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Lei 8616 de 14 de Julho de 2003

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*Lei 8616 de 14 de Julho de 2003

CONTÉM O CÓDIGO DE POSTURAS DO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE.

*alterada pela lei 9064 de 17 de janeiro de 2005 SUMÁRIO TÍTULO I - Disposições preliminares - arts. 1º a 11 TÍTULO II - Das operações de construção, manutenção e conservação do logradouro público Capítulo I - Do passeio - arts. 12 a 20 Capítulo II - Da arborização - arts. 21 a 29 Capítulo III - Da limpeza - arts. 30 a 33 Capítulo IV - Da execução de obra ou serviço - arts. 34 a 45 TÍTULO III - Do uso do logradouro público Capítulo I - Disposições gerais - arts. 46 a 49 Capítulo II - Dos usos que independem de licenciamento Seção I - Do trânsito, estacionamento e operações de carga e descarga - arts. 50 a 57 Seção II - Da passeata e manifestação popular - art. 58 Capítulo III - Da instalação de mobiliário urbano Seção I - Disposições gerais - arts. 59 a 73 Seção II - Da mesa e cadeira - arts. 74 a 83 Seção III - Do toldo - arts. 84 a 87 Seção IV - Do sanitário público e da cabine sanitária - arts. 88 a 93 Seção V - Da banca - arts. 94 a 98 Seção VI - Do suporte para colocação de lixo - arts. 99 a 101 Seção VII - Da caçamba - arts. 102 a 111 Seção VIII - Da cadeira de engraxate - arts. 112 a 115 Capítulo IV - Do exercício de atividades Seção I - Disposições gerais - arts. 116 a 132 Seção II - Da atividade em banca - arts. 133 a 138 Seção III - Da atividade em veículo de tração humana e veículo automotor - arts. 139 a 153 Seção IV - Da atividade de engraxate - arts. 154 a 159

Seção V - Do evento - arts. 160 a 163 Seção VI - Da feira Subseção I - Disposições preliminares - arts. 164 a 166 Subseção II - Do documento de licenciamento - arts. 167 a 170 Subseção III - Dos deveres e vedações - arts. 171 a 174 Subseção IV - Das modalidades e especificidades da feira - arts. 175 a 181 Subseção V - Da coordenação das feiras arts. 182 a 185 Capítulo V - Da instalação de engenho de publicidade arts. 186 a 194 Capítulo VI - Do transporte coletivo - arts. 195 a 197 TÍTULO IV - Das operações de construção, conservação e manutenção da propriedade Capítulo I - Disposições gerais - arts. 198 a 200 Capítulo II - Do terreno ou lote vago - arts. 201 a 203 Capítulo III - Do lote edificado - arts. 204 a 206 TÍTULO V - Da obra na propriedade e de sua interferência em logradouro público Capítulo I - Disposições gerais - arts. 207 e 208 Capítulo II - Do tapume - arts. 209 a 212 Capítulo III - Do barracão de obra - arts. 213 a 215 Capítulo IV - Dos dispositivos de segurança - art. 216 Capítulo V - Da descarga de material de construção - arts. 217 e 218 Capítulo VI - Do movimento de terra e entulho - arts. 219 a 225 TÍTULO VI - Do uso da propriedade Capítulo I - Do exercício de atividades Seção I - Disposições gerais - artS. 226 a 232 Seção II - Da atividade em trailer - arts. 233 a 236 Seção III - Da atividade perigosa - arts. 237 a 241 Seção IV - Do estacionamento - arts. 242 a 245 Seção V - Da atividade de diversão pública - arts. 246 a 252 Seção VI - Da feira - arts. 253 a 258 Seção VII - Da defesa do consumidor - arts. 259 a 261

Capítulo II - Da instalação de engenho de publicidade Seção I - Das diretrizes - arts. 262 a 264 Seção II - Disposições gerais - arts. 265 a 272 Seção III - Dos locais de instalação Subseção I - Dos locais proibidos - art. 273 Subseção II - No terreno ou lote vago - arts. 274 a 276 Subseção III - No lote em obras - arts. 277 a 280 Subseção IV - No lote edificado - arts. 281 a 287 Seção IV - Do licenciamento - arts. 288 a 292 Seção V - Das condições para instalação - arts. 293 a 296 Seção VI - Do cadastro e da fiscalização - arts. 297 a 301 Seção VII - Do engenho de publicidade instalado arts. 302 e 303 Capítulo III - Da antena de telecomunicação - art. 304 TÍTULO VII - Da infração Capítulo I - Disposições gerais - arts. 305 e 306 Capítulo II - Das penalidades - arts. 307 a 319 Capítulo III - Da aplicação das penalidades - arts. 320 a 324 TÍTULO VIII - Disposições finais - arts. 325 a 333 TÍTULO IX - Disposições transitórias - arts. 1º a 8º
LEI Nº 8.616 DE 14 DE JULHO DE 2003 Contém o Código de Posturas do Município de Belo Horizonte. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°- Este Código contém as posturas destinadas a promover a harmonia e o equilíbrio no espaço urbano por meio do disciplinamento dos comportamentos, das condutas e dos procedimentos dos cidadãos no Município de Belo Horizonte. Art. 2° - As posturas de que trata o art. 1° regulam: I - as operações de construção, conservação e manutenção e o uso do logradouro público; II - as operações de construção, conservação e manutenção e o uso da propriedade pública ou particular, quando tais operações e uso afetarem o interesse público.

§ 1° - Para os fins deste Código, entende-se por logradouro público: I - o conjunto formado pelo passeio e pela via pública, no caso da avenida, rua e alameda; II - a passagem de uso exclusivo de pedestre e, excepcionalmente, de ciclista; III - a praça; IV - o quarteirão fechado. § 2° - Entende-se por via pública o conjunto formado pela pista de rolamento e pelo acostamento e, se existentes, pelas faixas de estacionamento, ilha e canteiro central. Art. 3° - (VETADO) Art. 4° - O uso do logradouro público é facultado a todos e o acesso a ele é livre, respeitadas as regras deste Código e de seu regulamento. Art. 5° - As operações de construção, conservação e manutenção e o uso da propriedade pública ou particular afetarão o interesse público quando interferirem em direito do consumidor ou em questão ambiental, sanitária, de segurança, de trânsito, estética ou cultural do Município. Art. 6° - Dependerá de prévio licenciamento a realização das operações e dos usos previstos nos incisos do caput do art. 2°, conforme exigência expressa que neste Código se fizer acerca de cada caso. Art. 7° - O regulamento deste Código disporá sobre o processo de licenciamento, sobre o documento que poderá dele resultar e sobre as regras para o cancelamento do documento expedido. § 1° - Dependendo da operação ou uso a ser licenciado, o processo de licenciamento será distinto, podendo, conforme o caso, exigir: I - pagamento de taxa de valor diferenciado; II - prévia licitação ou outro procedimento de seleção; III - elenco específico de documentos para a instrução do requerimento inicial; IV - cumprimento de ritual próprio de tramitação, com prazos específicos para cada uma de suas fases. § 2° - Dependendo do processo de licenciamento, o tipo do documento expedido será distinto, podendo ter, conforme cada caso: I - nome específico; II - prazo de vigência temporário determinado ou validade permanente; III - caráter precário. § 3° - Dependendo do tipo de documento de licenciamento expedido, o cancelamento terá ritual próprio e será feito por meio de um dos seguintes procedimentos: I - cassação, se descumpridas as normas reguladoras da operação ou uso licenciados; II - anulação, se expedido o documento sem observância das normas pertinentes; III - revogação, se manifestado interesse público superveniente. § 4º - Será considerada licenciada, para os fins deste Código, a pessoa natural ou jurídica a quem tenha sido conferido, ao final do processo, o documento de licenciamento respectivo. Art. 8º - O processo de licenciamento receberá decisão favorável sempre que: I - forem preenchidos os requisitos legais pertinentes; II - houver conveniência ou interesse públicos. § 1° - A decisão desfavorável baseada no previsto pelo inciso II deste artigo será acompanhada

de justificativa técnica. § 2° - O regulamento deste Código, considerando a operação ou uso a ser licenciado, definirá prazo máximo para deliberação sobre o licenciamento requerido. Art. 9°- Se dada decisão favorável ao processo de licenciamento, será expedido o documento comprobatório respectivo, o qual especificará, no mínimo, a operação ou uso a que se refere, o local ou área de abrangência respectiva e o seu prazo de vigência, além de outras condições previstas neste Código. Parágrafo único - Deverá o documento de licenciamento ser mantido no local onde se realiza a operação ou se usa o bem, devendo ser apresentado à fiscalização quando solicitado. Art. 10 - Dos atos do Executivo previstos neste Título e que se relacionem a casos omissos ou a interpretação dos dispositivos deste Código, caberá recurso ao Conselho Municipal de Política Urbana (COMPUR), conforme ritual a ser estabelecido em regulamento. Art. 11 - (VETADO) TÍTULO II DAS OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO, MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DO LOGRADOURO PÚBLICO CAPÍTULO I DO PASSEIO Art. 12 - Cabe ao proprietário de imóvel lindeiro a logradouro público a construção do passeio em frente à testada respectiva, a sua manutenção e a sua conservação em perfeito estado. § 1° - Em se tratando de lote com mais de uma testada, a obrigação estabelecida no caput se estende a todas elas. § 2º - A obrigatoriedade de construir o passeio não se aplica aos casos em que a via pública não esteja pavimentada ou em que não tenha sido construído o meio-fio correspondente. § 3º - No caso de não cumprimento do disposto no caput deste artigo, poderá o Executivo realizar a obra, cujo custo será ressarcido pelo proprietário, acrescido da taxa de administração, sem prejuízo das sanções cabíveis. Art. 13 - No caso de realização de obra, o responsável por dano a passeio deverá restau rá-lo imediatamente após o término da obra, sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis. Art. 14 - O revestimento do passeio deverá ser de material antiderrapante, resistente e capaz de garantir a formação de uma superfície contínua, sem ressalto ou depressão. Parágrafo único - O Executivo poderá, respeitados os critérios estabelecidos no regulamento deste Código, definir um tipo padrão de revestimento do passeio para determinada área do Município. Art. 15 - O passeio não poderá ser usado como espaço de manobra, estacionamento ou parada de veículo, mas somente como acesso a imóvel. § 1º - É proibida a colocação de cunha de terra, concreto ou madeira ou de qualquer outro objeto na via pública para facilitar o acesso referido no caput, que terá de ser feito apenas pelo rebaixamento do meio-fio e pelo rampamento do passeio respectivo. § 2º - O rampamento do passeio terá apenas o comprimento suficiente para vencer a altura do meio-fio. Art. 16 - As águas pluviais serão canalizadas por baixo do passeio até a sarjeta lindeira à testada do imóvel respectivo, sendo proibido seu lançamento sobre o passeio. Art. 17 - É proibida a instalação precária ou permanente de obstáculo físico ou de equipamento de qualquer natureza no passeio ou projetado sobre ele, salv no caso de mobiliário urbano. o

Será prevista abertura para arborização pública no passeio.Para a construção de acesso de veículo poderão ser admitidos parâmetros diferentes dos definidos neste artigo ou no seu regulamento. ou delegar a terceiro. sendo vedada a colocação de qualquer mobiliário urbano no local. ser apresentado projeto específico. CAPÍTULO II DA ARBORIZAÇÃO Art.Caso o passeio lindeiro ao terreno onde se pretende construir já seja arborizado. exceto no q se ue refere a sua utilização para o estacionamento de veículos. sendo vedada a construção de degrau. quando ocorrer. aprovado pelo órgão municipal responsável pelo trânsito. para tanto. se for o caso. dentre outras. o regulamento deste Código admitir ou determinar. III . salvo nos casos em que.Somente o Executivo poderá executar. 21 . com dimensões e critérios de locação determinados pelo órgão competente.Art.As regras referentes às operações de construção. Parágrafo único . as operações de .o rebaixamento do meio-fio e o rampamento do passeio serão obrigatórios na parte lindeira à faixa de pedestre. deverá o projeto arquitetônico prever.Deverão constar do projeto arquitetônico das edificações as seguintes indicações: I . a qual será localizada junto ao meio-fio. em regulamento. definindo-se condições próprias para tanto. manutenção e conservação do passeio contidas neste Capítulo e nos demais a ele pertinentes neste Código aplicam-se também ao afastamento frontal configurado como extensão do passeio. postes de luz e similares. devendo. 23 . as seguintes regras: I . nos termos deste Código.a acessibilidade e o trânsito da pessoa portadora de deficiência física e da pessoa com mobilidade reduzida serão garantidos.o espaçamento longitudinal a ser mantido entre as árvores plantadas. 19 .o rebaixamento de meio-fio e o rampamento do passeio para acesso de veículo a imóvel e para acesso de pedestre respeitarão o percentual máximo fixado. § 1° . caso em que prevalecem os termos da legislação de parcelamento.o distanciamento entre as árvores plantadas e as esquinas. § 2° . Art. Art. na faixa destinada a mobiliário urbano.a construção de passeio observará o greide da rua. 24 . deverão ser observadas as prescriçõe técnicas estipuladas pela s legislação específica. respeitada a faixa reservada ao trânsito de pedestre. o aproveitamento da arborização existente. II . V . Art. por tes tada. Art. III . respeitando. Art. ocupação e uso do solo. 25 . resguardará faixa contínua para circulação de pedestre. Art. bem como para a adoção das técnicas de plantio e conservação adequadas.a implantação de mobiliário urbano e de faixa ajardinada.as espécies de árvores a serem plantadas e sua localização. IV . conservação e manutenção do passeio. em razão da declividade do logradouro público.O regulamento deste Código definirá as dimensões. sua prévia obtenção e posterior conservação constituem responsabilidade do proprietário do terreno para o qual for aprovado projeto de construção de edificação. 22 .Para a escolha das espécies e para a definição do espaçamento e do distanciamento a que se referem os incisos do caput. II .O plantio das mudas.É obrigatório o plantio de árvores nos passeios públicos do Município. 20 . que será avaliado e.A expedição da Certidão de Baixa de Construção e Habite-se à edificação construída fica condicionada à comprovação de que foram plantadas as árvores previstas no respectivo projeto arquitetônico. 18 . as declividades e as características a serem observadas para a construção. inclusive aquele destinado a recolher água pluvial. na inexistência de ordenamento técnico contrário.

32 . bem como outras que se fizerem necessárias para a conservação e a manutenção da arborização urbana.As operações de transplantio. acrescido da taxa de administração. § 2° .É proibida a utilização da arborização pública para a colocação de cartazes e anúncios. Art. 29 .referente à instalação domiciliar de serviço público. II . não causarão danos ao logradouro público ou a mobiliário urbano. § 2º . que utilizará saco de lixo. supressão e poda de árvores. Parágrafo único . poderá o Executivo realizar a limpeza dos locais pintados. a ser feito no prazo de até 1 (um) dia útil após o início da execução da obra ou serviço. mediante ato do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM). sendo o respectivo custo.Excetua-se da proibição prevista no caput: I . depende de prévio licenciamento.Excetua-se do disposto no caput a execução de obra ou serviço: I .O proprietário interessado em qualquer das operações previstas no caput apresentará requerimento próprio ao Executivo. para a afixação de cabos e fios ou para suporte ou apoio a instalações de qualquer natureza. Art. 26 . deferido o requerimento e executada a operação. poda e supressão de árvores localizadas no logradouro público. § 1° . o licenciamento prévio será substituído por comunicado escrito ao Executivo. 33 .Qualquer árvore do Município poderá. após orientação técnica do setor competente. ressarcido pelo proprietário do imóvel. .O condutor de animal é obrigado a recolher dejeto depositado em logradouro público pelo animal.A limpeza do logradouro público observará as disposições contidas no Regulamento de Limpeza Urbana do Município. Art.É proibida a pintura ou a caiação de árvores em logradouro público. de seu interesse histórico. Parágrafo único . sem prejuízo das sanções cabíveis. raridade ou antigüidade. que deverá ser feito dentro de 7 (sete) dias úteis após o referido comunicado.transplantio. II . § 1º . científico ou paisagístico.necessário para evitar colapso em serviço público ou risco à segurança. mesmo que este esteja sem guia ou coleira. 34 .O Executivo exigirá que os muros e paredes pintados com propagand comercial ou a política sejam limpos imediatamente após o prazo previsto pela legislação específica ou pelo licenciamento concedido para a pintura. Art. e por requerimento de licenciamento posterior.É proibido o despejo de lixo e a distribuição de panfletos no logradouro público.a decoração natalina de iniciativa do Executivo. por particular ou pelo Poder Público. CAPÍTULO IV DA EXECUÇÃO DE OBRA OU SERVIÇO Art. CAPÍTULO III DA LIMPEZA Art. Parágrafo único .No caso de não cumprimento do disposto no caput. 31 . ser declarada imune de corte.Na hipótese do inciso I do § 1º deste artigo. 27 .A execução de obra ou serviço em logradouro público do Município. Art. desde que da obra não resulte obstrução total ou parcial do logradouro público. o proprietário obriga-se a plantar novo espécime adequado na área indicada.No caso de supressão. Art. 28 .(VETADO) Art. a ser fechado e depositado em lixeira.O recolhimento do dejeto será feito pelo condutor do animal. 30 . que o submeterá a exame de seu órgão competente. ficando sua proteção a cargo do Executivo. por motivo de sua localização. ou de sua condição de portasementes.

II . 38 . o responsável anexará à comunicação de que trata o caput o respectivo projeto de como foi implantado o serviço ou de como foi executada a obra. 45 .(VETADO) Art. deverá o requerimento de licenciamento ser instruído ainda com projeto das providências que garantirão o trânsito seguro de pedestre e veículo.Concluída a obra ou serviço. Parágrafo único . Art. eventuais alterações quanto aos prazos de desenvolvimento dos trabalhos. Art. Art. sinalizações e demais exigências previstas neste Código e em seu regulamento. se constatada a ocorrência de transtornos em decorrência de poluição sonora. a qualquer momento.As normas e exigências previstas neste Código e em seu regulamento aplicam-se também a obra ou serviço de responsabilidade do Município em logradouro público. conforme o caso. horários para execução da obra tendo em vista o logradouro em que ela será executada. Parágrafo único . Art. dentre outros documentos.do programa de trabalho. Parágrafo único . Parágrafo único . 39 . devendo as respectivas unidades administrativas adotar as medidas necessárias ao seu cumprimento. 35 . devidamente sinalizado.do horário ou do dia para a execução da obra ou serviço.O responsável pela execução de obra ou serviço deverá. em favor do trânsito de veículo e da segurança de pedestre. Art. ao seu final. dentre outros. a contar da data de protocolo do requerimento devidamente instruído com os planos e programas de trabalho e demais documentos exigidos. caso o dano superveniente seja deles decorrente. 40 .Se deferido o requerimento.Atendidas as exigências de que trata o art. TÍTULO III DO USO DO LOGRADOURO PÚBLICO .do horário ou do dia para a execução da obra ou serviço.(VETADO) Art. Art. com os planos e programas de trabalho previstos para o local. lançamentos sobre fixação da data de início e término da obra. do qual constarão. conforme definido no regulamento. recompor o logradouro público na forma em que o tiver encontrado. o Executivo emitirá seu parecer dentro de 7 (sete) dias.A obrigação prevista no caput se estende pelo prazo dos 24 (vinte e quatro) meses seguintes ao final da obra ou serviço. III .A execução de obra ou serviço em logradouro público. do bem localizado em sua área de abrangência e do trânsito de veículo.Para o licenciamento previsto no art. o responsável fará a devida comunicação ao órgão próprio do Executivo. 43 .O Executivo poderá. proteções.Em se tratando de abertura de logradouro público ou outra hipótese prevista no regulamento. conforme o caso. 36 . 44 . somente poderá ser iniciada se tiverem sido atendidas as condições que o documento de licenciamento respectivo tiver estabelecido para a segurança do pedestre. determinar a alteração: I .Sempre que a execução da obra ou serviço implicar interdição de parte do logradouro público. 41 . que realizará a competente vistoria. 37 . por particular ou pelo Poder Público. a interferência da obra ou serviço na infra-estrutura ou mobiliário existentes na sua área de abrangência. o Executivo expedirá o correspondente documento de licenciamento.Art.O Executivo poderá estabelecer restrições quanto ao trabalho diurno nos dias úteis. Art. 35 deste Código. instruído. de forma a diminuir ou eliminar. o responsável pela execução de obra ou serviço em logradouro público apresentará requerimento ao Executivo. Art. 42 . 34 deste Código.As regras deste Capítulo estendem-se à realização de serviço de manutenção ou reparo de qualquer natureza em instalação ou equipamento do serviço público.

