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Estatuto Dos Servidores Do Rio de Janeiro

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Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.claudetepessoa.

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DECRETO-LEI nº 220 DE 18 DE JULHO DE 1975.
ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. O Governador do Estado do Rio de Janeiro, no uso da atribuição que lhe confere o § 1º do art. 3º da Lei Complementar nº 20, de 1º de julho de 1974, DECRETA Art. 1º - Este Decreto-lei institui o regime jurídico dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. Parágrafo único - Para os efeitos deste Decreto-lei funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público estadual do Quadro I (Permanente). * Vide artigo 1º, § 1º, Decreto 2479/79 – Regulamento.

TÍTULO I DO PROVIMENTO, DO EXERCÍCIO E DA VACÂNCIA Art. 2º - A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público. * Vide artigo 37, II, Constituição Federal e artigo 5º do Decreto–Lei 2479/79. § 1º - O concurso objetivará avaliar: 1) conhecimento e qualificação profissionais, mediante provas ou provas e títulos; 2) condições de sanidade físico-mental; e 3) desempenho das atividades do cargo, inclusive condições psicológicas, mediante estágio experimental, ressalvado o disposto no § 11 deste artigo. * Redação dada pela Lei nº 1820/1991. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 2º - Revogado. *Revogado pela Lei Complementar Estadual nº140 de 18 de março de 2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 3º - A designação prevista no parágrafo anterior observará a ordem de classificação nas provas e o limite das vagas a serem preenchidas, percebendo o estagiário retribuição correspondente a 80% (oitenta por cento) do vencimento do cargo, assegurada a diferença, se nomeado afinal. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.

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2 § 4º - O prazo de validade das provas será fixado nas instruções reguladoras do concurso, aprovadas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil do Estado e poderá ser prorrogado, uma vez, por período não excedente a 12 (doze) meses. * Vide artigo 37, III e IV da Constituição Federal e artigo 8º, IV do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 5º - O candidato que, ao ser designado para o estágio experimental, for ocupante, em caráter efetivo, de cargo ou emprego em órgão da Administração Estadual direta ou autárquica ficará dele afastado com a perda do vencimento ou salário e vantagens, observado o disposto no inciso IV do art. 20 e ressalvado o salário-família, continuando filiado à mesma instituição de previdência, sem alteração da base de contribuição. *Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 6º - O candidato não aprovado no estágio experimental será considerado inabilitado no concurso e voltará automaticamente ao cargo ou emprego de que se tenha afastado, na hipótese do parágrafo anterior. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 7º - O candidato aprovado permanecerá na situação de estagiário até a data da publicação do ato de nomeação, considerada a mesma data, para, todos os efeitos, início do exercício do cargo ressalvado o disposto no parágrafo terceiro antecedente e no artigo seguinte. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 8º - As atribuições inerentes ao cargo servirão de base para o estabelecimento dos requisitos a serem exigidos para inscrição no concurso, inclusive a limitação da idade, que não poderá ser inferior a 18 (dezoito) nem superior a 45 (quarenta e cinco) anos. * Vide artigo 8º, I do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 9º - Não ficará sujeito ao limite máximo de idade o servidor de órgão da administração pública, direta ou indireta. § 10 - Além dos requisitos de que trata o § 8º deste artigo, são exigíveis para inscrição em concurso público: 1) nacionalidade brasileira; * Vide artigo 37, I da Constituição Federal 2) pleno gozo dos direitos políticos; 3) quitação das obrigações militares. * Vide artigo 8º, § 3º do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 11 - A norma contida no item 3 do § 1º deste artigo não se aplica ao candidato habilitado nas provas para o preenchimento de cargo de professor ou de cargos destinados ao pessoal de apoio ao magistério. * Redação dada pela Lei nº 2289/1994. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. 3º - O funcionário nomeado na forma do artigo anterior adquirirá estabilidade após 2 (dois) anos de efetivo exercício, computando-se, para esse efeito, o período de estágio experimental em que tenha sido aprovado.

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3 * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Parágrafo único - O funcionário que se desvincular de um cargo público do Estado do Rio de Janeiro ou de suas autarquias para investir-se em outro conservará a estabilidade já adquirida. * Vide artigo 41, caput e § 1º da Constituição Federal e artigo 87 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 4º - O funcionário estável poderá ser transferido da administração direta para a autárquica e reciprocamente, ou de um para outro Quadro de mesma entidade, desde que para cargo de retribuição equivalente, atendida a habilitação profissional; ou removido de uma Unidade Administrativa para outra do mesmo órgão ou entidade, desde que haja claro na lotação. * Vide artigo 37, II da Constituição Federal. Art. 5º - Invalidada a demissão do funcionário, será ele reintegrado e ressarcido. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigos 40 a 44 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 1º - Far-se-á a reintegração no cargo anteriormente ocupado; se alterado, no resultante da alteração; se extinto, noutro de vencimento equivalente, atendida a habilitação profissional. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigo 41, caput do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 2º - Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas no parágrafo anterior, restabelecer-se-á o cargo anteriormente exercido, que ficará como excedente, e nele se fará a reintegração. * Vide artigo 41, p. único do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 3º - A reintegração ocorrerá, sempre, no sistema de classificação a que pertencia o funcionário. * Vide artigo 42 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 4º - Reintegrado o funcionário, aquele que não ocuparia cargo de igual classe se não tivesse ocorrido o ato de demissão objeto da medida será exonerado ou reconduzido ao cargo anterior, sem direito a qualquer ressarcimento, se não estável; caso contrário, será ele provido em vaga existente ou permanecerá como excedente até a ocorrência da vaga. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigo 43 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 6º - O funcionário em disponibilidade poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatíveis com os do anteriormente ocupado. * Vide artigo 46 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 7º - O funcionário estável fisicamente incapacitado para o pleno exercício do cargo poderá ser ajustado em outro de vencimento equivalente e compatível com suas aptidões e qualificações profissionais. * Vide artigos 49 a 51 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

§ 2º . . será exigida a comprovação dos requisitos a que se referem os itens 1 a 3 do § 10 do art. § 3º . para esse efeito. nos casos de nomeação. 2º.O termo de posse consignará a apresentação de declaração de bens.Quando a investidura de que trata este artigo recair em pessoas estranhas ao serviço público. § 4º . reintegração. 5) prestação de fiança. 2) declaração de bens. * Vide artigo 17 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 3) habilitação em concurso público. 4) bons antecedentes. 6) declaração sobre se detém outro cargo. II e V da Constituição Federal e artigos 14 e 22 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art.A competência para dar posse será a indicada em legislação específica.A critério da administração. 8º. verificada a subsistência dos previstos no § 10 do art. 2. 4. contados da data da publicação do ato que o determinar. se iniciará no prazo de 30 (trinta) dias.O funcionário que deva entrar em exercício em nova sede terá.A investidura em cargo em comissão ocorrerá com a posse. prazo de 5 (cinco) dias. 6 e 7 do § 1º do art. * Vide artigo 15 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 1º . § 2º . transferência e aproveitamento. contado da publicação do ato de provimento. e 7) inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF). ocorrendo motivo relevante. * Vide artigo 37. o prazo para o exercício poderá ser prorrogado. 2º e 1. 1) habilitação em exame de sanidade e capacidade física realizada exclusivamente por órgão oficial do Estado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 1º . ou se percebe proventos de inatividade. que. * Vide artigos 56 e 70 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigos 14 e 68 do Decreto 2479/79 – Regulamento.com 4 Art.2º e 3 e 4 do parágrafo anterior não será exigida nos casos de reintegração e aproveitamento. da qual se lavrará termo incluindo o compromisso de fiel cumprimento dos deveres da função pública. 10 . os seguintes: * Vide artigo 18 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 3º .A prova dos requisitos a que se referem os itens 1 e 3 do § 10 do art. função ou emprego. Art.A investidura em cargo de provimento efetivo ocorrerá com o exercício.Será tornada sem efeito a nomeação se o exercício não se verificar no prazo estabelecido. * Vide artigo 16 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 8º . quando a natureza da função o exigir.claudetepessoa.São requisitos essenciais para essa investidura. 9º .

* Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.convocação para serviço militar.Ressalvada a hipótese prevista em regulamento. 13 . na hipótese de inexistência de órgão médico oficial do Estado na localidade.As faltas do servidor por motivo de doença. § 1º .Admitir-se-á.desempenho de cargo ou função de confiança na administração pública federal. * Redação dada pela Lei Complementar nº 110 de 06 de dezembro de 2005. II .O cargo ou função de confiança poderá ser exercido. hipótese em que a investidura independerá da posse.casamento e luto.doença de notificação compulsória.estudo no exterior ou em qualquer parte do território nacional desde que de interesse para a Administração e não ultrapasse o prazo de 12 (doze) meses. XII . da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. I .licença-prêmio. até o máximo de 03 (três) dias durante o mês.com 5 Art.suspensão preventiva. *Acrescentado Lei Complementar nº110 de 06 de dezembro de 2005. licença à gestante. Art. IV . estadual ou municipal. dentre estes os Hospitais do IASERJ.trânsito para ter exercício em nova sede. 12 . Art. III . a substituição será gratuita. X . XI . serão abonadas mediante a apresentação de atestado ou laudo médico expedido pelo órgão médico oficial competente do Estado ou por outros aos quais ele transferir ou delegar atribuições. .missão oficial. *Acrescentado Lei Complementar nº110 de 06 de dezembro de 2005.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. VIII .A substituição não poderá recair em possa estranha ao serviço público. exceto em gozo de férias ou licença. eventualmente. salvo quando o afastamento exceder de 30 (trinta) dias. até 8 (oito) dias. atestado expedido por órgão médico de outra entidade pública.claudetepessoa. VII . XIV . § 2º . Art. VI . dependerá. júri e outros serviços obrigatórios por lei. se absolvido afinal.O afastamento para o exterior. § 2º .Considerar-se-á em efetivo exercício o funcionário afastado por motivo de: * Vide artigo 79 do Decreto 2479/79 – Regulamento. V . 14 .férias. salvo delegação de competência. XIII .prestação de prova ou exame em concurso público. de prévia autorização do Governador do Estado. em substituição. § 1º . * Renumerado pela Lei 214/1978. acidente em serviço ou doença profissional. IX .recolhimento à prisão.O afastamento do funcionário de sua unidade administrativa dar-se-á somente para desempenho de cargo ou função de confiança e com ônus para a unidade requisitante.licença para tratamento de saúde. 11 . * Redação dada pela Lei 214/1978. inclusive em pessoa da família. se inocentado afinal.o estágio experimental.

§ 1º do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 37. 15 . § 4º. em face de imperiosa necessidade do serviço. e até o seu provimento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 2) no caso de abandono de cargo. *Vide artigo 298.É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. 1) no caso de exercício de cargo ou função de confiança.nos demais casos especificados em lei. II. V e § 1º e artigo 303.com 6 . 18 . que somente poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos. * Vide artigo 41. 30 (trinta) dias consecutivos de férias. 16 . * Incluído pela Lei 214/1978.nas hipóteses previstas na legislação penal e II .A exoneração ou dispensa.Aplicar-se-á a exoneração ou dispensa ex-officio: * Vide artigo 54. * Vide artigos 52 e 53 do Decreto 2479/79 – Regulamento. deste Estatuto. .O funcionário gozará.Na vacância do cargo ou função. II . II do Decreto 2479/79 . por ano de exercício. § 1º e artigo 57. V. § 1º . * Revogado pela Lei Complementar n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. I . * Redação dada pelo Decreto-Lei 363/77. Art. TÍTULO II DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS Art.a pedido. responsável pelo expediente. I .ex-officio.Declarar-se-á a perda do cargo: * Vide artigo 41. § 1º da Constituição Federal. Parágrafo único . 14. ocorrerá: * Vide artigo 54 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 17 . da Constituição Federal. Art. 3) na hipótese prevista no art. § 2º . poderá ser designado. Art.Dar-se-á a vacância do cargo ou função na data do fato ou da publicação do ato que implique desinvestidura. pela autoridade imediatamente superior. § 3º da Constituição Federal e artigos 90 a 96 do Decreto 2479/79 – Regulamento. quando extinta a punibilidade por prescrição e o funcionário não houver requerido a exoneração. 5º. * Vide artigo 52. § 1º da Constituição Federal e artigo 55 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Parágrafo único .Regulamento.claudetepessoa. * Vide artigo 39. parte final. aplicando-se à hipótese o disposto no art.

V . prorrogável uma única vez.à gestante.sem vencimento. § 1º .para serviço militar. * Redação dada pela Lei Complementar n° 128 de 26 de junho de 2009. de 26. na forma da legislação específica. * Incluído pela Lei 490/1981. unidade administrativa onde haja claro na lotação ou vaga. para desempenho de mandato eletivo.sem vencimentos. IX . * Vide artigos 117 a 119 do Decreto 2479/79 – Regulamento. existindo. II . * Vide artigos 129 a 137 do Decreto 2479/79 – Regulamento. pelo prazo de cinco anos. com vencimento e vantagens integrais nos primeiros 12 (doze) meses. servidor público ou com vínculo empregatício em empresa estadual ou particular. 1) para tratamento de saúde. * Vide artigos 138 a 141 do Decreto 2479/79 – Regulamento. até o limite de 90 (noventa) dias. VI . a partir da data do referido laudo. com vencimentos e vantagens. com dois terços. sendo-lhe garantida a contagem de tempo de serviço para fins de aposentadoria. para acompanhar o cônjuge eleito para o Congresso Nacional ou mandado servir em outras localidades se militar. * Redação dada pela Lei 800/1984. .No caso de inciso V. processar-se-á a movimentação cabível. * Vide artigos 125 a 128 do Decreto 2479/79 – Regulamento. pelo prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses. * Vide artigos 123 e 124 do Decreto 2479/79 – Regulamento. podendo retroagir sua prorrogação até 15 (quinze) dias.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ao servidor da área da saúde. pelo prazo de seis meses.a título de prêmio. no máximo. VII .com 7 Art. * Vide Lei 3693.2001 – licença maternidade e paternidade por adoção. para trato de interesses particulares. 19 . VIII .sem vencimento. a contagem de tempo de serviço para efeito de Licença-Prêmio.Regulamento.10. depois de cada quinquênio ininterrupto de efetivo exercício no serviço público estadual ou autárquico do Estado do Rio de Janeiro. § 2º do Decreto 2479/79 .por motivo de doença em pessoa da família.Suspender-se-á. na localidade. * Vide artigos 110 a 116 do Decreto 2479/79 – Regulamento. pelo prazo de 3 (três) meses.claudetepessoa. que for contratado por empresa ou aderir a cooperativa que administre hospitais públicos terceirizados.sem vencimento.Regulamento. IV . * Vide artigos 120 a 122 do Decreto 2479/79 – Regulamento. prorrogável. em cada caso. § 2º .para tratamento de saúde. durante as licenças: *Vide artigo 129. mediante a apresentação de laudo médico circunstanciado emitido pelo serviço de perícia médica oficial do Estado.Conceder-se-á licença: *Vide artigos 97 a 109 do Decreto 2479/79 . e. nos termos fixados em Lei. * Incluído pela Lei 2878/97. por outros 12 (doze) meses. com vencimento e vantagens. III . * Vide artigo 39 da Constituição Federal. I . se obedecido o que prevê o § 5º deste artigo. no caso de aleitamento materno. por no mínimo trinta e no máximo noventa dias. com vencimento e vantagens do cargo efetivo.

O funcionário deixará de receber vencimentos e vantagens. . * Incluído pela Lei 2878/97. § 5º .A extinção.Revogado. de 26 de junho de 2009. o servidor deverá retornar imediatamente ao serviço público. § 8º . no dia útil imediatamente posterior.Na hipótese do parágrafo anterior. mediante requerimento da servidora. § 3º . * Incluído pela Lei 2878/97. obrigando o servidor a retornar ao serviço público ou a converter sua licença para uma das outras modalidades previstas neste Decreto-Lei. exceto gratificação adicional por tempo de serviço. § 6º . as cooperativas e as empresas de serviços hospitalares terceirizados deverão comunicar à Secretaria de Estado de Saúde. por qualquer motivo.Regulamento.Expirado o prazo da licença a que se refere o inciso IX deste artigo. 20 . § 4º . devidamente comprovada. quando se afastar do exercício do cargo: *Vide artigos 142 a 148 do Decreto 2479/79 . * Incluído pela Lei 2878/97. * Incluído pela LC n°128. a extinção do contrato de trabalho ou o desligamento do cooperado que se encontrar licenciado do serviço público. a licença à gestante de recém-nascidos pré-termo será acrescida do número de semanas equivalente à diferença entre o nascimento a termo – 37 semanas de idade gestacional – e a idade gestacional do recém-nascido. imediatamente após o término das mesmas. * Incluído pela Lei 3862/2002. * Incluído pela Lei 2878/97. com base no valor da última remuneração recebida dos cofres públicos.No caso do inciso III. importará em imediata suspensão da licença sem vencimento.Durante o período de licença a que se refere o inciso IX deste artigo o servidor deverá continuar contribuindo para o Instituto de Previdência do Estado do Rio de Janeiro IPERJ.claudetepessoa.com 8 2) por motivo de doença em pessoa da família e 3) por motivo de afastamento do cônjuge. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. ou seu desligamento da cooperativa a esse fim direcionada. licença prêmio a que tiver direito.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. do contrato de trabalho do servidor licenciado na forma do inciso IX deste artigo com a sociedade prestadora de serviços hospitalares terceirizados. §9º A servidora pública em gozo da licença maternidade e ou aleitamento materno será concedida. Art. § 7º . corrigida no tempo em função e pelos mesmos percentuais dos reajustes gerais e da categoria.

Regulamento. 23 . durante o recolhimento à prisão por ordem judicial não decorrente de condenação definitiva. *Vide artigo 148 do Decreto 2479/79 .para exercer cargo ou função de confiança. III .prêmio por sugestões que visem ao aumento de produtividade e à redução de custos operacionais da Administração. a outro Estado. à Empresa Pública. I .de dívida para com a Fazenda Pública. salvo quando. se deslocar eventualmente da sede. à Fundação ou à Organização Internacional. Art.O vencimento e as vantagens pecuniárias do funcionário não serão objeto de penhora.ajuda de custo e transporte ao funcionário mandado servir em nova sede.indenização de representação de gabinete. Parágrafo único . a Município.Será dispensada a reposição nos casos em que a percepção indevida tiver ocorrido de entendimento expressamente aprovado pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil ou pela Procuradoria Geral do Estado. salvo quando se tratar: *Vide artigo 147 do Decreto 2479/79 . sem perda do cargo.dois terços do vencimento e vantagens. Art.diárias ao funcionário que.Regulamento. à Sociedade de Economia Mista. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. hipótese em que não se admitirá parcelamento.para prestar serviço à União. exceto na ocorrência de má fé.Regulamento. IV .Regulamento. 24 . Art. Parágrafo único – Na hipótese do art. ressalvando o direito à diferença em caso de arquivamento do inquérito. se absolvido afinal.de prestação de alimentos. e III . 59 o recebimento do vencimento e vantagens será proporcional ao tempo de serviço. de pena privativa de liberdade. e II .para estágio experimental. a juízo do Governador. ressalvado o direito à diferença.um terço do vencimento e vantagens. I . Art.As reposições e indenizações à Fazenda Pública far-se-ão em parcelas mensais não excedentes à décima parte do vencimento.O funcionário deixará de receber: *Vide artigo 145 do Decreto 2479/79 . II . II .claudetepessoa. salvo por motivo de força maior devidamente comprovado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.O Poder Executivo disciplinará a concessão de: *Vide artigos 149 e 151 do Decreto 2479/79 .em decorrência de prisão administrativa. salvo se inocentado afinal.com 9 I . ressalvado o direito de opção legal. * Incluído pela LC 96/2001. em objeto de serviço. durante o cumprimento. e IV .gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva. * Alterado pela LC 96/2001. II . 22 . reconhecido o afastamento como de interesse do Estado. III .o vencimento e vantagens do dia em que não comparecer ao serviço. . 21 . I . V .

com proventos proporcionais ao tempo de serviço. § 3º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Para efeito de aposentadoria.gratificação de encargos especiais. o funcionário estável será posto em disponibilidade.Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade.Revogado. § 10 da Constituição Federal e artigo 80 do Decreto-Lei 2479/79 .claudetepessoa.Revogado. * Vide artigo 40. de 15 de dezembro de 1998. estadual.º 20. Art. I . § 1º .Revogado. .gratificação pelo encargo de auxiliar ou membro de banca ou de comissão examinadora de concurso.Revogado. e VII .Regulamento.o tempo de serviço público civil federal. Parágrafo único . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado.adicional por tempo de serviço. Art.Revogado. ou municipal. e de disponibilidade. 26 . § 4º . * Revogado pela LC°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único . Art. observado o limite temporal estabelecido no art. 4º da Emenda Constitucional n.Revogado. na administração direta ou indireta.Revogado. § 3º da Constituição Federal e artigo 212 do Decreto 2479/79 – Regulamento. de 11 de junho de 2008. 27 . 28 . * Incluído pela Lei 720/1981. 25 . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. § 2º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Vide artigo 41.Revogado.com 10 VI . ou pela atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. 29 . será computado: * Nova Redação dada pela LC n° 121. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. VIII .

* A Lei 1713/90 incluiu o inciso IV ao artigo 29 a Lei 1820/91 o suprimiu. seu provimento retroagirá à data do ato impugnado. de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade e quanto às questões que envolvam direitos patrimoniais. . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. § 3º .O Poder Executivo disciplinará a previdência e a assistência ao funcionário e à sua família.É assegurado aos funcionários o direito de requerer ou representar. 30 . *Vide artigos 199 a 203 do Decreto 2479/79 . compreendendo: I .O tempo de serviço computar-se-á somente uma vez para cada efeito. § 2º . II . ressalvados os previstos em leis especiais. III . § 2º . nos demais casos.assistência médica.em 5 (cinco) anos. também. Parágrafo único .Revogado. § 9º da Constituição Federal.com 11 * Vide artigo 40. IV . 31 . farmacêutica. § 1º . § 3º da Constituição Federal e artigos 233 e 266 do Decreto 2479/79. Art. TÍTULO III DA PREVIDÊNCIA E DA ASSISTÊNCIA Art. dentária e hospitalar.claudetepessoa.em 120 (cento e vinte) dias.auxílio-doença.o tempo de serviço militar. quanto aos atos de demissão. 33 .O tempo de serviço a que se referem os incisos I e II deste artigo será.financiamento imobiliário. Art.O recurso não tem efeito suspensivo. II .Regulamento.O prazo de prescrição contar-se-á da data da ciência do interessado. § 1º . § 3º . * Vide artigo 39.salário-família. II .A prestação de serviço gratuito será excepcional e somente surtirá efeito honorífico. Art.O direito de requerer prescreverá: *Vide artigo 204 do Decreto 2479/79 .o tempo de disponibilidade.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Não correrá a prescrição enquanto o processo estiver em estudo.Regulamento. computado para concessão de adicional por tempo de serviço. I .Regulamento. vedada a acumulação daquele prestado concomitantemente.O recurso interrompe a prescrição até duas vezes. III . a qual se presumirá da publicação do ato. 32 .

