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Curso CLP - 5
Módulo Básico usando o software RS Logix 5

________________________________________________________________________________________ Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Módulo Básico
Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

_________________________________________________________________________ Índice Página
1. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1.1 – IEC (International Eletric Commitee) 1.2 – Prática 1.3 – Histórico e características do CLP 1.4 – Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) 1.5 – Arquitetura de um Controlador Lógico Programável (CLP) 1.6 – Arquitetura do CLP-5 1.7 – Funcionamento do CLP 1.8 – Ciclo de Operação do CLP (SCAN) 1.9 – Interrupção do ciclo de operação 2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5 2.1 – Chassis 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassi Principal 2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de alimentação do chassi 2.2 – Fonte de alimentação 2.3 – Módulo Controlador ou CPU 2.3.1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A 2.3.2 – Configuração da Porta Serial 2.3.3 – Modos de operação do CLP-5 2.3.4 – Leds sinalizadores de STATUS do CLP-5 2.3.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador 2.3.6 – Instalação dos módulos de memória EEPROM 2.4 – Sistemas de E/S 2.4.1 – Módulos de E/S da plataforma 1771 2.4.1.1 – Módulo de ED – lógica SINK 2.4.1.2 – Módulo de ED – lógica SOURCE 2.4.1.3 – Módulo de SD – lógica SINK 2.4.1.4 – Módulo de SD – lógica SOURCE 2.4.2 – Módulos de Entradas Digitais 2.4.3 – Módulos de Saídas Digitais 2.4.4 – Módulos de E/S Analógicas da plataforma 1771 2.4.4.1 – Módulos de Entrada Analógica 2.4.4.2 – Módulos de Saída Analógica 009 010 011 012 015 022 023 027 029 030 032 033 033 034 034 035 035 036 037 038 038 040 001 001 001 002 003 005 006 007 008

3. REDE DE E/S LOCAL ESTENDIDA USANDO OS CLP-5/40L ou CLP-5/60L042 4. REDE DE E/S REMOTAS (RIO) 4.1 – Conceito 4.1.1 – Características gerais da rede 4.2 – Meio físico 4.3 – Velocidades 4.4 – Módulo Adaptador de E/S Remotas – 1771-ASB 044 044 045 045 045

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página I de IX
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_________________________________________________________________________ Índice Página
4.4.1 – Configuração do jumper 4.4.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 4.4.3 – Configuração das mini-seletoras do Chassi de E/S remotas 4.4.4 – Diagrama de interligação do cabo na borneira do 1771-ASB 4.4.5 –Leds sinalizadores de STATUS do módulo 1771-ASB 4.5 – Interligação entre dispositivos na rede RIO 4.6 – Subsistema de E/S remotas FLEX I/O 5. REDE DATA HIGHWAY PLUS (DH+) 5.1 – Conceito 5.1.1 – Características gerais da rede 5.2 – Meio físico 5.3 – Velocidade 5.4 – Protocolo 5.5 – Número máximo de estações DH+ por rede 5.6 – Interfaces de micros para rede DH+ 5.6.1 – Interface para desktop (1784-KTX) 5.6.2 – Interface para notebook (1784-PCMK0) 5.7 – Transferência de dados entre controladores 5.8 – Interligação entre dispositivos na rede DH+ 6. REDE ETHERNET INDUSTRIAL (TCP/IP) 6.1 – Conceito 6.2 – Meio físico 6.3 – Velocidade 6.4 – Topologias 6.4.1 – Barramento 6.4.2 – Anel 6.4.3 – Estrela 6.5 – Protocolo 6.6 – Acesso 6.7 – Endereço de IP 6.8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos 6.9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada 6.10 – Interface Ethernet – 1785-ENET 7. REDE MODBUS – RTU 7.1 – Conceito 7.2 – Meios físicos e padrões elétricos 7.3 – Princípio básico de comunicação em Modbus 7.4 – Módulo de comunicação Modbus para CLP-5 7.4.1 – Características do módulo 3100-MCM 065 066 066 067 067 059 059 059 060 060 060 061 061 061 062 062 063 064 055 055 056 056 056 056 057 057 058 058 046 046 048 049 049 052 053

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página II de IX
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_________________________________________________________________________ Índice Página
8. MEMÓRIA DO CLP-5 8.1 – Conceitos básicos 8.1.1 – BIT 8.1.2 – BYTE 8.1.3 – REGISTRO ou PALAVRA 8.1.4 – REGISTRO de PONTO FLUTUANTE 8.2 – Organização da memória do CLP-5 8.2.1 – Generalidades 8.2.2 – Arquivos de Programas 8.2.2.1 – Arquivos reservados 8.2.2.2 – Arquivo de Programa Principal 8.2.2.3 – Arquivos de transição e de Passo do SFC 8.2.2.4 – Arquivos de subrotinas 8.2.2.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização selecionável 8.2.2.6 – Arquivo de Rotina de Falha 8.2.2.7 – Transferência de Arquivos de Programa 8.2.3 – Arquivos de Dados 8.2.3.1 – Arquivos utilizados com maior freqüência 8.2.3.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S (CLP-5/15) 8.2.3.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo 8.2.3.4 – Elementos de Arquivo 8.2.3.5 – Tipos de Dados 8.2.4 – Endereçamento Lógico 8.2.4.1 – Endereçamento Lógico Direto 8.3 – Endereçamento no CLP-5 8.3.1 – Endereçamento de E/S 8.3.1.1 – Definições básicas 8.3.1.2 – Tipos de endereçamentos de chassis 8.3.2 – Endereçamento do Arquivo de Status 8.3.3 – Exemplos de Endereçamento Lógico Direto 8.3.4 – Endereçamento Indireto 8.3.5 – Exemplos de endereçamento Direto e Indireto 8.3.6 – Endereçamento Indexado 8.3.7 – Exemplo de endereçamento indexado 8.3.8 – Constantes de Programa 8.3.9 – Visualização dos números de Ponto Flutuante 9. RS LOGIX 5 9.1 – Introdução 9.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.2.1 – Abrindo uma aplicação existente 9.2.2 – Modificando uma linha de programa em OFF LINE 9.2.3 – Modificando uma linha de programa em ON LINE 9.2.4 – Gerando um backup de uma aplicação 9.2.5 – Restaurando um backup de uma aplicação 095 096 096 096 097 099 100 069 069 069 069 070 070 070 071 071 072 072 072 073 074 075 077 077 078 080 082 085 085 086 087 088 089 090 091 093 093 094

_______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página III de IX
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4 – Instruções de ramificação 11.P.3 – Basic (BAS) 10._________________________________________________________________________ Índice Página 9.2.3.1.1 – Ramificação de entrada 11.4.2.12 – Acessando a tabela de FORCES do CLP 9.4 – Linguagem C 10.2.1.9 – Salvando uma aplicação do CLP (Upload) 9.2.2.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Padronização IEC 10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 10.2.1.1.2 – Energizar saída com retenção (OTL) e Desenergizar Saída com retenção (OTU) 11.3.S.4.13 – Acessando a tabela de FALHAS do CLP 9.1 – Generalidades 11.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.1.2.3 – Gráfico seqüencial de Funções (SFC) 10.2.3 – Instruções de Temporizador 11.1.3.11 – Referência cruzada 9.3.8 – Transferindo uma aplicação para o CLP (Download) 9.2.2 – Descrição 11.2.3.1 – Diagrama de lógica de relés (LADDER) 10.6 – Configuração do driver serial RS-232 através do RS LINX 9.2.1.2 – Temporizador na Desenergização (TOF) 131 131 131 132 132 133 135 135 136 129 129 129 129 129 129 129 129 102 106 110 112 114 117 121 125 127 137 137 139 141 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IV de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Linguagem gráfica 10.2.4 – Linguagem LADDER 11.1 – Temporizador na Energização (TON) 11.7 – Configuração do driver Ethernet através do RS LINX 9.2.2.3 – Instruções Energizar / Desenergizar saída 11.2.2 – Texto estruturado (STX) 10.2. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP-5 11.1 – Instruções do Tipo RELÉS 11.1 – Generalidades 11.3 – Linguagem textual 10.3.1 – Examine se Energizado (XIC) 11.2 – Instruções Examine 11.1 – Energizar saída (OTE) 11.2 – Ramificação de saída 11.2.2.14 – Identificando falhas de E/S 10.10 – Acessando a tabela de Dados do CLP 9.2 – Instruções de Temporizadores e Contadores 11.1.5 – Instrução de Inversão (INV) 11.3.1.1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Examine se Desenergizado (XIO) 11.2.

3.3.4.3.4.4 – Instruções de Comparação 11.3.3.9 – Instrução Maior ou Igual a (GEQ) 11.5 – Instrução Diferente de (NEQ) 11.1 – Parâmetros da instrução 11.10.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador (RES) 150 11.3.4.4.3.3.2 – Descrição 11.3 – Instruções Aritméticas.P.3. Lógicas e de Movimentação 11.20.3.3 – Temporizador Retentivo (RTO) 143 11.2.14 – Instrução de Conversão de BCD (FRD) INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de “Portas Lógicas” Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas 11.3.1 – Parâmetros da instrução 11.3.10 – Instrução Testar Limite (LIM) 11.2.8 – Instrução de Multiplicação (MUL) 11.4 – Instrução Igual a (EQU) 11.3.11 – Instrução Igual Mascarado (MEQ) 151 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 156 157 158 159 160 161 162 163 164 164 164 165 166 166 168 168 168 169 169 170 170 171 171 172 172 173 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página V de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3.4.3.20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 – Instrução Menor que (LES) 11.3.2 – Operação 11.5 – Tipos de Dados 11.4.3.3.13 – Instrução de Conversão para BCD (TOD) 11.4.7 – Instrução de Subtração (SUB) 11.3.2 – Descrição 11.3.18 – Instrução Lógica Complemento (NOT) 11.S.21.3.6 – Instrução de Adição (ADD) 11.15 – Instrução Lógica E (AND) 11.1 – Parâmetros da instrução 11.12 – Instrução de Zeramento (CLR) 11.3.20 – Instrução de Movimentação com Máscara (MVM) 11.7 – Instrução Menor ou Igual a (LEQ) 11.1 – Generalidades 11.3.3 – Parâmetros das Instruções 11.4.11 – Instrução de Negação (NEG) 11._________________________________________________________________________ Índice Página 11.4.4.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD) 146 11.4.16 – Instrução Lógica OU (OR) 11.3.21 – Instrução de Cálculo (CPT) 11.10 – Instrução de Raiz Quadrada (SQR) 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.3 – Parâmetros da instrução 11.4 – Bits de Estado Aritmético 11.9 – Instrução de Divisão (DIV) 11.3.4.1 – Generalidades 11.17 – Instrução Lógica OU Exclusivo (XOR) 11.8 – Instrução Maior que (GRT) 11.19 – Instrução de Movimentação (MOV) 11.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Operação básica 12.12 – Instrução de Comparação (CMP) 12.C – Funcionamento do CLP Figura 1.P. -5/60 e -5/80 020 Figura 2.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 017 Figura 2.S.4.3. -5/40. REDUNDÂNCIA DE CPU´s 12.B – Vista do Chassi do CLP-5 Figura 1.A – Vista do Controlador CLP-5 Figura 1.1 – Conceito 12.F – Vista Frontal da Fonte de Alimentação Externa 013 Figura 2.D – Fonte de Alimentação externa 012 Figura 2.D – Ciclo de SCAN Figura 1.A – Tamanhos de Chassis 009 Figura 2.B – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação 010 Figura 2.-5/20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3 – Módulo de Backup de Comunicação – 1785-BCM 12.1 – Leds sinalizadores de STATUS do 1785-BCM 12.C – Módulo Fonte de Alimentação 012 Figura 2.E – Vista Frontal do módulo Fonte de Alimentação 013 Figura 2.K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores 5/11.3.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 019 Figura 2. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício sobre configuração de E/S Exercício 2 Exercício 3 Exercício 4 Exercício 5 Exercício 6 Exercício 7 Exercício 8 Exercício 9 Exercício 10 Exercício 11 FIGURAS Figura 1.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30.4.H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 018 Figura 2.11.-5/30.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário 13.-5/40 -5/60 e -5/80 021 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VI de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Parâmetros da instrução 11.E – Interrupção do ciclo de operação 002 005 006 007 008 180 183 186 189 192 195 198 201 204 207 210 176 176 177 178 179 174 175 Figura 2._________________________________________________________________________ Índice Página 11.

D – Arquivo de Controle Figura 8.A – Desenho de interligação da rede DH+ Figura 5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .B – Arquivo de Ponto Flutuante Figura 8._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 2.A – Arquivos com elementos de uma Palavra Figura 8.T – Conexão do tipo saída SOURCE Figura 2.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção (OTU) 024 025 026 031 032 034 034 035 035 036 037 038 039 040 043 043 044 045 048 054 056 057 057 064 065 067 068 078 078 079 080 082 093 129 131 132 133 134 134 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.E – Formato geral do Endereço Lógico Direto Figura 8.E – Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre Trilho DIN Figura 5. -5/40C e -5/80C Figura 2.B – Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX Figura 4.W – Controle de nível do tanque Figura 2.A – Vista Frontal do módulo 1785-ENET Figura 7.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Figura 2.C – Instrução Energizar Saída (OTE) Figura 11.C – Arquivos de Temporizador e Contador Figura 8.B – Instrução Examinar se Desenergizado (XIO) Figura 11.A – Tipos de linguagens de programação Figura 11.B – Vista Frontal do módulo 3100-MCM Figura 7.U – Vista Frontal do módulo de ED 1771-IBN Figura 2.A – Desenho da rede de E/S Local estendida Figura 3.P.Q – Conexão do tipo entrada SINK Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .C – Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM Figura 8.N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C.B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB Figura 4.F – Exemplo de Endereço Indexado Figura 10.A – Desenho da rede serial Modbus-RTU Figura 7.B – Placa 1784-KTX Figura 5.S – Conexão do tipo saída SINK Figura 2.R – Conexão do tipo entrada SOURCE Figura 2.X – Conversor A/D Figura 2.A – Instrução Examinar se Energizado (XIC) Figura 11. -5/40E e -5/80E Figura 2.D – Instrução Energizar Saída com Retenção (OTL) Figura 11.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM Figura 2.Y – Conversor D/A Figura 3.C – Placa 1784-PCMK Figura 6.O – Instalação da Bateria Figura 2.L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E.A – Desenho de interligação da rede de E/S Remotas Figura 4.S.C – Vista do chassi sem cartões e localização da chave de configura-ção do mesmo e jumper de seleção da Fone de alimentação Figura 4.V – Vista Frontal do módulo de SD 1771-OW16 Figura 2.

RR – Formato da instrução CMP Figura 12.PP – Formato da instrução MEQ Figura 11.N – Palavra de Controle da Instrução de Contador Figura 11.L – Temporizador Retentivo (RTO) – Diagrama de Tempo Figura 11.FF – Exemplo da instrução MVM Figura 11.CC – Formato da instrução NOT Figura 11.LL – Formato da instrução GRT Figura 11.HH – Formato da instrução QUE Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P – Instrução de rearme de temporizadores e contadores Figura 11.A – Sistema de Redundância usando o módulo 1785-BCM 135 136 137 138 140 142 145 146 147 149 150 153 153 154 154 155 155 156 156 157 160 161 162 163 164 164 165 166 169 169 170 170 171 171 172 173 173 174 175 177 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página VIII de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.KK – Formato da instrução LEQ Figura 11.G – Exemplo da Instrução INV Figura 11.II – Formato da instrução NEQ Figura 11.V – Formato da instrução de Negação (NEG) Figura 11.M – Formato das instruções CTU e CTD Figura 11.W – Formato da instrução de zeramento – (CLR) Figura 11.F – Exemplo de ramificação interna Figura 11.JJ – Formato da instrução LES Figura 11.OO – Exemplo da Instrução LIM Figura 11.EE – Formato da instrução MVM Figura 11.I – Palavra de controle da instrução de Temporizador Figura 11.K – Temporizador na Desenergização (TOF) – Diagrama de Tempo Figura 11.Q – Formato da instrução de Adição (ADD) Figura 11.H – Palavras da Tabela de Dados para Temporizadores e Contadores Figura 11.U – Formato da instrução de Raiz Quadrada (SQR) Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S – Formato da instrução de Multiplicação (MUL) Figura 11.BB – Formato da instrução XOR Figura 11.AA – Formato da instrução OR Figura 11.X – Formato da instrução TOD Figura 11.GG – Formato da instrução CPT Figura 11.DD – Formato da instrução MOV Figura 11.O – Diagrama de tempo do Contador Crescente e Decrescente Figura 11.S.T – Formato da instrução de Divisão (DIV) Figura 11.R – Formato da instrução de Subtração (SUB) Figura 11.QQ – Exemplo da instrução MEQ Figura 11._________________________________________________________________________ Índice Página Figura 11.MM – Formato da instrução GEQ Figura 11.J – Temporizador na Energização (TON) – Diagrama de Tempo Figura 11.Z – Formato da instrução AND Figura 11.P.NN – Formato da instrução LIM Figura 11.Y – Formato da instrução FRD Figura 11.

3 – Operação Lógica OU Tabela 11.3 – Arquivo de Status do CLP-5 Tabela 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . C e R) Tabela 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Tabela 4.7 – Símbolos e Tipos de operações da instrução CMP Tabela 12.3 – Endereçamento do número da Estação DH+ do Controlador Tabela 2.5 – Endereço de Bit (Arquivos T.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados Tabela 8.5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Tabela 2.1 – Bits de estado aritméticos Tabela 11._________________________________________________________________________ Índice Página TABELAS Tabela 2.5 – Operação Lógica NOT Tabela 11.6 – Símbolos de operações da instrução CPT Tabela 11.S.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Tabela 8.4 – Operação Lógica OU Exclusivo (XOR) Tabela 11.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Tabela 8.1 – Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM 014 016 022 023 036 037 050 074 076 081 083 084 152 160 161 162 163 167 175 178 _______________________________________________________________________________________ ÍNDICE da apostila do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página IX de IX Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.2 – Operação Lógica E Tabela 11.2 – Especificações dos Controladores CLP-5 Tabela 2.4 – Configuração da Porta serial do Controlador Tabela 2.4 – Endereço de Palavra (Arquivos T.1 – Fontes de Alimentação em um Chassi do Controlador Tabela 2. C e R) Tabela 8.

) A aquisição de dados de um CLP é feita normalmente utilizando-se de uma IHM ou Sistema Supervisório (ESC ou ECOS). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Histórico e características do CLP § § § § § § § § § Criado em 1969 para a General Motors dos Estados Unidos. programável através de um computador e apropriado para aplicações industriais em operações sequenciais.2 . 1. Robustez mesmo em ambiente hostil (industrial).1 – IEC ( International Electric Committee ) É um sistema eletrônico operando digitalmente. DEFINIÇÃO DE CLP ou PLC 1. etc. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 1 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. alarme e segurança. Fácil de programar e reprogramar (software). usando memória programável para armazenar instruções orientadas para o usuário. através de interfaces de entradas e saídas.S. temporização e contagem de eventos e controle de máquinas ou processos. Facilidade de manutenção e reparo. intertravamento. 1.. Aumenta a produtividade. É um equipamento de controle de processos e máquinas. Este sistema eletrônico é usado para fazer lógica seqüencial..3 . projetado para uso em ambiente industrial._________________________________________________________________________ 1. No termo em inglês é usada a sigla PLC que significa Programmable Logic Controller. Aceitar entradas e saídas para diferentes níveis de tensão (Vac / Vcc). Modular e expansível Confiabilidade aumentada quando se utiliza um sistema de redundância.PRÁTICA A sigla CLP significa Controlador Lógico Programável. Menor tamanho que sistema com relés eletromecânicos convencionais. É usado para controle automático de subsistemas dentro de uma plataforma (Exemplo: Fogo e gás / Separador de óleo e gás / Geradores / Emergência / intertravamento de válvulas de segurança.P.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Aparência do PLC-5 (Família 5 da Allen Bradley) § Apresenta configuração modular e expansível sendo selecionado e montado pelo usuário de acordo com suas necessidades Figura 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.4 ._________________________________________________________________________ 1.S.A – Vista do Controlador PLC-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 2 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

separador de óleo / gás. temperatura.P. transmissores de pressão. etc) CPU q Unidade Central de Processamento. emergência. botões liga / desliga. É responsável pela execução do programa aplicativo (ladder) que controla a(s) planta(s) dentro da plataforma. fogo e gás. sensores de nível. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. abandono. sirenes. etc) CIRCUITOS DE SAÍDAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de saída de campo (Exemplos: solenóides. etc ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 3 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Arquitetura de um Controlador Lógico Programável ( CLP ) Variáveis de Saída da Planta Eventos ON / OFF Sensores mecânicos Sensores capacitivos I T Sensor de Temperatura I P Sensor de Pressão Variáveis de Saída da Planta MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ANALÓGICAS Variáveis de Entrada do CLP Supervisão IHM Controlador Lógico Programável Variáveis de Saída do CLP PLANTA OU PROCESSO INDUSTRIA L Contatores e Relés Convencionais Variáveis de Entrada na Planta Comandos ABRE / FECHA Comandos LIGA / DESLIGA Comandos PROPORCIONAIS Solenóides de válvulas Lâmpadas / Sirenes CIRCUITOS DE ENTRADAS q São circuitos que fazem a interface com sinais de entrada de campo (Exemplos: chaves de nível. (Exemplo: Controle dos geradores. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . É o cérebro do CLP._________________________________________________________________________ 1.5 . comandos para válvulas proporcionais.

S. TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO q É um microcomputador onde é instalado um software de configuração. programação e documentação do PLC-5. q Existem 02 tipos de memórias: Memória volátil ou não retentiva => O conteúdo desta memória é apagado quando não existe tensão aplicada._________________________________________________________________________ FONTE DE ALIMENTAÇÃO q É utilizada para a energização do barramento do rack permitindo a alimentação dos circuitos eletrônicos da CPU e módulos instalados no rack. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Memória não volátil ou retentiva => O conteúdo desta memória fica armazenado mesmo quando não existe tensão aplicada. Exemplo: memória RAM (Random Access Memory) No PLC-5 o programa e dados são armazenados na memória RAM com backup através de bateria de lítio. utilizando o protocolo DF1 (Full Duplex) q MEMÓRIA q É o local onde os dados e programas do CLP são armazenados. Este software é chamado de RS Logix 5 e roda em ambiente Windows (sistema operacional). Geralmente o terminal de programação comunica-se com o CLP através da rede Ethernet / TCP-IP (Em caso de plataformas onde o sistema já está instalado). podendo também comunicar-se com o CLP através da porta serial. Exemplo: memória EEPROM (Electrical Erasable Programmable Read Only Memory) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 4 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. q Este terminal será utilizado como ferramenta de diagnósticos e manutenção do CLP.

_________________________________________________________________________ 1. 12 ou 16 slots Módulo Processador (CPU) Interface de Entradas e Saídas Digitais e Analógicas Módulos Especiais (Interfaces de redes.S. etc) Memórias Fontes de alimentação Dispositivos de programação (RS Logix 5) Figura 1.P. controle e dados de comunicação entre a CPU e os demais módulos. Cartão de pulsos de alta freqüência. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .B – Vista do Chassis do CLP-5 n Estrutura metálica onde são encaixados os módulos do CLP e a Fonte de alimentação.6 .Arquitetura do CLP-5 A arquitetura do CLP-5 acompanha o mesmo padrão utilizado por qualquer sistema de controle baseado em CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . sendo basicamente constituída por: n n n n n n n Chassis de 4. n No Chassis são inseridos os seguintes cartões: n Fonte de alimentação n CPU n Módulos de entradas e saídas (E/S ou I/O) n Módulos de comunicação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 5 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 8. n Utiliza um barramento dedicado para sinais de alimentação.

