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Gêneros Textuais e Tipos Textuais

Gêneros Textuais e Tipos Textuais

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06/17/2013

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GÊNEROS TEXTUAIS: os textos desempenham papel fundamental em nossa vida social, já que estamos sempre

nos comunicando através de manifestações textuais. Os gêneros textuais correspondem aos textos efetivamente
produzidos em nossa vida cotidiana e apresentam características gerais comuns (formato, sequência ou estrutura
linguística, assunto), facilmente identificáveis. Os gêneros textuais estão relacionados às práticas sociais de uma
comunidade, podendo ser:
1. são inúmeros e variados, tanto quanto o são as práticas sociais;
2. são relativamente estáveis, tão estáveis quanto as práticas sociais a que servem. Enquanto a prática social
estiver em vigor, o gênero textual a ela associado circulará. Assim, como a vida em sociedade está sempre mudando
e evoluindo, novos gêneros surgem, outros desaparecem e outros se mantêm.
Os gêneros textuais podem ser falados e escritos. O que é falado e escrito, a forma que é dada ao texto são
características ligadas ao gênero. Como as situações de comunicação em nossa vida são inúmeras, inúmeros são os
gêneros textuais.
Gêneros Textuais: Função social, finalidade de uso, formato estáveis.
DESCRIÇÃO: tem por objetivo oferecer ao leitor/ouvinte a oportunidade de visualizar o cenário em que uma ação
se desenvolve e os personagens que dela participam. A descrição corresponde às plásticas. O modo de organização
descritivo consiste na enumeração das características próprias dos lugares, pessoas, coisas, costumes; envolve a
imobilidade do objeto descrito fora de qualquer dimensão temporal. A descrição está presente tanto na ficção (nos
romances, novelas, contos, poemas) quanto em outros gêneros textuais (artigo de divulgação científica, verbete
de enciclopédia, propaganda, textos jornalísticos, guias turísticos, legenda, lista de compras, cardápio,
anúncio classificados). Os advérbios e expressões indicadoras de lugar são essenciais à coerência textual,
permitindo a localização espacial do cenário e os personagens descritos. Os tempos verbais frequentes são o
presente do indicativo no comentário e o pretérito imperfeito do indicativo no relato. Descrever não é enumerar o
maior número possível de detalhes, mas assinalar os traços mais singulares, mais salientes; é fazer ressaltar do
conjunto uma impressão dominante e singular. Dependendo da intenção do autor, varia o grau de exatidão e
minúcia na descrição. Vale ressaltar o uso da simultaneidade ao invés da progressão temporal usada na narração.
NARRAÇÃO: consiste no relato de acontecimento ou fatos, reais ou imaginários, envolvendo ação e movimentos,
no transcorrer do tempo. A narração está presente em cantigas de roda, poemas e cordel, músicas popular, piadas,
histórias em quadrinhos, ficção científica, narrativa de enigma, telenovela, fábula e outros gêneros. O modo de
organização narrativo é a base de determinados gêneros literários como a epopeia, o romance, a novela, o conto.
Os elementos essenciais para a coesão e a coerência do texto são os verbos no pretérito perfeito e os advérbios
indicadores de tempo e espaço. Uso da linha do tempo e de um determinado espaço.
Elementos da narrativa:
Narrador: (1ª pessoa e 3ª pessoa)
Personagem: principal (protagonista e antagonista), secundário, personagens tipo.
Espaço # Ambiente
Tempo: (cronológico e psicológico)
Enredo: apresentação, complicação, clímax e desfecho.
Sequência Narrativa Sequência Descritiva
Foco no fato e na ação. Foco no ser
Noção processual, de progressão temporal. Noção estática, de permanência temporal.
Predominância de verbos de ação, circunstâncias
espaço-temporais.
Predominância de verbos de estado, adjetivos e
circunstanciais espaciais.
