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Patologia das Instalações Elétricas

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CÂMARA DE ARQUITETOS E CONSULTORES

PATOLOGIA DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

Eng. Milton Gomes 08/2003

Administração Casa de Bombas.12 4.ÍNDICE GERAL 1. Alarmes Acréscimos de carga Documentação ASPECTOS PRÁTICOS Bibliografia 3.9 4.8 4.4 4.7 4.3 4.2 INTRODUÇÃO PRELIMINARES Noções básicas . Tensão. 2.13 5.Corrente . 2. Aterramento Iluminação de Emergência Quadros de Distribuição internos às unidades Portões Elétricos Telefonia TV a cabo.2 4.2 4.10 4. Recalque.6 4.1 2. Potência Normas PATOLOGIA Origem das Patologias Roteiro Básico TÓPICOS PRINCIPAIS Entrada de Energia Elétrica Desvio de Prumadas. Caixas de Passagem Quadros de Luz .1 3.11 4. 3.5 4.1 4. Águas Servidas Casa de Máquinas Proteção Atmosférica. 2 . 4. CFTV.

2.Corrente.5410 . 3 . Sua unidade de medida é o ampére ( A ) Tensão é a força que impulsiona os elétrons livres nos fios. Potência Reativa. potência térmica. INTRODUÇÃO O objetivo deste curso.5419 . componentes e outros elementos. Potência Corrente elétrica é o movimento ordenado dos elétrons livres nos fios. Sua unidade de medida é o volt ( V ) Potência elétrica é o resultado do produto da ação da tensão e da corrente. informações básicas de ordem prática sobre Patologia de Construções relativas a Instalações Elétricas em edificações visando o estudo dos defeitos dos materiais. Sua unidade é o watt ( W ) É transformada em : potência mecânica. NBR .Manual de operação .Procedimentos NBR . transformadores. uso e manutenção das edificações. é apresentar aos participantes. Sua unidade é o volt ampére reativo ( Var ) É transformada reatores).1 PRELIMINARES Noções Básicas . suas formas de manifestação e medidas de prevenção e recuperação.14037/98 . Conteúdo e recomendações para elaboração e apresentação. Tensão.5674/99 . 2. Sua unidade é o volt ampére ( VA ) . Esta potência é denominada Potência Aparente A potência aparente é composta por duas parcelas : . Potência Ativa.Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas NTU . potência luminosa.1.2 Normas NBR . 2.Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR . .01/2000 .Fornecimento de Energia Elétrica em tensão secundária a edificações individuais em campo magnético (motores.Manutenção de edificações . diagnosticando suas causas.

equipamentos. estudar os defeitos dos materiais.01/2000 e LIG/2000. Fatores da natureza Causas que podem ser previstas ou não. PATOLOGIA A patologia das construções segundo Ercio Thomaz é a ‘ciência “que procura. ou exógenos Causas decorrentes provocadas por fatores produzidos por terceiros em ações voluntárias ou involuntárias. deve-se evidentemente conhecer outras. que abrangem a capital e diversos municípios do estado de São Paulo. acréscimos de novos aparelhos. dos elementos ou da edificação como um todo.1 Origem das patologias As causas das patologias podem ser classificadas em : Fatores externos. 3. de forma metodizada. tais como : a) Ações de ventos e chuvas anormais b) Inundações provocadas por chuvas anormais c) Pragas urbanas ( cupins ) 4 . 3. diagnosticando suas causas e estabelecendo seus mecanismos de evolução. quando as construções pertencerem a outros municípios e estados. não previstos quando da execução da obra. podem ser evitadas ou não. cabos ( cabos geralmente em torno de 30 a 40 anos). dos componentes.LIG/2000 .Fornecimento de Energia Elétrica em tensão secundária de distribuição Fora das áreas contempladas pelas normas NTU . formas de manifestação. medidas de prevenção e recuperação. tais como : a) Falhas no projeto elétrico b) Falhas na execução das instalações elétricas c) Falhas de utilização ( sobrecarga. ou endógenos Causas decorrentes de fatores inerentes à própria edificação. outras utilizações ) d) Esgotamento da vida útil de aparelhos. tais como : a) Surtos de tensão e corrente nas redes elétricas de energia b) Abalroamento de postes c) Curto circuitos Fatores internos.