56 e 57. 51. 54. 24 (vinte e quatro) horas de antecedência.execução de obra ou serviço. observado o previsto neste Código.Em caso de praça. VIII .estacionamento de veículo. 52. VII . para despejo de entulho. c) subterrâneo. b) aéreo. 50.O mobiliário urbano poderá ser: I .passeata e manifestação popular. 59 . o uso do logradouro público depende de prévio licenciamento.(VETADOS) Seção II Da Passeata e Manifestação Popular Art. IV . d) misto. . adicionalmente. CAPÍTULO II DOS USOS QUE INDEPENDEM DE LICENCIAMENTO Seção I Do Trânsito. local e natureza do evento. VI . Parágrafo único . 49 . III . no mínimo.operação de carga e descarga. aquele que estiver apoiado diretamente no solo. somente será utilizado para: I . de parecer favorável do órgão responsável pela gestão ambiental. informando dia. água servida ou similar ou para apoio a canteiro de obra em imóvel a ele lindeiro.CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. V . aquele que utilizar mais de uma das categorias anteriores.O logradouro público. Art. 46 . Parágrafo único . CAPÍTULO III DA INSTALAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO Seção I Disposições Gerais Art.O Executivo somente expedirá o competente documento de licenciamento para uso do logradouro público se atendidas as exigências pertinentes. II . II . Parágrafo único . a expedição do documento de licenciamento dependerá. III . Estacionamento e Operações de Carga e Descarga Arts. 47 . aquele que estiver suspenso sobre o solo.A realização de passeata ou manifestação popular em logradouro público é livre. com.instalação de mobiliário urbano.não ofereça risco à segurança pública.(VETADO) Art.em relação ao espaço que utilizará para sua instalação: a) superficial.Com exceção dos usos de que trata o Capítulo II deste Título.O logradouro público não poderá ser utilizado para depósito ou guarda d material ou e equipamento. 55. desde que: I . 58 .exercício de atividade. 48 . Art.não haja outro evento previsto para o mesmo local. aquele que estiver instalado no subsolo.tenha sido feita comunicação oficial ao Executivo e ao Batalhão de Eventos da Polícia Militar de Minas Gerais.trânsito de pedestre e de veículo.Mobiliário urbano é o equipamento de uso coletivo instalado em logradouro público com o fim de atender a uma utilidade ou a um conforto públicos.instalação de engenho de publicidade. 53. salvo quando este Código expressamente admitir algum destes atos.

material. Art. somente poderá ser autorizada a instalação de mobiliário urbano quando: I . dentre outras: I .Poderá ser vedada. 62 .tratar-se de mobiliário urbano destinado à utilização em feira ou evento regularmente licenciado. para ser removido. em processo a ser definido no regulamento deste Código. II . VII .respeitará as áreas de embarque e desembarque de transpore coletivo.00 m (cinco metros) da esquina.cor. será exigida. desde que destinados à utilização em evento licenciado e que não impeçam o trânsito de pedestre. III . III .em relação à sua instalação: a) fixo.dimensão. II . ao parque e à área verde.Em via pública. 63 . podendo ser estabelecido ritual específico para a renovação do respectivo documento de licenciamento.O Executivo poderá adotar diferentes padrões para cada tipo de mobiliário urbano. depende exclusivamente de tração própria ou aquele não fixado ao solo e de fácil remoção diária. VI . Art.A instalação de mobiliário urbano em logradouro público depende de prévio licenciamento.tecnicamente não for possível ou conveniente sua instalação em passeio. especialmente em relação a outro mobiliário urbano. em termos a serem definidos no mesmo regulamento. por extensão.Em caso de mobiliário urbano considerado pelo regulamento deste Código como de risco para a segurança pública.formato. quando se tratar de mobiliário urbano que prejudique a visibilidade de pedestres e de condutores de veículos.A definição dos tipos e dos padrões será feita pelos órgãos responsáveis pela gestão urbana.II . Art. substituição ou remoção. bem como poderá adotar padrões distintos para cada área do Município. b) móvel. § 3º . 61 . V . gambiarra ou similar.A localização e o desenho do mobiliário urbano deverão ser definidos de forma a evitar danos ou conflitos com a arborização urbana. § 2º . § 1º . § 4º . podendo acoplar dois ou mais tipos. aquele que. cultural e de trânsito. arquibancada.horário de instalação. t III .respeitará os seguintes limites máximos: . para sua remoção. ambiental. a instalação de qualquer tipo de mobiliário urbano em área específica do Município.tratar-se de palanque.A instalação de mobiliário urbano no passeio: I . como escultura ou obelisco. aquele que depende. que observarão critérios técnicos e especificarão para cada tipo e para cada padrão as seguintes condições.deixará livre a faixa reservada a trânsito de pedestre. II . IV . Art.O mobiliário urbano pertencerá a um elenco de tipos e obedecerá a padrões definidos pelo Executivo.posicionamento no logradouro público. 64 . Parágrafo único . Art. nos termos do regulamento deste Código. Parágrafo único .A regra do caput aplica-se. IV . de ser carregado ou rebocado por outro equipamento ou veículo. documentação complementar.Em quarteirão fechado e em praça. a instalação de mobiliário urbano será submetida à aprovação prévia dos órgãos competentes. contados a partir do alinhamento dos lotes.tempo de permanência. palco. exceto aquele de caráter artístico.manterá distância mínima de 5. 60 .

ao final do horário de funcionamento diário da atividade ou uso.É vedada a instalação em logradouro público de mobiliário urbano destinado a: I . 68 . 73 . Art. § 1º . II .50 m (um metro e meio) ou.a) com relação à ocupação no sentido longitudinal do passeio: 30 % (trinta por cento) do comprimento da faixa de passeio destinada a este fim em cada testada da quadra respectiva. a 75 % (setenta e cinco por cento) da largura desse passeio. por quem o instalar. Art. III . excetuados deste limite os abrigos de ônibus. III . no caso de mobiliário fixo.O Executivo poderá delegar a terceiros e conceder. 72 . permitida apenas para serviço público. desde que se respeitem a distância mínima de 10. 69 .A faixa reservada a trânsito de pedestre. Art.Os ônus com a remoção do mobiliário urbano são de quem tiver sido o responsável por sua instalação. que deverá ser instalada na faixa destinada a mobiliário urbano.A instalação de mobiliário urbano subterrâneo. a instalação de mobiliário urbano de interesse público.obstruir o estacionamento de veículo sobre o passeio. 71 . Art. Art.O mobiliário urbano que constituir engenho de publicidade e aquele em que for acrescida publicidade deverão respeitar as regras do Capítulo V do Título III deste Código. no que não conflitarem com aquelas. salvo quanto à abertura respectiva. ainda. poderá ser expedido documento de licenciamen to para sua instalação.ao final da vigência do licenciamento. conforme dispuser regulamento.O responsável pela instalação do mobiliário urbano deverá removê-lo: I . os critérios definidos em regulamento. § 2º . por qualquer hipótese. .O órgão responsável pela gestão cultural deverá estabelecer a altura e a distância que cada tipo de mobiliário urbano deverá ter em relação a cada bem tombado.O mobiliário urbano deverá ser mantido. § 1º . sem prejuízo das previstas nesta Seção. deverá dar-se sob a faixa destinada a pedestre. 65 . Art. Parágrafo único .00 m (três metros). definindo-se no edital correspondente as condições de contraprestação.00 m (dois metros). 70 . respeitando. em perfeita condição de funcionamento.proteger contra veículo. Art. de forma a não comprometer sua visibilidade. deverá estar posicionada junto do alinhamento ou da faixa ajardinada e ter largura igual ou superior a 1. ressalvadas as situações em que o mobiliário se incorpore ao patrimônio municipal. 66 .É vedada a instalação de mobiliário urbano em local em que tal mobiliário prejudique a segurança ou o trânsito de veículo ou pedestre ou comprometa a estética da cidade. 67 . que prevalecerão pelo prazo de vigência do mesmo. Art. Art.abrir portão eletrônico de garagem.O mobiliário urbano instalado em logradouro público estará sujeito ao pagamento de preço público.É vedada a instalação de mobiliário urbano em posição em que tal mobiliário interfira na visibilidade de bem tombado. II .quando devidamente caracterizado o interesse público que justifique a remoção. a ser definida pelo regulamento deste Código.Enquanto o órgão referido no § 1º deste artigo não definir a altura e a distância de cada mobiliário em relação a algum bem tombado. conservação e segurança. no caso de passeio com medida inferior a 2. no caso de mobiliário móvel. b) com relação à ocupação no sentido transversal do passeio: 40 % (quarenta por cento) da largura do passeio.00 m (dez metros) e a altura máxima de 3. mediante licitação.

Art. respeitado que: I . . lanchonete.A colocação de mesa e cadeira em passeio de logradouro público.Não dispondo a edificação de área de afastamento frontal não configurado como extensão do passeio. exceto no caso de feira ou evento regularmente licenciados.a edificação tenha sido construída no alinhamento ou o passeio lindeiro tenha largura igual ou superior a 3. sendo o custo respectivo ressarcido pelo proprietário.Para a abertura do processo de que trata o caput. em qualquer dos casos previstos nesta Seção.00 m (três metros) de largura. Art. 75 desta Seção a edificação utilizada para o funcionamento de restaurante.É vedada a colocação de mesa e cadeira em via pública.no passeio do logradouro público. acrescido da taxa de administração. 77 .A área a ser destinada à colocação de mesa e cadeira é a do afastamento frontal da edificação. a colocação de mesa e cadeira em passeio com menos de 3. III . café ou similares. o responsável por sua instalação deverá fazer os devidos reparos. em processo a ser definido no regulamento. poderá ser solicitado ao interessado. Parágrafo único . referentes à instalação de mobiliário urbano em passeio. Parágrafo único . 81 . III . Parágrafo único . 75 deste Código. sem prejuízo das sanções cabíveis. Art. restabelecendo no logradouro as mesmas condições em que ele se encontrava antes da instalação respectiva.Somente poderá colocar mesa e cadeira nos termos do art.00 m (três metros). 75 . as seguintes regras: I . poderá o Executivo realizar a obra. 80 . o documento de licenciamento poderá fixar o horário permitido para a colocação de mesa e cadeira.§ 2º . II . em função das condições locais de sossego ou de segurança pública e do trânsito de pedestre. 76 . junto do alinhamento. desde que tal afastamento não seja configurado como extensão do passeio e se respeitem os limites com o passeio.50 m (um metro e meio). II . o layout da ocupação do espaço pretendido. 79 .A área do passeio a ser utilizada para a colocação de mesa e cadeira será aquela imediatamente em frente à edificação.A critério do Executivo.No caso de não cumprimento do disposto no § 2° deste artigo. Seção II Da Mesa e Cadeira Art. em quarteirão fechado e em afastamento frontal configurado como extensão do passeio depende de prévio licenciamento.o espaço utilizado não exceda a testada da edificação.Se a remoção do mobiliário urbano implicar dano ao logradouro público.A colocação de mesa e cadeira na área de afastamento frontal de que trata o caput deste artigo independe de licenciamento. Art.na área de afastamento frontal configurado como extensão do passeio . Parágrafo único . exceto se contar com a anuência do vizinho. 74 . serão observadas.sejam observadas as regras aplicáveis da Seção I deste Capítulo. Art. 78 .Nas hipóteses do art. § 3º . reservada. entre outros documentos. faixa de pedestre com largura mínima de 1. salvo em condições especiais. bar.não será permitida.A área do quarteirão fechado a ser utilizada para a colocação de mesa e cadeira será aquela imediatamente em frente à edificação. a colocação de mesa e cadeira poderá ser feita: I .no espaço do quarteirão fechado. poderá ser exigido que a área destinada à colocação de mesa e cadeira seja demarcada graficamente na superfície do passeio.Com relação à largura do passeio. Art. Art.

como o vidro ou o policarbonato. mesmo que a atividade por ele exercida tenha natureza similar à dos estabelecimentos referidos nesta Seção. desde que este toldo: I . V . bar. exclusivamente para acesso à edificação.não prejudique a arborização ou a iluminação públicas.Poderá ser instalado toldo sobre afastamento de edificação. bar.00 m (quatro metros) de largura.não desça nenhum de seus elementos a altura inferior a 2.30 m (dois metros e trinta centímetros) do nível do piso do pavimento.cortina. instalado sobre porta. clube.nos passeios de até 4. ou translúcido. § 2° .não prejudique as áreas mínimas de iluminação e ventilação da edificação. como a lona ou o plástico. IV . III. § 1° .II . 87 . II . ainda que parcial.O toldo será de um dos seguintes tipos: I . 86 . III . sem que seja considerado elemento construtivo. V .nos passeios de dimensão superior a 4. limitando-se à metade do afastamento. Art. com estrutura leve e cobertura em material flexível. a ocupação poderá exceder o limite estabelecido no inciso II deste artigo.não oculte placa de nomenclatura de logradouros e próprios públicos. restaurante. 82 . aquele apoiado apenas na fachada. II . desde que o espaço livre não fique reduzido a menos de 2. janela ou vitrine e projetado sobre o afastamento existente ou sobre o passeio. aquele instalado sob marquise ou laje. Art.O toldo do tipo passarela sobre o passeio é admitido apenas em fachada de hotel.30 m (dois metros e trinta centímetros) do nível do passeio em qualquer ponto. passível de ser removido sem necessidade de obra de demolição. café. aquele que se desenvolve no sentido perpendicular ou oblíquo à fachada.20m (um metro e vinte centímetros) de projeção horizontal.passarela. II . . 85 .00 m (dois metros). Art.em balanço. § 1° . com panejamento vertical.A área de afastamento frontal lindeira a restaurante. desde que o toldo tenha a função de cobrir mesas e cadeiras regularmente licenciadas. IV .A colocação de toldo depende de prévio licenciamento.não prejudique as áreas mínimas de permeabilidade.Ao licenciado para o exercício de atividade em logradouro público é vedada a colocação de mesa e cadeira em passeio.não exceda a largura do passeio. limitando-se. III .não utilize colunas de sustentação. no máximo. a ocupação não poderá ter dimensão superior à de sua metade.O toldo em balanço sobre fachada no alinhamento não terá mais de 2.O disposto no caput não se aplica ao exercício de atividades em feira ou evento regularmente licenciados.As mesas de que trata esta Seção poderão ter guarda-sol removível.00 m (quatro metros).Toldo é o mobiliário acrescido à fachada da edificação. Parágrafo único. à metade do passeio. quarteirão fechado ou via pública. 84 . Art. desde que este toldo: I . III . Seção III Do Toldo Art. lanchonete e similares poderá ser coberta por toldo. Parágrafo único . podendo utilizar colunas de sustentação.00 m (dois metros) de projeção horizontal.não prejudique as áreas mínimas de iluminação e ventilação da edificação.É admitida a instalação de toldo sobre o passeio.não desça nenhum de seus elementos a altura inferior a 2. 83 . casa de recepção e congêneres e desde que utilize no máximo duas colunas de sustentação e não exceda a largura da entrada do estabelecimento.não tenha mais de 1. Art. dispensando-se as exigências contidas nos incisos I e II deste artigo.

que cuidará de resguardar as seguintes distâncias mínimas: I . § 2º . Art.100 m (cem metros) com relação a outra banca na Zona Hipercentral (ZHIP) e Zona Central de Belo Horizonte (ZCBH) e 200 m (duzentos metros) nos demais locais.§ 2° . em processo definido neste Código e em seu regulamento. ocupação e uso do solo. a parada e o estacionamento dos veículos a seu serviço.As distâncias previstas nos incisos deste artigo serão medidas ao longo do eixo do logradouro. Art. de modo a atender às particularidades do local de instalação e do produto a ser comercializado.Poderá ser instalada no logradouro público banca destinada ao exercício da atividade prevista na Seção II do Capítulo IV do Título III deste Código.10.Considera-se ponto final o ponto de apoio onde ocorrem o controle dos horários de partida da linha respectiva. adequados à proteção da mercadoria. com a finalidade de adaptá la a projeto de urbanização e paisagismo.A banca obedecerá a padrões definidos em regulamento. a construção. sem autorização expressa do Executivo.A área de afastamento frontal poderá ser coberta por toldo do tipo passarela. Art. 94 . 88 .Estando o ponto final a distância inferior ou igual a 100 m (cem metros) da garagem da empresa subconcessionária da respectiva linha. 90 . Art. que especificarão modelos e dimensões diferenciados. Art. Art. mediante licitação. Seção IV Do Sanitário Público e da Cabine Sanitária Art. Seção V Da Banca Art.O ponto final da linha de ônibus do serviço de transporte coletivo urbano será equipado com cabine sanitária para uso exclusivo dos empregados neste serviço.(VETADO) Art. esta fica desobrigada de instalar a cabine sanitária. obedecido prazo previsto em regulamento. III .00 m (dez metros) com relação aos pontos de embarque e desembarque de coletivos. 95 . Parágrafo único . . 96 .Poderá ser instalada banca em desconformidade com os padrões estabelecidos pelo regulamento. manutenção e exploração de sanitários públicos nos locais de maior trânsito de pedestres. de forma a não comprometer o viço e a resistência das flores e plantas. II . 91 . que o comprovará. dispensando-se as exigências contidas nos incisos I e II deste artigo. bastando comunicar o fato ao órgão competente do Executivo. 89 . desde que o toldo tenha a função de cobrir acesso a edificações destinadas a uso coletivo. especialmente na Zona Central de Belo Horizonte (ZCBH). 92 . desde que haja licenciamento especial do Executivo. 97 . 93 .O local para a instalação de banca será indicado pelo Executivo.A banca destinada ao comércio de flores e plantas naturais será dotada de mecanismos físicos de aeração. Art. Parágrafo único . § 1º .Não será permitida alteração no modelo externo original da banca. conforme classificação da legislação de parcelamento. nem mudança na sua localização.50 m (cinqüenta metros) com relação a lojas que comercializam o mesmo produto que a banca.A cabine sanitária será instalada pela empresa subconcessionária do transporte coletivo e não acarretará ônus para os cofres públicos.A mudança do ponto final de um local para outro no logradouro público obriga à realocação da cabine no novo local e à recuperação do espaço em que ela estava instalada. sendo que sua instalação depende de prévio licenciamento.O Executivo poderá delegar a terceiros.

no local sinalizado com placa que proíba parar e estacionar.Art. § 2° -O licenciamento previsto pelo § 1° deste artigo estará condicionado ao licenciamento do local de guarda das caçambas.tarja refletora com área mínima de 100cm² (cem centímetros quadrados) em cada extremidade. as condições e o local previamente estabelecidos. Art. 102 . 101 . 105 . II . IV . Seção VI Do Suporte para Colocação de Lixo Art. 103 .identificação do nome do licenciado e do número do telefone da empresa nas faces laterais externas.Caçamba é o mobiliário destinado à coleta de terra e entulho provenientes de obra. desde que deixe livre.É vedada a utilização de logradouro público para guarda de caçamba. Seção VII Da Caçamba Art. III .70 m (dois metros e setenta centímetros) de largura. da excessiva quantidade de lixo que o coletor deverá suportar ou de outras especificidades locais. quando ocupar espaço maior que 2. II . a permanência. 98 .50 m (um metro e cinqüenta centímetros) de largura.A colocação. em sentido longitudinal. reforma ou demolição de qualquer natureza. IV . que providenciará a sua instalação.cores vivas. em processo a ser definido no regulamento deste Código. bem como o local destinado a sua instalação.O Executivo poderá eximir o proprietário da instalação de suporte para colocação de lixo em função do intenso trânsito de pedestres no logradouro. construção. III . 99 . Art. 104 . que terá as seguintes características.inclinada em relação ao meio-fio.capacidade máxima de 7m³ (sete metros cúbicos). a utilização e o transporte de caçamba em logradouro público sujeitam-se a prévio licenciamento. junto ao alinhamento.A unidade licenciada será o conjunto de 1 (um) caminhão e 15 (quinze) caçambas. II .A aprovação do projeto arquitetônico de edificação condiciona-se a que este tenha indicado o número e o tamanho dos suportes para colocação de lixo demandados. Parágrafo único . a conservação e a manutenção do suporte para colocação de lixo são da responsabilidade do proprietário do terreno e deverão seguir as normas do órgão de limpeza urbana. 100 .o passeio.00 m (cinco metros) da esquina do alinhamento dos lotes. entre outras a serem definidas em regulamento: I . § 1° . Art. Parágrafo único . faixa para circulação de pedestre de no mínimo 1.junto ao hidrante e sobre registro de água ou tampa de poço de inspeção de galeria subterrânea.A instalação. Art. Art. preferencialmente combinando amarelo e azul ou alaranjado e vermelho.A banca será de propriedade da pessoa a quem tiver sido conferido o documento de licenciamento.a via pública. para assegurar a visibilidade noturna. .O suporte para colocação de lixo é equipamento da edificação e será instalado sobre base própria fixada no passeio lindeiro ao respectivo terreno. obedecidos o prazo. § 3° .a menos de 5. ao longo do alinhamento da guia do meio-fio.O local para a colocação de caçamba em logradouro público poderá ser: I .A caçamba obedecerá a modelo próprio.Não será permitida a colocação de caçamba: I .

