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Artigo Referente a Documentos Escolares e Suas Leis

Artigo Referente a Documentos Escolares e Suas Leis

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“A escrituração escolar deverá permitir a qualquer tempo a verificação da identidade e trajetória escolar de cada aluno ”.

Elaborado por: Supervisores responsáveis: Nemry Abdala Stanco Sandra Seccato Machia Meira Adauto Galvão da Rocha

Colaboração: Grupo de Supervisão da DERSV

ROTINAS ADMINISTRATIVAS

PRONTUÁRIO OU PASTA INDIVIDUAL DO ALUNO

PRONTUÁRIO OU PASTA INDIVIDUAL DO ALUNO
DOCUMENTOS FINALIDADE CONTEÚDO OBSERVAÇÕES

Fotocópia da certidão de nascimento.

Identificação do aluno.

Dados para identificação completa do aluno.

Identificação do aluno. Para Dados para Documentos R.G. ou R.N.E. seleção de identificação necessários concluintes do completa do para E.F. e E.M, no aluno. identificação sistema GDAE. Certidão de Identificar Identificar todas completa do casamento e/ou ocorrências as situações averbação para pessoais durante ocorridas durante aluno alunos que o percurso a vida escolar. casaram, escolar do aluno. divorciaram, etc. Auxiliar a escola na localização do Comprovante aluno e de residência verificação da Comprovação do atualizado proximidade ou local onde reside (conta de água, não da residência o aluno. luz, telefone). para fins de matrícula, classificação, transferência, etc. Verificar se a Registro das Carteira de criança tem os vacinas vacinação cuidados aplicadas. necessários. Identificar o aluno como pessoa, a quem Instrumento para 01 para a ficha Fotos 3X4 os documentos identificação individual, outra se referem e fixá- completa do para o boletim las em alguns aluno. (quando utilizado) documentos e uma para o R.A. escolares (ficha indiv., RG escolar, Boletim escolar, etc). Controle da entrada do aluno na escola; identificação do aluno; Para matrícula; Concentração residência; classificação; dos dados procedên-

Ficha cadastral. reclassificação do pessoais e de aluno no quadro procedência discente da escolar do aluno. escola.

Boletim escolar (quando utilizado pela escola).

Comunicação periódica do desempenho escolar, ao próprio aluno e aos seus responsáveis.

cia; matrícula; classificação; adaptação; estágio; dispensa da prática de Ed. Física e/ou opção ou não pelas aulas de Ensino Religioso; documentos péssoais; transferências; etc. Dados bimestrais Poderá ser referentes aos utilizado como resultados do Ficha Individual rendimento do aluno, quando escolar e à hou-ver freqüência do necessidade de aluno. ex-pedir esse documento.

Registro dos progressos e das dificuldades de aprendizagem apresentadas Identificação do pelos alunos ao aluno e longo do ano informações sobre Ficha Individual letivo, com seu desempenho de Avaliação recomendações escolar, Periódica. aos alunos, aos dificuldades, pais e com recomendações e providências a providências. serem tomadas pelos professores e/ou pela escola, visando ao acompanhamento mais eficaz do desempenho global do aluno. Fornecer Identificação do informações aluno; curso, Ficha Individual sobre a vida dados sobre o do aluno. escolar do aluno desempenho e ano a ano, no que freqüência,

Identificação. A ficha torna-se muito importante na seleção de alunos que deverão ser submetidos ao processo de recuperação paralela. (Sugestão inicial consta na DEL.CEE 11/96).

de Ed.044/69 e/ou deferimento ou Exercícios pela Lei 6.se refere ao seu avaliações. de responsável legal guarda ou tutela. informação formalizado para amparados pelo Dec. indivíduo no competência percurso escolar. Física. Identificar alunos. Ficha de acompanhamen to no Centro de Estudos de Línguas – CEL.202/75 indeferimento e . guarda ou tutela pelo aluno. Requerer o regime de Requerimento do exercícios aluno. Dados da escola. do aluno. para constar no histórico escolar. Competência ou habilidades e dados pessoais do Atestado de atitudes aluno e Escolaridade adquiridos pelo certificação da anterior. Concessão. desempenho. que não anexados(quan dispensa da necessitam do freqüência às freqüentar aulas necessários). avaliação e resultado final. atestado Expediente domiciliares. resultado final.. no trabalho e/ou experiência de vida. Comprovação do domínio de Certificado de conhecimentos. quando médico. pela Informar a escola autoridade sobre quem é o Dados sobre a judiciária. aluno no CEL. data e assinatura. Dados do aluno. com requerer Regime de Lei 1. indeferimen-to do(a) Diretor(a). adquirida. Fornecer Dados sobre o informações desempenho e sobre freqüência freqüência do e desempenho do aluno. Requerimento amparados por docu-mentos solicitando lei. -mento ou Física.deferi aulas de Ed.do(a) Diretor(a). local.

Expediente comprobatório de adaptações. Dados sobre as . a possibilidade de obter outros benefícios decorrentes de sua escolaridade. do prosseguimento de estudos. recuperação paralela. Ficha de acompanhamento do aluno no processo de recuperação paralela. Expediente formalizado para classificação e/ou reclassificação. Registrar ocorrências que não são comuns a todos os alunos e que necessitam de atenção e acompanhamento. (para alunos sem definição pelo comprovação de Conselho de Classe escolaridade anterior) da série de e/ou reclassificação classificação e/ou (quando for ocaso). Registrar a avaliação Requerimento.Domiciliares.uma para o aluno e outra fica no prontuário). Adaptações. DERSV. além informações. com registro em ata. reclassificação.285. e/ou Lei 10. Informações e comprovação dos resultados parciais e/ou finais dos estudos realizados Consultar o SITE da pelo aluno. avaliação e freqüência em componentes que foram objeto de retenção ou promoção parcial. Histórico Escolar (duas vias. encaminhamento à DE. para maiores garantindo-lhe. Cópia da Ata do Conselho de Série/Classe/Termo quando se tratar de aluno: promovido pelo Registrar dados Registrar o desempenho e a Dado sobre freqüência do aluno desempenho e submetido ao freqüência na processo de recuperação paralela. de 30/11/2000. de competências avaliação de para classificação competências. Registrar dados completos da trajetória do aluno em determinado(s) curso(s). progressão parcial de estudos.

com. SÃO VICENTE .htm A Gestão da Documentação Escolar: o caso do Colégio Marcelino Champagnat Claudecir Almeida da Silva Colégio Marcelino Champagnat claudeciralmeida@yahoo. devidamente validado pelo Supervisor de Estágio. facilitando a expedição mais rápida. de 14/02/2005). promovido parcialmente (para escolas que adotam o Regime de Progressão Parcial). o Colégio . CEE 21/01).br RESUMO Trata-se de um relato de experiência referente ao estudo de uso e do tratamento da documentação escolar realizado em uma escola pública de Londrina. Cópia de termo de compromisso firmado entre aluno e a parte concedente do estágio. Casos excepcionais: Avaliação psicológica realizada por profissional devidamente habilitado em casos de alunos portadores de necessidades especiais. Encaminhado para recuperação paralela.2005 http://dersv. diversas situações enfrentadas pelo aluno na sua trajetória escolar. com deliberação sobre penalidade aplicada.sites. Documento comprobatório da realização de estágio requerido para conclusão de curso.com Marcia Aparecida Riedlinger Colégio Marcelino Champagnat marciariedlinger@seed.pr. evitando consulta aos outros documentos. Documentos comprobatórios de trabalho voluntário realizado pelo aluno (Res.Conselho.gov.br/rotinas_prontuario. Documentos comprobatórios da EQUIVALÊNCIA DE ESTUDOS (Del. Calderon Universidade Estadual de Londrina calderon@uel. sobre ocorrências na vida escolar do aluno.uol. Documentos comprobatórios da REGULARIZAÇÃO DA VIDA ESCOLAR DO ALUNO (Portaria Conjunta COGSP/CEI. Documento informativo encaminhado pela autoridade competente em casos de alunos que se encontram em liberdade assistida. incluir: Cópia do termo securitário a favor do aluno estagiário em casos de acidentes pessoais ou de responsabilidade civil por danos contra terceiros. Sanções disciplinares:Ata do Conselho de Escola (quando for o caso). Para escolas que mantém cursos profissionalizantes. ou de Ciclo I ou de CicloII. SE 143/02).br Wilmara R.