2 Desvio de Prumadas. Chaves. causas. TÓPICOS PRINCIPAIS Os tópicos descritos abaixo deverão ser observados e passíveis de sofrerem falhas.d) Aves. Térreo. Bandejas. Outras intermediárias 4.2 Roteiro Básico O roteiro básico de conduta e diagnóstico pode ser descrito como: a) Vistoria com levantamento de dados. Administração a) Iluminação e tomadas. Colunas. Cabos. 4. ocorrência f) Prognóstico g) Condutas h) Terapias i) Execução 4. Calhas. Escadarias 5 . lista de verificações.3 Quadros de Luz. ratos.1 Entrada de Energia a) Postes de aço e concreto. procurando identificar as falhas. medições ) d) Pesquisa com formulação de perguntas. coleta de elementos amostrais. Fachada b) Caixas seccionadoras de entrada c) Caixas de distribuição d) Caixas de proteção e manobras e) Caixas da administração f) Caixas de medição g) Cabinas de barramento h) Proteção. Eletrodutos j) Alimentadores principais k) Ramais Secundários l) Alimentadores das unidades de consumo 4. Caixas de Passagem a) Eletrodutos. Sub-Solos. animais ( pombos. Fusíveis.origens. Espaços b) Primeira caixa. Disjuntores i) Ramais de entrada. morcegos ) 3. b) Informações a respeito do princípio e a evolução das falhas c) Exames complementares quando necessários ( testes. e) Diagnóstico .

estado 4. Quadros secundários 4.DG. Carregador c) Unidades autônomas d) Testes 4. Faraday. Caixas. Anéis.9 Portões Elétricos a) Circuitos. Sensores 4. Circuitos c) Locais.b) Iluminação e tomadas de jardim c) Iluminação e tomadas. Aterramento a) Tipo de proteção : Franklin.7 Iluminação de Emergência a) Geradores b) Central de baterias. Misto b) Número de descidas.8 Quadros de Distribuição internos às unidades a) Tipo de proteção b) Circuitos c) Identificação 4. Comando : manual e remoto 4.6 Proteção Atmosférica. Piscina. Águas Servidas a) Quadros de força e comando b) Bóias.12 Acréscimos de carga 6 . estado 4. Quadras esportivas d) Minuterias. Aterramento 4.11 TV a cabo. Captores. Fontes de alimentação 4. Saunas. Motores.4 Casa de Bombas. Recalque.10 Telefonia a) Centrais de telefone e interfone b) Quadros de Entrada . Terminais aéreos c) Caixas de inspeção. Alarmes a) Cabos.5 Casa de Máquinas a) Quadro de força b) Local. CFTV .

oxidação entre conexões dos cabos com os terminais das chaves ou disjuntores. outros. disjuntores. micro ondas. modificações das características iniciais dos projetos . fornos elétricos. Administração. chaves. 4. abuso de aparelhos eletro-eletrônicos . subdimensionamento. mau estado de conservação . chuveiros elétricos de grande potência e outros aparelhos. dentre outras são : . Com frequências significativas as causas de incêndio se originam de curto circuitos cujas causas.2 Aquecimento nos cabos. falta de manutenção Evidências . defeito na rede.1 Interrupção de energia em entrada primária ( transformador) e entrada em baixa tensão Presença de galhos de árvores próximos aos jumpers de alta tensão. excesso de fios ou cabos no eletroduto. b) Chamar a concessionária 5. falhas mais comuns e causas em edificações : 5. ASPECTOS PRÁTICOS As principais ocorrências verificadas junto às instalações são os incêndios e os choques elétricos. Medidas.13 Documentação a) Plantas.kWh e) Racionalização de energia. Crescimento de trepadeiras nas colunas de entrada Providências : a) Poda dos galhos. queda de ráios. Providências : a) redimensionamento 7 . defeitos na isolação. saunas. execução inadequada das instalações . fusíveis Sobrecargas. aumento de carga sem supervisão técnica . desequilíbrio de cargas entre ramais . computadores. proteções inadequadas . Diagramas b) Contas de energia elétrica.a) Ar condicionado. azinhavre. máquinas de secar roupas. 5. queima do elo fusível da chave. desbalanceamento. umidade. mau contato. Desenhos. Unidades c) Livros de sugestões e/ou reclamações d) Estimativas de consumo de energia elétrica .

