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Curso CLP - 5
Módulo Básico usando o software RS Logix 5

________________________________________________________________________________________ Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Módulo Básico
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
1. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.1 – IEC (International Eletric Commitee) 1.2 – Prática 1.3 – Histórico e características do CLP 1.4 – Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) 1.5 – Arquitetura de um Controlador Lógico Programável (CLP) 1.6 – Arquitetura do CLP-5 1.7 – Funcionamento do CLP 1.8 – Ciclo de Operação do CLP (SCAN) 1.9 – Interrupção do ciclo de operação 2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5 2.1 – Chassis 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassi Principal 2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de alimentação do chassi 2.2 – Fonte de alimentação 2.3 – Módulo Controlador ou CPU 2.3.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A 2.3.2 – Configuração da Porta Serial 2.3.3 – Modos de operação do CLP-5 2.3.4 – Leds sinalizadores de STATUS do CLP-5 2.3.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador 2.3.6 – Instalação dos módulos de memória EEPROM 2.4 – Sistemas de E/S 2.4.1 – Módulos de E/S da plataforma 1771 2.4.1.1 – Módulo de ED – lógica SINK 2.4.1.2 – Módulo de ED – lógica SOURCE 2.4.1.3 – Módulo de SD – lógica SINK 2.4.1.4 – Módulo de SD – lógica SOURCE 2.4.2 – Módulos de Entradas Digitais 2.4.3 – Módulos de Saídas Digitais 2.4.4 – Módulos de E/S Analógicas da plataforma 1771 2.4.4.1 – Módulos de Entrada Analógica 2.4.4.2 – Módulos de Saída Analógica 009 010 011 012 015 022 023 027 029 030 032 033 033 034 034 035 035 036 037 038 038 040 001 001 001 002 003 005 006 007 008

3. REDE DE E/S LOCAL ESTENDIDA USANDO OS CLP-5/40L ou CLP-5/60L042 4. REDE DE E/S REMOTAS (RIO) 4.1 – Conceito 4.1.1 – Características gerais da rede 4.2 – Meio físico 4.3 – Velocidades 4.4 – Módulo Adaptador de E/S Remotas – 1771-ASB 044 044 045 045 045

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página I de IX
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_________________________________________________________________________ Índice Página
4.4.1 – Configuração do jumper 4.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 4.4.3 – Configuração das mini-seletoras do Chassi de E/S remotas 4.4.4 – Diagrama de interligação do cabo na borneira do 1771-ASB 4.4.5 –Leds sinalizadores de STATUS do módulo 1771-ASB 4.5 – Interligação entre dispositivos na rede RIO 4.6 – Subsistema de E/S remotas FLEX I/O 5. REDE DATA HIGHWAY PLUS (DH+) 5.1 – Conceito 5.1.1 – Características gerais da rede 5.2 – Meio físico 5.3 – Velocidade 5.4 – Protocolo 5.5 – Número máximo de estações DH+ por rede 5.6 – Interfaces de micros para rede DH+ 5.6.1 – Interface para desktop (1784-KTX) 5.6.2 – Interface para notebook (1784-PCMK0) 5.7 – Transferência de dados entre controladores 5.8 – Interligação entre dispositivos na rede DH+ 6. REDE ETHERNET INDUSTRIAL (TCP/IP) 6.1 – Conceito 6.2 – Meio físico 6.3 – Velocidade 6.4 – Topologias 6.4.1 – Barramento 6.4.2 – Anel 6.4.3 – Estrela 6.5 – Protocolo 6.6 – Acesso 6.7 – Endereço de IP 6.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos 6.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET 7. REDE MODBUS – RTU 7.1 – Conceito 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos 7.3 – Princípio básico de comunicação em Modbus 7.4 – Módulo de comunicação Modbus para CLP-5 7.4.1 – Características do módulo 3100-MCM 065 066 066 067 067 059 059 059 060 060 060 061 061 061 062 062 063 064 055 055 056 056 056 056 057 057 058 058 046 046 048 049 049 052 053

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página II de IX
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_________________________________________________________________________ Índice Página
8. MEMÓRIA DO CLP-5 8.1 – Conceitos básicos 8.1.1 – BIT 8.1.2 – BYTE 8.1.3 – REGISTRO ou PALAVRA 8.1.4 – REGISTRO de PONTO FLUTUANTE 8.2 – Organização da memória do CLP-5 8.2.1 – Generalidades 8.2.2 – Arquivos de Programas 8.2.2.1 – Arquivos reservados 8.2.2.2 – Arquivo de Programa Principal 8.2.2.3 – Arquivos de transição e de Passo do SFC 8.2.2.4 – Arquivos de subrotinas 8.2.2.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização selecionável 8.2.2.6 – Arquivo de Rotina de Falha 8.2.2.7 – Transferência de Arquivos de Programa 8.2.3 – Arquivos de Dados 8.2.3.1 – Arquivos utilizados com maior freqüência 8.2.3.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S (CLP-5/15) 8.2.3.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo 8.2.3.4 – Elementos de Arquivo 8.2.3.5 – Tipos de Dados 8.2.4 – Endereçamento Lógico 8.2.4.1 – Endereçamento Lógico Direto 8.3 – Endereçamento no CLP-5 8.3.1 – Endereçamento de E/S 8.3.1.1 – Definições básicas 8.3.1.2 – Tipos de endereçamentos de chassis 8.3.2 – Endereçamento do Arquivo de Status 8.3.3 – Exemplos de Endereçamento Lógico Direto 8.3.4 – Endereçamento Indireto 8.3.5 – Exemplos de endereçamento Direto e Indireto 8.3.6 – Endereçamento Indexado 8.3.7 – Exemplo de endereçamento indexado 8.3.8 – Constantes de Programa 8.3.9 – Visualização dos números de Ponto Flutuante 9. RS LOGIX 5 9.1 – Introdução 9.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.2.1 – Abrindo uma aplicação existente 9.2.2 – Modificando uma linha de programa em OFF LINE 9.2.3 – Modificando uma linha de programa em ON LINE 9.2.4 – Gerando um backup de uma aplicação 9.2.5 – Restaurando um backup de uma aplicação 095 096 096 096 097 099 100 069 069 069 069 070 070 070 071 071 072 072 072 073 074 075 077 077 078 080 082 085 085 086 087 088 089 090 091 093 093 094

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página III de IX
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2.2.3 – Linguagem textual 10.1.2.1 – Ramificação de entrada 11.1.1.14 – Identificando falhas de E/S 10.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.2.3 – Basic (BAS) 10.2 – Descrição 11.2.3.5 – Instrução de Inversão (INV) 11.1.1 – Temporizador na Energização (TON) 11.1.4 – Instruções de ramificação 11.9 – Salvando uma aplicação do CLP (Upload) 9.1.3 – Gráfico seqüencial de Funções (SFC) 10.3.1.2 – Temporizador na Desenergização (TOF) 131 131 131 132 132 133 135 135 136 129 129 129 129 129 129 129 129 102 106 110 112 114 117 121 125 127 137 137 139 141 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IV de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.8 – Transferindo uma aplicação para o CLP (Download) 9.1.4.4.2 – Instruções de Temporizadores e Contadores 11.2.2 – Texto estruturado (STX) 10.2._________________________________________________________________________ Índice Página 9.1 – Examine se Energizado (XIC) 11.2.2 – Instruções Examine 11.13 – Acessando a tabela de FALHAS do CLP 9.3.12 – Acessando a tabela de FORCES do CLP 9.2 – Examine se Desenergizado (XIO) 11.1.3.2.2.7 – Configuração do driver Ethernet através do RS LINX 9.2 – Energizar saída com retenção (OTL) e Desenergizar Saída com retenção (OTU) 11.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.P.2. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 10.4 – Linguagem C 10.10 – Acessando a tabela de Dados do CLP 9.2.1 – Generalidades 11.1. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP-5 11.2 – Linguagem gráfica 10.6 – Configuração do driver serial RS-232 através do RS LINX 9.2.2.3.2 – Ramificação de saída 11.3 – Instruções Energizar / Desenergizar saída 11.1 – Diagrama de lógica de relés (LADDER) 10.S.1 – Padronização IEC 10.2.1 – Energizar saída (OTE) 11.2.3.4 – Linguagem LADDER 11.3 – Instruções de Temporizador 11.2.1 – Instruções do Tipo RELÉS 11.1.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.11 – Referência cruzada 9.1 – Generalidades 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

20.3.3.3.16 – Instrução Lógica OU (OR) 11.3.20 – Instrução de Movimentação com Máscara (MVM) 11.11 – Instrução Igual Mascarado (MEQ) 151 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 156 157 158 159 160 161 162 163 164 164 164 165 166 166 168 168 168 169 169 170 170 171 171 172 172 173 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página V de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.S.3.3.3.10 – Instrução de Raiz Quadrada (SQR) 11.4 – Bits de Estado Aritmético 11.1 – Generalidades 11.9 – Instrução Maior ou Igual a (GEQ) 11.3.12 – Instrução de Zeramento (CLR) 11.4.7 – Instrução Menor ou Igual a (LEQ) 11.3.20.2 – Descrição 11.6 – Instrução Menor que (LES) 11.10 – Instrução Testar Limite (LIM) 11.1 – Generalidades 11.P.4 – Instrução Igual a (EQU) 11.4.13 – Instrução de Conversão para BCD (TOD) 11.2.9 – Instrução de Divisão (DIV) 11.2 – Descrição 11.4.3.1 – Parâmetros da instrução 11.10.3.3.5 – Instrução Diferente de (NEQ) 11.3.3.4.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Índice Página 11.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD) 146 11.4.3 – Parâmetros das Instruções 11.3 – Parâmetros da instrução 11.17 – Instrução Lógica OU Exclusivo (XOR) 11.15 – Instrução Lógica E (AND) 11.1 – Parâmetros da instrução 11.4.8 – Instrução Maior que (GRT) 11.4 – Instruções de Comparação 11.3.2.3.14 – Instrução de Conversão de BCD (FRD) INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de “Portas Lógicas” Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas 11.21 – Instrução de Cálculo (CPT) 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.3 – Temporizador Retentivo (RTO) 143 11.19 – Instrução de Movimentação (MOV) 11.5 – Tipos de Dados 11.3.4.21.8 – Instrução de Multiplicação (MUL) 11.3.3.7 – Instrução de Subtração (SUB) 11.3.1 – Parâmetros da instrução 11.4.2 – Operação 11.2.4.3 – Instruções Aritméticas.4. Lógicas e de Movimentação 11.3.4.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador (RES) 150 11.6 – Instrução de Adição (ADD) 11.18 – Instrução Lógica Complemento (NOT) 11.11 – Instrução de Negação (NEG) 11.3.3.

A – Vista do Controlador CLP-5 Figura 1.E – Vista Frontal do módulo Fonte de Alimentação 013 Figura 2. -5/60 e -5/80 020 Figura 2.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário 13.C – Funcionamento do CLP Figura 1.1 – Leds sinalizadores de STATUS do 1785-BCM 12.B – Vista do Chassi do CLP-5 Figura 1._________________________________________________________________________ Índice Página 11.K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores 5/11.S.1 – Conceito 12.C – Módulo Fonte de Alimentação 012 Figura 2.A – Tamanhos de Chassis 009 Figura 2.4.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 018 Figura 2.D – Fonte de Alimentação externa 012 Figura 2.E – Interrupção do ciclo de operação 002 005 006 007 008 180 183 186 189 192 195 198 201 204 207 210 176 176 177 178 179 174 175 Figura 2.P.3.-5/20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Parâmetros da instrução 11. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício sobre configuração de E/S Exercício 2 Exercício 3 Exercício 4 Exercício 5 Exercício 6 Exercício 7 Exercício 8 Exercício 9 Exercício 10 Exercício 11 FIGURAS Figura 1.B – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação 010 Figura 2.3 – Módulo de Backup de Comunicação – 1785-BCM 12.-5/40 -5/60 e -5/80 021 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VI de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3.-5/30.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30.11.4.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 019 Figura 2.2 – Operação básica 12.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 017 Figura 2. -5/40.F – Vista Frontal da Fonte de Alimentação Externa 013 Figura 2. REDUNDÂNCIA DE CPU´s 12.12 – Instrução de Comparação (CMP) 12.D – Ciclo de SCAN Figura 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

O – Instalação da Bateria Figura 2.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM Figura 2.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB Figura 4.E – Formato geral do Endereço Lógico Direto Figura 8.A – Desenho da rede serial Modbus-RTU Figura 7. -5/40E e -5/80E Figura 2.A – Tipos de linguagens de programação Figura 11.A – Desenho de interligação da rede de E/S Remotas Figura 4.C – Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM Figura 8.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Figura 2.A – Arquivos com elementos de uma Palavra Figura 8.C – Instrução Energizar Saída (OTE) Figura 11.S.A – Vista Frontal do módulo 1785-ENET Figura 7.X – Conversor A/D Figura 2.C – Arquivos de Temporizador e Contador Figura 8.C – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da Fone de alimentação Figura 4.Q – Conexão do tipo entrada SINK Figura 2.D – Arquivo de Controle Figura 8.F – Exemplo de Endereço Indexado Figura 10.B – Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX Figura 4.R – Conexão do tipo entrada SOURCE Figura 2.B – Instrução Examinar se Desenergizado (XIO) Figura 11.B – Placa 1784-KTX Figura 5.C – Placa 1784-PCMK Figura 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .T – Conexão do tipo saída SOURCE Figura 2.V – Vista Frontal do módulo de SD 1771-OW16 Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção (OTU) 024 025 026 031 032 034 034 035 035 036 037 038 039 040 043 043 044 045 048 054 056 057 057 064 065 067 068 078 078 079 080 082 093 129 131 132 133 134 134 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.D – Instrução Energizar Saída com Retenção (OTL) Figura 11.E – Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre Trilho DIN Figura 5.N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C.W – Controle de nível do tanque Figura 2.A – Instrução Examinar se Energizado (XIC) Figura 11.Y – Conversor D/A Figura 3.B – Vista Frontal do módulo 3100-MCM Figura 7.A – Desenho da rede de E/S Local estendida Figura 3.B – Arquivo de Ponto Flutuante Figura 8.A – Desenho de interligação da rede DH+ Figura 5. -5/40C e -5/80C Figura 2._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 2.S – Conexão do tipo saída SINK Figura 2.U – Vista Frontal do módulo de ED 1771-IBN Figura 2.

LL – Formato da instrução GRT Figura 11.JJ – Formato da instrução LES Figura 11.I – Palavra de controle da instrução de Temporizador Figura 11.BB – Formato da instrução XOR Figura 11.X – Formato da instrução TOD Figura 11.P.O – Diagrama de tempo do Contador Crescente e Decrescente Figura 11._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 11.T – Formato da instrução de Divisão (DIV) Figura 11.K – Temporizador na Desenergização (TOF) – Diagrama de Tempo Figura 11.L – Temporizador Retentivo (RTO) – Diagrama de Tempo Figura 11.R – Formato da instrução de Subtração (SUB) Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .G – Exemplo da Instrução INV Figura 11.CC – Formato da instrução NOT Figura 11.GG – Formato da instrução CPT Figura 11.PP – Formato da instrução MEQ Figura 11.II – Formato da instrução NEQ Figura 11.QQ – Exemplo da instrução MEQ Figura 11.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador Figura 11.HH – Formato da instrução QUE Figura 11.NN – Formato da instrução LIM Figura 11.F – Exemplo de ramificação interna Figura 11.Q – Formato da instrução de Adição (ADD) Figura 11.H – Palavras da Tabela de Dados para Temporizadores e Contadores Figura 11.DD – Formato da instrução MOV Figura 11.S.U – Formato da instrução de Raiz Quadrada (SQR) Figura 11.P – Instrução de rearme de temporizadores e contadores Figura 11.Z – Formato da instrução AND Figura 11.S – Formato da instrução de Multiplicação (MUL) Figura 11.Y – Formato da instrução FRD Figura 11.V – Formato da instrução de Negação (NEG) Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .W – Formato da instrução de zeramento – (CLR) Figura 11.RR – Formato da instrução CMP Figura 12.MM – Formato da instrução GEQ Figura 11.KK – Formato da instrução LEQ Figura 11.A – Sistema de Redundância usando o módulo 1785-BCM 135 136 137 138 140 142 145 146 147 149 150 153 153 154 154 155 155 156 156 157 160 161 162 163 164 164 165 166 169 169 170 170 171 171 172 173 173 174 175 177 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VIII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.FF – Exemplo da instrução MVM Figura 11.AA – Formato da instrução OR Figura 11.OO – Exemplo da Instrução LIM Figura 11.J – Temporizador na Energização (TON) – Diagrama de Tempo Figura 11.EE – Formato da instrução MVM Figura 11.M – Formato das instruções CTU e CTD Figura 11.

4 – Endereço de Palavra (Arquivos T.1 – Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM 014 016 022 023 036 037 050 074 076 081 083 084 152 160 161 162 163 167 175 178 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IX de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados Tabela 8.1 – Bits de estado aritméticos Tabela 11.P.3 – Arquivo de Status do CLP-5 Tabela 8.4 – Configuração da Porta serial do Controlador Tabela 2.2 – Especificações dos Controladores CLP-5 Tabela 2.3 – Operação Lógica OU Tabela 11.3 – Endereçamento do número da Estação DH+ do Controlador Tabela 2._________________________________________________________________________ Índice Página TABELAS Tabela 2.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Tabela 8.7 – Símbolos e Tipos de operações da instrução CMP Tabela 12.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Tabela 8.S.5 – Endereço de Bit (Arquivos T.4 – Operação Lógica OU Exclusivo (XOR) Tabela 11.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Tabela 2. C e R) Tabela 8. C e R) Tabela 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Fontes de Alimentação em um Chassi do Controlador Tabela 2.6 – Símbolos de operações da instrução CPT Tabela 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 – Operação Lógica NOT Tabela 11.6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Tabela 4.2 – Operação Lógica E Tabela 11.

) A aquisição de dados de um CLP é feita normalmente utilizando-se de uma IHM ou Sistema Supervisório (ESC ou ECOS). programável através de um computador e apropriado para aplicações industriais em operações sequenciais. No termo em inglês é usada a sigla PLC que significa Programmable Logic Controller.Histórico e características do CLP § § § § § § § § § Criado em 1969 para a General Motors dos Estados Unidos. É usado para controle automático de subsistemas dentro de uma plataforma (Exemplo: Fogo e gás / Separador de óleo e gás / Geradores / Emergência / intertravamento de válvulas de segurança. etc. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.3 .PRÁTICA A sigla CLP significa Controlador Lógico Programável. Aumenta a produtividade.. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – IEC ( International Electric Committee ) É um sistema eletrônico operando digitalmente. através de interfaces de entradas e saídas..S. intertravamento.P. usando memória programável para armazenar instruções orientadas para o usuário. Aceitar entradas e saídas para diferentes níveis de tensão (Vac / Vcc). 1. Este sistema eletrônico é usado para fazer lógica seqüencial. Fácil de programar e reprogramar (software). Facilidade de manutenção e reparo.2 . Modular e expansível Confiabilidade aumentada quando se utiliza um sistema de redundância. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Menor tamanho que sistema com relés eletromecânicos convencionais. alarme e segurança. 1. Robustez mesmo em ambiente hostil (industrial). É um equipamento de controle de processos e máquinas. projetado para uso em ambiente industrial. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 1 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. temporização e contagem de eventos e controle de máquinas ou processos._________________________________________________________________________ 1.

A – Vista do Controlador PLC-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 2 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) § Apresenta configuração modular e expansível sendo selecionado e montado pelo usuário de acordo com suas necessidades Figura 1._________________________________________________________________________ 1.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 .

emergência. temperatura.5 . É responsável pela execução do programa aplicativo (ladder) que controla a(s) planta(s) dentro da plataforma. abandono.Arquitetura de um Controlador Lógico Programável ( CLP ) Variáveis de Saída da Planta Eventos ON / OFF Sensores mecânicos Sensores capacitivos I T Sensor de Temperatura I P Sensor de Pressão Variáveis de Saída da Planta MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ANALÓGICAS Variáveis de Entrada do CLP Supervisão IHM Controlador Lógico Programável Variáveis de Saída do CLP PLANTA OU PROCESSO INDUSTRIA L Contatores e Relés Convencionais Variáveis de Entrada na Planta Comandos ABRE / FECHA Comandos LIGA / DESLIGA Comandos PROPORCIONAIS Solenóides de válvulas Lâmpadas / Sirenes CIRCUITOS DE ENTRADAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de entrada de campo (Exemplos: chaves de nível._________________________________________________________________________ 1. etc) CIRCUITOS DE SAÍDAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de saída de campo (Exemplos: solenóides.S. etc) CPU q Unidade Central de Processamento. transmissores de pressão. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . É o cérebro do CLP. sensores de nível. (Exemplo: Controle dos geradores. sirenes. botões liga / desliga.P. separador de óleo / gás. fogo e gás. etc ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 3 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . comandos para válvulas proporcionais.

utilizando o protocolo DF1 (Full Duplex) q MEMÓRIA q É o local onde os dados e programas do CLP são armazenados. Este software é chamado de RS Logix 5 e roda em ambiente Windows (sistema operacional). podendo também comunicar-se com o CLP através da porta serial. programação e documentação do PLC-5.S. Geralmente o terminal de programação comunica-se com o CLP através da rede Ethernet / TCP-IP (Em caso de plataformas onde o sistema já está instalado). Memória não volátil ou retentiva => O conteúdo desta memória fica armazenado mesmo quando não existe tensão aplicada. TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO q É um microcomputador onde é instalado um software de configuração. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . q Existem 02 tipos de memórias: Memória volátil ou não retentiva => O conteúdo desta memória é apagado quando não existe tensão aplicada. Exemplo: memória RAM (Random Access Memory) No PLC-5 o programa e dados são armazenados na memória RAM com backup através de bateria de lítio. q Este terminal será utilizado como ferramenta de diagnósticos e manutenção do CLP. Exemplo: memória EEPROM (Electrical Erasable Programmable Read Only Memory) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 4 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ FONTE DE ALIMENTAÇÃO q É utilizada para a energização do barramento do rack permitindo a alimentação dos circuitos eletrônicos da CPU e módulos instalados no rack.

_________________________________________________________________________ 1.B – Vista do Chassis do CLP-5 n Estrutura metálica onde são encaixados os módulos do CLP e a Fonte de alimentação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. 12 ou 16 slots Módulo Processador (CPU) Interface de Entradas e Saídas Digitais e Analógicas Módulos Especiais (Interfaces de redes.S. Cartão de pulsos de alta freqüência. sendo basicamente constituída por: n n n n n n n Chassis de 4.6 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 8. n Utiliza um barramento dedicado para sinais de alimentação. n No Chassis são inseridos os seguintes cartões: n Fonte de alimentação n CPU n Módulos de entradas e saídas (E/S ou I/O) n Módulos de comunicação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 5 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Arquitetura do CLP-5 A arquitetura do CLP-5 acompanha o mesmo padrão utilizado por qualquer sistema de controle baseado em CLP. controle e dados de comunicação entre a CPU e os demais módulos. etc) Memórias Fontes de alimentação Dispositivos de programação (RS Logix 5) Figura 1.