112 . cuidando para que a mesma não seja instalada: I . obedecendo ao modelo oficial. mesmo no local para o qual ela tenha sido liberada.O Executivo poderá determinar a retirada de caçamba.livre nos feriados. Art. por conveniência pública. 116 .Art. exceto o previsto no art.O Executivo definirá o local adequado à instalação da cadeira de engraxate. 108 deste Código. é de 3 (três) dias úteis. 115 . Art. 111 .O Executivo poderá.00 m (três metros). deverá ser observadaa legislação referente à limpeza urbana.calços nas rodas traseiras dos veículos. desde que obedecido o espaço mínimo de 10. 110 . ao meio ambiente e à segurança de veículo e pedestre. Art. 113 . -se Art. estabelecimento bancário ou de ensino.O tempo de permanência máximo por caçamba em um mesmo local. devido a alguma excepcionalidade.Na operação de colocação e na de retirada da caçamba. quando.(VETADO) Art.(VETADO) Art. 114 .sinalização com 3 (três) cones refletores. II . II . Art. o horário de colocação. 118 . 108 . de permanência e de retirada das caçambas é: I . cinema e teatro. Parágrafo único . devendo.na proximidade de ponto de coletivo. Parágrafo único . mudar a localização da cadeira a qualquer tempo.Poderão ser formados grupos de até 2 (duas) caçambas no logradouro público. III . obedecer a padronização estabelecida pelo órgão competente do Executivo. Art. para sua instalação.Na Zona Hipercentral (ZHIP).O exercício de atividades em logradouro público depende de licenciamento prévio junto ao Executivo. .As penalidades previstas neste Código referentes a esta Seção serão aplicadas ao proprietário da caçamba.00 m (dez metros) entre os grupos.em passeio de largura inferior a 3.A cadeira de engraxate é o mobiliário utilizado para a prestação do serviço a que se refere. cuidando-se para que sejam utilizados: I . devendo a transferência dar no prazo para tanto estabelecido. II . Seção VIII Da Cadeira de Engraxate Art. 117 .(VETADO) CAPÍTULO IV DO EXERCÍCIO DE ATIVIDADES Seção I Disposições Gerais Art. 107 .das 14 (catorze) horas de sábado às 7 (sete) horas de segunda -feira. 109 . 106 . a mesma venha a prejudicar o trânsito de veículo e pedestre.O licenciado para atividade em cadeira de engraxate poderá fazer a cadeira.Fica proibido o exercício de atividade por camelôs e toreros em logradouro público. por sua conta. Art. no caso de logradouro com de clividade.das 20 (vinte) às 7 (sete) horas nos dias úteis. saída de repartição pública. Art.

podendo ser: I . será o licenciamento restituído ao Executivo. improrrogável. em ambos os casos. não iniciar o exercício da atividade no prazo determinado.No caso de a desistência ocorrer durante o primeiro ano. a pessoa desistente não estará isenta de suas obrigações fiscais junto ao Poder Público. aquela que se realiza periodicamente.estabelecer área do Município em que será proibido o exercício de atividade. § 4° . que poderá ser simplificado em relação a alguma atividade. aquela que se realiza esporadicamente. Art. sendo vedada a utilização de qualquer outro equipamento ou apetrecho nele não explicitado. Art. sendo. 124 . § 5° .Art. .O documento de licenciamento deverá explicitar o equipamento ou apetrecho de uso admitido no exercício da atividade respectiva no logradouro público e mencionar. podendo haver variação desse número em função da atividade.A atividade exercida no logradouro público pode ser: I . 2° e 3° deste artigo não se aplicam à possibilidade de acumular 1 (um) documento de licenciamento para atividade constante com 1 (um) documento de licenciamento para atividade eventual. § 2° . § 1° . § 3° . prorrogável conforme dispuser o regulamento deste Código. quando se tratar de atividade constante. II . circunstância ou atividade. mesmo que para atividades distintas.O licenciamento para exercício de atividade em logradouro público terá sempre caráter precário e será feito por meio de licitação.O documento de licenciamento é pessoal e específico para a atividade e o local de instalação ou área de trânsito nele indicados.O prazo de validade do documento de licenciamento variará conforme a classificação da atividade. § 3° . inclusive. Art. a fim de que seja redistribuído por meio de nova licitação. 121 . requerer ao Executivo a revogação do licenciamento. particularmente a classificada como eventual.O titular do documento de licenciamento poderá indicar preposto para auxiliá-lo no exercício da atividade. desde que tal preposto não seja titular de documento de licenciamento da mesma natureza. Art.de até 3 (três) meses ou até o encerramento do evento.As vedações de que tratam os § § 1°. § 2° .Em ambos os casos. Art.de até 1 (um) ano. II . a possibilidade de utilização de aparelho sonoro.definir locais específicos para a concentração do comércio exercido por ambulantes. o licenciamento será repassado ao habilitado imediatamente classificado na respectiva licitação. 123 . 122 .Será especificado no regulamento deste Código o número de prepostos a que se refere o § 3° deste artigo. comercial ou de serviços. conforme procedimento previsto no regulamento deste Código.Ocorrerá desistência quando: I .o licenciado. 120 .O regulamento deste Código poderá: I .Não será liberado mais de um documento de licenciamento para a mesma pessoa natural. tendo iniciado o exercício da atividade. correlacionando ou não essa vedação a determinada época. conforme o caso. II .eventual. § 1º . sem motivo justificado.Somente poderá ser licenciada para exercício de atividade em logradouro público a pessoa natural e desde que não seja proprietária de estabelecimento industrial. Parágrafo único . II .(VETADO) III .No caso de a desistência ocorrer após a vigência do primeiro ano.o licenciado. ainda que de atividade distinta. quando se tratar de atividade eventual. 119 .constante.

Somente é permitida a comercialização no logradouro público de mercadoria com origem legal comprovada.jornal e revista. inclusive.O documento de licenciamento é intransferível.É proibida no logradouro público a realização de campanha para arrecadação de fundos. III . não se destinando a atividade comercial.O comércio de que trata o art. especialmente no que se refere ao detalhamento dos critérios de licenciamento.O Executivo regulamentará este Capítulo. 132 . álbum de figurinha. II . III .O documento de licenciamento que tiver sido transferido passará a ter caráter precário e sua validade se estenderá apenas até que ocorra nova licitação para o exercício da atividade.O horário de exercício de atividade no logradouro público será previsto no documento de licenciamento respectivo.Para os fins deste Código.Nos casos admitidos nos incisos deste artigo. II . 126 .Art.Cada um dos tipos de banca somente poderá explorar o comércio das mercadorias que para ele tiverem sido previstas nesta Seção. Parágrafo único . 135 . emblema e adesivo. às taxas respectivas e à fiscalização das atividades. 134 . exceto se o titular: I . 133 deste Código será dedicado à venda ao consumidor das mercadorias previstas nesta Seção para os seguintes tipos de banca: I .falecer.flâmula. III . em processo a ser definido no regulamento deste Código. Seção II Da Atividade em Banca Art.A banca de jornais e revistas destina-se à comercialização de: I . § 1º .entrar em licença médica por prazo superior a 60 (sessenta) dias. 133 .banca de flores e plantas naturais. visando a engajá-lo nos programas de interesse público desenvolvidos no respectivo local. . o equipamento para exercício de atividade no logradouro público constitui modalidade de mobiliário urbano. podendo. Art. 129 . a transferência obedecerá à seguinte ordem: I .tornar-se portador de invalidez permanente. Art. Art.cartão postal e comemorativo.banca de jornais e revistas. 130 . § 2º .É expressamente proibida a instalação de trailer em logradouro público. vir a utilizar o mobiliário onde a atividade é exercida como ponto de apoio e referência para a comunidade. 131 . Art.Poderá ser exercida a atividade de comércio em banca fixa instalada em logradouro público. que se sujeita a prévio licenciamento.filho.irmão. 128 . à exceção dos que. Art. Art. tenham obtido anuência do órgão competente do Executivo.cônjuge ou companheiro estável. II . Art. 125 . II . Art. Art. 127 .O Executivo capacitará o licenciado para o exercício de atividade no logradouro público.

em modelos padronizados aprovados pelo Poder Público. V .talão de estacionamento. proibição extensiva ao cônjuge.artigo para fumante. *XXII . devendo tais veículos. XI .(VETADO) XIII .fita de áudio.artesanatos. 136 . *XXVI .(VETADO) XII .(VETADO) *XXIII .(VETADO) *XVII . 1º da lei 9007 de 29 de dezembro de 2004 § 1º . inclusive audiovisual integrante do mesmo.cartão telefônico e recarga de cartão magnético do sistema de transporte coletivo.mapa e livro.(VETADO) IX . 139 . folheto e similar de cunho promocional. VI .É proibida a exploração de banca de jornais e revistas ao proprietário de empresa distribuidora de jornal e revista. VII . segundo critérios a serem definidos pelo regulamento.impresso de utilidade pública. bem como os utensílios e vasilhames utilizados no serviço.brindes diversos.(VETADO) *XIX .(VETADO) (NR) *incisos XVI a XXIX do art.(VETADO) *XXI .Em qualquer dos tipos de banca.acessórios para aparelho telefônico celular. previsto para esta finalidade. adubo e semente. *XXVII . Seção III Da Atividade em Veículo de Tração Humana e Veículo Automotor Art. Art.selo postal. 135 acrescentados pelo art.ingresso para espetáculo público.Poderão ser utilizados o veículo de tração humana e o automotor para a comercialização de alimento em logradouro público. *XXIV . a exposição do produto que comercializa somente será permitida no local próprio. Art.cópias de chaves.Será facultado à banca de jornais e revistas fazer a distribuição de encarte. pilha. 138 . barbeador.periódico de qualquer natureza.(VETADO) *XX . ser vistoriados e aprovados pelo órgão municipal responsável pela vigilância sanitária. § 2° . XIV .A atividade de que trata esta Seção poderá ser exercida em sistema de rodízio estabelecido pela entidade representativa de cada segmento. além de flores e plantas naturais. também produto utilizado no cultivo domiciliar de pequeno porte.bombonière. .IV . como terra vegetal.A banca de flores e plantas naturais poderá comercializar. 140 .serviço de revelação de filmes fotográficos. XV . CD encartado em publicação e filme fotográfico.(VETADO) *XVIII . *XXIX . Art. X .brinquedos. VIII . preservativo. Art. *XXV . *XXVIII .A distribuição prevista no § 1° deste artigo não poderá descaracterizar a atividade própria da banca. *XVI . 137 .

IV .sorvete de fabricação instantânea. Art.O licenciado para exercer atividade comercial em veículo de tração humana ou automotor deverá. amendoim torrado. proveniente de xaropes ou qualquer outro processo. 146 deste Código. Art. 142 .refresco. suco ou refresco industrializado e refrigerante. água mineral.O veículo automotor a ser utilizado deverá: I . II . III .zelar para que as mercadorias não estejam deterioradas ou contaminadas e se apresentem em perfeitas condições higiênicas. 148 .recipiente adequado à coleta de resíduos.bebida alcoólica.Art. II . 145 . dotado de: I . Art.ser utilitário de até 1. V .000 kg (mil quilogramas).o preparo de bebida. respeitando-se as normas aplicáveis do Código de Trânsito Brasileiro. essência ou outro produto corante ou aromático.caldo de cana. picolé.estar devidamente emplacado pelo órgão competente. 143 .carnes e derivados. suco e refresco industrializado.manter o veículo em perfeitas condições de conservação.O licenciado para o comércio em veículo automotor somente poderá comercializar lanche rápido. II .o preparo de alimentos não elencados no art. definido pelo Executivo para cada modalidade de comércio. IV. sendo.É proibido comercializar em veículo: I . água-de-coco. II . pipoca.manter rigoroso asseio pessoal. suco ou refresco industrializado. II . VI . III . III . 147 . água mineral. 144 .extintor de incêndio apropriado. exceto laranja.acatar os dispositivos legais que lhe forem aplicáveis. milho verde. III .fruta descascada ou partida. Art. vedada a exposição de mercadoria em suas partes externas. Art.usar uniforme limpo e de cor clara. doces. cachorro-quente. em qualquer caso. água mineral. churro e frutas. . Art.É vedado ao licenciado para atividade desenvolvida em veículo de tração humana: I .atender às normas de segurança e de saúde pública. Art. VI . 149 .a venda fracionada de refrigerante. sorvete.O veículo não poderá apresentar expansão ou acréscimo de qualquer espécie.zelar pela limpeza do logradouro público. refrigerante. conforme definido em regulamento. VII . V .Os produtos comercializados em veículos deverão atender ao disposto na legislação sanitária específica.café. VII . 141 .portar o documento de licenciamento atualizado. Parágrafo único . ou mistura de xarope. que deverá ser descascada na hora. Art. 146 .O licenciado para o comércio em veículo de tração humana somente poderá comercializar algodão-doce.estar devidamente adaptado. no caso de utilização de substância inflamável no preparo dos produtos a serem comercializados. IV . quando em serviço: I .O veículo será de tipo padronizado.A mercadoria não poderá ficar exposta em caixote ou assemelhado colocado no passeio ou via pública. a pedido e à vista do consumidor. higiene e limpeza. praliné.

clube e templo religioso. 153 .A proibição prevista no caput não atinge o irmão ou o filho do licenciado.O comércio em veículo automotor não poderá ocorrer: I .Não será permitida a venda ambulante de alimento em cesto. Art.manter limpa a área num raio de 5 m (cinco metros) da cadeira. Parágrafo único . em área específica. II . IV .a menos de 50 m (cinqüenta metros) de lanchonete.som.usar o uniforme estipulado pelo Executivo. mesa e cadeira. II. sendo-lhe proibido colocar preposto no serviço. III .em afastamento frontal de edificação.usar em serviço material de boa qualidade. 154 .em local onde a legislação de trânsito não permita a parada ou o estacionamento de veículo. Art. II .portar o documento de licenciamento e apresentá-lo à fiscalização quando solicitado. observado que: I . Parágrafo único .V . Art.Não se admitirá o comércio em trailer ou reboque em logradouro público. Art. II .sombrinha. que dependerá de licenciamento.manter a cadeira e acessórios em bom estado de conservação e aparência. restaurante e similar.permanecer inativo por mais de 5 (cinco) dias.ser aprovado em vistoria técnica anual pelo órgão municipal responsável pelo trânsito.definirá a documentação necessária ao licenciamento para o exercício de atividade comercial em veículos de tração humana e automotor. . Seção IV Da Atividade de Engraxate Art. salvo em caso de superveniência de incapacidade temporária. VI . Art. Art. 154 deste Código.O Executivo poderá celebrar convênio com entidade voltada à garantia dos direitos da criança e do adolescente com vistas à seleção de menores candidatos à obtenção do licenciamento de que trata o art. 157 . IV . Art. 156 . 157 deste Código. 155 .O licenciado poderá explorar apenas 1 (uma) cadeira de engraxate e uma mesma cadeira de engraxate poderá ser explorada por até 2 (duas) pessoas. V . III .A instalação de toldo e o uso de publicidade obedecerão ao disposto no regulamento. baú. bar.seja dada prioridade aos candidatos com maior grau de carência socioeconômica. 158 . 152 .em frente a portaria de estabelecimento de ensino. 159 . hospital.O regulamento deste Código: I . proibições adicionais relativas a horários e a locais para o exercício de atividade comercial em veículos.Poderá ser exercida em logradouro público a atividade de engraxate. se ela não for substituída na forma do parágrafo único do art. II .haja isenção do pagamento de taxa ou de qualquer outro tributo ou preço público. Art.poderá estabelecer. 151 .É proibida ao comércio em veículo automotor a utilização de: I . Art.O licenciado deverá exercer pessoalmente as atividades respectivas. desde que comprovada e comunicada ao Executivo a sua incapacidade temporária ou definitiva. tabuleiro ou qualquer outro recipiente similar.É vedado ao licenciado: I .observar a tabela de preços e afixá-la em local visível. Parágrafo único .Cumpre ao licenciado: I . 150 .

O requerimento de licenciamento para realização de evento em logradouro público deverá definir. Parágrafo único . religiosa ou esportiva. no mesmo local. qualquer realização. conforme definido no regulamento deste Código. aquele realizado em dia certo e específico.O regulamento deste Código poderá definir outras informações que deverão constar do requerimento de licenciamento. Art. Seção V Do Evento Art.os equipamentos que serão instalados. podendo esses órgãos opinar pela não autorização do evento.realizar qualquer serviço de sapataria. não podendo ultrapassar o total de 10 (dez) realizações no ano no mesmo local. para os fins deste Código. VI . III . entende-se como mesmo local aquele situado em raio de distância determinado em relação ao local licenciado.II . § 2º . inclusive consertos. aquele realizado periodicamente. conforme o caso: I . o Poder Público poderá indeferir a solicitação de licenciamento para realização do evento. bem como outros órgãos competentes para proceder à análise respectiva.a garantia de acessibilidade para veículo utilizado em situações emergenciais. II . sem caráter de permanência.O evento em logradouro público será: I . IV .a solução viária para desvio do trânsito. . IX . pela segurança e pelo trânsito. social. objeto ou instalação diversa de sua atividade. 162 . observando-se a natureza dos eventos e as especificidades locais. que informarão sobre os impactos do evento no ambiente urbano e sobre as medidas a serem adotadas para minorá-los.Considera-se evento. Art.Para fins de aplicação da regra do inciso III do caput. de atividade recreativa.constante.O regulamento deste Código definirá: I .o número de eventos permitidos em cada local. Art.O requerente deverá firmar termo de responsabilidade relativo a danos ao patrimônio público ou a quaisquer outros decorrentes do evento. § 2º .as medidas de proteção do meio ambiente. VIII . § 1º . com intervalo de pelo menos uma semana entre uma e outra realização e com variação do local de realização. § 4º . VII .o processo de licenciamento específico para cada uma das modalidades de evento previstas no caput deste artigo. aquele realizado periodicamente. II . cultural. sem periodicidade e intervalo determinados. § 1º . 163 . III .O espetáculo pirotécnico é considerado evento e dependerá de licenciamento e comunicação prévia ao Corpo de Bombeiros.Inclui-se na regra prevista no § 1º deste artigo o evento promovido pelo Poder Público no logradouro público.a solução da questão da limpeza urbana. 160 . devidamente demonstrado no processo de licenciamento respectivo.as medidas preventivas de segurança.a área a ser utilizada.esporádico. V .a garantia de acessibilidade aos imóveis lindeiros ao local de realização do evento.itinerante. no logradouro público.ocupar o logradouro público com mercadoria. § 5º . II . 161 .os locais para estacionamento de veículo e para carga e descarga. III .Com base na opinião dos órgãos mencionados no § 1º deste artigo.Poderá ser realizado evento em logradouro público. com intervalo de pelo menos uma semana entre uma e outra realização. desde que atenda ao inter esse público.comercializar qualquer espécie de produto. § 3º . IV .O processo será submetido à análise dos órgãos responsáveis pela gestão ambiental.

