P. 1
Cálculo de carga térmica

Cálculo de carga térmica

|Views: 1.169|Likes:
Publicado porRossiano Casarin

More info:

Published by: Rossiano Casarin on Aug 26, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/17/2013

pdf

text

original

FURG

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MI NI STÉRI O DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL PROF. MÁRIO ALQUATI


CTI



















































Rio Grande março de 2004.


2
1 INTRODUÇÃO............................................................................................................................................................ 3
1.1 ESPECIFICAÇÕES DOS PRODUTOS.............................................................................................................................. 3
1.2 CONDIÇÕES DE ESTOCAGEM .................................................................................................................................... 3
1.3 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS........................................................................................................................... 3
2 CÁLCULO DE CARGA TÉRMICA, EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL. ..................................................... 4
2.1 CALOR A ABSORVER DO PRODUTO. ........................................................................................................................... 4
2.1.1 Determinação do calor a retirar do produto .................................................................................................... 4
2.2 CALOR QUE PENETRA PELO ISOLAMENTO - TRANSMISSÃO DE CALOR POR PAREDES, TETOS E PISO. .............................. 4
2.3 GANHOS DE CALORIAS POR RENOVAÇÃO DE AR - INFILTRAÇÃO DE AR........................................................................ 5
2.3.1 Cortinas de Ar................................................................................................................................................. 5
2.3.2 Determinação do índice de renovações:........................................................................................................... 5
2.3.3 Ganho de calorias por secagem de ar. ............................................................................................................. 6
2.4 CARGAS DIVERSAS .................................................................................................................................................. 6
2.4.1 Calor gerado pela iluminação. ........................................................................................................................ 6
2.4.2 Calor gerado pelos motores elétricos............................................................................................................... 7
2.4.3 Calor gerado estiva. ........................................................................................................................................ 7
3 ANEXOS: ..................................................................................................................................................................... 8











































3
1 INTRODUÇÃO
Para a definição das características do sistema de refrigeração, a primeira análise a ser efetuada é o cálculo de carga
térmica. Este cálculo deve ser efetuado com o máximo de precisão possível, levando em consideração todos os detalhes
informados na especificação técnica.
De forma a se garantir uma certa "folga" no dimensionamento da instalação de refrigeração, os responsáveis técnicos
tem a tendência de considerar somente as condições mais críticas, ou seja, as que correspondem à máxima quantidade de
produto e o dia mais quente do ano. Naturalmente que estas condições excepcionais devem ser analisadas, porém, deve-se
estudar também os requisitos operacionais que a instalação de refrigeração deve garantir em diferentes situações de carga
térmica .Evitando assim que a instalação opere com o equipamento superdimensionado.
Por exemplo, as instalações de processamento de frutas em geral englobam a armazenagem e expedição das mesmas.
Pelo fato de estarem localizadas nas regiões produtivas, deverão considerar uma séria de fatores, tais como o calendário de
colheita de cada variedade de fruta, o nível de estoque desejado, os períodos de estocagem em função das características de
marketing, a necessidade de câmaras com atmosfera controlada e com umidificação, entre outros.
Desta forma, cada tipo de instalação deve ser analisada com as suas particularidades, incluindo logicamente eventuais
flutuações sazonais. O Plano Operacional, deverá conter a descrição dos cenários operacionais, que permitirão avaliar as
variações da carga térmica requerida.
Com estas informações, é possível efetuar um balanço térmico adequado levando em consideração os aspectos de
carga parcial, que será fundamental para a determinação da capacidade de refrigeração necessária, e particularmente a
quantidade de compressores, de forma a se obter uma racionalização do consumo de energia elétrica.

1.1 Especificações dos Produtos

As seguintes informações relativas aos produtos, deverão constar das especificações técnicas:

Natureza do produto

Freqüência de entradas e saídas dos produtos durante a semana.

Planos de produção e colheita

As temperaturas dos produtos ao entrarem nas câmaras

Quantidade diária (kg/dia) de produtos a serem mantidos resfriados, congelados, ou que devam ser resfriados ou
congelados rapidamente.

Especificação de embalagens

1.2 Condições de Estocagem

As seguintes informações relativas às condições de estocagem dos produtos, deverão constar das especificações técnicas:

Temperaturas internas

Umidade relativa interna

Duração da estocagem, por produto

Método de movimentação das cargas (empilhadeiras, elevadores, etc...)

Método de empilhamento (pallets, racks, etc...)

1.3 Características construtivas

As características construtivas das câmaras frigoríficas influem diretamente na capacidade de refrigeração, ou seja,
tem responsabilidade direta no aumento ou redução do consumo de energia elétrica da instalação.
Os principais fatores a considerar são


Eficiência do isolamento térmico de paredes e tetos

Eficiência do isolamento térmico de pisos (se houver)

Existência de barreira de vapor apropriada

Infiltração de ar em níveis mínimos


Entende-se assim, por balanceamento térmico a soma de cargas térmicas que se deve extrair de um ambiente afim de levá-
lo a uma determinada temperatura.
Na refrigeração industrial as cargas térmicas levedas em conta são:

1. Calor a absorver do produto.
2. Calor que penetra pelo isolamento.
3. Ganhos de calorias pela renovação de ar.
4. Ganhos de calorias pela secagem de ar.
5. Calor gerado pela iluminação.
6. Calor gerado pelos motores elétricos.
4
7. Calor gerado pela estiva.

