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Apostila_Curso Soft RS Logix 5

Apostila_Curso Soft RS Logix 5

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Curso CLP - 5
Módulo Básico usando o software RS Logix 5

________________________________________________________________________________________ Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Módulo Básico
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
1. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.1 – IEC (International Eletric Commitee) 1.2 – Prática 1.3 – Histórico e características do CLP 1.4 – Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) 1.5 – Arquitetura de um Controlador Lógico Programável (CLP) 1.6 – Arquitetura do CLP-5 1.7 – Funcionamento do CLP 1.8 – Ciclo de Operação do CLP (SCAN) 1.9 – Interrupção do ciclo de operação 2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5 2.1 – Chassis 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassi Principal 2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de alimentação do chassi 2.2 – Fonte de alimentação 2.3 – Módulo Controlador ou CPU 2.3.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A 2.3.2 – Configuração da Porta Serial 2.3.3 – Modos de operação do CLP-5 2.3.4 – Leds sinalizadores de STATUS do CLP-5 2.3.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador 2.3.6 – Instalação dos módulos de memória EEPROM 2.4 – Sistemas de E/S 2.4.1 – Módulos de E/S da plataforma 1771 2.4.1.1 – Módulo de ED – lógica SINK 2.4.1.2 – Módulo de ED – lógica SOURCE 2.4.1.3 – Módulo de SD – lógica SINK 2.4.1.4 – Módulo de SD – lógica SOURCE 2.4.2 – Módulos de Entradas Digitais 2.4.3 – Módulos de Saídas Digitais 2.4.4 – Módulos de E/S Analógicas da plataforma 1771 2.4.4.1 – Módulos de Entrada Analógica 2.4.4.2 – Módulos de Saída Analógica 009 010 011 012 015 022 023 027 029 030 032 033 033 034 034 035 035 036 037 038 038 040 001 001 001 002 003 005 006 007 008

3. REDE DE E/S LOCAL ESTENDIDA USANDO OS CLP-5/40L ou CLP-5/60L042 4. REDE DE E/S REMOTAS (RIO) 4.1 – Conceito 4.1.1 – Características gerais da rede 4.2 – Meio físico 4.3 – Velocidades 4.4 – Módulo Adaptador de E/S Remotas – 1771-ASB 044 044 045 045 045

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página I de IX
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
4.4.1 – Configuração do jumper 4.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 4.4.3 – Configuração das mini-seletoras do Chassi de E/S remotas 4.4.4 – Diagrama de interligação do cabo na borneira do 1771-ASB 4.4.5 –Leds sinalizadores de STATUS do módulo 1771-ASB 4.5 – Interligação entre dispositivos na rede RIO 4.6 – Subsistema de E/S remotas FLEX I/O 5. REDE DATA HIGHWAY PLUS (DH+) 5.1 – Conceito 5.1.1 – Características gerais da rede 5.2 – Meio físico 5.3 – Velocidade 5.4 – Protocolo 5.5 – Número máximo de estações DH+ por rede 5.6 – Interfaces de micros para rede DH+ 5.6.1 – Interface para desktop (1784-KTX) 5.6.2 – Interface para notebook (1784-PCMK0) 5.7 – Transferência de dados entre controladores 5.8 – Interligação entre dispositivos na rede DH+ 6. REDE ETHERNET INDUSTRIAL (TCP/IP) 6.1 – Conceito 6.2 – Meio físico 6.3 – Velocidade 6.4 – Topologias 6.4.1 – Barramento 6.4.2 – Anel 6.4.3 – Estrela 6.5 – Protocolo 6.6 – Acesso 6.7 – Endereço de IP 6.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos 6.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET 7. REDE MODBUS – RTU 7.1 – Conceito 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos 7.3 – Princípio básico de comunicação em Modbus 7.4 – Módulo de comunicação Modbus para CLP-5 7.4.1 – Características do módulo 3100-MCM 065 066 066 067 067 059 059 059 060 060 060 061 061 061 062 062 063 064 055 055 056 056 056 056 057 057 058 058 046 046 048 049 049 052 053

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página II de IX
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
8. MEMÓRIA DO CLP-5 8.1 – Conceitos básicos 8.1.1 – BIT 8.1.2 – BYTE 8.1.3 – REGISTRO ou PALAVRA 8.1.4 – REGISTRO de PONTO FLUTUANTE 8.2 – Organização da memória do CLP-5 8.2.1 – Generalidades 8.2.2 – Arquivos de Programas 8.2.2.1 – Arquivos reservados 8.2.2.2 – Arquivo de Programa Principal 8.2.2.3 – Arquivos de transição e de Passo do SFC 8.2.2.4 – Arquivos de subrotinas 8.2.2.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização selecionável 8.2.2.6 – Arquivo de Rotina de Falha 8.2.2.7 – Transferência de Arquivos de Programa 8.2.3 – Arquivos de Dados 8.2.3.1 – Arquivos utilizados com maior freqüência 8.2.3.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S (CLP-5/15) 8.2.3.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo 8.2.3.4 – Elementos de Arquivo 8.2.3.5 – Tipos de Dados 8.2.4 – Endereçamento Lógico 8.2.4.1 – Endereçamento Lógico Direto 8.3 – Endereçamento no CLP-5 8.3.1 – Endereçamento de E/S 8.3.1.1 – Definições básicas 8.3.1.2 – Tipos de endereçamentos de chassis 8.3.2 – Endereçamento do Arquivo de Status 8.3.3 – Exemplos de Endereçamento Lógico Direto 8.3.4 – Endereçamento Indireto 8.3.5 – Exemplos de endereçamento Direto e Indireto 8.3.6 – Endereçamento Indexado 8.3.7 – Exemplo de endereçamento indexado 8.3.8 – Constantes de Programa 8.3.9 – Visualização dos números de Ponto Flutuante 9. RS LOGIX 5 9.1 – Introdução 9.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.2.1 – Abrindo uma aplicação existente 9.2.2 – Modificando uma linha de programa em OFF LINE 9.2.3 – Modificando uma linha de programa em ON LINE 9.2.4 – Gerando um backup de uma aplicação 9.2.5 – Restaurando um backup de uma aplicação 095 096 096 096 097 099 100 069 069 069 069 070 070 070 071 071 072 072 072 073 074 075 077 077 078 080 082 085 085 086 087 088 089 090 091 093 093 094

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página III de IX
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

4.10 – Acessando a tabela de Dados do CLP 9.2.3.2.1.2.2.1 – Temporizador na Energização (TON) 11.1 – Instruções do Tipo RELÉS 11.8 – Transferindo uma aplicação para o CLP (Download) 9.2 – Energizar saída com retenção (OTL) e Desenergizar Saída com retenção (OTU) 11.2.2.13 – Acessando a tabela de FALHAS do CLP 9.2.1 – Lista de instruções (IL) 10.3.S.9 – Salvando uma aplicação do CLP (Upload) 9.4 – Linguagem LADDER 11.3.3 – Instruções Energizar / Desenergizar saída 11.3.2.3.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.1 – Padronização IEC 10.2 – Ramificação de saída 11.4 – Linguagem C 10.2.2 – Descrição 11.1 – Examine se Energizado (XIC) 11.1.2.2 – Temporizador na Desenergização (TOF) 131 131 131 132 132 133 135 135 136 129 129 129 129 129 129 129 129 102 106 110 112 114 117 121 125 127 137 137 139 141 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IV de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1.1.1.4.12 – Acessando a tabela de FORCES do CLP 9.14 – Identificando falhas de E/S 10.1.2 – Linguagem gráfica 10.3. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP-5 11.2 – Instruções de Temporizadores e Contadores 11.2.2.3.3 – Gráfico seqüencial de Funções (SFC) 10._________________________________________________________________________ Índice Página 9.3 – Linguagem textual 10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 10.1.11 – Referência cruzada 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Diagrama de lógica de relés (LADDER) 10.2 – Instruções Examine 11.2.6 – Configuração do driver serial RS-232 através do RS LINX 9.2.2.4 – Instruções de ramificação 11.2 – Texto estruturado (STX) 10.3 – Instruções de Temporizador 11.1.2.1.2 – Examine se Desenergizado (XIO) 11.1 – Generalidades 11.1.2.5 – Instrução de Inversão (INV) 11.3.2.P.7 – Configuração do driver Ethernet através do RS LINX 9.1 – Generalidades 11.3 – Basic (BAS) 10.1 – Ramificação de entrada 11.2.1 – Energizar saída (OTE) 11.

3.3.21 – Instrução de Cálculo (CPT) 11.2.3.3.3.3. Lógicas e de Movimentação 11.3.S.1 – Generalidades 11.8 – Instrução de Multiplicação (MUL) 11.2.20.3.4 – Bits de Estado Aritmético 11.2 – Operação 11.4 – Instruções de Comparação 11.15 – Instrução Lógica E (AND) 11.4.3.3.P.4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .10 – Instrução de Raiz Quadrada (SQR) 11.3._________________________________________________________________________ Índice Página 11.11 – Instrução Igual Mascarado (MEQ) 151 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 156 157 158 159 160 161 162 163 164 164 164 165 166 166 168 168 168 169 169 170 170 171 171 172 172 173 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página V de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.4.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD) 146 11.14 – Instrução de Conversão de BCD (FRD) INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de “Portas Lógicas” Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas 11.6 – Instrução de Adição (ADD) 11.17 – Instrução Lógica OU Exclusivo (XOR) 11.3.2 – Descrição 11.4.3.3 – Temporizador Retentivo (RTO) 143 11.3.3.3 – Parâmetros da instrução 11.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador (RES) 150 11.3.10 – Instrução Testar Limite (LIM) 11.12 – Instrução de Zeramento (CLR) 11.4.3.4.6 – Instrução Menor que (LES) 11.9 – Instrução de Divisão (DIV) 11.4.10.2 – Descrição 11.3.1 – Generalidades 11.3.4.3 – Instruções Aritméticas.4.9 – Instrução Maior ou Igual a (GEQ) 11.2.19 – Instrução de Movimentação (MOV) 11.8 – Instrução Maior que (GRT) 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .18 – Instrução Lógica Complemento (NOT) 11.1 – Parâmetros da instrução 11.16 – Instrução Lógica OU (OR) 11.3.20.5 – Instrução Diferente de (NEQ) 11.20 – Instrução de Movimentação com Máscara (MVM) 11.4.1 – Parâmetros da instrução 11.13 – Instrução de Conversão para BCD (TOD) 11.21.4 – Instrução Igual a (EQU) 11.11 – Instrução de Negação (NEG) 11.4.3.1 – Parâmetros da instrução 11.7 – Instrução Menor ou Igual a (LEQ) 11.5 – Tipos de Dados 11.3.3 – Parâmetros das Instruções 11.3.3.3.7 – Instrução de Subtração (SUB) 11.

4.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 018 Figura 2.D – Ciclo de SCAN Figura 1. -5/40.E – Vista Frontal do módulo Fonte de Alimentação 013 Figura 2.A – Vista do Controlador CLP-5 Figura 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .F – Vista Frontal da Fonte de Alimentação Externa 013 Figura 2. REDUNDÂNCIA DE CPU´s 12.B – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação 010 Figura 2.E – Interrupção do ciclo de operação 002 005 006 007 008 180 183 186 189 192 195 198 201 204 207 210 176 176 177 178 179 174 175 Figura 2._________________________________________________________________________ Índice Página 11.A – Tamanhos de Chassis 009 Figura 2.P.C – Módulo Fonte de Alimentação 012 Figura 2. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício sobre configuração de E/S Exercício 2 Exercício 3 Exercício 4 Exercício 5 Exercício 6 Exercício 7 Exercício 8 Exercício 9 Exercício 10 Exercício 11 FIGURAS Figura 1.K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores 5/11.3.-5/20.4.3.B – Vista do Chassi do CLP-5 Figura 1.C – Funcionamento do CLP Figura 1.-5/30.11.1 – Conceito 12.1 – Parâmetros da instrução 11.3 – Módulo de Backup de Comunicação – 1785-BCM 12.2 – Operação básica 12.D – Fonte de Alimentação externa 012 Figura 2.12 – Instrução de Comparação (CMP) 12.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 019 Figura 2.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 017 Figura 2.-5/40 -5/60 e -5/80 021 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VI de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Leds sinalizadores de STATUS do 1785-BCM 12. -5/60 e -5/80 020 Figura 2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário 13.

N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C.U – Vista Frontal do módulo de ED 1771-IBN Figura 2.C – Arquivos de Temporizador e Contador Figura 8.A – Arquivos com elementos de uma Palavra Figura 8.F – Exemplo de Endereço Indexado Figura 10.B – Arquivo de Ponto Flutuante Figura 8.B – Instrução Examinar se Desenergizado (XIO) Figura 11.A – Instrução Examinar se Energizado (XIC) Figura 11.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM Figura 2.A – Desenho da rede de E/S Local estendida Figura 3.R – Conexão do tipo entrada SOURCE Figura 2.W – Controle de nível do tanque Figura 2.Q – Conexão do tipo entrada SINK Figura 2.X – Conversor A/D Figura 2.B – Vista Frontal do módulo 3100-MCM Figura 7.C – Instrução Energizar Saída (OTE) Figura 11.A – Desenho de interligação da rede DH+ Figura 5.E – Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre Trilho DIN Figura 5.A – Vista Frontal do módulo 1785-ENET Figura 7.A – Tipos de linguagens de programação Figura 11.O – Instalação da Bateria Figura 2.S – Conexão do tipo saída SINK Figura 2.B – Placa 1784-KTX Figura 5.A – Desenho da rede serial Modbus-RTU Figura 7.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E.E – Formato geral do Endereço Lógico Direto Figura 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . -5/40E e -5/80E Figura 2.C – Placa 1784-PCMK Figura 6.D – Instrução Energizar Saída com Retenção (OTL) Figura 11._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 2.D – Arquivo de Controle Figura 8.B – Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX Figura 4.T – Conexão do tipo saída SOURCE Figura 2.P.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Figura 2.Y – Conversor D/A Figura 3. -5/40C e -5/80C Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB Figura 4.V – Vista Frontal do módulo de SD 1771-OW16 Figura 2.C – Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM Figura 8.C – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da Fone de alimentação Figura 4.A – Desenho de interligação da rede de E/S Remotas Figura 4.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção (OTU) 024 025 026 031 032 034 034 035 035 036 037 038 039 040 043 043 044 045 048 054 056 057 057 064 065 067 068 078 078 079 080 082 093 129 131 132 133 134 134 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .II – Formato da instrução NEQ Figura 11.K – Temporizador na Desenergização (TOF) – Diagrama de Tempo Figura 11.X – Formato da instrução TOD Figura 11._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 11.QQ – Exemplo da instrução MEQ Figura 11.HH – Formato da instrução QUE Figura 11.PP – Formato da instrução MEQ Figura 11.G – Exemplo da Instrução INV Figura 11.GG – Formato da instrução CPT Figura 11.CC – Formato da instrução NOT Figura 11.P – Instrução de rearme de temporizadores e contadores Figura 11.M – Formato das instruções CTU e CTD Figura 11.DD – Formato da instrução MOV Figura 11.RR – Formato da instrução CMP Figura 12.JJ – Formato da instrução LES Figura 11.KK – Formato da instrução LEQ Figura 11.OO – Exemplo da Instrução LIM Figura 11.S.O – Diagrama de tempo do Contador Crescente e Decrescente Figura 11.Y – Formato da instrução FRD Figura 11.U – Formato da instrução de Raiz Quadrada (SQR) Figura 11.Q – Formato da instrução de Adição (ADD) Figura 11.H – Palavras da Tabela de Dados para Temporizadores e Contadores Figura 11.A – Sistema de Redundância usando o módulo 1785-BCM 135 136 137 138 140 142 145 146 147 149 150 153 153 154 154 155 155 156 156 157 160 161 162 163 164 164 165 166 169 169 170 170 171 171 172 173 173 174 175 177 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VIII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.EE – Formato da instrução MVM Figura 11.J – Temporizador na Energização (TON) – Diagrama de Tempo Figura 11.NN – Formato da instrução LIM Figura 11.V – Formato da instrução de Negação (NEG) Figura 11.P.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Z – Formato da instrução AND Figura 11.T – Formato da instrução de Divisão (DIV) Figura 11.F – Exemplo de ramificação interna Figura 11.R – Formato da instrução de Subtração (SUB) Figura 11.W – Formato da instrução de zeramento – (CLR) Figura 11.I – Palavra de controle da instrução de Temporizador Figura 11.AA – Formato da instrução OR Figura 11.LL – Formato da instrução GRT Figura 11.S – Formato da instrução de Multiplicação (MUL) Figura 11.MM – Formato da instrução GEQ Figura 11.BB – Formato da instrução XOR Figura 11.L – Temporizador Retentivo (RTO) – Diagrama de Tempo Figura 11.FF – Exemplo da instrução MVM Figura 11.

1 – Fontes de Alimentação em um Chassi do Controlador Tabela 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 – Símbolos de operações da instrução CPT Tabela 11. C e R) Tabela 11.3 – Endereçamento do número da Estação DH+ do Controlador Tabela 2. C e R) Tabela 8.P.4 – Endereço de Palavra (Arquivos T._________________________________________________________________________ Índice Página TABELAS Tabela 2.2 – Especificações dos Controladores CLP-5 Tabela 2.2 – Operação Lógica E Tabela 11.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados Tabela 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Configuração da Porta serial do Controlador Tabela 2.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Tabela 2.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Tabela 8.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Tabela 8.4 – Operação Lógica OU Exclusivo (XOR) Tabela 11.5 – Operação Lógica NOT Tabela 11.S.3 – Arquivo de Status do CLP-5 Tabela 8.1 – Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM 014 016 022 023 036 037 050 074 076 081 083 084 152 160 161 162 163 167 175 178 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IX de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Bits de estado aritméticos Tabela 11.6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Tabela 4.5 – Endereço de Bit (Arquivos T.3 – Operação Lógica OU Tabela 11.7 – Símbolos e Tipos de operações da instrução CMP Tabela 12.

PRÁTICA A sigla CLP significa Controlador Lógico Programável. intertravamento. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1. usando memória programável para armazenar instruções orientadas para o usuário. etc. Fácil de programar e reprogramar (software). É usado para controle automático de subsistemas dentro de uma plataforma (Exemplo: Fogo e gás / Separador de óleo e gás / Geradores / Emergência / intertravamento de válvulas de segurança.. Facilidade de manutenção e reparo. 1..1 – IEC ( International Electric Committee ) É um sistema eletrônico operando digitalmente.3 .P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 1 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . através de interfaces de entradas e saídas. temporização e contagem de eventos e controle de máquinas ou processos.) A aquisição de dados de um CLP é feita normalmente utilizando-se de uma IHM ou Sistema Supervisório (ESC ou ECOS).Histórico e características do CLP § § § § § § § § § Criado em 1969 para a General Motors dos Estados Unidos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Este sistema eletrônico é usado para fazer lógica seqüencial. Aceitar entradas e saídas para diferentes níveis de tensão (Vac / Vcc)._________________________________________________________________________ 1. programável através de um computador e apropriado para aplicações industriais em operações sequenciais. Robustez mesmo em ambiente hostil (industrial). No termo em inglês é usada a sigla PLC que significa Programmable Logic Controller. 1. Aumenta a produtividade.2 . Modular e expansível Confiabilidade aumentada quando se utiliza um sistema de redundância. É um equipamento de controle de processos e máquinas.S. Menor tamanho que sistema com relés eletromecânicos convencionais. projetado para uso em ambiente industrial. alarme e segurança.

Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) § Apresenta configuração modular e expansível sendo selecionado e montado pelo usuário de acordo com suas necessidades Figura 1.S._________________________________________________________________________ 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.A – Vista do Controlador PLC-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 2 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

transmissores de pressão. emergência. separador de óleo / gás. comandos para válvulas proporcionais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . etc) CPU q Unidade Central de Processamento. botões liga / desliga. É responsável pela execução do programa aplicativo (ladder) que controla a(s) planta(s) dentro da plataforma._________________________________________________________________________ 1. etc) CIRCUITOS DE SAÍDAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de saída de campo (Exemplos: solenóides. (Exemplo: Controle dos geradores. abandono. fogo e gás. temperatura.S. sirenes.Arquitetura de um Controlador Lógico Programável ( CLP ) Variáveis de Saída da Planta Eventos ON / OFF Sensores mecânicos Sensores capacitivos I T Sensor de Temperatura I P Sensor de Pressão Variáveis de Saída da Planta MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ANALÓGICAS Variáveis de Entrada do CLP Supervisão IHM Controlador Lógico Programável Variáveis de Saída do CLP PLANTA OU PROCESSO INDUSTRIA L Contatores e Relés Convencionais Variáveis de Entrada na Planta Comandos ABRE / FECHA Comandos LIGA / DESLIGA Comandos PROPORCIONAIS Solenóides de válvulas Lâmpadas / Sirenes CIRCUITOS DE ENTRADAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de entrada de campo (Exemplos: chaves de nível. sensores de nível. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 .P. etc ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 3 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. É o cérebro do CLP.

podendo também comunicar-se com o CLP através da porta serial. q Existem 02 tipos de memórias: Memória volátil ou não retentiva => O conteúdo desta memória é apagado quando não existe tensão aplicada. q Este terminal será utilizado como ferramenta de diagnósticos e manutenção do CLP. Memória não volátil ou retentiva => O conteúdo desta memória fica armazenado mesmo quando não existe tensão aplicada. Exemplo: memória RAM (Random Access Memory) No PLC-5 o programa e dados são armazenados na memória RAM com backup através de bateria de lítio. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Geralmente o terminal de programação comunica-se com o CLP através da rede Ethernet / TCP-IP (Em caso de plataformas onde o sistema já está instalado). Este software é chamado de RS Logix 5 e roda em ambiente Windows (sistema operacional). utilizando o protocolo DF1 (Full Duplex) q MEMÓRIA q É o local onde os dados e programas do CLP são armazenados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . programação e documentação do PLC-5. Exemplo: memória EEPROM (Electrical Erasable Programmable Read Only Memory) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 4 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S. TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO q É um microcomputador onde é instalado um software de configuração._________________________________________________________________________ FONTE DE ALIMENTAÇÃO q É utilizada para a energização do barramento do rack permitindo a alimentação dos circuitos eletrônicos da CPU e módulos instalados no rack.

Arquitetura do CLP-5 A arquitetura do CLP-5 acompanha o mesmo padrão utilizado por qualquer sistema de controle baseado em CLP. 8._________________________________________________________________________ 1. Cartão de pulsos de alta freqüência. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. n No Chassis são inseridos os seguintes cartões: n Fonte de alimentação n CPU n Módulos de entradas e saídas (E/S ou I/O) n Módulos de comunicação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 5 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . controle e dados de comunicação entre a CPU e os demais módulos.B – Vista do Chassis do CLP-5 n Estrutura metálica onde são encaixados os módulos do CLP e a Fonte de alimentação. sendo basicamente constituída por: n n n n n n n Chassis de 4. n Utiliza um barramento dedicado para sinais de alimentação. 12 ou 16 slots Módulo Processador (CPU) Interface de Entradas e Saídas Digitais e Analógicas Módulos Especiais (Interfaces de redes. etc) Memórias Fontes de alimentação Dispositivos de programação (RS Logix 5) Figura 1.6 .