EXPOSIÇÃO: tem finalidade de apresentar informações sobre assuntos, de forma isenta, impessoal; consiste na
apresentação de ideias, pensamentos, doutrinas; reflete, explica, avalia, conceitua, expõe ideias, analisa, informa,
situa-se no conhecer, abstraindo-se das marcas de tempo e de espaço. Uma explicação de um livro didático, aulas
expositivas de um professor, um artigo de uma revista científica, verbetes de dicionários e enciclopédias, um
editorial de jornal se constroem com base em sequências expositivas. Apresentam estrutura sintática complexa para
expressar relações lógicas de causa/consequência, contraposição, explicação, comparação, definição, comprovação,
detalhamento. Diferentemente da argumentação, a exposição NÃO tem como finalidade a persuasão por parte do
interlocutor. A sensação é de que esses textos estão continuamente respondendo a perguntas. Em textos que primam
pelo didatismo, é comum o próprio falante/leitor lançar perguntas para, em seguida, desenvolver um texto
explicativo.

ARGUMENTAÇÃO: busca convencer, influenciar, persuadir alguém; defende um ponto de vista sobre
determinado assunto. Consiste no emprego de provas, justificativas, arrazoados, a fim de apoiar ou rechaçar uma
opinião ou uma tese; é um raciocínio destinado a provar ou a refutar uma dada proposição; nela predominam
sequências contrastivas explícitas. As sequências argumentativas têm como objetivo apresentar hipóteses com base
em argumentos, estabelecer relações lógicas entre os argumentos e contra-argumentos, exemplificar e
encaminhar conclusões. O autor pode se colocar de modo pessoal (em 1ª pessoa: na minha opinião, penso que)
ou de modo impessoal (em 3ª pessoal: é provável que, é possível que, não se pode esquecer que, convém lembrar
que). Um editorial de jornal, um arrazoado jurídico, um texto publicitário se constroem a partir de sequências
argumentativas.
Nos gêneros textuais de base argumentativa, presenciamos o uso de palavras que nomeiam conceitos e ideias,
ausência de temporalidade, encadeamento de ideias, presença de operadores argumentativos.
Estrutura básica:
Introdução (1 parágrafo) / Desenvolvimento (3 a 5 parágrafos) / Conclusão (1 parágrafo)
INJUNÇÃO: tem objetivo de indicar como fazer ou realizar uma ação. As receitas, os manuais de aparelhos, as
regras de jogos, horóscopo, livros de autoajuda, discursos políticos (notadamente nas vésperas de eleição), orações,
discursos religiosos são exemplos de gêneros textuais que apresentam sequências injuntivas. Por isso, dirigem-se ao
leitor sob a forma de comandos expressos, em geral, por verbos no modo imperativo, pronomes de segunda
pessoa e usos de vocativos. Os textos de base injuntiva estruturam-se, muitas vezes, em duas partes: na primeira,
apresentam-se os ingredientes (no caso de receitas) ou os materiais (nas experiências); na segunda, oferecem-se as
instruções ou os procedimentos a serem seguidos (como misturar os ingredientes ou como utilizar os materiais),
expostos na ordem de ocorrência. A linguagem deve ser clara, objetiva, didática, de modo a garantir a eficácia na
realização da tarefa.
DIÁLOGO: consiste no intercâmbio verbal entre duas ou mais pessoas ou personagens e tem como objetivo a troca
de ideias e de informações sobre determinado assunto. Apesar de o diálogo ser um recurso dramático por
excelência, aparece também em romances, contos, novelas, entrevistas, misturando narração e descrição. Toda
entrevista usa o recurso do diálogo. O MSN, gênero textual do mundo virtual também faz uso dessa tipologia
textual.
(EXPOSIÇÃO) Cheguei em casa carregando a pasta cheia de papéis, relatórios, estudos,
pesuisas, propostas, contratos! "inha mulher, #ogando paci$ncia na cama, um copo de
u%sue na mesa de ca&eceira, disse, sem tirar os olhos das cartas, 'oc$ est( com um ar
cansado! Os sons da casa) minha *ilha no uarto dela treinando imposta+,o de 'o-, a m.sica
uadri*/nica do uarto do meu *ilho! 0oc$ n,o 'ai largar essa mala1 perguntou minha
mulher, tira essa roupa, &e&e um uisuinho, 'oc$ precisa aprender a rela2ar!