3 – O Processador do CLP ativa ou desativa os canais dos cartões de saída. Figura 1.C – Funcionamento do CLP Módulo de entrada Equipamento de entrada Processador do CLP lê continuamente os status do módulo de entrada e atualiza a imagem de entrada Processador do CLP resolve continuamente o programa lógico do usuário baseado nos status da tabela de imagem da entrada Programa lógico do usuário Processador do CLP atualiza continuamente os status da tabela de imagem da saída baseado na solução do programa lógico do usuário Processador do CLP ativa ou desativa continuamente os status do módulo de saída de acordo com os status da tabela de imagem da saída Tabela de imagem de saída Módulo de saída ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 6 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7 . baseada nas informações da memória de imagem das entradas.P. baseados nos status da memória imagem das saídas.Funcionamento do CLP 1 – O Processador do CLP lê continuamente os status dos módulos de entrada e atualiza a memória de imagem das entradas ( Tabela Imagem das Entradas ). A medida que o CLP executa cada linha de programa ele atualiza a sua memória de imagem das saídas (Tabela Imagem das Saídas). 2 – O Processador do CLP executa continuamente a lógica de programa do usuário. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

2. 3. a menos que a lógica do seu programa altere o ciclo normal de operação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 7 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .D – Ciclo de SCAN Housekeeping (Atualização da memória interna de diagnósticos) 5 1 Leitura das Entradas Serviços de Comunicação 4 SCAN 2 Execução do programa aplicativo (LADDER) 3 Atualização das saídas Descrição: 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 5. Observação: O SCAN é medido em milisegundos (ms).S.Tempo requerido pela CPU para varrer e escrever em todas as saídas. Para se medir o tempo de SCAN de uma aplicação é necessário utilizar-se de um terminal de programação (microcomputador rodando o software RS Logix 5) e estabelecer comunicação com a CPU e acessar a janela de Diagnósticos do CLP.8 .Ciclo de Operação do CLP ( SCAN ) O ciclo de operação de um CLP consiste em uma série de operações seqüenciais e repetidas.Tempo requerido pela CPU para executar todas as instruções presentes no programa aplicativo. 4.Tempo requerido pela CPU para varrer e ler todas as entradas.Parte do ciclo de operação em que ocorre a comunicação com o terminal de programação. Figura 1. Este tempo depende das instruções utilizadas.Housekeeping é o tempo gasto com atualização dos registros internos de diagnósticos._________________________________________________________________________ 1.

S. Existem dois tipos de rotinas que podem interromper o ciclo normal de operação de um CLP a) Rotina de interrupção por tempo (STI) b) Rotina de interrupção por evento (PII) A rotina de interrupção por tempo é executada em intervalos de tempo prédefinidos pelo programador ou usuário ( Exemplo: A totalização de vazão deve ser feita a cada 1000 ms ). controle de uma malha PID de temperatura e/ou pressão ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o CLP executa uma rotina de controle de nível ) Figura 1._________________________________________________________________________ 1.Interrupção do ciclo de operação O ciclo de operação (SCAN) de um CLP pode ser interrompido por uma rotina de programa específica. A rotina de interrupção por evento é executada somente quando um evento ocorrer (Exemplo: quando uma chave de nível atuar.E – Interrupção do Ciclo de Operação PROCESSAMENTO DO PROGRAMA leitura dos sinais de entrada atualização das saídas Rotina de interrupção ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 8 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.9 . ( Exemplos: cálculo e totalização de vazão.

_________________________________________________________________________

2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5
2.1 - CHASSIS O Chassis é o bastidor utilizado para o encaixe dos seguintes módulos: • Fonte de Alimentação • CPU ou módulo adaptador • Módulos de entrada / saída • Módulos especiais Existem três tipos de chassis quanto sua denominação: Chassis Principal à Aquele que abriga a CPU Chassis de Expansão Local à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Local expandida (1771-ALX) e módulos adicionais de E/S Chassis de Expansão Remota à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB) e os módulos adicionais de E/S O Chassis contém um barramento dedicado AB (Allen Bradley). Este barramento é dividido em sinais de controle, sinais de transferência de dados e sinais de alimentação. Existem quatro modelos de Chassis: 1771- A1B à 04 slots + slot da CPU 1771- A2B à 08 slots + slot da CPU 1771- A3B à 12 slots + slot da CPU 1771- A4B à 16 slots + slot da CPU
Figura 2.A – Tamanhos de chassis

1771-A1B

1771-A2B

1771-A3B

1771-A4B

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_________________________________________________________________________ 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassis Principal ( com CLP-5) No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe um conjunto de 08 miniseletoras utilizadas para a configuração do mesmo. A configuração destas miniseletoras depende do tipo de Chassis a ser empregado na configuração do sistema (Principal, Expansão Local, Expansão Remota). Mostraremos primeiramente a configuração do Chassis Principal, ou seja, aquele que abriga o Módulo Controlador (CPU).
Figura 2.B – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação
Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação

SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8

Miniseletora

Posição

Descrição Saídas permanecem no seu último estado quando ocorre uma falha no hardware (1) Saídas são desenergizadas quando ocorre uma falha de hardware (1) Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis para 02 ranhuras Define o endereçamento do Chassis para 01 ranhura Define o endereçamento do Chassis para ½ ranhura Não permitido Transfere programa aplicativo da memória EEPROM para a memória RAM do Controlador na Energização (2) Transfere da EEPROM para a memória RAM do Controlador se a memória do mesmo não for válida Não transfere (3) Proteção da memória RAM do Controlador desabilitada Proteção da memória RAM do Controlador habilitada (4)

ON SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 / SW-5 SW-6 / SW-7 OFF OFF OFF
OFF OFF ON ON OFF ON ON OFF ON OFF ON OFF ON OFF OFF ON

SW-8

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_________________________________________________________________________ Notas: (1) Independentemente do ajuste da mini-seletora, as saídas são desenergizadas quando: - o controlador detecta um erro de run-time - ocorre uma falha na placa de fundo do Chassis de E/S - o modo teste ou programação é selecionado - um bit do arquivo de status é ajustado para desenergizar uma gaveta local. (2) Se um módulo de memória EEPROM não estiver instalado, o indicador PROC pisca e o controlador energiza o bit S:11/9 (bit 9) da palavra de falha grave do CLP. (3) Uma falha no controlador ocorre se a memória do controlador (indicador PROC aceso) não for válida (4) Não é possível limpar a memória do controlador quando esta mini-seletora está na posição ON, ou descarregar um novo programa no CLP (download). É possível apenas alterar linhas de programa no modo de edição ON LINE.

2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de Alimentação no Chassis de E/S No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe também um “jumper” de seleção do tipo de Fonte de Alimentação que será instalada no Chassis. Existem 02 tipos de fonte de alimentação: a) Placa fonte de alimentação que é colocada em uma ranhura (slot) do Chassis b) Fonte de Alimentação externa que é montada no lado esquerdo do Chassis Deste modo este “jumper” é usado para selecionar se o chassis receberá uma placa fonte de alimentação ou será energizado através de uma fonte externa.
Posição do jumper Descrição

Y N

Quando se utiliza Fonte de alimentação interna (módulo fonte de alimentação) Quando se utiliza Fonte de alimentação externa

Observação: Não é possível energizar um único chassis com um módulo fonte de alimentação e uma fonte de alimentação externa.

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_________________________________________________________________________ 2.2 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO A Fonte de alimentação é utilizada para energização do Módulo Controlador (CPU) ou módulo adaptador, módulos de E/S e módulos especiais encaixados em um Chassis. Existem 02 tipos de Fontes de alimentação que podem ser utilizados no Sistema de Controle usando PLC-5: a) Módulo Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação interna porque está instalada em uma ou duas ranhuras de um chassis. b) Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação montada na lateral esquerda do chassis. Não utiliza ranhuras para cartões de E/S.

Figura 2.C – Módulo Fonte de alimentação

Figura 2.D – Fonte de alimentação externa

Fonte de Alimentação

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2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.E – Vista frontal do módulo Fonte de Alimentação LED indicador de alimentação Conector paralelo Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Conexão da alimentação Figura 2._________________________________________________________________________ Figura 2.S.F – Vista frontal Fonte de alimentação externa Conexão da alimentação Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Chave seletora de Tensão LED indicador de alimentação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 13 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Tabela 2.1: Fontes de alimentação em um Chassis com o Controlador Alimentação de entrada Fonte 1771-P3 1771-P4 1771P4S 1771P4S1 1771P4R 1771-P5 1771P6S 1771P6S1 1771P6R 1771-P7 1771PS7 Corrente de saída (A) 3 8 8 8 8 / 16 8 8 8 8 / 16 16 16 Corrente de Saída (A) quando em paralelo com: P3 P4 P4S P4S1 P5 P6S P6S1 6 11 11 11 16 16 11 16 16 16 Localização da Fonte de Alimentação Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura 120 Vca 120 Vca 120 Vca 100 Vca 120 Vca 24 Vcc 220 Vca 200 Vca 220 Vca 120/220 Vca 120/220 Vca 16 16 16 Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Externa (1) Externa (1) (1) Não se pode utilizar uma fonte de alimentação externa e um módulo fonte de alimentação para fornecer alimentação ao mesmo chassis.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . pois não são compatíveis. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 14 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . As demais ranhuras são reservadas para módulos de E/S e/ou especiais. É responsável pela varredura das E/S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 15 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Cada chassi ou bastidor permite apenas 01 CPU instalada na ranhura mais à esquerda. execução do programa aplicativo que controla o processo (cada subsistema de uma plataforma) e diagnósticos do sistema.P. Modelos de Controladores para plataforma PLC-5: Processador CLP-5/11 CLP-5/15 (*) CLP-5/20 CLP-5/25 (*) CLP-5/30 CLP-5/40 CLP-5/60 CLP-5/40L CLP-5/60L CLP-5/80 Código de catálogo 1785-L11 1785-LT 1785-L20 1785-LT2 1785-L30 1785-L40 1785-L60 1785-L40L 1785-L60L 1785-L80 (*) Os Processadores CLP-5/15 e CLP-5/25 são CPUs pertencentes à plataforma antiga (primeiros processadores da família CLP-5) e os demais processadores são pertencentes à nova plataforma.S._________________________________________________________________________ 2.3 – Módulo Controlador ou CPU A CPU é o cérebro do CLP-5. As diferenças básicas entre as CPU´s são: a) Capacidade de memória (programa + dados) b) Capacidade de controle de E/S digitais e/ou analógicas c) Velocidade de processamento (freqüência do microprocessador). Existem vários modelos de CPU´s da família PLC-5.

3 remotas 1 – 4 local.17 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim Sim Sim Sim Sim 6K / 14K (1) 13K / 21K (1) 8K 16K 32K 48K 0 .P.27 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim 64K 64K 0 . 0 – 3 remotas 1 – 4 local.17 Sim 48K 0 . 1 – 15 local expandida e remota 1 – 4 local. utilizando módulos de E/S de 32 pontos com endereçamento de ½ ranhura no chassis de E/S (6) 2048 entradas e 2048 saídas. 512 entradas e 512 saídas.27 Adaptador e Scanner Sim 100K (1) (2) (3) (4) (5) Expansão de memória com módulo de expansão 1785-MS Todos os números das gavetas de E/S estão em notação OCTAL. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 1024 entradas e 1024 saídas._________________________________________________________________________ Tabela 2.S. 1 – 15 remotas 1 – 4 local. 1 – 7 remotas 1 – 4 local 1 remota 1 – 4 local. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 16 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 1 – 7 remotas 1 – 4 local.27 0 . 1 – 23 remota 1 – 4 local 1 – 23 local expandida e remota 1 – 4 local 1 – 23 remota 0-3 0-7 0-3 0-3 0-7 0 .2: Especificações dos Controladores CLP-5 Números das Gavetas de E/S (2) Controlador Capacidade De E/S Número total de Gavetas de E/S Configurações Da Gaveta Modos de comunicação de E/S Remota Configuração Automática de E/S Memória do Controlador CLP-5/15 CLP-5/25 CLP-5/11 CLP-5/20 CLP-5/30 CLP-5/40 512 (3) 1024 (4) 512 (5) 512 (5) 1024 (4) 2048 (6) 4 8 4 4 8 16 CLP-5/40L 2048 (6) 16 CLP-5/60 CLP-5/60L 3072 (7) 3072 (7) 24 24 CLP-5/80 3072 (7) 24 1 – 4 local. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 512 E/S. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos Observação: Memória de 1K = 1024 words (1024 palavras ou registros de 16 bits). utilizando módulos de 16 ou 32 pontos (7) 3072 entradas e 3072 saídas.

Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos da rede DH+ Estabelece a conexão com a rede DH+ Estabelece a conexão com as gavetas de E/S remotas.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 (Plataforma antiga) Indicador de comunicação Ativa / em Falha (verde / vermelho) Indicador de E/S Remota ativa / falha (verde / vermelho) Indicador do Modo de operação (verde) Indicador de Bateria Fraca (vermelho) Indicador operação / falha no controlador (verde / vermelho) Indicador Force (âmbar) Compartimento da bateria Conexão com o Terminal de Programação Conexão com a REDE DH+ Conexão com a REDE de E/S remota Conector para Tipo do conector Descrição Terminal de Programação 9 pinos. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 17 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S._________________________________________________________________________ Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . D-shell Comunicação com a rede 3 pinos DH+ Rede E/S remota 3 pinos Conecta um terminal de programação diretamente ao controlador.

operando como adaptador. . . . operando como adaptador. SW2 SW3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 18 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Figura 2. está instalado.P.determinar o número de palavras da tabela de dados reservadas para estabelecer a comunicação entre um controlador principal e o controlador CLP-5 operando como adaptador.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 Vista superior do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW3 SW2 Utilize a miniseletora SW1 Para: -definir o número da estação do controlador na rede DH+ -selecionar o modo de operação (adaptador ou scanner) para o controlador .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .número do primeiro grupo da gaveta na qual o CLP-5.conectar um resistor de terminação na linha do controlador quando este for o último dispositivo da rede DH+ e/ou rede de E/S remota.determinar o número da gaveta de E/S do CLP-5.

O canal 1A do CLP-5/20 é uma porta DH+ fixa. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos dos canais 1A .I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 CLP-5/11 CLP-5/20 Chave seletora de Modo de operação LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Slot para instalação do módulo de memória EEPROM (opcional) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta serial Canal 0 Indicador de status do canal 1A (verde/verme -lho) Compartimento de bateria Conexão do terminal de programação quando o canal 1A está configurado para rede DH+ Canal 1A Porta DH+ fixa Indicador de status do canal 1B (verde/vermelho) Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. escravo ou mestre). Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B 0 25 pinos. D-shell Porta serial opticamente isolada. 1A 1B 3 pinos Terminal de Programação 8 pinos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . sem paridade. RS-422 e RS-423.S. adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). 1 stop bit._________________________________________________________________________ Figura 2.P. mini-DIN (2 conectores) DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 19 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. CLP-5/60 e CLP-5/80 CLP-5/40 . mini-DIN Possui conexão paralela com o conector de 3 Programação (2 conectores) pinos dos canais 1A e 2A. escravo ou mestre). 1 stop bit. RS-422 e RS-423. 3 pinos Permitem que o CLP-5 opere como Scanner.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B Canais não utilizados: 2A e 2B 0 25 pinos. sem paridade._________________________________________________________________________ Figura 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 1A 1B 2A 2B . Utilizam-se estes conectores quando os canais 1A e 2A estiverem configurados para rede DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 20 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. D-shell Porta serial opticamente isolada. Terminal de 8 pinos. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. 5/60 ou 5/80 CLP-5/30 Chave seletora de modo de operação Indicador do canal 2A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 2A estiver configurado para DH+ LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Indicador do canal 2B (verde constante) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta de comunicação Canal 2A Porta de comunicação Canal 2B Indicador do canal 1A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 1A estiver configurado para DH+ Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Indicador do canal 1B (verde constante) Instalação do módulo de memória EEPROM Porta serial Canal 0 Porta serial Canal 0 Compartimento de bateria Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps.P. CLP-5/40. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus).

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . CLP-5/40. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 21 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Figura 2.P. Os padrões elétricos disponíveis são compatíveis com EIA RS-232C. CLP5/30. RS-423 ou RS-422. CLP-5/60 e CLP-5/80 Vista lateral do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW2 Utilize a miniseletora SW1 SW2 Para: .definir a configuração do padrão elétrico para a porta serial 0.definir o número da estação do canal 1A na Rede DH+ .K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/11 . CLP-5/20 .

Localize o grupo SW1 (figura 17) 2._________________________________________________________________________ 2. Ajuste a mini-seletora 7 em D (desligada). pois não é utilizada. Ajuste as mini-seletoras 1-6 de acordo com a tabela 3.S. Este ajuste é lido pelo Processador na energização e quando a memória do controlador apresenta uma falha que depois é removida. Importante: O ajuste default (de fábrica) da mini-seletora para o canal 1A é o endereço 0 da estação DH+ 1.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A Utilize o grupo de mini-seletoras SW1 para configurar o endereço da Estação DH+ do Controlador para o canal 1A quando este canal for utilizado para conexão à rede DH+.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 L L L L L L L L L L L L L L L L Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 L L L L L L L L L L L L L L L L 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 20 21 22 23 24 25 26 27 30 31 32 33 34 35 36 37 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 22 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Tabela 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.P.

S. 8 e 10 estão sempre ajustadas em Off (desligada) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 23 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Proceder como descrito a seguir: 1.2 – Configuração da Porta Serial O canal 0 é uma porta serial configurável para comunicação RS-232C. -422 ou compatível.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 40 41 42 43 44 45 46 47 50 51 52 53 54 55 56 57 60 61 62 63 64 65 66 67 70 71 72 73 74 75 76 77 2._________________________________________________________________________ Tabela 2. 5.3. Ajuste o grupo SW2 de acordo com a tabela 4 Tabela 2. -423.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4: Configuração da Porta Serial do Controlador Para utilizar esta configuração da porta serial: Ajuste as mini-seletoras da seguinte forma: 1 L D L 2 L D L 3 L L L 4 D D D 5 D D D 6 L D L 7 L D D 8 D D D 9 L L L 10 D D D RS-232C RS-422A RS-423 Observação: As mini-seletoras 3 e 9 estão sempre ajustadas em On (ligada). Utilize o grupo SW2 para especificar a configuração da porta. Localize o grupo de mini-seletoras SW2 (conforme figura 17) 2. As mini-seletoras 4.

A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos._________________________________________________________________________ Figura 2. CLP-5/40E. CLP-5/80E (Plataforma ETHERNET) Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E. cabo coaxial e fibra-óptica.P.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 24 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Estes Controladores possuem uma interface paralela de comunicação com Chassis de Expansão Local A porta 2 é a porta de expansão local e nela instala-se um cabo paralelo para interligação aos chassis de expansão local.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 25 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

_________________________________________________________________________ Figura 2.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 26 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C . CLP-5/40C e CLP-5/80C (Plataforma CONTROL NET) Estes Controladores possuem uma interface ControlNet com redundância incorporada no próprio Módulo Processador. O cabo coaxial da rede ControlNet é instalado em um conector BNC ou em ambos conectores quando se trabalha com redundância de meio físico. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . A porta 2 é a porta ControlNet e utiliza dois conectores do tipo BNC.

_________________________________________________________________________ 2. .P. .Permite o force das E/S.As saídas do Controlador são habilitadas.É possível criar. .É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador. .Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM. Quando a chave é colocada na posição PROG: . criar ou apagar arquivos de dados ou alterar os modos de operação através do terminal de programação.As saídas do Controlador são desabilitadas.3 – Modos de operação do Controlador CLP-5 Quando a chave é colocada na posição RUN: . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 27 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Não é possível alterar o modo de operação através do terminal de programação.Executa-se o programa aplicativo.É possível salvar o programa aplicativo no disco rígido do programador (micro rodando o RSLogix5). .O Controlador pára de executar o programa aplicativo.O equipamento ou processo controlado por este Processador inicia a operação Impedimento: Não é possível criar ou apagar um arquivo de programa.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. . modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados. Observação: O controlador pára de executar a varredura do programa aplicativo. .

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 28 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Programação remota / REM PROG .As saídas do Controlador são desabilitadas. Operação remota / REM RUN . .O Controlador pára de executar o programa aplicativo.É possível criar.É possível alterar os modos de operação para Programação.É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Executa os programas de aplicação com as saídas desabilitadas._________________________________________________________________________ Quando a chave é colocada na posição REM: . . . Teste remoto / REM TEST .P. Teste ou RUN através do terminal de programação.As saídas do controlador são habilitadas. . .Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM. .S. modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados.Salvar/recuperar e editar programas em On Line Obs.: Não é possível criar ou apagar programas de aplicação ou arquivos de dados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Controlador varre o programa aplicativo.

4 – LEDs sinalizadores de STATUS do CLP-5 BATT à Led indicador de bateria fraca Bateria normal Bateria fraca. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Ação substituir a bateria PROC à Led indicador de RUN ou Falha do CLP CPU no modo Program ou Test CPU no modo RUN ou Operação CPU com falha de Run Time (vermelho piscante) CPU com falha de hardware e/ou memória (vermelho fixo) FORCE à Led indicador de forces de E/S no CLP Não existe ponto forçado no CLP Existe(m) force(s) desabilitados (âmbar piscante) Existe(m) force(s) habilitados (âmbar fixo) COMM à Led indicador de comunicação pela porta serial Comunicação inativa (sem comunicação) Comunicação ativa (verde piscante) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 29 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 2.3.

Recomenda-se que a substituição da bateria de lítio seja feita todo ano ou quando o indicador de bateria (BATT) acender. para NÃO perder o programa. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/11.3. observe as seguintes precauções: • • • Use uma pulseira de aterramento ou toque em um objeto aterrado antes de manusear o controlador.65 g de lítio).5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador Caso o controlador CLP-5 esteja desenergizado. perderá a memória. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO. 5/40. Instale a bateria conforme figura 21. guardá-lo em saco antiestático. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO ao trocar a bateria. Importante: Pode-se inserir ou remover a bateria sem que o controlador seja desenergizado. 5/20. a bateria do controlador manterá os dados em sua memória CMOS-RAM. Quando houver substituição da bateria do controlador. A não observância dos cuidados descritos a seguir poderá resultar em danos ao CLP-5 Para evitar danos ao controlador. deve-se proceder conforme descrito nas seguintes etapas: Etapa 1: Etapa 2: Etapa 3: Etapa 4: Etapa 5: Remova o controlador do saco antiestático._________________________________________________________________________ 2. originárias de descargas eletrostáticas. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 30 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. caso contrário. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ATENÇÃO: Descargas eletrostáticas podem danificar os circuitos integrados ou os semicondutores do controlador. Ao instalar a bateria. Entretanto. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 é 1770-XY (contém menos de ½ g de lítio). Localize o conector da bateria. Quando o controlador não estiver sendo utilizado. Não toque nos pinos dos conectores ou no conector da placa de fundo do chassis de E/S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 5/30. Coloque a cobertura do compartimento sobre a bateria e aperte os parafusos. Importante: O módulo CMOS RAM possui memória volátil. durante a instalação da bateria.S. 5/60.P. 5/60L e 5/80 é 1770-XYC (contém menos de 0. 5/40L. Escreva a data da instalação da bateria na cobertura do compartimento. durante a manutenção regular.