2 CÁLCULO DE CARGA TÉRMICA, EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL.

2.1 Calor a absorver do produto.

É a parcela correspondente ao calor devido ao produto que entra na câmara, sendo composto das seguintes parcelas :
· calor sensível antes do congelamento (resfriamento)
· calor latente de congelamento
· calor sensível após o congelamento (congelamento)
· calor de respiração (só para frutas)
A determinação exata desta parcela de carga térmica é determinante para o funcionamento adequado ou não da
câmara, especialmente em locais de distribuição, nos quais a movimentação dos produtos é intensa.
Nas câmaras utilizadas para o resfriamento ou congelamento dos produtos, tem-se um aumento substancial da carga
térmica, quando comparado com as câmaras projetadas para estocagem de produtos resfriados ou congelados.
O recebimento de produtos com temperaturas acima das especificadas no Plano Operacional, e que serviram de base
para o projeto do sistema, irá ocasionar uma carga térmica adicional que poderá inclusive comprometer a operação do sistema,
aumentando também substancialmente o consumo de energia. Deve-se sempre ter em mente, a necessidade de utilização das
câmaras de acordo com os parâmetros considerados no projeto.
Outra questão relevante, é a correta determinação da carga térmica ocasionada pela respiração de frutas e vegetais,
provocada pelo metabolismo dos mesmos.

2.1.1 Determinação do calor a retirar do produto

2.1.1.1 Antes do congelamento - parcela responsável pelo resfriamento do produto.

T
t C m
Q
e
∆ × ×
=
Onde:
m = massa do produto (Kg).
C
e
= calor específico antes do congelamento (kcal/kg ºC).
∆t = diferença de temperatura entre a entrada do produto e a temperatura de congelamento.
T = tempo de processamento.

2.1.1.2 Durante o congelamento – parcela responsável pelo congelamento do produto.

T
Cl m
Q
×
=
Onde:
m = massa do produto (Kg).
Cl = calor latente de congelamento (Kcal/kg).
T = tempo de processamento.


2.1.1.3 Depois do congelamento – parcela responsável pelo rebaixamento de temperatura do produto.

T
t C m
Q
e
∆ × ×
=

Onde:
m = massa do produto (Kg).
C
e
= calor específico depois do congelamento (kcal/kg ºC).
∆t = diferença de temperatura entre a entrada do produto e a temperatura final.
T = tempo de processamento.

2.2 Calor que penetra pelo isolamento - Transmissão de calor por paredes, tetos e piso.

Corresponde a quantidade de calor transmitida por condução através de paredes, tetos e pisos. Esta carga depende da
área de troca, ou seja, a superfície total submetida à troca de calor.
5
É importante um cuidado especial na escolha da espessura do isolamento térmico, de forma que a superfície do lado
quente, não atinja um valor baixo, onde poderá ocorrer uma condensação de vapor de água.
Conforma já dito, é importante a adoção de uma espessura de isolamento para um fluxo de calor de 8 kcal/h .
m
2

T
t S C
Q
× ×
=
2


Onde:
C

= fluxo de calor que penetra por hora em um metro quadrado de isolamento (Kcal/hm
2
).
S = superfície total das paredes, teto e piso (m
2
).
t= tempo referente a um dia (24 horas).
T = tempo de processamento.

2.3 Ganhos de calorias por renovação de ar - Infiltração de ar.

É a parcela correspondente ao calor do ar que atinge a câmara através de suas aberturas. Toda vez que a porta é aberta,
o ar externo penetra no interior da câmara, representando uma carga térmica adicional. Evidentemente, a determinação exata
deste volume é muito difícil, sendo valores aproximados para o número de trocas por dia, em função do tipo e volume da
câmara. Em câmaras frigoríficas com movimentação intensa e com baixa temperatura, este valor aumenta tremendamente.
Neste caso é fundamental a utilização de um meio redutor desta infiltração, tais como uma cortina de ar ou de PVC (em alguns
casos, é recomendável a utilização das duas soluções em conjunto).
2.3.1 Cortinas de Ar
De forma a minimizar o fluxo de ar quente e úmido para o interior das câmaras de estocagem que trabalham à baixa
temperatura deverá ser prevista a utilização de cortinas de ar. Isto é especialmente recomendado quando existe uma
movimentação intensa de produtos e a contínua abertura de portas.
A utilização das cortinas de ar serve para proteger a câmara, de cargas térmicas adicionais, que irão aumentar a
temperatura e a umidade no interior da câmara. A entrada de vapor d'água para o interior da câmara, poderá trazer problemas
de condensação em excesso na superfície do evaporador, com a conseqüente formação de gelo.
Caso a umidade seja excessiva, o sistema de degelo poderá não ser suficiente para a retirada do mesmo. Isto ocasiona
um bloqueio gradual do evaporador, causando uma perda de capacidade de refrigeração e um aumento no consumo de energia
elétrica. Entretanto, não basta apenas ter a cortina de ar instalada. A velocidade, a distribuição e a direção do ar é que permitem
uma proteção eficiente à entrada do ar externo à câmara.
A figura a seguir mostra o comportamento do fluxo de ar da cortina à entrada da câmara, em função da velocidade e
direção do fluxo adotado.
Errado Errado Correto
Obs :Visto que a determinação exata do valor desta parcela se torna difícil, pelos motivos já citados anteriormente serão
demostrados dois métodos para seu cálculo, ficando a critério do projetista qual deles será adotado.

