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Apostila de Supervisório

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HISTORIA

AS NOVAS FRONTEIRAS DA AUTOMAÇÃO
“A automação rompeu os grilhões do chão-de-fábrica e buscou fronteiras mais amplas, se abrangendo a automação do negócio ao invés da simples automação dos processos e equipamentos”.
Segundo Seixas (2000)

A automação, através de sistema SCADA, permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. O PC é a plataforma preferida de supervisão. Os softwares de supervisão e controle apareceram em diversos tamanhos, em diversos sistemas operacionais, com diversas funcionalidades e os fabricantes de CLP, passaram a produzir sistemas SCADA.

Sistemas Supervisórios

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OBJETIVO
Os sistemas SCADA tem objetivo principal de monitoramento do chão de fábrica em tempo real, ou seja, mostrar o que está ocorrendo naquele exato momento. Na hierarquia da automação industrial, os sistemas SCADA, oferecem funções importantes no monitoramento de problemas, como parada de máquinas por problemas mecânicos ou falta de matéria-prima. A produção pode apresentar gargalos influenciados por um processo comumente lento ou por máquinas que sempre estão com algum problema.

Hierarquia da automação industrial Sistemas Supervisórios [2 / 22]

no controle e suporte dos processos operacionais.OBJETIVO Verifica-se que o controle sobe um nível na pirâmide de automação. faturamento. administrativos e comerciais. é realizada a integração entre os dados coletados automaticamente do chão de fábrica com um sistema ERP. logística e distribuição) e produtivas (projeto. de forma que ele deixa de ser exclusividade do CLP para interagir com o sistema SCADA. contabilidade e tributário). A receita que começa a ser planejada e definida no ERP. facilitando a interação com o usuário e aumentando a flexibilidade do projeto. Os sistemas ERP fornecem suporte às atividades administrativas (finanças. O ERP possui funcionalidades para a integração entre todos os departamentos da empresa. comerciais (pedidos. manufatura. O qual atua no planejamento. Sistemas Supervisórios [3 / 22] . controle de estoques e custo). Utilizando-se essa arquitetura. recursos humanos. produtivos.

Através de um diagrama de blocos. Entende-se também por automação. apoiado em computador ou equipamento programável. e assim calculará a melhor ação corretiva a ser executada. além de receber e enviar informações para o sistema de supervisão. capaz de fornecer a melhor resposta em função das informações que recebe. Diagrama de blocos de um sistema de automação Sistemas Supervisórios [4 / 22] .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Descreve um conceito amplo. envolvendo um conjunto de técnicas de controle. qualquer sistema. das quais é criado um sistema ativo. um sistema de automação inteligente. o controlador (CLP) verifica os sensores. toma a decisão que foi programada e interfere no processo através dos atuadores.

Desta forma. o grau de complexidade de um sistema de automação pode variar enormemente. tornando-se cada vez mais independentes do controle do homem. por meio de dispositivos mecânicos. foram gradativamente evoluindo.CLP Sistemas Supervisórios [5 / 22] . A partir daí. a automação industrial passou a oferecer e gerenciar soluções desde o nível do chão de fábrica e volta o seu foco para o gerenciamento. Assim. com o advento da eletrônica.AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL As automações. inicialmente. atuador. Essa evolução se deu. processadores que passa a desenvolver tarefas complexas e tomar decisões rápidas para controle do processo. hidráulicos e pneumáticos. a microinformática assumiu o papel da ‘produção automatizada’. Todo sistema de automação implica na presença de três componentes básicos. assumindo tarefas e tomando decisões. controlador . Esses componentes básicos são: Sensor. utilizando técnicas de inteligência artificial. o homem.

em português Controlador Lógico Programável (CLP) e este termo é registrado pela Allen Bradley (fabricante de CLP’s). Esse equipamento foi batizado. possibilitando alterações. nos Estados Unidos. Sistemas Supervisórios [6 / 22] .Controlador Lógico Programável CLPs são dispositivos que permitem o comando de máquinas e equipamentos de maneira simples e flexível. como Programmable Logic Controller (PLC). Os CLP's podem ser empregados em diversos setores da indústria. CLP é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais.CLP . Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Nesses casos. dividindo-se a responsabilidade do processo. onde eles operam sincronizadamente. Utilizados sozinhos ou acoplados a outras unidades. a automação assume uma arquitetura descentralizada. que ficam armazenados em sua memória. por meio de programas.

a cada instante. a cada instante. O processamento é feito em tempo real. Processador Memória Fonte (dados. com os dados (variáveis de entrada) informando. através de níveis lógicos.Controlador Lógico Programável Através do diagrama de blocos. o CLP atua no sistema por meio de suas saídas. Em função do programa armazenado em sua memória. as condições em que se encontram. como o CLP atua no sistema: os sensores alimentam o CLP (processador). endereços. os acionamentos dos atuadores no sistema. As variáveis de saída executam.CLP . controle) Barramento Entradas Saídas Diagrama de blocos simplificado de um CLP Sistemas Supervisórios [7 / 22] .