Providências : 8 . vida útil diminuída. ou entre paredes. Bases de chaves com sinais de vasamento da isolação. ou temperaturas altas de fios e cabos. mau contatos. c) novos circuitos em novos eletrodutos d) substituição de componentes e) não utilizar ligação simultânea de mais de um aparelho à mesma tomada. lixar e pintar as chapas quando possível. 5. caso contrário substituir a caixa. Falta de extintor (Classe C) específico para instalações elétricas. radiações térmicas produzidas por equipamentos.6 Centro de Medição comprometido Dificuldade para entrada e manobras devido a materiais depositados.Caixas de medição sem plaquetas de identificação dos consumidores. falta de aterramenmto. Violação nos transformadores de corrente ( medição da administração ).3 Condutores com a isolação deteriorada (ressecada.b) reaperto nos contatos ( conexões ). Providências : a) Refazer alvenaria. 5. Disjuntores fixados com “máscaras”( perigo de curto). vidros quebrados ou faltantes. exposição prolongada ao sol.5 Caixas seccionadora ou de distribuição externas comprometidas Infiltração de água pelas paredes. fundos de madeira apodrecido devido umidade. Caixa da administração sem identificação dos circuitos e com barramentos vivos sem proteção. Caixas de bases com dispositivos de proteção de capacidades diversas. cor alterada) Sobrecorrentes. Fuga de corrente em bases de chaves. defeitos em equipamentos Providências : a) reaperto nas conexões. limpeza nos contatos b) substituição de equipamentos 5. limpeza nos mesmos.4 Ruídos anormais nas instalações conexões soltas. ferrugem nas tampas e fundos. sinais de cabos deteriorados( ligação dos medidores). dissipação do calor comprometida. Fundos das caixas com cupim. Sinais de queima em contatos de disjuntores e chaves. infestação de cupins provocando deslocamento dos barramentos e chaves seccionadoras. Providências : a) redimensionamento de circuitos e ocupação b) proteção contra o calor e radiações c) substituir a fiação 5. e ou reparos com vedação b) Substituir fundos de madeira por outro com tratamento c) Raspar. Fixação entre cabos e barramentos com folga.

5. b) Tubular fiação aparente em eletrodutos rígidos c) Adequar a iluminação d) Limpeza e pintura nas caixas. águas servidas ) Materiais depositados no local ( jornais. ou interrupção de circuitos em emergência Local obstruído.7 Desvio de Prumadas e Caixas de Passagem com falhas Desvio de prumadas com cabos com emendas ressecadas. latas com restos de tinta. Materiais depositados dentro das caixas.9 Casa de Bombas com falhas ( recalque . Falta de identificação dos circuitos. Providências : a) Limpeza no local com a retirada dos materiais estranhos. Emendas nas caixas de passagem com fitas ressecadas.Aquecimento. 9 . ou substituição e) Identificar circuitos . Aterramento 5. escadas. de tomadas de uso geral e de uso específico 5. Providências : a) Desobstrução dos locais b) Tampas sem cadeado c) Identificar os circuitos de iluminação. Falta de aterramento. Tampas externas com cadeado.Iluminação deficiente Falta de aterramento nas carcaças. sacos de cimento. pneus. Aquecimemto anormal. entulho. Fiação aparente solta. Providências : a) Verificar se houve aumento de carga b) Realinhar os cabos .10 Casa de Máquinas com falhas ( elevadores ) Quadro sem identificação de circuitos . Ferrugem nas caixas de força.testes se necessário. Eletrodutos não adequados.e outros).a) retirar materiais estranhos ao local b) substituição de fundos de madeira com outra tratada c) verificar carga dos apartamentos d) tampa de proteção contra contatos “vivos “ e) substituir a fixação dos disjuntores tipo máscara por outro tipo trilho f) substituir chaves com comprometimento nas fixações . agrupa-los de modo correto c) Substituir fitas ressecadas por novas 5. sacos de areia.Prumadas novas passadas por fora. Cabos desalinhados e mau acomodados devido a passagem de novos.8 Quadros de Luz da Administração com dificuldade para manobras .