2.3.2 Determinação do índice de renovações:
Câmaras com circulação natural de ar:
v
n
30
=

Câmaras com circulação forçada de ar:
v
n
60
=
Obs: Para câmaras pequenas, o índice de renovações será determinado pela tabela em anexo.

a)
T
H v n
Q
∆ × × ×
=
γ
3


Onde:
n = número de renovações.
v = volume da câmara (m
3
).
γ =peso específico do ar externo(kg/m
3
)
∆H = Diferença de entalpia entra o ar novo e temperatura da câmara ( ºC).
T = tempo de processamento

Obs: Este método considera o rebaixamento da temperatura do ar e o congelamento da umidade do ar sobre a serpentina
(tornando assim desnecessário o cálculo da secagem do ar).

6
Ou:
b)
T
t v n
Q
∆ × × ×
=
307 , 0
3


Onde:
n = número de renovações.
v = volume da câmara (m
3
).
∆t = Diferença de temperatura do ar externo e interno ( ºC).
T = tempo de processamento.
0,307 kcal/°Cm
3
= Calor específico volumétrico do ar seco.

Obs: Torna-se necessário o cálculo da secagem do ar.

2.3.3 Ganho de calorias por secagem de ar.

Massa de água a extrair do ar:

T
amb.
100% Conteúdo de umidade (g/m
3
)
Percentual de umidade do ar ambiente X
1


T
cam.
100% Conteúdo de umidade (g/m3)
Percentual de umidade na câmara X
2

2 1
X X X − = ∆

1000
1
2
× × × ∆ = n V X M
cam O H


Onde:
M
H2O
= Massa de água a extrair do ar (Kg/m
3
).
V
cam
= Volume da câmara (m
3
).
n= número de renovações.
∆X= diferença do conteúdo de umidade entre o ar externo e interno (g/m
3
).
2.3.3.1 Congelamento da água contida no ar:

T
Cl M
Q
O H
.
2
4
=
Onde:
M
H2O
=Massa de água (Kg).
T= tempo de processamento.
Cl= calor latente de solidificação da água (80 Kcal/Kg) + calor latente de condensação (540Kcal/Kg)= 610 Kcal/Kg

2.4 Cargas diversas

É a parcela de carga térmica devido ao calor gerado por iluminação, pessoas motores e outros equipamentos.
Os motores do ventiladores dos forçadores de ar são uma fonte de calor e também, de consumo de energia elétrica.
Dentro do possível, deverão ser previstos meios de variar a vazão de ar em função da necessidade de carga térmica do sistema.
Isto pode ser feito com a utilização de variadores de freqüência ou de motores de dupla velocidade.

2.4.1 Calor gerado pela iluminação.

T
t F P S
Q
× × ×
=
Onde:
S = superfície do teto (m
2
)
P = potência da iluminação, usual para câmaras de altura até 5 metros, 5w/m
2
, para câmaras com altura superior soma-se 1
w/m
2
para cada metro de altura (W/m
2
).
t = tempo de iluminação (h)
7
T = tempo de processamento
F= fator de conversão (0,86 Kcal/hw)

2.4.2 Calor gerado pelos motores elétricos.
T
t F P n
Q
× × ×
=
Onde:
n = número de motores
P = potência dos motores (CV, HP)
F = fator de conversão ( 1 HP= 640 kcal/h , 1 CV= 632 kcal/h )
t= tempo de funcionamento dos motores (h)
T= tempo de processamento(h)

2.4.3 Calor gerado estiva.
T
t q n
Q
× ×
=
,

Onde:
n= número de pessoas.
q
,
=quantidade de calor desprendida por pessoa( Kcal/hpessoa).
t = tempo de permanência das pessoas no ambiente(h).
T= tempo de processamento(h).








































8
3 ANEXOS:


Volume da câmara (m
3
)

N° de renovações
Câmaras com t <0 Câmaras com t >0
7 29 38
8,5 26,2 34,5
11,5 22,5 29,5
14 20 26
17 18 23
23 15,3 20
28 13,5 17,5
42 11 14
57 9,3 12
85 8,1 9,5
115 7,4 8,2
140 6,3 7,2
170 5,6 6,5
230 5 5,5
280 4,3 4,9
420 3,8 3,9
570 2,6 3,5
700 2,3 3
850 2,1 2,7
1.150 1,8 2,3
1.400 1,5 2
2.000 1,3 1,6




















Esforços por pessoa em Kcal/h.

