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Resumo do livro A Política de Aristóteles

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Universidade Federal de Alagoas.

Aluno:Gustavo Mendonça Ataíde Gomes 1° semestre

Resumo. Aristóteles, A Política. Escala educacional, série filosofar.

Capítulo 2: Descrição da economia doméstica onde existe a autoridade do senhor. a autoridade material. Além da necessidade de monopólio econômico. mostrando assim que o homem e um animal político por natureza. sendo a justiça a base dessa sociedade. nesta economia a única diferença entre o homem livre e o escravo é aquilo que esta imposto pela lei. enquanto a ciência econômica é limitada pois é necessário que esta possua um limite de riqueza. . Descreve também a necessidade que os homens possuem de viver em sociedades na busca de uma melhor situação de vida e a formação de cidades auto-suficientes com a união de pequenos burgos (sociedade primitiva formada por muitas famílias) onde o estado pela ordem natural deve ser colocado antes da família e do próprio individuo. a usura e o salário. já que uma tem por objetivo fornecer os meios e a outra usa-los. que os estados muitas vezes são obrigados a realizar para a manutenção de uma estabilidade política. Capítulo 3: Estudo da propriedade em geral e aquisição dos bens. Capítulo 1: Neste capítulo o autor descreve as relações do senhor com o escravo e do marido com a mulher. onde é colocado que a ciência de adquirir é diferente da ciência da economia. porém explicando depois que o escravo é a penas um instrumento de uso por ser algo possuído e com a mesma utilidade dos animais domésticos. A autoridade doméstica e tida como uma monarquia por toda família ser governada pelo homem. a procriação de filhos e arte em acumular fortuna. Aristóteles explica a guerra como uma forma natural de conquista dos homens que destinados pela natureza a obedecer e não o fazem. comparando-as pela natureza de servidão. sendo que o próprio autor considera essa diferença injusta e violenta.Livro 1. Capítulo 4 : Aprofundamento na ciência da riqueza. pois segundo ele o escravo que não possui conhecimento suficiente é obrigado a servir assim como a mulher. Também por a arte de adquirir ser infinita já que sendo a moeda um objeto de troca a riqueza que resulta dela é ilimitada. citando as artes dessa ciência que são: o comércio.

onde o número de filhos de cada casal deveria ser estipulado pelo estado. Aristóteles também coloca que para que fosse possível uma igualdade de bens seria necessário o controle populacional. . mas os frutos e serão retirados e consumidos por todos ou que as terras sejam comuns e os frutos sejam repartidos dependendo da necessidade individual. Para Aristóteles um sistema de igualdade política destruiria duas virtudes a continência e a liberdade e que sendo tudo comum a todos não haverá diferença entre lavradores e guerreiros. onde segundo Sócrates todos deveriam ter a mesma educação. já que todos irão trabalhar como se as terras fossem suas. a igualdade socioeconômica. todos os guerreiros deveriam executar trabalhos úteis à sociedade e todos inclusive mulheres teriam refeições em comum e que os legisladores ao compor suas leis deveriam se fixar em duas coisas no país e nos homens. onde há uma comparação entre duas das melhores opções: particulares possuíram as terras. pois os guerreiros não possuíram mais laços de parentesco que evite que eles se ofendam mutuamente. pois segundo o autor a perpetuação do poder é incompatível com essa condição e que algo que tem sua posse comum a todos perde o valor já que o ser humano só dá importância a propriedade comum com base no interesse pessoal. pois as diferenças não serão mais toleradas. Capítulo 3: Trata do tratado de leis de Platão. Capítulo 2: Dissertação sobre a melhor opção para a propriedade. e a passagem dos filhos dos artesãos e lavradores a classe dos guerreiros onde para ele haveria uma completa desordem. na qual teremos ao mesmo tempo a posse individual e a comum onde os trabalhos da cultura serão divididos aumentando assim o valor da terra.Livro 2: Capítulo 1: Forte crítica ao livro República de Platão. nesta parte o autor acrescenta que seria necessário estender seus cuidados a países vizinhos. mas se as terras forem cultivadas por conta própria haverá um grande descontentamento já que os que trabalham muito e recebem pouco nunca ficaram satisfeitos por alguns trabalharem pouco e receberem muito. onde se destacam as críticas a unidade das cidades por estas não possuírem elementos absolutamente semelhantes e terem por único objetivo suprir a existência da unidade familiar e individual. então segundo Aristóteles a melhor forma de posse seria a junção das duas formas já citadas. Onde o autor conclui que se as terras são cultivadas por outros que não sejam cidadãos a problema será de solução mais fácil.

