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Seu coração, sua personalidade

Pesquisadores identificam assinatura cardíaca da


personalidade emocional

Roberto Lent
Professor de Neurociência
Instituto de Ciências Biomédicas
Universidade Federal do Rio de Janeiro
27/06/2008

Nas artes, o coração é freqüentemente associado às emoções


humanas, como no quadro acima – Ela tinha um coração!
(Anatomia do coração), pintado pelo espanhol Enrique Simonet y
Lombardo (1863-1927).

Sabem por que os antigos egípcios retiravam o cérebro dos corpos


que iam mumificar, mas mantinham o coração? Porque
consideravam que estaria neste órgão quente, vermelho e pulsátil a
nossa alma – razão e emoção – e não na massa fria,
esbranquiçada e gelatinosa que compõe o cérebro.

Lentamente, ao longo da história, o cérebro foi adquirindo o status


de sede das nossas mais complexas capacidades cognitivas e
emocionais, e o coração – com todo respeito – se resumiu a uma
bomba distribuidora de sangue aos órgãos e tecidos.

Mas a ciência nos surpreende diariamente, com suas descobertas e


revoluções que às vezes viram de ponta-cabeça as idéias
estabelecidas e consolidadas. Foi o que se deu com o estudo das
emoções nas últimas décadas. Firmou-se a idéia de que a mente –
baseada no cérebro – compõe um conjunto de funções inseparáveis
e densamente articuladas com o restante do corpo.

O psicólogo americano William James (1842-1910) propôs,


pioneiramente, que as emoções que sentimos diante de certos
acontecimentos da vida são conseqüência das alterações corporais
que eles provocam. Em outras palavras: não choramos porque
ficamos tristes, ficamos tristes porque choramos. Parece estranho,
não é? Apesar disso, a neurociência das emoções tem fornecido
evidências experimentais de que esse estranho conceito pode ser
verdadeiro.

O estreito vínculo entre a mente e o corpo, mais especificamente


entre o cérebro e o coração, foi objeto de um estudo de grande
relevância liderado por Stefan Koelsch, do Instituto Max Planck de
Ciências Cerebrais e Cognitivas, na Alemanha. O grupo se propôs a
analisar a personalidade emocional das pessoas e topou com a
surpreendente revelação de que ela está “impressa” no coração.

Personalidade emocional

Como você é? Emociona-se


facilmente com uma música triste?
Uma final de campeonato? A
formatura de um filho ou irmão? Ou
é do tipo mais controlado, que
encara mais friamente esses
eventos cotidianos? De um modo ou
de outro, cada um tem a sua
Traçado de personalidade emocional, e
eletrocardiograma sabemos todos que ela nos impõe
representando em vermelho mudanças corporais quando um
os segmentos medidos para desses eventos ocorre: lágrimas,
calcular o índice E k . taquicardia, tremor das mãos,
respiração ofegante...

O que o grupo alemão encontrou em


seus experimentos foi que o funcionamento normal de nosso
coração, fora de qualquer evento extraordinário, reflete a nossa
personalidade emocional. Para isso, eles criaram um indicador
quantitativo da atividade cardíaca, medida por meio do
eletrocardiograma, calculando um índice que chamaram E k ,
estimado a partir do tamanho das diferentes ondas do eletro.

Dentre um numeroso grupo de voluntários jovens, os E k variavam


entre um mínimo de 0,04 e um máximo de 2,06 em condições
normais, sem qualquer exposição a estímulos de ordem emocional.
Os voluntários foram então separados em um grupo com os valores
mais baixos de E k e outro com os valores mais altos. Ambos foram
submetidos a questionários padronizados capazes de aferir o seu
perfil emocional.

Uma assinatura cardíaca da personalidade

Alguns dias depois do registro do eletrocardiograma, voluntários de


ambos os grupos foram submetidos a testes funcionais ao mesmo
tempo em que ouviam trechos musicais agradáveis e
desagradáveis retirados de obras de compositores contemporâneos
e históricos. Os trechos desagradáveis eram obtidos manipulando
eletronicamente os trechos agradáveis, de modo que as notas eram
as mesmas, mas a sua seqüência era completamente diferente – e
estranhamente dissonante...

Os testes realizados durante a


audição musical foram exames de
ressonância magnética funcional,
que revelavam o envolvimento das
áreas cerebrais que processam
emoções, e o registro da freqüência
cardíaca e suas variações. Durante
o intervalo dos testes, os voluntários
davam uma nota para cada trecho
ouvido, segundo o grau de prazer
A animação mostra um
(ou desprazer) que sentiram. Para
coração humano batendo,
aferir se estavam prestando
visualizado em um corte do
atenção, deviam tamborilar com os
tórax por meio de técnicas
dedos o ritmo da música.
radiológicas especiais
(imagem: G. D. Clarke).
O experimento indicou ativação das
áreas cerebrais sabidamente
envolvidas com as emoções, como
era de esperar. Mas o mais interessante é que a intensidade da
ativação cerebral foi maior nos indivíduos com maior E k , e menor
no caso contrário. Da mesma forma, os primeiros apresentavam
maior variabilidade da freqüência cardíaca, e os segundos uma
freqüência mais estável. Além de tudo, o E k dos voluntários
correlacionava-se com o seu perfil emocional aferido pelos
questionários.

O resultado não deixou dúvida: o grupo de voluntários com E k mais


baixo era composto pelas pessoas menos emotivas, isto é, com a
personalidade emocional mais estável, menos influenciável pelos
eventos externos. O contrário ocorreu para as pessoas com E k
mais alto – aquelas que se emocionam facilmente com qualquer
coisa.

A conclusão é forte: teríamos todos nós uma “assinatura cardíaca”


de personalidade. Nosso coração, nossa emoção. Assim, a forma
como nosso coração funciona em situações normais por si só
representaria um marcador capaz de predizer nossos traços
emocionais. Parece que os poetas sabem o que dizem, como o
alemão Friedrich Hölderlin (1770-1843): “Se tens razão e coração,
mostra somente um deles, pois ambos te condenariam se os
mostrasses juntos”.

SUGESTÕES PARA LEITURA

Koelsch, S. e colaboradores (2006) Investigating emotion with


music: an fMRI study. Human Brain Mapping, vol. 27: pp. 329-350.

Koelsch, S. e colaboradores (2007) A cardiac signal of emotionality.


European Journal of Neuroscience, vol. 26: pp. 3328-3338.

Oliveira, L. e colaboradores (2008) Processamento emocional no


cérebro humano. Cap. 12 de Neurociência do Cérebro e do
Comportamento (R. Lent, coord.), pp.253-269, Guanabara-Koogan:
Rio de Janeiro.

Roberto Lent
Professor de Neurociência
Instituto de Ciências Biomédicas
Universidade Federal do Rio de Janeiro
27/06/2008
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ARRASTANDO-SE PARA MORRER


T S Wiley,
Antropóloga e teórica médica, com passagem pelo jornalismo
investigativo. Trabalha atualmente em pesquisa médica, com
especial interesse nas áreas de endocrinologia e biologia evolutiva