165 . X . Art. ficando os casos excepcionais sujeitos a avaliação pela comissão paritária de que trata o art. para uma mesma feira.trabalhar apenas na feira e com os materiais para os quais esteja licenciado. podendo o regulamento proibir a sua realização na proximidade que definir em relação a local onde possa comprometer a segurança de pessoa ou de bem. Subseção III Dos Deveres e Vedações Art.O prazo máximo para substituição será de 60 (sessenta) dias.manter balança aferida e nivelada. IX . 167 . devidamente cadastrada junto ao Executivo. por escrito.A participação em feira depende de prévio licenciamento e da expedição do respectivo documento de licenciamento. VI . preço e classificação do produto. é vedado deter mais de um documento de licenciamento.Para a renovação do documento de licenciamento deverá ser encaminhado ao órgão competente requerimento instruído com cópia do documento vigente e comprovação de pagamento da última taxa devida. VIII.manter os equipamentos em bom estado de higiene e conservação. a critério do Executivo.manter rigoroso asseio pessoal.O Executivo reservará vagas nas feiras. IV .Parágrafo único . para cada dia.As áreas destinadas a feira em logradouro público serão fechadas ao trânsito de veículos durante sua realização.respeitar o regulamento de limpeza pública e demais normas expedidas pelo órgão competente do Executivo. V .adotar o modelo de equipamento definido pelo Executivo. II . quando for o caso. se for o caso. a critério do Executivo. 164 . Parágrafo único . 182 deste Código. para entidades assistenciais ou filantrópicas ou para pessoas portadoras de deficiência. Art.colaborar com a fiscalização no que for necessário.O espetáculo pirotécnico respeitará as regras de segurança pública e de proteção ao meio ambiente. ser renovado ao final do período por igual prazo. VII. § 1° . prestando as informações solicitadas e apresentando os documentos pertinentes à atividade. 171 . 169 .No caso de feira permanente.É vedada a realização de feira que fira o interesse público.O documento de licenciamento para participação em feira terá validade de 1 (um) ano. nos termos prescritos no regulamento. 168 .A feira será criada pelo Executivo.O feirante é obrigado a: I .respeitar e cumprir o horário de funcionamento da feira. 166 . que ficarão isentas do pagamento das taxas devidas. .manter plaquetas contendo nome. Subseção II Do Documento de Licenciamento Art. Seção VI Da Feira Subseção I Disposições Preliminares Art. Art.Cada feirante poderá indicar. 31 da Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte. Art. III . nos termos do art. a qualquer título. Parágrafo único . § 2° . até o limite de 5% (cinco por cento). podendo.respeitar o local demarcado para a instalação de sua banca. 170 . Art.O documento de licenciamento será específico para cada feira ou. para que o substitua em caso de nec essidade devidamente comprovada. uma pessoa como seu preposto.

respeitando o disposto nos arts. 174 .fazer propaganda de caráter político ou religioso durante a realização da feira. VII . culturais e de diversão. do mobiliário urbano público. permanente ou temporariamente.(VETADO) Art. 137 deste Código. gêneros alimentícios componentes da cesta básica. Parágrafo único.vender produto diferente dos constantes em seu documento de licenciamento. de frutas.A feira de arte e artesanato comercializará produtos resultantes da ação .de comidas e bebidas típicas nacionais ou estrangeiras.de livros usados e periódicos antigos. II. artigos de higiene e limpeza.ocupar espaço maior do que o que lhe foi licenciado. 175 . óleos comestíveis. a que for realizada continuamente. 172 .A feira poderá ser: I . XII . total ou parcialmente. utilidades domésticas.feira-livre.A feira de plantas e flores naturais comercializará os produtos naturais previstos no art.Serão admitidas as seguintes modalidades de feira: I .de artes plásticas e artesanato. II .As feiras permanentes deverão ter espaço destinado a apresentação gratuita de grupos regionais. Subseção IV Das Modalidades e Especificidades da Feira Art. II . exclusivamente a varejo. a que se destinar à venda. III .lançar.O feirante deverá utilizar banca para expor sua mercadoria.utilizar letreiro.de antigüidades. Art. IV .permanente. cartaz. Art. VI .vender.(VETADO) Art. depósito ou estocagem de mercadoria ou vasilhame ou para colocação de apetrecho destinado à afixação de faixa e cartaz ou a suporte de toldo ou barraca. da fachada ou de quaisquer outras áreas das edificações lindeiras para exposição. legumes.É vedada a comercialização.explorar a concessão exclusivamente por meio de preposto.promocional. da arborização pública.tratar com urbanidade o público em geral e os clientes.faltar injustificadamente a 2 (dois) dias de feira consecutivos ou a mais de 4 (quatro) dias de feira por mês.de plantas e flores naturais.afixar cartazes e avisos de interesse público determinados pelo Executivo. produtos comprovadamente artesanais e produtos da lavoura e indústria rural. gordura e água servida ou lixo de qualquer natureza. IV . 177 . cereais. no local onde ela funcione. na feira de plantas e flores naturais.É proibido ao feirante: I . III . pescados. Art. doces e laticínios. ovos. 173 . Art. aves vivas e abatidas. a que for realizada esporadicamente. detrito. V . Parágrafo único . alugar ou ceder a qualquer título. seu direito de participação na feira.apregoar mercadoria em voz alta. VIII . no que for compatível. V . na área da feira ou em seus arredores. 178 . X . ainda que tenha caráter periódico. VII . 176 . faixa e outro processo de comunicação no local de realização da feira. verduras. Parágrafo único .eventual. IX .XI .fazer uso do passeio. de espécimes coletados na natureza que possam representar risco de depredação da flora nativa. VI . 96 e 97 deste Código. sem o sentido de continuidade. 95.

180 . 176 deste Código. na feira prevista no caput.O regulamento deste Código definirá as regras de funcionamento e de realização das reuniões da comissão paritária. utilitário.Os membros suplentes serão escolhidos da mesma forma que os membros titulares. a raridade. por representantes do Executivo e dos feirantes. 182 deste Código. Parágrafo único . artístico e cultural. § 2° . Art. 183 . 182 . § 1° . sendo que haverá uma comissão para cada uma das modalidades de feira previstas no art. composto por especialistas nas atividades desenvolvidas nas feiras e em urbanismo e que não sejam feirantes. produto.A feira promocional será destinada a divulgar atividade. 181 .À comissão paritária compete: I .O Poder Público. a instalação de espaços destinados à prestação de serviço distinto da finalidade da feira. III .estejam ligados a origem cultural determinada. Art.A feira de antigüidade comercializará objetos selecionados de acordo com a data de fabricação . país.solicitar ao Poder Público a constituição de grupo técnico de avaliação.que é critério fundamental -. 184 .manifestar-se sobre os recursos impetrados por feirantes em caso de aplicação de penalidade. 185 . Art.Os representantes dos feirantes serão eleitos diretamente entre os licenciados nas feiras. § 4° . constituindo tradição cultural das cozinhas mineira. feitos com todos os materiais possíveis. II . § 1° . que faltarem injustificadamente a mais de 4 (quatro) reuniões por ano. considerando as prescrições desta Subseção. Art. mobiliário e outros que porventura venha a comercializar na feira. Parágrafo único .predominantemente manual. § 2° .É permitida. Subseção V Da Coordenação das Feiras Art. a possibilidade de serem colecionados e as peculiaridades locais.O mandato dos membros da comissão paritária será de 1 (um) ano. sempre que entender necessário. com o estilo de época.Serão excluídos da comissão paritária os membros. obedecidas as regras do art. em igual número.A fim de se evitar a evasão do patrimônio histórico.resultem de preparo e processo exclusivamente caseiro. II . titulares ou suplentes. renovável uma vez por igual período.Na feira prevista no caput é vedada a venda a varejo. exceto quando reciclados. com suplência. Art. estado ou cidade. tecnologia. cada expositor deverá manter registro de procedência e destino das peças sacras. refrigerante. nacional e internacional. artístico. à exceção de cerveja. constituirá um grupo técnico de avaliação. patrimonial ou estético e que. desde que ocupando no máximo 10 % (dez por cento) de seu espaço total. § 6° . sejam de elaboração exclusivamente artesanal.A feira de comidas e bebidas típicas comercializará produtos que: I . de ofício ou mediante solicitação da comissão paritária.Compete ao grupo técnico de avaliação: . suco e refresco industrializado e água mineral.Os membros da comissão paritária não farão jus a qualquer espécie de remuneração.Em virtude da dimensão de alguma feira em particular. § 5° . serviço. não sendo elaborados em nível final. § 3° . que agreguem significado cultural. em processo autônomo. Art. 179 .As feiras serão coordenadas por uma comissão paritária constituída.organizar e orientar o funcionamento das feiras. poderá ser criada uma comissão paritária específica para ela.

canal. III . § 1º . VI .É permitida a instalação de faixa e estandarte no logradouro público quando transmitirem mensagem institucional veiculada por órgão e entidade do Poder Público.Poderá ser instalado engenho de publicidade no logradouro público e no e spaço aéreo do Município. trincheira. 188 . II . nos seguintes pontos: a) no trevo e no trecho em curva. 187 . ponte.apreciar a compatibilização do material a ser exposto e comercializado com as prescrições deste Código. segundo critério que possibilite que o preço cobrado por engenho instalado em local de alta visibilidade financie a instalação de outro mobiliário naquele local ou de mobiliário em local que não seja objeto de interesse por parte dos anunciantes. desde que o local de sua instalação seja estritamente o do evento. III . conforme critérios a serem estabelecidos pelo Executivo.em placa indicativa de trânsito. podendo fazê-lo nos locais de exposição. II . observado período de exposição máximo de 5 (cinco) dias.00 m (cem metros) da entrada e saída de túnel. o engenho prejudique a sinalização de trânsito ou outra destinada à orientação pública. passarela de pedestre. c) em distância inferior a 50. Art.em local em que o engenho prejudique a identificação e preservação dos marcos referenciais urbanos. armazenagem ou produção.Em qualquer hipótese.O Executivo estabelecerá sistema de cobrança diferenciada pelo uso do logradouro público.avaliar a natureza. de seu regulamento e do documento de licenciamento respectivo. § 2° .em veículo. em que cause insegurança ao trânsito de veículo e pedestre.É permitida a veiculação da marca do patrocinador da divulgação das mensagens previstas no caput deste artigo. substituição e padronização de mobiliário urbano. somente é permitido utilizar engenho de publicidade quando houver interesse do Município em que a concessionária instale mobiliário além dos exigidos nos termos da respectiva concessão. especialmente em viaduto.assessorar a comissão paritária sempre que solicitado. motorizado ou não. obedecidos os critérios estabelecidos no licenciamento do evento. IV . de qualquer maneira. é vedada a instalação de engenho de publicidade: I .em faixa de domínio de rodovias. manutenção. passarela de acesso.00 m (cinqüenta metros) de elevado e rótula. Art. b) em distância inferior a 100. observadas as permissões expressas constantes neste Capítulo e as normas gerais constantes no Capítulo II do Título VI deste Código. CAPÍTULO V DA INSTALAÇÃO DE ENGENHO DE PUBLICIDADE Art. 186 . 194 deste Código. § 1° . entroncamento.É permitida a instalação de engenho de publicidade em mobiliário urbano com o objetivo de que o preço cobrado pelo uso do logradouro público financie a instalação. trevo. pontilhão.nas árvores.I . com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas da instalação. a qualidade da produção e do material e as ferramentas utilizadas. túnel.É permitida a instalação de engenho de publicidade em logradouro público durante a realização de evento. § 2º . elevado e similares. com o fim exclusivo de divulgação de publicidade. Art.A faixa e o estandarte destinados à divulgação de campanha de interesse público poderão permanecer instalados por período máximo de 30 (trinta) dias. desde que a entidade do Poder Público responsável pela campanha encaminhe ao órgão municipal competente a relação de endereços de instalação e dos respectivos prazos de exposição. salvo previsão do art. .No caso de mobiliário urbano objeto de concessão estadual ou federal. 190 . ou ainda.em local em que. Art. V . desde que para tanto se respeite o limite de 10 % (dez por cento) da área total da faixa ou estandarte. 189 .

A empresa concessionária do sistema de transporte público do Município poderá autorizar. Art. Art. de 14 de junho de 1995. CAPÍTULO VI DO TRANSPORTE COLETIVO Arts. Art. III .(VETADOS) TÍTULO IV DAS OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO. 199 . quando instalado nas divisas ou alinhamento.O fechamento de que trata este artigo poderá ser feito com qualquer material admitido no regulamento. 192 . § 1º . 195.sejam feitas a apresentação de Responsável Técnico e a de comprovação de contratação de seguro de responsabilidade civil. naquilo que lhes for aplicável.Entende-se por espaço aéreo aquele situado acima da altura máxima permitida para a instalação de engenho de publicidade no local. respeitados a legislação específica e o modelo padronizado pelo Executivo. . as disposições contidas no Código Sanitário Municipal e no Regulamento de Limpeza Urbana. § 2º .É permitida a veiculação de publicidade de entidade patrocinadora da pista de Cooper e da ciclovia regularmente instaladas no logradouro público. 196 e 197 .874. Parágrafo único . Art. de 23 de fevereiro de 1999.80 m (um metro e oitenta centímetros) de altura. durante a realização de evento em logradouro público. 6. 198 .a altura do dispositivo em relação ao terreno ou piso circundante.50m (dois metros e cinqüenta centímetros). táxi e mobiliário urbano relacionado àquele sistema. respeitados os padrões previamente estabelecidos pelo Executivo para o local.É permitida a instalação de engenho de publicidade no canteiro central da via pública e na praça para divulgação de entidade patrocinadora de programa de adoção de áreaverde. mediante normatização.a projeção ortogonal do dispositivo esteja contida nos limites do terreno.O material a ser usado no fechamento deverá ser capaz de impedir o carreamento de material do lote ou terreno vago para o logradouro público.A instalação. e 7. o funcionamento e a manutenção de elevadores e aparelhos de transporte similares observarão o disposto nas Leis Municipais nos.É permitida. a publicidade em ônibus. CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DA PROPRIEDADE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. com vedação de no mínimo 1. Art. 201 . seja no mínimo de 2.Em logradouro público dotado de meio-fio. medida em relação ao passeio. 194 .Para a instalação de cerca elétrica ou de qualquer dispositivo de segurança que apresente risco de dano a terceiros exige-se que: I . observadas as disposições gerais deste Código e as disposições e determinações da legislação de trânsito. e nas que as modificarem ou sucederem. 202 . 200 . 191 . Art.647.Serão observadas.Entende-se por terreno ou lote vago aquele destituído de qualquer edificação permanente.Art. para a promoção e a manutenção do controle sanitário nos terrenos e nas edificações. a instalação de engenho de publicidade no espaço aéreo sobre a área em que o evento esteja sendo realizado. 193 . o proprietário de terreno ou lote vago deverá fechá-lo em sua divisa com o alinhamento. podendo este padronizar ou proibir determinado material em alguma área específica do Município. II . CAPÍTULO II DO TERRENO OU LOTE VAGO Art. aplicando se às infrações nelas elencadas as penalidades previstas neste Código.

com vedação de no mínimo 1. 208 . 203 .§ 3º . Art. nem a visibilidade de placa de identificação de logradouro público ou de sinalização de trânsito. CAPÍTULO II DO TAPUME Art. poderá ser tolerado avanço superior ao permitido neste artigo.em obra cujo vulto ou posição não comprometam a segurança de pedestre ou de veículo. a juízo do órgão .80 m (um metro e oitenta centímetros) e poderá ser construído com qualquer material que cumpra finalidade de vedação e garanta a segurança do pedestre. excetuando-se o trecho de logradouro de grande trânsito. capinado e drenado.O proprietário fechará. tapume de proteção.É proibido o despejo de lixo no terreno ou lote vago. Parágrafo único . § 1° . CAPÍTULO III DO LOTE EDIFICADO Art.O proprietário manterá em bom estado de conservação o fechamento nas divisas e no alinhamento e as fachadas do imóvel. Art. segundo a devida comprovação pelo interessado. desde que o avanço não ultrapasse a metade da largura do passeio e desde que deixe livre faixa contínua para passagem de pedestre de no mínimo 1.O tapume.Entende-se por lote edificado aquele onde existe edificação concluída ou aquele onde é exercida uma atividade.Nos casos em que.O responsável pela modificação das condições naturais do terreno. III . 207 . o barracão de obra e o dispositivo de segurança instalados não poderão prejudicar a arborização pública. Parágrafo único . desde que autorizado pelo Executivo. todas as divisas do lote edificado. Parágrafo único .80 m (um metro e oitenta centímetros) de altura.O tapume poderá avançar sobre o passeio correspondente à testada do imóvel em que será executada a obra.em caso de obra em imóvel fechado com muro ou gradil. II . ao longo do alinhamento. mediante o pagamento do preço público relativo à área excedente. reforma ou demolição deverá instalar. TÍTULO V DA OBRA NA PROPRIEDADE E DE SUA INTERFERÊNCIA EM LOGRADOURO PÚBLICO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.O tapume terá altura mínima de 1. dispensando-se o fechamento em sua divisa com o alinhamento. independendo de licenciamento os respectivos atos. Parágrafo único .A instalação do tapume é dispensada: I . as condições técnicas da obra exigirem a ocupação de área maior no passeio. Art.O proprietário de terreno ou lote vago é obrigado a mantê-lo limpo. Art. 205 .Poderá ser dispensada a exigência de muro sobre as divisas laterais e de fundo mediante acordo expresso entre os proprietários dos imóveis lindeiros. Art.O responsável pela execução de obra. é obrigado a executar as obras necessárias a sanar o problema.em caso de obra interna à edificação. 204 . 206 . 210 . § 2º .Deverá ser previsto um acesso ao terreno ou lote vago.Não é motivo de isenção do cumprimento do disposto neste artigo a depredação por terceiro ou a ocorrência de acidente. 209 . que cause instabilidade ou dano de qualquer natureza a logradouro público ou a terreno vizinho.20 m (um metro e vinte centímetros) de largura. o mobiliário urbano instalado.

