrama de contatos. Nomes de projeto não utilizam cabeçalho e utilizam uma palavra para cada dois caracteres.Cada nome de arquivo de programa utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres. um nome para cada arquivo de programa e uma descrição para cada arquivo de programa ( opcional ). O arquivo número 2. Cada descrição de arquivo de programa pode ser composto por até 50 caracteres ( AI Séries 5 . - Arquivo de Programa no 1 – O arquivo de programa número 1 controla a estrutura do controle sequencial de funções ( acessado somente através do software do CLP-5 ).Os programas são identificados através de um nome de projeto. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . e mais de 8 caracteres no software RS Logix 5. O número de palavras disponíveis para esse arquivo é a diferença entre a capacidade máxima de palavras da memória do controlador e o número de palavras utilizadas por todos os outros arquivos.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

do arquivo de Status do Controlador. a um intervalo de tempo determinado. criado para tratar algumas situações de falhas graves. para um arquivo de interrupção.2. que se otimize o tempo de varredura. Quando o programa na forma de diagrama de contatos ( Ladder ) do arquivo de interrupção começa a ser varrido. Porém.2.4 – Arquivos de Subrotinas Os arquivos de programa 3-999 podem ser utilizados para armazenar subrotinas.2. 8._________________________________________________________________________ 8. em aplicações onde a programação repetitiva é requerida ou.6 – Arquivo de Rotina de Falha Um arquivo de programa 3-999 pode ser selecionado para armazenar a Rotina de Falha. deve-se programar o retorno na ordem inversa. Portanto. O controlador varre um arquivo de subrotina sempre que encontra uma instrução informando-o para fazê-lo e retorna ao programa anterior no ponto em que saiu para a subrotina. respectivamente.S. reconstituindose os saltos. Ao detectar uma falha grave o controlador interrompe a varredura do programa de aplicação e varre o arquivo de Rotina de Falha.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável Pode-se programar o CLP-5 para saltar. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Cada subrotina deve estar em um arquivo distinto numerado de 3 a 999. Em um programa de aplicação pode-se ter até oito níveis de subrotinas. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 72 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. deve-se inserir o número do arquivo e o tempo de interrupção nas palavras 31 e 30. Do contrário.2. onde seções do programa de aplicação não precisam ser executadas a cada varredura. a contagem do tempo recomeça. é necessário certificar-se de que a varredura do mesmo se complete antes que o tempo de interrupção termine. Para habilitar esse arquivo é necessário inserir seu número na palavra 29 do arquivo de Status do Controlador. 8.P.2. periodicamente. o controlador detecta um erro e energiza um bit de falha de advertência no arquivo de Status do Controlador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Os arquivos de subrotinas permitem um melhor aproveitamento da memória. Para habilitá-lo. Pode-se especificar qualquer número de arquivo de 3 a 999 para designar o arquivo de interrupção.

Pode-se também utilizar a Rotina de Falha quando da perda de alimentação.P. automaticamente para o modo de programação e todas as saídas físicas são desenergizadas. reassumir varrendo os passos que estavam ativos quando da queda de alimentação. ao detectar uma falha grave.S. O controlador pode ser programado. Módulo de Memória EEPROM – O conteúdo do Módulo EEPROM é transferido totalmente para o CLP-5. o controlador reassume varrendo a primeira linha do arquivo de programa que estava varrendo. para no retorno.2. quando ocorreu a perda da alimentação.Terminal de Programação através da rede Data Highway Plus – A transferência ocorre apenas quando a memória e capacidade de pontos de E/S não excedem os limites do controlador que está recebendo o programa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . e: decidir se as condições de máquina permitem reassumir varrendo o programa principal a partir da primeira linha realizar um desligamento ordenado parar no final da Rotina de Falha ( requer interferência manual ) com o diagrama SFC. Essa transferência é realizada através dos seguintes dispositivos: . para que. O controlador retém os números do arquivo de programa e da linha que contém a instrução que provocou a falha. tanto de mesma versão quanto de versões diferentes. se possa examinar esta informação. o controlador passa. Assim o programa da Rotina de Falha pode monitorar os códigos de falha resultantes e agir adequadamente. Computador via rede Data Highway Plus ou via rede Data Highway – As transferências de programas entre controladores Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 8. - Sem a interferência da Rotina de Falha. a partir do terminal de programação. varrer o arquivo de Rotina de Falha apenas uma vez. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 73 de 212 .2. na energização. Se entretanto o Módulo 1785-MJ for gravado em um CLP-5/15 o mesmo poderá ser utilizado em um CLP-5/25.7 – Transferência de Arquivos de Programas Pode-se transferir arquivos de programas entre Controladores CLP5._________________________________________________________________________ Se não for criada uma rotina de falha. Um módulo EEPROM 1785-MJ de 8K gravado por um CLP-5/25 não pode ser utilizado por um CLP-5/15.

P.S.3 – Arquivos de Dados O Controlador CLP-5 permite até 1000 arquivos de diversos tipos. 8. sendo que cada tipo de arquivo pode armazenar até 1000 elementos.1 a seguir apresenta a organização da memória para os arquivos de dados do Controlador CLP-5 Símbolo a ser utilizado no desenvolvimento do programa Número máximo Tipo de de Elementos Arquivo * * 32 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Saída Entrada Status Bit Temporizador Contador Controle Inteiro Ponto Flutuante Número do Palavras por Arquivo Elemento 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9-999 1 1 1 1 (16 bits) 3 3 3 1 2 O I S B T C R N F Tipo de arquivo atribuído conforme a necessidade * Depende da Capacidade de endereçamento de pontos de E/S de cada modelo de CLP-5 Tabela 8. dependendo do tipo do arquivo.2._________________________________________________________________________ através de um computador são limitadas apenas a controladores de mesma versão e mesma série. duas ou três palavras. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . só é realizada a transferência entre CLP’s de mesmo modelo e série.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 74 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A tabela 8. Um elemento utiliza uma. isto é. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

arquivo de Saída O. Os endereços de bit abaixo da palavra 256 e os endereços de elemento abaixo da palavra 4096 necessitam de metade das palavras de armazenamento dos endereços acima destes limites e são mais rapidamente acessados pelo controlador. As palavras 256 e 4096 têm como referência o início do armazenamento dos dados. São criados também arquivos de Bit. Não é possível misturar tipos de dados em um arquivo. Entrada e Status. dependem do modelo do Controlador CLP-5 e não podem Ter seus tamanhos alterados. Controle. Inteiro e Ponto Flutuante com tamanhos de 1 elemento cada. O tipo de arquivo é especificado de acordo com o tipo de dados nele armazenado. O número de elementos dos arquivos de Entrada e Saída. palavra 0. Pode-se utilizar números de 9 a 999 para identificar quaisquer tipos de arquivos adicionais de Bit.P. recomenda-se que sejam endereçadas instruções de bit e elemento. Arquivos ASCII e BCD podem ser exibidos e/ou transferidos. No caso das instruções de Bit. Caso se tente faze-lo. O arquivo de Status é criado com 32 elementos e não pode Ter seu tamanho alterado.S. Os arquivos do Controlador CLP-5 são contínuos na memória ( tabela 8. o terminal de programação informará que isto não deve ser realizado. Arquivos de E/S ( 1 e 0 ) têm seus tamanhos fixos de 32 palavras ( versão CLP5/15 ). Na versão CLP-5/25 os mesmos podem variar de tamanho de 32 a 64 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 75 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. estas devem vir antes da palavra 256 e no caso das instruções de elemento. sendo que seus tamanhos podem ser alterados para conter até 1000 elementos. ASCII ou BCD. Para realizar qualquer alteração no tamanho dos arquivos ou criação dos mesmos o controlador deverá estar no modo programação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2. abaixo do arquivo de Status e em determinadas localizações. Temporizador.3. utilizadas com maior frequência. Ponto Flutuante. Cada arquivo de dado utiliza duas palavras de cabeçalho além dos dados nele armazenados. antes da palavra 4096. Contador. mas não manipulados. Temporizador. Controle._________________________________________________________________________ Ao ser inicializado através do terminal de programação o controlador cria arquivos de Saída. Contador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Arquivos utilizados com maior frequência Para otimizar a organização da memória. 8.2 ).

Ponto Flutuante._________________________________________________________________________ palavras dependendo da configuração de E/S utilizada. As instruções de bit mais utilizadas são endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:95. nos arquivos 4 em diante. Controle.S. endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:159. As instruções de bit mais utilizadas são então. Inteiro. são endereçadas até a palavra 4096. Controlador CLP-5/25 Na versão CLP-5/25 o arquivo de Status (2) termina na palavra 159 se for utilizado o arquivo imagem de E/S inteiro. Já as instruções de elemento mais utilizadas. nos arquivos 4 em diante. Contador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 76 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Já as instruções de elemento mais utilizadas. contendo somente o número de palavras que corresponde ao maior endereço determinado no programa de aplicação. são endereçadas até a palavra 4096. CLP-5/15 CLP-5/25 No.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Controlador CLP-5/15 Na versão CLP-5/15 o arquivo de Status (2) termina na palavra 95. 0 1 2 3-999 conforme necessidade Tabela 8. de Palavra 0 0 32 32-64 64 64-128 96 96-160 256 4096 Tipo de Arquivo No de Arquivo Saída Entrada Status Bit. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O arquivo de Status (2) tem seu tamanho fixo com 32 palavras. Já os arquivos de número 3 em diante variam de tamanho. Temporizador.P.

tais como. os números 9 a 18. pode-se determinar. o endereço E:63 estende os arquivos imagem de Entrada e imagem de Saída para 56 palavras cada.P._________________________________________________________________________ 8. Por exemplo. Criar o arquivo imagem de Entrada ou Saída através do terminal de programação. - Quando se estende um arquivo imagem de entrada ou de saída.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S ( CLP-5/25 ) O arquivo imagem de E/S do CLP-5/25 pode ter seu tamanho ampliado de 32 palavras para 64 palavras. por exemplo. Quando se estende o arquivo imagem de E/S a palavra 256 permanece como recomendação de limite. coloque todos os dados inteiros no N7. Para maiores detalhes. Por exemplo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 77 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o arquivo de imagem oposto. Arquivos Imagens de E/S são estendidos em incrementos de 8 palavras ( eqüivale a uma gaveta de E/S completa ) para a entrada e para a saída. 8. determinar um endereço de imagem de E/S. ver procedimento de criação de arquivo no manual do terminal utilizado. permitindo com isso a utilização da gaveta de número 6.3.2.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo Recomenda-se agrupar arquivos de dados do mesmo tipo. aumentando o seu tamanho. Ver arquivos utilizados com Maior frequência.3. N9 a N18. pois o controlador não varre uma gaveta de E/S se sua tabela imagem não existir. para arquivos com endereços. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . inserida através do terminal de programação. o controlador estende automaticamente para o mesmo tamanho.S. Se for necessário espaço adicional para 10 arquivos de dados inteiros.2. de um dos seguintes modos: A uma instrução. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ 8. A maioria dos arquivos ( E/S.S.B – Arquivo de Ponto Flutuante ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 78 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2000 ou 3000 palavras.A – Arquivos com elementos de uma Palavra.B ) _________________________________________________________________________ 15 08 | 07 00 Faixa de valores que se pode armazenar em um elemento de ponto flutuante: +/. BCD e ASCII ) utilizam elementos de 1 palavra da qual o bit é a menor unidade endereçável ( figura 8.3. Inteiro.1754999E-38 +/. Status.4 – Elementos de Arquivo Dependendo do tipo de arquivo. um elemento utiliza uma.2. 32 ou 48 bits. Bit. pensar em um elemento como uma palavra de 16.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4028237E+38 Figura 8. Um arquivo com 1000 elementos poderia ter respectivamente. 15 08 | 07 16 bits de dados Faixa de valores que se pode armazenar em uma palavra –32768 a +32767 ( decimal ) Figura 8. 00 - Os arquivos de Ponto Flutuante utilizam elementos de 2 palavras na qual a menor unidade endereçável é um par de palavras (elemento) . 1000.( figura 8. Pode-se também. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1. duas ou três palavras.3.A ).

Já a palavra 1 ( segunda palavra do elemento ) e a palavra 2 ( terceira palavra do elemento ) são endereçadas por bit ou por palavra.S. o pré-selecionado e a palavra de controle. O elemento armazena nessas três palavras o valor acumulado.C ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ .PRE = pré-selecionado . No elemento de três palavras. a menor unidade endereçável é o bit ( figura 8.C – Arquivos de Temporizador e Contador A palavra 0 ( primeira palavra do elemento ) é a palavra de estado do temporizador e/ou contador sendo endereçada apenas por um bit.ACC = acumulado Figura 8.P. As faixas do valor pré-selecionado e do valor acumulado são as seguintes: Temporizadores: Contadores: inteiro com sinal 0 a +32767 inteiro com sinal –32768 a +32767 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 79 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Temporizador 15 EN 14 TT 13 DN 08|07 não utilizado 00 Contador 15 14 13 12 11 |07 00 não utilizado CU CD DN OV UN Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits endereçáveis de Temporizador EN = Habilitação TT = Temporizando DN = Executado Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits Endereçáveis de Contador CU= Habilitação do Contador Crescente CD=Habilitação do Contador Decrescente DN = Executado OV = Overflow UN = Underflow Palavras Endereçáveis .Os arquivos de Contador e Temporizador utilizam elementos de três palavras.

