Código de barras sem mistérios

por Luiz Cláudio C. V. da Rocha
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Este artigo discute:

Este artigo usa as seguintes tecnologias: Access 97, 2000 e XP

• Código de barras

INTRODUÇÃO
Quem se lembra da operação de varejo no Brasil antes dos anos 90, quando a tecnologia era “proibida” por aqui, sabe a grandeza que representa a automação comercial. Nos supermercados, por exemplo, o funcionário do caixa procurava a etiqueta de preço de cada item e digitava o valor em sua máquina registradora, fazendo a soma. Muito usual também era ver uma empresa do comércio “fechada para inventário”, visto que o controle era praticamente todo manual e demandava muito tempo, espaço e pessoas. Apenas as lojas menores podiam se dar ao “luxo” de conhecer mais de perto os clientes: anotava-se em sua ficha, ou na caderneta, os produtos comprados e os pagamentos realizados. Neste quadro cabe muito bem a expressão: “isto é coisa do século passado!” Mas lembre-se: faz menos de 15 anos... Com a (tardia) entrada dos microcomputadores no Brasil, houve uma revolução na administração de varejo. O funcionário do caixa, ao invés de simplesmente somar preços, passou a entrar com o código dos produtos, e o sistema informatizado fazia o resto: totalizava as vendas, dava baixa no estoque, emitia relatórios atualizados, informava a comissão dos vendedores e tudo mais. Foi um enorme salto de produtividade. Mesmo assim, ainda era possível melhorar: ao invés do usuário entrar com os dados, por que não o próprio sistema capturá-lo? É aqui que entra o código de barras, uma tecnologia aplicada a muitas áreas: indústria, comércio, bancos, bibliotecas, hospitais, bancos de sangue, correios, transportes, controles de acesso etc. Apresentarei neste artigo algumas soluções de códigos de barras aplicadas ao comércio. Inicio da pagina

O QUE SÃO CÓDIGOS DE BARRAS
Aquela estranha seqüência de barras pretas e brancas, indecifráveis para nós, nada mais é que a representação de um pequeno conjunto de números e/ou letras, impressos de uma forma que o leitor óptico possa interpretar: o preto retém a luz e o branco a reflete, de forma que o leitor capture os sinais e interprete qual a seqüência de números (ou letras) representada pelas barras. Mesmo sendo um sistema conceitualmente simples, é a base da tecnologia de automação comercial. Inicio da pagina