(3P4ESE563ÇÃO 7O PE4SO538E" P4I5CIP39 E S:3 ;3"<9I3)
;ui para a &i&lioteca, o lugar da casa onde gosta'a de *icar isolado e como sempre n,o *i-
nada! 3&ri o 'olume de pesuisas so&re a mesa, n,o 'ia as letras e n.meros, eu espera'a
apenas! 0oc$ n,o p(ra de tra&alhar, aposto ue os teus sócios n,o tra&alham nem a metade e
ganham a mesma coisa, entrou a minha mulher na sala com o copo na m,o, #( posso mandar
ser'ir o #antar1
3 copeira ser'ia = *rancesa, meus *ilhos tinham crescido, eu e a minha mulher est('amos
gordos! > auele 'inho ue 'oc$ gosta, ela estalou a l%ngua com pra-er! "eu *ilho me pediu
dinheiro uando est('amos no ca*e-inho, minha *ilha me pediu dinheiro na hora do licor!
"inha mulher nada pediu, nós t%nhamos conta &anc(ria con#unta! 0amos dar uma 'olta de
carro1, con'idei! Eu sa&ia ue ela n,o ia, era hora da no'ela! 5,o sei ue gra+a 'oc$ acha em
passear de carro todas as noites, tam&ém auele carro custou uma *ortuna, tem ue ser
usado, eu é ue cada 'e- me apego menos aos &ens materiais, minha mulher respondeu!
Os carros dos meninos &louea'am a porta da garagem, impedindo ue eu tirasse o meu!
6irei os carros dos dois, &otei na rua, tirei o meu, &otei na rua, colouei os dois carros
no'amente na garagem, *echei a porta, essas mano&ras todas me dei2aram le'emente
irritado, mas ao 'er os p(ra?choues salientes do meu carro, o re*or+o especial duplo de a+o
cromado, senti o cora+,o &ater apressado de eu*oria! En*iei a cha'e na igni+,o, era um motor
poderoso ue gera'a a sua *or+a em sil$ncio, escondido no cap/ aerodin@mico! Sa%, como
sempre sem sa&er para onde ir, tinha ue ser uma rua deserta, nesta cidade ue tem mais
gente do ue moscas! 5a a'enida Arasil, ali n,o podia ser, muito mo'imento! Cheguei numa
rua mal iluminada, cheia de (r'ores escuras, o lugar ideal! Bomem ou mulher1 4ealmente
n,o *a-ia grande di*eren+a, mas n,o aparecia ninguém em condi+Ces, comecei a *icar tenso,
isso sempre acontecia, eu até gosta'a, o al%'io era maior! (O CO6I7I35O E56E7I356E
7O PE4SO538E" 534437O4 E S:3 S3<73 7E C3S3 E" A:SC3 7E :"3
30E56:43 4E93X356E) (C9<"3X) Ent,o 'i a mulher, podia ser ela, ainda ue mulher
*osse menos emocionante, por ser mais *(cil! Ela caminha'a apressadamente, carregando um
em&rulho de papel ordin(rio, coisas de padaria ou de uitanda, esta'a de saia e &lusa,
anda'a depressa, ha'ia (r'ores na cal+ada, de 'inte em 'inte metros, um interessante
pro&lema a e2igir uma grande dose de per%cia! 3paguei as lu-es do carro e acelerei! Ela só
perce&eu ue eu ia para cima dela uando ou'iu o som da &orracha dos pneus &atendo no
meio?*io! Peguei a mulher acima dos #oelhos, &em no meio das duas pernas, um pouco mais
so&re a esuerda, um golpe per*eito, ou'i o &arulho do impacto partindo os dois ossCes, dei
uma guinada r(pida para a esuerda, passei como um *oguete rente a uma das (r'ores e
desli-ei com os pneus cantando, de 'olta para o as*alto! "otor &om, o meu, ia de -ero a cem
uil/metros em no'e segundos! 3inda deu para 'er ue o corpo todo desengon+ado da
mulher ha'ia ido parar, colorido de sangue, em cima de um muro, desses &ai2inhos de casa
de su&.r&io!
