_________________________________________________________________________

Curso CLP - 5
Módulo Básico usando o software RS Logix 5

________________________________________________________________________________________ Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Módulo Básico
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
1. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.1 – IEC (International Eletric Commitee) 1.2 – Prática 1.3 – Histórico e características do CLP 1.4 – Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) 1.5 – Arquitetura de um Controlador Lógico Programável (CLP) 1.6 – Arquitetura do CLP-5 1.7 – Funcionamento do CLP 1.8 – Ciclo de Operação do CLP (SCAN) 1.9 – Interrupção do ciclo de operação 2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5 2.1 – Chassis 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassi Principal 2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de alimentação do chassi 2.2 – Fonte de alimentação 2.3 – Módulo Controlador ou CPU 2.3.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A 2.3.2 – Configuração da Porta Serial 2.3.3 – Modos de operação do CLP-5 2.3.4 – Leds sinalizadores de STATUS do CLP-5 2.3.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador 2.3.6 – Instalação dos módulos de memória EEPROM 2.4 – Sistemas de E/S 2.4.1 – Módulos de E/S da plataforma 1771 2.4.1.1 – Módulo de ED – lógica SINK 2.4.1.2 – Módulo de ED – lógica SOURCE 2.4.1.3 – Módulo de SD – lógica SINK 2.4.1.4 – Módulo de SD – lógica SOURCE 2.4.2 – Módulos de Entradas Digitais 2.4.3 – Módulos de Saídas Digitais 2.4.4 – Módulos de E/S Analógicas da plataforma 1771 2.4.4.1 – Módulos de Entrada Analógica 2.4.4.2 – Módulos de Saída Analógica 009 010 011 012 015 022 023 027 029 030 032 033 033 034 034 035 035 036 037 038 038 040 001 001 001 002 003 005 006 007 008

3. REDE DE E/S LOCAL ESTENDIDA USANDO OS CLP-5/40L ou CLP-5/60L042 4. REDE DE E/S REMOTAS (RIO) 4.1 – Conceito 4.1.1 – Características gerais da rede 4.2 – Meio físico 4.3 – Velocidades 4.4 – Módulo Adaptador de E/S Remotas – 1771-ASB 044 044 045 045 045

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página I de IX
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
4.4.1 – Configuração do jumper 4.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 4.4.3 – Configuração das mini-seletoras do Chassi de E/S remotas 4.4.4 – Diagrama de interligação do cabo na borneira do 1771-ASB 4.4.5 –Leds sinalizadores de STATUS do módulo 1771-ASB 4.5 – Interligação entre dispositivos na rede RIO 4.6 – Subsistema de E/S remotas FLEX I/O 5. REDE DATA HIGHWAY PLUS (DH+) 5.1 – Conceito 5.1.1 – Características gerais da rede 5.2 – Meio físico 5.3 – Velocidade 5.4 – Protocolo 5.5 – Número máximo de estações DH+ por rede 5.6 – Interfaces de micros para rede DH+ 5.6.1 – Interface para desktop (1784-KTX) 5.6.2 – Interface para notebook (1784-PCMK0) 5.7 – Transferência de dados entre controladores 5.8 – Interligação entre dispositivos na rede DH+ 6. REDE ETHERNET INDUSTRIAL (TCP/IP) 6.1 – Conceito 6.2 – Meio físico 6.3 – Velocidade 6.4 – Topologias 6.4.1 – Barramento 6.4.2 – Anel 6.4.3 – Estrela 6.5 – Protocolo 6.6 – Acesso 6.7 – Endereço de IP 6.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos 6.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET 7. REDE MODBUS – RTU 7.1 – Conceito 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos 7.3 – Princípio básico de comunicação em Modbus 7.4 – Módulo de comunicação Modbus para CLP-5 7.4.1 – Características do módulo 3100-MCM 065 066 066 067 067 059 059 059 060 060 060 061 061 061 062 062 063 064 055 055 056 056 056 056 057 057 058 058 046 046 048 049 049 052 053

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página II de IX
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
8. MEMÓRIA DO CLP-5 8.1 – Conceitos básicos 8.1.1 – BIT 8.1.2 – BYTE 8.1.3 – REGISTRO ou PALAVRA 8.1.4 – REGISTRO de PONTO FLUTUANTE 8.2 – Organização da memória do CLP-5 8.2.1 – Generalidades 8.2.2 – Arquivos de Programas 8.2.2.1 – Arquivos reservados 8.2.2.2 – Arquivo de Programa Principal 8.2.2.3 – Arquivos de transição e de Passo do SFC 8.2.2.4 – Arquivos de subrotinas 8.2.2.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização selecionável 8.2.2.6 – Arquivo de Rotina de Falha 8.2.2.7 – Transferência de Arquivos de Programa 8.2.3 – Arquivos de Dados 8.2.3.1 – Arquivos utilizados com maior freqüência 8.2.3.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S (CLP-5/15) 8.2.3.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo 8.2.3.4 – Elementos de Arquivo 8.2.3.5 – Tipos de Dados 8.2.4 – Endereçamento Lógico 8.2.4.1 – Endereçamento Lógico Direto 8.3 – Endereçamento no CLP-5 8.3.1 – Endereçamento de E/S 8.3.1.1 – Definições básicas 8.3.1.2 – Tipos de endereçamentos de chassis 8.3.2 – Endereçamento do Arquivo de Status 8.3.3 – Exemplos de Endereçamento Lógico Direto 8.3.4 – Endereçamento Indireto 8.3.5 – Exemplos de endereçamento Direto e Indireto 8.3.6 – Endereçamento Indexado 8.3.7 – Exemplo de endereçamento indexado 8.3.8 – Constantes de Programa 8.3.9 – Visualização dos números de Ponto Flutuante 9. RS LOGIX 5 9.1 – Introdução 9.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.2.1 – Abrindo uma aplicação existente 9.2.2 – Modificando uma linha de programa em OFF LINE 9.2.3 – Modificando uma linha de programa em ON LINE 9.2.4 – Gerando um backup de uma aplicação 9.2.5 – Restaurando um backup de uma aplicação 095 096 096 096 097 099 100 069 069 069 069 070 070 070 071 071 072 072 072 073 074 075 077 077 078 080 082 085 085 086 087 088 089 090 091 093 093 094

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página III de IX
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

P.2.1.2 – Energizar saída com retenção (OTL) e Desenergizar Saída com retenção (OTU) 11.2.3.S.1.4.2 – Instruções de Temporizadores e Contadores 11.2.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Instruções do Tipo RELÉS 11.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4.6 – Configuração do driver serial RS-232 através do RS LINX 9.1.1.14 – Identificando falhas de E/S 10.1 – Lista de instruções (IL) 10.1 – Diagrama de lógica de relés (LADDER) 10.10 – Acessando a tabela de Dados do CLP 9._________________________________________________________________________ Índice Página 9.1 – Generalidades 11.2 – Examine se Desenergizado (XIO) 11.4 – Linguagem C 10.2.4 – Linguagem LADDER 11.2 – Texto estruturado (STX) 10.4 – Instruções de ramificação 11.3.2 – Linguagem gráfica 10.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.3.2.2.9 – Salvando uma aplicação do CLP (Upload) 9.1.5 – Instrução de Inversão (INV) 11. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP-5 11.1.3 – Instruções de Temporizador 11.3 – Instruções Energizar / Desenergizar saída 11.1 – Ramificação de entrada 11.3.2.1 – Padronização IEC 10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 10.2.3 – Linguagem textual 10.2.2.2.3.2 – Descrição 11.2.1.8 – Transferindo uma aplicação para o CLP (Download) 9.2.2 – Instruções Examine 11.12 – Acessando a tabela de FORCES do CLP 9.2 – Ramificação de saída 11.1.1.1 – Examine se Energizado (XIC) 11.2.1.3 – Gráfico seqüencial de Funções (SFC) 10.1 – Generalidades 11.1 – Temporizador na Energização (TON) 11.3 – Basic (BAS) 10.2.13 – Acessando a tabela de FALHAS do CLP 9.2.11 – Referência cruzada 9.2.2.1.1 – Energizar saída (OTE) 11.2 – Temporizador na Desenergização (TOF) 131 131 131 132 132 133 135 135 136 129 129 129 129 129 129 129 129 102 106 110 112 114 117 121 125 127 137 137 139 141 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IV de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7 – Configuração do driver Ethernet através do RS LINX 9.3.3.

21._________________________________________________________________________ Índice Página 11.10 – Instrução Testar Limite (LIM) 11.3.4.2 – Descrição 11.3.3 – Instruções Aritméticas.17 – Instrução Lógica OU Exclusivo (XOR) 11.3 – Parâmetros das Instruções 11.4.10.20.4 – Bits de Estado Aritmético 11.3.13 – Instrução de Conversão para BCD (TOD) 11.9 – Instrução Maior ou Igual a (GEQ) 11.1 – Parâmetros da instrução 11.11 – Instrução Igual Mascarado (MEQ) 151 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 156 157 158 159 160 161 162 163 164 164 164 165 166 166 168 168 168 169 169 170 170 171 171 172 172 173 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página V de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.3.20 – Instrução de Movimentação com Máscara (MVM) 11.2.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD) 146 11.21 – Instrução de Cálculo (CPT) 11. Lógicas e de Movimentação 11.5 – Tipos de Dados 11.3.3.9 – Instrução de Divisão (DIV) 11.2.10 – Instrução de Raiz Quadrada (SQR) 11.1 – Generalidades 11.4.3.3.2.3.3 – Parâmetros da instrução 11.3.P.3.2 – Operação 11.4.4.2 – Descrição 11.3.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.5 – Instrução Diferente de (NEQ) 11.3.3 – Temporizador Retentivo (RTO) 143 11.7 – Instrução de Subtração (SUB) 11.3.1 – Parâmetros da instrução 11.11 – Instrução de Negação (NEG) 11.3.8 – Instrução Maior que (GRT) 11.6 – Instrução de Adição (ADD) 11.3.16 – Instrução Lógica OU (OR) 11.3.15 – Instrução Lógica E (AND) 11.19 – Instrução de Movimentação (MOV) 11.4.4 – Instruções de Comparação 11.3.14 – Instrução de Conversão de BCD (FRD) INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de “Portas Lógicas” Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas 11.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador (RES) 150 11.8 – Instrução de Multiplicação (MUL) 11.3.4.3.S.6 – Instrução Menor que (LES) 11.3.4.4.1 – Parâmetros da instrução 11.4.1 – Generalidades 11.20.3.18 – Instrução Lógica Complemento (NOT) 11.4.12 – Instrução de Zeramento (CLR) 11.4 – Instrução Igual a (EQU) 11.7 – Instrução Menor ou Igual a (LEQ) 11.

1 – Conceito 12.1 – Leds sinalizadores de STATUS do 1785-BCM 12. -5/60 e -5/80 020 Figura 2. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício sobre configuração de E/S Exercício 2 Exercício 3 Exercício 4 Exercício 5 Exercício 6 Exercício 7 Exercício 8 Exercício 9 Exercício 10 Exercício 11 FIGURAS Figura 1.1 – Parâmetros da instrução 11. -5/40. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Índice Página 11.A – Tamanhos de Chassis 009 Figura 2.D – Ciclo de SCAN Figura 1.4.-5/20.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30.12 – Instrução de Comparação (CMP) 12.B – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação 010 Figura 2.4.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário 13.B – Vista do Chassi do CLP-5 Figura 1.D – Fonte de Alimentação externa 012 Figura 2.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 018 Figura 2.-5/40 -5/60 e -5/80 021 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VI de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .A – Vista do Controlador CLP-5 Figura 1.E – Interrupção do ciclo de operação 002 005 006 007 008 180 183 186 189 192 195 198 201 204 207 210 176 176 177 178 179 174 175 Figura 2.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 019 Figura 2.F – Vista Frontal da Fonte de Alimentação Externa 013 Figura 2.C – Módulo Fonte de Alimentação 012 Figura 2.E – Vista Frontal do módulo Fonte de Alimentação 013 Figura 2.C – Funcionamento do CLP Figura 1.3.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 017 Figura 2.2 – Operação básica 12. REDUNDÂNCIA DE CPU´s 12.K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores 5/11.11.-5/30.3.3 – Módulo de Backup de Comunicação – 1785-BCM 12.P.S.

B – Placa 1784-KTX Figura 5.E – Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre Trilho DIN Figura 5.C – Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM Figura 8.C – Placa 1784-PCMK Figura 6.S.Q – Conexão do tipo entrada SINK Figura 2.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E.F – Exemplo de Endereço Indexado Figura 10.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .A – Desenho de interligação da rede DH+ Figura 5.E – Formato geral do Endereço Lógico Direto Figura 8.N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C.R – Conexão do tipo entrada SOURCE Figura 2.X – Conversor A/D Figura 2.C – Arquivos de Temporizador e Contador Figura 8.C – Instrução Energizar Saída (OTE) Figura 11.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB Figura 4.Y – Conversor D/A Figura 3.A – Desenho de interligação da rede de E/S Remotas Figura 4.A – Instrução Examinar se Energizado (XIC) Figura 11.B – Vista Frontal do módulo 3100-MCM Figura 7.B – Arquivo de Ponto Flutuante Figura 8.A – Arquivos com elementos de uma Palavra Figura 8.V – Vista Frontal do módulo de SD 1771-OW16 Figura 2._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 2.D – Arquivo de Controle Figura 8.B – Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX Figura 4.W – Controle de nível do tanque Figura 2.C – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da Fone de alimentação Figura 4. -5/40E e -5/80E Figura 2.A – Desenho da rede de E/S Local estendida Figura 3.O – Instalação da Bateria Figura 2.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM Figura 2.A – Tipos de linguagens de programação Figura 11.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção (OTU) 024 025 026 031 032 034 034 035 035 036 037 038 039 040 043 043 044 045 048 054 056 057 057 064 065 067 068 078 078 079 080 082 093 129 131 132 133 134 134 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.B – Instrução Examinar se Desenergizado (XIO) Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .A – Desenho da rede serial Modbus-RTU Figura 7.A – Vista Frontal do módulo 1785-ENET Figura 7.T – Conexão do tipo saída SOURCE Figura 2.S – Conexão do tipo saída SINK Figura 2.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Figura 2.U – Vista Frontal do módulo de ED 1771-IBN Figura 2.D – Instrução Energizar Saída com Retenção (OTL) Figura 11. -5/40C e -5/80C Figura 2.

RR – Formato da instrução CMP Figura 12.EE – Formato da instrução MVM Figura 11.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador Figura 11.BB – Formato da instrução XOR Figura 11.FF – Exemplo da instrução MVM Figura 11.U – Formato da instrução de Raiz Quadrada (SQR) Figura 11.P.Q – Formato da instrução de Adição (ADD) Figura 11.Z – Formato da instrução AND Figura 11.QQ – Exemplo da instrução MEQ Figura 11.R – Formato da instrução de Subtração (SUB) Figura 11.II – Formato da instrução NEQ Figura 11.Y – Formato da instrução FRD Figura 11.I – Palavra de controle da instrução de Temporizador Figura 11.T – Formato da instrução de Divisão (DIV) Figura 11.V – Formato da instrução de Negação (NEG) Figura 11.LL – Formato da instrução GRT Figura 11.NN – Formato da instrução LIM Figura 11.GG – Formato da instrução CPT Figura 11.H – Palavras da Tabela de Dados para Temporizadores e Contadores Figura 11.K – Temporizador na Desenergização (TOF) – Diagrama de Tempo Figura 11.A – Sistema de Redundância usando o módulo 1785-BCM 135 136 137 138 140 142 145 146 147 149 150 153 153 154 154 155 155 156 156 157 160 161 162 163 164 164 165 166 169 169 170 170 171 171 172 173 173 174 175 177 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VIII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 11.F – Exemplo de ramificação interna Figura 11.P – Instrução de rearme de temporizadores e contadores Figura 11.CC – Formato da instrução NOT Figura 11.OO – Exemplo da Instrução LIM Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .O – Diagrama de tempo do Contador Crescente e Decrescente Figura 11.KK – Formato da instrução LEQ Figura 11.G – Exemplo da Instrução INV Figura 11.AA – Formato da instrução OR Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.M – Formato das instruções CTU e CTD Figura 11.S – Formato da instrução de Multiplicação (MUL) Figura 11.J – Temporizador na Energização (TON) – Diagrama de Tempo Figura 11.X – Formato da instrução TOD Figura 11.DD – Formato da instrução MOV Figura 11.MM – Formato da instrução GEQ Figura 11.W – Formato da instrução de zeramento – (CLR) Figura 11.HH – Formato da instrução QUE Figura 11.L – Temporizador Retentivo (RTO) – Diagrama de Tempo Figura 11.PP – Formato da instrução MEQ Figura 11.JJ – Formato da instrução LES Figura 11.

4 – Configuração da Porta serial do Controlador Tabela 2.1 – Fontes de Alimentação em um Chassi do Controlador Tabela 2.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Tabela 2.4 – Operação Lógica OU Exclusivo (XOR) Tabela 11.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Tabela 8._________________________________________________________________________ Índice Página TABELAS Tabela 2.3 – Arquivo de Status do CLP-5 Tabela 8.5 – Endereço de Bit (Arquivos T.6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Tabela 4.6 – Símbolos de operações da instrução CPT Tabela 11.2 – Operação Lógica E Tabela 11.1 – Bits de estado aritméticos Tabela 11.7 – Símbolos e Tipos de operações da instrução CMP Tabela 12.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados Tabela 8.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . C e R) Tabela 8.1 – Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM 014 016 022 023 036 037 050 074 076 081 083 084 152 160 161 162 163 167 175 178 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IX de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. C e R) Tabela 11.S.3 – Endereçamento do número da Estação DH+ do Controlador Tabela 2.5 – Operação Lógica NOT Tabela 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Especificações dos Controladores CLP-5 Tabela 2.3 – Operação Lógica OU Tabela 11.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Tabela 8.4 – Endereço de Palavra (Arquivos T.

P. Fácil de programar e reprogramar (software). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 1 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.) A aquisição de dados de um CLP é feita normalmente utilizando-se de uma IHM ou Sistema Supervisório (ESC ou ECOS). Aumenta a produtividade. através de interfaces de entradas e saídas..Histórico e características do CLP § § § § § § § § § Criado em 1969 para a General Motors dos Estados Unidos. programável através de um computador e apropriado para aplicações industriais em operações sequenciais. alarme e segurança. É usado para controle automático de subsistemas dentro de uma plataforma (Exemplo: Fogo e gás / Separador de óleo e gás / Geradores / Emergência / intertravamento de válvulas de segurança.S.PRÁTICA A sigla CLP significa Controlador Lógico Programável.2 .1 – IEC ( International Electric Committee ) É um sistema eletrônico operando digitalmente. Menor tamanho que sistema com relés eletromecânicos convencionais. temporização e contagem de eventos e controle de máquinas ou processos. Aceitar entradas e saídas para diferentes níveis de tensão (Vac / Vcc). projetado para uso em ambiente industrial. Robustez mesmo em ambiente hostil (industrial). No termo em inglês é usada a sigla PLC que significa Programmable Logic Controller. usando memória programável para armazenar instruções orientadas para o usuário. Modular e expansível Confiabilidade aumentada quando se utiliza um sistema de redundância. 1. etc. Facilidade de manutenção e reparo._________________________________________________________________________ 1. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.3 . intertravamento.. 1. Este sistema eletrônico é usado para fazer lógica seqüencial. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . É um equipamento de controle de processos e máquinas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

A – Vista do Controlador PLC-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 2 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 1.S.Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) § Apresenta configuração modular e expansível sendo selecionado e montado pelo usuário de acordo com suas necessidades Figura 1.P.4 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

(Exemplo: Controle dos geradores.5 . emergência. separador de óleo / gás. temperatura. sensores de nível. etc) CIRCUITOS DE SAÍDAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de saída de campo (Exemplos: solenóides. fogo e gás. sirenes. etc) CPU q Unidade Central de Processamento. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . É o cérebro do CLP._________________________________________________________________________ 1.Arquitetura de um Controlador Lógico Programável ( CLP ) Variáveis de Saída da Planta Eventos ON / OFF Sensores mecânicos Sensores capacitivos I T Sensor de Temperatura I P Sensor de Pressão Variáveis de Saída da Planta MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ANALÓGICAS Variáveis de Entrada do CLP Supervisão IHM Controlador Lógico Programável Variáveis de Saída do CLP PLANTA OU PROCESSO INDUSTRIA L Contatores e Relés Convencionais Variáveis de Entrada na Planta Comandos ABRE / FECHA Comandos LIGA / DESLIGA Comandos PROPORCIONAIS Solenóides de válvulas Lâmpadas / Sirenes CIRCUITOS DE ENTRADAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de entrada de campo (Exemplos: chaves de nível.S.P. É responsável pela execução do programa aplicativo (ladder) que controla a(s) planta(s) dentro da plataforma. transmissores de pressão. etc ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 3 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . comandos para válvulas proporcionais. abandono. botões liga / desliga.

P. TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO q É um microcomputador onde é instalado um software de configuração. Exemplo: memória RAM (Random Access Memory) No PLC-5 o programa e dados são armazenados na memória RAM com backup através de bateria de lítio. programação e documentação do PLC-5. podendo também comunicar-se com o CLP através da porta serial. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . utilizando o protocolo DF1 (Full Duplex) q MEMÓRIA q É o local onde os dados e programas do CLP são armazenados. q Este terminal será utilizado como ferramenta de diagnósticos e manutenção do CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. Exemplo: memória EEPROM (Electrical Erasable Programmable Read Only Memory) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 4 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ FONTE DE ALIMENTAÇÃO q É utilizada para a energização do barramento do rack permitindo a alimentação dos circuitos eletrônicos da CPU e módulos instalados no rack. q Existem 02 tipos de memórias: Memória volátil ou não retentiva => O conteúdo desta memória é apagado quando não existe tensão aplicada. Memória não volátil ou retentiva => O conteúdo desta memória fica armazenado mesmo quando não existe tensão aplicada. Geralmente o terminal de programação comunica-se com o CLP através da rede Ethernet / TCP-IP (Em caso de plataformas onde o sistema já está instalado). Este software é chamado de RS Logix 5 e roda em ambiente Windows (sistema operacional).

sendo basicamente constituída por: n n n n n n n Chassis de 4. Cartão de pulsos de alta freqüência. n Utiliza um barramento dedicado para sinais de alimentação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . etc) Memórias Fontes de alimentação Dispositivos de programação (RS Logix 5) Figura 1.B – Vista do Chassis do CLP-5 n Estrutura metálica onde são encaixados os módulos do CLP e a Fonte de alimentação. 8. controle e dados de comunicação entre a CPU e os demais módulos._________________________________________________________________________ 1.P.Arquitetura do CLP-5 A arquitetura do CLP-5 acompanha o mesmo padrão utilizado por qualquer sistema de controle baseado em CLP. 12 ou 16 slots Módulo Processador (CPU) Interface de Entradas e Saídas Digitais e Analógicas Módulos Especiais (Interfaces de redes. n No Chassis são inseridos os seguintes cartões: n Fonte de alimentação n CPU n Módulos de entradas e saídas (E/S ou I/O) n Módulos de comunicação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 5 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 .S.