Fechar o local. elétrica. ferragens diversas). Falta de testes.12 Iluminação de Emergência com falhas a) Gerador : Local obstruído com materiais e objetos estranhos.14 Portões elétricos e CFTV com falhas Quadros improvisados dentro de guaritas. Aterrar carcaças. 5. Substituir fundos das caixas quando comprometidas por cupins. b) Refazer conexões ou soldas. 5.Falta de extintores para uso em eletricidade. Local aberto possibilitando a entrada de animais . Interligação dos cabos com os motores. luz de obstáculo. identificação mau feita. Providências : a) Limpeza interna. Refazer instalação de blocos com identificação correta e visível. c) Aterrar carcaças d) Adequar número de descidas com normas vigentes 5. Providências : a) Identificar circuitos. Carregador com defeito. Anéis de cobre soltos. Baterias com bornes oxidados. b) Reaperto nas conexões. Conexões entre cabos e chaves com folga. c) Unidades autônomas : Vida útil curta devido equipamemto ser de baixa qualidade. Cabos comprometidos devido a descargas atmosféricas. 5. insetos ou aves.Iluminação insuficiente no local. Nas caixas intermediárias dos andares idem. Número insuficiente nas garagens. Captores aéreos soltos. Baterias com os bornes oxidados. Número insuficiente de descidas. Fiação solta e aparente. Ocupação da caixa com cabos de TV. Falta de testes de carga e descarga. Ruídos anormais na tubulação de escape e silenciador. Providenciar extintor.13 Telefonia com falhas Quadro de entrada ( DG) com cupins. sem proteção mecânica ( eletrodutos apropriados ) 10 . Soldas exotérmicas comprometidas. Providências : a) Revisar o sistema com reapertos nas conexões. Local sem ventilação e iluminação insuficiente. Falta de plano de manutenção e testes . projetar e executar novos caminhamentos para os sistemas de TV a cabo e outros. c) Adequar a iluminação. Iluminação inadequada. Proteção dos motores contra intempéries mau executada. sem fixação. Painel de transferência com depósito de pós. b) Central Única. Falta de aterramento entre o sistema e partes metálicas ( antenas de TV.11 Proteção Atmosférica com falhas Captor da hasteFranklin com corrosão ou solto. Blocos terminais e os pares de telefone desalinhados. b) Progamar.

15 Quadros de distribuição internos às unidades de consumo com dificuldade para ligar e desligar circuitos. com danos ( trincas ) durante a instalação e introduzidos em aberturas sem proteção. Componentes com defeitos de fabricação. aumentando tomadas. Barra de neutro com as conexões entre os cabos ou fios com folga. Caixas chumbadas nos tetos e paredes não alinhadas com a superfície. Isolamento. Mau contato entre as ligações do fio neutro com a barra de neutro. o número de interruptores e 11 . Providências : a) Modificações . também fora do esquadro e fora do nível. 5. Eletrodutos com curvas pequenas.17 Tomadas e interruptores com aquecimento e falhas Sobrecarga nos circuitos . Circuitos não identificados. quando em alguma eventual reforma. Contatos fixos sem pressão.16 Caixas eletrodutos e quadros instalados com falhas Instalação de quadros e caixas de tomadas e interruptores em cotas diferentes das utilizadas.Equipamemtos com potência não compatível com capacidade da tomada. e falhas Local obstruído com quadros. b) Não utilizar tomadas tipo “benjamins “ c) Testes de tensão e continuidade 5. Providências : a) Redimensionar o circuito. geladeiras. Contatos entre materiais diferentes ( cobre com alumínio). b) Tubular fiação externa em eletrodutos apropriados para uso externo 5. Componentes de baixa qualidade. Disjuntores inadequados com a carga. móveis.18 Ocorrência de subtensão ou sobretensão Oscilações provenientes da rede pública externa. tomadas e aparelhos c) Compatibilizar com a carga dos circuitos ( ou aparelhos os dispositivos de proteção ) d) Estudos para aterramento geral pelas prumadas 5. Falta de aterramento.Providências : a) Refazer quadros ou novos em locais adequados. Providências : a) Desobstruir o local com a retirada dos objetos b) Identificar os circuitos de iluminação.

