F F

I I

Efeito Tyndall: identificação das suspensões
Objetivo
Classificar as dispersões químicas por meio da observação do efeito Tyndall, produzido pela luz.

Material
3 copos incolores de mesmo volume apontador a laser com o feixe de luz bem estreito amido de milho, cloreto de sódio e gelatina incolor pedaço de 10 cm x 10 cm de cartolina preta

Procedimentos
ï. Dissolver uma colher de chá de gelatina incolor em um copo de água morna e aguardar que esf rìe. ã. Misturar uma colher de chá de amido de milho em outro copo de água à temperatura ambiente. 3. Misturar uma colher de chá de cloreto de sódio em outro copo com água à temperatura ambiente. rï, Posicionar o cartão e o feixe de luz em lados opostos a cada um dos copos, conforme a figura abaixo.

I
:.
:

n Solução S. Acenda o feixe e observe

e dispersão coloidaÍ.

tanto a trajetória da luz quanto a marca que ela produz na cartolina preta.

Resíduos: Diluir e jogar na pia.

Analise e discuta
Classifique as três dispersões utilizadas nesse experimento em suspensão, solução ou coloide, com base na dispersão da luz. ã. Por que é possível observar a trajetória do feixe de luz dentro de uma dispersão coloidal e não em uma solução? 3" Alguns frascos de remédio apresentam no rótulo a palavra "suspensão", como os compostos de alumínio e de magnésio utilizados nos tratamentos estomacais. Qual é o procedimento indicado para que o medicamento seja utilizado? Por quê? ,e" Ordene as dispersões em ordem crescente pelo critério "tamanho de partícula". *. Utilizando o feixe de luz, teste outros materiais em sua casa, como ref resco, geleia, refrigerante,
"1.

etc., e classifique também esses materiais.

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5

Radiografias sáo imagens produzidas em fiÌmes sensíveÌs à açao de emissÕes eletromagnéticas chamadas de raios X, que, em determinada intensidade, conseguem atïavessar os chamados tecidos moles (peie, artérias, glândulas, órgãos em geral) mas não conseguem atrai"rru, o, ossos, produzÌndo assim a imagem desejada As ìmagens são formadas numa radiografia de acordo

introduzÌdos por via oral, retai ou intravenosa Os contrastes são dispersÕes que se lornam fluorescentes ao serem bombardeadas pelos raios X' produzindo assim
imagens dos tecidos que os contêm. Esses contrastes são feitol com materiais dispersos em Óleos ou água, for-

com a ãensldade do material radiografado e pelo seu contraste radiológico. E quando os médicos precisam
de imagens dos tecidos moles ou órgãos? Não podemos distlnguir uma estrutura de outra se ambas possuírem a lrr"r-ã densidade. como é o caso desses lecldos' E pre-

mando soluções, coloides ou suspensÕes' No caso da anglografia, o contraste é uma soluÇão de iodo, chamada tintura de contraste ' Ela ê Ìnjetada na corrente sanguÍnea do paciente, f.azendo com que suas aïtérias e veias apa'Íeçam com mais nltidez numa
radìografi.a. Ouìro contraste utilizado é uma suspensão de sulfato de bário. Usado para radiografias do aparelho digestÓrio, o sulfato de bário também produz o efeito de fluorescência quando atravessado por raios X, formando uma imagem bem definida na radiografia'
Disponível em: <http://rvw.sc jelo.br>
Acesso em:

ciso que a detecção da estrutura seja alterada por um material contrastante de outra densidade para se lornar nítida. Nesse caso, são utÌlizados os chamados contrastes' Os meios artìfrciais de conlraste à base de Ìodo e bário apresen[am alta densÌdade; por isso são radiopacos' São

I

set. 2009.

lr

{
r Angiografia, diagnóstico de lesões em artérias
e veias'

r

Radiografia do intestino com suspensão de sulfato de bário'

produzir imagens nas radioComo as soluções usadas como meios de contraste radiológico conseguem
graf ias? as palavras coÍoídes' observe os rótulos de produtos que você tem em casa e verifique quaís deÍes contêm que categoria de produtos esses termos são mais frequentes? suspensões ou soluções. Em

27

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Determinar a concentração de saìs presentes em uma amostra de ógua salgada.
r;:;:'ì;çi;"!tl i

amostra de água salgada
lamparina ou bico de Bunsen

tripé e tela de amianto*
erlenmeyer de 125 mL
balança de precisão de proveta de 25 mL
1

0,1 g

béquer ou frasco transparente de 50 mL

* O material que compÒe

a chamada "tela de amianto" é a cerâmica, embora o nome antigo tenha sido mantido.

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'

i..i; ü,i::

* ! ;'*ì.Ìj, ì'.!,i: + .:. Determine a massa do erlenmeyer e anote

(lnrecipiente).

,ì" Com auxílio da proveta, coloque 20 mL da amostra e transfira para o erlenmeyer.
Aqueça a mistura contida no recipiente até secar. ,t" Aguarde o resf riamento e meça novamente â massa do erlenmeyer

:.

(rn,".10;"n,u

*,u,).

'..

sar mrecipiente. ',. Determine a concentração de sólidos na amostra em g/L (lembre-se de que o volume é expresso em L e que, portanto, 10 mL 1 . 10-'z L). Resíduos: Reutilizar as amostras de sais para preparar novas soíuções.
ffrecipiente +

Calcule a massa de sais (m,u,) presente no recipiente após secar: ffisar

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Se a amostra analisada tivesse sido a água do maç qual seria o soluto presente em maior concentração?

:. Calcule a concentração de sais, em glL,na
nas etapas desse procedimento?

amostra analisada. Quais as possíveis fontes de erros

A água do mar é uma solução rica em sais que possui em média 32 qlt. Sabendo disso, quantas vezes a amostra de água salgada que você analisou é mais concentrada do que a água do mar?

:!, Desde a Antiguidade, o sal teve grande importância para o ser humano. Foi considerado por muitos anos um artigo de luxo, utilizado como forma de pagamento de soldados romanos (dando origem à palavra "salário"). Na ldade Média, por se tratar de um bem essencial, o sal tornou-se um meio de controle político e econômico. Em 1340, na França, foi estabelecido o qabelte, imposto
sobre o sal, considerado uma das causas da Revolução Francesa. lndÌque alguns dos usos do sal nos dias atuais.
41

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d-* *rçt=*

expressão "âgua dura" é usada para qualifrcar a âguaricaem Íons como cáicio (Ca'*) e magnésio (Mgt*). A presença desses íons pode ser explicada pelo contato, nos lençóis subterrâneos, com substâncias como o carbonato de cá1clo (CaCOr) presente no calcário, ou com uma mistura de carbonatos de cálclo e de magnésio (CaCO, ' MgCOr) presente no mineral dolomita. Há dois tipos de dureza. a dureza temporária, que é decorrente da presença de carbonatos e bicarbonatos e pode ser eliminada por fen-ura simples da âgua, e a durezapermarrente, consequência da presença de cloretos, nitratos e suifatos, que não é eliminada por simpÌes fermra. À união dessas duas propriedades dá-se o nome "dureza geral" ou "dureza total" da água. A dureza da âgua é na maloria das vezes medida em partes por milhão (pp-) de carbonato de cálcio (CaCOr). Quanto maior a concen[ração de carbonato de cálcio, mais dura ê a âgua. No Brasil, estabelece-se o limite máximo de 500 mg de CaCOr/L païa a água ser
classifi.cada como Potável. Os tipos de âgua podem ser classifi.cados quanto à dureza de acordo com os parâmetros apresentados na

seguinte tabela.

0-70ppm
70 - 135 ppm
135

Mole Mole (branda) Média dureza
Dura

I

1

a Calcificação em canos provocada pela água dura'
1

- 200 PPm 350 PPm

200

1

dentes, xampu ou outro tipo de cosmético fi'zerem muita espuma na âgua é porque ela é mole Caso contrárlo'

Mais de 350 PPm

Muìio dura

l

a âguaé dura. Por isso, para o uso em-alividades como toãar banho. Ìavar Ìouças e ïoupas, fazer a barba' 1a-

Nos combates a incêndÌo, irrigação de jardins e laâgua vagem de ruas, pequenas alteraçÕes de dureza na para os denaã chegam a causar problemas Porém, pode mais usú domésticos ou industriai's a água dura a formacausar aiguns ìnconvenientes O principal ê nas tubulações de água devido ao de incrustaçÕes
ção

var o carro e muitos outros empregos, a âgua dura não 10 mg/L de é úo efrciente como a mo1e. Calcula-se que
CaCO, pïovocam o desperdício de I9O gÏamas de sabão

acúmulo de caÌcifi
:

caÇÕes

Uma maneÌra simples de identificar a dureza da âgua pasta de é o teste da espuma. Se o sabão ou sabonete'

puro, por cada metro cúbico de água' ' Alguns produtos quÍmicos presentes na água dura' mis Ãmo os carbonatos, porém, sáo efi'cientes inibicanadores de corrosáo, e podem prevenir danos em por produtos de corrosào lizações ou conlaminaçÕes
potenciaÌmente tÓxicos.