IX . aposentadoria. Parágrafo único . . doença profissional ou internação compulsória para tratamento psiquiátrico.dois cargos de professor.com 12 V . XVI da Constituição Federal e artigos 271 a 284 do Decreto 2479/79 .Poderá o aposentado. § 3º . * Redação dada pela Lei 252/1979.um cargo de juiz com outro de professor. desempenhar mandato eletivo. Art. nos casos de acumulação legal.auxílio-moradia. § 1º .Regulamento. de pensões civis ou militares. I .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.pensão em caso de morte por acidente em serviço ou doença profissional. exercer cargo ou função de confiança ou ser contratado para prestar serviços técnicos ou especializados. dos Estados. ou IV . VIII . com base no vencimento.plano de seguro compulsório para complementação de proventos e pensões. 4) de proventos resultantes de cargos legalmente acumuláveis. * Vide artigo 272 do Decreto 2479/79. 36 . necessária e comprovadamente.um cargo de professor com outro técnico ou científico.É vedada a acumulação remunerada de cargos e funções públicos. remuneração ou salário.auxílio-funeral. * Vide artigo 37. 2) de pensões com vencimento.Regulamento. Art. bem como das Autarquias. 35 .Regulamento. sem prejuízo dos proventos.claudetepessoa. bem como participar de órgão de deliberação coletiva. dos Territórios.auxílio para a educação dos dependentes. exceto o de: * Vide artigo 37. 34 . e 5) de proventos com vencimento ou remuneração. VI .O regime de acumulação abrange cargos funções e empregos da União.Em qualquer dos casos. 3) de pensões com proventos de disponibilidade. do Distrito Federal e dos Municípios. VII . das Sociedades de Economia Mista e das Empresas Públicas. § 2º . III . X . com direito a remuneração.dois cargos privativos de médico.A família do funcionário constitui-se dos dependentes que.tratamento por acidente em serviço. jubilação ou reforma.Não se compreende na proibição de acumular. a percepção: 1) conjunta. a acumulação somente será permitida quando houver correlação de matérias e compatibilidade de horários. TÍTULO IV DA ACUMULAÇÃO Art. nem exercer mais de uma função gratificada. vivam a suas expensas. § 10 da Constituição Federal e artigo 273 do Decreto 2479/79.O funcionário não poderá participar de mais de um órgão de deliberação coletiva. II . nem está sujeita a quaisquer limites. remuneração ou provento.

acumulação informada.observância das normas legais e regulamentares. se apurada má fé.assiduidade. VI . Parágrafo único . * Vide artigo 282 do Decreto 2479/79 – Regulamento.submeter-se à inspeção médica determinada por autoridade competente.lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas a que servir. XII . no assentamento individual. a restituir o que tiver percebido indevidamente. .boa conduta.Considerada ilegítima.providenciar para que esteja sempre em ordem. ferir a disciplina e a hierarquia.zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. * Vide artigo 305 do Decreto 2479/79 – Regulamento. II . XIV .urbanidade.São deveres do funcionário: * Vide artigo 285 do Decreto 2479/79 – Regulamento. acumulação considerada ilegítima quando conhecida pela Administração. XIII . IV . oportunamente. sua declaração de família.discrição.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública.Constitui infração disciplinar toda ação ou omissão do funcionário capaz de comprometer a dignidade e o decoro da função pública. obrigando-se. III . VII . X . perderá os cargos envolvidos na situação cumulativa ou sofrerá a cassação da aposentadoria ou disponibilidade. I .com 13 Art. TÍTULO V DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I INFRAÇÃO DISCIPLINAR Art. VIII . IX . 39 . sujeitar. XI .se-á a inquérito administrativo. 38 .pontualidade.obediência às ordens superiores. exceto quando manifestamente ilegais. ainda. pelo funcionário. V . salvo justa causa. será este obrigado a optar por um dos cargos. pelo órgão competente.levar ao conhecimento de autoridade superior irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função. CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. oportunamente.claudetepessoa. após o qual.O funcionário que não houver informado.guardar sigilo sobre a documentação e os assuntos de natureza reservada de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função. 37 .atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões para defesa de direito.

quando regularmente intimado. X . leituras ou quaisquer outras atividades estranhas ao serviço.empregar material ou quaisquer bens do Estado em serviço particular. gerência.exercer cargo ou função pública antes de atendido os requisitos legais. salvo nos casos previstos em lei. a qualquer órgão estadual. ou de alterar a verdade dos fatos. comissões. 3) de consultoria técnica que execute projetos e estudos.claudetepessoa. XI .deixar de prestar declaração em inquérito administrativo.fazer cobranças ou despesas em desacordo com o estabelecido na legislação fiscal e financeira. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial. do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço. até o segundo grau civil. VI .deixar de comparecer ao trabalho sem causa justificada. XII . porém. presentes ou vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função. podendo. VII .com 14 CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. IV . V .pleitear. inclusive ao trato de interesses de natureza particular. a palestras. em qualquer de suas formas. salvo quando se tratar de percepção de vencimento.referir-se de modo depreciativo. de que tenha ciência em razão do cargo ou função. modificar ou substituir livro ou documento de órgão estadual. ou censurá-los. 40 . em informação. I . ou aceitar promessa de tais vantagens.revelar fato ou informação de natureza sigilosa.dedicar-se. pela imprensa ou qualquer outro órgão de divulgação pública. de empresa ou sociedade: 1) contratante. junto aos órgãos estaduais. criticá-los.praticar a usura. ou continuar a exercê-los sabendo-o indevidamente. o desempenho de encargo que lhe competir ou a seus subordinados.cometer a pessoa estranha ao serviço do Estado. com o fim de criar direito ou obrigação. XV . XVI . solicitar ou receber propinas. XIII . nos locais e horas de trabalho. IX . como procurador ou intermediário.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.coagir ou aliciar subordinados com objetivo de natureza partidária.valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. administração. em trabalho assinado. salvo quando autorizado por escrito pela autoridade competente. II . remuneração.exigir. XIV .retirar objetos de órgãos estaduais. consangüíneo ou afim. conselho técnico ou administrativo. 2) fornecedora de equipamento ou material de qualquer natureza ou espécie. para órgãos públicos.participar de diretoria. às autoridades e atos da Administração Pública. permissionária ou concessionária de serviço público.Ao funcionário é proibido: * Vide artigo 286 do Decreto 2479/79 – Regulamento. no âmbito do serviço público. bem como apresentar documento falso com a mesma finalidade. .retirar. III . policial ou administrativo. parecer ou despacho. inclusive de viabilidade. XVII . VIII . provento ou vantagem de parente.

penal e administrativamente. 43 . Art.A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao funcionário nessa qualidade. * Vide artigo 291 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. * Vide artigo 287 do Decreto 2479/79 – Regulamento. responderá o funcionário perante a Fazenda Estadual em ação regressiva proposta depois de transitar em julgado a decisão de última instância que houver condenado a Fazenda a indenizar o terceiro prejudicado. 45 .suspensão. III .As cominações civis. * Vide artigo 289 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 290 do Decreto 2479/79 – Regulamento. V .Tratando-se de dano causado a terceiros. 46 .Ressalvado o disposto no art. 44 . VI . § 2º .advertência. I . ou fora dele.A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Estadual ou de terceiros.A responsabilidade administrativa resulta de atos praticados ou omissões ocorridas no desempenho do cargo ou função. 42 . VII . quando comprometedores da dignidade e do decoro da função pública.repreensão.com 15 CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art. poderá ser ressarcido mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte do vencimento ou remuneração à falta de outros bens que respondam pela indenização. o funcionário responde civil. o prejuízo causado à Fazenda Estadual no que exceder os limites da fiança. 41 . .demissão. jubilação ou disponibilidade. penal e administrativa. * Vide artigo 288 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Pelo exercício irregular de suas atribuições. 22.cassação de aposentadoria. Art. Art.claudetepessoa.multa. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art. II . penais e disciplinares poderão cumular-se. bem assim as instâncias civil. IV . sendo umas e outras independentes entre si.São penas disciplinares: * Vide artigo 292 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 1º .destituição de função.

III .ofensa física em serviço. * Vide artigo 297 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 48 . sem causa justificada. Parágrafo único . Art. interpoladamente. o funcionário a permanecer no serviço durante o número de horas de trabalho normal. IV . quando de natureza grave. 49 .abandono de cargo. III .A pena de suspensão não poderá exceder a 180 (cento e oitenta) dias. II . obrigado.com 16 Art. * Vide artigo 295 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. poderá ser convertida em multa. § 2º . 50 . 52 .reincidência em falta já punida com repreensão. pela sua natureza.embriaguez habitual ou em serviço. salvo em legítima defesa.O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo. os danos que dela provierem para o serviço público e os antecedentes funcionais do servidor.A pena de suspensão será aplicada em casos de: * Vide artigo 296 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 40. V .A pena de advertência será aplicada verbalmente em casos de negligência e comunicada ao órgão de pessoal. Art. nesse caso.A pena de demissão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 298 do Decreto 2479/79 – Regulamento.As penas impostas ao funcionário serão registradas em seus assentamentos. bem como de reincidência específica em transgressão punível com pena de advertência. não ensejarem pena de demissão. § 3º . a pena de suspensão. por (vinte) dias. * Vide artigo 294 do Decreto 2479/79 – Regulamento. . I . * Redação dada pela Lei Complementar nº 85/1996. prática de jogos proibidos.falta relacionada no art. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. 47 . Art. e se comprovada má fé. contra funcionário ou particular. por iniciativa do chefe imediato do funcionário. * Vide artigo 293 do Decreto 2479/79 – Regulamento. durante o período de 12 (doze) meses.incontinência pública e escandalosa.Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração.Quando houver conveniência para o serviço.falta grave. Art. I .A destituição de função dar-se-á quando verificada falta de exação no cumprimento do dever.ausência ao serviço.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a juízo da autoridade competente. 51 .claudetepessoa.desrespeito a proibições que. VI . § 1º .A pena de repreensão será aplicada por escrito em casos de desobediência ou falta de cumprimento dos deveres. II .

Art. I . IX .perdeu a nacionalidade brasileira.desídia no cumprimento dos deveres. a ausência ao serviço. 54 . a demissão poderá ser aplicada com a nota a bem do serviço público. suspensão até 30 (trinta) dias e multa correspondente.Entender-se-á por ausência ao serviço com justa causa a que assim for considerada após a devida comprovação em inquérito administrativo.Será cassada a disponibilidade ao funcionário que não assumir. Art.o Governador. repreensão. no desempenho dos encargos de sua competência. 57 . § 2º . exceto nos de competência privativa do Governador.Para fins exclusivamente disciplinares.claudetepessoa. * Vide artigo 300 do Decreto 2479/79 – Regulamento. considera-se como abandono de cargo a que se refere o inciso V deste artigo. 53 . sem justa causa. falta suscetível de determinar demissão.Prescreverá: . privativamente.insubordinação grave em serviço. III . a competência para decidir e para aplicá-la é do Secretário de Estado de Administração. sempre que a pena decorrer de inquérito administrativo. II . Art. I . * Vide artigo 299 do Decreto 2479/79 – Regulamento. nos casos de penas de advertência. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. nos casos de demissão. provada a má fé. caso em que as faltas serão justificadas apenas para fins disciplinares. por 10 (dez) dias consecutivos.praticou. que o aposentado ou disponível: * Vide artigo 301 do Decreto 2479/79 – Regulamento.São competentes para aplicação de penas disciplinares: * Vide artigo 302 do Decreto 2479/79 – Regulamento.com 17 VII . II . * Redação dada pela Lei Complementar 85/1996.Conforme a gravidade da falta. quando ainda no exercício do cargo.os dirigentes de unidades administrativas em geral.O ato de demissão mencionará sempre a causa da penalidade.os Secretários de Estado e demais titulares de órgãos diretamente subordinados ao Governador em todos os casos. § 1º . no prazo legal. o exercício do cargo ou função em que for aproveitado. 55 . § 1º .A pena de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade será aplicada se ficar provado. Art. Parágrafo único .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.aceitou.ineficiência comprovada.A aplicação da pena de destituição de função caberá à autoridade que houver feito a designação do funcionário. III . em inquérito administrativo. § 2º . com caráter de habitualidade. cargo ou função pública. ilegalmente. em qualquer caso e. VIII .Nos casos dos incisos II e III. Art. 56 .

o distintivo. 60 . repreensão.A suspensão preventiva é medida acautelatória e não constitui pena. Art.em 2 (dois) anos. até a decisão final do processo administrativo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. caso tal providência ainda não tenha sido tomada. suspensos preventivamente.com 18 * Vide artigo 303 do Decreto 2479/79 – Regulamento. devidamente recolhidos. no curso do inquérito administrativo pela autoridade competente para instaurá-lo e estendida até 90 (noventa) dias. alcance de dinheiro público ou infração de que possa resultar a pena de demissão. § 2º . I . que mantenham mediante cautela. 58 – Revogado pela LC 96/2001. * Incluído pela LC 96/2001. § 3º . a carteira funcional ou qualquer outro bem patrimonial. * Redação dada pela LC 96/2001.Os policiais civis. desde que o afastamento do funcionário seja necessário para que este não venha a influir na apuração da falta.O funcionário que responder por malversação. a falta sujeita às penas de advertência. CAPÍTULO VII . a critério da autoridade que determinar a abertura do respectivo inquérito. * Vide artigo 308 do Decreto 2479/79 – Regulamento.O curso da prescrição começa a fluir da data do evento punível disciplinarmente e interrompe-se pela abertura de inquérito administrativo. 2) à cassação da aposentadoria ou disponibilidade. 59 . § 1º . * Redação dada pela LC 96/2001. II . § 4º . a qualquer tempo. poderá permanecer suspenso preventivamente. Art. a falta sujeita: 1) à pena de demissão ou destituição de função.A suspensão preventiva até 30 (trinta) dias será ordenada pelas autoridades mencionadas no art. terão a arma. § 1º . Art.A suspensão de que trata este artigo poderá ser ordenada.A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este. CAPÍTULO VI DA SUSPENSÃO PREVENTIVA * Intitulado pela LC 96/2001.em 5 (cinco) anos.Revogado pela LC 96/2001. multa ou suspensão.claudetepessoa. 56. § 2º . * Vide artigo 309 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Redação dada pela LC 96/2001.

Parágrafo único .com 19 DA APURAÇÃO SUMÁRIA DA IRREGULARIDADE Art. * Incluído pela Lei 386/1980. de grave irregularidade de que tenha ciência no Serviço Público (artigo 40 e 52) e secretário de Estado de administração será sempre competente para determinar. constituindo simples averiguação.A apuração sumária. inclusive em relação a servidores autárquicos. * Vide artigo 313 do Decreto 2479/79 – Regulamento. quando: 1 . destituição de função. sem a necessidade de sindicância sumária. independentemente de qualquer comunicação. inobservância de deveres ou infrações de proibições funcionais.A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover. por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito determinado para o inquérito administrativo.O inquérito administrativo precederá sempre à aplicação das penas de suspensão por mais de 30 (trinta) dias. a instauração do inquérito administrativo. inclusive em relação a servidores autárquicos. o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato. * Vide artigo 320 do Decreto 2479/79 – Regulamento. sindicância ou mediante inquérito administrativo. 62 . 64 .Mesmo que seja outra a autoria de seu órgão competente para a apuração. por meios sumários. Art. por meio de sindicância. * Vide artigo 321 do Decreto 2479/79 – Regulamento. a ocorrência de irregularidade. Parágrafo único . a apuração sumária. pelos canais competentes. suspensão até 30 (trinta) dias ou multa correspondente. a instauração de inquérito. repreensão. . * Redação dada pela Lei 2945/98. demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Art. em quaisquer área do Poder Executivo Estadual.A autoridade promoverá a apuração da irregularidade diretamente por meio de inquérito administrativo. 65 .Se no curso da apuração sumária ficar evidenciada falta punível com pena superior à advertência.Já existir denúncia do Ministério Público: 2 .A determinação de instauração de inquérito é da competência do Secretário de Estado de Administração. que solicitará. Art. de imediato. * Vide artigo 306 do Decreto 2479/79 – Regulamento. imediatamente. CAPÍTULO VIII DO INQUÉRITO ADMINISTRATIVO Art. 61 . 63 .Tiver ocorrido prisão em flagrante.claudetepessoa. e 3 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.For apurar abandono de cargo ou função. que poderá ser realizada por um único funcionário. quando chega a seu conhecimento.

68 . no órgão oficial de divulgação do Estado por 3 (três) dias consecutivos. prorrogáveis. porém. Art.Quando a autoridade policial tiver conhecimento de crime praticado por funcionário público com violação de dever inerente ao cargo. de imediato ou no curso do inquérito administrativo. contados a partir da chegada dos autos à Comissão.Promoverá o inquérito uma das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo da Secretaria de Estado de Administração.Os órgãos estaduais. Parágrafo único . importando. atenderão com a máxima presteza às solicitações da Comissão.Ultimada a instrução será feita no prazo de 3 (três) dias a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de 10 (dez) dias. 67 . Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide artigo 329 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 70 . § 2º . ou com abuso de poder. a juízo do Secretário de Estado de Administração.O sobrestamento de inquérito administrativo só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento. em caso de força maior a juízo do Secretário de Estado de Administração. em responsabilidade administrativa dos membros da Comissão. § 3º .Se. * Vide artigo 324 do Decreto 2479/79 – Regulamento. será citado por edital.Estando o indiciado em lugar incerto.Em se tratando de abandono de cargo o inquérito deverá estar concluído no prazo de 60 dias. * Vide artigo 325 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 66 . * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Vide artigo 323 do Decreto 2479/79 – Regulamento.A não observância desses prazos não acarretará nulidade do processo. prorrogáveis por 2 (dois) períodos de 30 (trinta) dias cada um. Art. a juízo do Secretário de Estado de Administração. com vista dos autos na sede da Comissão. que será comum sendo mais de um indiciado. por períodos de 30 (trinta) dias. 69 . * Redação dada pela Lei 1497/1989. inclusive requisição de técnicos e peritos. Art. até o máximo de 180 (cento e oitenta) dias. quando não se tratar de sobrestamento. * Incluído pela Lei 1497/89. § 1º . ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime. devendo comunicar prontamente a impossibilidade de atendimento.O prazo de defesa será contado a partir da última publicação do edital de citação.com 20 Art. § 2º . sucessivamente.O inquérito deverá estar concluído no prazo de 90 (noventa) dias. sob pena de responsabilidade de seus titulares. a autoridade instauradora ou o Presidente da Comissão a comunicará ao Ministério Público. fará comunicação do fato à autoridade administrativa competente para a instauração do inquérito cabível.claudetepessoa. § 1º . contados a partir do dia em que os autos chegarem à Comissão. * Vide artigo 322 do Decreto 2479/79 – Regulamento. em caso de força maior. .

Em caso de revelia. * Redação dada pela Lei 1497/1989. por 3 (três) vezes. um funcionário efetivo. de ofício.Concluída a defesa a Comissão opinará sobre a inocência ou a responsabilidade do indiciado em relatório circunstanciado que deverá ser concluído no prazo de 60 (sessenta) dias. * Vide artigo 339 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 3º . Art. determinará o reexame do inquérito pelo órgão competente. * Vide artigo 332 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o Presidente da Comissão designará. * Vide artigo 337 do Decreto 2479/79 – Regulamento. sob pena de perda de prova. 72 . para defender o indiciado.A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela Comissão.Se a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente. no prazo de 8 (oito) dias. no prazo máximo de 20 (vinte) dias. Art. Art. § 1º . 74 .com 21 * Redação dada pela Lei 1497/1989.Recebido o processo. a Comissão iniciará seu trabalho. o Secretário de Estado de Administração proferirá a decisão no prazo de 20 (vinte) dias. 76 . * Vide artigo 342 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 336 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art.O funcionário só poderá ser exonerado a pedido após a conclusão do inquérito administrativo a que responder e do qual não resultar pena de demissão. para que julgue nos 20 (vinte) dias seguintes ao seu recebimento. ou o submeterá. * Vide artigo 330 do Decreto 2479/79 – Regulamento. edital de chamada do acusado. vinculada às conclusões do relatório. fazendo publicar. § 2º .claudetepessoa. Parágrafo único .Será permitido o acompanhamento do inquérito pelo funcionário acusado ou por seu defensor. 73 . todavia. 75 . Art. ao Governador do Estado.Em caso de abandono de cargo ou função.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. bacharel em Direito. Art.Nenhum acusado será julgado sem defesa que poderá ser produzida em causa própria. contados do encerramento da defesa. CAPÍTULO IX DA REVISÃO .As diligências e oitivas de testemunhas requeridas pela defesa ficarão a cargo do interessado e deverão ser concluídas no prazo de 10 (dez) dias. * Redação dada pela Lei 1497/1989. 71 . não ficando.

podendo. que decidirá sobre o pedido. 85 . 81 . o processo será encaminhado à Comissão Revisora.As normas legais e regulamentares referentes à promoção e acesso. de 1º de julho de 1974.claudetepessoa. 78 . comprobatórios da inocência do funcionário punido. * Vide artigo 345 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 80 .Autorizada a revisão. 77 .A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário. a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa. devidamente instruído. 83 .º 20. nos termos do que vier a dispor o Plano de Classificação de Cargos do Estado do Rio de Janeiro. 84 . neste diploma legal. * Vide artigo 343 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. * Vide artigo 344 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. Parágrafo único . * Vide artigo 349 do Decreto 2479/79 – Regulamento. bem como as vantagens pessoais de funcionários dos Quadros II e III (Suplementares) continuam em vigor no que não colidirem com as disposições deste Decreto-Lei e até posterior disciplinamento da matéria. no prazo de 30 (trinta) dias.O requerimento. antes. Art. Parágrafo único . quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos. . que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias. bem como no Plano de Retribuição. * Vide artigo 347 do Decreto 2479/79 – Regulamento. prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias.As disposições de natureza estatutária que se contiverem no Plano de Classificação de Cargos previsto no art. 79 .Tratando-se de funcionário falecido. * Vide artigo 346 do Decreto 2479/79 – Regulamento.O julgamento caberá ao Governador. desaparecido ou incapacitado de requerer. e que vier a lhe corresponder. será encaminhado ao Governador. TÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. concluídas as quais se renovará o prazo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 18 da Lei Complementar n.Julgada procedente a revisão. Art.Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar. o Secretário de Estado de Administração determinar diligências. Art. a juízo do Secretário de Estado de Administração. enquanto não forem incluídos no Quadro I (Permanente). Art. integrar-seão para todos os efeitos. será tornada sem efeito a pena imposta. restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos. 82 .Contar-se-ão por dias corridos os prazos previstos neste Decreto-Lei.com 22 Art.Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade. Art. * Vide artigo 348 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

88 . § 2º .Prorroga-se para o primeiro dia útil seguinte o prazo vincendo em dia em que não haja expediente. Rio de Janeiro. 86 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art.claudetepessoa.É vedada a subordinação imediata do funcionário ao cônjuge ou parente até segundo grau. Art. salvo em funções de confiança. * Vide Sumula Vinculante nº13 do Supremo Tribunal Federal.Este Decreto-lei entrará em vigor na data de sua publicação. * Vide artigo 351 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 87 . 18 de julho de 1975.com 23 § 1º . limitadas a duas. Art. revogadas as disposições em contrário.Na contagem dos prazos. Floriano Faria Lima Ilmar Penna Marinho Júnior .O dia 28 de outubro é consagrado ao serviço público estadual. exclui-se o dia do começo e inclui-se o do vencimento.

Rio de Janeiro. de 18 de julho de 1975. inciso III. instituído pelo Decreto-Lei nº 220. de 18 de julho de 1975. * Vide artigo 1º.Estatuto. de provimento efetivo ou em comissão. 1º . V da Constituição Federal. funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público estadual do Quadro I (Permanente). baixado pelo Decreto-Lei nº 220. somente serão reconhecidos e concedidos os direitos e vantagens que expressamente lhes estejam assegurados por este Regulamento. da Constituição Estadual. 08 de março de 1979. fica disciplinado na forma deste Regulamento.claudetepessoa. § 2º . Art. único e 232.Fica aprovado o Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. 193. revogadas as disposições em contrário. e aos estagiários. 1º .com 24 DECRETO Nº 2479 DE 08 DE MARÇO DE 1979 REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Aprova o regulamento do Estatuto dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. 2º .O regime jurídico dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. que acompanha o presente decreto. . p. Decreto-Lei 220/75 .Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. § 1º . no uso da atribuição que lhe confere o art. deste Regulamento. * Vide artigo 37. REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO Art. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide artigos 109. O Governador do Estado do Rio de Janeiro.Aos servidores contratados no exercício de função gratificada.Para os efeitos deste Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. com suspensão dos respectivos contratos de trabalho. previsto no Plano de Cargos e Vencimentos do Estado do Rio de Janeiro. único. 70. decreta: Art. p. II.

mediante estágio experimental.A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos.Das instruções para o concurso constarão: I – o limite de idade dos candidatos. 5º . * Vide artigo 37. * Vide artigo 37. I e II da Constituição Federal e artigo 2º. §§ 2º e 3º da Constituição Federal. DO EXERCÍCIO E DA VACÂNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 4º .Os cargos públicos são providos por: I – nomeação. salvo nos casos de acumulação legal. deste Regulamento.O concurso objetivará avaliar: I – o conhecimento e a qualificação profissionais. Art. 2º . caput do Decreto-Lei 220/75 . II – reintegração. critérios de julgamento e tudo quanto disser respeito ao interesse dos possíveis candidatos. mediante provas ou provas e títulos.com 25 TÍTULO II DO PROVIMENTO.claudetepessoa. Art. 8º . . com todos os elementos capazes de identificá-la. *Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. SEÇÃO I DO CONCURSO Art.Estatuto.O ato de provimento deverá indicar necessariamente a existência de vaga. V – outras formas determinadas em lei. III – aproveitamento. 6º . ser provido em outro cargo efetivo ou admitido como contratado. sem prejuízo de seu cargo. 53 e 72. deste Regulamento. XVI da Constituição Federal e 271. deste Regulamento. requisitos exigidos. II e 41.O funcionário não poderá. * Vide artigo 359. Art. * Vide artigo 52. IV – readaptação. 7º . § 2º. Art. * Vide artigo 37. realização. dele se dando prévia e ampla publicidade da abertura de inscrições. III – o desempenho das atividades do cargo. dependendo da natureza do cargo a ser provido.O concurso de provas ou de provas e títulos para provimento de cargos por nomeação será sempre público. 3º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. programas. II – as condições de sanidade físico-mental. inclusive as condições psicológicas do candidato. que poderá variar de 18 (dezoito) anos completos até 45 (quarenta e cinco) incompletos.

IV da Constituição Federal e artigo 12.Além dos requisitos de que trata este artigo. desde que dentro do prazo de validade das provas. só prorrogável uma vez. * Vide artigo 37. regularmente processadas.Estatuto. § 3º .Estatuto. pela tipicidade das tarefas ou atribuições de cada cargo. contados da publicação da classificação geral. ressalvados os casos em que. § 2º . na forma da legislação federal pertinente. havendo motivos relevantes. são exigíveis para inscrição em concurso público: 1) nacionalidade brasileira ou portuguesa.Independe de limite de idade a inscrição em concurso de servidores da Administração Direta ou Indireta. * Vide artigo 37. III – o número de vagas a ser preenchido. III e IV da Constituição Federal. 2) pleno gozo dos direitos políticos. distribuído por especialização. * Vide artigo 37. desde que reconhecida. § 4º do DecretoLei 220/75 . a ser comprovado mediante apresentação de documento hábil. § 5º . a juízo do Secretário de Estado de Administração.Encerradas as inscrições. ** Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a igualdade de direitos e obrigações civis. não se abrirão novas inscrições para a mesma categoria funcional antes da publicação da homologação do concurso. § 4º . deva ser fixado limite próprio pelas instruções especiais de cada concurso. I da Constituição Federal. a critério da Administração poderão ser designados para estágio candidatos habilitados.As instruções reguladoras do concurso serão aprovadas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil do Estado. deste Regulamento. § 8º do Decreto-Lei 220/75 .com 26 * Vide artigo 2º. que não será inferior a 6 (seis) nem superior a 12 (doze) meses. II – o grau de instrução exigível. V – o prazo de duração do estágio experimental. III e IV da Constituição Federal e artigo 2º. de 2 (dois) anos no máximo. * Vide artigo 37.claudetepessoa. .Para as vagas que ocorrerem após a publicação das instruções reguladoras do concurso. Art. § 3º. mediante ato de designação do Secretário de Estado. para concurso destinado ao provimento de qualquer cargo. 3) quitação das obrigações militares. titular de órgão integrante da Governadoria ou dirigente de autarquia. § 1º . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Estatuto.O candidato habilitado nas provas e no exame de sanidade físico-mental será submetido a estágio experimental. IV – o prazo de validade das provas. 9º . * Vide artigo 2º. § 10 do Decreto-Lei 220/75 . por período não excedente a 12 (doze) meses. quando for o caso.

nos 15 (quinze) dias anteriores ao término do estágio. . assegurada a diferença se nomeado afinal. em caráter efetivo. relatório circunstanciado sobre o desempenho das atividades do interessado. § 1º . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. assiduidade. 12 – Expirado o prazo de duração do estágio experimental. § 1º . a autoridade que tiver designado o estagiário comunicará ao órgão promotor do concurso o resultado do desempenho das atividades exercidas no cargo. 10 – A designação prevista no artigo anterior observará a ordem de classificação nas provas e o limite de vagas a serem preenchidas. disciplina e eficiência. for ocupante. ressalvado o adicional por tempo de serviço. Art.O candidato que. ficará dele afastado com a perda do vencimento ou salário. § 3º . Art. § 2º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Quando a autoridade competente para a avaliação concluir desfavoravelmente ao estagiário. idoneidade moral. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. se for o caso. conforme o fixado pelas respectivas instruções reguladoras do concurso. das vantagens e do auxílio-moradia.Não se exigirá o afastamento referido no § 1º. inclusive suas condições psicológicas.claudetepessoa.O chefe imediato do estagiário encaminhará à autoridade referida neste artigo. § 2º . percebendo o estagiário retribuição correspondente a 80% (oitenta por cento) do vencimento do cargo. 11 – O candidato não aprovado no estágio experimental será considerado inabilitado no concurso e retornará automaticamente ao cargo ou emprego de que se tenha afastado. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.com 27 Parágrafo único – O ato de designação indicará expressamente o prazo do estágio. de cargo ou emprego em órgão da Administração Estadual Direta ou Autárquica. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. se motivo relevante não justificar encaminhamento antes deste prazo. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. ao ser designado para estágio experimental. fará publicar sua imediata dispensa. se o cargo efetivo for acumulável com o do objeto do concurso. concluindo pela aprovação ou não do candidato. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. nem a base de contribuição. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Este afastamento não alterará a filiação ao sistema previdenciário do estagiário.

§ 5º . . SEÇÃO II DA INVESTIDURA Art.claudetepessoa. artigo 2º. contados da publicação do ato de provimento ou de simples investidura. do § 3º.Será tornado sem efeito o ato de provimento. ocorrerá com a posse. deste Regulamento. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. integrante do Grupo I – Direção e Assessoramento Superiores – DAS. os candidatos habilitados.O prazo de validade do concurso é de 90 (noventa) dias. dentro do qual serão nomeados. Em ambos os casos. 13 – A data da publicação do ato de nomeação será considerada. será publicada no órgão oficial a classificação final do concurso. do Grupo III – Cargos Profissionais. contados de sua homologação. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 283. II – declaração de bens.Enquanto não publicado o ato de nomeação a que se refere o parágrafo anterior. com o exercício. * Vide artigo 41 da Constituição Federal. observada rigorosamente a classificação obtida. além dos enumerados nos itens 1 a 3. Art. 15 – São requisitos para a posse. o prazo para investidura poderá ser prorrogado ou revalidado. integrante do Grupo II . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o início do exercício do cargo. deste Regulamento. * Vide artigo 37.Recebidos pelo órgão promotor do concurso os resultados da avaliação de todos os estagiários. o candidato permanecerá na condição de estagiário. contados do término do prazo de que trata este artigo. para todos os efeitos.com 28 § 3º .Direção e Assistência Intermediária. e em cargo de provimento efetivo. 14 – A investidura em cargo em comissão. em até 60 (sessenta) dias. se a posse ou o exercício não se verificar nos prazos estabelecidos. salvo para a percepção da diferença de retribuição a que se refere o artigo 10 e para aquisição de estabilidade. deste Regulamento. II e V da Constituição Federal e artigos 8º e 10 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 22. § 4º . por proposta do Secretário de Estado de Administração. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 1º . quando se computará o período do estágio experimental. § 2º . iniciar-se-á dentro do prazo de 30 (trinta) dias. do artigo 8º: * Vide artigo 10. que se homologará por ato do Secretário de Estado de Administração. § 7º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 88. Art. I – habilitação em exame de sanidade físico-mental realizado exclusivamente por órgão oficial do Estado.Mediante requerimento do interessado e ocorrendo motivo relevante. a critério da Administração. em cargo em comissão.

quando se tratar de investidura em cargos de provimento efetivo. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. e o inciso III. função ou emprego. e se consignará a apresentação de declaração de bens do empossado. ou se percebe proventos de inatividade. IV – os dirigentes de autarquias. comprovado por atestado de antecedentes expedido por órgão de identificação do Estado do domicílio do candidato à investidura ou mediante informação. * Vide artigo 10. o Procurador-Geral do Estado e o Procurador-Geral da Justiça. em processo. do artigo 8º. Art. IV – declaração sobre se detém outro cargo. 18 – São requisitos para o exercício os mesmos estabelecidos para a posse. não será exigida nos casos de reintegração e aproveitamento. § 2º . quando a natureza da função o exigir.Quando o funcionário efetivo for provido em cargo em comissão. aos ocupantes de cargo em comissão das respectivas entidades. II – os Secretários de Estados. exceto os indicados nos incisos II e VI. § 1º . do artigo 8º. bem como a prestação de fiança. VI – atendimento às condições especiais previstas em lei ou regulamento para determinados cargos. 16 – Da posse se lavrará termo do qual constará compromisso de fiel cumprimento dos deveres da função pública. do § 3º. Art. aos ocupantes de cargo em comissão no âmbito dos respectivos órgãos. não se exigirá a comprovação dos requisitos de que trata este artigo. na Administração Direta ou Indireta de qualquer esfera de Poder Público. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 20 – A competência para dar posse e exercício poderá ser objeto de delegação. este atenderá às exigências do artigo. do artigo 15. Parágrafo único – Os termos de posse e as correspondentes declarações de bens serão arquivados nas Secretarias de lotação do servidor.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 19 – É competente para dar exercício o Secretário de Estado de Administração. além do requisito estabelecido no item 2.com 29 III – bom procedimento. ratificada pelo Secretário de Estado de Segurança Pública. . aos Secretários de Estado e demais autoridades que lhe sejam diretamente subordinadas. se for o caso. 17 – São competentes para dar posse: * Vide artigo 10.Quando o provimento recair em inativo. incluídos os do seu cônjuge. * Vide artigo 8º. Parágrafo único – A comprovação dos requisitos a que se referem os itens 1 e 3. Art.claudetepessoa. I – O Governador. III – o Chefe do Gabinete Militar. inclusive aos dirigentes de autarquias a estas vinculadas. V – inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda (CPF). aos ocupantes de cargo em comissão no âmbito das respectivas Secretarias. Art. do § 3º.

* Vide artigo 37. em servidor regido pela legislação trabalhista ou em pessoa estranha ao serviço público. 23 – Recaindo a nomeação em funcionário do Estado. desde que reúna os requisitos necessários e a habilitação profissional para a respectiva investidura. emitidas por instituição oficial ou legalmente autorizada para esse fim. consulta ou assessoramento superiores. Art. * Vide artigos 287 e 288.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. podendo esta recair em funcionário.Não poderá ser autorizado o levantamento da fiança. . antes de tomadas as contas do funcionário. e é provido mediante livre escolha do Governador. não se dará investidura sem a prévia satisfação dessa exigência. Parágrafo único – A competência e as atribuições dos cargos em comissão e de seus titulares serão definidas nos regimentos dos respectivos órgãos.A fiança poderá ser prestada em: 1) dinheiro. § 3º . § 1º . este optará pelo vencimento do cargo em comissão ou pela percepção do vencimento e vantagens do seu cargo efetivo acrescida de uma gratificação correspondente a 70% (setenta por cento) do valor fixado para o cargo em comissão. deste Regulamento. ainda que o valor da fiança seja superior ao prejuízo verificado. 22 – O cargo em comissão se destina a atender a encargos de direção e de chefia. 3) apólices de seguro de fidelidade funcional. CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA SEÇÃO I DOS CARGOS EM COMISSÃO Art. 21 – Quando o provimento em cargo ou função depender de prestação de fiança. deste Regulamento.claudetepessoa.com 30 SEÇÃO III DA FIANÇA Art. II e V da Constituição Federal e artigo 10 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 14. 2) títulos de dívida pública da União ou do Estado. § 2º .O responsável por alcance ou desvio de material não ficará isento do procedimento administrativo e criminal que couber.

com 31 * Vide artigos 132. § 13 da Constituição Federal. bem como nos registros relativos ao servidor. § 1º .Exonerado do cargo em comissão. receberá. Art. traz a seguinte redação: “Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 156 e 157. 25 – Somente após ter sido colocado à disposição do Poder Executivo do Estado. § 4º . para o fim determinado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 3º .O afastamento em virtude da condição temporária do exercício do cargo em comissão e o retorno à situação primitiva serão obrigatoriamente anotados na carteira profissional. 133. Parágrafo único – Na hipótese do artigo. * Vide artigo 37. que será calculado sobre o valor do cargo que ocupa em caráter efetivo. Dr. Art.O regime previdenciário dos servidores no exercício de cargo em comissão é o dos funcionários efetivos da Administração Direta. Art. poderá o ato de nomeação recair em funcionário de outro Poder ou de outra esfera de Governo. deste Regulamento. e suprimidos pelo respectivo texto as expressões função . o Decreto 5952/82. especialmente as dos arts. observará o procedimento estabelecido no artigo 23. 26 – O inativo provido em cargo em comissão perceberá integralmente o vencimento para este fixado. § 2º . Art. * Vide artigo 40. o servidor reverterá imediatamente ao exercício do contrato. desde que o funcionário tenha sido colocado à disposição do Governo Estadual sem ônus para a esfera do poder a que pertence. ressalvados os casos de acumulação legal. terá suspenso seu contrato de trabalho. SEÇÃO II DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS1 1 Conforme nota de rodapé constante na obra do Exmo. 24 – O servidor contratado. Parágrafo único – A opção pelo vencimento do cargo em comissão não prejudicará o adicional por tempo de serviço devido ao funcionário. 28 a 34 do Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis – RJ. caso contrário. 27 – A posse em cargo em comissão determinará o concomitante afastamento do funcionário do cargo efetivo de que for titular. que aceitar nomeação para cargo em comissão da estrutura da Administração Direta ou das autarquias.A retribuição pelo exercício de cargo em comissão será o valor do respectivo símbolo. em seu artigo 4º. * Vide artigo 37. cumulativamente com o respectivo provento. § 10 da Constituição Federal. o vencimento para este fixado.claudetepessoa. não podendo o servidor contratado exercer a opção prevista no artigo 23. pelo exercício do cargo em comissão. Cláudio Brandão de Oliveira. enquanto durar o exercício do cargo em comissão. XVI da Constituição Federal. revogadas as disposições em contrário.

29 – O Poder Executivo.76. nos termos do Decreto-Lei nº 147. o valor correspondente ao que o servidor vinha percebendo no exercício do contrato suspenso. salvo quando a designação recair em inativo ou em servidor regido pela legislação trabalhista.com 32 Art. Art. e a gratificação respectiva tem o caráter de vantagem acessória ao seu vencimento. Art. assessoramento e outros. como gratificação suplementar temporária. do artigo 17.Aplicam-se à função gratificada as regras do § 2º. 2003.) . integrante do Grupo II – Chefia e Assistência Intermediárias – CAI. Art. 33 – Independe de exame de sanidade físico-mental a investidura em função gratificada. de 26 de junho de 1975.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. as autoridades referidas nos incisos II. – Rio de Janeiro: Roma Victor. é a criada pelo Poder Executivo. não constituindo emprego. do artigo 22 e do artigo 24 e seus §§ 1º.A retribuição pelo exercício de função gratificada corresponderá ao valor do respectivo símbolo. é indispensável a prévia concordância do dirigente desse órgão. em níveis intermediário e inferior. ao criar as funções gratificadas. § 2º . * Vide artigo 37. de acordo com o Anexo II do Decreto-Lei nº 408. observará os recursos orçamentários existentes para esse fim. a que se acrescentará. bem como os símbolos e respectivas gratificações prefixadas em lei. 34 – Compete à autoridade a que ficar subordinado o servidor designado para função gratificada dar-lhe exercício no prazo de 30 (trinta) dias. independentemente de posse. Art.claudetepessoa. p. no âmbito das respectivas unidades administrativas. somente poderá ser designado para prover função gratificada funcionário efetivo do Estado.” (Estatuto do Funcionários Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro / Organização e notas Cláudio Brandão de Oliveira. Parágrafo único – Quando a designação deva recair em servidor lotado em órgão diferente. 30 – O exercício da função gratificada. § 1º . de 02 de fevereiro de 1979. III e IV. 28 – Função gratificada de preenchimento em confiança. V da Constituição Federal. 31 – Com exceção dos aposentados e dos ocupantes de empregos cujos contratos tenham sido suspensos. com símbolo próprio. para atender a encargos de chefia. Art. ou funções gratificadas. 32 – São competentes para designar e dispensar ocupantes de funções gratificadas. e dentre os servidores que lhes são mediata ou imediatamente subordinados. guardará correspondência de atribuições com as do cargo efetivo exercido pelo funcionário designado. Art. secretariado. 2º e 4º.

37 – Na vacância de cargo em comissão ou de funções gratificadas.Quando depender de ato e se a substituição for indispensável. Art. * Vide artigo 14.com 33 Parágrafo único – Aplica-se à função gratificada o disposto nos §§ 1º e 2º. § 5º . que seja ocupante de cargo em comissão ou função de confiança de remuneração e/ou simbologia igual ou superior àquela atribuída ao cargo/função objeto da substituição. § 4º .299/99. * Redação dada pelo Decreto 25. que será automática ou dependerá de ato de designação.299/99. cargo em comissão ou função de confiança igual ou superior ao daquele que for substituído. * Redação dada pelo Decreto 25. em sua estrutura.A regra do parágrafo anterior não se aplica no caso de substituição automática.Na hipótese de o órgão ou entidade não conter. a proposta de designação do substituto deverá ser encaminhada ao Governador do Estado. desde que a substituição seja superior a 30 dias. . § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º . * Vide artigo 14 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. SEÇÃO III DA SUBSTITUIÇÃO Art.299/99. § 1º .claudetepessoa. * Redação dada pelo Decreto 25. em substituição. independe de posse. nos casos de impedimento legal e afastamento de seus titulares. Parágrafo único – Aplicam-se ao responsável pelo expediente as disposições desta Seção. do artigo 14. 36 – A substituição não poderá recair em servidor contratado ou em pessoa estranha ao serviço público. eventualmente.299/99. 35 – Os cargos em comissão ou funções gratificadas poderão ser exercidos.A substituição automática é a estabelecida em lei. fazendo jus o substituto somente à diferença de remuneração. poderão ser designados funcionários do Estado para responder pelo seu expediente. o substituto será designado pela autoridade imediatamente superior àquela substituída. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. se existente.299/99. § 6º . * Redação dada pelo Decreto 25. regulamento ou regimento. assim definido no §1º do art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. e até o seu provimento.A substituição somente será exercida por funcionário estadual. e processar-se-á independentemente de ato. 1º deste Regulamento. Art. § 3º . * Redação dada pelo Decreto 25. * Vide artigo 14.A substituição.

§ 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. SEÇÃO II DA REINTEGRAÇÃO Art. observada a habilitação profissional. Art. se alterado.com 34 CAPÍTULO III DAS FORMAS DE PROVIMENTO SEÇÃO I DA NOMEAÇÃO Art. IV da Constituição Federal. se extinto. em qualquer das hipóteses sem direito à indenização. Parágrafo único – Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nesse artigo. é o reingresso do funcionário exonerado ex officio ou demitido do serviço público estadual. será exonerado de plano. como excedente. 43 – Reintegrado o funcionário. noutro de vencimento equivalente. . ou.claudetepessoa. * Vide artigo 41. com ressarcimento do vencimento e vantagens e reconhecimento dos direitos ligados ao cargo. 41 – A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. que decorrerá de decisão administrativa ou judicial. Art. * Vide artigo 5º. no resultante da alteração.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a ele ou a outro vago da mesma classe será reconduzido. * Vide artigo 5º. § 2º da Constituição Federal e artigo 5º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. recurso hierárquico ou revisão de processo. 40 – A reintegração. que será restabelecido. 42 – A reintegração ocorrerá sempre no sistema de classificação a que pertencia o funcionário. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 38 – A nomeação será feita: I – em caráter efetivo. se exercia outro cargo e este estiver vago. * Vide artigo 5º. 39 – A nomeação em caráter efetivo obedecerá à ordem rigorosa de classificação dos candidatos habilitados em concurso. Art. * Vide artigo 37. assim deva ser provido. se não estável. quando se tratar de cargo que. o funcionário será reintegrado no cargo extinto. Parágrafo único – A decisão administrativa que determinar a reintegração será sempre proferida em pedido de reconsideração. Art. II – em comissão. em virtude de lei. quem lhe houver ocupado o lugar. quando se tratar de cargo de classe singular ou de cargo de classe inicial de série de classes.

ainda que necessária a sua criação. § 1º . deste Regulamento. Parágrafo único – Provada a incapacidade definitiva em inspeção médica. 44 – O funcionário reintegrado será submetido à inspeção médica e aposentado se julgado incapaz. * Vide artigo 40. * Redação dada pelo Decreto 5952/82.claudetepessoa. poderá nele ser aproveitado o funcionário posto em disponibilidade quando da sua extinção. * Redação dada pelo Decreto 5952/82. será decretada a aposentadoria. § 4º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º . o funcionário que houver ocupado o lugar do reintegrado será obrigatoriamente provido em igual cargo.O aproveitamento dependerá de prova de sanidade físico-mental verificada mediante inspeção médica. único. § 1º. SEÇÃO IV DA READAPTAÇÃO . I da Constituição Federal. p.Restabelecido o cargo. Art. * Vide artigo 41. ainda que modificada sua denominação. SEÇÃO III DO APROVEITAMENTO Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide artigo 40. 46 – O funcionário em disponibilidade poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatível com os do anteriormente ocupado. Art.com 35 Parágrafo único – Se estável. o de maior tempo de serviço público estadual. caput do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 68. 48 – Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade. salvo caso de doença comprovada em inspeção médica. §§ 2º e 3º da Constituição Federal e artigo 301. * Vide artigo 41. * Vide artigo 6º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. § 1º. no caso de empate. terá preferência o de maior tempo de disponibilidade e. como excedente ou não. * Vide artigo 8º. Art. 47 – Havendo mais de um concorrente à mesma vaga. deste Regulamento. se o funcionário não entrar em exercício no prazo legal. 45 – Aproveitamento é o retorno ao serviço público estadual do funcionário colocado em disponibilidade. § 2º da Constituição Federal e artigo 5º. I da Constituição Federal.

ou do cargo de classe singular de que for ocupante. 52 – Dar-se-á vacância do cargo ou da função na data do fato ou da publicação do ato que implique desinvestidura. * Vide artigo 7º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 69. por ato do Governador. IV – aposentadoria. 51 – A readaptação será processada: I – quando provisória.com 36 Art. § 2º . IX – destituição de função. Art. mediante ato do Secretário de Estado de Administração. § 1º . 49 – O funcionário estável poderá ser readaptado ex officio ou a pedido em função mais compatível. II – provimento em outro cargo. 54 – Dar-se-á exoneração ou dispensa: * Vide artigo 16 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. III – transferência. VIII – dispensa. Art. II – ex-officio. para cargo vago.claudetepessoa. I – a pedido. Art. 53 – A vacância decorrerá de: I – exoneração. . por motivo de saúde ou incapacidade física. * Vide artigo 15 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.A readaptação referida no inciso II deste artigo não acarretará descenso nem elevação de vencimento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. VI – perda do cargo. respeitadas as atribuições da série de classes a que pertencer. 50 – A readaptação de que trata o artigo anterior se fará por: I – redução ou cometimento de encargos diversos daqueles que o funcionário estiver exercendo.A readaptação dependerá sempre de prévia inspeção realizada por junta médica do órgão oficial competente. CAPÍTULO V DA VACÂNCIA Art. Art. na mesma ou em outra unidade administrativa. V – falecimento. II – demissão. consideradas a hierarquia e as funções do seu cargo. deste Regulamento. VII – determinação em lei. II – quando definitiva. observados os requisitos de habilitação fixados para a classe respectiva. pela redução ou atribuição de novos encargos ao funcionário.

*Vide artigo 298.com 37 § 1º . * Vide artigo 9º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigos 70 e 79. se for julgada de seu interesse a permanência do funcionário. 2) de abandono de cargo. § 2º da Constituição Federal. III – nos demais casos especificados em lei. § 1º da Constituição Federal. Art. é o deslocamento do funcionário de sua lotação para a de outra Secretaria de Estado ou órgão diretamente subordinado ao Governador. único do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. II. deste Regulamento. 56 – A remoção. aceito pela Administração. o funcionário não houver requerido exoneração. 84. * Vide artigo 41. extinta a punibilidade administrativa por prescrição. parte final.A remoção só poderá dar-se para lotação. quando fixada definitivamente. § 3º . salvo se a pedido. V. em que houver claro. TÍTULO III DA REMOÇÃO E DA TRANSFERÊNCIA CAPÍTULO I DA REMOÇÃO Art. XVIII. * Vide artigo 52. por ser desnecessário. 1) de exercício de cargo em comissão. quando. deste Regulamento.No caso de cessação de freqüência do funcionário desistente. * Vide artigo 41. por despacho do Subchefe para Assuntos de Governo. § 1º . II – quando. I – em virtude de sentença judicial ou mediante processo administrativo disciplinar em que se lhe tenha assegurado ampla defesa. V e § 1º e artigo 303.A exoneração ou dispensa ex officio ocorrerá nas seguintes hipóteses: * Vide artigo 16. * Vide artigo 72. em disponibilidade.O funcionário removido. não as interromperá. quando em férias. a pedido ou ex officio. se estável.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. aplicar-se-á o disposto no § 2º do art. § 2º . § 1º e artigo 57 do Decreto-Lei 220/75 . p. . 3) na prevista no artigo 43. II. * Vide artigo 37. primeira parte. § 1º. § 2º – Em caso de desistência do pedido de exoneração ainda não acolhido. a Administração poderá deferi-la.claudetepessoa. § 1º da Constituição Federal e artigo 17 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. deste Regulamento. da Constituição Federal. ficando o seu ocupante. for extinto.Estatuto. 55 – O funcionário perderá o cargo: * Vide artigo 41. mediante manifestação do titular da Secretaria ou órgão equivalente a que ele pertencer.

Art. e não a preenchimento por simples investidura.claudetepessoa. 61 – A transferência poderá ser feita de cargo de Administração Direta para outro da autárquica. II da Constituição Federal. 65 – No caso de transferência para cargo correspondente a atividade profissional regulamentada. 14 do Dec. de 02. a remoção decorrerá da publicação do respectivo ato de nomeação. Art. Art. 60 – A transferência se fará à vista de comprovação competitiva de habilitação dos interessados para o exercício do novo cargo. a habilitação será condicionada à prévia comprovação de que o interessado satisfaz às exigências para o exercício da profissão. após audiência dos titulares dos órgãos interessados. 4º do Dec. realizada perante a Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro. 63 – A transferência será feita a pedido do funcionário. 59 – Transferência. 57 – A remoção por permuta será processada a pedido escrito de ambos os interessados. e de um para outro cargo de quadros diferentes da mesma entidade. 66 – Não poderá ser transferido o funcionário que não tenha adquirido estabilidade. quando não se trata da definida no art. a transferência não poderá ser feita para cargo vago destinado a provimento por concurso já aberto.-Lei 408. CAPÍTULO II DA TRANSFERÊNCIA Art. ou reciprocamente.75. Art. Parágrafo único – Quando se tratar de provimento de cargo em comissão.79. Art. Art. * Vide artigo 37.-lei 220. Art.07. deste Regulamento. alínea “c”. Art. e no inciso IV. 64 – A transferência não interromperá o exercício para efeito de adicional por tempo de serviço. . 62 – Quando se tratar de cargo de classe inicial de série de classes. de 18. do art. é o ato de simples investidura do funcionário em outro cargo de denominação diversa e de retribuição equivalente.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art.com 38 * Vide artigos 90 a 96. atendidos o interesse e a conveniência da Administração. 58 – Cabe ao Secretário de Estado de Administração expedir os atos de remoção.02.

a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do funcionário. pelo titular da unidade administrativa em que estiver servindo o funcionário.com 39 TÍTULO IV DO TEMPO DE SERVIÇO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.Ao entrar em exercício o funcionário apresentará ao órgão competente os elementos necessários à abertura de seu assentamento individual. a promoção e a readaptação por motivo de saúde não interrompem o exercício. § 3º . Art. 68 – O funcionário entrará em exercício no prazo de 30 (trinta) dias contados da data: * Vide artigo 8º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 14. que é contado na nova classe a partir da validade do ato.O início do exercício e as alterações que nele ocorrerem serão comunicados ao órgão setorial de pessoal. deste Regulamento. deste Regulamento. Art. de transferência ou de aproveitamento. deste Regulamento. .claudetepessoa. 71 – O funcionário terá exercício na unidade administrativa para a qual for designado. § 2º . Art. * Vide artigo 79. a juízo da autoridade competente para darlhe exercício. 69 – A transferência. § 1º . deste Regulamento. * Vide artigo 9º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigos 56 a 58. por solicitação do interessado.O prazo referido no caput deste artigo poderá ser prorrogado.Quando em férias. II – da publicação do ato de reintegração. § 2º . contados da data da publicação do respectivo ato. * Vide artigo 49. no máximo por igual período.O prazo a que se refere este artigo será considerado como período de trânsito. XVIII. para reiniciar suas atividades.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. III – da publicação do ato de provimento em função gratificada. computável como de efetivo exercício para todos os efeitos. 67 – O início. § 1º . Art. I – da publicação do ato de nomeação em cargo efetivo. licenciado ou afastado legalmente de seu cargo. 70 – O funcionário removido para outra unidade administrativa terá prazo de 5 (cinco) dias. esse prazo será contado a partir do término do impedimento.

Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. federal ou estadual. os dias restantes até 182 (cento e oitenta e dois) não serão computados.claudetepessoa. será afastado do exercício do cargo. se não existir compatibilidade de horário entre o seu exercício e o da função pública. ainda. segundo as necessidades. Art. não considerado.Feita a conversão. 75 – Preso preventivamente.Entende-se por lotação o número de funcionários de cada série de classes ou de classes singulares. o exercício de função gratuita. arredondando-se para um ano quando exceder esse número. § 1º . ou preso administrativamente. 73 – O afastamento do funcionário de sua unidade administrativa. II – enquanto durar o mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito. * Vide artigo 40. dar-se-á somente com ônus para a unidade requisitante. para qualquer efeito. até decisão transitada em julgado. considerado o ano como de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. § 1º . § 2º . inclusive de ocupantes de funções de confiança.com 40 Art.O número de dias será convertido em anos. § 2º . § 1º . o funcionário será afastado do exercício do cargo. afastado o funcionário condenado por sentença definitiva à pena que não determine demissão. pronunciado. IV – durante o lapso de tempo que mediar entre o registro da candidatura eleitoral e o dia seguinte ao da eleição. quando para desempenho de função de confiança no Estado. 76 – A apuração do tempo de serviço será feita em dias. que. 72 – Haverá lotação única de funcionários em cada Secretaria de Estado ou órgão diretamente subordinado ao chefe do Poder Executivo. . § 2º . Art.Será. Art. observando-se igual critério quanto às demais formas de provimento. 74 – O funcionário será afastado do exercício de seu cargo: * Vide artigo 38 da Constituição Federal e artigo 138.O funcionário nomeado integrará lotação na qual houver claro. I – enquanto durar o mandato legislativo ou executivo. deste Regulamento.O funcionário suspenso disciplinar ou preventivamente. nos casos de cálculo para aposentadoria. §§ 3º e 10 da Constituição Federal. CAPÍTULO II DA APURAÇÃO Art. III – enquanto durar o mandato de Vereador. devam ter exercício em cada órgão de Governo referido neste artigo. denunciado por crime funcional ou condenado por crime inafiançável em processo no qual não haja pronúncia.

III – exercício de outro cargo ou função de governo ou de direção. de outros Estados e dos Municípios. extraída de folha de pagamento. de provimento em comissão ou em substituição. inclusive respectivas autarquias. § 1º . ou serviço prestado à Presidência da República em virtude de requisição oficial. 77 – Os dias de efetivo exercício serão computados à vista de documentação própria que comprove a freqüência. II – casamento e luto.claudetepessoa. somente sendo admitido o posterior quando acompanhado de certidão negativa. . será prévia e obrigatoriamente ouvida a Procuradoria-Geral do Estado. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. IX – licença por motivo de doença em pessoa da família. XI – doença de notificação compulsória. III – justificação judicial.Os elementos probantes indicados nos incisos acima são exigíveis na ordem direta de sua enumeração.Sobre tempo de serviço comprovado mediante justificação judicial. quando não forem apresentadas pelo requerente. IV – exercício de outro cargo ou função de governo ou de direção. desde que não exceda o prazo de 12 (doze) meses. fornecida pelo órgão competente para a expedição do elemento a que se refere o anterior.Quando se tratar de tempo de serviço prestado ao Estado. 78 – Admitir-se-á como documentação própria comprobatória do tempo de serviço público: I – certidão de tempo de serviço. extraída de folha de ponto.com 41 Art. as certidões a que se referem os I e II do caput deste artigo serão fornecidas ex officio pelo próprio órgão competente para processar a aposentadoria. VI – licença-prêmio. de provimento em comissão ou em substituição. desde que de interesse para a Administração e não ultrapasse o prazo de 12 (doze) meses. 79 – Será considerado como de efetivo exercício o afastamento por motivo de: * Vide artigo 11 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. II – certidão de freqüência. XIII – estudo no exterior ou em qualquer parte do território nacional. inclusive respectivas autarquias. § 2º . sem prejuízo do vencimento do funcionário. Art. V – estágio experimental. VII – licença para repouso à gestante. I – férias. até 8 (oito) dias. X – acidente em serviço ou doença profissional. empresas públicas e sociedades de economia mista. no serviço público do Estado do Rio de Janeiro. quando o afastamento houver sido autorizado pelo Governador. empresas públicas e sociedades de economia mista. § 3º . XII – missão oficial. XIV – prestação de prova ou de exame em curso regular ou em concurso público. no serviço público da União. VIII – licença para tratamento de saúde.

inclusive em pessoas da família. júri e outros serviços obrigatórios por lei. de 15 de dezembro de 1998. XX – candidatura a cargo eletivo. ressalvado o direito à contagem de períodos anteriores para os amparados por legislação vigente até a edição do Decreto-Lei nº 363. se absolvido afinal. XXI – mandato legislativo ou executivo. 4º da Emenda Constitucional nº 20. e outros casos de força maior. VI – o tempo em que o funcionário esteve em disponibilidade ou aposentado. art. XV – recolhimento à prisão. e de disponibilidade. * Vide artigo 40. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. mediante iniciativa da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o servidor. limitadas a 60 (sessenta) dias. qualquer que tenha sido o regime da relação empregatícia. VII – em dobro. XVIII – trânsito para ter exercício em nova sede. dependerá de prévia autorização do Governador. exceto em gozo de férias ou licenças. XIX – faltas por motivo de doença comprovada. 81 – Ao funcionário será assegurada a contagem. qualquer período de férias não gozado por ocupante de cargo em comissão – DAS. como de serviço público estadual. se inocentado afinal. o tempo de licença-prêmio não gozada. Art. 1º). computado pelo dobro o tempo em operações de guerra. § 10 da Constituição Federal e artigo 29 do Decreto 220/75 Estatuto. por imperiosa necessidade de serviço (Leis 423/81. I – o tempo de serviço público federal. será computado: *Nova Redação dada pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. art. estadual e municipal. de 04 de outubro de 1977. nos termos do disposto no inciso III. do artigo 74. V – o período de trabalho prestado à instituição de caráter privado que tiver sido transformada em estabelecimento de serviço público. XXII – mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito. IV – o tempo de serviço prestado em autarquia. até o máximo de 3 (três) durante o mês.claudetepessoa. III – o tempo de serviço prestado como extranumerário ou sob qualquer outra forma de admissão. os períodos de férias não gozadas a partir do exercício de 1977. XXIII – mandato de Vereador. XVII – convocação para serviço militar ou encargo da segurança nacional.com 42 * Vide artigo 11. do artigo 74. do tempo prestado anteriormente à Administração Direta ou Indireta do Estado. A prova de imperiosa necessidade de serviço será feita por despacho do Secretário de Estado. desde que remunerado pelos cofres públicos. federal ou estadual. VIII – em dobro. § 9º da Constituição Federal. empresa pública ou sociedade de economia mista. inclusive quando prestado nas Forças Auxiliares e na Marinha Mercante. conforme o disposto nos incisos IV e V. observado o limite temporal estabelecido no art. * Vide artigo 40. Parágrafo único – O afastamento para o exterior. . IX – em dobro. 8º e 483/81. II – o período de serviço ativo nas Forças Armadas. 80 – Para efeito de aposentadoria. XVI – suspensão preventiva. inciso X do Decreto-Lei 220/1975.

somente por determinação do Governador. técnicos. funções ou empregos em qualquer das hipóteses previstas no art. § 1º . deste Regulamento. 80. CAPÍTULO III DA FREQÜÊNCIA E DO HORÁRIO Art. * Vide artigo 39. comprovadamente. Art. 85 – O Governador.claudetepessoa. Art. diariamente. § 3º . Seminários. e quando assim considerar de interesse público.O funcionário deverá permanecer em serviço durante as horas de trabalho ordinário e as do extraordinário. especialistas. 82 – É vedada a acumulação de tempo de serviço prestado. XVI da Constituição Federal.Ponto é o registro pelo qual se verificarão. § 2º .O abono e a justificação de faltas ao serviço serão da competência do chefe imediato do funcionário.Nos registros do ponto deverão ser lançados todos os elementos necessários à apuração da freqüência. * Vide artigo 37. § 2º . mediante expediente submetido a sua apreciação pelo Secretário de Estado de Administração.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.A falta abonada é considerada. Art. as entradas e saídas do funcionário. § 2º . concorrente ou simultaneamente. 83 – A freqüência será apurada por meio de ponto. poderão deixar de funcionar os serviços públicos ou ser suspensos os seus trabalhos. participarem de Congressos. o número de horas diárias de trabalho dos órgãos e unidades administrativas do Estado e das várias categorias profissionais. . quando não discriminado em lei ou regulamento. Jornadas ou quaisquer outras formas de reunião de profissionais. XIX. religiosos ou desportistas. bem como abonar faltas ao serviço. para todos os efeitos. salvo nos casos expressamente previstos em lei ou regulamento. 86 – O Governador determinará. no todo ou em parte. * Vide artigo 79. § 1º . 84 – É vedado dispensar o funcionário do registro do ponto.Excepcionalmente e apenas para elidir efeitos disciplinares. poderá dispensar do registro de ponto funcionários que.Nos dias úteis. em dois ou mais cargos. Art. quando convocado. § 3º da Constituição Federal. § 1º . presença ao serviço.com 43 Parágrafo único – O disposto neste artigo não se aplica para os efeitos de concessão de licença-prêmio. poderá ser justificada falta ao serviço.

É de 2 (dois) anos de efetivo exercício o prazo aquisitivo da estabilidade. para esse efeito. que continuará subordinado. depois de aprovado no estágio experimental. maio a julho. 87 – Estabilidade é o direito que adquire o funcionário de não ser demitido senão em virtude de sentença judicial ou processo administrativo disciplinar em que se lhe tenha assegurado ampla defesa. Art. 89 – A estabilidade já adquirida será conservada se. o período e estágio experimental. ao regime de tempo de serviço a que estava vinculado. deste Regulamento. CAPÍTULO II DAS FÉRIAS Art. Art.As disposições deste Capítulo não se aplicam ao contratado ocupante de função gratificada. 88 – A estabilidade será adquirida pelo funcionário. agosto a outubro e novembro a janeiro. computando-se. § 1º . § 5º e 13. de acordo com escala respectiva. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigos 12. § 3º da Constituição Federal e artigo 18 do Decreto 220/75 Estatuto.As escalas de férias serão elaboradas pelas chefias imediatas. Parágrafo único – O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes dos cargos em comissão. * Vide artigo 39. necessariamente.claudetepessoa. o funcionário desvincular-se de seu cargo estadual. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto 220/75 Estatuto. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. para investir-se em outro. ao órgão de pessoal correspondente. quando nomeado em caráter efetivo. inclusive autárquico.com 44 TÍTULO V DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS CAPÍTULO I DA ESTABILIDADE Art. com antecedência mínima de sessenta dias em relação a cada desses trimestres. 90 – O funcionário gozará. obrigatoriamente. § 1º . § 2º . nos termos da legislação trabalhista. .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. encaminhando-as. 30 (trinta) dias consecutivos de férias remuneradas por ano civil. sem interrupção do exercício. obedecido o interesse do serviço e tendo por base os trimestres de fevereiro a abril. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto 220/75 Estatuto. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.

claudetepessoa. caso não utilizado o respectivo período. como membro. § 6º .O impedimento por imperiosa necessidade de serviço. o prazo será contado para efeito da acumulação de que trata o artigo precedente. ainda que o regime de seu cargo efetivo estabeleça período diverso. 93 – Por motivo de provimento em outro cargo. terá como termo inicial do seu prazo a data em que o funcionário voltar ao serviço.Quando o ocupante de cargo efetivo participar. nas duas situações funcionais. Art.Na hipótese de interrupção de férias. 2) em períodos de 15 (quinze) dias. as férias poderão ser interrompidas ou admitido o seu gozo parcelado. não será presumido. para o gozo de férias pelo funcionário. § 4º . as quais corresponderão ao ano em que se completar esse período. deste Regulamento.Excluído o pessoal da área do magistério. § 5º .com 45 § 2º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. . Art.Os ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada farão jus a 30 (trinta) dias ininterruptos de férias. inclusive as relativas ao ano da publicação do ato de aposentadoria. ao respectivo órgão de pessoal. Art. § 2º . por memorando.As férias parceladas poderão ser gozadas: 1) em períodos de 10 (dez) dias.A chefia imediata do funcionário impedido de gozar férias.Somente depois do primeiro ano de efetivo exercício adquirirá o funcionário direito a férias. as respectivas férias serão gozadas. sujeitando-se às penalidades previstas neste Regulamento.É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao trabalho. fica vedada a possibilidade da concessão de férias coletivas ao funcionalismo público estadual. § 2º .Não serão concedidas férias com início em um exercício e término no seguinte. 92 – No absoluto interesse do serviço. devendo o seu chefe imediato comunicar o fato. 91 – Somente por absoluta necessidade de serviço o funcionário deixará de gozar as férias do período. se o período restante não se ajustar ao estabelecido nos itens do parágrafo anterior. de órgão de deliberação coletiva. a investidura decorrente. § 1º . o funcionário em gozo de férias não será obrigado a interrompê-las. § 1º . quando for o caso. caso comprovada a não-correspondência à realidade do declarado. responsabilizar-se-á pela declaração da imperiosa necessidade de serviço.O funcionário aposentado que exerça cargo em comissão fará jus ao gozo das férias previstas neste artigo. * Vide artigo 94. § 8º . § 7º . § 3º . obrigatória e simultaneamente.

VII – para desempenho de mandato legislativo ou executivo. a juízo da junta médica. expirado o prazo deste artigo e ressalvada a hipótese referida no parágrafo anterior. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Conceder-se-á licença: * Vide artigo 19 do Decreto 220/75 . . que concluirá pela sua volta ao serviço. II e III. V e VII. gozarão obrigatoriamente férias remuneradas de 20 (vinte) dias consecutivos por semestre de atividade. na forma da legislação específica. o funcionário será submetido a nova inspeção. Parágrafo único – O Secretário de Estado de Administração. 99 – As licenças nos incisos I. II – por motivo de doença em pessoa da família. 98 – Salvo os casos previstos nos incisos IV. III – para repouso à gestante. 97. CAPÍTULO III DAS LICENÇAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. ou estejam em contato direto e permanente com portadores de doenças infecto-contagiosas. do art. em ato próprio.Estatuto. § 2º . o funcionário não poderá permanecer em licença por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses. 97. e aos estagiários. ao entrar em férias. 94 – Todos os servidores.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ou pela aposentadoria. Art. V – para acompanhar o cônjuge. 95 – O funcionário. poderá estender o disposto no presente artigo aos servidores que lidem diretamente com outras substâncias consideradas altamente tóxicas ou insalubres. Art. Art. comunicará ao chefe imediato o seu endereço eventual. do artigo anterior.com 46 Art. VI – a título de prêmio. § 1º .Excetua-se do prazo estabelecido neste artigo a licença para tratamento de saúde. e pelo prazo indicado nos respectivos laudos. que operem diretamente com Raios X ou substâncias radioativas. quando o funcionário for considerado recuperável. IV – para serviço militar. não parceláveis nem acumuláveis. serão concedidas pelo órgão médico oficial competente ou por outros aos quais aquele transferir ou delegar atribuições. se for julgado definitivamente inválido para o serviço público em geral. pela readaptação. 96 – As disposições deste Capítulo são extensivas aos contratados em exercício de função gratificada.Nas licenças dependentes de inspeção médica. Art. I – para tratamento de saúde. na hipótese do § 5º do artigo 12.claudetepessoa.

o laudo ou atestado deverá ser encaminhado ao órgão médico competente. 100 – Terminada a licença. ou pessoa de sua família. ressalvados os casos de prorrogação e o previsto no artigo 111. § 3º . sujeitos. por esse motivo. atestado passado por médico particular.Considerado apto. e o fato será comunicado ao órgão de pessoal para as providências disciplinares cabíveis.claudetepessoa. os dias de ausência do funcionário serão tidos como faltas ao serviço. do artigo 79.com 47 § 1º . Art. poderá ser admitido laudo expedido por órgão médico de outra entidade pública e. considerada como sua prorrogação. § 5º . na falta. Art. o funcionário reassumirá imediatamente o exercício. a licença respectiva somente será considerada concedida com a homologação do laudo ou atestado. 101 – A licença poderá ser prorrogada ex officio ou a pedido. § 2º . absolutamente impossibilitado de locomover-se e não havendo na localidade qualquer dos órgãos referidos neste artigo. em que seja inscrito. as ausências serão havidas como faltas ao serviço. a processo administrativo disciplinar. o funcionário reassumirá o exercício. o tempo necessário à inspeção médica será considerado como de licença. a não homologação decorrer de falsa afirmativa por parte do médico atestante.O pedido de prorrogação deverá ser apresentado antes de findo o prazo da licença.Será facultado ao órgão competente. a critério médico. contar-se-á como de licença o período compreendido entre a data do término e a da publicação oficial do despacho. sob pena de serem computados como faltas os dias de ausência ao serviço. na hipótese do parágrafo anterior. um e outro. que apurará e definirá responsabilidades. com firma reconhecida. no prazo máximo de 3 (três) dias contados da primeira falta ao serviço. § 2º .A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias contados do término da anterior será. caso o médico atestante não esteja vinculado ao Estado para fins disciplinares. exigir nova inspeção por outro médico ou junta oficial. § 1º . que será tida como de abono de faltas. Art. § 2º . sendo considerados como de efetivo exercício os dias em que deixou de comparecer ao serviço.Se.Nas hipóteses referidas no parágrafo anterior.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 1º . em caso de dúvida razoável. . se indeferido. o funcionário será obrigado a reassumir o exercício do cargo dentro de 3 (três) dias contados da publicação do despacho denegatório. este comunicará o fato ao Ministério Público e ao Conselho Regional de Medicina.Estando o funcionário. 102 – Ressalvada a hipótese referida na primeira parte do inciso XIX.No caso do laudo ou atestado não ser homologado.Se da inspeção ficar constatada simulação do funcionário. § 4º . a qual será sempre publicada.

103 – Ao funcionário provido em comissão. do artigo 97. contrair doença profissional ou sofrer internação compulsória para tratamento psiquiátrico. quando esta se der em virtude do caráter precário ou temporário de seu provimento. nesta qualidade. § 3º . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. com perda total do vencimento e demais vantagens. § 2º . serão considerados como faltas ao serviço. a ocorrência de qualquer fato ou circunstância tipificadora daquelas licenças importará no seu imediato afastamento do estágio e eliminação do respectivo concurso. quando no exercício de função gratificada. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.As disposições do parágrafo precedente aplicam-se ao ocupante de cargo em comissão não detentor de cargo efetivo estadual. até que reassuma o exercício do cargo. nesta condição. excetuada a regra estabelecida em seu § 1º. 107 – No curso das licenças a que se referem os incisos I e II. das licenças referidas no artigo 97. que se fará até que o órgão médico oficial competente declare seu pleno restabelecimento. Art. com fundamento nos incisos I e II. não se concederão. conceder-se-ão apenas as licenças de que tratam os incisos I a III. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. as licenças referidas no artigo 97. exceto a decorrente de acidente em serviço ou de doença profissional.Aos providos em substituição não se concederão. 105 – A licença superior a 90 (noventa) dias. o funcionário abster-se-á de qualquer atividade remunerada. § 1º . ou designado para função gratificada.Na hipótese do estagiário sofrer acidente em serviço.claudetepessoa. do artigo 97. nesta qualidade. 108 – O funcionário licenciado comunicará ao chefe imediato o local onde poderá ser encontrado. Art. Art. não impedirá a sua exoneração ou dispensa. . a eliminação do concurso não prejudicará a percepção de sua retribuição.Aplica-se aos estagiários o disposto no artigo 246. Parágrafo único – Os dias correspondentes à perda de vencimento. V. do artigo 97.Aos contratados. 104 – A concessão de licença ao funcionário. Art. as licenças referidas nos incisos IV. de que trata este artigo. do artigo 97. 109 – Os estagiários não gozarão. § 2º . Art. Art. será observado o devido sigilo sobre os respectivos laudos ou atestados. VI e VII. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 106 – No processamento das licenças dependentes de inspeção médica.com 48 Art. sob pena de interrupção da licença. dependerá de inspeção por junta médica.

Em qualquer dos casos é indispensável a inspeção médica. serão tidos como faltas ao serviço. se considerar o doente irrecuperável. sua imediata aposentadoria. 113 – O funcionário que se recusar à inspeção médica ficará impedido do exercício do seu cargo. da capacidade física ou mental para o trabalho.claudetepessoa. * Vide artigo 19. lesão corporal. poderá a junta médica. Art.Incumbe à chefia imediata promover a apresentação do funcionário à inspeção médica.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. sempre que este a solicitar. § 2º . caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou de ser aposentado. a perda total ou parcial. determinar. contagiosa ou não.com 49 SEÇÃO II DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE Art.Equipara-se ao acidente em serviço o ocorrido no deslocamento entre a residência e o local do trabalho. ficar impedido do exercício do cargo. quando a licença concedida assim o tiver exigido. que imponha cuidados permanentes. no local onde se encontrar o funcionário. perturbação funcional ou doença que determine a morte. por força do disposto neste artigo. 110 – A licença para tratamento de saúde será concedida. § 1º .Considera-se acidente em serviço todo aquele que se verifique pelo exercício das atribuições do cargo. até que se verifique a inspeção. para os efeitos deste artigo. 114 – No curso da licença poderá o funcionário requerer inspeção médica. bem como o dano resultante da agressão não provocada. . o respectivo atestado ou laudo médico concluirá pela volta ao serviço. deste Regulamento. § 2º . Art. Art. como resultado da inspeção. sofrida pelo funcionário no desempenho do cargo ou em razão dele. Art. 111 – O funcionário não reassumirá o exercício do cargo sem nova inspeção médica. * Vide artigo 102. 112 – Em caso de doença grave. § 1º . realizada essa nova inspeção. permanente ou temporária. pela readaptação do funcionário ou pela sua aposentadoria. 115 – Quando a licença para tratamento de saúde for concedida em decorrência de acidente em serviço ou de doença profissional. será realizada obrigatoriamente por uma junta composta de pelo menos 3 (três) médicos. I do Decreto 220/75 . provocando. esta circunstância se fará expressamente consignada. direta ou indiretamente. Art. Parágrafo único – A inspeção.Estatuto. pela prorrogação da licença. sempre que necessário. quando não possa ele fazê-lo. ex officio ou a pedido do funcionário ou de seu representante. que será realizada. ou prorrogada. Parágrafo único – Os dias em que o funcionário.

até o 2º grau civil. sem vínculo efetivo com o Estado.Entende-se por doença profissional a que se deve atribuir. no caso de aleitamento materno. IX. quando as circunstâncias o exigirem. * Vide artigo 79. § 5º . no prazo de 8 (oito) dias. podendo retroagir sua prorrogação até 15 (quinze) dias. ficando sob a responsabilidade do Tesouro Estadual o pagamento do tempo restante. * Vide artigo 19. e com 2/3 (dois terços) por outros 12 (doze) meses. *Nova Redação dada pela LC n°128.A prova do acidente será feita em processo especial. 116 – A licença para tratamento de saúde será concedida sempre com vencimento e vantagens integrais. colateral consangüíneo ou afim. por no mínimo trinta e no máximo noventa dias. mediante requerimento. de 26 de junho de 2009. 117 – O funcionário poderá obter licença por motivo de doença na pessoa de ascendente.O disposto nesta Lei Complementar aplica-se. 120 – À servidora pública gestante será concedida licença pelo prazo de seis meses. 118 – A licença referida no artigo anterior será concedida. como relação de efeito e causa.Estatuto. . Art.claudetepessoa. Art. ou pessoa que vive a suas expensas e conste do respectivo assentamento individual. também às detentoras de empregos públicos junto à Administração Pública Estadual e às servidoras ocupantes de cargos em comissão. prorrogável. 2 Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. no máximo. cônjuge do qual não esteja legalmente separado. § 4º . às condições inerentes ao serviço ou fatos nele ocorridos. 119 – A licença de que trata esta Seção será concedida com vencimento e vantagens integrais nos primeiros 12 (doze) meses. Art. deste Regulamento.A prova pericial da relação de causa e efeito a que se refere o parágrafo anterior será produzida por junta médica oficial. prorrogável por igual período. SEÇÃO III DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA Art. a pedido do funcionário. mediante a apresentação de laudo médico circunstanciado emitido pelo serviço de perícia médica oficial do Estado.com 50 § 3º . a partir da data do referido laudo. descendente. ou prorrogada. SEÇÃO IV DA LICENÇA PARA REPOUSO À GESTANTE2 Art. imediatamente após o término da licença concedida pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. II do Decreto 220/75 . desde que prove ser indispensável sua assistência pessoal e esta não possa ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo. 8º da LC n°128 de 26/06/2009 .

provisoriamente. será permitido à servidora. do artigo 58. 124 – Ao funcionário oficial da reserva das Forças Armadas será também concedida a licença referida no artigo anterior durante os estágios previstos pelos regulamentos militares. salvo se optar pelas vantagens do serviço militar. o disposto no inciso I. sendo militar ou servidor da Administração 3 Leia-se inciso I. 122 – A licença de que trata esta Seção será concedida com vencimento e vantagens integrais. * Vide artigo 19.claudetepessoa. §2º deste Decreto. sem perda do vencimento. assegurar-se-lhe-á o direito de opção.com 51 § 1º Salvo prescrição médica em contrário. quando em serviço incompatível com seu estado. 123 – Ao funcionário que for convocado para serviço militar ou outro encargo da segurança nacional. de 26 de junho de 2009. se aplicará.3 Art. do artigo 50. . aplicando-se o disposto pelo art. 125 – O funcionário casado terá direito à licença sem vencimento quando se cônjuge for exercer mandato eletivo ou. * Vide artigo 19. § 1º . 102. a partir do quinto mês da gestação e até o início da licença de que trata o artigo anterior.Do vencimento descontar-se-á a importância que o funcionário percebe na qualidade de incorporado. de 26 de junho de 2009. Art.A licença será concedida à vista do documento oficial que prove a incorporação ou convocação. SEÇÃO VI DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. III do Decreto – Lei 220/75 – Estatuto. a qual deverá retroagir à data do término do período inicial de licença. 121 – À funcionária gestante.Ao funcionário desincorporado ou desconvocado conceder-se-á prazo não excedente de 30 (trinta) dias para que reassuma o exercício. será concedida licença pelo prazo que durar a sua incorporação ou convocação.Estatuto. § 2º . Parágrafo único – Quando o estágio for remunerado. Art. § 2º Em caso de atraso injustificado na emissão do laudo mencionado pelo caput deste artigo. *Incluído pela LC n°128. § 3º . permanecer licenciada até o final deferimento da prorrogação solicitada. *Incluído pela LC n°128.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. SEÇÃO V DA LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR Art. a licença será concedida a partir do oitavo mês de gestação. IV do Decreto 220/75 .

a contagem de tempo de serviço para efeito de licença-prêmio. Parágrafo único – Existindo no novo local de residência órgão estadual.com 52 Direta.Não será concedida a licença-prêmio se houver o funcionário. em outro ponto do território estadual. * Vide artigo 19. a partir dos quais a sua ausência será computada como falta ao trabalho. de sociedade de economia mista ou de fundação instituída pelo Poder Público. por prazo superior a 90 (noventa) dias. que deverá ser renovado de 2 (dois) em 2 (dois) anos. Art. em caso de interesse da Administração. não podendo. for mandado servir. * Vide artigo 19. em cada caso. deste Regulamento.O gozo da licença prevista no inciso III. havendo claro. nacional ou no exterior. poderá ser-lhe concedida. do parágrafo anterior. § 3º . do art. neste caso. § 1º .Estatuto. renovar o pedido de licença senão depois de 2 (dois) anos da data da reassunção. permissão de exercício. o funcionário deverá reassumir o exercício dentro de 30 (trinta) dias. V do Decreto 220/75 . ou não havendo. finda a sua causa.claudetepessoa. salvo se o cônjuge for transferido novamente. no qüinqüênio correspondente: 1) sofrido pena de suspensão ou de multa. . conceder-se-á licença-prêmio de 3 (três) meses. não prejudicará a contagem do tempo de serviço para efeito de licença-prêmio. VI do Decreto 220/75 . com todos os direitos e vantagens de seu cargo efetivo. ou a suas autarquias. 2) faltado ao serviço. 127 – Independentemente do regresso do cônjuge. de autarquia. 3) gozado as licenças para tratamento de saúde. 126 – A licença dependerá de pedido devidamente instruído. 128 – As normas desta Seção aplicam-se aos funcionários que vivem maritalmente. por motivo de doença em pessoa da família e por motivo de afastamento do cônjuge. até o limite de 90 (noventa) dias. SEÇÃO VII DA LICENÇA-PRÊMIO Art. o funcionário poderá reassumir o exercício a qualquer tempo. enquanto ali durar sua permanência. ao funcionário que a requerer.Suspender-se-á. desde que haja impedimento legal ao casamento e convivência por mais de 5 (cinco) anos. § 2º. Art. 129 – Após cada qüinqüênio de efetivo exercício prestado ao Estado. o funcionário nele será lotado. em cada uma das licenças referidas no item 3. de empresa pública.Estatuto. Art. salvo se abonada a falta.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 2º . * Vide artigo 19. 97. § 2º do Decreto 220/75 – Estatuto e artigo 183. ex officio.

quando do efetivo gozo da licença pelo funcionário. Art. o prazo restante da licença referente ao mesmo qüinqüênio. simultânea ou separadamente. importância igual à que venha percebendo pelo exercício do cargo em comissão ou da função gratificada. no gozo da licença. . Parágrafo único – Será independente o cômputo do qüinqüênio em relação a cada um dos cargos acumuláveis. 130 – O direito à licença-prêmio não tem prazo para ser exercitado. Parágrafo único – Se na interrupção da licença se verificar que o funcionário gozou período não conforme o disposto no artigo 135. * Nova Redação dada pela LC n°128 de 26 de junho de 2009. Parágrafo único – Se a licença for gozada em períodos parcelados. 135 – A licença-prêmio poderá ser gozada integralmente. Art. ou em períodos de 1 (um) a 2 (dois) meses. também. * Vide artigo 37. Art. sendo computável apenas para efeito de aposentadoria. Art. a ulterior exoneração do cargo em comissão ou dispensa da função gratificada não prejudicará a forma de remuneração nele adotada. mediante requerimento da servidora. a licença-prêmio será concedida em relação a cada um deles. inciso VII. a qualquer tempo. desde que entre um e outro não haja interrupção de exercício.Para apuração do qüinqüênio computar-se-á. reassumir o exercício do seu cargo. § 5º A servidora pública em gozo da licença maternidade e ou aleitamento materno será concedida. 136 – O funcionário poderá.com 53 § 4º . nos termos do artigo 80. 131 – A competência para a concessão de licença-prêmio é do Diretor da Divisão de Pessoal do Departamento de Administração de cada Secretaria de Estado ou de órgão diretamente subordinado ao Governador. Art. o tempo de serviço prestado anteriormente em outro cargo estadual. 132 – O funcionário investido em cargo de provimento em comissão ou função gratificada será licenciado com o vencimento e vantagens do cargo de que seja ocupante efetivo. Parágrafo único – Adquirido o direito à licença-prêmio de acordo com o estabelecido neste artigo.claudetepessoa. licença prêmio a que tiver direito. qualquer que seja ele. condicionado o gozo dos dias restantes da licença à regra contida no artigo anterior. Art. apurados na forma do artigo 129. 134 – Em caso de acumulação de cargos. ficará insuscetível de gozo. 133 – Quando o funcionário ocupar cargo em comissão ou função gratificada por mais de 5 (cinco) anos. deve ser observado intervalo obrigatório de 1 (um) ano entre o término de um período e o início de outro. XVI da Constituição Federal.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. imediatamente após o término das mesmas. Art. assegurar-se-lhe-á.

. licenciado sem vencimento e vantagens do seu cargo efetivo. mandato executivo federal ou municipal. 137 – É vedado transformar em licença-prêmio faltas ao serviço ou qualquer outra licença concedida ao funcionário. VII do Decreto 220/75 – Estatuto e artigo 74. Art. deste Regulamento. Art. SEÇÃO VIII DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO LEGISLATIVO OU EXECUTIVO Art. para o âmbito municipal. * Vide artigo 19. pela Justiça Eleitoral. 139 – O funcionário investido no mandato eletivo de Prefeito ou Vice-Prefeito ficará licenciado desde a diplomação pela Justiça Eleitoral. IV. 142 – Vencimento é a retribuição pelo efetivo exercício do cargo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. inexistindo compatibilidade.claudetepessoa. correspondente à referência ou símbolo fixado em lei. o direito de opção pela remuneração do cargo efetivo. 141 – Investido o funcionário no mandato de Vereador e havendo compatibilidade de horários. X e XI da Constituição Federal. CAPÍTULO IV O VENCIMENTO Art. Art. II – em decorrência de prisão administrativa. salvo quando. e perdurará pelo prazo do mandato. I – para prestar serviço à União.com 54 Art. ficará afastado do exercício do seu cargo sem percepção do vencimento e vantagens. sendo-lhe facultado optar pela percepção do vencimento e vantagens do seu cargo efetivo. reconhecido o afastamento como de interesse do Estado. a empresa pública. a outro Estado. * Vide artigo 37. Art. 143 – Perderá o vencimento e vantagens do cargo efetivo o funcionário que se afastar: * Vide artigo 20 do Decreto 220/75 . perceberá o vencimento e as vantagens do seu cargo sem prejuízo dos subsídios a que faz jus. a juízo do Governador. ficará. 138 – O funcionário será licenciado sem vencimento ou vantagens de seu cargo efetivo. inciso III da Constituição Federal. a Município. * Vide artigo 38. a fundação instituída pelo Poder Público ou a Organização Internacional. federal ou estadual. salvo se inocentado afinal. ressalvado. 140 – Quando o funcionário exercer. por nomeação. para desempenho de mandato eletivo. desde a posse.Estatuto. a sociedade de economia mista. * Vide artigo 38 da Constituição Federal. até o término do mandato. Parágrafo único – A licença a que se refere este artigo será concedida a partir da diplomação do eleito.

Art. III – quando estiver no efetivo exercício de seu mandato. salvo o disposto no inciso XIX. ou retirar-se antes dos 60 minutos finais. ressalvado o direito à diferença se absolvido afinal. federal ou estadual. 146 – Nenhum funcionário poderá perceber menos do que o salário-mínimo vigente na capital do Estado. IV – para estágio experimental. sem perda do cargo. se comparecer ao serviço dentro dos 60 minutos seguintes à hora inicial do expediente ou retirar-se sem autorização.claudetepessoa. III – vencimento e vantagens do dia em que não comparecer ao serviço. salvo o direito de opção previsto nos artigos 139 e 140. o vencimento e vantagens do seu cargo: * Vide artigo 38 da Constituição Federal. domingos. do artigo 79. Parágrafo único – Os afastamentos de que tratam os incisos deste artigo não implicam suspensão de pagamento adicional por tempo de serviço. dele ficar afastado. se comparecer ao serviço após os 60 minutos seguintes à hora inicial do expediente. ausentar-se sem autorização por período inferior a 60 minutos. ou ainda. ressalvado o direito de opção e o de acumulação legal. § 2º . ainda.com 55 III – para exercer cargo em comissão. II – dois terços do vencimento e vantagens. I – enquanto durar o mandato eletivo. IV – vencimento e vantagens do dia. 144 – O funcionário perderá.Estatuto. os sábados.Na hipótese do inciso V. ausentar-se sem autorização por mais de 60 minutos. durante o cumprimento. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. durante o afastamento por motivo de suspensão preventiva ou recolhimento à prisão por ordem judicial não decorrente de condenação definitiva. Art. Art. 145 – O funcionário deixará de receber: * Vide artigo 21 do Decreto 220/75 . dentro dos 60 minutos finais. ainda. os descontos acumuláveis havidos em um mesmo mês não serão convertidos em faltas para efeito de contagens de tempo de serviço. ou se o afastamento exceder o prazo de condenação definitiva. havendo incompatibilidade de horários com o exercício de seu cargo.No caso de faltas sucessivas serão computados. se eleito Vereador. V – um terço do vencimento e vantagens do dia.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. I – um terço do vencimento e vantagens. de pena privativa de liberdade. eletivo ou por nomeação. . feriados e pontos facultativos intercalados. para efeito de descontos. ou. e se. em cujo gozo se encontre o funcionário. § 1º . II – enquanto durar o mandato executivo municipal.

II – dívida para com a Fazenda Pública.Estatuto. de 02 de fevereiro de 1979. . I – prestação de alimentos determinada judicialmente. 150 – O adicional por tempo de serviço será objeto de disciplina própria a ser baixada. salvo quando se tratar de: * Vide artigo 23 do Decreto 220/75 . a quantia devida será inscrita como dívida ativa e cobrada judicialmente.Estatuto. ou qualquer vantagem pecuniária não sofrerá descontos além dos previstos em lei. em parcelas mensais consecutivas. 147 – O vencimento. 151 – Conceder-se-á gratificação: * Vide artigo 24 do Decreto 220/75 . nem será objeto de penhora.Estatuto. Art.Será dispensada a reposição nos casos em que a percepção indevida tiver decorrido de entendimento expressamente aprovado pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil ou pela Procuradoria-Geral do Estado. IV – diárias.claudetepessoa. SEÇÃO II DO ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 149 – Além do vencimento.com 56 Art. hipótese em que não se admitirá parcelamento. III – ajuda de custo e transporte ao funcionário mandado servir em nova sede. exceto na ocorrência de má fé. em objeto de serviço. demitido ou vier a falecer. II – gratificações.Quando o funcionário for exonerado. de 20 de fevereiro de 1979. poderá o funcionário perceber as seguintes vantagens pecuniárias: * Vide artigo 24 do Decreto 220/75 . * Vide artigo 22 do Decreto 220/75 . § 1º . I – adicional por tempo de serviço. não excedentes da décima parte do vencimento ou provento. CAPÍTULO V DAS VANTAGENS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 2º . observado o disposto no artigo 19. àquele que. 148 – As reposições e indenizações devidas à Fazenda Estadual serão descontadas. e no § 6º do artigo 7º do Decreto-Lei nº 415. o provento. do Decreto-Lei nº 408.Estatuto. se deslocar eventualmente da sede. SEÇÃO III DAS GRATIFICAÇÕES SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.

XVII. do artigo 79.claudetepessoa. e XIX. Art. 152 – Gratificação de função é a que corresponde ao exercício de função gratificada instituída e remunerada na forma do que dispõe a Seção II. 153 – A gratificação de função será mantida nos casos de afastamento previstos nos incisos I.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. e a ela faz jus o funcionário que. quando for o caso. XIII. Capítulo II. SUBSEÇÃO III DA GRATIFICAÇÃO PELO EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO Art. V – de representação de Gabinete. Art. segunda parte. haja optado pelo vencimento do seu cargo efetivo. Parágrafo único – Na hipótese do afastamento referido no inciso VI do artigo 79. Art. VII – pelo exercício: a) de encargos de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso. poderá ser atribuída. aplica-se o disposto nos artigos 153 e 154. IV – de representação de Gabinete. XIV. SUBSEÇÃO II DA GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO Art. Art. X. na forma de regulamentação específica. III – pela prestação de serviço extraordinário. VIII. 154 – O exercício de função gratificada impede o recebimento da gratificação pela prestação de serviço extraordinário. 156 – A gratificação pelo exercício de cargo em comissão equivale a 70% do valor fixado para o símbolo a ele correspondente. SUBSEÇÃO IV DA GRATIFICAÇÃO PELA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO .com 57 I – de função. VII. Título II. vedado o seu recebimento cumulativo com as gratificações específicas das funções de confiança. 157 – À gratificação de que trata o artigo anterior. no exercício desse cargo. obedecer-se-á. II – pelo exercício de cargo em comissão. conforme o estabelecido no artigo 23. XII. XI. 155 – Além do exercício de função gratificada regularmente instituída. VI – pela participação em órgão de deliberação coletiva. gratificação de função a funcionários que desempenhem atividades especiais ou excedentes às atribuições de seu cargo. ao disposto no artigo 133. b) de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. II. exceto convocação para serviço militar.

Parágrafo único – A prestação de serviço extraordinário poderá dar-se em outro órgão que não o de lotação do funcionário. § 2º . ressalvados os casos previstos neste regulamento. 159 – A duração normal do trabalho dos funcionários da Administração Direta poderá. incêndio. 161 – A gratificação pela prestação de serviço extraordinário será paga por hora de trabalho prorrogado ou antecipado. desde que se manifestem favoravelmente os respectivos dirigentes. inundação e outros motivos de casos fortuitos ou de força maior. em cada mês. para autorização. Parágrafo único – A proposta deverá indicar o horário normal e o extraordinário de cada servidor contemplado. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. empregos ou funções. a 50% (cinqüenta por cento) do valor do vencimento. Parágrafo único – Os limites a que se refere o artigo poderão ser ampliados. caracterizar a natureza da medida e justificar a necessidade da prestação de serviço no horário pretendido. aumentando-se 50%. 158 – A gratificação pela prestação de serviço extraordinário se destina a remunerar as atividades executadas fora do período normal de trabalho a que estiver sujeito o funcionário. b) de encargo de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso. respeitado o limite de duas horas diárias. ser acrescida de horas extraordinárias. observado. 160 – O acréscimo de horas extraordinárias será proposto pelos Secretários de Estado ou órgãos equivalentes ao Governador. II – a prestação do serviço extraordinário decorrer de execução de atividade a ser retribuída pela gratificação: a) de representação de Gabinete.A gratificação pela prestação de serviço extraordinário não poderá exceder. 162 – Ao funcionário não se concederá gratificação por serviço extraordinário quando: I – no exercício de cargo em comissão ou função gratificada. § 1º . Art. excepcionalmente.com 58 Art. Art. 164 – Não será submetido ao regime de serviço extraordinário: . não se admitindo recusa por parte do funcionário em prestá-las. o disposto no artigo 161. Art. no desempenho de seu cargo efetivo. que será publicada no órgão oficial. porém. Art. havendo concordância expressa do funcionário designado para a realização do serviço extraordinário. 163 – Considerar-se-ão automaticamente autorizadas as horas extraordinárias ocorridas em virtude de acidente com o equipamento de trabalho. c) de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. Art.claudetepessoa. III – em regime de acumulação de cargos.O valor da hora extraordinária será obtido dividindo-se o valor do vencimento mensal por trinta vezes o número de horas da jornada normal. Parágrafo único – As horas extraordinárias a que se refere este artigo poderão ser compensadas posteriormente por folga em período equivalente.

observado o disposto no parágrafo anterior. 167 – A gratificação poderá ser concedida: I – aos funcionários em exercício nos Gabinetes dos Secretários de Estado. SUBSEÇÃO V DA GRATIFICAÇÃO DE REPRESENTAÇÃO DE GABINETE Art. § 1º . 168 – A gratificação de representação de Gabinete não será suspensa nos afastamentos seguintes: I – férias. inclusive quando em pessoa da família. não podendo exceder a 50% (cinqüenta por cento) do vencimento do cargo efetivo do funcionário.O valor global da gratificação de representação de Gabinete. II – o ocupante de cargo beneficiado por horário especial em virtude do exercício de atividades com risco de vida ou saúde. Art.com 59 I – o funcionário em gozo de férias ou licenciado. Art. VI – faltas. V – licenças para tratamento de saúde e repouso à gestante. SUBSEÇÃO VI DA GRATIFICAÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM ÓRGÃO DE DELIBERAÇÃO COLETIVA . Parágrafo único – O desempenho de atividades em horas extraordinárias não será computado como tempo de serviço público para qualquer efeito. nos Gabinetes da Governadoria e nos da Procuradoria Geral do Estado e Procuradoria Geral da Justiça. por motivo de doença comprovada pelo órgão competente. § 2º . a critério dos titulares dos órgãos referidos no inciso anterior.claudetepessoa. IV – júri e outros serviços obrigatórios por lei. II – Aos funcionários que. 166 – A gratificação de representação de Gabinete é a que tem por fundamento a compensação de despesas de apresentação inerentes ao local do exercício ou a remuneração de encargos especiais. até o máximo de 3 (três) durante o mês. Parágrafo único – A representação dos funcionários ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada é a fixada em lei. assim devam ser remunerados. Art. será aprovado pelo Governador. sobre ela não incidindo o cálculo de qualquer vantagem. não gerando a sua percepção qualquer direito de incorporação ao vencimento ou provento de aposentadoria. 165 – A gratificação por serviço extraordinário tem caráter transitório. por Secretaria.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ouvida a Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral quanto aos aspectos orçamentários e financeiros. II – casamento. III – luto.O valor individual da gratificação será fixado em tabela aprovada pelos titulares dos órgãos referidos no inciso II deste artigo.

§ 2º . provas de seleção ou de habilitação. SUBSEÇÃO VII DA GRATIFICAÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA DE CONCURSO OU EM CURSO OFICIALMENTE INSTITUÍDO Art. preenchimento de empregos ou admissão a cursos oficialmente instituídos. organização e aplicação de provas. 174 – Professor de curso oficialmente instituído é o designado pela autoridade competente. § 1º . Art.A gratificação de que trata este artigo será fixada por decreto em base percentual calculada sobre o valor de símbolo de cargo em comissão ou função gratificada. ao funcionário será atribuída gratificação conforme o estabelecido nesta Subseção. até a classificação definitiva. * Vide artigo 358. Art. Art.Não serão remuneradas as sessões que excederem ao número de doze por mês. poderá optar pela gratificação de valor mais elevado. 170 – É vedada a participação do funcionário em mais de um órgão de deliberação coletiva. revisão e decisão dos recursos interpostos. e paga por dia de presença às sessões do órgão colegiado. apenas o suplente perceberá a gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva. correção e apuração dos resultados. salvo quando na condição de membro nato. deste Regulamento. quando eventualmente realizados pelos órgãos da Administração Direta do Estado para provimento de cargos. no planejamento.claudetepessoa. 172 – Pelo exercício de encargo de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso ou de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. 171 – A gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva é acumulável com quaisquer outras vantagens pecuniárias atribuídas ao funcionário. 169 – A gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva destina-se a remunerar a presença dos componentes dos órgãos colegiados regularmente instituídos. por designação especial de autoridade competente. para exercer atividade temporária de magistérios nas áreas de treinamento e aperfeiçoamento de pessoal. Art. Parágrafo único – Durante os afastamentos legais do titular. 175 – Somente funcionário do Estado poderá ser designado para exercer as atividades de auxiliar de banca ou comissão examinadora de concurso.com 60 Art. ou para a atividade temporária de auxiliar de curso oficialmente instituído. Art. Parágrafo único – Quando o funcionário for membro nato de mais de um órgão de deliberação coletiva.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 173 – Entende-se como encargo de membro de banca ou comissão examinadora de concurso a tarefa desempenhada. nos concursos. .

a título de compensação das despesas de viagem. quando o seu ocupante não for também de cargo efetivo. Art.com 61 Art. Art. salvo quando se tratar de missão no exterior. Parágrafo único – A ajuda de custo será calculada sobre o valor atribuído ao símbolo do cargo em comissão. 179 – Será concedida ajuda de custo. bem como as condições de vida no local do novo exercício ou no desempenho da missão.claudetepessoa. por mais de 30 (trinta) dias. § 1º . 181 – Sem prejuízo das diárias que lhe couberem. pelo Governador. III – quando a designação para a nova sede se der a pedido. Art. em razão de exercício em nova sede com caráter de permanência. mudança e instalação. 178 – A concessão das gratificações de que cuida esta Subseção não prejudicará a percepção cumulativa de outras vantagens pecuniárias atribuídas ao funcionário. Art.No arbitramento da ajuda de custo serão levados em conta o vencimento do cargo do funcionário designado para nova sede ou missão no exterior. 176 – A gratificação pelo exercício de atividade temporária de auxiliar de professor de curso oficialmente instituído somente será atribuída ao funcionário se o trabalho for realizado além das horas de expediente a que está sujeito. perceberá ajuda de custo correspondente a um mês do vencimento de seu cargo. o funcionário obrigado a permanecer fora da sede de sua unidade administrativa. as despesas a serem por ele realizadas. 182 – Não se concederá ajuda de custo: I – ao funcionário que. II – ao funcionário posto a serviço de qualquer outra entidade de direito público. 180 – A ajuda de custo será arbitrada pelos Secretários de Estado ou dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao Governador e não será inferior a uma nem superior a três vezes a importância correspondente ao vencimento do funcionário. ao funcionário que. Art. em cada caso. . mediante proposta fundamentada do órgão promotor do curso ou do concurso. 177 – As gratificações de que trata esta Subseção serão arbitradas.Compete ao Governador arbitrar a ajuda de custo a ser paga ao funcionário designado para missão no exterior.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 2º . em virtude de mandato legislativo ou executivo. SEÇÃO IV DA AJUDA DE CUSTO E DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE AO FUNCIONÁRIO MANDADO SERVIR EM NOVA SEDE SUBSEÇÃO I DA AJUDA DE CUSTO Art. em objeto de serviço. deixar ou reassumir o exercício do cargo. efetivamente deslocar sua residência.

II – quando. Art.00m³ (doze metros cúbicos) ou 4. § 2º .500kg (quatro mil e quinhentos quilogramas) por passagem inteira. observado o limite máximo de 12. 183 – O funcionário restituirá a ajuda de custo: I – quando não se transportar para a nova sede ou local da missão. § 2º . II – o filho de qualquer condição ou enteado.com 62 Art.O funcionário que houver percebido ajuda de custo não entrará em gozo de licença-prêmio antes de decorridos 90 (noventa) dias de exercício na nova sede. 184 – Independentemente da ajuda de custo concedida ao funcionário. Art. inclusive para seus dependentes. à percepção da importância integral correspondente ao valor da tarifa rodoviária no mesmo percurso. bem assim o menor que. a Administração fornecerá passagens para o transporte rodoviário dos dependentes que comprovadamente não viajem em companhia do funcionário.Não haverá obrigação de restituir: 1) quando o regresso do funcionário for determinado ex officio ou decorrer de doença comprovada ou de motivo de força maior. .Na hipótese do parágrafo anterior. para efeitos desta Subseção: I – o cônjuge ou a companheira legalmente equiparada. pedir exoneração ou abandonar o serviço. antes de decorridos 3 (três) meses do deslocamento ou do término da incumbência. regressar. até o máximo de 3 (três). serão custeados pela Administração o transporte do mobiliário e bagagens do funcionário e de seus dependentes. mediante autorização judicial. § 3º . 185 – Nos deslocamentos a que se refere o artigo 179. até o número de duas. ou de finda a missão.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. SUBSEÇÃO II DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE AO FUNCIONÁRIO MANDADO SERVIR EM NOVA SEDE Art. § 1º . nos prazos determinados. para indenização da despesa de transporte.00m³ (três metros cúbicos) ou 900kg (novecentos quilogramas) por passagem adicional.claudetepessoa. a este será assegurado transporte para a nova sede.A restituição é de exclusiva responsabilidade do funcionário e não poderá ser feita parceladamente. acrescida de 50% (cinqüenta por cento) do referido valor por dependente que o acompanhe. 186 – São considerados dependentes do funcionário. até o máximo de 3 (três). acrescida de 3. 2) quando o pedido de exoneração for apresentado após 90 (noventa) dias de exercício na nova sede ou local da missão. viva sob a guarda e o sustento do funcionário.O funcionário que utilizar condução própria no deslocamento para nova sede fará jus. § 1º .

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63 III – os pais, sem economia própria, que vivam a expensas do funcionário; IV – 1 (um) empregado doméstico, desde que comprovada essa condição. § 1º - Atingida a maioridade, os referidos no inciso II deste artigo perdem a condição de dependente, exceto a filha que se conservar solteira e sem economia própria, o filho inválido e, até completar 24 (vinte e quatro) anos, quem for estudante, sem exercer qualquer atividade lucrativa. § 2º - Para efeito do disposto neste artigo, sem economia própria significa não perceber rendimento em importância igual ou superior ao valor do salário-mínimo vigente na região em que resida. Art. 187 – Em face da peculiaridade do serviço, poderá ser concedido o pagamento da indenização de despesa de transporte aos funcionários que tenham assegurado o direito ao uso individual de viaturas oficiais e que utilizarem veículo próprio no desempenho de suas funções, conforme faixas de remuneração a serem definidas em Resolução do Secretário de Estado de Administração. § 1º - Na Resolução a que se refere este artigo serão reservadas faixas próprias de indenização de despesa de transporte a serem atribuídas aos funcionários que, para o desempenho de seus cargos, tenham de se deslocar habitualmente pelo interior do Estado. § 2º - Os valores da indenização serão fixados de acordo com os índices apurados pela Superintendência de Transportes Oficiais e aprovados pelo Governador. Art. 188 – A autorização para a utilização da viatura de propriedade do funcionário a serviço do Estado será da competência do Secretário de Estado de Administração, por intermédio da Superintendência de Transportes Oficiais, ouvido o órgão interessado. Art. 189 – Concedida a autorização, o Estado não se responsabilizará por danos causados a terceiros, ou ao veículo, ainda que a ocorrência se verifique em serviço. Parágrafo único – Todas as despesas decorrentes do uso do veículo correrão por conta do usuário. Art. 190 – Quando convier, o Estado cancelará, em qualquer época, a atribuição da indenização de despesas de transporte, cuja concessão não gerará qualquer direito à continuidade da respectiva percepção. Art. 191 – É vedado o uso de viatura oficial por quem já seja portador de autorização para utilização de veículo particular a serviço do Estado. Parágrafo único – A infração do disposto neste artigo sujeita o funcionário às penalidades cabíveis, cancelando-se, ainda, a autorização concedida em seu favor. Art. 192 – Ao receber a autorização para utilização de viatura própria em serviço, o usuário assinará, na Superintendência de Transportes Oficiais, o competente “Termo de Compromisso”, submetendo-se aos preceitos regulamentares da matéria.

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64 SEÇÃO V DAS DIÁRIAS Art. 193 – Ao funcionário que se deslocar, temporariamente, em objeto de serviço, da localidade onde estiver sediada sua unidade administrativa, conceder-se-á, além de transporte, diária, a título de compensação das despesas de alimentação e pousada ou somente de alimentação. Parágrafo único – A vantagem de que trata este artigo poderá também ser concedida ao servidor contratado, no exercício de função gratificada, bem como ao estagiário. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. 194 – Será concedida diária: I – de alimentação e pousada, nos deslocamentos superiores a 100km (cem quilômetros) de distância da sede, desde que o pernoite se realize por exigência do serviço; II – de alimentação, nos deslocamentos inferiores a 100km (cem quilômetros) e superiores a 50km (cinqüenta quilômetros) de distância da sede; III – em qualquer caso: a) de alimentação e pousada, quando o afastamento da sede exceder de 18 (dezoito) horas; b) de alimentação, quando o afastamento for inferior a 18 (dezoito) e superior a 8 (oito) horas. Art. 195 – O valor da diária resultará da incidência de percentuais sobre o valor básico da UFERJ, atendida a tabela que for expedida por ato do Governador, observados, em sua elaboração, a natureza, o local, as condições do serviço e o vencimento do funcionário. Art. 196 – Não se concederá diária: I – durante o período de trânsito; II – quando o deslocamento se constituir em exigência permanente do exercício do cargo ou da função; III – quando o município para o qual se deslocar o funcionário seja contíguo ao da sua sede, constituindo-se, em relação a este, em unidade urbana e apresentando facilidade de transporte, ressalvadas as hipóteses do inciso III do artigo 194; IV – quando as despesas do deslocamento correrem por conta de outras entidades subordinadas ou vinculadas à Administração Pública. Art. 197 – Ao regressar à sede, o funcionário restituirá, dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas, as importâncias recebidas em excesso. Parágrafo único – O descumprimento do disposto neste artigo ocasionará o desconto em folha das importâncias recebidas em excesso pelo funcionário, sem prejuízo das sanções disciplinares aplicáveis à espécie. Art. 198 – A concessão indevida de diárias sujeitará a autoridade que as conceder à reposição de importância correspondente, aplicando-se-lhe, e ao funcionário que as receber, as cominações estatutárias pertinentes.

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CAPÍTULO VI DO DIREITO DE PETIÇÃO Art. 199 – É assegurado ao funcionário o direito de petição em toda a sua amplitude, assim como o de representar. *Vide artigo 31 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 200 – O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a quem estiver imediatamente subordinado o requerente. § 1º - O erro na indicação da autoridade não prejudicará a parte, devendo o processo ser encaminhado, por quem o detiver, à autoridade competente. § 2º - Do requerimento constará: 1) o nome, cargo, matrícula, unidade administrativa em que é lotado o funcionário, e sua residência; 2) os fundamentos, de fato e de direito, da pretenção; 3) o pedido, formulado com clareza. § 3º - Não será recebido, e se o for, não será despachado, sem a prévia satisfação da exigência, o requerimento que não contiver as indicações do item 1, do parágrafo anterior. § 4º - O requerimento será instruído com os documentos necessários, facultando-se ao funcionário, mediante petição fundamentada, a respectiva anexação no curso do processo. § 5º - Os documentos poderão ser apresentados por cópia, fotocópia, xerocópia ou reprodução permanente por processo análogo, autenticada em cartório ou conferida na apresentação pelo servidor que a receber. § 6º - Excetuam-se da disposição de que trata o parágrafo precedente as certidões de tempo de serviço, que serão apresentadas sempre em seus originais, e outros documentos que assim sejam exigidos pela Administração. § 7º - Nenhum documento será devolvido sem que dele fique, no processo, cópia ou reprodução autenticada pela repartição. Art. 201 – Da decisão que for prolatada caberá, sempre, pedido de reconsideração. § 1º - O pedido de reconsideração será diretamente encaminhado à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a decisão, não podendo ser renovado. § 2º - O requerimento e o pedido de reconsideração terão prazo de 8 (oito) dias para sua

§ 4º . Art. ou do último ato do processo para a interromper. ressalvados os previstos em leis especiais. interrompem a prescrição até duas vezes. . da data da ciência do interessado.A autoridade que receber o pedido de reconsideração poderá processá-lo como recurso hierárquico. sucessivamente.A prescrição interrompida recomeça a correr.claudetepessoa. poderá a Administração relevá-la caso seja ilegal o ato impugnado e não estiver exaurido o acesso à via judicial. Art. em seus efeitos. 204 – O direito de pleitear na esfera administrativa prescreverá: *Vide artigo 32 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. nos demais casos. pelas demais autoridades. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. e serão decididos no prazo máximo de 30 (trinta) dias. salvo em caso que obrigue a realização de diligência ou de estudo especial. quanto aos atos de demissão. encaminhando-o à autoridade superior. 203 – O pedido de reconsideração e o recurso hierárquico não têm efeito suspensivo. § 2º . da data do ato que a interrompeu. II – das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. quando cabíveis. *Vide artigo 32. ao funcionário interessado ou a seu representante legal é assegurado o direito de vista do processo administrativo. § 1º .Os prazos de prescrição estabelecidos neste artigo contar-se-ão da data da ciência do interessado.Ressalvado o disposto no Decreto-Lei nº 114. § 2º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.com 66 instrução e encaminhamento. 202 – Caberá recurso hierárquico: I – do indeferimento do pedido de reconsideração. o recurso será decidido pela autoridade imediatamente superior àquela que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. II – em 120 (cento e vinte) dias. Art.No processamento do recurso observar-se-á o disposto no § 2º do artigo 201. Art.O pedido de reconsideração e o recurso hierárquico. ou quando este for de natureza reservada. § 3º . que deverá constar sempre do processo respectivo. I – em 5 (cinco) anos. § 1º . § 3º . § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.Se consumada a prescrição administrativa. mas o que for provido retroagirá. 205 – Após despacho decisório. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e quanto às questões que envolvam direitos patrimoniais. à data do ato impugnado. em escala ascendente. pela metade do prazo.Não correrá a prescrição enquanto o processo estiver em estudo. *Vide artigo 32. no recinto do órgão competente e durante seu horário de expediente. a qual se presumirá da publicação do ato impugnado. § 5º . de 22 de maio de 1975. *Vide artigo 32.

se o Estado for parte na ação em curso ou a ser proposta. Art. II – no caso de certidões para prova em juízo.claudetepessoa. podendo ser delegada. 211 – As certidões sobre matéria de pessoal só serão fornecidas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil. c) processo sem decisão final da Administração.Se o requerimento for assinado por procurador. o nome das partes e o respectivo juízo. deverão ser mencionados o direito em questão. 206 – É assegurada a expedição de certidões de atos ou peças de processos administrativos. § 2º . III – se a autoridade competente para autorizar a certidão tiver dúvidas sobre o requerimento. a autoridade. Art. 207 – A certidão deverá ser requerida com indicação de finalidade específica a que se destina. a fim de que se possa verificar o legítimo interesse do requerente na sua obtenção. Parágrafo único – Nas hipóteses previstas nos incisos I e III. requeridas para defesa de direito do funcionário ou para esclarecimento de situações. em que o aludido pronunciamento é obrigatório. ao encaminhar o processo.com 67 Art.Quando a finalidade da certidão for instruir processo judicial. das autoridades do mesmo nível e dos presidentes das autarquias a quem estiver subordinada a autoridade incumbida de expedi-la. Art. deverá instruí-lo previamente com a minuta da certidão a ser expedida. 210 – Caberá o pronunciamento da Procuradoria Geral do Estado: I – nos pedidos de certidões formulados pelo Poder Judiciário. salvo se a decisão proferida aos mesmos se reporte. § 1º . se a ação já tiver sido proposta. b) pareceres ou informações.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o tipo de ação. deverá ser juntado o competente instrumento de mandato. 209 – O pedido de certidão será indeferido quando: I – o requerente não tiver interesse legítimo no processo. Art. à vista de dados e elementos constantes dos seus registros. II – a matéria a certificar se referir a: a) assunto cuja divulgação afete a segurança pública. os documentos que o instruem ou sobre a maneira de atendê-lo. Art. CAPÍTULO VII DA INATIVIDADE SEÇÃO I DA DISPONIBILIDADE . 208 – A competência para decidir sobre o pedido de certidão é do Secretário de Estado.

ressalvado o direito de optar por outro cargo em que já tenha sido aproveitado. § 1º . § 3º da Constituição Federal e artigo 25 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.com 68 Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 . Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.claudetepessoa. colocado em disponibilidade. § 1º . ainda que modificada a sua denominação. 219 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único – Revogado. 213 – O funcionário em disponibilidade poderá ser aposentado. salvo quando ocorrer a hipótese prevista no artigo 112. § 2º . * Vide artigo 41. 216 – Revogado. conforme o previsto no artigo 57. ou declarada sua desnecessidade. 217 – Será aposentado o funcionário que for considerado inválido para o serviço e não puder ser readaptado.Revogado.Restabelecido o cargo. poderá nele ser aproveitado o funcionário posto em disponibilidade. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Art. se estável. 218 – A aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença por período não inferior a 24 (vinte e quatro) meses. quando de sua extinção ou da declaração de sua desnecessidade. SEÇÃO II DA APOSENTADORIA Art. será o funcionário. por ato do Poder Executivo. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único – Revogado. 214 – Revogado. 215 – Revogado. Art.O funcionário em disponibilidade perceberá provento proporcional ao tempo de serviço e poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatíveis com os do anteriormente ocupado. 212 – Extinto o cargo.

claudetepessoa.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. § 5º . § 1º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. § 4º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.com 69 § 2º . . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 3º . Art.Revogado.Revogado.Revogado. Art. 222 – Revogado.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 4º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 1º . 221 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 2º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. § 2º . 223 – Revogado.Revogado. § 3º . Parágrafo único – Revogado. Art.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 220 – Revogado. 224 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.

Art. 225 .claudetepessoa. oficial. concedido transporte à família do funcionário falecido no desempenho do serviço. que deva ser deslocado de sua sede para qualquer ponto do território nacional.Ao licenciado para tratamento de saúde em virtude de acidente em serviço ou doença profissional. I .Estatuto. também. desnecessária em havendo filho comum. inclusive para um acompanhante. por conta do Estado.casamento. os sábados.com 70 TÍTULO VI DAS CONCESSÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 1º . deste Regulamento. Art. 229 . o funcionário poderá faltar ao serviço até (oito) dias consecutivos por motivo de: * Vide artigo 79. reconhecido ou equiparado àquele em que o interessado esteja matriculado. será assegurada transferência do estabelecimento de ensino que estiver cursando. 226 . não existir estabelecimento congênere. companheiro ou companheira.Sem prejuízo do vencimento.Ao funcionário estudante matriculado em estabelecimento de ensino de qualquer grau. as despesas com a remoção e com o sepultamento do funcionário falecido no desempenho do serviço. III. mediante apresentação de atestado fornecido pelo respectivo estabelecimento. § 1º. independentemente de vaga. II .Computar-se-ão. exclusivamente para esse efeito. . § 2º . direitos e vantagens. sem prejuízo do seu vencimento ou de quaisquer direitos e vantagens. nos dias de provas ou de exames. 227 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.A qualidade de companheiro ou companheira. será demonstrada pela coabitação por prazo mínimo de 02 (dois) anos. oficial ou reconhecido. se integrante do sistema estadual de ensino. 228 . Art.Ao estudante que necessitar mudar de domicílio para passar a exercer cargo ou função pública. fora da sede de seus trabalhos. § 2º .Os atos que deslocarem ex-offício os funcionários estudantes de uma para outra cidade ficarão suspensos. será permitido faltar ao serviço. onde será matriculado em qualquer época.Será. pais. para os efeitos deste artigo. inclusive quando no exterior. por exigência do laudo médico. ainda. na nova sede ou em localidade próxima.falecimento do cônjuge. será concedido transporte à conta dos cofres estaduais. filhos ou irmãos. X do Decreto 220/75 . se. para outro da nova residência. domingos e feriados compreendidos no período. Art. * Vide artigo 11.Correrão.

remuneração e tempo de serviço público. Parágrafo único – A cada dependente relacionado no artigo seguinte corresponderá uma cota de salário-família. II . Art. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.aos estagiários. sempre que possível.aos servidores contratados no exercício de função gratificada.As concessões estabelecidas neste Título aplicam-se: I . Parágrafo único . Parágrafo único . do Título VI.com 71 § 1º . como contribuição ao custeio das despesas de manutenção de sua família. com assentimento do respectivo chefe. 232 . prorrogando ou antecipando o expediente normal.A locação se fará pelo aluguel que for fixado e mediante concorrência. CAPÍTULO II DO SALÁRIO-FAMÍLIA Art. . II – por filho inválido. VI e VII. perante o órgão setorial de pessoal a que esteja subordinado. as dos artigos 225 e 226 e as dos Capítulos IV. § 3º da Constituição Federal e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. III – por filha solteira. até a idade de 24 (vinte e quatro) anos. 234 – Conceder-se-á salário-família: I – por filho menor de 21 (vinte e um) anos. iniciar o serviço uma hora depois do expediente ou dele se retirar uma hora antes do seu término.claudetepessoa. III. * Vide artigo 39. IV – por filho estudante que freqüente curso médio ou superior e que não exerça atividade lucrativa. 226 e 227 e as dos Capítulos II. ou deixar de renovar sua matrícula. Art. 233 – Salário-família é o auxílio pecuniário especial concedido pelo Estado ao funcionário ou inativo. que versará sobre as qualificações preferenciais dos candidatos. relativas ao número de dependentes. ser aproveitado em serviços cujo horário não colida com o relativo ao período das aulas. poderá o estudante. de que está matriculado. as constantes dos artigos 225. separada judicialmente ou divorciada sem economia própria.Anualmente o interessado deverá fazer prova. IV.Efetivar-se-á deslocamento se o funcionário concluir o curso.O funcionário terá preferência. Art. poderá.Sendo impossível o aproveitamento a que se refere o presente artigo. VI e VII. sem rendimento próprio. § 2º . que viva a expensas do funcionário. do Título VI. 230 .O funcionário estudante matriculado em estabelecimento de ensino que não possua curso noturno. para sua moradia. 231 . V – pelo ascendente. Art. desde que a compense.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. que não exerça atividade remunerada. conforme o caso. for reprovado. na locação de imóvel pertencente ao Estado.

Art. nem servirá de base para qualquer contribuição. no caso de filho estudante que não exerça atividade remunerada. 239 – O salário-família será pago mesmo nos casos em que o funcionário ou inativo deixar de receber o respectivo vencimento ou provento. o adotivo e o menor que comprovadamente viva sob a guarda e o sustento do funcionário. Art. ou presumida. nem ser objeto de transação ou consignação em folha de pagamento. tenham sob sua guarda e sustento os dependentes a que se refere o artigo 234. apresentar comprovação de . salvo se o funcionário ou inativo. VII – pelo esposo que não exerça atividade remunerada.claudetepessoa. Parágrafo único – A invalidez que caracteriza a dependência é a comprovada incapacidade total e permanente para o trabalho. Art. em caso de ancianidade. Art. Parágrafo único – Se o funcionário ou inativo falecido não se houver habilitado ao salário-família. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. será concedido ao que tiver os dependentes sob sua guarda. na falta deste. 240 – Nos casos de acumulação legal de cargos. 235 – Quando pai e mãe forem funcionários ou inativos de qualquer órgão público federal. os representantes legais dos incapazes ou os que. a Administração. providenciará o seu pagamento. o salário-família continuará a ser pago aos seus beneficiários. VIII – pela companheira. Parágrafo único – O salário-família não está. se ambos os tiverem. 238 – O salário-família será pago independentemente de freqüência do funcionário e não poderá sofrer qualquer desconto. 236 – Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto e a madrasta e. mediante requerimento de seus beneficiários. Art. também. Parágrafo único – Compreendem-se neste artigo o filho de qualquer condição. o enteado.com 72 VI – pela esposa que não exerça atividade remunerada. ainda que de finalidades previdenciária e assistencial. o salário-família será pago somente em relação a um deles. sujeito a qualquer imposto ou taxa. mediante autorização judicial. desde que atendidos os requisitos necessários à concessão desse benefício. 241 – Em caso de falecimento do funcionário ou inativo. de acordo com a distribuição dos dependentes. Art. por motivo de invalidez permanente. Art. e viverem em comum. o salário-família será concedido exclusivamente ao pai. assim conceituada na lei civil. 242 – O cancelamento do salário-família será feito de ofício nos casos de implemento da idade pelo dependente. Parágrafo único – Se não viverem em comum. 237 – A cota de salário-família por dependente inválido corresponderá ao triplo da cota normal. estadual ou municipal.

245 – Após cada período de 12 (doze) meses consecutivos de licença para tratamento de saúde. até que atinja 24 (vinte e quatro) anos. 244 – Deixará de ser devido o salário-família. CAPÍTULO III DO AUXÍLIO-DOENÇA Art. 247 – O titular do órgão competente para a concessão de licenças médicas aos funcionários do Estado decidirá sobre os pedidos de pagamento do auxílio-doença e do tratamento a que se refere o artigo anterior. o funcionário terá direito a um mês de vencimento.Quando ocorrer o falecimento do funcionário. embora verificado no último dia do mês. § 1º . sempre que possível. § 2º .com 73 freqüência de curso secundário ou superior até 30 (trinta) dias antes de completar 21 (vinte e um) anos. relativo a cada dependente. separação judicial ou divórcio do dependente. de doença profissional ou de internação compulsória para tratamento psiquiátrico. respondendo o funcionário ou inativo. correrá integralmente por conta dos cofres do Estado. embora ocorrido no primeiro dia do mês. Art. será devido a partir do mês em que tiver ocorrido o fato ou ato que lhe deu origem. falecimento. as despesas previstas neste artigo continuarão a correr pelos cofres do Estado. 243 – O salário-família. abandono de lar. Art. relativo a cada dependente. ainda que para fins de previdência e assistência. o auxílio-doença devido será pago . casamento. e anualmente. Parágrafo único – O cancelamento será feito. Art. a requerimento do interessado. § 2º . acometido de doença profissional ou internado compulsoriamente para tratamento psiquiátrico. e será realizado. nos casos de exercício de atividade remunerada. Art. civil.claudetepessoa. penal e administrativamente pela omissão ou inexatidão de suas declarações. por ocasião da matrícula escolar.Ainda que o funcionário venha a ser aposentado em decorrência de acidente em serviço. § 1º . no mês seguinte ao em que se tenha verificado o ato ou fato que haja determinado a sua supressão.O auxílio-doença não sofrerá descontos de qualquer espécie. a título de auxílio-doença.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 248 – Nos casos de acumulação legal de cargos.Nas hipóteses deste artigo não será devido ao funcionário o pagamento do auxíliodoença. o auxílio-doença a que tiver feito jus será pago de acordo com as normas que regulam o pagamento de vencimento não recebido. em estabelecimento estadual de assistência médica. Art. 246 – O tratamento do funcionário acidentado em serviço.

se ambos forem estaduais. concluído no prazo de 48 (quarenta e oito) horas da apresentação da certidão de óbito e documentos que comprovem a satisfação da despesa pelo requerente.Se as despesas do funeral não forem ocorridas por pessoa da família do funcionário ou inativo. 252 – O auxílio-moradia corresponderá a 20% (vinte por cento) do vencimentobase do funcionário. CAPÍTULO V DO AUXÍLIO-MORADIA Art. o respectivo auxílio será pago a quem as tiver comprovadamente realizado. será suspenso nas hipóteses previstas nos incisos III. Art. 3) for convocado para prestação de serviço militar. V.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 1º .O auxílio será pago no valor correspondente a 15 UFERJs. CAPÍTULO IV DO AUXÍLIO-FUNERAL Art. Art.claudetepessoa. XVIII e XX do artigo 79. 249 – À família do funcionário ou inativo falecido será concedido auxílio-funeral. recomeçando a contagem do prazo a cada nova designação. 251 – Será concedido auxílio-moradia ao funcionário que for designado ex officio para ter exercício definitivo em nova sede e nesta não vier a residir em imóvel pertencente ao Poder Público. 254 – O auxílio-moradia. II – quando passar a residir em imóvel pertencente ao Poder Público. 255 – O período de 1 (um) ano a que se refere o inciso I do artigo 253 começa a ser contado a partir da data em que o funcionário iniciar o exercício na nova sede.O pagamento do auxílio-funeral obedecerá a processo sumaríssimo. incorrendo em pena de suspensão o responsável pelo retardamento. 2) exercer mandato municipal e este importar no afastamento do funcionário do exercício de seu cargo. § 1º . Art. . 250 – Aplica-se ao auxílio-funeral a norma estabelecida no artigo 248.com 74 somente em relação a um deles. 253 – O pagamento do auxílio-moradia é devido a partir da data em que o funcionário passar a ter exercício na nova sede e cessará: I – quando completar 1 (um) ano de serviço na nova sede. § 2º . e calculado sobre o de maior vencimento. federal ou estadual. Art. pago mensalmente junto com vencimento do funcionário. Parágrafo único – Será ainda suspenso o pagamento do auxílio quando o funcionário: 1) exercer mandato legislativo ou executivo. IV.A despesa com auxílio-funeral correrá à conta de dotação orçamentária própria. § 2º . Art.

avaliar e julgar os trabalhos recebidos. Art.Anualmente será designada a Comissão por ato do Secretário de Estado de Administração. de laudo médico-legal. que se valerá. destinado ao trabalho que melhor se ajustar às finalidades de sua instituição. aos beneficiários do inativo.O julgamento da Comissão será irrecorrível. de reconhecida competência em técnicas de administração. Art. § 2º . indicados pelos respectivos titulares.claudetepessoa. 262 – Caberá a uma Comissão. 260 – A Administração estimulará a apresentação. CAPÍTULO VII DO PRÊMIO POR SUGESTÕES DE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Integrarão a Comissão. além do seu Presidente. 261 – Será estabelecido um prêmio anual. representantes das Secretarias de Governo. Art. § 3º . 258 – Do valor da pensão concedida serão abatidas as importâncias correspondentes à pensão recebida do IPERJ. quando o evento morte for conseqüência direta de acidente em serviço ou doença profissional. também.com 75 CAPÍTULO VI DA PENSÃO ESPECIAL EM CASO DE MORTE POR ACIDENTE EM SERVIÇO OU DOENÇA PROFISSIONAL Art. por ocasião do óbito. composta de 5 (cinco) membros. nos termos de regulamentação própria a ser baixada pelo Secretário de Estado de Administração. § 1º . 256 – Aos beneficiários do funcionário falecido em conseqüência de acidente ocorrido em serviço ou doença nele adquirida. por parte de funcionários. em importância a ser fixada pelo Governador. Parágrafo único – Em nenhuma hipótese. de Planejamento e Coordenação Geral e de Fazenda e da Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro. 259 – O disposto neste Capítulo aplica-se. além da comprovação a que se refere o § 3º do artigo 115. . Art. é assegurada pensão mensal equivalente ao vencimento mais as vantagens percebidas em caráter permanente. se necessário. 257 – A prova das circunstâncias do falecimento será feita por junta médica oficial. quando for o caso. Art. que indicará seu Presidente. de sugestões e trabalhos que visem ao aumento da produtividade e à redução de custos operacionais do serviço público. a soma das pensões será inferior ao valor do salário-mínimo vigente na capital do Estado.

269 – Nos trabalhos insalubres executados pelos servidores do Estado. Art. fora das horas de trabalho. será prestada diretamente pelo Estado ou através de instituições próprias. criadas por lei. VIII – centros de aperfeiçoamento moral e cultural dos funcionários e suas famílias. 266 – Entre as formas de assistência incluem-se: * Vide artigo 39. do artigo 266. § 3º da Constituição Federal e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. I – assistência médica. Art. e as do artigo 269. no dia 28 de outubro. ao inativo. sob pena de suspensão. V – financiamento para aquisição de imóvel destinado à residência. 268 – Legislação especial estabelecerá os planos. aperfeiçoamento e especialização profissional. este é obrigado a fornecer-lhes. além de outras julgadas necessárias.com 76 Art. em favor de todos os funcionários e inativos. 264 – Não será distribuído o prêmio no ano em que os trabalhos apresentados forem julgados insatisfatórios pela Comissão. II – a manutenção obrigatória dos sistemas previdenciários e de seguro social. 267 – A assistência. farmacêutica. TÍTULO VII DA PREVIDÊNCIA E DA ASSISTÊNCIA CAPÍTULO ÚNICO Art. 265 – O Estado prestará assistência ao funcionário.claudetepessoa. às quais poderá o funcionário ou inativo ser obrigatoriamente filiado. IV – assistência judiciária. bem como as condições de organização e funcionamento dos serviços assistenciais referidos neste Título. aplicam-se as disposições dos incisos IV. e aos estagiários. III – plano de seguro compulsório para complementação de proventos e pensões. 270 – Aos servidores contratados no exercício de função gratificada. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. VI – auxílio para a educação dos dependentes. Parágrafo único – Para execução do disposto neste artigo poderão ser celebrados convênios com entidades públicas ou privadas. e a suas famílias. os equipamentos próprios exigidos pelas disposições específicas relativas à higiene e segurança do trabalho. . VII – cursos e centros de treinamento. gratuitamente. Parágrafo único – Os equipamentos de que trata este artigo serão de uso obrigatório pelos servidores do Estado. VII e VIII. 263 – Ao autor do trabalho premiado se reconhecerá a relevância do serviço e o respectivo prêmio será entregue em ato solene.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. dentária e hospitalar. sob qualquer das formas. Art. Art. inclusive em sanatórios e creches.

o disposto neste artigo não se aplica ao aposentado compulsoriamente. * Vide artigo 95.claudetepessoa. p. TÍTULO VIII DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DA ACUMULAÇÃO Art. do artigo 35. não descaracteriza a proibição de acumular. nem ao aposentado por invalidez.A proibição de acumular se estende a cargos. função gratificada. Estadual ou Municipal.com 77 Parágrafo único – Aplica-se. . e no § 4º. § 1º . funções de qualquer modalidade ou empregos no Poder Público Federal. * Vide artigo 37. ou ao contrato para prestação de serviços técnicos ou especializados. Art. se não cessadas as causas determinantes de sua aposentadoria. exceto a de: * Vide artigo 37. do artigo 10. aos servidores contratados quando no exercício de função gratificada.A acumulação. nem exercer mais de uma função gratificada. e aos estagiários a que se refere o § 1º. § 10 da Constituição Federal e artigo 36 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. bem quanto à participação em órgão de deliberação coletiva. I – um cargo de juiz com outro de magistério superior. inclusive em sociedade de economia mista e empresas públicas. Parágrafo único – Exceto quanto ao exercício de mandato eletivo. § 2º . 272 – O funcionário não poderá participar de mais de um órgão de deliberação coletiva. único. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. nos artigos 23 e 24.A supressão do pagamento relativo a um dos cargos. o estabelecido nos incisos I e VI. salvo nas hipóteses previstas no § 1º do artigo 10. 273 – Fica excluído da proibição de acumular provento o aposentado quanto ao exercício de mandato eletivo. seja qual for a natureza desta. III – um cargo de professor com outro técnico ou científico IV – dois cargos privativos de médico. * Vide artigo 35 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. com direito à remuneração. em qualquer dos casos. * Vide artigo 37.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 271 – É vedada a acumulação remunerada de cargos e funções públicas. só é permitida quando haja correlação de matérias e compatibilidade de horários. XVII da Constituição Federal. I da Constituição Federal II – dois cargos de professor. Art. ainda. XVI da Constituição Federal e artigo 34 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 3º . funções ou empregos referidos no parágrafo anterior. cargo em comissão. do artigo 266. da Administração Centralizada ou Autárquica.

cujo ensino ou aplicação constitua atribuição principal dos cargos acumuláveis. IV – de proventos resultantes de cargos legalmente acumuláveis. o cargo de direção privativo de professor. Art. regulamentares ou regimentais do cargo. privativo de ocupante de cargo técnico ou científico. 278 – A correlação de matéria pressupõe a existência de relação íntima e recíproca entre os conhecimentos específicos. 277 – A simples denominação de “técnico” ou “científico” não caracteriza como tal o cargo que não satisfizer às condições dos artigos 275 e 276. funções ou empregos referidos no § 2º do artigo 271.claudetepessoa. Art. XVI. da Constituição Federal. com vencimento ou salário. com provento de disponibilidade. como técnico ou científico: 1) o cargo para cujo exercício seja exigida habilitação em curso legalmente classificado como técnico. XVI. Art. a percepção: I – conjunta. V – de provento. XVII da Constituição Federal. no caso de cargo técnico ou científico. para efeito de reconhecimento de seu caráter técnico ou científico. 280 – A compatibilidade de horários será reconhecida quando houver possibilidade do exercício dos dois cargos. a expressão “cargo” compreende os cargos. de sorte que o exercício simultâneo favoreça o melhor desempenho de ambos os cargos. de segundo grau ou de nível superior de ensino. Parágrafo único – Tal relação não se haverá por presumida. aposentadoria. serão consideradas na forma do parágrafo único do artigo 278. 276 – Cargo de Professor é o que tem como atribuição principal e permanente lecionar em qualquer grau ou ramo de ensino legalmente previsto. mas terá de ficar provada mediante consulta a dados objetivos. com vencimento nos casos de acumulação legal. Art. jubilação ou reforma.com 78 Art. nem está sujeita a quaisquer limites. 275 – Cargo técnico ou científico é aquele para cujo exercício seja indispensável e predominante a aplicação de conhecimento científico ou artístico de nível superior de ensino.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 274 – Não se compreende na proibição de acumular. de pensões civis ou militares. III – de pensões. Art. Art. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalhos determinado para cada um. Parágrafo único – Considera-se. tais como os programas de ensino. e as atribuições legais. 2) o cargo de direção. 279 – Para os efeitos deste Capítulo. Parágrafo único – Inclui-se. II – de pensões. Parágrafo único – As atribuições do cargo. * Vide artigo 37. também. “b” da Constituição Federal. para efeito de acumulação. no caso de professor. em horários diversos. . * Vide artigo 37. * Vide artigo 37. também.

em processo administrativo disciplinar.O tempo de serviço. observado sempre o disposto no artigo anterior. ensejando. ressalvado o caso de ocorrer também sua extinção. o funcionário restituirá o que houver percebido desde a acumulação ilegal. do artigo 15. levar-se-á em conta a necessidade de tempo para a locomoção entre um e outro. a restituir o que tiver recebido indevidamente. ou provento. que fará a apreciação de sua legalidade. 284 – As acumulações serão objeto de estudo e parecer individuais por parte do órgão estadual para esse fim criado. o funcionário optará por um dos cargos. § 2º . § 1º . além de perder ambos os cargos. ainda. bem como quaisquer direitos ou vantagens adquiridos em função de determinada situação jurídica. 281 – O funcionário que ocupe dois cargos em regime de acumulação legal poderá ser investido em cargo em comissão. § 2º . § 1º . salvo se extinto seu fato gerador. a suspensão do pagamento do respectivo vencimento e vantagens.Na hipótese do parágrafo anterior. restituirá o que tiver percebido indevidamente pelo exercício do cargo que gerou a acumulação. seja observado o disposto neste artigo.claudetepessoa. Art. in fine. § 2º . § 3º . obrigado. sem obrigação de restituir. ainda que ocorra a hipótese de estar dela legalmente afastado.com 79 § 1º . Art. Art.Provada a má fé. * Vide artigo 37 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. desde que.Se computados na hipótese do parágrafo anterior. em determinada situação. e provada a boa fé.Ocorrendo a hipótese. 282 – Verificada. . de logo. 283 – A inexatidão das declarações feitas pelo funcionário no cumprimento da exigência constante do inciso IV. são insuscetíveis de serem computados ou usufruídos em outras. constituirá presunção de má fé. a ela ficarão indissoluvelmente ligados. este sofrerá a cassação de sua aposentadoria ou disponibilidade. em relação ao outro cargo. ainda que um dos cargos integre os quadros de outra esfera de poder. Art.A verificação dessa compatibilidade far-se-á tendo em vista o horário do servidor na unidade administrativa em que estiver lotado. o ato de provimento do funcionário mencionará em qual das duas condições funcionais está sendo nomeado para que. se o cargo gerador da acumulação proibida for de outra esfera de Poder Público. a acumulação proibida. com relação a um deles. continue no exercício de suas atribuições. § 3º .Apurada a má fé do inativo.No caso de cargos a serem exercidos no mesmo local ou em municípios diferentes.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.

administração. II – retirar. IV – discrição. permissionária ou concessionária de serviço público. 285 – São deveres do funcionário: * Vide artigo 39 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. II – pontualidade. VI – lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas a que servir. IX – levar ao conhecimento de autoridade superior irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função. de empresa ou sociedade: 1) contratante. III – valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. gerência. 3) de consultoria técnica que execute projetos e estudos. com o fim de criar direito ou obrigação. 286 – Ao funcionário é proibido: * Vide artigo 40 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. IV – coagir ou aliciar subordinados com objetivo de natureza partidária. pela imprensa ou qualquer outro órgão de divulgação pública. V – boa conduta. . modificar ou substituir livro ou documento de órgão estadual. em trabalho assinado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. criticá-los.com 80 CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. em informação. XI – providenciar para que esteja sempre em ordem. VIII – observância às ordens superiores. XIII – guardar sigilo sobre a documentação e os assuntos de natureza reservada de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função. a qualquer órgão estadual. I – assiduidade. ou de alterar a verdade dos fatos. ou censurá-los. bem como apresentar documento falso com a mesma finalidade. XII – atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões para defesa de direito. para órgãos públicos. conselho técnico ou administrativo.claudetepessoa. CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. V – participar de diretoria. porém. exceto quando manifestamente ilegais. no assentamento individual. do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço. XIV – submeter-se à inspeção médica determinada por autoridade competente. parecer ou despacho. III – urbanidade. podendo. VII – observância das normas legais e regulamentares. 2) fornecedora de equipamento ou material de qualquer natureza ou espécie. às autoridades e atos da Administração Pública. sua declaração de família. X – zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. I – referir-se de modo depreciativo. inclusive de viabilidade. salvo justa causa.

salvo quando se tratar de percepção de vencimento. o prejuízo causado à Fazenda estadual. VIII – exigir. poderá ser ressarcido mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte do vencimento ou remuneração. em qualquer de suas formas.claudetepessoa. consangüíneo ou afim. ou continuar a exercê-lo.Tratando-se de dano causado a terceiros. VII – pleitear. nos locais e horas de trabalho. * Vide artigo 21. § 1º . a palestras. policial ou administrativo. XVI – deixar de prestar declaração em processo administrativo disciplinar. o funcionário responde civil. in fine. XII – deixar de comparecer ao trabalho sem causa justificada. * Vide artigo 41 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 43 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.Ressalvado o disposto no artigo 148. X – cometer à pessoa estranha ao serviço do Estado. como procurador ou intermediário. . ou aceitar promessa de tais vantagens. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial. IX – revelar fato ou informação de natureza sigilosa. 288 – A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Estadual ou de terceiros. quando regularmente intimado. Art. inclusive ao trato de interesses de natureza particular. de que tenha ciência em razão do cargo ou função. sabendo-o indevidamente. no que exceder os limites da fiança. XIV – retirar objetos de órgãos estaduais. provento ou vantagem de parente. o desempenho de encargo que lhe competir ou a seus subordinados. à falta de outros bens que respondam pela indenização. salvo nos casos previstos em lei. penal e administrativamente. § 2º . até o segundo grau civil. solicitar ou receber propinas. XI – dedicar-se.com 81 VI – praticar a usura. deste Regulamento. leituras ou quaisquer outras atividades estranhas ao serviço. salvo quando autorizado por escrito pela autoridade competente. responderá o funcionário perante a Fazenda Estadual em ação regressiva proposta depois de transitar em julgado a decisão que houver condenado a Fazenda a indenizar o terceiro prejudicado. no âmbito do serviço público. junto aos órgãos estaduais. remuneração. XVII – exercer cargo ou função pública antes de atendidos os requisitos legais. Art. 287 – Pelo exercício irregular de suas atribuições. 289 – A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao funcionário nessa qualidade. XIII – empregar material ou quaisquer bens do Estado em serviço particular. CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art. presentes ou vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função. comissões.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. XV – fazer cobranças ou despesas em desacordo com o estabelecido na legislação fiscal e financeira. * Vide artigo 42 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.

penal e administrativa. * Vide artigo 45 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. III – reincidência em falta já punida com repreensão. jubilação e disponibilidade.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ou fora dele. 293 – Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração. Art. II – desrespeito a proibições que. falta disciplinar. III – suspensão. a ação disciplinar ulterior à absolvição no juízo penal. quando comprometedores da dignidade e do decoro da função pública. 295 – A pena de repreensão será aplicada por escrito em casos de desobediência ou falta de cumprimento dos deveres. VII – cassação de aposentadoria. Parágrafo único – Só é admissível. Art. não ensejarem pena de demissão. * Vide artigo 49 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. VI – multa. bem como de reincidência específica em transgressão punível com pena de advertência. Art.claudetepessoa. * Vide artigo 48 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. a falta de cumprimento dos deveres será punida com pena de suspensão. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art. I – falta grave. residualmente. persista. penais e disciplinares poderão cumular-se. 294 – A pena de advertência será aplicada verbalmente em casos de negligência e comunicada ao órgão de pessoal. Art. Parágrafo único – As penas impostas ao funcionário serão registradas em seus assentamentos. bem assim as instâncias civil. 291 – As cominações civis. II – repreensão. 296 – A pena de suspensão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 50 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. embora afastada a qualificação do fato com crime. pela sua natureza. 290 – A responsabilidade administrativa resulta de atos praticados ou omissões ocorridas no desempenho do cargo ou função.com 82 Art. os danos que dela provierem para o serviço público e os antecedentes funcionais do servidor. 292 – São penas disciplinares: * Vide artigo 46 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. porém. I – advertência. Art. * Vide artigo 47 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 44 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. V – destituição de função. sendo umas e outras independentes entre si. Parágrafo único – Havendo dolo ou má fé. VI – demissão. . quando.

