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Pré-Projeto de Tamara Caroline Brandão-Clubes de Matemática

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Meu pré-projeto .
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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO CAMPUS UNIVERISITÁRIO DE SALVATERRA CURSO DE LICENCIATURA EM MÁTEMÁTICA

Tamara Caroline da Silva Brandão

A INSERÇÃO DOS CLUBES DE MATEMÁTICA EM ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO

Salvaterra 2011

Tamara aroli

a Sil a Brandão

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Pré-projeto de pesquisa apresentado como requisito para a realização do trabalho de conclusão de curso de icenciatura em atemática, ni ersidade do Estado do Pará.

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Tamara aroline da Sil a Brandão

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XÍ I

Pré-projeto de Pesquisa apresentado como requisito para a realização do trabalho de conclusão de curso de icenciatura Plena em atemática, ni ersidade do Estado do Pará.

ata de aprovação: ___/____/_____ ____________________________________ Prof. Edson Pinheiro Wanzeler
Especialista em Educação Especial e Educação Inclusiva niversidade do Estado do Pará

rientador

____________________________________ -Membro Interno Prof.
Titulação. niversidade do Estado do Pará

____________________________________ -Membro Interno Prof.
Titulação. niversidade do Estado do Pará

Salvaterra

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................................ ................................ ................................ ........... 4 ................................ ................................ ................................ ............ 5

2 HIPÓ ESE ................................ ................................ ................................ ............... 5 3 OBJE IVOS ................................ ................................ ................................ ............ 5
3.1 3.2 OBJETIVO GE A ................................ ................................ ................................ .......... 5 OBJETIVOS ESPE ÍFI OS ................................ ................................ ........................... 5

4 JUS IFI 5 LEV

IV ................................ ................................ ................................ ...... 6 E O DE LI E URA ................................ ................................ ..... 7

6 ME ODOLOGIA......................................................................................... .............9 REFERÊNCIAS ................................ ................................ ................................ ........ 10

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INTRODUÇÃO

Ainda que sejamos pressionados a dar uma definição precisa, a matemática, ainda é vista como uma ideia geral do que o tema envolve: números, aritmética, álgebra, equações, e problemas. E a maioria dos estudantes, não vêem nenhuma preocupação em responder se são bons nisso, apenas respondem que ³não´ ou muitas vezes ³não muito´. Porém, essa visão de matemática é extremamente empobrecida e não representa a disciplina em si. Os números constituem apenas parte de um tipo particular de matemática e, na verdade, não é com cálculos que a maioria dos matemáticos passa a maior parte do tempo. A matemática natural, por exemplo, não se restringe a números e aritmética. O problema não está no fato dos estudantes não conseguirem usar matemática. a verdade, eles não conseguem usar matemática escolar uma vez que ela é abstrata. O que a evidência mostra é que se quisermos aumentar a habilidade de aprender a disci plina, precisaremos avaliar a forma e o contexto no qual ela é apresentada. O grau de sucesso de uma pessoa no domínio da matemática escolar dependerá, em grande parte, de quanto significado ela conseguirá atribuir às operações efetuadas com elas. É aí que devemos entrar com o clube de matemática na escola, pois, com esforço considerável, os alunos podem aprender matemática com o lúdico , treinar para seguir um pequeno nú mero de procedimentos aritméticos, e visualizarem que a disciplina em si não é constituída apenas de números e equações, mostrando que o significado é a chave, pois é duvidoso que até mesmo o cérebro seja capaz de efetuar uma operação desprovida de sentido. A matemática do cotidiano trata exatamente da execução de operações com significados, enquanto que a matemática escolar trata simpl esmente das manipulações formais de símbolos cujos significados, quando existem, não estão representados nos símbolos. Trabalhar com aritmética escolar não envolve procedimentos mais difíceis do que podemos ver em uma criança que ainda está em suas fases iniciais, a única diferença é o grau de significado envolvido. aprendemos o significado a matemática escolar fica muito mais fácil. ma vez que

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1 PROBLEMA

e que forma o clube de matemática poderá auxiliar o processo ensino aprendizagem de uma escola?
2 HIPÓTESE