-,-q
Ì.
subterrâneas de uma região de solo rico em iï.Qual problema terá uma indústria que utilize águas J ^ãn do nrnrlr tf n Àn produto' a produção de espuma com a qualidade
"?"

sua resposta' sua casa ou da escola quanto à dureza? Justifique como você classificaria a água da torneira de calcário? associa Na fabricação de xampu, na qual o consumidor sua resposta' aõrã no rocar onde ere será consumido? Justifique a dureza deve ser revada em consideração

I i

j.

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43

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Diluição de solução de sulfato de cobre (ll)
L L

Objetivo
Observar o efeito da diluição comparando as tonalidades das soluções de sulfato de cobre.

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Material

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"

'

" " "
o
L

proveta de 25 mL solução 1 mol/L de sulfato de cobre (ll) penta-hidratado (CuSOo' 5 HrO) 3 tubos de ensaio idênticos de 15 mm x 150 mm numerados de 1 a 3 2 béqueres ou frascos transparentes de 100 mL 2 placas de zinco

.

estante de tubos de ens'aio 2 conta-gotas

o
0
'e

Procedimentos
Ì, lntroduza em um tubo de ensaio (tubo 1) 10 mL de solução de sulfato de cobre 1 mol/L. Observe seu aspecto e calcule a quantidade de matéria (em mol) que há na solução. Ë. Transfira 1 mL da solução do tubo de ensaio 1 para a proveta. Complete o volume de 10 mL da proveta com água. *. Transfira a solução para o tubo de ensaio 2. Observe seu aspecto e calcule a quantidade de matéria (em mol) que há na solução. Transfira 1mL da solução do tubo de ensaio 2para a proveta. Complete o volume de 20 mL 'ã, da proveta com água. S. Transfira metade da solução anterior para o tubo de ensaio 3. Observe seu aspecto e calcule a quantidade de matéria (em mol) que há na solução. *, lntroduza a solução de sulfato de cobrel mol/L em um béquer ou frasco transparente até cerca
1

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observe o seu aspecto.
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Oe sua capacidade. lnsira a

extremidade da placa de zinco nessa solução. Retire a placa e

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lntroduza a extremidade da outra placa de zinco em um béquer com água. Observe o seu aspecto' *. Descarte a água e transfira a solução do tubo de ensaio 3 para este recipiente. Utilizando a mesma placa de zinco do item Z mergulhe-a na solução do tubo de ensaio 3. Aguarde 5 minutos, retire a placa e observe o resultado.
Resíduos: Armazenar as soluções contidas nos tubos de ensaio 1 e 2 e Ìdentificar como solução diluída de sulfato de cobre (ll). As soluções contidas nos béqueres devem ser armazenadas como solução de sulfato de cobre (ll) e zinco.

ï

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a

Analise e discuta
Calcule a concentração em mol/L dos tubos de ensaio 1,2 e3. f. Comparando as tonalidades das soluções contidas nos tubos de ensaio, a qual deles você atribuiria a expressão "mais concentrada"? E qual seria a "mais diluída"? :3" Qual a razão de se mergulhar a placa de zinco na solução de cobre? {*" Apesar de a solução contida no tubo de ensaio 3 ser incolor, ela possuía sulfato de cobre (ll). Explique como foi possível perceber isso no experimento.
1,

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u

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57

Osmose
Objetivo
Compreender como o fenômeno da osmose está presente em situações do nosso cotidiano.

^
r,{

A membrana plasmática é uma membrana semipermeável' Esquema em cores-fantasia,

aterial

'

colher (de café) 2 copos plásticos transparentes
faca

, 3 pedaços de chuchu idênticos
sal de cozinha (cloreto de sódio) fita.crepe e caneta

Frocedimentos "" Coloque água nos dois copos até atingir metade

da altura.

i i r i

Deixe o primeiro apenas com água e acrescente sal até obter uma solução saturada no segundo copo.

Agite a mistura. Marque os copos com a fita-crepe, escrevendo "água" no primeiro recipiente e "água e sal"
no

segundo.

\

Coloque um pedaço de chuchu em cada copo de modo que os dois pedaços fiquem completamente Ìmersos no líquido, deixando-os assim durante 30 min ou até a próxima aula de Química. O terceiro :edaço de chuchu deve ficar guardado em local apropriado para servir de referência. Após esse tempo, retire os cubos dos copos, colocando cada um próximo do respectivo copo, : observe o aspecto dos dois pedaços comparando-os com o terceiro pedaço de chuchu. Resíduos: Descartar os líquidos na pia e os sólidos no lixo.

- -alise e

discuta

3aseando-se nos seus conhecimentos e nos resultados obtidos no experimento, explique : que aconteceu com os pedaços de chuchu. :lr que o milho cozido em água salgada se mostra mais endurecido do que o milho cozido apenas =n água pura? :rr que as frutas se conservam quando estão cristalizadas? 83

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Por que se usô sa! para derneter ç çelo

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congelamento da água' A adição de sal à neve diminui o ponto de

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tole.
3m
r lifo

durante o in[...] em paÍs onde há muita neve e gelo de estradas espalha sal na verno, [...] o departamento derieter o gelo' O sa1-diminui o ponto- de

mais baixa do que

"rrr^íupuru ou de derietimento àaâgua,então' a ideia .ãtrt U*.",o mais baixo' é ap"roveitar o ponto de derretimento a temperatura da âgtsa cheõ g.to ," f*t.u quando
cai: ga a O"oC. Quando vàcê coloca sal, essa temperatura oC' e uma ãma soluçao com 10% de sal congela a -6 8- uma essoiução com2}o/o de sai congela a -!6 '9 no.gelo' você trudã, irro quer dizer que, se espalhar sal gelo e diminui seu pode derretà-lo. O sal se dissolve no

"C, o sal não terá efeito nenhum' penetrar na estrutulporque] o sal sÓlido não consegue ti aì ag"u sólida para começar o processo de dissoluo lopo do gelo para çáo N.ït. caso, espalhar areia sobre pïovocar lraçâo e uma opÇão- melhor' a tempeÏatura Quando você está íazendo sorvete, mislura dele precisa ser mais baìxa do que da "*ìorto quiser que a mistura congele' O sal mistu0 oC se você tempeÏarado ao gelo cria uma salmoura que tem uma que 0 oC Quando você acrescenta tura mai-s baixa do

-g

ponto de congeiamento' ' S" ulgrrrnuïez observar o sal derretendo o gelo' você voita do t"uiiu"ï o processo de dissolução - o gelo em se grão de ,ui d"tt t" imediatamente e o derretimento for daquele ponto. Se a temperatura da estrada
ãspalha

para sal ao ge1o, dlminul a tempeÏalura de derretimento A tãktto"tu ê tão ítia que eÌa con-I7 "óou algo assim. gela o sorvete facilmente.
Por oue >e u5a
sal'

cil;úõõ;pi-u.L

paÍa derreter o geLo da estrada no invemo? .-' <httü//cìencia hswuol'com'br/questao5S htm>

Acesso em: 7 set. 2009.

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por que a adição de sal diminui o ponto de congelamento 1" com base nas propriedades coligativas, explique da água.

2.Alémdaadiçãodesalàneve,oshabitantesdohemisférioNortetambémtêmohábitodeacrescentar às em reração
etireno-sricor

-ópi'ìos-

(Ho-cH,-cH,-oH) a.aqua oã"s ;ì;{j* 1Ï:::'^L':'*::3"1'3'lïl1tjo dessa prática? ;ü;lJ#rìã.r';: aqìu'.rr, ôiaitÉa pooe causar? Quar a vantasem

DecomPosição da água oxigenada
Objetivo Material
da água oxigenada' lnvestigar o calor envolvido na reação de decomposição

.