S.Funcionamento do CLP 1 – O Processador do CLP lê continuamente os status dos módulos de entrada e atualiza a memória de imagem das entradas ( Tabela Imagem das Entradas ).C – Funcionamento do CLP Módulo de entrada Equipamento de entrada Processador do CLP lê continuamente os status do módulo de entrada e atualiza a imagem de entrada Processador do CLP resolve continuamente o programa lógico do usuário baseado nos status da tabela de imagem da entrada Programa lógico do usuário Processador do CLP atualiza continuamente os status da tabela de imagem da saída baseado na solução do programa lógico do usuário Processador do CLP ativa ou desativa continuamente os status do módulo de saída de acordo com os status da tabela de imagem da saída Tabela de imagem de saída Módulo de saída ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 6 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . baseada nas informações da memória de imagem das entradas.7 .P. baseados nos status da memória imagem das saídas. A medida que o CLP executa cada linha de programa ele atualiza a sua memória de imagem das saídas (Tabela Imagem das Saídas). 2 – O Processador do CLP executa continuamente a lógica de programa do usuário. Figura 1. 3 – O Processador do CLP ativa ou desativa os canais dos cartões de saída. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

4.S. Para se medir o tempo de SCAN de uma aplicação é necessário utilizar-se de um terminal de programação (microcomputador rodando o software RS Logix 5) e estabelecer comunicação com a CPU e acessar a janela de Diagnósticos do CLP. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Este tempo depende das instruções utilizadas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Parte do ciclo de operação em que ocorre a comunicação com o terminal de programação. 3.P._________________________________________________________________________ 1.Tempo requerido pela CPU para varrer e ler todas as entradas. Observação: O SCAN é medido em milisegundos (ms).D – Ciclo de SCAN Housekeeping (Atualização da memória interna de diagnósticos) 5 1 Leitura das Entradas Serviços de Comunicação 4 SCAN 2 Execução do programa aplicativo (LADDER) 3 Atualização das saídas Descrição: 1.Ciclo de Operação do CLP ( SCAN ) O ciclo de operação de um CLP consiste em uma série de operações seqüenciais e repetidas. 2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 7 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. a menos que a lógica do seu programa altere o ciclo normal de operação. Figura 1.Tempo requerido pela CPU para executar todas as instruções presentes no programa aplicativo.8 .Housekeeping é o tempo gasto com atualização dos registros internos de diagnósticos. 5.Tempo requerido pela CPU para varrer e escrever em todas as saídas.

9 . ( Exemplos: cálculo e totalização de vazão. o CLP executa uma rotina de controle de nível ) Figura 1. Existem dois tipos de rotinas que podem interromper o ciclo normal de operação de um CLP a) Rotina de interrupção por tempo (STI) b) Rotina de interrupção por evento (PII) A rotina de interrupção por tempo é executada em intervalos de tempo prédefinidos pelo programador ou usuário ( Exemplo: A totalização de vazão deve ser feita a cada 1000 ms ).Interrupção do ciclo de operação O ciclo de operação (SCAN) de um CLP pode ser interrompido por uma rotina de programa específica. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 1.E – Interrupção do Ciclo de Operação PROCESSAMENTO DO PROGRAMA leitura dos sinais de entrada atualização das saídas Rotina de interrupção ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 8 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. controle de uma malha PID de temperatura e/ou pressão ). A rotina de interrupção por evento é executada somente quando um evento ocorrer (Exemplo: quando uma chave de nível atuar.

_________________________________________________________________________

2. COMPONENTES BÁSICOS DO HARDWARE DO CLP-5
2.1 - CHASSIS O Chassis é o bastidor utilizado para o encaixe dos seguintes módulos: • Fonte de Alimentação • CPU ou módulo adaptador • Módulos de entrada / saída • Módulos especiais Existem três tipos de chassis quanto sua denominação: Chassis Principal à Aquele que abriga a CPU Chassis de Expansão Local à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Local expandida (1771-ALX) e módulos adicionais de E/S Chassis de Expansão Remota à Aquele que abriga o módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB) e os módulos adicionais de E/S O Chassis contém um barramento dedicado AB (Allen Bradley). Este barramento é dividido em sinais de controle, sinais de transferência de dados e sinais de alimentação. Existem quatro modelos de Chassis: 1771- A1B à 04 slots + slot da CPU 1771- A2B à 08 slots + slot da CPU 1771- A3B à 12 slots + slot da CPU 1771- A4B à 16 slots + slot da CPU
Figura 2.A – Tamanhos de chassis

1771-A1B

1771-A2B

1771-A3B

1771-A4B

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_________________________________________________________________________ 2.1.1 – Mini-seletoras do Chassis Principal ( com CLP-5) No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe um conjunto de 08 miniseletoras utilizadas para a configuração do mesmo. A configuração destas miniseletoras depende do tipo de Chassis a ser empregado na configuração do sistema (Principal, Expansão Local, Expansão Remota). Mostraremos primeiramente a configuração do Chassis Principal, ou seja, aquele que abriga o Módulo Controlador (CPU).
Figura 2.B – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação
Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação

SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8

Miniseletora

Posição

Descrição Saídas permanecem no seu último estado quando ocorre uma falha no hardware (1) Saídas são desenergizadas quando ocorre uma falha de hardware (1) Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis para 02 ranhuras Define o endereçamento do Chassis para 01 ranhura Define o endereçamento do Chassis para ½ ranhura Não permitido Transfere programa aplicativo da memória EEPROM para a memória RAM do Controlador na Energização (2) Transfere da EEPROM para a memória RAM do Controlador se a memória do mesmo não for válida Não transfere (3) Proteção da memória RAM do Controlador desabilitada Proteção da memória RAM do Controlador habilitada (4)

ON SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 / SW-5 SW-6 / SW-7 OFF OFF OFF
OFF OFF ON ON OFF ON ON OFF ON OFF ON OFF ON OFF OFF ON

SW-8

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_________________________________________________________________________ Notas: (1) Independentemente do ajuste da mini-seletora, as saídas são desenergizadas quando: - o controlador detecta um erro de run-time - ocorre uma falha na placa de fundo do Chassis de E/S - o modo teste ou programação é selecionado - um bit do arquivo de status é ajustado para desenergizar uma gaveta local. (2) Se um módulo de memória EEPROM não estiver instalado, o indicador PROC pisca e o controlador energiza o bit S:11/9 (bit 9) da palavra de falha grave do CLP. (3) Uma falha no controlador ocorre se a memória do controlador (indicador PROC aceso) não for válida (4) Não é possível limpar a memória do controlador quando esta mini-seletora está na posição ON, ou descarregar um novo programa no CLP (download). É possível apenas alterar linhas de programa no modo de edição ON LINE.

2.1.2 – Jumper de seleção da Fonte de Alimentação no Chassis de E/S No “backplane” (placa de fundo) do Chassis existe também um “jumper” de seleção do tipo de Fonte de Alimentação que será instalada no Chassis. Existem 02 tipos de fonte de alimentação: a) Placa fonte de alimentação que é colocada em uma ranhura (slot) do Chassis b) Fonte de Alimentação externa que é montada no lado esquerdo do Chassis Deste modo este “jumper” é usado para selecionar se o chassis receberá uma placa fonte de alimentação ou será energizado através de uma fonte externa.
Posição do jumper Descrição

Y N

Quando se utiliza Fonte de alimentação interna (módulo fonte de alimentação) Quando se utiliza Fonte de alimentação externa

Observação: Não é possível energizar um único chassis com um módulo fonte de alimentação e uma fonte de alimentação externa.

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_________________________________________________________________________ 2.2 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO A Fonte de alimentação é utilizada para energização do Módulo Controlador (CPU) ou módulo adaptador, módulos de E/S e módulos especiais encaixados em um Chassis. Existem 02 tipos de Fontes de alimentação que podem ser utilizados no Sistema de Controle usando PLC-5: a) Módulo Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação interna porque está instalada em uma ou duas ranhuras de um chassis. b) Fonte de alimentação: É uma fonte de alimentação montada na lateral esquerda do chassis. Não utiliza ranhuras para cartões de E/S.

Figura 2.C – Módulo Fonte de alimentação

Figura 2.D – Fonte de alimentação externa

Fonte de Alimentação

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F – Vista frontal Fonte de alimentação externa Conexão da alimentação Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Chave seletora de Tensão LED indicador de alimentação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 13 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 2.E – Vista frontal do módulo Fonte de Alimentação LED indicador de alimentação Conector paralelo Chave LIGA / DESLIGA Fusível da Fonte Conexão da alimentação Figura 2.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

S.1: Fontes de alimentação em um Chassis com o Controlador Alimentação de entrada Fonte 1771-P3 1771-P4 1771P4S 1771P4S1 1771P4R 1771-P5 1771P6S 1771P6S1 1771P6R 1771-P7 1771PS7 Corrente de saída (A) 3 8 8 8 8 / 16 8 8 8 8 / 16 16 16 Corrente de Saída (A) quando em paralelo com: P3 P4 P4S P4S1 P5 P6S P6S1 6 11 11 11 16 16 11 16 16 16 Localização da Fonte de Alimentação Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura 120 Vca 120 Vca 120 Vca 100 Vca 120 Vca 24 Vcc 220 Vca 200 Vca 220 Vca 120/220 Vca 120/220 Vca 16 16 16 Ranhura Ranhura Ranhura Ranhura Externa (1) Externa (1) (1) Não se pode utilizar uma fonte de alimentação externa e um módulo fonte de alimentação para fornecer alimentação ao mesmo chassis. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 14 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Tabela 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. pois não são compatíveis.

S. As demais ranhuras são reservadas para módulos de E/S e/ou especiais.P. É responsável pela varredura das E/S. As diferenças básicas entre as CPU´s são: a) Capacidade de memória (programa + dados) b) Capacidade de controle de E/S digitais e/ou analógicas c) Velocidade de processamento (freqüência do microprocessador)._________________________________________________________________________ 2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 15 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Existem vários modelos de CPU´s da família PLC-5.3 – Módulo Controlador ou CPU A CPU é o cérebro do CLP-5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . execução do programa aplicativo que controla o processo (cada subsistema de uma plataforma) e diagnósticos do sistema. Cada chassi ou bastidor permite apenas 01 CPU instalada na ranhura mais à esquerda. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Modelos de Controladores para plataforma PLC-5: Processador CLP-5/11 CLP-5/15 (*) CLP-5/20 CLP-5/25 (*) CLP-5/30 CLP-5/40 CLP-5/60 CLP-5/40L CLP-5/60L CLP-5/80 Código de catálogo 1785-L11 1785-LT 1785-L20 1785-LT2 1785-L30 1785-L40 1785-L60 1785-L40L 1785-L60L 1785-L80 (*) Os Processadores CLP-5/15 e CLP-5/25 são CPUs pertencentes à plataforma antiga (primeiros processadores da família CLP-5) e os demais processadores são pertencentes à nova plataforma.

1 – 7 remotas 1 – 4 local 1 remota 1 – 4 local. 1 – 15 remotas 1 – 4 local.17 Sim 48K 0 . utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 512 E/S. utilizando módulos de 16 ou 32 pontos (7) 3072 entradas e 3072 saídas._________________________________________________________________________ Tabela 2.17 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim Sim Sim Sim Sim 6K / 14K (1) 13K / 21K (1) 8K 16K 32K 48K 0 . utilizando módulos de 16 ou 32 pontos Observação: Memória de 1K = 1024 words (1024 palavras ou registros de 16 bits).2: Especificações dos Controladores CLP-5 Números das Gavetas de E/S (2) Controlador Capacidade De E/S Número total de Gavetas de E/S Configurações Da Gaveta Modos de comunicação de E/S Remota Configuração Automática de E/S Memória do Controlador CLP-5/15 CLP-5/25 CLP-5/11 CLP-5/20 CLP-5/30 CLP-5/40 512 (3) 1024 (4) 512 (5) 512 (5) 1024 (4) 2048 (6) 4 8 4 4 8 16 CLP-5/40L 2048 (6) 16 CLP-5/60 CLP-5/60L 3072 (7) 3072 (7) 24 24 CLP-5/80 3072 (7) 24 1 – 4 local. 1 – 23 remota 1 – 4 local 1 – 23 local expandida e remota 1 – 4 local 1 – 23 remota 0-3 0-7 0-3 0-3 0-7 0 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 16 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 1 – 7 remotas 1 – 4 local.27 Adaptador e Scanner Sim 100K (1) (2) (3) (4) (5) Expansão de memória com módulo de expansão 1785-MS Todos os números das gavetas de E/S estão em notação OCTAL. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 3 remotas 1 – 4 local. 1 – 15 local expandida e remota 1 – 4 local. utilizando módulos de E/S de 32 pontos com endereçamento de ½ ranhura no chassis de E/S (6) 2048 entradas e 2048 saídas.27 Adaptador e Scanner Adaptador e Scanner Sim Sim 64K 64K 0 . utilizando módulos de 16 ou 32 pontos 1024 entradas e 1024 saídas. 512 entradas e 512 saídas.S.P. 0 – 3 remotas 1 – 4 local. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .27 0 .

P. Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos da rede DH+ Estabelece a conexão com a rede DH+ Estabelece a conexão com as gavetas de E/S remotas.G – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 (Plataforma antiga) Indicador de comunicação Ativa / em Falha (verde / vermelho) Indicador de E/S Remota ativa / falha (verde / vermelho) Indicador do Modo de operação (verde) Indicador de Bateria Fraca (vermelho) Indicador operação / falha no controlador (verde / vermelho) Indicador Force (âmbar) Compartimento da bateria Conexão com o Terminal de Programação Conexão com a REDE DH+ Conexão com a REDE de E/S remota Conector para Tipo do conector Descrição Terminal de Programação 9 pinos._________________________________________________________________________ Figura 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . D-shell Comunicação com a rede 3 pinos DH+ Rede E/S remota 3 pinos Conecta um terminal de programação diretamente ao controlador.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 17 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.determinar o número de palavras da tabela de dados reservadas para estabelecer a comunicação entre um controlador principal e o controlador CLP-5 operando como adaptador.conectar um resistor de terminação na linha do controlador quando este for o último dispositivo da rede DH+ e/ou rede de E/S remota. . está instalado. operando como adaptador. operando como adaptador. . .H – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 Vista superior do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW3 SW2 Utilize a miniseletora SW1 Para: -definir o número da estação do controlador na rede DH+ -selecionar o modo de operação (adaptador ou scanner) para o controlador .determinar o número da gaveta de E/S do CLP-5.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 2. SW2 SW3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 18 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.número do primeiro grupo da gaveta na qual o CLP-5.

Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. 1 stop bit. escravo ou mestre). Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Possui conexão paralela com o conector de 3 pinos dos canais 1A . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. O canal 1A do CLP-5/20 é uma porta DH+ fixa. 1A 1B 3 pinos Terminal de Programação 8 pinos.S. sem paridade. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto.I – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/11 e CLP-5/20 CLP-5/11 CLP-5/20 Chave seletora de Modo de operação LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Slot para instalação do módulo de memória EEPROM (opcional) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta serial Canal 0 Indicador de status do canal 1A (verde/verme -lho) Compartimento de bateria Conexão do terminal de programação quando o canal 1A está configurado para rede DH+ Canal 1A Porta DH+ fixa Indicador de status do canal 1B (verde/vermelho) Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps.P._________________________________________________________________________ Figura 2. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B 0 25 pinos. adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus). RS-422 e RS-423. mini-DIN (2 conectores) DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 19 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. D-shell Porta serial opticamente isolada.

Portas de comunicação configuráveis pelo usuário. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 1A 1B 2A 2B . adaptador ou estabeleça comunicação com a rede DH+ (Data Highway Plus).S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 5/60 ou 5/80 CLP-5/30 Chave seletora de modo de operação Indicador do canal 2A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 2A estiver configurado para DH+ LED indicador de BATERIA FRACA (vermelho) LED indicador de Operação / Falha no Controlador (verde / vermelho) Indicador do canal 2B (verde constante) LED indicador de FORCE (âmbar) LED indicador do canal 0 (verde) Porta de comunicação Canal 2A Porta de comunicação Canal 2B Indicador do canal 1A (verde constante) Conexão do Terminal de programação quando o canal 1A estiver configurado para DH+ Porta de comunicação Canal 1A Porta de comunicação Canal 1B Indicador do canal 1B (verde constante) Instalação do módulo de memória EEPROM Porta serial Canal 0 Porta serial Canal 0 Compartimento de bateria Canal / Conector Tipo do canal / conector Descrição Modo de comunicação default Ponto-a-ponto DF1 (2400 bps. 3 pinos Permitem que o CLP-5 opere como Scanner. Terminal de 8 pinos.P. Utilizam-se estes conectores quando os canais 1A e 2A estiverem configurados para rede DH+ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 20 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.J – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/30. CLP-5/40. verificação de erro BCC e sem handshaking) DH+: canal 1A Scanner: canal 1B Canais não utilizados: 2A e 2B 0 25 pinos._________________________________________________________________________ Figura 2. escravo ou mestre). D-shell Porta serial opticamente isolada. RS-422 e RS-423. mini-DIN Possui conexão paralela com o conector de 3 Programação (2 conectores) pinos dos canais 1A e 2A. sem paridade. Porta com protocolo ASCII ou DF1 (ponto-aponto. CLP-5/60 e CLP-5/80 CLP-5/40 . 1 stop bit. Suporta os seguintes padrões elétricos seriais: RS-232.

Os padrões elétricos disponíveis são compatíveis com EIA RS-232C. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . CLP-5/40. RS-423 ou RS-422. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 21 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. CLP-5/20 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .K – Ajuste das mini-seletoras dos Controladores CLP-5/11 .definir o número da estação do canal 1A na Rede DH+ .P. CLP5/30. CLP-5/60 e CLP-5/80 Vista lateral do Controlador SW1 Vista inferior do Controlador SW2 Utilize a miniseletora SW1 SW2 Para: .S.definir a configuração do padrão elétrico para a porta serial 0._________________________________________________________________________ Figura 2.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Definição da Estação DH+ do canal 1A Utilize o grupo de mini-seletoras SW1 para configurar o endereço da Estação DH+ do Controlador para o canal 1A quando este canal for utilizado para conexão à rede DH+. Ajuste as mini-seletoras 1-6 de acordo com a tabela 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 2.P. Importante: O ajuste default (de fábrica) da mini-seletora para o canal 1A é o endereço 0 da estação DH+ 1. Ajuste a mini-seletora 7 em D (desligada).3. pois não é utilizada. Tabela 2.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 L L L L L L L L L L L L L L L L Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 L L L L L L L L L L L L L L L L 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 20 21 22 23 24 25 26 27 30 31 32 33 34 35 36 37 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 22 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Este ajuste é lido pelo Processador na energização e quando a memória do controlador apresenta uma falha que depois é removida. Localize o grupo SW1 (figura 17) 2.

3. Ajuste o grupo SW2 de acordo com a tabela 4 Tabela 2.P.3: Endereçamento do número da Estação do Controlador na rede DH+ Número da estação Mini-seletora Número da estação Mini-seletora 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 L L L L L L L L L L L L L L L L 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 1 L D L D L D L D L D L D L D L D 2 L L D D L L D D L L D D L L D D 3 L L L L D D D D L L L L D D D D 4 L L L L L L L L D D D D D D D D 5 D D D D D D D D D D D D D D D D 6 D D D D D D D D D D D D D D D D 40 41 42 43 44 45 46 47 50 51 52 53 54 55 56 57 60 61 62 63 64 65 66 67 70 71 72 73 74 75 76 77 2.S. Localize o grupo de mini-seletoras SW2 (conforme figura 17) 2. -423. Utilize o grupo SW2 para especificar a configuração da porta._________________________________________________________________________ Tabela 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Proceder como descrito a seguir: 1. 5. As mini-seletoras 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Configuração da Porta Serial O canal 0 é uma porta serial configurável para comunicação RS-232C. 8 e 10 estão sempre ajustadas em Off (desligada) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 23 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4: Configuração da Porta Serial do Controlador Para utilizar esta configuração da porta serial: Ajuste as mini-seletoras da seguinte forma: 1 L D L 2 L D L 3 L L L 4 D D D 5 D D D 6 L D L 7 L D D 8 D D D 9 L L L 10 D D D RS-232C RS-422A RS-423 Observação: As mini-seletoras 3 e 9 estão sempre ajustadas em On (ligada). -422 ou compatível.

P. cabo coaxial e fibra-óptica._________________________________________________________________________ Figura 2. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . CLP-5/40E. CLP-5/80E (Plataforma ETHERNET) Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 24 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT).L – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20E.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ Figura 2.M – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/40L e CLP-5/60L Estes Controladores possuem uma interface paralela de comunicação com Chassis de Expansão Local A porta 2 é a porta de expansão local e nela instala-se um cabo paralelo para interligação aos chassis de expansão local. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 25 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

S._________________________________________________________________________ Figura 2. A porta 2 é a porta ControlNet e utiliza dois conectores do tipo BNC. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .N – Vista Frontal dos Controladores CLP-5/20C .P. O cabo coaxial da rede ControlNet é instalado em um conector BNC ou em ambos conectores quando se trabalha com redundância de meio físico. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 26 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . CLP-5/40C e CLP-5/80C (Plataforma CONTROL NET) Estes Controladores possuem uma interface ControlNet com redundância incorporada no próprio Módulo Processador.

Observação: O controlador pára de executar a varredura do programa aplicativo.Executa-se o programa aplicativo.O equipamento ou processo controlado por este Processador inicia a operação Impedimento: Não é possível criar ou apagar um arquivo de programa._________________________________________________________________________ 2. . . Não é possível alterar o modo de operação através do terminal de programação.3 – Modos de operação do Controlador CLP-5 Quando a chave é colocada na posição RUN: .3.As saídas do Controlador são habilitadas.Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM.É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 27 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.O Controlador pára de executar o programa aplicativo.Permite o force das E/S. Quando a chave é colocada na posição PROG: . .É possível salvar o programa aplicativo no disco rígido do programador (micro rodando o RSLogix5). .As saídas do Controlador são desabilitadas.P. criar ou apagar arquivos de dados ou alterar os modos de operação através do terminal de programação. modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados. . . . .S.É possível criar. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Copiar o programa aplicativo para a memória EEPROM.É possível alterar os modos de operação para Programação. . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 28 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. . modificar e apagar arquivos de programas e /ou arquivos de dados.As saídas do controlador são habilitadas. . Teste remoto / REM TEST .Executa os programas de aplicação com as saídas desabilitadas. Operação remota / REM RUN .As saídas do Controlador são desabilitadas.Salvar/recuperar e editar programas em On Line Obs. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Controlador varre o programa aplicativo.É possível criar.O Controlador pára de executar o programa aplicativo.P.: Não é possível criar ou apagar programas de aplicação ou arquivos de dados. Programação remota / REM PROG .É possível fazer uma transferência do programa e configuração do terminal de programação para a memória do Controlador. . .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Teste ou RUN através do terminal de programação._________________________________________________________________________ Quando a chave é colocada na posição REM: . .

3.S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – LEDs sinalizadores de STATUS do CLP-5 BATT à Led indicador de bateria fraca Bateria normal Bateria fraca. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Ação substituir a bateria PROC à Led indicador de RUN ou Falha do CLP CPU no modo Program ou Test CPU no modo RUN ou Operação CPU com falha de Run Time (vermelho piscante) CPU com falha de hardware e/ou memória (vermelho fixo) FORCE à Led indicador de forces de E/S no CLP Não existe ponto forçado no CLP Existe(m) force(s) desabilitados (âmbar piscante) Existe(m) force(s) habilitados (âmbar fixo) COMM à Led indicador de comunicação pela porta serial Comunicação inativa (sem comunicação) Comunicação ativa (verde piscante) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 29 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 2.

P. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/15 e CLP-5/25 é 1770-XY (contém menos de ½ g de lítio). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . guardá-lo em saco antiestático. Importante: Pode-se inserir ou remover a bateria sem que o controlador seja desenergizado. Quando o controlador não estiver sendo utilizado. durante a instalação da bateria. 5/30. 5/40L. 5/60. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO. certificar-se de que o controlador esteja ENERGIZADO ao trocar a bateria. 5/60L e 5/80 é 1770-XYC (contém menos de 0. originárias de descargas eletrostáticas. A bateria utilizada para os Controladores CLP-5/11.S. 5/40. a bateria do controlador manterá os dados em sua memória CMOS-RAM. Quando houver substituição da bateria do controlador.3. Localize o conector da bateria. para NÃO perder o programa. Escreva a data da instalação da bateria na cobertura do compartimento. deve-se proceder conforme descrito nas seguintes etapas: Etapa 1: Etapa 2: Etapa 3: Etapa 4: Etapa 5: Remova o controlador do saco antiestático. ATENÇÃO: Descargas eletrostáticas podem danificar os circuitos integrados ou os semicondutores do controlador._________________________________________________________________________ 2.65 g de lítio). Instale a bateria conforme figura 21. durante a manutenção regular.5 – Instalação e Remoção da Bateria do Controlador Caso o controlador CLP-5 esteja desenergizado. 5/20. Recomenda-se que a substituição da bateria de lítio seja feita todo ano ou quando o indicador de bateria (BATT) acender. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 30 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. caso contrário. Não toque nos pinos dos conectores ou no conector da placa de fundo do chassis de E/S. Coloque a cobertura do compartimento sobre a bateria e aperte os parafusos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Importante: O módulo CMOS RAM possui memória volátil. observe as seguintes precauções: • • • Use uma pulseira de aterramento ou toque em um objeto aterrado antes de manusear o controlador. Entretanto. perderá a memória. Ao instalar a bateria. A não observância dos cuidados descritos a seguir poderá resultar em danos ao CLP-5 Para evitar danos ao controlador.

