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Voleibol Ataque

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ATAQUE/CORTADA

DEFINIÇÃO: consiste no ato de golpear a bola com a intenção de fazê-la cair no campo adversário, superando o bloqueio e a defesa contrária.

VARIAÇÕES: a cortada pode variar quanto à mecânica, em função do tempo disponível para a preparação, da distância do atacante em relação à rede ou da altura da bola; pode variar quanto aos objetivos, ao controle da força aplicada e às direções que serão dadas à bola, em função do “alvo” ou da técnica empregada. (CRUZ – 2006)

VARIAÇÕES DE ATAQUE
Ataque do fundo: realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-3-4. Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça“. Largada: refere-se a um ataque em que o jogador não acerta a bola com força, mas antes a toca levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.

Ataque do fundo

Ataque sem força: o jogador acerta a bola, mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária. Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".

VARIAÇÕES DE ATAQUE
Altura ou velocidade da bola (levantamento): bolas altas e lentas permitem maior tempo de preparação do movimento. Impulsão com uma ou duas pernas: o impulso com uma perna permite deslocamento horizontal maior (bola “china”).

Tempo do bloqueio: o ataque pode ser realizado antes do bloqueador adversário saltar, ao mesmo tempo, ou depois.
Bola baixa possibilita menor tempo para a preparação

Supinando ou pronando os braços e as mãos: rotação das articulações para impulsionar a bola para determinadas direções. Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente, de modo que ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.

Dante pronando o braço...

FASES DO ATAQUE
1. Deslocamento / Passada 2. Chamada ou preparação do corpo 3. Impulsão ou decolagem 4. Batida na bola ou contato 5. Queda ou Amortecimento

Deslocamento

Chamada

Impulsão

Contato

PASSADA/DESLOCAMENTO
OBJETIVOS: a passada ou corrida levará o executante ao local do salto e dará a ele uma certa velocidade horizontal, que será transformada em impulsão vertical.

DESCRIÇÃO: normalmente são utilizadas duas ou três passadas, mas a conclusão do gesto deve ser sempre com a passada equilibrada pela finalização, com o seguimento oposto ao do braço de ataque. Em outras palavras, ataque com o braço direito, salto com a perna esquerda à frente.

PASSADA/DESLOCAMENTO
VANTAGENS: a execução da passada correta (esquerda-direitaesquerda para os destros) permite maior qualidade de execução das fases seguintes, como por exemplo: queda equilibrada, maior altura no momento de contato com a bola e amplitude para direcionar o ataque (diagonal ou paralela).

45º

60º

90º

90º

60º

45º

Destro

Canhoto

CHAMADA OU PREPARAÇÃO
Ao perder o contato com o chão, o tronco começa a se posicionar estendido para trás, formando um pequeno arco com as pernas que se estenderam para trás; os braços que estavam para trás da linha do corpo, foram balanceados para ajudar no impulso para o salto e também se estendem para cima e para trás, sendo que o braço de ataque é levado para trás do corpo por sobre o ombro que também se projetou ligeiramente para trás; o braço de equilíbrio permanece elevado à frente e para o alto, justamente visando o equilíbrio, como o próprio nome sugere.

IMPULSÃO OU DECOLAGEM
Com a chegada da perna na última passada, os membros inferiores começam a se flexionar (provocando um efeito de “frenagem”); o tronco é levado mais à frente; os membros superiores estendidos o máximo possível atrás do corpo e então, a partir desta posição, inicia-se o salto propriamente dito.

CONTATO OU BATIDA
À medida em que a bola se aproxima do ponto de contato, o corpo começa a se “fechar”. O braço de ataque é trazido à frente até atingir a extensão máxima no contato com a bola, ao mesmo tempo em que o outro braço desce e se flexiona à frente do corpo. O tronco é um importante impulsionador da bola e deve flexionarse através de uma contração abdominal, “puxando”, com velocidade, o braço que vem de trás para atacar a bola. O contato com a bola deve ser feito à frente do corpo e no máximo alcance possível, com toda a palma da mão e todos os dedos. O punho se flexiona dando rotação à bola. Após o ataque toda esta cadeia de movimentos não deve ser interrompida, deixando que finalize naturalmente.

QUEDA OU AMORTECIMENTO
A queda deve recuperar o equilíbrio, pois o corpo será projetado à frente, e é preciso resguardar as articulações do impacto mais violento sobre o solo. Para isso, todas elas devem se flexionar levemente, dando ao corpo o devido amortecimento e impedindo que o jogador invada a quadra contrária. Assim que a queda for consolidada, o atacante deve se preocupar com a seqüência do jogo.

Queda incorreta

Queda incorreta

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