Buscou-se estudar a teoria de gestão documental e a partir do conhecimento da realidade daquela instituição. . Além da grande quantidade de documentos existentes. que os documentos que possuam valor para a instituição por razões administrativas ou históricas. Para isso. Sobretudo nas escolas públicas. A pesquisa trouxe dados importantes que podem ser aplicados em outras escolas públicas. existem 126 escolas públicas perfazendo um total de 65. então todo esforço no sentido de se pensar formas de melhorar tal processo e torná. os documentos produzidos por essas escolas “são meios de prova de direito de pessoas ou da administração” e têm o papel informativo de grande valia para administração pública (MEDEIROS. na medida em que o volume de documentos será menor e poupar recursos financeiros e humanos. “exercem múnus público e estão obrigadas a preservarem seus arquivos” (MEDEIROS. propor alternativas que podem contribuir para a melhoria do processo de gestão documental. Para a coleta de dados. com o passar do tempo podem acarretar prejuízos à qualidade do suporte. a escola produz documentos para registrar suas atividades. não está baseada em critérios arquivísticos. portanto. Uma situação bastante corriqueira nas escolas que cria diversos transtornos é a necessidade de localizar e obter informações e/ou documentos. em geral. no entanto.Marcelino Champagnat. As escolas públicas têm um papel indiscutível no contexto social. isso dificulta o acesso e torna o processo de busca e recuperação bastante moroso. o desafio tem sido o de encontrar soluções para tornar o processo de armazenamento e recuperação desses documentos eficiente para administração no processo de tomada de decisão. Dessa forma. o qual permite a reflexão de uma realidade em particular e cujos resultados podem ser projetados. deve ser considerado. 2004). Além disso. a qual deve ser feita com base em critérios que permitam sua preservação.lo mais eficiente. para outras realidades. Sabe-se que a produção documental é intensa e os recursos são escassos. é bastante diferente. Palavras-chaves: Gestão documental. é imprescindível se pensar numa política de gestão de documentos que disponha de mecanismos para acompanhar o documento desde sua criação. pois além do registro das atividades registram também. a sua organização. a memória institucional. a realidade encontrada nas escolas públicas brasileiras. por exemplo. 2004). A escola pública é responsável por guardar e zelar pela documentação gerada. É importante. de limpeza. Comumente encontram-se documentos armazenados em lugares insalubres. utilizou-se o estudo de caso. pode-se melhorar o acesso e a recuperação de informação. totais ou parcialmente. sejam organizados e armazenados de modo que seu tempo de vida seja prolongado e a informação preservada em condições de ser acessada. Para atingir os objetivos da pesquisa. São registros de fatos importantes da vida escolar das pessoas que pertencem a sociedade na qual as escolas estão inseridas. A quantidade dos documentos gerados e recebidos nas escolas é muito expressiva e preservá-los é de extrema importância. conforme determina a Lei 8159 de 08 de janeiro de 1991. misturados aos outros tipos de materiais. utilizou-se o questionário aplicado aos funcionários da escola como forma de subsidiar a elaboração de um diagnóstico situacional. No entanto. indicando aqueles destinados à guarda permanente. provocar o envelhecimento precoce dos documentos e até a perda de informação.027 alunos/ano. como por exemplo. As más condições de armazenamento dos documentos. INTRODUÇÃO Como qualquer outra organização. Gestão de documentos escolares. Arquivos escolares. geralmente. ou seja. Em Londrina.

melhorar o processo de armazenamento e recuperação de informação nesse tipo de instituição. Antes. nascer com um valor histórico como. a carta deixada pelo presidente Getúlio Vargas em meados do século XX. “a organização e o controle dos arquivos de documentos é uma das atividades mais críticas de uma escola e um indicador da qualidade da gestão dos serviços de apoio”. Argentina e Uruguai para formar uma aliança contra o Paraguai no século XIX. mas no conjunto de documentos do qual faz parte. a disciplina de Gestão Documental trouxe conteúdos afetos à organização e preservação de documentos. oferecido pela Escola de Governo. BOJANOSKI. pretende-se aqui apresentar um estudo realizado no Colégio Estadual Marcelino Champagnat em Londrina-Paraná. o documento arquivístico contém informações de natureza administrativa ou técnica e tem como característica marcante a originalidade. 5). especificamente da documentação escolar. Nesse. os documentos “produzidos e/ou acumulados organicamente no decorrer das atividades de uma pessoa. O documento de arquivo segue um ciclo de vida denominado pela teoria arquivística como o Ciclo Vital dos Documentos. assim. cujo objetivo foi analisar a forma atual de organização de seus acervos arquivísticos. 1996. SZVARÇA. pretende-se introduzir alguns conceitos básicos que perpassam as propostas que serão apresentadas ao longo do trabalho. as atividades realizadas são sempre baseadas em critérios empíricos. ou um tratado celebrado pelo Brasil. procurando com isso. Ocorre que as instituições escolares não têm em seu quadro de funcionários pessoas com conhecimentos arquivísticos para trabalhar esse tipo de acervo. p. p. primeiramente. acabam por deixar de lado as questões relacionadas aos seus arquivos. De acordo com esse princípio. Embora alguns documentos possam no seu momento de sua criação. especificamente no Brasil. 81). administrativas ou legais. Por essa razão. 2004). é “um conjunto de documentos que independentemente da natureza ou do suporte. segundo o Guia de Gestão Escolar (PARANÁ. o documento nasce . ainda são incipientes para apresentar uma proposta a este respeito. Os estudos sobre os arquivos escolares. conforme o Dicionário de Terminologia Arquivística. em decorrência das necessidades sociais e legais da sociedade e do próprio desenvolvimento da vida pessoal ou institucional. são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pessoas físicas ou jurídicas. não tem importância em si mesmo. a partir dos quais se vislumbrou a possibilidade de se fazer um estudo de caso. por exemplo. porém. No entanto. família. 2002. em razão da ausência de uma política de gestão documental. públicas ou privadas” (CAMARGO. Entende-se por documentos de arquivo.Ocorre que diante da quantidade e complexidade de suas atividades. instituição pública ou privada” (RONCAGLIO. BELLOTO. no momento do seu suicídio. discutir formas de otimizar a produção documental e principalmente. ou seja. Os documentos são criados uns após os outros. sua produção atende. fizeram com que aceitássemos o desafio de desenvolver este trabalho. de modo que fosse possível propor alternativas para a implantação de uma política de gestão de documentos. Nesse sentido. uma abertura para a discussão desta problemática surgiu no curso de Especialização em Formulação e Gestão de Políticas Públicas. No Paraná. as necessidades burocráticas. A vivência no ambiente escolar e acompanhamento no dia-a-dia das dificuldades encontradas. ARQUIVO E DOCUMENTO DE ARQUIVO Arquivo.

20). p.com a finalidade de registrar uma determinada atividade administrativa. qualquer que seja o suporte da informação ou natureza dos documentos. De acordo com Rousseau e Couture (1998. Nesse. a baixa freqüência de uso justifica uma conservação desses documentos em locais mais distantes do produtor. os documentos são criados com razões específicas da instituição produtora no curso de suas atividades. os documentos de interesses administrativos aguardam os procedimentos de comissões de análise ou triagens que decidirá pela eliminação ou arquivamento. A utilização da Tabela de Temporalidade ocorre tanto no momento da classificação. em base do conhecimento da história”. existe um tempo de vida útil que é determinado pelo valor de uso desse documento. ”servir à administração. sua transferência para o arquivo intermediário ou geral. 2004) . Neste caso. como no momento da avaliação propriamente dita. 2002. Aqui os documentos são indispensáveis para as atividades do dia a dia da administração. de testemunho. (PAES. se postula a necessidade de uma política de gestão de documentos que possa colocar o arquivo numa posição de sistema de informações para subsidiar a administração. todos carecem de procedimentos especializados para que possam cumprir sua função. que o tempo de guarda dos documentos está relacionado ao seu ciclo de vida. Somente após a avaliação dos documentos. O uso tem como base o potencial do documento como testemunho das atividades das quais foram gerados. Nesse manual existem informações sobre a Tabela de Temporalidade de Documentos. A passagem dos documentos pelos diferentes períodos exige um programa de gestão que seja capaz de identificar o valor dos documentos baseando-se no uso que se faz deles e que estabeleça um tratamento particular para cada fase. ARQUIVOS ESCOLARES Por arquivo escolar entende-se “o conjunto de documentos produzidos ou recebidos por escolas públicas ou privadas. Entende-se por Tabela de Temporalidade: o registro esquemático do ciclo de vida dos documentos. a eliminação ou recolhimento para a divisão de Documentação Permanente do arquivo público do estado.” (MEDEIROS. 8). em decorrência do exercício de suas atividades específicas. menciona em seu Manual de Gestão de Documentos do Estado do Paraná. que é um instrumento utilizado no processo de avaliação documental.117) os valores dos documentos são de dois tipos: primário e secundário. Nesse sentido. O Departamento Estadual de Arquivo Público (PARANÁ. Ficam armazenados nos arquivos permanentes por constituírem-se em testemunho privilegiado das atividades de uma organização. os documentos são preservados por razões administrativas. 2007. é que deve ser feita a eliminação. O ciclo de vida do documento é composto por três períodos ou idades. Por valor primário entende-se “como sendo a qualidade de um documento baseado nas utilizações imediatas e administrativas que lhe deram os seus criadores”. Na idade intermediária. Os documentos de caráter permanente são aqueles que devem ser preservados pelo seu valor histórico. Independentemente do tipo de arquivo. legais ou financeiras e pertencem aos ditos arquivos intermediários. determinando os prazos de guarda no arquivo corrente ou setorial. p. Nesse sentido. com o decorrer do tempo. p. O valor secundário é definido pelos autores como “a qualidade do documento baseado nas utilizações não imediatas ou científicas”. Na primeira idade os documentos possuem valor primário e pertencem aos arquivos correntes. Neste caso. observados os prazos de arquivamento. constituindo-se.

