Prof.

Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 1
Teoria da
Administração I
FUNDAÇÀO CANNON DE ENS!NO
Faculdade de Ciências Cerenciais
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 2
A escoIa cIássica da administração
4.2.1. Taylor e a administração científica
4.2.2. Ford e a linha de montagem
4.2.3. O processo administrativo e as funções gerenciais segundo Fayol
4.2.4. Max Weber e a teoria das organizações
Sumario
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 3
":aI a ênfase da administração científica?
TayIor e a administração científica
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 4
Origens da administracao cientifica
rescimento das empresas industriais exigiu novos métodos de
administração
Ìnício do século XX - grande avanço para a administração.
Frederick Winslow Taylor (1856-1915) era americano e foi a figura
central desse movimento
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 5
#rimeira fase da administracao
cientifica
taque ao "Problema dos Salários¨.
Estudo Sistemático do Tempo.
Definição de Tempos Padrão.
Sistema de dministração de Tarefas.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 6
Segunda fase da administracao
cientifica
mpliação de Escopo, da Tarefa para a dministração.
Definição de Princípios de dministração do Trabalho.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 7
#rincipios da administracao cientifica
Seleção e treinamento de pessoal.
Salários altos e custos baixos de produção
Ìdentificação da melhor maneira de executar as tarefas
ooperação entre administração e trabalhadores.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 8
'erceira fase da administracao cientifica
onsolidação dos Princípios.
Proposição de Divisão de utoridade e Responsabilidades dentro da empresa.
Distinção entre Técnicas e Princípios.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 9
TayIor
Princípios da administração científica
Frank e LiIian GiIbreth
Estudo de movimentos e da fadiga
Psicologia aplicada
Henry Gantt
Gráfico de Gantt
Treinamento profissionalizante
H:o M:nsterber
Psicologia industrial
#rincipais integrantes do movimento da
administracao cientifica
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 10
umentar a eficiência provocaria o desemprego
administração científica nada mais era do que uma técnica para o operário trabalhar mais
e ganhar menos
Criticas a administracao cientifica
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 11
A G:erra de 1911918 novos padrões de eficiência da operação militar aplicados em
larga escala pelos americanos
Anos 50 aponeses retomam os princípios de Taylor para renovação da sua indústria e
criação do ,03 (melhoria contínua)
Expansao do movimento da
administracao cientifica
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 12
q:e é prod:ção em massa?
Ford e os princípios da prod:ção em massa
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 13
Henry Ford (186319
mericano
Responsável direto pela expansão da produção em massa
e a consequente "popularização¨ dos automóveis.
A producao em massa e a linha de
montagem de Ford
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 14
produção em massa é a fabricação de produtos não diferenciados em grande quantidade,
cuos princípios são:
Os principios da producao em massa
!eças padronizadas
W Máquinas Especializadas
W Sistema Universal de Fabricação e
alibragem
W ontrole da Qualidade
W Simplificação das Peças
W Simplificação do Processo Produtivo
TrabaIhador especiaIizado
W Uma Única Tarefa ou Pequeno Número de
Tarefas
W Posição fixa dentro de uma Sequencia de
Tarefas
W O Trabalho vem até o Trabalhador
W s Peças e Máquinas ficam no Posto de
Trabalho
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 15
Foi adotada em 1914 pela Ford para montagem do chassis Ford T
onsequências:
- redução no ciclo de produção de 12 horas e 28 minutos para 1 hora e 33 minutos
- diminuição dos estoques e necessidade de menos investimentos
- maior competitividade em função dos menores preços praticados
A linha de montagem móvel
inha de montagem móvel Tempos Modernos
harlie haplin
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Dia de trabalho de 8 horas (1914)
Duplicação do valor do salário para 5 dólares/dia
Técnicas de Ford foram copiadas por outras empresas
!novacoes de Ford
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":ais as f:nções administrativas?
