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Utilização das fontes energéticas em diferentes situações de atividades físicas. Diferentes tipos de fibras musculares, a contração muscular e suas relações com as atividades físicas. Mecanismo de trocas gasosas, o controle da ventilação durante o exercício. Resposta hemodinâmicas aos exercícios. Fatores ambientais influenciadores do desempenho físico. Repostas endócrinas ao exercício. Mecanismos de adaptação fisiológica da criança na atividade física.

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Powers, Scott K.Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho /
Scott K. Powers, Edward T. Howley; [tradução Marcos Ikeda]. 5 ed. Barueri: Manole, 2005

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Robergs, R. A. e Roberts, O. S. Princípios fundamentais de fisiologia do exercício : para aptidão, desempenho e saúde, coordenação de tradução [de]
Antonio Carlos da Silva, São Paulo : Phorte, 2002.

PRINCÍPIOS BÁSICOS .

` Célula: unidade funcional básica do corpo = Fábrica altamente organizada. .

2005 .` 3 partes importantes: Membrana elular ú leo Citoplasma CÉLULA Powers.

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2005 . C. ‡ Síntese Proteica Powers. ‡ Principal função: Regular a passagem de vários tipos de substâncias.MEMBRANA CELULAR ‡ Barreira semipermeável que separa célula do meio extracelular. CITOPLASMA ‡ Porção líquida da célula entre o n cleo e a M. ‡ No seu interior encontram-se in meras organelas MITOCÔNDRIA NÚCLEO ‡ Contém os componentes genéticos celulares (genes).

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Evolução emdossimbiótica .

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Esse processo metabólico é denominado BIOENERGÉTICA. de energia carboidratos e biologicamente utilizável. .` Diante da necessidade de ENERGIA por todas as células. essas possuem vias metabólicas capazes de converter nutrientes proteínas) alimentares numa forma (gorduras.

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` A transferência de energia no corpo ocorre por meio de liberação da energia contida em ligações químicas de várias moléculas. .

` A velocidade das reações químicas celulares é regulada por catalisadores denominados ENZIMAS. 2005 . ` São PROTEÍNAS que têm um papel importante na regulação das vias metabólicas das células. mas REGULAM a taxa ou velocidade com que esta se desenrole. Powers. ` Elas NÃO fazem com que uma reação ocorra.

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FECHADURA .MODELO CHAVE .

PH ‡ Modificações no PH reduzem a atividade enzimática. . TEMPERATURA ‡ Pequenos aumentos na temperatura aumenta a atividade da maioria das enzimas. ‡ Durante o exercício intenso. há uma grande produção de ácido lático. Ocasionando diminuição do PH (menos energia). ‡ Durante o exercício o aumento da temperatura favorece a maior produção de ATP (energia).

35 ± 7.ESTÖMAGO 1-3 0 ÁCIDO SANGUE 7.45 7 NEUTRO BASE / ALCALINO 14 .

Principais substratos utilizados durante o exercício Carboidratos 1 g ± 4 kcal Gorduras 1 g ± 9 kcal Proteínas 1 g ± 4 kcal .

NATUREZA BIOQUÍMICA DOS CARBOIDRATOS (CHO) Dióxido de carbono do ar + água do solo + FOTOSSÍNTESE Monossacarídeos GLICOSE FRUTOSE GALACTOSE Dissacarídeos SACAROSE MALTOSE LACTOSE Polissacarídeos AMIDO FIBRAS GLICOGÊNIO .

7 68.10 24.4 32.0 6.2 57.5 13..0 10.5 14.3 65.0 22.9 .QUANTIDADE DE CHO EM 100g (PINHEIRO et al.2 54.3 58.5 78.7 9.1 69.0 62.10 10. 1993) Alimento Açucar Mel Biscoito salgado Goiabada Aveia Feijão Pão de batata Doce de leite Pão Francês Arroz cozido Açai Quantidade(g) 99.6 Alimento Chocolate Banana Batata cozida Caqui Mamão Suco de laranja Coca cola Cenoura Beterraba Quantidade(g) 30.8 Chuchu Melancia 8.2 36.8 19.

FRUTOSE: C6 H12 O6 .` CHO: Cn Hn On GLICOSE ± GALACTOSE .

Glicose Maltose Glicose .

Várias moléculas de glicose Glicogênio Várias moléculas de glicose .

INSULINA GLUCAGON .

49g 8g .Somente C6H12O6 15g 17g Di tri i li r i r f i t 2g The image part with relationship ID rId6 was not found in the file.

Triglicerídeos Fosfolipídeos Ácidos Graxos Esteróides lipídeos .