refere-se à evolução do número de vagas. precisa. O tipo de informação gerado numa escola é bastante específico. coerência. Essas informações podem se constituir numa ferramenta importante para a definição de políticas educacionais.1993 apud BRAGA. a posse da informação permite ao ser humano um conhecimento do mundo na medida em que o esclarece sobre os acontecimentos importantes que ocorrem a sua volta e fornece subsídios para um agir consciente. Segundo Braga (2000) a quantidade de informação e os dados donde ela provém. O fluxo de informações nas instituições de ensino é grande e necessita de ferramentas tecnológicas apropriadas para geri. há em algumas escolas um esforço no sentido de desenvolver projetos de intervenção e de investigação nos espaços de guarda da memória educativa. p. sendo esse um dado do contexto escolar que merece reflexão. Segundo Menezes. 342) Quanto mais estruturada e articulada estiver a gestão de informação. com qualidade suficiente. É consenso que a informação é uma ferramenta valiosa para tomada de decisão. transmitida para o local certo. objetividade e prioridade. . confiabilidade e credibilidade da fonte. ao histórico de reprovações. 1995). e visível a deterioração dos documentos e as condições inadequadas ou até insalubres a que são submetidos. De acordo com Lüdke e André (1986) as escolas geralmente não se preocupam em salvaguardar seus registros documentais. Daí a necessidade de agilidade na forma de recuperá-la. (REIS. modelar sistemas que atendam a necessidade e tenham um custo compatível para a instituição e que agilize os serviços prestados à população. entre outras.68) as condições dos arquivos escolares são precárias na maioria das vezes. é para a organização um importante recurso que necessita e merece ser gerido. assim como o resultado da inovação e investimento nos recursos humanos e técnicos. mais seus produtos e serviços serão valorizados pelo mercado. Os arquivos escolares são constituídos de diversas espécies documentais que são também fontes de pesquisa porque registram a memória do fazer e pensar pedagógico no cotidiano escolar. otimizam a dinâmica da organização. O mundo competitivo depende da informação e tende a suplantar a importância do capital. E este constitui o objetivo da gestão da informação. condicionando que a gestão moderna na tomada de decisão tenha o máximo de informação inibindo o princípio da incerteza. 1994 apud STAREC. Não obstante. 2000. (ZORRINHO. constituído por documentos advindos das várias práticas administrativas e pedagógicas das escolas. É importante também.la. Para que a gestão [de informação] seja eficaz. 2002) A informação é “um instrumento de compreensão do mundo e da ação sobre ele”. é necessário que se estabeleçam um conjunto de políticas coerentes que possibilitem o fornecimento de informação relevante. de evasão escolar. eficácia. (ARAÚJO. Portanto. demonstram a possibilidade de atuação nesses espaços. seja no âmbito do município ou do Estado. facilitando o trabalho do gestor e para isso. São ações que embora sejam ainda tímidas. Silva e Teixeira Junior (2005. o futuro da humanidade. no tempo correto. Com a tecnologia disponível e um modelo de gestão de informação coerentes e ajustados à complexidade da escola. deve-se considerar que a informação possui uma série de atributos.Os arquivos escolares têm finalidades e funções diversas e dispõem de informações importantes sobre a trajetória da vida das pessoas. definir estratégias para sua aplicação. p. com um custo apropriado e facilidades de acesso por parte dos utilizadores autorizados. além das questões administrativas. A informação e o conhecimento são as chaves da produtividade. é possível que a gestão das unidades de ensino execute suas funções com um mínimo de ajuda externa e a um custo mais baixo. tais como: acessibilidade.

pois esses são os registros de grande parte das informações geradas no âmbito institucional. . dá-se o nome de gestão de documentos. Assim. A GESTÃO DOCUMENTAL COMO SUBSÍDIO À ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR: o caso do Colégio Marcelino Champagnat Na perspectiva da Arquivologia ao “[. • Assegurar o uso adequado da micrografia. ou seja. 2008. 1987. 1996. • Garantir que a informação esteja disponível aos cidadãos. se faz necessário implantar uma política de gestão que integre os recursos necessários para todo o ciclo da informação: geração. De acordo com a Unesco. a gestão de negócios e a gestão financeira são importantes em diversas organizações. envolve as seguintes fases: 1. • Contribuir para o acesso e preservação dos documentos considerados para guarda permanente por seus valores histórico e científico. estabelecimento de programas de avaliação e destinação de documentos. (apud JARDIM. manutenção e destinação de documentos.. ao inibir a eliminação de documentos de valor permanente. a gestão de documentos veio contribuir para as funções arquivísticas sob diversos aspectos: ao garantir que as políticas e atividades dos governos fossem documentadas adequadamente. (BRASIL. seleção e uso de equipamento reprográfico. . caso atingissem a fase permanente. Necessariamente. arquivamento intermediário.utilização e conservação: criação e melhoramento dos sistemas de arquivos e de recuperação de dados. ao garantir a melhor organização desses documentos. 2005) observa que o contexto onde se realiza a transparência do Estado pressupõe o direito de: • Acesso aos documentos administrativos. tornando o processo de recuperação de informação/documentos mais ágil de forma que subsidie a administração com maior eficiência. p. havendo a necessidade de buscar um melhor desempenho das instituições quanto ao armazenamento e à recuperação de informações no momento oportuno. gestão de correio e telecomunicações. análise de sistemas. (CAMARGO. gestão de informes e diretrizes. fomento de sistemas de gestão da informação e aplicação de tecnologias modernas e a esses processos. uso primário e avaliação de arquivos”. organização.41) A gestão tem como objetivos: • Assegurar com eficiência a produção. produção e manutenção de programas de documentos vitais e uso de automação e reprografia nestes processos. processamento automatizado dos dados e outras técnicas avançadas de gestão da informação. disseminação e uso.. administração.ao garantir a definição de forma criteriosa da parcela de documentos que constituíssem o patrimônio arquivístico de um país.Assim como a gestão de recursos humanos. eliminação e recolhimento dos documentos de valor permanente às instituições arquivísticas. 2. p. preparação e gestão de correspondência.produção: concepção e gestão de formulários.destinação: a identificação e descrição das séries documentais. classificação. 36) Um programa geral de gestão de documentos. (JARDIM. 1987. p. para alcançar economia e eficácia. SILVA. • Assegurar o descarte dos documentos que não tenham valor administrativo fiscal. p. 3 . a gestão da informação perpassa pela gestão de documentos. BELLOTTO. tramitação. coleta. legal ou para pesquisa científica.] conjunto de medidas e rotinas visando à racionalização e eficiência na criação. de 2 a 5% da massa documental produzida. ao garantir que menor número de documentos inúteis e transitórios fosse reunido a documentos de valor permanente. 2) Jardim (apud FREIXO. também a gestão da informação tem se apresentado como de suma importância nos dias atuais.

São documentos produzidos e recebidos no decorrer do desenvolvimento das suas atividades. o Colégio possui uma quantidade total de documentos de arquivos de. • Otimização da utilização do espaço. • Participação. alguns documentos relacionados à área de recursos humanos e avaliações escolares. garantindo a eficiência no âmbito interno e externo às empresas.040 metros lineares. nas diferentes áreas da escola. Parte destes encontra-se no próprio espaço de funcionamento da Secretaria da escola o que facilita sua utilização diária.609. houve perdas ocasionadas por sinistro e também descarte feito por funcionários da própria escola. aproximadamente. aproximadamente. não sejam eliminados documentos de valor permanente.430.50 metros. de forma criteriosa. Foto 1 – Arquivo geral do Colégio O espaço reservado ao Arquivo Geral é uma sala de aproximadamente 58 m2.50 metros armazenados na Secretaria e 6. p. sendo 9. • Aumento da proteção da informação. como por exemplo. como segue: • Diminuição do volume documental total. e ainda. No caso dos documentos de recursos humanos. a melhor organização desses documentos. como qualquer outra instituição. que seja definida. que documentos inúteis e transitórios não sejam reunidos a documentos de valor permanente. Atualmente. a parcela de documentos que devem constituir o patrimônio arquivístico de um país. 2005. Instituir uma política dessa natureza nas escolas públicas pode contribuir para garantir que atividades sejam documentadas adequadamente. No caso dos arquivos escolares o acesso tem sido dificultado pelo volume crescente e pela ausência de uma política de gestão documental. que fica no prédio central. A gestão de documentos envolve paralelamente a máxima utilização da informação e a mínima utilização de tempo. no térreo. implantar medidas que visem maximizar e otimizar os recursos existentes.” (JARDIM apud FREIXO. alguns deles podem ser relacionados. 5). no Arquivo Geral. pessoal e dinheiro.• Acesso à motivação dos atos administrativos. em todos os níveis da administração pública. Nesse arquivo ficam armazenados documentos em armários. SILVA. um conjunto de procedimentos e condições materiais que permitam o exercício efetivo desse direito. . caso atinjam a fase permanente. É imprescindível. de modo a facilitar a vida do gestor público e do cidadão. houve alguns prejuízos para exfuncionários/professores da escola que tiveram que comprovar o tempo de trabalho para efeito de aposentadoria e não foi possível produzir prova documental. O arquivo do Colégio Marcelino Champagnat. Foto 2 – Arquivo geral do Colégio Em relação aos documentos gerados no período de 1980 a 1998. O autor explica que “o termo acesso relaciona-se a um direito. ou seja. armazena documentos desde a sua origem em 1967. mas também a dispositivos que o viabilizem. pois os documentos não foram encontrados. 16. São documentos gerados no período 1967 a 1980. estado ou instituição. • Racionalização e até diminuição dos custos. prateleiras e arquivos de aço. tornando o processo de recuperação de informação mais ágil e eficiente. Esse tipo de política traz muitos benefícios.