A contrapartida é a burocracia: a empresa deve se cadastrar no órgão responsável (EAN . O aplicativo. Já os códigos livres (não padronizados) têm a vantagem de permitir sua personalização. ou seja. Um leitor óptico não é capaz de ler qualquer código de barras. a seqüência de números representados é organizada de uma determinada forma (cada posição tem um significado). aplicável no mundo inteiro. quem for usá-lo tem a liberdade de posicionar os números e letras livremente. pode ter diversas representações. o código da linha. e qualquer informação que permita à empresa descrever um produto apenas olhando seu código. É possível. ou seja.responsável pelos códigos no mundo inteiro. há diferentes tipos (simbologias). A principal vantagem de se trabalhar com um padrão internacional rígido é que cada produto terá seu código exclusivo. ou seja. criar um código que contenha a sigla do fornecedor.Uniform Code Council). por exemplo. incluir neste código o número de série do produto. etc. Isto ocorre. o que possibilita a integração e a troca de informações entre os vários elos da cadeia produtiva: do fabricante ao consumidor final.). a fim de conseguir interpretar o código. O trabalho do aplicativo deve ser tratar o “9771414305005” (buscando o ID na tabela de produtos. os caracteres que foram interpretados pelo leitor óptico. ou então por envio de comandos pela porta serial do micro. o código da cor. em que o responsável é o UCC . por exemplo. mas geralmente também lêem o código 3 de 9 (cada tipo será explicado adiante). É possível. como o 39. fornecendo uma informação valiosa à empresa. por sua vez. É evidente que sem tal burocracia seria impossível existir este sistema organizado de codificação em escala global. Inicio da pagina O PAPEL DO APLICATIVO É muito importante entender que quem deve se preocupar com a leitura das barras é o leitor óptico: ele foi criado para esta única finalidade. até mesmo. O leitor óptico faz a leitura e retorna o resultado (ex: “9771414305005”). diferentes critérios para combinar barras claras e escuras. a fim de receber um ID que a identificará exclusivamente dentro do código de barras. alguns códigos possuem um conteúdo de dados padronizado. o código acompanha o produto. exceto Estados Unidos e Canadá. por exemplo. a abrangência do código não padronizado se limita à própria empresa (ou a um determinado grupo que compartilhe a mesma lógica em seu sistema). A seqüência “123”.European Article Numbering . o código da categoria. deve se preocupar em entender o conteúdo que as barras representam. Além de haver diferentes combinações de barras. . Eu friso este ponto porque é justamente nele que muitos desenvolvedores ficam em dúvida: “como fazer meu aplicativo entender as barras?” A resposta é simples: o aplicativo não precisa entender as barras. Por outro lado. ele deve estar devidamente habilitado (configurado) para cada tipo que lhe for apresentado. sem repetição. imprimindo o item no cupom fiscal. para acompanhá-lo individualmente. criando uma lógica para incluir todas as informações que precisa (veja o Box 1 . são livres. ou seja. Outros códigos. com o EAN13. UPC12 e demais padrões de codificação estabelecidos e controlados internacionalmente.“Código interno personalizado”). gravando nos detalhes de venda. dependendo do tipo de código utilizado. mas sim o conteúdo delas.TIPOS DE CÓDIGOS DE BARRAS O desenho das barras não é sempre igual. A grande maioria das lojas de varejo tem seus equipamentos configurados para ler os padrões EAN e UPC. Os leitores a laser (muito usados no comércio) geralmente são configurados por comandos de programação impressos em menus (cartões) de códigos de barras.

obtida suprimindo 4 zeros do UPC-E (entre número da empresa e número do item). 5 dígitos para a identificação do fabricante.). os sistemas no Brasil estão modelados para receber código de 13 posições (embora a EAN recomende 14). configurados para receber apenas 12 posições. o que possibilita trabalhar também com códigos de 8 (EAN8/UPC-E) e 12 (UPC-A) posições. há um acordo entre a EAN e a UCC para que esta situação seja corrigida até 2005. mediante comprovação técnica de necessidade. Ou seja. Inicio da pagina GERANDO CÓDIGO DE BARRAS NO ACCESS Existem diferentes maneiras de se gerar códigos de barras a partir do Access: a) Usar fontes TrueType de código de barras: no relatório cria-se uma caixa de texto e se ajusta a propriedade Nome da Fonte. para embalagens pequenas. Costuma ser usado para codificações internas de empresas que necessitam de caracteres alfa-numéricos (indústrias. o licenciamento de numerações é integralmente controlado pela EAN. EAN8: é a versão reduzida do EAN13. como caracteres de abertura e fechamento. mas é usado para itens comercializados nos Estados Unidos e Canadá. Não há identificação do país. aceita letras e números e é livre. Como não há o código da empresa. do produto (4 dígitos) e dígito verificador. companhias aéreas. Além disto. Em geral. a composição pode ser mudada para que o item comercial tenha de 3 a 6 dígitos. etc. UPC-A: tem a mesma aplicação do EAN13. mas também é usado em aplicações comerciais. é importante lembrar que cada tipo de código de barras tem suas especificações.. e o 13º dígito é o verificador. Tem 1 dígito que representa a categoria do produto. dispensando o uso de dígito verificador (que é usado nos outros padrões para garantir que a leitura foi feita corretamente). 5 dígitos para a identificação do produto e 1 dígito verificador (totalizando 12). os próximos 5 representam o código do item comercial dentro da empresa. Ele não inclui o código da empresa. UPC-E: é a versão UPC de 8 dígitos. geralmente as fontes não são gratuitas (é preciso comprá-las). etc. Entretanto. obtido por meio de cálculo algoritmo (ver edição 23 da Fórum Access para mais informações sobre o cálculo). dificultando o trabalho com EAN13. pois o cadastro de filiados é único para EUA e Canadá. os 4 seguintes representam o código da empresa filiada à EAN. Sua simbologia não é densa. e a empresa tenha 6 a 3. taxa de licenciamento e anuidade de manutenção. a combinação de código da empresa + código do item deve ter 9 dígitos. 3 de 9: é um código simples de ser gerado. De acordo com a grade de itens da empresa (quantidade). apenas o do país (3 dígitos). salvo algumas exceções. O mesmo não se aplica aos sistemas norteamericanos. É composto de 13 dígitos: os 3 primeiros representam o país (o Brasil é 789). Embora seja uma solução aparentemente simples. e o relatório deve considerá-las. .Inicio da pagina CÓDIGOS MAIS COMUNS NO COMÉRCIO EAN13: é o código mais usado na identificação de itens comerciais. pois há poucos códigos disponíveis por país. tamanho.