Esforço Kcal/h (q
,
)
Caminhando 3km/h 190
Caminhando 5km/h 262
Caminhando 8km/h 632
Trabalhos médios 200 a 250
Trabalhos fortes 400 a 500
Esforço máximo 641

9

SECAGEMDO AR

Conteúdo de vapor ar saturado
Temperatura
(° °C)
Peso ar seco
(Kg/m
3
)
(g/Kg) (g/m
3
)
Pressão de
Saturação
(mm Hg)
Entalpia
(Kcal/Kg)
-40 1,514 0,13 0,20 0,16 -9,52
-39 1,507 0,14 0,21 0,17 -9,27
-38 1,501 0,15 0,22 0,19 -9,03
-37 1,495 0,17 0,25 0,21 -8,77
-36 1,489 0,19 0,28 0,24 -8,52
-35 1,482 0,21 0,31 0,26 -8,27
-34 1,476 0,23 0,34 0,28 -8,02
-33 1,470 0,25 0,37 0,31 -7,76
-32 1,464 0,28 0,41 0,34 -7,51
-31 1,458 0,30 0,45 0,37 -7,25
-30 1,452 0,33 0,48 0,41 -7,00
-29 1,446 0,36 0,53 0,45 -6,20
-28 1,440 0,40 0,58 0,49 -6,40
-27 1,434 0,44 0,63 0,54 -6,17
-26 1,428 0,48 0,68 0,59 -5,95
-25 1,422 0,52 0,74 0,64 -5,68
-24 1,417 0,57 0,81 0,70 -5,42
-23 1,411 0,62 0,88 0,76 -5,15
-22 1,405 0,68 0,95 0,83 -4,88
-21 1,400 0,65 0,98 0,85 -4,60
-20 1,396 0,63 1,01 0,87 -4,33
-19 1,390 0,70 1,04 0,90 -4,10
-18 1,385 0,77 1,07 0,94 -3,87
-17 1,380 0,85 1,17 1,03 -3,58
-16 1,374 0,93 1,28 1,13 -3,29
-15 1,368 1,02 1,39 1,24 -3,00
-14 1,363 1,11 1,51 1,36 -2,71
-13 1,358 1,22 1,56 1,49 -2,40
-12 1,353 1,34 1,61 1,63 -2,09
-11 1,347 1,47 1,87 1,79 -1,77
-10 1,342 1,60 2,13 1,95 -1,45
-9 1,337 1,75 2,33 2,13 -,1,12
-8 1,332 1,91 2,54 2,32 -0,79
-7 1,327 2,09 2,77 2,54 0,44
-6 1,322 2,27 3,00 2,76 -0,10
-5 1,317 2,48 3,27 3,02 0,27
-4 1,312 2,69 3,54 3,28 0,64
-3 1,307 2,94 3,84 3,58 1,02
-2 1,303 3,19 4,14 3,88 1,41
-1 1,298 3,48 4,52 4,23 1,83
0 1,293 3,78 4,91 4,58 2,25
1 1,288 4,07 5,26 4,93 2,66
2 1,284 4,37 5,62 5,29 3,08
3 1,279 4,70 6,07 5,68 3,52
4 1,275 5,03 6,52 6,10 3,96
5 1,270 5,41 6,90 6,55 4,02
6 1,265 5,79 7,28 7,01 4,09
7 1,260 6,22 7,84 7,53 4,99
8 1,256 6,65 8,40 8,05 5,90
9 1,252 7,14 8,95 8,13 6,43
10 1,248 7,63 9,51 9,21 6,97
11 1,243 8,19 10,18 9,86 7,55
12 1,239 8,75 10,85 10,52 8,14
13 1,234 9,36 11,55 11,25 8,75