,recipientedeisopor(usadoparamanteratemperaturademamadeiras'latasdebebidas'etc') de oc (modelo utilizado nas áreas de 20 oc a 60 termômetro de álcool para medir temperaturas frangos' etc') ou termômetro digital ref rigeração, quipá"i dt criação de . meia colher (de chá) de fermento biológto (fermento de pão) f resco ou desidratado

,

de 10 volumes frasco de 10O mL de água oxigenada comercial

Procedimentos
oxigenada' t. Adicione ao calorímetro 100 mL de água da solução (f'nn'o)' â" Meça exatamente a temperatura (de chá) de fermento biorógico e tampe rapidamente 3. Adicione aproximadamente meia corher put. tiììu'ar nem o fermento com a água oxigenada' o calorímetro. Agite suavemente máximo do sistema até que ela atinja um valor *. observe atentamente a variação da temperatura (f,,"",). o valor da temperatura final estabilizado, o qrãì ,ãiá considerado
Disponívelem:<http://qnesc.sbq.org.brlonline/qnesc29>.Acessoem:t0ago'2009.

Analise e discuta

para inibir a é comum o uso de água oxigenada Ì. Embora não seja recomendado pelos médicos, nota-se Quando derramada sobre uma ferida' proliferação oe miciorqanismos em ferimentos. qual substância se devem essas bolhas formadas? a formação de bolhas á .rpur.. A da igual à da água (1'0 g/cm') e o calor específico â. considerando a densidade da solução quantidade de a ióuat ao da ãgua <q,íB J 'oc-''g-1), calcule mistura (água oxigenada + fermento) calor transferido Para a solução'
105

i..,1-;;;i;+;rl
,:i'!.l1t!'ç:.:;

*g

aeffi& fl#ffiçffi# qwflm=ã**

a infruência da concentração de reagente' carcurar a rapidez de uma reação química e verificar

-:ï+FïË=*

pó de zinco balança com exatidão de 0J g 2 provetas de 50 mL ácido clorídrico 1 mol/L tubo de ensaio (25 mm

x

'180 mm) ou maior

folha de PaPel-sulfite régua cuba de vidro ou recipiente transparente suporte universal com garra cronômetro ou relógio com ponteiro de
segundos

rolha de silicone furada
mangueira Plástica f lexível
::;**#Èr'**=*":'f

suporte Para tubo de ensaio

VN
r rla

stra Jido

lntroduza o pó de zinco no tubo de ensaio' na Adapte uma das extremidades da mangueira rolha e tamPe o tubo de ensaio' Coloque água na proveta até enchê-la' Tampe-a com um pedaço de papel-sulfite e' com auxÊ cuidado lio da palma da mão, inverta o tubo com papel deixando a prodentro da cuba. Retire o de veta invertida e cheia de água' Certifique-se que não há bolhas dentro da proveta e prenda-a com a garra do suPorte universal' na lntroduza a outra extremidade da mangueira proveta que está na cuba, como mostra a figura
ao lado. mL de Destampe o tubo de ensaio, adicione 30 o tubo' ácido clorídrico e tampe rapidamente proveta inQuando a primeira bolha surgir na vertida, comece a marcar o temPo' gás na provePare o tempo quando o volume de ta atìngir o valor estipulado pelo professor' jogá-las Resíduos: Dilua as soluções antes de na pia.
':':
1

w @rï

de do erúalo

a rapidez média da reaa transformação estudada. carcure Escreva a equação química que representa

:

5â r* {C i Ê*e-5'i:*

,ls,
:o, em

ção analisada. grupos e explique se existe alguma relação entre compare os valores obtidos com os outros clorídrico' rapidez da reação e a concentração do ácido ção química'

a

rr for-

Citeumexemplodoseucotidianoquemostreaimportânciadeseconhecerarapìdezdeumarea-

Gimétãem rna neeçã@
Objetivm
Observar o efeito da superf ície de contato, da concentração e da temperatura sobre a rapidez de uma reação.

Material
água quente (meio copo) água em temperatura ambiente 6 frascos incolores ou béqueres de'100 mL 2 comprimidos efervescentes de antiácido

100 mL de solução de sulfato de cobre
0,1

mol/L
cobre

50 mL de solução de sulfato de
0,5 mol/L 4 pedaços de barbante de 10 cm 3 pregos de ferro
1

chumaço de palha de aço 1 cronômetro ou relógio com ponteiro de segundos

-,Ës'
béquer com água quente. Observe e anote os
resultados. Resíduos: Não ingira os produtos! Guarde as soluções dos béqueres (1, 2,3 e 4) em frascos apropriados e rotule cada um como "solução

Preeedirnent&s
Efeito da concentração Coloque o mesmo volume, aproximadamente 1/5 da capacidade do recipiente, de solução de sulfato de cobre (ll) a 0,5 mol/L em um béquer (1) e 0,1 mol/L em três béqueres (2,3,4). Amarre, com o barbante, a cabeça de um prego, repetindo o procedimento para os outros pregos. Mergulhe, ao mesmo tempo, um prego no béquer 1 e outro no 4. Aguarde durante 3 minutos e retire os pregos, ao mesmo tempo. Observe os seus aspectos. Efeito da superfície de contato Amarre, com o barbante, a ponta de um chumaço de palha de aço. lntroduza, ao mesmo tempo, o chumaço no béquer 2 e o último prego que restava no béquer 3. Aguarde 5 segundos e observe o aspecto dos dois materiais. Efeito da temperatura Coloque um comprimido em um dos béqueres com água à temperatura ambiente. Simultaneamente, coloque o outro comprimido em um

- concentração desconhecida". Essas soluções poderão ser utilizadas em outros experimentos qualitativos. Jogue no lixo o chumaço e guarde os pregos
aquosa de CuSOo impura usados.

Analise e dlseuta
:. Explique os resultados observados no experimento. ã. Qual é a importância de se conhecer a rapidez de uma reação e de se saber quais fatores a alteram? Justifique. *. Por que um chumaço de palha de aço enÍerruja mais rapidamente após ser usado em casa, enquanto um portão de ferro não enferruja com a mesma facilidade depois da chuva? 4., As frutas cultivadas em clima quente amadurecem mais rapidamente do que em clima frios. Explique a afirmação.

cv!'

r#

Como a concentração dos reagentes pode alterar a rapidez da reação?
Objetivo
Observar o efeito de cada um dos reagentes sobre a velocidade das reações.

Material

. . ,

"

ácido clorídrico (HC0) - 1,0 mol/L água destilada 6 béqueres de 100 mL 2 provetas de 10 mL

.
"

. '

cronômetro ou, na ausência dele, relógio folha de papel sulfite solução de tiossulfato de sódio - 0,1 mol/L caneta hidrocor preta

Procedimentos
Parte'l
ï, Faça três figuras X distantes entre si e iguais. Atribua uma letra a cada uma delas. *. Coloque cada um dos béqueres acima de cada figura, como mostra a fotografia A. 3" Adicione nos três béqueres, respectivamente,l0 mL, 20 mL e 30 mL de solução aquosa de tiossulfato de sódio. d" lntroduza 20 mL e 10 mL de água destilada no 1q e no 2q béqueres, respectivamente.
S. Adicione 10 mL de HC0 no le béquer e acione no mesmo instante o cronômetro. deixar de ser visível. (Repita os S. Registre o tempo que demora para a

X

passos 4 a 6 parao 2q e o 3e béqueres)'

Parte 2 l" Utilize novamente as três figuras da parte rentes sobre cada figura.
ã" Adicione no
1q

1.

Coloque três béqueres dife-

e 2a béqueres, respectivamente, 20 mL e 10 mL de água destilada.

3" lntroduza 10 mL, 20 mL e 30 mL de HCg nos'lq, 2a e 30 béqueres, respectiva-

mente.

*" Adicione 10 mL de tiossulfato de sódio no 1q béquer e acione no mesmo instante o cronômetro. (RepiS. Registre o tempo que demora para a imagem deixar de ser visível. ta os passos 3 a 5 para o 2q e 3q béqueres)' parte 2. S. Faça uma tabela e compare os valores obtidos na parte 1 com os da Resíduos: Filtre as soluções antes de jogá-las na pia. O sólido poderá ser armazenado em um f rasco etiquetado.