Saída. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 80 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.D – Arquivo de Controle 8. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro. o controlador arredonda valores de ponto flutuante de 0. se for inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. Contador. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 para 8 e 7.5 a 0. Toda vez que se determina um endereço para uma instrução de arquivo. e omite valores de 0. Deste modo. Entrada. Por exemplo. além das palavras operadas pela própria instrução.1 a 0.S. pois se forem manipulados poderão perder seus valores.3. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. Os dados dos arquivos ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. já que o controlador os interpreta como inteiros.4. ASCII e BCD. Na conversão para número inteiro. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino. Temporizador.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.4 para 7. Figura 8. 15 08 | 07 Estado Comprimento Posição 00 Elemento de 3 palavras de um arquivo de Controle. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. para converter número inteiro em BCD.9 para o número inteiro seguinte. utiliza-se três palavras de memória ( um elemento ) neste tipo de arquivo. Controle.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante.D). Status._________________________________________________________________________ O arquivo de Controle também utiliza elementos de 3 palavras (figura 8. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou. o controlador arredonda 7.

requerem a inserção de valores. marcadas com um asterisco ( * ).S. exceto caso se deseje zerar os bits de falha. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 81 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. As palavras de 18 a 31. bem como o tempo máximo de varredura.3 Arquivo de Status Palavra Conteúdo 0 Bits de Estado Aritméticos 1.P. Tabela 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ou seja. e armazenar informações relacionadas à sua operação ( tabela 8. devese inserir dados nestas palavras. de informar a respeito do estado do controlador ou falhas diversas. caso se pretenda utilizar suas respectivas funções. falhas de advertência e de gaveta ( Rack Lógico de E/S ).3 )._________________________________________________________________________ O controlador possui um arquivo de Status ( arquivo 2 ) que é utilizado para identificar falhas graves.2 Estado do Controlador / Configuração 3. Para habilitar a função.6 Tabelas de Estações Ativas na Rede DH+ 7 Estado das Gavetas de E/S e da Fila da TB 8 Última varredura do programa (ms ) 9 Máxima varredura do programa (ms ) 10 Bits de Falha de Advertência 11 Bits de Falha Grave 12 Códigos de Falha 13 Número do Arquivo de Programa da última Falha 14 Número da Linha da última Falha 15-17 Reservadas para uso futuro 18-23 Relógio de Tempo Real e Calendário * 24 Valor de Índice para Endereçamento Indexado 25 Não utilizada 26 Bits de Controle ( SFC e Proteção na Energização ) * 27 Inibição de E/S e Rearme * 28 Watchdog Timer * 29 Número do Arquivo da Rotina de Falha * 30 Interrupção com Temporização Selecionável * 31 Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável * Não inserir valores nas palavras de 0 a 14. A inserção de valores nessas palavras anulará suas funções. Para habilitar várias funções do controlador deve-se inserir dados no arquivo de status e seus bits podem ser examinados para manipular os dados no programa de aplicação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ou então inserir zero para inibi-las.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . s / b identificador do endereço de arquivo identificador do tipo do arquivo número do tipo do arquivo delimitador número do elemento delimitador número do sub-elemento ou mnemônico delimitador de bit número do bit Figura 8.1 – Endereçamento Lógico Direto Esta forma de endereçamento permite que se identifique um bit.4.P. #Xf:e. 8.E os símbolos identificam o seguinte: # X Endereço de arquivo Tipo de arquivo O = Saída I = Entrada S = Estado B = Bit T = Temporizador C = Contador R = Controle N = Número inteiro F = Ponto flutuante D = BCD* A = ASCII* * apenas para visualização.s/b Onde: # X f : e .4 – Endereçamento Lógico O endereçamento lógico inclui endereçamento direto e indexado.E – Formato Geral do Endereço Lógico Direto Conforme apresentado na figura 8. elemento ou arquivo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 82 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.S._________________________________________________________________________ 8.2. O formato do endereço varia dependendo do tipo do endereço ( figura 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Inclui também constantes de programa.E ).

PRE ( pré-selecionado ) .POS ( posição ) Por exemplo. Número do elemento é 0 a 37 octal para arquivos de E/S.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . utilize o delimitador ponto ( . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .D ).s ) Quando o sub-elemento for omitido será entendido como sendo de controle (CTL).ACC ( formato geral Xf:e. ou 0 a 999 decimal para todos os outros tipos de arquivos. para se endereçar o valor acumulado de um arquivo do tipo Contador (5). Delimitador utilizado apenas com mnemônico de sub-elemento em arquivo de Controle. Contador ou de Controle.LEN ( comprimento ) . S Endereço de palavra em arquivos de Temporizador. : E ._________________________________________________________________________ F Número do arquivo 0 = Saída 1 = Entrada 2 = Estado 3 = Bit 4 = Temporizador 5 = Contador 6 = Controle 7 = Número inteiro 8 = Ponto flutuante 9 –999 = para armazenamento de outros arquivos Delimitador que separa o número do tipo de arquivo e o número do elemento.D Endereço de palavra ( Arquivos T. Número de bit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 83 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 0 a 31 decimal para arquivo de estado.ACC ( acumulado ) Arquivo R . / b Delimitador que separa o número de bit do número de elemento ou sub-elemento. Contador e Temporizador. C e R ) Arquivo T ou C . o formato é C5:8. Mnemônico de sub-elemento é utilizado apenas com arquivo de Temporizador.P. Contador e Controle Para endereçar palavras. Tabela 8. ) e o mnemônico. de acordo com o tipo de arquivo ( tabela 8.

5.P. utiliza-se o formato C5:8/13 ou o mnemônico do bit C5:8/DN. C e R ) Bit 15 14 13 12 11 10 09 08 Temporizador Contador EN habilitação CU contagem crescente TT temporizando CD contagem decrescente DN executado DN executado OV overflow UN underflow Controle EN habilitação EU habilitação de descarga DN executado EM vazio ER erro UL descarga IN inibição FD descoberta Por exemplo. para se endereçar o bit de executado do arquivo de Contador (5) de elemento 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 0-17 (octal) para arquivos de E/S 0-15 (decimal) para todos os outros tipos de arquivos 0-15999 (decimal) (opcional). pode-se acessar somente os números de bit ou mnemônicos em arquivos de Temporizador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Tabela 8. Contador ou de Controle apresentados na tabela 8. para se acessar o bit zero do arquivo Contador (5) de elemento 8.ACC/00. Notar que o mnemônico do sub-elemento é ACC. Endereço de Bit em arquivos de Temporizador. utiliza-se o formato C5:8.5 Endereço de Bit ( Arquivos T.S. Contador ou Controle Para endereçar bits. para arquivos de bit quando não for especificado o número do elemento. sub-elemento acumulado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 84 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Notar que o sub-elemento for omitido ( formato geral Xf:e/b ) Por exemplo.

S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 85 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Endereçamento no CLP 8.3. 1 ranhura ou ½ ranhura.3 .1 .P. RACK LÓGICO ou GAVETA de E/S 1 Gaveta de E/S é formada por oito palavras no Arquivo Imagem de Entradas + oito palavras no Arquivo Imagem de Saídas. 1 grupo pode ocupar 2 ranhuras.3. 1 Gaveta ou Rack Lógico = 8 grupos de E/S Observação: • Os grupos são endereçados de 0 a 7. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais Observações: • • O endereço dos bits para E/S deve ser no formato OCTAL._________________________________________________________________________ 8.1 – Definições básicas GRUPO E/S 1 grupo E/S é formado por uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Entradas + uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Saídas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .ENDEREÇAMENTO DE E/S 8.1.

3. Exemplo: 1771-IBN (Módulo de Entrada Digital de 32 canais) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 86 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Tipos de endereçamentos de Chassis 2 SLOTS ou 2 RANHURAS Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 2 SLOTS do Chassi. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 8.S.1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. 2 GRUPOS E/S = 1 SLOT 16 ED 16 SD 16 ED 16 SD GRUPO 0 GRUPO 1 Observação: • 1 SLOT Tipo de endereçamento utilizado quando se utiliza cartões de 32 canais (32 bits). 1 GRUPO E/S = 1 SLOT 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 1 SLOT 1/2 SLOT ou 1/2 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1/2 SLOT do Chassi. 1 GRUPO E/S = 2 SLOTS 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 2 SLOTS 1 SLOT ou 1 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1 SLOT do Chassi.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. Palavras ou bits em um arquivo de Status devem ser endereçados do seguinte modo: S : e/b Onde: S = arquivo de Status e = número do elemento ( 00-31 ) b = número do bit ( 00-15 ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 87 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ O formato para endereçamento de E/S difere do formato geral.ENDEREÇAMENTO DO ARQUIVO DE STATUS O formato para endereçamento do Arquivo de Status também difere do formato geral.3.S. Palavras ou bits em um arquivo de E/S devem ser endereçados do seguinte modo: I : Gg/00-17 Onde: O : Gg/00-17 I = Entrada O = Saída G = número da gaveta E/S ou Rack Lógico E/S G = número do grupo do módulo 00 – 17 = número do terminal ( bit ) 8.2 .

P.3 – Exemplos de Endereçamento Direto ENDEREÇAMENTO DE BIT - B3/245 – endereço de um bit na faixa de 0 a 15999 do arquivo de bit de número 3 ( nesse formato não é especificado o número do elemento ) B3:15/5 – endereço de bit idêntico ao B3/245 ( neste formato é especificado o número do elemento ) - - I:002/10 – endereço de bit de entrada. - - ENDEREÇAMENTO DE SUBELEMENTO T4:12. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 58 do arquivo 8. Grupo 2 e bit 10.S. que representa gaveta ou Rack Lógico 00 . C5:6/DN – endereço de um bit ( bit de executado DN ) de um arquivo do tipo Contador de elemento 6. S2:0/7 – endereço de um bit localizado no elemento 0 do arquivo de Status N7:64/00 – endereço de um bit localizado no elemento 64 do arquivo de tipo Inteiro.ACC – endereço de uma palavra de um arquivo do tipo Temporizador ( valor acumulado do temporizador 12 em um arquivo 4 ) ENDEREÇAMENTO DE ELEMENTO S:3 – endereço de uma palavra em um arquivo de Status elemento 3 F8:58 – endereço de um elemento em um arquivo do tipo Ponto Flutuante.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 8. - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 88 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

faz-se necessário observar as seguintes regras: Um endereço indireto deve ser indicado por colchetes. Para tanto. elemento ou bit seja especificado. Já o endereçamento direto é utilizado para endereços que não variam. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 89 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. no endereço F[N7:32]:0.3. elemento ou bit ). REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDIRETO Para realizar um endereçamento indireto.S. Temporizador (T). O endereço dentro dos colchetes deve ser um endereço lógico direto de um elemento do tipo Inteiro (N). elemento ou bit do endereço indireto.4 – Endereçamento Indireto A forma de endereçamento indireto permite que um arquivo. o controlador acusará um erro de run-time ao executar a instrução e exibirá. Se isso ocorrer. O endereçamento indireto é utilizado quando se deseja que o programa de aplicação manipule números de arquivos ou elementos. esse número deve corresponder ao mesmo tipo de arquivo especificado na Tabela de Dados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . na tela referente ao Arquivo de Status. - O identificador de endereço de arquivo (#) deve ser omitido dentro do colchetes. a localização da linha com falha. Recomenda-se utilizar um inteiro (N). Por exemplo. Quando um endereço indireto armazena um número de arquivo. recomenda-se utilizar endereços inteiros para o número de arquivo ou de elemento de um endereço indireto. uma vez que nesse endereço está armazenado o número correspondente ao arquivo F. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o número do arquivo de Ponto Flutuante (F) foi substituído por um endereço direto do arquivo do tipo inteiro (N7:32). os quais contém o endereço do número do arquivo. através de seu local de armazenamento na Tabela de Dados. Um endereço indireto é designado através de colchetes ( [ ] ). sendo que os endereços indiretos podem ser formados por até dois endereços diretos ( arquivo. Caso contrário. - _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: Não é permitido combinar tipos de arquivos diferentes ao utilizar o endereçamento indireto. ocorrerá um erro de run-time. Contador (C) ou Controle (R).P._________________________________________________________________________ 8.

