P. 1
Tipos de Dureza

Tipos de Dureza

|Views: 29|Likes:
Publicado porcorsariors

More info:

Published by: corsariors on Aug 02, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/02/2011

pdf

text

original

Tipos de Dureza

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Nota: Se procura a propriedade química da água, veja Dureza da água.

Máquina para medição da dureza Vickers Na ciência dos materiais, dureza é a propriedade característica de um material sólido, que expressa sua resistência a deformações permanentes e está diretamente relacionada com a força de ligação dos átomos. Basicamente, a dureza pode ser avaliada a partir da capacidade de um material "riscar" o outro, como na popular escala de Mohs para os minerais, que é uma tabela arbitrada de 1 a 10 na qual figuram alguns desses em escala crescente a partir do talco ao diamante. Outra maneira de avaliar a dureza é verificar a capacidade de um material penetrar o outro. Na engenharia e na metalurgia, utiliza-se o chamado ensaio de penetração para a medição da dureza. A partir de um referencial intermediário, a dureza pode ser expressa em diversas unidades. São comuns usar os seguintes processos: Dureza Brinell Rockwell Meyer Vickers Knoop Shore Barcol IRHD Materiais Metais Metais Metais Metais, Cerâmicas Metais, Cerâmicas Polímeros, Elastômeros, Borrachas Alumínio, Borrachas, Couro, Resinas Borrachas

Desde que haja um referencial intermediário, é a resistência oferecida por uma determinada liga padrão à penetração de um outro material que fornecerá o índice de dureza para os metais, sendo, portanto, de particular interesse para avaliar a resistência ao desgaste, o grau de endurecimento superficial por tratamentos térmicos e a resistência mecânica em geral do material, uma vez que as características mecânicas de sua superfície associadas ao grau de transferência térmica é que responderão como um todo. No entanto, um fator que gera imprecisões neste tipo de ensaio é o de que os materiais tendem a deformar a impressão deixada após a remoção da carga, devido à excessiva elasticidade ou à grande aderência por plasticidade. Estes ensaios de dureza são realizados mais freqüentemente do que outros ensaios mecânicos devido aos seguintes fatores:

São simples e de baixo custo – não é necessário a preparação de outro material e o equipamento é relativamente pouco dispendioso;

No entanto. A escolha da carga é feita em função do tipo de peça ou tipo de pesquisa que se realiza. com cargas entre 10 gramas e 100 kgf. Outras propriedades mecânicas podem ser obtidas através dos ensaios de dureza. A conversão de resultados de dureza para valores de resistência a tração não é confiável. um ensaio com penetrador maior. sendo apenas realizado um pequeno lixamento na superfícia a ser testada.• • Os ensaios não são destrutivos (em geral) – o material não é fraturado ou excessivamente deformado. ocorrendo grandes variações . podendo-se distinguir a dureza entre diferentes fases do material ou entre áreas distintas. Estes métodos . para a determinação de durezas em pontos específicos de uma determinada peça. como a tensão máxima de tração. teoricamente. devido às diferenças entre os vários métodos. tal como o de dureza Brinell. quase sempre. Estas heterogeneidades resultam em resultados diferentes de dureza. "USE APENAS COMO REFERÊNCIA" . Assim sendo. exigem a preparação de corpo de prova. devido a variações nos resultados. que pode ser obtida. sendo deixada apenas uma pequena impressão. não é necessário a preparação de corpos de prova. poderiam haver fragilizado o aço. por exemplo. Da mesma forma. A tabela mostrada baixo não pode ser tomada como verdadeira para cálculos de engenharia. representando uma "média" da dureza de uma determinada região da peça. principalmente quando se utilizam métodos com cargas muito reduzidas ( Viickers e Knoop ). resultando em valores totalmente fora da tabela. formadas por tratamentos térmicos como a cementação ou a nitretação. (Porém. são utilizadas para a medição de peças mais brutas. com lixamento fino ou mesmo o polimento metalográfico.45HB onde "HB" é a dureza na escala Brinell. em função do tipo de aço e do tipo de tratamento térmico ao qual o aço foi submetido. para a maioria dos aços. Informações úteis para a conversão de dureza foram obtidas de modo experimental e podem ser vistas na ASTM E140 (Standard Hardness Conversion Tables for Metals). As conversões entre os diversos métodos de medição devem ser aplicadas com cautela. como a dureza não é uma propriedade do material muito bem definida e. resultados de dureza não levam em consideração possíveis falhas microestruturais que. Apesar de. em geral. pode ser considerado destrutivo). sendo utilizadas mais frequentemente. Outra característica destes dois métodos é a possibilidade de variação da carga aplicada. na realidade cargas diferentes podem resultar em durezas diferentes. devido a possível presença de heterogeneidades no material. as durezas Vickers e Knoop são consideradas durezas de laboratório. Estes métodos são apropriados para a utilização em linhas de produção e oficinas. Os métodos com cargas mais elevadas ( Brinell e Rockwell ) resultam em resultados mais homogêneos. A facilidade de conversão da dureza em um escala para outra é algo desejável. As durezas Brinell e Rockwell. um esquema compreensível de conversão não foi totalmente definido. para todas as cargas as durezas obtidas encontraremse dentro de uma mesma escala. através da seguinte equação: TS(MPa) = 3. em função de possíveis hetereogeneidades da microestrutura do material.