) que são colocados nas pastas individuais dos alunos. Esses documentos ficam em pastas no arquivo geral. Esse sistema. as fichas deixaram de ser feitas. ficha individual etc. dentro da quais os documentos ficam separados por espécie documental. não sendo possível colocar mais móveis para armazenar documentos. passando a ser chamado de SERE Web. os documentos que seguem para o arquivo geral. . na prática continuam sendo geradas cópias em papel de documentos (comprovante de matrícula. Nesse banco as informações estão separadas por categoria: professores e funcionários e dizem respeito ao nome completo. formulado na década de 90. aos documentos pessoais (RG. CPF. substituição do professor. O Colégio possui um banco de dados. suprimento. Quando precisam ser recuperados é necessário abrir as pastas suspensas. mas sem qualquer critério de ordenação. Ocorre que a partir da implantação do sistema. A recuperação dos documentos do arquivo geral referente à vida escolar do aluno. ao endereço. Diante desse volume e do fato das fichas estarem organizadas em ordem alfabética.Em se tratando dos documentos enviados ao arquivo geral. endereço residencial completo e número da pasta que contém os documentos do aluno. anualmente. título de eleitor. Esse sistema em termos de recursos humanos possibilita. são aqueles que têm pouco uso. o espaço do arquivo geral está totalmente ocupado. alguns documentos de caráter pedagógico e os de recursos humanos. O fichário contém. isso representa uma grande dificuldade no momento de localizar um aluno e também no momento de repor a ficha no fichário. 33. ao número da conta bancária e agência. tais como: livro-ponto.000 fichas de alunos. não é utilizado para recuperar a documentação que ainda existe no arquivo geral. principalmente na execução das atividades de matrícula e acompanhamento da vida escolar do aluno. PIS ou PASEP). declarações de curso. utilizando-se o número da matrícula. que contém dentro embalagens plásticas. e a busca da documentação somente pode ser feita a partir do banco de dados. Entretanto. entre eles os documentos recebidos pelo Colégio. a recuperação do cadastro do funcionário e/ou do professor. que fica no arquivo geral (fichário). utiliza-se uma ficha feita manualmente. que evoluiu para um acesso via Internet. Foi um grande avanço essa informatização. aproximadamente. para atender suas necessidades informacionais. em Access. ao vínculo empregatício e à formação acadêmica. histórico escolar. Quando não é possível usar esse sistema. é feita a partir do nome do aluno e do número da sua pasta. a partir do número do RG ou do nome. Assim. Com essa informatização os documentos relacionados ao aluno são gerados eletronicamente. Nesse consta um cadastro de todos os alunos que pertencem ou pertenceram à escola e as informações se referem à filiação. data de nascimento. Também na década de 90. atestados médicos. Em relação às informações sobre os recursos humanos também se utiliza o banco de dados (Access) para obtê-las. no entanto. estão sendo armazenados em caixas e colocados sob os arquivos de aço. separados por ano e turno. Esse banco de dados tanto fornece informações para a recuperação dos documentos do arquivo corrente como para os do arquivo geral. Atualmente. somente dois dos funcionários sabem como localizar a documentação. a data de nascimento e o número da pasta contendo a documentação. após a recuperação do documento. Essas fichas estão organizadas em ordem alfabética do sobrenome/nome do aluno e se referem ao período de 1967 a 2002. o Estado implantou um sistema denominado Sistema Escola/SERE. Quando por qualquer motivo não é possível acessar o sistema e a busca por documentos tem que ser manual. na qual consta o nome do aluno.

ora se coloca o documento em local errado. convocações etc. por exemplo. Desde 2007. É importante reduzir ao mínimo. A forma de organização dos documentos é definida a partir do senso comum e da necessidade informacionais dos funcionários. perfazendo um total de. quando da renovação dos cursos do ensino fundamental e médio. orientações. fichas de acompanhamento do aluno etc. A produção dos documentos nas escolas púbicas é bastante volumosa e sua manutenção e armazenamento implica em custos financeiros bastante elevados tanto para a instituição quanto para o Estado. não se faz mais a impressão dos documentos de suprimento. em alguns casos. porque a escola não possuía mais cópias. participação e freqüência. ocorrências. foi preciso solicitar aos professores cópia dos documentos. cuidar da conservação dos documentos de valor permanente. bem como. são em torno de 300 exemplares de documentos/mês (ofícios. Dentre os prejuízos institucionais podem-se relacionar alguns como: perda de tempo na localização de documentos. é feita pelo funcionário que precisa da informação. A maioria dos documentos produzidos pela Equipe Pedagógica diz respeito ao acompanhamento da vida escolar do aluno quanto ao seu aprendizado. Existe atualmente um sistema implantado pelo Estado que é o “Recurso Humano on-line/RH on-line”. com a implantação desse sistema “Recurso Humano on-line”. cuja finalidade é informar os professores e Equipe Pedagógica sobre questões relacionadas ao seu trabalho. ambos produzidos no ano letivo em curso. A busca de documentos no arquivo geral. os documentos pessoais e de formação acadêmica. Atualmente. criar critérios de avaliação para uma eliminação criteriosa de documentos. documentos gerados eletronicamente são duplicados na tentativa de não se perder informação. a prática da criação de documentos desnecessários. ora se armazena o documento de forma inadequada. mas tudo isso deve ocorrer por meio da implantação de políticas baseadas em critérios arquivísticos.Com relação ainda aos documentos de recursos humanos. Isso gerou alguns transtornos. são produzidas mais de 50 espécies documentais com uma média de 1000 exemplares de documentos/mês. cancelamento. Existem ainda os documentos relacionados ao trabalho em sala de aula (avaliações. no qual constam informações sobre suprimento. na ocasião da implantação do sistema foram devolvidos para os funcionários e professores.). aproximadamente. causando danos ao mesmo. abrangendo situações do dia-a-dia. O Colégio não possui uma pessoa responsável pelo arquivo. Nos arquivos da Secretaria ficam armazenados os documentos referentes à vida escolar do aluno e também os administrativos. comunicados. Quem executa as atividades relacionadas ao arquivo é uma funcionária de carreira sem formação específica para isso. . a Secretaria de Estado da Educação/Núcleo Regional de Ensino. 700 exemplares de documentos/mês. declarações. Quando isso ocorre quem retirou o documento deve recolocá-lo nas pastas e/ou caixas.). critérios de organização e eliminação são criados sem que haja um estudo científico a respeito. Os documentos produzidos pela Secretaria e pela Direção Escolar. causando prejuízos para o processo de recuperação da informação. É uma quantidade significativa de documentos gerados pelo Colégio e além desses existem ainda os documentos recebidos de outras instituições como. ocasionando perda de informações importantes. substituição de professores. distribuídos pelas diferentes áreas do Colégio. além dos documentos escolares gerados desde 1981. Esse fato tem provocado alguns problemas. como por exemplo. substituição e cancelamento.

br/index. Viseu: Revista Millenium. CONSIDERAÇÕES FINAIS A quantidade de informação nas unidades escolares que surge durante a rotina do dia-adia de trabalho é grande.ipv. BRASIL. Acesso em: 12 jun. assim como na otimização dos espaços físicos existentes. não possui uma diretriz a respeito de como proceder com os documentos que podem ser eliminados ou um planejamento acerca do espaço físico para o arquivo geral.O Colégio atualmente. Ascenção.19.org. CAMARGO. A gestão da informação.php? option=com_content&task=view&id=257&Itemid=47>. Caso contrário. Disponível em: <http://www. é necessário implantar medidas que visem à racionalização da produção documental. José Maria. Além de melhorar os serviços prestados pelos estabelecimentos de ensino.. Acesso em 20 nov. 2000. Disponível em: <http://www. maiores investimentos na capacitação dos recursos humanos para gerenciar os arquivos. SILVA. gerando custos bastante expressivos para a escola e os cofres públicos. p. Recomendam-se ainda. 2008. Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica. São Paulo: Associação de Arquivistas Brasileiros. Assim. Mas ao se considerar que atualmente.htm>.br/biblioteca/pdf/AuroraFreixo. Recomenda-se que tecnologias como: a digitalização e microfilmagem sejam utilizadas com base em critérios arquivísticos e sua implantação esteja sustentada por uma política integrada de gestão de documentos. Ana Maria de Almeida. Disponível em: <http://www. Há que se investir na capacitação dos funcionários da escola no sentido de conscientizálos sobre a importância da guarda e conservação correta dos documentos e da necessidade de um melhor acompanhamento da tramitação desses documentos. como forma de otimizar os recursos existentes e também agilizar o atendimento à comunidade escolar e outros setores da sociedade. como é o caso do aumento do volume de documentos produzidos. Acesso em: 31 mar. 2005. O conceito e a prática de gestão de documentos. garantam as condições mínimas de conservação dos documentos.341. BELLOTTO. FREIXO. Heloísa Liberalli (Coord. como para garantir os direitos do cidadão. seria o caso de contar com profissionais arquivistas para o exercício dessa função que é complexa e de grande importância no fazer do cotidiano.rpbahia. Rubens R. 2007. essas tecnologias podem acabar por acentuar alguns problemas já existentes. Acredita-se que é possível melhorar o processo de recuperação da informação tanto para a realização das atividades cotidianas. JARDIM. Dicionário de Terminologia Arquivística. há grande desperdício de material. 2008. A capacidade de gerir informações dependerá de arquivos modernos e funcionais e de novas tecnologias profissionais da escola.351. Ciência e técnica a serviço da história. REFERÊNCIAS BRAGA. Da gestão documental e acesso a conteúdos informacionais : A (des)organização estrutural dos serviços de arquivo na administração estadual da Bahia. espaço físico.abtg. tempo do funcionário. Aurora L.pdf> . 1996.pt/millenium/19_arq1. n. com. Rio de Janeiro: . e não deve se tornar um problema. sugere-se a criação de uma política de gestão dos documentos escolares no âmbito estadual.). isso parece fazer sentido. Preservação de documentos em papel. Para isso. a viabilização dessa política redundará numa economia de recursos financeiros advinda da racionalização na criação e impressão de documentos. Implantar uma política de gestão documental no âmbito das escolas públicas do Estado pode representar um investimento alto num primeiro momento. ano 5.G.

