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NORMA

BRASILEIRA

ABNT NBR

13696

Segunda edição

30.03.2005

Válida a partir de

29.04.2005

Equipamento de proteção respiratória - Filtros químicos e combinados

Respiratory protective devices - Gas filters and combinated filters

Palavras-chave: EPI. Proteção respiratória. Filtro para gases e vapores.

Descriptors: Respiratory protection. Gas filters.

ICS 13.340.20

   

ABNT NBR 13696:2005

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ii

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ABNT NBR 13696:2005

Sumário

Página

Prefácio

iv

Introdução

iv

Objetivo

  • 1 ..................................................................................................................................................

1

  • 2 Referências normativas

1

Definições

  • 3 ..............................................................................................................................................

1

  • 4 ...............................................................................................................................................

Descrição

2

Classificação

  • 5 ..........................................................................................................................................

2

5.1

Tipos de filtros

2

químicos

  • 5.1.1 .....................................................................................................................................

Filtros

2

  • 5.1.2 ...................................................................................................................................

Filtros

multitipos

2

  • 5.1.3 ....................................................................................................................................

Filtros

especiais

3

  • 5.1.4 ...............................................................................................................................

Filtros

combinados

3

5.2

Classes de filtros

3

6

Requisitos

4

  • 6.1 gerais

Requisitos

4

  • 6.2 Filtros de baixa capacidade

4

  • 6.3 ......................................................................................................................................

Inspeção visual

4

  • 6.4 Filtros combinados

5

Conexão

  • 6.5 .................................................................................................................................................

5

  • 6.6 Indicador de fim de vida útil

5

  • 6.7 .................................................................................................................................................

Materiais

5

  • 6.8 Prazo de validade

..................................................................................................................................

5

  • 6.9 Ensaio de vibração

6

  • 6.10 Condicionamento térmico

6

  • 6.11 Resistência à respiração

6

Vida útil

  • 6.12 ...................................................................................................................................................

7

  • 6.13 ..........................................................................................................................................

Embalagem

10

7

Requisitos

de ensaio

10

Condições

  • 7.1 gerais

10

  • 7.2 ....................................................................................................................................

Inspeção visual

10

  • 7.3 Condicionamento térmico

10

  • 7.4 Ensaio de vibração

10

  • 7.4.1 ........................................................................................................................................

Aparelhagem

10

  • 7.4.2 do ensaio

Execução

11

7.5

Ensaio de resistência à respiração

12

7.5.1

Aparelhagem

12

7.6

Ensaio da vida útil

12

  • 7.6.1 ........................................................................................................................................

Aparelhagem

12

  • 7.6.2 Execução do ensaio

12

  • 8 ..........................................................................................................................................

Designação

12

  • 9 ..............................................................................................................................................

Marcação

13

  • 9.1 Informações gerais

13

  • 9.2 ....................................................................................................................................................

Filtros

13

  • 9.3 Marcas especiais

.................................................................................................................................

14

  • 9.4 Invólucro do filtro

14

10

Instruções de uso

15

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iii

   

ABNT NBR 13696:2005

Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

A ABNT NBR 13696 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual (ABNT/CB-32), pela Comissão de Estudo de Equipamentos de Proteção Respiratória para Profissionais da Indústria (CE-32:002.01). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 10, de 31.10.2003, com o número de Projeto NBR 13696.

Esta Norma é baseada nas EN 141:2000; AS 1716:1991 e 42 CFR PART 84.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 13696:1996), a qual foi tecnicamente revisada.

Introdução

Um respirador somente pode ser considerado satisfazendo os requisitos desta Norma quando:

a) os seus componentes satisfazem os requisitos especificados numa Norma completa ou parte dela aplicável;

b) o respirador completo foi submetido e aprovado nos ensaios de desempenho prático.

iv

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NORMA BRASILEIRA

ABNT NBR 13696:2005

Equipamento de proteção respiratória - Filtros químicos e combinados

  • 1 Objetivo

    • 1.1 Esta Norma fixa os requisitos mínimos para filtros químicos e combinados para uso como parte de um

equipamento de proteção respiratória do tipo purificador de ar não motorizado.

  • 1.2 Os filtros que atendem aos requisitos desta Norma devem ser utilizados em respiradores que tenham

todas as partes e componentes aprovados nas ABNT NBR 13694, ABNT NBR 13695 e ABNT NBR 13698.

  • 2 Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

ABNT NBR 12543:1999 Equipamentos de proteção respiratória Terminologia

ABNT NBR 13694:1996 Equipamentos de proteção respiratória Peças semifacial e um quarto facial Especificação

ABNT NBR 13695:1996 Equipamentos de proteção respiratória Peça facial inteira Especificação

ABNT NBR 13697:1996 Equipamentos de proteção respiratória Filtros mecânicos Especificação

ABNT NBR 13698:1996 Equipamentos de proteção respiratória Peça semifacial filtrante para partículas Especificação

  • 3 Definições

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições da ABNT NBR 12543 e as seguintes:

  • 3.1 concentração limitante: Concentração do gás de ensaio no ar efluente, na qual o filtro sob ensaio é

considerado exaurido.