_________________________________________________________________________ 1.C – Funcionamento do CLP Módulo de entrada Equipamento de entrada Processador do CLP lê continuamente os status do módulo de entrada e atualiza a imagem de entrada Processador do CLP resolve continuamente o programa lógico do usuário baseado nos status da tabela de imagem da entrada Programa lógico do usuário Processador do CLP atualiza continuamente os status da tabela de imagem da saída baseado na solução do programa lógico do usuário Processador do CLP ativa ou desativa continuamente os status do módulo de saída de acordo com os status da tabela de imagem da saída Tabela de imagem de saída Módulo de saída ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 6 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. baseados nos status da memória imagem das saídas. A medida que o CLP executa cada linha de programa ele atualiza a sua memória de imagem das saídas (Tabela Imagem das Saídas).P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Funcionamento do CLP 1 – O Processador do CLP lê continuamente os status dos módulos de entrada e atualiza a memória de imagem das entradas ( Tabela Imagem das Entradas ).S. 3 – O Processador do CLP ativa ou desativa os canais dos cartões de saída. Figura 1. 2 – O Processador do CLP executa continuamente a lógica de programa do usuário. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7 . baseada nas informações da memória de imagem das entradas.

Figura 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Parte do ciclo de operação em que ocorre a comunicação com o terminal de programação. 4.Tempo requerido pela CPU para varrer e ler todas as entradas.Ciclo de Operação do CLP ( SCAN ) O ciclo de operação de um CLP consiste em uma série de operações seqüenciais e repetidas. 2.P.S. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Tempo requerido pela CPU para varrer e escrever em todas as saídas.Housekeeping é o tempo gasto com atualização dos registros internos de diagnósticos. Este tempo depende das instruções utilizadas. Para se medir o tempo de SCAN de uma aplicação é necessário utilizar-se de um terminal de programação (microcomputador rodando o software RS Logix 5) e estabelecer comunicação com a CPU e acessar a janela de Diagnósticos do CLP. a menos que a lógica do seu programa altere o ciclo normal de operação. Observação: O SCAN é medido em milisegundos (ms).Tempo requerido pela CPU para executar todas as instruções presentes no programa aplicativo.D – Ciclo de SCAN Housekeeping (Atualização da memória interna de diagnósticos) 5 1 Leitura das Entradas Serviços de Comunicação 4 SCAN 2 Execução do programa aplicativo (LADDER) 3 Atualização das saídas Descrição: 1. 5._________________________________________________________________________ 1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 7 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.8 .

Existem dois tipos de rotinas que podem interromper o ciclo normal de operação de um CLP a) Rotina de interrupção por tempo (STI) b) Rotina de interrupção por evento (PII) A rotina de interrupção por tempo é executada em intervalos de tempo prédefinidos pelo programador ou usuário ( Exemplo: A totalização de vazão deve ser feita a cada 1000 ms ). A rotina de interrupção por evento é executada somente quando um evento ocorrer (Exemplo: quando uma chave de nível atuar. controle de uma malha PID de temperatura e/ou pressão ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.9 ._________________________________________________________________________ 1. ( Exemplos: cálculo e totalização de vazão.E – Interrupção do Ciclo de Operação PROCESSAMENTO DO PROGRAMA leitura dos sinais de entrada atualização das saídas Rotina de interrupção ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 8 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o CLP executa uma rotina de controle de nível ) Figura 1.Interrupção do ciclo de operação O ciclo de operação (SCAN) de um CLP pode ser interrompido por uma rotina de programa específica. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

_________________________________________________________________________

2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5
2.1 - CHASSIS O Chassis é o bastidor utilizado para o encaixe dos seguintes módulos: • Fonte de Alimentação • CPU ou módulo adaptador • Módulos de entrada / saída • Módulos especiais Existem três tipos de chassis quanto sua denominação: Chassis Principal à Aquele que abriga a CPU Chassis de Expansão Local à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Local expandida (1771-ALX) e módulos adicionais de E/S Chassis de Expansão Remota à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB) e os módulos adicionais de E/S O Chassis contém um barramento dedicado AB (Allen Bradley). Este barramento é dividido em sinais de controle, sinais de transferência de dados e sinais de alimentação. Existem quatro modelos de Chassis: 1771- A1B à 04 slots + slot da CPU 1771- A2B à 08 slots + slot da CPU 1771- A3B à 12 slots + slot da CPU 1771- A4B à 16 slots + slot da CPU
Figura 2.A – Tamanhos de chassis

1771-A1B

1771-A2B

1771-A3B

1771-A4B

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 9 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassis Principal ( com CLP-5) No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe um conjunto de 08 miniseletoras utilizadas para a configuração do mesmo. A configuração destas miniseletoras depende do tipo de Chassis a ser empregado na configuração do sistema (Principal, Expansão Local, Expansão Remota). Mostraremos primeiramente a configuração do Chassis Principal, ou seja, aquele que abriga o Módulo Controlador (CPU).
Figura 2.B – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação
Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação

SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8

Miniseletora

Posição

Descrição Saídas permanecem no seu último estado quando ocorre uma falha no hardware (1) Saídas são desenergizadas quando ocorre uma falha de hardware (1) Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis para 02 ranhuras Define o endereçamento do Chassis para 01 ranhura Define o endereçamento do Chassis para ½ ranhura Não permitido Transfere programa aplicativo da memória EEPROM para a memória RAM do Controlador na Energização (2) Transfere da EEPROM para a memória RAM do Controlador se a memória do mesmo não for válida Não transfere (3) Proteção da memória RAM do Controlador desabilitada Proteção da memória RAM do Controlador habilitada (4)

ON SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 / SW-5 SW-6 / SW-7 OFF OFF OFF
OFF OFF ON ON OFF ON ON OFF ON OFF ON OFF ON OFF OFF ON

SW-8

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 10 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Notas: (1) Independentemente do ajuste da mini-seletora, as saídas são desenergizadas quando: - o controlador detecta um erro de run-time - ocorre uma falha na placa de fundo do Chassis de E/S - o modo teste ou programação é selecionado - um bit do arquivo de status é ajustado para desenergizar uma gaveta local. (2) Se um módulo de memória EEPROM não estiver instalado, o indicador PROC pisca e o controlador energiza o bit S:11/9 (bit 9) da palavra de falha grave do CLP. (3) Uma falha no controlador ocorre se a memória do controlador (indicador PROC aceso) não for válida (4) Não é possível limpar a memória do controlador quando esta mini-seletora está na posição ON, ou descarregar um novo programa no CLP (download). É possível apenas alterar linhas de programa no modo de edição ON LINE.

2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de Alimentação no Chassis de E/S No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe também um “jumper” de seleção do tipo de Fonte de Alimentação que será instalada no Chassis. Existem 02 tipos de fonte de alimentação: a) Placa fonte de alimentação que é colocada em uma ranhura (slot) do Chassis b) Fonte de Alimentação externa que é montada no lado esquerdo do Chassis Deste modo este “jumper” é usado para selecionar se o chassis receberá uma placa fonte de alimentação ou será energizado através de uma fonte externa.
Posição do jumper Descrição

Y N

Quando se utiliza Fonte de alimentação interna (módulo fonte de alimentação) Quando se utiliza Fonte de alimentação externa

Observação: Não é possível energizar um único chassis com um módulo fonte de alimentação e uma fonte de alimentação externa.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 11 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 2.2 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO A Fonte de alimentação é utilizada para energização do Módulo Controlador (CPU) ou módulo adaptador, módulos de E/S e módulos especiais encaixados em um Chassis. Existem 02 tipos de Fontes de alimentação que podem ser utilizados no Sistema de Controle usando PLC-5: a) Módulo Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação interna porque está instalada em uma ou duas ranhuras de um chassis. b) Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação montada na lateral esquerda do chassis. Não utiliza ranhuras para cartões de E/S.

Figura 2.C – Módulo Fonte de alimentação

Figura 2.D – Fonte de alimentação externa

Fonte de Alimentação

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 12 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .F – Vista frontal Fonte de alimentação externa Conexão da alimentação Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Chave seletora de Tensão LED indicador de alimentação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 13 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.E – Vista frontal do módulo Fonte de Alimentação LED indicador de alimentação Conector paralelo Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Conexão da alimentação Figura 2.

pois não são compatíveis. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 14 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1: Fontes de alimentação em um Chassis com o Controlador Alimentação de entrada Fonte 1771-P3 1771-P4 1771P4S 1771P4S1 1771P4R 1771-P5 1771P6S 1771P6S1 1771P6R 1771-P7 1771PS7 Corrente de saída (A) 3 8 8 8 8 / 16 8 8 8 8 / 16 16 16 Corrente de Saída (A) quando em paralelo com: P3 P4 P4S P4S1 P5 P6S P6S1 6 11 11 11 16 16 11 16 16 16 Localização da Fonte de Alimentação Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura 120 Vca 120 Vca 120 Vca 100 Vca 120 Vca 24 Vcc 220 Vca 200 Vca 220 Vca 120/220 Vca 120/220 Vca 16 16 16 Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Externa (1) Externa (1) (1) Não se pode utilizar uma fonte de alimentação externa e um módulo fonte de alimentação para fornecer alimentação ao mesmo chassis. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Tabela 2.S.

As diferenças básicas entre as CPU´s são: a) Capacidade de memória (programa + dados) b) Capacidade de controle de E/S digitais e/ou analógicas c) Velocidade de processamento (freqüência do microprocessador).S. Cada chassi ou bastidor permite apenas 01 CPU instalada na ranhura mais à esquerda. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 15 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Módulo Controlador ou CPU A CPU é o cérebro do CLP-5. As demais ranhuras são reservadas para módulos de E/S e/ou especiais.P. execução do programa aplicativo que controla o processo (cada subsistema de uma plataforma) e diagnósticos do sistema. É responsável pela varredura das E/S. Modelos de Controladores para plataforma PLC-5: Processador CLP-5/11 CLP-5/15 (*) CLP-5/20 CLP-5/25 (*) CLP-5/30 CLP-5/40 CLP-5/60 CLP-5/40L CLP-5/60L CLP-5/80 Código de catálogo 1785-L11 1785-LT 1785-L20 1785-LT2 1785-L30 1785-L40 1785-L60 1785-L40L 1785-L60L 1785-L80 (*) Os Processadores CLP-5/15 e CLP-5/25 são CPUs pertencentes à plataforma antiga (primeiros processadores da família CLP-5) e os demais processadores são pertencentes à nova plataforma._________________________________________________________________________ 2. Existem vários modelos de CPU´s da família PLC-5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

17 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim Sim Sim Sim Sim 6K / 14K (1) 13K / 21K (1) 8K 16K 32K 48K 0 .27 Adaptador e Scanner Sim 100K (1) (2) (3) (4) (5) Expansão de memória com módulo de expansão 1785-MS Todos os números das gavetas de E/S estão em notação OCTAL._________________________________________________________________________ Tabela 2. 1 – 23 remota 1 – 4 local 1 – 23 local expandida e remota 1 – 4 local 1 – 23 remota 0-3 0-7 0-3 0-3 0-7 0 . 1 – 15 remotas 1 – 4 local. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 512 E/S.27 0 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 16 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 1 – 15 local expandida e remota 1 – 4 local. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos Observação: Memória de 1K = 1024 words (1024 palavras ou registros de 16 bits). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .17 Sim 48K 0 . utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 1024 entradas e 1024 saídas. 1 – 7 remotas 1 – 4 local 1 remota 1 – 4 local.27 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim 64K 64K 0 . 0 – 3 remotas 1 – 4 local. 1 – 7 remotas 1 – 4 local. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos (7) 3072 entradas e 3072 saídas. utilizando módulos de E/S de 32 pontos com endereçamento de ½ ranhura no chassis de E/S (6) 2048 entradas e 2048 saídas.2: Especificações dos Controladores CLP-5 Números das Gavetas de E/S (2) Controlador Capacidade De E/S Número total de Gavetas de E/S Configurações Da Gaveta Modos de comunicação de E/S Remota Configuração Automática de E/S Memória do Controlador CLP-5/15 CLP-5/25 CLP-5/11 CLP-5/20 CLP-5/30 CLP-5/40 512 (3) 1024 (4) 512 (5) 512 (5) 1024 (4) 2048 (6) 4 8 4 4 8 16 CLP-5/40L 2048 (6) 16 CLP-5/60 CLP-5/60L 3072 (7) 3072 (7) 24 24 CLP-5/80 3072 (7) 24 1 – 4 local. 3 remotas 1 – 4 local.P. 512 entradas e 512 saídas.S.

G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 (Plataforma antiga) Indicador de comunicação Ativa / em Falha (verde / vermelho) Indicador de E/S Remota ativa / falha (verde / vermelho) Indicador do Modo de operação (verde) Indicador de Bateria Fraca (vermelho) Indicador operação / falha no controlador (verde / vermelho) Indicador Force (âmbar) Compartimento da bateria Conexão com o Terminal de Programação Conexão com a REDE DH+ Conexão com a REDE de E/S remota Conector para Tipo do conector Descrição Terminal de Programação 9 pinos. D-shell Comunicação com a rede 3 pinos DH+ Rede E/S remota 3 pinos Conecta um terminal de programação diretamente ao controlador. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 17 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos da rede DH+ Estabelece a conexão com a rede DH+ Estabelece a conexão com as gavetas de E/S remotas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S._________________________________________________________________________ Figura 2.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 Vista superior do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW3 SW2 Utilize a miniseletora SW1 Para: -definir o número da estação do controlador na rede DH+ -selecionar o modo de operação (adaptador ou scanner) para o controlador . operando como adaptador. . .determinar o número da gaveta de E/S do CLP-5.conectar um resistor de terminação na linha do controlador quando este for o último dispositivo da rede DH+ e/ou rede de E/S remota.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 2.determinar o número de palavras da tabela de dados reservadas para estabelecer a comunicação entre um controlador principal e o controlador CLP-5 operando como adaptador. SW2 SW3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 18 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.número do primeiro grupo da gaveta na qual o CLP-5. está instalado. operando como adaptador. .

Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos dos canais 1A . Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. 1A 1B 3 pinos Terminal de Programação 8 pinos. RS-422 e RS-423. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B 0 25 pinos. Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. 1 stop bit. O canal 1A do CLP-5/20 é uma porta DH+ fixa. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. escravo ou mestre). Portas de comunicação configuráveis pelo usuário.P.S. adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . sem paridade. mini-DIN (2 conectores) DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 19 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. D-shell Porta serial opticamente isolada.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 CLP-5/11 CLP-5/20 Chave seletora de Modo de operação LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Slot para instalação do módulo de memória EEPROM (opcional) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta serial Canal 0 Indicador de status do canal 1A (verde/verme -lho) Compartimento de bateria Conexão do terminal de programação quando o canal 1A está configurado para rede DH+ Canal 1A Porta DH+ fixa Indicador de status do canal 1B (verde/vermelho) Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps._________________________________________________________________________ Figura 2.

3 pinos Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. CLP-5/60 e CLP-5/80 CLP-5/40 . 1 stop bit. sem paridade. escravo ou mestre). adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus)._________________________________________________________________________ Figura 2. Terminal de 8 pinos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . mini-DIN Possui conexão paralela com o conector de 3 Programação (2 conectores) pinos dos canais 1A e 2A. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B Canais não utilizados: 2A e 2B 0 25 pinos.P. CLP-5/40. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 1A 1B 2A 2B . D-shell Porta serial opticamente isolada. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232.S. Utilizam-se estes conectores quando os canais 1A e 2A estiverem configurados para rede DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 20 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30. RS-422 e RS-423. 5/60 ou 5/80 CLP-5/30 Chave seletora de modo de operação Indicador do canal 2A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 2A estiver configurado para DH+ LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Indicador do canal 2B (verde constante) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta de comunicação Canal 2A Porta de comunicação Canal 2B Indicador do canal 1A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 1A estiver configurado para DH+ Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Indicador do canal 1B (verde constante) Instalação do módulo de memória EEPROM Porta serial Canal 0 Porta serial Canal 0 Compartimento de bateria Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. Portas de comunicação configuráveis pelo usuário.

RS-423 ou RS-422. Os padrões elétricos disponíveis são compatíveis com EIA RS-232C._________________________________________________________________________ Figura 2.P.S. CLP-5/20 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 21 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. CLP-5/60 e CLP-5/80 Vista lateral do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW2 Utilize a miniseletora SW1 SW2 Para: . CLP-5/40.definir o número da estação do canal 1A na Rede DH+ . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . CLP5/30.definir a configuração do padrão elétrico para a porta serial 0.K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/11 .

P. Localize o grupo SW1 (figura 17) 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Este ajuste é lido pelo Processador na energização e quando a memória do controlador apresenta uma falha que depois é removida. Ajuste a mini-seletora 7 em D (desligada)._________________________________________________________________________ 2. Importante: O ajuste default (de fábrica) da mini-seletora para o canal 1A é o endereço 0 da estação DH+ 1.S.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 L L L L L L L L L L L L L L L L Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 L L L L L L L L L L L L L L L L 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 20 21 22 23 24 25 26 27 30 31 32 33 34 35 36 37 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 22 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A Utilize o grupo de mini-seletoras SW1 para configurar o endereço da Estação DH+ do Controlador para o canal 1A quando este canal for utilizado para conexão à rede DH+. Tabela 2. Ajuste as mini-seletoras 1-6 de acordo com a tabela 3. pois não é utilizada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S. -423. Proceder como descrito a seguir: 1. 5.3.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 40 41 42 43 44 45 46 47 50 51 52 53 54 55 56 57 60 61 62 63 64 65 66 67 70 71 72 73 74 75 76 77 2._________________________________________________________________________ Tabela 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 8 e 10 estão sempre ajustadas em Off (desligada) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 23 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4: Configuração da Porta Serial do Controlador Para utilizar esta configuração da porta serial: Ajuste as mini-seletoras da seguinte forma: 1 L D L 2 L D L 3 L L L 4 D D D 5 D D D 6 L D L 7 L D D 8 D D D 9 L L L 10 D D D RS-232C RS-422A RS-423 Observação: As mini-seletoras 3 e 9 estão sempre ajustadas em On (ligada).P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Configuração da Porta Serial O canal 0 é uma porta serial configurável para comunicação RS-232C. -422 ou compatível. Utilize o grupo SW2 para especificar a configuração da porta. Ajuste o grupo SW2 de acordo com a tabela 4 Tabela 2. Localize o grupo de mini-seletoras SW2 (conforme figura 17) 2. As mini-seletoras 4.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 24 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. CLP-5/40E. cabo coaxial e fibra-óptica.S._________________________________________________________________________ Figura 2.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . CLP-5/80E (Plataforma ETHERNET) Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT).

P.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Estes Controladores possuem uma interface paralela de comunicação com Chassis de Expansão Local A porta 2 é a porta de expansão local e nela instala-se um cabo paralelo para interligação aos chassis de expansão local.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 25 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 2.

N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P. CLP-5/40C e CLP-5/80C (Plataforma CONTROL NET) Estes Controladores possuem uma interface ControlNet com redundância incorporada no próprio Módulo Processador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Figura 2. O cabo coaxial da rede ControlNet é instalado em um conector BNC ou em ambos conectores quando se trabalha com redundância de meio físico. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 26 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A porta 2 é a porta ControlNet e utiliza dois conectores do tipo BNC.

P.O Controlador pára de executar o programa aplicativo. Observação: O controlador pára de executar a varredura do programa aplicativo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 27 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Não é possível alterar o modo de operação através do terminal de programação.É possível salvar o programa aplicativo no disco rígido do programador (micro rodando o RSLogix5). .3 – Modos de operação do Controlador CLP-5 Quando a chave é colocada na posição RUN: . . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . .É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador.Executa-se o programa aplicativo.As saídas do Controlador são desabilitadas.As saídas do Controlador são habilitadas. . .Permite o force das E/S.É possível criar._________________________________________________________________________ 2.Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM. . . Quando a chave é colocada na posição PROG: .S. . modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados. criar ou apagar arquivos de dados ou alterar os modos de operação através do terminal de programação.O equipamento ou processo controlado por este Processador inicia a operação Impedimento: Não é possível criar ou apagar um arquivo de programa.3.

As saídas do controlador são habilitadas._________________________________________________________________________ Quando a chave é colocada na posição REM: .: Não é possível criar ou apagar programas de aplicação ou arquivos de dados.Controlador varre o programa aplicativo.É possível criar.É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador.S. Teste ou RUN através do terminal de programação.As saídas do Controlador são desabilitadas. modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados. . . .O Controlador pára de executar o programa aplicativo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Teste remoto / REM TEST .É possível alterar os modos de operação para Programação.Executa os programas de aplicação com as saídas desabilitadas. Programação remota / REM PROG . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM.P. Operação remota / REM RUN . . .Salvar/recuperar e editar programas em On Line Obs. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 28 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Ação substituir a bateria PROC à Led indicador de RUN ou Falha do CLP CPU no modo Program ou Test CPU no modo RUN ou Operação CPU com falha de Run Time (vermelho piscante) CPU com falha de hardware e/ou memória (vermelho fixo) FORCE à Led indicador de forces de E/S no CLP Não existe ponto forçado no CLP Existe(m) force(s) desabilitados (âmbar piscante) Existe(m) force(s) habilitados (âmbar fixo) COMM à Led indicador de comunicação pela porta serial Comunicação inativa (sem comunicação) Comunicação ativa (verde piscante) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 29 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.4 – LEDs sinalizadores de STATUS do CLP-5 BATT à Led indicador de bateria fraca Bateria normal Bateria fraca._________________________________________________________________________ 2.

Ao instalar a bateria. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 é 1770-XY (contém menos de ½ g de lítio). 5/30. 5/60L e 5/80 é 1770-XYC (contém menos de 0. deve-se proceder conforme descrito nas seguintes etapas: Etapa 1: Etapa 2: Etapa 3: Etapa 4: Etapa 5: Remova o controlador do saco antiestático. Quando o controlador não estiver sendo utilizado. para NÃO perder o programa. Entretanto. A não observância dos cuidados descritos a seguir poderá resultar em danos ao CLP-5 Para evitar danos ao controlador. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO ao trocar a bateria. durante a instalação da bateria. caso contrário. originárias de descargas eletrostáticas. 5/40. 5/20. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO. ATENÇÃO: Descargas eletrostáticas podem danificar os circuitos integrados ou os semicondutores do controlador._________________________________________________________________________ 2. Instale a bateria conforme figura 21.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 30 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . observe as seguintes precauções: • • • Use uma pulseira de aterramento ou toque em um objeto aterrado antes de manusear o controlador. Importante: Pode-se inserir ou remover a bateria sem que o controlador seja desenergizado. Coloque a cobertura do compartimento sobre a bateria e aperte os parafusos. durante a manutenção regular. guardá-lo em saco antiestático. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a bateria do controlador manterá os dados em sua memória CMOS-RAM. perderá a memória. 5/40L. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/11. Não toque nos pinos dos conectores ou no conector da placa de fundo do chassis de E/S.65 g de lítio).5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador Caso o controlador CLP-5 esteja desenergizado. Importante: O módulo CMOS RAM possui memória volátil. Quando houver substituição da bateria do controlador. Recomenda-se que a substituição da bateria de lítio seja feita todo ano ou quando o indicador de bateria (BATT) acender. 5/60. Localize o conector da bateria.3.S. Escreva a data da instalação da bateria na cobertura do compartimento.