5/40L. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/11 ou CLP-5/20 B. -5/40L ou -5/60L. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 31 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Observe o procedimento adequado de instalação para a bateria que está sendo substituída. Remova a bateria. Figura 2.O – Instalação da Bateria A.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .-5/60._________________________________________________________________________ Para substituir a bateria. b) Para remover a bateria. b) Dobre os fios e coloque a bateria no compartimento. proceder como descrito a seguir: 1 2 3 Solte os parafusos de aperto manual do compartimento de bateria. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP5/30. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/30. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pressione a trava da bateria e desencaixe os conectores. C.P. com a polaridade positiva primeiro. 5/60L e 5/80 a) Encaixe devidamente o conector da bateria no conector do controlador. 5/60. -5/40. a) Encaixe devidamente o conector do controlador na bateria. 5/40.

-5/20.S.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM 1785-ME16. -5/40. ATENÇÃO: Não coloque ou remova a EEPROM se o controlador estiver energizado.3. -5/40L. A colocação do módulo estará correta se os pinos conectores na parte traseira da EEPROM forem encaixados adequadamente no conector correspondente no controlador.6 – Instalação dos módulos EEPROM nos Controladores CLP-5/11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .ME32. -ME64 Pino de codificação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 32 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. -5/30. Marque o módulo de memória para indicar os programas ou controlador que será copiado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 3. além do backup via bateria de lítio. Insira com firmeza o módulo EEPROM no controlador com o pino de codificação voltado para baixo. Os modelos de módulo EEPROM que podem ser adquiridos são: 1785-ME16: 16 K palavras 1785-ME32: 32 K palavras 1785-ME64: 64 K palavras Observe as seguintes precauções antiestáticas: 1. Desligue a alimentação do chassi e do controlador. pois isso poderá resultar em perda de memória do programa e falha do controlador. Figura 2.P. 2._________________________________________________________________________ 2. . -5/60. -5/60L ou -5/80 Os módulos de memória EEPROM são módulos opcionais e que são utilizados para armazenamento do programa aplicativo.

4.1 . Existem módulos de entradas para tensões de corrente contínua e corrente alternada.4 § SISTEMAS DE E/S Os sensores de campo digitais e analógicos (ex: chaves de nível. Geralmente estas interfaces podem ser Racks Remotos ou Flex I/O. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . chaves de pressão. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 33 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Com relação aos módulos de Entradas e Saídas digitais para tensões de corrente contínua são definidos dois tipos de módulos: a) Sink ou lógica positiva b) Source ou lógica negativa.MÓDULOS DE E/S DIGITAIS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de Entradas e Saídas digitais fazem a interface dos sinais de entrada e saída de campo com o CLP. Faremos um breve estudo dos cartões da AB (Interfaces E/S) para racks e posteriormente quando estudarmos a rede de E/S remotas trataremos das interfaces chamadas Racks Remotos e Flex I/O.) são interligados ao CLP-5 através das Interfaces de E/S digitais e/ou analógicas como visto na Arquitetura do CLP-5. etc. pressão.P. Estas interfaces podem ser instaladas em um rack Principal e/ou rack de expansão local ou remota. transmissores de nível.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . temperatura._________________________________________________________________________ 2. Estas interfaces podem também ser instaladas em uma rede proprietária da Allen Bradley chamada de Rede de E/S remotas. dependendo do tipo de fonte de alimentação usada para alimentar o sensor ou a solenóide. § § § 2.

R – Conexão do tipo entrada SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 34 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 2. Quando o mesmo atua. ele drena corrente do circuito de entrada do módulo.P.Módulo de Entrada digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado ao negativo da fonte.Módulo de Entrada digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado ao positivo da fonte.2 .Q – Conexão do tipo entrada SINK 2. ele fornece corrente ao circuito de entrada do módulo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4.S.1 . Figura 2._________________________________________________________________________ 2.4. Quando o mesmo atua.1.1.

1._________________________________________________________________________ 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1. Figura 2. Quando o terminal de saída do módulo atua.S – Conexão do tipo saída SINK 2.3 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ele fornece corrente para o dispositivo de campo.Módulo de Saída digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado entre o positivo da fonte externa e o terminal de saída do módulo.4.Módulo de Saída digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado entre o negativo da fonte externa e o terminal de saída do módulo. ele drena corrente do dispositivo de campo. Quando o terminal de saída do módulo atua. Figura 2.4.P.T – Conexão do tipo saída SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 35 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 .S.

P.) Existem módulos de entrada com densidade de 8. Existem módulos de entrada para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada)._________________________________________________________________________ 2. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo.Módulos de Entradas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( chaves fim de curso de válvulas. botoeira local abre / fecha... Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. chaves de nível. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .U – Vista do Frontal do Módulo de Entrada Digital . 16 ou 32 canais.2 .5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Módulo 1771-IB 1771-IBD 1771-IBN 1771-IA 1771-IAD Número de canais 8 16 32 8 16 Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca 110 Vca Lógica Pos / Neg Pos Pos Pos - Figura 2.(1771-IBN) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 36 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. chaves de filtro condensado. etc. Tabela 2.4. pressostatos.

.S.. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Módulo 1771-OB 1771-OBD 1771-OBN 1771-OA 1771-OW16 Número de canais 8 16 32 8 16 saídas de contato seco Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca Vcc / Vca Carga 2A 2A 2A 2A 2A Lógica Pos / Neg Neg Neg Neg - Figura 2.P. etc.3 . contatores.V – Vista do Frontal do Módulo de Saída de contato seco – (1771-OW16) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 37 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Módulos de Saídas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( solenóides. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo. sirenes.) Existem módulos de saída com densidade de 8. 16 ou 32 canais. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Existem módulos de saída para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada)._________________________________________________________________________ 2.4. relés de comando liga/desliga. lâmpadas. Tabela 2.

Existe um componente chamado conversor de analógico para digital (A/D) responsável pela conversão de um sinal de corrente ou tensão em um número binário proporcional na faixa de 0 a 4095 ou 0 a 32767 dependendo do tipo de conversor. § § § Exemplos: Transmissor de temperatura Transmissor de pressão à 4 a 20 mA à A/D à 0 a 4095 à 0 a 10 Vcc à A/D à 0 a 4095 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 38 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. nível. corrente. ajustando o valor para manter o nível o mais próximo do valor pré-determinado. o processador modifica o valor para a saída da válvula em 90%.P. etc._________________________________________________________________________ 2. nível.1 .W – Controle de nível Sinal de corrente de 4 a 20 mA Válvula CPU Módulo EA Tanque Sinal de corrente de 4 a 20 mA Módulo SA L/I Transmissor de nível 2.S.MÓDULOS DE E / S ANALÓGICAS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de E / S analógicas permitem que o CLP possa medir e / ou controlar grandezas físicas como temperatura.Módulos de Entrada Analógica Os módulos de Entrada Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: pressão. temperatura. pressão. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . etc. dessa forma. velocidade. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 80%. o nível no tanque começa a subir e quando o nível está se aproximando do valor pré-determinado (Setpoint).) com o CLP. velocidade. Existem módulos de 8 canais diferenciais ou 16 canais simples.4 . Um exemplo de aplicação utilizando estes módulos é o controle de nível indicado na figura abaixo... A quantidade de fluido que entra no tanque é controlada através do ajuste percentual de abertura da válvula. Cada canal permite a interligação de um sinal de entrada analógica proveniente de um transmissor de corrente e / ou tensão. Figura 2.4.4.4. Inicialmente a válvula é aberta com 100%.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Existe um conversor A/D de 12 bits 4 mA 12 mA 20 mA à0 à 2048 à 4095 Diagrama de conexão do módulo 1771-IFE com transmissores a 2 fios ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 39 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. .É um módulo de EA configurável para 16 canais simples ou 8 canais diferenciais. Figura 2. ._________________________________________________________________________ A conversão do sinal para escala em unidades de engenharia pode ser configurada no próprio módulo EA ou feita através de programa utilizando-se instruções matemáticas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .X – Conversor A/D Conversor Analógico / Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão A/D 0 a 4095 Registro no CLP Exemplo: Módulo 1771-IFE .Cada EA pode ser individualmente configurada para uma entrada de corrente ou tensão (via hardware).

_________________________________________________________________________ 2.4.4.2 - Módulos de Saídas Analógicas Os módulos de Saída Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: comando de abertura de uma válvula proporcional) com o CLP. Existem módulos de 4 canais. Cada canal permite a interligação de um sinal de saída analógica. Existe um componente chamado conversor de digital para analógico (D/A) responsável pela conversão de um número binário de 0 a 4095 em um sinal de corrente e / ou tensão configurado. Exemplos: § Abertura da válvula em 50% => § Abertura da válvula em 100% =>

2048 => D/A => 12 mA 4095 => D/A => 20 mA

A conversão do sinal de unidades de engenharia para a faixa de 0 a 4095 counts pode ser feita através de instruções matemáticas ou configuradas no próprio módulo de SA.

Figura 2.Y – Conversor D/A

Conversor Digital / Analógico Comando Abertura de 50% 2048 0 a 4095 4 ~ 20 mA
atuador elétrico

D/A
Válvula proporcional

REGISTRO NO CLP

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_________________________________________________________________________ Exemplo: Módulo 1771-OFE2 - É um módulo de SA com 04 saídas isoladas de 4 a 20 mA. - O conversor D/A do módulo é de 12 bits 0 à 0 mA 2048 à 12 mA 4095 à 20 mA Diagrama de conexão de um dispositivo analógico à borneira do módulo 1771OFE2

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_________________________________________________________________________

3. Rede de E/S local estendida usando os CLP – 5/40L ou CLP-5/60L
§ § É possível expandirmos a quantidade de módulos de E/S inserindo os mesmos em chassis de expansão local (chassi que não contém CPU). Em cada chassi de expansão deverá ser instalado um módulo adaptador de E/S local estendida (1771-ALX). Este módulo só pode ser interligado a controladores CLP-5/40L ou CLP-5/60L. A rede de expansão Local é uma rede de comunicação paralela do controlador programável. Esta rede utiliza um módulo 1771-ALX em cada chassi. O comprimento máximo do cabo para esta rede é de 30 m.
Comprimento do cabo (m) 1 2 5 7 10 15 20 25 30 Código de catálogo 1771-CX1 1771-CX2 1771-CX5 1771-CX7 1771-CX10 1771-CX15 1771-CX20 1771-CX25 1771-CX30

§

§

§ § §

Os cabos possuem um conector de terminação simples em uma ponta e um conector de terminação dupla na outra. Para interligar os chassis ao controlador é necessário instalar os seguintes módulos: Controlador CLP-5/40L ou CLP-5/60L § A porta 2 incorporada ao controlador é a interface para comunicação com os chassis de expansão local estendida. § Fornece uma Interface paralela de alta velocidade. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status. Módulo adaptador de E/S local estendida – 1771-ALX § Sempre localizado na 1ª (primeira) ranhura do rack de expansão. § Último módulo 1771-ALX requer plug terminador. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status.
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§

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_________________________________________________________________________ Figura 3.A – Desenho da rede E/S Local estendida

CLP-5/40L ou CLP-5/60L

1771-ALX

1771-ALX

Figura 3.B - Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX

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_________________________________________________________________________ 4. Baixo custo de cabeamento.Conceito É uma rede de dispositivos com protocolo fechado Allen Bradley. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o Controlador do PLC-5 localizado no Rack Principal terá controle sobre todos os sinais de E/S distribuídos nesta rede. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Rede de E/S Remotas (RIO) 4. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros. Rede determinística – protocolo: Mestre / Escravo.A . Tipos de subsistemas de E/S instalados na rede E/S remota: § Racks Remotos (Módulos E/S . 4.P.Desenho de interligação da rede de E/S Remotas CLP-5/80 CLP 1771-ASB 1794-ASB à Canal 1B – Scanner (Mestre) à Módulo adaptador (Escravo) à Módulo adaptador (Escravo) Canal 1B (Scanner) Rack Remoto 1771 Rack Remoto 1771 Flex I/O 1794 179417942 2 1794-ASB 0 1 2 3 4 5 1794-ASB 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 Flex I/O 1794 179417942 2 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0 8 9 10 11 12 13 14 15 0 1 2 3 4 5 6 7 1771-ASB 1771-ASB REDE E/S REMOTAS IHM (Painel View) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 44 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 . Fácil Diagnóstico.Características gerais da rede § § § § § § § § E/S distribuídas. Através da rede universal de E/S todos os sinais de instrumentos da plataforma são conectados em interfaces de E/S digitais e analógicas chamadas de racks E/S remotas (1771) e / ou Flex I/O (1794) conectados nesta rede com um endereço específico de Gaveta (Rack lógico) e grupo inicial de E/S.S.1.1 . Desta forma.1771 e módulos especiais) § Flex I/O (Módulos E/S – plataforma 1794) Figura 4. Configuração dos módulos adaptadores ASB feita via hardware. Número total de Gavetas depende do modelo do Controlador PLC-5.

3 – Velocidades § § § 57.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 4. Ele é a interface entre os módulos de E/S instalados no chassi e o módulo scanner localizado no Controlador CLP-5.4 – MÓDULO ADAPTADOR DE E/S REMOTAS – 1771-ASB O módulo adaptador de E/S remotas é colocado na primeira ranhura do chassi remoto.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 45 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 4.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115. Figura 4._________________________________________________________________________ 4.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . É necessário um módulo adaptador de E/S remotas para cada chassis remoto.

podemos instalar no chassi.4. entretanto não é possível instalar módulos 1771-IX ou 1771-IY Se os 03 jumpers forem colocados na posição à direita. podemos instalar no chassi.4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 46 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 4. entretanto não é possível instalar módulos de E/S de 32 pontos.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . § 4. módulos 1771-IX ou 1771-IY para qualquer tipo de endereçamento.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 As mini-seletoras SW1 são utilizadas para configurar: § número da Gaveta ou Rack Lógico § número do Grupo de E/S inicial § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares As mini-seletoras SW2 são utilizadas para configurar: § velocidade da rede (Baud rate) em função da distância máxima do cabo § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares § ciclo de varredura do módulo scanner em todos os slots do chassis § link de resposta – emula tempo de resposta do adaptador série B necessário para comunicação com scanners do CLP-2 ou CLP-3. módulos de E/S de 32 pontos para qualquer tipo de endereçamento.S.1 – Configuração do jumper § Se os 03 jumpers forem colocados na posição à esquerda.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 47 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S._________________________________________________________________________ 4.P.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Mostraremos agora a configuração do Chassis de E/S remotas. Figura 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O chassis de E/S deverá ser resetado através de um botão (manualmente) após a correção da falha de comunicação. aquele que abriga o Módulo adaptador de E/S remotas (1771-ASB). ou seja. Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis de ½ ranhura Define o endereçamento do Chassis de 1 ranhura Define o endereçamento do Chassis de 2 ranhuras Não permitido Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada ON SW-1 OFF ON SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 / SW-6 SW-7 SW-8 OFF OFF OFF OFF ON OFF ON ON OFF OFF ON OFF OFF ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 48 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. as saídas deste chassis são desenergizadas.3 – Configuração da mini-seletora do Chassi de E/S remotas No “backplane” (placa de fundo) do Chassi de E/S remotas existe um conjunto de 08 mini-seletoras utilizadas para a configuração do mesmo._________________________________________________________________________ 4. as saídas deste chassis são mantidas no último estado.P.C – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8 Miniseletora Posição Descrição Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB).4. A CPU pode reinicializar a comunicação com o módulo ASB após a correção da falha de comunicação.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.5 – LEDs sinalizadores de status do módulo adaptador 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 49 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 – Diagrama de interligação do cabo 1770-CD na borneira do módulo 1771-ASB 4.4.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ 4.

se o problema persistir. o módulo ficará em falha até que a falha seja corrigida . Checar chassis e se necessário substituí-lo. Reenergize o chassis para resetar as falhas de um possível problema resultante de ruídos.adaptador e um módulo no chassis. Processador em modo RUN Falha no adaptador Causa provável Ação recomendada ON OFF OFF OFF ON OFF Falha de memória RAM Timeout Watchdog ON Piscante OFF OFF ON ON Erro no adaptador Grupo inicial incorreto Módulo não comunicando Módulo não comunicando Adaptador não controlando E/S (link de comunicação com scanner é normal) e autoconfiguração foi feita com sucesso Módulo não comunicando Módulo adaptador não controlando as E/S Módulo em slot incorreto Erro no grupo inicial ou endereço do Rack Lógico Velocidade setada de forma incorreta Varredura setada para todos + últimos 4 slots em rack com tamanho de 1/4 Processador no modo Program ou Test ou falha na configuração Piscante ao mesmo tempo ON ON OFF ON Energize novamente o módulo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Colocar o processador no modo RUN. Colocar o módulo em slot correto no chassis Checar mini-seletoras SW1 e SW2 Checar mini-seletora SW2 Resetar configuração de scan. .remova e substitua todos os módulos . número do rack) Piscante OFF OFF Sequência ON / OFF dos leds de cima para baixo Piscante alternadamente OFF Existe outro módulo Adaptador com o mesmo endereço na rede Mini-seletora do chassis Processor restart lockout na posição ON Corrigir o endereço OFF OFF ON Chassis E/S com falha Podem existir problemas entre: .1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Active Indicador Adapter Fault I/O Rack Descrição Indicação normal.curto circuito no backplane ou no módulo E/S Possível curto no backplane Excessivo ruído no backplane Piscante OFF ON Violação no chassi Pressione o botão de reset ou re-energize o chassis: . Corrigir a configuração (tamanho de rack. adaptador remoto em operação normal. troque o módulo ou chassis. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 50 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.checar se o botão de pulso não foi corretamente instalado na borneira do módulo adaptador.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Caso necessário substitua o módulo. Identificar fonte de ruído._________________________________________________________________________ Tabela 4.S.

_________________________________________________________________________ Tabela 4. OFF OFF OFF Falha na Fonte de alimentação Checar o cabo da fonte de alimentação e conexões e verifique se o módulo adaptador está inserido corretamente no chassis. Corrigir cabo e defeitos na fiação.P. substituao Desligado – canal do módulo scanner não foi configurado para ser ativo na rede RIO.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Indicador Adapter Fault Piscante ON Active I/O Rack OFF Descrição Falha na linha de identificação do módulo Módulo não comunicando Causa provável Excessivo ruído no backplane Ação recomendada Identificar fonte de ruído. Checar chassis e se necessário substituí-lo Checar led indicador de COM do scanner Verde fixo – normal Piscante verde – no mínimo um nó da rede falhou Vermelho – scanner pode ter um problema de hardware. Fiação entre o módulo Scanner e o módulo adaptador interrompida ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 51 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Configuração não realizada com sucesso ou módulo Scanner não configurado corretamente. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 52 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 4.5 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE RIO O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pino 2 e SH (shield = blindagem).

§ 8 bases terminais (1794-TB3) montadas em trilho DIN e que fornecem suporte para módulos de E/S em qualquer combinação. Um FLEX I/O ocupa um nó da rede RIO do CLP-5.D . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O FLEX I / O é mais compacto que o chassi padrão para PLC-5 (1771) e tem a grande vantagem de permitir “troca a quente” dos módulos de E/S. ao contrário do chassi 1771 que deve ser desenergizado quando for executar a troca dos cartões.6 – SUBSISTEMA DE E/S REMOTAS FLEX I/O FLEX I / O fornece um subsistema de E/S Remotas utilizado para aquisição de sinais digitais e analógicos do processo e que através da rede RIO fornece uma interface para Controladores da família 5.S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 4. § 8 módulos de E/S digitais e analógicas.Vista frontal do módulo adaptador 1794-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 53 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Ele é formado por: § 1 módulo adaptador (1794-ASB) com fonte de alimentação incorporada. Figura 4.

Acessar site www. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .com/manuals e procurar por 1794-ASB. favor consultar manual do fabricante.1 – Configuração básica das mini-seletoras do Módulo adaptador de E/S (1794-ASB) 8 7 6 5 4 3 2 1 ON SW1 ON SW2 8 7 6 5 4 3 2 1 Modo de operação 0 (*) Mantém Entradas último estado Seleção de Falha de Rack Modo de operação 1 (*) Baud rate ( velocidade ) Reinicialização automática pela CPU Mantém último estado Saídas Grupo E/S Inicial Número Rack E/S (*) As mini-seletoras SW2-5 e SW2-8 vêm de fábrica na posição ON.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5. Neste caso. Isto devido à seleção de endereçamento de 1 ranhura para o Flex I/O.P. Observação: Para informações detalhadas de configuração das mini-seletoras. podemos inserir módulos de Entradas e Saídas de 8 e / ou 16 pontos.ab.E . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 54 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre trilho DIN 4._________________________________________________________________________ Cada subsistema FLEX I / O fornece 128 E/S digitais (16 x 8) ou 64 E/S analógicas (8 x 8) Figura 4.

Exemplo de aplicação: Painel de Geradores da Plataforma utiliza PLC-5 Painel de Utilidades da Plataforma utiliza PLC-5 Deseja-se interligar Utilidades com Geradores através da rede DH+ para transferência de dados (sinais de comandos e status).Características gerais da rede § § § § § § § § Permite controle distribuido. Tipos de equipamentos que podem ser instalados na rede: § Controladores PLC-5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 5. SLC-500 e ControlLogix 5000. AI Séries 5 e RS Logix 5 (Plataforma Windows) § ESC e / ou ECOS à sistemas de Supervisão e Controle ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 55 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ControlLogix 5000 § Terminais de programação rodando software IPDS (AB6200).P. 5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.1 . Número total de estações na rede é de 64 nós. Fácil Diagnóstico. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros.1. SLC-5/04. Configuração das estações da rede via hardware e via software. Terminais de programação (rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) e Sistemas SCADAS (ESC ou ECOS) podem ser instalados na rede DH+ para comunicação com Controladores PLC-5.Conceito É uma rede proprietária da Allen Bradley e utilizada para comunicação (transferência de dados) entre Controladores PLC-5. Baixo custo de cabeamento. Rede determinística – protocolo: Token Passing.1 . Rede Data Highway Plus (DH+) 5.