há: válvulas e cilindros pneumáticos. umidade. Para um bom funcionamento de qualquer sistema de controle é necessário que os sensores e atuadores sejam escolhidos e instalados adequadamente. Podem ser magnéticos. por meio de uma ação de controle. aquecedores. O sinal de um sensor pode. pneumáticos. definida pelo sistema controlador. elétricos ou de acionamento misto. ser usado para detectar e corrigir desvios em sistemas de controle. o controle. Como exemplo. entre outros. luz. válvulas proporcionais. Por meio dessa sensibilidade. entre outros. motores. Sistemas Supervisórios [8 / 22] . Enquanto os sensores captam informações sobre o processo. hidráulicos. entre outras funções.é definido como sendo um dispositivo sensível a fenômenos físicos. os atuadores interferem neste mesmo processo. os sensores enviam um sinal correspondente para os dispositivos de medição e controle. gerando assim.são dispositivos que aplicam uma determinada força de deslocamento ou outra ação física. tais como: temperatura.Sensores e Atuadores Sensores . Atuadores . pressão. Não devendo ser relegados a segundo plano.

Desta forma. por sistemas distribuídos. Por exemplo. podendo ter ruídos eletromagnéticos de grande intensidade. vem-se verificando uma tendência em substituir sistemas centralizado. podendo apresentar temperaturas e umidades elevadas. os ambientes são usualmente hostil. as quais estão instaladas em ambientes limpos e normalmente com temperaturas controladas. Sistemas Supervisórios [9 / 22] . Além disso. Diferentemente das redes locais de escritório. no acionamento de motores elétricos. compostos por diversos equipamentos. os quais provocam. podendo induzir ruídos nas proximidades. que são prejudicais aos componentes. no caso de redes industriais. padrões. radiações eletromagnéticas. Porém. para controle distribuído somente será viável se houver a trocar informações entre todos de modo rápido e confiável.ARQUITETURAS DE REDES INDUSTRIAIS Nos processos produtivos. equipamentos para redes industriais são especialmente construídos para trabalhar nessas condições adversas e os protocolos de comunicação adotados. Para atender a essa necessidade. protocolos em redes de comunicação industrial. surgiram diversos tipos.

Uma das arquiteturas mais praticadas é a que define hierarquias de redes independentes: • • • “ Rede de Informação Corporativa”. São eles: • • • • • Remotos de aquisição de dados. instrumentos. o primeiro passo é projetar a arquitetura do sistema. etc. organizando seus elementos vitais em torno de redes de comunicação de dados apropriadas. “ Rede de Controle Industrial”.ARQUITETURAS DE REDES INDUSTRIAIS Para se conceber uma solução na área de automação. sistema de supervisão. CLPs. “Rede de Campo” [10 / 22] Sistemas Supervisórios .

porém com baixa frequência de transmissão. porém a latência (tempo entre o envio e recebimento dos pacotes de dados) é uma variável incerta. Em grandes corporações. Exemplos são as redes em sistemas de gestão corporativos em que há grande tráfego de dados. Nessas redes. Sistemas Supervisórios [11 / 22] . a velocidade de transmissão é um fator importante. e EPS (Enterprise Production Systems). é natural a escolha de uma rede de grande capacidade para interligação dos sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning). caracterizada pelo grande volume de dados. Supply Chain (gerenciamento da cadeia de suprimentos).Rede de Informação Corporativa O nível mais alto dentro de uma arquitetura é representado pela rede de informação. O tráfego é baseado em dados sem criticidade temporal.

Nessa rede. os aspectos mais importantes são a disponibilidade e a imunidade a falhas. sendo recomendado o uso da Rede de Informações Industriais. Sistemas Supervisórios [12 / 22] . normalmente com volume médio de dados e frequência de transmissão em função de eventos do sistema.Rede de Controle Industrial Interliga os sistemas industriais de nível 2 ou servidor SCADA aos sistemas de nível 1 representados por CLPs ou remotos de aquisição de dados. Podendo ser utilizada para a interligação entre vários sistemas supervisórios SCADA's quando não centralizados. O tráfego é baseado em dados em que a criticidade temporal pode ou não ser essencial. para esse fim.

caracterizada pelo pequeno volume de dados entre dispositivos. Exemplo clássico é o envio de temperatura de um dispositivo de campo (sensor) para o CLP. O tráfego é baseado em dados na maior parte com criticidade temporal. Nessa rede. a latência entre o envio do pacote e o recebimento do mesmo obedece a valores máximos bem definidos. Por meio dela esses dispositivos trocam informações e coordenam o controle dessa planta. Sistemas Supervisórios [13 / 22] . onde o valor será utilizado no controle de temperatura de determinada área (atuador). através de aquisição de variáveis e atuação sobre equipamentos.Rede de campo A rede de campo permite a interação dos diversos dispositivos de monitoração e controle presentes em uma planta de produção. mas com frequência de transmissão elevada.

