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trabalho FISICA

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PRINCIPIOS DA ÓTICA GEOMÉTICA;
CARGA ELÉTRICA E FORMAS DE ELETRIZAÇÃO.
PRINCIPIOS DA ÓTICA GEOMÉTICA;
CARGA ELÉTRICA E FORMAS DE ELETRIZAÇÃO.

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E TECNOLGIA

PRINCIPIOS DA ÓTICA GEOMÉTICA; CARGA ELÉTRICA E FORMAS DE ELETRIZAÇÃO.

IRECÊ - BAHIA 2011

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E TECNOLGIA

PRINCIPIOS DA ÓTICA GEOMÉTICA; CARGA ELÉTRICA E FORMAS DE ELETRIZAÇÃO.

Trabalho de pesquisa em cumprimento às exigências da disciplina de Física, ministrada no campus IFBA em Irecê, sob orientação do Professor Marcos Ferreira Santos Silveira.

IRECÊ - BAHIA 2011

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO................................................................................................................................................... 4 PRINCÍPIOS DA ÓTICA GEOMÉTRICA ................................................................................................................ 5 CARGA ELÉTRICA .............................................................................................................................................. 8 FORMAS DE ELETRIZAÇÃO ............................................................................................................................... 8 ELETRIZAÇÃO POR ATRITO ................................................................................................................. 8 ELETRIZAÇÃO POR CONTATO.............................................................................................................. 9 ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO .............................................................................................................. 9 LEI DE COULOMB. ..........................................................................................................................................10 CONCLUSÃO....................................................................................................................................................12 BIBLIOGRAFIA .................................................................................................................................................13

INTRODUÇÃO
Observando o mundo atual, e até mesmo um olhar atento para em nosso derredor poderemos observar diversos e inúmeros eventos que, ainda que não entendamos que não tenhamos conhecimento conceitual, teórico ou empírico, ao ser analisado pode-se chegar a conceitos, teorias e leis dos estudos da física, por exemplo, os princípios da ótica geométrica, bem como estamos rodeados de elementos que estão ligados diretamente com os conceitos e as formas de eletrização. Este trabalho de pesquisa abordará os temas citados no parágrafo anterior em busca de conhecimento, explicações, teorias e leis que possam nortear-nos quanto aos assuntos. É meu alvo pessoal e estudantil entender e conhecer os conceitos envolvidos, as aplicabilidades destes conceitos a resolução de problemas e sobre tudo, ampliação da bagagem de conhecimento e do currículo. O estudo da ótica geométrica fundamenta-se nos seguintes princípios: propagação Retilínea, Reversibilidade e independência dos raios de luz. E os estudos, as hipóteses e os conhecimentos sobre a natureza da eletricidade e a eletrização foi mais bem estruturada e melhor compreendida a partir do século XIX. (GASPAR. 2011). Eis uma rápida e breve introdução do que este trabalho de pesquisa abordará. Assim, procurarei fazer um ajuntamento de letras, pontos, palavras e parágrafos com este alvo: conhecer estes assuntos dentro dos conceitos, princípios, hipóteses e leis que regem dentro do mundo da física e nos rodeiam.

PRINCÍPIOS DA ÓTICA GEOMÉTRICA

A parte da física que estuda a luz denomina-se óptica. E a óptica geométrica se preocupa e estuda os fenômenos independentemente de conceitos e natureza do que se define ou do que percebe e entende por luz. No entanto, ainda que não seja a preocupação ou objeto da Óptica Geométrica, toma-se por base uma definição básica do que é a luz para avançar nos conhecimentos dos conceitos e princípios que norteiam a óptica geométrica, ainda que não seja lá muito fácil e consenso definir o fenômeno luz. “A luz, acreditam os físicos, não é onda nem partícula. Ela se constitui de fótons, partículas cujo comportamento é de natureza ondulatória” (GASPAR. 2011). Os muitos compêndios, livros, fascículos, apontam que os estudos, os conceitos, as hipóteses e as pesquisas mais avançados da Óptica Geométrica, estudam os fenômenos relacionados à luz sem buscar ou necessitar definir, compreender, entender a sua natureza, assim, para a compreensão, define-se e se aceita uma definição simples e básica de que “a luz é um ente físico capaz de sensibilizar os nossos olhos” (ESTEVÃO). E também pode-se encontrar o mesmo esforço em outro autores em explicar e diferenciar um estudo de outro.
Costuma-se dividir a óptica em dois ramos: geométrica, cuja ênfase está no sentido da geometria dos raios de luz, sem buscar a justificativa desse traçado; física, que estuda os fenômenos cuja compreensão exige a formulação de uma teoria da natureza da luz. (GASPAR. P 249)