5/60. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 31 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/11 ou CLP-5/20 B. b) Dobre os fios e coloque a bateria no compartimento. Observe o procedimento adequado de instalação para a bateria que está sendo substituída. C. Remova a bateria. proceder como descrito a seguir: 1 2 3 Solte os parafusos de aperto manual do compartimento de bateria. a) Encaixe devidamente o conector do controlador na bateria. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.-5/60. Figura 2. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/30. b) Para remover a bateria.O – Instalação da Bateria A. -5/40. 5/60L e 5/80 a) Encaixe devidamente o conector da bateria no conector do controlador. 5/40L. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP5/30. -5/40L ou -5/60L. 5/40.S._________________________________________________________________________ Para substituir a bateria. com a polaridade positiva primeiro. pressione a trava da bateria e desencaixe os conectores.

-5/60L ou -5/80 Os módulos de memória EEPROM são módulos opcionais e que são utilizados para armazenamento do programa aplicativo. -5/20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3. Desligue a alimentação do chassi e do controlador. . 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . além do backup via bateria de lítio. Os modelos de módulo EEPROM que podem ser adquiridos são: 1785-ME16: 16 K palavras 1785-ME32: 32 K palavras 1785-ME64: 64 K palavras Observe as seguintes precauções antiestáticas: 1. -5/40L._________________________________________________________________________ 2. Insira com firmeza o módulo EEPROM no controlador com o pino de codificação voltado para baixo. Marque o módulo de memória para indicar os programas ou controlador que será copiado. -ME64 Pino de codificação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 32 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ATENÇÃO: Não coloque ou remova a EEPROM se o controlador estiver energizado. pois isso poderá resultar em perda de memória do programa e falha do controlador.6 – Instalação dos módulos EEPROM nos Controladores CLP-5/11. -5/60. Figura 2.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM 1785-ME16. 2.P.S. A colocação do módulo estará correta se os pinos conectores na parte traseira da EEPROM forem encaixados adequadamente no conector correspondente no controlador.ME32. -5/30. -5/40.

_________________________________________________________________________ 2. temperatura. Faremos um breve estudo dos cartões da AB (Interfaces E/S) para racks e posteriormente quando estudarmos a rede de E/S remotas trataremos das interfaces chamadas Racks Remotos e Flex I/O. dependendo do tipo de fonte de alimentação usada para alimentar o sensor ou a solenóide. Geralmente estas interfaces podem ser Racks Remotos ou Flex I/O.4.1 .4 § SISTEMAS DE E/S Os sensores de campo digitais e analógicos (ex: chaves de nível. § § § 2. Estas interfaces podem ser instaladas em um rack Principal e/ou rack de expansão local ou remota. chaves de pressão.S. pressão.MÓDULOS DE E/S DIGITAIS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de Entradas e Saídas digitais fazem a interface dos sinais de entrada e saída de campo com o CLP.) são interligados ao CLP-5 através das Interfaces de E/S digitais e/ou analógicas como visto na Arquitetura do CLP-5. Existem módulos de entradas para tensões de corrente contínua e corrente alternada. Com relação aos módulos de Entradas e Saídas digitais para tensões de corrente contínua são definidos dois tipos de módulos: a) Sink ou lógica positiva b) Source ou lógica negativa. etc. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 33 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . transmissores de nível. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. Estas interfaces podem também ser instaladas em uma rede proprietária da Allen Bradley chamada de Rede de E/S remotas.

1.Q – Conexão do tipo entrada SINK 2. Figura 2.4. Quando o mesmo atua. ele fornece corrente ao circuito de entrada do módulo.1.Módulo de Entrada digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado ao positivo da fonte. ele drena corrente do circuito de entrada do módulo.2 . Quando o mesmo atua.Módulo de Entrada digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado ao negativo da fonte. Figura 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4._________________________________________________________________________ 2.S.1 .P.R – Conexão do tipo entrada SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 34 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Quando o terminal de saída do módulo atua.S – Conexão do tipo saída SINK 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Quando o terminal de saída do módulo atua.S.1.3 . ele fornece corrente para o dispositivo de campo.Módulo de Saída digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado entre o negativo da fonte externa e o terminal de saída do módulo. Figura 2. ele drena corrente do dispositivo de campo.4.1.Módulo de Saída digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado entre o positivo da fonte externa e o terminal de saída do módulo.4 .P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 2._________________________________________________________________________ 2.T – Conexão do tipo saída SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 35 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.

16 ou 32 canais.U – Vista do Frontal do Módulo de Entrada Digital .) Existem módulos de entrada com densidade de 8._________________________________________________________________________ 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.. Tabela 2. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Módulo 1771-IB 1771-IBD 1771-IBN 1771-IA 1771-IAD Número de canais 8 16 32 8 16 Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca 110 Vca Lógica Pos / Neg Pos Pos Pos - Figura 2. chaves de nível. chaves de filtro condensado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . botoeira local abre / fecha. Existem módulos de entrada para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada). pressostatos.Módulos de Entradas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( chaves fim de curso de válvulas.2 .(1771-IBN) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 36 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.4. etc..

P. relés de comando liga/desliga._________________________________________________________________________ 2.V – Vista do Frontal do Módulo de Saída de contato seco – (1771-OW16) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 37 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. lâmpadas..6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Módulo 1771-OB 1771-OBD 1771-OBN 1771-OA 1771-OW16 Número de canais 8 16 32 8 16 saídas de contato seco Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca Vcc / Vca Carga 2A 2A 2A 2A 2A Lógica Pos / Neg Neg Neg Neg - Figura 2. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo. Existem módulos de saída para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada). etc. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Módulos de Saídas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( solenóides. 16 ou 32 canais. contatores.S. Tabela 2.3 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ..4. sirenes.) Existem módulos de saída com densidade de 8.

) com o CLP. o processador modifica o valor para a saída da válvula em 90%.4.. velocidade.4 . etc.MÓDULOS DE E / S ANALÓGICAS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de E / S analógicas permitem que o CLP possa medir e / ou controlar grandezas físicas como temperatura. Existe um componente chamado conversor de analógico para digital (A/D) responsável pela conversão de um sinal de corrente ou tensão em um número binário proporcional na faixa de 0 a 4095 ou 0 a 32767 dependendo do tipo de conversor. velocidade.P. nível. nível. A quantidade de fluido que entra no tanque é controlada através do ajuste percentual de abertura da válvula. etc._________________________________________________________________________ 2.1 . Cada canal permite a interligação de um sinal de entrada analógica proveniente de um transmissor de corrente e / ou tensão. Um exemplo de aplicação utilizando estes módulos é o controle de nível indicado na figura abaixo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ajustando o valor para manter o nível o mais próximo do valor pré-determinado. o nível no tanque começa a subir e quando o nível está se aproximando do valor pré-determinado (Setpoint). Existem módulos de 8 canais diferenciais ou 16 canais simples.. temperatura. Inicialmente a válvula é aberta com 100%. corrente.W – Controle de nível Sinal de corrente de 4 a 20 mA Válvula CPU Módulo EA Tanque Sinal de corrente de 4 a 20 mA Módulo SA L/I Transmissor de nível 2. pressão. § § § Exemplos: Transmissor de temperatura Transmissor de pressão à 4 a 20 mA à A/D à 0 a 4095 à 0 a 10 Vcc à A/D à 0 a 4095 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 38 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . dessa forma. Figura 2. 80%.4.Módulos de Entrada Analógica Os módulos de Entrada Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: pressão.

Existe um conversor A/D de 12 bits 4 mA 12 mA 20 mA à0 à 2048 à 4095 Diagrama de conexão do módulo 1771-IFE com transmissores a 2 fios ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 39 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. . Figura 2.Cada EA pode ser individualmente configurada para uma entrada de corrente ou tensão (via hardware)._________________________________________________________________________ A conversão do sinal para escala em unidades de engenharia pode ser configurada no próprio módulo EA ou feita através de programa utilizando-se instruções matemáticas.P.É um módulo de EA configurável para 16 canais simples ou 8 canais diferenciais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .X – Conversor A/D Conversor Analógico / Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão A/D 0 a 4095 Registro no CLP Exemplo: Módulo 1771-IFE . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . .

_________________________________________________________________________ 2.4.4.2 - Módulos de Saídas Analógicas Os módulos de Saída Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: comando de abertura de uma válvula proporcional) com o CLP. Existem módulos de 4 canais. Cada canal permite a interligação de um sinal de saída analógica. Existe um componente chamado conversor de digital para analógico (D/A) responsável pela conversão de um número binário de 0 a 4095 em um sinal de corrente e / ou tensão configurado. Exemplos: § Abertura da válvula em 50% => § Abertura da válvula em 100% =>

2048 => D/A => 12 mA 4095 => D/A => 20 mA

A conversão do sinal de unidades de engenharia para a faixa de 0 a 4095 counts pode ser feita através de instruções matemáticas ou configuradas no próprio módulo de SA.

Figura 2.Y – Conversor D/A

Conversor Digital / Analógico Comando Abertura de 50% 2048 0 a 4095 4 ~ 20 mA
atuador elétrico

D/A
Válvula proporcional

REGISTRO NO CLP

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 40 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Exemplo: Módulo 1771-OFE2 - É um módulo de SA com 04 saídas isoladas de 4 a 20 mA. - O conversor D/A do módulo é de 12 bits 0 à 0 mA 2048 à 12 mA 4095 à 20 mA Diagrama de conexão de um dispositivo analógico à borneira do módulo 1771OFE2

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 41 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________

3. Rede de E/S local estendida usando os CLP – 5/40L ou CLP-5/60L
§ § É possível expandirmos a quantidade de módulos de E/S inserindo os mesmos em chassis de expansão local (chassi que não contém CPU). Em cada chassi de expansão deverá ser instalado um módulo adaptador de E/S local estendida (1771-ALX). Este módulo só pode ser interligado a controladores CLP-5/40L ou CLP-5/60L. A rede de expansão Local é uma rede de comunicação paralela do controlador programável. Esta rede utiliza um módulo 1771-ALX em cada chassi. O comprimento máximo do cabo para esta rede é de 30 m.
Comprimento do cabo (m) 1 2 5 7 10 15 20 25 30 Código de catálogo 1771-CX1 1771-CX2 1771-CX5 1771-CX7 1771-CX10 1771-CX15 1771-CX20 1771-CX25 1771-CX30

§

§

§ § §

Os cabos possuem um conector de terminação simples em uma ponta e um conector de terminação dupla na outra. Para interligar os chassis ao controlador é necessário instalar os seguintes módulos: Controlador CLP-5/40L ou CLP-5/60L § A porta 2 incorporada ao controlador é a interface para comunicação com os chassis de expansão local estendida. § Fornece uma Interface paralela de alta velocidade. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status. Módulo adaptador de E/S local estendida – 1771-ALX § Sempre localizado na 1ª (primeira) ranhura do rack de expansão. § Último módulo 1771-ALX requer plug terminador. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status.
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

§

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 42 de 212

_________________________________________________________________________ Figura 3.A – Desenho da rede E/S Local estendida

CLP-5/40L ou CLP-5/60L

1771-ALX

1771-ALX

Figura 3.B - Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 43 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

S. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros.A .Desenho de interligação da rede de E/S Remotas CLP-5/80 CLP 1771-ASB 1794-ASB à Canal 1B – Scanner (Mestre) à Módulo adaptador (Escravo) à Módulo adaptador (Escravo) Canal 1B (Scanner) Rack Remoto 1771 Rack Remoto 1771 Flex I/O 1794 179417942 2 1794-ASB 0 1 2 3 4 5 1794-ASB 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 Flex I/O 1794 179417942 2 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0 8 9 10 11 12 13 14 15 0 1 2 3 4 5 6 7 1771-ASB 1771-ASB REDE E/S REMOTAS IHM (Painel View) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 44 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Através da rede universal de E/S todos os sinais de instrumentos da plataforma são conectados em interfaces de E/S digitais e analógicas chamadas de racks E/S remotas (1771) e / ou Flex I/O (1794) conectados nesta rede com um endereço específico de Gaveta (Rack lógico) e grupo inicial de E/S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o Controlador do PLC-5 localizado no Rack Principal terá controle sobre todos os sinais de E/S distribuídos nesta rede. Baixo custo de cabeamento. Rede determinística – protocolo: Mestre / Escravo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Desta forma. Tipos de subsistemas de E/S instalados na rede E/S remota: § Racks Remotos (Módulos E/S . Rede de E/S Remotas (RIO) 4.Características gerais da rede § § § § § § § § E/S distribuídas.1 .Conceito É uma rede de dispositivos com protocolo fechado Allen Bradley. Número total de Gavetas depende do modelo do Controlador PLC-5.1771 e módulos especiais) § Flex I/O (Módulos E/S – plataforma 1794) Figura 4.1 .1. Fácil Diagnóstico. Configuração dos módulos adaptadores ASB feita via hardware. 4._________________________________________________________________________ 4.

S.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 4. É necessário um módulo adaptador de E/S remotas para cada chassis remoto.P.4 – MÓDULO ADAPTADOR DE E/S REMOTAS – 1771-ASB O módulo adaptador de E/S remotas é colocado na primeira ranhura do chassi remoto.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 4._________________________________________________________________________ 4.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 45 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115. Ele é a interface entre os módulos de E/S instalados no chassi e o módulo scanner localizado no Controlador CLP-5.3 – Velocidades § § § 57. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 4.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . podemos instalar no chassi. podemos instalar no chassi. módulos de E/S de 32 pontos para qualquer tipo de endereçamento. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 46 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 As mini-seletoras SW1 são utilizadas para configurar: § número da Gaveta ou Rack Lógico § número do Grupo de E/S inicial § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares As mini-seletoras SW2 são utilizadas para configurar: § velocidade da rede (Baud rate) em função da distância máxima do cabo § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares § ciclo de varredura do módulo scanner em todos os slots do chassis § link de resposta – emula tempo de resposta do adaptador série B necessário para comunicação com scanners do CLP-2 ou CLP-3. entretanto não é possível instalar módulos 1771-IX ou 1771-IY Se os 03 jumpers forem colocados na posição à direita. módulos 1771-IX ou 1771-IY para qualquer tipo de endereçamento.1 – Configuração do jumper § Se os 03 jumpers forem colocados na posição à esquerda._________________________________________________________________________ 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . § 4. entretanto não é possível instalar módulos de E/S de 32 pontos.P.4.4.

_________________________________________________________________________ 4.4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 47 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .C – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8 Miniseletora Posição Descrição Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis de ½ ranhura Define o endereçamento do Chassis de 1 ranhura Define o endereçamento do Chassis de 2 ranhuras Não permitido Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada ON SW-1 OFF ON SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 / SW-6 SW-7 SW-8 OFF OFF OFF OFF ON OFF ON ON OFF OFF ON OFF OFF ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 48 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 4.3 – Configuração da mini-seletora do Chassi de E/S remotas No “backplane” (placa de fundo) do Chassi de E/S remotas existe um conjunto de 08 mini-seletoras utilizadas para a configuração do mesmo. as saídas deste chassis são desenergizadas. A CPU pode reinicializar a comunicação com o módulo ASB após a correção da falha de comunicação.S. Figura 4. as saídas deste chassis são mantidas no último estado. O chassis de E/S deverá ser resetado através de um botão (manualmente) após a correção da falha de comunicação.P. Mostraremos agora a configuração do Chassis de E/S remotas. Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). aquele que abriga o Módulo adaptador de E/S remotas (1771-ASB).4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ou seja.

4 – Diagrama de interligação do cabo 1770-CD na borneira do módulo 1771-ASB 4.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – LEDs sinalizadores de status do módulo adaptador 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 49 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 4.P.S.4.

Colocar o processador no modo RUN. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 50 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o módulo ficará em falha até que a falha seja corrigida . número do rack) Piscante OFF OFF Sequência ON / OFF dos leds de cima para baixo Piscante alternadamente OFF Existe outro módulo Adaptador com o mesmo endereço na rede Mini-seletora do chassis Processor restart lockout na posição ON Corrigir o endereço OFF OFF ON Chassis E/S com falha Podem existir problemas entre: .se o problema persistir. Checar chassis e se necessário substituí-lo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . troque o módulo ou chassis.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Active Indicador Adapter Fault I/O Rack Descrição Indicação normal. Reenergize o chassis para resetar as falhas de um possível problema resultante de ruídos.P. adaptador remoto em operação normal.S.curto circuito no backplane ou no módulo E/S Possível curto no backplane Excessivo ruído no backplane Piscante OFF ON Violação no chassi Pressione o botão de reset ou re-energize o chassis: .remova e substitua todos os módulos . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . . Identificar fonte de ruído.checar se o botão de pulso não foi corretamente instalado na borneira do módulo adaptador. Processador em modo RUN Falha no adaptador Causa provável Ação recomendada ON OFF OFF OFF ON OFF Falha de memória RAM Timeout Watchdog ON Piscante OFF OFF ON ON Erro no adaptador Grupo inicial incorreto Módulo não comunicando Módulo não comunicando Adaptador não controlando E/S (link de comunicação com scanner é normal) e autoconfiguração foi feita com sucesso Módulo não comunicando Módulo adaptador não controlando as E/S Módulo em slot incorreto Erro no grupo inicial ou endereço do Rack Lógico Velocidade setada de forma incorreta Varredura setada para todos + últimos 4 slots em rack com tamanho de 1/4 Processador no modo Program ou Test ou falha na configuração Piscante ao mesmo tempo ON ON OFF ON Energize novamente o módulo. Caso necessário substitua o módulo.adaptador e um módulo no chassis. Colocar o módulo em slot correto no chassis Checar mini-seletoras SW1 e SW2 Checar mini-seletora SW2 Resetar configuração de scan._________________________________________________________________________ Tabela 4. Corrigir a configuração (tamanho de rack.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . substituao Desligado – canal do módulo scanner não foi configurado para ser ativo na rede RIO.S. Fiação entre o módulo Scanner e o módulo adaptador interrompida ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 51 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Checar chassis e se necessário substituí-lo Checar led indicador de COM do scanner Verde fixo – normal Piscante verde – no mínimo um nó da rede falhou Vermelho – scanner pode ter um problema de hardware.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Indicador Adapter Fault Piscante ON Active I/O Rack OFF Descrição Falha na linha de identificação do módulo Módulo não comunicando Causa provável Excessivo ruído no backplane Ação recomendada Identificar fonte de ruído. OFF OFF OFF Falha na Fonte de alimentação Checar o cabo da fonte de alimentação e conexões e verifique se o módulo adaptador está inserido corretamente no chassis. Configuração não realizada com sucesso ou módulo Scanner não configurado corretamente. Corrigir cabo e defeitos na fiação.P._________________________________________________________________________ Tabela 4.

pino 2 e SH (shield = blindagem)._________________________________________________________________________ 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.5 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE RIO O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1.P. O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 52 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Ele é formado por: § 1 módulo adaptador (1794-ASB) com fonte de alimentação incorporada. Figura 4.6 – SUBSISTEMA DE E/S REMOTAS FLEX I/O FLEX I / O fornece um subsistema de E/S Remotas utilizado para aquisição de sinais digitais e analógicos do processo e que através da rede RIO fornece uma interface para Controladores da família 5.P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .D ._________________________________________________________________________ 4. § 8 bases terminais (1794-TB3) montadas em trilho DIN e que fornecem suporte para módulos de E/S em qualquer combinação.Vista frontal do módulo adaptador 1794-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 53 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ao contrário do chassi 1771 que deve ser desenergizado quando for executar a troca dos cartões. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . § 8 módulos de E/S digitais e analógicas. Um FLEX I/O ocupa um nó da rede RIO do CLP-5. O FLEX I / O é mais compacto que o chassi padrão para PLC-5 (1771) e tem a grande vantagem de permitir “troca a quente” dos módulos de E/S.

Neste caso. podemos inserir módulos de Entradas e Saídas de 8 e / ou 16 pontos. Acessar site www.P.com/manuals e procurar por 1794-ASB. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 54 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Observação: Para informações detalhadas de configuração das mini-seletoras. Isto devido à seleção de endereçamento de 1 ranhura para o Flex I/O.1 – Configuração básica das mini-seletoras do Módulo adaptador de E/S (1794-ASB) 8 7 6 5 4 3 2 1 ON SW1 ON SW2 8 7 6 5 4 3 2 1 Modo de operação 0 (*) Mantém Entradas último estado Seleção de Falha de Rack Modo de operação 1 (*) Baud rate ( velocidade ) Reinicialização automática pela CPU Mantém último estado Saídas Grupo E/S Inicial Número Rack E/S (*) As mini-seletoras SW2-5 e SW2-8 vêm de fábrica na posição ON._________________________________________________________________________ Cada subsistema FLEX I / O fornece 128 E/S digitais (16 x 8) ou 64 E/S analógicas (8 x 8) Figura 4.Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre trilho DIN 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . favor consultar manual do fabricante.5.E .S.ab.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ControlLogix 5000 § Terminais de programação rodando software IPDS (AB6200).S.Conceito É uma rede proprietária da Allen Bradley e utilizada para comunicação (transferência de dados) entre Controladores PLC-5. 5. Terminais de programação (rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) e Sistemas SCADAS (ESC ou ECOS) podem ser instalados na rede DH+ para comunicação com Controladores PLC-5.1. Exemplo de aplicação: Painel de Geradores da Plataforma utiliza PLC-5 Painel de Utilidades da Plataforma utiliza PLC-5 Deseja-se interligar Utilidades com Geradores através da rede DH+ para transferência de dados (sinais de comandos e status). Baixo custo de cabeamento. SLC-5/04. Fácil Diagnóstico. AI Séries 5 e RS Logix 5 (Plataforma Windows) § ESC e / ou ECOS à sistemas de Supervisão e Controle ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 55 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Características gerais da rede § § § § § § § § Permite controle distribuido. Rede Data Highway Plus (DH+) 5.P. Número total de estações na rede é de 64 nós. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Tipos de equipamentos que podem ser instalados na rede: § Controladores PLC-5. Configuração das estações da rede via hardware e via software._________________________________________________________________________ 5. SLC-500 e ControlLogix 5000.1 .1 . Rede determinística – protocolo: Token Passing. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros.

2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 5.Desenho de interligação da rede DH+ CONTROLOGIX IHM ESC OU ECOS RT = 150 OHM TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO PLC-5 RT = 150 OHM Rede DH+ SLC-5/04 5.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 5.A .6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115._________________________________________________________________________ Figura 5.4 – Protocolo § Passagem de bastão (Token passing) 5.5 – Número máximo de estações por rede § 64 estações (nós) endereçadas em OCTAL na faixa de 00 77 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 56 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3 – Velocidades § § § 57.