Os CLPs se comunicam com os sensores e atuadores através da Rede de Campo. como o tráfego na rede de controle é caracterizado por mensagens curtas e muito frequentes e é de natureza diversa do tráfego na rede de informação. em geral representada por arquivos maiores transmitidos com baixa frequência. As redes de controle e informação podem estar fundidas em uma rede única. é favorável isolar o tráfego de controle do tráfego de informação através de equipamentos roteadores de rede. tornando os requisitos de desempenho e segurança das duas redes diferentes.Exemplo de Arquitetura para Rede Industrial Na figura. O servidor SCADA se comunica com os CLPs através da Rede de Controle. observa-se que as estações clientes SCADA se comunicam com seus servidores SCADA e com cliente e servidores ERP através da Rede de Informação. Do ponto de vista de segurança. não recomenda esta fusão. Porém. Exemplo de Arquitetura de uma Rede Industrial Sistemas Supervisórios [14 / 22] .

em termos de redução de custos de visitas rotineiras. Os dados são provenientes do controle do CLP. volume. Desta forma. as informações podem ser visualizadas por intermédio de quadros sinóticos animados com indicações instantâneas das variáveis de processo (vazão. sistemas de saneamento. Estes auxiliam no processo de implantação da qualidade e de movimentação de informações para gerenciamento e diretrizes. controlar um processo distribuído em lugares distantes. Quando as dimensões do processo tornam-se muito grandes. em uma localização central. fazer set-point ou controlar processos distantes. pressão. monitorar alarmes. a escolha do software de supervisão é muito importante na estratégia de automação de uma empresa. óleo ou gás natural. etc). os sistemas SCADA podem ter uma arquitetura aberta. abrir ou fechar válvulas ou chaves. podendo os softwares supervisórios gerenciar processos de qualquer tamanho ou natureza. temperatura. como.Sistemas SCADA Os sistemas SCADA (Supervisory Control and Acquisition Data System) são aplicativos que permitem que sejam monitoradas e rastreadas informações do processo produtivo. de forma a permitir que o fluxo de dados do processo ultrapasse o limite das paredes da empresa e percorra o mundo através dos meios de comunicação existentes. porque torna desnecessária a presença do operador ou a visita em operação normal. Um sistema SCADA permite a um operador. e armazenar informações de processo. ou complexos hidroelétricos. Sistemas Supervisórios [15 / 22] . podem ser verificados. ligada em rede. os benefícios. Hoje.

[16 / 22] Sistemas Supervisórios .Sistemas SCADA Num ambiente industrial. porque possibilitam: ● ● ● ● ● Comunicações significativamente melhores entre todas as áreas da operação. composta dos seguintes módulos funcionais: ● ● ● ● Monitoramento da produção: faz o sensoreamento e coleta em tempo real dos dados de produção. Um melhor planejamento da produção. esses sistemas auxiliam na gestão da produção. Diagnóstico do chão de fábrica: trata as informações tecnológicas. Supervisão e Diagnóstico da Produção. Supervisão da produção: análise dos dados coletados: Repositório de informações da produção: armazena as informações da produção. Apresentando uma solução denominada Sistemas de Monitoramento. Uma melhor administração e manutenção dos equipamentos da planta. incluindo listas de materiais. incluindo o acompanhamento de defeitos e a programação de ordens de trabalho para manutenção. Um acompanhamento mais preciso dos níveis de estoque alocado e real de matériasprimas e produtos acabados. Um melhor rastreamento das ordens de produção. além de uma melhor administração do plano de produção.

Os atuadores são usados para atuar sobre o sistema. Por outro lado. tais como velocidade. os RTUs possuem boas capacidades de comunicação. Os CLPs apresentam como principal vantagem a facilidade de programação e controle de I/O. ligando e desligando determinados equipamentos. Os sensores convertem parâmetros físicos. estando especialmente indicados para situações adversas onde a comunicação é difícil. níveis de água e temperatura. com a leitura dos valores atuais dos dispositivos a que estão associados e o respectivo controle. para sinais analógicos e digitais legíveis pela estação remota. Sistemas Supervisórios [17 / 22] .Sistemas SCADA Os sistemas SCADA podem ser subdivididos em: A) Sensores e Atuadores: são dispositivos conectados aos equipamentos controlados e monitorizados pelos sistemas SCADA. Atualmente. CLPs (Controlador Lógico Programável) e RTUs (Remote Terminal Units). B) Estações remotas: O processo de controle e aquisição de dados inicia-se nas estações remotas. incluindo comunicação via rádio. nota-se uma convergência no sentido de reunir as melhores características desses dois equipamentos: a facilidade de programação e controle dos CLPs e as capacidades de comunicação dos RTUs.