_________________________________________________________________________ 1.Funcionamento do CLP 1 – O Processador do CLP lê continuamente os status dos módulos de entrada e atualiza a memória de imagem das entradas ( Tabela Imagem das Entradas ). baseados nos status da memória imagem das saídas.S.7 . A medida que o CLP executa cada linha de programa ele atualiza a sua memória de imagem das saídas (Tabela Imagem das Saídas). Figura 1. baseada nas informações da memória de imagem das entradas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .C – Funcionamento do CLP Módulo de entrada Equipamento de entrada Processador do CLP lê continuamente os status do módulo de entrada e atualiza a imagem de entrada Processador do CLP resolve continuamente o programa lógico do usuário baseado nos status da tabela de imagem da entrada Programa lógico do usuário Processador do CLP atualiza continuamente os status da tabela de imagem da saída baseado na solução do programa lógico do usuário Processador do CLP ativa ou desativa continuamente os status do módulo de saída de acordo com os status da tabela de imagem da saída Tabela de imagem de saída Módulo de saída ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 6 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 3 – O Processador do CLP ativa ou desativa os canais dos cartões de saída. 2 – O Processador do CLP executa continuamente a lógica de programa do usuário.P.

D – Ciclo de SCAN Housekeeping (Atualização da memória interna de diagnósticos) 5 1 Leitura das Entradas Serviços de Comunicação 4 SCAN 2 Execução do programa aplicativo (LADDER) 3 Atualização das saídas Descrição: 1.8 .Parte do ciclo de operação em que ocorre a comunicação com o terminal de programação.Tempo requerido pela CPU para executar todas as instruções presentes no programa aplicativo.Housekeeping é o tempo gasto com atualização dos registros internos de diagnósticos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a menos que a lógica do seu programa altere o ciclo normal de operação.P. 3. 2. Figura 1.Tempo requerido pela CPU para varrer e escrever em todas as saídas. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 7 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 4.Tempo requerido pela CPU para varrer e ler todas as entradas._________________________________________________________________________ 1.Ciclo de Operação do CLP ( SCAN ) O ciclo de operação de um CLP consiste em uma série de operações seqüenciais e repetidas. 5. Para se medir o tempo de SCAN de uma aplicação é necessário utilizar-se de um terminal de programação (microcomputador rodando o software RS Logix 5) e estabelecer comunicação com a CPU e acessar a janela de Diagnósticos do CLP. Este tempo depende das instruções utilizadas. Observação: O SCAN é medido em milisegundos (ms).S.

9 . o CLP executa uma rotina de controle de nível ) Figura 1._________________________________________________________________________ 1.S. controle de uma malha PID de temperatura e/ou pressão ).Interrupção do ciclo de operação O ciclo de operação (SCAN) de um CLP pode ser interrompido por uma rotina de programa específica. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ( Exemplos: cálculo e totalização de vazão.E – Interrupção do Ciclo de Operação PROCESSAMENTO DO PROGRAMA leitura dos sinais de entrada atualização das saídas Rotina de interrupção ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 8 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Existem dois tipos de rotinas que podem interromper o ciclo normal de operação de um CLP a) Rotina de interrupção por tempo (STI) b) Rotina de interrupção por evento (PII) A rotina de interrupção por tempo é executada em intervalos de tempo prédefinidos pelo programador ou usuário ( Exemplo: A totalização de vazão deve ser feita a cada 1000 ms ). A rotina de interrupção por evento é executada somente quando um evento ocorrer (Exemplo: quando uma chave de nível atuar.

_________________________________________________________________________

2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5
2.1 - CHASSIS O Chassis é o bastidor utilizado para o encaixe dos seguintes módulos: • Fonte de Alimentação • CPU ou módulo adaptador • Módulos de entrada / saída • Módulos especiais Existem três tipos de chassis quanto sua denominação: Chassis Principal à Aquele que abriga a CPU Chassis de Expansão Local à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Local expandida (1771-ALX) e módulos adicionais de E/S Chassis de Expansão Remota à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB) e os módulos adicionais de E/S O Chassis contém um barramento dedicado AB (Allen Bradley). Este barramento é dividido em sinais de controle, sinais de transferência de dados e sinais de alimentação. Existem quatro modelos de Chassis: 1771- A1B à 04 slots + slot da CPU 1771- A2B à 08 slots + slot da CPU 1771- A3B à 12 slots + slot da CPU 1771- A4B à 16 slots + slot da CPU
Figura 2.A – Tamanhos de chassis

1771-A1B

1771-A2B

1771-A3B

1771-A4B

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_________________________________________________________________________ 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassis Principal ( com CLP-5) No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe um conjunto de 08 miniseletoras utilizadas para a configuração do mesmo. A configuração destas miniseletoras depende do tipo de Chassis a ser empregado na configuração do sistema (Principal, Expansão Local, Expansão Remota). Mostraremos primeiramente a configuração do Chassis Principal, ou seja, aquele que abriga o Módulo Controlador (CPU).
Figura 2.B – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação
Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação

SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8

Miniseletora

Posição

Descrição Saídas permanecem no seu último estado quando ocorre uma falha no hardware (1) Saídas são desenergizadas quando ocorre uma falha de hardware (1) Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis para 02 ranhuras Define o endereçamento do Chassis para 01 ranhura Define o endereçamento do Chassis para ½ ranhura Não permitido Transfere programa aplicativo da memória EEPROM para a memória RAM do Controlador na Energização (2) Transfere da EEPROM para a memória RAM do Controlador se a memória do mesmo não for válida Não transfere (3) Proteção da memória RAM do Controlador desabilitada Proteção da memória RAM do Controlador habilitada (4)

ON SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 / SW-5 SW-6 / SW-7 OFF OFF OFF
OFF OFF ON ON OFF ON ON OFF ON OFF ON OFF ON OFF OFF ON

SW-8

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_________________________________________________________________________ Notas: (1) Independentemente do ajuste da mini-seletora, as saídas são desenergizadas quando: - o controlador detecta um erro de run-time - ocorre uma falha na placa de fundo do Chassis de E/S - o modo teste ou programação é selecionado - um bit do arquivo de status é ajustado para desenergizar uma gaveta local. (2) Se um módulo de memória EEPROM não estiver instalado, o indicador PROC pisca e o controlador energiza o bit S:11/9 (bit 9) da palavra de falha grave do CLP. (3) Uma falha no controlador ocorre se a memória do controlador (indicador PROC aceso) não for válida (4) Não é possível limpar a memória do controlador quando esta mini-seletora está na posição ON, ou descarregar um novo programa no CLP (download). É possível apenas alterar linhas de programa no modo de edição ON LINE.

2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de Alimentação no Chassis de E/S No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe também um “jumper” de seleção do tipo de Fonte de Alimentação que será instalada no Chassis. Existem 02 tipos de fonte de alimentação: a) Placa fonte de alimentação que é colocada em uma ranhura (slot) do Chassis b) Fonte de Alimentação externa que é montada no lado esquerdo do Chassis Deste modo este “jumper” é usado para selecionar se o chassis receberá uma placa fonte de alimentação ou será energizado através de uma fonte externa.
Posição do jumper Descrição

Y N

Quando se utiliza Fonte de alimentação interna (módulo fonte de alimentação) Quando se utiliza Fonte de alimentação externa

Observação: Não é possível energizar um único chassis com um módulo fonte de alimentação e uma fonte de alimentação externa.

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_________________________________________________________________________ 2.2 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO A Fonte de alimentação é utilizada para energização do Módulo Controlador (CPU) ou módulo adaptador, módulos de E/S e módulos especiais encaixados em um Chassis. Existem 02 tipos de Fontes de alimentação que podem ser utilizados no Sistema de Controle usando PLC-5: a) Módulo Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação interna porque está instalada em uma ou duas ranhuras de um chassis. b) Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação montada na lateral esquerda do chassis. Não utiliza ranhuras para cartões de E/S.

Figura 2.C – Módulo Fonte de alimentação

Figura 2.D – Fonte de alimentação externa

Fonte de Alimentação

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F – Vista frontal Fonte de alimentação externa Conexão da alimentação Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Chave seletora de Tensão LED indicador de alimentação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 13 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.E – Vista frontal do módulo Fonte de Alimentação LED indicador de alimentação Conector paralelo Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Conexão da alimentação Figura 2.S._________________________________________________________________________ Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S._________________________________________________________________________ Tabela 2.1: Fontes de alimentação em um Chassis com o Controlador Alimentação de entrada Fonte 1771-P3 1771-P4 1771P4S 1771P4S1 1771P4R 1771-P5 1771P6S 1771P6S1 1771P6R 1771-P7 1771PS7 Corrente de saída (A) 3 8 8 8 8 / 16 8 8 8 8 / 16 16 16 Corrente de Saída (A) quando em paralelo com: P3 P4 P4S P4S1 P5 P6S P6S1 6 11 11 11 16 16 11 16 16 16 Localização da Fonte de Alimentação Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura 120 Vca 120 Vca 120 Vca 100 Vca 120 Vca 24 Vcc 220 Vca 200 Vca 220 Vca 120/220 Vca 120/220 Vca 16 16 16 Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Externa (1) Externa (1) (1) Não se pode utilizar uma fonte de alimentação externa e um módulo fonte de alimentação para fornecer alimentação ao mesmo chassis. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 14 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . pois não são compatíveis.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Cada chassi ou bastidor permite apenas 01 CPU instalada na ranhura mais à esquerda. É responsável pela varredura das E/S. As demais ranhuras são reservadas para módulos de E/S e/ou especiais.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Existem vários modelos de CPU´s da família PLC-5._________________________________________________________________________ 2.3 – Módulo Controlador ou CPU A CPU é o cérebro do CLP-5. execução do programa aplicativo que controla o processo (cada subsistema de uma plataforma) e diagnósticos do sistema. Modelos de Controladores para plataforma PLC-5: Processador CLP-5/11 CLP-5/15 (*) CLP-5/20 CLP-5/25 (*) CLP-5/30 CLP-5/40 CLP-5/60 CLP-5/40L CLP-5/60L CLP-5/80 Código de catálogo 1785-L11 1785-LT 1785-L20 1785-LT2 1785-L30 1785-L40 1785-L60 1785-L40L 1785-L60L 1785-L80 (*) Os Processadores CLP-5/15 e CLP-5/25 são CPUs pertencentes à plataforma antiga (primeiros processadores da família CLP-5) e os demais processadores são pertencentes à nova plataforma. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 15 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. As diferenças básicas entre as CPU´s são: a) Capacidade de memória (programa + dados) b) Capacidade de controle de E/S digitais e/ou analógicas c) Velocidade de processamento (freqüência do microprocessador).

utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 512 E/S.2: Especificações dos Controladores CLP-5 Números das Gavetas de E/S (2) Controlador Capacidade De E/S Número total de Gavetas de E/S Configurações Da Gaveta Modos de comunicação de E/S Remota Configuração Automática de E/S Memória do Controlador CLP-5/15 CLP-5/25 CLP-5/11 CLP-5/20 CLP-5/30 CLP-5/40 512 (3) 1024 (4) 512 (5) 512 (5) 1024 (4) 2048 (6) 4 8 4 4 8 16 CLP-5/40L 2048 (6) 16 CLP-5/60 CLP-5/60L 3072 (7) 3072 (7) 24 24 CLP-5/80 3072 (7) 24 1 – 4 local. 1 – 7 remotas 1 – 4 local 1 remota 1 – 4 local.P. 1 – 15 local expandida e remota 1 – 4 local. 1 – 7 remotas 1 – 4 local. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 1024 entradas e 1024 saídas. 1 – 15 remotas 1 – 4 local. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .17 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim Sim Sim Sim Sim 6K / 14K (1) 13K / 21K (1) 8K 16K 32K 48K 0 .S. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos (7) 3072 entradas e 3072 saídas. 512 entradas e 512 saídas. utilizando módulos de E/S de 32 pontos com endereçamento de ½ ranhura no chassis de E/S (6) 2048 entradas e 2048 saídas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .27 Adaptador e Scanner Sim 100K (1) (2) (3) (4) (5) Expansão de memória com módulo de expansão 1785-MS Todos os números das gavetas de E/S estão em notação OCTAL._________________________________________________________________________ Tabela 2.17 Sim 48K 0 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 16 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos Observação: Memória de 1K = 1024 words (1024 palavras ou registros de 16 bits). 1 – 23 remota 1 – 4 local 1 – 23 local expandida e remota 1 – 4 local 1 – 23 remota 0-3 0-7 0-3 0-3 0-7 0 . 3 remotas 1 – 4 local.27 0 .27 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim 64K 64K 0 . 0 – 3 remotas 1 – 4 local.

D-shell Comunicação com a rede 3 pinos DH+ Rede E/S remota 3 pinos Conecta um terminal de programação diretamente ao controlador._________________________________________________________________________ Figura 2.P.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 (Plataforma antiga) Indicador de comunicação Ativa / em Falha (verde / vermelho) Indicador de E/S Remota ativa / falha (verde / vermelho) Indicador do Modo de operação (verde) Indicador de Bateria Fraca (vermelho) Indicador operação / falha no controlador (verde / vermelho) Indicador Force (âmbar) Compartimento da bateria Conexão com o Terminal de Programação Conexão com a REDE DH+ Conexão com a REDE de E/S remota Conector para Tipo do conector Descrição Terminal de Programação 9 pinos. Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos da rede DH+ Estabelece a conexão com a rede DH+ Estabelece a conexão com as gavetas de E/S remotas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 17 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

operando como adaptador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 2. está instalado.S. .determinar o número da gaveta de E/S do CLP-5. operando como adaptador.P.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 Vista superior do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW3 SW2 Utilize a miniseletora SW1 Para: -definir o número da estação do controlador na rede DH+ -selecionar o modo de operação (adaptador ou scanner) para o controlador .número do primeiro grupo da gaveta na qual o CLP-5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . SW2 SW3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 18 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. .determinar o número de palavras da tabela de dados reservadas para estabelecer a comunicação entre um controlador principal e o controlador CLP-5 operando como adaptador. .conectar um resistor de terminação na linha do controlador quando este for o último dispositivo da rede DH+ e/ou rede de E/S remota.

O canal 1A do CLP-5/20 é uma porta DH+ fixa._________________________________________________________________________ Figura 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Permitem que o CLP-5 opere como Scanner.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 CLP-5/11 CLP-5/20 Chave seletora de Modo de operação LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Slot para instalação do módulo de memória EEPROM (opcional) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta serial Canal 0 Indicador de status do canal 1A (verde/verme -lho) Compartimento de bateria Conexão do terminal de programação quando o canal 1A está configurado para rede DH+ Canal 1A Porta DH+ fixa Indicador de status do canal 1B (verde/vermelho) Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. mini-DIN (2 conectores) DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 19 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 1 stop bit. escravo ou mestre). D-shell Porta serial opticamente isolada. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. 1A 1B 3 pinos Terminal de Programação 8 pinos. Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos dos canais 1A . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . RS-422 e RS-423.P.S. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. sem paridade. adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B 0 25 pinos.

3 pinos Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. CLP-5/40. sem paridade. mini-DIN Possui conexão paralela com o conector de 3 Programação (2 conectores) pinos dos canais 1A e 2A. CLP-5/60 e CLP-5/80 CLP-5/40 . D-shell Porta serial opticamente isolada. RS-422 e RS-423.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30.S. 5/60 ou 5/80 CLP-5/30 Chave seletora de modo de operação Indicador do canal 2A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 2A estiver configurado para DH+ LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Indicador do canal 2B (verde constante) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta de comunicação Canal 2A Porta de comunicação Canal 2B Indicador do canal 1A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 1A estiver configurado para DH+ Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Indicador do canal 1B (verde constante) Instalação do módulo de memória EEPROM Porta serial Canal 0 Porta serial Canal 0 Compartimento de bateria Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . escravo ou mestre)._________________________________________________________________________ Figura 2. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B Canais não utilizados: 2A e 2B 0 25 pinos. Terminal de 8 pinos. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 1A 1B 2A 2B . 1 stop bit.P. Utilizam-se estes conectores quando os canais 1A e 2A estiverem configurados para rede DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 20 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

CLP-5/60 e CLP-5/80 Vista lateral do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW2 Utilize a miniseletora SW1 SW2 Para: . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . RS-423 ou RS-422.definir a configuração do padrão elétrico para a porta serial 0. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . CLP-5/20 . CLP5/30._________________________________________________________________________ Figura 2.definir o número da estação do canal 1A na Rede DH+ .K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/11 .S. CLP-5/40.P. Os padrões elétricos disponíveis são compatíveis com EIA RS-232C. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 21 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3. Este ajuste é lido pelo Processador na energização e quando a memória do controlador apresenta uma falha que depois é removida. Tabela 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Importante: O ajuste default (de fábrica) da mini-seletora para o canal 1A é o endereço 0 da estação DH+ 1._________________________________________________________________________ 2. Localize o grupo SW1 (figura 17) 2.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A Utilize o grupo de mini-seletoras SW1 para configurar o endereço da Estação DH+ do Controlador para o canal 1A quando este canal for utilizado para conexão à rede DH+.S. Ajuste as mini-seletoras 1-6 de acordo com a tabela 3.P. Ajuste a mini-seletora 7 em D (desligada).3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 L L L L L L L L L L L L L L L L Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 L L L L L L L L L L L L L L L L 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 20 21 22 23 24 25 26 27 30 31 32 33 34 35 36 37 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 22 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pois não é utilizada.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . -423. Utilize o grupo SW2 para especificar a configuração da porta.4: Configuração da Porta Serial do Controlador Para utilizar esta configuração da porta serial: Ajuste as mini-seletoras da seguinte forma: 1 L D L 2 L D L 3 L L L 4 D D D 5 D D D 6 L D L 7 L D D 8 D D D 9 L L L 10 D D D RS-232C RS-422A RS-423 Observação: As mini-seletoras 3 e 9 estão sempre ajustadas em On (ligada).3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 40 41 42 43 44 45 46 47 50 51 52 53 54 55 56 57 60 61 62 63 64 65 66 67 70 71 72 73 74 75 76 77 2. As mini-seletoras 4. Proceder como descrito a seguir: 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Configuração da Porta Serial O canal 0 é uma porta serial configurável para comunicação RS-232C.S.P. 5. Ajuste o grupo SW2 de acordo com a tabela 4 Tabela 2._________________________________________________________________________ Tabela 2. -422 ou compatível.3. 8 e 10 estão sempre ajustadas em Off (desligada) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 23 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Localize o grupo de mini-seletoras SW2 (conforme figura 17) 2.

CLP-5/40E._________________________________________________________________________ Figura 2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 24 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. cabo coaxial e fibra-óptica. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . CLP-5/80E (Plataforma ETHERNET) Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador.S.P.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT).

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 25 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Estes Controladores possuem uma interface paralela de comunicação com Chassis de Expansão Local A porta 2 é a porta de expansão local e nela instala-se um cabo paralelo para interligação aos chassis de expansão local. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Figura 2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 26 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ Figura 2. O cabo coaxial da rede ControlNet é instalado em um conector BNC ou em ambos conectores quando se trabalha com redundância de meio físico. A porta 2 é a porta ControlNet e utiliza dois conectores do tipo BNC. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . CLP-5/40C e CLP-5/80C (Plataforma CONTROL NET) Estes Controladores possuem uma interface ControlNet com redundância incorporada no próprio Módulo Processador.

As saídas do Controlador são desabilitadas. Quando a chave é colocada na posição PROG: .3.P.É possível criar. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Observação: O controlador pára de executar a varredura do programa aplicativo. .O Controlador pára de executar o programa aplicativo. . Não é possível alterar o modo de operação através do terminal de programação. .As saídas do Controlador são habilitadas.Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM.O equipamento ou processo controlado por este Processador inicia a operação Impedimento: Não é possível criar ou apagar um arquivo de programa.É possível salvar o programa aplicativo no disco rígido do programador (micro rodando o RSLogix5).3 – Modos de operação do Controlador CLP-5 Quando a chave é colocada na posição RUN: . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 27 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. .Permite o force das E/S. . .É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador.S. . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados.Executa-se o programa aplicativo. criar ou apagar arquivos de dados ou alterar os modos de operação através do terminal de programação. ._________________________________________________________________________ 2.

S.O Controlador pára de executar o programa aplicativo. . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Controlador varre o programa aplicativo. Programação remota / REM PROG .Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM.As saídas do controlador são habilitadas. . .P._________________________________________________________________________ Quando a chave é colocada na posição REM: . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . . .É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador.: Não é possível criar ou apagar programas de aplicação ou arquivos de dados.É possível criar. Teste ou RUN através do terminal de programação.É possível alterar os modos de operação para Programação. Operação remota / REM RUN . modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 28 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Teste remoto / REM TEST .Executa os programas de aplicação com as saídas desabilitadas. .As saídas do Controlador são desabilitadas.Salvar/recuperar e editar programas em On Line Obs.

_________________________________________________________________________ 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.3. Ação substituir a bateria PROC à Led indicador de RUN ou Falha do CLP CPU no modo Program ou Test CPU no modo RUN ou Operação CPU com falha de Run Time (vermelho piscante) CPU com falha de hardware e/ou memória (vermelho fixo) FORCE à Led indicador de forces de E/S no CLP Não existe ponto forçado no CLP Existe(m) force(s) desabilitados (âmbar piscante) Existe(m) force(s) habilitados (âmbar fixo) COMM à Led indicador de comunicação pela porta serial Comunicação inativa (sem comunicação) Comunicação ativa (verde piscante) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 29 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – LEDs sinalizadores de STATUS do CLP-5 BATT à Led indicador de bateria fraca Bateria normal Bateria fraca.

Localize o conector da bateria. caso contrário.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador Caso o controlador CLP-5 esteja desenergizado. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 é 1770-XY (contém menos de ½ g de lítio). para NÃO perder o programa. perderá a memória. originárias de descargas eletrostáticas. Importante: Pode-se inserir ou remover a bateria sem que o controlador seja desenergizado. 5/60._________________________________________________________________________ 2. 5/40. 5/30. Coloque a cobertura do compartimento sobre a bateria e aperte os parafusos. observe as seguintes precauções: • • • Use uma pulseira de aterramento ou toque em um objeto aterrado antes de manusear o controlador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . guardá-lo em saco antiestático. durante a instalação da bateria. durante a manutenção regular. 5/40L. A não observância dos cuidados descritos a seguir poderá resultar em danos ao CLP-5 Para evitar danos ao controlador. deve-se proceder conforme descrito nas seguintes etapas: Etapa 1: Etapa 2: Etapa 3: Etapa 4: Etapa 5: Remova o controlador do saco antiestático. Quando o controlador não estiver sendo utilizado.65 g de lítio). Escreva a data da instalação da bateria na cobertura do compartimento. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 30 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Recomenda-se que a substituição da bateria de lítio seja feita todo ano ou quando o indicador de bateria (BATT) acender. Importante: O módulo CMOS RAM possui memória volátil. Quando houver substituição da bateria do controlador. ATENÇÃO: Descargas eletrostáticas podem danificar os circuitos integrados ou os semicondutores do controlador.P. Entretanto.3. Ao instalar a bateria. a bateria do controlador manterá os dados em sua memória CMOS-RAM. 5/60L e 5/80 é 1770-XYC (contém menos de 0. 5/20. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO ao trocar a bateria. Não toque nos pinos dos conectores ou no conector da placa de fundo do chassis de E/S. Instale a bateria conforme figura 21.

Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/11 ou CLP-5/20 B. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/30. pressione a trava da bateria e desencaixe os conectores. a) Encaixe devidamente o conector do controlador na bateria. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 31 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Observe o procedimento adequado de instalação para a bateria que está sendo substituída. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Para substituir a bateria. 5/40. Remova a bateria. b) Para remover a bateria. C. 5/60. 5/40L. 5/60L e 5/80 a) Encaixe devidamente o conector da bateria no conector do controlador. -5/40L ou -5/60L. -5/40.-5/60. Figura 2. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP5/30. proceder como descrito a seguir: 1 2 3 Solte os parafusos de aperto manual do compartimento de bateria.S. com a polaridade positiva primeiro. b) Dobre os fios e coloque a bateria no compartimento.P.O – Instalação da Bateria A. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ 2. Insira com firmeza o módulo EEPROM no controlador com o pino de codificação voltado para baixo.ME32. -5/30. Os modelos de módulo EEPROM que podem ser adquiridos são: 1785-ME16: 16 K palavras 1785-ME32: 32 K palavras 1785-ME64: 64 K palavras Observe as seguintes precauções antiestáticas: 1. 2.3. 3. além do backup via bateria de lítio. -5/60L ou -5/80 Os módulos de memória EEPROM são módulos opcionais e que são utilizados para armazenamento do programa aplicativo.P. -5/40L. -ME64 Pino de codificação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 32 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. -5/40. pois isso poderá resultar em perda de memória do programa e falha do controlador. A colocação do módulo estará correta se os pinos conectores na parte traseira da EEPROM forem encaixados adequadamente no conector correspondente no controlador. -5/20.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM 1785-ME16. Desligue a alimentação do chassi e do controlador. Marque o módulo de memória para indicar os programas ou controlador que será copiado. Figura 2.6 – Instalação dos módulos EEPROM nos Controladores CLP-5/11.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . -5/60. . ATENÇÃO: Não coloque ou remova a EEPROM se o controlador estiver energizado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

transmissores de nível. Faremos um breve estudo dos cartões da AB (Interfaces E/S) para racks e posteriormente quando estudarmos a rede de E/S remotas trataremos das interfaces chamadas Racks Remotos e Flex I/O.4 § SISTEMAS DE E/S Os sensores de campo digitais e analógicos (ex: chaves de nível. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . § § § 2. Com relação aos módulos de Entradas e Saídas digitais para tensões de corrente contínua são definidos dois tipos de módulos: a) Sink ou lógica positiva b) Source ou lógica negativa. Estas interfaces podem também ser instaladas em uma rede proprietária da Allen Bradley chamada de Rede de E/S remotas.S. temperatura.MÓDULOS DE E/S DIGITAIS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de Entradas e Saídas digitais fazem a interface dos sinais de entrada e saída de campo com o CLP. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 33 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P._________________________________________________________________________ 2. Estas interfaces podem ser instaladas em um rack Principal e/ou rack de expansão local ou remota.4. pressão.) são interligados ao CLP-5 através das Interfaces de E/S digitais e/ou analógicas como visto na Arquitetura do CLP-5. chaves de pressão. Geralmente estas interfaces podem ser Racks Remotos ou Flex I/O. Existem módulos de entradas para tensões de corrente contínua e corrente alternada.1 . dependendo do tipo de fonte de alimentação usada para alimentar o sensor ou a solenóide. etc.

1 .1.Módulo de Entrada digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado ao positivo da fonte. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ele fornece corrente ao circuito de entrada do módulo.Módulo de Entrada digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado ao negativo da fonte. Quando o mesmo atua.1._________________________________________________________________________ 2. Figura 2.S. Quando o mesmo atua. ele drena corrente do circuito de entrada do módulo. Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Q – Conexão do tipo entrada SINK 2.4.4.2 .P.R – Conexão do tipo entrada SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 34 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

T – Conexão do tipo saída SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 35 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.S – Conexão do tipo saída SINK 2. ele fornece corrente para o dispositivo de campo. Figura 2. Quando o terminal de saída do módulo atua.Módulo de Saída digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado entre o negativo da fonte externa e o terminal de saída do módulo.Módulo de Saída digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado entre o positivo da fonte externa e o terminal de saída do módulo. Figura 2.4.1.1.4 .4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.3 ._________________________________________________________________________ 2. ele drena corrente do dispositivo de campo. Quando o terminal de saída do módulo atua.

2 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . pressostatos. chaves de nível. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Tabela 2..4._________________________________________________________________________ 2.U – Vista do Frontal do Módulo de Entrada Digital . chaves de filtro condensado.(1771-IBN) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 36 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.) Existem módulos de entrada com densidade de 8. botoeira local abre / fecha. 16 ou 32 canais. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Módulo 1771-IB 1771-IBD 1771-IBN 1771-IA 1771-IAD Número de canais 8 16 32 8 16 Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca 110 Vca Lógica Pos / Neg Pos Pos Pos - Figura 2. Existem módulos de entrada para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada)..Módulos de Entradas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( chaves fim de curso de válvulas. etc.S.

4. lâmpadas. 16 ou 32 canais.3 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . sirenes. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .. contatores. relés de comando liga/desliga.) Existem módulos de saída com densidade de 8._________________________________________________________________________ 2..S. etc. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo. Tabela 2.P.6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Módulo 1771-OB 1771-OBD 1771-OBN 1771-OA 1771-OW16 Número de canais 8 16 32 8 16 saídas de contato seco Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca Vcc / Vca Carga 2A 2A 2A 2A 2A Lógica Pos / Neg Neg Neg Neg - Figura 2.V – Vista do Frontal do Módulo de Saída de contato seco – (1771-OW16) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 37 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Existem módulos de saída para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada).Módulos de Saídas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( solenóides.

§ § § Exemplos: Transmissor de temperatura Transmissor de pressão à 4 a 20 mA à A/D à 0 a 4095 à 0 a 10 Vcc à A/D à 0 a 4095 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 38 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 80%. nível._________________________________________________________________________ 2. ajustando o valor para manter o nível o mais próximo do valor pré-determinado. o nível no tanque começa a subir e quando o nível está se aproximando do valor pré-determinado (Setpoint).. corrente. temperatura.4 .4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.4. velocidade. A quantidade de fluido que entra no tanque é controlada através do ajuste percentual de abertura da válvula.. Um exemplo de aplicação utilizando estes módulos é o controle de nível indicado na figura abaixo.W – Controle de nível Sinal de corrente de 4 a 20 mA Válvula CPU Módulo EA Tanque Sinal de corrente de 4 a 20 mA Módulo SA L/I Transmissor de nível 2. Figura 2. o processador modifica o valor para a saída da válvula em 90%.S. etc.1 . velocidade.MÓDULOS DE E / S ANALÓGICAS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de E / S analógicas permitem que o CLP possa medir e / ou controlar grandezas físicas como temperatura.Módulos de Entrada Analógica Os módulos de Entrada Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: pressão. pressão. nível. Existe um componente chamado conversor de analógico para digital (A/D) responsável pela conversão de um sinal de corrente ou tensão em um número binário proporcional na faixa de 0 a 4095 ou 0 a 32767 dependendo do tipo de conversor. Existem módulos de 8 canais diferenciais ou 16 canais simples. etc.4. Inicialmente a válvula é aberta com 100%. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . dessa forma.) com o CLP. Cada canal permite a interligação de um sinal de entrada analógica proveniente de um transmissor de corrente e / ou tensão.

Existe um conversor A/D de 12 bits 4 mA 12 mA 20 mA à0 à 2048 à 4095 Diagrama de conexão do módulo 1771-IFE com transmissores a 2 fios ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 39 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . . Figura 2.S.É um módulo de EA configurável para 16 canais simples ou 8 canais diferenciais._________________________________________________________________________ A conversão do sinal para escala em unidades de engenharia pode ser configurada no próprio módulo EA ou feita através de programa utilizando-se instruções matemáticas.Cada EA pode ser individualmente configurada para uma entrada de corrente ou tensão (via hardware).X – Conversor A/D Conversor Analógico / Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão A/D 0 a 4095 Registro no CLP Exemplo: Módulo 1771-IFE . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . .

_________________________________________________________________________ 2.4.4.2 - Módulos de Saídas Analógicas Os módulos de Saída Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: comando de abertura de uma válvula proporcional) com o CLP. Existem módulos de 4 canais. Cada canal permite a interligação de um sinal de saída analógica. Existe um componente chamado conversor de digital para analógico (D/A) responsável pela conversão de um número binário de 0 a 4095 em um sinal de corrente e / ou tensão configurado. Exemplos: § Abertura da válvula em 50% => § Abertura da válvula em 100% =>

2048 => D/A => 12 mA 4095 => D/A => 20 mA

A conversão do sinal de unidades de engenharia para a faixa de 0 a 4095 counts pode ser feita através de instruções matemáticas ou configuradas no próprio módulo de SA.

Figura 2.Y – Conversor D/A

Conversor Digital / Analógico Comando Abertura de 50% 2048 0 a 4095 4 ~ 20 mA
atuador elétrico

D/A
Válvula proporcional

REGISTRO NO CLP

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_________________________________________________________________________ Exemplo: Módulo 1771-OFE2 - É um módulo de SA com 04 saídas isoladas de 4 a 20 mA. - O conversor D/A do módulo é de 12 bits 0 à 0 mA 2048 à 12 mA 4095 à 20 mA Diagrama de conexão de um dispositivo analógico à borneira do módulo 1771OFE2

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_________________________________________________________________________

3. Rede de E/S local estendida usando os CLP – 5/40L ou CLP-5/60L
§ § É possível expandirmos a quantidade de módulos de E/S inserindo os mesmos em chassis de expansão local (chassi que não contém CPU). Em cada chassi de expansão deverá ser instalado um módulo adaptador de E/S local estendida (1771-ALX). Este módulo só pode ser interligado a controladores CLP-5/40L ou CLP-5/60L. A rede de expansão Local é uma rede de comunicação paralela do controlador programável. Esta rede utiliza um módulo 1771-ALX em cada chassi. O comprimento máximo do cabo para esta rede é de 30 m.
Comprimento do cabo (m) 1 2 5 7 10 15 20 25 30 Código de catálogo 1771-CX1 1771-CX2 1771-CX5 1771-CX7 1771-CX10 1771-CX15 1771-CX20 1771-CX25 1771-CX30

§

§

§ § §

Os cabos possuem um conector de terminação simples em uma ponta e um conector de terminação dupla na outra. Para interligar os chassis ao controlador é necessário instalar os seguintes módulos: Controlador CLP-5/40L ou CLP-5/60L § A porta 2 incorporada ao controlador é a interface para comunicação com os chassis de expansão local estendida. § Fornece uma Interface paralela de alta velocidade. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status. Módulo adaptador de E/S local estendida – 1771-ALX § Sempre localizado na 1ª (primeira) ranhura do rack de expansão. § Último módulo 1771-ALX requer plug terminador. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status.
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§

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_________________________________________________________________________ Figura 3.A – Desenho da rede E/S Local estendida

CLP-5/40L ou CLP-5/60L

1771-ALX

1771-ALX

Figura 3.B - Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX

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Tipos de subsistemas de E/S instalados na rede E/S remota: § Racks Remotos (Módulos E/S . 4. Através da rede universal de E/S todos os sinais de instrumentos da plataforma são conectados em interfaces de E/S digitais e analógicas chamadas de racks E/S remotas (1771) e / ou Flex I/O (1794) conectados nesta rede com um endereço específico de Gaveta (Rack lógico) e grupo inicial de E/S. Rede de E/S Remotas (RIO) 4. Desta forma._________________________________________________________________________ 4. o Controlador do PLC-5 localizado no Rack Principal terá controle sobre todos os sinais de E/S distribuídos nesta rede. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1.Características gerais da rede § § § § § § § § E/S distribuídas. Fácil Diagnóstico.1 . Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros.1771 e módulos especiais) § Flex I/O (Módulos E/S – plataforma 1794) Figura 4. Rede determinística – protocolo: Mestre / Escravo.Desenho de interligação da rede de E/S Remotas CLP-5/80 CLP 1771-ASB 1794-ASB à Canal 1B – Scanner (Mestre) à Módulo adaptador (Escravo) à Módulo adaptador (Escravo) Canal 1B (Scanner) Rack Remoto 1771 Rack Remoto 1771 Flex I/O 1794 179417942 2 1794-ASB 0 1 2 3 4 5 1794-ASB 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 Flex I/O 1794 179417942 2 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0 8 9 10 11 12 13 14 15 0 1 2 3 4 5 6 7 1771-ASB 1771-ASB REDE E/S REMOTAS IHM (Painel View) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 44 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.A .S.1 .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Número total de Gavetas depende do modelo do Controlador PLC-5.Conceito É uma rede de dispositivos com protocolo fechado Allen Bradley. Baixo custo de cabeamento. Configuração dos módulos adaptadores ASB feita via hardware.

P.3 – Velocidades § § § 57.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 4.4 – MÓDULO ADAPTADOR DE E/S REMOTAS – 1771-ASB O módulo adaptador de E/S remotas é colocado na primeira ranhura do chassi remoto. Ele é a interface entre os módulos de E/S instalados no chassi e o módulo scanner localizado no Controlador CLP-5.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115.S.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . É necessário um módulo adaptador de E/S remotas para cada chassis remoto.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 45 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 4. Figura 4.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.

4. podemos instalar no chassi.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . módulos de E/S de 32 pontos para qualquer tipo de endereçamento.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 As mini-seletoras SW1 são utilizadas para configurar: § número da Gaveta ou Rack Lógico § número do Grupo de E/S inicial § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares As mini-seletoras SW2 são utilizadas para configurar: § velocidade da rede (Baud rate) em função da distância máxima do cabo § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares § ciclo de varredura do módulo scanner em todos os slots do chassis § link de resposta – emula tempo de resposta do adaptador série B necessário para comunicação com scanners do CLP-2 ou CLP-3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . § 4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 46 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. podemos instalar no chassi.S. entretanto não é possível instalar módulos 1771-IX ou 1771-IY Se os 03 jumpers forem colocados na posição à direita. entretanto não é possível instalar módulos de E/S de 32 pontos.P. módulos 1771-IX ou 1771-IY para qualquer tipo de endereçamento._________________________________________________________________________ 4.1 – Configuração do jumper § Se os 03 jumpers forem colocados na posição à esquerda.

S.4._________________________________________________________________________ 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 47 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

ou seja. Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis de ½ ranhura Define o endereçamento do Chassis de 1 ranhura Define o endereçamento do Chassis de 2 ranhuras Não permitido Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada ON SW-1 OFF ON SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 / SW-6 SW-7 SW-8 OFF OFF OFF OFF ON OFF ON ON OFF OFF ON OFF OFF ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 48 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB)._________________________________________________________________________ 4.P. A CPU pode reinicializar a comunicação com o módulo ASB após a correção da falha de comunicação. O chassis de E/S deverá ser resetado através de um botão (manualmente) após a correção da falha de comunicação. as saídas deste chassis são mantidas no último estado. Mostraremos agora a configuração do Chassis de E/S remotas.C – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8 Miniseletora Posição Descrição Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4. Figura 4.S. aquele que abriga o Módulo adaptador de E/S remotas (1771-ASB). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . as saídas deste chassis são desenergizadas.3 – Configuração da mini-seletora do Chassi de E/S remotas No “backplane” (placa de fundo) do Chassi de E/S remotas existe um conjunto de 08 mini-seletoras utilizadas para a configuração do mesmo.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4.P.5 – LEDs sinalizadores de status do módulo adaptador 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 49 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 4.4 – Diagrama de interligação do cabo 1770-CD na borneira do módulo 1771-ASB 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.S.

1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Active Indicador Adapter Fault I/O Rack Descrição Indicação normal. troque o módulo ou chassis.checar se o botão de pulso não foi corretamente instalado na borneira do módulo adaptador. o módulo ficará em falha até que a falha seja corrigida . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .se o problema persistir. Reenergize o chassis para resetar as falhas de um possível problema resultante de ruídos. Colocar o módulo em slot correto no chassis Checar mini-seletoras SW1 e SW2 Checar mini-seletora SW2 Resetar configuração de scan. adaptador remoto em operação normal. Corrigir a configuração (tamanho de rack.adaptador e um módulo no chassis. Caso necessário substitua o módulo.P. . Checar chassis e se necessário substituí-lo._________________________________________________________________________ Tabela 4.remova e substitua todos os módulos . Identificar fonte de ruído. Colocar o processador no modo RUN.S.curto circuito no backplane ou no módulo E/S Possível curto no backplane Excessivo ruído no backplane Piscante OFF ON Violação no chassi Pressione o botão de reset ou re-energize o chassis: . Processador em modo RUN Falha no adaptador Causa provável Ação recomendada ON OFF OFF OFF ON OFF Falha de memória RAM Timeout Watchdog ON Piscante OFF OFF ON ON Erro no adaptador Grupo inicial incorreto Módulo não comunicando Módulo não comunicando Adaptador não controlando E/S (link de comunicação com scanner é normal) e autoconfiguração foi feita com sucesso Módulo não comunicando Módulo adaptador não controlando as E/S Módulo em slot incorreto Erro no grupo inicial ou endereço do Rack Lógico Velocidade setada de forma incorreta Varredura setada para todos + últimos 4 slots em rack com tamanho de 1/4 Processador no modo Program ou Test ou falha na configuração Piscante ao mesmo tempo ON ON OFF ON Energize novamente o módulo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 50 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. número do rack) Piscante OFF OFF Sequência ON / OFF dos leds de cima para baixo Piscante alternadamente OFF Existe outro módulo Adaptador com o mesmo endereço na rede Mini-seletora do chassis Processor restart lockout na posição ON Corrigir o endereço OFF OFF ON Chassis E/S com falha Podem existir problemas entre: .

substituao Desligado – canal do módulo scanner não foi configurado para ser ativo na rede RIO.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Configuração não realizada com sucesso ou módulo Scanner não configurado corretamente. Fiação entre o módulo Scanner e o módulo adaptador interrompida ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 51 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . OFF OFF OFF Falha na Fonte de alimentação Checar o cabo da fonte de alimentação e conexões e verifique se o módulo adaptador está inserido corretamente no chassis.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Indicador Adapter Fault Piscante ON Active I/O Rack OFF Descrição Falha na linha de identificação do módulo Módulo não comunicando Causa provável Excessivo ruído no backplane Ação recomendada Identificar fonte de ruído. Checar chassis e se necessário substituí-lo Checar led indicador de COM do scanner Verde fixo – normal Piscante verde – no mínimo um nó da rede falhou Vermelho – scanner pode ter um problema de hardware. Corrigir cabo e defeitos na fiação._________________________________________________________________________ Tabela 4.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 52 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S._________________________________________________________________________ 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE RIO O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. pino 2 e SH (shield = blindagem). O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo.

Um FLEX I/O ocupa um nó da rede RIO do CLP-5. ao contrário do chassi 1771 que deve ser desenergizado quando for executar a troca dos cartões. Figura 4. Ele é formado por: § 1 módulo adaptador (1794-ASB) com fonte de alimentação incorporada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . § 8 módulos de E/S digitais e analógicas.Vista frontal do módulo adaptador 1794-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 53 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.D .S. § 8 bases terminais (1794-TB3) montadas em trilho DIN e que fornecem suporte para módulos de E/S em qualquer combinação._________________________________________________________________________ 4. O FLEX I / O é mais compacto que o chassi padrão para PLC-5 (1771) e tem a grande vantagem de permitir “troca a quente” dos módulos de E/S.6 – SUBSISTEMA DE E/S REMOTAS FLEX I/O FLEX I / O fornece um subsistema de E/S Remotas utilizado para aquisição de sinais digitais e analógicos do processo e que através da rede RIO fornece uma interface para Controladores da família 5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

ab. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 54 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Cada subsistema FLEX I / O fornece 128 E/S digitais (16 x 8) ou 64 E/S analógicas (8 x 8) Figura 4.com/manuals e procurar por 1794-ASB.E . Isto devido à seleção de endereçamento de 1 ranhura para o Flex I/O.S. favor consultar manual do fabricante. Neste caso. Acessar site www. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Observação: Para informações detalhadas de configuração das mini-seletoras. podemos inserir módulos de Entradas e Saídas de 8 e / ou 16 pontos.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Configuração básica das mini-seletoras do Módulo adaptador de E/S (1794-ASB) 8 7 6 5 4 3 2 1 ON SW1 ON SW2 8 7 6 5 4 3 2 1 Modo de operação 0 (*) Mantém Entradas último estado Seleção de Falha de Rack Modo de operação 1 (*) Baud rate ( velocidade ) Reinicialização automática pela CPU Mantém último estado Saídas Grupo E/S Inicial Número Rack E/S (*) As mini-seletoras SW2-5 e SW2-8 vêm de fábrica na posição ON.Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre trilho DIN 4.5.

Rede Data Highway Plus (DH+) 5. Tipos de equipamentos que podem ser instalados na rede: § Controladores PLC-5._________________________________________________________________________ 5. Terminais de programação (rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) e Sistemas SCADAS (ESC ou ECOS) podem ser instalados na rede DH+ para comunicação com Controladores PLC-5.Conceito É uma rede proprietária da Allen Bradley e utilizada para comunicação (transferência de dados) entre Controladores PLC-5.S. Baixo custo de cabeamento. SLC-5/04.1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 . Número total de estações na rede é de 64 nós. Rede determinística – protocolo: Token Passing.P. Fácil Diagnóstico. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros. SLC-500 e ControlLogix 5000. AI Séries 5 e RS Logix 5 (Plataforma Windows) § ESC e / ou ECOS à sistemas de Supervisão e Controle ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 55 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 5. Exemplo de aplicação: Painel de Geradores da Plataforma utiliza PLC-5 Painel de Utilidades da Plataforma utiliza PLC-5 Deseja-se interligar Utilidades com Geradores através da rede DH+ para transferência de dados (sinais de comandos e status). ControlLogix 5000 § Terminais de programação rodando software IPDS (AB6200).Características gerais da rede § § § § § § § § Permite controle distribuido. Configuração das estações da rede via hardware e via software.1 .

2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.3 – Velocidades § § § 57.S.Desenho de interligação da rede DH+ CONTROLOGIX IHM ESC OU ECOS RT = 150 OHM TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO PLC-5 RT = 150 OHM Rede DH+ SLC-5/04 5.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115.A .5 – Número máximo de estações por rede § 64 estações (nós) endereçadas em OCTAL na faixa de 00 77 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 56 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Figura 5.4 – Protocolo § Passagem de bastão (Token passing) 5.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 5.