asp. não sendo preciso licenciar e cuidar da distribuição de componentes externos.ocx na linha de comando do Iniciar/Executar do Windows (Figura 1).Registro do componente Feito o registro. c) Usar um componente externo (OCX ou DLL) que tenha todas as regras encapsuladas. de autoria do Mauro Possato. selecionar na lista e dimensionar no relatório.br/novo/downloads. para que com poucas linhas de código as barras sejam geradas sem dificuldade. Uma outra forma de se gerar código de barras EAN13 é usar o ActiveX Chromatick BarCode. estando além do escopo do dia a dia do desenvolvedor. pois tira do desenvolvedor a necessidade de lidar com as inúmeras particularidades e regras de cada tipo.mdb). O artigo explica o cálculo do dígito verificador e todo o código necessário para se gerar as etiquetas.com. Figura 1 . Os componentes mais completos não são gratuitos. bastando abrir a caixa de ferramentas e clicar no botão Mais Controles (Figura 2). . as rotinas de geração das barras são bastante complexas.forumaccess. Para usá-lo. e também foi incluído no arquivo de exemplo deste artigo. pois é interna do próprio aplicativo. no link da Revista 23). Entretanto. que pode ser encontrado no CD Enciclopédia FórumAccess (outra fonte indispensável de estudo). ou na seção de downloads do FórumAccess (www. o qual considero de leitura obrigatória a quem vai trabalhar com este recurso. os controles dos códigos de barras poderão ser colocados em relatórios do Access como qualquer outro controle. que é freeware e pode ser encontrado para download em sites como VbMania e VbBrasil.DEP na pasta de sistema do Windows (c:\Windows\System ou c:\WINNT\System32. copie os arquivos CTKBCDC. É uma boa solução para quem pretende trabalhar com vários padrões diferentes. Inicio da pagina GERANDO EAN13 Na edição 23 da FórumAccess foi publicado um artigo pioneiro sobre código de barras no Access. e ainda inclui um MDB de exemplo (Ean13.b) Usar código VBA para gerar as barras: é a solução mais interessante. dependendo do sistema operacional) e faça o registro digitando Regsvr32 CTKBCDC.OCX e CTKBCDC.