Tendo assim explicado uma e outra, vamos à apresentação dos princípios, que são três, da Óptica Geométrica. O principio da Propagação Retilínea que diz que a luz propaga-se em linha reta quando o meio é homogêneo e transparente. Isto quer dizer, que em meios em que não há variações, por exemplo, no vácuo, a luz sempre se propaga desta forma e maneira: em linha reta. O Principio da Reversibilidade: Segundo este principio, quanto aos raios de luz, a sua trajetória não depende do sentido da propagação. “A trajetória de um

raio de luz continua a mesma quando seu sentido de propagação é invertido” (LANA, 2011) Ou seja, quando a luz se desloca entre dois pontos, o caminho percorrido é o mesmo, independentemente do sentido. O Principio da independência dos raios de luz conclui que todos os raios de luz se propagam de forma independente do outro, ou seja, quando dois (pode ser mais de dois também) raios luminosos se cruzam, cada um se movimenta independente um do outro. Com estes três princípios observamos que a luz se propaga em linha reta, que o caminho de ida de um raio de luz pode ser igual ao caminho de volta e, um raio de luz pode se cruzar com outro se haver nenhuma mudança.

QUESTÕES SOBRE ÓPTICA GEOMÉTRICA
(FUVEST) Um aparelho fotográfico rudimentar é constituído por uma câmara escura com um orifício em uma face e um anteparo de vidro fosco na face oposta. Um objeto luminoso em forma de L encontra-se a 2m do orifício e sua imagem no anteparo é 5 vezes menor que seu tamanho natural. a) Esboce a imagem vista pelo observador O indicado na figura. b) Determine a largura d da câmara.

Figura 1: Câmara Escura

Resolução:

(FGV) Na figura, S1 e S2 são superfícies de separação de meios transparentes. A trajetória do raio de luz representada na figura indica que ela: a) se reflete em S1 e S2. b) se refrata em S1 e S2. c) sofre apenas uma refração em S2. d) se reflete em S1 e se refrata em S2. e) se refrata em S1 e se reflete em S2.

(FÍSICA: CIÊNCIA E CULTURA NA ESCOLA)

CARGA ELÉTRICA Os fenômenos naturais são observados pelo homem há muito tempo, e entre estes fenômenos observados, a eletricidade está inclusa. “O termo eletricidade originou-se da palavra elektron, nome grego do âmbar, resina que se petrifica séculos depois de secretada por algumas árvores.” – (GASPAR. 2011). Uma matéria é composta principalmente por elétrons, prótons e nêutrons. Sendo que, apenas os elétrons e prótons possuem carga elétrica. Os prótons e os elétrons possuem a mesma carga elétrica elementar. n p = n e: O corpo está eletricamente neutro. n p > n q : O corpo está eletricamente positivo. n p < n q : O corpo está eletricamente negativo.

FORMAS DE ELETRIZAÇÃO Existem três tipos de Eletrização de corpos: por atrito; por contato e por indução ELETRIZAÇÃO POR ATRITO

Ocorre quanto dois corpos são atritados. ELETRIZAÇÃO POR CONTATO Quando dois corpos condutores e de cargas diferentes entram em contato. ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO Um corpo inicialmente eletrizado é colocado próximo a um corpo neutro.

QUESTÕES

Um corpo possui 5.1019 prótons e 4.1019 elétrons. Quanto à sua carga determine: a) o sinal. b) a intensidade. Resolução: a) para respondermos o item “a” basta analisarmos o número de prótons e elétrons, observando percebemos que o número de prótons é maior, então o corpo possui carga elétrica positiva. b) para resolvermos o item “b” temos que primeiro saber o número de carga elétrica no corpo e para sabermos o número de carga elétrica de um corpo basta diminuir: n=np–nq n = 5.1019 - 4.1019 n = 1.1019

Agora, pegamos a equação q = (n.e) e substituímos os valores: q = 1 . 1019 . 1,6 . 10-19 q = 1,6 C

LEI DE COULOMB.
Charles Augustin Coulomb, por volta de 1785, desenvolveu por

experimentação, pesquisa empírica, a teoria que hoje se denomina de Lei de Coulomb. Esta Lei de Coulomb, em homenagem ao C. A. Coulomb explica e sobre e como se dá, como age as força de interação entre as partículas eletrizadas. As partículas de mesmo sinal se repelem e as de sinais opostos se atraem. E baseado nestas pesquisas, definiu a lei que é amplamente difundida e até o momento com amplas aplicações, até mesmo no átomo. Esta lei afirma que duas partículas carregadas exercem forças uma sobre a outra. E se as cargas das partículas têm o mesmo sinal, as partículas se repelem, ou seja, são submetidas a forças que tendem a afastá-las. Se as cargas das partículas têm sinais opostos, as partículas se atraem, ou seja as forças tendem a aproximálas. (HOLLYDAY, RESNICK. 2009). A força de interação e a intensidade é assim entendida, compreendida e medida:
A intensidade das forças de interação (F) entre dois pontos materiais de cargas elétricas q1 e q2 é diretamente proporcional ao produto dessas cargas e inversamente proporcional ao quadrado da distância (d) entre esses pontos. (GASPAR. 2011)