-5/80 vem configurado de fábrica para funcionar como canal DH+ e cujo endereço do número da estação é feito através da mini-seletora SW2 do Controlador conforme descrito anteriormente.P.Placa PCMK ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 57 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. podem se necessário. -5/60.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 5/60 e 5/80. Os canais 1B para os controladores CLP-5/30. -5/40. serem configurados como canais DH+ cujas configurações e atribuições dos números das estações são feitas através do software RS Logix 5 5.6._________________________________________________________________________ Observação: O canal 1A dos CLP-5/11. -5/40. -5/20.2 – Interface para notebook (Exemplo: terminal de programação rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) As interface utilizada é instalada em slot PCMCIA do notebook: 1784-PCMK Figura 5.6.C . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Interface para DESKTOP (Exemplo: IBM/PC rodando software de supervisão e controle IN TOUCH) Figura 5. -5/60.B – Placa 1784-KTX As interfaces utilizadas são: 1784-KT 1784-KTX 1784-KTXD 1784-KTX 5.6 – INTERFACES DE MICROS PARA REDE DH+ 5. -5/80 podem se necessário ser configurados como canal DH+ cuja configuração e atribuição do número da estação é feita através do software RS Logix 5 Os canais 2A e 2B para os controladores CLP-5/40. -5/30.

5.S. pino 2 e SH (shield = blindagem). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 58 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7 – TRANSFERÊNCIA DE DADOS ENTRE CONTROLADORES PLC-5 e SLC-500 A transferência de dados entre Controladores na rede DH+ é feita através de programação de blocos de instruções.8 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE DH+ O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. A instrução para transferência de dados é chamada de MSG (Message)._________________________________________________________________________ 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A programação desta instrução é feita através do editor ladder do RS Logix 5.

fibra óptica (10BaseFL) nós por segmento. Rede Ethernet Industrial (TCP/IP) 6. somente 02 cabo coaxial fino (10Base2) à distância máxima de aproximadamente 200 m.1 .5 m. distância máxima entre nós de 2. distância máxima entre nós de 0.Conceito É uma rede local utilizada para comunicação entre a(s) ESC(s) / ECOS e o(s) PLC(s) (LAN à Local Area Network) de alta velocidade . à distância máxima de 100 m.2 – Meios físicos: par trançado (10BaseT) nós por segmento de rede. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 30 nós.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 6. 100 Mbps e 1Gbps Observação: As interfaces Ethernet do PLC-5 operam com velocidade de 10 Mbps ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 59 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. somente 02 à comunicação via ondas de rádio (tecnologia sem fio) 6.5 m cabo coaxial grosso (10Base5) à distância máxima de aproximadamente 500 m. wireless RF à distância máxima de 2000 m.S.3 – Velocidades: 10 Mbps . 100 nós. 6.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4._________________________________________________________________________ 6.2 – ANEL Anel ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 60 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – BARRAMENTO Utiliza um cabo tronco (principal) e derivações do tipo T para conexão de equipamentos.4 – Topologias: 6. Mídias 10Base2 (cabo coaxial fino) 10Base5 (cabo coaxial grosso) 6.4.P.S.

5 – Protocolo TCP / IP – Protocolo de Controle de Transmissão / Internet Protocol 6. Falha de um nó não afeta os demais nós.S._________________________________________________________________________ 6. Se nenhum sinal “carrier” for detectado em um intervalo de tempo.3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 61 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Se dois dispositivos transmitirem ao mesmo tempo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Esta colisão gera “atrasos” na retransmissão dos dados em um período de tempo indeterminado.6 – Acesso CSMA / CD – CARRIER SENSE MULTIPLE ACCESS / COLLISION DETECT É um mecanismo de transmissão de dados onde os dispositivos que estão prontos para transmitir. checam por um sinal de “carrier” (portadora) no canal de transmissão.P. ocorre colisão que é detectada por todos os equipamentos que transmitiram os dados. cada dispositivo é conectado a um concentrador de informações (hub / switch).3 – ESTRELA Nesta topologia. Falha no concentrador gera falha na rede toda. o dispositivo poderá transmitir. Mídias 10/100BaseT (Par trançado) 100BASE-FL Hub / switch 6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4. Este acesso CSMA/CD é regido pela ETHERNET e padrão IEEE 802.

Exemplo: IP Address: 10. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . tipo de máquina e o identificador da unidade (lote). Exemplo: Allen Bradley é 00-00-BC-XX-XX-XX GE Fanuc é 08-00-19-XX-XX-XX 6.12 Este endereço contém informações que auxiliam a rota de dados através da rede para o nó destino.P.121. Cada dispositivo tem seu próprio endereço de IP diferentemente dos demais nós. Ele não contém qualquer informação da rota. O endereço lógico chamado de IP Address é formado por 32 bits utilizados para identificar nós na rede (IPv4).S.1. O endereço físico (Endereço de Hardware) é um número que identifica o fabricante.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 62 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Não pode haver duplicidade de nós na rede._________________________________________________________________________ 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . existem dois tipos de endereços para cada dispositivo: Endereço físico Endereço lógico à endereço fornecido pelo fabricante do dispositivo (fixo) à endereço definido via software pelo usuário. No protocolo TCP/IP.7 – Endereço de IP Cada dispositivo conectado na rede é identificado individualmente através de um número de nó chamado de endereço de IP (IP Address).

5/40E e 5/80E Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 63 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada: Controladores CLP-5/20E. cabo coaxial e fibra-óptica. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos.S.P. Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT)._________________________________________________________________________ 6.

P. Existem parafusos de fixação desta interface ao Controlador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET: Este módulo fornece um canal Ethernet adicional para os Controladores CLP5/20E.S.A . Figura 6.Vista frontal do módulo 1785-ENET ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 64 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. -5/40E e -5/80E. Para os demais controladores CLP-5 este módulo fornece uma interface Ethernet . O canal Ethernet que é configurado para este módulo é o canal 3A A configuração deste canal é feita através do software RS Logix 5 Este módulo deverá ser encaixado obrigatoriamente na ranhura à direita da CPU (Controlador CLP-5). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

pressão de descarga. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . temperatura na sucção. Cada sistema de controle utiliza um PLC redundante para acionamento e proteção das bombas. Para cada bomba utiliza-se um variador de freqüência (VSD) para controlar a vazão da bomba e um ISP (Integrated Surface Panel) que é um painel multisensor utilizado para monitoração dos sinais das bombas (pressão de sucção. vibração do motor. Este tipo de rede é muito utilizado em controle de processos de exploração de óleo e gás.Conceito É uma rede serial com protocolo aberto Modbus RTU ou ASCII para transmissão e recepção de dados.RTU ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 65 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Exemplo de aplicação em plataformas: Em plataformas existe um ou mais sistemas de controle das BCS (Bombas Centrífugas Submersas).) Estes equipamentos VSD e ISP se comunicam com o PLC da BCS através da rede serial com protocolo Modbus-RTU. Figura 7.1 .A .S.RTU 7.Exemplo de rede serial Modbus . etc. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Rede Modbus . entre equipamentos de diferentes fabricantes._________________________________________________________________________ 7. para aquisição de sinais e controle dos mesmos.P.

2 – Meios físicos e padrões elétricos: EIA RS-232. O MESTRE inicia um comando de leitura ou escrita de dados para cada dispositivo ESCRAVO na rede. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . comunicação serial com driver de linha e full duplex (balanceada) – comunicação a 4 fios EIA RS-485.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 66 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O nó 0 é reservado para comunicação do tipo “broadcast”. Utiliza-se cabo par trançado com blindagem (impedância recomendada é de 120 Ohm) Geralmente o padrão elétrico mais utilizado é o EIA RS-485 (multidrop) com comprimento máximo do cabo de 1200 m. O(s) ESCRAVO(s) somente responde(m) ao(s) comando(s) enviado(s) pelo MESTRE. comunicação serial ponto a ponto. comunicação serial com driver de linha e half duplex (balanceada) ´comunicação a 2 fios. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A iniciativa de comunicação é sempre do MESTRE.3 – Princípio básico de comunicação no Modbus: MESTRE / ESCRAVO Na rede deve existir somente um nó (dispositivo) MESTRE ativado e um ou mais nós (dispositivos) ESCRAVOS até um total de 247 nós (endereçados em decimal de 1 a 247). sem driver de linha (desbalanceada).S._________________________________________________________________________ 7. EIA RS-422. 7.

P..4 – MÓDULO DE COMUNICAÇÃO MODBUS PARA CLP-5 Figura 7. ISP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O módulo ocupa fisicamente uma ranhura do chassi Cada módulo apresenta 02 canais (denominados de PORTA 1 e PORTA 2) que podem ser configurados como MESTRES OU ESCRAVOS para comunicação com outros CLPs e/ou SDCDs e / ou dispositivos de outros fabricantes (VSD. O módulo pode ser instalado no Chassi Principal ou Chassi Remoto (instalado na rede RIO). As portas podem ser configuradas para os 03 padrões elétricos EIA RS-232. etc.Vista frontal do módulo 3100-MCM LEDs indicadores de STATUS PORTA 2 PORTA 1 7. RS422 ou RS-485._________________________________________________________________________ 7.4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 67 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas..) utilizando o protocolo serial MODBUS-RTU ou ASCII.1 – Características do 3100-MCM O módulo de comunicação MODBUS compatível com chassis da série 1771 para PLC-5 é o 3100-MCM fabricado pela PROSOFT. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.B .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 68 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 7.P.C . A comunicação entre o módulo 3100-MCM e o(s) dispositivos ESCRAVOS é feita através do driver para protocolo MODBUS-RTU na própria placa._________________________________________________________________________ A comunicação entre o Módulo Controlador (CLP-5) e o módulo 3100-MCM é programada através de blocos de instruções BTW e BTR.S.

REGISTRO DE PONTO FLUTUANTE É um conjunto formado por 02 registros (32bits).S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . BYTE É um conjunto formado por 8 bits. Ele pode ser usado também para armazenar valores numéricos na faixa de 0 a 65535 (UINT) ou -32768 a +32767 (SINT) Exemplos: Temperatura do motor = 48º C Pressão de sucção da bomba = 12 kgf/cm2 8.17x10-38 a +/-3. MEMÓRIA DO CLP-5 8. BIT . 8.1 .647 ou utilizado para armazenar um valor real e / ou fracionário do tipo REAL na faixa de +/.2.1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 69 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. É usado para armazenar o status de uma entrada digital ou saída digital Exemplos: Entrada digital Entrada digital Saída digital Saída digital => chave aberta => chave fechada => solenóide desenergizada => solenóide energizada => bit = 0 => bit = 1 => bit = 0 => bit = 1 8.1.1.1.1.CONCEITOS BÁSICOS 8.483.1.40x10+38.648 a + 2.P. O registro de ponto flutuante pode ser utilizado para armazenar um valor inteiro do tipo DINT na faixa de -2.483.Dígito binário É a menor unidade de informação digital. O byte pode ser utilizado para armazenar o status de até 8 entradas ou saídas digitais.3.147. REGISTRO ou PALAVRA É um conjunto formado por 16 bits._________________________________________________________________________ 8.4.147. O registro pode ser utilizado para armazenar o status de até 16 entradas ou 16 saídas digitais. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

entender como é realizado o seu endereçamento.2 – Arquivos de Programa Os arquivos de programa incluem os seguintes tipos: arquivo de Programa Principal ( arquivo de número 2 ) arquivos de passo e de transição para o diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ) ( arquivos selecionados entre 2 a 999 ) arquivos de subrotinas acessados através do programa principal ou através dos arquivos de passos do Controle Sequencial de Funções( SFC ) ( arquivos selecionados entre 3 a 999 ) arquivo de Rotina de Falha ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) - - Cada arquivo de programa utiliza quatro palavras de cabeçalho. bem como os procedimentos necessários para a edição de um programa.2.2.Generalidades Por ser o CLP-5 um controlador que difere dos demais controladores da ABCE é necessário. 8._________________________________________________________________________ 8.1 . obter informações sobre os arquivos de programas e de dados que compõem sua memória. antes de conhecer seu conjunto de instruções. sendo que a mesma pode ser composta por até 10 caracteres. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 70 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. 8.1 – Arquivos Reservados Arquivo de Programa no 0 – O arquivo de programa número 0 é reservado para armazenar a senha e a identificação do programa. A senha é utilizada para proteger o acesso ao sistema. Uma senha utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres.S.ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA DO CLP-5 8.P.

O arquivo número 2.2. Este arquivo não é disponível para armazenar programas na forma de diagrama de contatos. consulte o Manual do Fabricante. sendo que cada um desses programas pode representar um passo ou uma transição no diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 8.2 – Arquivo do Programa Principal Quando não estiver sendo utilizado o Controle Sequencial de Funções (SFC). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . por definição já é um arquivo MCP.3 – Arquivos de Transição e de Passo do SFC Os arquivos de programas de 2 a 999 podem ser utilizados para armazenar programas na forma de diagrama de contatos. RS Logix 5 ). O número de palavras disponíveis para esse arquivo é a diferença entre a capacidade máxima de palavras da memória do controlador e o número de palavras utilizadas por todos os outros arquivos. e mais de 8 caracteres no software RS Logix 5. - Arquivo de Programa no 1 – O arquivo de programa número 1 controla a estrutura do controle sequencial de funções ( acessado somente através do software do CLP-5 ).P. A lógica de cada passo e de cada transição é colocada em um arquivo distinto e o controlador varre cada um desses arquivos de acordo com o diagrama.Cada nome de arquivo de programa utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres. 8.2. também chamados de arquivos MCP ( Main Control Program ). o arquivo de programa número 2 armazena o programa principal. um nome para cada arquivo de programa e uma descrição para cada arquivo de programa ( opcional ). . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 71 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. sendo que os mesmos são compostos por até 8 caracteres ( softwares 6200 e AI Séries 5 ). sendo que o mesmo é composto por até 10 caracteres.Os programas são identificados através de um nome de projeto. Nomes de projeto não utilizam cabeçalho e utilizam uma palavra para cada dois caracteres. No CLP-5 podemos configurar para o Controlador um total de 16 arquivos de programa principal.2.2._________________________________________________________________________ .S. Cada descrição de arquivo de programa pode ser composto por até 50 caracteres ( AI Séries 5 . Para informações adicionais sobre o Controle Sequencial de Funções.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 72 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. do arquivo de Status do Controlador. em aplicações onde a programação repetitiva é requerida ou. Para habilitá-lo. onde seções do programa de aplicação não precisam ser executadas a cada varredura. O controlador varre um arquivo de subrotina sempre que encontra uma instrução informando-o para fazê-lo e retorna ao programa anterior no ponto em que saiu para a subrotina.2.2. 8. Pode-se especificar qualquer número de arquivo de 3 a 999 para designar o arquivo de interrupção.4 – Arquivos de Subrotinas Os arquivos de programa 3-999 podem ser utilizados para armazenar subrotinas._________________________________________________________________________ 8. para um arquivo de interrupção. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o controlador detecta um erro e energiza um bit de falha de advertência no arquivo de Status do Controlador. Ao detectar uma falha grave o controlador interrompe a varredura do programa de aplicação e varre o arquivo de Rotina de Falha.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável Pode-se programar o CLP-5 para saltar.6 – Arquivo de Rotina de Falha Um arquivo de programa 3-999 pode ser selecionado para armazenar a Rotina de Falha. a um intervalo de tempo determinado. é necessário certificar-se de que a varredura do mesmo se complete antes que o tempo de interrupção termine. que se otimize o tempo de varredura. Os arquivos de subrotinas permitem um melhor aproveitamento da memória.2. Para habilitar esse arquivo é necessário inserir seu número na palavra 29 do arquivo de Status do Controlador. deve-se inserir o número do arquivo e o tempo de interrupção nas palavras 31 e 30. criado para tratar algumas situações de falhas graves. Do contrário. Cada subrotina deve estar em um arquivo distinto numerado de 3 a 999. periodicamente. deve-se programar o retorno na ordem inversa. Porém. Quando o programa na forma de diagrama de contatos ( Ladder ) do arquivo de interrupção começa a ser varrido.P.2. Em um programa de aplicação pode-se ter até oito níveis de subrotinas. a contagem do tempo recomeça. respectivamente. Portanto. 8.S.2. reconstituindose os saltos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

na energização.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O controlador pode ser programado. Módulo de Memória EEPROM – O conteúdo do Módulo EEPROM é transferido totalmente para o CLP-5.Terminal de Programação através da rede Data Highway Plus – A transferência ocorre apenas quando a memória e capacidade de pontos de E/S não excedem os limites do controlador que está recebendo o programa. ao detectar uma falha grave. Essa transferência é realizada através dos seguintes dispositivos: . - Sem a interferência da Rotina de Falha. Um módulo EEPROM 1785-MJ de 8K gravado por um CLP-5/25 não pode ser utilizado por um CLP-5/15. varrer o arquivo de Rotina de Falha apenas uma vez. 8. automaticamente para o modo de programação e todas as saídas físicas são desenergizadas.S. Assim o programa da Rotina de Falha pode monitorar os códigos de falha resultantes e agir adequadamente. se possa examinar esta informação._________________________________________________________________________ Se não for criada uma rotina de falha. para que. O controlador retém os números do arquivo de programa e da linha que contém a instrução que provocou a falha. tanto de mesma versão quanto de versões diferentes. Se entretanto o Módulo 1785-MJ for gravado em um CLP-5/15 o mesmo poderá ser utilizado em um CLP-5/25. quando ocorreu a perda da alimentação. o controlador passa. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 73 de 212 .2.2. reassumir varrendo os passos que estavam ativos quando da queda de alimentação. Computador via rede Data Highway Plus ou via rede Data Highway – As transferências de programas entre controladores Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. a partir do terminal de programação. e: decidir se as condições de máquina permitem reassumir varrendo o programa principal a partir da primeira linha realizar um desligamento ordenado parar no final da Rotina de Falha ( requer interferência manual ) com o diagrama SFC.7 – Transferência de Arquivos de Programas Pode-se transferir arquivos de programas entre Controladores CLP5. Pode-se também utilizar a Rotina de Falha quando da perda de alimentação. o controlador reassume varrendo a primeira linha do arquivo de programa que estava varrendo. para no retorno.

S.2. A tabela 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . duas ou três palavras. 8._________________________________________________________________________ através de um computador são limitadas apenas a controladores de mesma versão e mesma série. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3 – Arquivos de Dados O Controlador CLP-5 permite até 1000 arquivos de diversos tipos. só é realizada a transferência entre CLP’s de mesmo modelo e série. Um elemento utiliza uma.P.1 a seguir apresenta a organização da memória para os arquivos de dados do Controlador CLP-5 Símbolo a ser utilizado no desenvolvimento do programa Número máximo Tipo de de Elementos Arquivo * * 32 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Saída Entrada Status Bit Temporizador Contador Controle Inteiro Ponto Flutuante Número do Palavras por Arquivo Elemento 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9-999 1 1 1 1 (16 bits) 3 3 3 1 2 O I S B T C R N F Tipo de arquivo atribuído conforme a necessidade * Depende da Capacidade de endereçamento de pontos de E/S de cada modelo de CLP-5 Tabela 8. isto é. sendo que cada tipo de arquivo pode armazenar até 1000 elementos.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 74 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. dependendo do tipo do arquivo.

abaixo do arquivo de Status e em determinadas localizações. Ponto Flutuante. Caso se tente faze-lo. palavra 0. Arquivos de E/S ( 1 e 0 ) têm seus tamanhos fixos de 32 palavras ( versão CLP5/15 ). Para realizar qualquer alteração no tamanho dos arquivos ou criação dos mesmos o controlador deverá estar no modo programação. Arquivos ASCII e BCD podem ser exibidos e/ou transferidos. Controle. Os arquivos do Controlador CLP-5 são contínuos na memória ( tabela 8. Controle. sendo que seus tamanhos podem ser alterados para conter até 1000 elementos.S. ASCII ou BCD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Inteiro e Ponto Flutuante com tamanhos de 1 elemento cada. Temporizador. Entrada e Status. Os endereços de bit abaixo da palavra 256 e os endereços de elemento abaixo da palavra 4096 necessitam de metade das palavras de armazenamento dos endereços acima destes limites e são mais rapidamente acessados pelo controlador. Cada arquivo de dado utiliza duas palavras de cabeçalho além dos dados nele armazenados. Temporizador. O tipo de arquivo é especificado de acordo com o tipo de dados nele armazenado. São criados também arquivos de Bit. As palavras 256 e 4096 têm como referência o início do armazenamento dos dados. antes da palavra 4096. dependem do modelo do Controlador CLP-5 e não podem Ter seus tamanhos alterados. Contador. No caso das instruções de Bit. 8. O arquivo de Status é criado com 32 elementos e não pode Ter seu tamanho alterado. Pode-se utilizar números de 9 a 999 para identificar quaisquer tipos de arquivos adicionais de Bit. Não é possível misturar tipos de dados em um arquivo._________________________________________________________________________ Ao ser inicializado através do terminal de programação o controlador cria arquivos de Saída. recomenda-se que sejam endereçadas instruções de bit e elemento. Na versão CLP-5/25 os mesmos podem variar de tamanho de 32 a 64 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 75 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. estas devem vir antes da palavra 256 e no caso das instruções de elemento. mas não manipulados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 ).2. O número de elementos dos arquivos de Entrada e Saída. utilizadas com maior frequência. o terminal de programação informará que isto não deve ser realizado. Contador.P. arquivo de Saída O.1 – Arquivos utilizados com maior frequência Para otimizar a organização da memória.3.

2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Controlador CLP-5/15 Na versão CLP-5/15 o arquivo de Status (2) termina na palavra 95. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O arquivo de Status (2) tem seu tamanho fixo com 32 palavras. nos arquivos 4 em diante. Já os arquivos de número 3 em diante variam de tamanho. contendo somente o número de palavras que corresponde ao maior endereço determinado no programa de aplicação. Ponto Flutuante. 0 1 2 3-999 conforme necessidade Tabela 8. são endereçadas até a palavra 4096. CLP-5/15 CLP-5/25 No. Temporizador._________________________________________________________________________ palavras dependendo da configuração de E/S utilizada. são endereçadas até a palavra 4096.S. Já as instruções de elemento mais utilizadas. de Palavra 0 0 32 32-64 64 64-128 96 96-160 256 4096 Tipo de Arquivo No de Arquivo Saída Entrada Status Bit.P. Controlador CLP-5/25 Na versão CLP-5/25 o arquivo de Status (2) termina na palavra 159 se for utilizado o arquivo imagem de E/S inteiro. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 76 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Controle. Já as instruções de elemento mais utilizadas. As instruções de bit mais utilizadas são endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:95. endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:159. As instruções de bit mais utilizadas são então. nos arquivos 4 em diante. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Contador. Inteiro.

pois o controlador não varre uma gaveta de E/S se sua tabela imagem não existir. de um dos seguintes modos: A uma instrução. inserida através do terminal de programação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 77 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S ( CLP-5/25 ) O arquivo imagem de E/S do CLP-5/25 pode ter seu tamanho ampliado de 32 palavras para 64 palavras. Criar o arquivo imagem de Entrada ou Saída através do terminal de programação._________________________________________________________________________ 8.3. determinar um endereço de imagem de E/S. permitindo com isso a utilização da gaveta de número 6. 8. o controlador estende automaticamente para o mesmo tamanho. Por exemplo. por exemplo. pode-se determinar.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. tais como.2. aumentando o seu tamanho. para arquivos com endereços.P. Por exemplo. Para maiores detalhes. o endereço E:63 estende os arquivos imagem de Entrada e imagem de Saída para 56 palavras cada. coloque todos os dados inteiros no N7.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo Recomenda-se agrupar arquivos de dados do mesmo tipo. ver procedimento de criação de arquivo no manual do terminal utilizado. N9 a N18. o arquivo de imagem oposto.2. - Quando se estende um arquivo imagem de entrada ou de saída. Se for necessário espaço adicional para 10 arquivos de dados inteiros. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Quando se estende o arquivo imagem de E/S a palavra 256 permanece como recomendação de limite. Arquivos Imagens de E/S são estendidos em incrementos de 8 palavras ( eqüivale a uma gaveta de E/S completa ) para a entrada e para a saída. os números 9 a 18. Ver arquivos utilizados com Maior frequência.