ACC/00 C5 [ ]. elemento ou bit._________________________________________________________________________ . o número do elemento não deverá ultrapassar o comprimento do arquivo a que ele pertence.Se um endereço indireto armazenar um elemento. O delimitador ( : ) não precisa ser introduzido entre os colchetes. cruzar o limite de um arquivo e entrar no próximo arquivo que pode ser do mesmo tipo ou diferente. Se esse valor ultrapassar o tamanho do arquivo. Os formatos gerais de endereçamento e seus respectivos exemplos são apresentados a seguir. o endereço indireto do número do arquivo de Ponto Flutuante seria F[N7:0]:0.ACC/00 Pode-se também endereçar um bit. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .s/b T4:7.3.ACC/00 T[ ] [ ]. ENDEREÇO DE BIT Os formatos para endereçar um bit e seus respectivos exemplos são: Bf/b B3/15999 B[N7:10]/25 B/[ ] B[ ]/[ ] Xf:e/b N7:3/15 N[N7:11]:3/12 N7 [ ]/10 N[ ] [ ]/6 Xf:e. nem imediatamente antes ou depois dos mesmos.P. ocasionando operação inesperada da máquina.S. Caso se deseje endereçar indiretamente o número do arquivo F. esse número deve ser armazenado em um endereço inteiro ( por exemplo: N7:0 ) e deve estar dentro da faixa de 9 a 13. tem-se um endereço lógico direto pertencente ao arquivo de Ponto Flutuante ( F ) e esse arquivo é numerado de #F9 até #F13. tal como: R6:[ ]/EN. _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: O controlador NÃO verifica o valor do elemento armazenado em um endereço indireto.5 – Exemplos de Endereçamento Direto e Indireto Os formatos do endereçamento indireto são diferentes dependendo de se endereçar indiretamente um número de arquivo.ACC/00 C[N7:12]:5. afim de evitar um erro de run-time. 8. A título de exemplo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 90 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. os dados poderão se tornar inválidos. utilizando-se o mnemônico EN. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . com possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais. ou seja. Assim.

pode-se criar instruções apropriadas através do endereçamento indexado. N7:3 F[N7:3]:3 D9[ ] A[ ][ ] ENDEREÇO DE ARQUIVO O formato geral utilizado para endereçar um arquivo é #Xf:e.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ ENDEREÇO DE ELEMENTO A forma de endereçar um elemento é Xf:e.6 – Endereçamento Indexado Esta forma de endereçamento permite indexar um endereço através de um número de palavras selecionado. a seguir são apresentados alguns exemplos. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 91 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. sendo que o mesmo deve ser colocado. acrescido do valor do índice. sendo que. Deve-se também entrar com um valor de Índice na palavra 24 do Arquivo de Status do Controlador ( S:24 ).S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Para operações repetidas e de malha.3. deve-se manipular esse valor. O símbolo do endereço indexado é #. a seguir. O controlador inicia a operação no endereço. antes de habilitar uma instrução indexada. sendo que. em um endereço lógico. sendo possível manipular este valor no programa de aplicação. imediatamente antes do identificador de tipo de arquivo. Assim. #F8:0 #D[N7:14]:27 #N10[ ] #A[ ][ ] 8. são apresentados alguns exemplos. Armazena-se o valor de índice em uma palavra no arquivo de Status do CLP-5. Todas as instruções indexadas utilizam a mesma palavra ( S:24 ) para armazenar um valor de Índice.

.......... ATENÇÃO: As instruções de arquivo manipulam o valor de índice armazenado na palavra S:24......... FBC Comparação e Pesquisa de Arquivo........ DDT Entrada / Carga / Saída de Sequenciador......................... e o bit de falha grave no arquivo de Status do Controlador será energizado.................... Certifique-se de monitorar e/ou armazenar o valor de índice antes de utilizar um endereço indexado............................... FFL / FFU Comparação de Bits de Arquivos................................... ocasionando possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais........BSL / BSR Detecção de Diagnóstico..FSC Cópia de Arquivo............. COP Deslocamento de Bit à Esquerda / à Direita... Se o endereço indexado exceder a área de arquivo de dados.. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 92 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.................. FAL Preenchimento de Arquivo.... deve-se atualizar a palavra que contém o valor de índice.. listadas acima................... FLL Pode-se também utilizar o símbolo # para identificar endereços em uma instrução de arquivo..... SQI / SQL / SQO Lógica e Aritmética de Arquivo............ Quando for utilizado dois ou mais endereços indexados em uma mesma instrução. o mesmo valor de Índice será adicionado a cada endereço indexado....._________________________________________________________________________ REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDEXADO Certifique-se de que o valor de índice ( positivo ou negativo ) não permita que o endereço indexado exceda os limites do arquivo.............. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ................................................... - As seguintes instruções manipulam o valor de Índice na palavra S:24: Carga / Descarga FIFO...........S................ Antes de habilitar uma instrução que tenha um endereço indexado.......................................... Caso contrário.........................................P.......... 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ............................... O Controlador não verifica isso a menos que seja utilizado um endereço indexado indireto ou que seja excedida a área de arquivo de dados da memória................... ocorrerá um erro de runtime....................... As instruções de arquivo................. de acordo com o modo de operação da instrução selecionado......... utilizam automaticamente a indexação de endereço...... para o valor desejado. pode ocorrer operação inesperada da máquina.....

assim. Figura 8. Se o valor de Índice 10 for armazenado na palavra S:24. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 N7:10 N10:0 N11:15 . Uma vez inseridas.F ). o controlador manipulará os dados armazenados no endereço base adicionado do valor do índice.F – Exemplo de Endereçamento Indexado. o controlador manipula os valores dos seguintes endereços: SOURCE A SOURCE B DEST 8. serão utilizadas duas palavras de armazenamento na memória do programa e se a constante for de ponto flutuante. podem ser introduzidas diretamente no programa de aplicação._________________________________________________________________________ 8. valores de referência. uma palavra dessa tabela.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . No exemplo da figura 8.7 – Exemplo de Endereçamento Indexado No exemplo da instrução ADD ( figura 8.F. economizando. tais como. as constantes do programa não podem ser manipuladas pelo programa de aplicação.P. serão utilizadas três palavras. Se a constante for maior que 1024.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 93 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ou então com o Controlador no modo programação. é inserido um símbolo de endereçamento indexado no endereço Fonte e Destino.3. Pode-se alterá-las utilizando o software de programação estando on-line com o Controlador. independente da Tabela de Dados.8 – Constantes do Programa As constantes de número inteiro ou de ponto flutuante.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.3.1754944E-38 a +/. Dependendo do número de dígitos significativos e da extensão do número de ponto flutuante. o terminal de programação utilizado tem limitações que devem ser consideradas.S.1754944E-38 a +/. Por exemplo.1. armazenado em algum endereço direto é tal que. A comparação desse valor com um outro. Ao inserir 238 na instrução de comparação o valor 238 é armazenado no programa de aplicação. habilitará uma saída. o terminal de programação pode arredondar ou truncar o número inserido.3. quando a expressão N7:0 = 238 for verdadeira.402824E+38 para constantes de ponto flutuante. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 94 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.402824E+38.1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 8._________________________________________________________________________ A faixa de valores para constantes de números inteiros é de –32768 a +32767 e de +/. pode-se introduzir diretamente um valor de referência 238 em uma instrução de comparação.9 – Visualização dos Números de Ponto Flutuante Embora o controlador manipule e armazene números de ponto flutuante na faixa de +/.

Para monitoração das variáveis do CLP. .1 – Introdução .S. programação e documentação dos Controladores Lógicos Programáveis CLP-5 ( Rockwell Automation / Allen Bradley ). . . XP. que contém a ativação a ser transferida para o micro.Em cada micro deverá ser instalada uma licença de software. NT. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9 .Modos de programação: OFF LINE à o programa é armazenado na memória RAM do micro ON LINE à o programa é armazenado na memória RAM do CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 95 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o RS Logix 5 não roda. 98. 2000. Para isto.Roda em Ambiente operacional Windows 95.P.É um software de configuração. . deve-se ter um disquete chamado de Master disk. . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Nota: Sem a ativação. é necessário estar com o RS Logix 5 em modo On Line.É utilizado também como uma ferramenta de manutenção e depuração do programa aplicativo. RS LOGIX 5 9.

2._________________________________________________________________________ 9.P. 9. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.1.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.2. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.RSP) Exemplos: Aplicação VASPS – MCS – PLC1 Aplicação VASPS – MCS – PLC2 à VASPS_MCS1_UNIC_02MAIO04.RSP 9.3 – Clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Verify Rung para verificar a linha e finalizar a modificação. 9.1 – ABRINDO UMA APLICAÇÃO EXISTENTE 9.2.2 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em OFF LINE (memória micro) 9.2.2. 9.2.1. Nota: Os arquivos gerados pelo RS Logix 5 têm extensão (. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.2 – Selecionar File / Open / Abrir o diretório onde o arquivo da aplicação está gravado / selecionar o arquivo a ser aberto e clicar no botão Abrir.2 – Fazer as modificações necessárias na linha localizada.2.1 – Abrir o RS Logix 5 .2. Teclar Close para fechar a janela.2. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.RSP à VASPS_MCS2_UNIC_02MAIO04. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 96 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada.

P. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.3. Teclar Close para fechar a janela.S. 9._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.3 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em ON LINE (memória PLC) 9.3.2.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.2 – Dar duplo clique na linha de programa a ser modificada ou clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Start Rung Edit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 97 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.2.

3 – Fazer as modificações necessárias sobre a linha de cor azul 9.3. aparecem os seguintes comandos de edição ON LINE: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 98 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2.S.Assemble Edits para finalizar a edição.P. clicar com o botão direito do mouse e selecionar na seguinte ordem: .Test Edits para testar a edição (observe que a linha r fica azul e a linha e fica verde. ou seja.4 – Concluídas as modificações. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3._________________________________________________________________________ 9. . a linha que foi modificada passa a ser executada.Accept Rung Edits para verificar a modificação feita. . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Observação: No modo ON LINE na janela ladder.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Caso seja o que já está aberto.4.4.4 – Após o backup ter sido completado aparecerá a seguinte janela.4.4.2.2 – Aparecerá uma janela para selecionar o nome do arquivo a ser feito o backup.4 – GERANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.2.2. o nome dele aparece automaticamente._________________________________________________________________________ 9.S.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 99 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.1 – Estando com a aplicação aberta selecionar File / Backup Project 9.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3 – Selecionar o diretório onde o arquivo backupeado será armazenado e clicar no botão OK 9. 9.

5.2.2 – Selecionar File / Open e selecionar arquivos do tipo RS Backup Files (*.3 – Selecionar na lista.P.2.S._________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Abrir o RS Logix 5 9.2.5.5 – RESTAURANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .RP1) 9.2. o nome do arquivo a ser restaurado e clicar no botão Abrir ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 100 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5.

9.5 – O arquivo restaurado será aberto automaticamente no RS Logix 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.5.5.P.4 – Selecionar o diretório onde será armazenado o arquivo a ser restaurado e clicar no botão OK. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 101 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

._________________________________________________________________________ 9.6 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER SERIAL RS-232 ATRAVÉS DO RS LINX 9.2.S.1 – Abrir o software RS Linx 9.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers..P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6.6.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 102 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 103 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.6... Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.4 – Selecionar o driver RS-232 DF1 devices e clicar no botão Add New.2.2.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.6._________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

6 – Aparecerá a janela de configuração do driver serial._________________________________________________________________________ 9.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste caso. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. apenas selecionar a porta serial onde está conectado o cabo serial Comm.5 – Clicar no botão OK 9.S.6.2. Port ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 104 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6.

6.S.2. Deverá aparecer a seguinte mensagem Auto-configuration sucessfully.6. basta clicar no botão Auto-configure para configuração automática dos parâmetros para este driver.P.7 – Caso o cabo esteja conectado na porta serial do CLP.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .8 – O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running. 9._________________________________________________________________________ 9. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 105 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Neste caso o driver estará pronto para rodar. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 106 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.7.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers.2.7.S.1 – Abrir o software RS Linx 9.2.7 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER ETHERNET ATRAVÉS DO RS LINX 9.P.. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

2.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.4 – Selecionar o driver Ethernet devices e clicar no botão Add New.2.S..7._________________________________________________________________________ 9.P.. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 107 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

1. Neste caso. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7.2.P.5 – Clicar no botão OK 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . No exemplo abaixo: IP 128. teclar Add New.221.221.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver Ethernet. Clicar no botão OK para fechar a janela do driver.250 refere-se ao canal Ethernet do PLC1 IP 128.2. Para cada novo endereço de IP a ser acrescentado na lista.251 refere-se ao canal Ethernet do PLC2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 108 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7.S.1._________________________________________________________________________ 9. digitar o endereço de IP da porta Ethernet do CLP.