P.2 – Interface para notebook (Exemplo: terminal de programação rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) As interface utilizada é instalada em slot PCMCIA do notebook: 1784-PCMK Figura 5. -5/30.6. -5/80 podem se necessário ser configurados como canal DH+ cuja configuração e atribuição do número da estação é feita através do software RS Logix 5 Os canais 2A e 2B para os controladores CLP-5/40.1 – Interface para DESKTOP (Exemplo: IBM/PC rodando software de supervisão e controle IN TOUCH) Figura 5. -5/40.Placa PCMK ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 57 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . -5/20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .C . -5/80 vem configurado de fábrica para funcionar como canal DH+ e cujo endereço do número da estação é feito através da mini-seletora SW2 do Controlador conforme descrito anteriormente.6 – INTERFACES DE MICROS PARA REDE DH+ 5. Os canais 1B para os controladores CLP-5/30. 5/60 e 5/80. podem se necessário. -5/60. -5/60.6. serem configurados como canais DH+ cujas configurações e atribuições dos números das estações são feitas através do software RS Logix 5 5._________________________________________________________________________ Observação: O canal 1A dos CLP-5/11. -5/40.B – Placa 1784-KTX As interfaces utilizadas são: 1784-KT 1784-KTX 1784-KTXD 1784-KTX 5.

8 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE DH+ O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 58 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pino 2 e SH (shield = blindagem).P. 5. A instrução para transferência de dados é chamada de MSG (Message). A programação desta instrução é feita através do editor ladder do RS Logix 5.S.7 – TRANSFERÊNCIA DE DADOS ENTRE CONTROLADORES PLC-5 e SLC-500 A transferência de dados entre Controladores na rede DH+ é feita através de programação de blocos de instruções. O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 5.

3 – Velocidades: 10 Mbps . 100 Mbps e 1Gbps Observação: As interfaces Ethernet do PLC-5 operam com velocidade de 10 Mbps ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 59 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. fibra óptica (10BaseFL) nós por segmento.Conceito É uma rede local utilizada para comunicação entre a(s) ESC(s) / ECOS e o(s) PLC(s) (LAN à Local Area Network) de alta velocidade . 6. distância máxima entre nós de 2. 30 nós.P.5 m. à distância máxima de 100 m.2 – Meios físicos: par trançado (10BaseT) nós por segmento de rede. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. somente 02 cabo coaxial fino (10Base2) à distância máxima de aproximadamente 200 m.5 m cabo coaxial grosso (10Base5) à distância máxima de aproximadamente 500 m._________________________________________________________________________ 6. 100 nós. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Rede Ethernet Industrial (TCP/IP) 6. somente 02 à comunicação via ondas de rádio (tecnologia sem fio) 6. wireless RF à distância máxima de 2000 m. distância máxima entre nós de 0.1 .

2 – ANEL Anel ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 60 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4.S._________________________________________________________________________ 6. Mídias 10Base2 (cabo coaxial fino) 10Base5 (cabo coaxial grosso) 6.1 – BARRAMENTO Utiliza um cabo tronco (principal) e derivações do tipo T para conexão de equipamentos.4 – Topologias: 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

cada dispositivo é conectado a um concentrador de informações (hub / switch).S. Falha de um nó não afeta os demais nós._________________________________________________________________________ 6. Este acesso CSMA/CD é regido pela ETHERNET e padrão IEEE 802.3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 61 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o dispositivo poderá transmitir.3 – ESTRELA Nesta topologia. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – Protocolo TCP / IP – Protocolo de Controle de Transmissão / Internet Protocol 6. Se dois dispositivos transmitirem ao mesmo tempo.6 – Acesso CSMA / CD – CARRIER SENSE MULTIPLE ACCESS / COLLISION DETECT É um mecanismo de transmissão de dados onde os dispositivos que estão prontos para transmitir. ocorre colisão que é detectada por todos os equipamentos que transmitiram os dados.P.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Falha no concentrador gera falha na rede toda. Mídias 10/100BaseT (Par trançado) 100BASE-FL Hub / switch 6. checam por um sinal de “carrier” (portadora) no canal de transmissão. Se nenhum sinal “carrier” for detectado em um intervalo de tempo. Esta colisão gera “atrasos” na retransmissão dos dados em um período de tempo indeterminado.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 62 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Exemplo: IP Address: 10. No protocolo TCP/IP.P. Não pode haver duplicidade de nós na rede. O endereço lógico chamado de IP Address é formado por 32 bits utilizados para identificar nós na rede (IPv4).7 – Endereço de IP Cada dispositivo conectado na rede é identificado individualmente através de um número de nó chamado de endereço de IP (IP Address)._________________________________________________________________________ 6.1. O endereço físico (Endereço de Hardware) é um número que identifica o fabricante. tipo de máquina e o identificador da unidade (lote). Exemplo: Allen Bradley é 00-00-BC-XX-XX-XX GE Fanuc é 08-00-19-XX-XX-XX 6.12 Este endereço contém informações que auxiliam a rota de dados através da rede para o nó destino.S. Ele não contém qualquer informação da rota. Cada dispositivo tem seu próprio endereço de IP diferentemente dos demais nós. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .121. existem dois tipos de endereços para cada dispositivo: Endereço físico Endereço lógico à endereço fornecido pelo fabricante do dispositivo (fixo) à endereço definido via software pelo usuário.

9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada: Controladores CLP-5/20E._________________________________________________________________________ 6.P. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 63 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 5/40E e 5/80E Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador. cabo coaxial e fibra-óptica.

A . Figura 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.Vista frontal do módulo 1785-ENET ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 64 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O canal Ethernet que é configurado para este módulo é o canal 3A A configuração deste canal é feita através do software RS Logix 5 Este módulo deverá ser encaixado obrigatoriamente na ranhura à direita da CPU (Controlador CLP-5). -5/40E e -5/80E._________________________________________________________________________ 6.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Para os demais controladores CLP-5 este módulo fornece uma interface Ethernet .10 – Interface Ethernet – 1785-ENET: Este módulo fornece um canal Ethernet adicional para os Controladores CLP5/20E. Existem parafusos de fixação desta interface ao Controlador.

S.RTU 7. temperatura na sucção.Exemplo de rede serial Modbus . vibração do motor. Figura 7. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 . Cada sistema de controle utiliza um PLC redundante para acionamento e proteção das bombas._________________________________________________________________________ 7.) Estes equipamentos VSD e ISP se comunicam com o PLC da BCS através da rede serial com protocolo Modbus-RTU.RTU ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 65 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Rede Modbus . Para cada bomba utiliza-se um variador de freqüência (VSD) para controlar a vazão da bomba e um ISP (Integrated Surface Panel) que é um painel multisensor utilizado para monitoração dos sinais das bombas (pressão de sucção. pressão de descarga.A . etc. entre equipamentos de diferentes fabricantes. Este tipo de rede é muito utilizado em controle de processos de exploração de óleo e gás.Conceito É uma rede serial com protocolo aberto Modbus RTU ou ASCII para transmissão e recepção de dados. Exemplo de aplicação em plataformas: Em plataformas existe um ou mais sistemas de controle das BCS (Bombas Centrífugas Submersas). para aquisição de sinais e controle dos mesmos.

A iniciativa de comunicação é sempre do MESTRE.S. sem driver de linha (desbalanceada). 7. Utiliza-se cabo par trançado com blindagem (impedância recomendada é de 120 Ohm) Geralmente o padrão elétrico mais utilizado é o EIA RS-485 (multidrop) com comprimento máximo do cabo de 1200 m.3 – Princípio básico de comunicação no Modbus: MESTRE / ESCRAVO Na rede deve existir somente um nó (dispositivo) MESTRE ativado e um ou mais nós (dispositivos) ESCRAVOS até um total de 247 nós (endereçados em decimal de 1 a 247). comunicação serial com driver de linha e full duplex (balanceada) – comunicação a 4 fios EIA RS-485. O nó 0 é reservado para comunicação do tipo “broadcast”. O(s) ESCRAVO(s) somente responde(m) ao(s) comando(s) enviado(s) pelo MESTRE. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 66 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. comunicação serial com driver de linha e half duplex (balanceada) ´comunicação a 2 fios.2 – Meios físicos e padrões elétricos: EIA RS-232.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 7. comunicação serial ponto a ponto. O MESTRE inicia um comando de leitura ou escrita de dados para cada dispositivo ESCRAVO na rede. EIA RS-422.

O módulo ocupa fisicamente uma ranhura do chassi Cada módulo apresenta 02 canais (denominados de PORTA 1 e PORTA 2) que podem ser configurados como MESTRES OU ESCRAVOS para comunicação com outros CLPs e/ou SDCDs e / ou dispositivos de outros fabricantes (VSD. RS422 ou RS-485.S... Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.4 – MÓDULO DE COMUNICAÇÃO MODBUS PARA CLP-5 Figura 7. ISP.) utilizando o protocolo serial MODBUS-RTU ou ASCII.1 – Características do 3100-MCM O módulo de comunicação MODBUS compatível com chassis da série 1771 para PLC-5 é o 3100-MCM fabricado pela PROSOFT. As portas podem ser configuradas para os 03 padrões elétricos EIA RS-232._________________________________________________________________________ 7.Vista frontal do módulo 3100-MCM LEDs indicadores de STATUS PORTA 2 PORTA 1 7. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 67 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O módulo pode ser instalado no Chassi Principal ou Chassi Remoto (instalado na rede RIO).B . etc.

S.C .Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 68 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 7._________________________________________________________________________ A comunicação entre o Módulo Controlador (CLP-5) e o módulo 3100-MCM é programada através de blocos de instruções BTW e BTR. A comunicação entre o módulo 3100-MCM e o(s) dispositivos ESCRAVOS é feita através do driver para protocolo MODBUS-RTU na própria placa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.

647 ou utilizado para armazenar um valor real e / ou fracionário do tipo REAL na faixa de +/.483. REGISTRO DE PONTO FLUTUANTE É um conjunto formado por 02 registros (32bits). Ele pode ser usado também para armazenar valores numéricos na faixa de 0 a 65535 (UINT) ou -32768 a +32767 (SINT) Exemplos: Temperatura do motor = 48º C Pressão de sucção da bomba = 12 kgf/cm2 8.1.648 a + 2. MEMÓRIA DO CLP-5 8.40x10+38.1 .1.17x10-38 a +/-3.147. É usado para armazenar o status de uma entrada digital ou saída digital Exemplos: Entrada digital Entrada digital Saída digital Saída digital => chave aberta => chave fechada => solenóide desenergizada => solenóide energizada => bit = 0 => bit = 1 => bit = 0 => bit = 1 8.1. BYTE É um conjunto formado por 8 bits. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.1.1. REGISTRO ou PALAVRA É um conjunto formado por 16 bits.CONCEITOS BÁSICOS 8. 8. BIT .2.3. O registro de ponto flutuante pode ser utilizado para armazenar um valor inteiro do tipo DINT na faixa de -2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .483.P. O byte pode ser utilizado para armazenar o status de até 8 entradas ou saídas digitais._________________________________________________________________________ 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 69 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.147.Dígito binário É a menor unidade de informação digital.1. O registro pode ser utilizado para armazenar o status de até 16 entradas ou 16 saídas digitais.

1 – Arquivos Reservados Arquivo de Programa no 0 – O arquivo de programa número 0 é reservado para armazenar a senha e a identificação do programa. antes de conhecer seu conjunto de instruções.2. Uma senha utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres.2.2.S.Generalidades Por ser o CLP-5 um controlador que difere dos demais controladores da ABCE é necessário. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 70 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 8. 8.P. entender como é realizado o seu endereçamento. obter informações sobre os arquivos de programas e de dados que compõem sua memória.ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA DO CLP-5 8. sendo que a mesma pode ser composta por até 10 caracteres. 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . bem como os procedimentos necessários para a edição de um programa. A senha é utilizada para proteger o acesso ao sistema.2 – Arquivos de Programa Os arquivos de programa incluem os seguintes tipos: arquivo de Programa Principal ( arquivo de número 2 ) arquivos de passo e de transição para o diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ) ( arquivos selecionados entre 2 a 999 ) arquivos de subrotinas acessados através do programa principal ou através dos arquivos de passos do Controle Sequencial de Funções( SFC ) ( arquivos selecionados entre 3 a 999 ) arquivo de Rotina de Falha ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) - - Cada arquivo de programa utiliza quatro palavras de cabeçalho.2.2 .

A lógica de cada passo e de cada transição é colocada em um arquivo distinto e o controlador varre cada um desses arquivos de acordo com o diagrama. Cada descrição de arquivo de programa pode ser composto por até 50 caracteres ( AI Séries 5 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 71 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o arquivo de programa número 2 armazena o programa principal. - Arquivo de Programa no 1 – O arquivo de programa número 1 controla a estrutura do controle sequencial de funções ( acessado somente através do software do CLP-5 ). No CLP-5 podemos configurar para o Controlador um total de 16 arquivos de programa principal.Os programas são identificados através de um nome de projeto. Este arquivo não é disponível para armazenar programas na forma de diagrama de contatos.2.S. também chamados de arquivos MCP ( Main Control Program ).2.Cada nome de arquivo de programa utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres. sendo que cada um desses programas pode representar um passo ou uma transição no diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC )._________________________________________________________________________ . um nome para cada arquivo de programa e uma descrição para cada arquivo de programa ( opcional ).P. sendo que o mesmo é composto por até 10 caracteres. 8. 8. sendo que os mesmos são compostos por até 8 caracteres ( softwares 6200 e AI Séries 5 ). . O número de palavras disponíveis para esse arquivo é a diferença entre a capacidade máxima de palavras da memória do controlador e o número de palavras utilizadas por todos os outros arquivos.3 – Arquivos de Transição e de Passo do SFC Os arquivos de programas de 2 a 999 podem ser utilizados para armazenar programas na forma de diagrama de contatos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . RS Logix 5 ). consulte o Manual do Fabricante. e mais de 8 caracteres no software RS Logix 5.2. O arquivo número 2.2. Para informações adicionais sobre o Controle Sequencial de Funções. Nomes de projeto não utilizam cabeçalho e utilizam uma palavra para cada dois caracteres. por definição já é um arquivo MCP.2 – Arquivo do Programa Principal Quando não estiver sendo utilizado o Controle Sequencial de Funções (SFC).

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 72 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. respectivamente. é necessário certificar-se de que a varredura do mesmo se complete antes que o tempo de interrupção termine.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . reconstituindose os saltos. para um arquivo de interrupção. Portanto.2. Quando o programa na forma de diagrama de contatos ( Ladder ) do arquivo de interrupção começa a ser varrido. 8. Do contrário.2. onde seções do programa de aplicação não precisam ser executadas a cada varredura. criado para tratar algumas situações de falhas graves. a contagem do tempo recomeça. Porém. periodicamente. Cada subrotina deve estar em um arquivo distinto numerado de 3 a 999. 8. Para habilitá-lo. deve-se programar o retorno na ordem inversa.6 – Arquivo de Rotina de Falha Um arquivo de programa 3-999 pode ser selecionado para armazenar a Rotina de Falha. Em um programa de aplicação pode-se ter até oito níveis de subrotinas. o controlador detecta um erro e energiza um bit de falha de advertência no arquivo de Status do Controlador. a um intervalo de tempo determinado. Pode-se especificar qualquer número de arquivo de 3 a 999 para designar o arquivo de interrupção. deve-se inserir o número do arquivo e o tempo de interrupção nas palavras 31 e 30. Os arquivos de subrotinas permitem um melhor aproveitamento da memória.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . em aplicações onde a programação repetitiva é requerida ou. do arquivo de Status do Controlador.2._________________________________________________________________________ 8.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável Pode-se programar o CLP-5 para saltar. Para habilitar esse arquivo é necessário inserir seu número na palavra 29 do arquivo de Status do Controlador. que se otimize o tempo de varredura.P. Ao detectar uma falha grave o controlador interrompe a varredura do programa de aplicação e varre o arquivo de Rotina de Falha.2. O controlador varre um arquivo de subrotina sempre que encontra uma instrução informando-o para fazê-lo e retorna ao programa anterior no ponto em que saiu para a subrotina.2.4 – Arquivos de Subrotinas Os arquivos de programa 3-999 podem ser utilizados para armazenar subrotinas.

O controlador pode ser programado.S. - Sem a interferência da Rotina de Falha. Pode-se também utilizar a Rotina de Falha quando da perda de alimentação. reassumir varrendo os passos que estavam ativos quando da queda de alimentação.P. o controlador passa._________________________________________________________________________ Se não for criada uma rotina de falha. Um módulo EEPROM 1785-MJ de 8K gravado por um CLP-5/25 não pode ser utilizado por um CLP-5/15.7 – Transferência de Arquivos de Programas Pode-se transferir arquivos de programas entre Controladores CLP5. 8. o controlador reassume varrendo a primeira linha do arquivo de programa que estava varrendo.2. a partir do terminal de programação.Terminal de Programação através da rede Data Highway Plus – A transferência ocorre apenas quando a memória e capacidade de pontos de E/S não excedem os limites do controlador que está recebendo o programa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . tanto de mesma versão quanto de versões diferentes. Computador via rede Data Highway Plus ou via rede Data Highway – As transferências de programas entre controladores Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. para que. se possa examinar esta informação. Essa transferência é realizada através dos seguintes dispositivos: . Assim o programa da Rotina de Falha pode monitorar os códigos de falha resultantes e agir adequadamente. varrer o arquivo de Rotina de Falha apenas uma vez. O controlador retém os números do arquivo de programa e da linha que contém a instrução que provocou a falha.2. Se entretanto o Módulo 1785-MJ for gravado em um CLP-5/15 o mesmo poderá ser utilizado em um CLP-5/25. ao detectar uma falha grave. Módulo de Memória EEPROM – O conteúdo do Módulo EEPROM é transferido totalmente para o CLP-5. e: decidir se as condições de máquina permitem reassumir varrendo o programa principal a partir da primeira linha realizar um desligamento ordenado parar no final da Rotina de Falha ( requer interferência manual ) com o diagrama SFC. para no retorno. quando ocorreu a perda da alimentação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 73 de 212 . na energização. automaticamente para o modo de programação e todas as saídas físicas são desenergizadas.

S. 8. isto é. Um elemento utiliza uma. A tabela 8.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 74 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. sendo que cada tipo de arquivo pode armazenar até 1000 elementos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ através de um computador são limitadas apenas a controladores de mesma versão e mesma série. dependendo do tipo do arquivo.1 a seguir apresenta a organização da memória para os arquivos de dados do Controlador CLP-5 Símbolo a ser utilizado no desenvolvimento do programa Número máximo Tipo de de Elementos Arquivo * * 32 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Saída Entrada Status Bit Temporizador Contador Controle Inteiro Ponto Flutuante Número do Palavras por Arquivo Elemento 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9-999 1 1 1 1 (16 bits) 3 3 3 1 2 O I S B T C R N F Tipo de arquivo atribuído conforme a necessidade * Depende da Capacidade de endereçamento de pontos de E/S de cada modelo de CLP-5 Tabela 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . só é realizada a transferência entre CLP’s de mesmo modelo e série.P. duas ou três palavras.3 – Arquivos de Dados O Controlador CLP-5 permite até 1000 arquivos de diversos tipos.2.

O tipo de arquivo é especificado de acordo com o tipo de dados nele armazenado. Ponto Flutuante. o terminal de programação informará que isto não deve ser realizado. 8. Temporizador. ASCII ou BCD. Na versão CLP-5/25 os mesmos podem variar de tamanho de 32 a 64 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 75 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. palavra 0. São criados também arquivos de Bit. Cada arquivo de dado utiliza duas palavras de cabeçalho além dos dados nele armazenados. arquivo de Saída O. Contador.S._________________________________________________________________________ Ao ser inicializado através do terminal de programação o controlador cria arquivos de Saída. Para realizar qualquer alteração no tamanho dos arquivos ou criação dos mesmos o controlador deverá estar no modo programação. Arquivos de E/S ( 1 e 0 ) têm seus tamanhos fixos de 32 palavras ( versão CLP5/15 ).1 – Arquivos utilizados com maior frequência Para otimizar a organização da memória. mas não manipulados. Os endereços de bit abaixo da palavra 256 e os endereços de elemento abaixo da palavra 4096 necessitam de metade das palavras de armazenamento dos endereços acima destes limites e são mais rapidamente acessados pelo controlador. No caso das instruções de Bit. Inteiro e Ponto Flutuante com tamanhos de 1 elemento cada. O arquivo de Status é criado com 32 elementos e não pode Ter seu tamanho alterado. utilizadas com maior frequência. Os arquivos do Controlador CLP-5 são contínuos na memória ( tabela 8.2 ). Entrada e Status. Arquivos ASCII e BCD podem ser exibidos e/ou transferidos. Não é possível misturar tipos de dados em um arquivo. As palavras 256 e 4096 têm como referência o início do armazenamento dos dados. Contador. abaixo do arquivo de Status e em determinadas localizações. dependem do modelo do Controlador CLP-5 e não podem Ter seus tamanhos alterados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Temporizador. Pode-se utilizar números de 9 a 999 para identificar quaisquer tipos de arquivos adicionais de Bit. Controle. sendo que seus tamanhos podem ser alterados para conter até 1000 elementos. Controle.2. estas devem vir antes da palavra 256 e no caso das instruções de elemento. recomenda-se que sejam endereçadas instruções de bit e elemento. Caso se tente faze-lo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O número de elementos dos arquivos de Entrada e Saída.3.P. antes da palavra 4096.

endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:159. Controlador CLP-5/25 Na versão CLP-5/25 o arquivo de Status (2) termina na palavra 159 se for utilizado o arquivo imagem de E/S inteiro. As instruções de bit mais utilizadas são endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:95. Ponto Flutuante. As instruções de bit mais utilizadas são então. 0 1 2 3-999 conforme necessidade Tabela 8. Já as instruções de elemento mais utilizadas. Controle. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 76 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. CLP-5/15 CLP-5/25 No.S.P. Contador. nos arquivos 4 em diante. contendo somente o número de palavras que corresponde ao maior endereço determinado no programa de aplicação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O arquivo de Status (2) tem seu tamanho fixo com 32 palavras.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Controlador CLP-5/15 Na versão CLP-5/15 o arquivo de Status (2) termina na palavra 95. são endereçadas até a palavra 4096. Já as instruções de elemento mais utilizadas. Inteiro. Temporizador. Já os arquivos de número 3 em diante variam de tamanho. de Palavra 0 0 32 32-64 64 64-128 96 96-160 256 4096 Tipo de Arquivo No de Arquivo Saída Entrada Status Bit._________________________________________________________________________ palavras dependendo da configuração de E/S utilizada. nos arquivos 4 em diante. são endereçadas até a palavra 4096.

