Dicionário de Comunicação – 5ª Edição – Carlos Alberto Rabaça, Gustavo Guimarães Barbosa Editora: Campos

A
Afiliada

(tv, ra) Estação local de rádio ou tv, que se vincula a uma rede ou cadeia, para transmitir programas em comum, sem deixar de ser uma empresa independente.

Agência de notícias

(jn) Empresa que elabora e fornece matéria jornalística, por meios rápidos de transmissão, para seus assinantes (órgãos de imprensa, instituições governamentais e privadas). As agencias de notícias, de âmbito local, nacional ou internacional, transmitem regularmente e de forma ininterrupta a seus associados noticiário geral ou especializado, fotografias, features, resenhas, etc. Fornecendo informações “por atacado” para veículos informativos, que as vendem “a varejo”, as agências de notícias são as grandes provedoras dos jornais, revistas, emissoras de rádio e de tv em todo o mundo.Dispondo de representações nos principais países, do mais moderno aparelhamento técnico e de vasta rede de correspondentes e informantes, as agências atacadista estão em condições de oferecer, a baixo custo, serviço informativo em grandes quantidades. Todos os meios de comunicação social delas lançam lançam mão, impossibilitados de cobrir, por causa própria, tudo o que de interesse jornalístico acontece pelo mundo” ( Luiz Amaral). Em alguns casos (principalmente agências estatais, em países totalitários), manipulam as informações de acordo com os interesses dos países a que pertencem. A Unesco define agência de informação como “empresa que tem principalmente por objeto, qualquer que seja a sua forma jurídica, obter noticias e documentação de atualidades que sirvam para exprimir ou representar os fatos, distribuindo-os a um conjunto de empresas de informação e, excepcionalmente, a particulares, mediante o pagamento de determinada importância, de acordo com as leis e usos comerciais, sempre à base de um serviço o mais completo e imparcial possível. Segundo Bernard Voyenne, “a organização das agencias não é diferente da dos jornais, já que elas apenas se distinguem destes pelas funções e não pelos objetivos. Sua atividade consiste em colher a informação, transmiti-la, elaborá-la e difundi-la dentro menos prazo de tempo possível. Dispõe, para tanto, de meios e serviços apropriados, cuja peça principal é, sem duvida, sua gigantesca rede de correspondentes, espalhados pelo mundo inteiro, para receberem as noticias em toda a parte e qualquer momento”.

Agência de propaganda

(pp) O mesmo de agência de publicidade.

Agência de publicidade (pp) Empresa de prestação de serviços, especializada no planejamento, organização e execução de
programas de propaganda ou publicidade para seus clientes.Elabora campanhas, peças e planos promocionais, cria anúncios apropriados para os diversos veículos e cuida de suas publicações e transmissões. “ Pessoa jurídica especializada nos métodos,na arte e na técnica publicitária, que, através de profissionais a seu serviço, estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos veículos de

divulgação, por ordem e conta dos clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de mercadorias, produtos e serviços, difundir idéias ou informar ao publico a respeito de organizações ou instituições a que servem” (Dec. 57.690, de 1/2/1966). É função da agência garantir ao máximo a eficiência e o rendimento das campanhas, para isso, ela deve acompanhar as atividades de seu cliente, desde as pesquisas preliminares recomendadas para conhecer as possibilidades de um produto até o controle final dos resultados da campanha” (Armando Sant’Anna). Com algumas variações em sua estrutura, as agências organizam-se normalmente nos seguintes departamentos ou serviços: atendimento, criação, produção, mídia, trafego, controle. Não nos referimos aqui aos serviços administrativos e contábeis, ou a direção e supervisão, semelhantes aos de outros tipos de empresa. Existem agências que não se restringem aos serviços de propaganda e se propõe a atender aos clientes em todas as atividades de comunicação, realizando também, de forma direta ou terceirizada, serviços relativos a atividades de promoção de vendas, edição de relatórios anuais e publicações diversas, produção de eventos, montagem e administração de estandes em feiras e exposições, divulgação, relações públicas, marketing institucional e até atividades específicas de telemarketing, endomarketing, marketing de incentivo, etc. Essa gama de serviços varia quanto ao tipo de atendiment, foco, área de especilizaçãoeclientela.

Apresentador (tv, ra, tt) Pessoa que apresenta as atrações em um programa de tv, rádio, ou em qualquer espetáculo.
Profissional que introduz os tópicos principais do conteúdo de um programa de entrevistas, de debates, educativo etc., apresenta entervistados, atua como entrevistador, anuncia os próximos segmentos do programa etc.

Apuração

(jn) Investigação, levantamento e a verificação dos dados e elementos de um acontecimento, para transformá-lo em notícia. Para apurar uma notícia, o repórter deve informar-se mais que puder sobre fatos e circunstâncias, a fim de transmiti-los com seus dados essenciais para os leitores. Uma notícia pode ser apurada: diretamente na fonte ou por meio de uma área oficial. Na falha dos modos anteriores, pelo cerco por meios paralelos, ou seja, procurando-se outras pessoas ou instituições que possam, indiretamente, fornecer indicações que levem ao informe desejado. As seis perguntas fundamentais de Kipling constituem a base para uma boa apuração: a) O que ocorreu? b) Por que ocorreu? c) Quando ocorreu? d) Onde ocorreu? e) Como ocorreu? f) Quem se envolveu n ocorrência?

Articulista

(jn) Profissional que, periodicamente, escreve artigos assinados para jornais e revistas, onde opina pessoalmente sobre fatos econômicos, políticos e sociais. Pode ou não fazer parte do quadro funcional.

Artigo (jn) Texto jornalístico interpretativo e opinativo, mais ou menos extenso, que desenvolve uma idéia ou
comenta um assunto a partir de uma determinada fundamentação. Geralmente assinado, o artigo difere do editorial por não apresentar enfaticamente, como este, uma “receita” para a questão em pauta, nem representar necessariamente a opinião da empresa jornalística. “O tom dogmático do editorial dá lugar a uma composição analítica, que deve-se pautar pela naturalidade, densidade e concisão. (...) O projeto de todo artigo é a explicação de um fato, segundo propósitos variados (informativos, interpretativos, persuasivos ou indutivos)” (M. Sodré e M. H. Ferrari).(mk) O mesmo que item de produto.(dc) Estudo científico ou técnico publicando em revistas e periódicos especializados, em anais de congresso ou

evento semelhante em que tenha sido apresentado, ou em meio eletrônico.(int) Qualquer mensagem emitida entre participantes de um newsgroup.

Artigo de fundo (jn) O mesmo que editorial.

B
Barriga

(jn) Notícia inverídica publicada por órgão de imprensa, geralmente com grande alarde e sem má-fé, na tentativa de furar os concorrentes. Resulta de informação sem fundamento, inidônea, e posteriormente desmentida pelos fatos, causando grande desgaste e descrédito à publicação. (ed) 1. Fase anterior do tipo. 2. Defeito na composição, que se apresenta mais alta no centro do que nas extremidades das linhas.

Blog

(int)1.Palavra derivada de weblog. Publicação virtual contendo comentários sobre outros sites,atualizada regularmente e organizada cronologicamente. Antes chamada de “what's new page”,página sobre o que há de novo na web. 2. Página da web constituída de informações atualizadas e breves, organizadas em ordem de data, como uma página noticiosa ou um diário. Seu conteúdo varia:alguns blogs contêm listas de comentários sobre outros sites, outros divulgam noticias de uma empresa, outros são como diários pessoais ou álbuns de fotos, outros publicam poesia, pequenos ensaios, textos de ficção, comentários do dia-a-dia ,reflexões, idéias e opiniões. Alguns são pessoais, enquanto outros envolvem a colaboração de várias pessoas sobre um assunto específico. Com objetivos de entretenimento, profissionais, acadêmicos e outros, o blog é uma ferramenta de comunicação que dá suporte à interação de pequenos grupos por meio de um sistema simples e fácil de troca de mensagem, podendo ser utilizada pelos membros de uma família, uma empresa ou qualquer instituição.

Boato

(co,rp) Notícia de origem desconhecida,sem confirmação, que se propaga por meios informais. O boato geralmente procura preencher lacunas de informação,às vezes motivado por falta de credibilidade, omissão da fonte oficial(empresa,governo,personalidade etc.) ou fechamento dos canais de comunicação, e outras vezes é produzido com intensão deliberada em relação a determinados interesses. Pode resultar de informação totalmente fantasiosa, ruído de comunicação, vazamento de informação sigilosa, ou informação deliberadamente plantada, e seu teor pede ser totalmente falso,parcialmente ou totalmente verdadeiro.

Bomba

(jn)Notícia inesperada,importante,sensacional.

Boneca

(ed) Esquema de paginação e diagramação. Projeto gráfico de jornal,revista,livro ou qualquer outro trabalho gráfico de mais de duas páginas destinado a ser impresso. Confeccionada no mesmo formato em que se pretende imprimir o trabalho em questão, a boneca funciona como um leiaute e orienta o paginador ou diagramador, com o desenho das páginas a serem montadas e com a disposição de cada página em relação a outra. Diz-se também boneco.

Breique

(tv) Do ing. break. O mesmo que intervalo.

Briefing (pp,jn)1. Instruções e diretrizes transmitidas, de forma resumida, pela chefia(de agência de propaganda,
birô, jornal, emissora de tv etc.) aos responsáveis pela execução de um determinado trabalho(criação de uma campanha publicitária, cobertura jornalística etc.).2. Diretrizes ou informações de um cliente à agência de propaganda, sobre a criaçãoou o desenvolvimento de determinada campanha. 3. Resumo escrito dessas diretrizes, para orientação do trabalho.

Brifar

(jn,pp) Fazer briefing. Dar orientações(a jornalistas, publicitários, empregados prestadores de serviço etc.)sobre a linha de um trabalho a ser feito

Bulldog

(jn) Nos Estados Unidos, a primeira edição de um jornal diário, ou a edição destinada à venda numa cidade grande.

C
Cabeça (ed) 1. Parte superior de livro, jornal ou qualquer outro impresso, oposta ao pé(2).2. Parte superior de
elementos de produção gráfica, como arte-final, fotolito, chapa, clichê, tipo etc.3. Parte superior da área impressa em uma página de livro, onde se indicam informações como título, nome do autor e título do capítulo. Não costuma ser colocada em páginas capitulares e em páginas brancas.

(ed,jn) 1. O mesmo que lide. 2. Conjunto formado pelo título (inclusive antetítulo e subtítulo, se houver), lide, quando composto em medida diferente do corpo do texto, e outros elementos introdutórios, na parte superior de uma notícia ou reportagem, artigo etc. Diz-se também abertura. 3. Informação estampada na parte superior de uma página de jornal ou revista, designando a editoria(política,geral,economia, esportes etc.).

(som) Transdutor que converte energia elétrica e energia magnética ou mecânica, e vice-versa. As cabeças de um gravador,p.ex.,servem para gravar ou captar sinais em uma fita magnética. Gravadores profissionais geralmente possuem três cabeças magnéticas(uma para apagar,outra para gravar e a terceira para reproduzir),ao passo que os gravadores menores e mais simples possuem, em geral, uma única cabeça em que as três funções aparecem integradas na prensagem de discos fonográficos, chama-se cabeça gravadora, cabeça cortadora ou agulha de corte á peça que efetua o corte das ranhuras correspondentes à forma das ondas sonoras gravadas. Em Em toca-discos, chama-se cabeça,cabeçote ou pick-up ao dispositivo existente na extremidade do braço para captar e transmitir ao sistema de amplificação as oscilações da agulha ao longo do sulco do disco. (tv) Dispositivo que,em qualquer aparelho de vídeo, serve para gravação leituras e reprodução das imagens e sons. Cabeça magnética. (inf) Dispositivo destinado a registrar, ler ou apagar informações em um computador. Cabeça magnética. (pp) Abertura fixa, comum a várias peças publicitárias distintas em uma mesma campanha .Por ex.,num comercial de varejo para rádio ou tv, é gravada uma cabeça (ex.:”aproveitem as ofertas desta semana nas lojas X”) que poderá ser usada várias vezes, alterando-se apenas os produtos oferecidos.

• •

Cabeçalho

(ed) 1. Título de jornal,revista ou outra publicação periódica, com apresentação visual permanente que permita rápida identificação do periódico pelos leitores. Compreende,além do nome,data,número da edição,preço e outras informações essenciais. 2. Título destacado,em um artigo, notícia,seção, coluna ou anúncio.3. Título de um capítulo de livro. 4.Conjunto de dizeres que encimam colunas e casas de uma tabela. 5. Linha superior constante em cada página de livro. Compreende, normalmente, título do livro,título do capítulo,nome do autor e número da página. Os cabeçalhos das páginas pares e das ímpares de um livro são, na maioria das vezes diferentes e complementares. 6.Título destacado de qualquer documento. (inf) Informações básicas – como origem,destino,endereço e, às vezes, descrição resumida de um conjunto de dados – que aparecem listadas no início de um documento ou página. Em ing.,header.

Cadeia nacional

(ra,tv) Sintonia de todas as estações de rádio e tv a uma central de emissão,geralmente para transmissão conjunta e simultânea de um comunicado oficial.

Caderno

(ed) 1. Folha de impressão depois de dobrada. Dependendo de suas dimensôes ou formato da publicação,resulta geralmente em 8,16 ou 32 páginas. 2. Conjunto de folhas de papel impressas,pautadas ou em branco,cortadas e dobradas, grampeadas, cosidas, coladas, presas, com espiralou apenas encasadas, formando partes de um livro, jornal,revista etc.3. Livro ou bloco usado para anotações, exercícios escolares,desenhos,colagens etc. 4. Publicação, normalmente seriada, sobre um determinado assunto,p. ex.: cadernos de pesquisa, de estudos jurídicos, econômicos, linguísticos. Geralmente usado no plural,em referência aos volumes que integram a série. (jn) Cada uma das partes separadas de um exemplar de jornal. Conforme a ordem, os cadernos comportam gêneros determinados de seções e de matérias. Os jornais diários normalmente reservam os

A escolha e a variedade dos recursos a serem utilizados em uma campanha variam de acordo com o tempo previsto. em qualquer processo de composição. elementos de decoração). críticas de arte. na falta de coisa melhor. empresa ou qualquer órgão público ou privado. Caixa alta • (ed) Letra maiúscula ou versal. crônicas. folhetos de promoção ou de instruções sobre o produto. kits para os revendedores (inculsive com sugestões de anúncios cooperativos).artigo ou qualquer matéria de importância relativa(como anúncios a serem publicados por permuta) que. Na marcação tipográfica de um texto a ser composto. político. jornalistas. teatro etc. Etc. (ed) Buraco que fica abaixo da mancha que não chega a preencher toda a página (principalmente em finais de capítulos). a estratégia do cliente e o público que se deseja atingir. criadas. Diz-se também caixinha. revista etc) ou tempo (em rádio e tv). ou pode ser composta por vários anúncios para revistas e jornais.primeiros cadernos para as notícias de caráter geral. Por serem normalmente menos usados do que os minúsculos na parte alta da caixa utilizada em composição manual. falsamente. móbiles.A. decalcomanias. a fim de ficarem mais à mão. displays.. • (pp) Anúncio pelo qual alguns veículos cobram preços abaixo da tabela e comumente publicado quando há sobra de espaço(em jornal. outdoors. e inclusive nos processos de composição mecânica. produzidas e veiculadas de maneira coordenada. • Calhau (jn)Notícia. mesmo depois de adotadas novas maneiras de distribuição dos tipos na caixa.os minúsculos eram colocados na parte mais baixa. As expressões expressões caixa alta e caixa baixa consagraram-se pelo uso e continuaram a ser empregadas. Uma campanha pode mesmo ser constituída por uma só peça. de fotocomposição e editoração eletrônica. materiais de ponto-de-venda (cartazetes. cinema. Cx. indica-se por abreviaturas:c. econômico. jingles e spots para rádio. bandeirolas. internacional.e o segundo caderno para features. fato definido como crime”(art. É frequente a edição de cadernos dedicados a anúncios classificados ou a assuntos especiais. Cx. para os editoriais etc. filmetes para tv e para cinema.. colunas sociais. empresários e . bmadside (para revendedores. • Calúnia • (jn) Crime de comunicação que consiste em “imputar a alguém. amostras. serve para encher os buracos originados pela falta de material editorial ou po erro de cálculo de diagramação. amenidades. de acordo com determinados objetivos de propaganda de um produto ou serviço.. Caixa baixa • (ed) Letra minúscula. 20 da Lei de Imprensa) Campanha • (pp) Conjunto de peças publicitárias. a verba disponível. o calhau é um anúncio do próprio veículo ou de outros veículos da mesma organização. marca. Muitas vezes. Diz-se também caixão. Nas primeiras caixas de tipos.a.a.

já eram caricaturais pelo seu exagero expressivo. como um raio desmitificador". exagerando ou simplificando os seus traços.desenhista de charges. 2. A arte de caricaturar. em fins do século 16. também. mas a referência humana é sempre necessária para que a caricatura se realize. estudiosos acreditam descobrir nos artistas das cavernas intenções de caricaturar as figuras com que representavam seus inimigos. visando a determinados objetivos políticos. apresentar uma visão crítica e quase sempre impiedosa do seu modelo.). Nesta acepção. Itália. Nas pinturas rupestres. As máscaras do teatro grego. entrevistas coletivas. notas e outros tipos de matéria publicados por um órgão de imprensa. por variados meios (promoções.ext. promocionais. porém. a mofa ou um momento de reflexão no espectador. observa Leandro Konder. artigos. A arte do caricaturista observou Bergson . provocando com isso o riso. sob as harmonias superficiais da forma. criativo e de execução muito intensa. Cada uma dessas peças apresenta funções e características próprias. • Caricatura • (It) 1. Fase de um trabalho imaginativo. são subdivisões da caricatura: a charge. anúncios institucionais.é a de apreender aquele movimento imperceptível em que se esboça uma deformação preferida. com elementos ligados à caricatura. "não existe o riso fora do humano". A característica de exagerar as feições humanas.cartuns e desenhos de humor. Artista que desenha com os recursos expressivos típicos da caricatura. promoções etc. eventos. matérias pagas. P. A forma caricatural não precisa estar ligada apenas ao ser humano (pode-se fazer a caricatura de qualquer coisa). freqüentemente. o cartum. e tem por fim o humor. A campanha pode ser parte integrante do programa de comunicação ou pode surgir de fatos imprevistos e especiais. rp) Conjunto de atividades coordenadas em torno de um objetivo comum. O termo caricatura provém do italiano. no decurso da execução de um plano de comunicação. press-releases. 2. a caricatura apresenta a peculiaridade de ter um objeto específico: o artista estará realizando uma caricatura sempre que sua intenção principal for representar qualquer figura de maneira não convencional.. a história em quadrinhos de humor e a caricatura propriamente dita (a caricatura pessoal). esse ponto em que se rompe o equilíbrio duma face ou duma atitude. "Com o impacto de seus traços. Assim como. e sua veiculação obedece a uma programação criteriosa de mídia. cômicas ou humorísticas. O caricaturista "adivinha. ressaltar uma má qualidade escondida. Sua criação baseia-se geralmente num mesmo tema ou idéia (unidade conceitual e temática). da pintura. diz ele. o caricaturista "muitas vezes sacode o espírito de seus leitores com uma eficiência maior do que a dos editoriais e dos artigos. da escultura etc. Designação geral e abrangente da caricatura como forma de arte que se expressa através do desenho. de Bolonha. Entre as outras formas de arte. Nome genérico de todo artista gráfico que lida . acentuando de maneira despropositada um ou outro detalhe característico. também não é possível que haja a caricatura sem que se tome o humano como referencial. encartes etc. segundo Henri Bergson. de suas figuras". (mk. eventos. divulgação. Onde o discurso custa a penetrar. tornando possível a todos os olhos. . Aquele que faz caricatura. procurando revelar um ponto não percebido. a imagem chega. de esclarecimento público etc.nos veículos de comunicação em geral.autoridades). possivelmente do verbo caricare (fazer carga) e apareceu pela primeira vez numa série de desenhos dos irmãos Caracci. as revoltas profundas da matéria". vem de épocas imemoriais. o desenho de humor. • (jn) Série de reportagens. ridicularizá-Ias ou fazê-Ias cômicas. Representação da fisionomia humana com características grotescas. destinado a agilizar (em um período preestabelecido) a conquista do julgamento da opinião pública ou de segmentos determinados do público. a tira. Caricaturista • (It) 1. por aumentá-la.