  • 3.2 equipamento de proteção respiratória: Equipamento que visa a proteção do usuário contra a

inalação de ar contaminado ou de ar com deficiência de oxigênio.

  • 3.3 fator de proteção atribuído: Nível mínimo de proteção respiratória que se espera alcançar no local de

trabalho, para uma porcentagem especificada de usuários treinados, proporcionado por um respirador apropriado (ou classe de respirador), em bom estado e ajustado corretamente no rosto.

  • 3.4 filtro combinado: Conjunto formado por um filtro para particulados e um químico.

   

ABNT NBR 13696:2005

  • 3.5 filtro de baixa capacidade (FBC): Filtro químico para uso em ambientes com baixas concentrações

de certos gases e vapores.

  • 3.6 filtro para particulados: Filtro destinado a reter aerodispersóides. Dependendo dos mecanismos de

captura das partículas pelas fibras pode ser de dois tipos, filtro mecânico e filtro eletrostático.

  • 3.7 filtro químico: Filtro destinado a reter gases ou vapores específicos contidos no ar.

  • 3.8 peça semifacial filtrante (PFF): Peça facial constituída, total ou parcialmente, de materiais filtrantes.

  • 3.9 vida útil: Tempo necessário para atingir a concentração limitante no filtro químico ensaiado em

condições especificadas.

  • 3.10 vida útil em uso: Duração de um filtro em uso no ambiente de trabalho. Depende da natureza e da

concentração do contaminante, do nível de atividade do usuário, da capacidade pulmonar, da presença de outros contaminantes e da umidade relativa do ar.

  • 3.11 respirador de fuga: Equipamento de proteção respiratória que protege o usuário, durante o escape,

contra a inalação de ar contaminado ou de ar com deficiência de oxigênio, em situações de emergência, com risco de vida ou à saúde.

  • 4 Descrição

Os filtros químicos ou combinados, quando incorporados numa cobertura das vias respiratórias apropriada,

constituem um respirador purificador de ar, cuja ambiente.

função é a remoção dos contaminantes presentes no ar

  • 5 Classificação

De acordo com a sua aplicação e capacidade de proteção, os filtros químicos são classificados em tipos e classes.

  • 5.1 Tipos de filtros

    • 5.1.1 Filtros químicos

Um filtro químico pode ser produzido em um dos seguintes tipos:

  • a) vapores orgânicos - Para uso contra certos gases e vapores orgânicos conforme especificados pelo fabricante;

  • b) gases ácidos - Para uso contra certos gases ou vapores ácidos conforme especificados pelo fabricante (excluindo o monóxido de carbono);

  • c) amônia - Para uso contra amônia e compostos orgânicos da amônia conforme especificados pelo fabricante.

    • 5.1.2 Filtros multitipos

Filtros que são uma combinação de dois ou mais dos tipos citados anteriormente e que satisfazem os requisitos de cada tipo conforme tabela 3.

   
  • 5.1.3 Filtros especiais

ABNT NBR 13696:2005

Para uso contra contaminantes específicos não incluídos nos tipos anteriores como, por exemplo: mercúrio, cloreto de vinila, óxido de etileno, monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e formaldeído.

Os filtros especiais, na ausência de Norma específica, devem satisfazer os requisitos estabelecidos em norma norte-americana ou da Comunidade Européia.

  • 5.1.4 Filtros combinados

Filtro químico ou filtro multitipo que incorpora um filtro para particulados.

  • 5.2 Classes de filtros

    • 5.2.1 Cada tipo de filtro anteriormente definido, conforme sua

capacidade, pode pertencer a uma das

seguintes classes: filtro de baixa capacidade (FBC1 e FBC2); classe 1; classe 2 e classe 3.

  • 5.2.2 A proteção proporcionada por um filtro de uma dada classe inclui a proteção dada pelo filtro

correspondente de classe ou classes inferiores. A máxima concentração de contaminante em que um filtro para gases ou vapores de uma dada classe e tipo pode ser usado é mostrada na tabela 1, respeitadas as limitações contidas nas observações 1, 2, 3 e 4.

  • 5.2.3 Um filtro multitipo pode ter tipos pertencentes a classes diferentes.

  • 5.2.4 Os filtros especiais não necessitam obrigatoriamente ser classificados.