Analise e discuta
ï. Sabe-se que a equação da reação realizada no laboratório foi:

i NarSrO3+ t_,-_

2HCt

-->

S

+

SO,

+ H2O + 2 NaC0

eual substância formada é responsável pelo turvamento da solução? lndique os estados f ísicos de
todas as substâncias. itens *" Um aluno deseja aumentar a rapidez da reação do tiossulfato de sódio com ácido. Qual dos seguir é o procedimento mais adequado? Justifique sua resposta. a) Aumentar a concentração de tiossulfato de sódio. b) Aumentar a concentração de HC0.
a

159

#eÈerrcãremçë* dm **msÉ*sre€e
;&*Ëd* e*c&Ëc**
alL:jetEv*

#* #ãss*çË*ç#* d*

Calcular a constante de dissociação do ácido acético (H3CCOOH) em água a partir da concentração desse ácido no vinagre de álcool.

ffietsnã*Ë vinagre de álcool (concentração de ácido acético lida no rótulo: 4,Oo/o - mlV) papel indicador universal copo ou béquer

.ï.ç

,,

É.' ç

i.ïr*e*dãm*re**s
20 mL de vinagre de álcool em um copo (ou béquer). â" Mergulhar no vinagre uma tira do papel indicador universal. *" Determinar o pH da solução pela análise da cor assumida pelo papel indicador. Resíduos: Descartar as soluções na pia.
r. Colocar

&er*ë$se e dêseute
ï, Determine a concentração do ácido acético no vi-

nagre,emg'L-1.
ã" Determine a concentração do ácido acético no vi1,0
'10-1

nagre, em mol

'

L-1.

1C-2

3. Determine o pH do vinagre com base na colora10-3 3,0 ção da tira de papel indicador universal. 10-4 4,O 4" O pH de uma solução é uma medida da concentrn 10-s tração de íons hidrogênio [H.(aq) ou HrO.(aq)]. '10-6 6,0 Soluções ácidas têm pH inferior a 20. Soluções básicas têm pH superior a 7,0. Uma solução aquo10-7 7,O sa é neutra quando seu PH = 7,0. 10-8 8,0 A relação entre o pH e a concentração de íons 1o-e 9,0 hidrogênio pode ser visualizada na tabela ao lado. Qual a concentração de hidrogênio no vinagre analisado? *. Representando-se a molécula de ácido acético por HAc, pode-se equacionar sua dissociação por:

HAc(aq)

:

H*(aq) + Ac-(aq)

No equilíbrio, a concentração de ácido acético tem o valor calculado no item 2. As concentrações de H* e de Ac- são iguais. Com base nessas informações e sabendo que a constante de dissociação é dada

por:

., [H.] tAc_l n:1ffi1.

determine a constante de dissociação do ácido acético no vinagre.

Fatoresgueafetamoestadodeequilíbrio
"ï:iJr:.nder
Material . béquer
afetam o e concentração de reagentes fatores como temperarura de que forma
estado de equilíbrio'

250 mL ou frasco transparente de

-

' canudinho ' indicador (extrato
.
õ*"Jqt. -*t-ui

de repolho-roxo concentrado ou de Ílores' etc') triPé e tela de amianto*
é a cerâmica' não o amianto' a chamada "teÌa de amianto"

. fósforos , água da torneira

IamParìna ou bìco de Bunsen

" eicata de pH do repolho-roxo do capítulo
ta na atividade experimental

(a escala cons12)

iï::n:i:sou

décimo de sua transparente até cerca de um torn.iru em um béquer ou rrasco

^k-^rrr^ ô : arguma alterae.Adicione5gotasdeindicadorderepolho-roxo'observeeanoteopHdometo. dentro do ríquido até ocorrer
e assopre, com cuidado, *. rntroduza o canudo na água

caPacidade

. :ru;:ilïJ:::;,tJ;::i:iii,;.,u observada'
mudança ção. Registre a

arteraa sorução até ocorrer de amianto + tripé" e aqueça

Analise e discuta
ì.Qualfoiasubstânt'u"'OonsávelpelamudançadepHnoitem3acima? fl"Porquehouvemudançadecoloração(alteraçãodopH)quandoasoluçãofoiaquecida? },Aimagemabaixomostraofuncionamentodeumausinan-uclear.Dentrodoreatoraconteceuma reação nuclear entre mater't': ll*::lü:*,*
a água que será conduztda até as turbinas de va-

pol gerando eletricidaque de. No entanto, Para gasoa água no estado so se condense, é necessário que o sistema seja

abastecido com água f ria (geralmente de rios, lagos ou mar). Ao Passar por esse condensador' essa água fica quente e então é devolvida Para seu local de origem'
Com relação a esse esguema, exPlique Por que
a água quente, devolvida

dessa usina nuclear' traz

perigo à fauna marinha'

 Esquema em cores-íantasia'

A força dos iásidos e das hases
.*-^----- *"**----i

ïï;;;"*.ï.,"
übjetivo
bases.

õ *tttrialdeve

ser manipulado

I
1

Nunca experimente nem cheire materiais usados em atìvìdades experìmentaìs'

ácidos e de Avaliar comparativamente forças de

Material
ácido clorídrico diluído (O'OO1 mol/L) (0'001 mol/L) solução diluída de amoníaco (encontrada em farmácias)

*'-**-

:
|

i cuio.co, os vapores do amoníaco são ..-"-."1,.,.

'

.

tóxicos!

. solução diluída de hidróxido de sódio (O'O01 mol/L)
sistema de condutibilidade elétrica 250 mL 4 béqueres ou frascos transparentes de

vinagre

-

fita crePe caneta esferoqráfica

a Exemplo do sistema de condutibilidade elétrica'

Frocedimentos
:"
até cerca de metade de sua capacidade' metade de sua capacidade' (O'OO1 mol/L) no béquer 2 até cerca de .i. Adicione o ácìdo clorídrico de sua capacidade' (0,001 mol/L) no béquer 3 até cerca de metade ,:i. Introduza a solução de amoníaco de sua ca. (o,oo1 mol/L) no béquer 4 até cerca de metade solução de hidróxido de sódìo ::. Coloque a
Despeje o vinagre no béquer
1

t.Comafitacrepeeacanetaesferográfica,enumereosbéqueresdela4'

-

lentamentt' o +: lntroduza o aparelho no béquer 3' Adicione' o resurtado. Lave a parte desencapaobserve a intensidade da ruz e anote
da do fio de cobre do aparelho de condutìbilidade' lado em seu caderno e classifique :i:'. Construa a tabela ao em maior ou menor' a intensidade da luz da lâmpada
f rascos Resíduos: Armazene as soluções em e rotule-as.

do aparerho, verifique a condutibi'dade parte desencapada do da ruz e anote o resurtado. Lave a béqueres 2'3 e 4' ,, Repita o procedimento 6 para os

a*.,

jji;io

a ìntensidade da sorução do béquer 1. observe fioie cobre do aparerho de condutibilìdade'

ulTyi-t:::i^tï:.,iï::ilïï-Ï;iï
\:IÌir\ììrli'1;\'ìrlìììi

':';::ilïr: xï;ï;",

i

i
i

Ácido clorídrico

'iÌìti\\t$lf ,'ìi'tìÌìr,'itl.tiLi

I sotrçao de hidróxido de sódio

ÌìÌ+ì1:i'\:ilii,,'.:ì,1ìì:'

i

Sotução de amoníaco

Analise e discuta

I

de luz observada' bases (forte.ouJru-t:Ì:o* a intensidade correlacione a força dos ácìdos e das de brilho da lâmpada' Explique o que ocasionou as diferenças

:.oqueocorrequandoovinagreéadicionadoàsoluçãodeamoníaco?Porquê?

ï..iÉ

'rt;;:;:

t:'+rìiì

Determinaçãa da ecËdez de unìa amostra de suco de limão 0u de sue& de laneniõ
Objetivo Material
de suco de laranja' Determinar a acidez de uma amostra de suco de limão ou

.

'

2 copos de vidro água de torneira
mol

- âÍTìot'âs, jabuticabas ou uvas " solução de hidróxido de sódio 0l

.

L-l

copo do tipo usado para espremer limão coador de café recipiente de vidro com capacidade para 1'0 L proveta de 50 mL conta-gotas

.