Fosfoli í os ‡ r i i t ri tr t r l ‡ Baí a de i lament das fi ras ner r sas l l r Triglic rí ‡ os são formados por 3 molé las de á ido raxo + 1 molé la da li erol ‡ Estão armazenados no tecido adiposo e no músculo esquelético Áci o graxo ‡ rincipal ordura eradora de ener ia Est rói s ‡ O esteróide mais comum é o colesterol ‡ Síntese de ormônios sexuais: estrogênio. testosterona e progesterona .

‡ A maioria das proteínas são polipeptídeos combinando mais de 300 aminoácidos. ‡ As proteínas são criadas quando dois aminoácidos juntam-se e formam uma ligação peptídica.aa PROTEÍNAS: aa Proteína ‡ Existem 20 aminoácidos e todos eles podem ser combinados de várias maneiras para formar proteínas. .

` AA AA-AA AA-AA-AA AA-AA-AA-AA-AA-..-AA -------- ....-AA ---------------------------- aminoácido dipeptídeo tripeptídeo polipeptídeo (04 a 100 aa) proteína (> 100 aa) ` ` ` ` AA-AA-AA-AA-AA-AA-AA-.

histidina Valina Lisina Isoleucin a Aa Metionina Leucina Fenilalani na Triptofano Treonina .

Isoleucin a leucina Valina .

` ` ` ` ` ` ` ` ` `

Alanina; Arginina; Asparagina; Ácido Aspártico; Cisteína; Ácido Glutâmico; Glutamina; Glicina; Prolina; Serina e Tirosina.

Energia liberada durante a desintegração do alimento

ATP
ADENOSINA TRIFOSFATO - ATP

X
Armazenado em todas as células musculares
Foss e Keteyian, 2000

Carboidratos Gorduras

Proteínas

ATP

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Embora o ATP não seja a única molécula transportadora de energia da célula, ele é o mais importante, e sem quantidades suficientes de ATP a maioria das células morre rapidamente. O ATP é frequentemente denominado doador universal de energia na célula. No entanto, as células musculares armazenam pequenas quantidades de ATP e de CP.

`

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` ` ` As células musculares armazenam quantidades limitadas de ATP. Por essa razão. existem vias metabólicas celulares com a capacidade de produzi-lo. São elas: Anaeróbia ATP -CP Aeróbia FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA GLICOLÍTICA .

Quebra ATP ATPase Ressintese ADP + Pi + energia CP + ADP Creatina cinase ATP + C .

ATP ADENOSINA Ligação de alta energia COMPONENTE COMPLEXO .

Creatina quinase CREATINA ADP CP Pi ENERGIA Pi ATP Enzimas ± compostos protéicos que aceleram o ritmo das reações individuais. . Reações de fosforilação-desfosforilação terminam todas em ±cinase.

Agora. como formar novamente CP? 7-12kcal CREATINA ATP ENERGIA Pi CP Acontece em períodos de recuperação .

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SISTEMA ATP .CP TANTO O ATP QUANTO A CP SÃO ARMAZENADOS DIRETAMENTE DENTRO DO MECANISMO CONTRÁTIL DOS MÚSCULOS. . NÃO DEPENDE DE UMA LONGA SÉRIE DE REAÇÕES QUÍMICAS. NÃO DEPENDE DO TRANSPORTE DO OXIGÊNIO QUE RESPIRAMOS PARA O MÚSCULO ATIVO.

Pirúvico (C3 H4 O3) Ác. Pirúvico (C3 H4 O3) LDH Lactato (C3 H6 O3) LDH Lactato (C3 H6 O3) .Glicose (C6 H12 O6) / glicogênio Ác.

GLICOGÊNIO MUSCULAR GLICOSE ± C6H12O6 GLICOSE SANGUÍNEA SEQUÊNCIA GLICOLÍTICA ADP + Pi ATP ÁCIDO PIRÚVICO ÁCIDO LÁTICO .

Que cheiro de neurônio frito!!!! .

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das gorduras ou proteínas. . ` O ciclo de Krebs tem como função primária a o término da oxidação (remoção de hidrogênio) dos carboidratos.` Ocorre no interior das mitocôndrias e envolve a interação de 2 vias metabólicas: (1) ciclo de Krebs e (2) cadeia de transportes de elétrons.

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.` O ciclo de Krebs completa a oxidação dos carboidratos. As enzimas que catalisam as reações do ciclo de Krebs estão localizadas no interior das mitocôndrias. produz CO2 e fornece elétrons que são passados pela cadeia de transporte de elétrons a fim de fornecer energia à produção aeróbica de ATP. gorduras ou proteínas.

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.OXIDAÇÃO PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DOS LIPÍDIOS .

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Sistemas de energia utilizados durante o exercício físico Sistema de energia a longo prazo(aeróbico) Sistema de energia a curto prazo (glicólise) Sistema de energia imediato (ATP-CP) .