8 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 109 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7. 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste caso o driver estará pronto para rodar.2.7 – Configurar o IP Address do terminal (micro) compatível com o endereço IP do PLC através do Painel de Controle do Windows / Conexões de Rede.2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9.P.O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running.7.

_________________________________________________________________________ 9.2.8 – TRANSFERINDO UMA APLICAÇÃO PARA O CLP - (DOWNLOAD) 9.2.8.1 – Estando com a aplicação a ser transferida para a memória do CLP aberta, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.8.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.8.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.8.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.8.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.8.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Download

9.2.8.8 – Aparecerá uma janela informando o nome do projeto / modelo e revisão da CPU a ser transferida e o nome do Processador / modelo / revisão do PLC cujo terminal está conectado. Clicar no botão OK para iniciar o procedimento de downloading. Observação: Caso o PLC esteja no modo REM RUN o mesmo será passado para o modo REM PROG (CPU pára de executar o programa) e ocorre a transferência do controle para o PLC Stand by caso você tenha um sistema de redundância. 9.2.8.9 – Após o download ter sido completado, caso a CPU tenha sido colocada no modo REM PROG, o software informa se o usuário deseja voltá-la para o modo REM RUN, caso contrário, a mesma permanece em REM PROG. 9.2.8.10 – Aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.11 – Clicar no botão Sim para entrar ON LINE
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_________________________________________________________________________ 9.2.9 – SALVANDO UMA APLICAÇÃO DO CLP - (UPLOAD) 9.2.9.1 – Abrir a aplicação OFF LINE. Estando com a aplicação aberta, é necessário configurar o driver a ser utilizado no RS Logix 5 para a comunicação com o CLP. Neste caso, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.9.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.9.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.9.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.9.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.9.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.9.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Upload

9.2.9.8 – Inicia-se o processo de Upload. Após o Upload salvar o arquivo (projeto) no micro teclando o botão salvar.

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10.2 – Para acessar qualquer arquivo de dados.10.2._________________________________________________________________________ 9.S. basta posicionar o cursor sobre a pasta do arquivo e dar duplo clique ou clicar com o botão direito e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 114 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.P.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a área de dados dentro da aplicação: 9.10 – ACESSANDO A TABELA DE DADOS DO CLP 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Hex/BCD.10.4 – A partir desta janela é possível monitorar e/ou alterar o valor de qualquer registro (palavra). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 – Clicando no botão Usage será mostrada uma tabela dos endereços (bits / palavras) utilizados dentro da aplicação. 9. É possível digitar um símbolo (tag) e descrição para cada endereço. É possível também selecionar a base (Decimal._________________________________________________________________________ 9. Binário.S.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.P. Octal).3 – Aparecerá a seguinte janela: 9.2.10.10. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 115 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

P.10._________________________________________________________________________ 9. Clicar no botão Go To e Close para fechar.2.7 – Estando em uma janela ladder qualquer teclar CTRL + G e digitar o endereço a ser monitorado. 9.10.6 – Monitorando o ladder. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 116 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.S. colocar o cursor sobre um endereço (bit ou palavra) e clicar com o botão direito para selecionar Goto Data Table para abrir a tabela de dados naquele endereço. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2._________________________________________________________________________ 9. clicar com o botão direito sobre o endereço que se deseja fazer a referência cruzada e selecionar a opção Cross Reference 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Aparecerá a seguinte janela relatando o resultado da referência cruzada ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 117 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Estando com o programa aplicativo ladder aberto.2.S.2.P.11.11.11 – REFERÊNCIA CRUZADA 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Exemplo: .Para se localizar a linha específica.2.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . clicar duas vezes sobre a linha na lista._________________________________________________________________________ Nesta lista podemos observar os seguintes itens: N20:2/0 VSD in operation OTE File #8 – Modbus 1 51 à endereço a ser pesquisado à descrição do endereço (documentação) à instrução onde está sendo usado o endereço à Arquivo ladder onde está sendo usado à linha de programa onde está sendo usado 9.S.Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 118 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.11.3 .Clicando duas vezes na linha indicada abaixo: .

P.2.5 – Dar duplo clique no arquivo Cross Reference ou clicar com o botão direito e selecionar abrir.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9.11.4 – Estando com um projeto aberto no RS Logix 5.S. Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 119 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . podemos abrir o arquivo de Referência Cruzada através da janela árvore de projeto conforme figura abaixo: Arquivo de Referência Cruzada 9.11.

basta clicar no botão Sort By Address.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 120 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Como podemos perceber a lista de referência cruzada está organizada por ordem de endereços ( Sorted by address) Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por símbolos (tags). basta clicar no botão Sort By Symbol.S. aparecerá a seguinte janela: Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por endereços. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Neste caso.

2 – Para acessar a tabela de Forces das Saídas digitais.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a tabela de forces.2.12 – ACESSANDO A TABELA DE FORCES DO CLP 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .12.12. 9.P. dar duplo clique no arquivo O0 – OUTPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 121 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.S.2.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 122 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Para acessar a tabela de Forces das Entradas digitais.2. dar duplo clique no arquivo I1 – INPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open Como podemos observar a entrada de endereço I:031/5 está Forçada em OFF (0) 9.P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – No programa podemos observar quando um endereço está forçado ou não e o estado deste force.12._________________________________________________________________________ Como podemos observar a saída de endereço O:032/7 está Forçada em ON (1) 9.2.12.

1 – Teclar CTRL + G e digitar o endereço do bit a ser forçado para acessar a tabela de dados do CLP. Teclar GoTo e Close para fechar a janela. Aparecerá a seguinte janela de dados: 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.5.P.2.12.2.5 – Procedimento para forçar um endereço (bit) 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Clicar no botão Forces para acessar a tabela de Forces ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 123 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.12.5.S.12.

P. clicar com o botão direito do mouse e selecionar Force On / Force Off ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 124 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5.4 – Se for o primeiro bit a ser forçado dentro da aplicação é necessário habilitar o(s) Force(s). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3 – Digitar 1 [enter] para FORCE ON Digitar 0 [enter] para FORCE OFF Digitar . [enter] para REMOVER FORCE 9.12._________________________________________________________________________ 9.5.2.5.2.2.S.12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .12. 9.5 – Para forçar um endereço (bit) de entrada e/ou saída procurar o endereço no programa ladder.

Para se determinar o tipo de falha devemos acessar a tabela de Falhas do CLP.2. 9.2.13.P.3 – Clicar no botão à direita da janela FAULTED e selecionar Goto Error para acessar a tabela de Falhas do CLP.S.4 – Aparecerá a seguinte tabela de Falhas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 125 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Caso o Led de PROC no frontal do CLP esteja piscando na cor vermelha. 9.2.2.13 – ACESSANDO A TABELA DE FALHAS DO CLP 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . isto significa que o CLP está em falha. 9._________________________________________________________________________ 9.2 – Estabelecer a comunicação com o CLP ( ON LINE ) Observe que aparece uma janela vermelha FAULTED (CPU em Falha). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .13.2.13.13.

Após eliminados os problemas que geraram a falha podemos colocar o PLC no modo de operação através do programador ou através da chave de operação no frontal do PLC. selecionar a pasta Errors para acessar a tabela de Falhas do CLP.7 – Estando com a janela de STATUS aberta. 9.5 – Para resetar a sinalização de falha no CLP.13.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 126 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6 – Outra forma de se acessar a tabela de falhas do CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . dar duplo clique na pasta do arquivo S2 – STATUS 9.2.P.2. Observar que o modo de operação do CLP volta a REMOTE PROG e o Led PROC no frontal do CLP apaga.13.13.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9. clicar no botão Clear Major Error.

2 – Abrir a pasta Channel Configuration na pasta do Controlador na árvore de projeto.2.3 – Aparecerá a seguinte janela ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 127 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .14 – IDENTIFICANDO FALHAS DE E/S 9._________________________________________________________________________ 9. 9.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Caso o Led do CH 1B pisque ou fique vermelho no frontal do CLP.14.2. entrar ON LINE com o PLC usando o RS Logix 5 9. existe falha de comunicação com algum rack remoto.14.14.S. Neste caso.

Através do desenho da configuração do sistema de controle.4 – Clicar na posta Channel 1B para acessar a configuração dos racks remotos conectados a este canal. Observação: Consultar o catálogo do fabricante com relação ao módulo adaptador local (1771-ASB) para identificar o tipo de falha ocorrida e providências a serem tomadas para resetar a falha e rearmar o sistema.P.S.2. .Pode-se observar que existem falhas no rack 2 e no rack 3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 128 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.14. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . localizar o painel e o(s) respectivo(s) rack(s) com falha(s) e tomar as devidas providências.

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10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
10.1 Padronização IEC

10.2 Linguagem gráfica 10.2.1 – Diagrama de lógica de relés ( LADDER ) 10.2.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.3 – Gráfico sequencial de Funções (SFC)

10.3 Linguagem textual 10.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.3.2 – Texto estruturado ( ST) 10.3.3 – Basic (BAS) 10.3.4 – Linguagem C

Figura 10.A – Tipos de linguagens de programação

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_________________________________________________________________________ 10.4 - LINGUAGEM LADDER Forma de programação usada para passar instruções ao CLP sobre como deve ser executado o plano de controle (lógica de intertravamento, segurança e alarmes) Utiliza símbolos similares aos usados em diagrama elétrico de relés como linguagem de programação. No início pensou-se em se desenvolver uma linguagem de programação muito próxima dos circuitos elétricos para ser familiar às pessoas responsáveis pela manutenção. Hoje a linguagem Ladder tornou-se padrão em programação para CLP´s. O programa aplicativo das plataformas utilizando o CLP-5 utiliza este tipo de linguagem de programação.

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11. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP - 5
11.1 – INSTRUÇÕES DO TIPO RELÉS 11.1.1 - Generalidades As instruções do Tipo relés são: - Instruções Examine - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída com retenção Utilize estas instruções para monitorar o estado dos bits na tabela de dados, tais como bits de entrada, bits da palavra de controle do temporizador e para controlar o estado dos bits na tabela de dados, tais como, bits de saída. Na descrição a seguir, um dispositivo de entrada é utilizado nos exemplos. 11.1.2 – Instruções Examine Existem duas instruções de entrada do tipo "Examine": - Examinar se energizado ( XIC ); - Examinar de desenergizado ( XIO ); Elas instruem o controlador para verificar o estado energizado / desenergizado de um endereço específico de um bit na memória. "Um" ou "Zero" armazenado no endereço do bit pode representar o estado real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E / S. 11.1.2.1 – Examinar se Energizado ( XIC ) Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido na memória para o bit correspondente. Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo de entrada não mais fecha o circuito, o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, esta instrução será habilitada quando a instrução XIC for verdadeira ( entrada acionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada desacionada ). Figura 11.A

Figura 11.A – Instrução Examinar se Energizado
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_________________________________________________________________________ 11.1.2.2 – Examinar se Desenergizado ( XIO ) Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada, conectado a ele, indica um estado desenergizado, que é refletido no bit correspondente na memória. Ao localizar uma instrução XIO com o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é acionado o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, a mesma será habilitada quando a instrução XIO for verdadeira ( entrada desacionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada acionada ). Figura 11.B

Figura 11.B – Instrução Examinar se Desenergizado

11.1.3 – Instruções Energizar / Desenergizar Saída As instruções Energizar / Desenergizar Saída são empregadas para energizar ou desenergizar um particular bit na memória do Controlador. Estas instruções são: Energizar / Desenergizar saída ( OTE ) Energizar saída com retenção ( OTL ) Desenergizar saída com retenção ( OTU )