durante muito tempo. o mesmo que história em quadrinhos. em geral. histórias em quadrinhos de humor. também. opiniões. um achado humorístico (que em francês chama-se trouvaílle) ou por uma forma inteligente de trocadilho visual. “ Política de restrição da expressão pública de idéias. de Ziraldo. O Príncipe Albert encomendara a seus artistas uma série de cartoons para os novos murais do Palácio de Westminster.porém. Supressão deliberada de determinado material de comunicação. foram alvo da crítica e da mordacidade do povo inglês. ele chega ao riso através da crítica mordaz. a narrativa conduz para um desfecho engraçado.ext. "cartão. parodiando a iniciativa da Corte. não tem equivalente: franceses. uma publicação ou representação. o riso contido num cartum pode ser alcançado apenas com um jogo criativo de idéias. o mesmo que desenho animado. (cn) P. do comportamento do ser humano. ou se supõe terem. No primeiro caso. no todo ou em parte. e até mesmo a divisão das cenas em quadrinhos. do fluxo. a criar um boneco sem boca para ilustrar todos os seus cartuns (revista Manchete. longa e pobre de conteúdo. no segundo. italianos.ext. e a revista Punch resolveu publicar seus próprios cartuns. a mais antiga revista de humor do mundo. A charge e a tira cômica podem ser consideradas subdivisões do cartum. 2. como balões. laranjada. P. a palavra cartoon. o riso deve ser alcançado pela idéia contida no desenho de um simples momento. sentimentos e impulsos que têm. foi a revista Pererê. de piada muda. O cartum é uma anedota gráfica. E como uma das manifestações da caricatura. Diz-se tb. Redação inconsistente. 2. satírica. o mineiro Borjalo. cartoon. Eram comumente publicados. Muitas vezes. seu objetivo é provocar o riso do espectador. com esse sentido. todos chamam cartoon de cartoon. Em quase todas as línguas do mundo. Os projetos dos artistas reais. pequeno projeto em escala. mantendo inclusive a grafia original inglesa. Cascata • (jn) 1. Os cartuns sem legendas ou texto foram chamados. Censura • (co) 1. Reportagem ou fotografia que simula ou in· venta um fato. tiras cômicas. A idéia de que o cartum sem legenda (que teve seu apogeu nas páginas da revista francesa Paris Match nos anos 50) teria mais qualidades do que o cartum com diálogos ou texto levou maiores cartunistas do Brasil.O cartunista pode recorrer às legendas ou pensá-las. No Brasil. onomatopéias. década de 50).. expostos. desenhado em cartão para ser reproduzido depois em mural ou tapeçaria".. com o sentido que tem hoje. que lançou o neologismo cartum.a legenda sem palavras. O termo cartum origina-se do ing. Ação de proibir. desenhos de humor ou quaisquer ilustrações humorísticas. A expressão. capacidade para abalar a autoridade do governo ou a ordem social e moral que esta mesma autoridade se considera disposta a proteger” (Harold .Cartum • (lt) 1. das suas fraquezas. edição de fevereiro de 1964. pela imprensa brasileira. de forma a influir na opinião e na ação do público ao qual se dirige a mensagem. Narrativa humorística. A narrativa do cartum pode comportar uma cena apenas ou uma seqüência de cenas. expressa através da caricatura. dos hábitos e costumes. • Cartunista • (lt) Aquele que cria ou desenha cartuns. explorando uma matéria jornalística. Na composição do cartum podem ser inseridos elementos da história em quadrinhos. subtítulos. irônica e principalmente humorística. normal de informação. alemães. nasceu em 1841 nas páginas da revista inglesa Punch.

a partir de valores dominantes da época. importação de livros.. por um lado. por exemplo. Repartição pública que tem a atribuição de examinar obras artísticas. Predominantemente associada à ação governamental. Como instrumento de mídia interna.Lasswell). Pequeno título e/ou resumo de ume matéria. a posteriori ( repressiva e punitiva. nas democracias liberais. em tempo de guerra. para anunciar as notícias ou atrações do próximo segmento e "segurar" a audiência .. Equipe de pessoas encarregadas desse exame. Mecanismo de defesa psíquica. sobre transmissões de radiodifusão. Segundo Freud. é uma forma de autopromoção do veiculo . correios. que tende a impedir que certos desejos inconscientes alcancem o plano da consciência. à segurança nacional ou à moral e ao decoro da sociedade. através de verbas publicitárias. Contrários a este são os pontos de vista de Aristóteles. conscientemente ou não. Chamada • • (jn) 1. geralmente curta. jornalísticas etc. alterações ou abrandamentos de passagens consideradas inaceitáveis. sobre as mensagens que produz. a censura pode ser parcial (supressão de trechos da obra). Controle que um indivíduo exerce. em situações de emergência. É importante notar. 4.. que sustentam que um homem só é livre na medida em que goza da faculdade de adotar suas próprias decisões. depois da publicação ou durante uma apresentação ou série de apresentações públicas). religiosos ou seculares. Resumo (pequeno flash) de uma notícia. em virtude de pressões ambientais ou pessoais. que todo discurso. contra o vazamento de segredos militares ou de informações que possam abalar o moral das tropas. matéria completa. total (proibição de toda a obra) ou classificatória (por faixas etárias). Quanto ao alcance. a censura pode apresentar-se também através de grupos privados. Embora mais intensa e freqüente sob regimes autoritários. que deste modo está presente. Quanto às formas de controle e aplicação. Autocensura. conscientemente ou não. que agem como grupos de pressão em defesa de seus interesses. a censura é uma função permanente no indivíduo. jornalísticas etc. para quem os que estão qualificados para identificar o mal devem ter o poder de impedir sua propagação. apresentada nas páginas internas. em que se anuncia um evento a ser promovido pelo próprio veículo (um programa de rádio ou tv. pela decadência de uma instituição em relação ao Estado ou a outra instituição. portanto. financiamentos. do governo ou da população civil). . 5.Exame a que a autoridade faz submeter obras artísticas. 3. As relações de poder sempre determinaram a ética. e pré-conscientes/conscientes. e toda fala consigo componentes de censura. uma determinada atração a ser apresentada no programa. econômica (p. interdição de espaços públicos etc. 2. 2. uma edição especial a ser lançada em breve etc. ou pela vigilância em tempo de guerra. contra o vazamento de segredos. constituindo uma barragem seletiva entre os sistemas inconsciente. para atrair o público. (pp) Mensagem publicitária.e poder para autorizar ou vetar a sua difusão. em toda comunicação humana e na própria constituição dos códigos lingüísticos. nas diversas manifestações do indivíduo. Este recurso pode ser utilizado também ao final de cada segmento. com o objetivo de atrair o leitor e remetê-lo para. Thoreau e John Dewey. No discurso articulado. essa função resulta em supressões que se revelam por “espaços em branco”. interferência. concessões) policial/militar (pela repressão e prisão dos cidadãos considerados perigosos. a moral e o gosto através do controle social. antes de autorizar ou proibir sua autorização ou publicação. a censura também ocorre sob formas diversas. Essa visão encontra defensores em Platão Santo Agostinho e Maquiavel. publicado geralmente na primeira página de jornal ou na capa de revista. ou seja. antes de um intervalo comercial. lido pelo locutor antes ou ao início de um programa informativo (radiojornal ou telejornal). Ex. 6. Também se faz pelo controle de telefonemas. por outro. a censura pode ser: prévia(supressão antecipada e preventiva de determinados veículos ou mensagens). Uma justificativa freqüente para a prática da censura é a necessidade de evitar possíveis danos a outros indivíduos e entidades.

asterisco etc. 3. e. c) automática . É usada em mesas de comutação manual. Palavra ou conjunto de palavras (geralmente as primeiras do título). coisa que nunca acontece com o cartum. automaticamente. Checagem • (jn) Ato de checar uma informação. A mensagem contida numa charge é eminentemente interpretativa e crítica. O cartunista será. que variam conforme a confiabilidade da fonte. onde os bonecos representam um tipo de ser humano e não uma pessoa específica. então. O chargista pode também ser chamado de cartunista ou de cartunista político. ext. Em um sistema automático a ação desempenhada pela parte chamadora. carga. Sinalização auditiva ou visual que convida um assinante ou uma operadora a entrar em comunicação. automaticamente. deve procurar um assunto momentoso (o que em ing. e continua. O mesmo que barra de atenção. revista) ou de qualquer publicação. até a resposta ou a desistência.. por parte do leitor. quase sempre. quase sempre.) colocada ao lado de una palavra e repetida no início da nota que lhe diz respeito. impressas no início da prova de revisão para identificar a matéria e o responsável pela composição daquele texto . Alguns jornais chegam mesmo a usar a charge como editorial. As operações necessárias para a manobra descrita acima. (tc) 1. remetendo para esta a atenção do leitor. a fim de entrar em comunicação com a parte chamada. os elementos da caricatura na sua primeira acepção. se chama the talhíng of town) e ir direto aonde estão centrados a atenção e o interesse do público leitor. • Charge • (lt) Cartum cujo objetivo é a crítica humorística imediata de um fato ou acontecimento específico. Indicação (letra. Os principais veículos de comunicação mantêm procedimentos de checagem. charge. sendo ela. 3. fator essencial para sua compreensão. número. • Chargista (lt) Aquele que desenha ou cria charges. Uma chamada pode ser: a) manual .• (ed) 1. O conhecimento prévio. Cineminha • (jn) Seqüência de fotos que ilustra uma matéria jornalística apresentando detalhes do desenvolvimento do fato noticiado.que começa e termina pela operação de uma chave.que é iniciada pela inserção de uma peça de chamar no jaque da linha chamada.que é iniciada pela operadora de uma mesa de comutação e continua. Uma boa charge. O termo vem do fr. b) semiautomática . portanto. impropriamente chamado de chargista se o seu trabalho não for especificamente a charge. 2. A charge usa. pode ter às vezes o peso de um editorial. até a resposta ou a desistência. porém. Valor quantitativo da maior ou menor difusão de um veículo . intérprete direta do pensamento do jornal que a publica. Circulação • (ed) Total dos exemplares efetivamente distribuídos de cada edição de determinado periódico (jornal. do assunto de uma charge é. pelo seu poder ele síntese. 2. em geral de natureza política.

V. b) circulação controlada ou circulação gratuita verificável.. Empregam-se clichês em tipografia. em contexto crítico ou satírico) denota deficiência de estilo do redator. De acordo com as normas do IVC (Instituto Verificador de Circulação). folhetos etc. Qualquer situação diegética ou dramática. tem-se o lugar-comum. 2. distingue estas duas expressões: "No chavão. O mesmo que telha. pelas salas de um circuito ou pelos cinemas do país. na estereotipia. Considera-se como primeiro clichê a primeira versão. o que não impede a produção de um terceiro clichê. como ingredientes de maior audiência e de maior aceitação por parte do público. coleção e fornecimento de recortes de jornais e revistas sobre determinado assunto."aquela em relação à qual o editor mantém controle sobre as pessoas que recebem a publicação e os registros considerados necessários pelo IVC. revistas. sobre determinada . (re) 1." 2. clip recorte. entre o público leitor. os dois tipos de circulação definidos acima. sobre as atividades de uma empresa ou instituição. embora frustrada). 3. chavão ou lugar-comum. usual e inexpressiva. a distribuição de publicações é classificada em três diferentes categorias: a) circulação paga . e assim por diante. Palavra. Matriz. de textos. empregada anteriormente pelo mesmo ou por outro autor. estereotipia e galvano.) "Segundo clichê" é o uso mais conhecido e freqüente dessa expressão. Na comunicação de massa. Placa de metal (usualmente zinco) gravada fotomecanicamente. em zinco. • • (tv) O mesmo que cobertura.ex. "segundo clichê") na cabeça da primeira página e na cabeça das páginas modificadas. revela-se a impotência de um esforço estilístico" (houve tentativa de maior expressividade. rp. Diferença aritmética entre a tiragem e o encalhe de uma edição. livros. "Quando não há esse esforço. (jn) Cada uma das edições de um número de jornal ou revista. M. que consistam na repetição abusiva de determinada fórmula. Câmara Jr. simultaneamente. • • Clipping • (in.a que abrange as publicações que usam. autotipia. em que há alterações em relação à tiragem anterior. anúncios. O uso de clichês (a menos que intencional. todos os pontos que devem deixar impressão no papel."aquela em que os exemplares de publicação hajam sido adquiridos pelos compradores (sem ser para revenda)" sob condições de venda avulsa ou assinaturas anuais (com preços não inferiores a 50% do preço básico). para verificação de circulação". Diz-se tb. Serviço de apuração..impresso. Costuma-se estampar esse tipo de informação (p. de cada publicação. É o caso dos happy-ends românticos das telenovelas e fotonovelas. etc. mas apenas o displicente emprego de uma palavra ou construção. e assim sucessivamente (segundo clichê. especialmente em função de notícias importantes de última hora. quaisquer recurso ou efeito expressivo utilizados em literatura ou em qualquer outra forma narrativa. dc) 1. c) circulação mista . A circulação paga constitui o total de exemplares efetivamente vendidos. Clichê • (ed) 1. Do ing. ocorridas ou apuradas depois do fechamento da tiragem anterior. é comum o apelo a clichês. desenhos e fotografias a traço ou a meio-tom. em relevo e em sentido inverso à imagem original. geralmente na mesma acepção. das montagens estereotipadas e das sucessivas repetições de velhos argumentos em produções cinematográficas etc. chapa. para impressão de jornais. cuja superfície apresenta. (cm) Percurso de um filme em exibição. expressão ou construção cujo sentido esvaziou-se ou vulgarizou-se por terem sido muito repetidas. A imagem ou texto gravados por esse processo.

Cobertura • (jn) 1. Diz-se tb. P. separadas por fio de coluna ou canal. encarregandose. Em ing. em um determinado veículo de imprensa ou no conjunto da mídia. lado a lado. de uma página (de jornal. livro. nos postos de contagem de votos. Coluna  (ed) Cada uma das divisões verticais. causada por excesso de nível do sinal sonoro. As colunas mantêm um título ou cabeçalho constante e são diagramadas costumeiramente em posição fixa e sempre na mesma página. número de consumidores (indivíduos ou unidades familiares) que possuem ou têm acesso a aparelhos de tv. conhecida como agência clipper. A cobertura em equipe é utilizada em reportagens que exigem apuração de várias informações simultaneamente.. Compõe-se de notas. A cobertura pode ser individual ( feita por um só repórter) ou em equipe (vários repórteres. 2. imprensa ou marketing institucional) da organização. sueltos. de um aspecto ou de um local envolvido no acontecimento).pessoa etc.. pela agência de RP ou de publicidade que atende à empresa ou por uma agência especializada nesse tipo de serviço. Diz-se tb. prefeitura. Por ex. geralmente padronizadas. setorizados.. que provoca saturação no aparelho. pronto-socorros. (md) Número de pessoas ou de família que constituem o total da audiência potencial de um veículo de comunicação. como p. 3. ex. Trabalho de apuração de um fato no local de sua ocorrência. ministérios. o que facilita sua localização imediata pelos leitores habituais. vários repórteres atuam em diferentes locais: nas zonas eleitorais. impropriamente. aeroportos etc. geralmente sob a forma de artigo assinado. • • Colaboração  (jn)Matéria de jornal ou revista. câmara dos deputados. crônicas. ex. ou que alguma vez já compraram um jornal ou foram ao cinema. palácio do governo.). delegacias. redigida em estilo mais livre e pessoal do que o noticiário comum. publica da com regularidade e geralmente assinada. nesta acepção) alcance. clipagem. junto aos principais locais onde ocorrem fatos de interesse jornalístico (p. podendo adotar. ex. Chama-se cobertura fixa a que envolve permanentemente um ou mais repórteres em um determinado setor. atingimento e circulação. (tc) Área servida por um sistema destinado transmissão de ondas de rádio. folheto etc. • (som) No jargão dos técnicos de som. um certo ministério: o repórter que cobre aquele ministério em responsabilidade de apurar todos os fatos que alfixos.) ou de tabela. e redigida por pessoa que não pertence ao quadro permanente de redatores da publicação. artigos ou textos-legendas. É realizado geralmente pela área de comunicação (relações públicas. uma eleição. Registro jornalístico de um fato. deformação semelhante a um corte na onda sonora. O conjunto de recortes fornecidos ao interessado e/ou arquivados. revista.. cada um. considerando-se uma determinada região atingida por esse veículo. Para cobrir acontecimentos especiais. reach. senado. (jn) Seção especializada de jornal ou revista. Recorte de jornal. junto aos candidatos etc.  . 2. várias dessas formas. para transformá-lo em notícia.

seção que reúne notícias curtas e/ou notas.Colunão  (jn) Em alguns jornais e revistas.). cada veículo tinha um sistema próprio de processamento e distribuição de sinais. redirecionando-a se necessário. jn) Grupo de pessoas que opinam sobre a linha de um determinado produto editorial ou veículo de comunicação (jornal. o colunista pode ser um cronista. revista. Uso de diferentes veículos como portas de entrada para a mesma base de conteúdos. Teoricamente elas passam a ser a mesma coisa. e não a jornalistas (colunas de conselhos médicos. Colunista  (jn) Jornalista ou escritor que redige e/ou assina coluna em jornal ou revista. Determinadas colunas especializadas são freqüentemente entregues a profissionais de outras especialidades. um crítico de arte. um comentarista. Conferencia de imprensa  (jn) O mesmo que entrevista coletiva Conselho editonal  (ed) Grupo de profissionais ligados a uma editora (consultores. de assuntos contábeis.).  Convergência das mídias  (co)Integração dos diversos meios de comunicação. "Há alguns anos. (ed.considerada como uma revolução comparável ao início da televisão. As observações geralmente são feitas após a transmissão de fato determinado.). jurídicos. Conforme assunto e o gênero da coluna. comitê editorial. Comentarista  (ra. house-organ. Diz-se tb. que se reunem ou são consultados com o objetivo de definir uma linha editorial e acompanhar o seu desenvolvimento cultural e comercial. uma diferença que deixa de existir a partir do momento em que todas as mídias começam a operar com bits. Os integrantes do conselho editorial opinam sobre novos originais apresentados para publicação e sobre a programação editorial.tv) Especialista em análises e comentários sobre fatos econômicos. nas artes plásticas etc. sociais e desportivos em programas especiais. astronômicos etc. como tudo virou digital. site. explica Fernando Bittencourt. coordenadores de cleção ou de editorias. técnicos e gerentes da própria editora etc. você pode trafegar qualquer conteúdo em qualquer mídia". políticos. telejornais etc. no soçaite.  Colunável (jn) Neologismo aplicado a qualquer pessoa em evidência num dado momento (na política. etc. leitores críticos. programa de televisão. da CGE . com maior ou menor relevância de acordo com a linha editorial. newsletter. A tecnologia digital e a interatividade característica da internet são os fatores que tornaram possível a convergência das mídias.) tida como digna de ser citada em colunas sociais.