também. contra funcionário ou particular. e se comprovada má fé. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. § 1º . caso em que as faltas serão justificadas apenas para fins disciplinares.Caso o Secretário de Estado de Administração. . durante o período de 12 (doze) meses.Quando houver conveniência para o serviço. II – incontinência pública e escandalosa ou prática de jogos proibidos. 286. habitual ou em serviço.claudetepessoa. pelos elementos de comprovação de que dispuser. ocupante de cargo efetivo. IV – ofensa física. em serviço.A pena de suspensão não poderá exceder a 180 (cento e oitenta) dias. * Vide artigo 51 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 298 – A pena de demissão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 52 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.com 83 § 1º . § 2º . a pena de suspensão. com caráter de habitualidade. interpoladamente. por iniciativa do chefe imediato do funcionário. por 20 (vinte) dias.O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo. justificará as faltas apenas para fins disciplinares. IX – desídia no cumprimento dos deveres. sem causa justificada. poderá ser convertida em multa. § 3º . a que assim for considerada após a devida comprovação em processo administrativo disciplinar.Considera-se abandono de cargo a ausência ao serviço. quando de natureza grave. o funcionário a permanecer no serviço durante o número de horas de trabalho normal. independentemente de instauração de processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 84. VI – ausência ao serviço. entenda haver ocorrido justa causa para a ausência do servidor. * Incluído pelo Decreto 15285/90. obrigado. * Redação dada pela Lei Complementar 85/96. Parágrafo único – O disposto neste artigo não impede a aplicação da pena disciplinar cabível quando o destituído for. V – abandono de cargo. deste Regulamento. I – falta relacionada no art. * Redação dada pela Lei Complementar 85/96. com justa causa. no desempenho dos encargos de sua competência. sem justa causa. VII – insubordinação grave em serviço. § 3º. 297 – A destituição de função dar-se-á quando verificada falta de exação no cumprimento do dever.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. salvo em legítima defesa. Art. a juízo da autoridade competente. nesse caso. Art. § 2º . por 10 (dez) dias consecutivos. III – embriaguez. § 3º . VIII – ineficiência comprovada.Entender-se-á por ausência ao serviço.

suspensão até 30 (trinta) dias e multa correspondente.claudetepessoa. * Vide artigo 53 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. jubilação ou de disponibilidade será aplicada se ficar provado. Art. nos casos de penas de advertência. 301 – A pena de cassação de aposentadoria. * Renumerado pelo Decreto 15285/90. * Vide artigo 45. § 5º . incorrer na pena acessória de perda da função pública. * Vide artigo 8º. Art. Parágrafo único – Será cassada a disponibilidade do funcionário que não assumir.A aplicação da pena de destituição de função caberá à autoridade que houver feito a designação do funcionário. deste Regulamento. privativamente. Art.A demissão aplicada nas hipóteses previstas nos incisos I a IX. ou. cargo ou função pública. III – os dirigentes de unidades administrativas em geral. § 2º . * Vide artigo 54 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. nos termos da lei penal. em qualquer caso e. III – perdeu a nacionalidade brasileira. 299 – O ato de demissão mencionará sempre a causa da penalidade. sempre que a pena decorrer de processo administrativo disciplinar. . da ação disciplinar que couber. exceto nos de competência privativa do Governador. sem prejuízo. 302 – São competentes para aplicação de penas disciplinares: * Vide artigo 56 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. for de declarada extinta a igualdade de direitos e obrigações civis e do gozo de direitos políticos. se português. II – os Secretários de Estado e demais titulares de órgãos diretamente subordinados ao Governador em todos os casos.com 84 § 4º . I – praticou. quando estas tiverem uma configuração penal típica. que o aposentado ou disponível: * Vide artigo 55 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. repreensão. a competência para decidir e para aplicá-la é do Secretário de Estado de Administração. * Renumerado pelo Decreto 15285/90. § 1º . § 3º. quando ainda no exercício do cargo. se e quando o pronunciamento da Justiça for favorável ao indiciado. porém. I. deste Regulamento. I – O Governador.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. cassação de aposentadoria.Nos casos dos incisos II e III. ilegalmente. 300 – Conforme a gravidade da falta. jubilação ou disponibilidade. será cancelada e o funcionário reintegrado administrativamente. o exercício do cargo ou função em que for aproveitado. a demissão poderá ser aplicada com a nota “a bem do serviço público”. II – aceitou. ainda. demitido o funcionário que. em processo administrativo disciplinar. Art. provada a má fé.Será. nos casos de demissão. no prazo legal. falta suscetível de determinar demissão. na forma do parágrafo único do artigo 291.

jubilação ou disponibilidade. * Vide artigo 5º. 303 – Prescreverá: * Vide artigo 57 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública. e interrompe-se pela abertura de processo administrativo disciplinar. 306 – A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover-lhe a apuração imediata. 304 – Poder disciplinar é a faculdade conferida ao Administrador Público com o objetivo de possibilitar a prevenção e repressão de infrações funcionais de seus subordinados. desvio ou omissão em efetuar as entradas.claudetepessoa. Art. LXI da Constituição Federal. Art. 305 – Constitui infração disciplinar toda ação ou omissão do funcionário capaz de comprometer a dignidade e o decoro da função pública. fundamentalmente e por escrito. § 2º . II – em 5 (cinco) anos. * Vide artigo 38 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. no âmbito interno da Administração.A autoridade que ordenar a prisão comunicará imediatamente o fato à autoridade . ou do seu conhecimento. CAPÍTULO II DA PRISÃO ADMINISTRATIVA E DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. de dinheiro ou valores pertencentes à Fazenda Estadual ou que se acharem sob a guarda desta. nos devidos prazos.com 85 Art. a falta sujeita: 1) à pena de demissão ou destituição de função.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. I – em 2 (dois) anos. 307 – Cabe aos Secretários de Estado e demais dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao Governador ordenar.A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este. TÍTULO IX DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR E DA SUA REVISÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. * Vide artigo 61 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.O curso da prescrição começa a fluir da data do evento punível disciplinarmente. § 1º . a falta sujeita às penas de advertência. § 1º . a prisão administrativa do funcionário responsável pelo alcance. ferir a disciplina e a hierarquia. repreensão. por meios sumários ou mediante processo administrativo disciplinar. multa ou suspensão. 2) à cassação da aposentadoria.

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86 judiciária competente e providenciará no sentido de ser realizado, com urgência, o processo de tomada de contas. § 2º - A prisão administrativa, que será cumprida em estabelecimento especial e não excederá de 90 (noventa) dias, será relaxada tão logo seja efetuada a reposição do quantum relativo ao alcance ou desfalque. § 3º - Não se ordenará a prisão administrativa quando o valor da fiança seja suficiente para garantir o ressarcimento de prejuízo causado à Fazenda Estadual, ou quando o responsável pela malversação, alcance ou desfalque haja oferecido as necessárias garantias de indenização. Art. 308 – A suspensão preventiva até 30 (trinta) dias será ordenada pelas autoridades mencionadas no artigo 308, desde que o afastamento do funcionário seja necessário para que este não venha a influir na apuração da falta. * Vide artigo 59 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º - A suspensão de que trata este artigo poderá, ainda, ser ordenada pelo Secretário de Estado de Administração, no ato de instauração de processo administrativo disciplinar, e estendida até 90 (noventa) dias, findos os quais cessarão automaticamente os efeitos da mesma, ainda que o processo não esteja concluído. * Vide artigo 59, § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º - O funcionário suspenso preventivamente poderá ser administrativamente preso. § 3º - Não estando preso administrativamente, o funcionário que responder por malversação ou alcance de dinheiro ou valores públicos será sempre suspenso preventivamente, e seu afastamento se prolongará até a decisão final do processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 59, § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 309 – A prisão administrativa e a suspensão preventiva são medidas acautelatórias e não constituem pena. * Vide artigo 60 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 310 – O funcionário, afastado em decorrência das medidas acautelatórias referidas no artigo anterior, terá direito: I – à contagem de tempo de serviço relativo ao afastamento, desde que reconhecida sua inocência afinal; II – à contagem do tempo de serviço relativo à suspensão preventiva, se do processo resultar pena disciplinar de advertência ou repreensão; III – à contagem do período de afastamento que exceder do prazo da suspensão disciplinar aplicada. § 1º - O cômputo do tempo de serviço nos termos deste artigo implica o direito à percepção do vencimento e vantagens no período correspondente.

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87 § 2º - Será computado na duração da pena ou suspensão disciplinar imposta o período de afastamento decorrente de medida acautelatória. § 3º - Ocorrendo a hipótese do parágrafo anterior, o funcionário restituirá, na proporção do que houver recebido, o vencimento e vantagens percebidos na forma do disposto no inciso I, do artigo 145.

CAPÍTULO III DA APURAÇÃO SUMÁRIA DE IRREGULARIDADE Art. 311 – A apuração sumária por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito determinado para o processo administrativo disciplinar, constituindo-se em simples averiguação. Parágrafo único – A critério da autoridade que a instaurar, e segundo a importância maior ou menor do evento, a sindicância poderá ser realizada por um único funcionário ou por uma Comissão de 3 (três) servidores, preferivelmente efetivos. Art. 312 – A instauração de sindicância não impede a adoção imediata, através de comunicação à autoridade competente, das medidas acautelatórias previstas no Capítulo II, deste Título. Art. 313 – Se, no curso da apuração sumária, ficar evidenciada falta punível com pena superior à de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, ou multa correspondente, o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato que solicitará, pelos canais competentes, a instauração de processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 63 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 314 – São competentes para determinar a apuração sumária de irregularidades, ocorridas no serviço público do Estado, os dirigentes de unidades administrativas até o nível de Chefe de Seção. § 1º - Se o fato envolver a pessoa do chefe da unidade administrativa, a abertura de sindicância caberá ao superior hierárquico imediato. § 2º - Em qualquer caso, a designação será feita por escrito. Art. 315 – O sindicante deverá colher todas as informações necessárias, ouvindo o denunciante, à autoridade que ordenou a sindicância, quando conveniente; o suspeito, se houver; os servidores e os estranhos eventualmente relacionados com o fato, bem como procedendo à juntada do expediente de instauração da sindicância e de quaisquer documentos capazes de bem esclarecer o ocorrido. Art. 316 – Por se tratar de apuração sumária, as declarações do servidor suspeito serão recebidas também como defesa, dispensada a citação para tal fim, assegurada, porém, a juntada pelo mesmo, no prazo de 5 (cinco) dias, de quaisquer documentos que considere úteis.

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88 Art. 317 – A sindicância não poderá exceder o prazo de 30 (trinta) dias, prorrogável uma única vez até 8 (oito) dias em caso de força maior, mediante justificativa à autoridade que houver determinado a sindicância. Art. 318 – Comprovada a existência ou inexistência de irregularidades deverá ser, de imediato, apresentado relatório de caráter expositivo, contendo, exclusivamente, de modo claro e ordenado, os elementos fáticos colhidos ao curso da sindicância, abstendose o relator de quaisquer observações ou conclusões de cunho jurídico, deixando à autoridade competente a capitulação das eventuais transgressões disciplinares verificadas. Art. 319 – O relatório a que se refere o artigo anterior será encaminhado à Assessoria Jurídica vinculada à autoridade que houver promovido a sindicância, a qual proporá imediatamente: * Redação dada pelo Decreto 15285/90. a) arquivamento da sindicância, no caso de verificação de inexistência de irregularidades ou de identificação de autoria; b) Aplicação das penas de advertência, repreensão e suspensão de até trinta dias e multa correspondente; c) Encaminhamento do expediente à Secretaria de Estado de Administração, no caso de entender cabível pena superior a trinta dias de suspensão. CAPÍTULO IV DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR Art. 320 – O processo administrativo disciplinar precederá sempre a aplicação das penas de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, destituição de função, demissão, cassação de aposentadoria, jubilação ou disponibilidade. * Vide artigo 64 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 321 – A determinação de instauração do processo administrativo disciplinar é da competência do Secretário de Estado de Administração, inclusive em relação a servidores autárquicos. Parágrafo único – Excetua-se desta norma a instauração de processo disciplinar para apuração de ilícitos administrativos, cuja competência esteja atribuída por legislação específica a outra autoridade. * Vide artigo 65 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 322 – Promoverá o processo uma das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo da Secretaria de Estado de Administração. * Vide artigo 66 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – Não se aplica a regra estabelecida neste artigo aos casos previstos no parágrafo único do artigo anterior. Art. 323 – Se, de imediato ou no curso do processo administrativo disciplinar, ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime, a autoridade instauradora ou o Presidente da Comissão a comunicará ao Ministério Público.

* Vide artigo 67 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.Aplicam-se estas disposições às Empresas Públicas. direta ou indireta.claudetepessoa. direto ou indireto. quando se tratar de servidor do quadro permanente da administração estadual. devidamente justificada. Art. a juízo do Secretário de Estado de Administração. devendo comunicar no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a impossibilidade do atendimento no prazo estabelecido. ou com abuso de poder. as solicitações das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo. em responsabilidade administrativa dos membros da Comissão. § 2º . a expressão Comissão de Inquérito – Urgente – Sujeito a Prazo. no prazo máximo de sete dias. Art. contados da data em que os autos chegarem à Comissão prorrogáveis sucessivamente por períodos de 30 (trinta) dias. § 1º . § 3º . no todo ou em parte. quando não se tratar de sobrestamento. conforme o caso. à destituição do cargo em comissão ou função gratificada do titular do órgão solicitado. inclusive requisições de Técnicos e Peritos.O sobrestamento do processo administrativo disciplinar só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento. em letras vermelhas. porém. § 2º . até o máximo de 3 (três). Parágrafo único – A autoridade julgadora não ficará adstrita ao laudo. 325 – Os órgãos estaduais atenderão. * Vide artigo 68 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.Nos expedientes de solicitações de que trata este artigo.A não observância desses prazos não acarretará nulidade do processo. § 1º . nos termos da legislação pertinente. Sociedades de Economia Mista e Fundações mantidas pelo Estado do Rio de Janeiro.As solicitações e respectivas respostas não estão sujeitas a autuações e serão encaminhadas diretamente aos órgãos envolvidos. 327 – Quando a infração deixar vestígio. 324 – O processo administrativo disciplinar deverá estar concluído no prazo de 90 (noventa) dias. § 4º . constará. Art.A inobservância do disposto acima dará lugar. podendo aceitálo ou rejeitá-lo. não podendo supri-lo a confissão do acusado. .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o sigilo necessário à elucidação do fato ou o exigido pelo interesse da Administração.com 89 Parágrafo único – Quando a autoridade policial tiver conhecimento de crime praticado por funcionário público com violação de dever inerente ao cargo. importando. no processo administrativo disciplinar. à aplicação da pena disciplinar cabível. * Vide artigo 69 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. ou. em caso de força maior e a juízo do Secretário de Estado de Administração. fará comunicação do fato à autoridade administrativa competente para a instauração do processo disciplinar cabível. 326 – A Comissão assegurará. será indispensável o exame pericial.

não poderá abandonar o processo senão por motivo imperioso. * Vide artigo 72 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. nas inquirições. Art. 332 – Em caso de revelia. um funcionário efetivo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. sempre que divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias relevantes.A falta de comparecimento do defensor.claudetepessoa. será citado por edital. ainda que provisoriamente ou para só o efeito do ato. se assim o quiser. sendo-lhe facultada vista do processo. . 328 – A acareação será admitida entre acusados. será feita.Havendo dois ou mais indiciados. na hipótese da parte final do caput do artigo anterior. § 2º . 329 – Ultimada a instrução. para que expliquem os pontos de divergência. no prazo de 3 (três) dias. devendo o Presidente da Comissão designar substituto. bacharel em Direito. o acusado será sempre intimado. de ofício. o Presidente da Comissão designará. para defender o indiciado.Estando o indiciado em lugar incerto. se o acusado o indicar por ocasião do interrogatório. formular perguntas e reinquirir testemunhas. * Vide artigo 70 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º . contando-se o prazo de 10 (dez) dias para a defesa da última publicação. * Vide artigo 71 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 331 – Sempre que o acusado requeira. 330 – Nenhum acusado será julgado sem defesa. Art. § 1º . entre acusados e testemunhas e entre testemunhas. nomear outro de sua confiança ou a si mesmo. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. reduzindo-se a termo o ato de acareação. quando designado pelo Presidente da Comissão. durante todo esse período. § 1º . e fazer juntada de documentos em qualquer fase do processo. ainda que motivada. 333 – Para assistir pessoalmente aos atos processuais. Art. § 3º . publicado 3 (três) vezes no órgão oficial de imprensa durante 15 (quinze) dias.com 90 Art. não determinará o adiantamento de ato algum do processo. será designado pelo Presidente da Comissão um funcionário estável. Art. para promover-lhe a defesa. Art. sob pena de responsabilidade. na sede da Comissão. Parágrafo único – Os acareados serão reperguntados.O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. ressalvado o seu direito de. levantar contradita. bacharel em Direito. a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de 10 (dez) dias. para diligências consideradas imprescindíveis. fazendo-se acompanhar de defensor. nas perícias apresentar assistente e formular quesitos cujas respostas integrarão o laudo. a todo tempo. e poderá.O defensor do acusado. Parágrafo único – A constituição de defensor independerá de instrumento de mandato. que poderá ser produzida em causa própria.

§ 1º . ou o submeterá. as disposições legais que entender transgredidas e a pena que julgar cabível.As diligências determinadas na forma do parágrafo anterior serão cumpridas no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Art. os autos retornarão à Comissão para cumprimento das diligências expressamente determinadas e consideradas indispensáveis à decisão da autoridade julgadora. nessa fase. não ficando. Art. Art. Parágrafo único – A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela Comissão. contados da data de sua designação. concluindo pela inocência ou responsabilidade do indiciado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide artigo 75 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.O prazo para apresentação da defesa pelo acusado começará a correr da última publicação do edital no órgão oficial. a Comissão remeterá o processo à autoridade competente. no prazo de 8 (oito) dias. o assistente divergir dos resultados. § 2º . a Comissão iniciará seu trabalho fazendo publicar. nas perícias. * Vide artigo 73 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. no último caso. § 3º .Verificado o caso tratado neste artigo. que se desincumbirá do encargo no prazo de 15 (quinze) dias. § 1º . 339 – Em caso de abandono de cargo ou função. vinculada às conclusões do relatório.com 91 Parágrafo único – Se. Parágrafo único – Não se deferirá. § 2º . que. 338 – Quando a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente. o funcionário intimado a prestar declarações à Comissão poderá fazer-se acompanhar de advogado. entretanto. determinará o reexame do processo. o prazo de julgamento será contado da data do novo recebimento do processo. 337 – Recebido o processo. Art. Art. no prazo máximo de 20 (vinte) dias. para que julgue nos 20 (vinte) dias seguintes ao seu recebimento. * Vide artigo 74 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 336 – Concluída a defesa.claudetepessoa. 334 – No interrogatório do acusado. poderá oferecer observações escritas que serão examinadas no relatório final e na decisão. o Secretário de Estado de Administração proferirá a decisão no prazo de 20 (vinte) dias. todavia.Findo o prazo do parágrafo anterior e não havendo manifestação do faltoso. ao Governador. seu defensor não poderá intervir de qualquer modo nas perguntas e nas respostas. por 3 (três) vezes. com relatório onde será exposta a matéria de fato e de direito. serlhe-á designado pelo Presidente da Comissão defensor. edital de chamada do acusado. indicando. 335 – Antes de indiciado. .Na hipótese do artigo. observará o disposto no artigo anterior. Art. qualquer diligência requerida.

restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos. concluídas as quais se renovará o prazo. Art. Art. Art. 342 – O funcionário só poderá ser exonerado a pedido após a conclusão do processo administrativo disciplinar a que responder e do qual não resultar pena de demissão. * Vide artigo 81 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 80 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. o processo será encaminhado à Comissão Revisora. único do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. conforme o caso. comprobatórios da inocência do funcionário punido. Parágrafo único – Tratando-se de funcionário falecido. 349 – Julgada procedente a revisão. * Vide artigo 77 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 346 – O requerimento devidamente instruído será encaminhado ao Governador que decidirá sobre o pedido.com 92 Art. * Vide artigo 78 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. no prazo de 30 (trinta) dias.claudetepessoa. podendo. antes. 340 – A Comissão. desaparecido ou incapacitado de requerer. * Vide artigo 76 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. no que couber. prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias. p. 344 – A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário. a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa. propondo o arquivamento do processo ou a expedição do ato de demissão. e não colidir com as deste. que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias. 348 – O julgamento caberá ao Governador.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Parágrafo único – No desenvolvimento de seus trabalhos a Comissão Revisora observará as disposições do Capítulo anterior. será tornada sem efeito a pena imposta. . Art. Art. Art. a juízo do Secretário de Estado de Administração. Art. quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos. fará a sua apreciação sobre as alegações e encaminhará relatório à autoridade instauradora. * Vide artigo 81. o Secretário de Estado de Administração determinar diligências. as disposições deste Capítulo. no que couber. 341 – O processo administrativo disciplinar de abandono de cargo observará. 343 – Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar. 347 – Autorizada a revisão. Art. 345 – Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade. recebendo a defesa. * Vide artigo 79 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. CAPÍTULO V DA REVISÃO Art.

Art. Art. quando. 357 – Por motivo de convicção filosófica. vivam a suas expensas e constem do seu assentamento individual. Art.claudetepessoa. Art. 353 – Os prazos previstos neste Regulamento serão contados por dias corridos. consideram-se pertencentes à família do funcionário. exceder de 2 (dois) o seu número. quaisquer pessoas que. o Estado promoverá o treinamento necessário. nenhum servidor poderá ser privado de qualquer de seus direitos. 355 – A função de jornalista profissional é compatível com a de servidor público. ressalvado o caso de acumulação legal. ou por qualquer motivo não houver ou for suspenso o expediente nas repartições públicas. além do cônjuge e filhos. não estiver definido de forma diversa. Domingo.com 93 * Vide artigo 82 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 351 – O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público do Estado. 358 – Com a finalidade de elevar a produtividade dos servidores e ajustá-los às suas tarefas e ao seu meio de trabalho. Art. salvo em funções de confiança ou livre escolha. nem sofrer alteração em sua atividade funcional. 350 – O Secretário de Estado de Administração expedirá os atos complementares de natureza procedimental necessários à plena execução das disposições do presente Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 2) Excluir-se-á o dia do começo e incluir-se-á o do vencimento. VIII da Constituição Federal. * Vide artigo 5º. * Vide artigo 87 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. por força do regime especial a que se achem sujeitos. 354 – É vedado ao funcionário e ao contratado servir sob a direção imediata do cônjuge ou parente até o segundo grau. quando incidir em Sábado. Art. prorrogando-se este para o primeiro dia útil seguinte. Art. religiosa ou política. feriado ou ponto facultativo. 352 – Quando. fizerem jus a direitos e vantagens com a mesma finalidade. na forma de regulamentação própria. TÍTULO X DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. neste caso. Parágrafo único – Na contagem dos prazos observar-se-á ainda: 1) Os prazos dependentes de publicação serão dilatados de tantos dias quantos forem os relativos ao atraso na circulação do órgão oficial. 356 – Aos servidores do Estado regidos por legislação especial não se reconhecerão direitos nem se deferirão vantagens pecuniárias previstos neste regulamento. . não podendo. necessária e comprovadamente. para efeitos específicos. desde que este não exerça aquela atividade no órgão onde trabalha e não incida em acumulação ilegal.

no que lhes for aplicável. 359 – Mediante seleção e concurso adequados. carteira de identificação funcional.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. deixar de atender a qualquer exigência para cujo cumprimento seja assinado prazo certo. pela natureza da atividade exercida. 362 – É vedada a prestação de serviços gratuitos. sem prejuízo das sanções disciplinares cabíveis. Art. neste Regulamento. deva obedecer o modelo próprio. integrarse-ão. Parágrafo único – Aos servidores admitidos na forma deste artigo. gratuita e obrigatoriamente. Art. 360 – O funcionário que. inclusive os portadores de cegueira parcial ou total. 363 – Este Regulamento é extensivo.claudetepessoa. que surtirão apenas efeito honorífico. poderão ser admitidos servidores de capacidade física reduzida. deste Regulamento. salvo os excepcionalmente prestados. deste Regulamento. salvo quando.com 94 * Vide artigo 172. * Vide artigos 6º e 49. Parágrafo único – A carteira a que se refere este artigo será padronizada para todos os funcionários do Estado. sem justa causa. terá suspenso o pagamento do vencimento e vantagens. aos funcionários das autarquias estaduais. bem como do Plano de Vencimentos que lhe corresponde. não se concederão quaisquer benefícios. para todos os efeitos. direitos ou vantagens em razão da deficiência física já existente ao tempo de sua admissão. 361 – Ao funcionário será fornecida. lavrado para cumprimento ao artigo 18 da Lei Complementar nº 20. * Vide artigo 37. VIII da Constituição Federal. de 1º de julho de 1974. Art. Art. . segundo modelo a ser aprovado pelo Secretário de Estado de Administração. 364 – As disposições regulamentares de natureza estatutária que decorrerem do Plano de Cargos. Art. para cargos ou empregos especificados em lei. Art. até que satisfaça essa exigência.

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