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 31 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. b) Para remover a bateria.P. C. 5/40L. pressione a trava da bateria e desencaixe os conectores._________________________________________________________________________ Para substituir a bateria. proceder como descrito a seguir: 1 2 3 Solte os parafusos de aperto manual do compartimento de bateria. Remova a bateria. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/11 ou CLP-5/20 B. com a polaridade positiva primeiro.O – Instalação da Bateria A. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 5/40. -5/40L ou -5/60L. Observe o procedimento adequado de instalação para a bateria que está sendo substituída. a) Encaixe devidamente o conector do controlador na bateria. b) Dobre os fios e coloque a bateria no compartimento. Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP-5/30. 5/60.-5/60. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Instalação da bateria 1770-XYC no Controlador CLP5/30. -5/40. 5/60L e 5/80 a) Encaixe devidamente o conector da bateria no conector do controlador. Figura 2.S.

Insira com firmeza o módulo EEPROM no controlador com o pino de codificação voltado para baixo. -5/20. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 3.ME32. A colocação do módulo estará correta se os pinos conectores na parte traseira da EEPROM forem encaixados adequadamente no conector correspondente no controlador. -5/40L. Figura 2.S. Marque o módulo de memória para indicar os programas ou controlador que será copiado. -5/30. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . -ME64 Pino de codificação ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 32 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ATENÇÃO: Não coloque ou remova a EEPROM se o controlador estiver energizado. . -5/60L ou -5/80 Os módulos de memória EEPROM são módulos opcionais e que são utilizados para armazenamento do programa aplicativo.P – Instalação dos módulos de memória EEPROM 1785-ME16. 2. -5/40.6 – Instalação dos módulos EEPROM nos Controladores CLP-5/11._________________________________________________________________________ 2.3. -5/60. pois isso poderá resultar em perda de memória do programa e falha do controlador.P. Desligue a alimentação do chassi e do controlador. Os modelos de módulo EEPROM que podem ser adquiridos são: 1785-ME16: 16 K palavras 1785-ME32: 32 K palavras 1785-ME64: 64 K palavras Observe as seguintes precauções antiestáticas: 1. além do backup via bateria de lítio.

Estas interfaces podem ser instaladas em um rack Principal e/ou rack de expansão local ou remota.S. etc. Faremos um breve estudo dos cartões da AB (Interfaces E/S) para racks e posteriormente quando estudarmos a rede de E/S remotas trataremos das interfaces chamadas Racks Remotos e Flex I/O.P. chaves de pressão.1 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4. dependendo do tipo de fonte de alimentação usada para alimentar o sensor ou a solenóide. § § § 2. Estas interfaces podem também ser instaladas em uma rede proprietária da Allen Bradley chamada de Rede de E/S remotas. transmissores de nível. pressão. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Com relação aos módulos de Entradas e Saídas digitais para tensões de corrente contínua são definidos dois tipos de módulos: a) Sink ou lógica positiva b) Source ou lógica negativa. Existem módulos de entradas para tensões de corrente contínua e corrente alternada. Geralmente estas interfaces podem ser Racks Remotos ou Flex I/O.MÓDULOS DE E/S DIGITAIS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de Entradas e Saídas digitais fazem a interface dos sinais de entrada e saída de campo com o CLP.) são interligados ao CLP-5 através das Interfaces de E/S digitais e/ou analógicas como visto na Arquitetura do CLP-5. temperatura. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 33 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 § SISTEMAS DE E/S Os sensores de campo digitais e analógicos (ex: chaves de nível._________________________________________________________________________ 2.

_________________________________________________________________________ 2.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando o mesmo atua. Quando o mesmo atua. Figura 2. Figura 2.1.1.4.2 . ele drena corrente do circuito de entrada do módulo.Módulo de Entrada digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado ao positivo da fonte. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4.1 .P. ele fornece corrente ao circuito de entrada do módulo.Q – Conexão do tipo entrada SINK 2.Módulo de Entrada digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado ao negativo da fonte.R – Conexão do tipo entrada SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 34 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Quando o terminal de saída do módulo atua.S – Conexão do tipo saída SINK 2.4. Quando o terminal de saída do módulo atua. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1.T – Conexão do tipo saída SOURCE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 35 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.Módulo de Saída digital – LÓGICA NEGATIVA (SOURCE) § § O dispositivo de campo está conectado entre o negativo da fonte externa e o terminal de saída do módulo.Módulo de Saída digital – LÓGICA POSITIVA (SINK) § § O dispositivo de campo está conectado entre o positivo da fonte externa e o terminal de saída do módulo. ele fornece corrente para o dispositivo de campo.4 . Figura 2.3 .4._________________________________________________________________________ 2.1.P. Figura 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ele drena corrente do dispositivo de campo.

U – Vista do Frontal do Módulo de Entrada Digital .. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo.2 .5 – Modelos de Módulos de Entradas Digitais Módulo 1771-IB 1771-IBD 1771-IBN 1771-IA 1771-IAD Número de canais 8 16 32 8 16 Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca 110 Vca Lógica Pos / Neg Pos Pos Pos - Figura 2._________________________________________________________________________ 2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .(1771-IBN) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 36 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Módulos de Entradas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( chaves fim de curso de válvulas..S. Existem módulos de entrada para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada). botoeira local abre / fecha. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.) Existem módulos de entrada com densidade de 8. chaves de filtro condensado. etc.4. Tabela 2. 16 ou 32 canais. pressostatos. chaves de nível.

contatores.4. 16 ou 32 canais. Cada canal é utilizado para a interligação de um sinal de campo. sirenes. Existem módulos de saída para classes de tensão Vcc (corrente contínua) ou Vca (corrente alternada).V – Vista do Frontal do Módulo de Saída de contato seco – (1771-OW16) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 37 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. lâmpadas.) Existem módulos de saída com densidade de 8._________________________________________________________________________ 2. relés de comando liga/desliga. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . etc. Tabela 2..S.. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Módulos de Saídas Digitais Fazem a interface dos seguintes sinais de campo com o CLP ( solenóides.P.3 .6 – Modelos de Módulos de Saídas Digitais Módulo 1771-OB 1771-OBD 1771-OBN 1771-OA 1771-OW16 Número de canais 8 16 32 8 16 saídas de contato seco Voltagem 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 10 – 30 Vcc 110 Vca Vcc / Vca Carga 2A 2A 2A 2A 2A Lógica Pos / Neg Neg Neg Neg - Figura 2.

. Existe um componente chamado conversor de analógico para digital (A/D) responsável pela conversão de um sinal de corrente ou tensão em um número binário proporcional na faixa de 0 a 4095 ou 0 a 32767 dependendo do tipo de conversor.S. o processador modifica o valor para a saída da válvula em 90%.4 . etc.MÓDULOS DE E / S ANALÓGICAS – PLATAFORMA 1771 Os módulos de E / S analógicas permitem que o CLP possa medir e / ou controlar grandezas físicas como temperatura.P. o nível no tanque começa a subir e quando o nível está se aproximando do valor pré-determinado (Setpoint).4. 80%.1 . pressão. Cada canal permite a interligação de um sinal de entrada analógica proveniente de um transmissor de corrente e / ou tensão. A quantidade de fluido que entra no tanque é controlada através do ajuste percentual de abertura da válvula. etc.W – Controle de nível Sinal de corrente de 4 a 20 mA Válvula CPU Módulo EA Tanque Sinal de corrente de 4 a 20 mA Módulo SA L/I Transmissor de nível 2. ajustando o valor para manter o nível o mais próximo do valor pré-determinado. Existem módulos de 8 canais diferenciais ou 16 canais simples.) com o CLP. § § § Exemplos: Transmissor de temperatura Transmissor de pressão à 4 a 20 mA à A/D à 0 a 4095 à 0 a 10 Vcc à A/D à 0 a 4095 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 38 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . temperatura.Módulos de Entrada Analógica Os módulos de Entrada Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: pressão. Figura 2. velocidade. corrente. dessa forma. Inicialmente a válvula é aberta com 100%. nível. Um exemplo de aplicação utilizando estes módulos é o controle de nível indicado na figura abaixo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . nível.4.. velocidade._________________________________________________________________________ 2.

.X – Conversor A/D Conversor Analógico / Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão A/D 0 a 4095 Registro no CLP Exemplo: Módulo 1771-IFE .Cada EA pode ser individualmente configurada para uma entrada de corrente ou tensão (via hardware). Figura 2.Existe um conversor A/D de 12 bits 4 mA 12 mA 20 mA à0 à 2048 à 4095 Diagrama de conexão do módulo 1771-IFE com transmissores a 2 fios ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 39 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .É um módulo de EA configurável para 16 canais simples ou 8 canais diferenciais. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ A conversão do sinal para escala em unidades de engenharia pode ser configurada no próprio módulo EA ou feita através de programa utilizando-se instruções matemáticas. .

_________________________________________________________________________ 2.4.4.2 - Módulos de Saídas Analógicas Os módulos de Saída Analógica são a interface dos sinais analógicos (Ex: comando de abertura de uma válvula proporcional) com o CLP. Existem módulos de 4 canais. Cada canal permite a interligação de um sinal de saída analógica. Existe um componente chamado conversor de digital para analógico (D/A) responsável pela conversão de um número binário de 0 a 4095 em um sinal de corrente e / ou tensão configurado. Exemplos: § Abertura da válvula em 50% => § Abertura da válvula em 100% =>

2048 => D/A => 12 mA 4095 => D/A => 20 mA

A conversão do sinal de unidades de engenharia para a faixa de 0 a 4095 counts pode ser feita através de instruções matemáticas ou configuradas no próprio módulo de SA.

Figura 2.Y – Conversor D/A

Conversor Digital / Analógico Comando Abertura de 50% 2048 0 a 4095 4 ~ 20 mA
atuador elétrico

D/A
Válvula proporcional

REGISTRO NO CLP

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_________________________________________________________________________ Exemplo: Módulo 1771-OFE2 - É um módulo de SA com 04 saídas isoladas de 4 a 20 mA. - O conversor D/A do módulo é de 12 bits 0 à 0 mA 2048 à 12 mA 4095 à 20 mA Diagrama de conexão de um dispositivo analógico à borneira do módulo 1771OFE2

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_________________________________________________________________________

3. Rede de E/S local estendida usando os CLP – 5/40L ou CLP-5/60L
§ § É possível expandirmos a quantidade de módulos de E/S inserindo os mesmos em chassis de expansão local (chassi que não contém CPU). Em cada chassi de expansão deverá ser instalado um módulo adaptador de E/S local estendida (1771-ALX). Este módulo só pode ser interligado a controladores CLP-5/40L ou CLP-5/60L. A rede de expansão Local é uma rede de comunicação paralela do controlador programável. Esta rede utiliza um módulo 1771-ALX em cada chassi. O comprimento máximo do cabo para esta rede é de 30 m.
Comprimento do cabo (m) 1 2 5 7 10 15 20 25 30 Código de catálogo 1771-CX1 1771-CX2 1771-CX5 1771-CX7 1771-CX10 1771-CX15 1771-CX20 1771-CX25 1771-CX30

§

§

§ § §

Os cabos possuem um conector de terminação simples em uma ponta e um conector de terminação dupla na outra. Para interligar os chassis ao controlador é necessário instalar os seguintes módulos: Controlador CLP-5/40L ou CLP-5/60L § A porta 2 incorporada ao controlador é a interface para comunicação com os chassis de expansão local estendida. § Fornece uma Interface paralela de alta velocidade. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status. Módulo adaptador de E/S local estendida – 1771-ALX § Sempre localizado na 1ª (primeira) ranhura do rack de expansão. § Último módulo 1771-ALX requer plug terminador. § 3 LED’s na frente do módulo sinalizam o status.
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§

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_________________________________________________________________________ Figura 3.A – Desenho da rede E/S Local estendida

CLP-5/40L ou CLP-5/60L

1771-ALX

1771-ALX

Figura 3.B - Desenho de conexão dos cabos entre os módulos 1771-ALX

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Através da rede universal de E/S todos os sinais de instrumentos da plataforma são conectados em interfaces de E/S digitais e analógicas chamadas de racks E/S remotas (1771) e / ou Flex I/O (1794) conectados nesta rede com um endereço específico de Gaveta (Rack lógico) e grupo inicial de E/S. Rede determinística – protocolo: Mestre / Escravo.1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Rede de E/S Remotas (RIO) 4. Baixo custo de cabeamento. Número total de Gavetas depende do modelo do Controlador PLC-5. Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros.S.1 ._________________________________________________________________________ 4. o Controlador do PLC-5 localizado no Rack Principal terá controle sobre todos os sinais de E/S distribuídos nesta rede. Desta forma.A . Configuração dos módulos adaptadores ASB feita via hardware. Fácil Diagnóstico. 4. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Conceito É uma rede de dispositivos com protocolo fechado Allen Bradley.1771 e módulos especiais) § Flex I/O (Módulos E/S – plataforma 1794) Figura 4.P. Tipos de subsistemas de E/S instalados na rede E/S remota: § Racks Remotos (Módulos E/S .Características gerais da rede § § § § § § § § E/S distribuídas.Desenho de interligação da rede de E/S Remotas CLP-5/80 CLP 1771-ASB 1794-ASB à Canal 1B – Scanner (Mestre) à Módulo adaptador (Escravo) à Módulo adaptador (Escravo) Canal 1B (Scanner) Rack Remoto 1771 Rack Remoto 1771 Flex I/O 1794 179417942 2 1794-ASB 0 1 2 3 4 5 1794-ASB 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 Flex I/O 1794 179417942 2 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0 8 9 10 11 12 13 14 15 0 1 2 3 4 5 6 7 1771-ASB 1771-ASB REDE E/S REMOTAS IHM (Painel View) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 44 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 .

_________________________________________________________________________ 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .B – Vista do módulo adaptador de E/S remotas – 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 45 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Ele é a interface entre os módulos de E/S instalados no chassi e o módulo scanner localizado no Controlador CLP-5.3 – Velocidades § § § 57. Figura 4.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 4.4 – MÓDULO ADAPTADOR DE E/S REMOTAS – 1771-ASB O módulo adaptador de E/S remotas é colocado na primeira ranhura do chassi remoto.P.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 4. É necessário um módulo adaptador de E/S remotas para cada chassis remoto.

2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 As mini-seletoras SW1 são utilizadas para configurar: § número da Gaveta ou Rack Lógico § número do Grupo de E/S inicial § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares As mini-seletoras SW2 são utilizadas para configurar: § velocidade da rede (Baud rate) em função da distância máxima do cabo § comunicação com Scanner “com” ou “sem” E/S complementares § ciclo de varredura do módulo scanner em todos os slots do chassis § link de resposta – emula tempo de resposta do adaptador série B necessário para comunicação com scanners do CLP-2 ou CLP-3. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 46 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . módulos 1771-IX ou 1771-IY para qualquer tipo de endereçamento.P.1 – Configuração do jumper § Se os 03 jumpers forem colocados na posição à esquerda. entretanto não é possível instalar módulos de E/S de 32 pontos.4. § 4. podemos instalar no chassi. podemos instalar no chassi.S.4._________________________________________________________________________ 4. entretanto não é possível instalar módulos 1771-IX ou 1771-IY Se os 03 jumpers forem colocados na posição à direita. módulos de E/S de 32 pontos para qualquer tipo de endereçamento. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

P.2 – Configuração das mini-seletoras SW1 e SW2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 47 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 4.4.

as saídas deste chassis são mantidas no último estado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB)._________________________________________________________________________ 4. A CPU pode reinicializar a comunicação com o módulo ASB após a correção da falha de comunicação.C – Vista do chassis sem cartões e localização da chave de configuração do mesmo e jumper de seleção da fonte de alimentação Jumper de Seleção da Fonte de Alimentação SW-1 SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 SW-6 SW-7 SW-8 Miniseletora Posição Descrição Em caso de falha do módulo adaptador (1771-ASB). Figura 4.S.3 – Configuração da mini-seletora do Chassi de E/S remotas No “backplane” (placa de fundo) do Chassi de E/S remotas existe um conjunto de 08 mini-seletoras utilizadas para a configuração do mesmo.P. Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Define o endereçamento do Chassis de ½ ranhura Define o endereçamento do Chassis de 1 ranhura Define o endereçamento do Chassis de 2 ranhuras Não permitido Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada Esta mini-seletora deve permanecer sempre desligada ON SW-1 OFF ON SW-2 SW-3 SW-4 SW-5 / SW-6 SW-7 SW-8 OFF OFF OFF OFF ON OFF ON ON OFF OFF ON OFF OFF ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 48 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Mostraremos agora a configuração do Chassis de E/S remotas. as saídas deste chassis são desenergizadas. ou seja. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O chassis de E/S deverá ser resetado através de um botão (manualmente) após a correção da falha de comunicação.4. aquele que abriga o Módulo adaptador de E/S remotas (1771-ASB).

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S.4.5 – LEDs sinalizadores de status do módulo adaptador 1771-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 49 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.4 – Diagrama de interligação do cabo 1770-CD na borneira do módulo 1771-ASB 4.

remova e substitua todos os módulos .curto circuito no backplane ou no módulo E/S Possível curto no backplane Excessivo ruído no backplane Piscante OFF ON Violação no chassi Pressione o botão de reset ou re-energize o chassis: .adaptador e um módulo no chassis. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Identificar fonte de ruído. o módulo ficará em falha até que a falha seja corrigida . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 50 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Active Indicador Adapter Fault I/O Rack Descrição Indicação normal.checar se o botão de pulso não foi corretamente instalado na borneira do módulo adaptador. adaptador remoto em operação normal. Corrigir a configuração (tamanho de rack.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Colocar o processador no modo RUN. número do rack) Piscante OFF OFF Sequência ON / OFF dos leds de cima para baixo Piscante alternadamente OFF Existe outro módulo Adaptador com o mesmo endereço na rede Mini-seletora do chassis Processor restart lockout na posição ON Corrigir o endereço OFF OFF ON Chassis E/S com falha Podem existir problemas entre: . troque o módulo ou chassis.se o problema persistir.S. ._________________________________________________________________________ Tabela 4. Checar chassis e se necessário substituí-lo. Reenergize o chassis para resetar as falhas de um possível problema resultante de ruídos. Colocar o módulo em slot correto no chassis Checar mini-seletoras SW1 e SW2 Checar mini-seletora SW2 Resetar configuração de scan. Processador em modo RUN Falha no adaptador Causa provável Ação recomendada ON OFF OFF OFF ON OFF Falha de memória RAM Timeout Watchdog ON Piscante OFF OFF ON ON Erro no adaptador Grupo inicial incorreto Módulo não comunicando Módulo não comunicando Adaptador não controlando E/S (link de comunicação com scanner é normal) e autoconfiguração foi feita com sucesso Módulo não comunicando Módulo adaptador não controlando as E/S Módulo em slot incorreto Erro no grupo inicial ou endereço do Rack Lógico Velocidade setada de forma incorreta Varredura setada para todos + últimos 4 slots em rack com tamanho de 1/4 Processador no modo Program ou Test ou falha na configuração Piscante ao mesmo tempo ON ON OFF ON Energize novamente o módulo. Caso necessário substitua o módulo.

Corrigir cabo e defeitos na fiação.1 – Diagnósticos do módulo adaptador 1771-ASB Indicador Adapter Fault Piscante ON Active I/O Rack OFF Descrição Falha na linha de identificação do módulo Módulo não comunicando Causa provável Excessivo ruído no backplane Ação recomendada Identificar fonte de ruído. substituao Desligado – canal do módulo scanner não foi configurado para ser ativo na rede RIO.S. OFF OFF OFF Falha na Fonte de alimentação Checar o cabo da fonte de alimentação e conexões e verifique se o módulo adaptador está inserido corretamente no chassis. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Configuração não realizada com sucesso ou módulo Scanner não configurado corretamente. Fiação entre o módulo Scanner e o módulo adaptador interrompida ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 51 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Checar chassis e se necessário substituí-lo Checar led indicador de COM do scanner Verde fixo – normal Piscante verde – no mínimo um nó da rede falhou Vermelho – scanner pode ter um problema de hardware.P._________________________________________________________________________ Tabela 4.

P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pino 2 e SH (shield = blindagem). O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 52 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 4.5 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE RIO O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Ele é formado por: § 1 módulo adaptador (1794-ASB) com fonte de alimentação incorporada.Vista frontal do módulo adaptador 1794-ASB ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 53 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Um FLEX I/O ocupa um nó da rede RIO do CLP-5._________________________________________________________________________ 4.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . § 8 bases terminais (1794-TB3) montadas em trilho DIN e que fornecem suporte para módulos de E/S em qualquer combinação.D . Figura 4. O FLEX I / O é mais compacto que o chassi padrão para PLC-5 (1771) e tem a grande vantagem de permitir “troca a quente” dos módulos de E/S. § 8 módulos de E/S digitais e analógicas.6 – SUBSISTEMA DE E/S REMOTAS FLEX I/O FLEX I / O fornece um subsistema de E/S Remotas utilizado para aquisição de sinais digitais e analógicos do processo e que através da rede RIO fornece uma interface para Controladores da família 5. ao contrário do chassi 1771 que deve ser desenergizado quando for executar a troca dos cartões.

com/manuals e procurar por 1794-ASB. Observação: Para informações detalhadas de configuração das mini-seletoras.1 – Configuração básica das mini-seletoras do Módulo adaptador de E/S (1794-ASB) 8 7 6 5 4 3 2 1 ON SW1 ON SW2 8 7 6 5 4 3 2 1 Modo de operação 0 (*) Mantém Entradas último estado Seleção de Falha de Rack Modo de operação 1 (*) Baud rate ( velocidade ) Reinicialização automática pela CPU Mantém último estado Saídas Grupo E/S Inicial Número Rack E/S (*) As mini-seletoras SW2-5 e SW2-8 vêm de fábrica na posição ON.5. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 54 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. favor consultar manual do fabricante. Neste caso.ab.Montagem do módulo adaptador e base para módulos sobre trilho DIN 4. podemos inserir módulos de Entradas e Saídas de 8 e / ou 16 pontos. Isto devido à seleção de endereçamento de 1 ranhura para o Flex I/O.E ._________________________________________________________________________ Cada subsistema FLEX I / O fornece 128 E/S digitais (16 x 8) ou 64 E/S analógicas (8 x 8) Figura 4. Acessar site www. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Número total de estações na rede é de 64 nós.1. ControlLogix 5000 § Terminais de programação rodando software IPDS (AB6200). Comprimento máximo da Rede é de aproximadamente 3000 metros. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . SLC-5/04. Fácil Diagnóstico.1 . Rede Data Highway Plus (DH+) 5. Tipos de equipamentos que podem ser instalados na rede: § Controladores PLC-5. 5. Rede determinística – protocolo: Token Passing. Configuração das estações da rede via hardware e via software. Terminais de programação (rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) e Sistemas SCADAS (ESC ou ECOS) podem ser instalados na rede DH+ para comunicação com Controladores PLC-5. SLC-500 e ControlLogix 5000. Exemplo de aplicação: Painel de Geradores da Plataforma utiliza PLC-5 Painel de Utilidades da Plataforma utiliza PLC-5 Deseja-se interligar Utilidades com Geradores através da rede DH+ para transferência de dados (sinais de comandos e status).Características gerais da rede § § § § § § § § Permite controle distribuido. AI Séries 5 e RS Logix 5 (Plataforma Windows) § ESC e / ou ECOS à sistemas de Supervisão e Controle ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 55 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Conceito É uma rede proprietária da Allen Bradley e utilizada para comunicação (transferência de dados) entre Controladores PLC-5.1 . Baixo custo de cabeamento.S.P.

5 – Número máximo de estações por rede § 64 estações (nós) endereçadas em OCTAL na faixa de 00 77 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 56 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Desenho de interligação da rede DH+ CONTROLOGIX IHM ESC OU ECOS RT = 150 OHM TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO PLC-5 RT = 150 OHM Rede DH+ SLC-5/04 5.P.4 Kbps à comprimento máximo = 750 m 5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .A .3 – Velocidades § § § 57.2 – Meio físico § § § § Cabo biaxial blindado – 1770-CD – Fabricante Belden (9463) Comprimento máximo do cabo de 3000 m Impedância característica do cabo de 75 Ohm É necessário 02 resistores de terminação de 150 Ohm / ½ W 5.S.6 Kbps à comprimento máximo = 3000 m 115. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 Kbps à comprimento máximo = 1500 m 230.4 – Protocolo § Passagem de bastão (Token passing) 5._________________________________________________________________________ Figura 5.

