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CHAGAS HAI

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MS 10310030076

Imuno-HAI

CHAGAS
Kit para determinação qualitativa e semi-quantitativa de anticorpos anti-Trypanosoma cruzi no soro humano por hemaglutinação indireta.
CÓD. 34096-H: 96 determinações CÓD. 34192-H: 192 determinações CÓD. 34380-H: 380 determinações

WAMA Diagnóstica
Rua Aldo Germano Klein, 100 - CEAT CEP 13560-971 - São Carlos - SP Fone (16) 3377.9977 / Fax (16) 3377.9970 www.wamadiagnostica.com.br

degeneração das células ganglionares do sistema nervoso central e periférico. tais como esôfago e cólon. as informações prestadas pelo laboratório clínico tornam-se decisivas no diagnóstico . o Trypanosoma cruzi. Na fase intermediária ou latente não há sintomas. causada por um protozoário. Imunologicamente. o triatomíneo. A multiplicação intracelular dos parasitas nos músculos lisos e estriados e células do sistema retículo endotelial acarreta a formação de pseudocistos. Como a minoria dos indivíduos com sorologia positiva para T. hipertrofia e dilatação de certos órgãos. linfoadenopatia. cruzi desenvolve evidências clínicas da doença crônica. ela se tornou um dos maiores problemas de saúde pública em toda a América Latina.IMPORTÂNCIA CLÍNICA A doença de Chagas ou Tripanossomiase Americana é uma infecção endêmica. hepatoesplenomegalia e parasitemia. 3 estágios podem ser considerados: agudo. Na fase aguda. miocardiopatia. verificam-se febre. constituindo os mega. Pelos altos índices de prevalência e morbidade. e transmitida ao homem por um inseto. latente ou indeterminado e crônico. A doença pode evoluir para a fase crônica com sinais de miocardiopatia. de evolução essencialmente crônica.

precipitação. Placa de microtitulação descartável com fundo em . as reações de imunofluorescência indireta (IFI) e os imunoenzimáticos (ELISA).4ml) 2. sensibilizados com componentes antigênicos do Trypanosoma cruzi altamente purificados. hemaglutinação e imunoenzimático. os mais utilizados são as reações de hemaglutinação indireta (HAI). Soro controle positivo (1ml) 5. mostram aglutinação quando reagem com anticorpos contra esses antígenos presentes no soro do paciente.etiológico. imunofluorescência. PRINCÍPIO DO MÉTODO Eritrócitos de aves estabilizados. Solução diluente (1 x 40ml) 3. 2-Mercaptoetanol (0. Destes. 34096-H (96 testes qualitativos) 1. aglutinação. Vários são os métodos utilizados para o diagnóstico da doença de Chagas: reação de fixação de complemento. Suspensão de hemácias sensibilizadas com componentes do Trypanosoma cruzi (1 x 2. Soro controle negativo (1ml) 6. APRESENTAÇÃO DO KIT CÓD.5ml) 4.

Solução diluente (1 x 60ml) 3. 34192-H (192 testes qualitativos) 1. Soro controle positivo (1ml) 5. Suspensão de hemácias sensibilizadas com componentes do Trypanosoma cruzi (2 x 4. Soro controle negativo (1ml) 6.8ml) 2. Soro controle negativo (1ml) 6. Placa de microtitulação descartável com fundo em “V” (2 x 96 cavidades) 7. MAS NÃO FORNECIDO • Tubos de ensaio 13 x 75 mm para diluição e titulação • Pipetas sorológicas .8ml) 2. Placa de microtitulação descartável com fundo em “V” (4 x 96 cavidades) 7. 2-Mercaptoetanol (1ml) 4. Instruções para uso CÓD. 34380-H (380 testes qualitativos) 1. 2-Mercaptoetanol (1ml) 4. Instruções para uso CÓD. Instruções para uso MATERIAL NECESSÁRIO. Suspensão de hemácias sensibilizadas com componentes do Trypanosoma cruzi (1 x 4. Solução diluente (2 x 60ml) 3. Soro controle positivo (1ml) 5.“V” (1 x 96 cavidades) 7.