obedecendo à ordem de importância ou cronológica. p.3. a interatividade tende a mudar radicalmente a relação dos meios de comunicação com o público que deixam de ser simplesmente de ser espectador e passa a interferir no produto. preparando-as para publicação" (N. artística.(Central Globo de Engenharia). melhorada. A forma aportuguesada copirraite.Redação final. O usuário pode. a técnica de redação utilizada. Em sua acepção original (do ing . Copidescar  (re) Reescrever. aqui vamos documentar as afirmativas feitas no primeiro parágrafo [no lide]. ou o computador funcionando como tv.  . telefone e aparelho de som. naturalmente. Tudo o que vem abaixo da cabeça ou do lide. além de acessar conteúdos e serviços disponíveis na internet e na tv. publicar ou vender obra literária.designa "a mesa ao redor da qual sentam-se os reescrevedores (rewriters). Corpo de texto  (jn) Parte mais desenvolvida do texto de uma noticia.Usa-se tb.Setor (de uma redação. rádio e telefone. Copyright (ed) Direito esclusivo de reproduzir por qualquer meio material. ou seu valor jornalístico. Na prática. vamos dar ao leitor uma melhor compreensão do acontecimento. a convergência ocorre quando se usa. de acordo com a natureza do assunto. agência etc) onde se realizam esses trabalhos.O copyright é um direito desfrutado pelo autor ou seus descendentes. novos elementos que o noticiarista vai juntando em seções harmônicas. etc)que deseja receber. ou o celular funcionando como pager e como palm. rádio. Copy desk ). Escritor de anúncios publicitários. Cada elemento básico da cabeça pede. Em um segundo momento.Redator (ou corpo de redatores). mas pode ser negociado ou cedido a um editor ou a qualquer outro beneficiário. jornal.Abrevia-se com a frase: Todos os dirreitos reservados seguindo-se o neme do beneficiário e a indicação do ano da primeira edição (em livros essa indicação é estampada no verso da folha de rosto). Norberto). um aparelho de tv acoplado e recursos de computador.4. Copidesque  (jn)1. Além disso.. "Sendo o corpo o arremate da narrativa.ex. os reledores (rewriters ) de matérias. optar por produtos prontos ou pela própria programação dos conteúdos ( de tv. 2. técnica ou científica. a partir desse recurso. melhorar a redação de um texto. o espaço de que dispõe para atender aos leitores mais meticulosos e que dedicam mais tempo à leitura” ( Luiz Beltrão) (ed) Termo usado para pedir a composição no mesmo corpo do restante do texto.top .que faz esse trabalho.  Copywriter  (pp) Criador e redator de textos de propaganda. a ressonância que julga irá alcançar no espírito público e. no corpo. de uma matéria jornalistica de qualquer texto escrito. a convergência das mídias tende a determinar o lançamento de novos dispositivos tecnológicos totalmente adequados a essa integração.

como empregado ou colaborador. com teor literário. evitando incorrer em plágio. in loco. "do primeiro. ao contrário deste. desenvolvida a partir de um ponto de vista individual. artístico etc. e de enviar regularmente notícias e artigos para a empresa jornalística (jornal. teatral. artística. atualizar. "quando é indispensável cozinhar . "fazendo com que se destaque no texto . professor." (ABNT. suas técnicas. livro. (dc) "Documento no qual é julgado ou apreciado o mérito de obra literária. a Folha cita o nome do autor do texto e do veículo que o publicou". rádio.moderno ou acadêmico . Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari. Crítica  (jn. propostas e importância no âmbito de um contexto cultural.de proposta artística e pela comparação dos valares e informações da obra com o ideal estético daquele que analisa e opina. Quando se trata de reescrever informações de outro veículo. escritor ou por outros especialistas. significados. copidescar ou condensar) textos do próprio veículo (originais ou ficadas) ou de outra publicação. diz-se fazer a cozinha ou cozinhar. esportivo. tv) e emitida por jornalista. Apreciação estética e ideológica. da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos". emissora de rádio ou tv) que representa. os acontecimentos de uma guerra ou revolução. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista. inclusive. O exercício da crítica implica a compreensão de tudo o que participa do processo de criação de uma obra artística. a partir de fatos e acontecimentos da atualidade. assim como o repórter. 2. idéias e sugestões que. Mas. e neste aspecto se diferencia do enviado especial. na medida em que reinterpreta intelectualmente o objeto examinado e propicia ao leitor um conjunto de impressões. TB-49). político. enriquecem a informação original. ele "paira" sobre os fatos. Segundo o Manual de Redação da Folha de São Paulo. "A crítica visa ao conhecimento e valoração da obra. em que entra a experiência prática e/ou teórica do crítico. científica etc. a respeito de trabalho literário. em local distante de sua sede. não prescinde do acontecimento. publicada geralmente em veículos de massa (jornal. Discussão fundamentada e sistemática. Elaborada a partir de um padrão . O correspondente mantém domicílio na região que é encarregado de cobrir. tendo em mira orientar o gosto e a curiosidade do leitor" (Massaud Moisés). revista. Para designar a ação de fazer esse trabalho. conjunto dos profissionais que exercem a função de críticos. em geral profissionalmente vinculados ao veículo como colaboradores regulares. aproveita o interesse pela atualidade informativa. Chama-se correspondente de guerra o repórter encarregado de cobrir.  Crônica  (jn) Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal. recomenda-se que o jornalista apure informações ele mesmo. a critica é também uma atividade criativa. Cozinha  (jn) Trabalho de reescrever (adaptar. lt) 1. de artes plásticas etc. Jornalista que presta serviços regulares a uma em presa jornalística. agência de notícias. a respeito de determinada manifestação artística.porque não foi possível apurar as informações em tempo e o jornal considera essencial que seu leitor tenha acesso a elas -. a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura. cinematográfico.Correspondente  (jn) Repórter encarregado de fazer a cobertura de determinada cidade ou região. dentro ou fora do país.

e em edição e dia normais. para fins de publicação" (Decreto-Lei 972. "aquele a quem compete planejar e executar a distribuição gráfica das matérias. art. que for acusado ou ofendido em publicação feita com jornal ou periódico ou em transmissão de radiodifusão.na publicação da resposta ou retificação do ofendido. publicitário. Diagramador  (ed) Jornalista. Projeto gráfico. II . órgão ou entidade pública. D Diagramação  (ed) Ato ou efeito de diagramar.a transmissão . "O direito de resposta consiste: I . fotografias e ilustrações de caráter jornalístico. Na crônica. na mesma emissora e no mesmo programa e horário em que foi divulgada a transmissão que lhe deu causa. sem o dogmatismo do editorial. tornando-o com isso passível d descrédito na opinião pública" (Lei d Imprensa.o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor". em caracteres tipográficos idênticos ao escrito que lhe deu causa. Difusão  (co) Veiculação de uma mensagem atravé de um (ou mais de um) canal.na transmissão da resposta ou retificação escrita do ofendido. ou III . porém. no mesmo jornal ou periódico. tv) Transmissão radiofônica ou televisiva. de 17/10/69) Difamação  (jn) Crime de comunicação que consiste em "imputar a alguém fato ofensivo à sua reputação. Geralmente pertence ao quadro funcional da empresa. (ra. Nas empresas jornalísticas. por qualquer meio ou conjunto de meios de comunicação.   Direito de resposta  (jn) Faculdade assegurada por lei a "toda pessoa natural ou jurídica. artista gráfico ou tipógrafo que faz diagramação. (pp) Propagação de idéias. Cronista  (jn) Profissional que periodicamente escreve crônicas assinadas para jornais e revistas. Propagação. o juízo de valor confunde-se com os próprios fatos expostos. de modo atingir grande número de receptores. no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.21). ou a cujo respeito os meios de informação e divulgação veicularem fato inverídico ou errôneo". no mesmo lugar.

imagens e sons digitalizados. Conjunto dos exemplares de uma obra. (en. musicais etc.. arca com a responsabilidade de lançamento. ou cada emissão de um noticiário de rádio. Este conceito corresponde ao ing. Reunião de textos ou cenas já gravadas.    Editor  (ed) 1. a todos os meios de informação e divulgação em que foi transmitida a notícia que lhe deu causa. peças musicais. ocupar tempo igual ao da transmissão incriminada. ou resultantes do mesmo material de composição. publicação e distribuição de textos. que. ra. podendo durar no mínimo um minuto. 29 e 30. em computador. em port. Ato ou efeito de editar. Conjunto das atividades relativas à reprodução.ex. na elaboração de programas jornalísticos. ainda que aquela tenha sido menor. tv) 1. ter dimensão igual à do escrito incriminado. tv) Ato de editar. gravuras. Conjunto dos exemplares tirados a partir de uma mesma matriz. [ . art. obtidos em uma ou em várias tiragens. distribuição e venda em grosso do livro". com objetivos comerciais ou sem eles. 4. c) no caso de agência de notícias. artísticas. ] A publicação ou transmissão da resposta ou retificação.: edição dominical de um jornal impresso. b) no caso de transmissão por radiodifusão.. discos. (jn) Conjunto dos exemplares de uma única tiragem de jornal ou revista. ter dimensão igual à da notícia incriminada. cartazes.. edição extraordinária de um telejornal) (en. Pessoa ou instituição que atua como elemento intermediário entre o autor e o público consumidor de obras literárias.. catálogos. deumentários etc . pela agência de notícias. cinema ete. 2.. fitas magnéticas. tv. E Edição  (ed) 1. revista ou qualquer outro periódico). publisher. 3. reproduzidas por meio de um suporte posto à deposição do usuário número de exemplares. filmes e outros veículos. por editor e chief editor correspondem.da resposta ou da retificação do ofendido. (p. Pessoa ou instituição que cria e mantém (do ponto de vista econômico e jurídico) uma ou várias publicações periódicas. slides. 4. científicas. O mesmo que montagem. venda do livro" (Antônio Houaiss)." (Lei de Imprensa. distribuição e. eventualmente. a editor de texto(l). Unidade de periodicidade de uma publicação (cada número de jornal. ou "instituição. "Pessoa sob cuja responsabilidade. jornais. assegura ao ofendido direito a nova resposta. garantindo o mínimo de 100 (cem) linhas. desenhos etc. Profissional de editoração que cuida das tarefas . 2. oficial ou não. corre o lançamento. juntamente com comentários em caráter de réplica. 2. desde que não haja modificações substanciais de uma para outra. na forma de livros. editorador ou diretor de texto. ao passo que os conceitos expressos em ing. revistas. A resposta ou pedido de retificação deve: a) no caso de jornal ou periódico. geralmente comercial.) Dominicália  (jn) Diz-se do calhau publicado aos domingos.

"Salvo exceções de que ainda padece o jornalismo.). conseqüentemente. Pessoa que dirige e coordena Ul publicação periódica. e determinado veículo ou numa empresa ec torial. por tratar "de um assunto pertinente só ao momento imediato". observa Juarez Bahia. títulos. garantindo um conceito de opinião que busca dignificar o veículo". Este 'estilo' é equilibrado. geralmente. denso ou leve. Misturar caracteres ou outro material tipográfico com os de uma outra caixa ou caixotim. escrevem e atuam com autonomia e independência.  (jn) 1. Encalhe . Misturar ou dispor desordenadamente os tipos. "A página editorial tem um 'estilo' que acompanha as tendências do jornal. identificados com a linha do jornal. O editorial apresenta. a opinião expressa no editorial é "alguma coisa mais do que a simples opiniâo do proprietário". Invadir ou assaltar oficina ou redação de jornal (um grupo organizado. amontoando desordenadamente os caracteres. Desfazer uma fôrma. na primeira página do jornal (e alguns jornais têm isso como norma). Empastelar  (ed) 1. Em impressão a cores. traços estilísticos peculiares. cartas dos leitores.. diz-se tb editorador. conforme a linha do veículo" (Juarez Bahia). 2. Empresa Jornalistica  (jn) Empresa que tem por atividade a edição de jornal ou revista. tv ou cinema. provocando superposição dos pontos dos fotolitos de cada cor e. uma multidão. Pessoa encarregada esquematizar e supervisionar a edição de 11 ticiários de rádio. embebido do senso de oportunidade". o próprio 'estilo' do jornal. A página editorial é uma página nobre do jornal. O editorial pode aparecer. nacionais ou internacionais de maior relevância. 4.) ou emissão (programa de televisão ou de rádio). ou a distribuição de noticiario. escrito de maneira impessoal e publicado sem assinatura. 6. referente a assuntos ou acontecimentos locais. onde figuram. Na definiçâo clássica de Fraser Bond. em sua brevidade. Pessoa responsável pela edição de conte dos ou produtos de determinado setor. imprimir de forma irreconhecível um original. em casos especiais. Define e expressa o ponto de vista do veículo ou da empresa responsável pela publicação (jornal. a página editorial dos principais órgãos brasileiros consubstancia. na montagem ou na paginação. 2. Nesta acepção. supervisão da diagramação e da produção gráfica etc. por exemplo. 3. por excesso de tinta ou por erro de registro. confusão de cores e de formas. do qual difere. Editorial  (jn) Texto jornalístico opinativo. No jornalismo moderno. a polícia etc. revisões. "Seu primo literário mais próximo é o ensaio". além dos editoriais. provocando erros na composição. revista etc.relacionadas à adequação e organização originais para publicação. marcações. colunas de notas e sueltos. 3. inutilizando o trabalho que está sendo feito ou danificando as máquinas e materiais divesos. 5. granel ou linha de tipos. é "um ensaio curto.estes profissionais. critério e responsabilidade. na composição. linhas de composição ete. o conjunto de opiniões de diretores e editorialistas . mas na maioria dos casos aparece ao lado de outras matérias. charges. em uma página interna predeterminada e habitual. principalmente em sua forma impressa para jornal. Cair em canal ou magazine errado uma matriz de linotipo. artigos importantes e o expediente do jornal.

Estourar  (ed) Exceder (quqlquer matéria) o espaço disponível no fechamento da página ou de toda a edição. Diz-se. informações etc. geralmente impressas em papel ou em cor diferente. revista) devolvida ao editor por não ter sido vendida. quando determinada matéria. seja na fase de redação. livrarias) é previsto e. uma vez pronta para ser paginada ou montada. O excesso de ampliação deforma as características do original. (em duas ou mais páginas). programa ou telejornal ultrapassa o tempo pré-estabelecido pela direção de programação da emissora. matéria especial. (ed) 1. considerado necessário pelas técnicas de circulação para garantir uma distribuição que atenda suficientemente à demanda. Folha ou conjunto de folhas. Dependendo da organização da entrevista. mapas. para que este as estude com antecedência (geralmente com auxílio de assessores). Ato ou efeito de ultrapassar o limite de luminosidade que assegura perfeita nitidez à imagem. fio. uma ou mais folhas. O encalhe nos pontos-de-venda (bancas. Entrevista exclusiva  (jn) Tipo de entrevista que é concedida a apenas um repórter e que só pode ser divulgada pelo veículo de comunicação que ele representa. contendo anúncio. Diz-se que uma matéria estoura na oficina quando. Quando várias matérias estouram numa só página. as perguntas podem ser feitas de improviso ou têm de ser previamente levadas ao conhecimento do entrevistado. Diz-se da publicação que não obteve boa vendagem. Ampliar excessivamente qualquer elemento gráfico: fotografia. e inseridas (com ou sem grampeamento ou colagem) entre as folhas normais da publicação. com anúncio. 2. matéria paga. ilustrações. Quantidade de exemplares de qualquer publicação (livro. seguido pelas perguntas dos jornalistas. na gíria telivisiva. provocando distorções. ilustração a traço. Enviado especial  (jn) Repórter que viaja para locais distantes da sede da empresa jornalística. O oposto de bestseller. 2. mas também pode ser utilizado como recurso intencional da diagramação. Operação de intercalar. retícula etc. 2. jornal. o que pode resultar em defeito.  . diagramação. respondendo às perguntas dos repórteres de diversos veículos de comunicação. entre os cadernos de uma publicação. não cabe no espaço a ela reservado pela diagramação. com a missão de realizar reportagens especiais sobre determinados acontecimentos. em certa medida. Entrevista coletiva  (jn) Tipo de entrevista em que a personalidade atende à imprensa em conjunto. 2. Encarte  (ed) 1. matéria especial etc. (tv) 1. diz-se: a página estourou. Com a prática da entrevista coletiva procura-se economizar tempo do entrevistado e proporcionar oportunidades iguais a todos os órgãos de imprensa. geralmente impressas em papel diferente do que é usado no miolo da revista ou jornal. ou paginação (ou montagem). É freqüente iniciar-se esse tipo de entrevista por um breve depoimento do entrevistado.

nome completo. input) do mesmo sistema. a cada instante." As entradas de tais sistemas são os equivalentes eletrônicos dos órgãos sensoriais: termostatos. Traz. etapa em que vendedor trata do pedido a ser feito pelo cliente. conselhos médicos. por exigência legal. Data de fechamento. em escala nacional ou internacional. os termos em ing. modificá-lo ou controlá-lo. crônicas ou artigos de variedades que normalmente as páginas do segundo caderno dos jornais. colunas de passatempo.Expediente  (ed) Quadro de identificação que jornais e revistas. sem perder o interesse. sucursais.. O feature. microfones. bridge. preço de assinatura e de venda avulsa. Qualquer procedimento em que uma parte do sinal de saída de um circuito é injetada no sinal de entrada para ampliá-lo. Fechamento  (ed) Conclusão dos trabalhos de redação e diagramação ou de composição e paginação de uma ou de todas as páginas de um jornal. Palavra inglesa que significa "feição fisionômica". neste sentido. publicam em todas as suas edições. "Técnica de controle que consiste na comparação. São classificados como features notícias. (jn) Qualquer matéria sobre assuntos variados.   Feedback  (in) Processo de controle. para ser publicado de acordo o espaço disponível e a programação do veículo. notas. Pode ser guardado por vários dias. A. geralmente uma matéria de entretenimento. revista) ou veiculados pela televisão. revista ou livro. normalmente. receitas culinárias. output) do desempenho de um sistema é programado para atuar sobre o impulso alimentador (entrada. curiosidades etc. espectógrafos e instrumentos de medidas. Existem empresas especializadas no fornecimento desse tipo de matéria a jornais e revista. xadrez. diminuí-lo. F Feature 1. Doria). cujo o valor jornalistico não esta necessariamente ligado ao dia de sua ocorrência. decoração. As saídas são os equivalentes dos músculos dos animais ou órgãos de comunicação: motores . Os princípios do feedback e do servomecanismo foram desenvolvidos pela cibernética com vistas à automação. rádio etc. nomes das cidades onde mantém correspondentes e das agências de notícias contratadas. além dos nomes dos diretores. deadline e closing-date. ao comando e controle de máquinas e operações sem a necessidade de intervenção humana. do editor-chefe e de outros profissionais importantes na publicação. células fotoelétricas. (mk) No processo de venda. do estabelecimento gráfico onde é impresso. endereço e telefone da empresa responsável. estabelecendo correções a partir dos erros verificados. pelo qual o resultado (saída. Usam-se tb. é menos perecível que a notícia comum. (pp. do resultado do processo com um padrão preestabelecido" (F. tiras de história em quadrinhos. jn) Prazo máximo e final (dia ou hora) para aceitação de matérias ou de anúncios (autorizações ou artes-finais) a serem incluídos em uma publicação impressa (jornal. mediante contratos fixos ou por encomendas específicas (agências de features).