processo administrativo e as f:nções
erenciais se:ndo FayoI
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 18
Henry FayoI (181195
Francês
Defendia princípios semelhantes aos de Taylor na Europa
Ênfase na estrutura organizacional
Sua obra foi reconhecida somente em 1949 quando publicada nos EU
Fayol e a escola do processo de
administracao
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 19
Funcoes da empresa segundo Fayol
mpresa mpresa
F:nção
ComerciaI
F:nção
ComerciaI
F:nção
Financeira
F:nção
Financeira
F:nção de
Se:rança
F:nção de
Se:rança
F:nção de
ContabiIidade
F:nção de
ContabiIidade
F:nção
Técnica
F:nção
Técnica
F:nção de
Administração
F:nção de
Administração
!Ianejamento
ranização
Comando
Coordenação
ControIe
!ara !ara FayoI FayoI, a f:nção , a f:nção
administrativa era a mais administrativa era a mais
importante de todas importante de todas
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Funcoes da empresa segundo Fayol
!rocesso Sinificado
!Ianejamento
Decisões sobre obetivos e recursos necessários para realizá-
los. (plano de ação a médio e longo prazo)
ranização
Decisões sobre a divisão de autoridade, responsabilidades e
recursos para realizar tarefas e obetivos. (estrutura humana e
material)
Comando
Decisões de execução de planos. Direção, coordenação e
autogestão são estratégias de execução.
Coordenação
igar, unir, harmonizar todos os atos e esforços coletivos, tendo
em vista os obetivos da organização.
ControIe Decisões para assegurar a realização dos obetivos.
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O papel dos gerentes
Segundo Fayol, o papel dos gerentes consiste em tomar decisões, estabelecer metas,
definir diretrizes e atribuir responsabilidades aos integrantes da organização.
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Drucker e a administracao por objetivos
Peter Peter Drucker Drucker
" prática da dministração de Empresas¨ (1955)
Difundiu-se como um processo participativo de estabelecimento de
obetivos e avaliação de desempenho de pessoas.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 23
Drucker e a administracao por objetivos
Desenvolvida por lfred Sloan na General Motors na década de 20, com base nas práticas
administrativas criadas na Du Pont.
Administração por bjetivos
Divisões
(Unidades de Negócios)
Divisões
(Unidades de Negócios) ModeIo de administração de
SIoan para a GeneraI Motors
dministração
Superior
dministração
Superior
Funções entrais de Finanças,
Marketing, etc.
Funções entrais de Finanças,
Marketing, etc.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 24
#rocesso de #lanejamento
ados de
ntrada
ados de
ntrada
!rocesso de
!Ianejamento
!rocesso de
!Ianejamento
Iaboração de
!Ianos
Iaboração de
!Ianos
WÌnformações
WModelos e técnicas de
planeamento
Wmeaças e
oportunidades
WProeções
WDecisões que afetam o
futuro
WEtc.
WÌnformações
WModelos e técnicas de
planeamento
Wmeaças e
oportunidades
WProeções
WDecisões que afetam o
futuro
WEtc.
Wnálise e interpretação
dos dados de entrada
Wriação e análise de
alternativas
WDecisões
Wnálise e interpretação
dos dados de entrada
Wriação e análise de
alternativas
WDecisões
WObetivos
WRecursos
WMeios de controle
WObetivos
WRecursos
WMeios de controle
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 25
'rês componentes de um plano
bjetivos bjetivos
Meios de
ControIe
Meios de
ControIe
!Iano XYZ
forma e o conteúdo dos planos variam de
uma organização para outra.
!Iano XYZ
forma e o conteúdo dos planos variam de
uma organização para outra.