• Estante para tubos e rack de ponteiras • Recipiente para descarte de material. Estável até a data do vencimento se conservada entre 2-8ºC. deixar em temperatura ambiente. No momento do uso. PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DOS REAGENTES • SUSPENSÃO DE HEMÁCIAS SENSIBILIZADAS (1): pronta para uso. Homogeneizar bem antes do uso. Estável até a data do vencimento se conservada entre 2-8ºC . Esta solução diluente com 2-mercaptoetanol é usada para diluir as amostras do soro. Estável até a data do vencimento se conservada entre 2-8ºC • SORO CONTROLE NEGATIVO (4): pronto para uso. • SORO CONTROLE POSITIVO (3): pronto para uso. • SOLUÇÃO DILUENTE (2): conservar entre 2-8ºC. Não congelar . mas nunca por agitação. O uso do 2mercaptoetanol tem como objetivo a retirada de anticorpos interferentes. Antes de ser usada. pois esta pode acarretar hemólise e/ou autoaglutinação. sempre com movimentos circulares do frasco entre as mãos e por inversão do frasco. acrescentar 70µl de 2mercaptoetanol para cada 10ml da solução diluente.

AMOSTRAS Usar soros de pacientes em jejum. incluindo sempre os controles positivo e negativo. PROCEDIMENTO A. frescos ou conservados a -20ºC. Usar 1 cavidade de placa por amostra.31ml da solução diluente com 2-mercaptoetanol. 2. Pipetar 25µl do soro controle positivo.. Os soros envelhecidos tendem a gelificar em contato com 2mercaptoetanol. Agitar a placa por vibração mecânica (agitador de . provocando resultados falsopositivos. Recomenda-se o uso de soro inativado (não obrigatório). negativo e da diluição 1/32 de cada amostra nas respectivas cavidades da placa. A5. 6. A4. Recomenda-se diluir em um tubo de ensaio 10µl da amostra + 0.. Evitar o congelamento e descongelamento repetidos do soro. A2 controle negativo e A3. Colocar a placa sobre um pano úmido para neutralizar as forças eletrostáticas. Utilizar diluição 1/32 da amostra com a solução diluente com 2-mercaptoetanol (2). Sugere-se: A1 controle positivo. 5. 3. 4. Adicionar 25µl da suspensão homogênea de hemácias (1) em cada cavidade. soros a serem testados. Teste qualitativo 1.

em local livre de vibrações (IMPORTANTE). Transferir 25µl da diluição do soro 1/32 para a primeira (A1) e segunda (A2) cavidades. LEITURA Reação Negativa : quando as hemácias se depositam no fundo da cavidade formando um botão. Deixar em repouso por 1 a 2 horas em temperatura ambiente. Pipetar 25µl da solução diluente com 2mercaptoetanol (2). Partir de uma diluição do soro de 1/32 conforme item 3 do teste qualitativo. até a diluição que se pretende estudar. 8. 7.placas) ou batendo. Homogeneizar bem o soro com o diluente na segunda . pipetar 25µl do diluente nas cavidades A2. Reação Positiva: quando as hemácias se depositam no fundo da cavidade como um tapete. 2. às vezes com bordas irregulares. 3. A4 e A5. Ex. a partir da segunda cavidade da placa. nas bordas da placa por 3 a 4 minutos.: se pretender diluir o soro até 1/512. 1. com os dedos. A3. Fazer leitura. Não pipetar na A1. Teste quantitativo Os soros que mostram reação positiva no teste qualitativo devem ser titulados. B.

5. 7. Títulos iguais ou maiores que 1/32: REAGENTES. A WAMA produz o kit Imuno-Con CHAGAS. Pipetar 25µl da suspensão homogênea de hemácias (1) em todas as cavidades. Agitar a placa por vibração mecânica (agitador de placas) ou batendo.cavidade (diluição 1/64) e transferir 25µl para a terceira cavidade (diluição 1/128) e assim sucessivamente. INTERPRETAÇÃO Títulos menores do que 1/32: NÃO REAGENTES. buscando uma maior sensibilidade e possibilidade de confronto de resultados. . 6. desprezando 25µl no final. em local livre de vibrações (IMPORTANTE). NOTA: Para uma maior segurança na pesquisa de anticorpos anti-T. por imunofluorescência e o Imuno-ELISA CHAGAS. 4. O ponto final é quando o tapete de hemácias cobre 50% do fundo da cavidade. TÍTULO DA AMOSTRA: Maior diluição que mostra uma reação positiva. com os dedos. por enzimaimunoensaio. Deixar em repouso por 1 a 2 horas em temperatura ambiente. Fazer leitura. nas bordas da placa por 3 a 4 minutos. cruzi é recomendável a associação de mais de um tipo de teste.