para atenuar sombras. Há também autocorreção. o feedback nos permite ver. retroação. em relação aos seus objetivos iniciais. Flash  (ft) 1.elétricos. Segundo Mário Erbolato. Software utilizado pelos programadores de sites para criar interfaces de navegação interessantes. em alguma parte do mundo. Aparelho. redimensionáveis e compactas. Pode parecer isoladamente ou como parte de um conjunto de notinhas do mesmo gênero. publicadas ao lado de uma notícia maior. imediatamente difundida nos despachos de uma agência de notícias. No processo comunicacional. Iluminação artificial intensa e instantânea que permite fotografar em ambientes com pouca luz. para destacar certos pormenores do fato. fazendo prosseguir o fluxo de mensagens. mesmo em fotografias à luz do dia. e que pode ser utilizada apenas uma vez. máquinas de escrever eletrônicas etc. a informação em processamento toma a forma de sinais elétricos e eletrônicos que percorrem as várias partes do sistema. qualquer despacho que esteja sendo levado ao ar é sujeito a interrupções para a transmissão de flashes de uma notícia importante e recém-ocorrida. 3. 2. que se sucedem na tela paralelamente aos textos maiores. (cn. alto-falantes. para produzir a iluminação descrita no item 1. e "recebemos" feedback ao percebermos como o outro reage a nós. "devido à diferença de fuso horário. em um enfoque crítico. Clarão. Plano brevíssimo. É. dotado de pilhas ou baterias e de lâmpadas ou cubos descartáveis. o feedback estabelece a comunicação biunívoca. Internamente. Nota breve sobre algum acontecimento.    . Tal como acorre nos processos cibernéticos. mencionando-se o seu número e a última palavra transmitida várias vezes. ou o míssil teleguiado é capaz de perseguir um alvo em manobras evasivas" (Liwal Salles). Lâmpada descartável que produz um clarão curto.  (co) Indícios informativos (percebidos pelo emissor) da reação do receptor ante a mensagem que lhe foi transmitida. É assim que um ter. No relacionamento entre pessoas. Esta tecnologia de animação. para ser intercalada por flashes" (M. A característica comum da maiofia dos sistemas de controle é que a saída de Um sistema produz um efeito na entrada (fenômeno do feedback). "damos" feedback a alguém quando oferecemos ao outro oportunidade para explorar alternativas sobre o que percebemos a respeito delas. animações em formulários e outros efeitos. lema da UPI: “em cada minuto existe. Entre elas. mesmo que interrompa qualquer despacho normal que esteja sendo transmitido.mostato auxilia o condicionador de ar a manter a temperatura desejada em um ambiente. (int) Padrão para gráficos de vetores e animação na web. também na comunicação interpessoal o feedback ajuda à fonte apurar os resultados obtidos na transmissão da mensagem. Diversas traduções para a expressão inglesa feedback têm sido propostas e adotadas em português. porém intenso pela combustão rápida de certos metais de oxigênio. Utiliza poucas palavras e é redigido de forma semelhante ao lide. (jn) 1. aproxima as linguagens da história em quadrinhos e do desenho animado. Na internet. 2. instantânea. um jornal encerrando sua edição” Por isso. inclusive. tv) Cena muito curta. mas de maneira resumida (lead ou flash)”. os sites noticiosos costumam reservar um espaço próprio para os flashes. as agências devem transmitir as notícias no mesmo instante em que as recebem. Serve também como fonte auxiliar de luz. auto-avaliação. Neste sentido. a adequação ou a inadequação de nossas idéias. Ao fim do flash. comunicação de retorno. retroinformação etc. Primeira notícia de um acontecimento importante. Erbolato). volta-se ao despacho anterior. usada em larga escala na internet. geralmente sincronizado à câmera fotográfica. como num espelho. ilustrações técnicas. sentimentos ou ações. parecem-nos mais adequadas retroalimentação ou realimentação.

a informação poderá ou não ser confirmada pelo porta-voz governamental. Costuma-se reservá-lo para notícias que envolvem interesses políticos. (James Thompson). (inf) Conjuto de todas as mensagens que podem vir a ser transmitidas em um dado sistema. ed) Procedência da informação. a fim de que a posição “ mais que provável” de um governo seja conhecida. Ou a opinião do seu governo. círculos ou meios. uma coleção de matrizes de máquinas compositoras. etc. (jn. As informações veiculadas devem refletir o pessamento oficial da personalidade representada. especificamente. Repórter sem experiência na profissão. técnico ou artístico extraiu informações para a sua obra. tem origem no lat. que é ainda mais indeterminado. diretas e factuais ( como notícias sobre serviços urbanos. uma caixa tipográfica. maquina. Sistema ( pessoa. quando não convém revelar a fonte. Muito frequente no colunismo político e social. Porta-voz de um presidente. A fonte pode ser: oficial( ou formal. distinguem-se as expressões fonte.) . Todos os documentos e pessoas de onde um autor de trabalho jornalístico. “ O porta-voz deve ser uma fonte reconhecível e nunca deve ser usado como sinônimo de uma fonte qualquer” ( Luiz Orlando Carneiro). Fonte  (co) “Nascente de mensagens e iniciadora do ciclo de comunicação”. seleciona de um conjunto de mensagem a ser emitida. cículos diplomáticos. derreter. p. O porta-voz é uma pessoa altamente autorizada para falar por um governante. b) porta-voz – o sentido comum da palavra registrado nos dicionários ( “pessoa que fala frequentemente em nome de outra” ). meios empresariais tendem a coletivisar a opinião de alguem influente em seu meio de atuação.. informante e setores. é alguém que tem nome freqüentemente sitado nas notícias.). um alto funcionário do Estado ou de alguma instituição de importância nacional.ex. nesta acepção. geralmente situada nas acessorias de imprensa e de relações públicas das intituições. importantíssima para obtençao em carater informal de uma informação que não ser formalizada através dos canais oficiais). Quando a fonte não é oficial ou formal a tendência é escrevê-la no singular com artigo indefinido. que são o que produzem notícia) e não autorizada ( oficiosa ou não. Elemento que. que integram um catálogo de tipos. Na linguagem jornalística. pode provacar uma credibilidade excessiva no leitor já que esse tipo de informção parece representar “o outro lado da notícia”. conforme as circunstâncias. econômicos ou questões diplomáticas e de segurança nacional. esse recurso. ou seja. usado abusivamente. meios: expressões como setores políticos. no processo comunicacional. ou no plural (fontes). etc. o lado oculto. p. fundere. caixa alta e baixa. não convém desgatar o termo fonte em qualquer notícia. mesmo nos processos digitais de editoração usa-se uma expressão típica dos primeiros tempos da tipografia. mais verdadeiro    . porta-vós. Após a publicação de uma notícia reveleda por fonte autorizada. Muito utilizada como recurso diplomático. organização. um software ou arquivo destinado a editoração eletrônica. que significa fundir. instituição) de onde provem a mensagem. círculos. Chama-se fonte autorizada a pessoa que substitui o porta-voz nos casos em que o governante ou a alta autoridade não pode pessoalmente formalizar e oficilizar a informação. é qualquer pessoa usada por um reporter na sua busca de informção. grifo. numa cadeia comunicativa. de acordo com os seguintes critérios: a) Fonte – em princípio. Na redação jornalística. em um ou vários corpos e variantes (redondo.Foca  (jn) Jornalista novato. as vezes. embora muitas vezes tenha interesse em torná-la conhecida ao público. literário. (ed) Conjuto de caracteres de uma familia tipográfica. não precisam ser misteriosamente transmitidas por uma fonte.ex. não é o mais aceito em jornalismo. Informações cotidianas. Interessante notar que a palavra fonte. c) setores.

é captada pela câmera. repórter. nas duas acepções. em televisão. compositor de jingles. (ed) Medida tipográfica equivalente a 48 pontos ou 4 cíceros (pelo sistema Didot. desenhista. biscate. Em Port. . Fria  (jn) Diz-se da matéria jornalística sem compromisso exato com atualidade. diz-se cacha. 2. Geral   (jn) Diz-se da reportagem. Trabalho desempenhado por um profissional autônomo. (tt) 1. ou da seção de um jornal ou revista. em largura e comprimento. circos. Freelance  (ed) 1. teatros etc. freelancer. tv) Diz-se da luz que. que não sejam da alçada de outros departamentos ou editorias (econômica. A equipe de jornalistas a serviço da reportagem geral encarregase da cobertura de acontecimentos variados. (tt. aproximadamente 18 milímetros).) e fornece seus serviços profissionais. Trabalho extraordinário. por descuido técnico. modelo fotográfico.do que as informções precedentes de fontes conhecidas. Furo  (jn) Notícia importante publicada em primeira mão por um jornal ou por qualquer outro meio de comunicação de massa. diz-se tb.. que pode ser guardada para publicação quando conveniente ("matéria de gaveta"). emissoras de tv ou rádio etc.   G Gaveta  (jn) Diz-se da matéria jornalística a temporal. que não se dedica normalmente a nenhum setor ou assunto especializado. artefinalista. Local de ingresso mais barato e popular. encomendado de qualquer profissional. sem vínculo empregatício.. Usa-se tb.). "trabalhar como frila"). esportiva etc. bico. Nesta acepção. fotógrafo. Pessoa que trabalha por conta própria (como redator. sem vínculos empregatícios. se projeta de um refletor sobre os olhos dos espectadores. jornais. ou diversas organizações (editoras. Matéria fria. e que por isso não precisa necessariamente ser publicada imediatamente. Trabalho avulso. agências de propaganda. para uma.). para acomodação do público em estádios. política. d) informante – fonte de informação localizada em um determinado setor público ou privado mas sem o statos da fonte ou do porta-voz. o neolgismo frila ("fazer um frila". roteirista etc. ou.

a hipermídia engloba sons e imagens. Redator contratado para elaboração de obra intelectual mediante encomenda cujo solicitante assina a obra como autor. Neste artigo. não se aplica ao texto literário. interatividade." Hipertexto  (inf) 1. imagem ou som) pode conter links (vínculos) que levem a outros documentos. Diz-se tb. portanto. que este utilize os serviços de um bom redator. Na web. o objeto da obra intelectual. textuais e sonoros orientados ao utilizador". este atua como uma espécie de tradutor. rotineiramente. Citando Mihalyi Csikszemtmihalyi. simplesmente. Obviamente. que passa para a forma escrita. A primeira referência à estrutura hipertextual foi feita pelo matemático e físico americano Vannevar Bush. Sempre existiram escritores fantasmas. aforro temporal (economia de tempo. Expressão adotada por alguns autores como sendo mais abrangente do que o hipertexto: enquanto este se restringe a textos. simulação dinâmica (com estimulação visual e auditiva). que por sua vez conduzam a mais outros e assim por diante. Nestes casos. ghost) costuma guardar sigilo sobre as obras que produz.. em discursos de autoridades. não sendo ilegítimo.Ghost writer  (lt) Do ing. Bush questionava a . editados por grandes impresas jornalísticas. em linguagem clara e eficaz. tanto para efeitos de direitos autorais quanto direitos morais e todas as responsabilidades advindas dessa autoria. uniformidade verbal e icônica). o usuário não tem o compromisso seguir a ordem 'começo. Possuem tiragens elevadas. "Modo de organização e acesso de informações característico da web.). inclusive vídeos em movimento. vasta penetração e exercem significativa influência política. sendo a autoria do texto assumida totalmente por quem o contratou. Meirinhos destaca: "O utilizador deve sentir o poder de definir o seu percurso. Em uma estrutura hipertextual. p. meio e fim'. em um artigo de 1945 chamado "As we may think". o texto é um meio funcional para a transmissão das idéias do autor. Hipermídia  (ed) Recurso multimídia em linguagem HTML. unicidade visual (aspecto visual invariável. econômica e socialjunto à comunidade. solidamente estabelecidas no contexto empresarial. escritor fantasma. navegando através dos documentos interligados"(Luiz Monteiro). Grande imprensa  (jn) Conjunto dos principais orgaos de imprensa. O ghost writer (diz-se tb.. desde os antigos escribas. que é. "Os sistemas hipermédia devem ser pensados como uma sucessão de estímulos imagéticos. no qual a mensagem deve fluir e cuja apropriação dos significados não é feita através da análise. narrativa breve e concisa) e uma ergonomia adaptativa (facilidade de interação com a máquina) segundo os desejos e necessidades do usuário. afirma Galvão Meirinhos. Se um especialista em determinada atividade contrata um ghost writer. não só na redação de livros mas também. texto e som). observando que esses sistemas devem possuir qualidades de estimulação sincronizada (sincronização de imagem. as idéias ou experiências de quem o contratou. mas pela navegação no 'espaço virtual'. a contratação de ghost wliters também não seria legítima se fosse feita por profissionais que têm no texto um requisito de sua profissão (o jornalista. podendo traçar a sua ordem particular. cada documento (seja ele texto. entretanto. artigos assinados por personalidades do mundo político e empresarial etc. Este raciocínio. (especialmente em Portugal) hipermédia. operacionalizado através da linguagem de programação HTML. ex. em si próprio (em sua textura).

Na obra de Millôr Femandes. com espirituosidade. literatura. Também não haveria problemas de direitos autorais. um homem de bons humores. já que todas as citações seriam feitas remetendo-se diretamente ao original. Assim. hilaridade. a fleuma (secreção pulmonar). ao empregá-las.. sejamos conscientemente remetidos às suas origens. A predominância de um desses humores no organismo determinava o homem sangiiíneo.) decorrem muito da origem da palavra e de suas transformações semânticas através dos tempos. não há dúvida de que a Web implementa ao menos parte do sistema visualizado por Nelson. desenho etc) Os equívocos que se cometem na definição no que seja humor ( frequentemente confundido com conceitos próximos. cada vez que um documento fosse acessado. por um autor. o humor é a própria essência. pelo americano Ted Nelson. Os dados poderiam ser acessados de forma não-linear através de links duplos (ida e volta). Modalidade de hipermídia. caso necessário. já que ela não atende à maioria dos pressupostos que vimos acima (não há gerenciamento de direitos autorais. O homem que possuísse todos esses humores em perfeito equilíbrio com o corpo seria bem-humorado. envolvendo. Embora tenha sido um de grandes inspiradores da web. Bernard Shaw foi um dos maiores humoristas da literatura inglesa e era um homem de extremo mau humor. O artigo de Bush foi uma revelação no mundo científico da época. ex. o flemático. deveria ser buscado um método inspirado na maneira como a mente humana funciona. imagens e sons) que permitiriam ao usuário fazer conexões entre eles. o pagamento de royalties aos autores.Uma . ou seja. estariam também disponíveis todos os outros que tivessem sido ligados a ele. Bush idealizou um aparelho chamado Memex. pintura. Não há. O humor pode ser a própria essência desta criação intelectual ou pode ser uma de suas características. a bile amarela e a bile negra. décadas depois. Assim. Mais do que uma disposição do espírito – como se lê em quase todas as definições já dicionarizadas em língua portuguesa – o humor é uma posição do espírito. o termo hipertexto só foi cunhado em 1963. Segundo a antiga medina do tempo de Galeno. dependendo da escolha dos links a serem consultados. o organisno humano era regido por humores que pecorriam o corpo: o sangue. Em sua acepção original a palavra latina humor. na qual a informação está sob a forma de texto. necessidade de que um homem seja bem-humorado para que realize humor de boa qualidade. etc. p. que conteria uma enorme quantidade de documentos multimídia (texto. servindo também para produção de novos documentos e comentários sobre os já existentes. pulando de uma informação a outra através de referências não-lineares. os links são passíveis de falhas. exibido em uma tela de computador Humor  (It) Gênero de criação intelectual que utiliza as mais diversas formas de arte para se expressar. comicidade etc. qualquer elemento líquido contido em um corpo organizado e. o colérico ou o melancólico. a partir daí. Essas expressões persistem até hoje sem que. formando hoje um imenso "banco de dados" onde podemos encontrar ou publicar informações sobre todos os assuntos. para se referir à consulta de documentos de forma não-linear em um sistema informatizado. Ted Nelson trabalha no desenvolvimento de protótipos desse sistema. Segundo o autor. as informações são estocadas redundantemente. em linguagem HTML. mais especificamente no corpo humano. Cada usuário faria sua própria rota de navegação. o gênero (e esta mesma obra pode ser citada também como por exemplo do uso de diversas formas de arte.). Nelson imaginou um grande sistema de informação que pudesse armazenar todos os documentos disponíveis. para criar seu humor : teatro. baseados em uma ordem puramente hierárquica. por outro lado. sempre atualizados. através de associações.artificialidade dos métodos de organização de informação utilizados na comunidade científica. ele é a característica de uma obra literária. Não haveria redundãncias e nada seria apagado. ele a considera apenas uma "sombra" de seu conceito de hipertexto. Desde então. A obra de Carlos Drummond Andrade. como se vê. é plena de humor: neste caso. significava “umidade elemento líquido” de toda espécie e. desenvolveriam os computadores pessoais e a Web. evocando uma aplicação da eletrônica nunca antes imaginada e inspirando os cientistas que. humoris. à medida que os utilizasse. Embora tenha sido antevisto por Vannevar Bush em 1945. No entanto. 2.

ou mesmo prescindir de texto.postura que possibilita uma visão não-convencional da vida. o humor é uma ciência: "O humor é a transposição do moral para o científico. o humor é uma transposição do ideal para o real. a palavra humor designa também.) que esteja ligada ao riso ou à comicidade. "o humor coincide com as formas superiores do pensamento dialético. Breve narrativa. então. tornam-se cômicos. tv. autor de textos ou de quaisquer outras obras de humor. Bergson continua: "O humor se realiza através de termos concretos. Hoje ele se faz presente. revelar e analisar criticamente o homem e a vida. Não é a verdade em si que é engraçada.Qualquer imagem (fotografia. intencionalmente ou não. É da própria natureza do humor tentar descobrir. mas na invenção que nos leva a ela. gravura. o cômico e o riso). pois. que esse método. da Faculdade de Letras de Bordeaux. implique um processo essencialmente criativo para que o humor se realize. em alguns casos. Bergson entrevê ainda mais o aspecto científico deste: "A ironia denuncia o que deveria ser fazendo crer que assim é na realidade.) que acompanha um texto de livro. Enquanto arte. cinema etc. mais importante do que o texto escrito. possui e expressa a arte cômica. jornal. dos detalhes técnicos e dos fatos precisos". Engraçada é a maneira com que o humor nos faz chegar a ela. Pode ser. de tão absurdos. site etc. tanto o antigo comediante (que hoje se apresenta diante das câmeras de televisão) como o criador intelectual de humor (o autor de uma comédia teatral. Considerado popularmente como a arte de fazer rir. o humor consagrou-se como forma altamente comunicativa e de grande alcance popular. em todos os modernos veículos de massa. Em síntese. desenho. Seu compromisso com o riso está na alegria que ele provoca pela descoberta da verdade. um falso equilíbrio anteriormente sustentado pela própria imaginação. Para o professor Robert Escarpit. 2. fazendo crer que assim deveria ser". humor é a faculdade de perceber o que é ridículo ou divertido em um fato e a capacidade de transmitir essa percepção através da conversação. com o desenvolvimento tecnológico e o advento dos meios de comunicação de massa. jornalista. Pessoa muito engraçada ou espirituosa. portanto. rádio. contrapondo-a ao humor. Artista. através da imaginação. A ironia não é uma ciência. para pessoas cujos atos ou palavras não podem ser levados a sério porque. o desenhista de humor etc). escritor. através do seu método. O humor. uma visão desmistificadora da existência humana. revista. É uma forma de desmontar. comentário ou citação. da escrita ou de qualquer outra forma de expressão. brincalhão). 2. gráfico etc. França. atualmente. qualquer atividade desses veículos de massa (jomal. . I Ilustração  (ed) 1. Aquele que. são considerados humoristas. Profissional dos modernos meios de comunicação que trabalha especificamente com humor. é uma descrição minuciosa do que é. Humorista  (lt) 1. vindo a ser uma filosofia". Para Henri Bergson. esse "caminho" (naturalmente comprometido com a graça. Em conseqüência. como importante gênero expressivo. Compreende-se. Isso ampliou o conceito popular de humor: embora bastante específica na sua essência. como vimos no início deste verbete. O humor é um caminho" (Ziraldo). impropriamente. não há humor sem invenção ou criatividade. a do Oxford English Dictionary. onde está a "mentira" no fato apresentado como verdadeiro." Citando Jean-Paul. "O humor é uma forma criativa de descobrir. é usado às vezes com conotação pejorativa (engraçadinho. mas. por sua vez. que realça o texto de uma obra ou uma exposição oral. geralmente abordando aspectos curiosos. Segundo uma das mais antigas definições. O humor não está contido nessa descoberta. Neste sentido.