6. -5/60. 5/60 e 5/80. Os canais 1B para os controladores CLP-5/30.P.2 – Interface para notebook (Exemplo: terminal de programação rodando os softwares RS Logix 5 e RS Linx) As interface utilizada é instalada em slot PCMCIA do notebook: 1784-PCMK Figura 5.6. -5/40. -5/80 podem se necessário ser configurados como canal DH+ cuja configuração e atribuição do número da estação é feita através do software RS Logix 5 Os canais 2A e 2B para os controladores CLP-5/40. -5/40.S.C . podem se necessário. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 – INTERFACES DE MICROS PARA REDE DH+ 5. -5/20. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .Placa PCMK ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 57 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ Observação: O canal 1A dos CLP-5/11. serem configurados como canais DH+ cujas configurações e atribuições dos números das estações são feitas através do software RS Logix 5 5. -5/30. -5/60.B – Placa 1784-KTX As interfaces utilizadas são: 1784-KT 1784-KTX 1784-KTXD 1784-KTX 5.1 – Interface para DESKTOP (Exemplo: IBM/PC rodando software de supervisão e controle IN TOUCH) Figura 5. -5/80 vem configurado de fábrica para funcionar como canal DH+ e cujo endereço do número da estação é feito através da mini-seletora SW2 do Controlador conforme descrito anteriormente.

7 – TRANSFERÊNCIA DE DADOS ENTRE CONTROLADORES PLC-5 e SLC-500 A transferência de dados entre Controladores na rede DH+ é feita através de programação de blocos de instruções. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 58 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pino 2 e SH (shield = blindagem). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. O cabo 1770-CD é par trançado com blindagem Fio azul deverá ser conectado no pino 1 Fio branco deverá ser conectado no pino 2 Blindagem do cabo deverá ser conectado no pino SH Deverão ser instalados resistores de terminação de 150 Ohm em cada extremidade do cabo. A programação desta instrução é feita através do editor ladder do RS Logix 5. A instrução para transferência de dados é chamada de MSG (Message)._________________________________________________________________________ 5.P. 5. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .8 – INTERLIGAÇÃO ENTRE DISPOSITIVOS NA REDE DH+ O conector é constituído por 3 pinos denominados de pino 1.

3 – Velocidades: 10 Mbps . fibra óptica (10BaseFL) nós por segmento.P. 30 nós. somente 02 à comunicação via ondas de rádio (tecnologia sem fio) 6.5 m cabo coaxial grosso (10Base5) à distância máxima de aproximadamente 500 m. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 6.Conceito É uma rede local utilizada para comunicação entre a(s) ESC(s) / ECOS e o(s) PLC(s) (LAN à Local Area Network) de alta velocidade . distância máxima entre nós de 2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Rede Ethernet Industrial (TCP/IP) 6. 100 Mbps e 1Gbps Observação: As interfaces Ethernet do PLC-5 operam com velocidade de 10 Mbps ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 59 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. somente 02 cabo coaxial fino (10Base2) à distância máxima de aproximadamente 200 m. wireless RF à distância máxima de 2000 m. distância máxima entre nós de 0.5 m.1 .S. 100 nós._________________________________________________________________________ 6. à distância máxima de 100 m.2 – Meios físicos: par trançado (10BaseT) nós por segmento de rede.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Mídias 10Base2 (cabo coaxial fino) 10Base5 (cabo coaxial grosso) 6.2 – ANEL Anel ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 60 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4.4.4 – Topologias: 6.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – BARRAMENTO Utiliza um cabo tronco (principal) e derivações do tipo T para conexão de equipamentos._________________________________________________________________________ 6.

Se dois dispositivos transmitirem ao mesmo tempo. Este acesso CSMA/CD é regido pela ETHERNET e padrão IEEE 802. checam por um sinal de “carrier” (portadora) no canal de transmissão._________________________________________________________________________ 6.5 – Protocolo TCP / IP – Protocolo de Controle de Transmissão / Internet Protocol 6.3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 61 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Mídias 10/100BaseT (Par trançado) 100BASE-FL Hub / switch 6. Esta colisão gera “atrasos” na retransmissão dos dados em um período de tempo indeterminado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. Falha de um nó não afeta os demais nós. Se nenhum sinal “carrier” for detectado em um intervalo de tempo. o dispositivo poderá transmitir. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .6 – Acesso CSMA / CD – CARRIER SENSE MULTIPLE ACCESS / COLLISION DETECT É um mecanismo de transmissão de dados onde os dispositivos que estão prontos para transmitir.S.4. ocorre colisão que é detectada por todos os equipamentos que transmitiram os dados. Falha no concentrador gera falha na rede toda.3 – ESTRELA Nesta topologia. cada dispositivo é conectado a um concentrador de informações (hub / switch).

O endereço físico (Endereço de Hardware) é um número que identifica o fabricante. No protocolo TCP/IP.S. O endereço lógico chamado de IP Address é formado por 32 bits utilizados para identificar nós na rede (IPv4).12 Este endereço contém informações que auxiliam a rota de dados através da rede para o nó destino. Exemplo: IP Address: 10. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . tipo de máquina e o identificador da unidade (lote).8 – Arquitetura do Sistema de Automação na Bacia de Campos ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 62 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Ele não contém qualquer informação da rota.7 – Endereço de IP Cada dispositivo conectado na rede é identificado individualmente através de um número de nó chamado de endereço de IP (IP Address). Não pode haver duplicidade de nós na rede. Cada dispositivo tem seu próprio endereço de IP diferentemente dos demais nós.1. existem dois tipos de endereços para cada dispositivo: Endereço físico Endereço lógico à endereço fornecido pelo fabricante do dispositivo (fixo) à endereço definido via software pelo usuário._________________________________________________________________________ 6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .121. Exemplo: Allen Bradley é 00-00-BC-XX-XX-XX GE Fanuc é 08-00-19-XX-XX-XX 6.

Podemos instalar nesta porta um transceiver para cabo par trançado (10BaseT).S. 5/40E e 5/80E Estes Controladores possuem uma interface Ethernet (10Mbps) incorporada no próprio Módulo Processador. cabo coaxial e fibra-óptica. A porta 2 é a porta Ehernet e utiliza um conector AUI 15 pinos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .9 – Controladores com porta Ethernet TCP/IP incorporada: Controladores CLP-5/20E. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 63 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P._________________________________________________________________________ 6.

P._________________________________________________________________________ 6. Existem parafusos de fixação desta interface ao Controlador.Vista frontal do módulo 1785-ENET ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 64 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 6. -5/40E e -5/80E. O canal Ethernet que é configurado para este módulo é o canal 3A A configuração deste canal é feita através do software RS Logix 5 Este módulo deverá ser encaixado obrigatoriamente na ranhura à direita da CPU (Controlador CLP-5). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Para os demais controladores CLP-5 este módulo fornece uma interface Ethernet .10 – Interface Ethernet – 1785-ENET: Este módulo fornece um canal Ethernet adicional para os Controladores CLP5/20E.A .

1 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .RTU ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 65 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Exemplo de rede serial Modbus . temperatura na sucção. para aquisição de sinais e controle dos mesmos. Figura 7. Este tipo de rede é muito utilizado em controle de processos de exploração de óleo e gás.RTU 7. Cada sistema de controle utiliza um PLC redundante para acionamento e proteção das bombas.Conceito É uma rede serial com protocolo aberto Modbus RTU ou ASCII para transmissão e recepção de dados.P._________________________________________________________________________ 7. pressão de descarga.A . entre equipamentos de diferentes fabricantes.S.) Estes equipamentos VSD e ISP se comunicam com o PLC da BCS através da rede serial com protocolo Modbus-RTU. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Rede Modbus . Exemplo de aplicação em plataformas: Em plataformas existe um ou mais sistemas de controle das BCS (Bombas Centrífugas Submersas). etc. Para cada bomba utiliza-se um variador de freqüência (VSD) para controlar a vazão da bomba e um ISP (Integrated Surface Panel) que é um painel multisensor utilizado para monitoração dos sinais das bombas (pressão de sucção. vibração do motor.

O(s) ESCRAVO(s) somente responde(m) ao(s) comando(s) enviado(s) pelo MESTRE. EIA RS-422. O MESTRE inicia um comando de leitura ou escrita de dados para cada dispositivo ESCRAVO na rede.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . comunicação serial com driver de linha e full duplex (balanceada) – comunicação a 4 fios EIA RS-485. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . comunicação serial ponto a ponto. A iniciativa de comunicação é sempre do MESTRE.3 – Princípio básico de comunicação no Modbus: MESTRE / ESCRAVO Na rede deve existir somente um nó (dispositivo) MESTRE ativado e um ou mais nós (dispositivos) ESCRAVOS até um total de 247 nós (endereçados em decimal de 1 a 247). O nó 0 é reservado para comunicação do tipo “broadcast”._________________________________________________________________________ 7. sem driver de linha (desbalanceada). comunicação serial com driver de linha e half duplex (balanceada) ´comunicação a 2 fios. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 66 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Utiliza-se cabo par trançado com blindagem (impedância recomendada é de 120 Ohm) Geralmente o padrão elétrico mais utilizado é o EIA RS-485 (multidrop) com comprimento máximo do cabo de 1200 m.2 – Meios físicos e padrões elétricos: EIA RS-232. 7.S.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . As portas podem ser configuradas para os 03 padrões elétricos EIA RS-232.. O módulo pode ser instalado no Chassi Principal ou Chassi Remoto (instalado na rede RIO). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 67 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.) utilizando o protocolo serial MODBUS-RTU ou ASCII.4.4 – MÓDULO DE COMUNICAÇÃO MODBUS PARA CLP-5 Figura 7.1 – Características do 3100-MCM O módulo de comunicação MODBUS compatível com chassis da série 1771 para PLC-5 é o 3100-MCM fabricado pela PROSOFT..Vista frontal do módulo 3100-MCM LEDs indicadores de STATUS PORTA 2 PORTA 1 7.B . O módulo ocupa fisicamente uma ranhura do chassi Cada módulo apresenta 02 canais (denominados de PORTA 1 e PORTA 2) que podem ser configurados como MESTRES OU ESCRAVOS para comunicação com outros CLPs e/ou SDCDs e / ou dispositivos de outros fabricantes (VSD._________________________________________________________________________ 7.P. etc. ISP. RS422 ou RS-485.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . A comunicação entre o módulo 3100-MCM e o(s) dispositivos ESCRAVOS é feita através do driver para protocolo MODBUS-RTU na própria placa.C .S. Figura 7.P._________________________________________________________________________ A comunicação entre o Módulo Controlador (CLP-5) e o módulo 3100-MCM é programada através de blocos de instruções BTW e BTR.Comunicação entre PLC-5 e módulo 3100-MCM ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 68 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

1.1. REGISTRO DE PONTO FLUTUANTE É um conjunto formado por 02 registros (32bits).647 ou utilizado para armazenar um valor real e / ou fracionário do tipo REAL na faixa de +/.483._________________________________________________________________________ 8.1. BYTE É um conjunto formado por 8 bits. O byte pode ser utilizado para armazenar o status de até 8 entradas ou saídas digitais.P.Dígito binário É a menor unidade de informação digital.2.3.147.648 a + 2. REGISTRO ou PALAVRA É um conjunto formado por 16 bits. O registro de ponto flutuante pode ser utilizado para armazenar um valor inteiro do tipo DINT na faixa de -2.1.483.17x10-38 a +/-3.1. É usado para armazenar o status de uma entrada digital ou saída digital Exemplos: Entrada digital Entrada digital Saída digital Saída digital => chave aberta => chave fechada => solenóide desenergizada => solenóide energizada => bit = 0 => bit = 1 => bit = 0 => bit = 1 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Ele pode ser usado também para armazenar valores numéricos na faixa de 0 a 65535 (UINT) ou -32768 a +32767 (SINT) Exemplos: Temperatura do motor = 48º C Pressão de sucção da bomba = 12 kgf/cm2 8. O registro pode ser utilizado para armazenar o status de até 16 entradas ou 16 saídas digitais.S.40x10+38. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 .CONCEITOS BÁSICOS 8.1. BIT . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 69 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 8.147. MEMÓRIA DO CLP-5 8.4.

P. A senha é utilizada para proteger o acesso ao sistema. 8. sendo que a mesma pode ser composta por até 10 caracteres.1 – Arquivos Reservados Arquivo de Programa no 0 – O arquivo de programa número 0 é reservado para armazenar a senha e a identificação do programa. bem como os procedimentos necessários para a edição de um programa.2 – Arquivos de Programa Os arquivos de programa incluem os seguintes tipos: arquivo de Programa Principal ( arquivo de número 2 ) arquivos de passo e de transição para o diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ) ( arquivos selecionados entre 2 a 999 ) arquivos de subrotinas acessados através do programa principal ou através dos arquivos de passos do Controle Sequencial de Funções( SFC ) ( arquivos selecionados entre 3 a 999 ) arquivo de Rotina de Falha ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável ( arquivo selecionado entre 3 a 999 ) - - Cada arquivo de programa utiliza quatro palavras de cabeçalho.2 . entender como é realizado o seu endereçamento. 8. obter informações sobre os arquivos de programas e de dados que compõem sua memória. antes de conhecer seu conjunto de instruções.ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA DO CLP-5 8.2.Generalidades Por ser o CLP-5 um controlador que difere dos demais controladores da ABCE é necessário.2.2.S. Uma senha utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres.2.1 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 70 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 8.

No CLP-5 podemos configurar para o Controlador um total de 16 arquivos de programa principal.3 – Arquivos de Transição e de Passo do SFC Os arquivos de programas de 2 a 999 podem ser utilizados para armazenar programas na forma de diagrama de contatos. Cada descrição de arquivo de programa pode ser composto por até 50 caracteres ( AI Séries 5 . sendo que o mesmo é composto por até 10 caracteres. - Arquivo de Programa no 1 – O arquivo de programa número 1 controla a estrutura do controle sequencial de funções ( acessado somente através do software do CLP-5 ). um nome para cada arquivo de programa e uma descrição para cada arquivo de programa ( opcional ).2 – Arquivo do Programa Principal Quando não estiver sendo utilizado o Controle Sequencial de Funções (SFC). 8. RS Logix 5 ). e mais de 8 caracteres no software RS Logix 5. 8. por definição já é um arquivo MCP. . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.2._________________________________________________________________________ . Para informações adicionais sobre o Controle Sequencial de Funções. consulte o Manual do Fabricante. sendo que cada um desses programas pode representar um passo ou uma transição no diagrama do Controle Sequencial de Funções ( SFC ). Este arquivo não é disponível para armazenar programas na forma de diagrama de contatos.Cada nome de arquivo de programa utiliza uma palavra de cabeçalho e uma palavra para cada dois caracteres. o arquivo de programa número 2 armazena o programa principal. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 71 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P.2.2. O arquivo número 2.Os programas são identificados através de um nome de projeto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . O número de palavras disponíveis para esse arquivo é a diferença entre a capacidade máxima de palavras da memória do controlador e o número de palavras utilizadas por todos os outros arquivos. também chamados de arquivos MCP ( Main Control Program ). Nomes de projeto não utilizam cabeçalho e utilizam uma palavra para cada dois caracteres. sendo que os mesmos são compostos por até 8 caracteres ( softwares 6200 e AI Séries 5 ). A lógica de cada passo e de cada transição é colocada em um arquivo distinto e o controlador varre cada um desses arquivos de acordo com o diagrama.

S. Cada subrotina deve estar em um arquivo distinto numerado de 3 a 999.2. Para habilitar esse arquivo é necessário inserir seu número na palavra 29 do arquivo de Status do Controlador. é necessário certificar-se de que a varredura do mesmo se complete antes que o tempo de interrupção termine. periodicamente. Pode-se especificar qualquer número de arquivo de 3 a 999 para designar o arquivo de interrupção. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 72 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O controlador varre um arquivo de subrotina sempre que encontra uma instrução informando-o para fazê-lo e retorna ao programa anterior no ponto em que saiu para a subrotina. Do contrário.2. Em um programa de aplicação pode-se ter até oito níveis de subrotinas. onde seções do programa de aplicação não precisam ser executadas a cada varredura. 8. respectivamente. do arquivo de Status do Controlador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Ao detectar uma falha grave o controlador interrompe a varredura do programa de aplicação e varre o arquivo de Rotina de Falha. que se otimize o tempo de varredura. deve-se inserir o número do arquivo e o tempo de interrupção nas palavras 31 e 30. para um arquivo de interrupção.6 – Arquivo de Rotina de Falha Um arquivo de programa 3-999 pode ser selecionado para armazenar a Rotina de Falha. deve-se programar o retorno na ordem inversa. 8.2._________________________________________________________________________ 8.2. reconstituindose os saltos. Quando o programa na forma de diagrama de contatos ( Ladder ) do arquivo de interrupção começa a ser varrido.P.2. Porém. a contagem do tempo recomeça. criado para tratar algumas situações de falhas graves. Portanto. Os arquivos de subrotinas permitem um melhor aproveitamento da memória. Para habilitá-lo. a um intervalo de tempo determinado.5 – Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável Pode-se programar o CLP-5 para saltar. o controlador detecta um erro e energiza um bit de falha de advertência no arquivo de Status do Controlador. em aplicações onde a programação repetitiva é requerida ou.4 – Arquivos de Subrotinas Os arquivos de programa 3-999 podem ser utilizados para armazenar subrotinas.2.

o controlador passa. varrer o arquivo de Rotina de Falha apenas uma vez. Essa transferência é realizada através dos seguintes dispositivos: . ao detectar uma falha grave.2. tanto de mesma versão quanto de versões diferentes. e: decidir se as condições de máquina permitem reassumir varrendo o programa principal a partir da primeira linha realizar um desligamento ordenado parar no final da Rotina de Falha ( requer interferência manual ) com o diagrama SFC. Módulo de Memória EEPROM – O conteúdo do Módulo EEPROM é transferido totalmente para o CLP-5._________________________________________________________________________ Se não for criada uma rotina de falha. reassumir varrendo os passos que estavam ativos quando da queda de alimentação. Se entretanto o Módulo 1785-MJ for gravado em um CLP-5/15 o mesmo poderá ser utilizado em um CLP-5/25. para que. Assim o programa da Rotina de Falha pode monitorar os códigos de falha resultantes e agir adequadamente. o controlador reassume varrendo a primeira linha do arquivo de programa que estava varrendo.2. quando ocorreu a perda da alimentação. automaticamente para o modo de programação e todas as saídas físicas são desenergizadas. para no retorno. Um módulo EEPROM 1785-MJ de 8K gravado por um CLP-5/25 não pode ser utilizado por um CLP-5/15.7 – Transferência de Arquivos de Programas Pode-se transferir arquivos de programas entre Controladores CLP5. Pode-se também utilizar a Rotina de Falha quando da perda de alimentação. se possa examinar esta informação.Terminal de Programação através da rede Data Highway Plus – A transferência ocorre apenas quando a memória e capacidade de pontos de E/S não excedem os limites do controlador que está recebendo o programa.P.S. na energização. O controlador retém os números do arquivo de programa e da linha que contém a instrução que provocou a falha. - Sem a interferência da Rotina de Falha. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 73 de 212 . a partir do terminal de programação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 8. O controlador pode ser programado. Computador via rede Data Highway Plus ou via rede Data Highway – As transferências de programas entre controladores Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

só é realizada a transferência entre CLP’s de mesmo modelo e série. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. 8.3 – Arquivos de Dados O Controlador CLP-5 permite até 1000 arquivos de diversos tipos.2.1 – Organização de Memória para Arquivos de Dados ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 74 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ através de um computador são limitadas apenas a controladores de mesma versão e mesma série. sendo que cada tipo de arquivo pode armazenar até 1000 elementos. duas ou três palavras.S. dependendo do tipo do arquivo. Um elemento utiliza uma. A tabela 8.1 a seguir apresenta a organização da memória para os arquivos de dados do Controlador CLP-5 Símbolo a ser utilizado no desenvolvimento do programa Número máximo Tipo de de Elementos Arquivo * * 32 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Saída Entrada Status Bit Temporizador Contador Controle Inteiro Ponto Flutuante Número do Palavras por Arquivo Elemento 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9-999 1 1 1 1 (16 bits) 3 3 3 1 2 O I S B T C R N F Tipo de arquivo atribuído conforme a necessidade * Depende da Capacidade de endereçamento de pontos de E/S de cada modelo de CLP-5 Tabela 8. isto é. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

Pode-se utilizar números de 9 a 999 para identificar quaisquer tipos de arquivos adicionais de Bit. arquivo de Saída O. O tipo de arquivo é especificado de acordo com o tipo de dados nele armazenado. utilizadas com maior frequência. o terminal de programação informará que isto não deve ser realizado. estas devem vir antes da palavra 256 e no caso das instruções de elemento. As palavras 256 e 4096 têm como referência o início do armazenamento dos dados. abaixo do arquivo de Status e em determinadas localizações. Para realizar qualquer alteração no tamanho dos arquivos ou criação dos mesmos o controlador deverá estar no modo programação. palavra 0.3. dependem do modelo do Controlador CLP-5 e não podem Ter seus tamanhos alterados. Temporizador. Arquivos ASCII e BCD podem ser exibidos e/ou transferidos. Temporizador. Cada arquivo de dado utiliza duas palavras de cabeçalho além dos dados nele armazenados._________________________________________________________________________ Ao ser inicializado através do terminal de programação o controlador cria arquivos de Saída.S. Caso se tente faze-lo. antes da palavra 4096. O número de elementos dos arquivos de Entrada e Saída. recomenda-se que sejam endereçadas instruções de bit e elemento.2. Ponto Flutuante. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Os arquivos do Controlador CLP-5 são contínuos na memória ( tabela 8. mas não manipulados. Contador. Na versão CLP-5/25 os mesmos podem variar de tamanho de 32 a 64 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 75 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 8. Os endereços de bit abaixo da palavra 256 e os endereços de elemento abaixo da palavra 4096 necessitam de metade das palavras de armazenamento dos endereços acima destes limites e são mais rapidamente acessados pelo controlador. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 ). Contador. Inteiro e Ponto Flutuante com tamanhos de 1 elemento cada. O arquivo de Status é criado com 32 elementos e não pode Ter seu tamanho alterado.P. No caso das instruções de Bit. São criados também arquivos de Bit. sendo que seus tamanhos podem ser alterados para conter até 1000 elementos. Controle. ASCII ou BCD. Arquivos de E/S ( 1 e 0 ) têm seus tamanhos fixos de 32 palavras ( versão CLP5/15 ). Entrada e Status.1 – Arquivos utilizados com maior frequência Para otimizar a organização da memória. Não é possível misturar tipos de dados em um arquivo. Controle.

As instruções de bit mais utilizadas são endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:95. Já as instruções de elemento mais utilizadas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Já os arquivos de número 3 em diante variam de tamanho. contendo somente o número de palavras que corresponde ao maior endereço determinado no programa de aplicação. nos arquivos 4 em diante. são endereçadas até a palavra 4096. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 0 1 2 3-999 conforme necessidade Tabela 8. Já as instruções de elemento mais utilizadas._________________________________________________________________________ palavras dependendo da configuração de E/S utilizada. Controle. nos arquivos 4 em diante. de Palavra 0 0 32 32-64 64 64-128 96 96-160 256 4096 Tipo de Arquivo No de Arquivo Saída Entrada Status Bit. Contador. Inteiro. As instruções de bit mais utilizadas são então.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 76 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Ponto Flutuante.2 – Mapa de Memória dos Tipos de Arquivos Controlador CLP-5/15 Na versão CLP-5/15 o arquivo de Status (2) termina na palavra 95.S. são endereçadas até a palavra 4096. CLP-5/15 CLP-5/25 No. O arquivo de Status (2) tem seu tamanho fixo com 32 palavras. Temporizador. endereçadas no arquivo de Bit (3) de B3:0 a B3:159. Controlador CLP-5/25 Na versão CLP-5/25 o arquivo de Status (2) termina na palavra 159 se for utilizado o arquivo imagem de E/S inteiro.

Criar o arquivo imagem de Entrada ou Saída através do terminal de programação. determinar um endereço de imagem de E/S.2. inserida através do terminal de programação. os números 9 a 18. Por exemplo. Para maiores detalhes. permitindo com isso a utilização da gaveta de número 6.2 – Estendendo o Arquivo Imagem de E/S ( CLP-5/25 ) O arquivo imagem de E/S do CLP-5/25 pode ter seu tamanho ampliado de 32 palavras para 64 palavras. de um dos seguintes modos: A uma instrução.P. tais como.3.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 77 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Por exemplo. pode-se determinar.3 – Agrupamento de Arquivos do mesmo tipo Recomenda-se agrupar arquivos de dados do mesmo tipo. - Quando se estende um arquivo imagem de entrada ou de saída. o controlador estende automaticamente para o mesmo tamanho. o endereço E:63 estende os arquivos imagem de Entrada e imagem de Saída para 56 palavras cada. Quando se estende o arquivo imagem de E/S a palavra 256 permanece como recomendação de limite. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . pois o controlador não varre uma gaveta de E/S se sua tabela imagem não existir. o arquivo de imagem oposto. Ver arquivos utilizados com Maior frequência. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . por exemplo.3. para arquivos com endereços. ver procedimento de criação de arquivo no manual do terminal utilizado.S. N9 a N18. coloque todos os dados inteiros no N7. Arquivos Imagens de E/S são estendidos em incrementos de 8 palavras ( eqüivale a uma gaveta de E/S completa ) para a entrada e para a saída. aumentando o seu tamanho. 8. Se for necessário espaço adicional para 10 arquivos de dados inteiros._________________________________________________________________________ 8.