recomenda-se tratar os soros controles humanos como materiais potencialmente infecciosos. 4. Não congelar os reagentes. 3. USAR EXCLUSIVAMENTE A PLACA DO KIT.1% como conservante. porém. 7. estas não devem sofrer vibrações. Não utilizar reagentes de lotes diferentes. como nenhum método diagnóstico oferece completa segurança da ausência destes e de outros agentes infecciosos. Os títulos de anticorpos nas reações de hemaglutinação não costumam apresentar relação com a extensão das lesões ou gravidade clínica. além de tóxica quando ingerida. que não deve ser reutilizada. 8. 9. pois prejudica a qualidade da leitura. 6. Ao deixar as placas em repouso. O frasco de hemácias deve ser armazenado em posição vertical correta para evitar auto-aglutinação irreversível. com resultados negativos para anticorpos anti-HIV. o descarte dos reagentes deve ser acompanhado de .PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS 1. antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg) e antiHCV. 5. Pode ocorrer reação cruzada com Leishmaniose visceral e tegumentar. Todos os materiais humanos usados na preparação dos controles foram testados. 2. Como se emprega azida sódica a 0.

podendo formar sais altamente explosivos. 10.grandes volumes de água para evitar o acúmulo de resíduos de azida nos encanamentos. . Seguir as Boas Práticas de Laboratório (BPLs) na conservação. manuseio e descarte dos materiais.

3.B.. 31: 261-266. Oddo.M.. S.P.: The adsorption of proteins on erythrocytes treated with tannic acid and subsequent hemagglutination by antiprotein sera. PAHO Bull.L. Boné. D. 1993.R. et al. et al. a practical test for routine serologic diagnosis of American trypanosomiasis. Dias.E.: Diagnóstico sorológico da doença de Chagas. (eds).. Guanabara Koogan: 114-149. S. A. J. Stavitsky. 5. In: Dias. 20(2): 170-178. 9. manuseio e conservação deste produto. G.V. Gen. A. 1967. Diagnóstico laboratorial das principais doenças infecciosas e autoimunes. M.A. Trop. Exp. Camargo. In: Ferreira. 4.: Hemagglutination test for Chagas' disease with chromium chloride.H.W. Hoshino. Ávila. Luquetti. J. G. Med.: Doença de Chagas. 6.: Stearic acid. J.. Pathol. J. . J.C. S. Ferreira. Camargo. sensitized cells. S.. 2. Inst. 1999. 1986.P. Bing. V EDIÇÃO: 12/2004 TERMO DE GARANTIA A WAMA Diagnóstica garante a troca deste conjunto diagnóstico. G. A.L.BIBLIOGRAFIA 1.: Acute Chagas' disease (trypanosomiasis americana) in acquired immunodeficiency syndrome. e Cimerman.. Rio de Janeiro: Fiocruz: 99-114.: Hemagglutination with preserved. B. A. Med. Soc. Hoshino-Shimizu. Um manual para o clínico geral. 1992. 10. 124: 11661170. S. Siqueira....C. Trop.M. M. S. e Ávila.E. Castro. 1951. Rev. (eds). Parent. 13(1): 45-50. 1973. Paulo.G. Rev. Bio. Microbiol. 8. 23: 41-44. 93: 107-120. Exp. Inst.: Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 15(2): 81-85. Clínica terapêutica da doença de Chagas. 1997. Atheneu: 81-111.M. J. O. et al. S. 1996. D. desde que o mesmo esteja dentro do prazo de validade e que seja comprovado por sua assessoria técnica que não houve falhas na execução.. Weyand.: Hemagglutination with aldehyde-fixed erythrocytes for assay of antigens and antibodies.: A control chart method for evaluating hemagglutination reagent used in Chagas' disease diagnosis. e Coura.V. Hum. J.: Doença de Chagas. Proc.R. 1971.. A WAMA e seus distribuidores não se responsabilizam por falhas no desempenho do kit sob essas condições.M. formalin-treated erythrocytes. Paulo. S. Med. an essential growth factor for Trypanosoma cruzi. In: Cimerman. sensitized with Trypanosoma cruzi extracts..W. 7. Boyden..

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