2. tais como. Quando se estende o arquivo imagem de E/S a palavra 256 permanece como recomendação de limite. determinar um endereço de imagem de E/S. o controlador estende automaticamente para o mesmo tamanho. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pode-se determinar. os números 9 a 18. Criar o arquivo imagem de Entrada ou Saída através do terminal de programação.S.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S ( CLP-5/25 ) O arquivo imagem de E/S do CLP-5/25 pode ter seu tamanho ampliado de 32 palavras para 64 palavras. de um dos seguintes modos: A uma instrução.2. Se for necessário espaço adicional para 10 arquivos de dados inteiros. Arquivos Imagens de E/S são estendidos em incrementos de 8 palavras ( eqüivale a uma gaveta de E/S completa ) para a entrada e para a saída. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ver procedimento de criação de arquivo no manual do terminal utilizado.3. Por exemplo.P. Para maiores detalhes.3. coloque todos os dados inteiros no N7. Por exemplo. o arquivo de imagem oposto. inserida através do terminal de programação. para arquivos com endereços. por exemplo. - Quando se estende um arquivo imagem de entrada ou de saída._________________________________________________________________________ 8. N9 a N18. aumentando o seu tamanho. Ver arquivos utilizados com Maior frequência. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 77 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. permitindo com isso a utilização da gaveta de número 6. o endereço E:63 estende os arquivos imagem de Entrada e imagem de Saída para 56 palavras cada.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo Recomenda-se agrupar arquivos de dados do mesmo tipo. 8. pois o controlador não varre uma gaveta de E/S se sua tabela imagem não existir.

1000.1.4028237E+38 Figura 8.S.1754999E-38 +/.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Bit. 32 ou 48 bits.( figura 8. 00 - Os arquivos de Ponto Flutuante utilizam elementos de 2 palavras na qual a menor unidade endereçável é um par de palavras (elemento) . um elemento utiliza uma. duas ou três palavras. pensar em um elemento como uma palavra de 16. Pode-se também.2. BCD e ASCII ) utilizam elementos de 1 palavra da qual o bit é a menor unidade endereçável ( figura 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.4 – Elementos de Arquivo Dependendo do tipo de arquivo.A – Arquivos com elementos de uma Palavra. 15 08 | 07 16 bits de dados Faixa de valores que se pode armazenar em uma palavra –32768 a +32767 ( decimal ) Figura 8. Status.B ) _________________________________________________________________________ 15 08 | 07 00 Faixa de valores que se pode armazenar em um elemento de ponto flutuante: +/. A maioria dos arquivos ( E/S.A ). Um arquivo com 1000 elementos poderia ter respectivamente.P.B – Arquivo de Ponto Flutuante ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 78 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Inteiro._________________________________________________________________________ 8. 2000 ou 3000 palavras.

ACC = acumulado Figura 8.C – Arquivos de Temporizador e Contador A palavra 0 ( primeira palavra do elemento ) é a palavra de estado do temporizador e/ou contador sendo endereçada apenas por um bit.C ). Já a palavra 1 ( segunda palavra do elemento ) e a palavra 2 ( terceira palavra do elemento ) são endereçadas por bit ou por palavra. No elemento de três palavras._________________________________________________________________________ .PRE = pré-selecionado . a menor unidade endereçável é o bit ( figura 8.Os arquivos de Contador e Temporizador utilizam elementos de três palavras. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O elemento armazena nessas três palavras o valor acumulado.P. o pré-selecionado e a palavra de controle.S. Temporizador 15 EN 14 TT 13 DN 08|07 não utilizado 00 Contador 15 14 13 12 11 |07 00 não utilizado CU CD DN OV UN Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits endereçáveis de Temporizador EN = Habilitação TT = Temporizando DN = Executado Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits Endereçáveis de Contador CU= Habilitação do Contador Crescente CD=Habilitação do Contador Decrescente DN = Executado OV = Overflow UN = Underflow Palavras Endereçáveis . As faixas do valor pré-selecionado e do valor acumulado são as seguintes: Temporizadores: Contadores: inteiro com sinal 0 a +32767 inteiro com sinal –32768 a +32767 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 79 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

5 para 8 e 7. o controlador arredonda valores de ponto flutuante de 0. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 80 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro. Por exemplo. Temporizador.5 a 0.2. e omite valores de 0. Saída. Toda vez que se determina um endereço para uma instrução de arquivo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 a 0. para converter número inteiro em BCD.4 para 7. além das palavras operadas pela própria instrução. Deste modo.9 para o número inteiro seguinte. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou. Contador. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. já que o controlador os interpreta como inteiros. ASCII e BCD.D). Os dados dos arquivos ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização.D – Arquivo de Controle 8. 15 08 | 07 Estado Comprimento Posição 00 Elemento de 3 palavras de um arquivo de Controle.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante._________________________________________________________________________ O arquivo de Controle também utiliza elementos de 3 palavras (figura 8. Na conversão para número inteiro. Figura 8. se for inserido um endereço de ponto flutuante na expressão.S. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. utiliza-se três palavras de memória ( um elemento ) neste tipo de arquivo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Entrada. Controle. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. o controlador arredonda 7. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino.4. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro.P.3. Status.

As palavras de 18 a 31. Para habilitar a função._________________________________________________________________________ O controlador possui um arquivo de Status ( arquivo 2 ) que é utilizado para identificar falhas graves.3 ). caso se pretenda utilizar suas respectivas funções. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 81 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. bem como o tempo máximo de varredura. A inserção de valores nessas palavras anulará suas funções.P. marcadas com um asterisco ( * ). ou então inserir zero para inibi-las.3 Arquivo de Status Palavra Conteúdo 0 Bits de Estado Aritméticos 1. de informar a respeito do estado do controlador ou falhas diversas. ou seja.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . e armazenar informações relacionadas à sua operação ( tabela 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 Tabelas de Estações Ativas na Rede DH+ 7 Estado das Gavetas de E/S e da Fila da TB 8 Última varredura do programa (ms ) 9 Máxima varredura do programa (ms ) 10 Bits de Falha de Advertência 11 Bits de Falha Grave 12 Códigos de Falha 13 Número do Arquivo de Programa da última Falha 14 Número da Linha da última Falha 15-17 Reservadas para uso futuro 18-23 Relógio de Tempo Real e Calendário * 24 Valor de Índice para Endereçamento Indexado 25 Não utilizada 26 Bits de Controle ( SFC e Proteção na Energização ) * 27 Inibição de E/S e Rearme * 28 Watchdog Timer * 29 Número do Arquivo da Rotina de Falha * 30 Interrupção com Temporização Selecionável * 31 Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável * Não inserir valores nas palavras de 0 a 14. devese inserir dados nestas palavras. Para habilitar várias funções do controlador deve-se inserir dados no arquivo de status e seus bits podem ser examinados para manipular os dados no programa de aplicação.2 Estado do Controlador / Configuração 3. requerem a inserção de valores. falhas de advertência e de gaveta ( Rack Lógico de E/S ). exceto caso se deseje zerar os bits de falha. Tabela 8.

E – Formato Geral do Endereço Lógico Direto Conforme apresentado na figura 8. 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.s/b Onde: # X f : e .2. Inclui também constantes de programa.E os símbolos identificam o seguinte: # X Endereço de arquivo Tipo de arquivo O = Saída I = Entrada S = Estado B = Bit T = Temporizador C = Contador R = Controle N = Número inteiro F = Ponto flutuante D = BCD* A = ASCII* * apenas para visualização.E ).S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 82 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O formato do endereço varia dependendo do tipo do endereço ( figura 8.2. s / b identificador do endereço de arquivo identificador do tipo do arquivo número do tipo do arquivo delimitador número do elemento delimitador número do sub-elemento ou mnemônico delimitador de bit número do bit Figura 8. #Xf:e. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Endereçamento Lógico O endereçamento lógico inclui endereçamento direto e indexado.4._________________________________________________________________________ 8. elemento ou arquivo.1 – Endereçamento Lógico Direto Esta forma de endereçamento permite que se identifique um bit.

ACC ( acumulado ) Arquivo R .s ) Quando o sub-elemento for omitido será entendido como sendo de controle (CTL). Número de bit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 83 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. S Endereço de palavra em arquivos de Temporizador. ou 0 a 999 decimal para todos os outros tipos de arquivos. Tabela 8. C e R ) Arquivo T ou C .POS ( posição ) Por exemplo. / b Delimitador que separa o número de bit do número de elemento ou sub-elemento.ACC ( formato geral Xf:e. o formato é C5:8. para se endereçar o valor acumulado de um arquivo do tipo Contador (5). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Contador e Controle Para endereçar palavras.PRE ( pré-selecionado ) .LEN ( comprimento ) ._________________________________________________________________________ F Número do arquivo 0 = Saída 1 = Entrada 2 = Estado 3 = Bit 4 = Temporizador 5 = Contador 6 = Controle 7 = Número inteiro 8 = Ponto flutuante 9 –999 = para armazenamento de outros arquivos Delimitador que separa o número do tipo de arquivo e o número do elemento. ) e o mnemônico.D Endereço de palavra ( Arquivos T. Contador ou de Controle. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Mnemônico de sub-elemento é utilizado apenas com arquivo de Temporizador.D ). Número do elemento é 0 a 37 octal para arquivos de E/S. : E . Contador e Temporizador. de acordo com o tipo de arquivo ( tabela 8. utilize o delimitador ponto ( .P. 0 a 31 decimal para arquivo de estado. Delimitador utilizado apenas com mnemônico de sub-elemento em arquivo de Controle.S.

para arquivos de bit quando não for especificado o número do elemento. sub-elemento acumulado. Notar que o sub-elemento for omitido ( formato geral Xf:e/b ) Por exemplo.P. C e R ) Bit 15 14 13 12 11 10 09 08 Temporizador Contador EN habilitação CU contagem crescente TT temporizando CD contagem decrescente DN executado DN executado OV overflow UN underflow Controle EN habilitação EU habilitação de descarga DN executado EM vazio ER erro UL descarga IN inibição FD descoberta Por exemplo. Endereço de Bit em arquivos de Temporizador. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Notar que o mnemônico do sub-elemento é ACC. utiliza-se o formato C5:8.5 Endereço de Bit ( Arquivos T. Contador ou Controle Para endereçar bits. para se acessar o bit zero do arquivo Contador (5) de elemento 8. utiliza-se o formato C5:8/13 ou o mnemônico do bit C5:8/DN.5. para se endereçar o bit de executado do arquivo de Contador (5) de elemento 8.ACC/00._________________________________________________________________________ 0-17 (octal) para arquivos de E/S 0-15 (decimal) para todos os outros tipos de arquivos 0-15999 (decimal) (opcional). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 84 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Contador ou de Controle apresentados na tabela 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Tabela 8. pode-se acessar somente os números de bit ou mnemônicos em arquivos de Temporizador.S.

_________________________________________________________________________ 8.3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 85 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 .1 . 1 ranhura ou ½ ranhura.3. 1 Gaveta ou Rack Lógico = 8 grupos de E/S Observação: • Os grupos são endereçados de 0 a 7.ENDEREÇAMENTO DE E/S 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.1. 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais Observações: • • O endereço dos bits para E/S deve ser no formato OCTAL.P. RACK LÓGICO ou GAVETA de E/S 1 Gaveta de E/S é formada por oito palavras no Arquivo Imagem de Entradas + oito palavras no Arquivo Imagem de Saídas.1 – Definições básicas GRUPO E/S 1 grupo E/S é formado por uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Entradas + uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Saídas.Endereçamento no CLP 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 1 grupo pode ocupar 2 ranhuras.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 1 GRUPO E/S = 2 SLOTS 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 2 SLOTS 1 SLOT ou 1 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1 SLOT do Chassi._________________________________________________________________________ 8.P. 1 GRUPO E/S = 1 SLOT 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 1 SLOT 1/2 SLOT ou 1/2 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1/2 SLOT do Chassi. Exemplo: 1771-IBN (Módulo de Entrada Digital de 32 canais) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 86 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Tipos de endereçamentos de Chassis 2 SLOTS ou 2 RANHURAS Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 2 SLOTS do Chassi.3.1.S. 2 GRUPOS E/S = 1 SLOT 16 ED 16 SD 16 ED 16 SD GRUPO 0 GRUPO 1 Observação: • 1 SLOT Tipo de endereçamento utilizado quando se utiliza cartões de 32 canais (32 bits).

3._________________________________________________________________________ O formato para endereçamento de E/S difere do formato geral. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Palavras ou bits em um arquivo de E/S devem ser endereçados do seguinte modo: I : Gg/00-17 Onde: O : Gg/00-17 I = Entrada O = Saída G = número da gaveta E/S ou Rack Lógico E/S G = número do grupo do módulo 00 – 17 = número do terminal ( bit ) 8.S.2 .P.ENDEREÇAMENTO DO ARQUIVO DE STATUS O formato para endereçamento do Arquivo de Status também difere do formato geral. Palavras ou bits em um arquivo de Status devem ser endereçados do seguinte modo: S : e/b Onde: S = arquivo de Status e = número do elemento ( 00-31 ) b = número do bit ( 00-15 ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 87 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

C5:6/DN – endereço de um bit ( bit de executado DN ) de um arquivo do tipo Contador de elemento 6.P. S2:0/7 – endereço de um bit localizado no elemento 0 do arquivo de Status N7:64/00 – endereço de um bit localizado no elemento 64 do arquivo de tipo Inteiro. Grupo 2 e bit 10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 58 do arquivo 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . que representa gaveta ou Rack Lógico 00 ._________________________________________________________________________ 8.S. - - ENDEREÇAMENTO DE SUBELEMENTO T4:12.3. - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 88 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.ACC – endereço de uma palavra de um arquivo do tipo Temporizador ( valor acumulado do temporizador 12 em um arquivo 4 ) ENDEREÇAMENTO DE ELEMENTO S:3 – endereço de uma palavra em um arquivo de Status elemento 3 F8:58 – endereço de um elemento em um arquivo do tipo Ponto Flutuante.3 – Exemplos de Endereçamento Direto ENDEREÇAMENTO DE BIT - B3/245 – endereço de um bit na faixa de 0 a 15999 do arquivo de bit de número 3 ( nesse formato não é especificado o número do elemento ) B3:15/5 – endereço de bit idêntico ao B3/245 ( neste formato é especificado o número do elemento ) - - I:002/10 – endereço de bit de entrada.

na tela referente ao Arquivo de Status. faz-se necessário observar as seguintes regras: Um endereço indireto deve ser indicado por colchetes. recomenda-se utilizar endereços inteiros para o número de arquivo ou de elemento de um endereço indireto. Já o endereçamento direto é utilizado para endereços que não variam. O endereçamento indireto é utilizado quando se deseja que o programa de aplicação manipule números de arquivos ou elementos.P. o número do arquivo de Ponto Flutuante (F) foi substituído por um endereço direto do arquivo do tipo inteiro (N7:32). no endereço F[N7:32]:0. os quais contém o endereço do número do arquivo. - _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: Não é permitido combinar tipos de arquivos diferentes ao utilizar o endereçamento indireto. - O identificador de endereço de arquivo (#) deve ser omitido dentro do colchetes. Por exemplo. REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDIRETO Para realizar um endereçamento indireto.3. através de seu local de armazenamento na Tabela de Dados. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 89 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. esse número deve corresponder ao mesmo tipo de arquivo especificado na Tabela de Dados.S. elemento ou bit seja especificado. Quando um endereço indireto armazena um número de arquivo. a localização da linha com falha. Temporizador (T). elemento ou bit ). Contador (C) ou Controle (R). Para tanto. Um endereço indireto é designado através de colchetes ( [ ] ). sendo que os endereços indiretos podem ser formados por até dois endereços diretos ( arquivo. ocorrerá um erro de run-time. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O endereço dentro dos colchetes deve ser um endereço lógico direto de um elemento do tipo Inteiro (N). Se isso ocorrer. Caso contrário. o controlador acusará um erro de run-time ao executar a instrução e exibirá.4 – Endereçamento Indireto A forma de endereçamento indireto permite que um arquivo. uma vez que nesse endereço está armazenado o número correspondente ao arquivo F._________________________________________________________________________ 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Recomenda-se utilizar um inteiro (N). elemento ou bit do endereço indireto.

o endereço indireto do número do arquivo de Ponto Flutuante seria F[N7:0]:0. A título de exemplo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: O controlador NÃO verifica o valor do elemento armazenado em um endereço indireto. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 90 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. cruzar o limite de um arquivo e entrar no próximo arquivo que pode ser do mesmo tipo ou diferente. elemento ou bit.ACC/00 T[ ] [ ].P. tal como: R6:[ ]/EN.ACC/00 C[N7:12]:5. O delimitador ( : ) não precisa ser introduzido entre os colchetes. ENDEREÇO DE BIT Os formatos para endereçar um bit e seus respectivos exemplos são: Bf/b B3/15999 B[N7:10]/25 B/[ ] B[ ]/[ ] Xf:e/b N7:3/15 N[N7:11]:3/12 N7 [ ]/10 N[ ] [ ]/6 Xf:e. tem-se um endereço lógico direto pertencente ao arquivo de Ponto Flutuante ( F ) e esse arquivo é numerado de #F9 até #F13.5 – Exemplos de Endereçamento Direto e Indireto Os formatos do endereçamento indireto são diferentes dependendo de se endereçar indiretamente um número de arquivo. afim de evitar um erro de run-time. com possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais. o número do elemento não deverá ultrapassar o comprimento do arquivo a que ele pertence. Assim.ACC/00 Pode-se também endereçar um bit. utilizando-se o mnemônico EN. Os formatos gerais de endereçamento e seus respectivos exemplos são apresentados a seguir.3. 8. Se esse valor ultrapassar o tamanho do arquivo. ou seja. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ .ACC/00 C5 [ ].S.s/b T4:7. Caso se deseje endereçar indiretamente o número do arquivo F. os dados poderão se tornar inválidos. esse número deve ser armazenado em um endereço inteiro ( por exemplo: N7:0 ) e deve estar dentro da faixa de 9 a 13. ocasionando operação inesperada da máquina. nem imediatamente antes ou depois dos mesmos.Se um endereço indireto armazenar um elemento.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . N7:3 F[N7:3]:3 D9[ ] A[ ][ ] ENDEREÇO DE ARQUIVO O formato geral utilizado para endereçar um arquivo é #Xf:e. Deve-se também entrar com um valor de Índice na palavra 24 do Arquivo de Status do Controlador ( S:24 ).6 – Endereçamento Indexado Esta forma de endereçamento permite indexar um endereço através de um número de palavras selecionado. sendo que.3. sendo possível manipular este valor no programa de aplicação.S._________________________________________________________________________ ENDEREÇO DE ELEMENTO A forma de endereçar um elemento é Xf:e. #F8:0 #D[N7:14]:27 #N10[ ] #A[ ][ ] 8. acrescido do valor do índice. O símbolo do endereço indexado é #. deve-se manipular esse valor.P. Assim. antes de habilitar uma instrução indexada. sendo que o mesmo deve ser colocado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 91 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pode-se criar instruções apropriadas através do endereçamento indexado. Para operações repetidas e de malha. Armazena-se o valor de índice em uma palavra no arquivo de Status do CLP-5. sendo que. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . em um endereço lógico. imediatamente antes do identificador de tipo de arquivo. a seguir. O controlador inicia a operação no endereço. são apresentados alguns exemplos. a seguir são apresentados alguns exemplos. Todas as instruções indexadas utilizam a mesma palavra ( S:24 ) para armazenar um valor de Índice.

....... Certifique-se de monitorar e/ou armazenar o valor de índice antes de utilizar um endereço indexado...... DDT Entrada / Carga / Saída de Sequenciador.... Antes de habilitar uma instrução que tenha um endereço indexado................................................ listadas acima. FBC Comparação e Pesquisa de Arquivo...... Caso contrário.................BSL / BSR Detecção de Diagnóstico.... - As seguintes instruções manipulam o valor de Índice na palavra S:24: Carga / Descarga FIFO..... Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ................. COP Deslocamento de Bit à Esquerda / à Direita....................... FFL / FFU Comparação de Bits de Arquivos..................P... pode ocorrer operação inesperada da máquina......... ocasionando possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais.......... 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .. ATENÇÃO: As instruções de arquivo manipulam o valor de índice armazenado na palavra S:24..............._________________________________________________________________________ REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDEXADO Certifique-se de que o valor de índice ( positivo ou negativo ) não permita que o endereço indexado exceda os limites do arquivo..... ocorrerá um erro de runtime... para o valor desejado......... ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 92 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas....... Quando for utilizado dois ou mais endereços indexados em uma mesma instrução........ Se o endereço indexado exceder a área de arquivo de dados........ de acordo com o modo de operação da instrução selecionado...... FAL Preenchimento de Arquivo...........................................S........................................................ O Controlador não verifica isso a menos que seja utilizado um endereço indexado indireto ou que seja excedida a área de arquivo de dados da memória.......... utilizam automaticamente a indexação de endereço..... deve-se atualizar a palavra que contém o valor de índice...... SQI / SQL / SQO Lógica e Aritmética de Arquivo... e o bit de falha grave no arquivo de Status do Controlador será energizado.......... o mesmo valor de Índice será adicionado a cada endereço indexado...................FSC Cópia de Arquivo...................................................... FLL Pode-se também utilizar o símbolo # para identificar endereços em uma instrução de arquivo................................................................... As instruções de arquivo..............

Se o valor de Índice 10 for armazenado na palavra S:24. Figura 8.F – Exemplo de Endereçamento Indexado. Pode-se alterá-las utilizando o software de programação estando on-line com o Controlador.F. independente da Tabela de Dados. tais como. serão utilizadas duas palavras de armazenamento na memória do programa e se a constante for de ponto flutuante.3. uma palavra dessa tabela. ou então com o Controlador no modo programação.8 – Constantes do Programa As constantes de número inteiro ou de ponto flutuante. é inserido um símbolo de endereçamento indexado no endereço Fonte e Destino.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . economizando. Uma vez inseridas. No exemplo da figura 8. as constantes do programa não podem ser manipuladas pelo programa de aplicação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 93 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 N7:10 N10:0 N11:15 .3. o controlador manipula os valores dos seguintes endereços: SOURCE A SOURCE B DEST 8. assim.7 – Exemplo de Endereçamento Indexado No exemplo da instrução ADD ( figura 8._________________________________________________________________________ 8. serão utilizadas três palavras. Se a constante for maior que 1024.S. o controlador manipulará os dados armazenados no endereço base adicionado do valor do índice.F ). podem ser introduzidas diretamente no programa de aplicação. valores de referência.

3. o terminal de programação utilizado tem limitações que devem ser consideradas. pode-se introduzir diretamente um valor de referência 238 em uma instrução de comparação. A comparação desse valor com um outro.402824E+38 para constantes de ponto flutuante.P._________________________________________________________________________ A faixa de valores para constantes de números inteiros é de –32768 a +32767 e de +/. Dependendo do número de dígitos significativos e da extensão do número de ponto flutuante. 8.1754944E-38 a +/.1754944E-38 a +/. habilitará uma saída.1. o terminal de programação pode arredondar ou truncar o número inserido.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 94 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Por exemplo.9 – Visualização dos Números de Ponto Flutuante Embora o controlador manipule e armazene números de ponto flutuante na faixa de +/.1.402824E+38.3. quando a expressão N7:0 = 238 for verdadeira.3. Ao inserir 238 na instrução de comparação o valor 238 é armazenado no programa de aplicação. armazenado em algum endereço direto é tal que. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

2000.Roda em Ambiente operacional Windows 95. .1 – Introdução .Em cada micro deverá ser instalada uma licença de software.Modos de programação: OFF LINE à o programa é armazenado na memória RAM do micro ON LINE à o programa é armazenado na memória RAM do CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 95 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. que contém a ativação a ser transferida para o micro. é necessário estar com o RS Logix 5 em modo On Line. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. . Para isto. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 98. . programação e documentação dos Controladores Lógicos Programáveis CLP-5 ( Rockwell Automation / Allen Bradley ). RS LOGIX 5 9. deve-se ter um disquete chamado de Master disk. o RS Logix 5 não roda.É utilizado também como uma ferramenta de manutenção e depuração do programa aplicativo._________________________________________________________________________ 9 . Nota: Sem a ativação. . NT. . XP.É um software de configuração.P.Para monitoração das variáveis do CLP.