CAPÍTULO VI DO MOVIMENTO DE TERRA E ENTULHO Art.A instalação de barracão de obra sujeita-se a processo prévio de licenciamento.O responsável pela obra é obrigado a manter o passeio lindeiro ao imóvel em que está sendo executada a obra em bom estado de conservação e em condições de ser utilizado para trânsito de pedestre. conforme .O documento de licenciamento de que trata o caput ficará automaticamente cancelado. CAPÍTULO V DA DESCARGA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Art. contados da paralsação i respectiva. 213 . Art. 217 . Art. conforme critérios definidos na legislação específica sobre a segurança do trabalho.e desde que não tenha sido concluído qualquer piso na obra.Durante a execução de obra. § 2º . 219 . 216 . o tapume colocado sobre passeio deverá ser recuado para o alinhamento do terreno no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis. o documento de licenciamento vigerá pelo prazo máximo e improrrogável de 1 (um) ano.Na exceção admitida no caput.projeto de terraplenagem ou cópia do documento de licenciamento de demolição. contadas da finalização da descar para total ga. admitida a colocação de pontalete de sustentação na faixa de mobiliário urbano. devendo o respectivo requerimento ser instruído com: I . remoção. mesmo que tal serviço não seja da natureza de obra de construção ou similar.A descarga de material de construção será feita no canteiro da respectiva obra. sendo de 1 (um) ano o prazo máximo de vigência do documento de licenciamento respectivo. Art. admitindo-se excepcionalmente o uso do logradouro público para tal fim.O documento de licenciamento para a instalação de tapume terá validade pelo prazo de duração da obra. Parágrafo único . § 1º .competente do Executivo.conforme classificação feita pelo órgão responsável pela gestão do trânsito . Art.50m (dois metros e cinqüenta centímetros) de altura em relação ao passeio. 211 . variando conforme a intensidade do trânsito de pedestre no local.A instalação de tapume sobre o passeio sujeita-se a processo prévio de licenciamento. Parágrafo único . Parágrafo único .O movimento de terra e entulho sujeita-se a processo prévio de licenciamento. independentemente do prazo transcorrido.O barracão de obra será instalado a pelo menos 2. Art. 218 .No caso de paralisação da obra. nos termos do regulamento deste Código. observadas as determinações contidas no Regulamento de Limpeza Urbana. tolerando -se prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas.No caso de ocupação de mais da metade da largura do passeio.A regra deste artigo estende-se a qualquer serviço executado na fachada da edificação. CAPÍTULO IV DOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Art. reforma ou demolição. 212 . o responsável pela obra deverá iniciar imediatamente a remoção do material descarregado para o respectivo canteiro. deverá instalar dispositivos de segurança.A instalação de barracão de obra suspenso sobre o passeio será admitida quando se tratar de obra executada em imóvel localizado em logradouro público de intenso trânsito de pedestre . 215 . o responsável por ela. CAPÍTULO III DO BARRACÃO DE OBRA Art. quando a obra tiver concluída a construção de seu terceiro piso acima do nível do passeio. visando à proteção de pedestre ou de edificação vizinha. 214 .

planta do local. 223 . § 2° . II . Art.O exercício de atividade em parque deverá atender às exigências contidas no Capítulo IV do Título III deste Código no que for compatível.O movimento de terra e entulho obedecerá às determinações contidas no Regulamento de Limpeza Urbana.A terra e o entulho decorrentes de terraplenagem ou de demolição serão levados para local de bota-fora definido pelo Executivo.A licença do veículo a que se refere o caput deverá ser renovada anualmente. .O disposto neste Capítulo complementa o previsto na legislação de parcelamento. § 1° . Art. Parágrafo único . de margens de curso d'água e de área verde para bota-fora ou empréstimo. de parque. Art.No caso de utilização de caçamba. 222 . do levantamento plani-altimétrico correspondente e do perfil projetado para o terreno após a terraplenagem. 224 . Art. bem como às exigências adicionais previstas nos regulamentos específicos de cada parque.cartaz com o número do telefone dos órgãos de defesa do consumidor e da ordem econômica.declaração de inexistência de material tóxico ou infecto-contagioso no local. em local e posição de imediata visibilidade: I .É proibida a utilização de logradouro público.o documento de licenciamento. § 2º . Art. II . TÍTULO VI DO USO DA PROPRIEDADE CAPÍTULO I DO EXERCÍCIO DE ATIVIDADES Seção I Disposições Gerais Art. no horário de 7 (sete) às 19 (dezenove) horas.A atividade a ser desenvolvida deverá estar em conformidade com os termos do documento de licenciamento.O documento de licenciamento terá validade máxima de 5 (cinco) anos. § 1º . que o proprietário respectivo apresente termo escrito de concordância e que a indicação seja aprovada pelo Executivo. à área ocupada e às restrições específicas. desde que tal local seja de propriedade privada. Art. 225 .O transporte de terra e entulho provenientes de execução de obra. Art. 227 . dentre eles os referentes ao uso licenciado. Art.O licenciado poderá indicar outro local para o bota-fora.A operação de remoção de terra e entulho será realizada de segunda -feira a sábado. III .O exercício de atividade não-residencial depende de prévio licenciamento. sem prejuízo das demais penalidades previstas neste Código. ocupação e uso do solo no que diz respeito à localização de usos e ao exercício de atividades na propriedade pública e privada. reforma ou demolição deverá ser feito em veículo cadastrado e licenciado pelo órgão competente do Executivo. 229 . 221 . 226 . deverão ser respeitados adicionalmente os critérios previstos na Seção VII do Capítulo III do Título III deste Código.o caso. 220 .Caberá ao infrator remover imediatamente o material depositado em local não autorizado. Art.Deverão ser afixados no estabelecimento onde se exerce a atividade. 228 .

conforme o porte e características. sujeito às normas que regem o bar. Parágrafo único . o armazenam ento.cartaz com o número do telefone do órgão de defesa da saúde pública.residencial que atraia um alto número de pessoas está sujeita à elaboração de laudo técnico descritivo de suas condições de segurança. 234 .A edificação destinada total ou parcialmente a atividade não. com relação ao laudo técnico: I .O certificado de que trata o inciso IV deste artigo deverá ser mantido em local próximo ao equipamento. Art. inflamável ou químico de . com a respectiva anotação de responsabilidade técnica junto ao Conselho Regional de Engenharia. banca ou similares e desde que a projeção horizontal máxima desses equipamentos não tenha mais de 0. § 1º .As atividades mencionadas no art.O regulamento deste Código estabelecerá. 230 . 231 deste Código obrigam-se a contratar seguro de responsabilidade civil em favor de terceiros. conforme exigência no regulamento. destinado à comercialização de comestíveis e bebidas.O laudo previsto no caput deve ser de autoria de profissional competente.a relação e o nível de detalhamento mínimos dos itens de segurança que deverão constar na análise para cada tipo de atividade. emitido pelo órgão competente. Seção II Da Atividade em Trailer Art.Poderá ser excepcionado da regra prevista no caput o trailer que. que se obrigam a elaborá-lo. Parágrafo único . a guarda. 233 .O trailer fixo. sem prejuízo de sua imediata visibilidade. é considerado estabelecimento comercial. Seção III Da Atividade Perigosa Art. sem afastamento frontal.o prazo de validade.25m (vinte e cinco centímetros) além dos limites da edificação. Art. com as restrições deste Código. IV .A instalação de trailer sujeita-se a prévio processo de licenciamento. ocupação e uso do solo no que diz respeito à localização de atividades e ao afastamento frontal. Art. 232 . § 2º .certificado de regularidade. tenha obtido prévia anuência do órgão competente do Executivo. a lanchonete e similares. nela se incluindo. considerada a natureza da atividade. para fins de fiscalização. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA/MG).O laudo técnico e suas respectivas renovações.III . 237 . no caso de a atividade exercida utilizar tal equipamento. a utilização ou o transporte de produto explosivo. necessariamente.O trailer não poderá possuir área superior a 30 m² (trinta metros quadrados). 236 . § 3º . referente a equipamento de aferição de peso ou medida. em que deverá ser observado o atendimento das exigências da legislação sobre parcelamento. obedecidos os limites estabelecidos na legislação vigente.É proibida a instalação de trailer em logradouro público.A atividade perigosa será definida no regulamento deste Código. Parágrafo único . Art. desde que se utilizem para tanto vitrine. mesmo quando se tratar de edificação construída sobre o alinhamento. Art. frontal e de fundo da respectiva edificação. não se destinando a atividade comercial. 235 . serão arquivados no órgão competente do Executivo. II .a listagem das atividades.É permitida a exposição de produto fora do estabelecimento. nos afastamentos laterais. em inteiro teor. a comercialização. 231 . III . aquela relacionada com a fabricação. Art. Parágrafo único .A utilização de instrumento de som e de mesa e cadeira no passeio pelo trailer sujeita-se a prévio processo de licenciamento.A exposição de produto fora do estabelecimento não pode avançar sobre o passeio.

238 . 239 . II .Na Zona Hipercentral (ZHIP) será exigida a instalação de alarme sonoro e visual na saída do imóvel em que a atividade vier a ser exercida. contendo a transcrição das responsabilidades de que trata o art.O estabelecimento a que se refere este artigo fica obrigado a contratar e manter atualizado seguro de responsabilidade civil em favor dos proprietários dos veículos que ali estacionarem.O transporte de produto perigoso deverá atender às exigências da legislação específica. que ateste o atendimento das normas de segurança pertinentes. devendo este cobrir obrigatoriamente os casos de furto. a graxa. nos termos do regulamento. será afixado pelo proprietário em local visível da área do estabelecimento dedicado à atividade de estacionamento. conforme o caso. necessariamente.Entende-se por produto químico de fácil combustão a tinta. Art. Art. a guarda.O estabelecimento comercial que presta serviço por tempo decorrido terá de tomar como fração.O licenciado deverá apresentar comprovação de renovação do seguro e do laud de o responsabilidade técnica de profissional habilitado.A responsabilidade do estabelecimento de estacionamento estende aos objetos que -se estiverem no interior dos veículos estacionados. Art. 244 .Aplicam-se as regras deste artigo mesmo que a atividade perigosa não seja a única exercida no local. § 1° . a utilização ou o transporte de produto explosivo. representar parcela aritmética proporcional ao custo da hora integral. Parágrafo único . ao final do prazo de validade respectiva. 241 . § 1º . caso as chaves dos mesmos t nham sido e confiadas à sua guarda. a espuma e congêneres. 240 . o armazenamento. a comercialização. devendo o requerimento inicial estar instruído com: I . § 2º . Art. § 2º . 243 . Art.Cartaz informativo.laudo de responsabilidade técnica de profissional habilitado.A atividade de estacionamento sujeita-se a processo prévio de licenciamento. o tempo de 15 (quinze) minutos. inflamável ou químico de fácil combustão contratará seguro contra incêndio em favor de terceiros.fácil combustão. Parágrafo único.A estocagem máxima de pólvora permitida no estabelecimento varejista que comercializa fogos de artifício é de 20 kg (vinte quilogramas).A apólice de seguro cobrirá qualquer dano material causado a terceiros instalados ou residentes no imóvel onde tenha ocorrido o incêndio. roubo e colisões. Parágrafo único . o plástico.comprovação de contratação de seguro de responsabilidade civil em favor de terceiros. . § 1° . § 3º . 245 . para fins de cobrança. 242 .O estabelecimento dedicado à atividade de estacionamento será responsável pela proteção dos veículos nele estacionados. nos primeiros 15 (quinze) minutos.O laudo de responsabilidade técnica de profissional habilitado poderá determinar a adaptação do equipamento. Seção IV Do Estacionamento Art. respondendo pelos danos a eles causados.A atividade relacionada com a fabricação. fixando o prazo para sua implementação. o óleo. da instalação e do veículo. Art. enquanto estiverem sob sua guarda. no valor mínimo apurado pelos critérios constantes do regulamento deste Código. o verniz.O exercício de atividade perigosa sujeita-se a processo prévio de licenciamento. ou seja. o querosene. Art. por motivo de segurança.O valor cobrado na primeira fração. tem de ser o mesmo nas frações subseqüentes e. 243 deste Código.

de segunda a sexta-feira. 247 alterado pelo art. 253 . observando-se o cumprimento da legislação municipal e as normas de segurança.O responsável pelo circo e pelo parque de diversões deverá instalar pelo menos 2 (dois) banheiros para uso dos freqüentadores. Seção VI Da Feira Art. 45 (quarenta e cinco) e 60 (sessenta) minutos. *Art. Art.A feira promovida pelo Executivo na propriedade atenderá às seguintes exigências: . do tipo móvel ou não.A comprovação da idade do beneficiário será feita mediante apresentação de documento de identidade de validade nacional ou de carteira de idoso usuário de transporte público municipal. 250 . evento esportivo. 247 . e seu funcionamento somente terá início após a vistoria feita pelo órgão competente do Executivo.A instalação de circo e de parque de diversões somente será feita após a expedição do documento de licenciamen to. 249 .termo de responsabilidade técnica referente ao sistema de isolamento e condicionamento acústico instalado. § 3° . 248 . qua ndo este for utilizado.A região onde se pretende instalar o circo ou o parque de diversões deverá apresentar satisfatória fluidez de tráfego e área de estacionamento nas suas proximidades.em cinema e cineclube. na bilheteria.termo de responsabilidade técnica referente ao equipamento de diversão pública. 30 (trinta). Parágrafo único . 248 deste Código será exercido nas seguintes condições: I . 248 e 250 deste Código deverá afixar. cineclube. 251 . Art. (NR) *art.A maior de 60 (sessenta) anos será garantida a gratuidade do acesso a cinema. Art.O regulamento deste Código definirá a relação entre o número mínimo de banheiros e o porte ou especificidade da atividade. salvo se no local houver espaço suficiente para este fim. a pessoa com mais de 60 (sessenta) anos terá direito de adquirir ingresso pela metade do preço cobrado normalmente ao público freqüentador. 7º da lei 9064 de 17 de janeiro de 2005 § 1° . III . II . 246 . Art. devendo o requerimento inicial estar instruído com: I . em qualquer dia e horário. exceto feriados.O direito previsto no art. § 2° . Seção V Da Atividade de Diversão Pública Art. teatro. 231 deste Código. II . com entrada até 18 (dezoito) horas. cartaz contendo a transcrição ou o resumo e o número dos arts.Deverá ser afixada placa.O responsável pelo estabelecimento ou evento referidos nos arts. nos termos da legislação ambiental. conforme previsto pelo art. 252 .§ 2° . 248 a 252 deste Código.nos demais locais. com os valores devidos por permanência de 15 (quinze). parque de diversões e espetáculos circense e musical instalados em próprio público municipal. em percentual a ser definido no regulamento deste Código.No caso de o evento previsto no art. Art.O benefício previsto no caput deste artigo incidirá somente sobre as apresentações realizadas de segunda a quinta-feira. 248 deste Código não se realizar em próprio público municipal. próximo à entrada do estabelecimento.O exercício de atividade de diversão pública sujeita-se a processo prévio de licenciamento.laudo técnico descritivo de suas condições de segurança. sendo um para cada sexo.

que variará de acordo com o porte do estabelecimento.comprovante de comunicação da realização da feira às Secretarias da Fazenda do Estado e do Município.projeto de segurança contra incêndio. bem como servidores públicos e trabalhadores em serviço. X .A feira promovida por particular na propriedade e que inclua venda a varejo sujeita-se a processo prévio de licenciamento e não poderá ter duração superior a 7 (sete) dias consecutivos. bem como as notas fiscais dos produtos expostos. § 1º . de serviços públicos específicos e divisíveis. II . devidamente aprovado pelo órgão competente. os documentos a que se referem os incisos V. nos termos da legislação em vigor sobre a matéria e devidas em razão do exercício do poder de polícia ou em razão da utilização. quando essa realização. prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. V . a seu critério. 258 . 254 deste Código será instruído com: I . clientes da feira. IV .O requerimento do documento de licenciamento deverá ser apresentado ao órgão competente da Administração Pública do Município com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data prevista para início da realização da feira.caso a modalidade da feira não esteja entre as previstas no art. Art. efetiva ou potencial. destinado: a) à cobertura de sinistros contra edificações e instalações em todo o espaço ocupado pela feira.O expositor manterá à disposição da fiscalização do Município. 176 deste Código. VII . venha a ferir o interesse público do Município. Art. na ausência isolada ou em conjunto dos documentos a que se refere o art. bem como dos expositores devidamente registrados.cópia. deixará de liberar o documento de licenciamento para a realização da feira. VIII . estadual e federal do organizador da feira e dos expositores. Art.comprovação de contratação de seguro contra incêndio. 255 desta Seção. aprovado pelo órgão municipal competente. para os órgãos das administrações fazendárias do Estado e do Município e para órgãos de defesa do consumidor e de segurança pública.comprovação do recolhimento de taxas.O requerimento para a concessão do documento de licenciamento para realização da feira de que trata o art. Art.A aplicação da multa não prejudica o dever de encerramento imediato das atividades. 257 . Art. 176 deste Código.cópia do contrato social do organizador da feira. podendo fazê-lo. durante todo o período de duração da feira.I .O Executivo. VI . . de 19 de abril de 1995. até que seja liberado o documento de licenciamento respectivo. do comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do organizador da feira e dos expositores. 254 . freqüentadores.projeto de ocupação e distribuição de espaços para os expositores. no que for compatível. II . conforme vier a estabelecer o regulamento deste Código. III . 255 .A realização das feiras de que trata o art. ainda. 256 .854.certidão de regularidade fiscal municipal. VI e VII do art.projeto de localização e identificação de instalações sanitárias. será obedecido o regramento estabelecido pela Seção VI do Capítulo IV do Título III deste Código. 255 desta Seção.(VETADO) IX . da que a modificar ou suceder. Parágrafo único . b) à cobertura de danos pessoais que atinjam visitantes. 254 desta Seção sem o respectivo documento de licenciamento ensejará a aplicação de multa.caso a modalidade da feira seja uma das previstas no art. com atestado de prazo de validade. seus licenciados serão exclusivamente pessoas naturais e será obedecido o regramento da Lei Municipal n° 6.

§ 1º . quem se obriga aos ônus. em arquivo próprio no estabelecimento.É obrigatório. empresas. em local visível e de fácil leitura. poliedro. II . especificando a quem cabe a iniciativa do cadastro.documentação exigida no processo de locação. Art. empreendimentos.publicidade: mensagem veiculada por qualquer meio.A administradora de imóveis para locação deverá afixar em locais de seu estabelecimento. furto. 261 .Deverá ser mantida. não beba. estandarte. o bar e os similares obrigam-se: I . Parágrafo único . destacando seus valores monetários e espe cificando.engenho de publicidade: todo e qualquer dispositivo ou equipamento utilizado com o fim de veicular publicidade. existem pesadas multas e você ainda poderá ficar sem a sua carteira de habilitação". profissionais.O hotel. IV . Parágrafo único . letreiro. entre as partes envolvidas no processo de locação.Para os efeitos deste Código entende-se por: I . a lanchonete. roubos e impedimentos".taxas e despesas de intermediação. cópia autenticada do documento referido no caput. II . o requerimento do documento de licenciamento. respeitado o prazo de 10 (dez) dias entre uma e outra. será cobrada nova multa. totem. forma e material. faixa. a qual será apresentada à fiscalização sempre que solicitado. no mínimo. independentemente da denominação dada. CAPÍTULO II DA INSTALAÇÃO DE ENGENHO DE PUBLICIDADE Seção I Das Diretrizes Art. § 2º .§ 2º . bem como outros mecanismos que se enquadrem na definição contida neste inciso. III .a afixar em local visível cartaz com os dizeres: "Se você for beber. cartaz.O estabelecimento vendedor de veículo deverá afixar placa. o restaurante. Seção VII Da Defesa do Consumidor Art. cuja finalidade seja a de promover ou identificar produtos. II .locais de levantamento cadastral. Além do perigo.a fornecer cardápio em braile aos clientes portadores de deficiência visual. 259 . Art. contendo as seguintes inscrições: "O comprador tem direito à certidão de informações de nada consta de multas. que terá como valor o equivalente ao devido na última autuação acrescido do valor da multa inicial. bandeira. Se dirigir. visíveis ao público. tais como tabuleta. coisas ou idéias de qualquer espécie. placa.A certidão de que trata o caput será a expedida pela delegacia de trânsito competente.Aplicam-se os dispositivos deste Código também a pintura ou a revestimento que . painel. 262 .Este Código é aplicável a todo engenho de publicidade exposto na paisagem urbana e visível de qualquer ponto do espaço público. furtos. placas contendo.O regulamento definirá as dimensões mínimas do cartaz a que se refere o inciso II deste artigo.Fica ressalvado do procedimento previsto no § 2° deste artigo o estabelecimento que já tenha protocolado.As placas deverão ser confeccionadas com caracteres legíveis e de fácil entendimento e em dimensões compatíveis com as informações delas constantes. ao estabelecimento vendedor de veículos. não dirija. § 2º . junto ao órgão competente. o fornecimento de certidão de informações de nada consta de multas. § 3º .A cada notificação por funcionamento sem o documento de licenciamento. § 3º . serviços. balão ou pipa. as seguintes informações: I . pessoas. 260 . roubos e impedimentos para comprador de veículo automotor usado. § 1º .endereço e telefone de um dos órgãos de defesa do consumidor.