Tabela 1 — Máxima concentração de uso (MCU) dos filtros químicos 1)

 

Filtro

Tipo

Máxima concentração de uso (ppm)

Tipo de peça facial compatível

 

FBC-1

Vapor orgânico 2)

 

50

3)

Semifacial filtrante, quarto facial,

Classe FBC

Cloro

10

semifacial

FBC-2

Vapor orgânico 2)

 

1

000

Semifacial filtrante, semifacial, facial inteira ou conjunto bocal

 

Cartucho

Vapor orgânico 2)

 

1

000

 

pequeno

Amônia

 

300

Quarto facial

Classe 1

Metilamina

100

semifacial

 

facial inteira

Gases ácidos 2)

 

1

000

ou

Ácido clorídrico

 

50

conjunto bocal

 

Cloro

10

Classe 2

Cartucho médio

Vapor orgânico 2)

 

5 000 4)

 

Amônia

5

000 4)

Facial inteira

Gases ácidos 2)

5

000 4)

   

ABNT NBR 13696:2005

Tabela 1 (conclusão)

 

Filtro

Tipo

Máxima concentração de uso (ppm)

Tipo de peça facial compatível

Classe 3

Cartucho

Vapor orgânico 2)

  • 10 000 4)

 

grande

Amônia

  • 10 000 4)

Facial inteira

Gases ácidos 2)

  • 10 000 4)

1) A máxima concentração de uso dos respiradores em situações rotineiras que incorporem filtro químico, para um dado gás ou vapor, deve ser: 1) menor que o valor IPVS; 2) menor que o valor indicado na tabela para o referido gás ou vapor; 3) menor que o produto: fator de proteção atribuído do respirador purificador utilizado x limite de exposição. Dos três valores obtidos, o que for menor.

2) O uso contra vapores orgânicos ou gases ácidos com fracas propriedades de alerta, ou que gerem alto calor de reação com o conteúdo do cartucho, deve obedecer ao exigido no item Seleção de Respiradores para Uso Rotineiro da publicação Programa de Proteção Respiratória, Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores, da Fundacentro.

3) 50 ppm ou abaixo do Limite de Exposição Ocupacional, o valor que for menor.

 

4) Essas máximas concentrações de uso (MCU) se referem a filtros classe 2 ou 3 utilizados em respiradores de fuga em situações IPVS. A MCU dos filtros classe 2 ou 3 pode ser superior aos valores indicados, desde que satisfaça os requisitos estabelecidos em norma adequada norte-americana ou da Comunidade Européia.

  • 6 Requisitos

    • 6.1 Requisitos gerais

      • 6.1.1 Em todos os ensaios, todas as amostras devem satisfazer os requisitos especificados.

      • 6.1.2 Quando dois ou mais filtros são projetados para serem usados em paralelo numa peça facial, se

ensaiados em separado, a vazão de ensaio deve ser dividida igualmente pelo número de filtros. Se, porém, cada um deles puder ser usado como filtro único em outro respirador do fabricante, a vazão de ar no ensaio em cada filtro deve ser a indicada nas tabelas 2, 3 e 4.

  • 6.1.3 A menos que haja indicação em contrário, os valores especificados nesta Norma são expressos em

valores nominais. Exceto para limites de temperatura, valores não especificados como máximo ou mínimo estão sujeitos a uma tolerância de ± 5%. A menos que haja outra especificação, a temperatura ambiente deve ser em geral de (24 ± 8)°C, mas para o ensaio de vibração (20 ± 10)°C, estando os limites de

temperatura, sujeitos a uma exatidão de ± 1°C.

  • 6.2 Filtros de baixa capacidade

Os filtros de classe FBC, quando fabricados em “não tecido” impregnado com partículas de carvão ou outro material, para uso com peça quarto facial, semifacial, semifacial filtrante e facial inteira, devem incorporar um filtro para particulados, no mínimo classe P1 ou PFF1. A inspeção visual deve ser feita conforme 7.2.

  • 6.3 Inspeção visual

A inspeção visual deve ser feita antes dos ensaios de laboratório e quando especificada nesta Norma.

   

ABNT NBR 13696:2005

6.4

Filtros combinados

 

6.4.1

Se um filtro for combinado, o filtro para particulados deve obedecer aos requisitos de penetração

especificados nas ABNT NBR 13697 e ABNT NBR 13698, além de obedecer às exigências descritas nesta Norma. Para o ensaio de penetração, devem ser utilizados dez filtros:

a)

cinco após o ensaio de vibração, conforme 7.4;

 

b)

cinco

após

o

ensaio

de

vibração

seguido

do

condicionamento

térmico,

conforme

7.4

e

7.3,

respectivamente.

 

6.4.2

O filtro para particulados, quando usado conjuntamente com o filtro químico, deve estar instalado no

lado da entrada do ar do filtro químico. A inspeção visual deve ser feita conforme 7.2.

 

6.5

Conexão

6.5.1

A conexão entre o filtro e a peça facial deve ser firme e à prova de vazamento.

 

6.5.2

Se um filtro for projetado para ser usado em paralelo, sua conexão não deve permitir o seu uso em

peças faciais que usam um só filtro, a não ser que cada filtro do par satisfaça os requisitos de vida útil e

resistência à respiração (ver nota 2 da tabela 3).

 

6.5.3

O filtro deve ser facilmente substituível sem o uso de ferramentas especiais e deve ser projetado ou

marcado de modo a evitar montagem incorreta.

 

6.5.4

A inspeção visual deve ser feita conforme 7.2.

6.6

Indicador de fim de vida útil

 

Para os filtros químicos para gases ou vapores que possuam indicador que alerte o usuário da proximidade do término de vida útil, o indicador deve provocar um sinal de alerta a (80 ± 10)% do total da vida útil do cartucho em referência. Os cartuchos com indicadores são ensaiados como cartuchos normais, mas o indicador deve avisar antes que a concentração limitante seja atingida. A inspeção visual e o ensaio de vida útil devem ser feitos conforme 7.2 e 7.6.

6.7

Materiais

6.7.1

O filtro deve ser feito de material adequado para suportar o uso normal e exposições a temperaturas,

umidades e atmosferas corrosivas daqueles ambientes onde vai ser usado. A estrutura do cartucho que constitui o filtro, na embalagem não violada, dentro do prazo de validade, não deve apresentar danos ocasionados pelos componentes do meio filtrante, como sinais de corrosão.

6.7.2

Qualquer material, ou produto gasoso que possa ser liberado do meio filtrante pelo fluxo do ar

através deste, não deve constituir risco ou incômodo para o usuário.

 

6.7.3

A inspeção visual deve ser feita conforme 7.2.

 

6.8

Prazo de validade

 

O fabricante deve indicar e garantir o prazo de validade do filtro, quando estocado apropriadamente e com o lacre ou embalagem não violados. Após aberta a embalagem, ou violado o lacre, a vida útil em uso do filtro depende das condições de uso e do ambiente. A inspeção visual deve ser feita conforme 7.2.

   

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  • 6.9 Ensaio de vibração

Antes dos ensaios de resistência à respiração e de vida útil, os filtros devem ser submetidos ao pré-condicionamento de vibração, que simula maus tratos a que podem ser submetidos. Após esse tratamento, os filtros não devem apresentar defeitos e devem satisfazer os requisitos relativos à resistência e capacidade de proteção. A inspeção visual e o ensaio de vibração devem ser feitos conforme 7.2 e 7.4.

6.10

Condicionamento térmico

 

6.10.1

Os filtros, quando especificados, devem ser submetidos ao condicionamento térmico.

 

6.10.2

Após o condicionamento térmico, os filtros não devem apresentar sinais de dano e devem satisfazer

os requisitos especificados.

 

6.10.3

O condicionamento térmico e a inspeção visual devem ser feitos conforme 7.3 e 7.2, respectivamente.

6.11

Resistência à respiração

 

6.11.1

A resistência inicial dos filtros ao fluxo contínuo de ar deve ser a mais baixa possível e em nenhum

caso deve exceder os valores indicados na tabela 2.

 

6.11.2

Quatro filtros químicos devem ser ensaiados:

a)

dois após o ensaio de vibração, conforme 7.4;

b)

dois

após

o

ensaio

de

vibração

seguido do condicionamento térmico, conforme 7.4 e 7.3,

respectivamente.

 

6.11.3

Dez filtros combinados devem ser ensaiados:

 

a)

cinco após o ensaio de vibração, conforme 7.4;

b)

cinco

após

o

ensaio

de

vibração

seguido

do

condicionamento

térmico,

conforme

7.4

e

7.3,

respectivamente.

 

6.11.4

O ensaio de resistencia à respiração deve ser feito conforme 7.5.

 

Tabela 2 — Resistência inicial à respiração 1)

Classe do filtro

 

Máxima resistência (Pa)

 

30 L/min

95 L/min

   

FBC-1

60

2)

210

2)

 

FBC-2

100

400

FBC

FBC-2 – P1

160

610

FBC-2 – P2

170

640

 

FBC-2 – P3

220

820

   

1

100

400

Classe 1

1 –

P1

160

610

1

– P2

170

640

1

– P3

220

820

   

Tabela 2 (conclusão)

ABNT NBR 13696:2005

 

Classe do filtro

   

Máxima resistência (Pa)

 
   

30 L/min

95 L/min

Classe 2

   

2

 

140

 

560

 

2

– P1

200

770

2

– P2

210

800

 

2

– P3

260

980

Classe 3

   

3

 

160

 

640

 

3

– P1

220

850

3

– P2

230

880

 

3

– P3

280

1 060

1) Quando dois ou mais filtros são projetados para serem usados em paralelo, se ensaiados em separado, a vazão de ensaio deve ser dividida igualmente pelo número de filtros.

2)

Quando

incorporar

um

filtro

para

particulados,

a

máxima

resistência do filtro classe FBC-1 deve ser a do filtro para particulados que o constitui (ver ABNT NBR 13698).

NOTA

1 Pa = 0,01 mbar = 0,1 mmca.

 

6.12 Vida útil

  • 6.12.1 Quando ensaiados em bancada, os filtros devem obedecer aos requisitos de vida útil indicados nas

tabelas 3, 4 e 5.

  • 6.12.2 Os filtros devem ser ensaiados após o ensaio de vibração, conforme 7.4.

  • 6.12.3 Se um filtro for uma combinação de dois ou mais tipos, a vida útil mínima exigida, medida em ensaio

de bancada, fica dividida pela metade. Para cada gás de ensaio, deve ser usado um filtro novo.

  • 6.12.4 Os filtros classe 2, utilizados em respiradores de fuga com peça facial inteira, devem obedecer aos

requisitos indicados na tabela 4.

  • 6.12.5 Um filtro químico pode ser aprovado para outros gases e vapores não constantes nas tabelas 3, 4 e 5.

As condições de ensaio devem obedecer às normas adequadas norte-americanas ou da Comunidade

Européia.

  • 6.12.6 As condições de ensaio para os filtros especiais NO-P3 e Hg-P3 estão indicadas na tabela 5.

  • 6.12.7 Para cada gás de ensaio, deve ser usado um filtro novo.

  • 6.12.8 Os ensaios de vida útil devem ser feitos conforme 7.6.

   

ABNT NBR 13696:2005

Tabela 3 — Condições de ensaio para a medida da vida útil em bancada dos filtros para gases e vapores

Class

e

 

Gás/vapor de

ensaio

Concentração

Concentração

Vida útil

Vazão 2), 3)

Nº de

Tipo

de ensaio

(ppm)

limitante

(ppm)

mínima 1) (min)

L/min

filtros para

ensaio

FBC-1

 

Vapor

Ciclo-hexano

 

50

5

5

30

3

orgânico

ou CCl 4

 
 

Cloro

Cl

2

 

50

0,5

15

30

3

FBC-2

 

Vapor

Ciclo-hexano

1

000

5

20

30

3

orgânico

ou CCl 4

 

Classe 1 – Cartucho pequeno

Vapor

Ciclo-hexano

1

000

10

70

30

3

orgânico

ou CCl 4

1

000

10

80

30

3

Gás ácido 4)

Cl

2

1

000

0,5

20

30

3

SO

2

1

000

5

20

30

3

 

Amônia

NH

3

1000

25

50

30

3

Classe 2 – Cartucho médio

Vapor

Ciclo-hexano

5

000

10

35

30

3

orgânico

ou CCl 4

5

000

10

40

30

3

Cl

2

5

000

0,5

20

30

3

Gás ácido 4)

 

SO

2

5

000

5

20

30

3

 

Amônia

NH

3

5

000

25

40

30

3

Classe 3 – Cartucho grande

Vapor

Ciclo-hexano

8

000

10

65

30

3

orgânico

ou CCl 4

10

000

10

60

30

3

Cl

2

10

000

0,5

20

30

3

Gás ácido 4)

 

SO

2

10

000

5

30

30

3

 

Amônia

NH

3

10

000

25

60

30

3

1) Se um filtro for uma combinação de dois ou mais tipos, a vida útil mínima exigida fica dividida pela metade. Para cada gás de ensaio, deve ser usado um filtro novo. 2) Quando dois ou mais filtros são projetados para serem usados em paralelo, se ensaiados em separado, a vazão de ensaio deve ser dividida igualmente pelo número de filtros. 3) Vazão: 30 L/min ± 3%. Para respiradores que utilizem filtros em paralelo, a vazão apropriada tem tolerância de 3%. Umidade relativa do ar de ensaio: (70 ± 2)%. Temperatura do ar de ensaio: (20 ± 1)°C. Temperatura do ar ambiente: (24 ± 8) °C. 4) Os filtros para gases e vapores ácidos devem ser ensaiados com os dois gases indicados. Para cada gás de ensaio deve ser usado um filtro novo.

NOTAS

  • 1 A vida útil mínima é um valor especificado somente para ensaios de laboratório em condições padronizadas.

Ele não dá qualquer indicação da vida útil em uso. A vida útil em uso pode diferir da vida útil determinada em bancada, tanto para cima como para baixo, dependendo das condições de uso.

  • 2 A concentração limitante é um valor arbitrário, usado somente para definir o ponto final da capacidade do filtro ensaiado em condições padronizadas.

   

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Tabela 4 — Condições de ensaio para a medida da vida útil em bancada dos filtros classe 2 para gases e vapores utilizados em respiradores de fuga

Concentração Concentração Vida útil Tipo do Gás/vapor Vazão de ensaio limitante mínima 1) filtro de ensaio
Concentração
Concentração
Vida útil
Tipo do
Gás/vapor
Vazão
de ensaio
limitante
mínima 1)
filtro
de ensaio
L/min 3)
Nº de filtros
para ensaio
ppm
ppm
min
Vapor
orgânico
Ciclo-hexano
ou CCl 4
5
000
5
12
64
3
5
Cl
5
000
12
64
3
2
Gás
ácido 2)
SO
5
000
5
12
64
3
2
Amônia
NH
5
000
50
12
64
3
3
1) A vida útil é determinada pelo tempo que demora para se alcançar a concentração limitante no ar efluente.
2) Os filtros para gases e vapores ácidos devem ser ensaiados com os dois gases indicados. Para cada gás de ensaio deve
ser usado um filtro novo.
3) Umidade relativa (50 ± 5 )%; temperatura (25 ± 2,5)°C.
Classe
Classe 2
do
filtro

Tabela 5 — Condições de ensaio para a medida da vida útil em bancada de alguns filtros especiais 1), 2), 3)

   

Concentração

 

Concentração

limitante (ppm)

Nº de filtros

Tipo do filtro

Gás de ensaio

de ensaio

(ppm)

Vida útil mínima

para ensaio

 

Óxido nítrico (NO) 4)

2

500

20 min

5

5)

3

NO-P3

Dióxido de nitrogênio (NO 2 ) 4)

2

500

20 min

5 5)

3

 

Vapor de

1,6 mL/min ou

100 h

0,1 mg/m 3

3

Hg-P3

mercúrio

(13 ± 1)mg/m 3

1) Se um filtro for uma combinação de dois ou mais tipos, a vida útil mínima exigida fica dividida pela metade. Para cada gás de ensaio, deve ser usado um filtro novo.

2) Quando dois ou mais filtros são projetados para serem usados em paralelo, se ensaiados em separado, a vazão de ensaio deve ser dividida igualmente pelo número de filtros. 3) Vazão: 30 L/min ± 3%. Para respiradores que utilizem filtros em paralelo, a vazão apropriada tem tolerância de 3%. Umidade relativa do ar de ensaio: (70 ± 2)%. Temperatura do ar de ensaio: (20 ± 1) o C. Temperatura do ar ambiente: (24 ± 8) o C. 4) O gás de ensaio deve ter pureza de no mínimo 95%. Isto é conseguido provavelmente pelos gases comprimidos em cilindros.

5) NO e o NO 2 podem estar presentes no ar efluente. A concentração total de (NO + NO 2 ) não pode exceder 5 mL/m 3 . Deve ser utilizado método de detecção que seja capaz de diferenciar NO e NO 2 .

   

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6.13 Embalagem

  • 6.13.1 Os filtros devem ser oferecidos para venda embalados, de tal modo que proporcionem proteção

contra danos mecânicos e evitem sinais de contaminação antes do uso, visualmente detectáveis.

  • 6.13.2 Quando apropriado, os filtros devem sair de fábrica selados, ou num invólucro para proteção contra

influências do meio ambiente, de modo que qualquer alteração na selagem de fábrica seja identificada.

  • 6.13.3 A inspeção visual deve ser feita conforme 7.2.

    • 7 Requisitos de ensaio

      • 7.1 Condições gerais

A quantidade de amostras que devem ser utilizadas em cada ensaio estão especificadas nas tabelas 3, 4 e 5.

  • 7.2 Inspeção visual

A inspeção visual deve ser feita pelo responsável pelos ensaios, antes e após (quando especificado) os ensaios de laboratório. A inspeção visual deve incluir também as marcações, as informações fornecidas pelo fabricante e as instruções de uso.

  • 7.3 Condicionamento térmico

O filtro dentro da embalagem, se requerido, deve ser submetido ao seguinte ciclo térmico:

  • a) atmosfera seca a (70 ± 3)°C, por 24 h;

  • b) atmosfera de (- 30 ± 3 )°C , por 24 h.

Em seguida retornar à temperatura ambiente por 4 h, no mínimo, entre exposições, e antes do ensaio subseqüente.

O condicionamento térmico deve ser conduzido de modo a evitar a ocorrência de choque térmico.

  • 7.4 Ensaio de vibração

7.4.1 Aparelhagem

O aparelho utilizado é mostrado esquematicamente na figura 1. Consiste em uma caixa (K), fixada numa haste (S), que se move verticalmente, capaz de se levantar 20 mm pela ação de um excêntrico giratório (N) e cair sobre uma placa de aço (P), devido ao seu peso próprio, à medida que o excêntrico gira. A massa da caixa deve ser de aproximadamente 10 kg.