4 – Protocolo § Passagem de bastão (Token passing) 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 5.3 – Velocidades § § § 57.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.P.S.Desenho de interligação da rede DH+ CONTROLOGIX IHM ESC OU ECOS RT = 150 OHM TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO PLC-5 RT = 150 OHM Rede DH+ SLC-5/04 5.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 5.A ._________________________________________________________________________ Figura 5.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115.5 – Número máximo de estações por rede § 64 estações (nós) endereçadas em OCTAL na faixa de 00 77 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 56 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

-5/80 vem configurado de fábrica para funcionar como canal DH+ e cujo endereço do número da estação é feito através da mini-seletora SW2 do Controlador conforme descrito anteriormente. -5/20.C ._________________________________________________________________________ Observação: O canal 1A dos CLP-5/11. podem se necessário. 5/60 e 5/80. -5/80 podem se necessário ser configurados como canal DH+ cuja configuração e atribuição do número da estação é feita através do software RS Logix 5 Os canais 2A e 2B para os controladores CLP-5/40. -5/40.Placa PCMK ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 57 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os canais 1B para os controladores CLP-5/30. -5/60.2 – Interface para notebook (Exemplo: terminal de programação rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) As interface utilizada é instalada em slot PCMCIA do notebook: 1784-PCMK Figura 5. -5/60.6. -5/40. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .B – Placa 1784-KTX As interfaces utilizadas são: 1784-KT 1784-KTX 1784-KTXD 1784-KTX 5.6 – INTERFACES DE MICROS PARA REDE DH+ 5.S. serem configurados como canais DH+ cujas configurações e atribuições dos números das estações são feitas através do software RS Logix 5 5. -5/30.P.6.1 – Interface para DESKTOP (Exemplo: IBM/PC rodando software de supervisão e controle IN TOUCH) Figura 5.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 58 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.8 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE DH+ O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. pino 2 e SH (shield = blindagem).S._________________________________________________________________________ 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 5. A instrução para transferência de dados é chamada de MSG (Message).P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A programação desta instrução é feita através do editor ladder do RS Logix 5.7 – TRANSFERÊNCIA DE DADOS ENTRE CONTROLADORES PLC-5 e SLC-500 A transferência de dados entre Controladores na rede DH+ é feita através de programação de blocos de instruções. O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo.

5 m. 6.Conceito É uma rede local utilizada para comunicação entre a(s) ESC(s) / ECOS e o(s) PLC(s) (LAN à Local Area Network) de alta velocidade . distância máxima entre nós de 0. somente 02 cabo coaxial fino (10Base2) à distância máxima de aproximadamente 200 m. Rede Ethernet Industrial (TCP/IP) 6. 100 Mbps e 1Gbps Observação: As interfaces Ethernet do PLC-5 operam com velocidade de 10 Mbps ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 59 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 .5 m cabo coaxial grosso (10Base5) à distância máxima de aproximadamente 500 m. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . somente 02 à comunicação via ondas de rádio (tecnologia sem fio) 6. fibra óptica (10BaseFL) nós por segmento.P.3 – Velocidades: 10 Mbps ._________________________________________________________________________ 6. 30 nós.2 – Meios físicos: par trançado (10BaseT) nós por segmento de rede. 100 nós. wireless RF à distância máxima de 2000 m. distância máxima entre nós de 2.S. à distância máxima de 100 m.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Topologias: 6.4.S._________________________________________________________________________ 6. Mídias 10Base2 (cabo coaxial fino) 10Base5 (cabo coaxial grosso) 6.2 – ANEL Anel ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 60 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – BARRAMENTO Utiliza um cabo tronco (principal) e derivações do tipo T para conexão de equipamentos.P.4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

6 – Acesso CSMA / CD – CARRIER SENSE MULTIPLE ACCESS / COLLISION DETECT É um mecanismo de transmissão de dados onde os dispositivos que estão prontos para transmitir._________________________________________________________________________ 6. checam por um sinal de “carrier” (portadora) no canal de transmissão. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.4. Esta colisão gera “atrasos” na retransmissão dos dados em um período de tempo indeterminado. cada dispositivo é conectado a um concentrador de informações (hub / switch).5 – Protocolo TCP / IP – Protocolo de Controle de Transmissão / Internet Protocol 6. ocorre colisão que é detectada por todos os equipamentos que transmitiram os dados. Falha de um nó não afeta os demais nós. Este acesso CSMA/CD é regido pela ETHERNET e padrão IEEE 802.3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 61 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Se nenhum sinal “carrier” for detectado em um intervalo de tempo.P.3 – ESTRELA Nesta topologia. Falha no concentrador gera falha na rede toda. Mídias 10/100BaseT (Par trançado) 100BASE-FL Hub / switch 6. o dispositivo poderá transmitir. Se dois dispositivos transmitirem ao mesmo tempo.

No protocolo TCP/IP._________________________________________________________________________ 6. Ele não contém qualquer informação da rota.121.7 – Endereço de IP Cada dispositivo conectado na rede é identificado individualmente através de um número de nó chamado de endereço de IP (IP Address). O endereço físico (Endereço de Hardware) é um número que identifica o fabricante.S. tipo de máquina e o identificador da unidade (lote). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . existem dois tipos de endereços para cada dispositivo: Endereço físico Endereço lógico à endereço fornecido pelo fabricante do dispositivo (fixo) à endereço definido via software pelo usuário. Não pode haver duplicidade de nós na rede. Cada dispositivo tem seu próprio endereço de IP diferentemente dos demais nós. Exemplo: IP Address: 10.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 62 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1. O endereço lógico chamado de IP Address é formado por 32 bits utilizados para identificar nós na rede (IPv4).12 Este endereço contém informações que auxiliam a rota de dados através da rede para o nó destino.P. Exemplo: Allen Bradley é 00-00-BC-XX-XX-XX GE Fanuc é 08-00-19-XX-XX-XX 6.

P. 5/40E e 5/80E Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador.S._________________________________________________________________________ 6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 63 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada: Controladores CLP-5/20E. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT). cabo coaxial e fibra-óptica.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Para os demais controladores CLP-5 este módulo fornece uma interface Ethernet . Figura 6.P.S. -5/40E e -5/80E. Existem parafusos de fixação desta interface ao Controlador.A ._________________________________________________________________________ 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Vista frontal do módulo 1785-ENET ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 64 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O canal Ethernet que é configurado para este módulo é o canal 3A A configuração deste canal é feita através do software RS Logix 5 Este módulo deverá ser encaixado obrigatoriamente na ranhura à direita da CPU (Controlador CLP-5).10 – Interface Ethernet – 1785-ENET: Este módulo fornece um canal Ethernet adicional para os Controladores CLP5/20E.

entre equipamentos de diferentes fabricantes.Conceito É uma rede serial com protocolo aberto Modbus RTU ou ASCII para transmissão e recepção de dados. temperatura na sucção. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . para aquisição de sinais e controle dos mesmos.A . Este tipo de rede é muito utilizado em controle de processos de exploração de óleo e gás.1 .RTU ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 65 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Exemplo de aplicação em plataformas: Em plataformas existe um ou mais sistemas de controle das BCS (Bombas Centrífugas Submersas). vibração do motor. etc. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Cada sistema de controle utiliza um PLC redundante para acionamento e proteção das bombas._________________________________________________________________________ 7. Figura 7.P. Para cada bomba utiliza-se um variador de freqüência (VSD) para controlar a vazão da bomba e um ISP (Integrated Surface Panel) que é um painel multisensor utilizado para monitoração dos sinais das bombas (pressão de sucção.RTU 7. pressão de descarga.Exemplo de rede serial Modbus .) Estes equipamentos VSD e ISP se comunicam com o PLC da BCS através da rede serial com protocolo Modbus-RTU.S. Rede Modbus .

S. EIA RS-422. O(s) ESCRAVO(s) somente responde(m) ao(s) comando(s) enviado(s) pelo MESTRE. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A iniciativa de comunicação é sempre do MESTRE.P. 7. comunicação serial ponto a ponto. O MESTRE inicia um comando de leitura ou escrita de dados para cada dispositivo ESCRAVO na rede. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 66 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. comunicação serial com driver de linha e half duplex (balanceada) ´comunicação a 2 fios.3 – Princípio básico de comunicação no Modbus: MESTRE / ESCRAVO Na rede deve existir somente um nó (dispositivo) MESTRE ativado e um ou mais nós (dispositivos) ESCRAVOS até um total de 247 nós (endereçados em decimal de 1 a 247)._________________________________________________________________________ 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos: EIA RS-232. O nó 0 é reservado para comunicação do tipo “broadcast”. Utiliza-se cabo par trançado com blindagem (impedância recomendada é de 120 Ohm) Geralmente o padrão elétrico mais utilizado é o EIA RS-485 (multidrop) com comprimento máximo do cabo de 1200 m. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . comunicação serial com driver de linha e full duplex (balanceada) – comunicação a 4 fios EIA RS-485. sem driver de linha (desbalanceada).

As portas podem ser configuradas para os 03 padrões elétricos EIA RS-232. ISP.4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 67 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O módulo ocupa fisicamente uma ranhura do chassi Cada módulo apresenta 02 canais (denominados de PORTA 1 e PORTA 2) que podem ser configurados como MESTRES OU ESCRAVOS para comunicação com outros CLPs e/ou SDCDs e / ou dispositivos de outros fabricantes (VSD.4 – MÓDULO DE COMUNICAÇÃO MODBUS PARA CLP-5 Figura 7. etc..Vista frontal do módulo 3100-MCM LEDs indicadores de STATUS PORTA 2 PORTA 1 7. O módulo pode ser instalado no Chassi Principal ou Chassi Remoto (instalado na rede RIO).S. RS422 ou RS-485.1 – Características do 3100-MCM O módulo de comunicação MODBUS compatível com chassis da série 1771 para PLC-5 é o 3100-MCM fabricado pela PROSOFT.B .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .._________________________________________________________________________ 7.) utilizando o protocolo serial MODBUS-RTU ou ASCII.

_________________________________________________________________________ A comunicação entre o Módulo Controlador (CLP-5) e o módulo 3100-MCM é programada através de blocos de instruções BTW e BTR.P. A comunicação entre o módulo 3100-MCM e o(s) dispositivos ESCRAVOS é feita através do driver para protocolo MODBUS-RTU na própria placa. Figura 7. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 68 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.C .S.

1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . É usado para armazenar o status de uma entrada digital ou saída digital Exemplos: Entrada digital Entrada digital Saída digital Saída digital => chave aberta => chave fechada => solenóide desenergizada => solenóide energizada => bit = 0 => bit = 1 => bit = 0 => bit = 1 8.2.483. O registro de ponto flutuante pode ser utilizado para armazenar um valor inteiro do tipo DINT na faixa de -2.40x10+38. REGISTRO ou PALAVRA É um conjunto formado por 16 bits.Dígito binário É a menor unidade de informação digital.1.3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 69 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. BYTE É um conjunto formado por 8 bits.648 a + 2. BIT .S. MEMÓRIA DO CLP-5 8.483._________________________________________________________________________ 8.1 .1.1.CONCEITOS BÁSICOS 8.147. REGISTRO DE PONTO FLUTUANTE É um conjunto formado por 02 registros (32bits).1. Ele pode ser usado também para armazenar valores numéricos na faixa de 0 a 65535 (UINT) ou -32768 a +32767 (SINT) Exemplos: Temperatura do motor = 48º C Pressão de sucção da bomba = 12 kgf/cm2 8. O registro pode ser utilizado para armazenar o status de até 16 entradas ou 16 saídas digitais.1.4.P.17x10-38 a +/-3.647 ou utilizado para armazenar um valor real e / ou fracionário do tipo REAL na faixa de +/.147. 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O byte pode ser utilizado para armazenar o status de até 8 entradas ou saídas digitais.

Uma senha utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres. sendo que a mesma pode ser composta por até 10 caracteres.1 – Arquivos Reservados Arquivo de Programa no 0 – O arquivo de programa número 0 é reservado para armazenar a senha e a identificação do programa.2 – Arquivos de Programa Os arquivos de programa incluem os seguintes tipos: arquivo de Programa Principal ( arquivo de número 2 ) arquivos de passo e de transição para o diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ) ( arquivos selecionados entre 2 a 999 ) arquivos de subrotinas acessados através do programa principal ou através dos arquivos de passos do Controle Sequencial de Funções( SFC ) ( arquivos selecionados entre 3 a 999 ) arquivo de Rotina de Falha ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) - - Cada arquivo de programa utiliza quatro palavras de cabeçalho. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 70 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 8. entender como é realizado o seu endereçamento.P. antes de conhecer seu conjunto de instruções. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA DO CLP-5 8. 8. A senha é utilizada para proteger o acesso ao sistema. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. bem como os procedimentos necessários para a edição de um programa.S._________________________________________________________________________ 8. obter informações sobre os arquivos de programas e de dados que compõem sua memória.2 .2.2.1 .Generalidades Por ser o CLP-5 um controlador que difere dos demais controladores da ABCE é necessário.

sendo que o mesmo é composto por até 10 caracteres. 8. sendo que os mesmos são compostos por até 8 caracteres ( softwares 6200 e AI Séries 5 ).2.2.2 – Arquivo do Programa Principal Quando não estiver sendo utilizado o Controle Sequencial de Funções (SFC)._________________________________________________________________________ .2. RS Logix 5 ). - Arquivo de Programa no 1 – O arquivo de programa número 1 controla a estrutura do controle sequencial de funções ( acessado somente através do software do CLP-5 ). Nomes de projeto não utilizam cabeçalho e utilizam uma palavra para cada dois caracteres. também chamados de arquivos MCP ( Main Control Program ).P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 8. Para informações adicionais sobre o Controle Sequencial de Funções. consulte o Manual do Fabricante.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o arquivo de programa número 2 armazena o programa principal. um nome para cada arquivo de programa e uma descrição para cada arquivo de programa ( opcional ). e mais de 8 caracteres no software RS Logix 5. No CLP-5 podemos configurar para o Controlador um total de 16 arquivos de programa principal. sendo que cada um desses programas pode representar um passo ou uma transição no diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ). O arquivo número 2.Cada nome de arquivo de programa utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres.3 – Arquivos de Transição e de Passo do SFC Os arquivos de programas de 2 a 999 podem ser utilizados para armazenar programas na forma de diagrama de contatos.2. A lógica de cada passo e de cada transição é colocada em um arquivo distinto e o controlador varre cada um desses arquivos de acordo com o diagrama. . Cada descrição de arquivo de programa pode ser composto por até 50 caracteres ( AI Séries 5 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 71 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Este arquivo não é disponível para armazenar programas na forma de diagrama de contatos. por definição já é um arquivo MCP.Os programas são identificados através de um nome de projeto. O número de palavras disponíveis para esse arquivo é a diferença entre a capacidade máxima de palavras da memória do controlador e o número de palavras utilizadas por todos os outros arquivos.

reconstituindose os saltos. Os arquivos de subrotinas permitem um melhor aproveitamento da memória. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Pode-se especificar qualquer número de arquivo de 3 a 999 para designar o arquivo de interrupção.6 – Arquivo de Rotina de Falha Um arquivo de programa 3-999 pode ser selecionado para armazenar a Rotina de Falha. é necessário certificar-se de que a varredura do mesmo se complete antes que o tempo de interrupção termine. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 72 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o controlador detecta um erro e energiza um bit de falha de advertência no arquivo de Status do Controlador.4 – Arquivos de Subrotinas Os arquivos de programa 3-999 podem ser utilizados para armazenar subrotinas. Ao detectar uma falha grave o controlador interrompe a varredura do programa de aplicação e varre o arquivo de Rotina de Falha._________________________________________________________________________ 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Porém. a contagem do tempo recomeça. deve-se inserir o número do arquivo e o tempo de interrupção nas palavras 31 e 30.S.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável Pode-se programar o CLP-5 para saltar.2. Do contrário. Portanto.2.2. Quando o programa na forma de diagrama de contatos ( Ladder ) do arquivo de interrupção começa a ser varrido. em aplicações onde a programação repetitiva é requerida ou. respectivamente. Para habilitar esse arquivo é necessário inserir seu número na palavra 29 do arquivo de Status do Controlador. 8.2. onde seções do programa de aplicação não precisam ser executadas a cada varredura. criado para tratar algumas situações de falhas graves. 8. O controlador varre um arquivo de subrotina sempre que encontra uma instrução informando-o para fazê-lo e retorna ao programa anterior no ponto em que saiu para a subrotina. do arquivo de Status do Controlador. Para habilitá-lo. Cada subrotina deve estar em um arquivo distinto numerado de 3 a 999. para um arquivo de interrupção. Em um programa de aplicação pode-se ter até oito níveis de subrotinas. deve-se programar o retorno na ordem inversa. que se otimize o tempo de varredura.2. a um intervalo de tempo determinado. periodicamente.P.2.

na energização. para que. automaticamente para o modo de programação e todas as saídas físicas são desenergizadas. Um módulo EEPROM 1785-MJ de 8K gravado por um CLP-5/25 não pode ser utilizado por um CLP-5/15. o controlador reassume varrendo a primeira linha do arquivo de programa que estava varrendo. reassumir varrendo os passos que estavam ativos quando da queda de alimentação. Módulo de Memória EEPROM – O conteúdo do Módulo EEPROM é transferido totalmente para o CLP-5. a partir do terminal de programação. Pode-se também utilizar a Rotina de Falha quando da perda de alimentação.Terminal de Programação através da rede Data Highway Plus – A transferência ocorre apenas quando a memória e capacidade de pontos de E/S não excedem os limites do controlador que está recebendo o programa. Computador via rede Data Highway Plus ou via rede Data Highway – As transferências de programas entre controladores Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 8.P. varrer o arquivo de Rotina de Falha apenas uma vez. - Sem a interferência da Rotina de Falha. se possa examinar esta informação._________________________________________________________________________ Se não for criada uma rotina de falha. e: decidir se as condições de máquina permitem reassumir varrendo o programa principal a partir da primeira linha realizar um desligamento ordenado parar no final da Rotina de Falha ( requer interferência manual ) com o diagrama SFC. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 73 de 212 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. para no retorno. O controlador retém os números do arquivo de programa e da linha que contém a instrução que provocou a falha. tanto de mesma versão quanto de versões diferentes. Essa transferência é realizada através dos seguintes dispositivos: . ao detectar uma falha grave. Se entretanto o Módulo 1785-MJ for gravado em um CLP-5/15 o mesmo poderá ser utilizado em um CLP-5/25. quando ocorreu a perda da alimentação.7 – Transferência de Arquivos de Programas Pode-se transferir arquivos de programas entre Controladores CLP5.2.S. O controlador pode ser programado. o controlador passa. Assim o programa da Rotina de Falha pode monitorar os códigos de falha resultantes e agir adequadamente.

1 a seguir apresenta a organização da memória para os arquivos de dados do Controlador CLP-5 Símbolo a ser utilizado no desenvolvimento do programa Número máximo Tipo de de Elementos Arquivo * * 32 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Saída Entrada Status Bit Temporizador Contador Controle Inteiro Ponto Flutuante Número do Palavras por Arquivo Elemento 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9-999 1 1 1 1 (16 bits) 3 3 3 1 2 O I S B T C R N F Tipo de arquivo atribuído conforme a necessidade * Depende da Capacidade de endereçamento de pontos de E/S de cada modelo de CLP-5 Tabela 8. só é realizada a transferência entre CLP’s de mesmo modelo e série. 8. dependendo do tipo do arquivo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . isto é.2._________________________________________________________________________ através de um computador são limitadas apenas a controladores de mesma versão e mesma série. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 74 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. A tabela 8.P. sendo que cada tipo de arquivo pode armazenar até 1000 elementos.3 – Arquivos de Dados O Controlador CLP-5 permite até 1000 arquivos de diversos tipos. duas ou três palavras. Um elemento utiliza uma.

Os endereços de bit abaixo da palavra 256 e os endereços de elemento abaixo da palavra 4096 necessitam de metade das palavras de armazenamento dos endereços acima destes limites e são mais rapidamente acessados pelo controlador. São criados também arquivos de Bit. recomenda-se que sejam endereçadas instruções de bit e elemento. Controle. No caso das instruções de Bit.S. O número de elementos dos arquivos de Entrada e Saída. estas devem vir antes da palavra 256 e no caso das instruções de elemento. abaixo do arquivo de Status e em determinadas localizações. 8. dependem do modelo do Controlador CLP-5 e não podem Ter seus tamanhos alterados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Arquivos ASCII e BCD podem ser exibidos e/ou transferidos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . As palavras 256 e 4096 têm como referência o início do armazenamento dos dados. Ponto Flutuante. sendo que seus tamanhos podem ser alterados para conter até 1000 elementos. Contador. Temporizador. O arquivo de Status é criado com 32 elementos e não pode Ter seu tamanho alterado. o terminal de programação informará que isto não deve ser realizado.1 – Arquivos utilizados com maior frequência Para otimizar a organização da memória. Caso se tente faze-lo. Na versão CLP-5/25 os mesmos podem variar de tamanho de 32 a 64 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 75 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. utilizadas com maior frequência. Controle. ASCII ou BCD. Pode-se utilizar números de 9 a 999 para identificar quaisquer tipos de arquivos adicionais de Bit. palavra 0. Para realizar qualquer alteração no tamanho dos arquivos ou criação dos mesmos o controlador deverá estar no modo programação. Entrada e Status.P. Inteiro e Ponto Flutuante com tamanhos de 1 elemento cada. Contador. O tipo de arquivo é especificado de acordo com o tipo de dados nele armazenado.3. mas não manipulados._________________________________________________________________________ Ao ser inicializado através do terminal de programação o controlador cria arquivos de Saída.2 ). arquivo de Saída O. Temporizador. antes da palavra 4096. Não é possível misturar tipos de dados em um arquivo.2. Arquivos de E/S ( 1 e 0 ) têm seus tamanhos fixos de 32 palavras ( versão CLP5/15 ). Cada arquivo de dado utiliza duas palavras de cabeçalho além dos dados nele armazenados. Os arquivos do Controlador CLP-5 são contínuos na memória ( tabela 8.

Temporizador. Já as instruções de elemento mais utilizadas. Controle.P. Controlador CLP-5/25 Na versão CLP-5/25 o arquivo de Status (2) termina na palavra 159 se for utilizado o arquivo imagem de E/S inteiro. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 76 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ palavras dependendo da configuração de E/S utilizada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . são endereçadas até a palavra 4096.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . nos arquivos 4 em diante. Já os arquivos de número 3 em diante variam de tamanho. As instruções de bit mais utilizadas são endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:95.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Controlador CLP-5/15 Na versão CLP-5/15 o arquivo de Status (2) termina na palavra 95. O arquivo de Status (2) tem seu tamanho fixo com 32 palavras. endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:159. Ponto Flutuante. são endereçadas até a palavra 4096. Já as instruções de elemento mais utilizadas. As instruções de bit mais utilizadas são então. nos arquivos 4 em diante. Inteiro. de Palavra 0 0 32 32-64 64 64-128 96 96-160 256 4096 Tipo de Arquivo No de Arquivo Saída Entrada Status Bit. CLP-5/15 CLP-5/25 No. 0 1 2 3-999 conforme necessidade Tabela 8. contendo somente o número de palavras que corresponde ao maior endereço determinado no programa de aplicação. Contador.