00 m² (um metro quadrado). II . VI . III . 266 . histórico.objetivem veicular publicidade ou imagem que alterem a paisagem urbana. 264 . sem caráter indicativo. respectivamente.A altura máxima do engenho de publicidade é de 12.com relação ao movimento: animados ou inanimados. c) estrutura própria de sustentação. tais como pintura de letreiros. II . excetuadas as condições específicas estabelecidas neste Código. Art.No caso do inciso IV do § 2º deste artigo.indicativo. 263 .compatibilização técnica entre as modalidades de engenho e os locais aptos a receber cada uma delas. caso tenham ou não.Constituem diretrizes a serem observadas no disciplinamento da instalação do engenho de publicidade: I . 265 . sendo a sua área igual ou inferior a 1. § 2º . pintura mural. § 3º . Art.00 m² (um metro quadrado). bem como do meio ambiente natural ou construído da cidade.proteção. II . logomarcas e outros que se enquadrem na definição contida no inciso II do § 1º deste artigo.Para os efeitos deste Código. nos termos deste Código. o engenho que contém apenas a identificação da atividade exercida n móvel ou o imóvel em que está instalado ou a identificação da propriedade destes. órgão ou entidade do Poder Público.simples: os que não apresentam nenhum dos atributos referidos no inciso I deste artigo.Com relação à mensagem que transmitem. independentemente da denominação dada.publicitário.institucional. o engenho que comunica qualquer mensagem de propaganda.Esta Seção trata das normas a que está sujeito todo engenho de publicidade. mudança de cores. os engenhos de publicidade classificam-se em: I . o anúncio que contém mensagem de cunho cívico ou de utlidade pública i veiculada por partido político.do ponto médio do passeio no alinhamento.participação da população e de entidades no acompanhamento da adequada aplicação deste Código. . programação de múltipla mensagem através de movimento. Art. artístico e paisagístico. III . a mensagem de publicidade é restrita a 30% (trinta por cento) da área total do engenho. Seção II Disposições Gerais Art.cooperativo. o engenho que transmite mensagem indicativa associada à mensagem de publicidade. II .complexos: os que apresentam pelo menos um dos seguintes atributos: a) área superior a 1. § 1º . jogo de luz ou qualquer dispositivo que permita a exposição intermitente de mensagem.com relação à iluminação: luminosos ou não-luminosos.Os engenhos de publicidade complexos classificam-se em: I . os engenhos de publicidade classificam -se em: I . IV .priorização da sinalização pública.garantia de livre acesso à infra-estrutura urbana. caso possuam ou não. respectivamente.00 m (doze metros) contados: I . para corrigir distorções causadas pela poluição visual e seus efeitos. sua visibilidade destacada por qualquer dispositivo ou mecanismo luminoso. preservação e recuperação do patrimônio cultural. de modo a não confundir o motorista na condução de seu veículo e a garantir a livre e segura locomoção do pedestre. para os lotes em obras e edificados e também para os terrenos em declive em relação ao nível da rua. IV . b) dispositivo de iluminação ou animação.combate à poluição visual e à degradação ambiental. V .

b) (VETADO) c) tela protetora de edificação em construção. atendidas as demais disposições deste Código. Art.conjunto de lotes vagos adjacentes vinculado à anuência prévia dos respectivos proprietários.(VETADO) III .A área máxima de exposição de cada face do engenho de publicidade é de 40.O limite de altura estabelecido neste artigo não se aplica ao engenho de publicidade instalado sobre: I .Não se admite. excetuados os afixados sobre: a) empena cega.00 m² (quinhentos metros quadrados) por engenho.Prevalecem as medidas oficiais constantes do projeto de parcelamento dos lotes sobre as medidas existentes no local. III .Para efeito de aplicação da regra prevista no caput.Não se obriga ao limite de que trata o caput o engenho afixado sobre: I . 268 . § 1º . Art. Parágrafo único .II .00 m (um metro) de testada medida sobre o alinhamento do lote correspondente. em uma mesma edificação. II . a utilização simultânea de empena cega . a medida da divisa do terreno com o logradouro público limítrofe.empena cega. para as demais situações. 267 .5 m² (meio metro quadrado) por metro linear de testada e restrita a engenho de caráter indicativo ou cooperativo. II .A área máxima de exposição de engenho de publicidade instalado fora do logradouro público será o resultado da proporção de: I . § 4º . será permitida a concentração da área de exposição de engenho de publicidade em um único lote. § 5° .70% (setenta por cento) da área total disponível em cada plano.No caso de terrenos não parcelados. § 2º .0.empena cega. b) (VETADO) c) tela protetora de edificação em construção. no caso dos afixados sobre: a) empena cega. Art.00m (um metro) de testada medida sobre o alinhamento do lote correspondente. limitada a 500.50 m² (um metro e meio quadrado) para cada 1.50 m² (meio metro quadrado) para cada 1. a área máxima de exposição de engenho de publicidade fica limitada a 0. para anúncios indicativos.tela protetora de edificação em construção.fachada de edificação. § 3º .edificação que ocupe mais de um lote e que tenha tido o respectivo projeto arquitetônico aprovado pelo Município. Parágrafo único . II .00m² (quarenta metros quadrados). II . para anúncios publicitários e cooperativos na parte destinada a mensagem de publicidade. para efeito da aplicação da regra do caput.1. será utilizada. b) (VETADO) c) tela protetora de edificação em construção. em caso de divergência.Nos casos previstos no § 1º deste artigo.do nível do terreno natural ou do piso pré-existente.tela protetora de edificação em construção.Nos lotes lindeiros a vias locais. III . excetuados os afixados sob re: a) empena cega. será permitido o agrupamento de lotes no caso de: I . 269 .

durante o evento que nela se realize.V e VI deste artigo fica permitida a instalação de engenho para divulgação de anúncio indicativo.É proibida a instalação e manutenção de engenho de publicidade: I .e fachadas para instalação de engenho de publicidade. II .o afastamento frontal. formando ângulo entre 30° e 90° (trinta graus e noventa graus) com a rodovia. eo em caráter provisório. Parágrafo único .a distância das divisas laterais e de fundos igual a pelo menos metade da altura do engenho de publicidade. Subseção II No Terreno ou Lote Vago Art. religioso ou político. exceto aqueles des tinados à identificação do estabelecimento.nos dutos de abastecimento de água. ocupação e uso do solo vigente. Parágrafo único .em edificações tombadas e monumentos públicos. nos termos da legislação de parcelamento.em obras públicas de arte.Entende-se por espaço aéreo da propriedade aquele situado acima da altura máxima permitida para a instalação de engenho de publicidade no local.É permitida a instalação de engenho de publicidade em terreno ou lote vago desde que sejam respeitados: I . saídas de emergência ou qualquer outra abertura e em posição que altere as condições de circulação. Seção III Dos Locais de Instalação Subseção I Dos Locais Proibidos Art. salvo para identificação do autor. tais como rios. Art. desde que não prejudiquem a visibilidade dos bens e atendam às normas para instalação de engenho estabelecidas na legislação específica. desde que respeitada a área máxima estabelecida em regulamento. janelas. IV . VI . ZP2 e ZP3).O engenho de publicidade luminoso não poderá ser instalado em posição que permita a reflexão de luz nas fachadas laterais e de fundos dos imóveis contíguos ou que interfira na eficácia dos sinais luminosos de trânsito. VII .Excetuam-se do disposto no caput o engenho indicativo e o cooperativo instalados até a altura máxima correspondente à laje de cobertura do segundo pavimento da edificação. 2 e 3 (ZP1. II . ventilação ou iluminação da edificação. ideológico. IX . lagos e congêneres. entende-se por terreno ou lote vago aquele destituído de qualquer edificação.sobre portas. VIII . 272 . Parágrafo único .que veicule mensagem: a) de apologia à violência ou crime. b) contrária ao pluralismo filosófico.em Zonas de Preservação Ambiental (ZPAM). Art.nos corpos d'água.O engenho de publicidade instalado em terreno vago contíguo a faixa de domínio de rodovia deverá apresentar uma única face. .Nos locais previstos nos incisos III. 271 . 270 . IV. c) que promova a exclusão social ou discriminação de qualquer tipo. 273 .Para os fins de aplicação deste Código. hidrantes e caix d'água. Art. que permanecerá voltada para o sentido de direção do trânsito.É permitida a instalação de engenho de publicidade no espaço aér da propriedade. as III .em terrenos e lotes vagos localizados em Zonas de Proteção Ambiental 1. Art. 275 .em linhas de cumeada. V . lagoas. 274 .

o engenho seja afixado na edificação ou no solo e atenda ao previsto pelo art. 278 . 286 . II . Art. Subseção III No Lote em Obras Art. Art. entende-se por lote em obras aquele onde esteja sendo construída ou modificada uma edificação.É permitida a utilização das telas protetoras como engenho de publicidade em lote em obras até que o revestimento da fachada esteja concluído. . II .seja respeitado o limite de 50% (cinqüenta por cento) da área total permitida nos termos deste Código.É permitida a instalação de engenho de publicidade no tapume ou no muro frontal sobre o alinhamento do lote em obras ou na sua área de afastamento frontal. desde que: I . Art.É permitida a instalação de engenho de publicidade na edificação em construção ou em modificação.o engenho seja afixado na edificação ou no solo.É permitida a instalação de engenho de publicidade na área de afastamento frontal do lote edificado.Art.É permitida a instalação de engenho de publicidade no muro frontal do lote edificado. Art. 284 deste Código.30 m (dois metros e trinta centímetros). 282 . 281 . desde que: I . nos termos da legislação de parcelamento.seja respeitado o limite de 50% (cinqüenta por cento) da área total permitida nos termos deste Código.sua projeção ortogonal não ultrapasse as dimensões da edificação em construção ou modificação. 285 . Art.a estrutura do engenho seja afixada dentro da área delimitada pelo tapume e diretamente sobre o solo. ocupação e uso do solo. IV . respeitado o previsto no inciso III do art.sejam atendidos os dispositivos do art.É permitida a instalação de engenho de publicidade em edificação desde que: I .Para os fins de aplicação deste Código. III . 283 . 279 . V .30 m (dois metros e trinta centímetros). contados a partir do ponto médio do passeio no alinhamento.o lote seja lindeiro a via coletora. contados a partir do ponto médio do passeio no alinhamento.Entende-se por lote edificado aquele onde existe edificação concluída ou aquele onde é exercida uma atividade. II . desde que: I . Art. Art. 268 deste Código.00m² (dez metros quadrados). 277 . 286 deste Código. Art. desde que sua altura máxima seja de 2.a edificação seja de uso não-residencial. III . Subseção IV No Lote Edificado Art.O licenciamento de engenho de publicidade em terreno ou lote vago fica condicionado ao atendimento das disposições deste Código relativas à construção de passeio e ao fechamento de terreno ou lote vago. III . 284 .a área máxima de exposição do engenho seja de 10.o engenho seja afixado diretamente sobre a edificação em construção ou modificação.É proibida a instalação de engenho de publicidade na área dos afastamentos laterais e de fundos de lote edificado.a altura máxima do engenho seja de 2. 276 . 280 . no caso de se utilizar o afastamento frontal.É vedada a instalação de engenho de publicidade na edificação de uso exclusivamente residencial e na parte residencial da edificação de uso misto.

constituídos por placas de identificação de instituições públicas. 273 deste Código. d) quando instalado sobre marquise ou corpo avançado. pelo Executivo.marquise. II . obrigatórias pela legislação municipal. estadual ou federal. II . às dimensões da marquise ou corpo avançado. e) quando instalado sobre a cobertura das edificações. III .classificados como simples.50 m (meio metro) além do plano da fachada. III . Seção IV Do Licenciamento Art.II . e deverá ter todos os seus pontos a altura acima de 2. § 4º . desde que a soma das áreas dos engenhos em um mesmo imóvel ou estabelecimento não exceda 1.00 m (cinco metros) contados a partir da laje sobre a qual se apóia.30 m (dois metros e trinta centímetros) medidos entre o ponto mais baixo do engenho e o piso imediatamente abaixo dele. 288 . c) quando instalado sobre fachada de edificação. 287 . § 1º .A dispensa de licenciamento prevista no § 1º deste artigo não desobriga o proprietário ou responsável pelo engenho do cumprimento das demais exigências deste Código.50 m (um metro e meio) além do plano da fachada.30 m (dois metros e trinta centímetros) do piso imediatamente abaixo dele. § 3º . desde que respeitados os limites físicos da sobreloja. que obedecerá no processo respectivo às seguintes exigências: . a face da edificação sem aberturas e construída nas divisas laterais ou de fundos do lote. exceto a empena cega.0 m² (um metro quadrado).A dispensa de licenciamento prevista no § 1º deste artigo não se aplica ao engenho de publicidade instalado em logradouro público. preservadas a sua ventilação e iluminação internas.Para os fins de aplicação deste Código.A instalação de engenho de publicidade sujeita-se a processo prévio de licenciamento. o engenho deverá: 1) ficar limitado.sejam atendidos os seguintes requisitos: a) quando instalado em paralelo à fachada. o engenho poderá avançar até 1. f) quando instalado em empena cega de edificação.50 m (um metro e meio). o engenho deverá: 1) possuir estrutura própria de sustentação. entende-se por: I . § 2º . 3) respeitar altura máxima de 5. devendo ser respeitada a altura mínima de 2. a projeção ortogonal do engenho deve estar totalmente contida dentro dos limites da fachada. o engenho deverá manter sua projeção dentro dos limites da empena sobre a qual se apóia. 2) manter sua projeção dentro dos limites da cobertura sobre a qual se apóia. sendo vedado o avanço sobre o passeio. cada uma das faces da edificação. os engenhos de publicidade: I . no máximo.É permitida a instalação de engenho de publicidade sobre cobertura de edificação somente em terrenos edificados lindeiros às vias arteriais ou de ligação regional.Ficam dispensados da exigência de que trata o caput. podendo esta ser ampliada somente nos casos de existência de sobreloja.O licenciamento para engenhos complexos deverá ser requerido ao órgão municipal competente.empena cega. expedido a título precário. quando instalados nos limites do imóvel. a laje projetada sobre o passeio ou sobre o afastamento frontal situada no mesmo nível da cobertura do primeiro pavimento de uma edificação. b) quando instalado em bandeira ou em posição perpendicular ou oblíqua à fachada.fachada. sem prejuízo da regra prevista no art. incluídos os dispositivos para iluminação. Art. Parágrafo único . 2) respeitar a altura máxima de 1. o engenho não poderá avançar mais de 0. do qual resultará documento de licenciamento próprio.constituídos por placas de identificação em obras.

a indicação do seu respectivo número e do nome do licenciado. contados da data da sua lavratura.Ficam dispensados da apresentação de ART a pintura mural e o engenho desprovido de estrutura de sustentação e cuja área de exposição de publicidade seja inferior a 10. 291 .efetuar o licenciamento do engenho alterado. apresentada ou não a defesa ou impugnação. Parágrafo único . II . § 1°. III .os novos espaços para engenhos de publicidade serão submetidos à aprovação do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM). 294 .Para o engenho de publicidade instalado em cobertura de edificação será obrigatória a indicação das informações referidas no caput deste artigo no acesso principal da edificação. II . a empresa proprietária do engenho de publicidade. se este .Expedido o documento de licenciamento.Nos casos de transferência de propriedade do engenho publicitário sem alteração de sua dimensão ou do local de sua instalação. tomar as seguintes providências: I . o Executivo poderá autorizar a veiculação de publicidade. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA/MG). à dimensão e à propriedade do engenho de publicidade implica novo licenciamento.00 m² (dez metros quadrados). a agência de publicidade. Art. desde que atendidas as normas de tombamento e de preservação em vigor.os novos licenciamentos deverão constar no Diário Oficial do Município e no endereço eletrônico do órgão público responsável.(VETADO) § 2°.(VETADO) Seção V Das Condições para Instalação Art. pelo requerente. Parágrafo único .O documento de licenciamento deverá ser mantido à disposição da fiscalização municipal para apresentação imediata no local onde estiver instalado o engenho ou. IV . 292 .proceder à baixa do engenho originário.30 (trinta) dias para a autoridade competente julgar o auto de infração. que terá o prazo máximo de 3 (três) sessões ordinárias para emitir o parecer. Parágrafo único .(VETADO) § 3°. será necessário apenas atualizar o licenciamento com os dados do novo proprietário. será obrigatória. III . Art. devendo seu proprietári ou responsável. objeto da alteração.o licenciamento deverá ser concedido ou negado no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o parecer do COMAM. 293 . em espaço do próprio engenho. Art.Qualquer alteração quanto ao local de instalação.O processo administrativo para apuração de infração observará os seguintes prazos máximos: I .I .Serão considerados co-responsáveis.O licenciamento para instalação de engenho de publicidade complexo fica condicionado à apresentação. contados da data da ciência da autuação. cabendo assim a todos a aplicação da multa correspondente à infração. II .Nos conjuntos urbanos tombados.20 (vinte) dias para o infrator oferecer defesa ou impugnação do auto de infração. 289 . a contar da data da ocorrência. o no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Art. 290 . Art. em caso de infração ao previsto neste Código ou em seu regulamento. o anunciante e o proprietário ou possuidor do imóvel onde estiver instalado o engenho.todo licenciamento concedido deverá estar disponível no endereço eletrônico do ó rgão público responsável. da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do profissional devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia.

mediante solicitação do proprietário do engenho.de ofício. V . 295 .acarrete risco. III . cujos elementos darão suporte ao exercício do poder de polícia e aos atos relativos à competência tributária. 301 .(VETADO) Art.aquele que confeccionar ou instalar o engenho. no prazo máximo de 30 (trinta) dias.pela empresa concessionária do sistema de transporte público do Município de Belo Horizonte. 298 . em se tratando de publicidade em ônibus.A área do engenho será arbitrada pelo agente de fiscalização do Executivo quando sua apuração for impedida ou dificultada. III . 296 . à segurança dos ocupantes das edificações e à população em geral. no caso de ser condominial o imóvel.Ocorrendo a retirada do engenho.(VETADO) Art. Art. Art.São obrigados a prestar informações ao Executivo sobre a propriedade do engenho. Art. 299 .o proprietário do imóvel onde o engenho se encontra instalado. Seção VII Do Engenho de Publicidade Instalado Art. 302 .o proprietário da empresa onde o engenho se encontra instalado. 297 . integrará cadastro munic ipal específico.(VETADO) CAPÍTULO III DA ANTENA DE TELECOMUNICAÇÃO . a contar da data da ocorrência. II . IV .o anunciante cuja publicidade estiver sendo veiculada no engenho no momento da diligência fiscal. com base nas informações obtidas pelo Executivo. táxis e mobiliário urbano vinculado àquele serviço. independentemente de prévia notificação. Seção VI Do Cadastro e da Fiscalização Art.veicule mensagem fora do prazo autorizado.Não poderá ser mantido instalado o engenho de publicidade que: I . licenciado ou não. 303 . Parágrafo único . atual ou iminente. II .O regulamento deverá prever critérios que assegurem a proporcionalidade entre a multa e a área de exposição do engenho. no local indicado no requerimento original. III .o condomínio ou a empresa administradora de condomínio.veicule mensagem relativa a estabelecimento desativado. sem prejuízo da aplicação das demais penalidades cabíveis. Art. Parágrafo único .O descumprimento do previsto no caput deste artigo sujeita o infrator à imediata apreensão do engenho ou à afixação de aviso de publicidade ilegal no engenho. II . 300 .esteja em mau estado de conservação nos aspectos visual e estrutural.O engenho de publicidade.estiver instalado em terreno ou lote vago. IV . sempre que solicitados: I .A inscrição de um dado engenho no cadastro será feita: I . fica o proprietário ou responsável obrigado a providenciar sua baixa junto aos órgãos municipais responsáveis pelo exercício do poder de polícia e pelos atos relativos à competência tributária. Art. onde o engenho se encontra instalado.

IV . cumulativamente.apreensão de produto ou equipamento. de 17 de dezembro de 1997.A notificação implica a obrigatoriedade de o infrator sanar a irregularidade dentro do prazo fixado em regulamento. de R$500. e das que as modificarem ou sucederem.O regulamento definirá a classificação de cada infração prevista neste Código. 307 .600.00 (quinhentos reais) a R$1. 307 deste Código não isenta o infrator da obrigação de reparar o dano resultante da infração.A ação ou a omissão que resultem em inobservância às regras deste Código constituem infração. grave e gravíssima. de 17 de setembro de 2001. e 7.na infração grave.A multa será aplicada quando o infrator não sanar a irregularidade dentro do prazo fixado na notificação. 306 .notificação.demolição. de R$30.00 (mil e setecentos reais) a R$3. à segurança. IV . de R$1. III . 305 .A multa será fixada em real.700. 310 . duas ou mais infrações.interdição da atividade.Quando o infrator praticar. obedecendo à seguinte escala: I .00 (quatrocentos reais). VII . TÍTULO VII DA INFRAÇÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.00 (cento e cinqüenta reais).Art. ser-lheão aplicadas. simultaneamente. ao patrimônio. Art.embargo de obra ou serviço.00 (três mil e . V . VI .(VETADO) § 4º .00 (trinta reais) a R$150. § 1º .A localização. § 1º . II . II .00 (duzentos reais) a R$400. que se classifica em leve. à paisagem urbana. § 1º . Parágrafo único .(VETADO) CAPÍTULO II DAS PENALIDADES Art. III . a instalação e a operação de antena de telecomunicação com estrutura em torre ou similar obedecerão às determinações contidas nas Leis Municipais nºs 8. de R$200.A classificação de que trata o caput conterá a especificação da infração e o dispositivo deste Código que a prevê.O cometimento de infração implicará a aplicação das seguintes penalidades: I . Art.(VETADO) § 2º . 308 . média. de qualquer modo.201.500. 309 .na infração média. ao meio ambiente. as penalidades pertinentes. ao trânsito e ao interesse público. 311 .(VETADO) Art.Responderá solidariamente com o infrator quem. § 2º . Art.cassação do documento de licenciamento. Art.multa.na infração leve. concorrer para a prática da infração ou dela se beneficiar.277.na infração gravíssima. considerando o grau de comprometimento à saúde.(VETADO) § 3º .A aplicação da penalidade prevista no art. 304 .00 (mil e quinhentos reais).