Figura 3 . o valor que deverá estar contidos nas barras (ou seja. pode ser usado o evento Ao Imprimir da seção detalhe. Coloquei o controle ctk_BarCode. . na propriedade Code. Para isto.ctkEAN13. criei um relatório a partir do Assistente de Etiqueta e incluí os campos de código do produto (CodBarras .EAN13 para exibir as barras (Figura 3).Listagem “Mais Controles” No arquivo de exemplo deste artigo.Figura 2 . em tempo de execução.Code = Me. descrição e preço. com a seguinte linha de código: Me.CodBarras O resultado do relatório de etiquetas pode ser visto na Figura 4. o conteúdo do campo CodBarras).Estrutura do relatório Veja que o controle ActiveX fica configurado para imprimir zeros.deixei invisível). então é preciso informar. que deve ser usado para acompanhar os próximos itens. dando-lhe o nome de ctkEAN13.

Entretanto. lembrando de ajustar o nome do controle na linha de código do evento Ao Imprimir da seção: Me.ctkEAN8. dando-lhe o nome de ctkEAN8.Code = Me.Relatório EAN8 Inicio da pagina GERANDO CÓDIGO 3 DE 9 O código de barras 3 de 9 (ou Barcode39) é bastante usado para códigos personalizados. aumentando bastante a possibilidade de aplicação. Figura 5 . No arquivo de exemplo deste artigo coloquei as funções necessárias para isto: a . porém selecionando o controle Code39. Siga os mesmos passos descritos anteriormente. para que o operador possa digitá-lo caso a leitura óptica falhe.Relatório de etiquetas EAN13 Inicio da pagina GERANDO EAN8 Para gerar o código EAN8. a melhor forma de se trabalhar no Access com o Barcode39 é por meio de código.EAN8 no relatório. porém incluindo o controle ctk_BarCode. você pode usar o mesmo componente. Como neste código os caracteres não são exibidos em formato humano-legível.Figura 4 . Uma das formas de gerá-lo é usar o mesmo componente ctk_BarCode já explicado nos tópicos anteriores. é recomendável deixar visível uma caixa de texto com o código do produto.CodBarras O código de barras EAN8 tem a aparência mostrada na Figura 5. e tem a flexibilidade de imprimir letras e caracteres especiais.

Barcode39.TTF (Free 3 of 9 . basta criar uma caixa de texto (Barcode39) para receber as barras. Para usá-la. coloque uma linha de código para chamar a função MD_Barcode39: Call MD_Barcode39(Me. + (mais).TTF (Free 3 of 9 Extended . copie os arquivos FREE3OF9.para números) e FRE3OF9X. . Já a função MD_Barcode39 usa essa composição de binários para gerar as barras pretas e brancas em um controle do relatório (o nome do controle e do relatório são passados como parâmetros). número e caractere especial suportados pelo Barcode39. É possível fazer download de uma fonte gratuita no endereço www. selecione a pasta de fontes e selecione os dois arquivos TTF. . também imprime espaço.alfanumérica) para a pasta de fontes do Windows.(hífen) e / (barra). No evento Ao Imprimir da seção detalhe. Em seguida. | (“pipe”). a qual também foi incluída no arquivo de exemplo deste artigo.função MD_BC39 retorna a composição binária (de 9 dígitos) de cada letra.squaregear. (ponto). O resultado é exibido na Figura 6.net/fonts/free3of9. Não coloquei estas funções aqui porque são extensas e estão fora do escopo do artigo. mas quem tiver curiosidade pode analisar o módulo basCodBar39 do arquivo de exemplo. % (porcentagem).Relatório do código 39 O código 3 de 9. conforme indica a Figura 7. abra o Painel de Controle e o ícone Fontes. Abra o menu Arquivo/Instalar nova fonte. Figura 6 . . Já no relatório. $ (cifrão). Me) O primeiro parâmetro é o nome do controle em que aparecerão as barras (Barcode39). Uma terceira forma de se trabalhar com o código 39 é usar uma fonte TrueType. o segundo parâmetro faz referência ao relatório atual (Me). além de letras e números.shtml. e outra com o nome (CodBarras) para exibir o código em formato humano-legível.