(preparada Pelo Professor) um bastão de madeira ou Pistilo

Procedimentos

parte I - Preparação de solução de indicador ácido-base (amora, jabuticaba ou uva) em um copo (do tipo usado para espremer limão t" pique aproximadamente 10 g da fruta escolhida ou almofariz). a. Acrescente água até cobrir o vegetal' pistilo. Pode-se bater a mistura em um liquidificador. 3, Triture com um bastão de madeira ou filtrado em um copo ou béquer. Esse filtrado é o in4. Filtre a mistura com coador de café e recolha o
dicador ácido-base. ou do suco de laranja Parte 2 - Determinação da acidez do suco de limão limão de vários tipos e laranjas de vários tipos' cada grupo de alunos pode usar como amostra um copo ou béquer' ï. coloque'lo mL de suco (de limão ou de laranja) em

â.Adicione15gotasdoindicadorpreparadonaparteldoexperimento.
3. Anote a coloração da solução resultante' (NaOH) gota a gota, anotando o número de gotas necessário d. Adicione a solução de hidróxido de sódio gotas correspondem' aproximadamente' a 1'0 mL' para que a mistura adquirisse a coloração. cada 20 gasto pelos sorução de hidróxido de sódio com o volume $. compare o vorume que você gastou da demais gruPos da sala.

Analise e discuta
ï. Qual foi o volume, em mL, de solução de hidróxique do de sódio gasto para neutralizar a solução você utilizou? Para responder a essa pergunta' verifique a relação entre a cor assumida pelo extrato vegetal usado e a escala de pH correspondente (tabela ao lado). O volume gasto deve deixar o indicador com PH Próximo de 7'

'i.r,i

t.r:

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ESCALA DE PH

10'll 12 13 :i;1: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 't'.:'.i:

14

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Ì illK :d .mm"È$;e','ì.

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ilGFil*th*

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I

ì
I

os â" Com base nos resultados obtidos, coloque

l J''

materiais que foram analisados em ordem crescente de acidez. 3. Representando o ácido cítrico por H.Ct, equacione a reação de neutralização da solução de ácido cítrico com a solução de hidróxido de sódio'

t;ïa:nï:ilütftr

ffiffiW'r1'-$i**.,6ffi:;::tr
^
(A) extrato Escala de cores para diÍerentes pHs, obtìdas com (C) extrato de uva' de amora, (B) extrato de jaboticaba e

Hidrólise de sais
Objetivo Material
ldentificar reações de hidrólise por meio da determinação do pH'

. soluções de NHoCg, NaC0 e NaHCO. (0,1 mol/L) , azul-de-bromotimol . 4 tubos de ensaio . proveta de 10 mL . água de torneira

O indicador azul'

-de-bromotimol, em diferentes condições

....
':111;.;.

de acidez. Em A, o meio se encontra ácido, em B, neutro,

iìl:: (

ê êÍfr C, báSiCO.

Procedimentos
l" Numere os tubos de ensaio de 1 a 4.
ã. Coloque 2 mL de água no primeiro e 2 mL de cada uma das soluções nos demais tubos. 3. lnsira, cuidadosamente, 5 gotas de azul de bromotimol em cada um dos tubos'
4" Compare as tonalidades das soluções em cada situação'

Resíduos: Dilua as soluções antes de descartá-las na pÌa.

Analise e discuta
ì, A qual classe pertencem os compostos utilizados nesse experimento (NH.C0, NaC0 e NaHCO.)? ã" De acordo com os resultados obtidos no experimento, como você classificaria o caráter ácido-base da água e de cada uma das soluções utilizadas?
S"

íons provenientes dos sais dissolvidos na água podem reagir com as espécies químicas H*(aq) e OH-(aq), provenientes da ionização da água, formando ácidos ou bases fracos. Utilize esse conhecimento e escreva as equações de: a) ionização da água e das substâncias nela dissolvidas; b) hidrólise das espécies que podem originar ácidos e bases fracos. Discuta o efeito do "sal de f rutas" no estômago, sabendo que ele é composto, principalmente, de bicarbonato de sódio. 253

d" Discuta, com base nas equações, o comportamento de todas as substâncias analisadas.
S"

perderem && ffi?em&s
exsY?

demte mw ffinms&$

19 Quase 4Oo/o dos adolescentes brasileiros entre 15 e anos já perderam ao menos um dente e,em93o/o dos casos, a perda foi provocada por uma cárie. Os dados são

de urrrestud o realizado na UFSC (Universidade Federal de Santa Caízl"Jirra), que foi publicado no mês passado

iffi
I ;

na "Revisla de Saúde Priblica". [...]

A cárie é uma destruição dos tecidos dentais provocada pela ação das bactérias acumuladas em placas, formadas depois de uma escovação inadequada e pela ingestão de sacarose*. Aação bacteriana provoca aalteraçáo do pH da boca e a perda de minerais dos tecidos dentais (esmalte e dentina). [...] A pesquisa da UFSC desmembrou os resultados do

Escolha uma escova de dente com cerdas mâcias. Coloque ê escova em um i I ôngulo de 45 gÌaus em : Íelaçao a genglva. i Movimente-a, afâstando-a Ì da genqiva.

Não esfregue os dentes. "Penteie" o dente com

movimentos no sentido da
qenqiva para o dente,

percorrendo todos eles, tânto na parte de fora como na de dentro,
em cima e em baìxo.

Com cuìdado escove a línqua para remover bâctérias que podem fÌcâr acumuladas. lVuitas vezes, ela é a fonie do mau hálìto.

levantamento epidemiológlco nacional [...] em 2003

e
Siga, com cuidado, as curvâs dos dentes. Não force o fio contra ê genglva, o que pode ocasionar lesão e sangramento. Ao final, lave a boca com água.

considerou apenas as informações dos adolescentes' Ao todo, foi avaliadaa saúde bucal de 16 833 jovens de 250 cidades brasileiras. [...] Entre -os jovens que moram em locais não servidos por âgua fluoretada, a prevalência de perda dentária loi 40o/o maior do que entre os demais.

a

O Mlnistério da Saúde estìma que, em 2008, 580/o da população brasileira não teve acesso a escovas de dentes conforme

recomendação de especialistas (guôtro por ano).

[...] o estudo mostïa que em 2003 os adolescentes tiveram, em média, 6,2 cânes (tratadas ou não), considerando o Índice CPOD (dentes cariados, perdidos ou obturados). Em 1986, quando foi feito o primeiro levantamento nacional, os jovens da mesma idade tiveram história de cáries em pelo menos 12 dentes. "Percebemos que a quantidade de cáries diminuiu, mas a perda dentária conlinua alta entre os jovens. E preciso mais açoes voltadaspaïa esse público", diz o pesquisador'
* Nota dos autores: A placa bacteriana ocorre por meio da multiplicação de
bactérias que se aliÍrlentam do açúcar contido ou alimentos com a saìiva.

a média atual de cáries anos ê de 7 ,7 8. Entre os adoiesem crianças com até 12 centes, a média duplicou, ficando em 6,2. Se considerarrnos os adultos, a média é de 20,I dentes cariados,

[...] De acordo com Meneghin,

três vezes mais do que os adolescentes' "lsso é uma preocupação, pois você tem um índice de cáries aceitável em iriançai e cadavez pior entre os aduitos. Os idosos

não terão mais dentes", afirma. [...]
no BessErre, Femanda. 40o/o dos adolescentes já perderam ao menos um dente Btasll- Folha
em: Acesso em:
de S.Paulo,

fomecÌdo pela FoÌhapress, 18 abr' 2009 DisponÍvel

formdo no contato

dos

<http://wwl.folha.uoì.com br/equilibrio/noticiaVuìt2ó3u552759

shtmb'

3Ì out.2009.

ï.

cáries? Por que uma escovação adequada após as refeições auxilia na prevenção contra cujo principal componente ã. O esmalte do dente ó constituído de um material muito pouco solúvel em água, pequenas quantidades de é a hidroxiapatita, Cas(pOo),OH. Em um processo chamado de desmineralização, da seguinte forma. hidroxiapatita podem se dissolver. Esse processo é representado

no pH processos ocorrem com a mesma rapidez. Entretanto, há fatores capazes de provocar uma alteração no pH poderia favorecer a qual alteração da saliva e contribuir para o desgaste da hidroxiapatita. Explique que contribuem para isso' reação no sentido da dissolução da hidroxiapatita e relacione alguns dos fatores seria sua função? 3" Algumas pastas dentais apresentam bicarbonato de sódio em sua composição. Qual que poderia ser Íeito para 4. Boa parte da população brasileira não faz uma higienização bucaladequada. o incentivar a população a escovar os dentes adequadamente?

condição de equilíbrio, os dois O processo inverso também ocorre e é chamado de mineralização. Numa

[]g94fx

I * Hrgg 3_1 c,{:q9Ì1llory?9_l elJq)

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?55

Estudando a influência da ternpenatura na solubilidade dos sais
Obietivo
Estudar o efeito da temperatura na solubilidade do sulfato de cobre (ll) e do sulfato de sódio.

ãa:t::,I

Material

'

-

'
2
zl

2 pinças de madeira 2 tubos de ensaio de mesmo tamanho colher plástica Pequena estante Para tubos de ensaio sulfato de cobre (ll) pentaidratado (CuSOo' 5 H2O) solução saturada de sulfato de sódio (NarSO,'7 H2O) - sal de glauber)

fita crepe
caneta esferográfica

régua gelo

2 cubas ou reciPientes de plástico transParente água quente recipiente transParente de vidro

i-

Procedimentos
ï. Copie no seu caderno a tabela ao lado' tr. ldentifique os tubos de ensaio como A e B utilizanáo fita crepe e caneta esferográfica'
3- No tubo A introduza, com cuidado,2 colheres chelas de sulfato de cobre (ll) e adicione água
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\

\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ \\\\\\\\\\\\\ìi\\\\\\\

\\\\\\\\t\\\\\\\\I\\\ \\\\\\\\\\\\\\\\)\\\\\

\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
\\\\\\\\\\I\\\\\\\\\\\

\\\\\\\l\\\\\\ì\\\\\
\\\\\\\\\)\\\\\\\\\\i$
i

or
do

Ud

até um oitavo do volume do tubo de ensaio' oitavo do volume do tubo' *;. No tubo B coloque solução de sulfato de sódio até aproximadamente um se necessário, meça a altura do precipitado $. observe se houve ocorrência de soluto não dissolvido. com a régua e anote o resultado na coluna "Temperatura ambìente"' quente tomando o cuidado para não se s" coloque os dois tubos de ensaio no recipiente com.água ensaio' õu.i*ur e não derramar as soluções contidas nos tubos de e anote as mudanças observadas' Deiï. Aguarde 5 minutos, retire os tubos de ensaio do recipiente precipitado (se existir) e complete a coluxe-os em repouso na estante de tubos. üãça a attura do na "TemPeratura alta" da tabela. com água e qelo, por apro*, Aguarde até os tubos de ensaio esf riarem e introduza-os no recipientealtura atingida pelos sólidos meça a ximadamente 10 minutos. observe ut *ooiÌlluçoãs ocorrldas, "Temperatura baixa" da tabela' não dissolviOos, se âxìsiir.*, e complete a coluna Resíduos: Guarde as soluções devidamente separadas e rotule-as'

-

Fonte de pesquisa: <http://rw.cdcc.usp.brlexper/medio/quimica/4soiucaog-2

pdf>

Acesso em; 12

jan 20L0

Ërs

Analise e discuta

nte


on-


ção

,da duisas

que é possível concluir sobre o efeito da :. De acordo com os resultados obtidos no experimeltg, o (ll)? E na dissolução do sulfato de sódio? temperatura na dissolução do sulfato de cobre (caco,) e podem ser encontrados com maior *" os corais são constituídos basicamente de calcário caróonato/bicarbonato é muito importante facilidade em águas quentes. sabe-se õ* "ãquilíorìo para sua sobrevivência. I .-rn /c\ r í ca(HCo.)z(aq) caco..(s) + cor(aq) + Hro(0)
das águas marinhas para os corais? Sabendo disso, qual é a influência do aumento da temperatura das calotas polares? Éïãrr.Àto oo hru.ioo 1.njt .uutudo pelo derretimento

ì L*_*-__--

=+

"rlliüimn

Estudo comparativo da corrosão do ferro
Objetivo
Mostrar ao aluno um processo visual de identificação da reação de oxirredução.

Material

- 6 pregos de ferro com barbante preso nas cabeças . 6 tubos de ensaio (ou vidros pequenos transparentes
com forma semelhante à de um tubo de ensaio) " óleo de cozinha água de torneira solução aquosa saturada de NaC0 água destilada " sabonete líquido estante para tubos de ensaio f ita-crepe " caneta esferográfica Resíduos: Limpar os pregos e descartar as soluções na pia'

, . .

, ,

Procedimentos
Enumere com a fita-crepe e a caneta esÍerográfica os tubos de ensaio de 1 a 6. aquosa de *" lntroduza uma das seguintes substâncias (óleo de cozinha, á9ua de torneira, solução primeiros tubos de modo que elas NaC{, água destilada e sabonete líquido) em cada um dos cinco ocupem um quarto da capacidade do tubo de ensaio em quê foram colocadas. que seja possível retirá-lo pelo barbante. 3" Coloque um prego em cada tubo de ensaio de modo e de cada prego. O tubo de ensaio 6 deverá ter somente o prego. Observe a aparência da solução
.!.

retire os pre4- Deixe as soluções em repouso durante sete dias. Observe a aparência de cada solução, abaixo. gos dos tubos de ensaio e anote as mudanças ocorridas em uma tabela como a representada

Analise e discuta
ï, Escreva uma semiequação de oxidação do ferro e indique o número de oxidação das espécies' 'nHrO. â- A ferrugem é o óxido de ferro (lll) hidratado, representado pela fórmula FerO.
prego. Escreva a equação global que representa o enferrujamento de um para o menos agressivo para o 3" Coloque as soluções em ordem decrescente do meio mais agressivo prego. Explique os resultados obtidos. 6- Analise as duas situações a seguir e responda aos itens a e b, abaixo. de ensaio l. Durante uma atividade experimental, um aluno introduziu prego de ferro em um tubo

0

por sete dias' com água quente, a temperatura constante, deixando-o em repouso cuidado para deixar o ll. Em ouiro tubo de ensaio foi introduzido um prego de ferro e tomou-se o ar seco. O prego foi deixado em repouso por sete dias' às questões 2 a) De acordo com os resultados obtidos no experimento e a sua resposta Justifique. e 3 anteriores, o que se espera que ocorra com o prego nas duas situações? pintar os pregos de ferro' b) Com base nos seus conhecimentos, explique a razão de se

285

.iilji t:ìr,!i.4i:;,-:.":{

h$*&*ã*m

er*in*"ii, *g3$Pmd*: w

evitar o uso de belniciativas do poder público para causa de muitos acibidas alcoólicas por môroristas -

;;;;"t *."*

.rrruàu, do país

dia, não sem suscitar

poic-itu'

-

trouxeïam à ordem do
o instrumento popular-

instrumento conhecido como "ba{Ômetro"' Esse utilizado' apesar de ã. ã.atr- não vinha sendo muito sua praticidade e eflciência'

qt?rI Ì:i'n A ln-tqestso d* álr*ci Ë

'

ingere bebidas alcoÓiicas' o á1Quando uma pessoa sanguinea' pela .ooìpur.u rapidamente puiu u to""ttte do corpo ["'l A con;; ã;J"'fot todu' à' put"tvaria de uma leve eué a intoxicação' que seouência

Policiais durante "Operação dìreção segura" na caPital paulìsta.

{
moeda' normalmente oue operam peÌa inserção de uma públicos' Ìocalizados pàrto de telelones "bafômetros públicos"' [...] Em alguns paÍses existem

ì;il (";;ou n.u alegre) aié estados mais adiantados da J;;;;"t alcoólico' õo*o '"sultado' a capacidade compromeveÍculos f"rrou para .ondutir
é alumente

tida, tendo em vista que a inloxic dos reÍÌexos' ção motora e a rapidez pulmÕes' o sangue circulante passa-pelos [...] Como

ação afeta a coordena-

Também é Ìnleressantt 'eisaltu' ignição de veículos' esmetros" acopÌados ao sistema de cáminhÕes e. ônibus o ;*Á;"'ã.r.,ttoltidos apara deniro do instrumensistema obriga o motorista soprar simplesïlmtt. legaÌ sela excedido' o veÍculo

que existem "bafÔ-

;;",;;;"

ona" oãr" u tro.ú" .,.tonlmoet. Dessa forma, qrà ,"r,ttu ingerido bebida alcoólica

para gases, parte do álcool passa pessoa o ar exalado por uma

à concentração do álcool tração de áÌcooi proporcional

":::^

concen-

mente náo funciona' (anodo) ocorre a oxrdação i...1 *o eÌetrodo negativo (cataiisada pela pÌarÌna)' conforme a