Questão Na figura, as cargas Q1, Q2 e Q3 são iguais. Qb exerce sobre Qc uma força de intensidade 3,0.10-6 N. Determine: a) – A intensidade da força que Qc exerce em Qb; b) – A intensidade da força que Qa exerce em Qc

Como qa(q1) = qb(q2) = qc(q3) Então : Fcb = (k.qc.qb) / (dcb)² Onde: Fcb = 3,0.10 N ; dcb = 0,03 m; k = 9.10 N.m²/C². Assim
-6 9

Então: Fac = (k.qa.qc) / (dac)² Fac = (k.q²) / (dac)² Onde -19 9 q² = 3.10 C²; k = 9.10 N.m²/C²; dac = 0,04 m. Assim

3,0.10-6 = (9.109 .q.q) / 0,03² 3,0.10-6 = 9.109 .q² / 9.10-4 q² = 3,0.10-6.9.10-4 / 9.109 q² = 3.10-19 C²

Fac = 3.10-19.9.109 / 0,04² Fac = 27.10-10 / 1,6.10-3 Fac = 1,7.10-6 N

CONCLUSÃO

Baseado na metodologia de pesquisa bibliográfica busquei material descritivo, explicativo e publicado em livros, revistas e em web sites elementos para ampliar os meus conhecimentos sobre os seguintes temas: a) Os princípios da Óptica Geométrica b) Os conceitos sobre Cargas Elétricas c) A Lei de Coulomb. Os princípios da Óptica geométrica definem e tem como objeto de estudo, não o fenômeno luz, mas sim a sua geometria. E, os estudos da Óptica Geométrica estabelecem três princípios que ocorre com a luz, a saber: a) a luz em que há pouca variação, a luz se propaga de forma retilínea; b) que há reversibilidade nos raios da luz; c) e os raios são independentes. O estudo sobre as cargas elétricas apontam para conhecimentos, e observações que remontam a tempos antigos e que me apontou as três formas de eletrizar um corpo que são os seguintes: atrito; indução e contato. Conheci também a lei de Coulomb que define as regras e como é que ocorrem as interações entre forças elétricas, sendo que a lei de Coulomb tem hoje aplicabilidade sem exceção, ou seja, até no mundo atômico tem se conseguido verificar a mesma. Aprendi a história, descobri idéias e obtive conhecimento em torno dos temas, quanto a seus diversos conceitos, leis e aplicabilidade, restando agora aprofundar outras áreas que envolvem a experimentação, e a resolução de questões deste temas pesquisados.

BIBLIOGRAFIA
ESTEVAO. VANKS,: A Luz e a Óptica Geométrica. In: Efeito Joule: aqui você aprende física. Brasil: Efeito Joule. Disponível em: <http://www.efeitojoule.com/2009/03/luz-optica-geometrica.html> Acesso em: 03 de agosto de 2011. FÍSICA: Princípios da Óptica Geométrica. In: Ciência e Cultura na Escola, Brasil: Ciência e Cultura na Escola. Disponível em: <http://www.cienciacultura.com/fisica.asp> Acesso em: 03 de agosto de 2011. GASPAR. ALBERTO,: Física. 1ª Edição. SÃO PAULO: Editora Ática, 2011. HALLIDAY, DAVID; RESNICK, ROBERT; WALKER, JEARL. Fundamentos da Física: Óptica. Vol. 4: Ótica e Física Moderna. 4ª Edição. HALLIDAY, DAVID; RESNICK, ROBERT; WALKER, JEARL. Fundamentos da Física: Óptica. Vol. 3: Eletromagnétismo. 8ª Edição. LANA, CARLOS ROBERTO DE,: Tipos de fonte luminosa e de meios de propagação. In: Educação Uol, Brasil: Uol Educação. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/fisica/ult1700u18.jhtm> Acesso em: 03 de agosto de 2011. MIRANDA, DANIELE DE, Carga Elétrica. In: Brasil Escola, Brasil: Brasil Escola. 2008. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/fisica/carga-eletrica.htm> Acesso em: 04 de agosto de 2011. CARVALHO, THOMAS, Carga Elétrica. In: INFO Escola, Brasil: Info Escola. 2009. Disponível em: <http://www.infoescola.com/fisica/carga-eletrica/> Acesso em: 04 de agosto de 2011. ANJOS, TALITA A, Processo de Eletrização. In: Brasil Escola, Brasil: Info Escola. 2009. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/fisica/processo-eletrizacao.htm> Acesso em: 04 de agosto de 2011. As imagens constantes neste trabalho foram copiadas da internet utilizando o serviço de busca Google Imagens. Não tendo sido encontrado nenhuma reclamação de direito autoral das mesmas.

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