em relação às fontes tradicionais de informação. Tornou-se então muito comum.. em Nova Iorque. Paulo. que ela existe secularmente. imprensa marron) 2.3.. uma atitude polêmica e renovadora. P.Ilustrador  (ed) Profissional especializado na criação e produção de ilustrações para livros. dizer-se imprensa independente.a em vários momentos históricos no decorrer do século. Para Ziraldo (editor do jornal Pasquim). em artigo para o Pasquim.gênero ou assunto (ex.  Imprensa alternativa (jn) Diz-se dos órgãos de imprensa (especialmente jornais e revistas) editados por grupos independentes e que constituem. também. o que nem sempre ocorria. a expressão imprensa nanica. mesmo. dirigida por jornalistas e não por empresários. a assuntos culturais e ao humor). mostravam-se inexatos por pressuporem uma imprensa ilegal. Parece bastante apropriado. sites – imprensa on line) etc. respaldados inclusive por agências de notícias e associaçôes internacionais especializadas nesse ramo. que viabilizou sofisticados recursos gráficos acessíveis a qualquer usuário. necessariamente. a imprensa alternativa "é. em sua coluna "jornal dos Jornais". em 1977. Segundo Marcos Faerman (ex-editor de Versus). editoras pequenas e pobres. O conceito imprensa alternativa não implica. revistas etc. também. "Hoje. uma imprensa não-convencional. No entanto. uma necessidade que o jornalista independente sentiu para poder fazer uma imprensa mais parecida consigo mesma. Conjunto dos jornalistas. em termos ideológicos. com a circulação de centenas de veículos alternativos em todo o mundo. jornais. cunhada por j oão Antônio. Máquina de imprimir. sob várias formas. na Folha de S. o termo underground ("subterrâneo"). a grande imprensa é centrada na sua condição de empresa e é a consciência crítica da classe empresarial: é a 'classe empresarial pensante'" (Faerman). A altemative press tornou-se um fenômeno mundial. produzidos em diversos formatos (mais freqüentemente o tablóide) e por qualquer sistema de reprodução gráfica. ela não surgiu como resposta à grande imprensa. forma gráfica ou área estabelecida para a imprensa alternativa: podem ser enquadrados nesta categoria jornais e revistas das mais variadas tendências. mas para constituir instrumentos de expressão de grupos sociais que não têm voz nas grandes empresas de comunicação. Suas manifestações não configuram um fenômeno recente. É a imprensa pela imprensa. e não a imprensa pela empresa".3. Prelo. principalmente. com atuação destacacj. Pode-se dizer. com um tratamento de jornalismo interpretativo. O que essencialmente caracteriza essa proposta de atividade jornalística é um efetivo descomprometimento em sua linha editorial. Em meio às manifestaçôes de contracultura e de radicalização política. como a Alternative Press Syndicate. A expressão imprensa altemativa foi lançada por Alberto Dines.imprensa esportiva. a chamada imprensa alternativa passa a contar com as facilidades da editoração eletrônica. (jn) Conjunto de jornais e revistas de um lugar ou de determinada categoria. 4. esse tipo de jornalismo era também chamado de imprensa underground. uma opção para o público leitor. o conjunto dos processos de difusão de informações jornalisticas por veículos impressos (jornais e revistas – imprensa escrita) ou eletrônicos (rádio e televisão – imprensa falada e televisada . birôs de . nos anos 70. Imprensa   (ed) Conjunto dos processos de impressão. estruturas empresariais de poucos recursos econômicos. Imprensa européia.ext. O mesmo que jornalismo. formais ou temáticos.2. dedicados a temas gerais ou especializados (mais freqüentemente a temas políticos. Não há linha editorial. Além de publicações impressas em gráficas convencionais. assim como a expressão imprensa marginal. A partir dos anos 90.

plástico. O jornal World. a intriga política. Ato ou efeito de imprimir. calcogravura. incluem-se tipografia. No Brasil. que entra em contato com a matriz e transfere a impressão ao suporte (impressão indireta). metal. A expressão 'imprensa marrom' consagrou-se no Brasil e hoje está dicionarizada" Impressão  (ed) 1. de relevo. no auge da competição pela conquista dos leitores novaiorquinos. entre outros. a impressão pode ser planográfica. a xerografia. yellow press). viu a manchete. por processo eletromagnético ou eletrõnico (impressão sem contato).impressão digital ou mesmo nas impressoras de uso doméstico. amarelo é cor alegre. artigos sencionalistas. O DN passou a adotar essa expressão. as informações são armazenadas eletronicamente e transmitidas ao dispositivo de impressão sem intermediação de fotolitos ou chapas. A manchete mencionava um suicídio causado pela imprensa amarela (era o nome que eu conhecia. o ofsete e a flexografia. mais recente.). lmprensa marrom  (jn) Imprensa sensacionalista. Quando. Qualquer processo destinado a reproduzir. calcográfica. editadas por policiais e jornalistas marginais). o achaque. madeira etc. a imprensa independente propaga-se em todo o mundo através da internet. ou ainda pela transferência de sinais entre um suporte e outro. em 1960. que não conhecia os antecedentes históricos. assim. passou a estampar os desenhos de Outcault (Yellow Kid) impressos em cor amarela. textos e imagens gravados ou moldados em matrizes. 3. 2. por meio de sites que veiculam e-Ietters. Expressão surgida nos Estados Unidos como imprensa amarela (yellow press). que levaram o sensaciolismo às últimas conseqüências. põe marrom. o Calazans. No primeiro caso. seções esportivas. Alberto Dines nos conta como isso aconteceu: "Estávamos preparando de madrugada a edição do Diário da Noite e a manchete tratava do suicídio de um rapaz que tinha sido chantageado pelas revistas de escândalos (na época existiam diversas. concentrando esforços sobre o suplemento dominical. pano. Quanto ao tipo de matriz utilizada. com ou sem tinta. Os primórdios das histórias em quadrinhos estão. entre o jornal New York World (de Pulitzer) e o Mourning Journal (comprado em 1895 por Randolph Hearst). por estêncil. No segundo caso. adaptadas a prensas de diversos sistemas de pressão. rotogravura etc. em fins do séc. A competição entre esses dois jornais refletiu-se em inúmeros outros orgãos de imprensa. a expressão “imprensa amarela" foi substituída para "imprensa marrom" pelo então chefe de reportagem do Diário da Noite. Nesta última. litografia. num suporte (folha de papel. Seção da oficina gráfica onde funcionam as máquinas impressoras. XIX. Surgiram nessa fase alguns dos elementos que lançaram as bases do jornalismo moderno: manchetes garrafais. xilogravura. a chantagem etc. As reproduções gráficas podem ser obtidas nas máquinas impressoras pelo contato direto da matriz com o suporte (impressão direta) ou por meio de um elemento plástico intermediário. disse: 'na minha terra. para atrair a atenção do público. linoleogravura. eletrostática e digital. vinculados também às origens do jornalismo sensacionalista. Francisco Calazans Fernandes. Qualquer imagem impressa. apelando para o escândalo. e-zines e outros novos formatos jornalísticos em desenvolvimento. o jato de tinta e a impressão a laser. sendo logo seguido pelos demais jornais e jornalistas que deram cobertura à campanha permitiram o seu êxito. numerosas ilustrações etc. Maneira como se apresenta impresso um trabalho gráfico. Inside information . No terceiro. serigrafia. 4.

ensaios. como economia. como veículo informativo. Institucional  (pp. É produzido. Há quem diga tb payola (gíria derivada do ingl. distribuídas por várias seções (política. Pagamento "por fora" a programadores. O objetivo imediato da propaganda institucional não é a venda. filme.. órgão público ou privado. remontem a muitos. esportes. constituído de folhas soltas (geralmente não grampeadas nem coladas) dobradas em um ou mais cadernos. instituição. áreas genéricas. Por sua vez. letreiros luminosos (jornal luminoso). A grande maioria dos jornais diários (matutinos ou vespertinos) editados nos grandes centros urbanos divulga notícias de caráter geral. rádio (radiojornal) . Tipo de papel. ex. disc-jóqueis ou à própria direção da emissora. A palavra jornal (do ital. mensagem ou da campanha) cujo objetivo é promover uma imagem favorável a uma determinada marca. to pay. empresa. a um assunto determinado (em níveis diferentes de especialização: p. de uma atitude favorável. de tiragem regular. as técnicas de mídia e várias manifestações de literatura de massa. às vezes com objetivo de auferir.. ou setores especializados. jn) 1 Veículo impresso. e sim a criação de um clima. esportes e outras. surf etc. rp) Diz-se da propaganda (do anúncio. Quanto ao texto. Nasceram através dos jornais a moderna publicidade. entre outras) . quase sempre. Qualquer noticiário impresso ou transmitido por televisão (telejornal) . para veiculação de determinados fonogramas ou para a divulgação de determinadas informações. como o folhetim (origem das atuais telenovelas) e as histórias em quadrinhos. Além disso. que até hoje fazem desse veículo o principal meio de comunicação pela palavra escrita. disco ou artista. em âmbito local. camping.. (rp) Em ing. principalmente no favorecimento à divulgação de determinada música. cinema (cinejornal ou jornal da tela). os quinzenários e os mensários (raramente a periodicidade é mais espaçada). giornale) designava originalmente apenas as gazetas diárias (gazeta era a denominação mais usada). foi a partir desta invenção que se definiu a sua forma atual. em relação à entidade anunciante J Jabá  (ra) Forma abrev. num formato padrão ou standard (32 cm de largura por 56 cm de altura) ou em formato tablóide (28 cm de largura por 32 cm de altura). os hebdomadários. polícia. os processos de impressão possibilitaram as grandes tiragens e a penetração maciça e constante. textos literários). no público. . o jornal pode conter matérias sobre assuntos gerais ou especializados. mas estende-se hoje a qualquer periodicidade.) ou a gêneros diferentes de jornalismo (humor. determinadas vantagens. os hebdomadários. Embora as origens do jornal. além dos jornais diários. sendo mais comuns. pagar). 2. informação de dentro. quadros-murais(jornal mural). Corrupção no serviço de um profissional em uma emissora radiofônica. literalmente. como bolsa de valores. quinzenários ou mensários são normalmente mais interpretativos e dedicam-se. de jabaculê. Jornal  (ed. séculos antes do surgimento da imprensa. noticioso e periódico. nacional ou internacional. cultura. 3. Diz-se da informação sigilosa obtida por meio de contatos pessoais privilegiados dentro de uma organização. ilicitamente. geralmente. economia. entretenimento. utilidade pública. ou em apresentações orais em geral (jornal falado) etc.

Segundo Jean Stoetzel. no caso dos jornais). g) . impessoal e direta. inquérito ou reportagem. art. um novo e intenso processo de renovação teve início com a popularização da internet na virada do século 21. sobretudo entre os homens. continue sendo o ingrediente básico. Mas todas essas formas (jornalismo impresso. d) de entretenimento .representado principalmente nos editoriais e em alguns artigos. através de veículos de difusão coletiva (jornal revista. Jornalista  (jn) Profissional que dirige ou trabalha em empresa jornalística. para o grande público ou para determinados segmentos desse público. mas assegurar-se de sua situação dentro dos acontecimentos. crônicas e sueltos. correção ou coordenação de matéria a ser divulgada. a incorporação do fato a uma tendência e a sua projeção para o futuro" (Alberto Dines). rádio. surgidos na primeira metade do século 20 . a interligação com outros fatos. direção e eventual execução de serviços técnicos de jornalismo. d) planejamento. nos dias feriados. tiras.considera a leitura dos jornais como uma atividade de prazer: "Os momentos escolhidos para ler os jornais são os intervalos de repouso: o descanso que segue ao almoço. Isto só se consegue com o engrandecimento da informação a tal ponto que ela contenha os seguintes elementos: a dimenção comparada. a informação de fatos correntes. De acordo com o Decrtto-lei n° 972. dinâmica e mais próxima da revista. é o juízo que se faz do assunto. com influências até mesmo sobre os estilos e técnicas do jornal impresso. agências de publicidade etc. o jornalismo manifesta-se de diferentes formas. ou que exerce funções jornalísticas em organizações públicas ou privadas (assessorias de imprensa). A leitura dos jornais é a distração conscientemente procurada durante os tempos mortos. organização. as edições online dos grandes veículos os da imprensa escrita e o acesso pela internet à programação das emissoras de rádio e tv são etapas de um processo de convergência das mídias. interpretação. pela finalidade de sua transmissão e pela exigência de periodicidade. telejornalismo. A enxurrada de informações que diariamente atinge o público. 2° "A profissão de jornalista compreende. Quanto aos seus gêneros.fenômeno que confere ao jornalismo atributos de atualidade permanente interatividade em tempo real.). f) ensino das técnicas de jornalismo. contenha ou não comentário. o público . nas salas de espera. a remissão ao passado. o processamento e a transmissão periódica de informações da atualidade. nos seguintes grupos: a) informativo . c) opinativo . nos transportes. "O leitor de hoje não quer apenas saberr o que acontece à sua volta. A informação jornalística difere da informação publicitária e de relações públicas. em substituição à rigorosa objetividade da notícia presa aos fatos. enfim. e) planejamento. à informação pura. features etc. Implica. na diagramação (mais arejada. Conforme o veículo utilizado na difusão de notícias. opinião é o ponto de vista expresso. organização e administração técnica dos serviços de que trata a alínea "a". A tendência ao jornalismo interpretativo não implica apenas inovações no conteúdo das matérias: provoca também mudanças básicas no tratamento do texto (seria o fim do lide e da pirâmide invertida?). embora a notícia.representado pelas matérias recreativas (passatempos. verifica-se uma sensível tendência ao gênero interpretativo. escrita ou falada. privativamente. costuma-se classificá-lo a grosso modo. b) comentário ou crônica. Não se deve confundir interpretação com opinião: a interpretação é constituída de elementos adicionais que tornam a informação mais explícita e contextualizada. Além de páginas allnews em sites e portais na web. ilustração ou distribuição gráfica de matéria a ser divulgada. quando chove". radiojornalismo. a espera antar ou a hora de dormir. condensação.Jornalismo  (jn) Atividade profissional que tem por objeto a apuração. a criação de uma série de recursos gráficos e editoriais resultem num jornal extremamente fácil atraente de se ler. Assim como o radiojornalismo e o telejornalismo. no entanto. de 17/10/69. o exercício habitual e remunerado de qualquer das seguintes atividades: a) redação.ênfase à notícia objetiva. suscita um interesse maior pelo aspecto qualitativo dessas informações. c) entrevista. titulação. como os de arquivo. televisão. A função de entretenimento. por seu conteúdo. pelo rádio ou televisão. limita-se a narrar os fatos.) Imprensa periódica. trouxeram novas características de linguagem e de agilidade ao jornalismo. cinema etc. abrange os veículos jornalísticos de modo geral e está presente até mesmo nas matérias de teor preponderantemente informativo. b) interpretativo . imparcial. cinejornalismo) possuem características semelhantes de tratamento da informação. através dos veículos de comunicação coletiva.

fotografias. Em função dessas características. pois seu uso está sujeito a multas na maioria das cidades. própria para redação de matérias para qualquer veículo impresso ou audiovisual. i) organização e conservação de arquivo jornalístico.(. além das incumbências de redação comum. usado principalmente para divulgação de shows. por serem colados diretamente em muros ou tapumes. ou ilustrações de caráter jornalísticos. h) ilustrador: aquele que tem a seu cargo criar ou executar desenhos artísticos ou técnicos de caráter jornalístico. e) radiorrepóter: aquele a quem cabe a difusão oral do acontecimento ou entrevista pelo rádio ou pela televisão. tem o encargo de redigir editoriais. quaisquer fatos ou assuntos de interesse jornaIístico. A lauda padronizada surgiu como decorrência das necessidades de agilizar e racionalizar o processamento industrial da informação escrita. 6°: As funções desempenhadas pelos jornalistas profissionais. l) diagramador: aquele a quem compete planejar e executar a distribuição gráfica de matérias. g) revisor: aquele que tem o encargo de rever as provas tipográficas de matéria jornalística. f) arquivista-pesquisador: aquele que tem a incumbência de organizar e conservar. fotografia ou ilustração de caráter jornaIístico. preparando-as para divulgação. impressas ou em branco. As laudas próprias para roteiros de cinema ou televisão contêm geralmente colunas  . assim como o comentário ou crônica. jn. j) repórter-cinematográfico: aquele a quem cabe registrar. (cn. É impressa com informações básicas e com traçados de referência para o texto. no instante ou no local em que ocorram. acrescido de um pequeno laboratório para revelação imediata das fotos. cultural e tecnicamente. e pesquisa dos respectivos dados para a elaboração de notícias. pelos mesmos veículos. preparando-os para divulgação.) Art. Cada uma das páginas (geralmente escritas de um só lado) de um original. i) repórter-fotográfico: aquele a quem cabe registrar. procedendo à pesquisa dos respectivos dados para a elaboração de notícias. retranca. Tb. tv) Folha padronizada. como empregados. título da matéria. c) repórter: aquele que cumpre a determinação de colher notícia ou informação. pela rapidez ou pela tradição. quaisquer fatos ou assuntos de interesse jornalístico. mas são poucos os que sobreviveram à automatização da fotografia. fotograficamente. crõnicas ou comentários. normalmente constituída de duas áreas: a) cabeça . 2.onde figuram o nome do veículo e alguns espaços reservados à indicação do nome do autor. No passado. ed. d) repórter de setor: aquele que tem o encargo de colher notícias ou informações sobre assuntos predeterminados. j) execução da distribuição gráfica de texto. geralmente impresso com uma ou duas cores chapadas. para fins de publicação” L Lambe-lambe  (ft) Diz-se do fotógrafo ambulante que se utiliza geralmente de equipamento precário e artesanal. o arquivo redatorial. pp) Cartaz de rua. do espaço entre as linhas e do número de linhas do texto. seção e assunto. Cada uma das páginas de um livro. l) execução de desenhos artísticos ou técnicos de caráter jornalístico.. Os cartazes lambe-lambe não costumam indicar endereços ou nomes dos locais dos eventos. h) revisão de originais de matéria jornaIística. sem licença  Lauda  (ed) 1. b) área para o texto . sendo ainda procurados somente por seus baixos preços.. número de ordem e marcações gráficas. do término e do número de toques em cada linha. b) noticiarista: aquele que tem o encargo de redigir matéria de caráter informativo. eram muito comuns em locais públicos. com vistas à correção redacional e à adequação da linguagem. desprovida de apreciação ou comentários. cinematograficamente. basicamente constituído por uma caixa de madeira envernizada. a lauda padronizada proporciona facilidades em todas as fases da produção editorial. chamado de fotógrafo de praça e de fotógrafo de jardim. (ed. um tripé e um pano preto.com indicações precisas do início. serão assim classificadas: a) redator: aquele que. para fins de divulgação.coleta de notícias ou informações e seu preparo para divulgação.