3.2.3. Pode-se também. Um arquivo com 1000 elementos poderia ter respectivamente. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 1000.4 – Elementos de Arquivo Dependendo do tipo de arquivo.4028237E+38 Figura 8. Bit.S.1._________________________________________________________________________ 8. BCD e ASCII ) utilizam elementos de 1 palavra da qual o bit é a menor unidade endereçável ( figura 8. duas ou três palavras.A ). 00 - Os arquivos de Ponto Flutuante utilizam elementos de 2 palavras na qual a menor unidade endereçável é um par de palavras (elemento) .B – Arquivo de Ponto Flutuante ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 78 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2000 ou 3000 palavras. A maioria dos arquivos ( E/S.( figura 8. Inteiro. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .B ) _________________________________________________________________________ 15 08 | 07 00 Faixa de valores que se pode armazenar em um elemento de ponto flutuante: +/.P. um elemento utiliza uma. Status. pensar em um elemento como uma palavra de 16.A – Arquivos com elementos de uma Palavra. 32 ou 48 bits. 15 08 | 07 16 bits de dados Faixa de valores que se pode armazenar em uma palavra –32768 a +32767 ( decimal ) Figura 8.1754999E-38 +/.

P.C – Arquivos de Temporizador e Contador A palavra 0 ( primeira palavra do elemento ) é a palavra de estado do temporizador e/ou contador sendo endereçada apenas por um bit.PRE = pré-selecionado . Já a palavra 1 ( segunda palavra do elemento ) e a palavra 2 ( terceira palavra do elemento ) são endereçadas por bit ou por palavra.ACC = acumulado Figura 8. O elemento armazena nessas três palavras o valor acumulado.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o pré-selecionado e a palavra de controle. Temporizador 15 EN 14 TT 13 DN 08|07 não utilizado 00 Contador 15 14 13 12 11 |07 00 não utilizado CU CD DN OV UN Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits endereçáveis de Temporizador EN = Habilitação TT = Temporizando DN = Executado Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits Endereçáveis de Contador CU= Habilitação do Contador Crescente CD=Habilitação do Contador Decrescente DN = Executado OV = Overflow UN = Underflow Palavras Endereçáveis .C ). No elemento de três palavras. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ . As faixas do valor pré-selecionado e do valor acumulado são as seguintes: Temporizadores: Contadores: inteiro com sinal 0 a +32767 inteiro com sinal –32768 a +32767 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 79 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Os arquivos de Contador e Temporizador utilizam elementos de três palavras. a menor unidade endereçável é o bit ( figura 8.

D). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Contador. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. o controlador arredonda valores de ponto flutuante de 0.4.1 a 0.5 para 8 e 7. se for inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. para converter número inteiro em BCD. Entrada. Controle. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. utiliza-se três palavras de memória ( um elemento ) neste tipo de arquivo. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. 15 08 | 07 Estado Comprimento Posição 00 Elemento de 3 palavras de um arquivo de Controle.D – Arquivo de Controle 8.S.9 para o número inteiro seguinte.P. Deste modo. ASCII e BCD. pois se forem manipulados poderão perder seus valores._________________________________________________________________________ O arquivo de Controle também utiliza elementos de 3 palavras (figura 8.3. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro.4 para 7. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Toda vez que se determina um endereço para uma instrução de arquivo. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. Os dados dos arquivos ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 80 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. já que o controlador os interpreta como inteiros. Na conversão para número inteiro. Figura 8. Saída. e omite valores de 0.5 a 0. Por exemplo. Temporizador. além das palavras operadas pela própria instrução. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. Status. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou. o controlador arredonda 7.

requerem a inserção de valores. As palavras de 18 a 31. caso se pretenda utilizar suas respectivas funções. de informar a respeito do estado do controlador ou falhas diversas.3 Arquivo de Status Palavra Conteúdo 0 Bits de Estado Aritméticos 1. devese inserir dados nestas palavras. bem como o tempo máximo de varredura. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. exceto caso se deseje zerar os bits de falha. ou então inserir zero para inibi-las. e armazenar informações relacionadas à sua operação ( tabela 8. falhas de advertência e de gaveta ( Rack Lógico de E/S )._________________________________________________________________________ O controlador possui um arquivo de Status ( arquivo 2 ) que é utilizado para identificar falhas graves. ou seja. Para habilitar várias funções do controlador deve-se inserir dados no arquivo de status e seus bits podem ser examinados para manipular os dados no programa de aplicação.3 ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Para habilitar a função. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 81 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. marcadas com um asterisco ( * ).S. A inserção de valores nessas palavras anulará suas funções.2 Estado do Controlador / Configuração 3. Tabela 8.6 Tabelas de Estações Ativas na Rede DH+ 7 Estado das Gavetas de E/S e da Fila da TB 8 Última varredura do programa (ms ) 9 Máxima varredura do programa (ms ) 10 Bits de Falha de Advertência 11 Bits de Falha Grave 12 Códigos de Falha 13 Número do Arquivo de Programa da última Falha 14 Número da Linha da última Falha 15-17 Reservadas para uso futuro 18-23 Relógio de Tempo Real e Calendário * 24 Valor de Índice para Endereçamento Indexado 25 Não utilizada 26 Bits de Controle ( SFC e Proteção na Energização ) * 27 Inibição de E/S e Rearme * 28 Watchdog Timer * 29 Número do Arquivo da Rotina de Falha * 30 Interrupção com Temporização Selecionável * 31 Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável * Não inserir valores nas palavras de 0 a 14.

O formato do endereço varia dependendo do tipo do endereço ( figura 8.2. #Xf:e.2.s/b Onde: # X f : e .P.E – Formato Geral do Endereço Lógico Direto Conforme apresentado na figura 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 82 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Endereçamento Lógico Direto Esta forma de endereçamento permite que se identifique um bit.4._________________________________________________________________________ 8. s / b identificador do endereço de arquivo identificador do tipo do arquivo número do tipo do arquivo delimitador número do elemento delimitador número do sub-elemento ou mnemônico delimitador de bit número do bit Figura 8.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Inclui também constantes de programa. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 8.E os símbolos identificam o seguinte: # X Endereço de arquivo Tipo de arquivo O = Saída I = Entrada S = Estado B = Bit T = Temporizador C = Contador R = Controle N = Número inteiro F = Ponto flutuante D = BCD* A = ASCII* * apenas para visualização.E ). elemento ou arquivo.4 – Endereçamento Lógico O endereçamento lógico inclui endereçamento direto e indexado.

Número de bit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 83 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.PRE ( pré-selecionado ) . : E . C e R ) Arquivo T ou C . Número do elemento é 0 a 37 octal para arquivos de E/S. o formato é C5:8. S Endereço de palavra em arquivos de Temporizador. utilize o delimitador ponto ( . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . para se endereçar o valor acumulado de um arquivo do tipo Contador (5).s ) Quando o sub-elemento for omitido será entendido como sendo de controle (CTL)._________________________________________________________________________ F Número do arquivo 0 = Saída 1 = Entrada 2 = Estado 3 = Bit 4 = Temporizador 5 = Contador 6 = Controle 7 = Número inteiro 8 = Ponto flutuante 9 –999 = para armazenamento de outros arquivos Delimitador que separa o número do tipo de arquivo e o número do elemento.P.S. Mnemônico de sub-elemento é utilizado apenas com arquivo de Temporizador. Delimitador utilizado apenas com mnemônico de sub-elemento em arquivo de Controle. ou 0 a 999 decimal para todos os outros tipos de arquivos. de acordo com o tipo de arquivo ( tabela 8.ACC ( acumulado ) Arquivo R . Contador e Controle Para endereçar palavras.POS ( posição ) Por exemplo.D ). / b Delimitador que separa o número de bit do número de elemento ou sub-elemento. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .ACC ( formato geral Xf:e. Contador e Temporizador. 0 a 31 decimal para arquivo de estado. ) e o mnemônico.D Endereço de palavra ( Arquivos T. Contador ou de Controle. Tabela 8.LEN ( comprimento ) .

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 84 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5 Endereço de Bit ( Arquivos T.S. Tabela 8. Notar que o sub-elemento for omitido ( formato geral Xf:e/b ) Por exemplo. para arquivos de bit quando não for especificado o número do elemento. sub-elemento acumulado.ACC/00. utiliza-se o formato C5:8/13 ou o mnemônico do bit C5:8/DN. pode-se acessar somente os números de bit ou mnemônicos em arquivos de Temporizador. Endereço de Bit em arquivos de Temporizador. Contador ou Controle Para endereçar bits._________________________________________________________________________ 0-17 (octal) para arquivos de E/S 0-15 (decimal) para todos os outros tipos de arquivos 0-15999 (decimal) (opcional). Contador ou de Controle apresentados na tabela 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. C e R ) Bit 15 14 13 12 11 10 09 08 Temporizador Contador EN habilitação CU contagem crescente TT temporizando CD contagem decrescente DN executado DN executado OV overflow UN underflow Controle EN habilitação EU habilitação de descarga DN executado EM vazio ER erro UL descarga IN inibição FD descoberta Por exemplo.5. Notar que o mnemônico do sub-elemento é ACC. utiliza-se o formato C5:8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . para se acessar o bit zero do arquivo Contador (5) de elemento 8. para se endereçar o bit de executado do arquivo de Contador (5) de elemento 8.

1 grupo pode ocupar 2 ranhuras. RACK LÓGICO ou GAVETA de E/S 1 Gaveta de E/S é formada por oito palavras no Arquivo Imagem de Entradas + oito palavras no Arquivo Imagem de Saídas.ENDEREÇAMENTO DE E/S 8. 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais Observações: • • O endereço dos bits para E/S deve ser no formato OCTAL._________________________________________________________________________ 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.1 . 1 Gaveta ou Rack Lógico = 8 grupos de E/S Observação: • Os grupos são endereçados de 0 a 7.1 – Definições básicas GRUPO E/S 1 grupo E/S é formado por uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Entradas + uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Saídas.3. 1 ranhura ou ½ ranhura.Endereçamento no CLP 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.3 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 85 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3.1.

3. Exemplo: 1771-IBN (Módulo de Entrada Digital de 32 canais) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 86 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Tipos de endereçamentos de Chassis 2 SLOTS ou 2 RANHURAS Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 2 SLOTS do Chassi.1. 1 GRUPO E/S = 2 SLOTS 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 2 SLOTS 1 SLOT ou 1 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1 SLOT do Chassi. 1 GRUPO E/S = 1 SLOT 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 1 SLOT 1/2 SLOT ou 1/2 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1/2 SLOT do Chassi._________________________________________________________________________ 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S. 2 GRUPOS E/S = 1 SLOT 16 ED 16 SD 16 ED 16 SD GRUPO 0 GRUPO 1 Observação: • 1 SLOT Tipo de endereçamento utilizado quando se utiliza cartões de 32 canais (32 bits).

Palavras ou bits em um arquivo de E/S devem ser endereçados do seguinte modo: I : Gg/00-17 Onde: O : Gg/00-17 I = Entrada O = Saída G = número da gaveta E/S ou Rack Lógico E/S G = número do grupo do módulo 00 – 17 = número do terminal ( bit ) 8.2 ._________________________________________________________________________ O formato para endereçamento de E/S difere do formato geral.S. Palavras ou bits em um arquivo de Status devem ser endereçados do seguinte modo: S : e/b Onde: S = arquivo de Status e = número do elemento ( 00-31 ) b = número do bit ( 00-15 ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 87 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.ENDEREÇAMENTO DO ARQUIVO DE STATUS O formato para endereçamento do Arquivo de Status também difere do formato geral.

que representa gaveta ou Rack Lógico 00 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 58 do arquivo 8. - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 88 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. - - ENDEREÇAMENTO DE SUBELEMENTO T4:12. S2:0/7 – endereço de um bit localizado no elemento 0 do arquivo de Status N7:64/00 – endereço de um bit localizado no elemento 64 do arquivo de tipo Inteiro. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3. C5:6/DN – endereço de um bit ( bit de executado DN ) de um arquivo do tipo Contador de elemento 6.ACC – endereço de uma palavra de um arquivo do tipo Temporizador ( valor acumulado do temporizador 12 em um arquivo 4 ) ENDEREÇAMENTO DE ELEMENTO S:3 – endereço de uma palavra em um arquivo de Status elemento 3 F8:58 – endereço de um elemento em um arquivo do tipo Ponto Flutuante.S._________________________________________________________________________ 8.3 – Exemplos de Endereçamento Direto ENDEREÇAMENTO DE BIT - B3/245 – endereço de um bit na faixa de 0 a 15999 do arquivo de bit de número 3 ( nesse formato não é especificado o número do elemento ) B3:15/5 – endereço de bit idêntico ao B3/245 ( neste formato é especificado o número do elemento ) - - I:002/10 – endereço de bit de entrada. Grupo 2 e bit 10.

esse número deve corresponder ao mesmo tipo de arquivo especificado na Tabela de Dados. uma vez que nesse endereço está armazenado o número correspondente ao arquivo F. ocorrerá um erro de run-time. O endereço dentro dos colchetes deve ser um endereço lógico direto de um elemento do tipo Inteiro (N). Já o endereçamento direto é utilizado para endereços que não variam. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 89 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Para tanto. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . sendo que os endereços indiretos podem ser formados por até dois endereços diretos ( arquivo. Temporizador (T). no endereço F[N7:32]:0. O endereçamento indireto é utilizado quando se deseja que o programa de aplicação manipule números de arquivos ou elementos. faz-se necessário observar as seguintes regras: Um endereço indireto deve ser indicado por colchetes. o número do arquivo de Ponto Flutuante (F) foi substituído por um endereço direto do arquivo do tipo inteiro (N7:32). Um endereço indireto é designado através de colchetes ( [ ] ). a localização da linha com falha.P.3. na tela referente ao Arquivo de Status. Recomenda-se utilizar um inteiro (N).S. Caso contrário. o controlador acusará um erro de run-time ao executar a instrução e exibirá. - O identificador de endereço de arquivo (#) deve ser omitido dentro do colchetes. os quais contém o endereço do número do arquivo. elemento ou bit ). REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDIRETO Para realizar um endereçamento indireto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Endereçamento Indireto A forma de endereçamento indireto permite que um arquivo. Contador (C) ou Controle (R). através de seu local de armazenamento na Tabela de Dados._________________________________________________________________________ 8. - _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: Não é permitido combinar tipos de arquivos diferentes ao utilizar o endereçamento indireto. elemento ou bit seja especificado. Se isso ocorrer. Quando um endereço indireto armazena um número de arquivo. elemento ou bit do endereço indireto. recomenda-se utilizar endereços inteiros para o número de arquivo ou de elemento de um endereço indireto. Por exemplo.

utilizando-se o mnemônico EN. ou seja. A título de exemplo. Caso se deseje endereçar indiretamente o número do arquivo F. elemento ou bit.ACC/00 T[ ] [ ]. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 8. ocasionando operação inesperada da máquina. esse número deve ser armazenado em um endereço inteiro ( por exemplo: N7:0 ) e deve estar dentro da faixa de 9 a 13. Assim.P. O delimitador ( : ) não precisa ser introduzido entre os colchetes.5 – Exemplos de Endereçamento Direto e Indireto Os formatos do endereçamento indireto são diferentes dependendo de se endereçar indiretamente um número de arquivo.ACC/00 C[N7:12]:5._________________________________________________________________________ . tal como: R6:[ ]/EN.ACC/00 C5 [ ]. Os formatos gerais de endereçamento e seus respectivos exemplos são apresentados a seguir. os dados poderão se tornar inválidos. Se esse valor ultrapassar o tamanho do arquivo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. cruzar o limite de um arquivo e entrar no próximo arquivo que pode ser do mesmo tipo ou diferente. tem-se um endereço lógico direto pertencente ao arquivo de Ponto Flutuante ( F ) e esse arquivo é numerado de #F9 até #F13. ENDEREÇO DE BIT Os formatos para endereçar um bit e seus respectivos exemplos são: Bf/b B3/15999 B[N7:10]/25 B/[ ] B[ ]/[ ] Xf:e/b N7:3/15 N[N7:11]:3/12 N7 [ ]/10 N[ ] [ ]/6 Xf:e.S. o número do elemento não deverá ultrapassar o comprimento do arquivo a que ele pertence. _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: O controlador NÃO verifica o valor do elemento armazenado em um endereço indireto. o endereço indireto do número do arquivo de Ponto Flutuante seria F[N7:0]:0. afim de evitar um erro de run-time. com possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais.s/b T4:7. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 90 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.ACC/00 Pode-se também endereçar um bit.Se um endereço indireto armazenar um elemento. nem imediatamente antes ou depois dos mesmos.

Todas as instruções indexadas utilizam a mesma palavra ( S:24 ) para armazenar um valor de Índice. sendo que. acrescido do valor do índice. são apresentados alguns exemplos. antes de habilitar uma instrução indexada. Armazena-se o valor de índice em uma palavra no arquivo de Status do CLP-5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . em um endereço lógico. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 91 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. sendo que o mesmo deve ser colocado. Deve-se também entrar com um valor de Índice na palavra 24 do Arquivo de Status do Controlador ( S:24 ). pode-se criar instruções apropriadas através do endereçamento indexado. #F8:0 #D[N7:14]:27 #N10[ ] #A[ ][ ] 8. deve-se manipular esse valor. imediatamente antes do identificador de tipo de arquivo. sendo que. O controlador inicia a operação no endereço. O símbolo do endereço indexado é #. Assim.6 – Endereçamento Indexado Esta forma de endereçamento permite indexar um endereço através de um número de palavras selecionado. Para operações repetidas e de malha. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . sendo possível manipular este valor no programa de aplicação.P. a seguir são apresentados alguns exemplos._________________________________________________________________________ ENDEREÇO DE ELEMENTO A forma de endereçar um elemento é Xf:e.S.3. a seguir. N7:3 F[N7:3]:3 D9[ ] A[ ][ ] ENDEREÇO DE ARQUIVO O formato geral utilizado para endereçar um arquivo é #Xf:e.

...... COP Deslocamento de Bit à Esquerda / à Direita......................... SQI / SQL / SQO Lógica e Aritmética de Arquivo..................................................................................... 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ........ pode ocorrer operação inesperada da máquina.. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 92 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas............P...FSC Cópia de Arquivo.............. DDT Entrada / Carga / Saída de Sequenciador. FAL Preenchimento de Arquivo................_________________________________________________________________________ REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDEXADO Certifique-se de que o valor de índice ( positivo ou negativo ) não permita que o endereço indexado exceda os limites do arquivo.. Se o endereço indexado exceder a área de arquivo de dados.. FLL Pode-se também utilizar o símbolo # para identificar endereços em uma instrução de arquivo....... O Controlador não verifica isso a menos que seja utilizado um endereço indexado indireto ou que seja excedida a área de arquivo de dados da memória......... Certifique-se de monitorar e/ou armazenar o valor de índice antes de utilizar um endereço indexado............................BSL / BSR Detecção de Diagnóstico......................................... FBC Comparação e Pesquisa de Arquivo............ o mesmo valor de Índice será adicionado a cada endereço indexado.....S................. listadas acima........................................................................ de acordo com o modo de operação da instrução selecionado.......... Caso contrário.............. Quando for utilizado dois ou mais endereços indexados em uma mesma instrução........... Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .... para o valor desejado......................... ATENÇÃO: As instruções de arquivo manipulam o valor de índice armazenado na palavra S:24............................... - As seguintes instruções manipulam o valor de Índice na palavra S:24: Carga / Descarga FIFO...... Antes de habilitar uma instrução que tenha um endereço indexado.... FFL / FFU Comparação de Bits de Arquivos.. As instruções de arquivo....... e o bit de falha grave no arquivo de Status do Controlador será energizado..... ocasionando possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais..... utilizam automaticamente a indexação de endereço..... ocorrerá um erro de runtime..... deve-se atualizar a palavra que contém o valor de índice...........................

No exemplo da figura 8. assim.F. o controlador manipulará os dados armazenados no endereço base adicionado do valor do índice. podem ser introduzidas diretamente no programa de aplicação.F – Exemplo de Endereçamento Indexado. as constantes do programa não podem ser manipuladas pelo programa de aplicação. o controlador manipula os valores dos seguintes endereços: SOURCE A SOURCE B DEST 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 N7:10 N10:0 N11:15 . ou então com o Controlador no modo programação._________________________________________________________________________ 8. serão utilizadas três palavras.F ).3. Uma vez inseridas.8 – Constantes do Programa As constantes de número inteiro ou de ponto flutuante. independente da Tabela de Dados. economizando.S.7 – Exemplo de Endereçamento Indexado No exemplo da instrução ADD ( figura 8. Se a constante for maior que 1024.P. valores de referência. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Pode-se alterá-las utilizando o software de programação estando on-line com o Controlador.3. uma palavra dessa tabela. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 93 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. tais como. Figura 8. Se o valor de Índice 10 for armazenado na palavra S:24. serão utilizadas duas palavras de armazenamento na memória do programa e se a constante for de ponto flutuante. é inserido um símbolo de endereçamento indexado no endereço Fonte e Destino.

pode-se introduzir diretamente um valor de referência 238 em uma instrução de comparação. habilitará uma saída. 8. armazenado em algum endereço direto é tal que. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1754944E-38 a +/. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 94 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1. Dependendo do número de dígitos significativos e da extensão do número de ponto flutuante. o terminal de programação utilizado tem limitações que devem ser consideradas.1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.9 – Visualização dos Números de Ponto Flutuante Embora o controlador manipule e armazene números de ponto flutuante na faixa de +/.3. quando a expressão N7:0 = 238 for verdadeira.1754944E-38 a +/.3.P. o terminal de programação pode arredondar ou truncar o número inserido.402824E+38. Por exemplo.402824E+38 para constantes de ponto flutuante. A comparação desse valor com um outro. Ao inserir 238 na instrução de comparação o valor 238 é armazenado no programa de aplicação.S._________________________________________________________________________ A faixa de valores para constantes de números inteiros é de –32768 a +32767 e de +/.