(O 3SS3SSI536O 73 ":9BE4 CO" O C344O) (7ES;ECBO) E2aminei o carro na
garagem! Corri orgulhosamente a m,o de le'e pelos p(ra?lamas, os p(ra?choues sem marca!
Poucas pessoas, no mundo inteiro, iguala'am a minha ha&ilidade no uso dauelas m(uinas!
3 *am%lia esta'a 'endo tele'is,o! 7eu a sua 'oltinha, agora est( mais calmo1, perguntou
minha mulher, deitada no so*(, olhando *i2amente o '%deo! 0ou dormir, &oa noite para todos,
respondi, amanh, 'ou ter um dia terr%'el na companhia!
Como se conjuga um empresário
Autor: Mino
Acordou. Levantou-se. Aprontou-se. Lavou-se. Barbeou-se. Enxugou-se. Perfumou-se. Lanchou.
Escovou. Abraçou. Beijou. Saiu. Entrou. Cumprimentou. Orientou. Controlou. Advertiu. Chegou.
Desceu. Subiu. Entrou. Cumprimentou. Assentou-se. Preparou-se. Examinou. Leu. Convocou. Leu.
Comentou. Interrompeu. Leu. Despachou. Conferiu. Vendeu. Vendeu. Ganhou. Ganhou. Ganhou.
Lucrou. Lucrou. Lucrou. Lesou. Explorou. Escondeu. Burlou. Safou-se. Comprou. Vendeu. Assinou.
Sacou. Depositou. Depositou. Depositou. Associou-se. Vendeu-se. Entregou. Sacou. Depositou.
Despachou. Repreendeu. Suspendeu. Demitiu. Negou. Explorou. Desconfiou. Vigiou. Ordenou.
Telefonou. Despachou. Esperou. Chegou. Vendeu. Lucrou. Lesou. Demitiu. Convocou. Elogiou. Bolinou.
Estimulou. Beijou. Convidou. Saiu. Chegou. Despiu-se. Abraçou. Deitou-se. Mexeu. Gemeu. Fungou.
Babou. Antecipou. Frustrou. Virou-se. Relaxou-se. Envergonhou-se. Presenteou. Saiu. Despiu-se.
Dirigiu-se. Chegou. Beijou. Negou. Lamentou. Justificou-se. Dormiu. Roncou. Sonhou. Sobressaltou-se.
Acordou. Preocupou-se. Temeu. Suou. Ansiou. Tentou. Despertou. Insistiu. Irritou-se. Temeu. Levantou.
Apanhou. Rasgou. Engoliu. Bebeu. Rasgou. Engoliu. Bebeu. Dormiu. Dormiu. Dormiu. Acordou.
Levantou-se. Aprontou-se ...
PROPOSTAS DE REDAÇÃO
Tema: A pena de morte: contra ou a favor?

Contra, não resolve. INTRODUÇÃO
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Direito à vida – religião DO !" #O $" %#R&'R#(O – D)*)N+O,+I-)NTO.
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O/tros 0a1ses – )U#
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)rro 2/di3i4rio
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Classes 5ai6as
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Tradi7ão.
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Ine8i3a9: sol/7ão: erradi3a7ão da 0o5re9a CONC,U*ÃO.
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Introdução
:Nas grandes em0resas, a m4;/ina torno/<se mais im0ortante do ;/e o =omem.
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Desenvolvmento
!" ar#umento
:# m4;/ina agili9a a 0rod/7ão>
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$" ar#umento
:#s m4;/inas não so8rem 81si3a o/ 0si3ologi3amente>
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%" ar#umento
:O 3/sto o0era3ional das m4;/inas ? mais 5arato do ;/e o do =omem>
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&onclusão
:Com o 3res3imento do n@mero de m4;/inas, =aver4 mais desem0rego>
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Introdução
#s leis, no Arasil, servem a0enas 0ara 3onstatar a legisla7ão de /m 0ovo ;/e não seg/e as leis.