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8% GLICOSE E GLICOGÊNIO 70% GORDURAS 15% PROTEÍNA 2 ± 5% GLICOSE E GLICOGÊNIO 35% GORDURAS 60% .REPOUSO EXERCÍCIO LEVEMODERADO PROTEÍNA 2 ± 5% GLICOSE E GLICOGÊNIO 40% GORDURAS 55% EXERCÍCIO PIQUE ALTA VELOCIDADE PROTEÍNA 2% GLICOSE E GLICOGÊNIO 95% GORDURAS 3% ENDURANCE DE ALTA VELOCIDADE PROTEÍNA 5 .

*2.5 ATP .5 ATP ** 1.

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` O consumo de O2 aumenta aumenta rapidamente até atingir um estado estável em um período entre 1 e 4 minutos. Estado estável ± Stad State Tendência de um sistema de controle de atingir um equilíbrio entre uma demanda ambiental e a resposta de um sistema fisiológico para satisfazer a demanda que permite ao tecido (organismo) funcionar durante um período de tempo. 2005 . Powers.

transportar e utilizar o O2 para a biossíntese oxidativa de ATP em nível mitocondrial. 2005 VO2 máximo é a capacidade máxima de consumir. Powers. MAIS ACEITO ATUALMENTE .` Capacidade máxima de transporte e de utilização de oxigênio durante o exercício É considerada a medida mais válida da aptidão cardiovascular.

ANÁLISE DOS GASES INSPIRADOS E EXPIRADOS. CICLOERGÔEMTRO. . BANCO E PISTA. MÉTODOS INDIRETOS: PROTOCOLOS DE ESTEIRA. MENSURAÇÃO DIRETA DO VO2 MÁX.

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` ` Retardo do consumo de oxigênio no início do exercício. . Diferença entre o consumo o consumo de oxigênio nos primeiros minutos de exercício e um período de tempo igual após o estado estável ter sido obtido.

Powers. 2005 .O fato de o consumo O2 não aumentar instantaneamente até atingir um valor de de estado energia estável sugere que as fontes anaeróbicas contribuem para a produção global de ATP no início do exercício.

2005 . A magnitude e a duração desse metabolismo elevado são influenciadas pela intensidade do exercício. Powers.` Imediatamente após o exercício o metabolismo permanece elevado por vários minutos. ` EPOC ± EXCESSO DE CONSUMO DE OXIGÊNIO PÓSEXERCÍCIO.

COMPREENDE O PERÍODO LOGO APÓS O TÉRMINO DO EXERCÍCIO. Powers. 2005 . DURA APROXIMADAMENTE 2 A 3 MINUTOS ACENTUADO DECLÍNIO DO CONSUMO DE OXIGÊNIO (VENTILAÇÃO) PORÇÃO LENTA REPRESENTADA POR UM LENTO DECLÍNIO DO O2 NO DECORRER DO TEMPO APÓS O EXERCÍCIO.

FATORES QUE CONTRIBUEM PARA O EPOC 20% Powers. 2005 .

OU SEJA. 2005 . Powers. É 70% é oxidado CONVERTIDO EM ÁCIDO PIRÚVICO E UTILIZADO COMO SUBSTRATO 20% em glicose 10% em aminoácidos PELO CORAÇÃO E PELO MÚSCULO ESQUELÉTICO.

2005 ` . TAMBÉM PELO AUMENTO DA PA Powers.` É O PROCESSO DE SÍNTESE DA GLICOSE A PARTIR DE FONTES QUE NÃO SÃO CARBOIDRATOS ACONTECE NO FÍGADO DURANTE E APÓS O EXERCÍCIO. A REMOÇÃO DO LACTATO É MAIS RÁPIDA SE FOR REALIZADO UM EXERCÍCIO LEVE CONTÍNUO DO QUE EM REPOUSO O EXERCÍCIO LEVE AUMENTA A OXIDAÇÃO DO ÁC. LÁTICO PELO MÚSCULO QUE ESTÁ TRABALHANDO.

Powers. 2005 .

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Glicólise acelerada Recrutamento de fibras de contração rápida Taxa de remoção de lactato reduzida Oxigênio muscular baixo LIMIAR DE LACTATO .

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talvez. o ponto de aumento exponencial do ácido lático durante o exercício graduado tem importantes implicações na predição do rendimento esportivo e. Powers. 2005 .` Independentemente de um mecanismo fisiológico que explique o LL. no planejamento de programas de treinamentos de atletas de resistência.

‡ Encontrado através de coleta do sangue ‡ Método direto VO2 máx. ‡ Determinado indiretamente durante o protocolo ‡ Valores correspondentes ao LL. LL FC .

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