_________________________________________________________________________ 9 . Nota: Sem a ativação. 98. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .É utilizado também como uma ferramenta de manutenção e depuração do programa aplicativo. que contém a ativação a ser transferida para o micro. . programação e documentação dos Controladores Lógicos Programáveis CLP-5 ( Rockwell Automation / Allen Bradley ).1 – Introdução . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o RS Logix 5 não roda. .Em cada micro deverá ser instalada uma licença de software. deve-se ter um disquete chamado de Master disk. .É um software de configuração.Roda em Ambiente operacional Windows 95. NT. 2000. . XP. é necessário estar com o RS Logix 5 em modo On Line.S.Modos de programação: OFF LINE à o programa é armazenado na memória RAM do micro ON LINE à o programa é armazenado na memória RAM do CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 95 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. . RS LOGIX 5 9.P.Para monitoração das variáveis do CLP. Para isto.

2.2.P. Teclar Close para fechar a janela._________________________________________________________________________ 9.RSP) Exemplos: Aplicação VASPS – MCS – PLC1 Aplicação VASPS – MCS – PLC2 à VASPS_MCS1_UNIC_02MAIO04.2 – Selecionar File / Open / Abrir o diretório onde o arquivo da aplicação está gravado / selecionar o arquivo a ser aberto e clicar no botão Abrir.2.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada. 9.1 – ABRINDO UMA APLICAÇÃO EXISTENTE 9. 9.2.S.1. Nota: Os arquivos gerados pelo RS Logix 5 têm extensão (.1.2.1 – Abrir o RS Logix 5 . teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.2. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.2.2.2.3 – Clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Verify Rung para verificar a linha e finalizar a modificação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Fazer as modificações necessárias na linha localizada.RSP 9.2 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em OFF LINE (memória micro) 9. 9.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 96 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.RSP à VASPS_MCS2_UNIC_02MAIO04.

3. Teclar Close para fechar a janela.3 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em ON LINE (memória PLC) 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S.2.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada._________________________________________________________________________ 9. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.3. 9. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.2 – Dar duplo clique na linha de programa a ser modificada ou clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Start Rung Edit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 97 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2. .Test Edits para testar a edição (observe que a linha r fica azul e a linha e fica verde.3 – Fazer as modificações necessárias sobre a linha de cor azul 9. .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Accept Rung Edits para verificar a modificação feita.4 – Concluídas as modificações.3.2. a linha que foi modificada passa a ser executada.P.3. aparecem os seguintes comandos de edição ON LINE: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 98 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ou seja. Observação: No modo ON LINE na janela ladder._________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Assemble Edits para finalizar a edição. clicar com o botão direito do mouse e selecionar na seguinte ordem: .

4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 99 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2.4 – GERANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o nome dele aparece automaticamente.4. Caso seja o que já está aberto.2.4.2 – Aparecerá uma janela para selecionar o nome do arquivo a ser feito o backup.S.2.3 – Selecionar o diretório onde o arquivo backupeado será armazenado e clicar no botão OK 9. 9.4.P.4 – Após o backup ter sido completado aparecerá a seguinte janela.1 – Estando com a aplicação aberta selecionar File / Backup Project 9._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

o nome do arquivo a ser restaurado e clicar no botão Abrir ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 100 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Selecionar File / Open e selecionar arquivos do tipo RS Backup Files (*. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – RESTAURANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.S.2.2.1 – Abrir o RS Logix 5 9.2._________________________________________________________________________ 9.P.RP1) 9.5.5.2.3 – Selecionar na lista.

5.5 – O arquivo restaurado será aberto automaticamente no RS Logix 5.P.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 101 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Selecionar o diretório onde será armazenado o arquivo a ser restaurado e clicar no botão OK. 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ 9.

2.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 102 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.6.6..6 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER SERIAL RS-232 ATRAVÉS DO RS LINX 9.2.1 – Abrir o software RS Linx 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers.2.. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 103 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.4 – Selecionar o driver RS-232 DF1 devices e clicar no botão Add New.. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ..S.6.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.6.2.2.

_________________________________________________________________________ 9.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver serial.2.6. Port ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 104 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste caso. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.2. apenas selecionar a porta serial onde está conectado o cabo serial Comm.P.6.5 – Clicar no botão OK 9.

2. 9.S.7 – Caso o cabo esteja conectado na porta serial do CLP.2. basta clicar no botão Auto-configure para configuração automática dos parâmetros para este driver.6._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste caso o driver estará pronto para rodar. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 105 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .8 – O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running. Deverá aparecer a seguinte mensagem Auto-configuration sucessfully.P.

.7.7 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER ETHERNET ATRAVÉS DO RS LINX 9.1 – Abrir o software RS Linx 9.S.7._________________________________________________________________________ 9.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers..P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 106 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.

4 – Selecionar o driver Ethernet devices e clicar no botão Add New. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.2.2.. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 107 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas..3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.S._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7.7.

250 refere-se ao canal Ethernet do PLC1 IP 128. No exemplo abaixo: IP 128. Para cada novo endereço de IP a ser acrescentado na lista.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Neste caso.7.251 refere-se ao canal Ethernet do PLC2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 108 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5 – Clicar no botão OK 9.1. teclar Add New.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver Ethernet. Clicar no botão OK para fechar a janela do driver. digitar o endereço de IP da porta Ethernet do CLP.1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 9.221.2.221.7.2.P.

_________________________________________________________________________ 9. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 109 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.7.7.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running.S. Neste caso o driver estará pronto para rodar. 9.8 .7 – Configurar o IP Address do terminal (micro) compatível com o endereço IP do PLC através do Painel de Controle do Windows / Conexões de Rede.

_________________________________________________________________________ 9.2.8 – TRANSFERINDO UMA APLICAÇÃO PARA O CLP - (DOWNLOAD) 9.2.8.1 – Estando com a aplicação a ser transferida para a memória do CLP aberta, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 110 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 9.2.8.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.8.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.8.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.8.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.8.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Download

9.2.8.8 – Aparecerá uma janela informando o nome do projeto / modelo e revisão da CPU a ser transferida e o nome do Processador / modelo / revisão do PLC cujo terminal está conectado. Clicar no botão OK para iniciar o procedimento de downloading. Observação: Caso o PLC esteja no modo REM RUN o mesmo será passado para o modo REM PROG (CPU pára de executar o programa) e ocorre a transferência do controle para o PLC Stand by caso você tenha um sistema de redundância. 9.2.8.9 – Após o download ter sido completado, caso a CPU tenha sido colocada no modo REM PROG, o software informa se o usuário deseja voltá-la para o modo REM RUN, caso contrário, a mesma permanece em REM PROG. 9.2.8.10 – Aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.11 – Clicar no botão Sim para entrar ON LINE
___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 111 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 9.2.9 – SALVANDO UMA APLICAÇÃO DO CLP - (UPLOAD) 9.2.9.1 – Abrir a aplicação OFF LINE. Estando com a aplicação aberta, é necessário configurar o driver a ser utilizado no RS Logix 5 para a comunicação com o CLP. Neste caso, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.9.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 112 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 9.2.9.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.9.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.9.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.9.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.9.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Upload

9.2.9.8 – Inicia-se o processo de Upload. Após o Upload salvar o arquivo (projeto) no micro teclando o botão salvar.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 113 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

S.10. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .10.P. basta posicionar o cursor sobre a pasta do arquivo e dar duplo clique ou clicar com o botão direito e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 114 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2 – Para acessar qualquer arquivo de dados.2.2.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a área de dados dentro da aplicação: 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 9.10 – ACESSANDO A TABELA DE DADOS DO CLP 9.

3 – Aparecerá a seguinte janela: 9. Binário._________________________________________________________________________ 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 115 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Octal).P.S.10. 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.4 – A partir desta janela é possível monitorar e/ou alterar o valor de qualquer registro (palavra). É possível digitar um símbolo (tag) e descrição para cada endereço.2. Hex/BCD.10.5 – Clicando no botão Usage será mostrada uma tabela dos endereços (bits / palavras) utilizados dentro da aplicação. É possível também selecionar a base (Decimal.10.

6 – Monitorando o ladder. colocar o cursor sobre um endereço (bit ou palavra) e clicar com o botão direito para selecionar Goto Data Table para abrir a tabela de dados naquele endereço._________________________________________________________________________ 9.10. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 116 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.7 – Estando em uma janela ladder qualquer teclar CTRL + G e digitar o endereço a ser monitorado.P. 9. Clicar no botão Go To e Close para fechar.10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.1 – Estando com o programa aplicativo ladder aberto. clicar com o botão direito sobre o endereço que se deseja fazer a referência cruzada e selecionar a opção Cross Reference 9.11._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.S.2.2 – Aparecerá a seguinte janela relatando o resultado da referência cruzada ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 117 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.11 – REFERÊNCIA CRUZADA 9.11.

S.2.Clicando duas vezes na linha indicada abaixo: ._________________________________________________________________________ Nesta lista podemos observar os seguintes itens: N20:2/0 VSD in operation OTE File #8 – Modbus 1 51 à endereço a ser pesquisado à descrição do endereço (documentação) à instrução onde está sendo usado o endereço à Arquivo ladder onde está sendo usado à linha de programa onde está sendo usado 9.3 .Para se localizar a linha específica.11.P. Exemplo: . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . clicar duas vezes sobre a linha na lista. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 118 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2.11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 119 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2. podemos abrir o arquivo de Referência Cruzada através da janela árvore de projeto conforme figura abaixo: Arquivo de Referência Cruzada 9._________________________________________________________________________ 9.5 – Dar duplo clique no arquivo Cross Reference ou clicar com o botão direito e selecionar abrir.S.4 – Estando com um projeto aberto no RS Logix 5.11.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . basta clicar no botão Sort By Symbol.P. aparecerá a seguinte janela: Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por endereços. Neste caso. basta clicar no botão Sort By Address. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Como podemos perceber a lista de referência cruzada está organizada por ordem de endereços ( Sorted by address) Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por símbolos (tags).S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 120 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

12 – ACESSANDO A TABELA DE FORCES DO CLP 9. 9.2._________________________________________________________________________ 9.S.2.2.12.2 – Para acessar a tabela de Forces das Saídas digitais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . dar duplo clique no arquivo O0 – OUTPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 121 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .12.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a tabela de forces.P.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – No programa podemos observar quando um endereço está forçado ou não e o estado deste force.S._________________________________________________________________________ Como podemos observar a saída de endereço O:032/7 está Forçada em ON (1) 9.12. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 122 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. dar duplo clique no arquivo I1 – INPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open Como podemos observar a entrada de endereço I:031/5 está Forçada em OFF (0) 9.3 – Para acessar a tabela de Forces das Entradas digitais.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .12.

2.5.5.S.12.2.12._________________________________________________________________________ 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.1 – Teclar CTRL + G e digitar o endereço do bit a ser forçado para acessar a tabela de dados do CLP.2 – Clicar no botão Forces para acessar a tabela de Forces ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 123 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.12. Teclar GoTo e Close para fechar a janela.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 – Procedimento para forçar um endereço (bit) 9. Aparecerá a seguinte janela de dados: 9.

12. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.2.3 – Digitar 1 [enter] para FORCE ON Digitar 0 [enter] para FORCE OFF Digitar .5.2.5 – Para forçar um endereço (bit) de entrada e/ou saída procurar o endereço no programa ladder.12.S.5. 9.12.5. [enter] para REMOVER FORCE 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Se for o primeiro bit a ser forçado dentro da aplicação é necessário habilitar o(s) Force(s)._________________________________________________________________________ 9. clicar com o botão direito do mouse e selecionar Force On / Force Off ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 124 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.

_________________________________________________________________________ 9.13. Para se determinar o tipo de falha devemos acessar a tabela de Falhas do CLP.4 – Aparecerá a seguinte tabela de Falhas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 125 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.13.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 9.13 – ACESSANDO A TABELA DE FALHAS DO CLP 9.2 – Estabelecer a comunicação com o CLP ( ON LINE ) Observe que aparece uma janela vermelha FAULTED (CPU em Falha). isto significa que o CLP está em falha.13.13.2.2.P.3 – Clicar no botão à direita da janela FAULTED e selecionar Goto Error para acessar a tabela de Falhas do CLP.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 9.1 – Caso o Led de PROC no frontal do CLP esteja piscando na cor vermelha.S. 9.2.

P. 9. selecionar a pasta Errors para acessar a tabela de Falhas do CLP.13.6 – Outra forma de se acessar a tabela de falhas do CLP.13.S. clicar no botão Clear Major Error. dar duplo clique na pasta do arquivo S2 – STATUS 9.2.13.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 126 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5 – Para resetar a sinalização de falha no CLP. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Após eliminados os problemas que geraram a falha podemos colocar o PLC no modo de operação através do programador ou através da chave de operação no frontal do PLC. Observar que o modo de operação do CLP volta a REMOTE PROG e o Led PROC no frontal do CLP apaga. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7 – Estando com a janela de STATUS aberta.2._________________________________________________________________________ 9.

2.2 – Abrir a pasta Channel Configuration na pasta do Controlador na árvore de projeto. 9.S.P.2.14.1 – Caso o Led do CH 1B pisque ou fique vermelho no frontal do CLP. entrar ON LINE com o PLC usando o RS Logix 5 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Neste caso. existe falha de comunicação com algum rack remoto.14 – IDENTIFICANDO FALHAS DE E/S 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.14.14.2.3 – Aparecerá a seguinte janela ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 127 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.

14. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 9. localizar o painel e o(s) respectivo(s) rack(s) com falha(s) e tomar as devidas providências. . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 128 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Pode-se observar que existem falhas no rack 2 e no rack 3.S. Através do desenho da configuração do sistema de controle. Observação: Consultar o catálogo do fabricante com relação ao módulo adaptador local (1771-ASB) para identificar o tipo de falha ocorrida e providências a serem tomadas para resetar a falha e rearmar o sistema.P.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Clicar na posta Channel 1B para acessar a configuração dos racks remotos conectados a este canal.

_________________________________________________________________________

10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
10.1 Padronização IEC

10.2 Linguagem gráfica 10.2.1 – Diagrama de lógica de relés ( LADDER ) 10.2.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.3 – Gráfico sequencial de Funções (SFC)

10.3 Linguagem textual 10.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.3.2 – Texto estruturado ( ST) 10.3.3 – Basic (BAS) 10.3.4 – Linguagem C

Figura 10.A – Tipos de linguagens de programação

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 129 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 10.4 - LINGUAGEM LADDER Forma de programação usada para passar instruções ao CLP sobre como deve ser executado o plano de controle (lógica de intertravamento, segurança e alarmes) Utiliza símbolos similares aos usados em diagrama elétrico de relés como linguagem de programação. No início pensou-se em se desenvolver uma linguagem de programação muito próxima dos circuitos elétricos para ser familiar às pessoas responsáveis pela manutenção. Hoje a linguagem Ladder tornou-se padrão em programação para CLP´s. O programa aplicativo das plataformas utilizando o CLP-5 utiliza este tipo de linguagem de programação.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 130 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________

11. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP - 5
11.1 – INSTRUÇÕES DO TIPO RELÉS 11.1.1 - Generalidades As instruções do Tipo relés são: - Instruções Examine - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída com retenção Utilize estas instruções para monitorar o estado dos bits na tabela de dados, tais como bits de entrada, bits da palavra de controle do temporizador e para controlar o estado dos bits na tabela de dados, tais como, bits de saída. Na descrição a seguir, um dispositivo de entrada é utilizado nos exemplos. 11.1.2 – Instruções Examine Existem duas instruções de entrada do tipo "Examine": - Examinar se energizado ( XIC ); - Examinar de desenergizado ( XIO ); Elas instruem o controlador para verificar o estado energizado / desenergizado de um endereço específico de um bit na memória. "Um" ou "Zero" armazenado no endereço do bit pode representar o estado real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E / S. 11.1.2.1 – Examinar se Energizado ( XIC ) Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido na memória para o bit correspondente. Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo de entrada não mais fecha o circuito, o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, esta instrução será habilitada quando a instrução XIC for verdadeira ( entrada acionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada desacionada ). Figura 11.A

Figura 11.A – Instrução Examinar se Energizado
___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 131 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ 11.1.2.2 – Examinar se Desenergizado ( XIO ) Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada, conectado a ele, indica um estado desenergizado, que é refletido no bit correspondente na memória. Ao localizar uma instrução XIO com o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é acionado o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, a mesma será habilitada quando a instrução XIO for verdadeira ( entrada desacionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada acionada ). Figura 11.B

Figura 11.B – Instrução Examinar se Desenergizado

11.1.3 – Instruções Energizar / Desenergizar Saída As instruções Energizar / Desenergizar Saída são empregadas para energizar ou desenergizar um particular bit na memória do Controlador. Estas instruções são: Energizar / Desenergizar saída ( OTE ) Energizar saída com retenção ( OTL ) Desenergizar saída com retenção ( OTU )

11.1.3.1 – Energizar Saída ( OTE ) Utilize instruções OTE para energizar um bit específico na memória. Se o endereço do bit corresponder ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha de programa de aplicação. Se um caminho lógico for estabelecido com instruções de entrada, a instrução OTE será habilitada. Caso este caminho não seja estabelecido ou as condições da linha se tornem falsas, a instrução OTE é desabilitada. Quando as respectivas condições se tornam falsas, o dispositivo de saída associado se desenergiza.
___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 132 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

Entretanto.3. a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na memória.1. Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma (desabilita ou desenergiza) o bit na memória. o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for energizado. a instrução OTL não será habilitada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde ao endereço de um terminal do módulo de saída.E ). Quando um caminho lógico é estabelecido. Um caminho lógico completo de condições verdadeiras é semelhante a um circuito elétrico de contatos fechados.C ). Se o mesmo não for estabelecido e o bit correspondente na memória não tiver sido energizado previamente. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado por estas instruções sempre que necessário. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 133 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. a instrução OTL é habilitada.C – Instrução Energizar Saída 11. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha anterior às instruções OTL ( figura 11.P._________________________________________________________________________ Uma instrução OTE é semelhante a uma bobina de relé sendo controlada por instruções anteriores em sua linha de programa ( figura 11.2 – Energizar Saída com Retenção e Desenergizar Saída com Retenção ( OTL e OTU ) Estas instruções são instruções de saída retentiva e geralmente são utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas mesmas. Uma bobina de relé é controlada por contatos em sua linha no circuito lógico.D ) e OTU ( figura 11. o bit na memória será retido energizado e assim permanecerá mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas. Caso o caminho lógico seja estabelecido com instruções de entrada. se o caminho lógico foi estabelecido previamente.

utilizam-se as instruções de ramificação. saída ou combinações dessas instruções. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Podem ser programadas ramificações paralelas para instruções de entrada. O dispositivo da saída energizada com retenção é energizado mesmo que as condições da linha que controlam a instrução de energizar saída com retenção.1. 11. passem a falsas. ou na queda da alimentação ( desde que exista uma bateria de back-up instalada ). o controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas. até quatro níveis. Ao retornar ao modo operação ou no caso da alimentação ser restaurada.D – Instrução Energizar Saída com Retenção ( OTL ) Figura 11.S._________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 134 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Para maiores detalhes sobre a programação de ramificação consulte o manual do terminal de programação utilizado. antes de se ter um fim de ramificação. A figura 11.F a seguir apresenta um exemplo de ramificação interna. O CLP-5 permite ramificação interna. Pode-se obter até quatro inícios de ramificação. As instruções retentivas mantém seu estado.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) Quando o CLP-5 passa do modo operação para o modo programação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Instruções de Ramificação Para formar lógica paralela no programa de aplicação. a última instrução verdadeira de energizar ou desenergizar saída com retenção continua a controlar o bit na memória. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções OTL e OTU sempre que necessário.

4.F – Exemplo de Ramificação Interna O Controlador CLP-5 varre as linhas da esquerda para a direita e de cima para baixo.8 microsegundos. diminuindo o tempo de varredura de 1.1. o controlador varre o resto da linha como se fosse falsa. Este conceito é importante.1. Ao encontrar uma instrução de entrada.2 – Ramificação de Saída A instrução Ramificação de saída permite que uma ou mais condições de entrada controle duas ou mais saídas simultaneamente.3 microsegundos para 0. Se pelo menos uma dessas ramificações em paralelo formar o caminho lógico. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 135 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. a varredura continua até I:002/3 I:002/0 for falsa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . para se reduzir o tempo de varredura do programa. a varredura salta para O:003/0 Figura 11.S. a varredura continua até I:002/2 I:002/1 for falso.OU ).4. especialmente com relação às instruções de ramificação.P. afim de permitir mais de uma combinação de entradas para formar ramificações em paralelo ( condições lógicas . Caso ocorra o contrário. 11. a varredura continua até I:002/1 I:002/1 for verdadeiro. recomenda-se colocar instruções de entrada em série à frente de instruções de ramificação. 11._________________________________________________________________________ Quando: I:002/0 for verdadeiro. a lógica da linha será habilitada. a lógica da linha não será habilitada e a lógica da instrução de saída não será verdadeira (saída não será energizada). Onde for possível.1 – Ramificação de Entrada Utiliza-se uma Ramificação de Entrada no programa de aplicação. ( XIC ou XIO ) cuja lógica seja falsa.

xx ) não permitem a programação ou visualização da instrução INV. entretanto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1.Séries 5 ( versão 7. por exemplo. os softwares 6200 ( DOS ) e A. Esta instrução inverte o estado lógico da linha.S._________________________________________________________________________ 11. Série C. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .I. a linha abaixo executa de acordo com a tabela de estado abaixo: Tabela de Estado SE B3/0 = 0 B3/0 = 1 ENTÃO B3/1 = 1 B3/1 = 0 _______________________________________________________________ Figura 11.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 136 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Revisão C ou posterior.G – Exemplo da Instrução INV Importante: A instrução INV pode ser programada em Arquivos Ladder ou de Texto Estruturado.5 – Instrução de Inversão ( INV ) A instrução INV é uma instrução de entrada que pode ser programada em Processadores da Nova Plataforma.

outra para o valor pré-selecionado e a última para o valor acumulado (figura 11. Palavra de Controle Valor Pré-Selecionado Valor Acumulado Figura 11.Temporizador Retentivo ( RTO ) . As instruções de Temporizador e de Contador são instruções de saídas que podem ser condicionadas por instruções de entradas._________________________________________________________________________ 11.2 – INSTRUÇÕES DE TEMPORIZADORES E CONTADORES 11.Temporizador na desenergização ( TOF ) . examinar se energizado e examinar se desenergizado. e para contadores.Contador Decrescente ( CTD ) .2.P. frequentemente se utilizam relés de tempo ou dispositivos de temporização e de contagem de estado sólido. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Contador Crescente ( CTU ) . tais como. é o número de intervalos temporizados que transcorreram. Valor acumulado .S. o bit de estado será energizado.Temporizador na energização ( TON ) . As instruções de Contador e de Temporizador para o CLP-5 requerem três palavras da tabela de dados: Uma palavra é utilizada para controle da instrução. Pode-se utilizar este bit para controlar um dispositivo de saída.Este valor é inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Para temporizadores. Quando o valor acumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado.1 – Generalidades As instruções de Temporizadores e Contadores e seus mnemônicos são: . é o número de eventos que foram contados. Os temporizadores contam intervalos de tempo e os contadores contam eventos.2. Os dados nas palavras do valor pré-selecionado e do valor acumulado são armazenados no formato de números inteiros. conforme determinado pela lógica do programa de aplicação.2 – Descrição Estas instruções executam muitas das tarefas para as quais. Cada instrução de temporizador ou contador possui dois valores associados a ela que são: Valor pré-selecionado .H).Rearme de temporizador ou contador ( RES ) 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 137 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.H – Palavras da Tabela de Dados para as Instruções de Temporizador e de Contador.