Rec:rsos Rec:rsos
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 26
Classificacao dos planos segundo sua
permanência
!Ianos !ermanentes
W Políticas
W Procedimentos
W Missão e outros obetivos
permanentes
!Ianos Temporários
W ronogramas
W alendários
W Orçamentos
W Proetos
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Cronograma (Crafico de Cantt neste
caso) é um tipo de plano operacional
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 28
Orcamento é um tipo de plano
operacional
20.105.000,00 6.427.000,00 8.693.000,00 4.985.000,00 Total
75.000,00 25.000,00 25.000,00 25.000,00 Diversos
1.688.000,00 327.000,00 686.000,00 675.000,00 Material de consumo
1.807.000,00 982.000,00 825.000,00 Equipamentos
9.425.000,00 2.825.000,00 4.400.000,00 2.200.000,00 Serviços de terceiros
7.110.000,00 3.250.000,00 2.600.000,00 1.260.000,00 Mão de obra
TotaI 006 005 00 Itens de C:sto
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Exemplo de grafico de controle, que compara
custos previstos com realizados
an Fev Mar Abr Maio
00
300
00
100
!revisão
(orçamento
espesas
reaIizadas
VaIores
ac:m:Iados
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#rocesso de organizacao
ados de
ntrada
ados de
ntrada
!rocesso de
ranização
!rocesso de
ranização
str:t:ra
ranizacionaI
str:t:ra
ranizacionaI
W Planos
W Recursos
W Modelos e técnicas de
organização
W ondicionantes da
estrutura organizacional
(Recursos humanos,
ambiente, estratégia,
tecnologia)
W Planos
W Recursos
W Modelos e técnicas de
organização
W ondicionantes da
estrutura organizacional
(Recursos humanos,
ambiente, estratégia,
tecnologia)
W nálise e interpretação
dos dados de entrada
W riação e análise de
alternativas
W Escolha da estrutura
organizacional
W nálise e interpretação
dos dados de entrada
W riação e análise de
alternativas
W Escolha da estrutura
organizacional
W Divisão do trabalho
W utoridade e
hierarquia
W Sistema de
comunicação
W Divisão do trabalho
W utoridade e
hierarquia
W Sistema de
comunicação
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Departamentalizacao é a forma de dividir as
tarefas entre os departamentos
A
:
t
o
r
i
d
a
d
e

e

h
i
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q
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i
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c
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a

d
e

c
o
m
a
n
d
o

ranorama
e se: sinificado
&nidades de trabaIho (caros e departamentos
ivisão horizontaI de trabaIho
Linhas de
Com:nicação
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 32
'ipos de autoridade formal
Assessoria
:rídica
Assessoria
:rídica
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
":aIidade ":aIidade !rod:ção !rod:ção
Assessoria e
com:nicação
Assessoria e
com:nicação
Fábrica Fábrica
iretoria
GeraI
Assessoria
A:toridade
de Iinha
A:toridade
f:ncionaI
A:toridade
f:ncionaI
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 33
Organograma com o modelo funcional de
departamentalizacao
Administração GeraI
Vendas Vendas
!romoção !romoção
!esq:isa !esq:isa
Assistência
técnica
Assistência
técnica
Marketin Marketin
!rod:ção !rod:ção
Man:tenção Man:tenção
nenharia nenharia
&tiIidades &tiIidades
Ind:striaI Ind:striaI
!essoaI !essoaI
Serviços
erais
Serviços
erais
Se:rança Se:rança
Benefícios Benefícios
Rec:rsos
H:manos
Rec:rsos
H:manos
Administração
Financeira
Administração
Financeira
Crédito Crédito
Teso:raria Teso:raria
ContabiIidade ContabiIidade
Finanças Finanças Loística Loística
Armazéns Armazéns
istrib:ição istrib:ição
Compras Compras
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 34
Um organograma com o modelo geografico de
departamentalizacao
Administração GeraI
! !
Finanças Finanças
Marketin Marketin
LeaI LeaI
Serviços
Centrais
Serviços
Centrais
!rod:ção !rod:ção
Finanças Finanças
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
:ropa :ropa
Marketin Marketin
!rod:ção !rod:ção
Finanças Finanças
América
Latina
América
Latina
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
Marketin Marketin
!rod:ção !rod:ção
Finanças Finanças
América do
Norte
América do
Norte
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
Marketin Marketin
sia sia
!rod:ção !rod:ção
Finanças Finanças
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
Marketin Marketin
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 35
Organograma departamentalizado por produto de
uma empresa fabricante de grandes equipamentos.