. O sensor do equipamento pode detectar onde acaba uma etiqueta e começa outra. Funcionam com um rolo de etiquetas e outro de fita preta (ribbon). usadas para emitir as etiquetas com a sigla do aeroporto de destino afixadas nas malas. e também os cartões de embarque. Embora seja um equipamento bem mais caro que uma impressora jato de tinta comum. O equipamento é ligado na porta serial do micro. de forma a gravar texto. na origem do controle coloque: =”*” & [CodBarras] & “*” O resultado deve ser exatamente igual ao que foi mostrado na figura 6. Essas etiquetadoras são muito comuns em aeroportos. que são símbolos procurados pelo leitor óptico para iniciar e finalizar a leitura.Figura 7 .OCX. No caso do código 3 de 9. Observação: se for trabalhar com esta fonte no Word. é necessário colocar os caracteres de abertura e fechamento. naturalmente. Assim. suprimentos de baixo custo. O ribbon é aquecido na cabeça de impressão. e também está disponível no material de download da edição 35 da FórumAccess (no artigo “Coletando dados com Access”). no menu Ferramentas/Autocorreção/AutoFormatação ao Digitar. lembre-se de desabilitar a opção *Negrito* e _itálico_ por formatação real.Instalação de fontes TrueType Com as fontes instaladas. barras e imagens na etiqueta. crie uma caixa de texto no relatório do Access e selecione Free 3 of 9 Extended como propriedade Nome da Fonte. uma solução mais econômica é usar uma impressora térmica (etiquetadora). e para controlá-lo pode-se usar o ActiveX MSCOMM32. Na origem do controle. que vem no Visual Basic. a economia com suprimentos (2 ou 3 cartuchos de tinta custam mais que a própria impressora) é grande. o caractere é o asterisco (*). Inicio da pagina IMPRESSORA TÉRMICA Para quem precisa imprimir grande quantidade de etiquetas.

CommPort = 1 ‘COM1 ‘Configura a porta serial MSComm1.PortOpen = True ‘Define um avanço no papel após a impressão MSComm1.8.Output = “102200100550095” & _ “MICROSOFT” & Chr$(13) ‘Marca MSComm1.Output = “121100100150145” & _ “R$” & Chr$(13) ‘Preço (cifrão) MSComm1.Output = “~f256” & Chr$(13) ‘Define o Off set de coluna MSComm1.Output = “102200100350015” & _ “. MSComm1.Output = “121100100050145” & _ “500” & Chr$(13) ‘Preço MSComm1.Output = “102200100350095” & _ “65955690” & Chr$(13) ‘Código MSComm1.Output = “z” & Chr$(13) ‘Define o calor de impressão.Settings = “9600.O código a seguir pode ser usado para imprimir etiquetas em impressora Datamax.PortOpen = False ‘Fecha a porta .Output = “102200100650025” & _ “SOFTWARE” & Chr$(13) ‘Categoria MSComm1.Output = “H09” & Chr$(13) ‘CAMPOS DA ETIQUETA: MSComm1.2” ‘Controla o Fluxo de Dados MSComm1.Output = “E” & Chr$(13) Do Until MSComm1.Output = “1e1202500000015” & _ “65955690” & Chr$(13) ‘letra e: padrão 128 MSComm1.Output = “102200100450105” & _ “2003” & Chr$(13) ‘Versão MSComm1.Handshaking = comRTSXOnXOff ‘Abre a porta serial MSComm1. “0000”) & _ Chr$(13) ‘Quantidade de cópias da etiqueta ‘Termina a transmissão e inicia a impressão MSComm1.Output = “~LC0005” & Chr$(13) ‘Define o Off set de linha MSComm1. uma das mais usadas no mercado: Private Sub ImprimeTeste() Dim intPorta As Integer Dim strTexto As String On Error GoTo Tratamento MSComm1.n.Output = “R0000” & Chr$(13) ‘Define o tamanho do Pixel.Output = “D11” & Chr$(13) ‘Seleciona o zero não cortado MSComm1.OutBufferCount = 0 Loop MSComm1.Output = “102200100550015” & _ “VISUAL BASIC” & Chr$(13) MSComm1.Output = “102200100450015” & _ “STANDARD” & Chr$(13) ‘Tipo MSComm1. MSComm1.Output = “Q” & Format(1.Output = “102200100250015” & _ “FERRAMENTA DESENV” & Chr$(13) ‘Descrição ‘Código de barras (segunda letra minúscula) MSComm1.NET” & Chr$(13) ‘Família MSComm1.