sendo este ultimo ponto um dos mais difíceis de estabelecer. onde o autor coloca que se deve considerar se o estado possui uma constituição de acordo com a melhor legislação e se o sistema político por ele adotado não foi desviado e que todo estado que supre as primeiras necessidades da vida de seus cidadãos é bem constituído. sendo esta dividida entre artesãos. lavradores e guerreiros (estes seriam os únicos a possuir armas) e a divisão de terras seria esta: as terras sagradas.Neste capítulo há uma crítica a constituição idealizada por Sócrates que seria um misto de varias formas de governo. as segundas a alimentação de guerreiros e a terceira aos lavradores. a idéia de conceder prêmios a pesquisadores pode causar muitas intrigas e abalos no governo. somente com os pequenos. Nesta república haveria apenas três tipos de leis as de injúria. Capítulo 4: Capítulo onde o autor critica a constituição de Faléias. e estes também teriam a maior parte dos cargos importantes como as magistraturas. pois é quando o desejo de um homem supera a necessidade que ele pratica as maiores violências. já que estes se forem bem tratados se tornam insolentes e sendo maltratados odeiam o seu amo. Ainda sobre a igualdade de bens. onde as primeiras deviam ocorrer as despesas do culto. e as de dano. porém este é apenas um dos inconvenientes dessa república. e que segundo o autor tenderia sempre a uma tirania. Aristóteles também conclui que as revoluções nascem da desigualdade de fortunas (já que o vulgar não pode suportá-las) e da igualdade de cargos (o homem superior não a suporta). Outro ponto onde é necessária certa cautela é o posicionamento que deve ser tomado em relação aos escravos. o autor opina que ela não acabara com todos os crimes. . as públicas e as particulares. pois. as de homicídio. que favorecessem o luxo e a dissipação e muito apertados favorecendo a miséria geral. Segundo o autor outro problema grave seria a corrupção das mulheres. Também seria concedida uma recompensa a autores de descobertas úteis e o estado seria responsável pelos filhos dos mortos em guerras. sendo que estas representam uma grande parcela da população e não havendo leis que se apliquem a elas o estado será sem leis e que elas fossem impedidas de controlar o estado. por exemplo. Capítulo 5: Trata da república de Hipodamos. Na opinião de Aristóteles seria possível que esta igualdade existisse em um estado. Capítulo 6: Capítulo sobre os governos de alguns estados. Sendo que mesmo essa mediana acarretaria problemas já que “somente nas paixões é que se deve estabelecer a igualdade da educação dada pelas leis”. mas somente se esta possuísse uma mediana entre limites amplos. que trata da igualdade das formas para todos os cidadãos e que esta seria mais facilmente estabelecida no momento da fundação dos Estados. A crítica desenvolvida a esta república é que todas as outras classes sociais seriam escravas dos guerreiros por esses serem detentores das armas.

pondo de lado todos os que concedem a se este titulo. de particulares e também é permitida a abdicação do poder. os idosos. pois o injusto e o falso se igualam. Onomacrite (primeiro a se especializar em legislação). Pítacos ( que criou leis que puniam mais severamente um homem que comete-se um crime embriagado à aquele que estivesse sóbrio) e Reges( leis sobre homicídio e herdeiras únicas).Outro problema ocorre quando um estado permite que homens pobres cheguem a cargos de grande poder. Livro 3: Capítulo 1: Busca pelo real sentido do que é ser cidadão. Carondas (que ditou leis aos seus cidadãos e a outras repúblicas e perseguia fortemente os falsos testemunhos). menos os mercenários. pois elas possuem vários pontos comuns como a instituição de refeições públicas. Drácon ( que fez leis severas para aqueles que foram castigados). como Sólon a quem é atribuído o mérito de ter abolido a oligarquia. . ter libertado o povo da servidão e fundar uma democracia com a união das outras formas de governo. este controle é feito através de uma liga de colegas deles. Cita também outros legisladores como Zaleucos. Capítulo 9: È composto por um estudo de alguns outros legisladores. Capítulo 7: O autor explana sobre a constituição cretense comparando-a em alguns momentos com a da Lacedemônia. os escravos. Sendo assim cidadão é o individuo que tem a possibilidade de participar na administração da justiça e de cargos públicos. Filolaus (que deu lei aos tebanos e formulou leis contra a embriaguez). os estrangeiros. Capítulo 8: Sobre a constituição cartaginense. possuindo uma parte legal na autoridade deliberativa e na jurídica. porém aquele que for cidadão com injustiça não é cidadão. os infames e exilados. o que a faz perder ora para república ora para a oligarquia e se destaca por seu ser rei escolhido da família que for superior a todas as outras. que é ao mesmo tempo aristocrática e demagógica. mas quanto a magistratura a uma divergência que torna a cretense pior que a outra pois apenas algumas famílias tem o direito de exercer essa função. o que acarreta uma certa tirania para controla-los. pois estes são facilmente comprados. Segundo o autor Sólon não fez nada além de admitir todos os cidadãos nos tribunais e ter decidido que todas as magistraturas fossem exercidas por cidadãos respeitáveis que tivessem alguma abastança. mas mesmo assim o povo permanecerá calmo se tiver a oportunidade de participar do poder o que seria vantajoso. as crianças.

Capítulo 2: O autor conclui que a virtude de um cidadão tem forma com a sua ralação política e que um cidadão não possue a virtude verdadeira e única. sendo que nenhum dos dois deve receber a mesma educação. pois existem varias formas de governo. então o bom cidadão pode não possuir a virtude de um homem de bem. Capítulo 3: . A virtude do homem de bem é mandar sabendo obedecer a enquanto a virtude do cidadão seria mandar e obedecer. sendo que a virtude não será a mesma para todos os cidadãos.

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