21 Bombas de recalque e águas servidas . Havendo diferenças para mais ou menos em torno de 5% em relação a tensão nominal ( no sistema 220V/127V . c) Ocorrendo desarme possibilidade de curto ( possibilidade de areia interna ao conjunto) d) Verificar eixos. 5. fusíveis. b) Não havendo variação de tensão. Motores com a rotação alterada. Verificar as emendas e refazê-las. Rotor travado. Sobrelevação da corrente Providências : a) Verificar se houve curto circuito b) Substituir o disjuntor verificando antes a carga do circuito c) Testes de tensão com aparelho ou lâmpada.19 Ocorrência de curto circuito Emendas mal isoladas.20 Após desligamento interrompido no quadro disjuntor não rearma. Disjuntor com desgaste.Providências : a) Na ocasião da ocorrência das oscilações medir a tensão.22 Aparelhos eletrodomésticos com mau funcionamento 12 . Verificar a luminosidade das lâmpadas ( pouco ou exesso de brilho). Fios ou cabos com a isolação deterioradas. 5. ( fios ou cabos queimados.limite 201/116V a 229/132V no sistema 230V/115V . Capacidade do disjuntor menor que a corrente do circuito. fase fase ou fase terra. Contator com a bobina queimada. Estado dos fusíveis ou disjuntores. incêndio) b) Após a descoberta do curto averiguar a causa. rolamentos. Substituir cabos. b) Medir a tensão entre o fio neutro e o terra. Circuito Ocorrência de curto circuito. Conjunto motor bomba desbalanceado. contatar a concessionária de energia elétrica. Sobrecargas causando aquecimento na fiação. cheiro de material queimado. Percorrer o circuito. Contato direto.limite 212/106V a 242V/121V). Providências : a) Medir a tensão entre fase fase . Mola de disparo fraca. falhas Falhas nas fases ou em uma delas. Estado da chave de transferência. podendo danificar o isolamento Providências : a) Verificar o disjuntor desarmado ou fusível queimado. Curto circuito no motor. outros. 5. Rearmar o sistema. 5.

Tensão do aparelho e da rede incompatíveis. Oscilações no brilho. Falhas de montagem em fábrica Transformador não adequado Providências : a) Filamento queimado b) Mal contato . Providências: a) Verificar frequência do aparelho se opera também em 60 Hz b) Verificar a tensão se o aparelho opera em 220V e 110V 5. Sobretensão Falta de aterramento. e) Fim da vida útil.24 Choques Elétricos A passagem da corrente elétrica pelo corpo humano. Queima frequente de lâmpadas e reatores Impurezas dentro da lâmpada (turbilhonamento . limpar ou substituir d) Subtensão. Substituição 5. Reator não compatível. Faixas. Frequência ( Hz) do aparelho diferente da frequência da rede . Queima frequente Impactos durante o transporte. Defeitos no soquete c) Ligação errada d) Oscilações na tensão e) Partida de motores f) Vibração mecânica g) Dissipação do calor inadequadas ( luminárias fechadas) h) Agrupamento de lâmpadas substituir por outras de potência menor LÂMPADAS FLUORESCENTES A lâmpada não acende. A lâmpada demora para acender. 13 . Starter defeituoso b) Lâmpada queimada c) Soquetes sujos ou gastos. Enegrecimento das extremidades. A lâmpada pisca.23 Falhas no funcionamento de lâmpadas LÂMPADAS INCANDESCENTES E DICRÓICAS Lâmpada não acende. Reator defeituoso. Zumbido na luminária/reator. produz os seguintes fenômenos críticos: Tetanização : É a paralisia muscular provocada pela circulação da corrente através dos tecidos nervosos que controlam os músculos. aros ou manchas próximas às extremidades do tubo.tremulação ) Providências : a) Mau contato.