Manual de gestão de documentos do Estado do Paraná.unicamp. SZVARÇA.Normas para a simplificação dos registros e do arquivamento de documentos escolares. Florianópolis. STAREC. Acesso em: 20 nov. Secretaria da Educação. Mena. gestão de documentos e informação.Eletr.2007. Os fundamentos da disciplina arquivística. p. Maria Cristina.fae. 1998. MEDEIROS. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.pdf>. p.br/arquivos/File/anais/painel_educacao/a nalise_da_gestao_de_documentacao. São Paulo: EPU. Ruy Hermann Araújo. v. ago.cid. Gestão da Informação: condição para vencer.2007. Oscar. RONCAGLIO. v. Carol. 2002. n.14. Arquivo: teoria e prática. Curitiba: O Arquivo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. esp. Disponível em: <http://www.br/publico/setores>.seap.000042/97-88 PARECER Nº: CP 16/97 CÂMARA OU COMISSÃO: Conselho Pleno APROVADO EM: 04. Acesso em: 9 jun. lugar da história.gov. 1987. Acesso em: 10 nov. Lisboa: Iapmei. Campinas n.2. Silvana de Fátima. rev. I . Acesso em: 29 maio 2008. Arquivos. 1986.11. PARANÁ. Cynthia.Revista do Arquivo Nacional. Marilena Leite. Disponível em: <www.97 INTERESSADO/MANTENEDORA: Conselho Nacional de Educação ASSUNTO: Indicação nº 02/97 .unb. Departamento Estadual de Arquivo Público.pr. Arquivos escolares: breve introdução a seu conhecimento. 2008. 1995. Cláudio.2004. Disponível em: <http://pr. 67-76. 2005. de autoria do Conselheiro Arnaldo Niskier. SILVA. 3 ed.ufsc./jun.A. BOJANOSKI..Inf. jun. LÜDKE. 4. jan. ZORRINHO.br/arquivopublico/pdf/gestao. ROUSSEAU. ANDRÉ. foram propostas ao Conselho Nacional de Educação normas para a simplificação dos registros e do arquivamento de documentos escolares. 2004.pdf.repositorio. 1992. Décio Roberto. (Temas básicos de educação e ensino). PARANÁ. MENEZES. v..>. 2002.. 2007. PAES. .HISTÓRICO Por intermédio da Indicação nº 02/97.br/bibesp/esp_02/1_roncaglio. Revista HistedBR./dez.35-42. Eva Cristina da. http://www. e ampl. Jean-Yves.gov. jul. Curitiba. n.D. Horizontes. Guia de gestão escolar: informações e orientações.histedbr. Marli E. O arquivo escolar: lugar da memória.Bibl.html>. COUTURE. Disponível em: <www.Ci.2. Informação e Universidade: os pecados informacionais e barreiras na comunicação da informação para a tomada de decisão na universidade.br/navegando/artigos_frames/artigo_096. Lisboa: Dom Quixote. DataGramaZero-Revista de Ciência da Informação.pdf MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PROCESSO Nº: 23001.encontrosbibli.3 n. Carlos. TEIXEIRA JÚNIOR. 23. Bibli: R.

das instituições de ensino. . oferecendo.O arquivamento de documentos escolares.O arquivamento de fotogramas de microfilmagem.As provas parciais e os exames finais serão registrados em atas. Sala das Sessões. 2º . de preferência em suas cores originais. 4º . de 31/1/97. conforme modelo a este apensado. a disciplina. Conselheiro Arnaldo Niskier .Sob a supervisão do Diretor. Brasília-DF. quando concluída a escrituração pela conclusão de curso. período e a avaliação em graus numéricos e alfabéticos por extenso. Os entendimentos havidos levaram à proposta de Resolução anexa. e do Diretor da Unidade. b) em fotograma obtido por microfilmagem. com o nome do aluno. a pessoa responsável pelo manuseio e reprodução dos documentos arquivados será do Secretário da Unidade Escolar. b) Arquivo Morto ou permanente. designou os Conselheiros Arnaldo Niskier. 5º . período letivo e ano de realização da avaliação. RESOLVE: Art.Quando o arquivamento obedecer a alínea “a” do artigo anterior. será sempre da modalidade de Arquivo Vivo ou de Movimento. com o carimbo do órgão emissor do documento com o nome. setembro de 1997.Relator III . no uso de suas atribuições e tendo em vista a Indicação nº 2/97. 1º . transferência. O documento reproduzido. cargo e registro do emitente. para pronta consulta e escrituração. visadas pelo Chefe do Departamento ou autoridade equivalente.VOTO DO RELATOR Somos favoráveis à proposta de simplificação dos registros e do arquivamento de documentos escolares no Conselho Nacional de Educação. Art. com a assinatura do professor. reunidas as atas em pastas ou encadernadas.Presidente Projeto de Resolução Nº de de de 1997 Regulamenta o arquivamento de documentos escolares O Presidente do Conselho Nacional de Educação. por curso. Art. constituírem a Comissão Especial que estudaria a Indicação mencionada. condições especiais de armazenamento e facilidade de consulta e reprodução. Art. de 11 de março de 1997. o Projeto de Resolução em anexo. sua assinatura. observará as seguintes modalidades: a) o próprio documento no original ou em fotocópia autenticada. na Portaria nº 02. será organizado em duas modalidades: a) Arquivo Vivo ou de Movimento. a data de realização da prova ou exame. de autoria do Conselheiro Niskier. Conselheiro Hésio de Albuquerque Cordeiro . sob a presidência do primeiro. Art. Parágrafo Único. com a declaração: “Cópia de Microfilme” ou “Cópia do Computador”. II . trancamento de matrícula ou abandono do curso. pelo reduzido espaço que ocupa no Arquivo. por ele autorizada. será autenticado pelo Secretário da Unidade. disquete e CD ROM de sistema computadorizado. 3º .DECISÃO DO CONSELHO PLENO O Conselho Pleno acompanha o Voto do Relator.O Presidente do CNE. c) em disquete ou CD ROM obtido por sistema computadorizado. de setembro de 1997. como contribuição. parte integrante deste voto. pessoalmente ou por pessoa habilitada. Almir de Souza Maia e Myriam Krasilchik para.

8º . mediante prévia identificação do seu representante.br/cne/arquivos/pdf/PNCP1697. pelo Secretário e visado pelo Diretor da Unidade.pdf LEI No 8. faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. § 1º . 27372) http://portal. Art.12. ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação. como instrumento de apoio à administração. serão inutilizados mecanicamente. nos requerimentos de matrículas nas unidades escolares. órgão emissor e data de emissão.02 Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. alienados ou cedidos a instituição beneficente para fins de reciclagem. através do MEC para o Sistema Federal e dos Órgãos Próprios do Sistema Estadual e Municipal.553. 7º . Regulamento Vide Decreto nº 4. expedição de declaração ou certidão. transferência para outra unidade de ensino. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação HÉSIO DE ALBUQUERQUE CORDEIRO Presidente do Conselho Nacional de Educação (PARECER HOMOLOGADO EM 21/11/97. resoluções e normas regimentais.Art. § 2º .Cessada a atividade da instituição de ensino. de 27. . facilmente identificáveis não precisam passar pelo processo de microfilmagem ou computação. terá acesso aos arquivos escolares para verificar a regularidade dos registros. “curriculum vitae” dos docentes e demais documentos que possam ser encadernados ou arquivados em pastas. Art. todos os seus arquivos serão transferidos para o órgão público de supervisão. 12.Os livros de ata dos órgãos colegiados.Será fornecida certidão ou cópia do documentos arquivado.Os papéis eliminados em razão de perda de validade do documento.Os fotogramas. Art.Os documentos a que se refere a alínea “a” do art. disquetes e CD ROM serão reproduzidos em três vias. avaliação e acompanhamento das atividades dessa instituição. 11 .Os documentos de identificação pessoal. textos de estatuto ou regimento. DE 8 DE JANEIRO DE 1991. desde que possam ser localizados com facilidade. 1º. certificados militares e CPF serão registrados pelos seus números. outra na unidade que processou o arquivamento do documento original e a terceira como instrumento de trabalho para consulta. 6º . Art. trancamento de matrícula ou abandono de curso.O Poder Público. 1º É dever do Poder Público a gestão documental e a de proteção especial a documentos de arquivos. à cultura. serão transferidos para o arquivo morto ou permanente por motivo de conclusão de curso. 10 . Art. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA.159. Art.mec. arquivamento por processo de microfilmagem e por computação. mediante requerimento do interessado. sob a responsabilidade do MEC. PUBLICADO NO DOU DE 24/11/97 P.gov. sendo uma via arquivada no Arquivo Nacional. 9º .

avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária. intermediários e permanentes. Art. § 2º A cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica o recolhimento de sua documentação à instituição arquivística pública ou a sua transferência à instituição sucessora. sem prejuízo das ações penal. Art. na sua específica esfera de competência. para os fins desta lei. mesmo sem movimentação. tramitação. 2º Consideram-se arquivos. que serão prestadas no prazo da lei. § 1º Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que. bem como por pessoa física. qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos. no exercício de suas atividades. 8º Os documentos públicos são identificados como correntes. instituições de caráter público e entidades privadas. § 3º Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico.Art. constituam de consultas freqüentes. Regulamento § 1º São também públicos os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de caráter público. da honra e da imagem das pessoas. CAPÍTULO II Dos Arquivos Públicos Art. uso. por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício de suas atividades. visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. probatório e informativo que devem ser definitivamente preservados. civil e administrativa. . estadual. § 2º Consideram-se documentos intermediários aqueles que. 9º A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública. por órgãos públicos de âmbito federal. em decorrência do exercício de atividades específicas. Art. 10º Os documentos de valor permanente são inalienáveis e imprescritíveis. sob pena de responsabilidade. os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos. 6º Fica resguardado o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente da violação do sigilo. legislativas e judiciárias. aguardam a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. da vida privada. Art. Art. bem como à inviolabilidade da intimidade. por razões de interesse administrativo. Art. ressalvadas aquelas cujos sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. 4º Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral. 5º A Administração Pública franqueará a consulta aos documentos públicos na forma desta lei. contidas em documentos de arquivos. Art. 3º Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas à sua produção. 7º Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e recebidos. do Distrito Federal e municipal em decorrência de suas funções administrativas. não sendo de uso corrente nos órgãos produtores.

§ 2º São Arquivos Estaduais o arquivo do Poder Executivo. O acesso aos documentos de arquivos privados identificados como de interesse público e social poderá ser franqueado mediante autorização de seu proprietário ou possuidor. Regulamento CAPÍTULO IV Da Organização e Administração de Instituições Arquivísticas Públicas Art. 15. Art. 13. A administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições arquivísticas federais. estaduais. Os arquivos privados identificados como de interesse público e social poderão ser depositados a título revogável. 12. Na alienação desses arquivos o Poder Público exercerá preferência na aquisição. Art. Art. Parágrafo único. em decorrência de suas atividades. Os arquivos privados identificados como de interesse público e social não poderão ser alienados com dispersão ou perda da unidade documental. bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda. Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal. também. e os arquivos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário. do Poder Executivo os arquivos do Ministério da Marinha. e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos. 14. do Ministério das Relações Exteriores. 11. desde que sejam considerados como conjuntos de fontes relevantes para a história e desenvolvimento científico nacional. 18. § 5º Os arquivos públicos dos Territórios são organizados de acordo com sua estrutura político-jurídica. o arquivo do Poder Legislativo e o arquivo do Poder Judiciário. do Ministério do Exército e do Ministério da Aeronáutica. Regulamento Art. Art. do Distrito Federal e municipais. ou doados a instituições arquivísticas públicas. § 1º São Arquivos Federais o Arquivo Nacional do Poder Executivo. nem transferidos para o exterior. . Os arquivos privados podem ser identificados pelo Poder Público como de interesse público e social. Consideram-se arquivos privados os conjuntos de documentos produzidos ou recebidos por pessoas físicas ou jurídicas. São considerados.CAPÍTULO III Dos Arquivos Privados Art. Art. 16. § 3º São Arquivos do Distrito Federal o arquivo do Poder Executivo. o Arquivo do Poder Legislativo e o arquivo do Poder Judiciário. § 4º São Arquivos Municipais o arquivo do Poder Executivo e o arquivo do Poder Legislativo. 17. Os registros civis de arquivos de entidades religiosas produzidos anteriormente à vigência do Código Civil ficam identificados como de interesse público e social.

bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda. Regulamento § 1º Os documentos cuja divulgação ponha em risco a segurança da sociedade e do Estado. a contar da data de sua produção. 19. 21. sempre que indispensável à defesa de direito próprio ou esclarecimento de situação pessoal da parte. 26.Parágrafo único. por uma única vez. bem como aqueles necessários ao resguardo da inviolabilidade da intimidade. da vida privada. Art. Disposições Finais Art. 22. observado o disposto na Constituição Federal e nesta lei. 25. bem como a gestão e o acesso aos documentos. bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda. 24. a contar da sua data de produção. na forma da legislação em vigor. . Nenhuma norma de organização administrativa será interpretada de modo a. Art. § 3º O acesso aos documentos sigilosos referente à honra e à imagem das pessoas será restrito por um prazo máximo de 100 (cem) anos. 20. o Arquivo Nacional poderá criar unidades regionais. Decreto fixará as categorias de sigilo que deverão ser obedecidas pelos órgãos públicos na classificação dos documentos por eles produzidos. em qualquer instância. Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no exercício das suas funções. por qualquer forma. Parágrafo único. § 2º O acesso aos documentos sigilosos referentes à segurança da sociedade e do Estado será restrito por um prazo máximo de 30 (trinta) anos. podendo esse prazo ser prorrogado. por igual período. como órgão central de um Sistema Nacional de Arquivos (Sinar). Art. Para o pleno exercício de suas funções. CAPÍTULO V Do Acesso e do Sigilo dos Documentos Públicos Art. Fica criado o Conselho Nacional de Arquivos (Conarq). da honra e da imagem das pessoas são originariamente sigilosos. órgão vinculado ao Arquivo Nacional. aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente ou considerado como de interesse público e social. Ficará sujeito à responsabilidade penal. Legislação estadual. § 1º O Conselho Nacional de Arquivos será presidido pelo Diretor-Geral do Arquivo Nacional e integrado por representantes de instituições arquivísticas e acadêmicas. Art. Art. Art. Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções. restringir o disposto neste artigo. É assegurado o direito de acesso pleno aos documentos públicos. do Distrito Federal e municipal definirá os critérios de organização e vinculação dos arquivos estaduais e municipais. 23. determinar a exibição reservada de qualquer documento sigiloso. públicas e privadas. que definirá a política nacional de arquivos. tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias. Poderá o Poder Judiciário. civil e administrativa.

produzidos ou recebidos em decorrência das funções executiva.SINAR. DECRETA: Capítulo I DO CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS Art. sugerindo metas e prioridades da política nacional de arquivos públicos e privados. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 8 de janeiro de 1991. à preservação e ao acesso aos documentos de arquivos. FERNANDO COLLOR Jarbas Passarinho Este texto não substitui o publicado no D. V . vinculado ao Arquivo Nacional.estabelecer diretrizes para o funcionamento do Sistema Nacional de Arquivos .br/ccivil_03/Leis/L8159.1. (Redação dada pelo Decreto nº 7. da Constituição. VI . de 8 de janeiro de 1991.1. Revogam-se as disposições em contrário. 1o O Conselho Nacional de Arquivos .U. e tendo em vista o disposto na Lei no 8. visando à gestão. do Distrito Federal e municipal. órgão colegiado. 26 da Lei no 8. III .htm O PRESIDENTE DA REPÚBLICA.subsidiar a elaboração de planos nacionais de desenvolvimento. Art.1991 http://www.gov.§ 2º A estrutura e funcionamento do conselho criado neste artigo serão estabelecidos em regulamento.CONARQ.planalto. de 2011) Vigência IV . II .159.promover o inter-relacionamento de arquivos públicos e privados com vistas ao intercâmbio e à integração sistêmica das atividades arquivísticas. no uso da atribuição que lhe confere o art. . 27. legislativa e judiciária. III .430.zelar pelo cumprimento dos dispositivos constitucionais e legais que norteiam o funcionamento e o acesso aos arquivos públicos. tem por finalidade definir a política nacional de arquivos públicos e privados.159. 170º da Independência e 103º da República. de 9. de 8 de janeiro de 1991. bem como exercer orientação normativa visando à gestão documental e à proteção especial aos documentos de arquivo. 28.estimular programas de gestão e de preservação de documentos públicos de âmbito federal. criado pelo art.O. Brasília. 2o Compete ao CONARQ: I . Art. Art. inciso IV.propor ao Chefe da Casa Civil da Presidência da República normas legais necessárias ao aperfeiçoamento e à implementação da política nacional de arquivos públicos e privados. 84.propor ao Ministro de Estado da Justiça normas legais necessárias ao aperfeiçoamento e à implementação da política nacional de arquivos públicos e privados.1991 e retificado em 28. estadual.