Quando se estende o arquivo imagem de E/S a palavra 256 permanece como recomendação de limite. de um dos seguintes modos: A uma instrução. pode-se determinar.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . determinar um endereço de imagem de E/S.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . pois o controlador não varre uma gaveta de E/S se sua tabela imagem não existir. aumentando o seu tamanho. permitindo com isso a utilização da gaveta de número 6. o controlador estende automaticamente para o mesmo tamanho. Ver arquivos utilizados com Maior frequência. ver procedimento de criação de arquivo no manual do terminal utilizado. inserida através do terminal de programação.P. o endereço E:63 estende os arquivos imagem de Entrada e imagem de Saída para 56 palavras cada. 8.3. para arquivos com endereços. Criar o arquivo imagem de Entrada ou Saída através do terminal de programação.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S ( CLP-5/25 ) O arquivo imagem de E/S do CLP-5/25 pode ter seu tamanho ampliado de 32 palavras para 64 palavras. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 77 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o arquivo de imagem oposto._________________________________________________________________________ 8. os números 9 a 18. - Quando se estende um arquivo imagem de entrada ou de saída. N9 a N18. Para maiores detalhes.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo Recomenda-se agrupar arquivos de dados do mesmo tipo. coloque todos os dados inteiros no N7. Se for necessário espaço adicional para 10 arquivos de dados inteiros. Arquivos Imagens de E/S são estendidos em incrementos de 8 palavras ( eqüivale a uma gaveta de E/S completa ) para a entrada e para a saída.2. Por exemplo. Por exemplo. tais como.S. por exemplo.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.1. um elemento utiliza uma. duas ou três palavras. Pode-se também. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .( figura 8. A maioria dos arquivos ( E/S. BCD e ASCII ) utilizam elementos de 1 palavra da qual o bit é a menor unidade endereçável ( figura 8. Bit.B ) _________________________________________________________________________ 15 08 | 07 00 Faixa de valores que se pode armazenar em um elemento de ponto flutuante: +/.2. 00 - Os arquivos de Ponto Flutuante utilizam elementos de 2 palavras na qual a menor unidade endereçável é um par de palavras (elemento) .1754999E-38 +/.4028237E+38 Figura 8.3. pensar em um elemento como uma palavra de 16.B – Arquivo de Ponto Flutuante ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 78 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 8. 15 08 | 07 16 bits de dados Faixa de valores que se pode armazenar em uma palavra –32768 a +32767 ( decimal ) Figura 8.A ). 2000 ou 3000 palavras.P.4 – Elementos de Arquivo Dependendo do tipo de arquivo. 32 ou 48 bits. Inteiro. Status.S. 1000.A – Arquivos com elementos de uma Palavra. Um arquivo com 1000 elementos poderia ter respectivamente.

P.C – Arquivos de Temporizador e Contador A palavra 0 ( primeira palavra do elemento ) é a palavra de estado do temporizador e/ou contador sendo endereçada apenas por um bit.PRE = pré-selecionado . Temporizador 15 EN 14 TT 13 DN 08|07 não utilizado 00 Contador 15 14 13 12 11 |07 00 não utilizado CU CD DN OV UN Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits endereçáveis de Temporizador EN = Habilitação TT = Temporizando DN = Executado Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits Endereçáveis de Contador CU= Habilitação do Contador Crescente CD=Habilitação do Contador Decrescente DN = Executado OV = Overflow UN = Underflow Palavras Endereçáveis . As faixas do valor pré-selecionado e do valor acumulado são as seguintes: Temporizadores: Contadores: inteiro com sinal 0 a +32767 inteiro com sinal –32768 a +32767 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 79 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Já a palavra 1 ( segunda palavra do elemento ) e a palavra 2 ( terceira palavra do elemento ) são endereçadas por bit ou por palavra.C ). a menor unidade endereçável é o bit ( figura 8.Os arquivos de Contador e Temporizador utilizam elementos de três palavras. O elemento armazena nessas três palavras o valor acumulado. o pré-selecionado e a palavra de controle.ACC = acumulado Figura 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . No elemento de três palavras._________________________________________________________________________ .

Na conversão para número inteiro. 15 08 | 07 Estado Comprimento Posição 00 Elemento de 3 palavras de um arquivo de Controle. Figura 8. Entrada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. Contador. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. Por exemplo. o controlador arredonda valores de ponto flutuante de 0.5 a 0. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro.3.D).D – Arquivo de Controle 8.4. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. e omite valores de 0. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 80 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ O arquivo de Controle também utiliza elementos de 3 palavras (figura 8.5 para 8 e 7. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Temporizador. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. se for inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. para converter número inteiro em BCD. Os dados dos arquivos ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. ASCII e BCD. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. utiliza-se três palavras de memória ( um elemento ) neste tipo de arquivo. além das palavras operadas pela própria instrução. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino.9 para o número inteiro seguinte.1 a 0.S.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante.4 para 7. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Saída. Status.P. o controlador arredonda 7. já que o controlador os interpreta como inteiros. Controle. Toda vez que se determina um endereço para uma instrução de arquivo. Deste modo.

e armazenar informações relacionadas à sua operação ( tabela 8.3 ). requerem a inserção de valores._________________________________________________________________________ O controlador possui um arquivo de Status ( arquivo 2 ) que é utilizado para identificar falhas graves.3 Arquivo de Status Palavra Conteúdo 0 Bits de Estado Aritméticos 1. marcadas com um asterisco ( * ). caso se pretenda utilizar suas respectivas funções.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . exceto caso se deseje zerar os bits de falha. ou seja. ou então inserir zero para inibi-las. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. A inserção de valores nessas palavras anulará suas funções.2 Estado do Controlador / Configuração 3. de informar a respeito do estado do controlador ou falhas diversas. devese inserir dados nestas palavras. Para habilitar várias funções do controlador deve-se inserir dados no arquivo de status e seus bits podem ser examinados para manipular os dados no programa de aplicação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 81 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. bem como o tempo máximo de varredura.6 Tabelas de Estações Ativas na Rede DH+ 7 Estado das Gavetas de E/S e da Fila da TB 8 Última varredura do programa (ms ) 9 Máxima varredura do programa (ms ) 10 Bits de Falha de Advertência 11 Bits de Falha Grave 12 Códigos de Falha 13 Número do Arquivo de Programa da última Falha 14 Número da Linha da última Falha 15-17 Reservadas para uso futuro 18-23 Relógio de Tempo Real e Calendário * 24 Valor de Índice para Endereçamento Indexado 25 Não utilizada 26 Bits de Controle ( SFC e Proteção na Energização ) * 27 Inibição de E/S e Rearme * 28 Watchdog Timer * 29 Número do Arquivo da Rotina de Falha * 30 Interrupção com Temporização Selecionável * 31 Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável * Não inserir valores nas palavras de 0 a 14. falhas de advertência e de gaveta ( Rack Lógico de E/S ). Para habilitar a função. Tabela 8. As palavras de 18 a 31.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .E os símbolos identificam o seguinte: # X Endereço de arquivo Tipo de arquivo O = Saída I = Entrada S = Estado B = Bit T = Temporizador C = Contador R = Controle N = Número inteiro F = Ponto flutuante D = BCD* A = ASCII* * apenas para visualização. 8. Inclui também constantes de programa. #Xf:e.4 – Endereçamento Lógico O endereçamento lógico inclui endereçamento direto e indexado._________________________________________________________________________ 8.E – Formato Geral do Endereço Lógico Direto Conforme apresentado na figura 8.4.2.2.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 82 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Endereçamento Lógico Direto Esta forma de endereçamento permite que se identifique um bit. elemento ou arquivo.E ). s / b identificador do endereço de arquivo identificador do tipo do arquivo número do tipo do arquivo delimitador número do elemento delimitador número do sub-elemento ou mnemônico delimitador de bit número do bit Figura 8.s/b Onde: # X f : e . O formato do endereço varia dependendo do tipo do endereço ( figura 8.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ) e o mnemônico.s ) Quando o sub-elemento for omitido será entendido como sendo de controle (CTL). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Mnemônico de sub-elemento é utilizado apenas com arquivo de Temporizador.ACC ( formato geral Xf:e.PRE ( pré-selecionado ) .ACC ( acumulado ) Arquivo R . Número do elemento é 0 a 37 octal para arquivos de E/S. de acordo com o tipo de arquivo ( tabela 8.D Endereço de palavra ( Arquivos T. Contador e Temporizador. : E . ou 0 a 999 decimal para todos os outros tipos de arquivos.S. Contador e Controle Para endereçar palavras. Tabela 8.D ). Delimitador utilizado apenas com mnemônico de sub-elemento em arquivo de Controle._________________________________________________________________________ F Número do arquivo 0 = Saída 1 = Entrada 2 = Estado 3 = Bit 4 = Temporizador 5 = Contador 6 = Controle 7 = Número inteiro 8 = Ponto flutuante 9 –999 = para armazenamento de outros arquivos Delimitador que separa o número do tipo de arquivo e o número do elemento. Contador ou de Controle. Número de bit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 83 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. o formato é C5:8.LEN ( comprimento ) . utilize o delimitador ponto ( . para se endereçar o valor acumulado de um arquivo do tipo Contador (5). / b Delimitador que separa o número de bit do número de elemento ou sub-elemento. S Endereço de palavra em arquivos de Temporizador. C e R ) Arquivo T ou C .POS ( posição ) Por exemplo. 0 a 31 decimal para arquivo de estado.

utiliza-se o formato C5:8. Contador ou Controle Para endereçar bits.ACC/00. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. C e R ) Bit 15 14 13 12 11 10 09 08 Temporizador Contador EN habilitação CU contagem crescente TT temporizando CD contagem decrescente DN executado DN executado OV overflow UN underflow Controle EN habilitação EU habilitação de descarga DN executado EM vazio ER erro UL descarga IN inibição FD descoberta Por exemplo.5 Endereço de Bit ( Arquivos T. para se endereçar o bit de executado do arquivo de Contador (5) de elemento 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 84 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. para se acessar o bit zero do arquivo Contador (5) de elemento 8.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Notar que o sub-elemento for omitido ( formato geral Xf:e/b ) Por exemplo. pode-se acessar somente os números de bit ou mnemônicos em arquivos de Temporizador. Contador ou de Controle apresentados na tabela 8. sub-elemento acumulado. utiliza-se o formato C5:8/13 ou o mnemônico do bit C5:8/DN.5. Notar que o mnemônico do sub-elemento é ACC. Tabela 8._________________________________________________________________________ 0-17 (octal) para arquivos de E/S 0-15 (decimal) para todos os outros tipos de arquivos 0-15999 (decimal) (opcional). para arquivos de bit quando não for especificado o número do elemento. Endereço de Bit em arquivos de Temporizador.

P.1 .ENDEREÇAMENTO DE E/S 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 85 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3. 1 Gaveta ou Rack Lógico = 8 grupos de E/S Observação: • Os grupos são endereçados de 0 a 7.3 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . RACK LÓGICO ou GAVETA de E/S 1 Gaveta de E/S é formada por oito palavras no Arquivo Imagem de Entradas + oito palavras no Arquivo Imagem de Saídas. 1 ranhura ou ½ ranhura.1.Endereçamento no CLP 8. 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais Observações: • • O endereço dos bits para E/S deve ser no formato OCTAL. 1 grupo pode ocupar 2 ranhuras.1 – Definições básicas GRUPO E/S 1 grupo E/S é formado por uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Entradas + uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Saídas._________________________________________________________________________ 8.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Exemplo: 1771-IBN (Módulo de Entrada Digital de 32 canais) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 86 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 1 GRUPO E/S = 2 SLOTS 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 2 SLOTS 1 SLOT ou 1 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1 SLOT do Chassi. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.2 – Tipos de endereçamentos de Chassis 2 SLOTS ou 2 RANHURAS Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 2 SLOTS do Chassi. 1 GRUPO E/S = 1 SLOT 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 1 SLOT 1/2 SLOT ou 1/2 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1/2 SLOT do Chassi.S. 2 GRUPOS E/S = 1 SLOT 16 ED 16 SD 16 ED 16 SD GRUPO 0 GRUPO 1 Observação: • 1 SLOT Tipo de endereçamento utilizado quando se utiliza cartões de 32 canais (32 bits)._________________________________________________________________________ 8.

Palavras ou bits em um arquivo de E/S devem ser endereçados do seguinte modo: I : Gg/00-17 Onde: O : Gg/00-17 I = Entrada O = Saída G = número da gaveta E/S ou Rack Lógico E/S G = número do grupo do módulo 00 – 17 = número do terminal ( bit ) 8. Palavras ou bits em um arquivo de Status devem ser endereçados do seguinte modo: S : e/b Onde: S = arquivo de Status e = número do elemento ( 00-31 ) b = número do bit ( 00-15 ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 87 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3._________________________________________________________________________ O formato para endereçamento de E/S difere do formato geral.2 .P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .ENDEREÇAMENTO DO ARQUIVO DE STATUS O formato para endereçamento do Arquivo de Status também difere do formato geral. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . - - ENDEREÇAMENTO DE SUBELEMENTO T4:12.P.S. elemento 58 do arquivo 8. C5:6/DN – endereço de um bit ( bit de executado DN ) de um arquivo do tipo Contador de elemento 6. - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 88 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Grupo 2 e bit 10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . que representa gaveta ou Rack Lógico 00 .ACC – endereço de uma palavra de um arquivo do tipo Temporizador ( valor acumulado do temporizador 12 em um arquivo 4 ) ENDEREÇAMENTO DE ELEMENTO S:3 – endereço de uma palavra em um arquivo de Status elemento 3 F8:58 – endereço de um elemento em um arquivo do tipo Ponto Flutuante. S2:0/7 – endereço de um bit localizado no elemento 0 do arquivo de Status N7:64/00 – endereço de um bit localizado no elemento 64 do arquivo de tipo Inteiro.3.3 – Exemplos de Endereçamento Direto ENDEREÇAMENTO DE BIT - B3/245 – endereço de um bit na faixa de 0 a 15999 do arquivo de bit de número 3 ( nesse formato não é especificado o número do elemento ) B3:15/5 – endereço de bit idêntico ao B3/245 ( neste formato é especificado o número do elemento ) - - I:002/10 – endereço de bit de entrada.

o controlador acusará um erro de run-time ao executar a instrução e exibirá. Um endereço indireto é designado através de colchetes ( [ ] ).3. a localização da linha com falha. Quando um endereço indireto armazena um número de arquivo. sendo que os endereços indiretos podem ser formados por até dois endereços diretos ( arquivo. - O identificador de endereço de arquivo (#) deve ser omitido dentro do colchetes. Já o endereçamento direto é utilizado para endereços que não variam. o número do arquivo de Ponto Flutuante (F) foi substituído por um endereço direto do arquivo do tipo inteiro (N7:32). Caso contrário. ocorrerá um erro de run-time. REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDIRETO Para realizar um endereçamento indireto. através de seu local de armazenamento na Tabela de Dados.P. faz-se necessário observar as seguintes regras: Um endereço indireto deve ser indicado por colchetes. O endereço dentro dos colchetes deve ser um endereço lógico direto de um elemento do tipo Inteiro (N). esse número deve corresponder ao mesmo tipo de arquivo especificado na Tabela de Dados. elemento ou bit ). Para tanto. Recomenda-se utilizar um inteiro (N). os quais contém o endereço do número do arquivo. Contador (C) ou Controle (R). na tela referente ao Arquivo de Status. elemento ou bit do endereço indireto. O endereçamento indireto é utilizado quando se deseja que o programa de aplicação manipule números de arquivos ou elementos. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 89 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Por exemplo. Temporizador (T). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . elemento ou bit seja especificado.4 – Endereçamento Indireto A forma de endereçamento indireto permite que um arquivo. recomenda-se utilizar endereços inteiros para o número de arquivo ou de elemento de um endereço indireto._________________________________________________________________________ 8.S. no endereço F[N7:32]:0. - _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: Não é permitido combinar tipos de arquivos diferentes ao utilizar o endereçamento indireto. Se isso ocorrer. uma vez que nesse endereço está armazenado o número correspondente ao arquivo F.

ACC/00 T[ ] [ ]. _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: O controlador NÃO verifica o valor do elemento armazenado em um endereço indireto. nem imediatamente antes ou depois dos mesmos.5 – Exemplos de Endereçamento Direto e Indireto Os formatos do endereçamento indireto são diferentes dependendo de se endereçar indiretamente um número de arquivo. tem-se um endereço lógico direto pertencente ao arquivo de Ponto Flutuante ( F ) e esse arquivo é numerado de #F9 até #F13. Se esse valor ultrapassar o tamanho do arquivo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 90 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .ACC/00 Pode-se também endereçar um bit.Se um endereço indireto armazenar um elemento. cruzar o limite de um arquivo e entrar no próximo arquivo que pode ser do mesmo tipo ou diferente. ENDEREÇO DE BIT Os formatos para endereçar um bit e seus respectivos exemplos são: Bf/b B3/15999 B[N7:10]/25 B/[ ] B[ ]/[ ] Xf:e/b N7:3/15 N[N7:11]:3/12 N7 [ ]/10 N[ ] [ ]/6 Xf:e. o número do elemento não deverá ultrapassar o comprimento do arquivo a que ele pertence.3. Caso se deseje endereçar indiretamente o número do arquivo F._________________________________________________________________________ . A título de exemplo. O delimitador ( : ) não precisa ser introduzido entre os colchetes. ou seja.ACC/00 C5 [ ]. tal como: R6:[ ]/EN. 8. afim de evitar um erro de run-time. esse número deve ser armazenado em um endereço inteiro ( por exemplo: N7:0 ) e deve estar dentro da faixa de 9 a 13. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. os dados poderão se tornar inválidos. Assim.s/b T4:7. ocasionando operação inesperada da máquina. elemento ou bit. utilizando-se o mnemônico EN. Os formatos gerais de endereçamento e seus respectivos exemplos são apresentados a seguir. com possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais.ACC/00 C[N7:12]:5. o endereço indireto do número do arquivo de Ponto Flutuante seria F[N7:0]:0.

3.6 – Endereçamento Indexado Esta forma de endereçamento permite indexar um endereço através de um número de palavras selecionado. em um endereço lógico. sendo possível manipular este valor no programa de aplicação. deve-se manipular esse valor. a seguir são apresentados alguns exemplos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Deve-se também entrar com um valor de Índice na palavra 24 do Arquivo de Status do Controlador ( S:24 ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . antes de habilitar uma instrução indexada. Todas as instruções indexadas utilizam a mesma palavra ( S:24 ) para armazenar um valor de Índice. O símbolo do endereço indexado é #. Para operações repetidas e de malha. sendo que o mesmo deve ser colocado. são apresentados alguns exemplos. sendo que. sendo que. N7:3 F[N7:3]:3 D9[ ] A[ ][ ] ENDEREÇO DE ARQUIVO O formato geral utilizado para endereçar um arquivo é #Xf:e._________________________________________________________________________ ENDEREÇO DE ELEMENTO A forma de endereçar um elemento é Xf:e. O controlador inicia a operação no endereço.P. Assim. acrescido do valor do índice.S. Armazena-se o valor de índice em uma palavra no arquivo de Status do CLP-5. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 91 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pode-se criar instruções apropriadas através do endereçamento indexado. imediatamente antes do identificador de tipo de arquivo. #F8:0 #D[N7:14]:27 #N10[ ] #A[ ][ ] 8. a seguir.

Se o endereço indexado exceder a área de arquivo de dados........ FFL / FFU Comparação de Bits de Arquivos....................................... Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ....._________________________________________________________________________ REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDEXADO Certifique-se de que o valor de índice ( positivo ou negativo ) não permita que o endereço indexado exceda os limites do arquivo..... COP Deslocamento de Bit à Esquerda / à Direita..FSC Cópia de Arquivo.S............................. O Controlador não verifica isso a menos que seja utilizado um endereço indexado indireto ou que seja excedida a área de arquivo de dados da memória......... de acordo com o modo de operação da instrução selecionado..................................... deve-se atualizar a palavra que contém o valor de índice...... ATENÇÃO: As instruções de arquivo manipulam o valor de índice armazenado na palavra S:24....... listadas acima.......................................... Antes de habilitar uma instrução que tenha um endereço indexado.................... Certifique-se de monitorar e/ou armazenar o valor de índice antes de utilizar um endereço indexado............. Quando for utilizado dois ou mais endereços indexados em uma mesma instrução............................... utilizam automaticamente a indexação de endereço.......... e o bit de falha grave no arquivo de Status do Controlador será energizado.................. FLL Pode-se também utilizar o símbolo # para identificar endereços em uma instrução de arquivo................ para o valor desejado.......................... 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .... o mesmo valor de Índice será adicionado a cada endereço indexado..............................BSL / BSR Detecção de Diagnóstico..... - As seguintes instruções manipulam o valor de Índice na palavra S:24: Carga / Descarga FIFO...........................P......... ocasionando possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais.... Caso contrário................................................... ocorrerá um erro de runtime.................... FBC Comparação e Pesquisa de Arquivo.... FAL Preenchimento de Arquivo...... As instruções de arquivo.............. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 92 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.. DDT Entrada / Carga / Saída de Sequenciador.. pode ocorrer operação inesperada da máquina......................... SQI / SQL / SQO Lógica e Aritmética de Arquivo.

No exemplo da figura 8. Pode-se alterá-las utilizando o software de programação estando on-line com o Controlador. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 93 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Se a constante for maior que 1024. Uma vez inseridas.7 – Exemplo de Endereçamento Indexado No exemplo da instrução ADD ( figura 8.P.8 – Constantes do Programa As constantes de número inteiro ou de ponto flutuante. serão utilizadas três palavras.S. independente da Tabela de Dados. uma palavra dessa tabela. serão utilizadas duas palavras de armazenamento na memória do programa e se a constante for de ponto flutuante. o controlador manipulará os dados armazenados no endereço base adicionado do valor do índice. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 N7:10 N10:0 N11:15 . o controlador manipula os valores dos seguintes endereços: SOURCE A SOURCE B DEST 8. é inserido um símbolo de endereçamento indexado no endereço Fonte e Destino. valores de referência. Se o valor de Índice 10 for armazenado na palavra S:24.F – Exemplo de Endereçamento Indexado. Figura 8. podem ser introduzidas diretamente no programa de aplicação.F ).3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .F.3. economizando._________________________________________________________________________ 8. ou então com o Controlador no modo programação. as constantes do programa não podem ser manipuladas pelo programa de aplicação. assim. tais como.

pode-se introduzir diretamente um valor de referência 238 em uma instrução de comparação. A comparação desse valor com um outro.1.1. 8. o terminal de programação utilizado tem limitações que devem ser consideradas.3. Ao inserir 238 na instrução de comparação o valor 238 é armazenado no programa de aplicação.3.9 – Visualização dos Números de Ponto Flutuante Embora o controlador manipule e armazene números de ponto flutuante na faixa de +/.P. Por exemplo.402824E+38 para constantes de ponto flutuante. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . habilitará uma saída. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 94 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. armazenado em algum endereço direto é tal que.1754944E-38 a +/. Dependendo do número de dígitos significativos e da extensão do número de ponto flutuante.3._________________________________________________________________________ A faixa de valores para constantes de números inteiros é de –32768 a +32767 e de +/.S.1754944E-38 a +/.402824E+38. quando a expressão N7:0 = 238 for verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o terminal de programação pode arredondar ou truncar o número inserido.