:"*t:u!19i-

(háIito ou'bafo" de"bêbado)' na coïrente sanguinea são descarúveis e [...] Os bafoâetros mais simples contendo uma mistura consistem em pequenos tubos dicromato de potássio ,ãiia^ a" uma ioluçao aquosa de suifúrico' e silica, umedecida com ácido
e de

cH3CHroHsr

--+

cH3CHo(s)

-Ì ?Hl(^q)-1

z

:-

-)

a reduÇão do No eletrodo positrvo (cátodo)' ocoÏre a semirreaÇào: oxigênio (conúdo no ar), conforme

outros países' são bem .iur rádo,riarias, do Brasli vista de detecção e medição' sofisticados. Do ponto de "suspeitos" dois tipos. Em ambos, os "*rrãú"rnamenre do apaielho.através de um tubo (desdo etanol a etanaÌ' cartável) onde ocorre oxidação

usados pelas poÌÍ[...] Os instrumentos normalmente mais

! o-ts-r + zH-(aq) * ). -"

2 e- ---+ H'7o(0)

l

portanlo: A equaçâo comPÌeta da PiÌha' ser4

IcHrcHioHg.+ju,( d-cHicHo(g)

rì rrl2v\w/ íìr0ì I
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1

I

l

õ;;;;;ã.r','o

br/online/qnesco5/quimsoc DisnonÍrel em: <n'.tp:|ilqnesc sbq'org A.esro e*, l1ì 3s1 lçì1ìÇ

ffiestrutura.ldoetanoledeseuprodutodeoxìdação(etanal),indicandoavarìaçãodeNox oxidação'
do carbono no processo de

ã.Até2OOs,olimitepermitidopelalegislaçãobrasileiraeradeO'6gdeetanolporlitrodeSangue. L' determine aproximado de sangue de 5'O para qr. u*u pessoa de.porte meoioìenna um volume considerando tzyolque uma pessoa poderia inqerir alcoólico é dt.;;;;;i;;olmente o votume de vinho, cuio teor

ì.

)i
1'

lo
lc

: ì ! i

O'80 s/cm3' ,,lei seca',, tlmlte. oensioade do etanol: mL de vinho' A a um volume em torno de 40 ter cheqado de o s de álcool 3" Na questão anterior você deve rìmlte maxìmã a concentração ãe zooa, tolera até no país d.r;; em vìsor urnt õ*uãná tutqltn de erro' a .iiuiu no aparelho de trânslto no País por titro O. ,unqu..ï;t;;t..t;, como rti é reduzir t tíÀËi" ot.atll-::::: o oojetìio dados estatísticos 0,2 s de álcoot por riir" oï rr.óue. ou ãuut'o alunos'"pesquise alcoólicas' Ë;;-ttoot de três devido ao consumo de bebidas acidentes 0e rratì5rtu rru urqJrr "' ;. resultados principais ioOre sobre as principaìs causas de ËfuËotã uma tabela com os ipós implementação da "lei seca' para realizar sobre a redução d. u* oosìnteqrantes do grupo d; obtidos peto grupo e, sob a orientação a comunicação Para a turma

ãti.qìi.ti.

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2A7

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*hje*âwo
Construir uma pilha de limão.
,*oi*terâm$

/"
i

i
J

2 limões faca pequena

2 parafusos galvanizados de aproximadamente 4 cm de comprimento ou placa de
zi nco 3 pedaços de fio de cobre com extremidades

desencapadas (dois do mesmo tamanho e um deles menor do que os demais) 2 placas de cobre com um furo em cada uma delas ou fios rígidos e grossos de cobre (utilizados em instalações elétricas residenciais) relógio digital (ou multímetro, ou calculadora)
a
Esquema em cores-fantasía de uma pilha de I rrão

Fs-ffie*dããment&s
:. Pegue o pedaço menor de fio de cobre e use a parte desencapada dele para dar quatro voltas em um dos parafusos (A). :. Em seguida, prenda uma das placas de cobre (C) na outra extremidade desse mesmo fio.
.:, Repita o procedimento 1 para o

outro paraf uso (B), o qual, nesse caso, é conectado a um dos peda-

ços de fio de cobre de maior comprimento. .É. Conecte a outra extremidade desse segundo pedaço de f io de cobre a uma extremidade do relógio

digÌtal.
:;. Depois, prenda o terceiro pedaço de f io de cobre à outra placa (D), conectando-a à outra extremi-

dade do relógio digital.
,q,

lnsira a parte pontiaguda do parafuso (B) em um dos limões. lmportante: não encoste o fio de cobre no limã0. .-=. Fixe a outra placa de cobre (D) no outro limão. 0bserve o que ocorre.

r:. Monte o sistema de modo que cada limão possua uma placa de cobre e um parafuso.

Ì. Observe o que ocorre.
Resíduos: Jogar os limões no lixo ou em outro local apropriado, caso a escola utilize os restos de alimentos para obter adubo para hortas comunitárias. Limpar as placas de cobre e os parafusos com água e sabão.

Ana$ãse e dtscu*a
:. O que aconteceu com o relógio digital antes de ser conectado ao sistema? E depois?

:. ldentifique

a região do cátodo e do ânodo na pilha de limão. que acontecem -:. Utilize uma tabela de potencial de redução para identificar as duas semiequações na pilha.

s. lndique outro meio (em substituição ao limão) em que é possível utilizar esses mesmos eletrodos para a obtenção de um resultado semelhante. 303
.i'

&W#$*mç#*m #mru *a#ËuË*ru m m*mffirus€*w*Ë
[...] Embora a célu1a a combustíve1 como dispositivo de conversão de energia quÍmica em energia elétrica tenha sido inventada no sécu1o XIX, as aplicaçÕes práticas surgiram somente nos úitimos quarenta anos. As células a combustÍvel foram utillzadas com sucesso no programa espacial norte-americano nos projetos Gemini, Apollo e do ônibus espacial. Nos veÍculos espaciais, as células utilizam hidrogênio puro como combustÍvel. [...] A partir de 1973, como consequência da crise do petróleo, surglu um grande interesse no desenvolvimento de células a combus[ível para aplicaçÕes terrestres, e esse interesse tem crescido muito com o aumento da consciência em relação à proteção ambiental. A[ualmente, as céluias a combustível es[ão começando a ser utilizadas em apiicaçÕes estaclonárias, isto é, para consumo residencial, comercial ou induslrial e paru a propulsão de veÍculos. As células a combustÍvel são aptas para aplicaçoes estacionárias devido à elevada eficiência e à possibilidade de geração de energia em locais remotos, onde podem ser utilizados combustíveis renováveis gerados localmente, como, poï exemplo, o etanol. [...] Os sistemas para propulsão de veículos devem ser diferentes dos usados em apiicações estacionárias porque
devem ser compalÍveis com as restriÇÕes de espaço no veículo e com a necessìdade de tempos de resposta curtos. O desenvolvimento desses sistemas tem se acelerado muilo nos últimos anos. ProtótÌpos de automóveis que funcionam com células a combustível [...] tem sido demonstrados recentemente por várias empresas fabricantes na Europa' no Japão enos Estados Unìdos. As cé1u1as a combustÍvel [...] são consideradas as mais adequadas para aplicaçÕes em veÍculos porque apresentam alta densidade de potência, elevada eficiência na conversão de energta, são compactas

a

Exposição no salão de tecnologia para o futuro durante a ConÍerência Mundial de lüudanças Climáticas na Polônia. O novo carro apresentado é acionado por uma célula a combustível com emissões zero de poluentes, alto desempenho e consumo de 34,5 km/L de combustível.

e Ìeves e operam a baixa temperatura. Entretanto, em termos de uma possÍrel infraestrutura para a distribuição do

combustível, os fabricantes de veÍculos consideram que os combustíveìs líquidos sao uma meihor opção para viabilizar a comercialização de automór-eis elétncos a curto prazo. O combustível considerado por muitos fabncantes é o metanol, que poderia ser relormado a hidrogênio a bordo do próprio veÍcuÌo ou utibado diretamente. [...] As células a combusúr-el têm vantagens em comparação com oulros dispositivos de geração de energia porque são mais eficientes e porque os produtos gerados pelo funcionamento das células que operam com hidrogênio são
âgaa e calor, ou se3a, vo drspositivos essencialmente não contaminantes. AÌem drsso, proporcionam ÍÌenbilidade e dlversas opçÕes para jnúmeras aplicaçÕes estaclonárias, para
a

propuÌsão de r-eícuÌos e para aplicaçoes portáteis. [...]

