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Módulo 10 - Textos informativos diversos

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Ficha de trabalho nº1 - Protótipos textuais
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AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS OESTE DA COLINA

ESCOLA EB23 FREI CAETANO BRANDÃO – ANO LECTIVO 2008/2009

CEF:

FOTOGRAFIA

LÍNGUA PORTUGUESA – MÓDULO 10 – TEXTOS INFORMATIVOS DIVERSOS NOME ________________________________ Nº ___ DATA __/__/__
PROTÓTIPOS TEXTUAIS: Correspondem ao que normalmente se designa por “tipos de texto”. Cada protótipo textual apresenta um determinado grupo de características que permitem identificá-lo como exemplo de determinado modelo. Narrativo – romance/ novela/ conto/ fábula/ biografia/ diário/ notícia/ reportagem/ crónica/ relato de experiências pessoais. Descritivo – normalmente são apenas segmentos descritivos, inseridos noutros textos: descrição de pessoas, espaços, fenómenos naturais. Argumentativo – discurso político/ sermão/ debate/ crónica/ publicidade/ críticas. Expositivo-Explicativo – textos científicos/ textos pedagógicos. Injuntivo-instrucional – instruções de montagem/ receitas/ horóscopos/ provérbios/ slogans. Dialogal-Conversacional – diálogo em presença/ conversa telefónica/ entrevista/ discussão/ debate.
Características dos diferentes protótipos textuais:

Narrativo – Caracterizam-se por representar eventos encadeados de forma lógica que se orientam para um desenlace, preenchendo as três categorias da lógica das acções: situação inicial, complicação, resolução. Descritivo – São uma exposição de diversos aspectos que configuram o objecto/ a pessoa/ o fenómeno atmosférico/ o espaço sobre o qual incide a descrição. Argumentativo – Caracteriza-se pela expressão de uma opinião que suscita uma contestação, a expressão de argumentos a favor ou contra. Expositivo-Explicativo – Textos que têm por finalidade expor e explicar algo.

Ficha de Trabalho Nº1-Prof. Teresa Paula Alves

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Injuntivo-instrucional – Textos que incitam à acção, impõem regras; textos que fornecem instruções. São orientados para um comportamento futuro do destinatário. Dialogal-Conversacional – Presente em textos produzidos por, pelo menos, dois interlocutores que tomam a palavra à vez, constituídos por um número variável de trocas verbais. APLICAÇÃO Integra, agora, os textos abaixo referidos, na tipologia a que pertencem. Texto A

Este texto integra-se no porque ____________________ ________________________ __ ________________________ __ ________________________ __ protótipo __________________

Texto B
“Mas à noite, quando a mãe o deitou e levou a luz, aconteceu uma coisa extraordinária A mãe dissera-lhe que dormisse, mas ele não tinha sono. E como não tinha sono, cansado de dar voltas, pôs-se para ali de olhos abertos. Então reparou que de baixo da cama vinha uma luz que se estendia pelo soalho. A princípio assustou-se, mas antes de se assustar muito e de dar algum berro lembrou-se do que poderia ser. E, com efeito, quando puxou a caixa, que ficara com a tampa mal fechada, e a abriu, a estrela brilhava como quando a fora apanhar. Tirou-a devagar e todo o quarto ficou cheio da sua luz. Esteve assim algum tempo com ela nas mãos

Ficha de Trabalho Nº1-Prof. Teresa Paula Alves

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até que os olhos lhe começaram a arder com sono e a guardou outra vez na caixa. Mas no dia seguinte, assim que acordou, foi logo ver se ainda lá estava. Ela estava lá, realmente. Mas não deitava luz nenhuma.” In A Estrela, Vergílio Ferreira

Este texto integra-se no protótipo _____________________________ porque ____________ ______________________________________________________________________ _______ Texto C
“Alguém não anda a cumprir o seu dever. Não andam a cumpri-lo os governos, porque não sabem, porque não podem, ou porque não querem. Ou porque não lho permitem aquelas que efectivamente governam o mundo, as empresas multinacionais e pluricontinentais cujo poder, absolutamente não democrático, reduziu a quase nada o que ainda restava do ideal da democracia. Mas também não estão a cumprir o seu dever os cidadãos que somos. Pensamos que nenhuns direitos humanos poderão subsistir sem a simetria dos deveres que lhes correspondem e que não é de esperar que os governos façam nos próximos 50 anos o que não fizeram nestes que comemoramos. Tomemos então, nós, cidadãos comuns, a palavra. Com a mesma veemência com que reivindicamos direitos, reivindiquemos também o dever dos nossos deveres. Talvez o mundo possa tornar-se um pouco melhor.” (Palavras de José Saramago, na Suécia, quando recebeu o Prémio Nobel)

Este texto integra-se no protótipo _____________________________ porque ____________ ______________________________________________________________________ _______ Texto D
“ Pai – Onde está o meu chapéu de plumas?(…) Inde está o meu filho? Filho – Estou aqui, papá. Pai – Que palavra é essa… “papá”?! Há mil anos que não a ouvia. Filho – Inventei-a agora mesmo. E gostei muito de a inventar.”
(Excerto de A Beira do Lago dos Encantos, Mª Alberta Meneres)

Este

texto

integra-se

no

protótipo ________________________________ _ porque ___________________________ ________________________________ _ ________________________________ _

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Texto E Canários Gloster

Ao contrário de outras antigas espécies de canários cuja origem é motivo de muita especulação, a origem dos Glosters está muito bem documentada. O desenvolvimento desta espécie é relativamente recente, data de 1925. O nome de Mrs. Rogerson de Cheltenham em Gloucestershire ficara para sempre associado à criação e desenvolvimento desta raça. Mrs. Rogerson foi a primeira criadora a expor este pequeno espécime, com poupa, numa exposição em 1925 no Crystal Palace em Inglaterra. Na altura, este exemplar foi analisado pelos juizes que consideraram que o pássaro em causa apresentava diferenças face ao standard actual dos pássaros de poupa e que tinha potencial para evoluir como uma raça distinta.
In “Arca de Noé”, por Miguel Angelo Soares

Este texto integra-se no protótipo _____________________________ porque ____________ ______________________________________________________________________ _______ Texto F “Era um vidrinho, aquela Vanessa. De cabelos loirinhos e magrinha, cara de enjoada, passou o ano a inventar mentiras, a fazer queixinhas, a chorar a meio dos testes por não saber uma pergunta, sempre com muitas dores de cabeça… Não comia na cantina porque a comida fazia-lhe mal… A Venessa era muito boa aluna, tocava piano, fazia poemas, tinha explicações de inglês.”
In “Os Heróis do 6º F”, António Mota

Este texto integra-se no protótipo _____________________________ porque ____________

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