. é necessário estar com o RS Logix 5 em modo On Line.É um software de configuração. .Modos de programação: OFF LINE à o programa é armazenado na memória RAM do micro ON LINE à o programa é armazenado na memória RAM do CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 95 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. que contém a ativação a ser transferida para o micro. . deve-se ter um disquete chamado de Master disk. o RS Logix 5 não roda._________________________________________________________________________ 9 .Para monitoração das variáveis do CLP. Nota: Sem a ativação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . programação e documentação dos Controladores Lógicos Programáveis CLP-5 ( Rockwell Automation / Allen Bradley ). 98.Em cada micro deverá ser instalada uma licença de software. NT. . . Para isto.É utilizado também como uma ferramenta de manutenção e depuração do programa aplicativo. 2000. RS LOGIX 5 9.Roda em Ambiente operacional Windows 95.1 – Introdução .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . XP.P.

9. Teclar Close para fechar a janela. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.2.P.2.3 – Clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Verify Rung para verificar a linha e finalizar a modificação.2.S.2 – Selecionar File / Open / Abrir o diretório onde o arquivo da aplicação está gravado / selecionar o arquivo a ser aberto e clicar no botão Abrir.1 – Abrir o RS Logix 5 .1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.1 – ABRINDO UMA APLICAÇÃO EXISTENTE 9.RSP 9. Nota: Os arquivos gerados pelo RS Logix 5 têm extensão (.2.1.1.2._________________________________________________________________________ 9. 9.2.RSP à VASPS_MCS2_UNIC_02MAIO04.2 – Fazer as modificações necessárias na linha localizada. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.2.2 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em OFF LINE (memória micro) 9.RSP) Exemplos: Aplicação VASPS – MCS – PLC1 Aplicação VASPS – MCS – PLC2 à VASPS_MCS1_UNIC_02MAIO04. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 96 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 9.2.

2.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada.P.S. 9. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.3.2.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.3. Teclar Close para fechar a janela.3 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em ON LINE (memória PLC) 9.2 – Dar duplo clique na linha de programa a ser modificada ou clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Start Rung Edit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 97 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Observação: No modo ON LINE na janela ladder.Accept Rung Edits para verificar a modificação feita.S.Assemble Edits para finalizar a edição.3.3 – Fazer as modificações necessárias sobre a linha de cor azul 9.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2. clicar com o botão direito do mouse e selecionar na seguinte ordem: . aparecem os seguintes comandos de edição ON LINE: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 98 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Test Edits para testar a edição (observe que a linha r fica azul e a linha e fica verde. .4 – Concluídas as modificações. .2.P. a linha que foi modificada passa a ser executada._________________________________________________________________________ 9. ou seja.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 99 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.4 – Após o backup ter sido completado aparecerá a seguinte janela.2.4. Caso seja o que já está aberto.2.2._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 9.2.4. o nome dele aparece automaticamente.3 – Selecionar o diretório onde o arquivo backupeado será armazenado e clicar no botão OK 9.2.1 – Estando com a aplicação aberta selecionar File / Backup Project 9.P.2 – Aparecerá uma janela para selecionar o nome do arquivo a ser feito o backup.4.4 – GERANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.

o nome do arquivo a ser restaurado e clicar no botão Abrir ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 100 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Selecionar na lista.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.S.RP1) 9.5.P.5.2.2 – Selecionar File / Open e selecionar arquivos do tipo RS Backup Files (*.2.1 – Abrir o RS Logix 5 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – RESTAURANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9._________________________________________________________________________ 9.5.

5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.4 – Selecionar o diretório onde será armazenado o arquivo a ser restaurado e clicar no botão OK.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 9. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 101 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5.5 – O arquivo restaurado será aberto automaticamente no RS Logix 5._________________________________________________________________________ 9.2.S.

6 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER SERIAL RS-232 ATRAVÉS DO RS LINX 9.1 – Abrir o software RS Linx 9.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers.S.._________________________________________________________________________ 9.6.P.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 102 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2..6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

4 – Selecionar o driver RS-232 DF1 devices e clicar no botão Add New.6. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 103 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S._________________________________________________________________________ 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ..2..

_________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . apenas selecionar a porta serial onde está conectado o cabo serial Comm.P.2.5 – Clicar no botão OK 9.2.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver serial.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste caso.6. Port ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 104 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6.

7 – Caso o cabo esteja conectado na porta serial do CLP.P.8 – O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running.S. basta clicar no botão Auto-configure para configuração automática dos parâmetros para este driver._________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Neste caso o driver estará pronto para rodar.2.6.2. Deverá aparecer a seguinte mensagem Auto-configuration sucessfully. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6. 9. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 105 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 106 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7..2 – Selecionar Communications / Configure Drivers. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.7.1 – Abrir o software RS Linx 9._________________________________________________________________________ 9.2..7 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER ETHERNET ATRAVÉS DO RS LINX 9.

2.7. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 107 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9..7..2._________________________________________________________________________ 9.4 – Selecionar o driver Ethernet devices e clicar no botão Add New.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

221.1. No exemplo abaixo: IP 128._________________________________________________________________________ 9. Para cada novo endereço de IP a ser acrescentado na lista. Clicar no botão OK para fechar a janela do driver.P. teclar Add New.1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .251 refere-se ao canal Ethernet do PLC2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 108 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver Ethernet.221.7.7. digitar o endereço de IP da porta Ethernet do CLP.S.250 refere-se ao canal Ethernet do PLC1 IP 128. Neste caso. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – Clicar no botão OK 9.

2. 9._________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.7.7 – Configurar o IP Address do terminal (micro) compatível com o endereço IP do PLC através do Painel de Controle do Windows / Conexões de Rede.8 .O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running.7. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 109 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Neste caso o driver estará pronto para rodar. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.S.

_________________________________________________________________________ 9.2.8 – TRANSFERINDO UMA APLICAÇÃO PARA O CLP - (DOWNLOAD) 9.2.8.1 – Estando com a aplicação a ser transferida para a memória do CLP aberta, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.8.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.8.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.8.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.8.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.8.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Download

9.2.8.8 – Aparecerá uma janela informando o nome do projeto / modelo e revisão da CPU a ser transferida e o nome do Processador / modelo / revisão do PLC cujo terminal está conectado. Clicar no botão OK para iniciar o procedimento de downloading. Observação: Caso o PLC esteja no modo REM RUN o mesmo será passado para o modo REM PROG (CPU pára de executar o programa) e ocorre a transferência do controle para o PLC Stand by caso você tenha um sistema de redundância. 9.2.8.9 – Após o download ter sido completado, caso a CPU tenha sido colocada no modo REM PROG, o software informa se o usuário deseja voltá-la para o modo REM RUN, caso contrário, a mesma permanece em REM PROG. 9.2.8.10 – Aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.11 – Clicar no botão Sim para entrar ON LINE
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_________________________________________________________________________ 9.2.9 – SALVANDO UMA APLICAÇÃO DO CLP - (UPLOAD) 9.2.9.1 – Abrir a aplicação OFF LINE. Estando com a aplicação aberta, é necessário configurar o driver a ser utilizado no RS Logix 5 para a comunicação com o CLP. Neste caso, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.9.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.9.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.9.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.9.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.9.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.9.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Upload

9.2.9.8 – Inicia-se o processo de Upload. Após o Upload salvar o arquivo (projeto) no micro teclando o botão salvar.

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2.10.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . basta posicionar o cursor sobre a pasta do arquivo e dar duplo clique ou clicar com o botão direito e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 114 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Para acessar qualquer arquivo de dados.2.S.10.10 – ACESSANDO A TABELA DE DADOS DO CLP 9.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a área de dados dentro da aplicação: 9.2._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ 9.4 – A partir desta janela é possível monitorar e/ou alterar o valor de qualquer registro (palavra).10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.3 – Aparecerá a seguinte janela: 9.10.S. Octal).P.5 – Clicando no botão Usage será mostrada uma tabela dos endereços (bits / palavras) utilizados dentro da aplicação. Hex/BCD.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.10. 9. É possível digitar um símbolo (tag) e descrição para cada endereço. É possível também selecionar a base (Decimal. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 115 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Binário.

_________________________________________________________________________ 9.2.6 – Monitorando o ladder.P.10.2.10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 116 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. colocar o cursor sobre um endereço (bit ou palavra) e clicar com o botão direito para selecionar Goto Data Table para abrir a tabela de dados naquele endereço. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .7 – Estando em uma janela ladder qualquer teclar CTRL + G e digitar o endereço a ser monitorado. Clicar no botão Go To e Close para fechar.S. 9.

2.2 – Aparecerá a seguinte janela relatando o resultado da referência cruzada ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 117 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Estando com o programa aplicativo ladder aberto.11 – REFERÊNCIA CRUZADA 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .11.2._________________________________________________________________________ 9.11. clicar com o botão direito sobre o endereço que se deseja fazer a referência cruzada e selecionar a opção Cross Reference 9.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Clicando duas vezes na linha indicada abaixo: .11.P._________________________________________________________________________ Nesta lista podemos observar os seguintes itens: N20:2/0 VSD in operation OTE File #8 – Modbus 1 51 à endereço a ser pesquisado à descrição do endereço (documentação) à instrução onde está sendo usado o endereço à Arquivo ladder onde está sendo usado à linha de programa onde está sendo usado 9. Exemplo: .Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 118 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. clicar duas vezes sobre a linha na lista.Para se localizar a linha específica.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3 .S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .11.2.P. Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 119 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .11._________________________________________________________________________ 9.4 – Estando com um projeto aberto no RS Logix 5. podemos abrir o arquivo de Referência Cruzada através da janela árvore de projeto conforme figura abaixo: Arquivo de Referência Cruzada 9.2.5 – Dar duplo clique no arquivo Cross Reference ou clicar com o botão direito e selecionar abrir.S.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 120 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . aparecerá a seguinte janela: Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por endereços.P. basta clicar no botão Sort By Address. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Como podemos perceber a lista de referência cruzada está organizada por ordem de endereços ( Sorted by address) Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por símbolos (tags). basta clicar no botão Sort By Symbol. Neste caso.

9.2.S._________________________________________________________________________ 9.12.12 – ACESSANDO A TABELA DE FORCES DO CLP 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.2.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a tabela de forces.2 – Para acessar a tabela de Forces das Saídas digitais.P. dar duplo clique no arquivo O0 – OUTPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 121 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.12.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Como podemos observar a saída de endereço O:032/7 está Forçada em ON (1) 9.12.3 – Para acessar a tabela de Forces das Entradas digitais.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 122 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.4 – No programa podemos observar quando um endereço está forçado ou não e o estado deste force.2.2.12. dar duplo clique no arquivo I1 – INPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open Como podemos observar a entrada de endereço I:031/5 está Forçada em OFF (0) 9.

2.12. Aparecerá a seguinte janela de dados: 9.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Teclar CTRL + G e digitar o endereço do bit a ser forçado para acessar a tabela de dados do CLP.12.P._________________________________________________________________________ 9.2 – Clicar no botão Forces para acessar a tabela de Forces ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 123 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5.5 – Procedimento para forçar um endereço (bit) 9.12. Teclar GoTo e Close para fechar a janela.S.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.2.5 – Para forçar um endereço (bit) de entrada e/ou saída procurar o endereço no programa ladder.5. 9.4 – Se for o primeiro bit a ser forçado dentro da aplicação é necessário habilitar o(s) Force(s).12.S.2.5._________________________________________________________________________ 9. clicar com o botão direito do mouse e selecionar Force On / Force Off ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 124 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.12.12.3 – Digitar 1 [enter] para FORCE ON Digitar 0 [enter] para FORCE OFF Digitar .5.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . [enter] para REMOVER FORCE 9.

3 – Clicar no botão à direita da janela FAULTED e selecionar Goto Error para acessar a tabela de Falhas do CLP._________________________________________________________________________ 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Para se determinar o tipo de falha devemos acessar a tabela de Falhas do CLP. 9.13. isto significa que o CLP está em falha.2.13.S.1 – Caso o Led de PROC no frontal do CLP esteja piscando na cor vermelha. 9.13 – ACESSANDO A TABELA DE FALHAS DO CLP 9.2.2.2.13.4 – Aparecerá a seguinte tabela de Falhas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 125 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 9.13.2 – Estabelecer a comunicação com o CLP ( ON LINE ) Observe que aparece uma janela vermelha FAULTED (CPU em Falha).P.

2. selecionar a pasta Errors para acessar a tabela de Falhas do CLP.P.5 – Para resetar a sinalização de falha no CLP.13._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 – Outra forma de se acessar a tabela de falhas do CLP. 9. clicar no botão Clear Major Error. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 126 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.13.7 – Estando com a janela de STATUS aberta.2.13.S.2. dar duplo clique na pasta do arquivo S2 – STATUS 9. Observar que o modo de operação do CLP volta a REMOTE PROG e o Led PROC no frontal do CLP apaga. Após eliminados os problemas que geraram a falha podemos colocar o PLC no modo de operação através do programador ou através da chave de operação no frontal do PLC. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2. existe falha de comunicação com algum rack remoto.14.14 – IDENTIFICANDO FALHAS DE E/S 9. Neste caso. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Caso o Led do CH 1B pisque ou fique vermelho no frontal do CLP.S. 9._________________________________________________________________________ 9.3 – Aparecerá a seguinte janela ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 127 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.14.2.P.2.2.2 – Abrir a pasta Channel Configuration na pasta do Controlador na árvore de projeto.14. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . entrar ON LINE com o PLC usando o RS Logix 5 9.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Pode-se observar que existem falhas no rack 2 e no rack 3.4 – Clicar na posta Channel 1B para acessar a configuração dos racks remotos conectados a este canal.S._________________________________________________________________________ 9.P. localizar o painel e o(s) respectivo(s) rack(s) com falha(s) e tomar as devidas providências.14. Observação: Consultar o catálogo do fabricante com relação ao módulo adaptador local (1771-ASB) para identificar o tipo de falha ocorrida e providências a serem tomadas para resetar a falha e rearmar o sistema. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 128 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Através do desenho da configuração do sistema de controle.2.

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10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
10.1 Padronização IEC

10.2 Linguagem gráfica 10.2.1 – Diagrama de lógica de relés ( LADDER ) 10.2.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.3 – Gráfico sequencial de Funções (SFC)

10.3 Linguagem textual 10.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.3.2 – Texto estruturado ( ST) 10.3.3 – Basic (BAS) 10.3.4 – Linguagem C

Figura 10.A – Tipos de linguagens de programação

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_________________________________________________________________________ 10.4 - LINGUAGEM LADDER Forma de programação usada para passar instruções ao CLP sobre como deve ser executado o plano de controle (lógica de intertravamento, segurança e alarmes) Utiliza símbolos similares aos usados em diagrama elétrico de relés como linguagem de programação. No início pensou-se em se desenvolver uma linguagem de programação muito próxima dos circuitos elétricos para ser familiar às pessoas responsáveis pela manutenção. Hoje a linguagem Ladder tornou-se padrão em programação para CLP´s. O programa aplicativo das plataformas utilizando o CLP-5 utiliza este tipo de linguagem de programação.

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11. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP - 5
11.1 – INSTRUÇÕES DO TIPO RELÉS 11.1.1 - Generalidades As instruções do Tipo relés são: - Instruções Examine - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída com retenção Utilize estas instruções para monitorar o estado dos bits na tabela de dados, tais como bits de entrada, bits da palavra de controle do temporizador e para controlar o estado dos bits na tabela de dados, tais como, bits de saída. Na descrição a seguir, um dispositivo de entrada é utilizado nos exemplos. 11.1.2 – Instruções Examine Existem duas instruções de entrada do tipo "Examine": - Examinar se energizado ( XIC ); - Examinar de desenergizado ( XIO ); Elas instruem o controlador para verificar o estado energizado / desenergizado de um endereço específico de um bit na memória. "Um" ou "Zero" armazenado no endereço do bit pode representar o estado real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E / S. 11.1.2.1 – Examinar se Energizado ( XIC ) Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido na memória para o bit correspondente. Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo de entrada não mais fecha o circuito, o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, esta instrução será habilitada quando a instrução XIC for verdadeira ( entrada acionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada desacionada ). Figura 11.A

Figura 11.A – Instrução Examinar se Energizado
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_________________________________________________________________________ 11.1.2.2 – Examinar se Desenergizado ( XIO ) Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada, conectado a ele, indica um estado desenergizado, que é refletido no bit correspondente na memória. Ao localizar uma instrução XIO com o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é acionado o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, a mesma será habilitada quando a instrução XIO for verdadeira ( entrada desacionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada acionada ). Figura 11.B

Figura 11.B – Instrução Examinar se Desenergizado

11.1.3 – Instruções Energizar / Desenergizar Saída As instruções Energizar / Desenergizar Saída são empregadas para energizar ou desenergizar um particular bit na memória do Controlador. Estas instruções são: Energizar / Desenergizar saída ( OTE ) Energizar saída com retenção ( OTL ) Desenergizar saída com retenção ( OTU )

11.1.3.1 – Energizar Saída ( OTE ) Utilize instruções OTE para energizar um bit específico na memória. Se o endereço do bit corresponder ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha de programa de aplicação. Se um caminho lógico for estabelecido com instruções de entrada, a instrução OTE será habilitada. Caso este caminho não seja estabelecido ou as condições da linha se tornem falsas, a instrução OTE é desabilitada. Quando as respectivas condições se tornam falsas, o dispositivo de saída associado se desenergiza.
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Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

a instrução OTL não será habilitada.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O programa de aplicação pode examinar um bit controlado por estas instruções sempre que necessário.C – Instrução Energizar Saída 11. Se o mesmo não for estabelecido e o bit correspondente na memória não tiver sido energizado previamente.P.2 – Energizar Saída com Retenção e Desenergizar Saída com Retenção ( OTL e OTU ) Estas instruções são instruções de saída retentiva e geralmente são utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas mesmas. o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha anterior às instruções OTL ( figura 11. Um caminho lógico completo de condições verdadeiras é semelhante a um circuito elétrico de contatos fechados._________________________________________________________________________ Uma instrução OTE é semelhante a uma bobina de relé sendo controlada por instruções anteriores em sua linha de programa ( figura 11.D ) e OTU ( figura 11. a instrução OTL é habilitada. Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 133 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na memória. se o caminho lógico foi estabelecido previamente. Uma bobina de relé é controlada por contatos em sua linha no circuito lógico.E ). Entretanto. Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde ao endereço de um terminal do módulo de saída. Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma (desabilita ou desenergiza) o bit na memória.C ). Quando um caminho lógico é estabelecido. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit na memória será retido energizado e assim permanecerá mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas.1. Caso o caminho lógico seja estabelecido com instruções de entrada.S.

a última instrução verdadeira de energizar ou desenergizar saída com retenção continua a controlar o bit na memória. saída ou combinações dessas instruções.P.1. Podem ser programadas ramificações paralelas para instruções de entrada.D – Instrução Energizar Saída com Retenção ( OTL ) Figura 11. A figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 134 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções OTL e OTU sempre que necessário. As instruções retentivas mantém seu estado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . utilizam-se as instruções de ramificação. antes de se ter um fim de ramificação. até quatro níveis.S. o controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas. O dispositivo da saída energizada com retenção é energizado mesmo que as condições da linha que controlam a instrução de energizar saída com retenção. 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Ao retornar ao modo operação ou no caso da alimentação ser restaurada. O CLP-5 permite ramificação interna.4 – Instruções de Ramificação Para formar lógica paralela no programa de aplicação.F a seguir apresenta um exemplo de ramificação interna.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) Quando o CLP-5 passa do modo operação para o modo programação._________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Figura 11. Para maiores detalhes sobre a programação de ramificação consulte o manual do terminal de programação utilizado. passem a falsas. ou na queda da alimentação ( desde que exista uma bateria de back-up instalada ). Pode-se obter até quatro inícios de ramificação.

recomenda-se colocar instruções de entrada em série à frente de instruções de ramificação. ( XIC ou XIO ) cuja lógica seja falsa.2 – Ramificação de Saída A instrução Ramificação de saída permite que uma ou mais condições de entrada controle duas ou mais saídas simultaneamente.4. Ao encontrar uma instrução de entrada. a varredura salta para O:003/0 Figura 11. a varredura continua até I:002/3 I:002/0 for falsa._________________________________________________________________________ Quando: I:002/0 for verdadeiro. o controlador varre o resto da linha como se fosse falsa. Se pelo menos uma dessas ramificações em paralelo formar o caminho lógico.4.1. diminuindo o tempo de varredura de 1.1 – Ramificação de Entrada Utiliza-se uma Ramificação de Entrada no programa de aplicação. a lógica da linha não será habilitada e a lógica da instrução de saída não será verdadeira (saída não será energizada).8 microsegundos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Este conceito é importante. afim de permitir mais de uma combinação de entradas para formar ramificações em paralelo ( condições lógicas . 11.F – Exemplo de Ramificação Interna O Controlador CLP-5 varre as linhas da esquerda para a direita e de cima para baixo. para se reduzir o tempo de varredura do programa. a lógica da linha será habilitada.S. Caso ocorra o contrário.P. a varredura continua até I:002/1 I:002/1 for verdadeiro. 11.1. a varredura continua até I:002/2 I:002/1 for falso.3 microsegundos para 0. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 135 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Onde for possível.OU ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . especialmente com relação às instruções de ramificação.

a linha abaixo executa de acordo com a tabela de estado abaixo: Tabela de Estado SE B3/0 = 0 B3/0 = 1 ENTÃO B3/1 = 1 B3/1 = 0 _______________________________________________________________ Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. por exemplo. os softwares 6200 ( DOS ) e A. Revisão C ou posterior.xx ) não permitem a programação ou visualização da instrução INV. Esta instrução inverte o estado lógico da linha.5 – Instrução de Inversão ( INV ) A instrução INV é uma instrução de entrada que pode ser programada em Processadores da Nova Plataforma.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 136 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11. Série C. entretanto.I.G – Exemplo da Instrução INV Importante: A instrução INV pode ser programada em Arquivos Ladder ou de Texto Estruturado.Séries 5 ( versão 7.

Para temporizadores. Os dados nas palavras do valor pré-selecionado e do valor acumulado são armazenados no formato de números inteiros.1 – Generalidades As instruções de Temporizadores e Contadores e seus mnemônicos são: . o bit de estado será energizado. outra para o valor pré-selecionado e a última para o valor acumulado (figura 11. As instruções de Contador e de Temporizador para o CLP-5 requerem três palavras da tabela de dados: Uma palavra é utilizada para controle da instrução.2. examinar se energizado e examinar se desenergizado. Os temporizadores contam intervalos de tempo e os contadores contam eventos. Pode-se utilizar este bit para controlar um dispositivo de saída. As instruções de Temporizador e de Contador são instruções de saídas que podem ser condicionadas por instruções de entradas. frequentemente se utilizam relés de tempo ou dispositivos de temporização e de contagem de estado sólido. é o número de intervalos temporizados que transcorreram. é o número de eventos que foram contados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . conforme determinado pela lógica do programa de aplicação.2 – Descrição Estas instruções executam muitas das tarefas para as quais. e para contadores.Contador Crescente ( CTU ) .S.Temporizador na energização ( TON ) . Cada instrução de temporizador ou contador possui dois valores associados a ela que são: Valor pré-selecionado .Rearme de temporizador ou contador ( RES ) 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 137 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2._________________________________________________________________________ 11. Quando o valor acumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado. Palavra de Controle Valor Pré-Selecionado Valor Acumulado Figura 11.Temporizador Retentivo ( RTO ) . Valor acumulado .Este valor é inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução.Contador Decrescente ( CTD ) .P.H).H – Palavras da Tabela de Dados para as Instruções de Temporizador e de Contador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Temporizador na desenergização ( TOF ) .2 – INSTRUÇÕES DE TEMPORIZADORES E CONTADORES 11. tais como.