A tolerância do relógio é de +/.02%. . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.02% acima ou 0. As bases de tempo disponíveis são: 1. um temporizador pode ter intervalos que variam de 0. Deve-se selecionar uma base de tempo para instruções de Temporizador. 11.I – Palavra de Controle da Instrução de Temporizador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número negativo._________________________________________________________________________ Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a 32767 e os valores para contadores variam de –32768 a +32767.2.01 segundo ( 10 milisegundos ) A base de tempo utilizada depende do programa de aplicação e de quanto tempo se deseja registrar. Três bits de estado do temporizador. ocorrerá um erro de run-time.0 segundo 0.0. causando falha no controlador.02% abaixo da sua base de tempo.S. Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 138 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de Temporizador ( não é possível acessar estes bits a partir de um dispositivo de programação ).3 – Instruções de Temporizador Os dados da palavra de controle para instruções de temporizador incluem ( figura 11. Portanto. A precisão da instrução de temporizador depende de dois fatores: a tolerância do relógio do temporizador e a base de tempo.I ) .

5 ou 2. A precisão da temporização aqui descrita se refere. Quando o bit de executado do temporizador é energizado.5 segundos. O bit de executado do temporizador é desenergizado quando as condições se tornam falsas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 11.J ). o qual pode então. Se desenergizado antes que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. a contagem de tempo pára e o valor do acumulado é rearmado ( valor = 0 ). O bit de habilitação (EN) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas. ser utilizado para energizar ou desenergizar um dispositivo de saída (linha 2). a instrução TON interrompe a temporização e desenergiza este bit. Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções JMP / LBL. O temporizador de 1. enquanto o temporizador está registrando o tempo. considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída. apenas.5 segundos. Se a varredura do programa de aplicação exceder a 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o temporizador começará a contar intervalos da base de tempo. O bit de temporizando (TT) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor préselecionado.3. à duração de tempo entre o momento que uma instrução de Temporizador é habilitada ( bit de habilitação é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completado ( bit de executado é energizado ). Deve-se.0 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 1. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado.S. ele incrementará sua palavra de valor acumulado a cada intervalo contado.P.2._________________________________________________________________________ O temporizador de 0. Quando as condições da linha para uma instrução de Temporizador na Energização se tornarem verdadeiras. repita a linha da instrução de Temporizador para que seja varrida dentro destes limites.01 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 2. o temporizador pára de incrementar seu valor acumulado e energiza o bit de executado (DN).1 – Temporizador na Energização ( TON ) A instrução de Temporizador na Energização (TON) pode ser utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo quando tiver transcorrido um intervalo de tempo pré-determinado ( figura 11.5 segundos. JSR / SBR ou MCR fizerem com que o programa pule a linha que contém a instrução de temporizador. também. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 139 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Enquanto as condições permanecerem verdadeiras. A imprecisão causada pela varredura do programa pode ser maior que a base de tempo do temporizador.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ A figura 11. Figura 11.J – Temporizador na Energização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 140 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.J apresenta a instrução TON controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ) e o diagrama de tempo desta instrução.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

caso a linha seja falsa. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. 11. o bit de executado permanece energizado até que o valor do acumulado seja igual ao valor pré-selecionado. assim que as condições da linha se tornam falsas. . se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. ou então. O bit de executado é energizado quando as condições da linha são verdadeiras. A continuidade lógica das condições da linha controla o estado energizado / desenergizado do bit de habilitação. ocorre o seguinte: . o valor acumulado será zerado e os bits de temporizando e de habilitação permanecerão energizados._________________________________________________________________________ Se o Controlador passar do modo de operação ou teste para programação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. Quando as condições da linha se tornam falsas. a instrução TOF difere da instrução TON sob diversos aspectos: A instrução de Temporizador na Desenergização começa a temporizar um intervalo de tempo. Enquanto as condições da linha permanecem falsas. Neste momento este bit é desenergizado. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. o temporizador continuará a temporizar até que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado.os bits de habilitação e temporizando permanecem energizados. O bit de temporizando é energizado quando as condições da linha são falsas e o valor do acumulado é menor que o valor pré-selecionado.S.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . no caso da linha ser verdadeira.2 – Temporizador na Desenergização ( TOF ) A instrução de Temporizador na Desenergização conta intervalos de base de tempo e armazena esta contagem na palavra de valor acumulado.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o controlador retorna ao modo de operação ou teste ou quando a alimentação for restabelecida. O valor acumulado é zerado quando as condições da linha se tornam verdadeiras. a instrução de Temporizador na Desenergização pára de contar o tempo e então este bit é desenergizado. Este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando são falsas. - - - - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 141 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Por outro lado. Entretanto.

P.K – Temporizador na Desenergização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 142 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . assim como o diagrama de tempo desta instrução._________________________________________________________________________ A figura 11. Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .K apresenta a instrução TOF controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ).S.

. a instrução RTO mede o período acumulativo durante o qual as condições da linha são verdadeiras.2. ATENÇÃO: Não utilize a instrução RES do contador / temporizador com a instrução TOF.o controlador perde a alimentação (desde que exista bateria de back-up). o bit de habilitação será energizado e o bit de executado permanecerá energizado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 143 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. pois desenergizar os bits de controle pode causar operação inesperada da máquina e/ou danos pessoais.as condições de linha se tornam falsas. . O valor acumulado da instrução de Temporizador Retentivo pode ser zerado por uma instrução RES ou desenergizando-se os bits de controle apropriados e a contagem acumulada. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . as condições de entrada podem se alterar sem que o valor acumulado seja zerado. o bit de temporizando será desenergizado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . A temporização continua a partir deste valor quando a linha tem uma nova transição de falsa para verdadeira. Quando a instrução RES que contém o mesmo endereço da instrução de Temporizador Retentivo for habilitada. Retendo o seu valor acumulado.o bit de habilitação permanece desenergizado.a operação do controlador é alterada do modo operação ou teste para programação. ocorre o seguinte: .P. no caso da linha ser verdadeira. . Ela retém seu valor acumulado quando: . 11. Quando o temporizador está registrando o tempo. . Caso a linha seja falsa. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados quando a linha da instrução RTO passar a falsa. ou se a alimentação for restabelecida.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o Controlador retorna ao modo de operação ou teste.3 – Temporizador Retentivo ( RTO ) A instrução de Temporizador Retentivo conta intervalos de base de tempo quando as condições da linha se tornam verdadeiras.3._________________________________________________________________________ Se o Controlador for passado do modo operação ou teste para programação.os bits de executado e de temporizando permanecem energizados. o valor acumulado será zerado. ou então se a alimentação for perdida enquanto a instrução TOF estiver temporizando sem ter ainda atingido o valor pré-selecionado.

P. Se a linha for falsa. o valor acumulado permanecerá o mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou. O bit de temporizando é então desenergizado. O bit de habilitação é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha são falsas. assim como o diagrama de tempo desta instrução. A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Entretanto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . se a linha for verdadeira.S. a instrução de Temporizador Retentivo interrompe a temporização. e o bit de temporizando e de habilitação permanecerão energizados.L apresenta a instrução RTO controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ). Note que este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. O bit de temporizando da instrução de Temporizador Retentivo opera da mesma maneira que os de uma instrução TON._________________________________________________________________________ O bit de executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. ou então quando a alimentação é perdida enquanto uma instrução RTO está registrando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. Quando se retorna ao modo de operação ou a alimentação é restabelecida. o bit de executado permanecerá neste estado quando a linha passar a falsa ). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 144 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor préselecionado. Este bit é desenergizado apenas quando a instrução RES é habilitada. o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de controle serão desenergizados ( se energizado. o bit de habilitação e o de temporizado permanecem energizados e o valor acumulado permanece o mesmo. o bit de executado de um temporizador retentivo não é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou a alimentação é desligada e ligada. Quando o controlador é passado do modo operação ou teste para programação.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Figura 11.S.L – Temporizador Retentivo e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 145 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente ( CTU e CTD ) As instruções de Contador Crescente (CTU) e Contador Decrescente (CTD) contam as transições de falso para verdadeiro.P.S. Valores negativos são armazenados na forma de complemento de 2. Figura 11.M ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .M apresenta os formatos das instruções CTU e CTD. seja habilitada. A figura 11. Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e assim permanece até que uma instrução RES. Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números inteiros.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . as quais podem ser causadas por eventos que ocorram no programa._________________________________________________________________________ 11. tais como peças que passam por um detetor ( figura 11.M – Formato das instruções CTU e CTD Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado e uma palavra de controle associada. com o mesmo endereço da instrução do contador. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 146 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 147 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o valor acumulado é incrementado de um. Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se a instrução RES com o mesmo endereço da instrução CTU. As instruções CTU podem contar além de seu valor pré-selecionado.P. Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. com mesmo endereço da instrução CTU é habilitada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa para verdadeira.S.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador. Isto é indicado quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. Quando isto ocorre sucessivamente até que o valor acumulado se torne maior ou igual ao valor préselecionado. Figura 11.N ). o bit de executado ( DN ) é energizado. O bit de habilitação do Contador Crescente ( CU ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou uma instrução RES. o valor acumulado atinge o valor de -32768 e continua a contagem crescente a partir daí. Quando a contagem ultrapassa o valor pré-selecionado atingindo ( 32767 + 1 ) ocorre uma condição de overflow. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Também é possível desenergizá-lo decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32767 com uma instrução CTD._________________________________________________________________________ A palavra de controle para instruções de Contador inclui cinco bits de estado ( figura 11.

O estado energizado e desenergizado dos bits de executado. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição de falsa para verdadeira. O bit de habilitação do Contador Decrescente ( CD ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e a instrução de Contador Decrescente habilitada. Também é possível desenergizá-lo incrementando-se a contagem com uma instrução CTU que tenha o mesmo endereço da instrução CTD. Estes bits de controle e o valor acumulado são zerados quando a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. Pode-se desenergizá-lo habilitando a instrução RES apropriada. Quando uma instrução CTD conta além de seu valor pré-selecionado e atinge o valor ( -32768 .767 e continua a contagem decrescente a partir daí. Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado o valor acumulado atinge +32. As instruções CTU e CTD são retentivas.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 148 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O bit de habilitação é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ( instrução de Contador Decrescente desabilitada ) ou a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit de underflow ( UN ) é energizado._________________________________________________________________________ As instruções CTD também contam transições da linha de falsa para verdadeira. O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU ou CTD se torna falsa ou quando a alimentação do controlador é removida e depois restaurada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Quando ocorrer um número suficiente de contagens e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado.S. de overflow e de underflow também é retentivo.1 ). o bit de executado do contador é desenergizado.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.O – Diagrama de Tempo de Contador Crescente e Contador Decrescente ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 149 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.O é um diagrama de tempo para instruções CTU e CTD._________________________________________________________________________ A figura 11. Figura 11.

2. não utilize-a para zerar uma instrução TOF. são zerados o valor acumulado. o bit de executado.P mostra um exemplo de uma instrução RES para o temporizador T4:2 Figura 11. Quando a instrução RES é habilitada. Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zerados o valor acumulado.P._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit de temporizando e o bit de habilitação.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador ( RES ) Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e Temporizador. quando uma instrução RES é habilitada. Caso o valor pré-selecionado seja negativo. o bit de executado e o bit de temporizando de uma instrução de temporizador. ela zera a instrução de temporizador. Se a linha do contador for habilitada. o bit CU ou CD será desenergizado assim que a instrução RES for habilitada.S.P – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador. Isto então. A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . os bits de overflow. de contador crescente e / ou contador decrescente. a instrução RES coloca o valor acumulado em zero. ATENÇÃO: Já que a instrução RES zera o valor acumulado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 150 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. de mesmo endereço da instrução RES. o bit de executado e o bit de habilitação. leva o bit de executado a ser energizado pela instrução de Contador Crescente ou Contador Decrescente. Em uma instrução de Temporizador.

através de determinadas instruções de saída. endereço do resultado da operação. LÓGICAS E DE MOVIMENTAÇÃO 11. exceto a Movimento com Máscara ( MVM ).S.P.3.3.1 – Generalidades Pode-se realizar operações aritméticas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 11.3 – INSTRUÇÕES ARITMÉTICAS. lógicas e de movimentação em palavras individuais.2 – Descrição Estas instruções podem realizar as seguintes operações: Aritméticas Adição ( ADD ) Subtração ( SUB ) Multiplicação ( MUL ) Divisão ( DIV ) Raiz Quadrada ( SQR ) Negação ( NEG ) Zeramento ( CLR ) Conversão para BCD ( TOD ) Conversão de BCD ( FRD ) Lógicas E ( AND ) OU inclusivo ( OR ) OU exclusivo ( XOR ) Complementação ( NOT ) Movimento Movimentação ( MOV ) Movimentação com Máscara ( MVM ) Pode-se também realizar essas operações. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11.3 – Parâmetros das Instruções Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): endereço do valor que será utilizado na operação matemática. Dest ( Destino ): ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 151 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 11. utilizando a instrução de Cálculo ( CPT ).3. Pode ser um endereço lógico direto e/ou constante de programa. descrita no final deste capítulo.

ASCII e BCD. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. zero ( Z ) sinal ( S ) 2 3 11. Temporizador. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. se inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. o arredondamento será para o número inteiro mais próximo. Flag.1 Bits de Estado Aritméticos Elemento 0 Bit 0 1 Descrição carry ( transporte ) ( C ) overflow ( V ) quando o resultado é muito grande para destino ou muito pequeno em operadores de ponto flutuante.4999 = 1 e 1. Contador.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .500 = 2. Entrada. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino.3. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro. já que o controlador os interpreta como inteiros. Os dados dos arquivos de ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. os bits de estado aritméticos são atualizados. Veja tabela 11. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou para converter número inteiro em BCD.4 – Bits de Estado Aritméticos Depois que cada instrução é executada. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 152 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. Se o destino for um número inteiro. Estes bits se localizam no elemento 0 do arquivo de Flag. por exemplo: 1. Deste modo.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. Controle.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1. Saída. Tabela 11. O controlador arredonda o valor final de uma expressão antes de armazená-la no destino.P.

Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 153 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Q apresenta o formato da instrução ADD. 11. V. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11.Q – Formato da Instrução ADD O valor na Fonte A é somado com o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. V. Z e S.7 – Instrução de Subtração ( SUB ) A figura 11.3. No arquivo de Flag. são atualizados os bits: C. Figura 11.R – Formato da Instrução SUB O valor na Fonte B é subtraído do valor na Fonte A e o resultado é armazenado no Destino. No arquivo de Flag. elemento 0.R apresenta o formato da instrução SUB. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.P. são atualizados os bits: C.S. elemento 0.6 – Instrução de Adição ( ADD ) A figura 11. Z e S.

Z e S. elemento 0.S. 11.3.S – Formato da Instrução MUL O valor na Fonte A é multiplicado pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. são atualizados os bits: V._________________________________________________________________________ 11. Figura 11.8 – Instrução de Multiplicação ( MUL ) A figura 11. O bit C é sempre desenergizado. O bit C é sempre desenergizado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 154 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Z e S. Figura 11. No arquivo de Flag. No arquivo de Flag. são atualizados os bits: V.9 – Instrução de Divisão ( DIV ) A figura 11.T apresenta o formato da instrução DIV.T – Formato da Instrução DIV O valor na Fonte A é dividido pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.S apresenta o formato da instrução MUL.P. elemento 0.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 155 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11. caso contrário será energizado. são atualizados os bits: Z.10 – Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ) A figura 11. Z e S. V e S são sempre desenergizados. Se o sinal é negativo.V – Formato da Instrução NEG O valor na Fonte é subtraído de 0 e o resultado armazenado no Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . elemento 0. No arquivo de Flag. O controlador calcula a raiz quadrada do valor absoluto.11 – Instrução de Negação ( NEG ) A figura 11.V apresenta o formato da instrução NEG.3. Os bits C.S. Figura 11. No arquivo de Flag. o controlador ignora o mesmo. elemento 0.U apresenta o formato da instrução SQR. 11.3. O bit C será desenergizado se o resultado for zero.P.U – Formato da Instrução SQR A raiz quadrada do valor na Fonte é armazenada no Destino. são atualizados os bits: V.

elemento 0. No arquivo de Flag. V e S são sempre desenergizados e o bit Z é sempre energizado._________________________________________________________________________ 11.P. Figura 11.3. 11. o resultado é armazenado como 9999.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .X apresenta o formato da instrução TOD. Se o valor do número inteiro introduzido for maior que 9999.13 – Instrução de Conversão para BCD ( TOD ) A figura 11.W apresenta o formato da instrução CLR.12 – Instrução de Zeramento ( CLR ) A figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 156 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. os bits C. Figura 11.X – Formato da Instrução TOD O valor do número inteiro armazenado na Fonte ( arquivo inteiro ) é convertido para BCD e armazenado no Destino ( arquivo BCD ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3. são atualizados os Bits V e Z. Os bits C e S são sempre desenergizados.W – Formato da Instrução CLR O valor no Destino é zerado. O bit V será energizado quando o valor do número inteiro for menor que zero ou maior que 9999. No arquivo de Flag. elemento 0. Utilize essa conversão quando desejar exibir ou transferir valores BCD para displays externos ao Controlador.

3. Recomenda-se converter valores BCD em inteiro antes de manipulá-los no programa de aplicação.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Y – Formato da Instrução FRD O valor BCD armazenado na Fonte ( arquivo BCD ) é convertido para um número inteiro e armazenado no Destino ( arquivo inteiro ). elemento 0. V e S são sempre desenergizados.P.14 – Instrução de Conversão de BCD ( FRD ) A figura 11. Os bits C._________________________________________________________________________ 11. Figura 11. é utilizado o bit Z. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 157 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. No arquivo de Flag.Y apresenta o formato da instrução FRD.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de Portas Lógicas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 158 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Esquema lógico do Padrão Água Viva: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 159 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . popularmente conhecido como Padrão Água Viva.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas: As operações Lógicas são bastante utilizadas em rotinas de Tratamento dos sinais de E/S do PLC.

Z apresenta o formato da instrução AND. No arquivo de Flag. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A tabela verdade da operação lógica E é apresentada na tabela 11.2 Operação Lógica E A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A AND B R 0 0 0 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 160 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.15 – Instrução lógica E ( AND ) A figura 11.S. Os bits C e V são sempre desenergizados. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).3.Z – Formato da Instrução AND É executado um AND bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11. O bit S será energizado._________________________________________________________________________ 11. são atualizados os bits Z e S. elemento 0. Tabela 11.P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 0. Figura 11.AA apresenta o formato da instrução OR. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .AA – Formato da Instrução OR É executado um OR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.3 Operação Lógica OU A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A OR B R 0 1 1 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 161 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3. No arquivo de Flag.S._________________________________________________________________________ 11.P. são atualizados os bits Z e S. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). O bit S será energizado. A tabela verdade da operação lógica OU é apresentada na tabela 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.16 – Instrução lógica OU ( OR ) A figura 11.3. Tabela 11.

Os bits C e V são sempre desenergizados.P._________________________________________________________________________ 11. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).3.BB – Formato da Instrução XOR É executado um XOR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e então armazenado no Destino.4.4 Operação Lógica OU Exclusivo A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A XOR B R 0 1 1 0 é apresentada na ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 162 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .17 – Instrução lógica OU Exclusivo ( XOR ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Tabela 11.BB apresenta o formato da instrução XOR. No arquivo de Flag. Figura 11. são atualizados os bits Z e S. elemento 0. A tabela verdade da operação lógica OU Exclusivo tabela 11.S.

3.5 Operação Lógica Complementação A 0 1 onde R = R 1 0 NOT A ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 163 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os bits C e V são sempre desenergizados. Tabela 11.P. No arquivo de Flag.CC – Formato da Instrução NOT O valor na Fonte é complementado bit a bit e armazenado no Destino. elemento 0. Figura 11.18 – Instrução lógica de Complementação ( NOT ) A figura 11.5. A tabela verdade da operação lógica Complementação é apresentada na tabela 11.CC apresenta o formato da instrução NOT. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11.S. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). são atualizados os bits Z e S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Figura 11. elemento 0. são atualizados os bits Z e S.3.3.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): Dest ( Destino ): endereço dos dados que se deseja movimentar ou uma constante de programa. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 164 de 212 . endereço para onde a instrução move os dados. Os bits C e V são sempre desenergizados. O formato da instrução é mostrado na figura 11.19 – Instrução de Movimentação ( MOV ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .20. Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11.DD apresenta o formato da instrução MOV.EE._________________________________________________________________________ 11.20 – Instrução de Movimentação com Máscara ( MVM ) A instrução de Movimento com Máscara ( MVM ) é uma instrução de palavra que movimenta dados de uma localização de origem para um destino e permite que partes desses dados sejam mascarados por uma palavra.S.3.EE – Formato da Instrução MVM 11. 11.DD – Formato da Instrução MOV O Controlador move o valor da Fonte para o Destino. No arquivo de Flag. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados.P.