11.1.3.1 – Energizar Saída ( OTE ) Utilize instruções OTE para energizar um bit específico na memória. Se o endereço do bit corresponder ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha de programa de aplicação. Se um caminho lógico for estabelecido com instruções de entrada, a instrução OTE será habilitada. Caso este caminho não seja estabelecido ou as condições da linha se tornem falsas, a instrução OTE é desabilitada. Quando as respectivas condições se tornam falsas, o dispositivo de saída associado se desenergiza.
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Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1. se o caminho lógico foi estabelecido previamente.2 – Energizar Saída com Retenção e Desenergizar Saída com Retenção ( OTL e OTU ) Estas instruções são instruções de saída retentiva e geralmente são utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas mesmas. a instrução OTL é habilitada. a instrução OTL não será habilitada. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha anterior às instruções OTL ( figura 11. Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde ao endereço de um terminal do módulo de saída.P. Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma (desabilita ou desenergiza) o bit na memória. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado por estas instruções sempre que necessário. Entretanto. a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na memória. Uma bobina de relé é controlada por contatos em sua linha no circuito lógico. o bit na memória será retido energizado e assim permanecerá mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas.C ). Quando um caminho lógico é estabelecido. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 133 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Se o mesmo não for estabelecido e o bit correspondente na memória não tiver sido energizado previamente._________________________________________________________________________ Uma instrução OTE é semelhante a uma bobina de relé sendo controlada por instruções anteriores em sua linha de programa ( figura 11.3.C – Instrução Energizar Saída 11. o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for energizado. Figura 11. Caso o caminho lógico seja estabelecido com instruções de entrada.D ) e OTU ( figura 11. Um caminho lógico completo de condições verdadeiras é semelhante a um circuito elétrico de contatos fechados.E ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Pode-se obter até quatro inícios de ramificação.1. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções OTL e OTU sempre que necessário. 11.P._________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Figura 11.4 – Instruções de Ramificação Para formar lógica paralela no programa de aplicação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 134 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ou na queda da alimentação ( desde que exista uma bateria de back-up instalada ). As instruções retentivas mantém seu estado.F a seguir apresenta um exemplo de ramificação interna. o controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas. O dispositivo da saída energizada com retenção é energizado mesmo que as condições da linha que controlam a instrução de energizar saída com retenção. O CLP-5 permite ramificação interna. utilizam-se as instruções de ramificação.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) Quando o CLP-5 passa do modo operação para o modo programação. Para maiores detalhes sobre a programação de ramificação consulte o manual do terminal de programação utilizado.S. Podem ser programadas ramificações paralelas para instruções de entrada. antes de se ter um fim de ramificação. passem a falsas. Ao retornar ao modo operação ou no caso da alimentação ser restaurada. até quatro níveis. saída ou combinações dessas instruções. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . a última instrução verdadeira de energizar ou desenergizar saída com retenção continua a controlar o bit na memória. A figura 11.D – Instrução Energizar Saída com Retenção ( OTL ) Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

recomenda-se colocar instruções de entrada em série à frente de instruções de ramificação.3 microsegundos para 0. o controlador varre o resto da linha como se fosse falsa. para se reduzir o tempo de varredura do programa. diminuindo o tempo de varredura de 1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 135 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1.S. a lógica da linha não será habilitada e a lógica da instrução de saída não será verdadeira (saída não será energizada). 11. a lógica da linha será habilitada. especialmente com relação às instruções de ramificação. a varredura continua até I:002/2 I:002/1 for falso. ( XIC ou XIO ) cuja lógica seja falsa.P. Onde for possível.OU ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 11. a varredura salta para O:003/0 Figura 11.1 – Ramificação de Entrada Utiliza-se uma Ramificação de Entrada no programa de aplicação. Este conceito é importante. afim de permitir mais de uma combinação de entradas para formar ramificações em paralelo ( condições lógicas . a varredura continua até I:002/3 I:002/0 for falsa._________________________________________________________________________ Quando: I:002/0 for verdadeiro. a varredura continua até I:002/1 I:002/1 for verdadeiro.8 microsegundos.F – Exemplo de Ramificação Interna O Controlador CLP-5 varre as linhas da esquerda para a direita e de cima para baixo.2 – Ramificação de Saída A instrução Ramificação de saída permite que uma ou mais condições de entrada controle duas ou mais saídas simultaneamente. Ao encontrar uma instrução de entrada. Se pelo menos uma dessas ramificações em paralelo formar o caminho lógico.1.4. Caso ocorra o contrário.

Séries 5 ( versão 7. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .xx ) não permitem a programação ou visualização da instrução INV. os softwares 6200 ( DOS ) e A. a linha abaixo executa de acordo com a tabela de estado abaixo: Tabela de Estado SE B3/0 = 0 B3/0 = 1 ENTÃO B3/1 = 1 B3/1 = 0 _______________________________________________________________ Figura 11.S.G – Exemplo da Instrução INV Importante: A instrução INV pode ser programada em Arquivos Ladder ou de Texto Estruturado. entretanto. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 136 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. por exemplo.P. Série C.5 – Instrução de Inversão ( INV ) A instrução INV é uma instrução de entrada que pode ser programada em Processadores da Nova Plataforma._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Revisão C ou posterior.1. Esta instrução inverte o estado lógico da linha.I.

2.Este valor é inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução. Palavra de Controle Valor Pré-Selecionado Valor Acumulado Figura 11. Quando o valor acumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado. conforme determinado pela lógica do programa de aplicação.Contador Crescente ( CTU ) . é o número de eventos que foram contados. outra para o valor pré-selecionado e a última para o valor acumulado (figura 11.2 – INSTRUÇÕES DE TEMPORIZADORES E CONTADORES 11.1 – Generalidades As instruções de Temporizadores e Contadores e seus mnemônicos são: .H).2 – Descrição Estas instruções executam muitas das tarefas para as quais.Para temporizadores. e para contadores. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Contador Decrescente ( CTD ) . Os temporizadores contam intervalos de tempo e os contadores contam eventos. o bit de estado será energizado.2. Os dados nas palavras do valor pré-selecionado e do valor acumulado são armazenados no formato de números inteiros. Valor acumulado . As instruções de Contador e de Temporizador para o CLP-5 requerem três palavras da tabela de dados: Uma palavra é utilizada para controle da instrução.S._________________________________________________________________________ 11. é o número de intervalos temporizados que transcorreram.P.Temporizador na desenergização ( TOF ) .Temporizador na energização ( TON ) .Temporizador Retentivo ( RTO ) . Cada instrução de temporizador ou contador possui dois valores associados a ela que são: Valor pré-selecionado . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 137 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. As instruções de Temporizador e de Contador são instruções de saídas que podem ser condicionadas por instruções de entradas. tais como.Rearme de temporizador ou contador ( RES ) 11. Pode-se utilizar este bit para controlar um dispositivo de saída. frequentemente se utilizam relés de tempo ou dispositivos de temporização e de contagem de estado sólido. examinar se energizado e examinar se desenergizado.H – Palavras da Tabela de Dados para as Instruções de Temporizador e de Contador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

A tolerância do relógio é de +/. Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de Temporizador ( não é possível acessar estes bits a partir de um dispositivo de programação ). causando falha no controlador. A precisão da instrução de temporizador depende de dois fatores: a tolerância do relógio do temporizador e a base de tempo.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Portanto. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 138 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Três bits de estado do temporizador. um temporizador pode ter intervalos que variam de 0.S. Deve-se selecionar uma base de tempo para instruções de Temporizador.02%.0.I ) . As bases de tempo disponíveis são: 1.I – Palavra de Controle da Instrução de Temporizador.3 – Instruções de Temporizador Os dados da palavra de controle para instruções de temporizador incluem ( figura 11. Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número negativo.02% abaixo da sua base de tempo.0 segundo 0._________________________________________________________________________ Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a 32767 e os valores para contadores variam de –32768 a +32767. 11.2. . Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .02% acima ou 0.01 segundo ( 10 milisegundos ) A base de tempo utilizada depende do programa de aplicação e de quanto tempo se deseja registrar. ocorrerá um erro de run-time.

3. O bit de executado do temporizador é desenergizado quando as condições se tornam falsas. à duração de tempo entre o momento que uma instrução de Temporizador é habilitada ( bit de habilitação é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completado ( bit de executado é energizado ). ele incrementará sua palavra de valor acumulado a cada intervalo contado. a instrução TON interrompe a temporização e desenergiza este bit. A imprecisão causada pela varredura do programa pode ser maior que a base de tempo do temporizador. a contagem de tempo pára e o valor do acumulado é rearmado ( valor = 0 ). o temporizador começará a contar intervalos da base de tempo. O bit de habilitação (EN) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas. o qual pode então._________________________________________________________________________ O temporizador de 0. Deve-se. o temporizador pára de incrementar seu valor acumulado e energiza o bit de executado (DN). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . repita a linha da instrução de Temporizador para que seja varrida dentro destes limites. JSR / SBR ou MCR fizerem com que o programa pule a linha que contém a instrução de temporizador.P.J ). Se desenergizado antes que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. também. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado.2. Quando o bit de executado do temporizador é energizado.0 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 1. apenas. Quando as condições da linha para uma instrução de Temporizador na Energização se tornarem verdadeiras. A precisão da temporização aqui descrita se refere. ser utilizado para energizar ou desenergizar um dispositivo de saída (linha 2). O temporizador de 1.5 segundos.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Se a varredura do programa de aplicação exceder a 1. Enquanto as condições permanecerem verdadeiras.5 ou 2.1 – Temporizador na Energização ( TON ) A instrução de Temporizador na Energização (TON) pode ser utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo quando tiver transcorrido um intervalo de tempo pré-determinado ( figura 11. considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída. O bit de temporizando (TT) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor préselecionado.5 segundos. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 139 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções JMP / LBL. 11.01 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 2. enquanto o temporizador está registrando o tempo.5 segundos.

S._________________________________________________________________________ A figura 11. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .J – Temporizador na Energização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 140 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.J apresenta a instrução TON controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ) e o diagrama de tempo desta instrução. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

. a instrução de Temporizador na Desenergização pára de contar o tempo e então este bit é desenergizado. o bit de executado permanece energizado até que o valor do acumulado seja igual ao valor pré-selecionado.S.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste momento este bit é desenergizado. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado.os bits de habilitação e temporizando permanecem energizados. O bit de temporizando é energizado quando as condições da linha são falsas e o valor do acumulado é menor que o valor pré-selecionado. - - - - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 141 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. Entretanto. caso a linha seja falsa. 11. no caso da linha ser verdadeira. ou então. Por outro lado. Este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando são falsas._________________________________________________________________________ Se o Controlador passar do modo de operação ou teste para programação. O bit de executado é energizado quando as condições da linha são verdadeiras. Quando as condições da linha se tornam falsas.2 – Temporizador na Desenergização ( TOF ) A instrução de Temporizador na Desenergização conta intervalos de base de tempo e armazena esta contagem na palavra de valor acumulado. ocorre o seguinte: . a instrução TOF difere da instrução TON sob diversos aspectos: A instrução de Temporizador na Desenergização começa a temporizar um intervalo de tempo.P. se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. assim que as condições da linha se tornam falsas. Enquanto as condições da linha permanecem falsas. o valor acumulado será zerado e os bits de temporizando e de habilitação permanecerão energizados. o temporizador continuará a temporizar até que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o controlador retorna ao modo de operação ou teste ou quando a alimentação for restabelecida. O valor acumulado é zerado quando as condições da linha se tornam verdadeiras.2. A continuidade lógica das condições da linha controla o estado energizado / desenergizado do bit de habilitação.

K – Temporizador na Desenergização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 142 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ A figura 11.P.K apresenta a instrução TOF controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ). Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . assim como o diagrama de tempo desta instrução. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

ou se a alimentação for restabelecida. O valor acumulado da instrução de Temporizador Retentivo pode ser zerado por uma instrução RES ou desenergizando-se os bits de controle apropriados e a contagem acumulada. ou então se a alimentação for perdida enquanto a instrução TOF estiver temporizando sem ter ainda atingido o valor pré-selecionado.S.2. Caso a linha seja falsa. no caso da linha ser verdadeira. A temporização continua a partir deste valor quando a linha tem uma nova transição de falsa para verdadeira.o bit de habilitação permanece desenergizado.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o Controlador retorna ao modo de operação ou teste.3 – Temporizador Retentivo ( RTO ) A instrução de Temporizador Retentivo conta intervalos de base de tempo quando as condições da linha se tornam verdadeiras.P. . o bit de temporizando será desenergizado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. a instrução RTO mede o período acumulativo durante o qual as condições da linha são verdadeiras. o valor acumulado será zerado.a operação do controlador é alterada do modo operação ou teste para programação. Ela retém seu valor acumulado quando: . ATENÇÃO: Não utilize a instrução RES do contador / temporizador com a instrução TOF.as condições de linha se tornam falsas.o controlador perde a alimentação (desde que exista bateria de back-up)._________________________________________________________________________ Se o Controlador for passado do modo operação ou teste para programação. . . Quando o temporizador está registrando o tempo. o bit de habilitação será energizado e o bit de executado permanecerá energizado. . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 143 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando a instrução RES que contém o mesmo endereço da instrução de Temporizador Retentivo for habilitada. ocorre o seguinte: . o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados quando a linha da instrução RTO passar a falsa. Retendo o seu valor acumulado. pois desenergizar os bits de controle pode causar operação inesperada da máquina e/ou danos pessoais. 11. as condições de entrada podem se alterar sem que o valor acumulado seja zerado.os bits de executado e de temporizando permanecem energizados.3.

O bit de temporizando da instrução de Temporizador Retentivo opera da mesma maneira que os de uma instrução TON.L apresenta a instrução RTO controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ). A figura 11. assim como o diagrama de tempo desta instrução. ou então quando a alimentação é perdida enquanto uma instrução RTO está registrando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado._________________________________________________________________________ O bit de executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado.S. se a linha for verdadeira. Este bit é desenergizado apenas quando a instrução RES é habilitada. o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de controle serão desenergizados ( se energizado. Entretanto. O bit de habilitação é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha são falsas. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 144 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando o controlador é passado do modo operação ou teste para programação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O bit de temporizando é então desenergizado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit de executado de um temporizador retentivo não é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou a alimentação é desligada e ligada. o valor acumulado permanecerá o mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou. Se a linha for falsa. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor préselecionado.P. Quando se retorna ao modo de operação ou a alimentação é restabelecida. o bit de executado permanecerá neste estado quando a linha passar a falsa ). o bit de habilitação e o de temporizado permanecem energizados e o valor acumulado permanece o mesmo. Note que este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. e o bit de temporizando e de habilitação permanecerão energizados. a instrução de Temporizador Retentivo interrompe a temporização.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .L – Temporizador Retentivo e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 145 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

P. com o mesmo endereço da instrução do contador.M – Formato das instruções CTU e CTD Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado e uma palavra de controle associada. Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números inteiros. seja habilitada. Figura 11.2. Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e assim permanece até que uma instrução RES. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11. tais como peças que passam por um detetor ( figura 11.M ).4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente ( CTU e CTD ) As instruções de Contador Crescente (CTU) e Contador Decrescente (CTD) contam as transições de falso para verdadeiro. A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Valores negativos são armazenados na forma de complemento de 2.M apresenta os formatos das instruções CTU e CTD. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 146 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. as quais podem ser causadas por eventos que ocorram no programa.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa para verdadeira. o valor acumulado é incrementado de um. com mesmo endereço da instrução CTU é habilitada.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador. Quando isto ocorre sucessivamente até que o valor acumulado se torne maior ou igual ao valor préselecionado. o valor acumulado atinge o valor de -32768 e continua a contagem crescente a partir daí.N ). Isto é indicado quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se a instrução RES com o mesmo endereço da instrução CTU. o bit de executado ( DN ) é energizado._________________________________________________________________________ A palavra de controle para instruções de Contador inclui cinco bits de estado ( figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 147 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Figura 11. Quando a contagem ultrapassa o valor pré-selecionado atingindo ( 32767 + 1 ) ocorre uma condição de overflow. As instruções CTU podem contar além de seu valor pré-selecionado. O bit de habilitação do Contador Crescente ( CU ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou uma instrução RES. Também é possível desenergizá-lo decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32767 com uma instrução CTD.

O bit de habilitação do Contador Decrescente ( CD ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e a instrução de Contador Decrescente habilitada._________________________________________________________________________ As instruções CTD também contam transições da linha de falsa para verdadeira.1 ). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 148 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O bit de habilitação é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ( instrução de Contador Decrescente desabilitada ) ou a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando uma instrução CTD conta além de seu valor pré-selecionado e atinge o valor ( -32768 .S.P. o bit de underflow ( UN ) é energizado. Estes bits de controle e o valor acumulado são zerados quando a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU ou CTD se torna falsa ou quando a alimentação do controlador é removida e depois restaurada. o bit de executado do contador é desenergizado. Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado o valor acumulado atinge +32. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição de falsa para verdadeira.767 e continua a contagem decrescente a partir daí. Pode-se desenergizá-lo habilitando a instrução RES apropriada. Também é possível desenergizá-lo incrementando-se a contagem com uma instrução CTU que tenha o mesmo endereço da instrução CTD. Quando ocorrer um número suficiente de contagens e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado. de overflow e de underflow também é retentivo. O estado energizado e desenergizado dos bits de executado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . As instruções CTU e CTD são retentivas.

O – Diagrama de Tempo de Contador Crescente e Contador Decrescente ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 149 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P._________________________________________________________________________ A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .O é um diagrama de tempo para instruções CTU e CTD. Figura 11.S.

Isto então._________________________________________________________________________ 11. Em uma instrução de Temporizador.P mostra um exemplo de uma instrução RES para o temporizador T4:2 Figura 11. Caso o valor pré-selecionado seja negativo. Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zerados o valor acumulado.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador ( RES ) Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e Temporizador. quando uma instrução RES é habilitada.S. A figura 11. de mesmo endereço da instrução RES. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Se a linha do contador for habilitada.P – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador. são zerados o valor acumulado. Quando a instrução RES é habilitada. ATENÇÃO: Já que a instrução RES zera o valor acumulado. de contador crescente e / ou contador decrescente. o bit de executado e o bit de habilitação. o bit CU ou CD será desenergizado assim que a instrução RES for habilitada. a instrução RES coloca o valor acumulado em zero. o bit de executado e o bit de temporizando de uma instrução de temporizador.P. ela zera a instrução de temporizador. leva o bit de executado a ser energizado pela instrução de Contador Crescente ou Contador Decrescente. o bit de temporizando e o bit de habilitação. os bits de overflow. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 150 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. não utilize-a para zerar uma instrução TOF. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit de executado.2.

3. exceto a Movimento com Máscara ( MVM ). 11. 11. utilizando a instrução de Cálculo ( CPT ).P.3.3 – Parâmetros das Instruções Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): endereço do valor que será utilizado na operação matemática._________________________________________________________________________ 11.1 – Generalidades Pode-se realizar operações aritméticas. LÓGICAS E DE MOVIMENTAÇÃO 11.3. descrita no final deste capítulo.S. lógicas e de movimentação em palavras individuais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Pode ser um endereço lógico direto e/ou constante de programa. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Descrição Estas instruções podem realizar as seguintes operações: Aritméticas Adição ( ADD ) Subtração ( SUB ) Multiplicação ( MUL ) Divisão ( DIV ) Raiz Quadrada ( SQR ) Negação ( NEG ) Zeramento ( CLR ) Conversão para BCD ( TOD ) Conversão de BCD ( FRD ) Lógicas E ( AND ) OU inclusivo ( OR ) OU exclusivo ( XOR ) Complementação ( NOT ) Movimento Movimentação ( MOV ) Movimentação com Máscara ( MVM ) Pode-se também realizar essas operações.3 – INSTRUÇÕES ARITMÉTICAS. endereço do resultado da operação. Dest ( Destino ): ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 151 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. através de determinadas instruções de saída.

por exemplo: 1. ASCII e BCD. Contador.3. Deste modo.4 – Bits de Estado Aritméticos Depois que cada instrução é executada. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro. O controlador arredonda o valor final de uma expressão antes de armazená-la no destino. Saída. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. o arredondamento será para o número inteiro mais próximo. Entrada. Tabela 11. Se o destino for um número inteiro. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou para converter número inteiro em BCD. os bits de estado aritméticos são atualizados. já que o controlador os interpreta como inteiros. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. Temporizador. Os dados dos arquivos de ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização.4999 = 1 e 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 152 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Flag.S.1 Bits de Estado Aritméticos Elemento 0 Bit 0 1 Descrição carry ( transporte ) ( C ) overflow ( V ) quando o resultado é muito grande para destino ou muito pequeno em operadores de ponto flutuante. Controle. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. se inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. zero ( Z ) sinal ( S ) 2 3 11. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino._________________________________________________________________________ 11. Veja tabela 11. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Estes bits se localizam no elemento 0 do arquivo de Flag. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros.500 = 2.1.3.

S. Z e S._________________________________________________________________________ 11.R apresenta o formato da instrução SUB. V. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 0.3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 153 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Z e S. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 11.3. No arquivo de Flag.Q apresenta o formato da instrução ADD. são atualizados os bits: C. são atualizados os bits: C.P.Q – Formato da Instrução ADD O valor na Fonte A é somado com o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. Figura 11. No arquivo de Flag.R – Formato da Instrução SUB O valor na Fonte B é subtraído do valor na Fonte A e o resultado é armazenado no Destino.7 – Instrução de Subtração ( SUB ) A figura 11. V.6 – Instrução de Adição ( ADD ) A figura 11. elemento 0.

S.S – Formato da Instrução MUL O valor na Fonte A é multiplicado pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino._________________________________________________________________________ 11. No arquivo de Flag. Figura 11. No arquivo de Flag.9 – Instrução de Divisão ( DIV ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . são atualizados os bits: V.T – Formato da Instrução DIV O valor na Fonte A é dividido pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. 11. Z e S.3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 154 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Z e S. Figura 11.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O bit C é sempre desenergizado.T apresenta o formato da instrução DIV.S apresenta o formato da instrução MUL.P. elemento 0. são atualizados os bits: V. elemento 0.8 – Instrução de Multiplicação ( MUL ) A figura 11. O bit C é sempre desenergizado.

são atualizados os bits: Z.S.V apresenta o formato da instrução NEG. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11. são atualizados os bits: V. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. O controlador calcula a raiz quadrada do valor absoluto. No arquivo de Flag. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 155 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. elemento 0.V – Formato da Instrução NEG O valor na Fonte é subtraído de 0 e o resultado armazenado no Destino. caso contrário será energizado. Z e S. No arquivo de Flag. 11.11 – Instrução de Negação ( NEG ) A figura 11.3._________________________________________________________________________ 11. Se o sinal é negativo.U apresenta o formato da instrução SQR.3. o controlador ignora o mesmo. V e S são sempre desenergizados.10 – Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ) A figura 11. Figura 11. Os bits C.U – Formato da Instrução SQR A raiz quadrada do valor na Fonte é armazenada no Destino. elemento 0. O bit C será desenergizado se o resultado for zero.

3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 156 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. são atualizados os Bits V e Z. o resultado é armazenado como 9999. elemento 0. 11. V e S são sempre desenergizados e o bit Z é sempre energizado.3. os bits C. Figura 11.X apresenta o formato da instrução TOD.13 – Instrução de Conversão para BCD ( TOD ) A figura 11.X – Formato da Instrução TOD O valor do número inteiro armazenado na Fonte ( arquivo inteiro ) é convertido para BCD e armazenado no Destino ( arquivo BCD ). O bit V será energizado quando o valor do número inteiro for menor que zero ou maior que 9999. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Utilize essa conversão quando desejar exibir ou transferir valores BCD para displays externos ao Controlador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. No arquivo de Flag. Figura 11. Os bits C e S são sempre desenergizados. No arquivo de Flag.W apresenta o formato da instrução CLR. Se o valor do número inteiro introduzido for maior que 9999.12 – Instrução de Zeramento ( CLR ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11. elemento 0.W – Formato da Instrução CLR O valor no Destino é zerado.P.

P. Recomenda-se converter valores BCD em inteiro antes de manipulá-los no programa de aplicação.S. elemento 0. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 11. No arquivo de Flag.14 – Instrução de Conversão de BCD ( FRD ) A figura 11.3. Os bits C. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 157 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Y apresenta o formato da instrução FRD. V e S são sempre desenergizados. é utilizado o bit Z. Figura 11.Y – Formato da Instrução FRD O valor BCD armazenado na Fonte ( arquivo BCD ) é convertido para um número inteiro e armazenado no Destino ( arquivo inteiro ).

_________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de Portas Lógicas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 158 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P. popularmente conhecido como Padrão Água Viva. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Esquema lógico do Padrão Água Viva: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 159 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas: As operações Lógicas são bastante utilizadas em rotinas de Tratamento dos sinais de E/S do PLC.

15 – Instrução lógica E ( AND ) A figura 11. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).2 Operação Lógica E A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A AND B R 0 0 0 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 160 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Z – Formato da Instrução AND É executado um AND bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11. No arquivo de Flag.S._________________________________________________________________________ 11. são atualizados os bits Z e S.2.P.Z apresenta o formato da instrução AND. Os bits C e V são sempre desenergizados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. A tabela verdade da operação lógica E é apresentada na tabela 11. O bit S será energizado. elemento 0. Tabela 11.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .AA apresenta o formato da instrução OR.3.16 – Instrução lógica OU ( OR ) A figura 11.3 Operação Lógica OU A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A OR B R 0 1 1 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 161 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11.AA – Formato da Instrução OR É executado um OR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11. elemento 0. No arquivo de Flag. O bit S será energizado.S.3. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).P. A tabela verdade da operação lógica OU é apresentada na tabela 11. Tabela 11. são atualizados os bits Z e S. Os bits C e V são sempre desenergizados.