RSP) Exemplos: Aplicação VASPS – MCS – PLC1 Aplicação VASPS – MCS – PLC2 à VASPS_MCS1_UNIC_02MAIO04.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.3 – Clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Verify Rung para verificar a linha e finalizar a modificação.2 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em OFF LINE (memória micro) 9.2.1.2.2.RSP à VASPS_MCS2_UNIC_02MAIO04._________________________________________________________________________ 9. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.RSP 9.2. 9. 9.2.2.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada.2 – Fazer as modificações necessárias na linha localizada.1 – ABRINDO UMA APLICAÇÃO EXISTENTE 9. Teclar Close para fechar a janela. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 9.1 – Abrir o RS Logix 5 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 96 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.2.2.1.2 – Selecionar File / Open / Abrir o diretório onde o arquivo da aplicação está gravado / selecionar o arquivo a ser aberto e clicar no botão Abrir. Nota: Os arquivos gerados pelo RS Logix 5 têm extensão (.2.

2.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.3.3 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em ON LINE (memória PLC) 9.2 – Dar duplo clique na linha de programa a ser modificada ou clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Start Rung Edit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 97 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada._________________________________________________________________________ 9. Teclar Close para fechar a janela. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.2.P. 9. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.2.

.Accept Rung Edits para verificar a modificação feita. a linha que foi modificada passa a ser executada. .Assemble Edits para finalizar a edição.S. clicar com o botão direito do mouse e selecionar na seguinte ordem: . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Fazer as modificações necessárias sobre a linha de cor azul 9.2.2. aparecem os seguintes comandos de edição ON LINE: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 98 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.3._________________________________________________________________________ 9.Test Edits para testar a edição (observe que a linha r fica azul e a linha e fica verde. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Concluídas as modificações.3. Observação: No modo ON LINE na janela ladder. ou seja.

2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4.4.2.2.2. Caso seja o que já está aberto.3 – Selecionar o diretório onde o arquivo backupeado será armazenado e clicar no botão OK 9.4 – GERANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.2.S. 9.4.1 – Estando com a aplicação aberta selecionar File / Backup Project 9.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 99 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 – Após o backup ter sido completado aparecerá a seguinte janela.2 – Aparecerá uma janela para selecionar o nome do arquivo a ser feito o backup._________________________________________________________________________ 9. o nome dele aparece automaticamente.

1 – Abrir o RS Logix 5 9.5.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – RESTAURANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.5.P.2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .RP1) 9. o nome do arquivo a ser restaurado e clicar no botão Abrir ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 100 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2.5._________________________________________________________________________ 9.2 – Selecionar File / Open e selecionar arquivos do tipo RS Backup Files (*.3 – Selecionar na lista.

S.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 101 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 9.2.5.4 – Selecionar o diretório onde será armazenado o arquivo a ser restaurado e clicar no botão OK._________________________________________________________________________ 9.5 – O arquivo restaurado será aberto automaticamente no RS Logix 5.

6..P.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 102 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.S._________________________________________________________________________ 9.6..6 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER SERIAL RS-232 ATRAVÉS DO RS LINX 9.2.1 – Abrir o software RS Linx 9.

P.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9...6. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 103 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.4 – Selecionar o driver RS-232 DF1 devices e clicar no botão Add New.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6.

2.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver serial.6._________________________________________________________________________ 9. apenas selecionar a porta serial onde está conectado o cabo serial Comm.2. Neste caso. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Port ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 104 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.6.S.5 – Clicar no botão OK 9.

7 – Caso o cabo esteja conectado na porta serial do CLP.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 105 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 9.2._________________________________________________________________________ 9. Deverá aparecer a seguinte mensagem Auto-configuration sucessfully. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .8 – O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running.6. basta clicar no botão Auto-configure para configuração automática dos parâmetros para este driver.2.6. Neste caso o driver estará pronto para rodar.P.

2.1 – Abrir o software RS Linx 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ..P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 106 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas..2 – Selecionar Communications / Configure Drivers.S.7 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER ETHERNET ATRAVÉS DO RS LINX 9._________________________________________________________________________ 9.7.7.2.2.

.S.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P..2.7.7.4 – Selecionar o driver Ethernet devices e clicar no botão Add New. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 107 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.

Para cada novo endereço de IP a ser acrescentado na lista.7. digitar o endereço de IP da porta Ethernet do CLP.5 – Clicar no botão OK 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Clicar no botão OK para fechar a janela do driver.1.221.251 refere-se ao canal Ethernet do PLC2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 108 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.221.250 refere-se ao canal Ethernet do PLC1 IP 128.2.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .7._________________________________________________________________________ 9.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver Ethernet.1. No exemplo abaixo: IP 128. teclar Add New. Neste caso.P.

2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 109 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 9.S.8 .7 – Configurar o IP Address do terminal (micro) compatível com o endereço IP do PLC através do Painel de Controle do Windows / Conexões de Rede.2.7._________________________________________________________________________ 9.7. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running. Neste caso o driver estará pronto para rodar.

_________________________________________________________________________ 9.2.8 – TRANSFERINDO UMA APLICAÇÃO PARA O CLP - (DOWNLOAD) 9.2.8.1 – Estando com a aplicação a ser transferida para a memória do CLP aberta, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.8.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.8.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.8.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.8.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.8.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Download

9.2.8.8 – Aparecerá uma janela informando o nome do projeto / modelo e revisão da CPU a ser transferida e o nome do Processador / modelo / revisão do PLC cujo terminal está conectado. Clicar no botão OK para iniciar o procedimento de downloading. Observação: Caso o PLC esteja no modo REM RUN o mesmo será passado para o modo REM PROG (CPU pára de executar o programa) e ocorre a transferência do controle para o PLC Stand by caso você tenha um sistema de redundância. 9.2.8.9 – Após o download ter sido completado, caso a CPU tenha sido colocada no modo REM PROG, o software informa se o usuário deseja voltá-la para o modo REM RUN, caso contrário, a mesma permanece em REM PROG. 9.2.8.10 – Aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.11 – Clicar no botão Sim para entrar ON LINE
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_________________________________________________________________________ 9.2.9 – SALVANDO UMA APLICAÇÃO DO CLP - (UPLOAD) 9.2.9.1 – Abrir a aplicação OFF LINE. Estando com a aplicação aberta, é necessário configurar o driver a ser utilizado no RS Logix 5 para a comunicação com o CLP. Neste caso, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.9.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.9.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.9.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.9.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.9.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.9.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Upload

9.2.9.8 – Inicia-se o processo de Upload. Após o Upload salvar o arquivo (projeto) no micro teclando o botão salvar.

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10.2.P. basta posicionar o cursor sobre a pasta do arquivo e dar duplo clique ou clicar com o botão direito e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 114 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.10._________________________________________________________________________ 9.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a área de dados dentro da aplicação: 9.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.2 – Para acessar qualquer arquivo de dados.10 – ACESSANDO A TABELA DE DADOS DO CLP 9.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 115 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.10.10.P. Hex/BCD.10.2.3 – Aparecerá a seguinte janela: 9.S.2.5 – Clicando no botão Usage será mostrada uma tabela dos endereços (bits / palavras) utilizados dentro da aplicação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Octal).4 – A partir desta janela é possível monitorar e/ou alterar o valor de qualquer registro (palavra). É possível também selecionar a base (Decimal._________________________________________________________________________ 9. 9.2. Binário. É possível digitar um símbolo (tag) e descrição para cada endereço.

P.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 116 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.6 – Monitorando o ladder.7 – Estando em uma janela ladder qualquer teclar CTRL + G e digitar o endereço a ser monitorado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9. Clicar no botão Go To e Close para fechar.2. 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .10. colocar o cursor sobre um endereço (bit ou palavra) e clicar com o botão direito para selecionar Goto Data Table para abrir a tabela de dados naquele endereço.10.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.2._________________________________________________________________________ 9.S.2 – Aparecerá a seguinte janela relatando o resultado da referência cruzada ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 117 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Estando com o programa aplicativo ladder aberto. clicar com o botão direito sobre o endereço que se deseja fazer a referência cruzada e selecionar a opção Cross Reference 9.11.11.2.11 – REFERÊNCIA CRUZADA 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2. Exemplo: .Clicando duas vezes na linha indicada abaixo: .P.Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 118 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Nesta lista podemos observar os seguintes itens: N20:2/0 VSD in operation OTE File #8 – Modbus 1 51 à endereço a ser pesquisado à descrição do endereço (documentação) à instrução onde está sendo usado o endereço à Arquivo ladder onde está sendo usado à linha de programa onde está sendo usado 9. clicar duas vezes sobre a linha na lista.3 .S.Para se localizar a linha específica.11.

2.2. Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 119 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . podemos abrir o arquivo de Referência Cruzada através da janela árvore de projeto conforme figura abaixo: Arquivo de Referência Cruzada 9._________________________________________________________________________ 9.11.5 – Dar duplo clique no arquivo Cross Reference ou clicar com o botão direito e selecionar abrir.4 – Estando com um projeto aberto no RS Logix 5.11.S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

basta clicar no botão Sort By Address.S. basta clicar no botão Sort By Symbol. aparecerá a seguinte janela: Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por endereços. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 120 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Como podemos perceber a lista de referência cruzada está organizada por ordem de endereços ( Sorted by address) Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por símbolos (tags). Neste caso. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

2. 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . dar duplo clique no arquivo O0 – OUTPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 121 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.2 – Para acessar a tabela de Forces das Saídas digitais._________________________________________________________________________ 9.2.12.12 – ACESSANDO A TABELA DE FORCES DO CLP 9.12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a tabela de forces.S.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.12. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 122 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. dar duplo clique no arquivo I1 – INPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open Como podemos observar a entrada de endereço I:031/5 está Forçada em OFF (0) 9.12.2.2.3 – Para acessar a tabela de Forces das Entradas digitais.4 – No programa podemos observar quando um endereço está forçado ou não e o estado deste force._________________________________________________________________________ Como podemos observar a saída de endereço O:032/7 está Forçada em ON (1) 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Teclar GoTo e Close para fechar a janela.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Teclar CTRL + G e digitar o endereço do bit a ser forçado para acessar a tabela de dados do CLP.12.2.2. Aparecerá a seguinte janela de dados: 9._________________________________________________________________________ 9.5 – Procedimento para forçar um endereço (bit) 9.S.5.5.12.2 – Clicar no botão Forces para acessar a tabela de Forces ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 123 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2.2.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Digitar 1 [enter] para FORCE ON Digitar 0 [enter] para FORCE OFF Digitar .5 – Para forçar um endereço (bit) de entrada e/ou saída procurar o endereço no programa ladder. 9._________________________________________________________________________ 9.12.5.5.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . [enter] para REMOVER FORCE 9.12.S. clicar com o botão direito do mouse e selecionar Force On / Force Off ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 124 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 – Se for o primeiro bit a ser forçado dentro da aplicação é necessário habilitar o(s) Force(s).5.12.

S.13. 9. isto significa que o CLP está em falha.13.2.2. 9.3 – Clicar no botão à direita da janela FAULTED e selecionar Goto Error para acessar a tabela de Falhas do CLP.P._________________________________________________________________________ 9.13.2 – Estabelecer a comunicação com o CLP ( ON LINE ) Observe que aparece uma janela vermelha FAULTED (CPU em Falha).1 – Caso o Led de PROC no frontal do CLP esteja piscando na cor vermelha.13.13 – ACESSANDO A TABELA DE FALHAS DO CLP 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Aparecerá a seguinte tabela de Falhas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 125 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 9.2.2. Para se determinar o tipo de falha devemos acessar a tabela de Falhas do CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.

Observar que o modo de operação do CLP volta a REMOTE PROG e o Led PROC no frontal do CLP apaga. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . clicar no botão Clear Major Error.2.7 – Estando com a janela de STATUS aberta. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 126 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 – Para resetar a sinalização de falha no CLP.P. Após eliminados os problemas que geraram a falha podemos colocar o PLC no modo de operação através do programador ou através da chave de operação no frontal do PLC.6 – Outra forma de se acessar a tabela de falhas do CLP. selecionar a pasta Errors para acessar a tabela de Falhas do CLP.S.2._________________________________________________________________________ 9. 9.2.13. dar duplo clique na pasta do arquivo S2 – STATUS 9.13.13.

2 – Abrir a pasta Channel Configuration na pasta do Controlador na árvore de projeto.2. existe falha de comunicação com algum rack remoto.14. 9.S.2.14._________________________________________________________________________ 9.14 – IDENTIFICANDO FALHAS DE E/S 9.3 – Aparecerá a seguinte janela ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 127 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Caso o Led do CH 1B pisque ou fique vermelho no frontal do CLP. Neste caso.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .14. entrar ON LINE com o PLC usando o RS Logix 5 9.

localizar o painel e o(s) respectivo(s) rack(s) com falha(s) e tomar as devidas providências. Observação: Consultar o catálogo do fabricante com relação ao módulo adaptador local (1771-ASB) para identificar o tipo de falha ocorrida e providências a serem tomadas para resetar a falha e rearmar o sistema._________________________________________________________________________ 9.14.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Através do desenho da configuração do sistema de controle. . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 128 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 – Clicar na posta Channel 1B para acessar a configuração dos racks remotos conectados a este canal.Pode-se observar que existem falhas no rack 2 e no rack 3.2.

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10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
10.1 Padronização IEC

10.2 Linguagem gráfica 10.2.1 – Diagrama de lógica de relés ( LADDER ) 10.2.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.3 – Gráfico sequencial de Funções (SFC)

10.3 Linguagem textual 10.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.3.2 – Texto estruturado ( ST) 10.3.3 – Basic (BAS) 10.3.4 – Linguagem C

Figura 10.A – Tipos de linguagens de programação

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_________________________________________________________________________ 10.4 - LINGUAGEM LADDER Forma de programação usada para passar instruções ao CLP sobre como deve ser executado o plano de controle (lógica de intertravamento, segurança e alarmes) Utiliza símbolos similares aos usados em diagrama elétrico de relés como linguagem de programação. No início pensou-se em se desenvolver uma linguagem de programação muito próxima dos circuitos elétricos para ser familiar às pessoas responsáveis pela manutenção. Hoje a linguagem Ladder tornou-se padrão em programação para CLP´s. O programa aplicativo das plataformas utilizando o CLP-5 utiliza este tipo de linguagem de programação.

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11. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP - 5
11.1 – INSTRUÇÕES DO TIPO RELÉS 11.1.1 - Generalidades As instruções do Tipo relés são: - Instruções Examine - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída com retenção Utilize estas instruções para monitorar o estado dos bits na tabela de dados, tais como bits de entrada, bits da palavra de controle do temporizador e para controlar o estado dos bits na tabela de dados, tais como, bits de saída. Na descrição a seguir, um dispositivo de entrada é utilizado nos exemplos. 11.1.2 – Instruções Examine Existem duas instruções de entrada do tipo "Examine": - Examinar se energizado ( XIC ); - Examinar de desenergizado ( XIO ); Elas instruem o controlador para verificar o estado energizado / desenergizado de um endereço específico de um bit na memória. "Um" ou "Zero" armazenado no endereço do bit pode representar o estado real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E / S. 11.1.2.1 – Examinar se Energizado ( XIC ) Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido na memória para o bit correspondente. Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo de entrada não mais fecha o circuito, o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, esta instrução será habilitada quando a instrução XIC for verdadeira ( entrada acionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada desacionada ). Figura 11.A

Figura 11.A – Instrução Examinar se Energizado
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_________________________________________________________________________ 11.1.2.2 – Examinar se Desenergizado ( XIO ) Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada, conectado a ele, indica um estado desenergizado, que é refletido no bit correspondente na memória. Ao localizar uma instrução XIO com o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é acionado o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, a mesma será habilitada quando a instrução XIO for verdadeira ( entrada desacionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada acionada ). Figura 11.B

Figura 11.B – Instrução Examinar se Desenergizado

11.1.3 – Instruções Energizar / Desenergizar Saída As instruções Energizar / Desenergizar Saída são empregadas para energizar ou desenergizar um particular bit na memória do Controlador. Estas instruções são: Energizar / Desenergizar saída ( OTE ) Energizar saída com retenção ( OTL ) Desenergizar saída com retenção ( OTU )

11.1.3.1 – Energizar Saída ( OTE ) Utilize instruções OTE para energizar um bit específico na memória. Se o endereço do bit corresponder ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha de programa de aplicação. Se um caminho lógico for estabelecido com instruções de entrada, a instrução OTE será habilitada. Caso este caminho não seja estabelecido ou as condições da linha se tornem falsas, a instrução OTE é desabilitada. Quando as respectivas condições se tornam falsas, o dispositivo de saída associado se desenergiza.
___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 132 de 212
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

C ).D ) e OTU ( figura 11.E ). o bit na memória será retido energizado e assim permanecerá mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha anterior às instruções OTL ( figura 11. a instrução OTL é habilitada. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 133 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Caso o caminho lógico seja estabelecido com instruções de entrada.2 – Energizar Saída com Retenção e Desenergizar Saída com Retenção ( OTL e OTU ) Estas instruções são instruções de saída retentiva e geralmente são utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas mesmas. Figura 11. Um caminho lógico completo de condições verdadeiras é semelhante a um circuito elétrico de contatos fechados. se o caminho lógico foi estabelecido previamente._________________________________________________________________________ Uma instrução OTE é semelhante a uma bobina de relé sendo controlada por instruções anteriores em sua linha de programa ( figura 11.P. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado por estas instruções sempre que necessário.S. a instrução OTL não será habilitada.3. Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma (desabilita ou desenergiza) o bit na memória.C – Instrução Energizar Saída 11. Entretanto. Se o mesmo não for estabelecido e o bit correspondente na memória não tiver sido energizado previamente.1. o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for energizado. Quando um caminho lógico é estabelecido. a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na memória. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Uma bobina de relé é controlada por contatos em sua linha no circuito lógico. Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde ao endereço de um terminal do módulo de saída. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

As instruções retentivas mantém seu estado. o controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas.D – Instrução Energizar Saída com Retenção ( OTL ) Figura 11. 11.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) Quando o CLP-5 passa do modo operação para o modo programação. passem a falsas.4 – Instruções de Ramificação Para formar lógica paralela no programa de aplicação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .F a seguir apresenta um exemplo de ramificação interna. saída ou combinações dessas instruções. ou na queda da alimentação ( desde que exista uma bateria de back-up instalada ). Para maiores detalhes sobre a programação de ramificação consulte o manual do terminal de programação utilizado._________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Figura 11. utilizam-se as instruções de ramificação. Podem ser programadas ramificações paralelas para instruções de entrada. Ao retornar ao modo operação ou no caso da alimentação ser restaurada. até quatro níveis.P. O dispositivo da saída energizada com retenção é energizado mesmo que as condições da linha que controlam a instrução de energizar saída com retenção. A figura 11.1.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . a última instrução verdadeira de energizar ou desenergizar saída com retenção continua a controlar o bit na memória. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções OTL e OTU sempre que necessário. Pode-se obter até quatro inícios de ramificação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 134 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. antes de se ter um fim de ramificação. O CLP-5 permite ramificação interna.

OU ). a varredura continua até I:002/2 I:002/1 for falso. a lógica da linha será habilitada. Caso ocorra o contrário.S. diminuindo o tempo de varredura de 1. a lógica da linha não será habilitada e a lógica da instrução de saída não será verdadeira (saída não será energizada).2 – Ramificação de Saída A instrução Ramificação de saída permite que uma ou mais condições de entrada controle duas ou mais saídas simultaneamente.P. a varredura continua até I:002/1 I:002/1 for verdadeiro. o controlador varre o resto da linha como se fosse falsa. recomenda-se colocar instruções de entrada em série à frente de instruções de ramificação. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1. Onde for possível.4. 11._________________________________________________________________________ Quando: I:002/0 for verdadeiro.1 – Ramificação de Entrada Utiliza-se uma Ramificação de Entrada no programa de aplicação. 11.1. afim de permitir mais de uma combinação de entradas para formar ramificações em paralelo ( condições lógicas . Este conceito é importante. a varredura continua até I:002/3 I:002/0 for falsa. a varredura salta para O:003/0 Figura 11.F – Exemplo de Ramificação Interna O Controlador CLP-5 varre as linhas da esquerda para a direita e de cima para baixo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . para se reduzir o tempo de varredura do programa.3 microsegundos para 0. ( XIC ou XIO ) cuja lógica seja falsa. Se pelo menos uma dessas ramificações em paralelo formar o caminho lógico. especialmente com relação às instruções de ramificação.4. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 135 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Ao encontrar uma instrução de entrada.8 microsegundos.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . entretanto.I._________________________________________________________________________ 11. por exemplo.xx ) não permitem a programação ou visualização da instrução INV.G – Exemplo da Instrução INV Importante: A instrução INV pode ser programada em Arquivos Ladder ou de Texto Estruturado. os softwares 6200 ( DOS ) e A. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Esta instrução inverte o estado lógico da linha. a linha abaixo executa de acordo com a tabela de estado abaixo: Tabela de Estado SE B3/0 = 0 B3/0 = 1 ENTÃO B3/1 = 1 B3/1 = 0 _______________________________________________________________ Figura 11.5 – Instrução de Inversão ( INV ) A instrução INV é uma instrução de entrada que pode ser programada em Processadores da Nova Plataforma.P.S.1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 136 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Séries 5 ( versão 7. Revisão C ou posterior. Série C.

Cada instrução de temporizador ou contador possui dois valores associados a ela que são: Valor pré-selecionado . outra para o valor pré-selecionado e a última para o valor acumulado (figura 11. tais como. e para contadores. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . frequentemente se utilizam relés de tempo ou dispositivos de temporização e de contagem de estado sólido. Quando o valor acumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado.Temporizador na energização ( TON ) . Valor acumulado . Os dados nas palavras do valor pré-selecionado e do valor acumulado são armazenados no formato de números inteiros. Palavra de Controle Valor Pré-Selecionado Valor Acumulado Figura 11. As instruções de Temporizador e de Contador são instruções de saídas que podem ser condicionadas por instruções de entradas.H). Os temporizadores contam intervalos de tempo e os contadores contam eventos.Rearme de temporizador ou contador ( RES ) 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 137 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Temporizador na desenergização ( TOF ) . é o número de intervalos temporizados que transcorreram.2 – INSTRUÇÕES DE TEMPORIZADORES E CONTADORES 11.Temporizador Retentivo ( RTO ) .1 – Generalidades As instruções de Temporizadores e Contadores e seus mnemônicos são: .Este valor é inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução. é o número de eventos que foram contados.S. As instruções de Contador e de Temporizador para o CLP-5 requerem três palavras da tabela de dados: Uma palavra é utilizada para controle da instrução. conforme determinado pela lógica do programa de aplicação. examinar se energizado e examinar se desenergizado. o bit de estado será energizado.2 – Descrição Estas instruções executam muitas das tarefas para as quais.H – Palavras da Tabela de Dados para as Instruções de Temporizador e de Contador.Contador Decrescente ( CTD ) .P.2.Para temporizadores. Pode-se utilizar este bit para controlar um dispositivo de saída.Contador Crescente ( CTU ) . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2._________________________________________________________________________ 11.