00 - Os arquivos de Ponto Flutuante utilizam elementos de 2 palavras na qual a menor unidade endereçável é um par de palavras (elemento) .P.4 – Elementos de Arquivo Dependendo do tipo de arquivo.B – Arquivo de Ponto Flutuante ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 78 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 8.( figura 8. A maioria dos arquivos ( E/S. Um arquivo com 1000 elementos poderia ter respectivamente.B ) _________________________________________________________________________ 15 08 | 07 00 Faixa de valores que se pode armazenar em um elemento de ponto flutuante: +/.1754999E-38 +/. 32 ou 48 bits.A ).A – Arquivos com elementos de uma Palavra.4028237E+38 Figura 8. 2000 ou 3000 palavras. um elemento utiliza uma.3.3. Bit.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Status.S. Inteiro. 1000. duas ou três palavras. Pode-se também. BCD e ASCII ) utilizam elementos de 1 palavra da qual o bit é a menor unidade endereçável ( figura 8. pensar em um elemento como uma palavra de 16.1. 15 08 | 07 16 bits de dados Faixa de valores que se pode armazenar em uma palavra –32768 a +32767 ( decimal ) Figura 8.

a menor unidade endereçável é o bit ( figura 8.C ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ .ACC = acumulado Figura 8.P. Temporizador 15 EN 14 TT 13 DN 08|07 não utilizado 00 Contador 15 14 13 12 11 |07 00 não utilizado CU CD DN OV UN Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits endereçáveis de Temporizador EN = Habilitação TT = Temporizando DN = Executado Valor pré-selecionado Valor acumulado Bits Endereçáveis de Contador CU= Habilitação do Contador Crescente CD=Habilitação do Contador Decrescente DN = Executado OV = Overflow UN = Underflow Palavras Endereçáveis . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .C – Arquivos de Temporizador e Contador A palavra 0 ( primeira palavra do elemento ) é a palavra de estado do temporizador e/ou contador sendo endereçada apenas por um bit. o pré-selecionado e a palavra de controle.S. No elemento de três palavras.PRE = pré-selecionado . As faixas do valor pré-selecionado e do valor acumulado são as seguintes: Temporizadores: Contadores: inteiro com sinal 0 a +32767 inteiro com sinal –32768 a +32767 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 79 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.Os arquivos de Contador e Temporizador utilizam elementos de três palavras. Já a palavra 1 ( segunda palavra do elemento ) e a palavra 2 ( terceira palavra do elemento ) são endereçadas por bit ou por palavra. O elemento armazena nessas três palavras o valor acumulado.

e omite valores de 0._________________________________________________________________________ O arquivo de Controle também utiliza elementos de 3 palavras (figura 8. Controle. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit.9 para o número inteiro seguinte.D – Arquivo de Controle 8. Contador. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros.1 a 0. Por exemplo.3. Status.D). Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino. o controlador arredonda 7. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Entrada. 15 08 | 07 Estado Comprimento Posição 00 Elemento de 3 palavras de um arquivo de Controle. Temporizador. além das palavras operadas pela própria instrução. já que o controlador os interpreta como inteiros. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou.2. Os dados dos arquivos ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 80 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro.S.5 a 0. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro.P. Toda vez que se determina um endereço para uma instrução de arquivo. Saída. se for inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. Na conversão para número inteiro. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Deste modo.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador.5 para 8 e 7.4 para 7. ASCII e BCD. utiliza-se três palavras de memória ( um elemento ) neste tipo de arquivo.5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. Figura 8. para converter número inteiro em BCD. o controlador arredonda valores de ponto flutuante de 0.

3 Arquivo de Status Palavra Conteúdo 0 Bits de Estado Aritméticos 1. exceto caso se deseje zerar os bits de falha. caso se pretenda utilizar suas respectivas funções.6 Tabelas de Estações Ativas na Rede DH+ 7 Estado das Gavetas de E/S e da Fila da TB 8 Última varredura do programa (ms ) 9 Máxima varredura do programa (ms ) 10 Bits de Falha de Advertência 11 Bits de Falha Grave 12 Códigos de Falha 13 Número do Arquivo de Programa da última Falha 14 Número da Linha da última Falha 15-17 Reservadas para uso futuro 18-23 Relógio de Tempo Real e Calendário * 24 Valor de Índice para Endereçamento Indexado 25 Não utilizada 26 Bits de Controle ( SFC e Proteção na Energização ) * 27 Inibição de E/S e Rearme * 28 Watchdog Timer * 29 Número do Arquivo da Rotina de Falha * 30 Interrupção com Temporização Selecionável * 31 Arquivo de Interrupção com Temporização Selecionável * Não inserir valores nas palavras de 0 a 14. de informar a respeito do estado do controlador ou falhas diversas. devese inserir dados nestas palavras.2 Estado do Controlador / Configuração 3. ou seja. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . requerem a inserção de valores.S. bem como o tempo máximo de varredura. marcadas com um asterisco ( * ). Tabela 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 81 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. As palavras de 18 a 31. Para habilitar várias funções do controlador deve-se inserir dados no arquivo de status e seus bits podem ser examinados para manipular os dados no programa de aplicação._________________________________________________________________________ O controlador possui um arquivo de Status ( arquivo 2 ) que é utilizado para identificar falhas graves. ou então inserir zero para inibi-las. e armazenar informações relacionadas à sua operação ( tabela 8. falhas de advertência e de gaveta ( Rack Lógico de E/S ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . A inserção de valores nessas palavras anulará suas funções. Para habilitar a função.P.3 ).

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 82 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.s/b Onde: # X f : e .S.E – Formato Geral do Endereço Lógico Direto Conforme apresentado na figura 8. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Inclui também constantes de programa. s / b identificador do endereço de arquivo identificador do tipo do arquivo número do tipo do arquivo delimitador número do elemento delimitador número do sub-elemento ou mnemônico delimitador de bit número do bit Figura 8. O formato do endereço varia dependendo do tipo do endereço ( figura 8. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ 8.E ).2.E os símbolos identificam o seguinte: # X Endereço de arquivo Tipo de arquivo O = Saída I = Entrada S = Estado B = Bit T = Temporizador C = Contador R = Controle N = Número inteiro F = Ponto flutuante D = BCD* A = ASCII* * apenas para visualização. 8.1 – Endereçamento Lógico Direto Esta forma de endereçamento permite que se identifique um bit. #Xf:e. elemento ou arquivo.2.4 – Endereçamento Lógico O endereçamento lógico inclui endereçamento direto e indexado.4.

C e R ) Arquivo T ou C .ACC ( formato geral Xf:e.POS ( posição ) Por exemplo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .LEN ( comprimento ) . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ou 0 a 999 decimal para todos os outros tipos de arquivos.s ) Quando o sub-elemento for omitido será entendido como sendo de controle (CTL). 0 a 31 decimal para arquivo de estado. Contador e Temporizador.S.PRE ( pré-selecionado ) . para se endereçar o valor acumulado de um arquivo do tipo Contador (5). Tabela 8. / b Delimitador que separa o número de bit do número de elemento ou sub-elemento. Número do elemento é 0 a 37 octal para arquivos de E/S. S Endereço de palavra em arquivos de Temporizador.D Endereço de palavra ( Arquivos T. utilize o delimitador ponto ( . de acordo com o tipo de arquivo ( tabela 8. Contador e Controle Para endereçar palavras. Número de bit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 83 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.D )._________________________________________________________________________ F Número do arquivo 0 = Saída 1 = Entrada 2 = Estado 3 = Bit 4 = Temporizador 5 = Contador 6 = Controle 7 = Número inteiro 8 = Ponto flutuante 9 –999 = para armazenamento de outros arquivos Delimitador que separa o número do tipo de arquivo e o número do elemento. Contador ou de Controle. o formato é C5:8. Mnemônico de sub-elemento é utilizado apenas com arquivo de Temporizador. : E .P.ACC ( acumulado ) Arquivo R . ) e o mnemônico. Delimitador utilizado apenas com mnemônico de sub-elemento em arquivo de Controle.

para arquivos de bit quando não for especificado o número do elemento. utiliza-se o formato C5:8. C e R ) Bit 15 14 13 12 11 10 09 08 Temporizador Contador EN habilitação CU contagem crescente TT temporizando CD contagem decrescente DN executado DN executado OV overflow UN underflow Controle EN habilitação EU habilitação de descarga DN executado EM vazio ER erro UL descarga IN inibição FD descoberta Por exemplo.5. Notar que o mnemônico do sub-elemento é ACC. Endereço de Bit em arquivos de Temporizador. Notar que o sub-elemento for omitido ( formato geral Xf:e/b ) Por exemplo. utiliza-se o formato C5:8/13 ou o mnemônico do bit C5:8/DN. Tabela 8. Contador ou de Controle apresentados na tabela 8.5 Endereço de Bit ( Arquivos T. Contador ou Controle Para endereçar bits.S. para se acessar o bit zero do arquivo Contador (5) de elemento 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 84 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. pode-se acessar somente os números de bit ou mnemônicos em arquivos de Temporizador. sub-elemento acumulado.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .ACC/00. para se endereçar o bit de executado do arquivo de Contador (5) de elemento 8._________________________________________________________________________ 0-17 (octal) para arquivos de E/S 0-15 (decimal) para todos os outros tipos de arquivos 0-15999 (decimal) (opcional).

RACK LÓGICO ou GAVETA de E/S 1 Gaveta de E/S é formada por oito palavras no Arquivo Imagem de Entradas + oito palavras no Arquivo Imagem de Saídas. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 85 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 .1 – Definições básicas GRUPO E/S 1 grupo E/S é formado por uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Entradas + uma palavra (16 bits) no Arquivo Imagem de Saídas.3 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.P.3.S. 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais Observações: • • O endereço dos bits para E/S deve ser no formato OCTAL. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 8.Endereçamento no CLP 8. 1 Gaveta ou Rack Lógico = 8 grupos de E/S Observação: • Os grupos são endereçados de 0 a 7. 1 ranhura ou ½ ranhura.ENDEREÇAMENTO DE E/S 8.1. 1 grupo pode ocupar 2 ranhuras.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.1._________________________________________________________________________ 8.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 1 GRUPO E/S = 2 SLOTS 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 2 SLOTS 1 SLOT ou 1 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1 SLOT do Chassi. 1 GRUPO E/S = 1 SLOT 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 GRUPO = 00 16 Entradas Digitais 17 16 15 14 13 12 11 10 07 06 05 04 03 02 01 00 16 Saídas Digitais 1 SLOT 1/2 SLOT ou 1/2 RANHURA Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 1/2 SLOT do Chassi. 2 GRUPOS E/S = 1 SLOT 16 ED 16 SD 16 ED 16 SD GRUPO 0 GRUPO 1 Observação: • 1 SLOT Tipo de endereçamento utilizado quando se utiliza cartões de 32 canais (32 bits).2 – Tipos de endereçamentos de Chassis 2 SLOTS ou 2 RANHURAS Neste tipo de endereçamento é atribuído 1 GRUPO de E/S para cada 2 SLOTS do Chassi. Exemplo: 1771-IBN (Módulo de Entrada Digital de 32 canais) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 86 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2 .ENDEREÇAMENTO DO ARQUIVO DE STATUS O formato para endereçamento do Arquivo de Status também difere do formato geral._________________________________________________________________________ O formato para endereçamento de E/S difere do formato geral. Palavras ou bits em um arquivo de E/S devem ser endereçados do seguinte modo: I : Gg/00-17 Onde: O : Gg/00-17 I = Entrada O = Saída G = número da gaveta E/S ou Rack Lógico E/S G = número do grupo do módulo 00 – 17 = número do terminal ( bit ) 8.3.S.P. Palavras ou bits em um arquivo de Status devem ser endereçados do seguinte modo: S : e/b Onde: S = arquivo de Status e = número do elemento ( 00-31 ) b = número do bit ( 00-15 ) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 87 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

ACC – endereço de uma palavra de um arquivo do tipo Temporizador ( valor acumulado do temporizador 12 em um arquivo 4 ) ENDEREÇAMENTO DE ELEMENTO S:3 – endereço de uma palavra em um arquivo de Status elemento 3 F8:58 – endereço de um elemento em um arquivo do tipo Ponto Flutuante. Grupo 2 e bit 10._________________________________________________________________________ 8. elemento 58 do arquivo 8. - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 88 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.3 – Exemplos de Endereçamento Direto ENDEREÇAMENTO DE BIT - B3/245 – endereço de um bit na faixa de 0 a 15999 do arquivo de bit de número 3 ( nesse formato não é especificado o número do elemento ) B3:15/5 – endereço de bit idêntico ao B3/245 ( neste formato é especificado o número do elemento ) - - I:002/10 – endereço de bit de entrada.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . S2:0/7 – endereço de um bit localizado no elemento 0 do arquivo de Status N7:64/00 – endereço de um bit localizado no elemento 64 do arquivo de tipo Inteiro.P. - - ENDEREÇAMENTO DE SUBELEMENTO T4:12. que representa gaveta ou Rack Lógico 00 . C5:6/DN – endereço de um bit ( bit de executado DN ) de um arquivo do tipo Contador de elemento 6.

Se isso ocorrer. Recomenda-se utilizar um inteiro (N). faz-se necessário observar as seguintes regras: Um endereço indireto deve ser indicado por colchetes. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Por exemplo. elemento ou bit ).S. o controlador acusará um erro de run-time ao executar a instrução e exibirá. recomenda-se utilizar endereços inteiros para o número de arquivo ou de elemento de um endereço indireto. REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDIRETO Para realizar um endereçamento indireto. o número do arquivo de Ponto Flutuante (F) foi substituído por um endereço direto do arquivo do tipo inteiro (N7:32). no endereço F[N7:32]:0. Contador (C) ou Controle (R)._________________________________________________________________________ 8. elemento ou bit do endereço indireto. Um endereço indireto é designado através de colchetes ( [ ] ).4 – Endereçamento Indireto A forma de endereçamento indireto permite que um arquivo. uma vez que nesse endereço está armazenado o número correspondente ao arquivo F. esse número deve corresponder ao mesmo tipo de arquivo especificado na Tabela de Dados. a localização da linha com falha. Temporizador (T). Caso contrário. elemento ou bit seja especificado. - _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: Não é permitido combinar tipos de arquivos diferentes ao utilizar o endereçamento indireto. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 89 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Já o endereçamento direto é utilizado para endereços que não variam. na tela referente ao Arquivo de Status. sendo que os endereços indiretos podem ser formados por até dois endereços diretos ( arquivo. através de seu local de armazenamento na Tabela de Dados.3. O endereço dentro dos colchetes deve ser um endereço lógico direto de um elemento do tipo Inteiro (N). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . - O identificador de endereço de arquivo (#) deve ser omitido dentro do colchetes. O endereçamento indireto é utilizado quando se deseja que o programa de aplicação manipule números de arquivos ou elementos. ocorrerá um erro de run-time. Quando um endereço indireto armazena um número de arquivo. Para tanto. os quais contém o endereço do número do arquivo.

elemento ou bit. ENDEREÇO DE BIT Os formatos para endereçar um bit e seus respectivos exemplos são: Bf/b B3/15999 B[N7:10]/25 B/[ ] B[ ]/[ ] Xf:e/b N7:3/15 N[N7:11]:3/12 N7 [ ]/10 N[ ] [ ]/6 Xf:e. tem-se um endereço lógico direto pertencente ao arquivo de Ponto Flutuante ( F ) e esse arquivo é numerado de #F9 até #F13. O delimitador ( : ) não precisa ser introduzido entre os colchetes. Se esse valor ultrapassar o tamanho do arquivo. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .s/b T4:7.ACC/00 Pode-se também endereçar um bit. nem imediatamente antes ou depois dos mesmos.P. o número do elemento não deverá ultrapassar o comprimento do arquivo a que ele pertence.ACC/00 T[ ] [ ]. com possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais. _________________________________________________________________________ ATENÇÃO: O controlador NÃO verifica o valor do elemento armazenado em um endereço indireto.S.ACC/00 C[N7:12]:5.ACC/00 C5 [ ]. os dados poderão se tornar inválidos. Assim. tal como: R6:[ ]/EN. ou seja._________________________________________________________________________ . esse número deve ser armazenado em um endereço inteiro ( por exemplo: N7:0 ) e deve estar dentro da faixa de 9 a 13.3. ocasionando operação inesperada da máquina. Caso se deseje endereçar indiretamente o número do arquivo F. o endereço indireto do número do arquivo de Ponto Flutuante seria F[N7:0]:0. A título de exemplo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . utilizando-se o mnemônico EN. 8. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 90 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. cruzar o limite de um arquivo e entrar no próximo arquivo que pode ser do mesmo tipo ou diferente. Os formatos gerais de endereçamento e seus respectivos exemplos são apresentados a seguir. afim de evitar um erro de run-time.5 – Exemplos de Endereçamento Direto e Indireto Os formatos do endereçamento indireto são diferentes dependendo de se endereçar indiretamente um número de arquivo.Se um endereço indireto armazenar um elemento.

pode-se criar instruções apropriadas através do endereçamento indexado.P. Assim. acrescido do valor do índice. em um endereço lógico. a seguir. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 91 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O controlador inicia a operação no endereço. N7:3 F[N7:3]:3 D9[ ] A[ ][ ] ENDEREÇO DE ARQUIVO O formato geral utilizado para endereçar um arquivo é #Xf:e. imediatamente antes do identificador de tipo de arquivo. #F8:0 #D[N7:14]:27 #N10[ ] #A[ ][ ] 8.3. são apresentados alguns exemplos. sendo que o mesmo deve ser colocado. Para operações repetidas e de malha. sendo possível manipular este valor no programa de aplicação. antes de habilitar uma instrução indexada. deve-se manipular esse valor. O símbolo do endereço indexado é #.6 – Endereçamento Indexado Esta forma de endereçamento permite indexar um endereço através de um número de palavras selecionado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a seguir são apresentados alguns exemplos. Todas as instruções indexadas utilizam a mesma palavra ( S:24 ) para armazenar um valor de Índice. sendo que._________________________________________________________________________ ENDEREÇO DE ELEMENTO A forma de endereçar um elemento é Xf:e.S. Armazena-se o valor de índice em uma palavra no arquivo de Status do CLP-5. sendo que. Deve-se também entrar com um valor de Índice na palavra 24 do Arquivo de Status do Controlador ( S:24 ).

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .. ocorrerá um erro de runtime..................................... e o bit de falha grave no arquivo de Status do Controlador será energizado... listadas acima..... Quando for utilizado dois ou mais endereços indexados em uma mesma instrução...... Antes de habilitar uma instrução que tenha um endereço indexado...................................... o mesmo valor de Índice será adicionado a cada endereço indexado........... FLL Pode-se também utilizar o símbolo # para identificar endereços em uma instrução de arquivo.. pode ocorrer operação inesperada da máquina..............P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ......................................... O Controlador não verifica isso a menos que seja utilizado um endereço indexado indireto ou que seja excedida a área de arquivo de dados da memória....... para o valor desejado....... As instruções de arquivo._________________________________________________________________________ REGRAS PARA ENDEREÇAMENTO INDEXADO Certifique-se de que o valor de índice ( positivo ou negativo ) não permita que o endereço indexado exceda os limites do arquivo........................................ Caso contrário........FSC Cópia de Arquivo................ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 92 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas...BSL / BSR Detecção de Diagnóstico.. Se o endereço indexado exceder a área de arquivo de dados... deve-se atualizar a palavra que contém o valor de índice.......... SQI / SQL / SQO Lógica e Aritmética de Arquivo............. ocasionando possíveis avarias ao equipamento e/ou danos pessoais................... - As seguintes instruções manipulam o valor de Índice na palavra S:24: Carga / Descarga FIFO.................................. Certifique-se de monitorar e/ou armazenar o valor de índice antes de utilizar um endereço indexado................... FFL / FFU Comparação de Bits de Arquivos..... DDT Entrada / Carga / Saída de Sequenciador....................................... FAL Preenchimento de Arquivo..S............... COP Deslocamento de Bit à Esquerda / à Direita........................ FBC Comparação e Pesquisa de Arquivo.............. de acordo com o modo de operação da instrução selecionado...................................... ATENÇÃO: As instruções de arquivo manipulam o valor de índice armazenado na palavra S:24........... utilizam automaticamente a indexação de endereço......................................

assim. Se o valor de Índice 10 for armazenado na palavra S:24.7 – Exemplo de Endereçamento Indexado No exemplo da instrução ADD ( figura 8.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 N7:10 N10:0 N11:15 . uma palavra dessa tabela. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 93 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. No exemplo da figura 8. economizando.S.3. é inserido um símbolo de endereçamento indexado no endereço Fonte e Destino. ou então com o Controlador no modo programação. o controlador manipulará os dados armazenados no endereço base adicionado do valor do índice. valores de referência.F ). tais como. serão utilizadas três palavras. as constantes do programa não podem ser manipuladas pelo programa de aplicação. podem ser introduzidas diretamente no programa de aplicação. Uma vez inseridas._________________________________________________________________________ 8. Figura 8. serão utilizadas duas palavras de armazenamento na memória do programa e se a constante for de ponto flutuante.F – Exemplo de Endereçamento Indexado. Pode-se alterá-las utilizando o software de programação estando on-line com o Controlador.F. o controlador manipula os valores dos seguintes endereços: SOURCE A SOURCE B DEST 8. Se a constante for maior que 1024.3. independente da Tabela de Dados.8 – Constantes do Programa As constantes de número inteiro ou de ponto flutuante. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1. habilitará uma saída.1754944E-38 a +/.3.9 – Visualização dos Números de Ponto Flutuante Embora o controlador manipule e armazene números de ponto flutuante na faixa de +/. pode-se introduzir diretamente um valor de referência 238 em uma instrução de comparação.1754944E-38 a +/.3.3. o terminal de programação utilizado tem limitações que devem ser consideradas.P. 8. armazenado em algum endereço direto é tal que.1.402824E+38 para constantes de ponto flutuante.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .402824E+38. A comparação desse valor com um outro. Por exemplo. o terminal de programação pode arredondar ou truncar o número inserido. Dependendo do número de dígitos significativos e da extensão do número de ponto flutuante. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 94 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Ao inserir 238 na instrução de comparação o valor 238 é armazenado no programa de aplicação. quando a expressão N7:0 = 238 for verdadeira._________________________________________________________________________ A faixa de valores para constantes de números inteiros é de –32768 a +32767 e de +/.

Nota: Sem a ativação.Roda em Ambiente operacional Windows 95. . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . é necessário estar com o RS Logix 5 em modo On Line.S. NT.Modos de programação: OFF LINE à o programa é armazenado na memória RAM do micro ON LINE à o programa é armazenado na memória RAM do CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 95 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P._________________________________________________________________________ 9 . .Para monitoração das variáveis do CLP.Em cada micro deverá ser instalada uma licença de software. XP. . 2000. o RS Logix 5 não roda. 98.1 – Introdução .É um software de configuração.É utilizado também como uma ferramenta de manutenção e depuração do programa aplicativo. RS LOGIX 5 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . que contém a ativação a ser transferida para o micro. . Para isto. programação e documentação dos Controladores Lógicos Programáveis CLP-5 ( Rockwell Automation / Allen Bradley ). deve-se ter um disquete chamado de Master disk. .

1.S.2 – Fazer as modificações necessárias na linha localizada. Nota: Os arquivos gerados pelo RS Logix 5 têm extensão (.2 – Selecionar File / Open / Abrir o diretório onde o arquivo da aplicação está gravado / selecionar o arquivo a ser aberto e clicar no botão Abrir.2. teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 96 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 9.2. 9.1 – ABRINDO UMA APLICAÇÃO EXISTENTE 9.2. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .RSP à VASPS_MCS2_UNIC_02MAIO04._________________________________________________________________________ 9.1.2. 9.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .RSP) Exemplos: Aplicação VASPS – MCS – PLC1 Aplicação VASPS – MCS – PLC2 à VASPS_MCS1_UNIC_02MAIO04.RSP 9.P.1 – Abrir o RS Logix 5 . Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.2.2.3 – Clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Verify Rung para verificar a linha e finalizar a modificação.2.2 – Procedimentos de operação do software RS Logix 5 9.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada.2. Teclar Close para fechar a janela.2 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em OFF LINE (memória micro) 9.