A legenda jornalística é uma frase curta. player (em ing. foguete e vinheta. Pode ser informativa. quando este não é dublado. das falas dos personagens. instigadora etc.: leitor de cassetes. além de espaços específicos para indicações do número da cena e da tomada. uma determinada publicação. por sistema analógico ou digital permitindo a visualização e/ou audição das informações correspondentes a esses sinais. enxuta. "A legenda tem que ser complemento efetivo da notícia e da fotografia. (dc. cortina. leitor de vídeo. tocador. sobre originais ainda em estudo para eventual publicação. explicativa. não uma simples duplicação dos fatos descritos na informação. As legendas são geralmente produzidas no país onde é exibido um filme estrangeiro. (inf) Parte de um computador que converte a informação de uma forma de apresentação para outra. Ex.    Leitor  (ed) 1. revistas etc. Integrante ou não do conselho editorial. Costuma-se classificar o consumidor de mídia impressa em duas categorias: leitor primário (é interessado na leitura de uma publicação a ponto de comprá-la) e leitor secundário (não se interessa pela publicação a ponto de querer comprá-la). ajudar o leitor a compreender e apreciar a foto. inf.    . (md) Em pesquisa de mídia. pequenos comentários etc. óbvia. um mapa etc. Mesmo curta. com a tradução. leitor de microfilme. quanto a conteúdo. Não deve dizer coisas que aparecem claramente na fotografia. ou mesmo dentro do seu espaço.diferentes para vídeo e áudio.. (ra) Texto breve (geralmente mais curto do que o foguete) lido pelo locutor de cabina. CD etc. Sua finalidade é interessar o leitor o suficiente para que volte a olhar a fotografia com maior atenção" (Tom Fepersman). para transmissão à unidade central do computador. dísticos. Consumidor dos produtos editoriais impressos: livros. destinado à apresentação de números musicais. com certa freqüência. (ed) Texto explicativo que acompanha uma estampa. interpretativa (na medida em que chame a atenção para este ou para aquele detalhe da foto).. ft. sim. tv) Todo aparelho ou dispositivo que de codifica sinais armazenados ou captados em um determinado meio de comunicação. Vem geralmente abaixo da foto ou desenho. a pedido de uma editora (profissionalmente ou não). forma literária. Diz-se tb. leitor de CDs. oportunidade cultural e viabilidade comercial. geralmente na parte inferior da imagem. às vezes resumida. esclarecendo as dúvidas e chamando a sua atenção para pequenos detalhes interessantes que lhe podem ter escapado. V. irônica. mas pode igualmente estar colocada ao seu lado. explicações. total ou parcialmente. pode ser especialista no assunto ou no gênero. 2. chamada. Unidade de entrada pela qual são absorvidos os dados inscritos num suporte (disquete. ou simplesmente representar um consumidor-padrão do livro que está sendo examinado. títulos de programas. o que toca). acima. diz-se de cada pessoa que declara ler. (cn) Letreiro sobreposto a películas cinematográficas.). Legenda  (jn) Texto breve que acompanha uma ilustração. Diz-se tb. Compreende título. Deve. leitor crítico e parecerista. Pessoa que opina.uma reprodução de obra de artes plásticas. som. destinada a indicar ou a ampliar a significação daquilo que acompanha. A boa legenda nunca deve ser redundante. jornais. nem uma etiqueta de identificação. Emite parecer sobre o original examinado. convenções gráficas etc. a legenda deve ser criativa.

desde que produzidos sem violação da privacidade de cidadãos. Em alguns casos. algumas. primeiro lugar. Há também as correntes. e alertas assustadores contra "o perigo mortal de se colocar água para esquentar no microondas". o redator deve . Subtítulo ou ante título composto por frase ou período geralmente com duas ou três linhas e sem ponto final. ou ainda: "Bill Gates vai dar três mil dólares para quem mandar esta mensagem para oitocentas pessoas". induzir. sem necessidade de autorização ou de censura prévia. como se fossem verdadeiras. ao leitor que dispõe de pouco tempo.Lendas urbanas  (int) Histórias falsas que circulam pela internet. encabeçar). Liberdade de informação  (jn) Preceito constitucional. Essa ressalva de preservação da privacidade. na qual se apresenta sucintamente o assunto ou se destaca o fato essencial. Eventuais abusos estão sujeitos a punição na forma da lei. mais restrito que a liberdade de imprensa. propagam-se de maneira impressionantemente rápida. não se aplica da mesma forma no caso de pessoas que ocupam funções públicas. depois de ler. Resumo inicial. sendo reproduzidas e retransmitidas a ponto de se firmarem. às vezes dando nomes de vítimas fictícias. que abrange um conjunto de matérias com ou sem títulos e lides específicos. constituído pelos elementos fundamentais do relato a ser desenvolvido no corpo do texto. Lide  (jn) Do ing. Um dos tipos mais comuns dessas lendas urbanas são os trotes. capazes de destruir o computador e todos os eletrodomésticos da casa. urban legends. Abertura de texto jornalístico. como: "mande três mil mensagens para salvar uma criancinha desesperada que vai morrer de câncer". guiar. por exemplo. Deve ser redigido de modo a "fisgar" o interesse do leitor para a leitura de toda a matéria. notícias sobre terríveis vírus assassinos contra os quais não há salvação. lead (comando. principalmente por e-mail. Expressão derivada do ing. infestando a rede com um enorme fluxo de mensagens desnecessárias. liderar. 2. Liberar  (jn) Autorizar o envio de matérias da redação para o processo industrial de um jornal ou revista. com apelos do tipo "participe e fique rico". eventualmente fazendo ajustes. O lide torna possível. a não ser em fatos estritamente pessoais pessoa que não pertence ao quadro permanente de redatores da publicação Lidão  (jn)1. pelo qual os meios de comunicação têm o direito de divulgar fatos verdadeiros. tomar conhecimento do fundamental de uma notícia em rapidíssima e condensada leitura do primeiro parágrafo. Lide geral. Na construção do lide. que é um direito dos cidadãos comuns. o clímax da história. libera para impressão. em corpo maior do que o do texto e menor do que o do título. (O editor recebe a matéria do repórter e.) Liberdade de imprensa  (jn) Preceito constitucional que garante aos veículos de comunicação o direito de informar sem restrições. Costuma ser diagrama do com destaque.

Ex. aliás.apresenta uma visão do lugar onde a notícia ocorreu ou descreve a cena e as pessoas nela envolvidas.começa com uma declaração ou citação. Assim. quem. Sua simpatia pelo Flamengo lhe valeu alguns bofetões de José da Silva. seguindo-se depois as explicações de como.dá ênfase às circunstâncias nas quais ocorre a história a ser narrada. onde e por quê). na própria construção do lide. como o lide ativador de interesse. O estilo característico do jornal implica normalmente regras expressas sobre a confecção do lide: dimensões (número mínimo e máximo de linhas). . um recurso de validade sempre renovada. Ex. Maria da Silva não conseguiu conter uma expressão de alegria quando o radinho de pilha anunciou o primeiro gol rubronegro. Muito comum nos despachos internacionais. Realmente. estimule o leitor a continuar lendo o resto da reportagem". boné e camiseta. " Vários outros tipos de lide podem ser ainda lembrados. ainda hoje. Outra maneira. o lide numerado (relaciona os principais itens da notícia. ou qualquer dos aspectos da informação. Fraser Bond destaca os seguintes: a) lide condensado . que entrou ontem com queixa-crime na Delegacia da Mulher e pedido de divórcio na 2a Vara de Família". Podemos ainda acrescentar outra função desempenhada pelo lide: situar a notícia dentro de um contexto mais amplo.utiliza o interesse da participação do leitor. Mateus. Segundo as autoridades. A validade do lide no moderno jornalismo é contestada por alguns. Vasco doente. "salvo nos casos em que a frase ou a citação estejam destinadas a passar à História (o que. como e por quê (embora não necessariamente a todas elas em conjunto). o como. a redação poderá ser iniciada com o por quê. é sempre duvidoso e implica julgamento temerário)". informações. entre as quais seus assessores de imprensa .responder às questões básicas da informação: o quê. e) lide descritivo . nada impede que seja criativamente alterada a ordem dos elementos da fórmula ultradireta do lide tradicional (representada por "3Q-CO-PQ" ou seja. que reflete o aspecto principal das idéias da pessoa focalizada. onde. afirmou ontem. perante uma multidão de milhares de pessoas. é possível obter um impacto maior dispondo essas informações também em ordem de importância. a disposição elos seus elementos etc. O exemplo seguinte é de autoria de Lago Burnett: "'Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino dos Céus'. a melhor técnica jornalística de abertura do texto informativo. circunstâncias etc. portanto. e.: "De bermudas. c) lide circunstancial .. Na própria seleção dos elementos a serem incluídos no lide. d) lide de citação ou lide entre aspas . desde que usado inteligentemente. muito comum na maioria dos jornais. o Rabi da Galiléia.sumariza todos os fatos principais de maneira clara e sempre uniforme. encha o tanque mais cedo. por seu lado. o redator deve observar cinco exigências do lide: "apresente um resumo do fato. O maior impacto poderá ser obtido pela adequada valorização de um desses elementos em relação aos demais.para obter um .opiniões. b) lide de apelo direto . esclarecendo o leitor a respeito de fatos passados ou interligados. se possível. o lide por contraste (contrapõe elementos contraditórios . por algum tempo. Estilo característico das notícias com um toque humano. dê as mais recentes notícias do acontecido. o ex-chefe do Gabinete Militar da Presidência da República deu ontem sua primeira entrevista política . Marcos e João que documentaram a peça oratória para posterior publicação em livro". muito usada. elemento aprisionador da criatividade do jornalista. Entre os principais tipos de lide. Ex. o redator põe em jogo a sua criatividade. quando.. um modelo fechado. costuma-se alegar a versatilidade que ele permite na disposição dos seus elementos. de acordo com o assunto e as circunstâncias. esteve condenada. a certa altura do seu Sermão da Montanha. Para Fraser Bond.: "Embora tivesse medo de magoar seu marido. Ex. quem fez o quê e quando. Esta prática. de inserir uma declaração no lide é deixá-la para o início do segundo parágrafo. deixando mais de 600 feridos e destruindo três cidades. Por determinação da Petrobras. a ele se dirigindo diretamente. a divisão em dois parágrafos (lide e sublide). Além de se trazerem para o lide somente as informações mais fundamentais da notícia. não sendo. consideram-no.Lucas. Em defesa do lide. precedida de travessão. identifique as pessoas e os lugares envolvidos. que o consideram "quadrado". capaz de fisgar a atenção para o texto).: "Subiu a 458 o número de mortos no terremoto que atingiu anteontem o sul do México. sensacionalista ou de impacto (começa com um item de peso emocional. pelas normas de redação do lomal do Brasil. numerados e em linhas separadas).: "Se você pretende viajar no seu carro este fim de semana. Os defensores. destaque o toque peculiar da história. os postos de todo o Brasil funcionarão apenas até as 17 horas de sexta-feira". serão necessários vários anos para que a atividade econômica nas regiões atingidas volte ao normal".

cabeça. A atividade é regulamentada e explícita em vários países. discos. determina que os lobistas se registrem e que revelem suas fontes de recursos. e traduz o velho costume dos representados conversarem com seus representantes nas ante-salas (ou lobbics) dos parlamentos. locutor esportivo. CD-ROM. filmes cinematográficos.Confederações e Federações Nacionais . apresentador de programas. Narrador. sites. espetáculos teatrais. tv) Profissional encarregado de ler textos. na elaboração de matérias e no próprio tratamento de seus conteúdos. em gravações. a sala de espera. revista. Característica de apresentação de jornal. Locutor de cabina . de 1984 que "dispõe sobre o registro de pessoas físicas ou jurídicas junto às Casas do Congresso Nacional". Em sentido mais amplo.) ou indireta (através dos meios de comunicação ou de fatos capazes de sensibilizar a opinião pública. Diz-se tb. site da internet. No Brasil. Estilo e postura de um determinado veículo ou de um produto editorial. etc). P. 2. exercida junto aos centros de decisão governamental. almoços. anúncios e de irradiar ou apresentar programas ao microfone. programas de tv e radio. onde uma lei específica. é no legislativo que (nos regimes democráticos) a atividade do lobby se desenvolve mais amplamente. o Lobbying Act. abertos ou velados) em defesa de seus interesses. correspondência etc. vídeos. Em seu sentido original. notícias. Embora seja praticado também junto ao poder executivo.. programa televisivo. speaker. rp) Exercício de influência. atingindo deste modo os representantes da comunidade). Lobby  (mk. o corredor de entrada. Lobista  (rp) Profissional que realiza atividades de lobby. podem ser considerados atividades de lobby o meios utilizados para influenciar político ou funcionários governamentais de forma direta (contatos pessoais. Locutor  (ra. em estações de rádio e televisão. newsletter. programas audiovisuais etc. por serem "variações excêntricas da norma primitiva"). jornais. Implica diretamente decisão sobre os produtos a serem publicados e baseia-se numa política editorial. etc. representantes junto à Mesa da Câmara"). a atividade foi prevista no regimento interno da Câmara dos Deputados ("as entidades de classe de grau superior . ou em público. Linha Editorial  (ed) 1. e os que Fraser Bond chama de lides originais (os que fogem a qualquer classificação. em 1973.ext. Pessoa que representa diretamente os interesses de uma instituição ou de um grupo de pressão junto aos legisladores a outras autoridades governamentais. como nos Estados Unidos. gastos com campanhas. e sua regulamentação definitiva foi proposta pelo Projeto de Lei nº 25. presentes etc. Atividade dos grupos de pressão (formalizados ou não. de modo a efetivar um voto legislativo ou uma posição administrativa. revistas. oficial mente. Direção seguida por uma empresa de comunicação na programação de seus produtos( livros. a palavra inglesa lobby designa o saguão..efeito expressivo). entrevistador. comentarista. pressão e persuasão para obter atitude favorável em relação a um indivíduo ou instituição. de 1946.de empregados e empregadores e órgãos de profissionais liberais poderão credenciar. informações.

2. artigo. Qualquer elemento da composição tipográfica. em um roteiro de rádio ou de tv. 2. narrador e speaker.Locutor de cabina  (ra. para atender a determinados objetivos e interesses (da direção do veículo ou do próprio repórter) . Qualquer tipo de original (textos.  Matutino  (jn) Jornal colocado em circulação pela manhã. predominantemente.) que integra uma publicação. radiojornal ou telejornal. ilustrações etc. p. que trabalha em estação de rádio ou de televisão. Locutor esportivo  (ra. ou em planejamento de mídia. ás primeiras horas do dia. pode decidir-se pelo lowprofile em relação a algum apoio político ou comunitário. por algum motivo em sua estratégia de comunicação institucional. investigar ou editar uma notícia de forma dirigida. Indicação. (u) 1. parcial. incluindo textos e ilustrações (visuais ou sonoras). 2. Diz-se de estratégia de não atrair atenção para determinado acontecimento ou atividade. ou feito para ser publicado.. tv) Profissional especializado em narrar competições esportivas para rádio ou televisão. durante um horário determinado. É preparado no dia interior e contém. Profissional de locução. nota etc. revista. preconcebida.. ao invés de divulgá-lo. Diz-se tb. as noticias 'de ontem” ou do que deverá acontecer no dia de sua publicação. em off textos informativos ou comerciais.ex. o nome de matéria. Lowprofile  (mk. por um jornal. tv) 1. Conjunto de técnicas utilizadas pelo manipulador em teatro de bonecos. Uma empresa. genericamente. Conjunto dos movimentos realizados com bonecos pelo manipulador. M Manipulação  (jn) Ato de elaborar. (ed) 1. quanto a sua forma impressa recebem. de que o texto não é gravado e deve ser lido ao vivo pelo locutor do horário.  Matéria  (jn) Tudo o que é publicado. crônica. Atitude ou comportamento de total discrição em relação a um determinado fato. Tanto o original de qualquer notícia. 2. rp) 1. . encarregado de ler.

foram muito mais remodeladas pela natureza dos meios através dos quais os homens se comunicam do que pelos conteúdos da comunicação".observatóriodaimprensa. torna-se parte da própria mensagem. mas envolvem todos os sentidos de uma só vez. Programa de treinamento voltado principalmente para diretores e porta-vozes de empresas e instituições diversas.sobre a mensagem e. Media. Eles moldam a mensagem à sua própria imagem. as mensagens (vistas como produto material. "Cada veículo exerce sua influência . por exemplo). em latim. Ainda hoje há quem utilize para a esfera dos transportes e para a transmissão de mensagens o mesmo conceito.suas próprias peculiaridades . "As sociedades. O professor canadense chega a reinterpretar a História através de uma análise desses meios. Interessante contribuição ao estudo dos meios de comunicação foi traz ida por Marshall McLuhan: a partir das constatações ·de que "o meio é a mensagem" e é sempre o prolongamento de um sentido ou de uma faculdade humana (o instrumento prolonga a mão. Esse tipo de trabalho jornalístico é realizado no Brasil desde 1965. A informação levada pela palavra escrita (um livro. Veículo e mensagem são inseparáveis" (J. McLuhan assevera que a atuação dos meios de comunicação é fator fundamental ao processo histórico da humanidade. Em publicidade. Cada um utiliza. com o objetivo de prepará-los para o relacionamento adequado com a imprensa.. Frios são os que dão um mínimo de informação. ou disponíveis para uma determinada estratégia de comunicação.) não é a mesma informação transmitida por um filme.com. A distinção entre veículos quentes e frios é outra das idéias básicas de McLuhan: quentes são aqueles de alta definição de um dos sentidos e que dão um máximo de informação (a página impressa. para atingir seus destinatários. vivendo em certas condições. o livro prolonga os órgãos da visão). Assim como as mercadorias podem atingir seu destino por vários meios de transporte. voltada essencialmente para o interesse público. Mídia  (co) Conjunto dos meios de comunicação existentes em uma área. têm baixa definição. conforme esta é pronunciada em inglês. produzem certos tipos de efeitos". que significa "meio". treinamento para a mídia.Media watching  (jn) Critica aos meios de comunicação. Em 1908. Mas. o vestuário prolonga a pele. seqüência de sinais físicos) podem chegar ao receptor utilizando diversos meios (veículos) de comunicação. os meios de comunicação não são neutros. que se distingue do media criticism por ser mais contínua e menos acadêmica. o sociólogo norte-americano Charles Cooley apontou características comuns em várias inovações tecnológicas consolidadas na época. implicando alto grau de participação. Thompson). costuma-se .ex. é plural de medium. p. Media training  (jn. neste sentido. Sistema (constituído por elementos físicos) onde ocorre a transmissão de mensagens. Meio de comunicação  (co) Canal ou cadeia de canais que liga a fonte ao receptor. rp) Em ing. editado pelo jornalista Alberto Dines. trazidos à atenção de certo tipo de gente. "Meios ou veículos capazes de assumir formas que tenham características de mensagens ou que transmitam mensagens" (George Gerbner). sobre certos assuntos. ao contrário dos meios de transporte. sempre.br). Grafia aportuguesada da palavra latina medía. pelo site “Observatório da Imprensa” (www. e propôs agrupar instrumentos tão díspares como o trem e o telégrafo sob o conceito de meios de comunicação. um tipo de linguagem ou código. A preocupação de utilizar cada veículo com o máximo de eficácia conduziu Bernard Berelson à seguinte equação: "certas mensagens.

