DISCENTES: Jeffer Castelo Branco e Rafaela Rodrigues da Silva __________________________________________________ Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP Serviço Social

, noturno 2º ano, 3º termo – Campus Baixada Santista Professora Dra. Luciana Maria Cavalcante Melo - lmcmelo@yahoo.com.br Módulo: Fundamentos Filosóficos Santos, SP, Brasil 15 de junho de 2011

“A RAZÃO DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA”

1. Quais as críticas da Escola de Frankfurt a Hegel? Recusam a ideia de Hegel quando coloca que: a história é obra da razão como espirito, ou que as transformações históricas da razão são realizadas por ela própria sem influência das condições sociais econômicas e politicas. Segundo a “Escola de Frankfurt”, Hegel se engana ao supor que a razão seja uma força histórica autônoma. E em segundo lugar que a razão é a força histórica criadora da sociedade da politica e da cultura. Hegel acerta ao afirmar que as mudanças históricas ocorrem de conflitos e contradições, mas engana-se ao supor que esses se dão entre diferentes formas da razão. Pois elas (mudanças) se dão como conflito e contradições sociais e políticas modificando a própria razão. 2. Quais são as duas modalidades da razão apresentada pela teoria crítica? a) A razão instrumental ou técnico científico, que está a serviço da exploração, da dominação, da opressão e da violência; b) A razão crítica ou filosófica, que reflete sobre as contradições dos conflitos sociais e políticos que se apresenta como uma força liberadora. 3. Qual a posição dos filósofos estruturalistas, quanto à historicidade da razão? Para os filósofos estruturalistas sem dúvida alguma a razão é histórica, isso é ela muda temporalmente, mas esta história não é cumulativa evolutiva progressiva e contínua, ao contrário é descontínua ela se realiza por saltos e cada estrutura nova da razão possui um sentido próprio valido apenas para ela. ___________________________________________________________ jcbranco@unifesp.br; raffaellaroderigues@hotmail.com

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