20.3. os dados no endereço Fonte passam através da máscara para o endereço Destino ( figura 11. A instrução movimenta os mesmos dados. os dados são transferidos quando os bits da palavra de máscara são energizados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11. enquanto a linha permanece verdadeira.FF – Exemplo da Instrução de Movimento com Máscara Os dados são mascarados quando os bits da palavra da máscara são desenergizados. a cada varredura.2 – Operação Quando a linha passa de falsa para verdadeira. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se um valor constante ( valor em Hexadecimal ).S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11.FF ). correspondentes aos zeros da palavra de máscara não são alterados. ou podem ser alterados atribuindo à máscara um endereço direto ou indireto. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 165 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os bits na palavra de destino.

podem ser realizadas através da instrução de Cálculo ( CPT )._________________________________________________________________________ 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .GG.21. Podem ser utilizados endereços lógicos direto e / ou constantes de programa.3. Uma instrução CPT também utiliza mais palavras no arquivo de programa que sua correspondente instrução aritmética. lógica ou de movimento.GG – Formato da Instrução CPT 11. os bits de estado aritméticos do arquivo de flag são atualizados da mesma forma que sua correspondente instrução aritmética. O resultado da operação especificada na expressão é armazenado na palavra de destino. Como exemplo. lógica ou de movimento. O tempo de execução de uma instrução CPT é maior que o tempo de execução da sua correspondente instrução aritmética. exceto a instrução de movimentação com máscara ( MVM ). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 166 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. cujo formato é apresentado na figura 11.21 – Instrução de Cálculo ( CPT ) Todas as operações descritas neste capítulo.3. Figura 11. Uma instrução ADD. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Depois que cada instrução CPT é desenvolvida. operação aritmética ou lógica (até 80 caracteres ).P. verifique através da instrução ADD.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Dest ( Resultado / Destino ): Expression ( Expressão ): endereço do resultado da operação. é executada em menos tempo que uma instrução CPT ( Adição ). lógica ou de movimento. como esses bits são atualizados após ser realizada a operação da instrução CPT (Adição). por exemplo.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Tabela 11._________________________________________________________________________ A tabela 11.( sinal de menos ) TOD FRD AND OR XOR NOT Entrar 0 ( zero ) para a expressão Entrar somente endereço Fonte ou constante de programa para a expressão Exemplo N7:0 + N7:1 N7:0 .N7:0 TOD N7:0 FRD N7:0 N7:0 AND N7:1 N7:0 OR N7:1 N7:0 XOR N7:1 NOT N7:0 0 N7:0 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 167 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.N7:1 N7:0 * N7:1 N7:0 | N7:1 SQR N7:0 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 apresenta os símbolos que se insere na expressão da instrução CPT para definir uma operação e apresenta também um exemplo dessas expressões.( sinal de menos ) * ( asterisco ) | ( barra vertical ) SQR .6 Símbolos de Operações da Instrução CPT Operação Adição Subtração Multiplicação Divisão Raiz Quadrada Negação Conversão para BCD Conversão de BCD E OU OU Exclusivo Complementação Zeramento Movimentação Símbolo + ( sinal de mais ) .P.

ponto flutuante e inteiro. tais como. Por exemplo.4. 11. 11.4. a instrução de comparação: 10 ( BCD ) 0000 0000 0001 0000 10 ( Decimal ) 0000 0000 0000 1010 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 168 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros que se insere nestas instruções são: SOURCE A e B ( Fonte ) ._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Entretanto. se o valor em N7:2 for igual a 10 ( decimal ) e o valor em D9:3 for igual a 10 ( BCD ). os valores em BCD e ASCII devem ser utilizados apenas para fins de visualização.2 – Descrição As operações que podem ser realizadas com as instruções de comparação são: Igual a ( EQU ) Diferente de ( NEQ ) Menor que ( LES ) Menor ou igual a ( LEQ ) Maior que ( GRT ) Maior ou igual a ( GEQ ) Teste Limite ( LIM ) Igual Mascarada ( MEQ ) Todas as operações apresentadas acima também podem ser desenvolvidas através da instrução de Comparação ( CMP ).S. descrita no final deste capítulo.P. a expressão N7:2 = D9:3 não é verdadeira.4.1 – Generalidades As instruções de comparação permitem comparar valores de dados e tratam-se de instruções de entrada. Valores em BCD ou ASCII inseridos em uma instrução de comparação são tratados como números inteiros.4 – INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO 11.constantes de programa ou endereços lógicos diretos de valores que se deseja comparar. Entretanto como os valores em BCD não são convertidos para decimal. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Pode-se comparar valores de tipos diferentes de dados.

11. Ao invés disto.4. Se esses dois valores forem iguais. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 169 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11.P. a instrução será falsa. esta instrução será logicamente verdadeira. uma faixa de valores com a qual o valor de ponto flutuante será comparado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A instrução EQU não deve ser utilizada para comparar dois valores de ponto flutuante.II apresenta o formato da instrução NEQ.5 – Instrução Diferente de ( NEQ ) A figura 11. esta instrução será falsa. Se estes valores não forem iguais. Figura 11.II – Formato da Instrução NEQ Quando os valores da Fonte A e da Fonte B não forem iguais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .HH – Formato da Instrução EQU Quando os valores da Fonte A e da Fonte B forem iguais.4. utilizar a instrução LIM ( será vista mais a frente ) fixando assim. pois raramente esses valores serão totalmente iguais._________________________________________________________________________ 11.4 – Instrução Igual a ( EQU ) A figura 11.S.HH apresenta o formato da instrução EQU. esta instrução será logicamente verdadeira.

esta instrução será falsa. Se o valor da fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 170 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.JJ apresenta o formato da instrução LES. Figura 11.KK – Formato da Instrução LEQ Quando o valor da Fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B.4. Figura 11.S. 11. esta instrução será logicamente verdadeira.7 – Instrução Menor ou Igual a ( LEQ ) A figura 11.4.JJ – Formato da Instrução LES Quando o valor da Fonte A for menor que o valor da Fonte B esta instrução será logicamente verdadeira. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .KK apresenta o formato da instrução LEQ. Se o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 – Instrução Menor que ( LES ) A figura 11. esta instrução será falsa.P._________________________________________________________________________ 11.

MM apresenta o formato da instrução GEQ.P. 11.LL – Formato da Instrução GRT Quando o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4. esta instrução será falsa.S. esta instrução será falsa. Se o valor da fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B. Figura 11.LL apresenta o formato da instrução GRT. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 171 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Se o valor da fonte A for menor que o valor da Fonte B. Figura 11.9 – Instrução Maior ou Igual a ( GEQ ) A figura 11.8 – Instrução Maior que ( GRT ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11. esta instrução será logicamente verdadeira.MM – Formato da Instrução GEQ Quando o valor da Fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B. esta instrução será logicamente verdadeira.

endereço do valor C ou constante do programa. Figura 11. onde o valor A pode ser menor ou maior que o valor de C.10.NN._________________________________________________________________________ 11.10 – Instrução Testar Limite ( LIM ) Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa especificada.S. Caso a) Valor A ≤ valor C ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 172 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. dependendo de como foram ajustados os limites. A figura 11.4. Test ( valor de teste): High Limit ( Limite Alto ): A instrução é falsa a não ser que o valor de B esteja entre certos limites.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Low Limit ( Limite Baixo ): endereço do valor A ou constante do programa.OO apresenta dois exemplos: um para o caso do valor A ser menor ou igual ao valor C (a) e outro para o caso do valor A ser maior ou igual ao valor de C (b). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . A figura 11. mostra o formato da instrução de Testar Limite ( LIM ).4.NN – Formato da Instrução LIM 11. Esses limites são os valores A e C. endereço do valor B ou constante do programa.

OO – Exemplo da Instrução LIM A instrução LIM não possui bits de estado. Figura 11.PP apresenta o formato da instrução MEQ. permitindo que partes desses dados sejam mascarados através de uma palavra. 11. A figura 11. Figura 11. mas não igual a um deles.11 – Instrução Igual Mascarada ( MEQ ) Esta instrução de entrada compara dados de um endereço fonte com dados de um endereço de referência. a instrução é verdadeira._________________________________________________________________________ Quando o controlador detecta que o valor B é igual a um dos limites ou está entre eles. Caso b) Valor A ≥ valor C Quando o controlador detecta que o valor B está fora dos limites ou é igual a um deles. Se o valor B estiver entre os limites. Se o valor B estiver fora desses limites.PP – Formato da Instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 173 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. então a instrução é falsa.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a instrução é falsa.4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . a instrução é verdadeira.P.

S. _________________________________________________________________________ Figura 11.P. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados ou um valor em hexadecimal. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11.4. a instrução é verdadeira.11. Compare ( Referência ): valor inteiro ou endereço de referência para a comparação.QQ – Exemplo da instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 174 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os bits da palavra de máscara iguais a 0 (zero) mascaram os dados. já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a comparação. A instrução se torna falsa assim que ela detecta uma diferença.QQ.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): endereço do valor que se deseja comparar ou um valor inteiro. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Se os 16 bits de dados de um endereço Fonte forem iguais aos 16 bits de dados do endereço Referência ( exceto os bits mascarados )._________________________________________________________________________ 11.

Tabela 11. executa mais rapidamente que uma instrução CMP ( Menor ou Igual a ). Uma instrução CMP também utiliza mais palavras no arquivo de programa do que utilizaria sua correspondente instrução de comparação. por exemplo.RR apresenta o formato da instrução CMP. representados por endereços lógicos diretos e/ou constantes de programa. A figura 11.RR – Formato da Instrução CMP A expressão que se insere para a instrução CMP é uma comparação entre dois valores. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.P. Uma instrução LEQ.7 Símbolos e Tipos de Operação da Instrução CMP Operação Igual a Diferente de Menor que Menor ou Igual a Maior que Maior ou Igual a Símbolo = <> < <= > >= ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 175 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.12 – Instrução de Comparação ( CMP ) A instrução CMP é uma instrução de entrada que permite realizar as operações de comparação ( exceto MEQ e LIM ) descritas anteriormente.7 apresenta os símbolos e os tipos de operação da instrução CMP. O tempo de execução de uma instrução CMP é maior que o tempo de execução de uma instrução de comparação.S. A tabela 11.

§ 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU SECUNDÁRIA é atualizada pela CPU PRIMÁRIA com os dados relevantes do processo e está pronta para controlar as mesmas saídas.P. Durante a operação NORMAL. CLP-5/60E ou CLP5/80E). CLP-5/60E ou CLP5/80E). a CPU PRIMÁRIA envia para a CPU SECUNDÁRIA os valores das E/S e tabelas de dados. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU PRIMÁRIA controla as saídas distribuídas em rede RIO O CHASSI SECUNDÁRIO (aquele que abriga a CPU SECUNDÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. a CPU SECUNDÁRIA assumirá o controle das E/S (tornarse-á CPU PRIMÁRIA) e terá os últimos valores de dados atualizados.S. 12.CONCEITO Emprega-se redundância de controle para aumentar a confiabilidade e disponibilidade do sistema de controle contra possíveis falhas da CPU. pois caso ocorra uma falha no chassi PRIMÁRIO. caso ocorra um evento de FALHA ou PARADA do sistema PRIMÁRIO.1 . CLP-5/40E. Uma CPU controla as E/S (chamada de CPU PRIMÁRIA) e a outra CPU (chamada de SECUNDÁRIA) fica no modo de espera. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – OPERAÇÃO BÁSICA O CHASSI PRIMÁRIO (aquele que abriga a CPU PRIMÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. CLP-5/40E. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 176 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o sistema automaticamente transfere o controle para a CPU SECUNDÁRIA que passa a ser a CPU PRIMÁRIA e conseqüentemente passa a controlar as mesmas E/S._________________________________________________________________________ 12. Redundância de CPU´s 12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Caso a CPU PRIMÁRIA entre em FALHA. A redundância utiliza duas CPU´s rodando o mesmo programa aplicativo.

parâmetros PID. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . etc) que devem ser transferidos da CPU PRIMÁRIA para a CPU SECUNDÁRIA a todo scan. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Esta rede utiliza o mesmo cabo elétrico da rede DH+ e / ou RIO denominado 1770-CD (Cabo Belden 9463). para que a tabela imagem e dados da CPU SECUNDÁRIA seja atualizada com os mesmos valores da CPU PRIMÁRIA.3 – MÓDULO DE BACKUP DE COMUNICAÇÃO – 1785-BCM No sistema de redundância do CLP-5 utiliza-se um módulo 1785-BCM no Chassi Primário e outro módulo 1785-BCM no Chassi Secundário. horímetros. O módulo 1785-BCM é responsável pelo BACKUP dos dados de E/S e outros dados relevantes de programa (exemplo: totalizações.A .P.S. temporizadores. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 177 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. É utilizada uma rede de interligação entre estes dois módulos chamada de HSSL (High Speed Serial Link à Rede serial de alta velocidade).Sistema de redundância usando o módulo 1785-BCM 12._________________________________________________________________________ Figura 12.

1 .Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM LED PRI SEC Cor do LED verde verde Este LED indica Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema PRIMÁRIO Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema SECUNDÁRIO Quando piscante – o módulo BCM está executando uma instrução de Block Transfer ou comunicando corretamente com as E/S através da placa de fundo do Chassi Quando apagado – não existe comunicação entre o módulo BCM e o Processador (CPU) Quando piscante – rede HSSL funcionando adequadamente Quando apagado – falha na rede HSSL Quando aceso – Falha de Hardware do BCM BPLN verde SER FLT verde vermelho ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 178 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.1 – Leds sinalizadores de status do módulo 1785-BCM Tabela 12.3.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 12.

_________________________________________________________________________ 12. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 179 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . se este nó estiver na extremidade da rede.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário (*) Substitua este trecho de rede com resistor de terminação de 150 Ohm.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.3.

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO OBJETIVO Verificar a funcionalidade das instruções estudadas no curso. Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal 1 2 3 4 5 6 7 8 SW4 à OFF SW5 à OFF 05 Endereço: _______________________ CLP-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 180 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. através de exercícios práticos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ 13.S. EXERCÍCIO SOBRE ENDEREÇAMENTO DE E/S DIGITAIS Objetivo: Determinar os endereços dos sinais digitais baseados em configuração de hardware do Chassi e / ou módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal SW4 à OFF SW5 à ON 1 2 3 4 5 6 7 8 07 + 24 Vcc CLP-5 Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 181 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Remotas Mini-seletoras do módulo 1771-ASB SW5 à ON SW6 à OFF SW1-1 SW1-2 SW1-3 SW1-4 SW1-5 SW1-6 SW1-7 SW1-8 à à à à à à à à ON ON ON ON OFF OFF ON ON 10 13 02 XY-122315 Endereço: _______________________ 1771-ASB ZSL-122315 ZSH-122315 Endereço: _______________________ Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 182 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . energizar a bomba B1 e mantêla energizada (considerar uma lâmpada do simulador) 3. 3.7 – Documentar o programa Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGA bomba Botão DESLIGA bomba Bomba B1 Lâmpada B1 LIGADA Lâmpada B1 DESLIGADA à I: à I: à O: à O: à O: / / / / / pulso NA pulso NA acesa indica B1 LIGADA acesa indica B1 DESLIGADA ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 183 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6 – Sinalizar através de outra lâmpada do simulador o status da bomba B1 desligada. conforme descritivo abaixo: 3.1 – Existirá 1 botão para LIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR. desenergizar a bomba B1 e mantê-la desenergizada.5 – Sinalizar através de uma lâmpada do simulador o status da bomba B1 ligada 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 2 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits (contatos e bobinas) 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD3) chamado de EXERC2 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC2) 3 – Dentro desta subrotina. 3.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR.2 – Existirá 1 botão para DESLIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3. desenvolver um programa em LADDER para o controle de partida / parada de uma bomba.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 184 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 185 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.

desenvolver um programa em LADDER para controlar o acionamento de 05 motores distintos.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. conforme descritivo abaixo: 3. (Nota: Considerar uma lâmpada do simulador para cada motor) 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 3 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD4) chamado de EXERC3 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC3) 3 – Dentro desta subrotina. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P. 3.5 – Documentar o programa. desligar os 05 motores simultaneamente. após 4 segundos ligar o motor M4 e após 5 segundos ligar o motor M5.2 – Existirá apenas 1 botão para DESLIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NF do simulador ). 3. após 3 segundos ligar o motor M3. Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGAR motores Botão DESLIGAR motores Motor M1 Motor M2 Motor M3 Motor M4 Motor M5 à I: à I: à O: à O: à O: à O: à O: / / / / / / / pulso NA pulso NA M1 M2 M3 LIGAR DESLIGAR M4 M5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 186 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. após 2 segundos ligar o motor M2. 3. após 1 segundo ligar o motor M1.1 – Existirá apenas 1 botão para LIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NA do simulador ).3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 187 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 188 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

4 – Documentar o programa Nota: Considerar um botão NF do simulador como chave de nível alto. 3.P. desenvolver um programa em LADDER para gerar um alarme de nível Alto do condensado do filtro FIL-001A.3 – Ocorrerá sinalização de alarme de nível alto se a chave permanecer atuada por um tempo maior ou igual a 10 segundos.2 – Deverá existir a indicação de alarme de nível alto no supervisório relacionado com a referência B3:0/0 (LAH_001A).S. nível normal à B3:0/0 = 1 nível alto à B3:0/0 = 0 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 4 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD5) chamado de EXERC4 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC4) 3 – Dentro desta subrotina.1 – Existe uma chave de nível (LSH_001A – contato NF) instalada no filtro FIL001A. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 189 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 3.

P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 4 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 190 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 191 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Caso o operador deseje zerar o contador de partidas. 3.2 – Toda vez que for dado um comando de partida e houver retorno de motor ligado. desenvolver um programa em LADDER para gerar um contador do número de partidas de um motor. o mesmo deverá gerar um pulso no botão resete._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 5 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD6) chamado de EXERC5 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC5) 3 – Dentro desta subrotina. conforme descrição abaixo: 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . a lógica deverá contar o número de partidas e indicar no registro N7:0.P. 3.1 – Criar uma lógica de partida / parada de um motor baseada no exercício 2 Botão liga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão desliga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão resete (pulso – NA) à zerar o contador de partidas Motor à considerar uma lâmpada do simulador Considerar: B3:1/0 à retorno do status do motor (=0 desligado / =1 ligado) Registro: N7:0 à número de partidas do motor 3.S.4 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 192 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 193 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 194 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

3.2 . 3.3 – Quando o motor estiver desligado: 3.2.4 – Acrescentar na lógica.2.1 .1 . 3.S.Indicar no N7:11 os minutos do motor em funcionamento.2._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 6 Objetivo: Testar a funcionalidade temporizadores e movimentação: das instruções de bits.3. conforme descrição abaixo: 3.Zerar os registros de horas.P. relacionadas ao último intervalo de tempo de motor ligado.3 . um botão para zerar o horímetro durante o motor ligado. 3. 3. desenvolver um programa em LADDER para gerar um horímetro de um motor.Indicar no N7:10 as horas de motor em funcionamento. N7:21 e N7:22 as horas.2 – Quando o motor estiver ligado: 3. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Indicar no N7:12 os segundos do motor em funcionamento. contadores. 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD7) chamado de EXERC6 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC6) 3 – Dentro desta subrotina. minutos e segundos respectivamente. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . minutos e segundos de motor em funcionamento 3.2.Indicar nos registros N7:20.5 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 195 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. se houver necessidade.1 – Considerar a lógica de partida / parada do motor do exercício 5 3.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 6 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 196 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 197 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . desenvolver um programa em LADDER para controlar a válvula de controle XV_111 do tanque de água indicado abaixo conforme descrição a seguir: 3. A cada 1 metro o sensor de nível SN1 envia um pulso para o CLP.1 – O tanque será preenchido constantemente do nível 0 a 10 metros.2 – Quando o nível do tanque atingir 10 metros. o CLP abrirá a válvula XV_132 durante um tempo fixo de 10 segundos (tempo suficiente para esvaziar o tanque). Após este tempo a válvula fechará automaticamente. 3.3 – Documentar o programa Considerar: SN1 à botão de pulso NA do simulador (I: XV_111 à lâmpada do simulador (O: / / ) ) 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 XV_111 SN 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 198 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . temporizadores e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD8) chamado de EXERC7 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC7) 3 – Dentro desta subrotina.S._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 7 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits.P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 7 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 199 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 200 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

_________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 8 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e matemáticas básicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD9) chamado de EXERC8 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC8) 3 – Dentro desta subrotina. O resultado da conversão deverá ser armazenado no endereço F8:0 3. desenvolver um programa em LADDER para executar uma conversão de escala utilizando-se de instruções aritméticas básicas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . conforme descrição abaixo: 3. através de uma Entrada Analógica cujo endereço é N10:4 Considerar: 0 kgf à 4 mA à0 120 Kgf à 20 mA à 4095 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. A indicação desta pressão será em Unidades de Engenharia (indicação em ponto flutuante). 3.S. proveniente de um sensor de pressão (PT_12233) calibrado para o range de 0 a 120 Kgf/cm2.2 – Será feita a indicação desta leitura na tela do Supervisório (Central de Operação e Controle).1 – O CLP está lendo um sinal analógico de 4 ~ 20 mA.3 – Pede-se fazer a conversão de escala para unidades de engenharia no CLP através do programa aplicativo.4 – Documentar o programa Conversor Analógico Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão PT_12233 A/D 0 a 4095 REGISTRO NO CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 201 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 8 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 202 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 203 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.P.1 – Os alarmes deverão ser sinalizados em 02 lâmpadas localizadas em um painel quando: PAL_12233 à Quando PT_12233 ≤ 20 Kgf/cm2 PAH_12233 à Quando PT_12233 ≥ 100 Kgf/cm2 3. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de alarmes de pressão baixa (PAL_12233) e pressão alta (PAH_12233)._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 9 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e de comparação 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD10) chamado de EXERC9 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC9) 3 – Dentro desta subrotina.2.S. conforme descrição abaixo: 3.2. o Operador estará reconhecendo o alarme.Existirá um botão de pulso (NA) para reconhecimento de qualquer um dos alarmes.1 – Quando ocorrer um alarme a lâmpada respectiva deverá PISCAR 3. Quando for pressionado este botão.2 – Quando um alarme for reconhecido a lâmpada respectiva pára de PISCAR e fica ACESA 3.3 – Quando não ocorrer alarme a lâmpada respectiva deverá APAGAR PAL_12233 PAH_12233 RECONHECE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 204 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. 3.

P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 9 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 205 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 206 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

_________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 10 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e relacionais 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD11) chamado de EXERC10 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC10) 3 – As chaves de nível LSH e LSL são pré-alarmes do transmissor de nível do vaso.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 5 – Fazer indicação do nível do vaso em unidades de engenharia (0 – 100%) no registro F8:10 Considerações: LSL setpoint = 30% LSH setpoint = 60% Chave de nível LSLL Chave de nível LSHH Transmissor de nível utilizar os endereços N7:24 Range da entrada analógica 4 – 20 mA / 0 a 4095 Bomba B-151801 Alarme de nível baixo Alarme de nível alto Matriz de Causa x Efeito O: O: O: / / / I: I: / / Fluxograma P& ID Observação: T à Se atuar LSHH por 10 segundos fechar SDV ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 207 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Quando ocorrer LSH ou LSL sinalizar alarme nas respectivas lâmpadas. 4 – As chaves de nível LSHH e LSLL são ED do CLP. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 10 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 208 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 209 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.S.

O resultado desta polarização deverá ser armazenado no registro B3:21. preencher o estado das entradas polarizadas EP ENT FISICA I:002/00 I:002/01 I:002/02 I:002/03 I:002/04 I:002/05 I:002/06 I:002/07 I:002/10 I:002/11 I:002/12 I:002/13 I:002/14 I:002/15 I:002/16 I:002/17 EST 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 ESP (B3:20) 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 EP (B3:21) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 210 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 11 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e lógicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD12) chamado de EXERC11 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC11) 3 – Dentro desta subrotina. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Considerar: ENT à Endereço da entrada física EST à Estado da entrada física ( 0 = chave aberta / 1 = chave fechada ) ESP à Estado esperado da entrada ( 0 = chave NA / 1 = chave NF ) EP à Entrada Polarizada ( 0 = normal / 1 = atuada ) 4 – Considerando os estados das entradas. indicados na tabela abaixo. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de polarização das seguintes entradas relacionadas na tabela abaixo.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 11 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 211 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 212 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful