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FÍSICA

Atenção: A prova de Física da 1ª etapa do Vestibular de 2001 corresponde às questões de número 25 a 31 do Caderno 2. Cada questão contém 5, 6 ou 7 proposições, indicadas pelos números (01), (02), (04), (08) (16), (32) e (64). Para responder à questão, você deve identificar as proposições verdadeiras e somar os números a elas correspondentes.

Questão 25

A figura ao lado mostra um bloco B, de massa 1kg, que se movimenta retilineamente sobre um plano horizontal de 18m de comprimento, após ser lançado no ponto P, com velocidade de 10m/s. No trecho PQ, o plano exerce, sobre o bloco, uma força de atrito de 2 N e, no trecho QR, o atrito é desprezível.

Nessas condições, é correto afirmar:

B
B

P

Q

R

9m 9m

9m

9m 9m
9m 9m

9m

9m 9m

(01)

A força normal, exercida pelo plano sobre o bloco, é diferente nos trechos PQ e QR.

(02)

A velocidade do bloco, no trecho PQ, diminui uniformemente, com o tempo, à taxa de 5m/s 2 .

(04)

A energia mecânica do bloco se conserva no trecho QR.

(08)

O bloco, no trecho QR, tem aceleração constante e diferente de zero.

(16)

O peso do bloco, no trecho PQ, é maior do que no trecho QR.

(32)

A velocidade do bloco, no ponto médio do trecho QR, vale 8m/s.

RESOLUÇÃO

(01) Falsa. A força normal é uma reação à compressão exercida pelo bloco sobre o plano. Como a força de compressão não foi alterada, a força normal, conseqüentemente, também não o será.

(02) Falsa. De acordo com a segunda lei de Newton, a aceleração de retardamento do bloco é dada por:

a =

Fr , onde m é a massa do bloco. Como a força resultante Fr é igual à força de atrito Fat,

m

temos:

a =

Fat

=

2 N

=

2 m/s

 

m

1 kg

2

.

(04) Verdadeira. Como o atrito é desprezível no trecho QR, temos um sistema conservativo, isto é, aquele em que não há dissipação de energia mecânica sob a forma de calor.

(08) Falsa. A velocidade é que é constante e diferente de zero, já que o atrito é desprezível. A aceleração é nula, porque a resultante das duas únicas forças que atuam sobre o bloco é zero — a força peso e a força normal — as quais se anulam mutuamente.

(16) Falsa. A força peso é função da massa do corpo e da aceleração da gravidade (no caso, determinada pela altitude). Como nenhuma dessas três características se alterou ao longo do percurso, o peso do bloco permanece exatamente o mesmo, em todo o plano horizontal.

(32) Verdadeira. A partir do ponto Q, a velocidade do bloco se mantém constante até o ponto R. Aplicando-se a equação de Torricelli, pode-se encontrar a velocidade no ponto Q, que é igual à velocidade no ponto médio de QR.

Equação de Torricelli: v

2 2

q

=

0

v

+

2a

D

s

Onde: v

q = velocidade no ponto Q

v

0

= velocidade inicial = 10 m/s

a = aceleração de retardamento = - 2 Ds = distância entre Q e P = 9m

Então:

2 2 v = 10 + q 2 v = 100 - q 2 v
2
2
v
= 10
+
q
2
v
= 100
-
q
2
v
= 64
q
v
= 8 m s
q
36
Questão 26

2

(

-

36

2

)

9

2

m/s (ver proposição (02))

) (

O sistema solar contém centenas de milhões de asteróides de todas as formas e

tamanhos, em órbitas solares não só no famoso cinturão entre Marte e Júpiter, mas também nas suas regiões mais distantes. De fato, além da órbita de Netuno, existe um cinturão rico em objetos com massas que podem atingir massas semiplanetárias. Esse cinturão , conhecido como cinturão

de Kuiper, pode ser o berço de vários dos asteróides que, devido a instabilidades em suas órbitas, são atraídos para as regiões internas do sistema solar, chocando-se com planetas e suas luas ou passando perigosamente perto deles. Recentemente, astrônomos descobriram cerca de quarenta objetos nesse cinturão com

massas de até um centésimo de milésimo da massa da Terra.(

) (

grande. Mas ele existe. O que podemos fazer? Podemos nos defender conjuntamente

lutando por nossa sobrevivência como espécie. Um programa de defesa tem várias etapas. Primeiro, devemos mapear os céus em busca de asteróides cujas trajetórias oferecem alguma probabilidade de encontro com a Terra no futuro. Caso algum candidato seja identificado, de preferência várias décadas antes do impacto, devemos preparar uma missão espacial capaz de interceptar o asteróide.

).

Felizmente, o risco de um impacto direto ou de que passem em nossa vizinhança não é muito

dessa possível ameaça,

Aqui existem duas opções. Podemos fragmentar o asteróide, detonando em seu interior

explosivos nucleares capazes de desviar os fragmentos em direções seguras. Ainda mais eficiente

do que

asteróide, por exemplo, por meio de um “canhão de massa”, uma espécie

capaz de emitir grandes quantidades de matéria a altas velocidades.(

grandes quantidades de matéria sobre o asteróide é capaz de desviar sua trajetória até distâncias suficientemente longínquas da Terra.

(GLEISER, p.56-7)

a implantação de explosivos nucleares seria uma transferência contínua de massa sobre o

)

de mangueira cósmica O impacto contínuo de

A ação de forças impulsivas e a possibilidade da aplicação do princípio de conservação da quantidade de movimento podem ser identificadas nos seguintes fragmentos do texto:

(01)

“O sistema solar contém centenas de milhões de asteróides de todas as formas e tamanhos, em órbitas solares não só no famoso cinturão entre Marte e Júpiter, mas também nas suas regiões mais distantes.”

(02)

“Esse cinturão, conhecido como cinturão de Kuiper, pode ser o berço de vários dos asteróides que, devido a instabilidades em suas órbitas, são atraídos para as regiões internas do sistema solar, chocando-se com planetas e suas luas ou passando perigosamente perto deles.”

(04)

“Recentemente, astrônomos descobriram cerca de quarenta objetos nesse cinturão com massas de até um centésimo de milésimo da massa da Terra.”

(08)

“Podemos fragmentar o asteróide, detonando em seu interior explosivos nucleares capazes de desviar os fragmentos em direções seguras.”

(16)

“O impacto contínuo de grandes quantidades de matéria sobre o asteróide é capaz de desviar sua trajetória até distâncias suficientemente longínquas da Terra.”

RESOLUÇÃO

(01) Falsa. A proposição não se refere à ação de forças impulsivas nem à possibilidade de aplicação do princípio de conservação da quantidade de movimento.

(02) Verdadeira. Considerando-se o sistema formado pelo Sol, asteróides, planetas e satélites um sistema mecanicamente isolado, podemos aplicar o princípio de conservação da quantidade de movimento.

(04) Falsa. Idem à proposição (01).

(08)

Verdadeira. As explosões nucleares geram forças impulsivas, isto é, que transmitem aceleração instantânea, e o deslocamento dos fragmentos obedece ao princípio de conservação da quantidade de movimento.

(16) Verdadeira. O impacto de matéria sobre o asteróide também gera forças impulsivas, que modificam sua trajetória e que também obedecem ao princípio de conservação da quantidade de movimento.

26
26

Questão 27

A ilustração ao lado apresenta um termostato bimetálico, utilizado no controle da temperatura de um ferro elétrico. À temperatura q 0 , as lâminas A e B, constituídas de materiais cujos coeficientes de dilatação linear são, respectivamente, a A e a B , apresentam o mesmo comprimento L 0 e estão

dispostas

temperatura do ferro atinge um valor

a q 0 ,

ocorre a curvatura das lâminas, conforme o quadro II, interrompendo-se a corrente elétrica.

conforme

o

quadro

I.

Quando

q

>

Quadro I A B Quadro II Base metálica
Quadro I
A
B
Quadro II
Base metálica

Nessas condições, em relação a um ferro elétrico em funcionamento, é correto afirmar:

(01)

A curvatura das lâminas metálicas é conseqüência do efeito Joule.

(02)

A lâmina bimetálica, numa temperatura inferior a q 0 , tende a se curvar no sentido oposto ao apresentado no quadro II.

(04)

A diferença entre os comprimentos das lâminas é igual a L 0 (a B - a A ) ( q q 0 ).

(08)

A quantidade de calor transferida para a vizinhança, por segundo, é igual a 1/L 0 ( a A q 0 + a B q ).

(16)

O termostato será religado, quando a temperatura atingir o valor q 0 .

RESOLUÇÃO

(01) Verdadeira. Efeito Joule é o aquecimento sofrido pelo condutor metálico, quando percorrido por corrente elétrica. Por conseqüência disso, as lâminas de coeficientes de dilatação térmica diferentes se dilatam diferentemente, provocando a curvatura.

(02) Verdadeira. Se a lâmina B se dilata mais rapidamente que a lâmina A, quando ambas são

submetidas a temperaturas superiores a

mais intensa que a lâmina A, caso ambas fossem levadas a temperaturas inferiores a tenderia a curvar a lâmina no sentido inverso ao do quadro II.

q

0 , conclui-se que a lâmina B sofreria uma contração

, o que

q

0

(04) Verdadeira. O comprimento final da lâmina B é

L

A

= L

0

+ L

0

a

A

(

q -

q

0

)

.

A diferença é:

 

L

B

- L

A

= L

0

+ L

0

a

B

(

q -

q

0

)

-

L

B

- L

A

= L

0

a

B

(

q

- q

0

)

- L

0

a

L

B

- L

A

= L

0

(

a

B

- a

A

)(

q

 

- q

0

)

 

(

A

L

q

(

0

+ L

- q

0

0

)

a

A

(

q

L

- q

B

0

= L

))

0

+ L

0

a

B

(

q -

q

0

)

, e o da lâmina A é

(08) Falsa. O calor transferido por segundo, para a vizinhança, através da superfície externa do ferro elétrico é definido por uma grandeza denominada radiância. O calor é transferido pela irradiação de ondas eletromagnéticas infravermelhas, não tendo relação com os coeficientes de

, onde e é a

dilatação dos metais. A radiância de superfícies externas é dada por:

emissividade do corpo, T sua temperatura absoluta e s a constante de Stefan-Boltzmann.

R

= e sT

4

(16) Verdadeira. Se a temperatura das lâminas retornar a

23
23

L

0 , refazendo a ligação do termostato.

q

0 , o comprimento de ambas volta a ser

Questão 28

A figura ao lado representa um instrumento ótico,

delgada,

imersa no ar, e de um anteparo, A. A distância entre a

lente e o anteparo é fixa e vale 10cm, e a distância focal da lente é variável, de modo que a imagem do objeto O, situado a qualquer distância da lente, seja sempre projetada sobre o anteparo A.

constituído de uma lente, L, biconvexa e

10cm
10cm

O L

A

Nessas condições, é correto afirmar:

(01)

O instrumento ótico descrito obedece ao princípio de funcionamento do olho humano.

(02)

A lente L é convergente.

(04)

A distância focal da lente deverá ser igual a 20cm, quando o objeto estiver situado no infinito.

(08)

A distância focal da lente diminui, à medida que o objeto se aproxima da mesma.

(16)

Se a imagem for formada entre a lente e o anteparo, o defeito do instrumento poderá ser corrigido, colocando-se uma lente divergente entre o objeto e a lente L.

(32)

Se a imagem for formada além do anteparo, o defeito do instrumento poderá ser corrigido, preenchendo-se o espaço entre a lente e o anteparo com um líquido de índice de refração maior que o do ar e menor que o da lente.

RESOLUÇÃO

(01) Verdadeira. No olho humano emetrope (visão normal), a lente convergente natural é denominada cristalino, e este tem seus raios de curvatura variáveis, de modo que a imagem sempre se forma na retina, uma membrana que funciona como o anteparo citado.

(02) Verdadeira. Lentes de bordas finas imersas no ar são convergentes.

(04) Falsa. Para um objeto no infinito, temos a formação de sua imagem no foco.