o Diretor-Geral do Arquivo Nacional. Art. a declaração de interesse público e social de arquivos privados.recomendar providências para a apuração e a reparação de atos lesivos à política nacional de arquivos públicos e privados. a declaração de interesse público e social de arquivos privados. preservação ou acesso a fontes documentais. X . por intermédio do Ministro de Estado da Justiça.um representante das instituições mantenedoras de curso superior de arquivologia.estimular a capacitação técnica dos recursos humanos que desenvolvam atividades de arquivo nas instituições integrantes do SINAR. VIII . (Redação dada pelo Decreto nº 7.um representante do Arquivo Nacional.estimular a integração e modernização dos arquivos públicos e privados. VIII .dois representantes dos Arquivos Públicos Estaduais e do Distrito Federal. X . por intermédio do Chefe da Casa Civil da Presidência da República.dois representantes do Poder Legislativo Federal. 3o São membros conselheiros do CONARQ: I .um representante de associações de arquivistas. cultura. conjugar esforços e encadear ações.manter intercâmbio com outros conselhos e instituições. IX . bem como desenvolver atividades censitárias referentes a arquivos.dois representantes dos Arquivos Públicos Municipais.dois representantes do Poder Judiciário Federal. nos termos do art. § 1o Cada Conselheiro terá um suplente. cujas finalidades sejam relacionadas ou complementares às suas. do Distrito Federal e nos Poderes Executivo e Legislativo dos Municípios. VI .propor ao Presidente da República. de 2011) Vigência XI . dos Estados. X . tecnologia.propor ao Presidente da República. . XIII .promover a elaboração do cadastro nacional de arquivos públicos e privados. II . pesquisa.três representantes de instituições que congreguem profissionais que atuem nas áreas de ensino. 12 da Lei no 8.estimular a implantação de sistemas de arquivos nos Poderes Executivo. informação e informática. Legislativo e Judiciário da União. VII .159. XII .dois representantes do Poder Executivo Federal. ciência.identificar os arquivos privados de interesse público e social.VII . de 1991. para prover e receber elementos de informação e juízo.articular-se com outros órgãos do Poder Público formuladores de políticas nacionais nas áreas de educação. III . IX . que o presidirá.430. XIV . V . IV . XV .

430. § 1o O CONARQ funcionará na sede do Arquivo Nacional. Art. em caráter ordinário. uma vez a cada quatro meses e. mediante convocação de seu Presidente ou a requerimento de dois terços de seus membros. § 3o Os conselheiros e suplentes referidos nos inciso II e V a X serão designados pelo Presidente da República. de 2011) Vigência Capítulo II . extraordinariamente. (Redação dada pelo Decreto nº 7. 4o Caberá ao Arquivo Nacional dar o apoio técnico e administrativo ao CONARQ. normas e outros instrumentos necessários à implementação da política nacional de arquivos públicos e privados e ao funcionamento do SINAR. 9o A aprovação do regimento interno do CONARQ. Art. interagindo com as câmaras técnicas. 8o É considerado de natureza relevante. com a finalidade de elaborar estudos. respectivamente. é da competência do Chefe da Casa Civil da Presidência da República.§ 2o Os membros referidos nos incisos III e IV e respectivos suplentes serão designados pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e pelos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Parágrafo único. Os integrantes das câmaras e comissões serão designados pelo Presidente do CONARQ. 7o O CONARQ poderá constituir câmaras técnicas e comissões especiais. a partir de listas apresentadas pelo Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Art. é da competência do Ministro de Estado da Justiça.430. de 2011) Vigência § 4o O mandato dos Conselheiros será de dois anos. 6o O CONARQ somente se reunirá para deliberação com o quorum mínimo de dez conselheiros. permitida uma recondução. órgão superior de deliberação do CONARQ. 9o A aprovação do regimento interno do CONARQ. (Redação dada pelo Decreto nº 7. § 3o Os conselheiros e suplentes referidos nos inciso II e V a X serão designados pelo Presidente da República. por deliberação do Plenário ou ad referendum deste. Art. o exercício das atividades de Conselheiro do CONARQ e de integrante das câmaras e comissões. no mínimo. Art. mediante indicações dos dirigentes dos órgãos e entidades representados. Art. reunir-se-á. será substituído por seu substituto legal no Arquivo Nacional. Art. mediante indicações dos dirigentes dos órgãos e entidades representados. mediante proposta deste. bem como câmaras setoriais. § 2o As reuniões do CONARQ poderão ser convocadas para local fora da sede do Arquivo Nacional. a partir de listas apresentadas pelo Ministro de Estado da Justiça. ad referendum do Plenário. mediante proposta deste. § 5o O Presidente do CONARQ. não ensejando qualquer remuneração. 5o O Plenário. em suas faltas e impedimentos. discutir e propor soluções para questões temáticas que repercutirem na estrutura e organização de segmentos específicos de arquivos. sempre que razão superior indicar a conveniência de adoção dessa medida. visando a identificar.

VIII . podem integrar o SINAR mediante acordo ou ajuste com o órgão central. IX .os arquivos estaduais dos Poderes Executivo.prestar informações sobre suas atividades ao CONARQ. Integram o SINAR: I . Legislativo e Judiciário. IV . as diretrizes e normas estabelecidas pelo órgão central. VI . Compete aos integrantes do SINAR: I . zelando pelo seu cumprimento. § 2o As pessoas físicas e jurídicas de direito privado. . Art. visando à gestão.DO SISTEMA NACIONAL DE ARQUIVOS Art. VI .apresentar sugestões ao CONARQ para o aprimoramento do SINAR.propor ao CONARQ os arquivos privados que possam ser considerados de interesse público e social. Legislativo e Judiciário. detentoras de arquivos. Art. 11. IV .os arquivos do Poder Executivo Federal.promover a gestão. em conformidade com as diretrizes e normas emanadas do órgão central.disseminar. 12. VII .implementar a racionalização das atividades arquivísticas. quando organizados sistemicamente.promover a integração e a modernização dos arquivos em sua esfera de atuação. à preservação e ao acesso aos documentos de arquivo. III . de forma a garantir a integridade do ciclo documental.os arquivos do Distrito Federal dos Poderes Executivo.os arquivos do Poder Judiciário Federal. V . a preservação e o acesso às informações e aos documentos na sua esfera de competência. 10.os arquivos do Poder Legislativo Federal. II . O SINAR tem como órgão central o CONARQ. Art. 13. passam a integrar o SINAR por intermédio de seus órgãos centrais. V .os arquivos municipais dos Poderes Executivo e Legislativo. O SINAR tem por finalidade implementar a política nacional de arquivos públicos e privados.garantir a guarda e o acesso aos documentos de valor permanente.apresentar subsídios ao CONARQ para a elaboração de dispositivos legais necessários ao aperfeiçoamento e à implementação da política nacional de arquivos públicos e privados. em sua área de atuação. VII . II . III .o Arquivo Nacional. § 1o Os arquivos referidos nos incisos II a VII.

14. São arquivos públicos os conjuntos de documentos: I .produzidos e recebidos pelas Organizações Sociais.246. do Distrito Federal e municipais.proporcionar aperfeiçoamento e reciclagem aos técnicos da área de arquivo. conforme disposto em instrução expedida pelo CONARQ. 16.possibilitar a participação de especialistas nas câmaras técnicas. de 15 de maio de 1998. providenciarão. IV . II . III . definidas como tal pela Lei no 9. legislativas e judiciárias. § 2o Para efeito do disposto neste artigo. 15 compete a responsabilidade pela preservação adequada dos documentos produzidos e recebidos no exercício de atividades públicas.produzidos e recebidos por órgãos e entidades públicas federais. XIII . câmaras setoriais e comissões especiais constituídas pelo CONARQ. para as devidas providências. de 22 de outubro de 1991.colaborar na elaboração de cadastro nacional de arquivos públicos e privados. 15. Art. as empresas.produzidos e recebidos por agentes do Poder Público. Art. § 3o Os documentos de valor permanente poderão ficar sob a guarda das empresas mencionadas no § 2o. Parágrafo único. atos lesivos ao patrimônio arquivístico nacional. antes de concluído o processo de desestatização. Capítulo III DOS DOCUMENTOS PÚBLICOS Art. Às pessoas físicas e jurídicas mencionadas no art.produzidos e recebidos pelas empresas públicas e pelas sociedades de economia mista. instituído pela Lei no 8. .637. em decorrência de suas funções administrativas. XI . 17. Os integrantes do SINAR seguirão as diretrizes e normas emanadas do CONARQ. Os documentos públicos de valor permanente. classificação e avaliação do acervo arquivístico.X . sem prejuízo de sua subordinação e vinculação administrativa. no exercício de seu cargo ou função ou deles decorrente. bem como no desenvolvimento de atividades censitárias referentes a arquivos. § 1o O recolhimento de que trata este artigo constituirá cláusula específica de edital nos processos de desestatização. serão recolhidos a instituições arquivísticas públicas. A sujeição dos entes referidos no inciso IV às normas arquivísticas do CONARQ constará dos Contratos de Gestão com o Poder Público. que integram o acervo arquivístico das empresas em processo de desestatização. a identificação. em conformidade com as normas arquivísticas emanadas do CONARQ. na sua esfera de competência. garantindo constante atualização. XII . Art. e pelo Serviço Social Autônomo Associação das Pioneiras Sociais. enquanto necessários ao desempenho de suas atividades. parcial ou total.comunicar ao CONARQ. estaduais.