3.BB – Formato da Instrução XOR É executado um XOR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e então armazenado no Destino.BB apresenta o formato da instrução XOR.4. Tabela 11.17 – Instrução lógica OU Exclusivo ( XOR ) A figura 11. Figura 11.4 Operação Lógica OU Exclusivo A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A XOR B R 0 1 1 0 é apresentada na ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 162 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. são atualizados os bits Z e S. Os bits C e V são sempre desenergizados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. A tabela verdade da operação lógica OU Exclusivo tabela 11. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). elemento 0. No arquivo de Flag._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

No arquivo de Flag. Tabela 11.CC apresenta o formato da instrução NOT. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.3.CC – Formato da Instrução NOT O valor na Fonte é complementado bit a bit e armazenado no Destino.5 Operação Lógica Complementação A 0 1 onde R = R 1 0 NOT A ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 163 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. A tabela verdade da operação lógica Complementação é apresentada na tabela 11. Os bits C e V são sempre desenergizados. são atualizados os bits Z e S. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). elemento 0.5.18 – Instrução lógica de Complementação ( NOT ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

são atualizados os bits Z e S.P.EE – Formato da Instrução MVM 11.DD – Formato da Instrução MOV O Controlador move o valor da Fonte para o Destino. Figura 11. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O formato da instrução é mostrado na figura 11.DD apresenta o formato da instrução MOV. 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 164 de 212 . elemento 0._________________________________________________________________________ 11. Os bits C e V são sempre desenergizados. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados. endereço para onde a instrução move os dados.3.20 – Instrução de Movimentação com Máscara ( MVM ) A instrução de Movimento com Máscara ( MVM ) é uma instrução de palavra que movimenta dados de uma localização de origem para um destino e permite que partes desses dados sejam mascarados por uma palavra. No arquivo de Flag. Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): Dest ( Destino ): endereço dos dados que se deseja movimentar ou uma constante de programa.20.S.EE.19 – Instrução de Movimentação ( MOV ) A figura 11.3.3.

20. correspondentes aos zeros da palavra de máscara não são alterados. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 165 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. a cada varredura. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 11.2 – Operação Quando a linha passa de falsa para verdadeira._________________________________________________________________________ 11. ou podem ser alterados atribuindo à máscara um endereço direto ou indireto. os dados são transferidos quando os bits da palavra de máscara são energizados.3.P. os dados no endereço Fonte passam através da máscara para o endereço Destino ( figura 11. A instrução movimenta os mesmos dados.FF ). Os bits na palavra de destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . enquanto a linha permanece verdadeira.FF – Exemplo da Instrução de Movimento com Máscara Os dados são mascarados quando os bits da palavra da máscara são desenergizados. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se um valor constante ( valor em Hexadecimal ).S.

O tempo de execução de uma instrução CPT é maior que o tempo de execução da sua correspondente instrução aritmética. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .21 – Instrução de Cálculo ( CPT ) Todas as operações descritas neste capítulo. lógica ou de movimento. exceto a instrução de movimentação com máscara ( MVM ). O resultado da operação especificada na expressão é armazenado na palavra de destino.21. operação aritmética ou lógica (até 80 caracteres ). Figura 11. verifique através da instrução ADD. Uma instrução ADD. lógica ou de movimento. cujo formato é apresentado na figura 11.3.GG – Formato da Instrução CPT 11. como esses bits são atualizados após ser realizada a operação da instrução CPT (Adição). por exemplo. Podem ser utilizados endereços lógicos direto e / ou constantes de programa.3.S. podem ser realizadas através da instrução de Cálculo ( CPT ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 166 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Uma instrução CPT também utiliza mais palavras no arquivo de programa que sua correspondente instrução aritmética.GG. lógica ou de movimento. é executada em menos tempo que uma instrução CPT ( Adição ).1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Dest ( Resultado / Destino ): Expression ( Expressão ): endereço do resultado da operação. Depois que cada instrução CPT é desenvolvida. os bits de estado aritméticos do arquivo de flag são atualizados da mesma forma que sua correspondente instrução aritmética. Como exemplo.P._________________________________________________________________________ 11.

Tabela 11._________________________________________________________________________ A tabela 11.( sinal de menos ) * ( asterisco ) | ( barra vertical ) SQR .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .N7:1 N7:0 * N7:1 N7:0 | N7:1 SQR N7:0 .6 Símbolos de Operações da Instrução CPT Operação Adição Subtração Multiplicação Divisão Raiz Quadrada Negação Conversão para BCD Conversão de BCD E OU OU Exclusivo Complementação Zeramento Movimentação Símbolo + ( sinal de mais ) .N7:0 TOD N7:0 FRD N7:0 N7:0 AND N7:1 N7:0 OR N7:1 N7:0 XOR N7:1 NOT N7:0 0 N7:0 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 167 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.( sinal de menos ) TOD FRD AND OR XOR NOT Entrar 0 ( zero ) para a expressão Entrar somente endereço Fonte ou constante de programa para a expressão Exemplo N7:0 + N7:1 N7:0 .6 apresenta os símbolos que se insere na expressão da instrução CPT para definir uma operação e apresenta também um exemplo dessas expressões.

4. descrita no final deste capítulo. a instrução de comparação: 10 ( BCD ) 0000 0000 0001 0000 10 ( Decimal ) 0000 0000 0000 1010 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 168 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.constantes de programa ou endereços lógicos diretos de valores que se deseja comparar.1 – Generalidades As instruções de comparação permitem comparar valores de dados e tratam-se de instruções de entrada.2 – Descrição As operações que podem ser realizadas com as instruções de comparação são: Igual a ( EQU ) Diferente de ( NEQ ) Menor que ( LES ) Menor ou igual a ( LEQ ) Maior que ( GRT ) Maior ou igual a ( GEQ ) Teste Limite ( LIM ) Igual Mascarada ( MEQ ) Todas as operações apresentadas acima também podem ser desenvolvidas através da instrução de Comparação ( CMP ). Entretanto como os valores em BCD não são convertidos para decimal. os valores em BCD e ASCII devem ser utilizados apenas para fins de visualização. Por exemplo. Pode-se comparar valores de tipos diferentes de dados. ponto flutuante e inteiro. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Entretanto. se o valor em N7:2 for igual a 10 ( decimal ) e o valor em D9:3 for igual a 10 ( BCD ). 11._________________________________________________________________________ 11.4 – INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO 11. 11. tais como. a expressão N7:2 = D9:3 não é verdadeira. Valores em BCD ou ASCII inseridos em uma instrução de comparação são tratados como números inteiros.4.3 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros que se insere nestas instruções são: SOURCE A e B ( Fonte ) .4.S.

Figura 11. pois raramente esses valores serão totalmente iguais. A instrução EQU não deve ser utilizada para comparar dois valores de ponto flutuante.4. a instrução será falsa.HH apresenta o formato da instrução EQU.4. utilizar a instrução LIM ( será vista mais a frente ) fixando assim.S.II – Formato da Instrução NEQ Quando os valores da Fonte A e da Fonte B não forem iguais. esta instrução será falsa.II apresenta o formato da instrução NEQ.P. Se esses dois valores forem iguais. Ao invés disto.5 – Instrução Diferente de ( NEQ ) A figura 11. 11. Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 11. Se estes valores não forem iguais.4 – Instrução Igual a ( EQU ) A figura 11.HH – Formato da Instrução EQU Quando os valores da Fonte A e da Fonte B forem iguais. uma faixa de valores com a qual o valor de ponto flutuante será comparado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 169 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. esta instrução será logicamente verdadeira. esta instrução será logicamente verdadeira.

Figura 11. Se o valor da fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B.6 – Instrução Menor que ( LES ) A figura 11.4.S.JJ – Formato da Instrução LES Quando o valor da Fonte A for menor que o valor da Fonte B esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B.JJ apresenta o formato da instrução LES. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 170 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7 – Instrução Menor ou Igual a ( LEQ ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.KK – Formato da Instrução LEQ Quando o valor da Fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B.4. 11. esta instrução será falsa._________________________________________________________________________ 11. esta instrução será falsa.KK apresenta o formato da instrução LEQ. esta instrução será logicamente verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 11.

Figura 11.9 – Instrução Maior ou Igual a ( GEQ ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11.LL apresenta o formato da instrução GRT.8 – Instrução Maior que ( GRT ) A figura 11. esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor da fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B.4.4.MM apresenta o formato da instrução GEQ.LL – Formato da Instrução GRT Quando o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B. Figura 11. Se o valor da fonte A for menor que o valor da Fonte B. esta instrução será falsa. esta instrução será logicamente verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .MM – Formato da Instrução GEQ Quando o valor da Fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B.P. esta instrução será falsa. 11.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 171 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . dependendo de como foram ajustados os limites.10 – Instrução Testar Limite ( LIM ) Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa especificada.10. Esses limites são os valores A e C.4. A figura 11. A figura 11. onde o valor A pode ser menor ou maior que o valor de C.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Low Limit ( Limite Baixo ): endereço do valor A ou constante do programa.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . endereço do valor C ou constante do programa. Caso a) Valor A ≤ valor C ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 172 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S._________________________________________________________________________ 11.NN – Formato da Instrução LIM 11. Figura 11. mostra o formato da instrução de Testar Limite ( LIM ).OO apresenta dois exemplos: um para o caso do valor A ser menor ou igual ao valor C (a) e outro para o caso do valor A ser maior ou igual ao valor de C (b). Test ( valor de teste): High Limit ( Limite Alto ): A instrução é falsa a não ser que o valor de B esteja entre certos limites.NN. endereço do valor B ou constante do programa.4.

S. a instrução é verdadeira. Caso b) Valor A ≥ valor C Quando o controlador detecta que o valor B está fora dos limites ou é igual a um deles.PP – Formato da Instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 173 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11. Se o valor B estiver fora desses limites.OO – Exemplo da Instrução LIM A instrução LIM não possui bits de estado. A figura 11.4. permitindo que partes desses dados sejam mascarados através de uma palavra. mas não igual a um deles. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .11 – Instrução Igual Mascarada ( MEQ ) Esta instrução de entrada compara dados de um endereço fonte com dados de um endereço de referência. Figura 11. a instrução é verdadeira. Se o valor B estiver entre os limites. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Quando o controlador detecta que o valor B é igual a um dos limites ou está entre eles. a instrução é falsa.PP apresenta o formato da instrução MEQ.P. então a instrução é falsa. 11.

já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a comparação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Os bits da palavra de máscara iguais a 0 (zero) mascaram os dados.QQ._________________________________________________________________________ 11. Se os 16 bits de dados de um endereço Fonte forem iguais aos 16 bits de dados do endereço Referência ( exceto os bits mascarados ).4. A instrução se torna falsa assim que ela detecta uma diferença. _________________________________________________________________________ Figura 11. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados ou um valor em hexadecimal.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): endereço do valor que se deseja comparar ou um valor inteiro.S. Figura 11.P. a instrução é verdadeira.QQ – Exemplo da instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 174 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Compare ( Referência ): valor inteiro ou endereço de referência para a comparação.

Tabela 11.RR – Formato da Instrução CMP A expressão que se insere para a instrução CMP é uma comparação entre dois valores.7 Símbolos e Tipos de Operação da Instrução CMP Operação Igual a Diferente de Menor que Menor ou Igual a Maior que Maior ou Igual a Símbolo = <> < <= > >= ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 175 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Uma instrução LEQ. O tempo de execução de uma instrução CMP é maior que o tempo de execução de uma instrução de comparação. por exemplo. Figura 11. representados por endereços lógicos diretos e/ou constantes de programa. A figura 11.RR apresenta o formato da instrução CMP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A tabela 11._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.12 – Instrução de Comparação ( CMP ) A instrução CMP é uma instrução de entrada que permite realizar as operações de comparação ( exceto MEQ e LIM ) descritas anteriormente.S. Uma instrução CMP também utiliza mais palavras no arquivo de programa do que utilizaria sua correspondente instrução de comparação.4.7 apresenta os símbolos e os tipos de operação da instrução CMP. executa mais rapidamente que uma instrução CMP ( Menor ou Igual a ).

CLP-5/60E ou CLP5/80E).CONCEITO Emprega-se redundância de controle para aumentar a confiabilidade e disponibilidade do sistema de controle contra possíveis falhas da CPU. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o sistema automaticamente transfere o controle para a CPU SECUNDÁRIA que passa a ser a CPU PRIMÁRIA e conseqüentemente passa a controlar as mesmas E/S. CLP-5/40E. 12.S. caso ocorra um evento de FALHA ou PARADA do sistema PRIMÁRIO. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . A redundância utiliza duas CPU´s rodando o mesmo programa aplicativo. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU PRIMÁRIA controla as saídas distribuídas em rede RIO O CHASSI SECUNDÁRIO (aquele que abriga a CPU SECUNDÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E.1 . CLP-5/40E. Caso a CPU PRIMÁRIA entre em FALHA._________________________________________________________________________ 12. a CPU PRIMÁRIA envia para a CPU SECUNDÁRIA os valores das E/S e tabelas de dados. CLP-5/60E ou CLP5/80E). Redundância de CPU´s 12.2 – OPERAÇÃO BÁSICA O CHASSI PRIMÁRIO (aquele que abriga a CPU PRIMÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 176 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU SECUNDÁRIA é atualizada pela CPU PRIMÁRIA com os dados relevantes do processo e está pronta para controlar as mesmas saídas. Uma CPU controla as E/S (chamada de CPU PRIMÁRIA) e a outra CPU (chamada de SECUNDÁRIA) fica no modo de espera. a CPU SECUNDÁRIA assumirá o controle das E/S (tornarse-á CPU PRIMÁRIA) e terá os últimos valores de dados atualizados. pois caso ocorra uma falha no chassi PRIMÁRIO. Durante a operação NORMAL.P.