. Meio de comunicação com possibilidades múltiplas.mediaman). jogos. Atividade e setor de uma agência de publicidade relacionados com a veiculação das mensagens de interesse do anunciante. Através dessa mídia múltipla. 2. a tiragem. Em port. pelas requisições. considerando os objetivos a atingir. criação artística. pela emissão de autorizações e pelo controle da compra de tempo e de espaço. A tecnologia multimídia é incorporada às diversas estratégias de marketing. Diz-se do que é característico do universo da comunicação de massa. apresentações para clientes e outros públicos etc. para. CD. os preços ele inserção e o tipo elos veículos. ed. cores. comunicação interna. armazenados em CD-ROM etc. diz-se diretor de meios. Midiático  (co) 1. a circulação. newsletters. custo bruto. Compete à mídia verificar a freqüência. literatura etc. entretenimento. De acordo com esse ponto de vista. datas de publicação.) e mídia eletrônica (tv. a mídia é o setor responsável pelas negociações. Diz-se do que é concernente aos meios de comunicação de massa. com esses elementos. sons e imagens. 2. seu formato ou duração. comissão de agência.. displays etc. é possível o desenvolvimento de operações interativas de telemarketing (shopping eletrônico. outdoor. a área. (especialmente em Portugal) multimédia. cinema etc.). 3. Além de programar a veiculação de uma campanha de publicidade ou de anúncios avulsos. aplicável às mais diversas áreas. vídeo. custo líquido. telecompras) e de comunicação corporativa (videoconferência. além de serviços de informação (jornais personalizados e instantâneos. enciclopédias digitais etc. Diz-se do que é focalizado pela mídia Mídia mix  (md) Ver multimídia Multimídia  (co. 3.). prazo de pagamento etc. correio eletrônico. a audiência. Diz-se tb. folheto. revista. As autorizações de inserção (documentos que têm força de contrato de compra do espaço ou do tempo ali mencionado) especificam as características do anúncio. Diz-se do profissional especializado nessa atividade: o mídia. a duração. manifestações culturais. informação jornalística etc. transmitidos através de redes internet ou intranet. tem-se como ideal o veículo capaz de fazer chegar a mensagem da maneira mais eficaz e exatamente ao mercado potencial (público-alvo). a localização. o homcm de mídia (em ingl. rádio.classificar os veículos em duas categorias: mídia impressa (jornal. Em port..  (pp) 1. as características específicas do que é anunciado e as possibilidades econômicas (a verba) do cliente. para planejar e orientar a utilização mais apropriada desses veículos. atividades econômicas e administrativas. sem desperdício de audiência e com aproveitamento máximo. diz-se média. selecionar e indicar os mais propícios à divulgação de determinada mesagem. que se baseia no estudo e na observação atenta dos veículos disponíveis. música. inf) Recurso de comunicação informatizada que integra textos. bases de dados etc. como a formação escolar e profissional. para treinamento. mala direta. A mídia é uma área técnica da propaganda.) e de lazer (filmes sob encomenda. Diz-se dos veículos utilizados em uma campanha publicitária. propaganda e venda de produtos e serviços. N .).

Procurei a 'arte da realidade' ao escrever sobre pessoas como se elas fossem parte de um conto ou de um romance. Quando os meios de narração variam (escrita. novo jornalismo. em publicação da imprensa nanica. Preferiria ler ficção" (Gay T alese. Por gerar certa parcialidade de ponto de vista. longo e vago. composto em medida menor do que a medida normal da coluna ou da página. Consistia num preâmbulo muitas vezes desnecessário. oral Ou visual de acontecimentos ou circunstâncias que envolvem a ação. H. que explica ou descreve urna ação visual (ra) 1. Forma do discurso constitutivo da narrativa. externos ao relatar (mesmo quando o narrador é parte dos fatos. 22. participa da ação que está sendo narrada)" (M. paro de ler. especializada. é considerado por alguns jornalistas como um estilo inadequado para a redação de notícias. Pode ter caráter jornalístico (publicação dirigida. de natureza diversa. Desenvolvido pelo jornalista norte-americano Gay Talese. o que lhe confere maior agilidade e abrangência (neste caso. constituído de notícias ou mensagens de interesse especial para um público restrito. 2. inicialmente impresso. esse gênero de redação busca na ficção os ingredientes necessários para que uma história se torne mais interessante aos olhos do leitor. chamado de e-newsletter ou newsletter eletrônica). Uso de recursos de ficção em textos jornalísticos de não-ficção. Relato escrito.. Relato destinado a ligar as falas dos personagens. isto é. Sodré e M. Newsletter  (ed.). em radioteatro. geralmente distribuída apenas a assinantes) ou institucional (instrumento de comunicação empresarial para o público interno ou para públicos específicos de interesse da organização).Nanico  (jn) 1.  Narração (re) 1.2. o movimento e o transcorrer do tempo em urna narrativa. Ext. e no entanto eu queria que essa escrita fosse 'precisa'.out. é tb. via internet. O nariz de cera vigorava na linguagem jornalística antes do surgimento do lide. rp) Boletim informativo periódico. Ferrari). Nariz de cera  (jn) Forma tradicional de introduzir uma notícia.. O que fiz foi uma tentativa de instilar na escrita factual o estilo e os recursos da ficção. pode ser também distribuído por meio eletrônico.   (cn. como editor ou como jornalista. jn. "Ordenação de fatos. New journalism  (jn) Em port. dito geralmente em off. Se vejo um nome inventado numa narrativa de não-ficção. Diz-se do jornal de imprensa nanica. para O Estado de São Paulo. tv) Texto. diz se de quem trabalha. muda também a narrativa. P. As informações fornecidas costumam ser inéditas e exclusivas. que não distorcesse os fatos em nome da apresentação dramática. "Não tenho a menor idéia de como esse método começou. . reportagem etc. visual etc. Esse gênero de publicação. verificável.2000). falada.

quando o público tem interesse em receber informações sobre esse fato ou essa pessoa. Pode ser de autoria do próprio autor do texto. é notícia: esta é a matéria-prima com que se constrói o jornal" (Celso Kelly).e redação adequada. Para Charles Dana. Mas para que. está determinada pelo interesse público". Programa de radiojornalismo ou de telejornalismo. O assunto focalizado jornalisticamente e divulgado pelos veículos informativos para atingir o público em geral. A notícia se funda. opiniões e assuntos de todas as categorias que interessam aos leitores. tudo aquilo que o público deseja falar. Relato de fatos ou acontecimentos atuais. quanto mais comentário suscite. Os editores da revista Colliers Weekly definem notícia como "tudo o que o público necessita saber. locais. e deve-se avaliar seu interesse apreciando nela o que interessa ao público. interpretação. acontecimento ou idéia que têm interesse humano. oportunidade.Nota Coberta  (tv) Diz-se da pequena noticia com imagem Nota de rodapé  (ed) Nota que se põe ao pé da página (geralmente composta em corpo menor e/ou destacada por filete). 2. de uma reportagem. descobrimentos. uma enquête reunindo a opinião de várias pessoas). 3. do tradutor. para indicar as fontes de trechos citados. É em busca da notícia que se desenvolve toda a atividade jornalística. Segundo Fraser Bond. são os fatos essenciais de tudo o que aconteceu. é a informação exata e oportuna dos acontecimentos. de interesse e importância para a comunidade.ex. o conteúdo do relato jornalístico.. mas a narração desse acontecimento". da notícia. por programas jornalísticos transmitidos pelo rádio. Conjunto das notícias publicadas por jornal ou revista (ou por uma das suas seções). ainda que assombroso. diz-se que tal fato é notícia ou que tal pessoa é notícia. estaduais. Conjunto das notícias referentes a determinado assunto. interesse humano. veracidade. Neste sentido. espontâneas ou provocadas (um fato que ocorre independentemente do esforço jornalístico ou o resultado de um levantamento. no público. 2. nacionais ou internacionais (quanto à procedência). comparação.. proximidade etc. Noticioso. Diz-se tb. fazer comentários ulteriores ou explanações marginais que não cabem no texto. P. seleção . pelo cinema etc. remeter o leitor a outras partes do trabalho. "é algo que interessa a uma grande parte da comunidade e nunca tenha sido levado à sua atenção". e capaz de ser compreendido pelo público. Os manuais de jornalismo propõem diversas classificações para as notícias: previstas ou imprevistas (um fato anteriormente anunciado ou um fato inesperado). dar crédito e validade ou criticar uma declaração feita etc. maior é o seu valor. é essencial que o fato reúna determinados atributos. importância e conseqüências para a comunidade. Como fenômeno essencialmente jornalístico. de acordo com as peculiaridades do veículo. A essência. pois. pois. do editor ou de comentadores Notícia  (jn) 1. como. "a notícia não é um acontecimento. a notícia requer tratamento apropriado que envolve apuração. se produza uma boa notícia. "O que é matéria-prima do jornalista não é palavra. pesquisa. com toda a técnica jornalística. curiosidade. como: atualidade. pelos meios de comunicação de massa Noticiário  (jn) 1. p. raridade. .ext. pela televisão. etc.

Informação proveniente de fonte que deseja se manter anônima. Fora de cena. Oposto de on-the-records (expr. o neologismo ombudsperson. b) "off checado" . como sendo mais adequado para designar ambos os sexos. Voz off Locutor em off Fora de campo. ONGs etc.propor modificações nos procedimentos para a melhoria da qualidade.não deve ser publicado de modo algum. rp) Profissional contratado por uma organização para observar e criticar detalhes que precisem ser corrigidos. diz-se defensor do leitor.solicitar informações e documentos ao órgão público em que atua. para poder esclarecer a questão suscitada por um cidadão. c) "off total" . que regulamenta as Ouvidorias do Serviço Público do Estado de São Paulo.O Off  (cn. V . III solicitar esclarecimentos dos funcionários. VI . a Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman (ABO) reúne ouvidores de todos os gêneros (empresas públicas e privadas. além de manter absoluta imparcialidade em relação aos assuntos que analisa. literalmente. ele precisa ter total delegação e confiança da alta administração e dos diversos públicos envolvidos.  . usa-se o termo provedor do leitor (na tradição administrativa portuguesa. esta atividade foi difundida no Brasil com o nome ombudsman (palavra derivada de ombud . apresentar críticas e avaliar as providências tomadas para correção das falhas. para apurar a opinião do usuário. tendo em vista o aprimoramento constante e o equilíbrio da organização no ecossistema social. IV .  Ouvidor  (mk. Diz-se de informação confidencial. pouco usada). mesmo que seja mantido o anonimato da fonte. tv) Diz-se de voz.1999.buscar as eventuais causas da deficiência do serviço. O Decreto 44. avaliar e encaminhar as reclamações dos leitores. sem qualquer ingerência político-partidária. evitando sua repetição. registrá-Ias e investigá-Ias. bem como receber.formar comitês de usuários.homem.não submetido a checagem com outras fontes." Em sua forma atual. com a condição de não ser publicada. com a devida indicação de que se trata de informação não confirmada. O "off total" pode indicar pistas valiosas ao jornalista em seu trabalho de apuração. II .participar de reuniões em órgãos e em entidades de proteção aos usuários. (jn) Profissional contratado por um jornal ou empresa jornalística para fazer. (jn) 1. mas a expressão "ouvidor" tende a ser mais usada entre nós por ser uma tradição da administração colonial portuguesa. 2. Compete ao ouvidor receber reclamações. em inglês). Em Portugal.). visando garantir os direitos do cidadão usuário do serviço público desempenhando as seguintes prerrogativas: I . Forma abreviada da locução inglesa off-the-records. estabelece o seguinte: "O Ouvidor exercerá suas funções com independência e autonomia.e man . a crítica do que sai em suas páginas. Chegou-se a propor. Atuando de forma terceirizada ou fazendo parte do quadro de empregados da organização.07.074 de 01. Fundada em 1995. quando publicado. em sueco . A função do ouvidor ou ombudsman na atividade jornalística surgiu na imprensa norte-americana. o provedor é o dirigente de estabelecimentos que atendem aos necessitados). pessoa ou objetos que não estão visíveis na cena apresentada.representante. inicialmente nos Estados Unidos. prestada por um entrevistado ao jornalista. O Manual de Redação da Folha de São Paulo classifica as informações off-the-records em três categorias: a) "off simples" . fora dos registros. Espécie de ponte entre o leitor e o jornal. Na Espanha.é publicado indicando-se aproximadamente a origem da informação. mas a expressão não se firmou. a partir da década de 1960. tt. de forma independente. geralmente sai em coluna de bastidores.

(tv) Cada lauda de matéria. 2. equivalendo ao lugar ocupado pelo texto sobre uma folha. usando-se ou não a barra de rolagem. Lugar ou seção da oficina onde se pagina Ordem das páginas de um documento. e recebem numeração ímpar. etc. ou com qualquer outro pedaço da memória do computador. sem que se acione novo link. Representação. Tela     Paginação    (ed) 1. o mesmo que card. é costume freqüente de paginação iniciar capítulos sempre em página ímpar Pasquim . Cada uma das faces de uma folha de livro. programas de editoração eletrônica. Ato ou efeito de paginar. com tamanho fixo. Por isso é considerada como página nobre. (tc) O conjunto das informações transmitidas de cada vez na tela. que aparece na :ela preenchendo todo o espaço disponível da mesma. 3. depois de dobrada no seu formato" (Wilson Martins). desperta mais atenção e é vista antes da página par. na tela (em processa dores de textos. (inf) 1. folheto ou de outras publicações. 2. Em livros. pelo leitor ao folhear qualquer publicação. Compaginação. Página da web. excerto. A fôrma tipográfica ou matriz equivalente com que se realiza a impressão desse texto. Na grande maioria das vezes. pelo sistema de videotexto ou similar. Conjunto de informações em formato de texto e/ou imagens. Página ímpar  (ed) Cada uma das páginas que ficam à direita. e-books. 5. Diz-se tb. Bloco de memória. revista.000 bytes. em telejornalismo.já com retranca e indicações para o locutor e para a edição. Tudo aquilo que está impresso nesse lado da folha. de um conjunto de informações correspondentes a uma página impressa. "Uma fração da composição de uma folha tipográfica. em publicações impressas. passagem.P Página  (ed) 1. Uma página pode agrupar uma quantidade de memória próxima de 4. imagens fixas ou em movimento e/ou sons) que pode ser visualizada em uma tela. (tv) Seqüência das matérias de um telejornal. crônica. 2. hipertexto. Na linguagem WML.). principalmente para fins de publicidade. Trecho. (int) Cada parte de um site (contendo informações em forma de textos. 4. Setor da memória RAM cujas informações ali contidas podem ser trocadas com o HD. jornal.

gostos e traços do entrevistado. 2. Menos comum é o tetragrama. Súmula das matérias a serem feitas em uma determinada edição. trabalho extra na redação para preparar mais de uma edição (geralmente as edições de sábado. (ed) 1. mordaz e Palavra derivado de Pasquino. Cada um dos traços horizontais contínuos. endereços e telefones de possíveis fontes. Escrito satírico afixado Pauta  (jn) 1. Pingue-pongue  (jn) Entrevista editada na forma de diálogo.    Pauteiro (jn) Jornalista ou editor que elabora e propõe as pautas (em jornal. tv.). que a reportagem seja desviada para outros ângulos. inventor de sugestões para as próximas edições. schedule. 2. personagem-tipo da comédia italiana (atrevido. uma sugestão de lide. Planejamento esquematizado dos ângulos a serem focalizados numa reportagem. 2. edição especial de jornal etc. programa de rádio ou tv etc. Caso ocorra algum detalhe importante como notícia e não previsto na pauta. com um resumo dos assuntos (no caso de suíte) e a indicação ou sugestão de como o tema deve ser tratado. spots. projetos. Agenda ou roteiro dos principais assuntos a serem noticiados em uma edição de jornal ou revista. Podem estar contidos numa pauta. revista. Conjunto de linhas horizontais. . paralelas e eqüidistantes (geralmente cinco). com perguntas e respostas. pesquisas ou cozinhas a serem realizadas pela equipe de reportagem e de redação (pp) Programação. o tratamento que deve ser dado à matéria. Em ing. 3. para aproveitamento em futuras edições. geralmente impressas por meio de máquina apropriada. Perfil  (jn) Tipo de entrevista que utiliza aspectos biográficos e pessoais para mostrar ao público características. 3. horários e veículos previstos em um plano de mídia. mentiroso) e nome de uma estátua pedestal os romanos do séc. filmetes. obviamente. Programação de coberturas. tracejados ou pontilhados que são impressos em folhas destinadas à escrita. Jornal insolente. opiniões. comportamento. etc. perguntas para os entrevistados. próprio para escrita musical. jingles etc. dentro dos parâmetros que possam ser previstos. Anotação de temas que poderão ser desenvolvidos oportunamente. idéias. A pauta não é normativa. para inserção de anúncios. 3. Chama-se pentagrama a pauta de cinco linhas. injurioso.. Pescoção  (jn) Na gíria dos jornalistas. além do resumo do assunto. Fonte de criação de assuntos. esta não impede. XVIII sátiras políticas. O mesmo que jornaleco (1 e 2). Conjunto de linhas horizontais e paralelas. domingo e segunda) ou para cumprir o dead-line do fechamento de uma revista. não estipula uma linha de ação a ser obrigatoriamente seguida: é uma tentativa de orientar e dirigir metodicamente o trabalho do repórter. nomes. Relação de datas. rádio etc. Criador. com quatro linhas.

liberando espaço para gravação de outros canais Pirâmide invertida  (jn) Disposição das informações. essa técnica facilita a diagramação e a paginação: se a matéria estourar. mesmo que não leia todo o texto. o emprego da pirâmide invertida prende a atenção do leitor e permite que ele se inteire dos principais fatos. notícias. R Radialista  (ra. por ordem decrescente de importância. narrações de acontecimentos esportivos e sociais. de duas pistas anteriormente distintas. encontramse reportagens redigidas na ordem cronológica dos acontecimentos (pirâmide normal). e não na técnica da pirâmide invertida. em um texto jornalístico. Música. caracterizando sua posição no contexto cultural e político. Consideram-se radialistas "aqueles que. sem prejudicar o sentido do texto. Além disso. 32 do Decreto 52. em seguida. (O texto de lei citado acima é redundante.287. trabalhem em empresas de radiodifusão ou televisão e não sejam integrantes de categoria profissional diferenciada" (art. Não raro. Política editorial  (ed) Conjunto de diretrizes (formuladas por escrito ou não) que norteiam a definição de linhas editoriais em uma empresa de comunicação. informações que. Pretinha  (jn. programas humorísticos. também. as atividades de rádio e televisão. É possível. em si. novelas. (som) Junção. vêm. e o final do texto comporta. adotar uma mistura das duas técnicas: começar o texto com um lide (recurso característico da pirâmide invertida) e seguir com a narrativa em seqüência cronológica. que o considera de interesse nacional. educação e informação. tv) Profissional de rádio ou televisão. A legislação brasileira admite exploração comercial (emissora comercial) ou sua utilização para fins . podem ser cortadas as linhas de baixo para cima. "Os fatos principais encabeçam o texto. alteram a compreensão da notícia" (Luiz Amara!). informações de utilidade pública. discussões. entrevistas e cursos são os gêneros básicos dos programas. de nenhum modo. de 23/7/63). apenas. uma vez que a palavra radiodifusão já abrange. Com as informações mais "quentes" (o clímax) da notícia logo no início do texto. os fatos de importância intermediária. em uma só pista. a emissora de rádio deve operar dentro de regras preestabelecidas em leis. a qualquer título. Usa-se geralmente no plural ("as pretinhas"). de qualquer categoria ou posição funcional.) Rádio  (ra) 1. Serviço prestado mediante concessão do Estado. Veículo de radiodifusão sonora que transmite programas de entretenimento. ed) Letra de imprensa (letra de fôrma-2) no jargão dos jornalistas. regulamentos e normas.

