A musa do poeta Poeta mouro dos tempos de outrora, Que se perdeu nos braços de Carolina.

Soprou-se o vento, ventou-se a hora. Foi-se a mulher menina. Apagou-se a luz da cidade ingrata, Deixaram escapar a bailarina. Sorriso da face de expressão sensata, Traços oblíquos da alma feminina, São pernas, são braços, São olhos de irradiação felina, São pés, são passos, Marcando os caminhos da cinta Vai brilhar em outros bosques, menina. Vai provar que já virou mulher, Luz do poeta, estrela que sempre guia, Tudo que um homem mais quer.

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