Como, no

instrumento descrito, todas as imagens devem se formar no anteparo a 10 cm da lente, essa deve ser a distância focal da lente.

(08) Verdadeira. Sendo P a distância do objeto à lente,

P¢ a distância da imagem à lente e f a

distância focal da lente, estas se relacionam pela equação de Gauss:

1

=

1

+

1

1

=

1

-

1

f

P

P

¢

P ¢

f

P

Como o P¢ é fixo e vale 10 cm, vemos que a diferença acima é constante. Assim, se a distância P do objeto diminui com a aproximação, a distância focal também deve diminuir, para manter constante a diferença indicada na fórmula.

(16) Verdadeira. Se a imagem se forma antes do local indicado, a convergência da lente é excessiva e, portanto, deve-se associá -la a uma lente divergente adequada, para que a imagem se forme no anteparo.

(32) Falsa. A convergência (V) de uma lente depende do meio onde ela se encontra. Quanto maior a diferença entre os índices de refração da lente e do meio, maior será a convergência e,

conseqüentemente, menor a distância focal

Ë

ultrapassou os 10 cm. Assim, dever-se-á achar uma substância cujo índice fosse menor ainda que o do meio atual (o ar), para a imagem estar no anteparo. Como o ar juntamente com o vácuo são os meios menos refringentes que existem, então não há solução nesse caso. Qualquer que seja a substância utilizada, a imagem se formará depois do anteparo.

Á Ê V

=

1 ˆ

˜

f

¯

. No caso descrito, a distância focal

27
27

Questão 29

As ondas sonoras são ondas elásticas que se propagam no ar com velocidade aproximada de 340m/s, e cujo limite de audibilidade para o ouvido humano está situado entre 20 Hz e 20000 Hz.

Com base nessas informações, pode-se afirmar:

(01)

A poluição sonora está relacionada à propagação de ondas de freqüência acima de 20000 Hz.

(02)

Uma onda sonora que se propaga no ar tem comprimento de onda aumentado, quando penetra na água.

(04)

A faixa de freqüência da voz masculina é geralmente mais baixa do que a da voz feminina.

(08)

A técnica de obtenção de imagens através de ultra-som é baseada na reflexão de ondas de freqüência inferior a 20 Hz.

(16)

Notas musicais idênticas, porém de timbres diferentes, são caracterizadas pela diferença de intensidade.

(32)

Uma onda sonora de 20 Hz que se propaga no ar tem comprimento de onda de, aproximadamente, 17m.

RESOLUÇÃO

(01) Falsa. Em freqüências superiores a 20000 Hz não há problemas de poluição sonora, pois tais ondas estão além do limite de audibilidade para o ouvido humano.

(02) Verdadeira. A equação fundamental das ondas nos diz que v = lf , sendo v a velocidade de propagação da onda, l o comprimento de onda e f a frequência. Como a freqüência de uma onda é constante, tem-se que a velocidade e o comprimento de onda são diretamente proporcionais. Como a velocidade do som aumenta em meios mais densos, o comprimento de onda também aumenta.

(04) Verdadeira. Uma onda de freqüência mais baixa se caracteriza por um som mais grave, o que geralmente ocorre com a voz masculina em relação à feminina.

(08) Falsa. Ultra-som é uma onda sonora de freqüência superior a 20000 Hz.

(16) Falsa. Timbre é a qualidade que permite distinguir sons idênticos em altura e intensidade, emitidos por fontes diferentes. Por exemplo, a mesma nota tocada em um piano e em um violino produz sensações sonoras diferentes. Intensidade, por sua vez, é a qualidade que permite distinguir apenas um som forte de um fraco.

(32) Verdadeira. Da equação fundamental, temos v = l f . Para f = 20 Hz e v = 340 m/s , temos:

38
38

340

= 20l

l = 17 m .

Questão 30

Uma lâmpada incandescente, L, (110V-100W) e um chuveiro elétrico, C, (220V-2800W/4400W) foram instalados numa residência, conforme a figura abaixo.

foram instalados numa residência, conforme a figura abaixo. Considerando-se os conceitos da eletrodinâmica clássica,

Considerando-se os conceitos da eletrodinâmica clássica, é correto afirmar:

(01)

A lâmpada e o chuveiro estão associados em paralelo.