10

SECAGEM DO AR

Conteúdo de vapor ar saturado
Temperatura
(° °C)
Peso ar seco
(Kg/m
3
)
(g/Kg) (g/m
3
)
Pressão de
Saturação
(mm Hg)
Hentalpia
(Kcal/Kg)
14 1,230 9,97 12,26 11,99 9,36
15 1,226 10,68 13,08 12,81 10,03
16 1,222 11,40 13,90 13,63 10,70
17 1,217 12,15 14,77 14,55 11,40
18 1,213 12,90 15,65 15,48 12,10
19 1,209 13,80 16,67 16,50 12,95
20 1,205 14,70 17,70 17,53 13,80
21 1,201 15,65 18,76 18,66 14,55
22 1,197 16,60 19,82 19,83 15,30
23 1,193 17,70 21,11 21,10 16,25
24 1,189 18,80 22,40 22,38 17,20
25 1,185 20,10 23,83 23,79 18,20
26 1,181 21,40 25,26 25,21 19,20
27 1,177 22,70 26,73 26,78 20,25
28 1,173 24,00 28,20 28,35 21,30
29 1,169 25,60 29,95 30,08 22,55
30 1,165 27,20 31,70 31,82 23,80
31 1,161 28,90 33,55 32,74 25,05
32 1,157 30,60 35,40 33,66 26,30
33 1,153 32,50 37,47 36,78 27,75
34 1,150 34,40 39,55 39,90 29,20
35 1,146 36,60 41,92 42,23 30,80
36 1,142 38,80 44,30 44,56 32,40
37 1,138 41,15 46,80 47,12 34,05
38 1,135 43,50 49,30 49,69 35,70
39 1,131 46,15 52,15 52,50 37,65
40 1,128 48,80 55,00 55,32 39,60
41 1,124 51,80 58,25 58,41 41,65
42 1,121 54,80 61,50 61,50 43,70
43 1,117 58,05 64,95 64,88 46,00
44 1,114 61,30 68,40 68,26 48,30
45 1,110 65,10 72,30 71,95 50,85
46 1,107 68,90 76,20 75,65 53,40
47 1,103 72,95 80,40 79,68 56,20
48 1,100 77,00 84,60 83,71 59,00
49 1,096 81,60 89,50 88,11 62,15
50 1,093 86,20 94,40 92,51 65,30
51 1,089 91,40 99,60 97,30 68,80
52 1,086 96,60 104,80 102,10 72,30
53 1,083 102,30 110,80 107,30 76,15
54 1,080 108,00 116,80 112,50 80,00
55 1,077 114,50 123,40 118,15 84,30
56 1,073 121,00 130,00 123,80 88,60
57 1,070 128,50 137,50 129,95 93,55
58 1,067 136,00 145,00 136,10 98,50
59 1,038 144,00 153,00 142,57 103,75
60 1,010 152,00 161,00 149,04 109,00







11

EXIGÊNCIAS PARA ARMAZENAGEM E PROPRIEDADES DE ALIMENTOS PERECÍVEIS

Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenamen
to
FRUTAS
Abacate 7,2 a 12,8 85 a 90 65,4 -1 0,72 0,40 52 4 semanas
Abacaxi -2 0,90 0,50 71
Abacaxi maduro 7 90 2 a 4 semanas
Abacaxi verde 10 90 2 a 4 semanas
Abricó 0 a 1 85 a 90 85,4 -1,2 0,88 0,46 67,5 4 a 6 semanas
Abricó seco -1 a 0 60 a 70 12 meses
Ameixa 0 a 2 85 85,7 -1,8 0,88 0,45 68 5 a semanas
Ameixa seca 4,5 75 6 meses
Amora -0,5 a 1 85 a 95 82,3 -1,8 0,86 0,45 66 7 a 10 dias
Amora silvestre -0,2 a 0 85 a 90 84,8 -1,2 0,88 0,46 68 7 dias
Azeitona 7 a 10 85 a 90 4 a 6 semanas
Banana 11,5 85 74,8 -1,2 0,80 0,42 60 3 semanas
Banana madura -1 0,90 0,36
Banana verde -1 0,90 0,36 60
Castanha 1 85 a 90 10 meses
Caqui -0,6 a 0 85 a 90 3 semanas
Cereja -1 a 0 85 a 90 83 -2,35 0,92 0,45 66 1 a 4 semanas
Coco 0 80 a 85 1 a 2 meses
Damasco -1 a 0 90 2 a 4 semanas
Figo fresco -2,2 a 0 65 a 75 78 -2,5 0,82 0,43 62,5 1 semanas
Figo seco 4 a 7 65 a 75 24 0,39 0,27 19 9 a 12 meses
Framboesa -1 a 1 90 1 a 2 semanas
Framboesa preta -0,2 a 0 85 a 90 80,6 -1,2 0,84 0,44 68 7 dias
Framboesa
vermelha
-0,2 a 0 85 a 90 84,1 -1 0,87 0,45 67 7 dias
Fruta congelada -23 a –15 80 a 90 6 a 12 meses