A . Esta rede utiliza o mesmo cabo elétrico da rede DH+ e / ou RIO denominado 1770-CD (Cabo Belden 9463). parâmetros PID.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O módulo 1785-BCM é responsável pelo BACKUP dos dados de E/S e outros dados relevantes de programa (exemplo: totalizações.P. É utilizada uma rede de interligação entre estes dois módulos chamada de HSSL (High Speed Serial Link à Rede serial de alta velocidade).3 – MÓDULO DE BACKUP DE COMUNICAÇÃO – 1785-BCM No sistema de redundância do CLP-5 utiliza-se um módulo 1785-BCM no Chassi Primário e outro módulo 1785-BCM no Chassi Secundário. temporizadores. etc) que devem ser transferidos da CPU PRIMÁRIA para a CPU SECUNDÁRIA a todo scan._________________________________________________________________________ Figura 12. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 177 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. para que a tabela imagem e dados da CPU SECUNDÁRIA seja atualizada com os mesmos valores da CPU PRIMÁRIA. horímetros.Sistema de redundância usando o módulo 1785-BCM 12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 .1 – Leds sinalizadores de status do módulo 1785-BCM Tabela 12.Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM LED PRI SEC Cor do LED verde verde Este LED indica Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema PRIMÁRIO Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema SECUNDÁRIO Quando piscante – o módulo BCM está executando uma instrução de Block Transfer ou comunicando corretamente com as E/S através da placa de fundo do Chassi Quando apagado – não existe comunicação entre o módulo BCM e o Processador (CPU) Quando piscante – rede HSSL funcionando adequadamente Quando apagado – falha na rede HSSL Quando aceso – Falha de Hardware do BCM BPLN verde SER FLT verde vermelho ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 178 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P._________________________________________________________________________ 12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 179 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário (*) Substitua este trecho de rede com resistor de terminação de 150 Ohm.S.P. se este nó estiver na extremidade da rede._________________________________________________________________________ 12.

S. EXERCÍCIO SOBRE ENDEREÇAMENTO DE E/S DIGITAIS Objetivo: Determinar os endereços dos sinais digitais baseados em configuração de hardware do Chassi e / ou módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO OBJETIVO Verificar a funcionalidade das instruções estudadas no curso. através de exercícios práticos.P._________________________________________________________________________ 13. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal 1 2 3 4 5 6 7 8 SW4 à OFF SW5 à OFF 05 Endereço: _______________________ CLP-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 180 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal SW4 à OFF SW5 à ON 1 2 3 4 5 6 7 8 07 + 24 Vcc CLP-5 Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 181 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.

S.P._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Remotas Mini-seletoras do módulo 1771-ASB SW5 à ON SW6 à OFF SW1-1 SW1-2 SW1-3 SW1-4 SW1-5 SW1-6 SW1-7 SW1-8 à à à à à à à à ON ON ON ON OFF OFF ON ON 10 13 02 XY-122315 Endereço: _______________________ 1771-ASB ZSL-122315 ZSH-122315 Endereço: _______________________ Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 182 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

desenvolver um programa em LADDER para o controle de partida / parada de uma bomba.2 – Existirá 1 botão para DESLIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3.1 – Existirá 1 botão para LIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3.5 – Sinalizar através de uma lâmpada do simulador o status da bomba B1 ligada 3.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. 3.P. desenergizar a bomba B1 e mantê-la desenergizada.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 3. conforme descritivo abaixo: 3.7 – Documentar o programa Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGA bomba Botão DESLIGA bomba Bomba B1 Lâmpada B1 LIGADA Lâmpada B1 DESLIGADA à I: à I: à O: à O: à O: / / / / / pulso NA pulso NA acesa indica B1 LIGADA acesa indica B1 DESLIGADA ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 183 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. energizar a bomba B1 e mantêla energizada (considerar uma lâmpada do simulador) 3.6 – Sinalizar através de outra lâmpada do simulador o status da bomba B1 desligada._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 2 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits (contatos e bobinas) 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD3) chamado de EXERC2 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC2) 3 – Dentro desta subrotina.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 184 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 185 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S.

1 – Existirá apenas 1 botão para LIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NA do simulador ).4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. 3.P. 3. após 2 segundos ligar o motor M2.5 – Documentar o programa. conforme descritivo abaixo: 3. após 3 segundos ligar o motor M3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . (Nota: Considerar uma lâmpada do simulador para cada motor) 3. Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGAR motores Botão DESLIGAR motores Motor M1 Motor M2 Motor M3 Motor M4 Motor M5 à I: à I: à O: à O: à O: à O: à O: / / / / / / / pulso NA pulso NA M1 M2 M3 LIGAR DESLIGAR M4 M5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 186 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Existirá apenas 1 botão para DESLIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NF do simulador ).3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR. desenvolver um programa em LADDER para controlar o acionamento de 05 motores distintos. após 1 segundo ligar o motor M1. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . desligar os 05 motores simultaneamente._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 3 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD4) chamado de EXERC3 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC3) 3 – Dentro desta subrotina.S. após 4 segundos ligar o motor M4 e após 5 segundos ligar o motor M5.

S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 187 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

P.S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 188 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 189 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Existe uma chave de nível (LSH_001A – contato NF) instalada no filtro FIL001A. 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 4 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD5) chamado de EXERC4 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC4) 3 – Dentro desta subrotina.S. nível normal à B3:0/0 = 1 nível alto à B3:0/0 = 0 3.3 – Ocorrerá sinalização de alarme de nível alto se a chave permanecer atuada por um tempo maior ou igual a 10 segundos.P.4 – Documentar o programa Nota: Considerar um botão NF do simulador como chave de nível alto. 3. desenvolver um programa em LADDER para gerar um alarme de nível Alto do condensado do filtro FIL-001A.2 – Deverá existir a indicação de alarme de nível alto no supervisório relacionado com a referência B3:0/0 (LAH_001A). 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 4 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 190 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 191 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

P. o mesmo deverá gerar um pulso no botão resete.1 – Criar uma lógica de partida / parada de um motor baseada no exercício 2 Botão liga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão desliga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão resete (pulso – NA) à zerar o contador de partidas Motor à considerar uma lâmpada do simulador Considerar: B3:1/0 à retorno do status do motor (=0 desligado / =1 ligado) Registro: N7:0 à número de partidas do motor 3.3 – Caso o operador deseje zerar o contador de partidas. 3.2 – Toda vez que for dado um comando de partida e houver retorno de motor ligado. desenvolver um programa em LADDER para gerar um contador do número de partidas de um motor. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 5 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD6) chamado de EXERC5 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC5) 3 – Dentro desta subrotina. 3. conforme descrição abaixo: 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . a lógica deverá contar o número de partidas e indicar no registro N7:0.S.4 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 192 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 193 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P.

S.P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 194 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

minutos e segundos respectivamente.1 – Considerar a lógica de partida / parada do motor do exercício 5 3. conforme descrição abaixo: 3.4 – Acrescentar na lógica.2. contadores.P.5 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 195 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. um botão para zerar o horímetro durante o motor ligado.Zerar os registros de horas. 3.Indicar no N7:12 os segundos do motor em funcionamento. 3.2 .Indicar no N7:10 as horas de motor em funcionamento. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Quando o motor estiver desligado: 3.3 . relacionadas ao último intervalo de tempo de motor ligado.Indicar nos registros N7:20._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 6 Objetivo: Testar a funcionalidade temporizadores e movimentação: das instruções de bits. N7:21 e N7:22 as horas.2. se houver necessidade. 3.2.2.1 .3.2 – Quando o motor estiver ligado: 3. desenvolver um programa em LADDER para gerar um horímetro de um motor.S. 3. minutos e segundos de motor em funcionamento 3. 3.Indicar no N7:11 os minutos do motor em funcionamento.1 . 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD7) chamado de EXERC6 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC6) 3 – Dentro desta subrotina.

P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 6 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 196 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 197 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

desenvolver um programa em LADDER para controlar a válvula de controle XV_111 do tanque de água indicado abaixo conforme descrição a seguir: 3.2 – Quando o nível do tanque atingir 10 metros. 3. 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 7 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. o CLP abrirá a válvula XV_132 durante um tempo fixo de 10 segundos (tempo suficiente para esvaziar o tanque).3 – Documentar o programa Considerar: SN1 à botão de pulso NA do simulador (I: XV_111 à lâmpada do simulador (O: / / ) ) 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 XV_111 SN 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 198 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Após este tempo a válvula fechará automaticamente.1 – O tanque será preenchido constantemente do nível 0 a 10 metros. temporizadores e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD8) chamado de EXERC7 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC7) 3 – Dentro desta subrotina. A cada 1 metro o sensor de nível SN1 envia um pulso para o CLP.P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 7 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 199 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 200 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Será feita a indicação desta leitura na tela do Supervisório (Central de Operação e Controle).P. 3.3 – Pede-se fazer a conversão de escala para unidades de engenharia no CLP através do programa aplicativo. desenvolver um programa em LADDER para executar uma conversão de escala utilizando-se de instruções aritméticas básicas. proveniente de um sensor de pressão (PT_12233) calibrado para o range de 0 a 120 Kgf/cm2. conforme descrição abaixo: 3. O resultado da conversão deverá ser armazenado no endereço F8:0 3. A indicação desta pressão será em Unidades de Engenharia (indicação em ponto flutuante). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Documentar o programa Conversor Analógico Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão PT_12233 A/D 0 a 4095 REGISTRO NO CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 201 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 8 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e matemáticas básicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD9) chamado de EXERC8 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC8) 3 – Dentro desta subrotina. através de uma Entrada Analógica cujo endereço é N10:4 Considerar: 0 kgf à 4 mA à0 120 Kgf à 20 mA à 4095 3.1 – O CLP está lendo um sinal analógico de 4 ~ 20 mA.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 8 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 202 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 203 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

3 – Quando não ocorrer alarme a lâmpada respectiva deverá APAGAR PAL_12233 PAH_12233 RECONHECE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 204 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 9 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e de comparação 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD10) chamado de EXERC9 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC9) 3 – Dentro desta subrotina.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Os alarmes deverão ser sinalizados em 02 lâmpadas localizadas em um painel quando: PAL_12233 à Quando PT_12233 ≤ 20 Kgf/cm2 PAH_12233 à Quando PT_12233 ≥ 100 Kgf/cm2 3. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de alarmes de pressão baixa (PAL_12233) e pressão alta (PAH_12233).2.P. 3.1 – Quando ocorrer um alarme a lâmpada respectiva deverá PISCAR 3. o Operador estará reconhecendo o alarme.2 – Quando um alarme for reconhecido a lâmpada respectiva pára de PISCAR e fica ACESA 3.2.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Quando for pressionado este botão.S. conforme descrição abaixo: 3.Existirá um botão de pulso (NA) para reconhecimento de qualquer um dos alarmes.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 9 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 205 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 206 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 4 – As chaves de nível LSHH e LSLL são ED do CLP.S. 5 – Fazer indicação do nível do vaso em unidades de engenharia (0 – 100%) no registro F8:10 Considerações: LSL setpoint = 30% LSH setpoint = 60% Chave de nível LSLL Chave de nível LSHH Transmissor de nível utilizar os endereços N7:24 Range da entrada analógica 4 – 20 mA / 0 a 4095 Bomba B-151801 Alarme de nível baixo Alarme de nível alto Matriz de Causa x Efeito O: O: O: / / / I: I: / / Fluxograma P& ID Observação: T à Se atuar LSHH por 10 segundos fechar SDV ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 207 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 10 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e relacionais 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD11) chamado de EXERC10 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC10) 3 – As chaves de nível LSH e LSL são pré-alarmes do transmissor de nível do vaso. Quando ocorrer LSH ou LSL sinalizar alarme nas respectivas lâmpadas.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 10 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 208 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 209 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

S. indicados na tabela abaixo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . preencher o estado das entradas polarizadas EP ENT FISICA I:002/00 I:002/01 I:002/02 I:002/03 I:002/04 I:002/05 I:002/06 I:002/07 I:002/10 I:002/11 I:002/12 I:002/13 I:002/14 I:002/15 I:002/16 I:002/17 EST 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 ESP (B3:20) 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 EP (B3:21) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 210 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Considerar: ENT à Endereço da entrada física EST à Estado da entrada física ( 0 = chave aberta / 1 = chave fechada ) ESP à Estado esperado da entrada ( 0 = chave NA / 1 = chave NF ) EP à Entrada Polarizada ( 0 = normal / 1 = atuada ) 4 – Considerando os estados das entradas.P._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 11 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e lógicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD12) chamado de EXERC11 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC11) 3 – Dentro desta subrotina. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de polarização das seguintes entradas relacionadas na tabela abaixo. O resultado desta polarização deverá ser armazenado no registro B3:21.

P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 11 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 211 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 212 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

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