“k” . em que cada título possui um código de 6 dígitos (FFFFFF). como as etiquetas geralmente são bem mais estreitas que o cabeçote. Para indicar o tipo. Para isto. como “D” para DVD e “V” para VHS: FFFFFFT (ex: 058489D). mas poderiam ser usadas as seguintes letras: “a” . Entretanto. é possível posicionar o rolo inteiro mais à direita e configurar o Off-Set de coluna (ver código anterior) para que a impressão comece em outro lugar. “g” . a fim de numerar cada unidade de um mesmo filme (01. Na linha de comando do código de barras. o til deve ser trocado por Chr(02) no código anterior. . “n” . se a locadora adquirir 3 DVDs do filme 058489. Assim. Por fim. a letra “e” representa o código de barras 128. “h” . a numeração de cada um seria 058489D01. “f” . Situação 1: imagine uma locadora de vídeos que queira controlar os itens que estão locados.): FFFFFFTUU. “m” . os que não foram pagos ainda. as devoluções atrasadas. “i” . Muitos títulos disponíveis existem na versão vídeo (VHS) e DVD. Desta forma você “foge” das falhas e aumenta bastante a vida útil da peça. e a empresa pode querer tratá-los de forma diferente. “o” . 03. “l” Case.EAN-8.” Exit Sub End If MsgBox Err. “b” . 058489D02 e 058489D03. é possível acrescentar uma letra ao código.Exit Sub Tratamento: If Err = 8002 Then MsgBox “Porta serial inválida.UPC peso variável.HIBC.93. etc. etc. e que tudo que ela tenha inicialmente seja apenas um cadastro de filmes. Por isto. 02. procure sempre começar a imprimir em um dos cantos..Plessey. a empresa pode controlar não apenas preços diferentes.UCC-EAN128. quais itens estão disponíveis em uma única versão. pode acrescentar dois dígitos ao código. Este código de 6 dígitos (ex: 058489) seria suficiente. “q” . ela vai se desgastando e as etiquetas começam a apresentar algumas falhas (riscos brancos bem finos). por exemplo.. Após alguns milhares de etiquetas impressas. quais itens merecem uma atualização para DVD.UPC+5.UPC+2. em algumas situações a empresa pode ter a necessidade de fazer um controle interno. “v” . Dica: a cabeça de impressão tem vida útil.EAN-13.I25+CD.. “d” I25. e a locadora precisa de um controle individual de cada item. Neste caso. “c” . mas sim o “^B”. eles vão sugerir a troca da peça (que é bastante cara).UPC-E.Description End Sub Algumas impressoras não usam o til “~” como caractere inicial. mas não possibilita fazer todos os controles que a empresa precisa. mas também analisar qual tipo tem sido mais procurado. cada filme pode ter mais de uma cópia. “j” .Codabar. trocando-a apenas quando estiver inteiramente gasta. Se levar na assistência técnica. Inicio da pagina ELABORANDO CÓDIGOS INTERNOS Embora a grande maioria dos produtos em circulação no comércio já tenha um código de barras impresso pelo fabricante. para informar ao cliente se ele já locou o filme antes (basta uma consulta à base de dados). Assim.UPC-A.código 39.