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Desenvolvmento
!" ar#umento
:#lg/mas dessas leis não trad/9em as ne3essidades da 0o0/la7ão>
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$" ar#umento
:Não =4 0/ni7ão em 3aso de transgressão das leis>
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%" ar#umento
:B4 leis a5s/rdas de8asadas, sem ra9ão de e6istir>
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'" ar#umento
:(alta 8is3ali9a7ão 0ara 3/m0rirem as leis>
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(" &onclusão
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Introdução
:'rande 0arte da 0o0/la7ão 5rasileira não tem o =45ito de ler roman3es e 0oesias>
Desenvolvmento
!" ar#umento
:)sta 0o0/la7ão não tem es3olaridade>
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Desenvolvmento
$" ar#umento
:)sta 0o0/la7ão não tem din=eiro 0ara 3om0rar livros>
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,ivro Desenvolvmento
%" ar#umento
:,ivros 3/stam 3aro>
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Desenvolvmento
'" ar#umento
:Os livros de 0oesias, 0or e6em0lo, tra9em /ma ling/agem 8ig/rada, di8i3/ltando o entendimento do
leitor>
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&onclusão
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Introdução
:#s0e3tos negativos da televisão 0ara 3rian7as>
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Desenvolvmento
!" ar#umento
:)6istem 0rogramas 3om a0elo erCti3o – r/ins 0or in3entivar a 8alta de res0eito 3om a se6/alidade do
0rC6imo>
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Desenvolvmento
$" ar#umento
:#lg/mas novelas estim/lam o 2ovem a 8alar errado – 3om isso ele não a0rende a l1ng/a 0ort/g/esa na
modalidade 3/lta>
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Desenvolvmento
%" ar#umento
:# a/sDn3ia de 0rogramas ed/3ativos, de 3/n=o 3/lt/ral – sem o07ão o 2ovem a3a5a vendo 0rogramas
de gosto d/vidoso>
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&onclusão )ver uma proposta*
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de permanência temporal. Elementos da narrativa: Narrador: (1ª pessoa e 3ª pessoa) Personagem: principal (protagonista e antagonista). analisa. circunstâncias Predominância de verbos de estado. histórias em quadrinhos. Apresentam estrutura sintática complexa para expressar relações lógicas de causa/consequência. doutrinas. adjetivos e espaço-temporais. fábula e outros gêneros. O modo de organização narrativo é a base de determinados gêneros literários como a epopeia. Espaço # Ambiente Tempo: (cronológico e psicológico) Enredo: apresentação. A sensação é de que esses textos estão continuamente respondendo a perguntas. Uso da linha do tempo e de um determinado espaço. Noção processual. de progressão temporal. Diferentemente da argumentação. o conto. em seguida. envolvendo ação e movimentos. reflete. narrativa de enigma. a novela. abstraindo-se das marcas de tempo e de espaço. A narração está presente em cantigas de roda. contraposição. Em textos que primam pelo didatismo. clímax e desfecho. pensamentos. situa-se no conhecer. um artigo de uma revista científica. circunstanciais espaciais.NARRAÇÃO: consiste no relato de acontecimento ou fatos. consiste na apresentação de ideias. um editorial de jornal se constroem com base em sequências expositivas. comprovação. explica. é comum o próprio falante/leitor lançar perguntas para. músicas popular. conceitua. impessoal. informa. detalhamento. Sequência Narrativa Foco no fato e na ação. no transcorrer do tempo. verbetes de dicionários e enciclopédias. o romance. telenovela. piadas. Predominância de verbos de ação. Os elementos essenciais para a coesão e a coerência do texto são os verbos no pretérito perfeito e os advérbios indicadores de tempo e espaço. explicação. secundário. Uma explicação de um livro didático. a exposição NÃO tem como finalidade a persuasão por parte do interlocutor. ficção científica. Sequência Descritiva Foco no ser Noção estática. . expõe ideias. definição. reais ou imaginários. poemas e cordel. EXPOSIÇÃO: tem finalidade de apresentar informações sobre assuntos. aulas expositivas de um professor. comparação. personagens tipo. de forma isenta. desenvolver um texto explicativo. complicação. avalia.

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