Três bits de estado do temporizador.02%.I ) . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A tolerância do relógio é de +/.02% abaixo da sua base de tempo. Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de Temporizador ( não é possível acessar estes bits a partir de um dispositivo de programação ). ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 138 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Deve-se selecionar uma base de tempo para instruções de Temporizador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . um temporizador pode ter intervalos que variam de 0.0 segundo 0. Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número negativo.I – Palavra de Controle da Instrução de Temporizador. Portanto._________________________________________________________________________ Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a 32767 e os valores para contadores variam de –32768 a +32767.0. ocorrerá um erro de run-time.S.2. 11. .01 segundo ( 10 milisegundos ) A base de tempo utilizada depende do programa de aplicação e de quanto tempo se deseja registrar.02% acima ou 0. causando falha no controlador.3 – Instruções de Temporizador Os dados da palavra de controle para instruções de temporizador incluem ( figura 11. As bases de tempo disponíveis são: 1. A precisão da instrução de temporizador depende de dois fatores: a tolerância do relógio do temporizador e a base de tempo. Figura 11.

ser utilizado para energizar ou desenergizar um dispositivo de saída (linha 2). O bit de habilitação (EN) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas. o temporizador pára de incrementar seu valor acumulado e energiza o bit de executado (DN). Se desenergizado antes que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. Quando o bit de executado do temporizador é energizado. A precisão da temporização aqui descrita se refere. repita a linha da instrução de Temporizador para que seja varrida dentro destes limites. o temporizador começará a contar intervalos da base de tempo. o qual pode então. Quando as condições da linha para uma instrução de Temporizador na Energização se tornarem verdadeiras.01 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 2.5 segundos. apenas. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. a contagem de tempo pára e o valor do acumulado é rearmado ( valor = 0 ).5 segundos. 11.0 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 1. A imprecisão causada pela varredura do programa pode ser maior que a base de tempo do temporizador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . também. ele incrementará sua palavra de valor acumulado a cada intervalo contado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 139 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Deve-se. Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções JMP / LBL. JSR / SBR ou MCR fizerem com que o programa pule a linha que contém a instrução de temporizador.J ).1 – Temporizador na Energização ( TON ) A instrução de Temporizador na Energização (TON) pode ser utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo quando tiver transcorrido um intervalo de tempo pré-determinado ( figura 11. enquanto o temporizador está registrando o tempo. à duração de tempo entre o momento que uma instrução de Temporizador é habilitada ( bit de habilitação é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completado ( bit de executado é energizado ). considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída.S.2. O temporizador de 1. O bit de temporizando (TT) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor préselecionado.3._________________________________________________________________________ O temporizador de 0. O bit de executado do temporizador é desenergizado quando as condições se tornam falsas. Se a varredura do programa de aplicação exceder a 1. a instrução TON interrompe a temporização e desenergiza este bit.5 segundos.P. Enquanto as condições permanecerem verdadeiras. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5 ou 2.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .J – Temporizador na Energização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 140 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ A figura 11.P. Figura 11.J apresenta a instrução TON controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ) e o diagrama de tempo desta instrução.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

11.P.2._________________________________________________________________________ Se o Controlador passar do modo de operação ou teste para programação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. O bit de temporizando é energizado quando as condições da linha são falsas e o valor do acumulado é menor que o valor pré-selecionado. ocorre o seguinte: . a instrução TOF difere da instrução TON sob diversos aspectos: A instrução de Temporizador na Desenergização começa a temporizar um intervalo de tempo.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o controlador retorna ao modo de operação ou teste ou quando a alimentação for restabelecida. Enquanto as condições da linha permanecem falsas. A continuidade lógica das condições da linha controla o estado energizado / desenergizado do bit de habilitação. O bit de executado é energizado quando as condições da linha são verdadeiras.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Entretanto. o temporizador continuará a temporizar até que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. a instrução de Temporizador na Desenergização pára de contar o tempo e então este bit é desenergizado.3. caso a linha seja falsa. O valor acumulado é zerado quando as condições da linha se tornam verdadeiras. se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. Por outro lado. ou então. Quando as condições da linha se tornam falsas.os bits de habilitação e temporizando permanecem energizados. no caso da linha ser verdadeira. o bit de executado permanece energizado até que o valor do acumulado seja igual ao valor pré-selecionado. - - - - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 141 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Neste momento este bit é desenergizado.2 – Temporizador na Desenergização ( TOF ) A instrução de Temporizador na Desenergização conta intervalos de base de tempo e armazena esta contagem na palavra de valor acumulado. Este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando são falsas. assim que as condições da linha se tornam falsas. o valor acumulado será zerado e os bits de temporizando e de habilitação permanecerão energizados. .

P.K – Temporizador na Desenergização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 142 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.K apresenta a instrução TOF controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ). Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ A figura 11.S. assim como o diagrama de tempo desta instrução. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

as condições de entrada podem se alterar sem que o valor acumulado seja zerado.a operação do controlador é alterada do modo operação ou teste para programação.2. ou se a alimentação for restabelecida.as condições de linha se tornam falsas. O valor acumulado da instrução de Temporizador Retentivo pode ser zerado por uma instrução RES ou desenergizando-se os bits de controle apropriados e a contagem acumulada.os bits de executado e de temporizando permanecem energizados. . Caso a linha seja falsa.P. a instrução RTO mede o período acumulativo durante o qual as condições da linha são verdadeiras. Retendo o seu valor acumulado. pois desenergizar os bits de controle pode causar operação inesperada da máquina e/ou danos pessoais. Ela retém seu valor acumulado quando: . o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados quando a linha da instrução RTO passar a falsa. ATENÇÃO: Não utilize a instrução RES do contador / temporizador com a instrução TOF. no caso da linha ser verdadeira. 11. Quando a instrução RES que contém o mesmo endereço da instrução de Temporizador Retentivo for habilitada.o bit de habilitação permanece desenergizado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. A temporização continua a partir deste valor quando a linha tem uma nova transição de falsa para verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .o valor acumulado permanece o mesmo Quando o Controlador retorna ao modo de operação ou teste. ou então se a alimentação for perdida enquanto a instrução TOF estiver temporizando sem ter ainda atingido o valor pré-selecionado. . Quando o temporizador está registrando o tempo. o bit de habilitação será energizado e o bit de executado permanecerá energizado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 143 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Se o Controlador for passado do modo operação ou teste para programação. . .o controlador perde a alimentação (desde que exista bateria de back-up). o valor acumulado será zerado. ocorre o seguinte: .3 – Temporizador Retentivo ( RTO ) A instrução de Temporizador Retentivo conta intervalos de base de tempo quando as condições da linha se tornam verdadeiras. o bit de temporizando será desenergizado.3.

assim como o diagrama de tempo desta instrução. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor préselecionado. Quando se retorna ao modo de operação ou a alimentação é restabelecida. e o bit de temporizando e de habilitação permanecerão energizados.S. O bit de temporizando da instrução de Temporizador Retentivo opera da mesma maneira que os de uma instrução TON. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O bit de temporizando é então desenergizado. Se a linha for falsa. o bit de executado permanecerá neste estado quando a linha passar a falsa ). o bit de executado de um temporizador retentivo não é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou a alimentação é desligada e ligada. Este bit é desenergizado apenas quando a instrução RES é habilitada. ou então quando a alimentação é perdida enquanto uma instrução RTO está registrando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. se a linha for verdadeira. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .L apresenta a instrução RTO controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ).P. o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de controle serão desenergizados ( se energizado. o bit de habilitação e o de temporizado permanecem energizados e o valor acumulado permanece o mesmo. Entretanto. Note que este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado._________________________________________________________________________ O bit de executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. a instrução de Temporizador Retentivo interrompe a temporização. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 144 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o valor acumulado permanecerá o mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou. A figura 11. O bit de habilitação é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha são falsas. Quando o controlador é passado do modo operação ou teste para programação.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .L – Temporizador Retentivo e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 145 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P._________________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Figura 11.

M – Formato das instruções CTU e CTD Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado e uma palavra de controle associada. com o mesmo endereço da instrução do contador.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente ( CTU e CTD ) As instruções de Contador Crescente (CTU) e Contador Decrescente (CTD) contam as transições de falso para verdadeiro. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. A figura 11. as quais podem ser causadas por eventos que ocorram no programa. Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números inteiros. seja habilitada. Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e assim permanece até que uma instrução RES. Valores negativos são armazenados na forma de complemento de 2.M ).S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . tais como peças que passam por um detetor ( figura 11.M apresenta os formatos das instruções CTU e CTD._________________________________________________________________________ 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 146 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

o bit de executado ( DN ) é energizado. com mesmo endereço da instrução CTU é habilitada._________________________________________________________________________ A palavra de controle para instruções de Contador inclui cinco bits de estado ( figura 11.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador. Isto é indicado quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. O bit de habilitação do Contador Crescente ( CU ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou uma instrução RES. Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa para verdadeira.P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Também é possível desenergizá-lo decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32767 com uma instrução CTD. o valor acumulado atinge o valor de -32768 e continua a contagem crescente a partir daí. Quando isto ocorre sucessivamente até que o valor acumulado se torne maior ou igual ao valor préselecionado. Quando a contagem ultrapassa o valor pré-selecionado atingindo ( 32767 + 1 ) ocorre uma condição de overflow.N ). o valor acumulado é incrementado de um. As instruções CTU podem contar além de seu valor pré-selecionado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 147 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11. Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se a instrução RES com o mesmo endereço da instrução CTU.

S._________________________________________________________________________ As instruções CTD também contam transições da linha de falsa para verdadeira.P. o bit de executado do contador é desenergizado. Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado o valor acumulado atinge +32. As instruções CTU e CTD são retentivas. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 148 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O estado energizado e desenergizado dos bits de executado. o bit de underflow ( UN ) é energizado. O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU ou CTD se torna falsa ou quando a alimentação do controlador é removida e depois restaurada. Também é possível desenergizá-lo incrementando-se a contagem com uma instrução CTU que tenha o mesmo endereço da instrução CTD. Quando ocorrer um número suficiente de contagens e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado. O bit de habilitação do Contador Decrescente ( CD ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e a instrução de Contador Decrescente habilitada. Estes bits de controle e o valor acumulado são zerados quando a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada.767 e continua a contagem decrescente a partir daí. de overflow e de underflow também é retentivo. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição de falsa para verdadeira. Pode-se desenergizá-lo habilitando a instrução RES apropriada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O bit de habilitação é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ( instrução de Contador Decrescente desabilitada ) ou a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Quando uma instrução CTD conta além de seu valor pré-selecionado e atinge o valor ( -32768 .1 ).

_________________________________________________________________________ A figura 11.O é um diagrama de tempo para instruções CTU e CTD. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11.P.O – Diagrama de Tempo de Contador Crescente e Contador Decrescente ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 149 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Em uma instrução de Temporizador. Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zerados o valor acumulado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 150 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o bit de temporizando e o bit de habilitação. o bit de executado e o bit de habilitação. os bits de overflow. Quando a instrução RES é habilitada. de contador crescente e / ou contador decrescente. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit de executado. quando uma instrução RES é habilitada.S. Se a linha do contador for habilitada. o bit de executado e o bit de temporizando de uma instrução de temporizador. Isto então. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . leva o bit de executado a ser energizado pela instrução de Contador Crescente ou Contador Decrescente.P. A figura 11. de mesmo endereço da instrução RES.P – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador.P mostra um exemplo de uma instrução RES para o temporizador T4:2 Figura 11. são zerados o valor acumulado. a instrução RES coloca o valor acumulado em zero.2. não utilize-a para zerar uma instrução TOF. ATENÇÃO: Já que a instrução RES zera o valor acumulado._________________________________________________________________________ 11. ela zera a instrução de temporizador. o bit CU ou CD será desenergizado assim que a instrução RES for habilitada. Caso o valor pré-selecionado seja negativo.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador ( RES ) Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e Temporizador.

_________________________________________________________________________ 11. exceto a Movimento com Máscara ( MVM ). endereço do resultado da operação. descrita no final deste capítulo.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 11. Pode ser um endereço lógico direto e/ou constante de programa.P.3.3.3 – INSTRUÇÕES ARITMÉTICAS.1 – Generalidades Pode-se realizar operações aritméticas. Dest ( Destino ): ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 151 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.3 – Parâmetros das Instruções Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): endereço do valor que será utilizado na operação matemática. através de determinadas instruções de saída. 11.2 – Descrição Estas instruções podem realizar as seguintes operações: Aritméticas Adição ( ADD ) Subtração ( SUB ) Multiplicação ( MUL ) Divisão ( DIV ) Raiz Quadrada ( SQR ) Negação ( NEG ) Zeramento ( CLR ) Conversão para BCD ( TOD ) Conversão de BCD ( FRD ) Lógicas E ( AND ) OU inclusivo ( OR ) OU exclusivo ( XOR ) Complementação ( NOT ) Movimento Movimentação ( MOV ) Movimentação com Máscara ( MVM ) Pode-se também realizar essas operações. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . LÓGICAS E DE MOVIMENTAÇÃO 11. utilizando a instrução de Cálculo ( CPT ). lógicas e de movimentação em palavras individuais.

se inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. Temporizador. o arredondamento será para o número inteiro mais próximo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . por exemplo: 1. já que o controlador os interpreta como inteiros. Saída. Contador. Veja tabela 11. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou para converter número inteiro em BCD. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro.3. zero ( Z ) sinal ( S ) 2 3 11.1. Flag. O controlador arredonda o valor final de uma expressão antes de armazená-la no destino. Tabela 11.P. Os dados dos arquivos de ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino.500 = 2.4 – Bits de Estado Aritméticos Depois que cada instrução é executada.3. Deste modo. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 152 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Controle. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit. Entrada.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. os bits de estado aritméticos são atualizados. Estes bits se localizam no elemento 0 do arquivo de Flag.1 Bits de Estado Aritméticos Elemento 0 Bit 0 1 Descrição carry ( transporte ) ( C ) overflow ( V ) quando o resultado é muito grande para destino ou muito pequeno em operadores de ponto flutuante.S._________________________________________________________________________ 11.4999 = 1 e 1. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro. ASCII e BCD. Se o destino for um número inteiro.

elemento 0. No arquivo de Flag. 11. Figura 11. são atualizados os bits: C. elemento 0.R apresenta o formato da instrução SUB.Q – Formato da Instrução ADD O valor na Fonte A é somado com o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. Z e S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 153 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. No arquivo de Flag. são atualizados os bits: C.Q apresenta o formato da instrução ADD.7 – Instrução de Subtração ( SUB ) A figura 11. V. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Z e S.R – Formato da Instrução SUB O valor na Fonte B é subtraído do valor na Fonte A e o resultado é armazenado no Destino.6 – Instrução de Adição ( ADD ) A figura 11.3.S._________________________________________________________________________ 11. V. Figura 11.3.

são atualizados os bits: V. elemento 0._________________________________________________________________________ 11. No arquivo de Flag. elemento 0. Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 154 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.9 – Instrução de Divisão ( DIV ) A figura 11. O bit C é sempre desenergizado.3.T apresenta o formato da instrução DIV. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 11.S – Formato da Instrução MUL O valor na Fonte A é multiplicado pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. Z e S. No arquivo de Flag.S.8 – Instrução de Multiplicação ( MUL ) A figura 11.S apresenta o formato da instrução MUL. O bit C é sempre desenergizado.P. Z e S. Figura 11.T – Formato da Instrução DIV O valor na Fonte A é dividido pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. são atualizados os bits: V.

são atualizados os bits: Z.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 155 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. No arquivo de Flag.U apresenta o formato da instrução SQR. elemento 0. elemento 0.V apresenta o formato da instrução NEG.S.V – Formato da Instrução NEG O valor na Fonte é subtraído de 0 e o resultado armazenado no Destino. Figura 11. O bit C será desenergizado se o resultado for zero._________________________________________________________________________ 11. 11. No arquivo de Flag. Figura 11. Os bits C.10 – Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ) A figura 11. Z e S. são atualizados os bits: V.3.U – Formato da Instrução SQR A raiz quadrada do valor na Fonte é armazenada no Destino. Se o sinal é negativo. O controlador calcula a raiz quadrada do valor absoluto. caso contrário será energizado. o controlador ignora o mesmo.11 – Instrução de Negação ( NEG ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. V e S são sempre desenergizados.

P. No arquivo de Flag.X apresenta o formato da instrução TOD.X – Formato da Instrução TOD O valor do número inteiro armazenado na Fonte ( arquivo inteiro ) é convertido para BCD e armazenado no Destino ( arquivo BCD ). Figura 11. No arquivo de Flag. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 156 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . elemento 0. os bits C. V e S são sempre desenergizados e o bit Z é sempre energizado._________________________________________________________________________ 11. 11. Se o valor do número inteiro introduzido for maior que 9999.3.W – Formato da Instrução CLR O valor no Destino é zerado. O bit V será energizado quando o valor do número inteiro for menor que zero ou maior que 9999. o resultado é armazenado como 9999. elemento 0.13 – Instrução de Conversão para BCD ( TOD ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .12 – Instrução de Zeramento ( CLR ) A figura 11.3. Figura 11.S. Utilize essa conversão quando desejar exibir ou transferir valores BCD para displays externos ao Controlador. Os bits C e S são sempre desenergizados.W apresenta o formato da instrução CLR. são atualizados os Bits V e Z.

Y apresenta o formato da instrução FRD. Figura 11.P._________________________________________________________________________ 11. é utilizado o bit Z.3. No arquivo de Flag. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . V e S são sempre desenergizados.14 – Instrução de Conversão de BCD ( FRD ) A figura 11.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 157 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Y – Formato da Instrução FRD O valor BCD armazenado na Fonte ( arquivo BCD ) é convertido para um número inteiro e armazenado no Destino ( arquivo inteiro ). Os bits C. elemento 0. Recomenda-se converter valores BCD em inteiro antes de manipulá-los no programa de aplicação.

S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de Portas Lógicas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 158 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Esquema lógico do Padrão Água Viva: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 159 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. popularmente conhecido como Padrão Água Viva._________________________________________________________________________ Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas: As operações Lógicas são bastante utilizadas em rotinas de Tratamento dos sinais de E/S do PLC.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . No arquivo de Flag.P.Z apresenta o formato da instrução AND.15 – Instrução lógica E ( AND ) A figura 11.Z – Formato da Instrução AND É executado um AND bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.2 Operação Lógica E A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A AND B R 0 0 0 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 160 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. elemento 0.3. A tabela verdade da operação lógica E é apresentada na tabela 11. O bit S será energizado._________________________________________________________________________ 11. são atualizados os bits Z e S. Tabela 11. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). Figura 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

elemento 0.AA – Formato da Instrução OR É executado um OR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .AA apresenta o formato da instrução OR. Figura 11. Tabela 11. No arquivo de Flag.P. A tabela verdade da operação lógica OU é apresentada na tabela 11.S._________________________________________________________________________ 11. são atualizados os bits Z e S. Os bits C e V são sempre desenergizados.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.16 – Instrução lógica OU ( OR ) A figura 11. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).3 Operação Lógica OU A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A OR B R 0 1 1 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 161 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O bit S será energizado.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. No arquivo de Flag.P.3.BB apresenta o formato da instrução XOR. Os bits C e V são sempre desenergizados. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).4 Operação Lógica OU Exclusivo A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A XOR B R 0 1 1 0 é apresentada na ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 162 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Tabela 11.BB – Formato da Instrução XOR É executado um XOR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e então armazenado no Destino.17 – Instrução lógica OU Exclusivo ( XOR ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11.4. elemento 0. Figura 11. são atualizados os bits Z e S. A tabela verdade da operação lógica OU Exclusivo tabela 11.

CC – Formato da Instrução NOT O valor na Fonte é complementado bit a bit e armazenado no Destino. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ).P. A tabela verdade da operação lógica Complementação é apresentada na tabela 11.5 Operação Lógica Complementação A 0 1 onde R = R 1 0 NOT A ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 163 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3. Tabela 11. são atualizados os bits Z e S._________________________________________________________________________ 11. elemento 0. No arquivo de Flag.5.18 – Instrução lógica de Complementação ( NOT ) A figura 11. Figura 11.S.CC apresenta o formato da instrução NOT. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Os bits C e V são sempre desenergizados.

O formato da instrução é mostrado na figura 11. Os bits C e V são sempre desenergizados. Figura 11.3.19 – Instrução de Movimentação ( MOV ) A figura 11.EE – Formato da Instrução MVM 11.P.DD apresenta o formato da instrução MOV.20.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): Dest ( Destino ): endereço dos dados que se deseja movimentar ou uma constante de programa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.EE.DD – Formato da Instrução MOV O Controlador move o valor da Fonte para o Destino.3. 11.S. endereço para onde a instrução move os dados. são atualizados os bits Z e S. Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11. No arquivo de Flag. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 164 de 212 ._________________________________________________________________________ 11. elemento 0.20 – Instrução de Movimentação com Máscara ( MVM ) A instrução de Movimento com Máscara ( MVM ) é uma instrução de palavra que movimenta dados de uma localização de origem para um destino e permite que partes desses dados sejam mascarados por uma palavra. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados.

Figura 11.FF – Exemplo da Instrução de Movimento com Máscara Os dados são mascarados quando os bits da palavra da máscara são desenergizados. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . os dados no endereço Fonte passam através da máscara para o endereço Destino ( figura 11. a cada varredura.3. Os bits na palavra de destino. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A instrução movimenta os mesmos dados. correspondentes aos zeros da palavra de máscara não são alterados.P.FF ).2 – Operação Quando a linha passa de falsa para verdadeira. enquanto a linha permanece verdadeira. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 165 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se um valor constante ( valor em Hexadecimal ).20. os dados são transferidos quando os bits da palavra de máscara são energizados. ou podem ser alterados atribuindo à máscara um endereço direto ou indireto.S._________________________________________________________________________ 11.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 166 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.3.GG – Formato da Instrução CPT 11. exceto a instrução de movimentação com máscara ( MVM ). O tempo de execução de uma instrução CPT é maior que o tempo de execução da sua correspondente instrução aritmética. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Uma instrução CPT também utiliza mais palavras no arquivo de programa que sua correspondente instrução aritmética. por exemplo.GG. lógica ou de movimento.3. O resultado da operação especificada na expressão é armazenado na palavra de destino. lógica ou de movimento. cujo formato é apresentado na figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . verifique através da instrução ADD.21 – Instrução de Cálculo ( CPT ) Todas as operações descritas neste capítulo. Como exemplo. operação aritmética ou lógica (até 80 caracteres ). Figura 11. como esses bits são atualizados após ser realizada a operação da instrução CPT (Adição). podem ser realizadas através da instrução de Cálculo ( CPT ). Uma instrução ADD._________________________________________________________________________ 11. Depois que cada instrução CPT é desenvolvida.21. lógica ou de movimento. os bits de estado aritméticos do arquivo de flag são atualizados da mesma forma que sua correspondente instrução aritmética.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Dest ( Resultado / Destino ): Expression ( Expressão ): endereço do resultado da operação. Podem ser utilizados endereços lógicos direto e / ou constantes de programa. é executada em menos tempo que uma instrução CPT ( Adição ).P.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .N7:1 N7:0 * N7:1 N7:0 | N7:1 SQR N7:0 .( sinal de menos ) * ( asterisco ) | ( barra vertical ) SQR . Tabela 11._________________________________________________________________________ A tabela 11.N7:0 TOD N7:0 FRD N7:0 N7:0 AND N7:1 N7:0 OR N7:1 N7:0 XOR N7:1 NOT N7:0 0 N7:0 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 167 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6 apresenta os símbolos que se insere na expressão da instrução CPT para definir uma operação e apresenta também um exemplo dessas expressões.( sinal de menos ) TOD FRD AND OR XOR NOT Entrar 0 ( zero ) para a expressão Entrar somente endereço Fonte ou constante de programa para a expressão Exemplo N7:0 + N7:1 N7:0 .S.6 Símbolos de Operações da Instrução CPT Operação Adição Subtração Multiplicação Divisão Raiz Quadrada Negação Conversão para BCD Conversão de BCD E OU OU Exclusivo Complementação Zeramento Movimentação Símbolo + ( sinal de mais ) .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Pode-se comparar valores de tipos diferentes de dados._________________________________________________________________________ 11.3 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros que se insere nestas instruções são: SOURCE A e B ( Fonte ) .2 – Descrição As operações que podem ser realizadas com as instruções de comparação são: Igual a ( EQU ) Diferente de ( NEQ ) Menor que ( LES ) Menor ou igual a ( LEQ ) Maior que ( GRT ) Maior ou igual a ( GEQ ) Teste Limite ( LIM ) Igual Mascarada ( MEQ ) Todas as operações apresentadas acima também podem ser desenvolvidas através da instrução de Comparação ( CMP ).4.constantes de programa ou endereços lógicos diretos de valores que se deseja comparar. a instrução de comparação: 10 ( BCD ) 0000 0000 0001 0000 10 ( Decimal ) 0000 0000 0000 1010 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 168 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . os valores em BCD e ASCII devem ser utilizados apenas para fins de visualização. Valores em BCD ou ASCII inseridos em uma instrução de comparação são tratados como números inteiros. a expressão N7:2 = D9:3 não é verdadeira.1 – Generalidades As instruções de comparação permitem comparar valores de dados e tratam-se de instruções de entrada. ponto flutuante e inteiro. 11. Entretanto como os valores em BCD não são convertidos para decimal.4 – INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO 11.S.4.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . se o valor em N7:2 for igual a 10 ( decimal ) e o valor em D9:3 for igual a 10 ( BCD ). Por exemplo. descrita no final deste capítulo.P. 11. tais como. Entretanto.

pois raramente esses valores serão totalmente iguais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 169 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.II – Formato da Instrução NEQ Quando os valores da Fonte A e da Fonte B não forem iguais.II apresenta o formato da instrução NEQ. utilizar a instrução LIM ( será vista mais a frente ) fixando assim._________________________________________________________________________ 11. A instrução EQU não deve ser utilizada para comparar dois valores de ponto flutuante.HH – Formato da Instrução EQU Quando os valores da Fonte A e da Fonte B forem iguais. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Se estes valores não forem iguais. 11.4. a instrução será falsa.4 – Instrução Igual a ( EQU ) A figura 11. uma faixa de valores com a qual o valor de ponto flutuante será comparado.S. Se esses dois valores forem iguais. esta instrução será logicamente verdadeira. Figura 11. esta instrução será falsa. Ao invés disto.4.P.HH apresenta o formato da instrução EQU. Figura 11.5 – Instrução Diferente de ( NEQ ) A figura 11. esta instrução será logicamente verdadeira.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 170 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 – Instrução Menor que ( LES ) A figura 11. esta instrução será falsa.4.JJ – Formato da Instrução LES Quando o valor da Fonte A for menor que o valor da Fonte B esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B.7 – Instrução Menor ou Igual a ( LEQ ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11. esta instrução será logicamente verdadeira.KK apresenta o formato da instrução LEQ. esta instrução será falsa. 11.JJ apresenta o formato da instrução LES. Se o valor da fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B. Figura 11. Figura 11.KK – Formato da Instrução LEQ Quando o valor da Fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B.

Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .LL apresenta o formato da instrução GRT. 11.4.8 – Instrução Maior que ( GRT ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11. Figura 11. esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor da fonte A for menor que o valor da Fonte B.MM apresenta o formato da instrução GEQ.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 171 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. esta instrução será falsa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .9 – Instrução Maior ou Igual a ( GEQ ) A figura 11.P. esta instrução será logicamente verdadeira.LL – Formato da Instrução GRT Quando o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B.MM – Formato da Instrução GEQ Quando o valor da Fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B. Se o valor da fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B.4. esta instrução será falsa.

Caso a) Valor A ≤ valor C ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 172 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11.NN – Formato da Instrução LIM 11.4.4.10. dependendo de como foram ajustados os limites. endereço do valor B ou constante do programa. onde o valor A pode ser menor ou maior que o valor de C. mostra o formato da instrução de Testar Limite ( LIM ).10 – Instrução Testar Limite ( LIM ) Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa especificada.S.P. A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Test ( valor de teste): High Limit ( Limite Alto ): A instrução é falsa a não ser que o valor de B esteja entre certos limites. A figura 11. Figura 11.OO apresenta dois exemplos: um para o caso do valor A ser menor ou igual ao valor C (a) e outro para o caso do valor A ser maior ou igual ao valor de C (b). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Esses limites são os valores A e C.NN. endereço do valor C ou constante do programa.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Low Limit ( Limite Baixo ): endereço do valor A ou constante do programa.

a instrução é verdadeira. Caso b) Valor A ≥ valor C Quando o controlador detecta que o valor B está fora dos limites ou é igual a um deles.11 – Instrução Igual Mascarada ( MEQ ) Esta instrução de entrada compara dados de um endereço fonte com dados de um endereço de referência. a instrução é verdadeira. permitindo que partes desses dados sejam mascarados através de uma palavra._________________________________________________________________________ Quando o controlador detecta que o valor B é igual a um dos limites ou está entre eles.S. Figura 11. Se o valor B estiver entre os limites. então a instrução é falsa. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a instrução é falsa. 11. Se o valor B estiver fora desses limites. A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4. mas não igual a um deles.OO – Exemplo da Instrução LIM A instrução LIM não possui bits de estado.P.PP – Formato da Instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 173 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.PP apresenta o formato da instrução MEQ.

4. Os bits da palavra de máscara iguais a 0 (zero) mascaram os dados._________________________________________________________________________ 11. A instrução se torna falsa assim que ela detecta uma diferença. Compare ( Referência ): valor inteiro ou endereço de referência para a comparação.QQ. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a comparação. Figura 11. a instrução é verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados ou um valor em hexadecimal.S.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): endereço do valor que se deseja comparar ou um valor inteiro.P. Se os 16 bits de dados de um endereço Fonte forem iguais aos 16 bits de dados do endereço Referência ( exceto os bits mascarados ).QQ – Exemplo da instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 174 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. _________________________________________________________________________ Figura 11.11.

4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O tempo de execução de uma instrução CMP é maior que o tempo de execução de uma instrução de comparação.7 Símbolos e Tipos de Operação da Instrução CMP Operação Igual a Diferente de Menor que Menor ou Igual a Maior que Maior ou Igual a Símbolo = <> < <= > >= ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 175 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. representados por endereços lógicos diretos e/ou constantes de programa. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Tabela 11.S. Figura 11._________________________________________________________________________ 11. por exemplo. A figura 11. Uma instrução LEQ.P.RR apresenta o formato da instrução CMP. A tabela 11. Uma instrução CMP também utiliza mais palavras no arquivo de programa do que utilizaria sua correspondente instrução de comparação.12 – Instrução de Comparação ( CMP ) A instrução CMP é uma instrução de entrada que permite realizar as operações de comparação ( exceto MEQ e LIM ) descritas anteriormente. executa mais rapidamente que uma instrução CMP ( Menor ou Igual a ).RR – Formato da Instrução CMP A expressão que se insere para a instrução CMP é uma comparação entre dois valores.7 apresenta os símbolos e os tipos de operação da instrução CMP.

§ 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU PRIMÁRIA controla as saídas distribuídas em rede RIO O CHASSI SECUNDÁRIO (aquele que abriga a CPU SECUNDÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. CLP-5/60E ou CLP5/80E). § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU SECUNDÁRIA é atualizada pela CPU PRIMÁRIA com os dados relevantes do processo e está pronta para controlar as mesmas saídas.CONCEITO Emprega-se redundância de controle para aumentar a confiabilidade e disponibilidade do sistema de controle contra possíveis falhas da CPU.1 . Durante a operação NORMAL._________________________________________________________________________ 12. CLP-5/40E. Uma CPU controla as E/S (chamada de CPU PRIMÁRIA) e a outra CPU (chamada de SECUNDÁRIA) fica no modo de espera. pois caso ocorra uma falha no chassi PRIMÁRIO. 12. Caso a CPU PRIMÁRIA entre em FALHA. A redundância utiliza duas CPU´s rodando o mesmo programa aplicativo.P.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 176 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. CLP-5/60E ou CLP5/80E). o sistema automaticamente transfere o controle para a CPU SECUNDÁRIA que passa a ser a CPU PRIMÁRIA e conseqüentemente passa a controlar as mesmas E/S. a CPU SECUNDÁRIA assumirá o controle das E/S (tornarse-á CPU PRIMÁRIA) e terá os últimos valores de dados atualizados.2 – OPERAÇÃO BÁSICA O CHASSI PRIMÁRIO (aquele que abriga a CPU PRIMÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. caso ocorra um evento de FALHA ou PARADA do sistema PRIMÁRIO. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . CLP-5/40E. Redundância de CPU´s 12. a CPU PRIMÁRIA envia para a CPU SECUNDÁRIA os valores das E/S e tabelas de dados. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

temporizadores. É utilizada uma rede de interligação entre estes dois módulos chamada de HSSL (High Speed Serial Link à Rede serial de alta velocidade).S. Esta rede utiliza o mesmo cabo elétrico da rede DH+ e / ou RIO denominado 1770-CD (Cabo Belden 9463).P. O módulo 1785-BCM é responsável pelo BACKUP dos dados de E/S e outros dados relevantes de programa (exemplo: totalizações.A . para que a tabela imagem e dados da CPU SECUNDÁRIA seja atualizada com os mesmos valores da CPU PRIMÁRIA. etc) que devem ser transferidos da CPU PRIMÁRIA para a CPU SECUNDÁRIA a todo scan. horímetros.Sistema de redundância usando o módulo 1785-BCM 12. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 177 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. parâmetros PID. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – MÓDULO DE BACKUP DE COMUNICAÇÃO – 1785-BCM No sistema de redundância do CLP-5 utiliza-se um módulo 1785-BCM no Chassi Primário e outro módulo 1785-BCM no Chassi Secundário._________________________________________________________________________ Figura 12.

1 – Leds sinalizadores de status do módulo 1785-BCM Tabela 12.1 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S._________________________________________________________________________ 12.3.P.Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM LED PRI SEC Cor do LED verde verde Este LED indica Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema PRIMÁRIO Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema SECUNDÁRIO Quando piscante – o módulo BCM está executando uma instrução de Block Transfer ou comunicando corretamente com as E/S através da placa de fundo do Chassi Quando apagado – não existe comunicação entre o módulo BCM e o Processador (CPU) Quando piscante – rede HSSL funcionando adequadamente Quando apagado – falha na rede HSSL Quando aceso – Falha de Hardware do BCM BPLN verde SER FLT verde vermelho ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 178 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 179 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário (*) Substitua este trecho de rede com resistor de terminação de 150 Ohm. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 12.S. se este nó estiver na extremidade da rede.3.

P. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO OBJETIVO Verificar a funcionalidade das instruções estudadas no curso._________________________________________________________________________ 13. Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal 1 2 3 4 5 6 7 8 SW4 à OFF SW5 à OFF 05 Endereço: _______________________ CLP-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 180 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . EXERCÍCIO SOBRE ENDEREÇAMENTO DE E/S DIGITAIS Objetivo: Determinar os endereços dos sinais digitais baseados em configuração de hardware do Chassi e / ou módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB). através de exercícios práticos.S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal SW4 à OFF SW5 à ON 1 2 3 4 5 6 7 8 07 + 24 Vcc CLP-5 Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 181 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Remotas Mini-seletoras do módulo 1771-ASB SW5 à ON SW6 à OFF SW1-1 SW1-2 SW1-3 SW1-4 SW1-5 SW1-6 SW1-7 SW1-8 à à à à à à à à ON ON ON ON OFF OFF ON ON 10 13 02 XY-122315 Endereço: _______________________ 1771-ASB ZSL-122315 ZSH-122315 Endereço: _______________________ Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 182 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

desenvolver um programa em LADDER para o controle de partida / parada de uma bomba.7 – Documentar o programa Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGA bomba Botão DESLIGA bomba Bomba B1 Lâmpada B1 LIGADA Lâmpada B1 DESLIGADA à I: à I: à O: à O: à O: / / / / / pulso NA pulso NA acesa indica B1 LIGADA acesa indica B1 DESLIGADA ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 183 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 3.2 – Existirá 1 botão para DESLIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3. conforme descritivo abaixo: 3.6 – Sinalizar através de outra lâmpada do simulador o status da bomba B1 desligada._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 2 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits (contatos e bobinas) 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD3) chamado de EXERC2 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC2) 3 – Dentro desta subrotina.5 – Sinalizar através de uma lâmpada do simulador o status da bomba B1 ligada 3. 3.P. desenergizar a bomba B1 e mantê-la desenergizada.1 – Existirá 1 botão para LIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3. energizar a bomba B1 e mantêla energizada (considerar uma lâmpada do simulador) 3.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR.

P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 184 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 185 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

3.1 – Existirá apenas 1 botão para LIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NA do simulador ). após 3 segundos ligar o motor M3. após 4 segundos ligar o motor M4 e após 5 segundos ligar o motor M5.P.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . desenvolver um programa em LADDER para controlar o acionamento de 05 motores distintos. desligar os 05 motores simultaneamente. (Nota: Considerar uma lâmpada do simulador para cada motor) 3. 3. após 2 segundos ligar o motor M2. conforme descritivo abaixo: 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 3.2 – Existirá apenas 1 botão para DESLIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NF do simulador ). Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGAR motores Botão DESLIGAR motores Motor M1 Motor M2 Motor M3 Motor M4 Motor M5 à I: à I: à O: à O: à O: à O: à O: / / / / / / / pulso NA pulso NA M1 M2 M3 LIGAR DESLIGAR M4 M5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 186 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 3 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD4) chamado de EXERC3 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC3) 3 – Dentro desta subrotina.S. após 1 segundo ligar o motor M1.5 – Documentar o programa.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 187 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 188 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

3 – Ocorrerá sinalização de alarme de nível alto se a chave permanecer atuada por um tempo maior ou igual a 10 segundos.1 – Existe uma chave de nível (LSH_001A – contato NF) instalada no filtro FIL001A. nível normal à B3:0/0 = 1 nível alto à B3:0/0 = 0 3. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 4 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD5) chamado de EXERC4 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC4) 3 – Dentro desta subrotina. 3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 189 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.2 – Deverá existir a indicação de alarme de nível alto no supervisório relacionado com a referência B3:0/0 (LAH_001A).P. desenvolver um programa em LADDER para gerar um alarme de nível Alto do condensado do filtro FIL-001A. 3.4 – Documentar o programa Nota: Considerar um botão NF do simulador como chave de nível alto.

P.S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 4 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 190 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

S.P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 191 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

a lógica deverá contar o número de partidas e indicar no registro N7:0. conforme descrição abaixo: 3.S. desenvolver um programa em LADDER para gerar um contador do número de partidas de um motor.1 – Criar uma lógica de partida / parada de um motor baseada no exercício 2 Botão liga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão desliga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão resete (pulso – NA) à zerar o contador de partidas Motor à considerar uma lâmpada do simulador Considerar: B3:1/0 à retorno do status do motor (=0 desligado / =1 ligado) Registro: N7:0 à número de partidas do motor 3. o mesmo deverá gerar um pulso no botão resete. 3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Caso o operador deseje zerar o contador de partidas.2 – Toda vez que for dado um comando de partida e houver retorno de motor ligado._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 5 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD6) chamado de EXERC5 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC5) 3 – Dentro desta subrotina. 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.4 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 192 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 193 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 194 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

1 – Considerar a lógica de partida / parada do motor do exercício 5 3.Indicar nos registros N7:20.2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . contadores.Zerar os registros de horas.Indicar no N7:11 os minutos do motor em funcionamento.3. N7:21 e N7:22 as horas. 3.3 – Quando o motor estiver desligado: 3. 3. se houver necessidade. conforme descrição abaixo: 3. 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD7) chamado de EXERC6 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC6) 3 – Dentro desta subrotina. um botão para zerar o horímetro durante o motor ligado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 3.3.2.1 .1 .2 – Quando o motor estiver ligado: 3.P. 3.2. minutos e segundos respectivamente.3 .Indicar no N7:10 as horas de motor em funcionamento. 3.5 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 195 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 6 Objetivo: Testar a funcionalidade temporizadores e movimentação: das instruções de bits.Indicar no N7:12 os segundos do motor em funcionamento. minutos e segundos de motor em funcionamento 3.4 – Acrescentar na lógica. relacionadas ao último intervalo de tempo de motor ligado.2 .2. desenvolver um programa em LADDER para gerar um horímetro de um motor.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 6 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 196 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 197 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

3. temporizadores e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD8) chamado de EXERC7 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC7) 3 – Dentro desta subrotina.3 – Documentar o programa Considerar: SN1 à botão de pulso NA do simulador (I: XV_111 à lâmpada do simulador (O: / / ) ) 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 XV_111 SN 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 198 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 7 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits. Após este tempo a válvula fechará automaticamente.1 – O tanque será preenchido constantemente do nível 0 a 10 metros.S. 3. o CLP abrirá a válvula XV_132 durante um tempo fixo de 10 segundos (tempo suficiente para esvaziar o tanque). A cada 1 metro o sensor de nível SN1 envia um pulso para o CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . desenvolver um programa em LADDER para controlar a válvula de controle XV_111 do tanque de água indicado abaixo conforme descrição a seguir: 3.P.2 – Quando o nível do tanque atingir 10 metros.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 7 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 199 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 200 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

P. proveniente de um sensor de pressão (PT_12233) calibrado para o range de 0 a 120 Kgf/cm2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.4 – Documentar o programa Conversor Analógico Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão PT_12233 A/D 0 a 4095 REGISTRO NO CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 201 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A indicação desta pressão será em Unidades de Engenharia (indicação em ponto flutuante).1 – O CLP está lendo um sinal analógico de 4 ~ 20 mA.3 – Pede-se fazer a conversão de escala para unidades de engenharia no CLP através do programa aplicativo._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 8 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e matemáticas básicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD9) chamado de EXERC8 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC8) 3 – Dentro desta subrotina. 3. através de uma Entrada Analógica cujo endereço é N10:4 Considerar: 0 kgf à 4 mA à0 120 Kgf à 20 mA à 4095 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . conforme descrição abaixo: 3. O resultado da conversão deverá ser armazenado no endereço F8:0 3. desenvolver um programa em LADDER para executar uma conversão de escala utilizando-se de instruções aritméticas básicas.2 – Será feita a indicação desta leitura na tela do Supervisório (Central de Operação e Controle).

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 8 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 202 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 203 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P.2. Quando for pressionado este botão._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 9 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e de comparação 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD10) chamado de EXERC9 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC9) 3 – Dentro desta subrotina.1 – Quando ocorrer um alarme a lâmpada respectiva deverá PISCAR 3.S.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de alarmes de pressão baixa (PAL_12233) e pressão alta (PAH_12233). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 – Quando um alarme for reconhecido a lâmpada respectiva pára de PISCAR e fica ACESA 3.Existirá um botão de pulso (NA) para reconhecimento de qualquer um dos alarmes. 3.2.3 – Quando não ocorrer alarme a lâmpada respectiva deverá APAGAR PAL_12233 PAH_12233 RECONHECE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 204 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. conforme descrição abaixo: 3.2. o Operador estará reconhecendo o alarme.1 – Os alarmes deverão ser sinalizados em 02 lâmpadas localizadas em um painel quando: PAL_12233 à Quando PT_12233 ≤ 20 Kgf/cm2 PAH_12233 à Quando PT_12233 ≥ 100 Kgf/cm2 3.

S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 9 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 205 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 206 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.

Quando ocorrer LSH ou LSL sinalizar alarme nas respectivas lâmpadas. 5 – Fazer indicação do nível do vaso em unidades de engenharia (0 – 100%) no registro F8:10 Considerações: LSL setpoint = 30% LSH setpoint = 60% Chave de nível LSLL Chave de nível LSHH Transmissor de nível utilizar os endereços N7:24 Range da entrada analógica 4 – 20 mA / 0 a 4095 Bomba B-151801 Alarme de nível baixo Alarme de nível alto Matriz de Causa x Efeito O: O: O: / / / I: I: / / Fluxograma P& ID Observação: T à Se atuar LSHH por 10 segundos fechar SDV ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 207 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 4 – As chaves de nível LSHH e LSLL são ED do CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 10 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e relacionais 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD11) chamado de EXERC10 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC10) 3 – As chaves de nível LSH e LSL são pré-alarmes do transmissor de nível do vaso.

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 10 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 208 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 209 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Considerar: ENT à Endereço da entrada física EST à Estado da entrada física ( 0 = chave aberta / 1 = chave fechada ) ESP à Estado esperado da entrada ( 0 = chave NA / 1 = chave NF ) EP à Entrada Polarizada ( 0 = normal / 1 = atuada ) 4 – Considerando os estados das entradas. indicados na tabela abaixo. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de polarização das seguintes entradas relacionadas na tabela abaixo.S._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 11 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e lógicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD12) chamado de EXERC11 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC11) 3 – Dentro desta subrotina. preencher o estado das entradas polarizadas EP ENT FISICA I:002/00 I:002/01 I:002/02 I:002/03 I:002/04 I:002/05 I:002/06 I:002/07 I:002/10 I:002/11 I:002/12 I:002/13 I:002/14 I:002/15 I:002/16 I:002/17 EST 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 ESP (B3:20) 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 EP (B3:21) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 210 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O resultado desta polarização deverá ser armazenado no registro B3:21.P.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 11 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 211 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 212 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P.

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