q:ipamentos de
eração de eneria
q:ipamentos de
eração de eneria
Sistemas e
eq:ipamentos
de transportes
Sistemas e
eq:ipamentos
de transportes
q:ipamentos
para iI:minação
q:ipamentos
para iI:minação
iretoria iretoria
Setores
Centrais
Setores
Centrais
Finanças Finanças
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
ReIações
corporativas
ReIações
corporativas
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 36
Organograma departamentalizado por cliente
de uma agência de propaganda
Administração
GeraI
Finanças Finanças
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
Serviços
erais
Serviços
erais
Serviços Centrais Serviços Centrais Criação e prod:ção Criação e prod:ção
mpresa X mpresa X
Banco W Banco W
Lojas Y Lojas Y
!oIítico Z !oIítico Z
Atendimentos Atendimentos
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 37
Estrutura organizacional de uma empresa de
consultoria, com dois projetos
Sistemas de
Ìnformação
onsultoria uditoria
Sistemas de
Ìnformação
onsultoria uditoria
q:ipe do projeto A
q:ipe do projeto B
!essoas
!essoas !essoas
Gerente do
proeto
Gerente do
proeto B
Finanças Finanças
Rec:rsos
h:manos
Rec:rsos
h:manos
Serviços
erais
Serviços
erais
ec:tivo
!rincipaI
ec:tivo
!rincipaI
Coordenação
centraI de projetos
Coordenação
centraI de projetos
Sistemas de
informação
Sistemas de
informação
Cons:Itoria Cons:Itoria
A:ditoria A:ditoria
Serviços
erais
Serviços
erais
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 38
#rocesso de execucao
!Ianejamento e
oranização
!rocesso de
eec:ção
Res:Itados
W quisição
mobilização de
recursos
W Realização de
atividades
W tividades
realizadas
W Fornecimento de
produtos, serviços e
ideias
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 39
Autogestao e outras formas de administracao participativa
sao estratégias para o processo de execucao
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 40
O processo de controle é o complemento dos processos de
planejamento e execucao
ados de
ntrada
W Ìnformações
sobre obetivos
W Ìnformações
sobre resultados
ados de
ntrada
W Ìnformações
sobre obetivos
W Ìnformações
sobre resultados
!rocesso de
ControIe
W omparação de
resultados com
obetivos
W Decisão
!rocesso de
ControIe
W omparação de
resultados com
obetivos
W Decisão
Ação
Corretiva o:
de reforço
Ação
Corretiva o:
de reforço
!rocesso de
ec:ção
Res:Itados
!rocesso de
ec:ção
Res:Itados
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 41
Ma Weber e a teoria das Ma Weber e a teoria das
oranizações oranizações
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 42
q:e é b:rocracia?
Ma Weber e a teoria das oranizações
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 43
Ma Weber (186190
lemão
Segundo Weber, as organizações formais modernas
baseiam-se em leis, que as pessoas aceitam por
acreditarem que são racionais.
Nax Weber e a teoria das organizacoes
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 44
#rincipais contribuicoes ao estudo das
organizacoes
Modelos mecanicista e orgânico de organização Burns e Stalker
Disfunções organizacionais
harles Perrow, Robert K.
Merton e William Roth
Tipologia das organizações com base nos tipos
de beneficiários
Blau e Scott
Tipologia das organizações com base nos tipos
de poder
mitai Etzioni
Tipo ideal de burocracia Max Weber
!rincipais idéias A:tor
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 45
#rincipais caracteristicas do tipo ideal
de burocracia, segundo Weber
s burocracias são formadas por funcionários. omo fruto
de sua participação, os funcionários obtêm os meios para
sua subsistência. s burocracias operam como sistemas
de subsistência para os funcionários.
!rofissionaIismo
s pessoas são ocupantes de cargos ou posições
formais. lguns dos cargos são de figuras de autoridade.
obediência é devida aos cargos, não aos ocupantes,
todas as pessoas seguem a lei.
ImpessoaIidade
s burocracias são essencialmente sistemas de normas.
figura da autoridade é definida pela lei, que tem como
obetivo a racionalidade da coerência entre meios e fins.