   

ABNT NBR 13696:2005

ABNT NBR 13696:2005 Figura 1 — Equipamento para ensaio de vibração 7.4.2 Execução do ensaio 7.4.2.1

Figura 1 — Equipamento para ensaio de vibração

  • 7.4.2 Execução do ensaio

    • 7.4.2.1 Os filtros devem ser ensaiados num ambiente com temperatura de (20 ± 10)°C como recebidos,

após remoção da embalagem, porém ainda selados.

  • 7.4.2.2 Os filtros devem ser colocados apoiados pela parte lateral dentro da caixa (K), de modo que

durante o ensaio não se toquem, permitindo porém um deslocamento horizontal de 6 mm e vertical livre.

   

ABNT NBR 13696:2005

  • 7.4.2.3 A bancada de ensaio é operada a aproximadamente 100 rpm por aproximadamente 20 min, num

total de 2 000 rotações.

  • 7.4.2.4 Após o ensaio de vibração, qualquer material que tenha se soltado do filtro deve ser removido

antes de realizar os outros ensaios.

  • 7.5 Ensaio de resistência à respiração

    • 7.5.1 Aparelhagem

Pode-se usar qualquer método experimental para se medir a resistência à respiração dos filtros químicos e combinados, desde que atenda os requisitos estabelecidos nesta Norma.

  • 7.5.2 Após o condicionamento de vibração, o filtro deve ser ajustado de modo hermético num adaptador,

de forma apropriada ao equipamento de ensaio e de modo que o fluxo de ar passe verticalmente através do

filtro.

  • 7.5.3 A resistência deve ser medida em duas vazões: 30 L/min e 95 L/min, com ar na temperatura

ambiente, pressão atmosférica local e com umidade que não provoque condensação durante o ensaio. O valor da resistência deve ser corrigido para a resistência introduzida pelo adaptador. A vazão na qual a

resistência é medida deve ser corrigida para 23°C e 100 kPa absoluto (1 bar).

  • 7.6 Ensaio da vida útil

    • 7.6.1 Aparelhagem

Pode-se usar qualquer método experimental para se obter e medir as concentrações do contaminante na entrada e na saída do fluxo gasoso no filtro, desde que obedeçam aos seguintes limites:

  • a) concentração na entrada: valor especificado ± 10%;

  • b) concentração na saída: valor especificado ± 20%.

    • 7.6.2 Execução do ensaio

  • 7.6.2.1 O

tempo

de

vida

útil

medido

deve

ser corrigido, se necessário, proporcionalmente à

concentração real na entrada do filtro.

  • 7.6.2.2 para

As condições

de ensaio

a medida

da

vida

útil, em bancada, estão contidas nas

tabelas 3, 4 e 5.

  • 7.6.2.3 O gás de ensaio deve passar pelo filtro horizontalmente. Nos filtros combinados o filtro para

particulados deve ficar do lado de entrada do ar.

  • 7.6.2.4 O ensaio de vida útil deve ser feito após o de resistência à respiração, no mesmo filtro.

  • 7.6.2.5 Para cada gás de ensaio deve-se usar um novo filtro.

8

Designação

Os filtros químicos e combinados que satisfaçam os requisitos desta Norma devem ser designados da seguinte maneira:

  • a) filtro químico ABNT NBR 13696, tipo, classe:

Ex: Filtro químico ABNT NBR 13696, vapor orgânico, classe 1;

   
  • b) filtro combinado, ABNT NBR 13696, tipo, classe, opção:

ABNT NBR 13696:2005

Ex: Filtro combinado ABNT NBR 13696, vapor orgânico, classe 1, P2; Filtro combinado ABNT NBR 13696, vapor orgânico, gases ácidos, classe 1, P3; ABNT NBR 13696 – FBC1 – vapor orgânico + PFF1.

9

Marcação

  • 9.1 Informações gerais

Todas as marcações devem ser legíveis e indeléveis.

  • 9.2 Filtros

Todos os filtros devem conter no mínimo:

  • a) identificação do tipo e classe de acordo com a tabela 6. Se for filtro combinado, a identificação do filtro para particulados deve ser feita de acordo com a ABNT NBR 13697 ou ABNT NBR 13698. A marcação pode ser feita diretamente no corpo do filtro ou por etiqueta adesiva;

  • b) identificação do fabricante (nome ou marca ou logotipo, ou outro meio de identificação);

  • c) a sentença: “ver informações fornecidas pelo fabricante”, ou equivalente, ou utilizar um pictograma como mostra a figura 2;

  • d) referência ou código;

  • e) sentido de escoamento do ar, quando necessário.