2 – Dar duplo clique na linha de programa a ser modificada ou clicar com o botão direito do mouse no início da linha e selecionar Start Rung Edit ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 97 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . teclar CTRL + G e digitar 20:1 e teclar Go To.3.P. teclando CTRL + G e digitando o número do arquivo : número da linha de programa a ser modificada.2.1 – Procurar pela linha (RUNG) de programa a ser modificada.3 – MODIFICANDO UMA LINHA DE PROGRAMA em ON LINE (memória PLC) 9. 9. Teclar Close para fechar a janela.S.2. Exemplo: Para se modificar a linha 1 do Ladder 20.3.

3 – Fazer as modificações necessárias sobre a linha de cor azul 9._________________________________________________________________________ 9.2. . ou seja.4 – Concluídas as modificações. aparecem os seguintes comandos de edição ON LINE: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 98 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Observação: No modo ON LINE na janela ladder.Assemble Edits para finalizar a edição.2. clicar com o botão direito do mouse e selecionar na seguinte ordem: .P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . .3.Test Edits para testar a edição (observe que a linha r fica azul e a linha e fica verde. a linha que foi modificada passa a ser executada.Accept Rung Edits para verificar a modificação feita. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3.S.

4.2._________________________________________________________________________ 9.2. o nome dele aparece automaticamente. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4.2.4 – GERANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.P. 9.4 – Após o backup ter sido completado aparecerá a seguinte janela.4. Caso seja o que já está aberto.1 – Estando com a aplicação aberta selecionar File / Backup Project 9.2 – Aparecerá uma janela para selecionar o nome do arquivo a ser feito o backup.2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 99 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.3 – Selecionar o diretório onde o arquivo backupeado será armazenado e clicar no botão OK 9.

2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. o nome do arquivo a ser restaurado e clicar no botão Abrir ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 100 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.5.5.2.2.2 – Selecionar File / Open e selecionar arquivos do tipo RS Backup Files (*._________________________________________________________________________ 9.RP1) 9.1 – Abrir o RS Logix 5 9.P.5 – RESTAURANDO UM BACKUP DE UMA APLICAÇÃO 9.3 – Selecionar na lista. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5.

2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 101 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5 – O arquivo restaurado será aberto automaticamente no RS Logix 5.4 – Selecionar o diretório onde será armazenado o arquivo a ser restaurado e clicar no botão OK.5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ 9.2. 9.5.

.6.S.6.1 – Abrir o software RS Linx 9.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Selecionar Communications / Configure Drivers.P.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 102 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.6 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER SERIAL RS-232 ATRAVÉS DO RS LINX 9._________________________________________________________________________ 9.2..

3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 103 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .._________________________________________________________________________ 9.2.4 – Selecionar o driver RS-232 DF1 devices e clicar no botão Add New.6.2.P.. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6.

5 – Clicar no botão OK 9.6._________________________________________________________________________ 9.6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Neste caso.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Port ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 104 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. apenas selecionar a porta serial onde está conectado o cabo serial Comm.2.P.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver serial.S.

Neste caso o driver estará pronto para rodar. basta clicar no botão Auto-configure para configuração automática dos parâmetros para este driver.P.2.S.8 – O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running.6. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Deverá aparecer a seguinte mensagem Auto-configuration sucessfully. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 105 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.6. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2.7 – Caso o cabo esteja conectado na porta serial do CLP. 9.

2. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 106 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Selecionar Communications / Configure Drivers.P.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Abrir o software RS Linx 9..S..7. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .7 – CONFIGURAÇÃO DO DRIVER ETHERNET ATRAVÉS DO RS LINX 9.2.7._________________________________________________________________________ 9.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .7._________________________________________________________________________ 9.2.. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 107 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Clicar no botão de Available Drivers Types 9.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .4 – Selecionar o driver Ethernet devices e clicar no botão Add New.2.7..P.

2._________________________________________________________________________ 9.250 refere-se ao canal Ethernet do PLC1 IP 128.251 refere-se ao canal Ethernet do PLC2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 108 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P.1. Clicar no botão OK para fechar a janela do driver. Neste caso.2.1.7. teclar Add New.5 – Clicar no botão OK 9.6 – Aparecerá a janela de configuração do driver Ethernet. Para cada novo endereço de IP a ser acrescentado na lista.7.221.221. digitar o endereço de IP da porta Ethernet do CLP. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . No exemplo abaixo: IP 128.

2.O driver aparecerá na lista de drivers configurados e o status será running. Neste caso o driver estará pronto para rodar.S.7.7.8 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 109 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 9.P.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .7 – Configurar o IP Address do terminal (micro) compatível com o endereço IP do PLC através do Painel de Controle do Windows / Conexões de Rede. 9.

_________________________________________________________________________ 9.2.8 – TRANSFERINDO UMA APLICAÇÃO PARA O CLP - (DOWNLOAD) 9.2.8.1 – Estando com a aplicação a ser transferida para a memória do CLP aberta, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.8.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.8.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.8.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.8.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.8.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Download

9.2.8.8 – Aparecerá uma janela informando o nome do projeto / modelo e revisão da CPU a ser transferida e o nome do Processador / modelo / revisão do PLC cujo terminal está conectado. Clicar no botão OK para iniciar o procedimento de downloading. Observação: Caso o PLC esteja no modo REM RUN o mesmo será passado para o modo REM PROG (CPU pára de executar o programa) e ocorre a transferência do controle para o PLC Stand by caso você tenha um sistema de redundância. 9.2.8.9 – Após o download ter sido completado, caso a CPU tenha sido colocada no modo REM PROG, o software informa se o usuário deseja voltá-la para o modo REM RUN, caso contrário, a mesma permanece em REM PROG. 9.2.8.10 – Aparecerá a seguinte janela:

9.2.8.11 – Clicar no botão Sim para entrar ON LINE
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_________________________________________________________________________ 9.2.9 – SALVANDO UMA APLICAÇÃO DO CLP - (UPLOAD) 9.2.9.1 – Abrir a aplicação OFF LINE. Estando com a aplicação aberta, é necessário configurar o driver a ser utilizado no RS Logix 5 para a comunicação com o CLP. Neste caso, selecionar Tools / Options e aparecerá a seguinte janela:

9.2.9.2 – Selecionar System Communications e aparecerá a seguinte janela:

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_________________________________________________________________________ 9.2.9.3 – Selecionar o driver AB_DF1 (para comunicação pela porta serial) ou AB_ETH-1 (para comunicação pela rede EtherNet). (Obs.: Os drivers AB_DF1 e/ou AB_ETH-1 já devem ter sido configurados através do RS Linx) 9.2.9.4 – Clicar no botão Who Active... para localizar o PLC1 ou PLC2 na rede ethernet e selecionar o PLC desejado para comunicação. Caso a comunicação seja feita pela porta serial configurar Node Processor = 1 9.2.9.5 – Clicar no botão Aplicar 9.2.9.6 – Clicar no botão OK para fechar a janela 9.2.9.7 – Estando na janela principal selecionar no botão OFF LINE / Upload

9.2.9.8 – Inicia-se o processo de Upload. Após o Upload salvar o arquivo (projeto) no micro teclando o botão salvar.

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10 – ACESSANDO A TABELA DE DADOS DO CLP 9.10.P.2 – Para acessar qualquer arquivo de dados. basta posicionar o cursor sobre a pasta do arquivo e dar duplo clique ou clicar com o botão direito e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 114 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .10. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a área de dados dentro da aplicação: 9.2.2.S.

É possível digitar um símbolo (tag) e descrição para cada endereço. 9._________________________________________________________________________ 9.3 – Aparecerá a seguinte janela: 9.P.2.S.5 – Clicando no botão Usage será mostrada uma tabela dos endereços (bits / palavras) utilizados dentro da aplicação. Binário.4 – A partir desta janela é possível monitorar e/ou alterar o valor de qualquer registro (palavra). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .10. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 115 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Octal). Hex/BCD. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.2.10. É possível também selecionar a base (Decimal.10.

9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9. colocar o cursor sobre um endereço (bit ou palavra) e clicar com o botão direito para selecionar Goto Data Table para abrir a tabela de dados naquele endereço.6 – Monitorando o ladder.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 116 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.10.2.10. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .7 – Estando em uma janela ladder qualquer teclar CTRL + G e digitar o endereço a ser monitorado. Clicar no botão Go To e Close para fechar.2.

2 – Aparecerá a seguinte janela relatando o resultado da referência cruzada ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 117 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.11 – REFERÊNCIA CRUZADA 9.1 – Estando com o programa aplicativo ladder aberto.2._________________________________________________________________________ 9.P.11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . clicar com o botão direito sobre o endereço que se deseja fazer a referência cruzada e selecionar a opção Cross Reference 9.11.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.2.

S. clicar duas vezes sobre a linha na lista.2.3 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .11.Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 118 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Exemplo: .P.Para se localizar a linha específica.Clicando duas vezes na linha indicada abaixo: . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Nesta lista podemos observar os seguintes itens: N20:2/0 VSD in operation OTE File #8 – Modbus 1 51 à endereço a ser pesquisado à descrição do endereço (documentação) à instrução onde está sendo usado o endereço à Arquivo ladder onde está sendo usado à linha de programa onde está sendo usado 9.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.11. podemos abrir o arquivo de Referência Cruzada através da janela árvore de projeto conforme figura abaixo: Arquivo de Referência Cruzada 9.P. Aparecerá a seguinte janela: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 119 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.5 – Dar duplo clique no arquivo Cross Reference ou clicar com o botão direito e selecionar abrir.11._________________________________________________________________________ 9.4 – Estando com um projeto aberto no RS Logix 5.2.

_________________________________________________________________________ Como podemos perceber a lista de referência cruzada está organizada por ordem de endereços ( Sorted by address) Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por símbolos (tags).P. Neste caso. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . aparecerá a seguinte janela: Se você precisar acessar a lista de referência cruzada organizada por endereços. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . basta clicar no botão Sort By Address. basta clicar no botão Sort By Symbol. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 120 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.

_________________________________________________________________________ 9. 9.S. dar duplo clique no arquivo O0 – OUTPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 121 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.12 – ACESSANDO A TABELA DE FORCES DO CLP 9.2 – Para acessar a tabela de Forces das Saídas digitais.1 – Estando com a aplicação aberta podemos visualizar a tabela de forces.2.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.12.12.

4 – No programa podemos observar quando um endereço está forçado ou não e o estado deste force.P._________________________________________________________________________ Como podemos observar a saída de endereço O:032/7 está Forçada em ON (1) 9.2. dar duplo clique no arquivo I1 – INPUT ou clicar com o botão direito do mouse e selecionar Open Como podemos observar a entrada de endereço I:031/5 está Forçada em OFF (0) 9. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 122 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.3 – Para acessar a tabela de Forces das Entradas digitais.S.2.12. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .12.

Teclar GoTo e Close para fechar a janela.2.12.5 – Procedimento para forçar um endereço (bit) 9.P.S.1 – Teclar CTRL + G e digitar o endereço do bit a ser forçado para acessar a tabela de dados do CLP.5.2.2. Aparecerá a seguinte janela de dados: 9.2 – Clicar no botão Forces para acessar a tabela de Forces ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 123 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ 9.12. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .5.

P.3 – Digitar 1 [enter] para FORCE ON Digitar 0 [enter] para FORCE OFF Digitar . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .12. [enter] para REMOVER FORCE 9. 9._________________________________________________________________________ 9.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .12. clicar com o botão direito do mouse e selecionar Force On / Force Off ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 124 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.2.5.2.5 – Para forçar um endereço (bit) de entrada e/ou saída procurar o endereço no programa ladder.5.12.4 – Se for o primeiro bit a ser forçado dentro da aplicação é necessário habilitar o(s) Force(s).5.

9.2.13.S. isto significa que o CLP está em falha. 9.4 – Aparecerá a seguinte tabela de Falhas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 125 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2.1 – Caso o Led de PROC no frontal do CLP esteja piscando na cor vermelha. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Para se determinar o tipo de falha devemos acessar a tabela de Falhas do CLP.13 – ACESSANDO A TABELA DE FALHAS DO CLP 9.P.13.3 – Clicar no botão à direita da janela FAULTED e selecionar Goto Error para acessar a tabela de Falhas do CLP.2.13.13. 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2._________________________________________________________________________ 9.2.2 – Estabelecer a comunicação com o CLP ( ON LINE ) Observe que aparece uma janela vermelha FAULTED (CPU em Falha).

6 – Outra forma de se acessar a tabela de falhas do CLP.P.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .13. clicar no botão Clear Major Error.S. dar duplo clique na pasta do arquivo S2 – STATUS 9.5 – Para resetar a sinalização de falha no CLP.2.13. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 126 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. selecionar a pasta Errors para acessar a tabela de Falhas do CLP.13._________________________________________________________________________ 9.7 – Estando com a janela de STATUS aberta. Observar que o modo de operação do CLP volta a REMOTE PROG e o Led PROC no frontal do CLP apaga.2. Após eliminados os problemas que geraram a falha podemos colocar o PLC no modo de operação através do programador ou através da chave de operação no frontal do PLC. 9. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

14._________________________________________________________________________ 9.3 – Aparecerá a seguinte janela ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 127 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.14.2.1 – Caso o Led do CH 1B pisque ou fique vermelho no frontal do CLP.14.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . existe falha de comunicação com algum rack remoto. entrar ON LINE com o PLC usando o RS Logix 5 9.2. 9. Neste caso.2 – Abrir a pasta Channel Configuration na pasta do Controlador na árvore de projeto.2. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.2.14 – IDENTIFICANDO FALHAS DE E/S 9.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 128 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Através do desenho da configuração do sistema de controle.14. localizar o painel e o(s) respectivo(s) rack(s) com falha(s) e tomar as devidas providências._________________________________________________________________________ 9.4 – Clicar na posta Channel 1B para acessar a configuração dos racks remotos conectados a este canal. .P.Pode-se observar que existem falhas no rack 2 e no rack 3. Observação: Consultar o catálogo do fabricante com relação ao módulo adaptador local (1771-ASB) para identificar o tipo de falha ocorrida e providências a serem tomadas para resetar a falha e rearmar o sistema.S.

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10. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
10.1 Padronização IEC

10.2 Linguagem gráfica 10.2.1 – Diagrama de lógica de relés ( LADDER ) 10.2.2 – Diagrama de Blocos de Funções (FBD) 10.2.3 – Gráfico sequencial de Funções (SFC)

10.3 Linguagem textual 10.3.1 – Lista de instruções (IL) 10.3.2 – Texto estruturado ( ST) 10.3.3 – Basic (BAS) 10.3.4 – Linguagem C

Figura 10.A – Tipos de linguagens de programação

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_________________________________________________________________________ 10.4 - LINGUAGEM LADDER Forma de programação usada para passar instruções ao CLP sobre como deve ser executado o plano de controle (lógica de intertravamento, segurança e alarmes) Utiliza símbolos similares aos usados em diagrama elétrico de relés como linguagem de programação. No início pensou-se em se desenvolver uma linguagem de programação muito próxima dos circuitos elétricos para ser familiar às pessoas responsáveis pela manutenção. Hoje a linguagem Ladder tornou-se padrão em programação para CLP´s. O programa aplicativo das plataformas utilizando o CLP-5 utiliza este tipo de linguagem de programação.

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11. INSTRUÇÕES BÁSICAS DO CLP - 5
11.1 – INSTRUÇÕES DO TIPO RELÉS 11.1.1 - Generalidades As instruções do Tipo relés são: - Instruções Examine - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída - Instruções de Energizar / Desenergizar Saída com retenção Utilize estas instruções para monitorar o estado dos bits na tabela de dados, tais como bits de entrada, bits da palavra de controle do temporizador e para controlar o estado dos bits na tabela de dados, tais como, bits de saída. Na descrição a seguir, um dispositivo de entrada é utilizado nos exemplos. 11.1.2 – Instruções Examine Existem duas instruções de entrada do tipo "Examine": - Examinar se energizado ( XIC ); - Examinar de desenergizado ( XIO ); Elas instruem o controlador para verificar o estado energizado / desenergizado de um endereço específico de um bit na memória. "Um" ou "Zero" armazenado no endereço do bit pode representar o estado real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E / S. 11.1.2.1 – Examinar se Energizado ( XIC ) Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido na memória para o bit correspondente. Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo de entrada não mais fecha o circuito, o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, esta instrução será habilitada quando a instrução XIC for verdadeira ( entrada acionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada desacionada ). Figura 11.A

Figura 11.A – Instrução Examinar se Energizado
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_________________________________________________________________________ 11.1.2.2 – Examinar se Desenergizado ( XIO ) Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada, conectado a ele, indica um estado desenergizado, que é refletido no bit correspondente na memória. Ao localizar uma instrução XIO com o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é acionado o controlador ajusta a lógica desta instrução para falsa. Caso a linha lógica, que contém esta instrução, também contenha uma instrução de saída, a mesma será habilitada quando a instrução XIO for verdadeira ( entrada desacionada ). Uma instrução de saída não retentiva será desabilitada quando a instrução for falsa ( entrada acionada ). Figura 11.B

Figura 11.B – Instrução Examinar se Desenergizado

11.1.3 – Instruções Energizar / Desenergizar Saída As instruções Energizar / Desenergizar Saída são empregadas para energizar ou desenergizar um particular bit na memória do Controlador. Estas instruções são: Energizar / Desenergizar saída ( OTE ) Energizar saída com retenção ( OTL ) Desenergizar saída com retenção ( OTU )

11.1.3.1 – Energizar Saída ( OTE ) Utilize instruções OTE para energizar um bit específico na memória. Se o endereço do bit corresponder ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha de programa de aplicação. Se um caminho lógico for estabelecido com instruções de entrada, a instrução OTE será habilitada. Caso este caminho não seja estabelecido ou as condições da linha se tornem falsas, a instrução OTE é desabilitada. Quando as respectivas condições se tornam falsas, o dispositivo de saída associado se desenergiza.
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Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas, 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo - S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 133 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Figura 11. Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma (desabilita ou desenergiza) o bit na memória. Se o mesmo não for estabelecido e o bit correspondente na memória não tiver sido energizado previamente. a instrução OTL é habilitada.1.C ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Uma bobina de relé é controlada por contatos em sua linha no circuito lógico. o bit na memória será retido energizado e assim permanecerá mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas. O programa de aplicação pode examinar um bit controlado por estas instruções sempre que necessário. Entretanto.C – Instrução Energizar Saída 11. a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na memória._________________________________________________________________________ Uma instrução OTE é semelhante a uma bobina de relé sendo controlada por instruções anteriores em sua linha de programa ( figura 11. o dispositivo de saída conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for energizado.E ). Caso o caminho lógico seja estabelecido com instruções de entrada. Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde ao endereço de um terminal do módulo de saída. se o caminho lógico foi estabelecido previamente. Quando um caminho lógico é estabelecido.P. a instrução OTL não será habilitada.2 – Energizar Saída com Retenção e Desenergizar Saída com Retenção ( OTL e OTU ) Estas instruções são instruções de saída retentiva e geralmente são utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas mesmas. Um caminho lógico completo de condições verdadeiras é semelhante a um circuito elétrico de contatos fechados.3. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha anterior às instruções OTL ( figura 11.D ) e OTU ( figura 11.

_________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Figura 11. saída ou combinações dessas instruções. Podem ser programadas ramificações paralelas para instruções de entrada. a última instrução verdadeira de energizar ou desenergizar saída com retenção continua a controlar o bit na memória. 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas. passem a falsas.D – Instrução Energizar Saída com Retenção ( OTL ) Figura 11.P.E – Instrução Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) Quando o CLP-5 passa do modo operação para o modo programação. Pode-se obter até quatro inícios de ramificação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 134 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções OTL e OTU sempre que necessário. antes de se ter um fim de ramificação. Para maiores detalhes sobre a programação de ramificação consulte o manual do terminal de programação utilizado.4 – Instruções de Ramificação Para formar lógica paralela no programa de aplicação. As instruções retentivas mantém seu estado. ou na queda da alimentação ( desde que exista uma bateria de back-up instalada ).1. até quatro níveis.F a seguir apresenta um exemplo de ramificação interna. O dispositivo da saída energizada com retenção é energizado mesmo que as condições da linha que controlam a instrução de energizar saída com retenção. Ao retornar ao modo operação ou no caso da alimentação ser restaurada.S. utilizam-se as instruções de ramificação. O CLP-5 permite ramificação interna.

1. a lógica da linha será habilitada.1 – Ramificação de Entrada Utiliza-se uma Ramificação de Entrada no programa de aplicação.S. afim de permitir mais de uma combinação de entradas para formar ramificações em paralelo ( condições lógicas . Este conceito é importante. para se reduzir o tempo de varredura do programa.4. diminuindo o tempo de varredura de 1. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 135 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. ( XIC ou XIO ) cuja lógica seja falsa. Onde for possível. a lógica da linha não será habilitada e a lógica da instrução de saída não será verdadeira (saída não será energizada).3 microsegundos para 0. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . o controlador varre o resto da linha como se fosse falsa. 11._________________________________________________________________________ Quando: I:002/0 for verdadeiro. recomenda-se colocar instruções de entrada em série à frente de instruções de ramificação.OU ).4. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . a varredura salta para O:003/0 Figura 11.2 – Ramificação de Saída A instrução Ramificação de saída permite que uma ou mais condições de entrada controle duas ou mais saídas simultaneamente.P. Se pelo menos uma dessas ramificações em paralelo formar o caminho lógico. Caso ocorra o contrário.8 microsegundos.1. Ao encontrar uma instrução de entrada. especialmente com relação às instruções de ramificação. a varredura continua até I:002/3 I:002/0 for falsa. a varredura continua até I:002/1 I:002/1 for verdadeiro. a varredura continua até I:002/2 I:002/1 for falso.F – Exemplo de Ramificação Interna O Controlador CLP-5 varre as linhas da esquerda para a direita e de cima para baixo. 11.

a linha abaixo executa de acordo com a tabela de estado abaixo: Tabela de Estado SE B3/0 = 0 B3/0 = 1 ENTÃO B3/1 = 1 B3/1 = 0 _______________________________________________________________ Figura 11.I.Séries 5 ( versão 7. Esta instrução inverte o estado lógico da linha. os softwares 6200 ( DOS ) e A. Revisão C ou posterior. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . entretanto. Série C.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 136 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11.xx ) não permitem a programação ou visualização da instrução INV. por exemplo.S.G – Exemplo da Instrução INV Importante: A instrução INV pode ser programada em Arquivos Ladder ou de Texto Estruturado.5 – Instrução de Inversão ( INV ) A instrução INV é uma instrução de entrada que pode ser programada em Processadores da Nova Plataforma.

Temporizador na desenergização ( TOF ) . outra para o valor pré-selecionado e a última para o valor acumulado (figura 11. tais como.Temporizador Retentivo ( RTO ) . conforme determinado pela lógica do programa de aplicação.2 – INSTRUÇÕES DE TEMPORIZADORES E CONTADORES 11. o bit de estado será energizado.Rearme de temporizador ou contador ( RES ) 11.1 – Generalidades As instruções de Temporizadores e Contadores e seus mnemônicos são: . é o número de eventos que foram contados. As instruções de Contador e de Temporizador para o CLP-5 requerem três palavras da tabela de dados: Uma palavra é utilizada para controle da instrução. Pode-se utilizar este bit para controlar um dispositivo de saída. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .H). Os dados nas palavras do valor pré-selecionado e do valor acumulado são armazenados no formato de números inteiros. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 137 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Os temporizadores contam intervalos de tempo e os contadores contam eventos.Para temporizadores.Contador Decrescente ( CTD ) .2 – Descrição Estas instruções executam muitas das tarefas para as quais.S. frequentemente se utilizam relés de tempo ou dispositivos de temporização e de contagem de estado sólido. examinar se energizado e examinar se desenergizado. Cada instrução de temporizador ou contador possui dois valores associados a ela que são: Valor pré-selecionado .Este valor é inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução. e para contadores.Contador Crescente ( CTU ) . Palavra de Controle Valor Pré-Selecionado Valor Acumulado Figura 11. As instruções de Temporizador e de Contador são instruções de saídas que podem ser condicionadas por instruções de entradas.2._________________________________________________________________________ 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .H – Palavras da Tabela de Dados para as Instruções de Temporizador e de Contador.P. Valor acumulado . é o número de intervalos temporizados que transcorreram. Quando o valor acumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado.Temporizador na energização ( TON ) .2.

Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de Temporizador ( não é possível acessar estes bits a partir de um dispositivo de programação ). As bases de tempo disponíveis são: 1.0. . ocorrerá um erro de run-time.S. um temporizador pode ter intervalos que variam de 0. Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número negativo.01 segundo ( 10 milisegundos ) A base de tempo utilizada depende do programa de aplicação e de quanto tempo se deseja registrar.3 – Instruções de Temporizador Os dados da palavra de controle para instruções de temporizador incluem ( figura 11.I ) . Portanto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .0 segundo 0. Figura 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 138 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. causando falha no controlador. Três bits de estado do temporizador. 11.I – Palavra de Controle da Instrução de Temporizador. A precisão da instrução de temporizador depende de dois fatores: a tolerância do relógio do temporizador e a base de tempo. A tolerância do relógio é de +/.02% abaixo da sua base de tempo. Deve-se selecionar uma base de tempo para instruções de Temporizador._________________________________________________________________________ Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a 32767 e os valores para contadores variam de –32768 a +32767.02% acima ou 0.02%. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.P.

ser utilizado para energizar ou desenergizar um dispositivo de saída (linha 2). Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções JMP / LBL. O bit de executado do temporizador é desenergizado quando as condições se tornam falsas. repita a linha da instrução de Temporizador para que seja varrida dentro destes limites. a instrução TON interrompe a temporização e desenergiza este bit.5 segundos. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . apenas.5 ou 2.0 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 1. à duração de tempo entre o momento que uma instrução de Temporizador é habilitada ( bit de habilitação é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completado ( bit de executado é energizado ). o qual pode então. a contagem de tempo pára e o valor do acumulado é rearmado ( valor = 0 ). Se desenergizado antes que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. Quando o bit de executado do temporizador é energizado. O bit de habilitação (EN) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas.5 segundos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . enquanto o temporizador está registrando o tempo. JSR / SBR ou MCR fizerem com que o programa pule a linha que contém a instrução de temporizador. considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída. ele incrementará sua palavra de valor acumulado a cada intervalo contado.01 segundo mantém a precisão com uma varredura de programa de até 2.J ).5 segundos.P. O temporizador de 1. O bit de temporizando (TT) do temporizador é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor préselecionado.1 – Temporizador na Energização ( TON ) A instrução de Temporizador na Energização (TON) pode ser utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo quando tiver transcorrido um intervalo de tempo pré-determinado ( figura 11._________________________________________________________________________ O temporizador de 0. A imprecisão causada pela varredura do programa pode ser maior que a base de tempo do temporizador. Deve-se. o temporizador pára de incrementar seu valor acumulado e energiza o bit de executado (DN). A precisão da temporização aqui descrita se refere.2.S. 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 139 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando as condições da linha para uma instrução de Temporizador na Energização se tornarem verdadeiras. Se a varredura do programa de aplicação exceder a 1. Enquanto as condições permanecerem verdadeiras.3. o temporizador começará a contar intervalos da base de tempo. também.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .J – Temporizador na Energização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 140 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ A figura 11.J apresenta a instrução TON controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ) e o diagrama de tempo desta instrução. Figura 11.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

caso a linha seja falsa. Entretanto.os bits de habilitação e temporizando permanecem energizados. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. O bit de executado é energizado quando as condições da linha são verdadeiras. o temporizador continuará a temporizar até que o valor acumulado se iguale ao valor pré-selecionado. 11. a instrução de Temporizador na Desenergização pára de contar o tempo e então este bit é desenergizado. Este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando são falsas.P. Por outro lado. o bit de executado permanece energizado até que o valor do acumulado seja igual ao valor pré-selecionado. Quando as condições da linha se tornam falsas. assim que as condições da linha se tornam falsas. - - - - ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 141 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. . no caso da linha ser verdadeira. A continuidade lógica das condições da linha controla o estado energizado / desenergizado do bit de habilitação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Neste momento este bit é desenergizado. ou então. o valor acumulado será zerado e os bits de temporizando e de habilitação permanecerão energizados. ocorre o seguinte: .2.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o controlador retorna ao modo de operação ou teste ou quando a alimentação for restabelecida. O valor acumulado é zerado quando as condições da linha se tornam verdadeiras. Enquanto as condições da linha permanecem falsas.S.2 – Temporizador na Desenergização ( TOF ) A instrução de Temporizador na Desenergização conta intervalos de base de tempo e armazena esta contagem na palavra de valor acumulado. O bit de temporizando é energizado quando as condições da linha são falsas e o valor do acumulado é menor que o valor pré-selecionado. a instrução TOF difere da instrução TON sob diversos aspectos: A instrução de Temporizador na Desenergização começa a temporizar um intervalo de tempo. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados._________________________________________________________________________ Se o Controlador passar do modo de operação ou teste para programação. se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado.

Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . assim como o diagrama de tempo desta instrução.P.K – Temporizador na Desenergização e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 142 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.K apresenta a instrução TOF controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN )._________________________________________________________________________ A figura 11.

o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados. as condições de entrada podem se alterar sem que o valor acumulado seja zerado. Ela retém seu valor acumulado quando: . ocorre o seguinte: .o controlador perde a alimentação (desde que exista bateria de back-up). o bit de habilitação será energizado e o bit de executado permanecerá energizado. Retendo o seu valor acumulado. ou se a alimentação for restabelecida. . ATENÇÃO: Não utilize a instrução RES do contador / temporizador com a instrução TOF. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Quando o temporizador está registrando o tempo. pois desenergizar os bits de controle pode causar operação inesperada da máquina e/ou danos pessoais. ._________________________________________________________________________ Se o Controlador for passado do modo operação ou teste para programação.2.o valor acumulado permanece o mesmo Quando o Controlador retorna ao modo de operação ou teste. O valor acumulado da instrução de Temporizador Retentivo pode ser zerado por uma instrução RES ou desenergizando-se os bits de controle apropriados e a contagem acumulada.3.as condições de linha se tornam falsas.a operação do controlador é alterada do modo operação ou teste para programação. Quando a instrução RES que contém o mesmo endereço da instrução de Temporizador Retentivo for habilitada. a instrução RTO mede o período acumulativo durante o qual as condições da linha são verdadeiras. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 143 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. no caso da linha ser verdadeira. Caso a linha seja falsa. . 11. . ou então se a alimentação for perdida enquanto a instrução TOF estiver temporizando sem ter ainda atingido o valor pré-selecionado. o bit de temporizando será desenergizado. o valor acumulado será zerado e os bits de controle serão desenergizados quando a linha da instrução RTO passar a falsa. o valor acumulado será zerado.3 – Temporizador Retentivo ( RTO ) A instrução de Temporizador Retentivo conta intervalos de base de tempo quando as condições da linha se tornam verdadeiras.S. A temporização continua a partir deste valor quando a linha tem uma nova transição de falsa para verdadeira.os bits de executado e de temporizando permanecem energizados.o bit de habilitação permanece desenergizado.

e o bit de temporizando e de habilitação permanecerão energizados._________________________________________________________________________ O bit de executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado. a instrução de Temporizador Retentivo interrompe a temporização. Quando se retorna ao modo de operação ou a alimentação é restabelecida. Entretanto. o valor acumulado permanecerá o mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou. O bit de habilitação é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e é desenergizado quando as condições da linha são falsas.L apresenta a instrução RTO controlando um dispositivo de saída através de seu bit de executado ( DN ). O bit de temporizando da instrução de Temporizador Retentivo opera da mesma maneira que os de uma instrução TON. o bit de executado de um temporizador retentivo não é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou a alimentação é desligada e ligada. se a linha for verdadeira.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Note que este bit é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. assim como o diagrama de tempo desta instrução. o bit de executado permanecerá neste estado quando a linha passar a falsa ). Este bit é desenergizado apenas quando a instrução RES é habilitada. O bit de temporizando é então desenergizado.P. Se a linha for falsa. o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de controle serão desenergizados ( se energizado. Quando o controlador é passado do modo operação ou teste para programação. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . o bit de habilitação e o de temporizado permanecem energizados e o valor acumulado permanece o mesmo. A figura 11. Quando o valor acumulado é igual ou maior que o valor préselecionado. ou então quando a alimentação é perdida enquanto uma instrução RTO está registrando um tempo sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 144 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

P._________________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .L – Temporizador Retentivo e Diagrama de Tempo ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 145 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números inteiros. A figura 11. com o mesmo endereço da instrução do contador. as quais podem ser causadas por eventos que ocorram no programa. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . tais como peças que passam por um detetor ( figura 11.S.P.M apresenta os formatos das instruções CTU e CTD.2. Figura 11. seja habilitada.4 – Instruções de Contador Crescente / Decrescente ( CTU e CTD ) As instruções de Contador Crescente (CTU) e Contador Decrescente (CTD) contam as transições de falso para verdadeiro. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 146 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.M – Formato das instruções CTU e CTD Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado e uma palavra de controle associada. Valores negativos são armazenados na forma de complemento de 2.M ). Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e assim permanece até que uma instrução RES. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11.

N – Palavra de Controle da Instrução de Contador. Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa para verdadeira. com mesmo endereço da instrução CTU é habilitada. Figura 11. Quando a contagem ultrapassa o valor pré-selecionado atingindo ( 32767 + 1 ) ocorre uma condição de overflow. Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se a instrução RES com o mesmo endereço da instrução CTU. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 147 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado.P. o valor acumulado é incrementado de um. o valor acumulado atinge o valor de -32768 e continua a contagem crescente a partir daí.S. o bit de executado ( DN ) é energizado. Quando isto ocorre sucessivamente até que o valor acumulado se torne maior ou igual ao valor préselecionado. Também é possível desenergizá-lo decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32767 com uma instrução CTD. As instruções CTU podem contar além de seu valor pré-selecionado.N ). O bit de habilitação do Contador Crescente ( CU ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ou uma instrução RES. Isto é indicado quando o bit de overflow ( OV ) é energizado. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ A palavra de controle para instruções de Contador inclui cinco bits de estado ( figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

o bit de underflow ( UN ) é energizado. de overflow e de underflow também é retentivo. O estado energizado e desenergizado dos bits de executado. As instruções CTU e CTD são retentivas. Quando ocorrer um número suficiente de contagens e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição de falsa para verdadeira. Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado o valor acumulado atinge +32. Estes bits de controle e o valor acumulado são zerados quando a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 148 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Pode-se desenergizá-lo habilitando a instrução RES apropriada._________________________________________________________________________ As instruções CTD também contam transições da linha de falsa para verdadeira.767 e continua a contagem decrescente a partir daí. O bit de habilitação é desenergizado quando as condições da linha se tornam falsas ( instrução de Contador Decrescente desabilitada ) ou a instrução RES de mesmo endereço do contador é habilitada. Quando uma instrução CTD conta além de seu valor pré-selecionado e atinge o valor ( -32768 .S. o bit de executado do contador é desenergizado. Também é possível desenergizá-lo incrementando-se a contagem com uma instrução CTU que tenha o mesmo endereço da instrução CTD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 ). O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU ou CTD se torna falsa ou quando a alimentação do controlador é removida e depois restaurada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. O bit de habilitação do Contador Decrescente ( CD ) é energizado quando as condições da linha são verdadeiras e a instrução de Contador Decrescente habilitada.

_________________________________________________________________________ A figura 11.S.P. Figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .O – Diagrama de Tempo de Contador Crescente e Contador Decrescente ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 149 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.O é um diagrama de tempo para instruções CTU e CTD. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

de contador crescente e / ou contador decrescente. quando uma instrução RES é habilitada.P. ATENÇÃO: Já que a instrução RES zera o valor acumulado. o bit CU ou CD será desenergizado assim que a instrução RES for habilitada. leva o bit de executado a ser energizado pela instrução de Contador Crescente ou Contador Decrescente. os bits de overflow. Quando a instrução RES é habilitada. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . ela zera a instrução de temporizador. o bit de temporizando e o bit de habilitação.P mostra um exemplo de uma instrução RES para o temporizador T4:2 Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . não utilize-a para zerar uma instrução TOF. de mesmo endereço da instrução RES. são zerados o valor acumulado.S._________________________________________________________________________ 11. Isto então.P – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador. o bit de executado. Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zerados o valor acumulado. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 150 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2. Em uma instrução de Temporizador. Se a linha do contador for habilitada.5 – Instrução de Rearme de Temporizador / Contador ( RES ) Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e Temporizador. a instrução RES coloca o valor acumulado em zero. o bit de executado e o bit de habilitação. Caso o valor pré-selecionado seja negativo. o bit de executado e o bit de temporizando de uma instrução de temporizador. A figura 11.

3. através de determinadas instruções de saída.1 – Generalidades Pode-se realizar operações aritméticas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. descrita no final deste capítulo. LÓGICAS E DE MOVIMENTAÇÃO 11.P. endereço do resultado da operação.3 – INSTRUÇÕES ARITMÉTICAS.S._________________________________________________________________________ 11. 11. lógicas e de movimentação em palavras individuais. utilizando a instrução de Cálculo ( CPT ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.2 – Descrição Estas instruções podem realizar as seguintes operações: Aritméticas Adição ( ADD ) Subtração ( SUB ) Multiplicação ( MUL ) Divisão ( DIV ) Raiz Quadrada ( SQR ) Negação ( NEG ) Zeramento ( CLR ) Conversão para BCD ( TOD ) Conversão de BCD ( FRD ) Lógicas E ( AND ) OU inclusivo ( OR ) OU exclusivo ( XOR ) Complementação ( NOT ) Movimento Movimentação ( MOV ) Movimentação com Máscara ( MVM ) Pode-se também realizar essas operações.3 – Parâmetros das Instruções Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): endereço do valor que será utilizado na operação matemática. exceto a Movimento com Máscara ( MVM ). Dest ( Destino ): ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 151 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 11. Pode ser um endereço lógico direto e/ou constante de programa.

5 – Tipos de Dados O Controlador opera com dois tipos de dados: inteiro e ponto flutuante. Deste modo.3. zero ( Z ) sinal ( S ) 2 3 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1. Temporizador. Veja tabela 11. deve-se utilizar instruções aritméticas para converter BCD em número inteiro. tratando como inteiro os dados dos arquivos de Bit.P.1 Bits de Estado Aritméticos Elemento 0 Bit 0 1 Descrição carry ( transporte ) ( C ) overflow ( V ) quando o resultado é muito grande para destino ou muito pequeno em operadores de ponto flutuante.4 – Bits de Estado Aritméticos Depois que cada instrução é executada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Recomenda-se a utilização de um endereço de ponto flutuante para o destino. se inserido um endereço de ponto flutuante na expressão. ASCII e BCD. os bits de estado aritméticos são atualizados. se o resultado da operação não exceder a faixa dos valores inteiros. já que o controlador os interpreta como inteiros. Contador. caso se deseje manipular valores equivalentes BCD ou para converter número inteiro em BCD.4999 = 1 e 1. Saída. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 152 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas._________________________________________________________________________ 11. Se o destino for um número inteiro.3. pois se forem manipulados poderão perder seus valores. Estes bits se localizam no elemento 0 do arquivo de Flag. caso se deseje mostrar valores BCD externos ao controlador. Pode-se combinar valores de número inteiro e de ponto flutuante nos endereços do destino e da expressão.500 = 2. Tabela 11. por exemplo: 1. Flag. O controlador arredonda o valor final de uma expressão antes de armazená-la no destino. Se neste caso for utilizado um endereço inteiro o valor de ponto flutuante pode perder a precisão quando convertido para inteiro. o arredondamento será para o número inteiro mais próximo. Controle.S. Entrada. Os dados dos arquivos de ASCII e BCD são utilizados apenas para visualização.

elemento 0. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 – Instrução de Adição ( ADD ) A figura 11. Z e S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 11. No arquivo de Flag.7 – Instrução de Subtração ( SUB ) A figura 11. são atualizados os bits: C. Figura 11. V.3.R – Formato da Instrução SUB O valor na Fonte B é subtraído do valor na Fonte A e o resultado é armazenado no Destino. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 153 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11. No arquivo de Flag. V. são atualizados os bits: C._________________________________________________________________________ 11.S. elemento 0.3.P. Z e S.Q apresenta o formato da instrução ADD.R apresenta o formato da instrução SUB.Q – Formato da Instrução ADD O valor na Fonte A é somado com o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.

T – Formato da Instrução DIV O valor na Fonte A é dividido pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino._________________________________________________________________________ 11. No arquivo de Flag. O bit C é sempre desenergizado.3. Figura 11. Z e S. Figura 11. 11.3.S – Formato da Instrução MUL O valor na Fonte A é multiplicado pelo valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. No arquivo de Flag. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .8 – Instrução de Multiplicação ( MUL ) A figura 11.S apresenta o formato da instrução MUL. são atualizados os bits: V. são atualizados os bits: V.T apresenta o formato da instrução DIV.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 154 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. elemento 0. elemento 0. O bit C é sempre desenergizado. Z e S.9 – Instrução de Divisão ( DIV ) A figura 11.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ 11. caso contrário será energizado. O bit C será desenergizado se o resultado for zero. são atualizados os bits: V.V – Formato da Instrução NEG O valor na Fonte é subtraído de 0 e o resultado armazenado no Destino.11 – Instrução de Negação ( NEG ) A figura 11. o controlador ignora o mesmo.P. 11.3. Se o sinal é negativo.V apresenta o formato da instrução NEG. No arquivo de Flag. Z e S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 155 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11.S. são atualizados os bits: Z. elemento 0. O controlador calcula a raiz quadrada do valor absoluto.3. elemento 0. Os bits C. Figura 11.10 – Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ) A figura 11. No arquivo de Flag. V e S são sempre desenergizados.U – Formato da Instrução SQR A raiz quadrada do valor na Fonte é armazenada no Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .U apresenta o formato da instrução SQR.

_________________________________________________________________________ 11. são atualizados os Bits V e Z. o resultado é armazenado como 9999. Se o valor do número inteiro introduzido for maior que 9999. V e S são sempre desenergizados e o bit Z é sempre energizado.3.W – Formato da Instrução CLR O valor no Destino é zerado.13 – Instrução de Conversão para BCD ( TOD ) A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . No arquivo de Flag. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 156 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . os bits C. No arquivo de Flag. Figura 11.X – Formato da Instrução TOD O valor do número inteiro armazenado na Fonte ( arquivo inteiro ) é convertido para BCD e armazenado no Destino ( arquivo BCD ). Os bits C e S são sempre desenergizados.S.P. elemento 0. elemento 0. Figura 11. O bit V será energizado quando o valor do número inteiro for menor que zero ou maior que 9999.W apresenta o formato da instrução CLR. 11.3.X apresenta o formato da instrução TOD. Utilize essa conversão quando desejar exibir ou transferir valores BCD para displays externos ao Controlador.12 – Instrução de Zeramento ( CLR ) A figura 11.

Y apresenta o formato da instrução FRD. No arquivo de Flag. é utilizado o bit Z.3.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . Recomenda-se converter valores BCD em inteiro antes de manipulá-los no programa de aplicação. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 157 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.14 – Instrução de Conversão de BCD ( FRD ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11. elemento 0. Os bits C.Y – Formato da Instrução FRD O valor BCD armazenado na Fonte ( arquivo BCD ) é convertido para um número inteiro e armazenado no Destino ( arquivo inteiro ).S. V e S são sempre desenergizados.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES LÓGICAS Recordação de Portas Lógicas: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 158 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.

Esquema lógico do Padrão Água Viva: ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 159 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S. popularmente conhecido como Padrão Água Viva. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Aplicação das Operações Lógicas em Plataformas: As operações Lógicas são bastante utilizadas em rotinas de Tratamento dos sinais de E/S do PLC. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

A tabela verdade da operação lógica E é apresentada na tabela 11. são atualizados os bits Z e S.Z apresenta o formato da instrução AND.3. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .15 – Instrução lógica E ( AND ) A figura 11.2.2 Operação Lógica E A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A AND B R 0 0 0 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 160 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. elemento 0.P. No arquivo de Flag. Tabela 11.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Z – Formato da Instrução AND É executado um AND bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo )._________________________________________________________________________ 11. O bit S será energizado. Figura 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.

O bit S será energizado. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. A tabela verdade da operação lógica OU é apresentada na tabela 11. são atualizados os bits Z e S.3.AA apresenta o formato da instrução OR. se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .AA – Formato da Instrução OR É executado um OR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e o resultado é armazenado no Destino.16 – Instrução lógica OU ( OR ) A figura 11. Tabela 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.3 Operação Lógica OU A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A OR B R 0 1 1 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 161 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11._________________________________________________________________________ 11.3. No arquivo de Flag. elemento 0.P.

BB – Formato da Instrução XOR É executado um XOR bit a bit entre o valor na Fonte A e o valor na Fonte B e então armazenado no Destino. No arquivo de Flag. Figura 11.S.BB apresenta o formato da instrução XOR. são atualizados os bits Z e S.3.P. Tabela 11.4 Operação Lógica OU Exclusivo A 0 1 0 1 onde R = B 0 0 1 1 A XOR B R 0 1 1 0 é apresentada na ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 162 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .4. A tabela verdade da operação lógica OU Exclusivo tabela 11. Os bits C e V são sempre desenergizados._________________________________________________________________________ 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .17 – Instrução lógica OU Exclusivo ( XOR ) A figura 11. elemento 0.

elemento 0. A tabela verdade da operação lógica Complementação é apresentada na tabela 11.CC apresenta o formato da instrução NOT. No arquivo de Flag.P.3._________________________________________________________________________ 11. Os bits C e V são sempre desenergizados.18 – Instrução lógica de Complementação ( NOT ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .5 Operação Lógica Complementação A 0 1 onde R = R 1 0 NOT A ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 163 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. são atualizados os bits Z e S. Figura 11. O bit S será energizado se o bit mais significativo do resultado for energizado ( resultado negativo ). Tabela 11.CC – Formato da Instrução NOT O valor na Fonte é complementado bit a bit e armazenado no Destino.5. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

3. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados.P._________________________________________________________________________ 11.DD – Formato da Instrução MOV O Controlador move o valor da Fonte para o Destino. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . 11. Figura 11.3.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): Dest ( Destino ): endereço dos dados que se deseja movimentar ou uma constante de programa.EE. Os bits C e V são sempre desenergizados.EE – Formato da Instrução MVM 11. elemento 0.3. O formato da instrução é mostrado na figura 11.19 – Instrução de Movimentação ( MOV ) A figura 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 164 de 212 . Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.DD apresenta o formato da instrução MOV. No arquivo de Flag.S. são atualizados os bits Z e S.20. endereço para onde a instrução move os dados. Figura 11.20 – Instrução de Movimentação com Máscara ( MVM ) A instrução de Movimento com Máscara ( MVM ) é uma instrução de palavra que movimenta dados de uma localização de origem para um destino e permite que partes desses dados sejam mascarados por uma palavra.

A instrução movimenta os mesmos dados. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se um valor constante ( valor em Hexadecimal ). correspondentes aos zeros da palavra de máscara não são alterados. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 165 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.FF – Exemplo da Instrução de Movimento com Máscara Os dados são mascarados quando os bits da palavra da máscara são desenergizados.2 – Operação Quando a linha passa de falsa para verdadeira. ou podem ser alterados atribuindo à máscara um endereço direto ou indireto. a cada varredura.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .3.P. os dados no endereço Fonte passam através da máscara para o endereço Destino ( figura 11. enquanto a linha permanece verdadeira.FF ). os dados são transferidos quando os bits da palavra de máscara são energizados.20. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ 11. Os bits na palavra de destino. Figura 11.

_________________________________________________________________________ 11.P.21.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Dest ( Resultado / Destino ): Expression ( Expressão ): endereço do resultado da operação. por exemplo. é executada em menos tempo que uma instrução CPT ( Adição ). O resultado da operação especificada na expressão é armazenado na palavra de destino.21 – Instrução de Cálculo ( CPT ) Todas as operações descritas neste capítulo. exceto a instrução de movimentação com máscara ( MVM ). lógica ou de movimento. Figura 11.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .3. cujo formato é apresentado na figura 11. Uma instrução ADD.GG – Formato da Instrução CPT 11. O tempo de execução de uma instrução CPT é maior que o tempo de execução da sua correspondente instrução aritmética. Podem ser utilizados endereços lógicos direto e / ou constantes de programa. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 166 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. lógica ou de movimento. como esses bits são atualizados após ser realizada a operação da instrução CPT (Adição).GG. podem ser realizadas através da instrução de Cálculo ( CPT ). operação aritmética ou lógica (até 80 caracteres ).S. Depois que cada instrução CPT é desenvolvida. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . verifique através da instrução ADD. lógica ou de movimento. os bits de estado aritméticos do arquivo de flag são atualizados da mesma forma que sua correspondente instrução aritmética. Uma instrução CPT também utiliza mais palavras no arquivo de programa que sua correspondente instrução aritmética. Como exemplo.