FormaIidade
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 46
'ipologia de poder, obediência e
organizacao, segundo Etzioni
Normativa obetivo é
realizar missão ou
tarefa em que os
participantes acreditam.
MoraI disciplina interior.
!oder Normativo:
baseia-se em crenças
&tiIitária obetivo é
obter resultados por
meio de barganha com
os funcionários.
CaIc:Iista obediência
interesseira.
!oder Manip:Iativo:
baseia-se em
recompensas
Coercitiva obetivo é
controlar o
comportamento.
AIienatório obediência
mecânica.
!oder Coercitivo:
baseia-se em punições
Tipo de ranização
Tipo de Contrato
!sicoIóico
Tipo de !oder
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 47
'ipos puros de poder e estrutura dupla
de obediência
Empresas que
Emprega presidiários
Organizações
sindicais
Organizações de
combate
!oder coercitivo
!oder :tiIitário !oder normativo
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 48
Classificacao das organizacoes, segundo
o tipo de beneficiario
Organizações do Estado e do governo. Sociedade em geral
Hospitais, agências sociais, universidades. lientes
Empresas de forma geral. Os proprietários ou dirigentes
lubes, associações, cooperativas. Os próprios membros da organização
empIo Beneficiário
Modelo de Peter Blau e Richard Scott
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 49
#anorama das disfuncoes organizacionais,
segundo diferentes autores
Multiplicidade de regras e exigências para a obtenção de
determinado serviço. Ex.: firma reconhecida.
Excesso de regras
Defender interesses pessoais dentro da organização. Ex.:
contratar parentes, fazer negócios com empresas da família.
Satisfação de
interesses pessoais
Defender dentro da organização os interesses de grupos
extremos, por motivos de convicção, amizade ou interesse
material. Ex.: fazer "panelinhas¨ com colegas da mesma
escola.
Particularismo
Características isf:nção
Burocracias são sistemas de cargos limitados, que colocam
pessoas em situações alienantes. Ex.: argos de escritório,
montadores de peças.
Mecanicismo
hierarquia divide responsabilidades e atravanca o processo
decisório. Realça vaidades e estimula disputa pelo poder. Ex.:
hierarquia das grandes empresas e das corporações militares.
Hierarquia e
Ìndividualismo
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 50
Nodelos de organizacao:
'ipos mecanicista e organico
Tipos ideal de
Weber, burocracias,
sistemas mecanicistas
de Burns e Stalker, sistema
1 de ikert.
Tipos ideal de
Weber, burocracias,
sistemas mecanicistas
de Burns e Stalker, sistema
1 de ikert.
Dependentes
De Regras
Dependentes
De Regras
ModeIos de
ranização
ModeIos de
ranização
Dependentes
de Pessoas
Dependentes
de Pessoas
Pós-burocracias,
dhocracias,
modelo orgânico de Burns
e Stalker,
sistema 4 de ikert.
Pós-burocracias,
dhocracias,
modelo orgânico de Burns
e Stalker,
sistema 4 de ikert.
Organizações
hierarquizadas, burocráticas,
especializadas e adequadas
a condições ambientais
estáveis.
Organizações
hierarquizadas, burocráticas,
especializadas e adequadas
a condições ambientais
estáveis.
Organizações flexíveis, com
redefinição contínua de tarefas
e organogramas de pouca
utilidade, adequadas a
condições ambientais
dinâmicas.
Organizações flexíveis, com
redefinição contínua de tarefas
e organogramas de pouca
utilidade, adequadas a
condições ambientais
dinâmicas.
Prof. Antonio Marcos Montai Messias | Teoria da Administraçao I | 1° Termo 51
HÌ'ENTO, Ìdalberto. Teoria Geral da dministração: abordagens prescritivas e
normativas da administração. São Paulo: Makron Books, 1998.
MXÌMÌNO, ntonio ésar maru. Teoria Geral da dministração. São Paulo:
tlas, 2007.
ibliografia basica

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