02% abaixo da sua base de tempo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 138 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. um temporizador pode ter intervalos que variam de 0.3 – Instruções de Temporizador Os dados da palavra de controle para instruções de temporizador incluem ( figura 11. Deve-se selecionar uma base de tempo para instruções de Temporizador. Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número negativo. .I ) . causando falha no controlador. ocorrerá um erro de run-time.02%. Figura 11. 11. Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de Temporizador ( não é possível acessar estes bits a partir de um dispositivo de programação ).P.0 segundo 0.02% acima ou 0.2._________________________________________________________________________ Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a 32767 e os valores para contadores variam de –32768 a +32767. As bases de tempo disponíveis são: 1.I – Palavra de Controle da Instrução de Temporizador.0. A precisão da instrução de temporizador depende de dois fatores: a tolerância do relógio do temporizador e a base de tempo.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .01 segundo ( 10 milisegundos ) A base de tempo utilizada depende do programa de aplicação e de quanto tempo se deseja registrar. A tolerância do relógio é de +/. Portanto. Três bits de estado do temporizador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

repita a linha da instrução de Temporizador para que seja varrida dentro destes limites._________________________________________________________________________ O temporizador de 0.3. ser utilizado para energizar ou desenergizar um dispositivo de saída (linha 2). enquanto o temporizador está registrando o tempo.2. Deve-se. O bit de temporizando (TT) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor préselecionado.01 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 2. à duração de tempo entre o momento que uma instrução de Temporizador é habilitada ( bit de habilitação é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completado ( bit de executado é energizado ). Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções JMP / LBL. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado.5 segundos. ele incrementará sua palavra de valor acumulado a cada intervalo contado. O bit de executado do temporizador é desenergizado quando as condições se tornam falsas.P. considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída. também. O bit de habilitação (EN) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas. a instrução TON interrompe a temporização e desenergiza este bit.5 ou 2. o temporizador começará a contar intervalos da base de tempo. A precisão da temporização aqui descrita se refere. Enquanto as condições permanecerem verdadeiras. Quando o bit de executado do temporizador é energizado.0 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 139 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Se a varredura do programa de aplicação exceder a 1. o temporizador pára de incrementar seu valor acumulado e energiza o bit de executado (DN). Quando as condições da linha para uma instrução de Temporizador na Energização se tornarem verdadeiras. a contagem de tempo pára e o valor do acumulado é rearmado ( valor = 0 ).J ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . JSR / SBR ou MCR fizerem com que o programa pule a linha que contém a instrução de temporizador.5 segundos. Se desenergizado antes que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado.1 – Temporizador na Energização ( TON ) A instrução de Temporizador na Energização (TON) pode ser utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo quando tiver transcorrido um intervalo de tempo pré-determinado ( figura 11. O temporizador de 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 segundos. 11.S. o qual pode então. apenas. A imprecisão causada pela varredura do programa pode ser maior que a base de tempo do temporizador.

Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.J apresenta a instrução TON controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ) e o diagrama de tempo desta instrução.J – Temporizador na Energização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 140 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. caso a linha seja falsa. o bit de executado permanece energizado até que o valor do acumulado seja igual ao valor pré-selecionado. o temporizador continuará a temporizar até que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. O bit de temporizando é energizado quando as condições da linha são falsas e o valor do acumulado é menor que o valor pré-selecionado. ocorre o seguinte: .os bits de habilitação e temporizando permanecem energizados. 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O valor acumulado é zerado quando as condições da linha se tornam verdadeiras. se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado.3. Entretanto. .o valor acumulado permanece o mesmo Quando o controlador retorna ao modo de operação ou teste ou quando a alimentação for restabelecida. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados.P. Este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando são falsas. Enquanto as condições da linha permanecem falsas.2. ou então. a instrução de Temporizador na Desenergização pára de contar o tempo e então este bit é desenergizado.2 – Temporizador na Desenergização ( TOF ) A instrução de Temporizador na Desenergização conta intervalos de base de tempo e armazena esta contagem na palavra de valor acumulado. assim que as condições da linha se tornam falsas. A continuidade lógica das condições da linha controla o estado energizado / desenergizado do bit de habilitação. Por outro lado. o valor acumulado será zerado e os bits de temporizando e de habilitação permanecerão energizados. - - - - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 141 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Neste momento este bit é desenergizado._________________________________________________________________________ Se o Controlador passar do modo de operação ou teste para programação. no caso da linha ser verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. Quando as condições da linha se tornam falsas. O bit de executado é energizado quando as condições da linha são verdadeiras. a instrução TOF difere da instrução TON sob diversos aspectos: A instrução de Temporizador na Desenergização começa a temporizar um intervalo de tempo.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11.P.S._________________________________________________________________________ A figura 11. assim como o diagrama de tempo desta instrução. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .K – Temporizador na Desenergização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 142 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.K apresenta a instrução TOF controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ).

. o bit de habilitação será energizado e o bit de executado permanecerá energizado.a operação do controlador é alterada do modo operação ou teste para programação. Ela retém seu valor acumulado quando: . as condições de entrada podem se alterar sem que o valor acumulado seja zerado. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. ocorre o seguinte: . Caso a linha seja falsa. a instrução RTO mede o período acumulativo durante o qual as condições da linha são verdadeiras. Quando a instrução RES que contém o mesmo endereço da instrução de Temporizador Retentivo for habilitada.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Retendo o seu valor acumulado.o bit de habilitação permanece desenergizado. ou então se a alimentação for perdida enquanto a instrução TOF estiver temporizando sem ter ainda atingido o valor pré-selecionado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 143 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. . no caso da linha ser verdadeira. 11. .3 – Temporizador Retentivo ( RTO ) A instrução de Temporizador Retentivo conta intervalos de base de tempo quando as condições da linha se tornam verdadeiras. ATENÇÃO: Não utilize a instrução RES do contador / temporizador com a instrução TOF. o valor acumulado será zerado.S. A temporização continua a partir deste valor quando a linha tem uma nova transição de falsa para verdadeira.as condições de linha se tornam falsas. ou se a alimentação for restabelecida. o bit de temporizando será desenergizado._________________________________________________________________________ Se o Controlador for passado do modo operação ou teste para programação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados quando a linha da instrução RTO passar a falsa.2.os bits de executado e de temporizando permanecem energizados. O valor acumulado da instrução de Temporizador Retentivo pode ser zerado por uma instrução RES ou desenergizando-se os bits de controle apropriados e a contagem acumulada. Quando o temporizador está registrando o tempo. .o controlador perde a alimentação (desde que exista bateria de back-up).o valor acumulado permanece o mesmo Quando o Controlador retorna ao modo de operação ou teste. pois desenergizar os bits de controle pode causar operação inesperada da máquina e/ou danos pessoais.P.

o bit de executado permanecerá neste estado quando a linha passar a falsa ). o bit de habilitação e o de temporizado permanecem energizados e o valor acumulado permanece o mesmo. Entretanto. A figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 144 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor préselecionado. a instrução de Temporizador Retentivo interrompe a temporização. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O bit de temporizando da instrução de Temporizador Retentivo opera da mesma maneira que os de uma instrução TON. Este bit é desenergizado apenas quando a instrução RES é habilitada. ou então quando a alimentação é perdida enquanto uma instrução RTO está registrando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. assim como o diagrama de tempo desta instrução.L apresenta a instrução RTO controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O bit de habilitação é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha são falsas. Quando se retorna ao modo de operação ou a alimentação é restabelecida.P. se a linha for verdadeira.S. o valor acumulado permanecerá o mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou._________________________________________________________________________ O bit de executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. Se a linha for falsa. O bit de temporizando é então desenergizado. Note que este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. o bit de executado de um temporizador retentivo não é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou a alimentação é desligada e ligada. e o bit de temporizando e de habilitação permanecerão energizados. Quando o controlador é passado do modo operação ou teste para programação. o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de controle serão desenergizados ( se energizado.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.L – Temporizador Retentivo e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 145 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Figura 11.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 146 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.M ). Figura 11. as quais podem ser causadas por eventos que ocorram no programa.P. A figura 11. tais como peças que passam por um detetor ( figura 11.2.M – Formato das instruções CTU e CTD Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado e uma palavra de controle associada.M apresenta os formatos das instruções CTU e CTD. seja habilitada. Valores negativos são armazenados na forma de complemento de 2._________________________________________________________________________ 11. Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números inteiros. com o mesmo endereço da instrução do contador.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente ( CTU e CTD ) As instruções de Contador Crescente (CTU) e Contador Decrescente (CTD) contam as transições de falso para verdadeiro. Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e assim permanece até que uma instrução RES.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O bit de habilitação do Contador Crescente ( CU ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou uma instrução RES. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 147 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa para verdadeira. o valor acumulado atinge o valor de -32768 e continua a contagem crescente a partir daí. o valor acumulado é incrementado de um._________________________________________________________________________ A palavra de controle para instruções de Contador inclui cinco bits de estado ( figura 11.S. com mesmo endereço da instrução CTU é habilitada.N ). Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se a instrução RES com o mesmo endereço da instrução CTU. Quando a contagem ultrapassa o valor pré-selecionado atingindo ( 32767 + 1 ) ocorre uma condição de overflow. Figura 11. Quando isto ocorre sucessivamente até que o valor acumulado se torne maior ou igual ao valor préselecionado.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador. As instruções CTU podem contar além de seu valor pré-selecionado. o bit de executado ( DN ) é energizado. Isto é indicado quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. Também é possível desenergizá-lo decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32767 com uma instrução CTD.

S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 148 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado o valor acumulado atinge +32. o bit de underflow ( UN ) é energizado.767 e continua a contagem decrescente a partir daí. Estes bits de controle e o valor acumulado são zerados quando a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. Quando ocorrer um número suficiente de contagens e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado._________________________________________________________________________ As instruções CTD também contam transições da linha de falsa para verdadeira. O bit de habilitação é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ( instrução de Contador Decrescente desabilitada ) ou a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU ou CTD se torna falsa ou quando a alimentação do controlador é removida e depois restaurada. O bit de habilitação do Contador Decrescente ( CD ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e a instrução de Contador Decrescente habilitada. Quando uma instrução CTD conta além de seu valor pré-selecionado e atinge o valor ( -32768 . de overflow e de underflow também é retentivo. Pode-se desenergizá-lo habilitando a instrução RES apropriada. Também é possível desenergizá-lo incrementando-se a contagem com uma instrução CTU que tenha o mesmo endereço da instrução CTD. O estado energizado e desenergizado dos bits de executado.P. As instruções CTU e CTD são retentivas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição de falsa para verdadeira.1 ). o bit de executado do contador é desenergizado.

Figura 11.P.S.O é um diagrama de tempo para instruções CTU e CTD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ A figura 11.O – Diagrama de Tempo de Contador Crescente e Contador Decrescente ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 149 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Se a linha do contador for habilitada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . de contador crescente e / ou contador decrescente.2._________________________________________________________________________ 11.P. os bits de overflow. A figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 150 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. não utilize-a para zerar uma instrução TOF.S. quando uma instrução RES é habilitada.P – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador. Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zerados o valor acumulado. Isto então. o bit de temporizando e o bit de habilitação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Caso o valor pré-selecionado seja negativo. Em uma instrução de Temporizador. a instrução RES coloca o valor acumulado em zero. leva o bit de executado a ser energizado pela instrução de Contador Crescente ou Contador Decrescente. Quando a instrução RES é habilitada. o bit de executado e o bit de temporizando de uma instrução de temporizador. ela zera a instrução de temporizador. de mesmo endereço da instrução RES. ATENÇÃO: Já que a instrução RES zera o valor acumulado.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador ( RES ) Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e Temporizador. o bit de executado.P mostra um exemplo de uma instrução RES para o temporizador T4:2 Figura 11. o bit de executado e o bit de habilitação. o bit CU ou CD será desenergizado assim que a instrução RES for habilitada. são zerados o valor acumulado.

utilizando a instrução de Cálculo ( CPT ). exceto a Movimento com Máscara ( MVM ).P. LÓGICAS E DE MOVIMENTAÇÃO 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Descrição Estas instruções podem realizar as seguintes operações: Aritméticas Adição ( ADD ) Subtração ( SUB ) Multiplicação ( MUL ) Divisão ( DIV ) Raiz Quadrada ( SQR ) Negação ( NEG ) Zeramento ( CLR ) Conversão para BCD ( TOD ) Conversão de BCD ( FRD ) Lógicas E ( AND ) OU inclusivo ( OR ) OU exclusivo ( XOR ) Complementação ( NOT ) Movimento Movimentação ( MOV ) Movimentação com Máscara ( MVM ) Pode-se também realizar essas operações.3 – INSTRUÇÕES ARITMÉTICAS.S. 11.1 – Generalidades Pode-se realizar operações aritméticas. descrita no final deste capítulo.3 – Parâmetros das Instruções Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): endereço do valor que será utilizado na operação matemática. 11._________________________________________________________________________ 11. endereço do resultado da operação.3.3. através de determinadas instruções de saída. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. Pode ser um endereço lógico direto e/ou constante de programa. lógicas e de movimentação em palavras individuais. Dest ( Destino ): ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 151 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

os bits de estado aritméticos são atualizados.500 = 2. Se o destino for um número inteiro. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Temporizador. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Entrada. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 152 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 Bits de Estado Aritméticos Elemento 0 Bit 0 1 Descrição carry ( transporte ) ( C ) overflow ( V ) quando o resultado é muito grande para destino ou muito pequeno em operadores de ponto flutuante. Veja tabela 11. zero ( Z ) sinal ( S ) 2 3 11._________________________________________________________________________ 11. Flag.1. se inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Controle.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. Deste modo. Os dados dos arquivos de ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. já que o controlador os interpreta como inteiros. Tabela 11. Saída.S.4 – Bits de Estado Aritméticos Depois que cada instrução é executada. Contador.3.4999 = 1 e 1. O controlador arredonda o valor final de uma expressão antes de armazená-la no destino. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. o arredondamento será para o número inteiro mais próximo. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino. ASCII e BCD. Estes bits se localizam no elemento 0 do arquivo de Flag.3. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou para converter número inteiro em BCD.P. por exemplo: 1. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro.

V. são atualizados os bits: C.Q – Formato da Instrução ADD O valor na Fonte A é somado com o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.7 – Instrução de Subtração ( SUB ) A figura 11.P.R apresenta o formato da instrução SUB.S. Figura 11. são atualizados os bits: C._________________________________________________________________________ 11. elemento 0.3.R – Formato da Instrução SUB O valor na Fonte B é subtraído do valor na Fonte A e o resultado é armazenado no Destino. Z e S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 153 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6 – Instrução de Adição ( ADD ) A figura 11. 11.3. elemento 0. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Z e S.Q apresenta o formato da instrução ADD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . No arquivo de Flag. Figura 11. No arquivo de Flag. V.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 154 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. são atualizados os bits: V.T – Formato da Instrução DIV O valor na Fonte A é dividido pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.P. O bit C é sempre desenergizado.S apresenta o formato da instrução MUL. são atualizados os bits: V. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .T apresenta o formato da instrução DIV. Figura 11. No arquivo de Flag. Z e S. elemento 0. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 11.8 – Instrução de Multiplicação ( MUL ) A figura 11. No arquivo de Flag._________________________________________________________________________ 11. elemento 0. Z e S.9 – Instrução de Divisão ( DIV ) A figura 11.S.3. Figura 11.3.S – Formato da Instrução MUL O valor na Fonte A é multiplicado pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. O bit C é sempre desenergizado.

V e S são sempre desenergizados._________________________________________________________________________ 11.10 – Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ) A figura 11. Z e S. No arquivo de Flag. são atualizados os bits: V. Figura 11. Figura 11. elemento 0. 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Os bits C.3. Se o sinal é negativo. caso contrário será energizado. são atualizados os bits: Z. elemento 0.V apresenta o formato da instrução NEG. o controlador ignora o mesmo.11 – Instrução de Negação ( NEG ) A figura 11.U apresenta o formato da instrução SQR.V – Formato da Instrução NEG O valor na Fonte é subtraído de 0 e o resultado armazenado no Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O bit C será desenergizado se o resultado for zero. No arquivo de Flag.S.U – Formato da Instrução SQR A raiz quadrada do valor na Fonte é armazenada no Destino.3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 155 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. O controlador calcula a raiz quadrada do valor absoluto.

W apresenta o formato da instrução CLR. Figura 11.X apresenta o formato da instrução TOD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 0.12 – Instrução de Zeramento ( CLR ) A figura 11. Figura 11. No arquivo de Flag.3. Se o valor do número inteiro introduzido for maior que 9999.P.W – Formato da Instrução CLR O valor no Destino é zerado. são atualizados os Bits V e Z. 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 156 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o resultado é armazenado como 9999.3.13 – Instrução de Conversão para BCD ( TOD ) A figura 11. Os bits C e S são sempre desenergizados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 11. Utilize essa conversão quando desejar exibir ou transferir valores BCD para displays externos ao Controlador. V e S são sempre desenergizados e o bit Z é sempre energizado. No arquivo de Flag.X – Formato da Instrução TOD O valor do número inteiro armazenado na Fonte ( arquivo inteiro ) é convertido para BCD e armazenado no Destino ( arquivo BCD ). os bits C. O bit V será energizado quando o valor do número inteiro for menor que zero ou maior que 9999.S. elemento 0.

Figura 11.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 157 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. é utilizado o bit Z. elemento 0.Y apresenta o formato da instrução FRD.14 – Instrução de Conversão de BCD ( FRD ) A figura 11. Os bits C. Recomenda-se converter valores BCD em inteiro antes de manipulá-los no programa de aplicação.3. V e S são sempre desenergizados.Y – Formato da Instrução FRD O valor BCD armazenado na Fonte ( arquivo BCD ) é convertido para um número inteiro e armazenado no Destino ( arquivo inteiro )._________________________________________________________________________ 11. No arquivo de Flag. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

_________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de Portas Lógicas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 158 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

popularmente conhecido como Padrão Água Viva. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas: As operações Lógicas são bastante utilizadas em rotinas de Tratamento dos sinais de E/S do PLC. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Esquema lógico do Padrão Água Viva: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 159 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

Os bits C e V são sempre desenergizados._________________________________________________________________________ 11.2 Operação Lógica E A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A AND B R 0 0 0 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 160 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Tabela 11. Figura 11. A tabela verdade da operação lógica E é apresentada na tabela 11. O bit S será energizado.Z – Formato da Instrução AND É executado um AND bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. são atualizados os bits Z e S.2.Z apresenta o formato da instrução AND. No arquivo de Flag.15 – Instrução lógica E ( AND ) A figura 11. elemento 0.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ 11.3. No arquivo de Flag. elemento 0. Figura 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.AA – Formato da Instrução OR É executado um OR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.16 – Instrução lógica OU ( OR ) A figura 11. são atualizados os bits Z e S. Tabela 11.3 Operação Lógica OU A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A OR B R 0 1 1 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 161 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A tabela verdade da operação lógica OU é apresentada na tabela 11. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).AA apresenta o formato da instrução OR. O bit S será energizado.

são atualizados os bits Z e S. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). Os bits C e V são sempre desenergizados.P.17 – Instrução lógica OU Exclusivo ( XOR ) A figura 11. Figura 11.BB – Formato da Instrução XOR É executado um XOR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e então armazenado no Destino.S.4 Operação Lógica OU Exclusivo A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A XOR B R 0 1 1 0 é apresentada na ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 162 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11. Tabela 11.3.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .BB apresenta o formato da instrução XOR. No arquivo de Flag. A tabela verdade da operação lógica OU Exclusivo tabela 11. elemento 0.

CC – Formato da Instrução NOT O valor na Fonte é complementado bit a bit e armazenado no Destino.S._________________________________________________________________________ 11.P.18 – Instrução lógica de Complementação ( NOT ) A figura 11.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A tabela verdade da operação lógica Complementação é apresentada na tabela 11. elemento 0. Figura 11. Os bits C e V são sempre desenergizados. Tabela 11.5.5 Operação Lógica Complementação A 0 1 onde R = R 1 0 NOT A ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 163 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . No arquivo de Flag. são atualizados os bits Z e S. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).CC apresenta o formato da instrução NOT.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . elemento 0.P. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados. 11. No arquivo de Flag. Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O formato da instrução é mostrado na figura 11.3. Figura 11. endereço para onde a instrução move os dados.19 – Instrução de Movimentação ( MOV ) A figura 11. Figura 11.20. são atualizados os bits Z e S.20 – Instrução de Movimentação com Máscara ( MVM ) A instrução de Movimento com Máscara ( MVM ) é uma instrução de palavra que movimenta dados de uma localização de origem para um destino e permite que partes desses dados sejam mascarados por uma palavra.DD – Formato da Instrução MOV O Controlador move o valor da Fonte para o Destino.EE – Formato da Instrução MVM 11.EE.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): Dest ( Destino ): endereço dos dados que se deseja movimentar ou uma constante de programa. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 164 de 212 .3.DD apresenta o formato da instrução MOV.3.S._________________________________________________________________________ 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.

P. Figura 11._________________________________________________________________________ 11. correspondentes aos zeros da palavra de máscara não são alterados. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se um valor constante ( valor em Hexadecimal ). a cada varredura. ou podem ser alterados atribuindo à máscara um endereço direto ou indireto.S. A instrução movimenta os mesmos dados. os dados no endereço Fonte passam através da máscara para o endereço Destino ( figura 11. Os bits na palavra de destino. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . enquanto a linha permanece verdadeira.20. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 165 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3. os dados são transferidos quando os bits da palavra de máscara são energizados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .FF ).2 – Operação Quando a linha passa de falsa para verdadeira.FF – Exemplo da Instrução de Movimento com Máscara Os dados são mascarados quando os bits da palavra da máscara são desenergizados.