 

(02)

É possível que o dispositivo tomada.

A

seja um interruptor, e o dispositivo

B,

uma

(04)

A lâmpada, quando ligada, apresenta resistência elétrica igual a 121W.

 

(08)

O chuveiro em funcionamento na posição “inverno” é percorrido por uma corrente elétrica de intensidade 20A.

(16)

O chuveiro em funcionamento, por 10 minutos, na posição “verão”, transforma 280J de energia elétrica em energia térmica.

(32)

Um fusível instalado no ponto chuveiro.

P

reduzirá o consumo

de energia elétrica do

RESOLUÇÃO

(01) Falsa. A característica principal de uma associação em paralelo é que os seus elementos estejam submetidos a uma mesma diferença de potencial. No entanto, temos 110V para a lâmpada e 220V para o chuveiro.

(02) Verdadeira.

está ligado em série com a lâmpada, a qual não acenderá, se a corrente for

interrompida no ponto A.

qualquer aparelho a ele conectado; pode, portanto, ser um ponto de tomada de energia através

de ramificação do circuito.

A

Já o dispositivo

B está ligado direta e simplesmente à rede, sem

(04) Verdadeira.

Pot

=

U

2

R

, sendo Pot

a potência, U a diferença de potencial (ddp) e R a

resistência elétrica. Para Pot = 100 W e

U = 110 V , temos:

100

=

110

2

R

R = 121 W .

(08) Verdadeira.

Pot = Ui

, sendo

i a intensidade da corrente. Na posição inverno, o chuveiro

funciona com a máxima potência. Assim:

Pot = 4400 W

e

U = 220 V . Logo: 4400 = 220i

i = 20 A (ampères).

(16) Falsa. Na posição verão, temos tempo, temos:

Pot = 2800 W .

Pot =

t

D t

t = PotDt

(

t = 2800 W 10

x

60s

)

Sendo

t

t = 1 68

,

x

o trabalho e Dt o intervalo de

10

6

J

.

Assim, o trabalho do aparelho equivale à transformação de energia térmica.

1 68

,

x

10

6

J

de energia elétrica em

(32) Falsa. O fusível é um simples dispositivo de segurança, para evitar danos ao aparelho, caso uma sobrecarga de corrente elétrica o atravesse, não tendo, portanto, nenhuma relação com o consumo de energia do chuveiro.

14
14

Questão 31

INSTRUÇÃO:

Efetue os cálculos necessários e marque o resultado na Folha de Respostas.

A

figura representa dois automóveis, A e B, que partem, respectivamente, das cidades X

e

Y, no mesmo instante e seguem a mesma trajetória retilínea rumo à cidade Z. Sabe-se

que A e B desenvolvem velocidades constantes de módulos, respectivamente, iguais a

v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X.

A

B

a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A
a v e v/3, e a cidade Y situa-se a 18km da cidade X . A

X

Y

Z

Considerando-se que os veículos chegam juntos à cidade Z e fazem, em média, 9km por litro de combustível, determine, em litros, o total de combustível consumido pelos dois veículos.

RESOLUÇÃO

Como o movimento de ambos os carros é uniforme, podemos expressar suas velocidades por

v =

D

s

D

t

, onde Ds é o deslocamento efetuado pelo carro num intervalo de tempo Dt .

D

s

Assim,

Como os carros se deslocam para Z no mesmo intervalo de tempo, temos:

D

t

=

v

.

Dt

A

= Dt

B

. Logo:

D s

A

=

D s

B

v

B

, então

18 + D D s s B B fi = fi 18 + Ds =
18 + D
D
s
s B
B
=
18 + Ds
= 3Ds
Ds
= 9 km
B
B
B
v
v
3
D
s
=
27 km
, totalizando 36 km. Como ambos fazem, em média, 9 km
A

D

s

B

v

A

=

Se

por litro de combustível, temos:

9 km

9 km

Æ

1 L

36 km Æ X = 4 L

X

Assim, o combustível total consumido pelos dois carros corresponde a

04
04

litros.