sexo. aviões e embarcações). 5. regional ou até internacional.. revista etc).Aparelho de radiofonia destinado a receber as ondas hertzianas. editora. pelos professores Roquette Pinto e Moritze. O modo adequado de redigir varia de acordo com o veículo que transmite a informação e com o público ao qual ela se destina. informativa e educativa desenvolvida nas emissoras de radiodifusão sonora. da direcionalidade dada a sua antena. Abrev. 4. de radiograma (comunicação através da telegrafia sem fio) Radiojornal  (jn. As técnicas de redação informativa para os veículos de massa (jornal.06 MHz e que são chamadas de OT (ondas tropicais). na defesa nacional (unidades militares) e nas comunicações privadas (radioamadores).) apresentam particularidades próprias a cada medium.600 kHz) ou em (ondas curtas. ao invento do equipamento de rádio. embora as primeiras experiências remontem ao final do século anterior. faixa de 6 a 26 MHz). religião. faixa de 88 a 108 MHz) e emissoras em AM (amplitude modulada) que operam em OM (ondas médias. "O medium é um universo significativo autônomo. Cada emissora de rádio pode ainda ter a totalidade ou parte de sua programação voltada para o público em geral ou para segmentos específicos. Ato de redigir um texto informativo. ou seja. basicamente a um tipo de oferta ou serviço (programação linear. o auto-rádio e o walkman deram maior popularidade ao veículo rádio. também reivindicado por outros inventores. 8. zona de residência. Aparelho transmissor-receptor que tem campo de utilização na segurança pública (em viaturas. Conjunto de pessoas que redigem regularmente para determinado periódico( jornal. música clássica ou popular. Abrev. Teorias e experiências de diferentes cientistas contribuíram para levar Marconi.hora certa. faixa etária.em 1901. televisão.na indústria de transporte (radiotáxis. A primeira emissora brasileira foi fundada no Rio de Janeiro. 3. 3. De radiodifusão. ex. pelas quais são transmitidos os sons emitidos por uma emissora de rádio. caminhões. pois é capaz de relatar notícias em tempo real. considerando classe social. em 1923 a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. de radiotelefonia. 2.).6. Quanto à programação. a radiodifusão começou em grande escala na década de 20. Lugar onde trabalham os redatores. Atualmente. Radiojornalismo  (jn. estadual. O rádio portátil (de pilhas). ed) 1. com regras próprias. dependendo de sua localização. helicópteros e navios. as em FM (freqüência modulada.exclusivamente educativos(emissora educa tiva). programações radiofônicas são também transmitidas pela internet (web-radio). De acordo com o sistema de transmissão. Abrev. rádio etc. um código que impõe as suas normas . hoje Rádio MEC. Aparelho emissor ou receptor de telegrafia ou de telefone sem fio. p. com periodicidade determinada (salvo no caso de edição extraordinária). A cobertura de uma emissora pode ser local. estação de radio ou tv etc. Instalações físicas (edifícios ou salas e equipamentos) onde são redigidas as informações a serem publicadas.Há ainda emissoras que operam em AM na faixa de 2. incluindo-se aviões. faixa de 550 a 1. Historicamente. Conta com a vantagem da extrema atualidade em relação ao jornal impresso. Atividade artística. evangelização etc. há emissoras que oferecem ao público ouvinte (programação em mosaico) e outras que se dedicam. ra) Forma de jornalismo veiculada pelo radio Redação  (re. 4. É apresentado normalmente em emissões regulares. revista. agencia de noticias. ra) Programa jornalístico noticioso transmitido pelo rádio.3 a 5. 7. e portáteis – os walkie-talkies). da potencia e da freqüência da transmissão. Corpo de redatores.. interesses profissionais etc. ou apenas alguns instantes depois do fato. 2. Maneira pela qual um pensamento está redigido.

crônicas ou comentários. raramente era bom redator. ajustadas ao contexto e ordenadas de modo claro e lógico. na redação de notícias para jornal. Ferrari).sucessão adequada. dos diversos momentos que apresentam variações de intensidade. o texto jornalístico informativo deve evitar vícios de linguagem. g) precisão no texto preciso. alínea c. justas e significativas. o simples mecanismo de seleção das informações a serem divulgadas e o encadeamento dessas informações no discurso já eliminam a pretensa objetividade. de acordo com o que está sendo narrado. É uma característica diretamente ligada ao espaço jornalístico e à economia de tempo desejada pelo receptor da informação. os diversos discursos peculiares a cada meio informativo: a) clareza . 1) brevidade . correspondente) e confunde-se. onde são relacionadas inclusive expressões que devem ser evitadas. barreiras verbais etc. Alguns veículos possuem manuais com normas de redação. além de precisas e exatas (como foi dito no item anterior).O redator com mais noção do assunto sobre o qual está redigindo tem mais condições para fazê-lo com clareza. apurá-Ia e transmiti-Ia.resulta de uma redação concisa e densa. de velocidade no raciocínio. clichês (lugares-comuns). b) concisão . para se produzir um texto exatamente adaptado ao estilo da publicação. Não basta usar palavras familiares. Todas as palavras e idéias estão harmonicamente interligadas. no tempo ou no espaço de uma narração. Seu texto tinha de ser todo refeito nas redações. c) densidade no texto denso. em sua função básica de ir ao encontro da notícia.resulta do cuidado em evitar palavras com sentido muito amplo. digressões (desvios de rumo ou assunto). d) simplicidade. que regulamenta a profissão de jornalista) é genérica e um pouco imprecisa. . Mas é possível destacar alguns requisitos ou qualidades que caracterizam. Redator  (jn) "Aquele que. em termos absolutos. h) coerência-o texto apresenta-se como um todo contínuo e encadeado. H. encarregado da produção final dos textos (correções. e até mesmo na fotografia. Em jornalismo. de 17/10/69. de forma semelhante. ao escrever. m) objetividade . a redundância. O exatidão .além de se redigir num estilo simples. Vivaldi). e) naturalidade . espirituoso etc. reflexivo.resulta do emprego de palavras comuns e familiares. as palavras. Cada assunto ou história exige ritmo próprio (grave. Embora freqüentemente citada. Além disso. i) variedade .visão clara dos fatos e exposição fácil. j) ritmo ." Essa definição (contida no Decreto-lei 972. O repórter. art. Além dos requisitos citados anteriormente. tem o encargo de redigir editoriais. estão cheias de sentido. mesmo para transmitir idéias ou dados aparentemente complexos. É o caso das fórmulas de título/subtítulo/lide/sublide/corpo da notícia/entretítulos e da pirâmide invertida. comentarista. pausas etc. Sodré e M. editorialista. pois abrange várias funções diversas (copidesque. as palavras e frases são encadeadas dentro de um rigor lógico-psicológico que evita a ambigüidade. é preciso evitar o pedantismo e a afetação na maneira de escrever. e superficial e obscuro" (M. na prática. e esse era o papel do redator. com outras funções previstas no mesmo texto legal (como noticiarista e repórter). sem a interferência de valores subjetivos e opiniões pessoais no processamento da informação. tornou-se mínima ou inexistente no moderno jornalismo. a um determinado esqueleto previamente convencionado.diversificação expressiva no transcorrer do texto.). dando preferência aos termos justos e adotados exatamente no sentido que se deseja transmitir.o texto conciso é o que emprega apenas as palavras indispensáveis. E a própria estrutura do texto informativo costuma obedecer também a esquemas formais de construção.próprias à comunicação" (M.qualidade de um texto informativo que procura retratar fielmente os fatos. 6°. ou seja. é mais adequado falar em honestidade de informação do que em objetividade. Cada frase acrescenta novas informações. para expressar uma determinada idéia. cronista. de emoção. a objetividade é impossível. O contrário da concisão é a verborragia. Tanto em veículos impressos quanto audiovisuais. a distância. novos fatos. bem marcante há alguns· anos. A clareza é a condição básica do texto informativo. ágil. é indispensável que o "tom" seja natural. A falta de variedade implica monotonia estilística. sobre o qual os dados devem ser ordenados. entre as figuras do redator e do repórter. É possível ser profundo e claro. "Não se deve confundir clareza com superficialidade. colunista. articulista. além das incumbências de redação comum.

Reunião de Pauta  (ed. a retratação tem que ser feita antes de iniciado o procedimento judicial e divulgada. Reportagem  (jn) 1. "Para excluir a ação penal. Leitura atenta. da qual vários repórteres participam. apuração. O conjunto dos revisores e conferentes. no mesmo local. Escritor. e não a reportagem em si.  (ed. para serem emendados e corrigidos. o seu erro. Revisão  (ed) 1. c) a verificação das provas e contraprovas (v. quase sempre. pp) Profissional de texto. 26 da Lei de Imprensa). em satisfação pública e cabal. de boa disposição.. jornalistas ou do conselho editorial. de pontuação ou concordância encontrados no original. o próprio repórter é. revisão tipográfica). desdizendo-se e reconhecendo a falsidade da imputação feita ao ofendido. se assim o desejar o ofendido. 3. de todo o texto composto. pelo revisor. envolve os trabalhos físico e mental necessários à sua existência. todos os erros de composição. esse tipo de notícia é resultado de uma reportagem. por meio de símbolos convencionais (chamadas e sinais de revisão) universalmente conhecidos pelos gráficos. 2. dentro de cinco dias. Considera-se incorreto designar reportagem como um tipo de notícia descritiva. . 4. Na verdade. cobertura em equipe. com os mesmos caracteres e sob a mesma epígrafe. de espacejamento etc. da editora ou da agência de propaganda. dos processos que envolvem: a) a preparação e composição dos originais. b) a correção (em entendimentos com o autor) de enganos ortográficos. mais apurada e ampla. acompanhada com documentação e testemunhos. Hoje.. administrativos etc. cinejornal. o redator das notícias que colhe. como. telejornal. ou na mesma estação emissora e no mesmo programa ou horário" (art. etc. ex. desde o momento em que eles são entregues pelo autor. 2. p.copidesque e titulação). confrontando provas e contra provas com o texto original e indicando. dentro de determinadas técnicas e requisitos de articulação do texto jornalístico informativo. Arte. seleção dos dados. pelo revisor. no mesmo jornal ou periódico. Setor da oficina. Acompanhamento. apurando informações a serem reunidas e trabalhadas por um só redator. que vai "desde a captação dos dados à redação". para elaboração da pauta de uma edição de jornal ou revista. onde se faz revisão. revista. Equipe de repórteres de um jornal. com nível superior e função regularizada por lei. salvo em casos especiais. O processo de reportagem. incluindo alguns reparos formais no próprio texto original. segundo Juvenal Portella. ato ou efeito de revisar. para que a composição seja feita de acordo com os necessários requisitos de apresentação..jn) Reunião da equipe de editores. emissoras de televisão e rádio etc Retratação  (jn) Ato pelo qual o responsável pelos crimes de calúnia. em qualquer trabalho para fins editoriais. publicitários. difamação ou injúria confessa espontaneamente. Conjunto das providências necessárias à confecção de uma notícia jornalística: cobertura. interpretação e tratamento.

na forma do texto e na apresentação visual (diagramação) da notícia. revista). Veículo impresso. de propaganda ou mensagens institucionais ou doutrinárias. CD-ROM. S Seção  (jn) L Parte de uma publicação (jornal. feita periodicamente pelos responsáveis por esse setor. em papel mais encorpado. a apresentação gráfica e o estilo redacional mais amenos e dá-se mais destaque a artigos. Estilo jornalístico caracterizado por intencional exagero da importância de um acontecimento. nada mais são do . Os gêneros mais comuns de revistas dirigi das ao grande público (ou a faixas determinadas desse grande público) são: as noticiosas. de fotonovela. notícias internacionais. As técnicas de título e de lide. literárias. na divulgação e exploração de uma matéria. no esforço para obter atenção. etc. de automobilismo etc. notas. as infanto-juvenis. de comunicação e propaganda.. A rigor. principalmente na primeira etapa do processo.  Sensacionalismo  (jn) 1. culturais. quase sempre ilustrado. maior número de páginas e capa colorida. (jn) "Corpo de jornalistas que se encarregam de ler as provas tipográficas da matéria antes da sua publicação e indicar. onde se agrupam informações do mesmo gênero. mas o tratamento das notícias é mais livre e interpretativo. a revista apresenta-se geralmente em formato menor do que o jornal. as correções necessárias a serem feitas pelos gráficos emendadores" (Luiz Beltrão) (pp) Análise de desempenho do planejamento de mídia. As revistas noticiosas.: esportes. as de interesse geral. site. de esportes. educativas.2. ou sobre um mesmo tema. de modo a emocionar ou escandalizar o público.  Revista  (ed) Publicação periódica que trata de assuntos de interesse geral ou relacionados a uma determinada atividade ou ramo do conhecimento (literatura. ciência. que atinge a um público determinado de acordo com suas características específicas e sua linha editorial: há revistas de informação. cidade. científicas. podemos considerar que em toda a imprensa se recorre ao sensacionalismo. isto é. comércio. Por esse raciocínio. entrevistas. de moda. Produzida em forma de brochura. artes etc. p. na medida em que mobiliza sensações físicas (sensoriais) e psíquicas. aceitação e resposta a uma mensagem. de humor etc. Parte da redação(l) de um veículo informativo onde trabalham os profissionais responsáveis pelo mesmo tipo de matérias. política etc. as femininas.. ex. artísticas. polícia. geralmente maior do que o capítulo. de entretenimento. as masculinas. críticas. por meio de sinais convencionais.). (ed) Subdivisão do texto de certos livros. de um programa televisivo ou radiofônico. política. de histórias em quadrinhos (gibis). todo processo de comunicação contém elementos sensacionalistas. economia. O apelo ao sensacionalismo pode conter objetivos políticos (mobilizar a opinião pública para determinar atitudes ou pontos de vista) ou comerciais (aumentar a tiragem do jornal). geralmente semanais ou mensais. seguem uma linha relativamente próxima à dos jornais. Ex. fotorreportagens e fotolegendas. Esse exagero pode estar expresso no tema (no conteúdo).

a sensação obviamente vai diminuindo de intensidade até atingir níveis aceitáveis e vão aumentando automaticamente os apelos de conteúdo". . À medida que os contatos desta sociedade com a cultura se tornam mais freqüentes. Geralmente sem divisões em parágrafos. que explore sensações fortes. que escreve. contém apelos a emoções destrutivas. (jn) Caderno (ou conjunto de cadernos) de uma edição de jornal.. explica ou comenta a ilustração (foto ou desenho) com mais detalhes do que a legenda comum. T Texto-legenda  (jn) Legenda mais ampla. uma notícia etc) Suíte  (jn) Do fr. Sucursal  (jn) Equipe de repórteres e/ou representação comercial de uma empresa jornalística. geralmente de cunho sadomasoquista. mediante acréscimo de novos elementos para a publicação de notícias atualizadas Suplemento   (ed) Parte complementar de uma obra. no sensacionalismo. para atrair a atenção do público. publicada em volume separado. a abrev. Técnica de dar continuidade à apuração de um fato (já noticiado) que continue sendo de interesse jornalístico. Usa-se tb.que recursos para despertar a atenção do leitor e fazer com que ele se interesse pelo restante da história. Em alguns casos. O sensacionalismo negativo. Ato ou efeito de desdobrar uma notícia já publicada anteriormente pelo próprio veículo ou por outro órgão de imprensa. duas categorias: o positivo e o negativo. escândalos ou temas chocantes. feminino etc. Qualquer manifestação literária. publica da em página interna. o título e o texto-legenda. esportivo. artística etc.. Suitar  (jn) Fazer suíte de( um assunto. Sensacionalismo positivo é o que focaliza de uma forma sensacional (grande alarde. em lugar de imprensa sensacionalista. O jornalista Alberto Dines defende esse ponto de vista e propõe. contém o resumo da notícia. em outra cidade. econômico. seqüência. Permite ao redator maior liberdade de estilo.). com matérias especiais sobre determinado assunto (suplemento literário. para atrair a atenção do leitor e remetê-la à leitura da notícia. Pode ser também utilizada como chamada de primeira página. TL. de modo que o leitor compreenda o assunto apenas vendo a imagem. que se adote a expressão imprensa popular. continuação.2. manchetes garrafais e um certo exagero no tratamento jornalístico) notícias de real importância para a evolução da humanidade. Alguns autores distinguem. por outro lado. tratamento mais próximo do gênero da revista. menos parcial e menos valorativa: "A imprensa dita sensacionalista é apenas uma decorrência de um momento cultural de uma certa sociedade.

. de imprimir. Diz-se tb. Cada tipo de matéria jornalística requer uma titulação própria. de acordo com a programação visual. quadro etc. programa de rádio ou tv. e situada com destaque no alto de notícia. para que o leitor.créditos. Maneira de redigir títulos para jornal ou revista. o mesmo que livro.. 2. noticiando a programação de cinemas. dependendo da linha seguida pelo veículo. várias cópias positivas destinadas à distribuição comercial. geralmente composta em corpo maior do que o utilizado no texto. P. 2. Impressão. tijolaço e catatau. jornal.jn) 1. filme. jn) Bloco de texto em composição compacta e pesada.legendas e letreiros em filmes cinematográficos. costuma-se convencionar um número exato ou aproximado de caracteres e de linhas para cada título. A titulação correta serve. Existem normas específicas. ou de qualquer texto literário. Além disso. revista ou qualquer publicação (cn) Operação de laboratório que permite obter. Palavra ou frase. teatros etc. Conjunto de caracteres ou de linhas tipográficas que compõem um título. peça teatral. revista. publicadas geralmente em seções de serviço e de lazer. música. ao mesmo tempo. Diz-se tb. geralmente. "A personalidade do periódico se revela em seu modo característico de titular. se inteire dos seus assuntos fundamentais.. 2. Conjunto de títulos. Titulage  (cn) Produção e edição de títulos. jornalístico ou científico. o assunto ou o teor da obra. e a distingue das demais. de acordo com a página ou o teor da matéria. artigo. nesta acepção. ext. "a editora possui mais de duzentos títulos" V . Nesta acepção. poema. subtítulos e entretítulos de uma publicação. sem claros nem ilustrações. Um periódico bem titulado capta facilmente a atenção do leitor. diz-se tb. 3.  Tiragem  (ed) 1. para a redação de títulos em jornais ou revistas (v.jn) 1. Tijolinh (ed.Tijolo  (jn) Cada uma das notas ou anúncios de pequeno formato. anúncio publicitário. da cópia negativa do filme. Ex. Total de exemplares (impressos de uma só vez) de jornal. não obriga a ler todo o texto impresso e. para indicar resumidamente o assunto da matéria e chamar a atenção do leitor para o texto. desenho etc. Titulagem. seção. com um simples passar de olhos pela publicação.  Titulação  (ed. manual de normas). Título  (ed. Operação de tirar. em essência. convida a ler" (Martin Vivaldi).: "Este autor tem três títulos publicados" (três livros de sua autoria publicados). 3. em jornais. Define. Nome de um determinado livro.

genuína. correta. isenta de estrangeirismos ou neologismos. .Vernáculo  (ed. Diz-se da linguagem verbalmente considerada pura. na qual se acentuam os traços característicos e distintivos da língua em confronto com outras formas lingüísticas. O idioma próprio de um país. . no qual se acentuam os aspectos característicos e distintivos. Diz-se de quem atenta para a pureza e correção na fala e na escrita de um idioma Viúva  (ed) O mesmo que linha quebrada. É considerada um erro gráfico. especialmente quando são muito poucos os caracteres que compõem a linha. 2.lg) 1. diminuindo os espaços. que se procura evitar através da recomposição das linhas anteriores. em confronto com outras línguas.

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