1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Dest ( Resultado / Destino ): Expression ( Expressão ): endereço do resultado da operação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .21 – Instrução de Cálculo ( CPT ) Todas as operações descritas neste capítulo. cujo formato é apresentado na figura 11. Uma instrução ADD. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 166 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.GG. podem ser realizadas através da instrução de Cálculo ( CPT ). O tempo de execução de uma instrução CPT é maior que o tempo de execução da sua correspondente instrução aritmética.21. lógica ou de movimento. operação aritmética ou lógica (até 80 caracteres ). lógica ou de movimento. verifique através da instrução ADD. Uma instrução CPT também utiliza mais palavras no arquivo de programa que sua correspondente instrução aritmética. como esses bits são atualizados após ser realizada a operação da instrução CPT (Adição). Podem ser utilizados endereços lógicos direto e / ou constantes de programa.S. Figura 11. exceto a instrução de movimentação com máscara ( MVM )._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . é executada em menos tempo que uma instrução CPT ( Adição ).3. Depois que cada instrução CPT é desenvolvida. O resultado da operação especificada na expressão é armazenado na palavra de destino.3. por exemplo. Como exemplo. os bits de estado aritméticos do arquivo de flag são atualizados da mesma forma que sua correspondente instrução aritmética. lógica ou de movimento.GG – Formato da Instrução CPT 11.

Tabela 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .( sinal de menos ) TOD FRD AND OR XOR NOT Entrar 0 ( zero ) para a expressão Entrar somente endereço Fonte ou constante de programa para a expressão Exemplo N7:0 + N7:1 N7:0 .6 apresenta os símbolos que se insere na expressão da instrução CPT para definir uma operação e apresenta também um exemplo dessas expressões.N7:1 N7:0 * N7:1 N7:0 | N7:1 SQR N7:0 ._________________________________________________________________________ A tabela 11.6 Símbolos de Operações da Instrução CPT Operação Adição Subtração Multiplicação Divisão Raiz Quadrada Negação Conversão para BCD Conversão de BCD E OU OU Exclusivo Complementação Zeramento Movimentação Símbolo + ( sinal de mais ) .N7:0 TOD N7:0 FRD N7:0 N7:0 AND N7:1 N7:0 OR N7:1 N7:0 XOR N7:1 NOT N7:0 0 N7:0 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 167 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.( sinal de menos ) * ( asterisco ) | ( barra vertical ) SQR .S.

se o valor em N7:2 for igual a 10 ( decimal ) e o valor em D9:3 for igual a 10 ( BCD )._________________________________________________________________________ 11.constantes de programa ou endereços lógicos diretos de valores que se deseja comparar.2 – Descrição As operações que podem ser realizadas com as instruções de comparação são: Igual a ( EQU ) Diferente de ( NEQ ) Menor que ( LES ) Menor ou igual a ( LEQ ) Maior que ( GRT ) Maior ou igual a ( GEQ ) Teste Limite ( LIM ) Igual Mascarada ( MEQ ) Todas as operações apresentadas acima também podem ser desenvolvidas através da instrução de Comparação ( CMP ). a expressão N7:2 = D9:3 não é verdadeira. os valores em BCD e ASCII devem ser utilizados apenas para fins de visualização.S. Pode-se comparar valores de tipos diferentes de dados. Valores em BCD ou ASCII inseridos em uma instrução de comparação são tratados como números inteiros.4.3 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros que se insere nestas instruções são: SOURCE A e B ( Fonte ) .4. Entretanto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Generalidades As instruções de comparação permitem comparar valores de dados e tratam-se de instruções de entrada. ponto flutuante e inteiro. Entretanto como os valores em BCD não são convertidos para decimal. 11.4 – INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO 11. a instrução de comparação: 10 ( BCD ) 0000 0000 0001 0000 10 ( Decimal ) 0000 0000 0000 1010 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 168 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Por exemplo. tais como. 11.P. descrita no final deste capítulo.

utilizar a instrução LIM ( será vista mais a frente ) fixando assim. Figura 11. esta instrução será logicamente verdadeira.HH – Formato da Instrução EQU Quando os valores da Fonte A e da Fonte B forem iguais. a instrução será falsa. esta instrução será logicamente verdadeira.4 – Instrução Igual a ( EQU ) A figura 11.II – Formato da Instrução NEQ Quando os valores da Fonte A e da Fonte B não forem iguais. pois raramente esses valores serão totalmente iguais. esta instrução será falsa. Ao invés disto.S.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 169 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .HH apresenta o formato da instrução EQU.4.5 – Instrução Diferente de ( NEQ ) A figura 11.4. uma faixa de valores com a qual o valor de ponto flutuante será comparado. A instrução EQU não deve ser utilizada para comparar dois valores de ponto flutuante. 11. Se estes valores não forem iguais. Se esses dois valores forem iguais.II apresenta o formato da instrução NEQ. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . esta instrução será falsa. Se o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B.6 – Instrução Menor que ( LES ) A figura 11. Figura 11.KK – Formato da Instrução LEQ Quando o valor da Fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B. 11.KK apresenta o formato da instrução LEQ._________________________________________________________________________ 11. Figura 11.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 170 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. esta instrução será falsa.7 – Instrução Menor ou Igual a ( LEQ ) A figura 11.JJ – Formato da Instrução LES Quando o valor da Fonte A for menor que o valor da Fonte B esta instrução será logicamente verdadeira.JJ apresenta o formato da instrução LES.4.P.4. esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor da fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B.

Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 171 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.MM apresenta o formato da instrução GEQ.9 – Instrução Maior ou Igual a ( GEQ ) A figura 11. Figura 11._________________________________________________________________________ 11.4. Se o valor da fonte A for menor que o valor da Fonte B. esta instrução será falsa.8 – Instrução Maior que ( GRT ) A figura 11.LL apresenta o formato da instrução GRT. esta instrução será logicamente verdadeira.P.4.LL – Formato da Instrução GRT Quando o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B.S. esta instrução será falsa. Se o valor da fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B. 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . esta instrução será logicamente verdadeira.MM – Formato da Instrução GEQ Quando o valor da Fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

dependendo de como foram ajustados os limites. A figura 11.NN._________________________________________________________________________ 11. A figura 11.OO apresenta dois exemplos: um para o caso do valor A ser menor ou igual ao valor C (a) e outro para o caso do valor A ser maior ou igual ao valor de C (b). Esses limites são os valores A e C. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Test ( valor de teste): High Limit ( Limite Alto ): A instrução é falsa a não ser que o valor de B esteja entre certos limites.P.10 – Instrução Testar Limite ( LIM ) Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa especificada.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Low Limit ( Limite Baixo ): endereço do valor A ou constante do programa.S.10.NN – Formato da Instrução LIM 11.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4. mostra o formato da instrução de Testar Limite ( LIM ). Caso a) Valor A ≤ valor C ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 172 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. endereço do valor C ou constante do programa. endereço do valor B ou constante do programa. onde o valor A pode ser menor ou maior que o valor de C. Figura 11.

_________________________________________________________________________ Quando o controlador detecta que o valor B é igual a um dos limites ou está entre eles.OO – Exemplo da Instrução LIM A instrução LIM não possui bits de estado.PP apresenta o formato da instrução MEQ. Se o valor B estiver entre os limites.PP – Formato da Instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 173 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Se o valor B estiver fora desses limites. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 11. Caso b) Valor A ≥ valor C Quando o controlador detecta que o valor B está fora dos limites ou é igual a um deles.4.11 – Instrução Igual Mascarada ( MEQ ) Esta instrução de entrada compara dados de um endereço fonte com dados de um endereço de referência. 11. Figura 11. mas não igual a um deles. então a instrução é falsa. A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a instrução é verdadeira. permitindo que partes desses dados sejam mascarados através de uma palavra.P.S. a instrução é verdadeira. a instrução é falsa.

Se os 16 bits de dados de um endereço Fonte forem iguais aos 16 bits de dados do endereço Referência ( exceto os bits mascarados ). endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados ou um valor em hexadecimal.QQ. a instrução é verdadeira.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): endereço do valor que se deseja comparar ou um valor inteiro.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 11. A instrução se torna falsa assim que ela detecta uma diferença. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Compare ( Referência ): valor inteiro ou endereço de referência para a comparação.4.QQ – Exemplo da instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 174 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a comparação. Figura 11. _________________________________________________________________________ Figura 11.11.P. Os bits da palavra de máscara iguais a 0 (zero) mascaram os dados.

12 – Instrução de Comparação ( CMP ) A instrução CMP é uma instrução de entrada que permite realizar as operações de comparação ( exceto MEQ e LIM ) descritas anteriormente.S.RR apresenta o formato da instrução CMP. Tabela 11. A figura 11. Uma instrução LEQ. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. representados por endereços lógicos diretos e/ou constantes de programa. executa mais rapidamente que uma instrução CMP ( Menor ou Igual a ). Figura 11. A tabela 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7 Símbolos e Tipos de Operação da Instrução CMP Operação Igual a Diferente de Menor que Menor ou Igual a Maior que Maior ou Igual a Símbolo = <> < <= > >= ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 175 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O tempo de execução de uma instrução CMP é maior que o tempo de execução de uma instrução de comparação. por exemplo._________________________________________________________________________ 11.RR – Formato da Instrução CMP A expressão que se insere para a instrução CMP é uma comparação entre dois valores. Uma instrução CMP também utiliza mais palavras no arquivo de programa do que utilizaria sua correspondente instrução de comparação.7 apresenta os símbolos e os tipos de operação da instrução CMP.4.

Caso a CPU PRIMÁRIA entre em FALHA. CLP-5/60E ou CLP5/80E). Uma CPU controla as E/S (chamada de CPU PRIMÁRIA) e a outra CPU (chamada de SECUNDÁRIA) fica no modo de espera. 12. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU PRIMÁRIA controla as saídas distribuídas em rede RIO O CHASSI SECUNDÁRIO (aquele que abriga a CPU SECUNDÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E.P. Redundância de CPU´s 12. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .CONCEITO Emprega-se redundância de controle para aumentar a confiabilidade e disponibilidade do sistema de controle contra possíveis falhas da CPU.S. o sistema automaticamente transfere o controle para a CPU SECUNDÁRIA que passa a ser a CPU PRIMÁRIA e conseqüentemente passa a controlar as mesmas E/S. CLP-5/40E. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 176 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. caso ocorra um evento de FALHA ou PARADA do sistema PRIMÁRIO.1 .2 – OPERAÇÃO BÁSICA O CHASSI PRIMÁRIO (aquele que abriga a CPU PRIMÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU SECUNDÁRIA é atualizada pela CPU PRIMÁRIA com os dados relevantes do processo e está pronta para controlar as mesmas saídas. a CPU PRIMÁRIA envia para a CPU SECUNDÁRIA os valores das E/S e tabelas de dados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pois caso ocorra uma falha no chassi PRIMÁRIO. a CPU SECUNDÁRIA assumirá o controle das E/S (tornarse-á CPU PRIMÁRIA) e terá os últimos valores de dados atualizados. Durante a operação NORMAL. CLP-5/40E. CLP-5/60E ou CLP5/80E)._________________________________________________________________________ 12. A redundância utiliza duas CPU´s rodando o mesmo programa aplicativo.

3 – MÓDULO DE BACKUP DE COMUNICAÇÃO – 1785-BCM No sistema de redundância do CLP-5 utiliza-se um módulo 1785-BCM no Chassi Primário e outro módulo 1785-BCM no Chassi Secundário. parâmetros PID. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 177 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. horímetros.A . para que a tabela imagem e dados da CPU SECUNDÁRIA seja atualizada com os mesmos valores da CPU PRIMÁRIA. O módulo 1785-BCM é responsável pelo BACKUP dos dados de E/S e outros dados relevantes de programa (exemplo: totalizações. etc) que devem ser transferidos da CPU PRIMÁRIA para a CPU SECUNDÁRIA a todo scan. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Sistema de redundância usando o módulo 1785-BCM 12. É utilizada uma rede de interligação entre estes dois módulos chamada de HSSL (High Speed Serial Link à Rede serial de alta velocidade). Esta rede utiliza o mesmo cabo elétrico da rede DH+ e / ou RIO denominado 1770-CD (Cabo Belden 9463).P._________________________________________________________________________ Figura 12.S. temporizadores.

1 – Leds sinalizadores de status do módulo 1785-BCM Tabela 12.1 .3.S.Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM LED PRI SEC Cor do LED verde verde Este LED indica Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema PRIMÁRIO Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema SECUNDÁRIO Quando piscante – o módulo BCM está executando uma instrução de Block Transfer ou comunicando corretamente com as E/S através da placa de fundo do Chassi Quando apagado – não existe comunicação entre o módulo BCM e o Processador (CPU) Quando piscante – rede HSSL funcionando adequadamente Quando apagado – falha na rede HSSL Quando aceso – Falha de Hardware do BCM BPLN verde SER FLT verde vermelho ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 178 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 12.P.

se este nó estiver na extremidade da rede.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário (*) Substitua este trecho de rede com resistor de terminação de 150 Ohm. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 179 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 12.P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.

_________________________________________________________________________ 13.P. Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal 1 2 3 4 5 6 7 8 SW4 à OFF SW5 à OFF 05 Endereço: _______________________ CLP-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 180 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO OBJETIVO Verificar a funcionalidade das instruções estudadas no curso. EXERCÍCIO SOBRE ENDEREÇAMENTO DE E/S DIGITAIS Objetivo: Determinar os endereços dos sinais digitais baseados em configuração de hardware do Chassi e / ou módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB). através de exercícios práticos.S.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal SW4 à OFF SW5 à ON 1 2 3 4 5 6 7 8 07 + 24 Vcc CLP-5 Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 181 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Remotas Mini-seletoras do módulo 1771-ASB SW5 à ON SW6 à OFF SW1-1 SW1-2 SW1-3 SW1-4 SW1-5 SW1-6 SW1-7 SW1-8 à à à à à à à à ON ON ON ON OFF OFF ON ON 10 13 02 XY-122315 Endereço: _______________________ 1771-ASB ZSL-122315 ZSH-122315 Endereço: _______________________ Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 182 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR.7 – Documentar o programa Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGA bomba Botão DESLIGA bomba Bomba B1 Lâmpada B1 LIGADA Lâmpada B1 DESLIGADA à I: à I: à O: à O: à O: / / / / / pulso NA pulso NA acesa indica B1 LIGADA acesa indica B1 DESLIGADA ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 183 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR.6 – Sinalizar através de outra lâmpada do simulador o status da bomba B1 desligada. desenvolver um programa em LADDER para o controle de partida / parada de uma bomba.1 – Existirá 1 botão para LIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 2 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits (contatos e bobinas) 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD3) chamado de EXERC2 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC2) 3 – Dentro desta subrotina.2 – Existirá 1 botão para DESLIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.5 – Sinalizar através de uma lâmpada do simulador o status da bomba B1 ligada 3. conforme descritivo abaixo: 3. desenergizar a bomba B1 e mantê-la desenergizada. energizar a bomba B1 e mantêla energizada (considerar uma lâmpada do simulador) 3. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 3.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 184 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 185 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

desenvolver um programa em LADDER para controlar o acionamento de 05 motores distintos.5 – Documentar o programa.1 – Existirá apenas 1 botão para LIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NA do simulador ).P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGAR motores Botão DESLIGAR motores Motor M1 Motor M2 Motor M3 Motor M4 Motor M5 à I: à I: à O: à O: à O: à O: à O: / / / / / / / pulso NA pulso NA M1 M2 M3 LIGAR DESLIGAR M4 M5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 186 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. desligar os 05 motores simultaneamente. após 2 segundos ligar o motor M2. conforme descritivo abaixo: 3.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 3. após 1 segundo ligar o motor M1. 3.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. após 3 segundos ligar o motor M3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 3 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD4) chamado de EXERC3 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC3) 3 – Dentro desta subrotina.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR. após 4 segundos ligar o motor M4 e após 5 segundos ligar o motor M5. 3. (Nota: Considerar uma lâmpada do simulador para cada motor) 3.2 – Existirá apenas 1 botão para DESLIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NF do simulador ).

S.P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 187 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 188 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 3. 3.S.4 – Documentar o programa Nota: Considerar um botão NF do simulador como chave de nível alto.3 – Ocorrerá sinalização de alarme de nível alto se a chave permanecer atuada por um tempo maior ou igual a 10 segundos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. desenvolver um programa em LADDER para gerar um alarme de nível Alto do condensado do filtro FIL-001A. 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 4 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD5) chamado de EXERC4 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC4) 3 – Dentro desta subrotina. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 189 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. nível normal à B3:0/0 = 1 nível alto à B3:0/0 = 0 3.2 – Deverá existir a indicação de alarme de nível alto no supervisório relacionado com a referência B3:0/0 (LAH_001A).1 – Existe uma chave de nível (LSH_001A – contato NF) instalada no filtro FIL001A.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 4 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 190 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 191 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Caso o operador deseje zerar o contador de partidas. o mesmo deverá gerar um pulso no botão resete._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 5 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD6) chamado de EXERC5 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC5) 3 – Dentro desta subrotina. 3.S.4 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 192 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. desenvolver um programa em LADDER para gerar um contador do número de partidas de um motor.P. a lógica deverá contar o número de partidas e indicar no registro N7:0. 3.1 – Criar uma lógica de partida / parada de um motor baseada no exercício 2 Botão liga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão desliga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão resete (pulso – NA) à zerar o contador de partidas Motor à considerar uma lâmpada do simulador Considerar: B3:1/0 à retorno do status do motor (=0 desligado / =1 ligado) Registro: N7:0 à número de partidas do motor 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . conforme descrição abaixo: 3.2 – Toda vez que for dado um comando de partida e houver retorno de motor ligado.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 193 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 194 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S.

_________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 6 Objetivo: Testar a funcionalidade temporizadores e movimentação: das instruções de bits.Indicar nos registros N7:20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Quando o motor estiver ligado: 3.Zerar os registros de horas. relacionadas ao último intervalo de tempo de motor ligado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Acrescentar na lógica. conforme descrição abaixo: 3. N7:21 e N7:22 as horas. 3.2. 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD7) chamado de EXERC6 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC6) 3 – Dentro desta subrotina.2.3 .Indicar no N7:12 os segundos do motor em funcionamento. 3.1 . 3. um botão para zerar o horímetro durante o motor ligado.5 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 195 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 3. se houver necessidade. desenvolver um programa em LADDER para gerar um horímetro de um motor.3 – Quando o motor estiver desligado: 3. minutos e segundos de motor em funcionamento 3. contadores.S.P. minutos e segundos respectivamente.Indicar no N7:11 os minutos do motor em funcionamento.3.1 – Considerar a lógica de partida / parada do motor do exercício 5 3.2.2 .1 .3.Indicar no N7:10 as horas de motor em funcionamento.2. 3.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 6 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 196 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 197 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

desenvolver um programa em LADDER para controlar a válvula de controle XV_111 do tanque de água indicado abaixo conforme descrição a seguir: 3. A cada 1 metro o sensor de nível SN1 envia um pulso para o CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Quando o nível do tanque atingir 10 metros. 3.3 – Documentar o programa Considerar: SN1 à botão de pulso NA do simulador (I: XV_111 à lâmpada do simulador (O: / / ) ) 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 XV_111 SN 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 198 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – O tanque será preenchido constantemente do nível 0 a 10 metros. Após este tempo a válvula fechará automaticamente.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o CLP abrirá a válvula XV_132 durante um tempo fixo de 10 segundos (tempo suficiente para esvaziar o tanque). 3.P. temporizadores e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD8) chamado de EXERC7 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC7) 3 – Dentro desta subrotina._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 7 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits.

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 7 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 199 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 200 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

proveniente de um sensor de pressão (PT_12233) calibrado para o range de 0 a 120 Kgf/cm2. 3. A indicação desta pressão será em Unidades de Engenharia (indicação em ponto flutuante).P.4 – Documentar o programa Conversor Analógico Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão PT_12233 A/D 0 a 4095 REGISTRO NO CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 201 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. conforme descrição abaixo: 3. através de uma Entrada Analógica cujo endereço é N10:4 Considerar: 0 kgf à 4 mA à0 120 Kgf à 20 mA à 4095 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Será feita a indicação desta leitura na tela do Supervisório (Central de Operação e Controle). O resultado da conversão deverá ser armazenado no endereço F8:0 3. desenvolver um programa em LADDER para executar uma conversão de escala utilizando-se de instruções aritméticas básicas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 8 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e matemáticas básicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD9) chamado de EXERC8 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC8) 3 – Dentro desta subrotina.1 – O CLP está lendo um sinal analógico de 4 ~ 20 mA. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.3 – Pede-se fazer a conversão de escala para unidades de engenharia no CLP através do programa aplicativo.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 8 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 202 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 203 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2.1 – Os alarmes deverão ser sinalizados em 02 lâmpadas localizadas em um painel quando: PAL_12233 à Quando PT_12233 ≤ 20 Kgf/cm2 PAH_12233 à Quando PT_12233 ≥ 100 Kgf/cm2 3.2.1 – Quando ocorrer um alarme a lâmpada respectiva deverá PISCAR 3.3 – Quando não ocorrer alarme a lâmpada respectiva deverá APAGAR PAL_12233 PAH_12233 RECONHECE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 204 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando for pressionado este botão. o Operador estará reconhecendo o alarme. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 9 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e de comparação 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD10) chamado de EXERC9 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC9) 3 – Dentro desta subrotina. 3.Existirá um botão de pulso (NA) para reconhecimento de qualquer um dos alarmes. conforme descrição abaixo: 3.2 – Quando um alarme for reconhecido a lâmpada respectiva pára de PISCAR e fica ACESA 3.2. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de alarmes de pressão baixa (PAL_12233) e pressão alta (PAH_12233).S.P.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 9 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 205 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 206 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 10 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e relacionais 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD11) chamado de EXERC10 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC10) 3 – As chaves de nível LSH e LSL são pré-alarmes do transmissor de nível do vaso. 4 – As chaves de nível LSHH e LSLL são ED do CLP.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 5 – Fazer indicação do nível do vaso em unidades de engenharia (0 – 100%) no registro F8:10 Considerações: LSL setpoint = 30% LSH setpoint = 60% Chave de nível LSLL Chave de nível LSHH Transmissor de nível utilizar os endereços N7:24 Range da entrada analógica 4 – 20 mA / 0 a 4095 Bomba B-151801 Alarme de nível baixo Alarme de nível alto Matriz de Causa x Efeito O: O: O: / / / I: I: / / Fluxograma P& ID Observação: T à Se atuar LSHH por 10 segundos fechar SDV ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 207 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando ocorrer LSH ou LSL sinalizar alarme nas respectivas lâmpadas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 10 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 208 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 209 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

P. Considerar: ENT à Endereço da entrada física EST à Estado da entrada física ( 0 = chave aberta / 1 = chave fechada ) ESP à Estado esperado da entrada ( 0 = chave NA / 1 = chave NF ) EP à Entrada Polarizada ( 0 = normal / 1 = atuada ) 4 – Considerando os estados das entradas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O resultado desta polarização deverá ser armazenado no registro B3:21. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de polarização das seguintes entradas relacionadas na tabela abaixo._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 11 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e lógicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD12) chamado de EXERC11 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC11) 3 – Dentro desta subrotina. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . preencher o estado das entradas polarizadas EP ENT FISICA I:002/00 I:002/01 I:002/02 I:002/03 I:002/04 I:002/05 I:002/06 I:002/07 I:002/10 I:002/11 I:002/12 I:002/13 I:002/14 I:002/15 I:002/16 I:002/17 EST 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 ESP (B3:20) 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 EP (B3:21) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 210 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. indicados na tabela abaixo.

S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 11 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 211 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 212 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

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