poderá perturbar seu funcionamento regular. podem ocorrer nos seguintes a) Componentes das Caixas e Quadros a1) Quadros com chaves tipo faca e bases porta fusíveis sem proteção a2) Quadros sem as placas ( barreiras ) de proteção b) Partes vivas expostas b1) b2) b3) b4) Emendas mal isoladas Fios e cabos deteriorados Bornes expostos ( disjuntores.chaves ) barramentos de cobre c) Aparelhos elétricos c1) Ausência de aterramento ou falha c2) Falha na isolação do equipamento c) Postes metálicos e estruturas metálicas c1) Infiltração de umidade pela caixa c2) Correntes de fuga ( contato. 14 .Parada respiratória : Quando estão envolvidos na tetanização os músculos peitorais. A situação é de emergência. Contatos indiretos : que consistem no contato com partes metálicas normalmente não energizadas ( massas ). e perde o passo. As condições de perigo para as pessoas em relação às instalações elétricas são duas: Contatos diretos : que consistem no contato com partes metálicas normalmente sob tensão ( partes vivas ). isolação prejudicada ) d) Caixas de passagem no piso e tomadas externas ( jardim ) d1) Infiltração de umidade d2) Ação de roedores d3) Penetração de água através de chuva ou lavagem com mangueira. podendo produzir queimaduras. Os choques elétricos equipamentos e situações : entre outras. Queimaduras : A passagem da corrente pelo corpo é acompanhada pelo desenvolvimento de calor por efeito Joule. Fibrilação ventricular: Quando a corrente elétrica atinge diretamente o coração. É uma situação de emergência. os pulmões são bloqueados e para a função vital da respiração. mas que podem ficar energizadas devido a uma falha do isolamento. O coração vibra desordenadamente.

e) Emendas e ligações com isolamento adequado e firme. (Nota : Alguns dos textos descritos no ítem 5 foram extraídos do Curso de Patologias das Instalações do Prof. f) Componentes com bornes expostos não deverão ser utilizados. g) Cabos em locais úmidos. ou providências com isolamento. a) Instalação de dispositivo DR ( detetor de corrente diferencial residual) de alta sensibilidade b) Aterramento das massas .MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES MEDIDAS ATIVAS : Utilização de dispositivos de proteção e métodos que proporcionam o seccionamento automático do circuito quando ocorrerem situações de perigo para os usuários. além dos cabos serem apropriados. proteção d) Circuitos com fiação danificada ( ressecado. Verificação periódica. cor alterada ) deverão ser substituídos. as emendas deverão ser com fitas tipo auto fusão. MEDIDAS PASSIVAS : Uso de dispositivos e métodos que se destinam a limitar a corrente elétrica que pode atravessar o corpo humano ou a impedir o acesso às partes energizadas. Ercio Thomaz) c) Quadros de distribuição e caixas especificadas com barreiras ( placas ) de 15 .(dupla isolação ) h) Tomadas de uso externo nos locais dos jardins e de umidade.

5419 .5410 .Proteção de Estruturas Contra Descargas Atmosféricas CURSO DE PERÍCIAS JUDICIAIS .2002 16 .Instalações Elétricas de Baixa Tensão NORMA NBR .Anomalias e Patologias das Edificações .Instalações Elétricas e Telefonia . Média e Alta Tensão .2000 .A importância das Vistorias Periódicas nas Instalações Elétricas Sincoelétrico .Inspeção Predial .IBAPE / CREA SP .98 GOMES Milton .2000 ELETROPAULO .Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária Edificações Individuais .BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS CESP / PIRELLI .Material e Publicações compiladas 2000 a 2002 GRUPO DE CÂMARA DE PERÍCIAS DO IBAPE .Prof. Ercio Thomaz .Instalações Elétricas de Baixa.Curso de Perícias e Instalações Elétricas Edificações 1999 .Uso Coletivo .2002 PREDIAL 2001 .Instalações Elétricas PIRELLI .Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária .IPT .Manual de Proprietários .Palestra IBAPE .97 GOMES Milton .2001 GOMES Milton .Aspectos Práticos Instalações ElétricasCâmara dos Arquitetos .2000 NORMA NBR .2001 GOMES Milton .A Saúde dos Edifícios .93 GOMES Milton .2001 GRUPO DE INSPEÇÃO PREDIAL DO IBAPE .Curso de Patologia .Instalações Elétricas .98 PATOLOGIAS DAS INSTALAÇÕES .Membro .Manual de Instalações Elétricas CREA -Câmara Especializada em Engenharia Elétrica ELETROPAULO .02 GOMES Milton .Curso de Segurança das Instalações Elétricas nos Edifícios .

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