313 . respectivamente. § 3º .A penalidade de apreensão de produto ou equipamento será aplicada quando sua comercialização ou utilização.O produto ou equipamento apreendido e não reclamado no prazo fixado pelo regulamento.seiscentos reais).A importância apurada na venda em hasta pública será aplicada no pagamento da multa e no ressarcimento das despesas de que trata o § 2º deste artigo.O prazo para pagamento da multa será fixado pelo regulamento deste Código. dentro do prazo de 12 (doze) meses.constatar-se a impossibilidade de regularização da atividade. § 4º . 312 . acrescida do preço público de remoção.A penalidade de embargo de obra ou serviço executado em logradouro público será aplicada quando a execução estiver em desacordo com o licenciamento ou quando a execução estiver sem licenciamento ou comunicação e persistirá até que seja regularizada a situação que a provocou. nos casos que o regulamento previr.O regulamento definirá situações em que a interdição dar-se-á de imediato.Em caso de primeira e segunda reincidência. transporte e guarda do bem apreendido. será vendido em hasta pública pelo Executivo ou doado ao órgão municipal de assistência social. II .tratar-se de atividade poluente. estiver em desacordo com o licenciamento ou sem este.Os valores de multa serão reajustados anualmente nos mesmos termos da legislação específica em vigor. em dobro ou em triplo em relação aos valores previstos no § 1º deste artigo. § 2º .Sanada a irregularidade. Art. a multa será aplicada.Considera-se reincidência. conforme o caso.O regulamento deverá indicar os casos em que a multa será aplicada diariamente. 314 .Poderá haver apreensão imediata de produto ou equipamento simultaneamente com a aplicação de notificação ou multa. será o valor respectivo inscrito em dívida ativa. Art. § 1º . na data fixada na decisão administrativa correspondente. Art. o que se der por último.A penalidade de cassação do documento de licenciamento será aplicada na terceira reincidência após a aplicação das demais penalidades. e nem retirado no prazo fixado para liberação.houver risco à saúde. o infrator comunicará por escrito o fato ao Executivo e. uma vez constatada sua veracidade. § 1° . sem prejuízo da aplicação da multa cabível. o cometimento da mesma infração pela qual foi aplicada penalidade anterior. sem prejuízo da aplicação da multa cabível. variável conforme a natureza do bem. restituindo-se ao infrator o valor remanescente. ao meio ambiente ou à segurança de pessoas ou bens.A interdição do estabelecimento ou atividade dar-se-á.A interdição persistirá até que seja regularizada a situação que a provocou. Art. § 5º . definido em decreto. § 2º . § 4º . o infrator deverá interromper o exercício da atividade ou o uso do bem. assim definida pela legislação ambiental. 315 . IV . respectivamente. 317 . desde que comprovada a origem regular do produto.O produto ou equipamento apreendido será restituído mediante comprovação de depósito do valor correspondente à multa aplicada. o termo final do curso diário da multa retroagirá à data da comunicação feita. para os fins deste Código. § 2º . Art. Art. sendo que. 316 . quando: I .No caso de aplicação da penalidade de cassação do documento de licenciamento. § 3º . contados do licenciamento respectivo ou da última autuação por prática ou persistência da mesma infração. . Parágrafo único . após o vencimento. III .houver cassação do documento de licenciamento. de acordo com a conveniência do Executivo.

ressarcido pelo proprietário.o prazo fixado para que se sane a irregularidade. consumando-se a autuação no prazo de 10 (dez) dias após a publicação. 327 . será imposta quando se tratar de: I . III . 326 . § 3º .O documento de autuação deverá conter. Área de Diretrizes Especiais (ADE).a identificação do infrator. aplicando-se a elas as regras do Título VII deste Código. cerca ou elemento construtivo de natureza similar.Para efeito do cumprimento deste Código. 324 . IV . 318 . esta será feita mediante publicação em diário oficial. Art. § 1º . o término ocorrerá no primeiro dia útil subseqüente. além de outros dados previstos no regulamento deste Código: I . III .O infrator será notificado da lavratura da autuação por meio de entrega de cópia do documento de autuação ou por edital.estrutura de fixação. se este recair em dia sem expediente. TÍTULO VIII DISPOSIÇÕES FINAIS Art.a descrição da infração. excluir-se-á o dia do começo e incluir-se-á o do vencimento e. sendo o custo respectivo. II . contados da publicação.O responsável pela infração será intimado a providenciar a necessária demolição e. parâmetros urbanísticos e uso correspondem . total ou parcial. Art. Art. em diário oficial. com indicação do dispositivo legal correspondente. Art. 321 .fechamento de logradouro público mediante construção de muro. IV .Na contagem dos prazos estabelecidos neste Código ou em seu regulamento.No caso de não ser encontrado o infrator ou seu representante legal para receber a autuação.construção não licenciada em logradouro público.a indicação da quantidade e a especificação do produto ou equipamento apreendido. sem prejuízo das sanções cabíveis. 320 . contados da autuação respectiva. CAPÍTULO III DA APLICAÇÃO DAS PENALIDADES Art. se for o caso.Se o infrator for notificado pessoalmente ou pelo correio e recusar-se a receber sua cópia do documento de autuação ou se a notificação se der por meio de preposto. acrescido da taxa de administração. Art. suspendendo apenas o prazo para pagamento da multa. podendo também ser feita pelo correio.A entrega de cópia do documento de autuação poderá ser feita pessoalmente ao infrator ou a seu representante legal. sustentação ou acréscimo de mobiliário urbano. poderá o Executivo realizar a obra. Parágrafo único . a notificação será ratificada em diário oficial e se consumará no terceiro dia útil seguinte à publicação. § 2º .No caso de não cumprimento do disposto no caput.As leis de que trata o caput não deverão conter prescrições sobre penalidades.Os recursos serão julgados por juntas criadas para este fim. II. quando for o caso. Parágrafo único .O infrator poderá recorrer em primeira instância no prazo de 15 (quinze) dias.Art. 323 .A demolição. 325 . Art. as citações nele contidas referentes a zoneamento. desde que interposto no prazo de 15 (quinze) dias.As regras e conceitos deste Código estendem-se às leis que vierem a ser editadas para sua complementação.Da decisão condenatória caberá recurso em segunda instância. Art. daquela decisão.passeio construído fora das normas estabelecidas neste Código.A interposição de recurso não suspende o curso da ação fiscal respectiva. 319 . 322 . Parágrafo único . a recompor o logradouro público segundo as normas deste Código. indicando o local onde ficará depositado.

A partir da publicação deste Código qualquer disciplinamento legal referente aos temas nele contidos deverá ser feito por meio de lei que o altere expressamente.a Lei n° 938.Este Código entra em vigor em até 180 (cento e oitenta) dias após a sua publicação. XXXV . o art. XIII .032. XIV . VI . XXVI .479. conforme o tipo de documento de licenciamento.014. XXXI . 330 .279.Aplicar-se-ão as regras previstas no art. Art.152 ao 155. Art. de 22 de dezembro de 1983.a Lei n° 1. XXVII . 7° das Disposições Transitórias deste Código às propostas de modificação.a Lei n° 777. de 20 de maio de 1959. VIII . XVII . o art. XXII .108. do art.a Lei n° 2. de 26 de junho de 1980.a Lei n° 2. de 8 de maio de 1986. de 30 de outubro de 1973. 300 do Decreto-Lei n° 84. de 11 de outubro de 1977. IV .185.(VETADO) XXX . XVI . de 14 de janeiro de 1981. de 18 de dezembro de 1962.805.451.679. .841.a Lei n° 2. XXIII .a Lei n° 1. de 17 de setembro de 1964.a Lei n° 3. Art. acréscimo ou decréscimo do regulamento deste Código.a Lei n° 779.a Lei n° 347. de 9 de maio de 1973. ocupação e uso do solo em vigor. XXXII .a Lei n° 3. XXIV . Art. de 19 de setembro de 1985.a Lei n° 4.678.240.a Lei n° 1. de 22 de abril de 1987.a Lei n° 3. de 18 de dezembro de 1978. XV .a Lei n° 1. 333. de 16 de janeiro de 1974. 297 e o art. de 20 de junho de 1988. XX . especialmente: I . do art.Este artigo. de 2 de dezembro de 1987. de 26 de abril de 1968.a Lei n° 4. deverá analisar e sugerir modificações a este Código de Posturas. XXVIII . III . de 14 de abril de 1970. sendo que os prazos que nele não tiverem sido previstos para adequação a seus dispositivos serão estabelecidos pelo regulamento. X .799.181.a Lei n° 3. XII .a Lei n° 1. V .a Lei n° 1.137. de 13 de maio de 1959. 331 .695. VII . de 27 de março de 1978. de 28 de dezembro de 1984.148. 326 e o art.377.113.o art. Parágrafo único .a Lei n° 3. 328 .a Lei n° 4.a Lei n° 5. IX .a Lei n° 3. XXXVI . instituída pela Lei Municipal nº 7.a Lei n° 2. II .895. de 19 de abril de 1988. Art. XI . de 17 de agosto de 1984. de 15 de outubro de 1979.ao previsto pela legislação relativa ao parcelamento. que contém o Plano Diretor do Município de Belo Horizonte. de 3 de setembro de 1984. XXXIV . XXV .Ficam revogadas as disposições em contrário. XVIII .a Lei n° 3.a Lei n° 3. XXI .847.O regulamento deste Código poderá acrescentar outros documentos a serem exigidos para a instrução de requerimentos de licenciamento.a Lei n° 2. XXIX .299. de 2 de agosto de 1972. de 16 de janeiro de 1984.a Lei n° 5. de 4 de julho de 1967. 329 .a Lei n° 2.687. de 21 de dezembro de 1940. 332 . de 27 de agosto de 1996.a Lei n° 968.115. XIX .213. de 1° de outubro de 1953.a Lei n° 3.465.a Lei n° 3. de 17 de setembro de 1962. 269 ao 277. de 3 de abril de 1968.A Conferência Municipal de Política Urbana.a Lei n° 5. 138. Art.a Lei n° 4. 7o das Disposições Transitórias deste Código entram em vigor na data da publicação deste Código. de 17 de maio de 1988.165.072.692.896. de 22 de dezembro de 1983. de 5 de agosto de 1963. XXXIII .

596. de 20 de setembro de 1994. de 4 de setembro de 2000. 3° ao art. LXXVII . LXVII .a Lei n° 6.912. de 21 de agosto de 1996. XLII . de 27 de agosto de 1999.a Lei n° 5.975.955.a Lei n° 6.a Lei n° 5. de 21 de julho de 1995.a Lei n° 8. LIX .a Lei n° 7. LX . de 18 de julho de 1991. de 27 de abril de 1992. de 12 de julho de 2000. de 15 de janeiro de 1997.413. de 28 de setembro de 1992.154. LXXXI . LXV .927.845. XLVIII . XCVI .a Lei n° 6. LXXX . XLIII .a Lei n° 7. de 12 de janeiro de 1994.a Lei n° 6. de 27 de fevereiro de 1991. LVI . XLI .954. LXIV .a Lei n° 7. LXX .a Lei n° 6. LXXXII .598. de 14 de março de 1991.793.035.788.578.590.914.823. de 20 de dezembro de 1996. 20 da Lei n° 5. LI .a Lei n° 7. de 24 de fevereiro de 1994.a Lei n° 6. XXXVIII .a Lei n° 5.837. de 3 de agosto de 1989.a Lei n° 6.a Lei n° 5.(VETADO) XC . de 24 de julho de 1990. de 7 de abril de 2000. LXI .732.204.a Lei n° 7.a Lei n° 7.261.753. LXVI .137. LIV . de 21 de fevereiro de 1995.131. LXXXVII .976. de 27 de março de 1992. de 13 de dezembro de 1999.a Lei n° 7. de 9 de junho de 1999.a Lei n° 6. LXIII . XCII .a Lei n° 7. LII .562.a Lei n° 6.226.XXXVII .072. de 15 de outubro de 1996.132. 3° e 4° da Lei n° 6.155.505. XLIX . de 29 de maio de 1990. de 13 de maio de 1998.a Lei n° 7.022. de 13 de dezembro de 1994. XLIV .a Lei n° 7. de 7 de abril de 2000. LXXIX .244.171.os arts. de 22 de setembro de 1998.a Lei n° 7. de 26 de agosto de 1991. de 12 de julho de 1988. de 30 de junho de 1995. LXXXVIII . XLVI .a Lei n° 7. LXXIII .a Lei n° 6.567.a Lei n° 8.a Lei n° 7.745. de 20 de setembro de 1994.a Lei n° 5. de 4 de dezembro de 1997. XCIV .999.a Lei n° 7.a Lei n° 7. de 1° de dezembro de 1999.a Lei n° 6. LXXXIX . LXXVI . LV .a Lei n° 7. de 22 de novembro de 1991. de 28 de agosto de 1998. de 27 de abril de 1995.a Lei n° 7. de 11 de julho de 1995.a Lei n° 7.007.a Lei n° 7. de 24 de maio de 1999. XCI . LVII . LXII . de 3 de agosto de 1995.731.934.a Lei n° 7.a Lei n° 6. de 12 de janeiro de 1994.872.733.a Lei n° 6.505.a Lei n° 6.558. de 6 de janeiro de 1995. de 24 de junho de 1996. de 6 de novembro de 1996.908.a Lei n° 6. de 6 de dezembro de 1995.1°. de 30 de outubro de 1998.a Lei n° 7. LXXV .901.a Lei n° 6. LXXXIV . LIII . LXXXV .059. de 2 de setembro de 1998. LXXXIII . de 7 de fevereiro de 1996. LXXI . de 6 de novembro de 1998.592.a Lei n° 5.857. de 2 de janeiro de 1996. XXXIX .a Lei n° 7.a Lei n° 7.532.882.193. L .a Lei n° 7.a Lei n° 7.a Lei n° 6. de 12 de setembro de 1989. de 8 de junho de 1998.733. LXXIV . de 8 de março de 2000.732. XLV .do art. LXXXVI . XLVII . de 9 de março de 1995. XCIII . . XCV .861. LXXII .(VETADO) LXXVIII .a Lei n° 6.507. LXVIII .a Lei n° 6. LVIII . de 24 de junho de 1996.162.(VETADO) LXIX .a Lei n° 5.a Lei n° 7. de 20 de setembro de 1994. XL . de 25 de julho de 1996.a Lei n° 5.

de Meio Ambiente (COMAM) e Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município.a Lei n° 8. de 24 de abril de 2002. nos 90 (noventa) dias seguintes à publicação deste Código.347.Fica obrigatório remover do logradouro público: I .O Executivo terá 30 (trinta) dias. de 26 de setembro de 2000.a Lei n° 8. 7° .o art. 6º .136.A proposta de que trata o caput será publicada no Diário Oficial do Município.a Lei n° 8.403.a Lei n° 8.O responsável pelos equipamentos a que se referem os incisos do caput deste artigo terá o prazo de 60 (sessenta) dias a partir da entrada em vigor deste Código para o cumprimento do previsto no artigo. Art. para os quais serão transferidos. TÍTULO IX DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. de 16 de outubro de 2001. CII . § 2º . de 1° de fevereiro de 2002.a Lei n° 8. o Executivo publicará o . que os espaços desocupados dos logradouros públicos não venham a ser novamente ocupados para o exercício da atividade desenvolvida por camelôs e toreros. dentro do prazo de 6 (seis) meses a partir da vigência deste Código.a Lei n° 8. de 13 de dezembro de 2000.As atividades obrigadas. 2° . CIV .359. CIII .459. Art. XCIX .XCVII . ao final do prazo previsto no § 1° deste artigo.234.210. na Zona Central de Belo Horizonte (ZCBH). a contratar seguro de responsabilidade civil terão prazo de 180 (cento e oitenta) dias a partir da entrada em vigor deste Código para regularizarem sua situação mediante apresentação de comprovante da apólice junto ao órgão municipal competente. Art. Art. 4º . de 4 de dezembro de 2002. 3º . Art.(VETADO) § 3º . § 4º . abrindo-se prazo de 60 (sessenta) dias para apresentação de sugestões populares e dos Conselhos Municipais de Política Urbana (COMPUR).A utilização dos locais previstos no § 1º deste artigo será feita de forma não gratuita. a proposta de regulamento do mesmo. 4º das Disposições Transitórias deste Código. locais específicos com viabilidade econômica destinados a abrigar as atividades exercidas por camelôs e toreros. de forma negociada. na Zona Hipercentral (ZHIP) ou em área de grande circulação de pedestres.320.Os camelôs e toreros cadastrados pelo Executivo entre 1998 e novembro de 2002 e que estejam exercendo suas atividades poderão permanecer no local de exercício até que sejam criados os espaços de que trata o § 1º do art.O Executivo elaborará.o equipamento destinado à obstrução de estacionamento de veículo sobre passeio.O responsável por toldo já instalado e licenciado ou em processo de licenciamento terá prazo de 90 (noventa) dias a partir da entrada em vigor deste Código para adequá ao -lo disposto na Seção III do Capítulo III de seu Título III. de 3 de julho de 2002. C . de 29 de abril de 2002. 3° da Lei n° 8. fora do logradouro público.O Executivo promoverá. § 2° .088. por meio de política de fiscalização específica. § 1º . CI .a Lei n° 8. § 3° .Serão criados. § 1º . de 24 de setembro de 2001.Caso os Conselhos não se manifestem nos prazos previstos. CV . por este Código.(VETADO) Art. II . a desocupação de camelôs e toreros do logradouro público. para apreciar as sugestões apresentadas e decidir sobre a forma final do regulamento a ser publicado. 1° . 5º . Parágrafo único .o equipamento destinado à abertura de portão eletrônico de garagem.O Executivo garantirá. XCVIII .a Lei n° 8.