12


Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenamen
to
3.1.1 FRUTAS
Fruta seca 0 a 5 70 0,31 12 a 9,5 6 a 18 meses
Groselha -0,5 a 1 80 a 90 88,9 -1 0,90 0,46 70 2 a 4 semanas
Laranja 0 a 1,2 85 a 90 87,2 -2,23 0,92 0,47 68 9 a 10 semanas
Limão 5 a 10 80 a 90 89,3 -2,16 0,92 0,46 66 a 71 2 meses
Lima/Limão 9 a 10 85 a 90 86 -2 0,89 0,46 68 6 a 8 semanas
Lima 9 a 10 85 A 90 66,5 -0,6 0,73 0,40 52 6 a 8 semanas
Lúpulo 1 a 4 50 a 70 2 a 6 semanas
Maçã -1 a 1 85 a 90 84,1 -2 0,90 0,49 68 2 a 7 meses
Mamão 10 90 90,8 -0,9 0,82 0,47 72 2 a 3 semanas
Manga 10 90 81,4 0 0,90 0,46 74 2 a 5 semanas
Marmelo 0 a 0,5 80 a 85 2 meses
Massa de fruta 1 80 6 meses
Melancia 2 a 4 75 a 85 2 a 3 semanas
Melão 0 a 10 80 a 90 92,3 -1,6 a –1,9 0,92 0,43 71 3 a 4 semanas
Morango -1 a 1 90 89,9 -0,8 0,92 0,42 57,5 2 a 3 semanas
Nozes 0 70 3,6 -6,5 0,25 0,21 4,5 8 a 12 meses
Pêra -1 a 2 90 a 95 82,7 -2,2 a –2,8 0,92 0,49 67 1 a 8 meses
Pêra seca 0,5 75 6 meses
Pêssegos 0 a 1 85 a 90 86,9 -1,45 0,92 0,48 70 4 a 6 semanas
Romã 1 a 2,5 90 -3 2 a 4 meses
Suco de frutas 15 a 23 80 a 90 2 a 8 meses
Suco de maçã 4,5 85 3 meses
Tâmara 2 a 0 70 20 -25,4 0,36 0,26 16 4 a 8 meses
Tangerina 1 a 2 75 a 80 87,3 -1,2 0,90 0,46 69,5 1 a 3 meses
Uvas 1 a 3 85 a 90 81,8 -2 0,85 0,45 62 1 a 4 meses







13

Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenamen
to
LEGUMES E VERDURAS
Abóbora 0 a 3 80 a 85 90,5 -1,2 0,92 0,47 72 2 a 3 semanas
Agrião 1,7 80 2 semanas
Aipo -1 a -0,5 85 a 90 93,7 -1,1 0,91 0,48 70 a 76 5 a 6 meses
Aipo vermelho 0 90 a 95 88,3 -0,8 0,91 0,40 70 3 a 4 meses
Alcachofra -0,5 a 0 90 a 95 83,7 -1,2 0,87 0,45 66,5 1 a 2 semanas
Alface 0 a 1 85 a 90 94,8 0 0,90 0,45 76 1 a 2 semanas
Alho -1,5 a 0 70 a 75 74,2 -2 0,79 0,42 59 6 a 8 meses
Alho porró 0 90 a 95 88,2 -0,8 0,90 0,46 70 1 a 3 meses
Aspargo 0 a 0,5 85 a 85 93 -1,2 0,95 0,44 74,5 2 a 4 meses
Batata 3 a 6 85 a 90 77,8 -1,7 0,80 0,42 58 6 meses
Batata-doce 13 a 15 80 a 85 68,5 -1,2 0,75 0,40 54 4 a 6 meses
Beringela 7 a 10 85 a 90 92,7 -0,8 0,94 0,48 73 10 dias
Beterraba branca 0 90 a 95 87,6 -1,2 0,90 0,46 70 4 a 5 meses
Beterraba roxa 0 90 a 95 87,6 -1,2 0,90 0,46 70 10 a 15 dias
Brócoli 0 a 1,6 90 a 95 89,9 -0,8 0,92 0,47 72 7 a 10 dias
Cebola 1,5 80 87,5 -1,6 a –1,9 0,91 0,51 64 a 71 3 meses
Cebola de ano 0 85 a 90 1 a 3 meses
Cenoura 0 a 1 90 a 95 88,2 -1,35 0,87 0,45 66 4 meses
Cenoura branca 0 90 a 95 78,6 -1,1 0,84 0,46 62 2 a 6 meses
Champignon 0 a 2 80 a 85 91,1 -1 0,93 0,47 72 1 a 2 semanas
Couve 0 90 a 95 90,1 -1 a 0 0,93 0,47 73 2 a 4 semanas
Couve-flor -1 a 0 90 91,7 -0,8 0,93 0,47 73 4 semanas
Erva-doce 0 a –0,5 95 a 98 2 a 4 meses
Ervilha -0,5 a 0 85 a 90 0,80 0,42 60 1 a 3 semanas
Ervilha em vages 0 85 a 90 1 a 2 semanas
Espinafre -0,5 a 0 90 a 95 92,7 -0,2 0,94 0,48 73,5 2 a 6 semanas
Feijão seco 5 a 7 70 a 75 88,9 -0,9 0,30 0,25 10 9 a 12 meses