O clube de matemática proporcionará outra perspectiva ao ensino, pois os elementos lúdicos mostram aos alunos e também aos professores, que o acesso ao conhecimento pode ser prazeroso sem ser um fardo.
3 OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GE A Melhorar o processo ensino aprendizagem na áre a de matemática através da introdução do clube de matemática na escola, conscientizando os alunos da importância da matemática para a sua formação científica e tecnológica assim como para a cidadania. 3.2 OBJETIVOS ESPE ÍFI OS
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riar um ambiente favorável ao ensino e aprendizagem da matemática em sala de aula, para o maior número de alunos possível. tilizar estratégia para a formação de agrupamento, visando o apoio mútuo entre os alunos e acompanhamento do professor para a melhoria do ensino e aprendizagem em matemática. Estimular os alunos para o envolvimento em atividades cooperativas, realizadas em classe e extraclasse, voltado para as diferentes formas de calcular. Favorecer o desenvolvimento de atitudes de segurança para a resolução de problemas e atividades referente a essa disciplina. Implementar a construção de materiais, aparelhos e jogos didáticos para o ensino e aprendizagem de conceitos matemáticos.

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4 JUSTIFICATIVA

Os clubes de matemática surgem para auxiliar o professor e estimular os alunos no ensino da matemática, pois nos clubes estão presentes diversas formas lúdicas de ensinar e aprender vários temas abordados no decorrer da disci plina, como: desafios, construção de sólidos geométricos e resoluções de situações problema, presenciados no dia a dia dos alunos. Esses clubes possuem uma variedade de metodologias que instigam os professores a procurar ensinar matemática sem ser de forma tradicional, pois a maior parte dos alunos não gosta de apenas ficar em uma sala de aula resolvendo exercícios, sem saber o por que e qual a finalidade de estarem fazendo, isso torna a aula cansativa, tornando a disciplina de m atemática uma das principais responsáveis pela reprovação em todos os níveis de ensino.

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4 LEVANTAMENTO DE LITERATURA

Com o propósito de melhorar a educação e suas diversas formas de ensinar matemática, muitos professores aplicam jogos matemáticos com o intuito de enriquecer e diversificar suas dinâmicas de sala de aula , já que a disciplina ainda é conhecida como o ³terror´ dos alunos.
É muito difícil motivar com fatos e situações do mundo atual uma ciência que foi criada e desenvolvida em outros tempos em virtude dos problemas de então, de uma realidade, de percepções, necessidades e urgênciasque nos são estranhas. o ponto de vista de motivação contextualizada, a matemática que se ensina hoje nas escolas é mor ( ¶AMB ÓSIO, 1996, ta p.31).

É necessário então, que os professores busquem alternativas e informações em pesquisas, leitura s, para que possam chegar ao seu objetivo que na maioria das vezes, é de chamar a atenção de alunos, para que os mesmos demonstrem interesse em matemática. ³Como educadores, devemos priorizar sempre as relações sociais e afetivas, para desenvolver habilidades cognitivas, respeitando diferenças individuais, na formação integral de cada aluno. ´ (SI VA, 2008, p.11). evido a ocorrência de grandes mudanças, o conhecimento e a habilidade em aprender continuamente se erguem como qualidades fundamentais para professores e alunos, a matemática se apresenta como ferramenta indispensável para a compreensão de diversos aspectos de nossas vidas, desde a economia até os avanços científicos tecnológicos. E isso aumenta a ânsia dos alunos em saber por que, quando, e para que , servem os diversos temas matemáticos, impulsiona a criação dos clubes de matemática, uma vez que os professores não possuem um tempo favorável para a elaboração de métodos que satisfaçam o questionamento de seus alunos.
Implantar um clube de matemática, trabalhar com jogos educativos matemático/multidisciplinares é gratificante; porém, para qualquer trabalho que se desenvolva, primeiro, temos de acreditar nas propostas; depois, investir nas ações com persistência, para que os resultados sejam satisfatórios (SI VA, 2008, p.11).