O Código de Posturas é instrumento pelo qual a Cidade aguardava com ansiedade. e as prementes necessidades de nosso ambiente urbano. conservação e manutenção do logradouro público naqueles casos nele não previstos. trazendo inúmeros benefícios para a organização do meio urbano. conforme passo a aduzir. 3º encontra-se nas disposições preliminares do Código e ao estabelecer que as operações de construção. 11 acarretaria. Tais propostas. § 5º .A consideração de que trata o caput será provisória. se recebesse sanção. Neste sentido. a PGM lembra que: "O art. Preliminarmente. 14 de julho de 2003 Fernando Damata Pimentel Prefeito de Belo Horizonte (Originária do Projeto de Lei nº 144/01.regulamento. da Secretaria Municipal da Coordenação de Planejamento. Neste período de vinte anos. serão submetidos à apreciação do COMPUR. para o devido cumprimento da função social da Cidade e conseqüente melhoria das condições ambientais e de qualidade de vida da população. Orçamento e Informação . embora nunca tenham concluído sua tramitação legislativa. da Secretaria Municipal da Coordenação de Finanças .As propostas posteriores de modificação do regulamento.SCOPLAM e da Procuradoria Geral do Município .SMRU. várias minutas de Código foram elaboradas por diversas comissões designadas por diferentes Prefeitos. Agora. Trata-se de iniciativa louvável de todo o Legislativo Municipal que dotará Belo Horizonte de seu primeiro Código desta espécie. O Poder Público municipal vem trabalhando no sentido de dotar Belo Horizonte de um Código de Posturas desde 1983. de autoria do Vereador José Lincoln Magalhães) RAZÕES DO VETO PARCIAL Ao analisar a Proposição de Lei nº 560/03 que "Contém o Código de Posturas do Município de Belo Horizonte". Art. o art.PGM. caberão ao Executivo. configura-se inócuo levando em conta o princípio inscrito no art. Estamos certos que os dispositivos ora impugnados. das condutas e dos procedimentos dos cidadãos no Município de Belo Horizonte.O regulamento de que trata o caput poderá ser elaborado por partes. que já define a competência do Prefeito para a administração dos bens municipais. em número reduzido se considerada a extensão do projeto. bem como os casos omissos. 3° traz disposição desnecessária pois já compete ao Executivo a administração dos bens públicos municipais. 8° . ao prever que as operações de construção.SCOMF. para que o presente instrumento seja aplicado com eficácia. dúvidas de interpretação. § 4º . as infrações nele previstas serão consideradas leves. é importante frisar o mérito da Proposição. muito esparsa." O art. arrola a legislação a ser . quando da municipalização do planejamento urbano e da criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. deixando de aplicar-se com a publicação de decreto que promova a classificação das infrações previstas neste Código. Belo Horizonte. sendo que cada documento elaborado constituía-se aperfeiçoamento do anterior. sem prejuízo das regras previstas neste artigo. subsidiaram a Proposição em análise. sou levado a opor-lhe veto parcial. que visa promover a harmonia e o equilíbrio no espaço urbano por meio do disciplinamento dos comportamentos. alguns de seus dispositivos devem ser vetados conforme recomendam os pareceres da Secretaria Municipal de Regulação Urbana . haja vista o descompasso entre a legislação atual. conservação e manutenção do logradouro público cabem ao Executivo nos casos não tratados no Código. Parágrafo único . passamos às razões que determinam o veto aos dispositivos abaixo arrolados. Em primeiro lugar.LOMBH.Entrando em vigor este Código sem que tenha havido a publicação de seu regulamento. Assim. contribuirão para o aperfeiçoamento desta Lei como instrumento de realização do interesse público. 31 da Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte .

compete à BHTRANS a coordenação. pelo CONTRAN (Resolução n° 592/82) e.666/93.953/91 e Decreto n° 10. ao responsabilizar o agente executor pelos danos causados a terceiros. a Lei Municipal n° 5. a PGM entende haver conflito com a Lei Federal n° 8. 50 a 57 da Seção I. limitada a uma determinada época do ano e por demais já difundida na cidade. O parágrafo único do art. que é da competência legislativa da União. 190 do Código ("Da instalação de engenho de publicidade"). planejamento e execução do transporte coletivo e individual de passageiros. O art. Opinamos pelo veto ao inciso II do Parágrafo único do artigo 28. organização. No tocante ao inciso II do parágrafo único do art. afixação de cabos. 40 que atribui ao responsável pela obra ou serviço a competência para divulgação das alterações do trânsito.Lei n° 5. por se tratar de uma ação temporária. Para a SCOPLAM "estas operações são reguladas. pretende legislar sobre matéria de direito civil.953/91. e já tratada no Código Civil. a SCOPLAM assim se manifestou: "À exceção da proibição deveria se restringir à decoração natalina de iniciativa do Executivo. anúncios. Os arts." . 30 da mesma Proposição.941/2002 (legislação disciplinadora da BHTRANS). Quanto à instalação e exploração das cadeiras de engraxate por parte de empresa privada. E. Tal medida não é desejável nem do ponto de vista prático. Os arts. no caso de parecer prévio do Conselho Municipal de Política Urbana (COMPUR). trata de assunto que já se encontra contemplado no art." A PGM tem entendimento semelhante. que permite." A PGM. tampouco do ponto de vista operacional. 193 da LOMBH. não cabendo ao Legislativo imiscuir em esfera de competência atribuída por lei a Entidade da administração municipal. logo a técnica adotada poderia trazer prejuízo à segurança jurídica da aplicação do Código. 48. 42. o art. em nível nacional. a SMRU entende. do Título III disciplinam questões relativas a trânsito. e opina pelo veto conforme seu parecer: "Segundo o § 2º do art." Ainda a este respeito. utilizada por aquele órgão de trânsito. seria impossível. estacionamento e operações de carga e descarga nos logradouros públicos. Outras exceções devem ser eliminadas. substituição e padronização do mobiliário. tratada no inciso I. tanto pelas empresas quanto pela BHTRANS. 24 do CTB. em Belo Horizonte. aliás. fios e outros que poderiam prejudicá-las. a critério do Executivo. do tráfego. a SCOPLAM opina pelo veto nos seguintes termos: "O disciplinamento já é regulado pelo art. o que. no parágrafo único. a saber. 114 e 115 tratam da instalação de cadeira de engraxate por empresa privada e da veiculação de publicidade em tais mobiliários. que recomenda o veto ao dispositivo citado. Ademais. Cada lei deve ser analisada em suas interrelações com todo o ordenamento jurídico. "que tal permissão poderia levar a uma super utilização das árvores para instalação de cartazes. a seu turno. 92 dispõe que instalação do sanitário público e cabine sanitária em ponto final da linha de ônibus deverá ser feita fora do logradouro público. que possibilitaria a utilização da arborização pública para decoração utilizada em evento promovido pelo Executivo ou por ele licenciado. abrindo exceção. a instalação fora do logradouro público contraria a prática atual. dada a freqüência com que os pontos mudam de lugar. do trânsito e do sistema viário municipal. em relação à veiculação de publicidade. manutenção. a seu turno. 'a instalação de engenho de publicidade em mobiliário urbano com o objetivo de que o preço cobrado pelo uso do logradouro público financie a instalação." O art. ao examinar o art.considerada face ao Código não contemplando exaustivamente todos os temas inerentes às posturas urbanísticas. 28. entende que cabe somente à BHTRANS operar tais alterações. do Capítulo II. estas atividades são gerenciadas pela BHTRANS . a observância das disposições contidas no Regulamento de Limpeza Urbana do Município. sob pena de se comprometer demais a segurança e a conservação das árvores da cidade.

que por sua ação administrativa . que entram no regimento geral que disciplina o assunto. Assim sugerimos suprimir os itens permitidos pelos incisos VIII. uma vez que foram citadas todas as formas de se realizar atividades em logradouro público. Devemos. 115 da LOMBH. entretanto. Estas dimensões amplas são incompatíveis com as reduzidas larguras de nossos passeios. XI.Por sua vez. mesmo que de pequeno porte (serviço de cópia e fax). neste caso. contrariamente ao que é atualmente permitido. 117 encontra-se nas Disposições Gerais sobre o exercício de atividades no logradouro público e prevê. Por outro lado. 119 faculta ao regulamento a ampliação dos produtos e serviços que poderão ser oferecidos em atividade licenciada para logradouro público. prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição'. o que não ocorre com os demais tipos de mobiliário. e XII do art. matéria presente nesta proposta de Código de Posturas. Com relação ao rol de produtos autorizados para bancas de revistas. ao afirmar o que se segue: "Esta gama de produtos tem como conseqüência o aumento gradual das dimensões das bancas. XI e XII. que já não têm mais capacidade para suportar a demanda de inúmeros tipos de mobiliário urbano e de atividades comerciais que acabam por prejudicar a função primordial dos passeios que é a circulação de pedestres. extrapolando a finalidade da atividade. os arts. com redação mais clara e que não compromete o entendimento e aplicação da regra. efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis. Ou seja. este artigo é dispensável porque o art. o art. 71 e 190 e Capítulo V do Título III." A SMRU completa tal entendimento. Propomos o veto aos itens que permitem a comercialização de produtos que são regulados por legislação federal (bilhetes de loteria e carnês de sorteio) e que demandam a instalação de outros equipamentos. que somente serão permitidas no logradouro público as atividades exercidas com a utilização de mobiliário urbano ou de veículo de tração humana ou automotor. 122 do próprio Código. por entender que: "a comercialização de produtos nestes mobiliários tem sido informalmente ampliada. Por isso recomendamos seu veto. 122 já determina a mesma coisa de maneira clara e direta. de forma restrita." A PGM corrobora tal opinião: "O art. remete ao documento de licenciamento a explicitação dos equipamentos e usos admitidos no exercício da atividade. ao analisar o art. 173 que institui a Taxa de Fiscalização de Feiras. ensejará numerosas demandas que pressionarão e comprometerão o ordenamento desejado. é atividade típica do Poder Executivo. manifesta-se no sentido de que: "A competência para instituir quaisquer taxas de fiscalização é do Executivo por força do disposto no inciso II do art. 117: "Sua redação comprometeu seu entendimento." A PGM. a SMRU apresenta a seguinte objeção à sanção do art. a SCOPLAM sugeriu o veto dos incisos VIII. ponderar que atribuir esta ampliação à conveniência do Executivo." A respeito do licenciamento de atividades em logradouros públicos. o exercício do Poder de Polícia que se insere nas ações de fiscalização. 135. na medida em que dita expressamente que a instituição de taxa dar-se-á 'em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. a SMRU ressalta que tais artigos "são dispensáveis por tratarem da utilização específica deste mobiliário para publicidade." O inciso II do art. ou seja.

193 da LOMBH. 108 da LOMBH. valor. No entanto. como por exemplo base de cálculo. porque a liberação desses limites poderá prejudicar a arquitetura das edificações e contribuir . que ficariam liberados da limitação de altura e área. Assim. do tráfego. mais apropriado será a disciplina da questão. encontram-se disposições sobre a afixação de placas com finalidade informativa nos veículos de transporte coletivo.1 e 2. art. a realização de feiras ensejará a cobrança desta e do preço público (situação que. 176.953/91. organização. ao defender o seu veto: "Através do art. Entretanto. entendemos que o artigo em tela deva ser vetado por conter comando antijurídico e portanto inválido e ineficaz ao objetivo pretendido.2 . Ora. A SCOPLAM pronunciou-se pelo veto ao inciso II do parágrafo único do art. 267 nos seguintes termos: "A Seção II. existe também em vigor a possibilidade da cobrança de preço público pelo uso do logradouro para a realização de feira . inclusive de requisitos basilares. mas de ato administrativo a ser veiculado pela BHTRANS." Com relação ao parágrafo único do art. a qual remete ao Executivo a competência ampla para a criação de feiras. tem contribuído para a poluição visual e degradação da paisagem urbana. do Capítulo II. compete à BHTRANS a coordenação. do trânsito e do sistema viário municipal. item 2. incluindo a iniciativa legislativa de criação de taxas de fiscalização. não aplica as duas exações). restringindo e impondo condições àquele Poder no que se refere às modalidades e objetos de feiras a serem permitidos.organiza e define os parâmetros para tal atuação. Esta Seção do Código regula a altura e a área máxima desses engenhos de publicidade. 31 da LOMBH. excetuando da obrigatoriedade aqueles instalados em empena cega." A SCOMF assim se pronuncia a respeito do mesmo artigo. 255 que institui preço público para funcionamento de feira adentra na competência privativa do Chefe do Executivo. que seria revogada pela Proposição em referência. Ocorre porém que a taxa a ser instituída nos termos da Proposição está totalmente desprovida de estruturação. pelo que sabemos. in casu. considerando que Decreto jamais poderá fixar válida e legitimamente valor de tributo. desde que com finalidades compatíveis entre si." Nos arts. a PGM assim se manifestou: "A regra em questão viola a disposição contida no art. conforme disposto no inciso XVI.e. conforme se depreende da leitura do § 2º do art. do art. A legislação atual em Belo Horizonte é por demais permissiva. do Título VI ("Disposições Gerais") trata das normas a que está sujeito todo engenho de publicidade a ser instalado em propriedade particular ou pública. não em sede de Lei. 173 propõe-se a instituição de 'Taxa de Fiscalização de Feira' cuja exação encontra-se prevista atualmente no art. a quem compete fixar o preço dos bens e serviços.882/95. fachada de edificação e tela protetora de edificação em construção.Decreto n° 9. o que. A regra do inciso VIII do art. 166 do próprio Código. 24 do Código de Trânsito Brasileiro e da Lei Municipal n° 5. 195 a 197. caso seja aprovada a instituição da taxa. planejamento e execução do transporte coletivo e individual de passageiros. 16 da Lei n° 6. aliado ao alto índice de irregularidade no setor. cuja fixação está sendo remetida para regulamento. que permite ao Executivo a realização em conjunto de mais de uma modalidade de feira. embora existente hoje na legislação. nos termos do art. Consideramos por demais permissiva a exceção aplicada às fachadas das edificações.687/98. segundo informa a PGM. subitens 2. inciso II. taxa.

97 do Código Tributário Nacional.641/89 que regulam a TFA. cuja base de cálculo está legitimamente prevista na Tabela V anexa a esta Lei. a proibição de prestação de serviço ou venda de produto para o Município. devidamente instituída e estruturada com fundamento no poder de polícia municipal. 286. e.666/93. o dispositivo deve ser vetado pois contradiz a sistemática prevista no § 5º do art. como por exemplo. não estabelece o art. a duas. concomitantemente com a TFA em vigor. Segundo a SCOMF. guardando estrita consonância com este comando legal hierárquico. o que é inadmissível juridicamente. 'autoriza' a fixação dos valores por decreto. a regulação para instalação de engenhos em edificações é tratada também no art. pelos arts. passará a valer. e.641/89. temos que 'somente lei pode estabelecer a fixação da alíquota do tributo e da sua base de cálculo'. contrariando frontalmente o comando legal estabelecido pelo CTN acima apontado. alínea 'b' do inciso II do art. alínea 'b' do inciso III do art. 268. E. de maneira indiscutivelmente imprópria. segundo a PGM. segundo entendimento da SMRU. contrariam o art. com total inexistência de elementos primários e basilares para a instituição de qualquer tributo. Tais dispositivos. Isto porque consigna tal dispositivo que a uma. 300 da Proposição em comento por conter vício de legalidade insanável conforme acima demonstramos.TFA -. 268." . 300 deve ser igualmente vetado. o art. a proibição deve decorrer de inidoneidade na prestação de obrigações contratuais para com a Administração. tendo em vista especificamente o disposto em seu inciso IV. é imperativo o VETO ao art. 300 qualquer estruturação válida da nova taxa. Estas breves considerações foram feitas apenas para fundamentar nossa oposição de maneira obstinada ao que prevê o art. 300 da Proposição em referência. 9° a 14 da Lei n° 5. temos em vigor em nosso Município a taxação da instalação e manutenção de engenho de divulgação de publicidade pela Taxa de Fiscalização de Anúncio . que a definição dos valores da nova taxa será efetuada por regulamento. em caso de reincidência. que remete a regulamento o prazo para o pagamento das multas estabelecidas no Código. o que nos leva a concluir que teremos então dois tributos para o mesmo fim. Todavia. mesmo nestes casos. 268. caso tal dispositivo prospere. determina o dispositivo em tela. 292 institui prazo de 5 dias para pagamento de multa nos casos de licenciamento da instalação de engenhos de publicidade. não de obrigações relativas às posturas urbanas. obedecendo a uma análise técnica. Já os §§ 2º e 3º do mesmo art. não constando em contrapartida revogação dos dispositivos da Lei n° 5. no que se refere a este elemento legalmente indispensável. 267. Além disso. devem ser suprimidos para correção do entendimento lógico da questão supra mencionada os itens que dizem respeito à fachada de edificação. a saber: alínea 'b' do inciso I do art. 311. O inciso III do § 1º do art. Antes. 87 da Lei n° 8. noutras palavras. a própria base de cálculo. Sendo assim. Seriam tais penalidades a proibição de contratação com a Administração Pública. Opinamos portanto pelo veto ao inciso II do art. pelas razões expostas a seguir: "De acordo com o art. Pois bem. uma nova taxa com a mesma finalidade e fundamento fiscalização da instalação e manutenção de engenho de publicidade .mais ainda para a poluição visual da nossa cidade. que estipula o período máximo de 2 anos de proibição para contratação com a Administração Pública.já que consta ali referência textual à 'Taxa de Fiscalização de Engenho de Publicidade' (inexistente em nosso ordenamento jurídico). bem como. 292 instituem sanções administrativas para empresas infratoras." Ademais. a nosso ver.

4° prevê a constituição de uma Comissão para acompanhar o processo de definição dos locais destinados a abrigar as atividades dos camelôs e toreros. expressa em atos normativos ou concretos. extrapola ao dispensá-los de seguir as regras do Código no que diz respeito a critérios de localização e tamanho do engenho. dispõe sobre a obrigatoriedade de contratação de seguro por empresa de telecomu nicação. conforme aponta o parecer da PGM. LXVIII do art. citada no inc. e a tabela de multas do Regulamento de Limpeza Urbana do Município de Belo Horizonte (Lei n° 2. 82. LXXXIX do art. 302 da proposta permite que os engenhos licenciados permaneçam instalados. a liberdade e a propriedade dos indivíduos.924/84. No Capítulo referente às Disposições Transitórias. 333." Ainda segundo o ilustre administrativista. 3º e 4º do art. 333 devem ser poupados da revogação determinada pelo Código.Os arts. versa especificamente sobre tributos. presente no inc. Tratam da permanência de engenho de publicidade licenciado em data anterior à publicação do Código. até que se edite o regulamento deste. com a motivação do ato estaríamos ainda valorizando os princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa." Os §§ 2º. Devemos nos alongar neste quesito para demonstrar que o veto a este dispositivo fortalecerá o Código de Posturas. presente no inc. e não constitui assunto tratado pelo Código. impondo coercitivamente aos particulares um dever de abstenção (non facere) a fim de conformar-lhes os comportamentos aos interesses sociais consagrados no sistema normativo.968/78) que continuará em vigência com suas alterações. segundo entendimento da PGM e da SCOMF. mediante ação ora fiscalizadora. por exemplo. 333. 90. Segundo a SMRU. LXVIII. Como bem lembra a SMRU: . Contudo tal regra é desnecessária.rol este sempre incompleto pois impossível seria prever todas as possibilidades de infração ao Código mais apropriada se nos apresenta a alternativa de deixar a cargo de cada fiscal. A questão refere à -se forma de aplicação do poder de polícia. desde que respeitada a altura máxima de 9. mencionada no inc. não mantendo relação com os assuntos tratados pelo Código de Posturas. além de causar imensa confusão para a aplicação da Lei. 333. 306 assinalam prazo para que o Executivo promova a classificação de infrações previstas em legislação posterior ao Código. será na interpretação de cada situação concreta em face da legislação que o agente público poderá avaliar e decidir qual a melhor solução dentre aquelas apresentadas pela lei.276/97. XXIX do art.130/96. definindo-as como provisoriamente leves. a autoridade de decidir qual a melhor penalidade dentre aquelas p revistas em lei. 302 e 303 são igualmente passíveis de veto. ou seja. O § 2°. a estabelecer um rol de hipóteses nas quais haverá dispensa da notificação . dispõe sobre a inscrição de nome de operário em placas de próprios públicos municipais. Os incisos XXIX. é indispensável manter a vigência da Lei em questão pois é nela que se encontra a disciplina do seguro para a instalação das torres ou postes. a Lei n° 7. A Lei n° 7. Consiste o poder de polícia administrativa. em situação contraditória com as regras das Disposições Transitórias do próprio Código. LXXVII e LXXXIX do art. este poder de polícia é essencialmente discricionário. conforme expõe a seguir: "O art. LXXVII do art.00m (nove metros). 333. o § 2° do art. Os § 1º e § 2º do art. ora repressiva. face ao que já dispõe o art. segundo Celso Antônio Bandeira de Mello: "na atividade da Administração Pública. motivadamente. Portanto. Por fim. A Lei n° 7. 8º das Disposições Transitórias do próprio Código.858/99. de condicionar. no entanto. modifica os arts. com fundamento em sua supremacia geral e na forma da lei. Ademais. Uma vez que a lógica que ora sancionamos é a de que toda a atividade que traga risco potencial aos cidadãos seja obrigada a contratar seguro. 310 dispõem sobre penalidades e estabelecem a dispensa da notificação para aplicação imediata de outra penalidade nos casos neles previstos. prerrogativa inerente à ação ordenadora da Administração Pública. A Lei n° 3. o que tornaria a listagem de locais proibidos. matéria que deve continuar em vigor papa a manutenção da sistemática do Código. a proposta nega vigência ao Código. inócua. ora preventiva.

o art. à qual reitero meus cumprimentos de estima e apreço. o art. 117. 176. 11. a alínea 'b' do inciso II do art. o inciso III do § 1° e os §§ 2° e 3° do art. os incisos XXIX. 28. 333. 40. 268. o art. o inciso II do parágrafo único do art. a alínea 'b' do inciso I do art. Na oportunidade devolvo tais dispositivos ao reexame da Egrégia Câmara Municipal. 119. o art. 50 a 57. 300."embora acreditemos que este processo certamente se dará de forma participativa. 14 de julho de 2003 Fernando Damata Pimentel Prefeito de Belo Horizonte ." O art. 173. 115. esta Comissão poderia ser um fator burocratizante que consumiria energia essencial para o cumprimento de tão árdua tarefa em prazo tão exíguo. Pelas razões expostas. os arts. veto o art. 268. o art. 310. em sintonia com o veto ao art. 195 a 197. 292. o parágrafo único do art. 255. 267. XI e XII do art. 3°. o art. o parágrafo único do art. os incisos VIII. 3° e 4° do art. o art. a alínea 'b' do inciso III do art. bem como o § 2° do art. 5° das Disposições Transitórias. o inciso II do parágrafo único do art. os arts. 92. 114. 48. todos da Proposição de Lei nº 560/03. os arts. os §§ 2°. LXXVII e LXXXIX do art. 302 ao qual se refere. Belo Horizonte. 302 e 303. 4° e o art. 42. sob pena de tornar-se inócua sua vigência. LXVIII. 268. o inciso VIII do art. o art. 5° também deve ser vetado. os § 1º e § 2º do art. o inciso II do art. 135. o art. 306.

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