Distúrbio neurovegetativo Distúrbio Neurovegetativo é um dos nomes técnicos que os médicos gostam de dar para o "piti".

Outros nomes são Distúrbio de Conversão ou Somatização. A depender da pessoa, ela pode somatizar de várias maneiras, sendo que o usual é uma sensação de dispnéia (Desconforto para Respirar, Falta de Ar), Dores Torácica (Dores na Região do Peito), Sudorese (Emissão intensa de Suor), Tremores Corporais, Sensação de Desmaio, Palpitações (Diferenciação do Ritmo Cardíaco). O Trato gastrintestinal também é muito sensível à pressões psicológicas, podendo haver disfagia (Deglutição) = (Dificuldade de Engolir Alimentos), náuseas (Sensação de Desconforto no Estômago), Diarréia ou Obstipação (Prisão de Ventre). Não é causado por efeito colateral de determinado elemento e sim um problema puramente psicológico. Não há cura MÉDICA, exatamente , por que não há um problema orgânico (apesar de que eventualmente à psiquiatria pode auxiliar no tratamento). Em geral é um campo mais da psicologia. Simplificando: Acontece uma sobrecarga no organismo neurocentral, denominada também de pane geral, onde o sistema nervoso sofre danos reparáveis e não sendo de sérias proporções com retorno do perfeito estado clínico, o organismo consecutivamente, e de modo claro falando apaga completamente, más envolvendo e controlando órgãos internos, apenas o tecido osteomuscular, isto funciona basicamente como uma relaxante. O indivíduo que se encontra neste estado, sente leve dormência em seus membros superiores e inferiores, disritmia cardíaca, desnível de pressão arterial e outros. Vale lembrar que qualquer sintoma deve ser encarado à priori como de possível doença física , só podendo ser classificado como psicossomático apos afastar-se causas orgânicas. Escala de coma de Glasgow A Escala de coma de Glasgow (ECG) é uma escala neurológica que parece constituir-se num método confiável e objetivo de registrar o nível de consciência de uma pessoa, para avaliação inicial e contínua após um traumatismo craniano. Seu valor também é utilizado no prognóstico do paciente e é de grande utilidade na previsão de eventuais seqüelas. Inicialmente usado para avaliar o nível de consciência depois de trauma encefálico, a escala é atualmente aplicada a diferentes situações. Uma escala similar, a Escala Rancho Los Amigos é usada para avaliar a recuperação e pacientes com ferimentos encefálicos. História A escala de coma de Glasgow foi publicada oficialmente em 1974 por Graham Teasdale e Bryan J. Jennett, professores de neurologia na University of

Department of Health and Human Services. são considerados. que posteriormente transformou-se na escala de coma de Glasgow. de forma incisiva. Public Health Service. e o segundo focalizou o prognóstico médico do coma. conversa N/A normalmen te Não se Extensão Motor moviment estímulos a dolorosos a / Obedece de Localiza a a estímulos comando dolorosos s Abertura ocular (AO) .S. tendo então o número 1 como a pontuação mínima e. Os três valores separadamente. uma escala ordinal foi aplicada para observar tendências. Enquanto um estudou o estado de coma de pacientes com traumatismo cranianos severos. fala e capacidade motora. dificuldade da definição da extensão da lesão cerebral. assim como sua soma. mensurar a função em pacientes comatosos. incompreensív l do inapropriad desorientado eis as Flexão Flexão Reflexo anormal a retirada estímulos estímulos dolorosos dolorosos N/A Orientado. à medida que os dados estatísticos aplicados afinaram o sistema de pontuação.Glasgow. financiou dois estudos internacionais paralelos. A escala de coma de Glasgow que inicialmente fora desenvolvida para ser utilizada como um facilitador. como uma forma de se avaliar a profundidade e duração clínica de inconsciência e coma. Em 1970. Elementos da escala A escala compreende três testes: respostas de abertura ocular. Os pesquisadores desses estudos desenvolveram então o "Índice de coma". depois. ou melhor instrumento de pesquisa para estudar o nível de consciência de pacientes com trauma craniano grave e. o National Institutes of Health. na revista Lancet. U. 1 2 3 4 5 6 Abre os Abre os olhos olhos em Abre os olhos Ocula Não abre em resposta a resposta a espontaneame N/A r os olhos estímulo de um nte dor chamado Pronuncia Emite sons Verba Emudeci palavras Confuso.

mas sem troca conversacional) 2. (Não confundir com o despertar de uma pessoa adormecida. Interpretação • Pontuação total: de 3 a 15 o 3 = Coma profundo. (O paciente faz coisas simples quando lhe é ordenado. (Gemendo. estado vegetativo) o 4 = Coma profundo. Padrão flexor à dor. Sem resposta motora. 3. sem articular palavras) 1. Melhor resposta verbal (MRV) Existem 5 níveis: 5.) 5. 1. Localiza estímulo doloroso. Retirada inespecífica à dor. Obedece ordens verbais. . marque 4. Olhos se abrem ao comando verbal. Palavras inapropriadas. (85% de probabilidade de morte. 4. se assim for. (Fala aleatória. 3. onde está e porquê. Padrão extensor à dor. (decorticação) 2. Confuso. Ausente. (descerebração) 1.) 2. (O paciente responde coerentemente e apropriadamente às perguntas sobre seu nome e idade. Olhos se abrem espontaneamente. Olhos não se abrem. Olhos se abrem por estímulo doloroso. se não. (O paciente responde às perguntas coerentemente mas há alguma desorientação e confusão) 3.Existem quatro níveis: 4. 3. Melhor resposta motora (MRM) Existem 6 níveis: 6. Sons ininteligíveis. a data etc) 4. Orientado.

15 = Normalidade. 2005) o 3-8 = grave. Choro consolável. 1. Gemente. Com a dor. Escala pediátrica • Melhor resposta motora: Nenhuma resposta. 6.o o o • 7 = Coma intermediário. Espontâneo. 2. 5. 2. . Se afasta da dor. 3. (necessidade de intubação imediata) o 9-13 = moderado. ocorre interação. (ex. Extensão(descerebração). 11 = Coma superficial. interação adequada. o 14-15 = leve. Flexão(decorticação). 4. Sorri. Melhor resposta verbal: Nenhuma resposta. Classificação do Trauma cranioencefálico (ATLS. • 1. Localiza a dor. • 1. 2. Obedece aos comandos. leve beliscão) Com a fala. incosolável. Ocular: Nenhuma. Inquieto. 5. 4. orientado pelo som acompanhando objetos. 3. 3. 4.

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