muitos produtos são guardados em qualquer canto.coleção verão 2003. calça. Inicio da pagina CONCLUSÃO . quais estão dentro do prazo. calça. e na hora da contagem não são encontrados. Resumo: ao implantar um sistema de códigos de barras. 40. como no formato LYYTTTMMCCSS. em que: . preta. etc. o outro era de frutas vermelhas. . etc. tamanho 44.. etc.TTT: indica a categoria (camisa. Situação 2: uma empresa que fabrica e comercializa roupas no varejo precisa codificar seus produtos.).Desta forma. Estariam as leituras com erro? A resposta é negativa: o erro continuava sendo dos operadores. Exemplo: 103002450278 . Inicio da pagina CÓDIGOS DE BARRAS COM ERROS? Em uma edição da Harvard Business Review. simplifica também a criação e análise dos relatórios gerenciais (itens de maior giro. cores e materiais mais procurados. tamanhos que não vendem.L: indica a coleção (verão. e se o banco de dados estiver devidamente modelado. por exemplo.YY: indica o ano (2001. O problema mais freqüente encontrado é a estocagem em lugar errado: na pressa do dia a dia. seda. preta. 2003). . passa duas vezes o mesmo produto. 2002. . Como o código será criado internamente. 42. até mesmo àqueles que aparentemente não precisam. linho..) . mesmo trabalhando com estoque informatizado por códigos de barras. pois não estão juntos. etc. Outro problema muito comum está no caixa: o funcionário vê duas embalagens iguais.).SS: indica o tamanho (grande. algodão. quais foram pagos. Entretanto. e muitas outras opções). todos os itens estariam identificados. identificar na hora se todos os filmes estão sendo devolvidos pelo cliente. é interessante um mecanismo que permita identificar todos os atributos do produto. um era iogurte de morango. além de facilitar a identificação dos itens no ponto de vendas (auxiliando o trabalho do vendedor). Um código deste tipo.). é muito importante dar treinamento a todos os funcionários. Às vezes um único minuto de explicação pode poupar horas de tempo desperdiçado no futuro. pequeno. inverno. etc. visando melhor controle administrativo e planejamento de produção. a partir de uma leitura óptica no balcão de atendimento.CC: indica a cor (branca. etc. um artigo sobre cadeias de suprimentos alertou sobre o problema de erros de inventário que algumas grandes empresas americanas estavam enfrentando.MM: indica o material (lã. então ao invés de passar uma a uma no leitor óptico. para ir mais rápido. .). tendências de cada estação. seria possível.

Sem isto. há diversas maneiras de se trabalhar com estes recursos.“Código de barras no VB/Crystal Reports” Revista 41 . o sistema será uma boa ferramenta de gestão. da Rocha (lui@link. V.br . Matérias Relacionadas: Revista 23 .“Coletores de dados” Revista 40 . Juntando as duas partes (entrada de dados com qualidade e boa modelagem do banco de dados). Inicio da pagina DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD CODBARRAS_LC.“Código de barras EAN13” Revista 35 .Espero ter contribuído aqui com o seu entendimento sobre a tecnologia de código de barras. melhor qualidade das informações. mas sim de um banco de dados bem modelado. 2000 e XP) Disponível para download em www. e os relatórios serão mais confiáveis.br * Luiz Cláudio C.eanbrasil.EXE (Access 97.“Boletos bancários no Access” Para se aprofundar: Site EAN Brasil: www.com. Conforme o artigo mostrou. o conceito de funcionamento do código de barras é simples. O importante é saber analisar o caso concreto e escolher a solução que melhor atenda os objetivos.br) é administrador de empresas e advogado. etc. Embora haja muitos detalhes e regras.com.com. Todas as vantagens aqui apresentadas (produtividade. ainda é um mistério para muitos desenvolvedores.) não derivam do código de barras. atua na área de desenvolvimento de sistemas e é colaborador no GD FórumAccess. as barras pouco ajudarão.forumaccess. que embora não seja nova. cruzamento de dados.

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