20 363 37 3.35 682 65 2.50 302 30 3.40 321 33 3.25 353 36 3.91 440 46 2.20 388 40 3.60 555 56 2.30 697 66 2.48 611 60 2.51 595 59 2.35 331 34 3.95 429 44 3.66 530 54 2.78 485 50 2.15 376 39 3.30 712 67 2.81 473 49 2.88 451 47 2.72 507 52 2.85 462 48 2.55 294 29 3.65 277 27 .40 653 63 2.57 568 57 2.45 624 61 2.69 517 53 2.Tensão Máxima de Tração Brinell MPa 2148 2089 2011 1933 1874 1815 1756 1687 1638 1579 1530 1472 1413 1364 1315 1265 1226 1187 1148 1118 1079 1050 1020 991 961 932 - Rockwell Vickers Shore HV 940 903 870 840 813 787 762 738 715 693 672 652 632 612 593 574 558 542 526 510 495 480 466 449 429 410 393 379 365 353 341 331 321 311 302 294 285 277 D 105 104 103 102 100 98 96 93 91 89 87 84 82 80 78 76 74 72 70 68 67 65 64 62 60 58 56 54 52 51 50 49 48 46 45 44 43 42 68 - mm HB HRC HRB 2.37 668 64 2.00 415 42 3.63 542 55 2.43 639 62 2.05 401 41 3.75 495 51 2.45 311 31 3.54 582 58 2.30 341 35 3.60 285 28 3.

15 212 16 4.10 137 5.75 159 4.35 192 12 4.60 111 5.15 134 5.75 262 25 3.20 207 15 4.65 109 - 100 99 98 97 96 95 94 93 92 91 90 89 88 87 86 85 84 83 82 81 79 78 77 76 75 74 73 71 70 69 67 65 64 63 269 262 255 248 241 235 229 223 217 212 207 201 197 192 187 183 178 174 170 167 163 159 156 152 149 146 143 140 137 134 131 128 126 123 121 118 116 114 111 109 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 - .65 167 4.80 156 4.20 131 5.45 118 5.55 174 4.95 146 5.90 241 21 3.00 229 19 4.25 128 5.50 178 4.45 183 4.05 223 18 4.902 873 853 834 814 795 775 755 735 716 696 677 667 647 628 608 598 589 569 559 549 528 520 510 500 490 490 480 470 460 450 441 431 421 411 411 401 392 382 382 3.60 170 4.30 126 5.35 123 5.30 197 13 4.40 121 5.90 149 4.00 143 5.10 217 17 4.85 152 4.55 114 5.05 140 5.40 187 4.70 163 4.25 201 14 4.50 116 5.85 248 23 3.95 235 20 4.70 269 26 3.80 255 24 3.

00 95 6.70 107 5. principalmente: • • • Soluções Sólidas e Elementos de Liga.80 103 5.372 362 353 343 333 314 294 274 5.90 100 6.75 105 5.15 90 6.50 80 - 62 60 58 56 52 47 42 36 107 105 103 100 95 90 85 80 - Existem diversos fatores que influenciam a dureza dos metais. .30 85 6. Trabalho a Frio. Tamanho de Grão e Direções Cristalográficas.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->