 Rede Wireless . as redes de comunicação podem ser implementadas. é uma solução cara. normalmente em fábricas. Tendo em consideração os requisitos do sistema e as distâncias a cobrir.  Linhas Discadas .As linhas discadas podem ser usadas em sistemas com atualizações periódicas. sendo necessária a instalação de dispositivos repetidores. através dos seguintes meios físicos: Cabos .Esses dispositivos são usados em locais onde não estão acessíveis linhas discadas ou dedicadas.  Linhas Dedicadas . em situações onde uma ligação direta via rádio não pode ser estabelecida devido à distância. que não justifiquem conexão permanente. Por vezes. entre outros. não sendo adequados para grandes distâncias devido ao elevado custo da cablagem. Quando for necessário comunicar com uma estação remota é efetuada uma ligação para o respectivo número.Os cabos estão indicados para a cobertura de pequenas distâncias.Sistemas SCADA C) Redes de comunicações: A rede de comunicação é a plataforma através da qual a informação de um sistema SCADA é transferida. pois é necessário o aluguel permanente de uma linha de dados ligada a cada estação remota. Essa conexão.  Sistemas Supervisórios [18 / 22] . no entanto.As linhas dedicadas são usadas em sistemas que necessitam de conexão permanente. instalação e manutenção.

passando pela rede de comunicação. sensores e atuadores até as máquinas e equipamentos (processo). desde a estação de monitoração central. A interação entre os operadores e as estações de monitoração central (servidor SCADA) é efetuada através de uma Interface Homem-Máquina. em que é comum a visualização de um diagrama representativo da instalação fabril. a representação gráfica das estações remotas. Sob esta perspectiva a figura a seguir mostra todos os componentes básicos de um sistema SCADA. Sistemas Supervisórios [19 / 22] . os valores atuais dos instrumentos fabris e a apresentação dos alarmes ativos. responsáveis por recolher a informação gerada pelas estações remotas e agir em conformidade com os eventos detectados.Sistemas SCADA D) Estações de monitoração central As estações de monitoração central (servidor SCADA) são as unidades principais dos sistemas SCADA. onde está o software de supervisão. Podem estar centralizadas num único computador. ou distribuídas por uma rede de computadores de modo a permitir a partilha de informação proveniente do servidor SCADA. CLP.

Sistemas SCADA REDE DE COMUNICAÇÃO SENSORES E ATUADORES CLP ESTAÇÃO DE MONITORAÇÃO Figura: Componentes de um sistema SCADA Sistemas Supervisórios [20 / 22] .

Sistemas SCADA CONCEITOS ERGONÔMICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE TELAS Os olhos tendem a se mover de: • Uma imagem grande para uma menor • Uma cor saturada para uma não saturada • Uma cor brilhante para uma cor pastel • Uma imagem colorida para outra monocromática • Formas simétricas para formas assimétricas • Algo que se move e pisca para uma imagem estática. Sistemas Supervisórios [21 / 22] . Evite telas congestionadas ou vazias demais. Logo ao construir uma tela devemos obedecer aos seguintes critérios: • Dar preferência a vídeos de 19" • A construção da tela deve ser bem balanceada: o número de elementos de informação por tela deve ser coerente com a capacidade humana de interpretálos.

barras. • Equipamentos devem ser desenhados de acordo com sua forma e tamanhos exatos. rotação para um forno de cimento ou britador de martelos. A representação fotográfica com excesso de detalhes. etc. Por exemplo. Contra exemplo: Erro 46A: Execute o procedimento de emergência 78.Sistemas SCADA O sistema gráfico deve propiciar: • Resolução suficiente para tornar a imagem legível • Diversas cores simultâneas • Caracteres com diversas formas e tamanho • Representação gráfica dinâmica (animações). etc. enchimento para tanques e silos. Simplesmente selecione o objeto com o mouse e selecione a opção LIGA no menu. • • A sequência para ligar ou desligar equipamentos ou realizar ações de controle similares deve ser simples e intuitiva. é desaconselhável. [22 / 22] Sistemas Supervisórios . A representação mais natural é a mais indicada. sombra. explícitas e auto suficientes. etc. Mensagens devem ser claras. • Evite objetos grandes piscantes • Deve haver redundância na forma de representar uma informação: valor. enchimentos.

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