É claro que a criação desses clubes dependerá em grande parte do interesse e espírito de iniciativa de professores e estudantes. as escolas que

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houver um grupo, mesmo que seja muito pequeno, é certo que esse grupo consiga cada vez mais participantes. ³ a educação, as ações devem ser efetivas e sistemáticas para obtermos bons resultados ´ (SI VA, 2008, p.11), e m qualquer hipótese, é preciso não esquecer que os estudantes é que devem ter o papel mais ativo no clube, o professor deve desempenhar o papel de um orientador, c om muita compreensão perante a iniciativa desses estudantes . Vale ressaltar que a didática nos clubes de matemática não podem ser as mesmas das que fundamentam o ensino tradicional, pois neste tipo de trabalho o professor é apenas um mediador do processo ensino-aprendizagem, devendo centrar toda sua pedagogia no s alunos, de forma que o aluno se torne um agente de seu próprio desenvolvimento, outro fator que não pode ser esquecido é a metodologia, o erro tem um papel importante e não deve ser punido, como ele faz parte da situação, deve ser explorado de forma a despertar o pensamento e o raciocínio para os desafios encontrados, ³aprender com alegria, aprender é aprender, é aprender a argumentar, é aprender, mesmo errando, pois errando também se aprende, é aprender... brincando´. (SI VA, 2008, p.11). Quando os alunos participam desses clubes passam a perceber a importância da matemática e a entender a necessidade de aprender conceitos e demonstrações, ficando convencidos de que tal estudo é uma necessidade para o homem moderno, e dentro dos clubes de matemática os alunos com dificuldades também podem procurar ajuda de colegas e professores que fazem parte do clube, para entender melhor os conceitos que estavam estudando.

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6 METODOLOGIA

o início do semestre terá que ser realizada uma reunião, para que possa ser exposto o projeto, definida a equipe de trabalho e determinar qual o objetivo que cada integrante da equipe pretende alcançar. É importante lembrar que a equipe formada será apenas de professores da escola e e studantes do curso de licenciatura em matemática que queiram participar do projeto. essa reunião também será feito um levantamento de recursos didáticos, como livros e softwares educativos, horários e salas, para que sejam utilizados nas atividades do clube. epois de definidos os objetivos, será realizada a etapa de procura de alunos interessados em participar do clube, os professor es em parceria com os estudantes do curso de matemática, ficarão responsáveis pela divulgação da inauguração do clube, e também pela inscrição de alunos, lembrando que nesse caso, todos os alunos poderão participar, e através disso, uma outra reunião será feita para determinar as atividades que serão realizadas dentro do clube. Após essa fase, a partir do momento em que os professores estejam trabalhando em um assunto da disciplina em sala de aula, os responsáveis pelo clube, procurarão novos recursos que sejam mais acessíveis ao conhecimento do aluno, como jogos e formulação de trabalhos de campo, para que os mesmos entendam como aquele assunto abordado em sala, pode ser encontrado no cotidiano. Além dessa forma conjunta com os professores, os clubes também serão disponíveis para a realização de outros trabalhos em grupos, determinados por alunos e estudantes do curso de matemática, para que possam mostrar a esses alunos que matemática também se aprende com diversão. Poderá ser realizado também, campeonatos de xadrez, demonstrações e desafios. Os alunos juntamente a equipe do clube também serão levados a participar de exposições em feiras de matemática, para mostrar à comunidade o quanto é divertido aprender matemática, e que ela é assim como as outras ciências encontrada no cotidiano de forma em que eles não estão acostumados a perceber. O projeto visa desenvolver estratégias de resolução de problemas junto aos alunos do ensino médio . Com o desenvolvimento deste trabalho periódico, procuraremos obter melhores resultados nos exames internos e externos, visando

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que as questões trabalhadas em sala sejam exemplificadas de maneira lúdica nos clubes.

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REFERÊNCIAS

CONDURÚ, Marise Teles. Elaboração de trabalhos acadêmicos: normas,critérios e procedimentos.Belém:NUMA.UFPA,EDUFPA,2005. D'AMBROSIO, Ubiratan. Educação Matemática : Da teoria à prática. São Paulo: Papirus,1996.

SAMPAIO, Fausto Arnaud. Matemágica: História, aplicações e jogos matemáticos. São Paulo: Papirus, 2005.

SI VA,Mônica Soltau da. Clube de Matemática: multidisciplinares.São Paulo: Papirus, 2008.

Jogos

educativos

e

Dia a dia do clube da matemática. http://clubematematica.blogspot.com/. Acesso em 17 jul. 2011.

Disponível

em:

Clube da matemática. Disponível em: http://sites.google.com/site/clubematematica2/. Acesso em 17 jul. 2011.

Centro de Ciên ias So iais e da Edu ação Curso de Matemáti a Av. Djalma Dutra S/n 030-010 Belém - PA

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