obedecendo aos prazos estabelecidos em tabela de temporalidade e destinação expedida pelo CONARQ. de 1991. Capítulo IV DA GESTÃO DE DOCUMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Seção I Das Comissões Permanentes de Avaliação de Documentos Art. Parágrafo único. § 2o Os documentos relativos às atividades-meio não constantes da tabela referida no § 1 serão submetidos às Comissões Permanentes de Avaliação de Documentos dos órgãos e das entidades geradores dos arquivos. que terá a responsabilidade de orientar e realizar o processo de análise. de 1991. bem como acompanhados de instrumento descritivo que permita sua identificação e controle. nos termos do § 2o do art. em conformidade com as tabelas de temporalidade e destinação. avaliados e selecionados pelas Comissões Permanentes de Avaliação de Documentos dos órgãos e das entidades geradores dos arquivos. que estabelecerão os prazos de guarda e destinação daí decorrentes. avaliação e seleção da documentação produzida e acumulada no seu âmbito de atuação. Orçamento e Gestão deverá. 18. serão implementadas e custeadas pelos órgãos e entidades geradores dos arquivos. nos termos do art. 19. higienizados e acondicionados. liquidantes ou administradores de acervos para os órgãos e entidades extintos. § 1o Os documentos relativos às atividades-meio serão analisados. tão logo sejam nomeados os inventariantes. a serem aprovados pelo Arquivo Nacional. que precedem à transferência ou ao recolhimento de documentos. As atividades técnicas referidas no caput. tendo em vista a identificação dos documentos para guarda permanente e a eliminação dos destituídos de valor. Os documentos arquivísticos públicos de âmbito federal. 10 da Lei no 8. 20. o § 3o Os documentos relativos às atividades-fim serão avaliados e selecionados pelos órgãos ou entidades geradores dos arquivos.§ 4o Os documentos de que trata o caput são inalienáveis e não são sujeitos a usucapião. § 5o A utilização e o recolhimento dos documentos públicos de valor permanente que integram o acervo arquivístico das empresas públicas e das sociedades de economia mista já desestatizadas obedecerão às instruções do CONARQ sobre a matéria. aprovadas pelo Arquivo Nacional. deverão estar avaliados. Art. Em cada órgão e entidade da Administração Pública Federal será constituída comissão permanente de avaliação de documentos. solicitar à Casa Civil da Presidência da República a assistência técnica do Arquivo Nacional para a orientação necessária à preservação e à destinação do patrimônio documental acumulado. organizados.159. elaboradas pelas Comissões mencionadas no caput. . Seção II Da Entrada de Documentos Arquivísticos Públicos no Arquivo Nacional Art. ao serem transferidos ou recolhidos ao Arquivo Nacional. 7o da Lei no 8.159. O Ministério do Planejamento.

23.os registros civis de arquivos de entidades religiosas produzidos anteriormente à vigência da Lei no 3.os arquivos e documentos privados tombados pelo Poder Público. de 1991. 3o da Lei no 8. Os arquivos privados de pessoas físicas ou jurídicas que contenham documentos relevantes para a história.071.430.159. por iniciativa própria ou mediante provocação. por iniciativa própria ou mediante provocação.430. solicitar ao Ministro de Estado da Justiça a assistência técnica do Arquivo Nacional para a orientação necessária à preservação e à destinação do patrimônio documental acumulado. Art.159. 7o da Lei no 8. de acordo com o art. baixará instrução detalhando os procedimentos a serem observados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. de 30 de dezembro de 1991. 23. O Ministério do Planejamento. A Casa Civil da Presidência da República. acompanhada de parecer. (Redação dada pelo Decreto nº 7. § 2o A avaliação referida no § 1o será homologada pelo Presidente do CONARQ. Orçamento e Gestão deverá. (Redação dada pelo Decreto nº 7. de 1o de janeiro de 1916. de acordo com o art. Art. liquidantes ou administradores de acervos para os órgãos e entidades extintos. O CONARQ. . 21. O Ministro de Estado da Justiça.os arquivos presidenciais. § 1o A declaração de interesse público e social de que trata este artigo não implica a transferência do respectivo acervo para guarda em instituição arquivística pública. 22.394. Art. de 1991. para a plena consecução das medidas constantes desta Seção. de 2011) Vigência Capítulo V DA DECLARAÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO E SOCIAL DE ARQUIVOS PRIVADOS Art. nos termos do § 2o do art. a cultura e o desenvolvimento nacional podem ser declarados de interesse público e social por decreto do Presidente da República. ao Ministro de Estado da Justiça. mediante proposta do Arquivo Nacional.430. II . de 2011) Vigência § 1o O parecer será instruído com avaliação técnica procedida por comissão especialmente constituída pelo CONARQ. 21. com vistas à declaração de interesse público e social de arquivos privados pelo Presidente da República. nem exclui a responsabilidade por parte de seus detentores pela guarda e a preservação do acervo. 20. (Redação dada pelo Decreto nº 7. § 2o São automaticamente considerados documentos privados de interesse público e social: I . de 2011) Vigência Art. 16 da Lei no 8. O CONARQ. encaminhará solicitação. mediante proposta do Arquivo Nacional. baixará instrução detalhando os procedimentos a serem observados pelos órgãos e entidades da administração pública federal. III . encaminhará solicitação. tão logo sejam nomeados os inventariantes. com vistas à declaração de interesse público e social de arquivos privados pelo Presidente da República. acompanhada de parecer. ao Chefe da Casa Civil da Presidência da República. para a plena consecução das medidas constantes desta Seção.Art.

31. de 25 de abril de 1995. (Redação dada pelo Decreto nº 7. de 18 de janeiro de 1999. 32. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Os proprietários ou detentores de arquivos privados declarados de interesse público e social devem manter preservados os acervos sob sua custódia. 30.159. de arquivos privados declarados de interesse público e social ou de quaisquer de seus documentos deverá ser comunicada ao CONARQ.430. interesse na aquisição. 13 da Lei no 8. na forma do parágrafo único do art. titular do direito de preferência. 30. Art. 25. permitida a subdelegação. O proprietário ou detentor de arquivo privado declarado de interesse público e social deverá comunicar previamente ao CONARQ a transferência do local de guarda do arquivo ou de quaisquer de seus documentos. total ou parcial. de 2011) Vigência Art. Art. na forma prevista na Lei no 9. 26. na forma prevista na Lei no 9. Este Decreto aplica-se também aos documentos eletrônicos.461.182. 3o. Art.784. de 29 de janeiro de 1999. O Chefe da Casa Civil da Presidência da República baixará instruções complementares à execução deste Decreto. Brasília. permitida a subdelegação. de 29 de junho de 1994. civil e administrativa. para designar os membros do CONARQ de que trata o § 3 o do art. 3 de janeiro de 2002. aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente.430. ficando sujeito à responsabilidade penal. preservação e divulgação do acervo. na forma da legislação em vigor. 1. 24. e 2. objetivando o apoio para o desenvolvimento de atividades relacionadas à organização.784. para designar os membros do CONARQ de que trata o § 3o do art. nos termos da lei. Ficam revogados os Decretos nos 1. (Redação dada pelo Decreto nº 7. Art. Art. 27. de 2011) Vigência Art. 28. Fica delegada competência ao Chefe da Casa Civil da Presidência da República. O Ministro de Estado da Justiça baixará instruções complementares à execução deste Decreto. . de 20 de março de 1997. 2. A perda acidental. § 3o Da decisão homologatória caberá recurso das partes afetadas ao Ministro de Estado da Justiça. Os proprietários ou detentores de arquivos privados declarados de interesse público e social poderão firmar acordos ou ajustes com o CONARQ ou com outras instituições.§ 3o Da decisão homologatória caberá recurso das partes afetadas ao Chefe da Casa Civil da Presidência da República.430. Art. no prazo máximo de sessenta dias. Fica delegada competência ao Ministro de Estado da Justiça. de 1991. 29. 3o. por seus proprietários ou detentores. A alienação de arquivos privados declarados de interesse público e social deve ser precedida de notificação à União. Art. para que manifeste. de 29 de janeiro de 1999 (Redação dada pelo Decreto nº 7. dentro do território nacional. Art.173.942. Capítulo VI DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 31. 181o da Independência e 114o da República. de 2011) Vigência Art. 33.

2002 http://www. 4.gov.O.U.planalto.br/ccivil_03/decreto/2002/D4073.FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Silvano Gianni Este texto não substitui o publicado no D.1.htm .

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