14





Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenamen
to
LEGUMES E VERDURAS
Feijão verde 2 90 88,9 -1,2 0,92 0,47 71 3 a 4 semanas
Legumes
Congelados
-24 a -18 6 a 12 meses
Milho doce -0,2 a 0 85 a 90 73,9 -0,8 0,79 0,42 59 4 a 8 dias
Milho de pipoca 0 a 4,8 85 13,5 0,31 0,24 10,5
Nabo 0 a 1 90 90,9 -1,2 0,93 0,47 72,5 1 a 4 meses
Pepino 2 a 7 75 a 85 96,1 -0,8 0,97 0,46 76 10 a 14 dias
Pimenta doce 7,2 a 10 85 a 90 92,4 -0,7 0,94 0,47 73 8 a 10 sem.
Pimenta 0 a 4,8 65 a 75 12 -0,4 0,30 0,24 9,5 6 a 9 meses
Rabanetes 0 90 a 95 93,6 -1 0,95 0,48 74,5 3 a 4 semanas
Rábano cavalo 0 90 a 95 10 a 12 meses
Repolho 0 a 1 85 a 90 92,4 -0,5 0,94 0,47 73,5 1 a 3 semanas
Repolho crespo 0 90 a 95 86,6 -0,8 0,89 0,46 69 3 a 4 semanas
Ruibarbo 0 a 1 85 a 90 94,9 -1,2 0,96 0,48 74,5 1 a 3 semanas
Salsa 0 a 1 85 a 90 1 a 2 meses
Tomate maduro 0 85 a 90 94,1 -0,8 0,95 0,48 74,5 1 a 3 semanas
Tomate verde 11,5 a 13 85 a 90 94,7 -0,8 0,95 0,48 74,5 3 a 5 semanas
Vegetais gerais 1 85 2 semanas

LATICÍNIOS
Coalhada 0 85 1 mês
Creme 0 a 2 80 1 semana
Leite 0 a 2 80 a 85 0 0,94 0,49 70 1 semana
Leite em pó 0 a 1,5 75 a 80 1 a 6 meses
Manteiga -1 a 4 75 a 80 15 a 16 -18 a -1 0,64 0,34 8 45 dias
Manteiga -14 a –10 80 a 85 15 a 16 -18 a -1 0,64 0,34 8 12 meses
Margarina 0 a 2 70 a 75 6 meses
Queijo 1 65 a 75 38 -13 0,64 0,36 43 3 a 10 meses