6 apresenta os símbolos que se insere na expressão da instrução CPT para definir uma operação e apresenta também um exemplo dessas expressões.( sinal de menos ) TOD FRD AND OR XOR NOT Entrar 0 ( zero ) para a expressão Entrar somente endereço Fonte ou constante de programa para a expressão Exemplo N7:0 + N7:1 N7:0 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .6 Símbolos de Operações da Instrução CPT Operação Adição Subtração Multiplicação Divisão Raiz Quadrada Negação Conversão para BCD Conversão de BCD E OU OU Exclusivo Complementação Zeramento Movimentação Símbolo + ( sinal de mais ) . Tabela 11.P.S.N7:1 N7:0 * N7:1 N7:0 | N7:1 SQR N7:0 .( sinal de menos ) * ( asterisco ) | ( barra vertical ) SQR .N7:0 TOD N7:0 FRD N7:0 N7:0 AND N7:1 N7:0 OR N7:1 N7:0 XOR N7:1 NOT N7:0 0 N7:0 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 167 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ A tabela 11.

Pode-se comparar valores de tipos diferentes de dados.4. se o valor em N7:2 for igual a 10 ( decimal ) e o valor em D9:3 for igual a 10 ( BCD ). Entretanto. tais como.4 – INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO 11. Valores em BCD ou ASCII inseridos em uma instrução de comparação são tratados como números inteiros. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Por exemplo.3 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros que se insere nestas instruções são: SOURCE A e B ( Fonte ) .4.S.1 – Generalidades As instruções de comparação permitem comparar valores de dados e tratam-se de instruções de entrada.2 – Descrição As operações que podem ser realizadas com as instruções de comparação são: Igual a ( EQU ) Diferente de ( NEQ ) Menor que ( LES ) Menor ou igual a ( LEQ ) Maior que ( GRT ) Maior ou igual a ( GEQ ) Teste Limite ( LIM ) Igual Mascarada ( MEQ ) Todas as operações apresentadas acima também podem ser desenvolvidas através da instrução de Comparação ( CMP ). descrita no final deste capítulo._________________________________________________________________________ 11.constantes de programa ou endereços lógicos diretos de valores que se deseja comparar.P. a instrução de comparação: 10 ( BCD ) 0000 0000 0001 0000 10 ( Decimal ) 0000 0000 0000 1010 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 168 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Entretanto como os valores em BCD não são convertidos para decimal.4. ponto flutuante e inteiro. 11. os valores em BCD e ASCII devem ser utilizados apenas para fins de visualização. 11. a expressão N7:2 = D9:3 não é verdadeira. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

esta instrução será logicamente verdadeira. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .HH apresenta o formato da instrução EQU. utilizar a instrução LIM ( será vista mais a frente ) fixando assim. Ao invés disto. esta instrução será logicamente verdadeira. a instrução será falsa. Se esses dois valores forem iguais.5 – Instrução Diferente de ( NEQ ) A figura 11. 11. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 169 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.II – Formato da Instrução NEQ Quando os valores da Fonte A e da Fonte B não forem iguais.4.4 – Instrução Igual a ( EQU ) A figura 11. A instrução EQU não deve ser utilizada para comparar dois valores de ponto flutuante. Se estes valores não forem iguais. pois raramente esses valores serão totalmente iguais.HH – Formato da Instrução EQU Quando os valores da Fonte A e da Fonte B forem iguais.P. esta instrução será falsa._________________________________________________________________________ 11. uma faixa de valores com a qual o valor de ponto flutuante será comparado. Figura 11.4.II apresenta o formato da instrução NEQ. Figura 11.

6 – Instrução Menor que ( LES ) A figura 11._________________________________________________________________________ 11.JJ apresenta o formato da instrução LES. Se o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B. esta instrução será logicamente verdadeira. Figura 11.KK apresenta o formato da instrução LEQ.JJ – Formato da Instrução LES Quando o valor da Fonte A for menor que o valor da Fonte B esta instrução será logicamente verdadeira.P.4. esta instrução será falsa.KK – Formato da Instrução LEQ Quando o valor da Fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B. 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 170 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Figura 11. esta instrução será falsa.S. Se o valor da fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B.4.7 – Instrução Menor ou Igual a ( LEQ ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 171 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. esta instrução será falsa. Figura 11. Se o valor da fonte A for menor ou igual ao valor da Fonte B. esta instrução será falsa.4.4.9 – Instrução Maior ou Igual a ( GEQ ) A figura 11.P.8 – Instrução Maior que ( GRT ) A figura 11. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .MM apresenta o formato da instrução GEQ.S.MM – Formato da Instrução GEQ Quando o valor da Fonte A for maior ou igual ao valor da Fonte B. esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor da fonte A for menor que o valor da Fonte B._________________________________________________________________________ 11. Figura 11. 11.LL – Formato da Instrução GRT Quando o valor da Fonte A for maior que o valor da Fonte B. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .LL apresenta o formato da instrução GRT. esta instrução será logicamente verdadeira.

A figura 11.NN – Formato da Instrução LIM 11. dependendo de como foram ajustados os limites. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S. A figura 11.4. onde o valor A pode ser menor ou maior que o valor de C.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Low Limit ( Limite Baixo ): endereço do valor A ou constante do programa. Esses limites são os valores A e C. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .NN. endereço do valor B ou constante do programa. Figura 11.4. mostra o formato da instrução de Testar Limite ( LIM ). endereço do valor C ou constante do programa.OO apresenta dois exemplos: um para o caso do valor A ser menor ou igual ao valor C (a) e outro para o caso do valor A ser maior ou igual ao valor de C (b).10 – Instrução Testar Limite ( LIM ) Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa especificada. Caso a) Valor A ≤ valor C ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 172 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.10. Test ( valor de teste): High Limit ( Limite Alto ): A instrução é falsa a não ser que o valor de B esteja entre certos limites._________________________________________________________________________ 11.

então a instrução é falsa. a instrução é verdadeira. mas não igual a um deles.S. 11.PP apresenta o formato da instrução MEQ._________________________________________________________________________ Quando o controlador detecta que o valor B é igual a um dos limites ou está entre eles. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .11 – Instrução Igual Mascarada ( MEQ ) Esta instrução de entrada compara dados de um endereço fonte com dados de um endereço de referência. permitindo que partes desses dados sejam mascarados através de uma palavra. Se o valor B estiver entre os limites. a instrução é verdadeira.PP – Formato da Instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 173 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A figura 11. Caso b) Valor A ≥ valor C Quando o controlador detecta que o valor B está fora dos limites ou é igual a um deles. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . a instrução é falsa.P.4. Se o valor B estiver fora desses limites.OO – Exemplo da Instrução LIM A instrução LIM não possui bits de estado. Figura 11. Figura 11.

S. Os bits da palavra de máscara iguais a 0 (zero) mascaram os dados. a instrução é verdadeira. Figura 11.4. Se os 16 bits de dados de um endereço Fonte forem iguais aos 16 bits de dados do endereço Referência ( exceto os bits mascarados ). A instrução se torna falsa assim que ela detecta uma diferença.QQ – Exemplo da instrução MEQ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 174 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .QQ.11.P. endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os dados ou um valor em hexadecimal. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . _________________________________________________________________________ Figura 11.1 – Parâmetros da Instrução Os parâmetros da instrução que se insere são: Source ( Fonte ): Mask ( Máscara ): endereço do valor que se deseja comparar ou um valor inteiro. já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a comparação. Compare ( Referência ): valor inteiro ou endereço de referência para a comparação._________________________________________________________________________ 11.

4.7 apresenta os símbolos e os tipos de operação da instrução CMP._________________________________________________________________________ 11. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .RR apresenta o formato da instrução CMP.7 Símbolos e Tipos de Operação da Instrução CMP Operação Igual a Diferente de Menor que Menor ou Igual a Maior que Maior ou Igual a Símbolo = <> < <= > >= ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 175 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O tempo de execução de uma instrução CMP é maior que o tempo de execução de uma instrução de comparação. executa mais rapidamente que uma instrução CMP ( Menor ou Igual a ). Tabela 11. por exemplo. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Figura 11. A figura 11. Uma instrução CMP também utiliza mais palavras no arquivo de programa do que utilizaria sua correspondente instrução de comparação. representados por endereços lógicos diretos e/ou constantes de programa.S.RR – Formato da Instrução CMP A expressão que se insere para a instrução CMP é uma comparação entre dois valores.12 – Instrução de Comparação ( CMP ) A instrução CMP é uma instrução de entrada que permite realizar as operações de comparação ( exceto MEQ e LIM ) descritas anteriormente.P. Uma instrução LEQ. A tabela 11.

Caso a CPU PRIMÁRIA entre em FALHA.P. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU PRIMÁRIA controla as saídas distribuídas em rede RIO O CHASSI SECUNDÁRIO (aquele que abriga a CPU SECUNDÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E.CONCEITO Emprega-se redundância de controle para aumentar a confiabilidade e disponibilidade do sistema de controle contra possíveis falhas da CPU. CLP-5/40E. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 176 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. a CPU PRIMÁRIA envia para a CPU SECUNDÁRIA os valores das E/S e tabelas de dados. Durante a operação NORMAL. caso ocorra um evento de FALHA ou PARADA do sistema PRIMÁRIO. CLP-5/60E ou CLP5/80E).S.1 . CLP-5/40E. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . A redundância utiliza duas CPU´s rodando o mesmo programa aplicativo. pois caso ocorra uma falha no chassi PRIMÁRIO._________________________________________________________________________ 12. § 1 módulo 1785-BCM (Módulo de BACKUP de COMUNICAÇÃO) § 1 fonte de alimentação (interna ou externa) A CPU SECUNDÁRIA é atualizada pela CPU PRIMÁRIA com os dados relevantes do processo e está pronta para controlar as mesmas saídas.2 – OPERAÇÃO BÁSICA O CHASSI PRIMÁRIO (aquele que abriga a CPU PRIMÁRIA) é constituido por: § 1 CPU (Módulo Controlador CLP-5/20E. Uma CPU controla as E/S (chamada de CPU PRIMÁRIA) e a outra CPU (chamada de SECUNDÁRIA) fica no modo de espera. a CPU SECUNDÁRIA assumirá o controle das E/S (tornarse-á CPU PRIMÁRIA) e terá os últimos valores de dados atualizados. 12. CLP-5/60E ou CLP5/80E). Redundância de CPU´s 12. o sistema automaticamente transfere o controle para a CPU SECUNDÁRIA que passa a ser a CPU PRIMÁRIA e conseqüentemente passa a controlar as mesmas E/S.

3 – MÓDULO DE BACKUP DE COMUNICAÇÃO – 1785-BCM No sistema de redundância do CLP-5 utiliza-se um módulo 1785-BCM no Chassi Primário e outro módulo 1785-BCM no Chassi Secundário. etc) que devem ser transferidos da CPU PRIMÁRIA para a CPU SECUNDÁRIA a todo scan. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 177 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. O módulo 1785-BCM é responsável pelo BACKUP dos dados de E/S e outros dados relevantes de programa (exemplo: totalizações. Esta rede utiliza o mesmo cabo elétrico da rede DH+ e / ou RIO denominado 1770-CD (Cabo Belden 9463). para que a tabela imagem e dados da CPU SECUNDÁRIA seja atualizada com os mesmos valores da CPU PRIMÁRIA.A . parâmetros PID.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Sistema de redundância usando o módulo 1785-BCM 12. É utilizada uma rede de interligação entre estes dois módulos chamada de HSSL (High Speed Serial Link à Rede serial de alta velocidade). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo ._________________________________________________________________________ Figura 12. temporizadores.P. horímetros.

1 – Leds sinalizadores de status do módulo 1785-BCM Tabela 12.1 . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .Leds indicadores de status do módulo 1785-BCM LED PRI SEC Cor do LED verde verde Este LED indica Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema PRIMÁRIO Quando aceso – o módulo BCM pertence ao sistema SECUNDÁRIO Quando piscante – o módulo BCM está executando uma instrução de Block Transfer ou comunicando corretamente com as E/S através da placa de fundo do Chassi Quando apagado – não existe comunicação entre o módulo BCM e o Processador (CPU) Quando piscante – rede HSSL funcionando adequadamente Quando apagado – falha na rede HSSL Quando aceso – Falha de Hardware do BCM BPLN verde SER FLT verde vermelho ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 178 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P.3._________________________________________________________________________ 12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ 12. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . se este nó estiver na extremidade da rede.P. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 179 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Diagrama de interligação entre os módulos 1785-BCM Primário e Secundário (*) Substitua este trecho de rede com resistor de terminação de 150 Ohm.S.3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

_________________________________________________________________________ 13. EXERCÍCIO SOBRE ENDEREÇAMENTO DE E/S DIGITAIS Objetivo: Determinar os endereços dos sinais digitais baseados em configuração de hardware do Chassi e / ou módulo adaptador de E/S Remotas (1771-ASB). Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal 1 2 3 4 5 6 7 8 SW4 à OFF SW5 à OFF 05 Endereço: _______________________ CLP-5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 180 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. através de exercícios práticos. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO OBJETIVO Verificar a funcionalidade das instruções estudadas no curso. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.P.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Principal SW4 à OFF SW5 à ON 1 2 3 4 5 6 7 8 07 + 24 Vcc CLP-5 Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 181 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

_________________________________________________________________________ Mini-seletoras do Chassi de E/S Remotas Mini-seletoras do módulo 1771-ASB SW5 à ON SW6 à OFF SW1-1 SW1-2 SW1-3 SW1-4 SW1-5 SW1-6 SW1-7 SW1-8 à à à à à à à à ON ON ON ON OFF OFF ON ON 10 13 02 XY-122315 Endereço: _______________________ 1771-ASB ZSL-122315 ZSH-122315 Endereço: _______________________ Endereço: _______________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 182 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . desenvolver um programa em LADDER para o controle de partida / parada de uma bomba.6 – Sinalizar através de outra lâmpada do simulador o status da bomba B1 desligada. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR.2 – Existirá 1 botão para DESLIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 2 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits (contatos e bobinas) 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD3) chamado de EXERC2 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC2) 3 – Dentro desta subrotina.5 – Sinalizar através de uma lâmpada do simulador o status da bomba B1 ligada 3. desenergizar a bomba B1 e mantê-la desenergizada. energizar a bomba B1 e mantêla energizada (considerar uma lâmpada do simulador) 3. conforme descritivo abaixo: 3. 3.7 – Documentar o programa Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGA bomba Botão DESLIGA bomba Bomba B1 Lâmpada B1 LIGADA Lâmpada B1 DESLIGADA à I: à I: à O: à O: à O: / / / / / pulso NA pulso NA acesa indica B1 LIGADA acesa indica B1 DESLIGADA ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 183 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. 3.P.1 – Existirá 1 botão para LIGAR a bomba (botão de pulso NA do simulador) 3.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ Solução do exercício 2 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 184 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 185 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

após 3 segundos ligar o motor M3.4 – Quando for dado um pulso no botão DESLIGAR. após 4 segundos ligar o motor M4 e após 5 segundos ligar o motor M5.1 – Existirá apenas 1 botão para LIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NA do simulador ).P.S.5 – Documentar o programa. conforme descritivo abaixo: 3.3 – Quando for dado um pulso no botão LIGAR. 3. 3. 3. após 1 segundo ligar o motor M1._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 3 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD4) chamado de EXERC3 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC3) 3 – Dentro desta subrotina. desenvolver um programa em LADDER para controlar o acionamento de 05 motores distintos. Sinais de Entradas e Saídas Botão LIGAR motores Botão DESLIGAR motores Motor M1 Motor M2 Motor M3 Motor M4 Motor M5 à I: à I: à O: à O: à O: à O: à O: / / / / / / / pulso NA pulso NA M1 M2 M3 LIGAR DESLIGAR M4 M5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 186 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.2 – Existirá apenas 1 botão para DESLIGAR os 05 motores ( botão de pulso – NF do simulador ). desligar os 05 motores simultaneamente. após 2 segundos ligar o motor M2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . (Nota: Considerar uma lâmpada do simulador para cada motor) 3.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 3 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 187 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 188 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

desenvolver um programa em LADDER para gerar um alarme de nível Alto do condensado do filtro FIL-001A.P.2 – Deverá existir a indicação de alarme de nível alto no supervisório relacionado com a referência B3:0/0 (LAH_001A). 3.S. ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 189 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. nível normal à B3:0/0 = 1 nível alto à B3:0/0 = 0 3.3 – Ocorrerá sinalização de alarme de nível alto se a chave permanecer atuada por um tempo maior ou igual a 10 segundos.4 – Documentar o programa Nota: Considerar um botão NF do simulador como chave de nível alto. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .1 – Existe uma chave de nível (LSH_001A – contato NF) instalada no filtro FIL001A. 3. 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 4 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e temporizadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD5) chamado de EXERC4 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC4) 3 – Dentro desta subrotina.

P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 4 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 190 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 191 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

3.4 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 192 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. o mesmo deverá gerar um pulso no botão resete. a lógica deverá contar o número de partidas e indicar no registro N7:0. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – Criar uma lógica de partida / parada de um motor baseada no exercício 2 Botão liga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão desliga (pulso – NA) à considerar um botão do simulador Botão resete (pulso – NA) à zerar o contador de partidas Motor à considerar uma lâmpada do simulador Considerar: B3:1/0 à retorno do status do motor (=0 desligado / =1 ligado) Registro: N7:0 à número de partidas do motor 3.2 – Toda vez que for dado um comando de partida e houver retorno de motor ligado._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 5 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD6) chamado de EXERC5 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC5) 3 – Dentro desta subrotina. conforme descrição abaixo: 3. desenvolver um programa em LADDER para gerar um contador do número de partidas de um motor. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. 3.P.3 – Caso o operador deseje zerar o contador de partidas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 5 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 193 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 194 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P.

2.Indicar nos registros N7:20. 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD7) chamado de EXERC6 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC6) 3 – Dentro desta subrotina. minutos e segundos respectivamente.5 – Documentar o programa ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 195 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.Indicar no N7:10 as horas de motor em funcionamento. minutos e segundos de motor em funcionamento 3.1 .2 – Quando o motor estiver ligado: 3. 3.1 – Considerar a lógica de partida / parada do motor do exercício 5 3.Indicar no N7:11 os minutos do motor em funcionamento. se houver necessidade.2.3 .1 ._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 6 Objetivo: Testar a funcionalidade temporizadores e movimentação: das instruções de bits. um botão para zerar o horímetro durante o motor ligado. 3. N7:21 e N7:22 as horas. 3. contadores. conforme descrição abaixo: 3.Zerar os registros de horas. desenvolver um programa em LADDER para gerar um horímetro de um motor.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2.2 . 3.3. relacionadas ao último intervalo de tempo de motor ligado.3 – Quando o motor estiver desligado: 3.Indicar no N7:12 os segundos do motor em funcionamento.4 – Acrescentar na lógica.P.3.

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 6 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 196 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S.

P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 197 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .2 – Quando o nível do tanque atingir 10 metros. temporizadores e contadores 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD8) chamado de EXERC7 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC7) 3 – Dentro desta subrotina.1 – O tanque será preenchido constantemente do nível 0 a 10 metros._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 7 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits.3 – Documentar o programa Considerar: SN1 à botão de pulso NA do simulador (I: XV_111 à lâmpada do simulador (O: / / ) ) 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 XV_111 SN 1 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 198 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P. 3. desenvolver um programa em LADDER para controlar a válvula de controle XV_111 do tanque de água indicado abaixo conforme descrição a seguir: 3. A cada 1 metro o sensor de nível SN1 envia um pulso para o CLP. o CLP abrirá a válvula XV_132 durante um tempo fixo de 10 segundos (tempo suficiente para esvaziar o tanque). 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .S. 3. Após este tempo a válvula fechará automaticamente.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 7 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 199 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 200 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P. proveniente de um sensor de pressão (PT_12233) calibrado para o range de 0 a 120 Kgf/cm2.S.2 – Será feita a indicação desta leitura na tela do Supervisório (Central de Operação e Controle). 3.4 – Documentar o programa Conversor Analógico Digital 4 ~ 20 mA P/I Transmissor de pressão PT_12233 A/D 0 a 4095 REGISTRO NO CLP ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 201 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. A indicação desta pressão será em Unidades de Engenharia (indicação em ponto flutuante).3 – Pede-se fazer a conversão de escala para unidades de engenharia no CLP através do programa aplicativo. O resultado da conversão deverá ser armazenado no endereço F8:0 3._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 8 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e matemáticas básicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD9) chamado de EXERC8 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC8) 3 – Dentro desta subrotina. desenvolver um programa em LADDER para executar uma conversão de escala utilizando-se de instruções aritméticas básicas. através de uma Entrada Analógica cujo endereço é N10:4 Considerar: 0 kgf à 4 mA à0 120 Kgf à 20 mA à 4095 3. conforme descrição abaixo: 3. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .1 – O CLP está lendo um sinal analógico de 4 ~ 20 mA.

2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P.S._________________________________________________________________________ Solução do exercício 8 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 202 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 203 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .

o Operador estará reconhecendo o alarme.S. 3. Quando for pressionado este botão. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 9 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e de comparação 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD10) chamado de EXERC9 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC9) 3 – Dentro desta subrotina.2. conforme descrição abaixo: 3.Existirá um botão de pulso (NA) para reconhecimento de qualquer um dos alarmes.3 – Quando não ocorrer alarme a lâmpada respectiva deverá APAGAR PAL_12233 PAH_12233 RECONHECE ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 204 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.1 – Os alarmes deverão ser sinalizados em 02 lâmpadas localizadas em um painel quando: PAL_12233 à Quando PT_12233 ≤ 20 Kgf/cm2 PAH_12233 à Quando PT_12233 ≥ 100 Kgf/cm2 3.2. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .2. desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de alarmes de pressão baixa (PAL_12233) e pressão alta (PAH_12233).1 – Quando ocorrer um alarme a lâmpada respectiva deverá PISCAR 3.2 – Quando um alarme for reconhecido a lâmpada respectiva pára de PISCAR e fica ACESA 3.2.

_________________________________________________________________________ Solução do exercício 9 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 205 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .S.P.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 206 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P.

Quando ocorrer LSH ou LSL sinalizar alarme nas respectivas lâmpadas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 10 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e relacionais 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD11) chamado de EXERC10 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC10) 3 – As chaves de nível LSH e LSL são pré-alarmes do transmissor de nível do vaso.P. 5 – Fazer indicação do nível do vaso em unidades de engenharia (0 – 100%) no registro F8:10 Considerações: LSL setpoint = 30% LSH setpoint = 60% Chave de nível LSLL Chave de nível LSHH Transmissor de nível utilizar os endereços N7:24 Range da entrada analógica 4 – 20 mA / 0 a 4095 Bomba B-151801 Alarme de nível baixo Alarme de nível alto Matriz de Causa x Efeito O: O: O: / / / I: I: / / Fluxograma P& ID Observação: T à Se atuar LSHH por 10 segundos fechar SDV ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 207 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S. 4 – As chaves de nível LSHH e LSLL são ED do CLP. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 10 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 208 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 .P._________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 209 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

desenvolver um programa em LADDER para executar uma lógica de polarização das seguintes entradas relacionadas na tabela abaixo.P.S. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . O resultado desta polarização deverá ser armazenado no registro B3:21. Considerar: ENT à Endereço da entrada física EST à Estado da entrada física ( 0 = chave aberta / 1 = chave fechada ) ESP à Estado esperado da entrada ( 0 = chave NA / 1 = chave NF ) EP à Entrada Polarizada ( 0 = normal / 1 = atuada ) 4 – Considerando os estados das entradas._________________________________________________________________________ EXERCÍCIO 11 Objetivo: Testar a funcionalidade das instruções de bits e lógicas 1 – Criar um novo arquivo de programa (LAD12) chamado de EXERC11 2 – Editar no arquivo de programa principal (LAD2) um salto para chamada desta subrotina (EXERC11) 3 – Dentro desta subrotina. preencher o estado das entradas polarizadas EP ENT FISICA I:002/00 I:002/01 I:002/02 I:002/03 I:002/04 I:002/05 I:002/06 I:002/07 I:002/10 I:002/11 I:002/12 I:002/13 I:002/14 I:002/15 I:002/16 I:002/17 EST 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 ESP (B3:20) 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 EP (B3:21) ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 210 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . indicados na tabela abaixo.

S.P. 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo . Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 ._________________________________________________________________________ Solução do exercício 11 ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 211 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.

_________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ APOSTILA do Curso PLC-5 usando o software RS Logix 5 – Básico Página 212 de 212 Este material foi desenvolvido pela empresa UNICONTROL Automação Ltda Rua Alexandre Dumas.S.P. Fone: 55(11) 5185-4755 / Fax: 55(11) 5181-7839 . 2220 – 3º andar – Chácara Sto Antônio – São Paulo .

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