Vurnqs, H. M.,

Troru.

E.,{.:G.\zjJ,FZ, E. R. QuímicaNovanaEscola,n 15,

maio 2002. DisponÍr'el en: <http//qner.sbq.org.brlorúindqnescl5/v15a06 Acesso em: 24jul. 2009.

pdË

para resolver as questões a seguiç trabalhe em grupo de três ou quatro alunos. Além do texto sugerido, efetue uma busca em jornais, revistas e na internet sobre o desenvolvìmento e as aplicações de células a combustível. Registre as informações pesquisadas no caderno e, durante as discussões das questões a seguir, apresente os dados registrados.

Ì'

O que é uma célula a combustível? a combustível com relação aos combustíveis fósseis? Explique o fato de as

ã,euais são as vantagens das células

células a combustível serem apresentadas como alternativa menos poluente do que os combustíveis fósseis' 3" O que impulsionou o desenvolvimento de veículos movidos a células a combustível? 4" A partir da leitura do texto e dos resultados de sua pesquisa, que obstáculos você acredita que devam ser vencidos para a comercÌalização em escâla massiva de veículos que operam com o sistema de células a combustível?

s, Recentemente diversas empresas têm divulgado resultados de pesquisas sobre o uso de células a combustível,

não só em veículos, como em sistemas estacionários e também em aparelhos eletrônicos, entre eles notebooks e celulares. Tais pesquisas ref letem o processo de conscientização ecológica, uma vez que objetivam, entre outros cuidados, preservar o meio ambiente. Como você poderia atuar no sentido de despertar a consciência ecológica de sua comunidade (escola, amigos, família, etc)? Escolha uma ação e elabore um plano para executá-la.

305

Corrosão do ferro
Objetivo

- utït estudo comparativo
fio de zinco de'10 cm 5 béqueres (ou copos descartáveis
de café ou de água) água de torneira

Comparar a corrosão do ferro em diferentes condições.

Material

,

"

. "

5 pregos de ferro de mesma dimensão placa de zinco (3,0 cm x '1,5 cm) com um pequeno furo 2 fios de cobre de 10 cm desencapados 5 metades de comprimidos de ácido acetilsalicílico trituradas separadamente

fita crepe e caneta esferográfica palito de sorvete

Procedimento
L Enumere os béqueres de 1 a 5 com a fita crepe e a caneta esferográfica. ?, Preencha cerca da metade da capacidade dos béqueres com água da torneira. a Coloque meio comprimido de ácido acetilsalicílico triturado em cada um deles.
4. Agite a mistura com o palito para dissolver a substância. 5" lntroduza um dos pregos no béquer 1. *" No béquer 2, coloque um prego entortado conforme mostrado na imagem acima.

fio de zinco e coloque no béquer 3. s" No béquer 4, coloque um prego enrolado com Íio de cobre. 9, Conecte a placa de zinco ao último prego por um fio de cobre (ela deve estar bem conectada) e introduza ambos no béquer 5. fs. Deixe o conjunto em repouso e observe dia a dia as mudanças durante 7 dias. Observe a intensidade da cor e registre o resultado em seu caderno.
7. Enrole um dos pregos com

Resíduos: Separe os pregos e descarte as soluções na pia.
mL

h

Analise e discuta
i" Em quais recipientes se observa primeiro a oxidação do prego? Coloque-os em ordem decrescente de corrosão de acordo com a intensidade de cor lilás resultante da reação dos íons Fez+(aq) com ácido acetilsa licílico. 2. Qual dos metais utilizados protege o prego contra a corrosão? ExplÌque.
3. Alimentos enlatados são acondicionados em latas (aço recoberto com estanho). Nesse caso, podese dizer que há proteção?
319

)
D

F

;,mfunemç&*
:tuj*Èãve

de wrc mhgeto n:etáËÊe*

química' Observar o efeito da corrente elétrica em uma reação

ocorre com a chave se estiver ligada a um gerador e mergulhada com uma Placa de cobre em solução de CUSO4?
O que

ïmÈenEeã

soluçãodesulfatodecobrepenta-hidratado(CuS04.5H20)lmol/L objetometáliconãoencapadooupintado(chave,moeda,clipe,etc.)
béquer ou f rasco transparente de 100 mL em uma série (podem Ser recarregáveis) ou conjunto de pelo rnenos três pilhas médias ligadas

oufontedecorrentecontínuadequalquertensãoentre4,5Ve12V.
2 fios com as Pontas desencaPadas

peça de cobre f unil paPel de filtro luvas Plásticas

Fn*eedËm*ÊÌts$ t.Coloqueasoluçãodesulfatodecobreemumbéqueroufrascotransparenteatécercadetrês
quartos de sua caPacidade' conjunto de pilhas' o objeto de cobre r. prenda o obieto metá)ico ao fio l)qadoao polo negatívo do deve ser íígado ao fío do pob positivo' não encostá-los um no outro; observe o as' ;:, Mergulhe os dois fios na solução, tomando o cuidado de pecto dos objetos a cada 2 minutos' da chave' .r. Após B minutos, retire os dois fios da solução e anote as mudanças os dois fios por ,:i Troque a posição do objeto metálico com o objeto de cobre. Mergulhe novamente
B minutos e registre as mudanças'

para reutilizá-la e guardar o objeto metálico' Resíduos: Filtrar a solução de sulfato de cobre

êrmeEise e

diseute

;:1.

que ocorreram no experimento' Represente por meio de equação química os processos deposição de metais em objetos metálicos' citando :rt, lndique quais são as possíveis aplicações da exemplos do cotidiano.

o que aconteceu com o objeto metálico ì. De acordo com as mudanças registradas no experimento, solução? E ligado ao polo positivo? ligado ao polo negativo qúando ele foi mergulhado na

Seterrninação da constante de Avogadro 3#r eletrólise de NaOH (ag)
rbletivo
Determinar experìmentalmente a constante de Avogadro'
Por questões de segurança' essa

€atenial
solução de hidróxido de sódio (10 q/l-1 2 eletrodos de cobre de 2,5 mm

atividade é feita Pelo Professor.

de diâmetro descascados

nas

serinqas de inleção vedactas na extremidade superiot

e'rlrem)àaàes 2 seringas de ìnjeção de 5,0 mL

t-\
multímetro
,

servir de Pedaço de isoPor Para trpoit. Para as serìngas

com Ponta

tamPada

lìqadas em 4 oilhas grandes novas 6 V) sérle (ou bateria de ou de vidro reciPiente de Plástico (ou relÓglo que mar-

cronômetro

que segundos)

bateria 6 V

àscala de O a Z5o mA)

com multímetro (amPerímetro

luvas Plásticas

de (-'xperimento  Esquema de montagem

constante de Avogadro' para determinação da

igcedimentos

-tÁt^ 11õ ntt r no recipiente de ColoquecercadequatroquìntosdehidróxìdtOt.t-t1l:^t:O^,:"'norecipientedep de hidróxido de Façadoisfurosno,,ooo,comasserÌngasdemodoquesejapossívelatravessá.|o. preenchendo]., .ot a solução as duas',5n.*, uti'zando as ruvas, mergurhe da ásua

,

plástico'

'r",Xf

como mostra a úolhas de não devem conter

*r"'ï:;'.',ïffj:;iïïïÏou ìmagem aclma. n'

.nooo

oY::ï:t'esteja

estar p.rp'.noirítãres

acima da superrície à superf ícìe da solução

e

ar. '.riüulì'evem

'

.rtroduzindo sua ponta dentro da seringa' o vorume de sás hidrosênio

:r,frï':",,'.1ïi**:nïÏÏiJ:i;:::;16ç;'o to' oo :" te iï::: :.,'ff int.rioïJu-r.rinqu deve ficar totalmente: : i* ; :iï :;.1ï :f ::ïJ*ï roo-mr. n pontu d. *r.t;;;ìu. ,,.. no flrï",
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entre 30 mn e ;;;;;,tt ao término do
Fonte de pesquisa: Ut

experimento'
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QuÍmtcaNo"tanalscoL cLìnslanlc de Avogaciro

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que você compare o varor de e calcule a porcentagem se ututtu do valor

os cárcuros' enconrrou? Apresente (6 X de Avosadro,você com o seu varor teórico constante o. nuoqadro obteve para a

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361

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