15
Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenamen
to
CARNES E DERIVADOS
Ave congelada -12 95 a 100 74 -2,6 0,79 0,37 59 3 meses
Ave congelada -18 95 a 100 74 -2,6 0,79 0,37 59 6 a 8 meses
Bacon curado 16 a 19 85 13 a 19 0,30 a 0,43 0,24 a 0,29 10 a 22,5 4 a 6 meses
Banha de porco -1 a 0 80 a 85 0 4 a 6 meses
Banha de porco
cong
-18 90 12 meses
Carne de rês magra -15 a –18 80 a 85 72 -1 0,77 0,42 56 9 meses
Carne de rês gorda -15 a -18 80 a 85 51 -1 0,60 0,35 41 9 meses
Bovina -1,5 a 0 90 4 a 5 semanas
Bovina Congelado -24 a -18 85 a 95 3 a 12 meses
Caça congelada -12 80 3 meses
Caça em geral 0,5 70 2 meses
Carne congelada -3 0,75 0,40 54
Carne defumada 1 a 5 75 a 80 6 meses
Carneiro -1 a 0 90 0,68-0,76 1 a 3 meses
Carneiro
congelado
-12 a -18 80 a 85 3 a 8 meses
Coelho 0 a 1 80 a 90 5 a 10 dias
Coelho congelado -24 a -12 80 a 90 6 meses
Cordeiro 0 a 1 85 a 90 60 a 70 -2 a –1,5 0,68 a 0,76 0,38 a 0,51 48 a 55 5 a 10 dias
Cordeiro
congelado
-24 a -12 80 a 90 10 meses
Fígado -24 a -12 90 a 95 70 0,72 0,40 52,25 3 a 4 meses
Frango fresco 0 80 1 semana
Frango limpo -30 80 12 meses
Miúdos -12 80 3 meses
Peles 1 60 6 meses
Peru -12 75 6 meses
Porco 0 a 1 80 a 90 35 a 42 -2 a 1,5 0,72 0,40 52 3 a 10 dias
Porco congelado -24 a -18 85 a 95 -2 0,68 0,38 48 2 a 8 meses
Presunto 0 a 1 85 a 90 47 a 54 -2 a 1,5 0,58 a 0,63 0,34 a 0,36 38 a 43 7 a 12 dias
Presunto
congelado
-24 a -18 90 a 95 6 a 8 meses
16
Presunto curado 16 a 18 50 a 60 40 a 45 0,52 a 0,56 0,32 31 a 35 3 anos
Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenament
o
Presunto defumado -10 a -2 70 3 meses
Presunto salgado 15 a 18 75 a 80 12 meses
Salsicha 4 a 5 85 a 90 1 a 3 semanas
Salsicha defumado 1 a 5 80 a 85 6 meses
Toucinho cru -23 a -10 90 a 95 0 4 a 6 meses
Toucinho
defumado
-3 a –1 80 a 90 1 mês
Vitela 0 a 1 90 10 a 80 -2 a 1,5 0,76 a 0,84 0,42 a 0,51 56 a 64 5 a 10 dias
PEIXES
Arenques -18 3 a 4 meses
Arenques -25 5 a 8 meses
Arenques defumado 0 a -10 85 1 a 8 semanas
Bacalhau -10 a -4 85 2 semanas
Bacalhau -20 80 6 meses
Cavala -18 3 a 4 meses
Haddock -20 a -5 80 a 85 6 meses
Halibu congelado -20 80 6 meses
Lagosta -7 80 1 mês
Mariscos -18 4 meses
Mariscos -25 8 meses
Ostras c/ concha 0 90 0,84 0,44 64 2 meses
Ostras s/ concha 0 90 0,90 0,46 69 2 meses
Peixe congelado -20 a -12 90 a 95 62 a 85 -2 0,80 0,41 56 8 a 10 meses
Peixe defumado 4 a 10 50 a 60 0,70 -3,9 51 6 a 8 meses
Peixe dessecado 0,56 0,34 36
Peixe fresco -0,5 a 4 90 a 95 -2 0,82 0,41 58.25 1 a 2 semanas
Peixe salmoura
fraca
-2 a 1 80 a 90 0,76 0,41 56 4 a 8 meses
Peixe salmoura
forte
4,8 a 10 90 a 95 0,76 0,41 56
Peixe seco -9 a 0 75 a 80 3 meses
Pescados
gordurosos
-18 3 a 4 meses
17
Alimento
Temperatura
Armazenagem
(° °C)
Umidade
Relativa
(%)
% Água
em peso
Temperatura
Congelamento
(° °C)
Calor
Específico
Resfriado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor
Específico
Congelado
(Kcal/Kg.° °C)
Calor Latente
(Kcal/Kg)
Tempo de
Armazenamen
to
Pescados
gordurosos
-25 5 a 8 meses
Pescados magros -18 3 a 4 meses
Pescados magros -25 75 6 a 8 meses
DIVERSOS
Açúcar 7 a 10 60 0,5 0,20 0,20 40 1 a 3 anos
Café 1,8 a 3 80 a 85 10 a 15 2 a 4 meses
Caviar -3 a -1 85 a 90 3 meses
Cerveja 0 a 5 90,2 -2 0,92 6 meses
Chocolate 4,5 75 0,76 30 6 meses
Corn flakes 1,7 65 6 meses
Essências 1,7 75 6 semanas
Fermento 0 75 2 semanas
Flores 1,1 85 2 semanas
Fumo em pacote 1 75 6 meses
Geléia 1 75 6 meses
Gelo -4 80 0 1 0,50 80
Mel 1 75 18 0,35 0,26 14 6 meses
Óleos 1 a 12 6 a 12 meses
Óleo de salada 1,8 0 1 ano
Ovo -1 a 0 85 a 90 67 -2,2 0,76 0,40 54,5 6 a 7 meses
Ovo congelado -18 73 -2,2 0,76 0,40 55 12 meses
Ovo desidratado 2 0 5 0,76 0,40 55 6 meses
Plasma do sangue 3,3 75 2 meses
Sorvete -30 a -20 85 -18 a –3 0,78 0,45 26 2 a 12 sem.
Vinho 1 85 6 meses
Xarope enlatado 1 80 6 semanas

BIBLIOGRAFIA
1. CRUZ DA COSTA, Ênnio. Refrigeração.
2. KALIKOSKI, Rudá. Apostila

...................... 5 2................................................................................. 4 2................ 5 2................................................................................................................................................2 Calor gerado pelos motores elétricos.........4..................TRANSMISSÃO DE CALOR POR PAREDES......................................................................................................... 6 2................... 6 2............................. EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL............................................... TETOS E PISO.........1 1.......................4..................... 3 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ..............1 Calor gerado pela iluminação.....................................................1.INFILTRAÇÃO DE AR. 3 2 CÁLCULO DE CARGA TÉRMICA.....................1 Determinação do calor a retirar do produto .............................................................. .................3 ESPECIFICAÇÕES DOS PRODUTOS.........................4 CARGAS DIVERSAS ..... ...... 8 2 .............................................................. 4 2................................................................................................................................................3 GANHOS DE CALORIAS POR RENOVAÇÃO DE AR ..............3 Ganho de calorias por secagem de ar.................................................. 7 2...3............................................................................................................................. 3 CONDIÇÕES DE ESTOCAGEM ............................................................................................... 6 2.......... 5 2..............................................................................2 CALOR QUE PENETRA PELO ISOLAMENTO ...................................... ......................................... 4 2......... 3 1..........3.......................................... 4 2................................... ......................................2 Determinação do índice de renovações:..............................................................................................................2 1........ 7 3 ANEXOS: ..........................................................1 CALOR A ABSORVER DO PRODUTO..................................................................................................... ..............................................................3 Calor gerado estiva..........1 INTRODUÇÃO .................4...........................3..................................1 Cortinas de Ar.................

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->