Tabela 6 — Marcação

Tipo 1)

Classe

Gás ou vapor orgânico

1, 2 ou 3

Gases ácidos

1, 2 ou 3

Amônia

1, 2 ou 3

Gases ácidos e vapores orgânicos

1,2 ou 3

Contaminantes específicos (mercúrio, formaldeído, etc

...

)

_

1) Os tipos também podem ser identificados por siglas, como VO, GA, A, B, E, K etc., desde que explicadas nas instruções de uso.

   

ABNT NBR 13696:2005

1 2 3 4
1 2 3 4

1

2

1 2 3 4
1 2 3 4

3

4

  • 1. Ver informações fornecidas pelo fabricante;

  • 2. Data de fabricação e prazo de validade ou fim do prazo de validade (mm/yyyy);

  • 3. Condições ambientais de estocagem (-xx°C; + yy°C);

  • 4. Umidade máxima de armazenamento < xx%

  • 9.3 Marcas especiais

Figura 2 — Pictogramas

Para alguns contaminantes, os filtros podem conter marcas especiais.

EXEMPLOS:

Todos os filtros NO-P3 devem ter a marca adicional “Descartar após o uso”.

Os filtros Hg-P3 devem ser marcados com a sentença “Tempo máximo de uso 50 h”, quando ensaiados de acordo com a tabela 5, a não ser que possuam indicador de fim de vida útil.

  • 9.4 Invólucro do filtro

O invólucro do filtro deve ser marcado no mínimo com as seguintes informações:

  • a) data de fabricação e prazo de validade ou fim do prazo de validade: mês e ano. Deve conter ainda a sentença: “Após aberta a embalagem, ou violado o lacre, a vida útil em uso do filtro depende das condições de uso e do ambiente”. Nos filtros que utilizam outro sistema de selagem hermética, que não o invólucro, estas informações podem estar marcadas no filtro. O fim da validade pode ser informado por um pictograma, como mostra a figura 2, onde o código mm/yyyy indica o mês e ano;

  • b) marca que identifique o tipo.

   

10 Instruções de uso

As informações fornecidas pelo fabricante do filtro devem:

ABNT NBR 13696:2005

a)

acompanhar a menor unidade de venda disponível comercialmente;

b)

conter todas as informações necessárias para pessoas treinadas e qualificadas sobre:

aplicações e limitações de uso;

cuidados antes do uso;

montagem correta na cobertura das vias respiratórias; descrever como o filtro é montado na peça facial apropriada;

uso;

 

manutenção;

guarda e armazenamento;

c)

ser claras e compreensíveis. Se necessário, devem ser adicionadas ilustrações, numeração das peças ou partes;

d)

possuir alerta sobre problemas comuns, como:

perigos da deficiência de oxigênio;

perigos de atmosferas ricas em oxigênio;

qualidade do ar;

uso do equipamento em atmosferas perigosas;

fatores que afetam a validade, como estocagem ou guarda em condições diferentes das especificadas pelo fabricante;

orientação sobre como usar o filtro em peças faciais inadequadas, por exemplo, filtro classe 2 com peça semifacial.

  • e) possuir explicação sobre os símbolos e siglas utilizadas;

  • f) possuir outras informações que o fabricante julgue importantes.

   

ABNT NBR 13696:2005

Tabela 7 — Sumário dos requisitos e ensaios

Denominação do

Item do requisito

Número de

Condicionamento

Item do ensaio

requisito

 

amostras

Inspeção visual

6.3

 

Todas

-

7.2

Filtros em paralelo

6.1.2

 

Todas

-

7.5 e 7.6

     

5

EV 1)

ABNT NBR 13697 ou 13698

Filtros combinados

6.4

5

EV + CT 2)

ABNT NBR 13697 ou 13698

Conexão

6.5

 

Todas

-

7.2

Indicador de fim de

 

3

para cada

EV 1)

 

vida útil

6.6

gás/vapor

7.6; 7.2.

Materiais

6.7

 

Todos

-

7.2

Prazo de validade

6.8

 

Todas

-

7.2

Ensaio de vibração

6.9

 

-

-

7.4; 7.2.

Condicionamento

       

térmico

6.10

 

-

-

7.3; 7.2.

 

6.11.2

 

2

EV 1)

 

Resistência à

6.11.2

2

EV + CT 2)

7.5

respiração

6.11.3

5

EV 1)

6.11.3

5

EV + CT 2)

Vida útil

6.12

3

para cada

EV

7.6

gás/vapor

Embalagem

6.13

 

Todas

-

7.2

Designação e

8 e 9

 

Todas

 

7.2

marcação

-

   

Uma unidade

   
 

de cada

Instruções de uso

10

instrução de

-

7.2

 

uso

1) EV ensaio de vibração. 2) CT condicionamento térmico.