O que acontece ao maior relógio de seu corpo quando a luz nunca


se acaba ao pôr-do-sol? Quando o combustível que alimenta seu
coração nunca varia e o pânico percebido em sua mente nunca tem
fim? Tantas coisas que você nem pode imaginar.
E nenhuma delas é boa.
Suas artérias realmente “sentem” o sangue correr através delas.
Os sensores que lêem a força com que seu sangue puxa e
empurra, ao correr através de seu corpo, são chamados células
endoteliais. Essas células vivem à própria maneira. Elas mudam de
forma, movimentam-se e ativam/desativam uma miríade de genes,
em resposta à pressão sangue e à velocidade, aos hormônios e
citocinas que detectam no sangue e aos fótons trazidos ao sangue
pelas células chamadas criptocromos. (As células endoteliais
controlam sozinhas a dinâmica de fluidos do fluxo sangüíneo; ou
seja, elas distribuem as forças para evitar extremos perigosos.)
As células endoteliais também controlam a metabolização dos
ácidos graxos que flutuam em seu sangue. Os ácidos graxos são
aquilo que o médico mede quando o ameaça por causa de seu
colesterol alto. Os exames de sangue que ele pede para avaliar seu
colesterol analisam diferentes componentes cujas siglas são VLDL,
HDL e LDL. Se as LDLs (lipoproteínas de baixa densidade) são
divisões das VLDLs (lipoproteínas de baixíssima densidade) que
foram fabricadas em seu fígado, a partir dos carboidratos que você
comeu e se transformaram em partículas LDL – menores, pesadas
e oxidadas –, tudo isso vai depender exclusivamente de suas
células endoteliais.
O médico lhe diz para não comer antes do exame. Isso é
necessário não porque uma refeição rica em gorduras vai mascarar
os resultados; uma refeição rica em carboidratos é o que o faz. Os
carboidratos se transformam em triglicérideos (gordura corporal),
para insulá-lo e nutri-lo quando não houver mais açúcar disponível
para comer. Os carboidratos também se transformam,
simultaneamente, nesses ácidos graxos (colesterol), para proteger
suas células cardíacas contra vazamentos, caso você congele, e
para nutrir as células musculares de seu coração.
Seu coração possui um metabolismo sazonal da mesma forma
que seu cérebro. O coração do verão funciona com açúcar puro
(glicose) e o coração do inverno funciona com ácidos graxos livres.
Como é sempre verão em nossos corações, nossas artérias nunca
têm chance de usar todo o colesterol disponível. Além disso, a
serotonina continua a se acumular, o que provoca resistência à
serotonina, que por sua vez provoca pressão alta, no caminho para
a formação de coágulos e – enquanto as luzes estiverem brilhando
– cortisol permanentemente elevado. E você sabe muito bem o que
significa qualquer coisa em estado crônico.
A resistência ao cortisol é uma situação desastrosa.
A produção de cortisol é um mecanismo sempre à disposição de
suportar situações, de lidar com o estresse episódico. A cobertura
de seu coração adora cortisol, em pequenas doses. As células
endoteliais da cobertura de seu coração não podem realizar todas
as suas tarefas sem doses pequenas e administráveis de cortisol.
Doses grandes, no entanto, são sinal de grande perigo para suas
células endoteliais. Doses grandes o dia inteiro, a semana inteira e
o ano inteiro, durante décadas, significam resistência ao cortisol na
certa.
Além de mau humor, impaciência, percepção mascarada do
tempo e pânico generalizado.
Não importa se a gordura que você ingere é saturada ou não-
saturada, se é boa ou ruim; se as células endoteliais da cobertura
de seu coração estiverem mortas, você também está. A cobertura
de cada vaso sangüíneo de seu corpo é fundamental no esquema
maior do órgão sensorial conhecido como coração.
A corrida de seu sangue, o puxa-empurra, é um esforço sobre as
paredes de suas artérias. O esforço sobre uma almofada macia de
cobertura formada por células endoteliais ativa três genes muito
importantes: um que produz óxido nítrico, que controla o
estreitamento de seus vasos sangüíneos, que por sua vez controla
a velocidade e o volume de sua pressão arterial, e dois genes que
inibem a formação de coágulos e suavizam qualquer formação
muscular anormal (formações grumosas). Células endoteliais que
captam turbulência demais ou, no extremo oposto, nenhuma
turbulência, ativam muito pouco esses genes. E isso é mau.
Isso significa que, embora correr o tempo todo numa esteira
produza excesso de turbulência, ficar o tempo todo colado à
televisão ou à tela do computador é ruim do mesmo jeito. Um pouco
de estresse, episodicamente, é bom – da mesma forma que um
pouco de cortisol, episodicamente, mantém o ritmo e prova que
você está vivo.
Excesso de estresse crônico, é claro, para a natureza significa
que você é um perdedor e deve ser eliminado de forma
permanente. Um pequeno banho de cortisol, porém, faz as células
endoteliais muito felizes; já o excesso vai afogá-las. Como seu
cortisol fica alto enquanto as luzes estiverem acesas, você
provavelmente está se afogando. Por isso, só o fato de manter as
luzes acesas até tarde da noite o ano todo já causa a morte das
células endoteliais. Qualquer elevação na pressão arterial, a partir
de seu sistema nervoso simpático ou em função da pesada
ingestão de carboidratos na estação errada, vai alterar a pressão e,
com isso, criar ainda mais esforço, para matar suas células
endoteliais duplamente. Lembre-se de que os cinco quilos de
peso de água que você carrega enquanto está numa dieta rica
em carboidratos já é um aumento de volume suficiente para
responder pela pressão alta subclínica crônica, observada na
maioria dos homens acima de 35 anos de idade.
Qualquer pressão alta, não importa o quão leve seja, sempre
significa esforço.
O outro assassino importante das células endoteliais da cobertura
do seu coração é o nível cronicamente alto de endotoxina LPS.
Lembre-se de que a endotoxina LPS é o “suor” bacteriano
proveniente dos dois quilos de bactérias simbióticas que vivem em
suas entranhas, e que, à medida que se eleva, ativa seu sistema
imunológico e a interleucina-2, que faz você dormir e baixa
novamente o número de bactérias. Quando você luta contra o sono,
porém, esse número se eleva e permanece alto.
Isso mata o seu coração.
A maneira mais obscura de matar suas células endoteliais por não
dormir é através da homocisteína elevada. Um homem chamado
Kilmer McCully percebeu, há cerca de trinta anos, que crianças
portadoras de uma doença genética chamada homocisteinúria
sempre morriam de ataques cardíacos por entupimento das artérias
por volta da idade de dez ou onze anos. As crianças portadores de
homocisteinúria são incapazes, geneticamente, de fabricar uma
enzima que metaboliza a homocisteína, para removê-la da corrente
sangüínea. McCully foi esperto o suficiente para concluir que os
altos níveis de homocisteína acumulada deviam estar também
associados à doença coronariana arterial em adultos. E ele estava
certo.
É claro que ninguém o levou a sério, até que os cientistas
descobriram que um aumento de suplementos de ácido fólico
compensava a falta da enzima nos caminhos de eliminação da
homocisteína. E, como surgiu um tratamento, de repente apareceu
também uma doença: deficiência genética de ácido fólico. Minha
nossa!
Uma deficiência genética de ácido fólico generalizada na maior
parte da população masculina que chega à idade madura é algo
virtualmente impossível; então, sabendo que ninguém havia
montado o quebra-cabeça, nós investigamos o caminho da
fabricação e da metabolização da homocisteína. Sem dúvida
nenhuma, a apenas alguns sistemas circulares de resposta e
cascatas atrás, uma enzima que é crucial para metabolizar a
metionina – a precursora da homocisteína – é abatida por um
criptocromo carregado de luz azul. A quantidade de luz do dia a que
você é exposto, agravada pela quantidade de luz artificial, controla
a produção de uma coisa diminuta, aparentemente esotérica, lá em
cima na cascata dos outros hormônios e funções, que pode matar
você.
Então.
As células endoteliais – que forram o seu coração – controlam a
formação de coágulos, o crescimento excessivo, o metabolismo de
gorduras e a pressão arterial. Você pode matar suas células
endoteliais de quatro maneiras:

1. Cortisol elevado crônico (luz inesgotável)


2. Altos níveis de endotoxina LPS (não dormir)
3. Homocisteína alta (luz em excesso)
4. Esforço (pressão arterial elevada sazonal – junto com “peso de
água” dos carboidratos, além de resistência à serotonina e à
insulina – que nunca acaba)

Como os itens 1, 2 e 3 são o resultado da vida moderna e o 4 – a


dieta de açúcar o tempo todo – é conseqüência direta de 1, 2 e 3,
podemos dizer, com segurança, que a doença cardíaca, que é um
estado caracterizado por células endoteliais mortas, é causada por
não dormir e por excesso de luz, certo?

SEM SAÍDA
A cobertura endotelial também controla o crescimento excessivo de
tecido muscular macio (protuberâncias grumosas), que, ao lado do
colesterol que forma placas, é o fator mais importante da
arteriosclerose (artérias entupidas). Um fluxo sangüíneo difícil, em
terreno acidentado, ativa um conjunto de genes totalmente
diferentes nas células endoteliais. Esses outros genes são postos
em marcha para “corrigir” aquilo que as células endoteliais
interpretam como sendo um problema de “fluxo”, simulando pelas
protuberâncias grumosas.
As placas de colesterol, por si mesmas, não são responsáveis
pelo terreno acientado.
O problema é causado pelos “fatores” imunes liberados pelas
próprias células endoteliais, numa tentativa protetora de restaurar a
homeostase e distribuir o fluxo sangüíneo. Um fluxo anormal, na
verdade, desliga os genes protetores e causa pânico entre as
células endoteliais. Após liberarem os fatores imunes que se
fecham, elevando sua pressão arterial por engano, elas começam a
se agachar em torno, estendendo pseudopodos (pezinhos), para
escapar de áreas onde o espaço mudou abruptamente.
A migração dessas células que forram suas artérias leva ao
afinamento da parede arterial. Os claros são preenchidos por
células imunes, chamadas leucócitos, que formam uma casca
suficientemente grudenta para atrair o colesterol que flutua na
corrente sangüínea. Este faz um band-aid de gordura para reforçar
a parede arterial que afinou. A essa altura, você tem placas de
colesterol, crescimento excessivo de tecido muscular macio e
células imunes, produzindo o que se conhece por células de
espuma.
As células de espuma constituem uma “lesão”.
Essa nova bagunça forma um terreno excessivamente
“acidentado” e um fluxo extremamente dificultado, o que
enlouquece ainda mais as suas pobres células endoteliais. Elas
fogem e a parede da artéria afina; e quando seu sistema
imunológico tenta consertá-la, ela vai ficando cada vez mais
acidentada – e aí, claro, as células endoteliais mais uma vez
escapam, e toda a confusão começa de novo. E de novo e de novo.
Você só percebe esse quadro porque não morreu ainda.
Provavelmente você já teve uma forte dor no peito ao se exercitar.
E sem dúvida também está achando cada vez mais difícil combater
a depressão causada por todos os carboidratos que ingeriu e pela
serotonina anormalmente alta que se acumula, porque não tem
para onde ir. Sim, porque quando você nunca apaga as luzes, a
serotonina não tem como se transformar em melatonina. Na
verdade, a luz suprime a enzima que converteria a serotonina em
melatonina. Além de fazer você ficar triste, esses níveis absurdos
de serotonina criam resistência à serotonina nas plaquetas do
sangue, o que as torna mais grudentas que o usual. Isso é
importante, porque é difícil ter um ataque cardíaco sem um coágulo
sangüíneo, e é difícil ter um coágulo sangüíneo sem plaquetas
grudentas.
Você está cansado, ansioso, infeliz, miserável, viciado em açúcar
ou em álcool, talvez dependente de Prozac – e anda por aí com a
cobertura do coração morta, mantida de pé à custa de estacas de
colesterol.
Você tem uma doença cardíaca.
E provavelmente vai morrer... logo.

(Fonte: trecho do livro “Apague a Luz!”, páginas 149 a 144).

“Apague a luz!” Durma melhor e: perca peso, diminua a


pressão arterial e reduza o estresse, Bent Formby e T. S. Wiley,
384 páginas, Rio de Janeiro, Editora Campus, 2000.

Com base em uma pesquisa minuciosa, colhida no National Institutes of


Health (Instituto Nacional de Saúde), T.S.Wiley e Bent Formby apresentam
descobertas incríveis:os americanos estão doentes de cansaço. Diabetes,
doenças do coração, câncer e depressão são enfermidades que crescem em
nossa população e estão ligadas à falta de uma boa noite de sono.

Quando não dormimos o suficiente, em sincronia com a exposição sazonal


à luz, estamos alterando um equilíbrio da natureza que foi programado em
nossa fisiologia desde o Primeiro Dia. A obra revela por que as dietas ricas
em carboidratos, recomendadas por muitos profissionais da saúde, não são
apenas ineficazes, mas também mortais; por que a informação que salva
vidas e que pode reverter tudo é um dos segredos mais bem guardados de
nossos dias.

Com o livro, o leitor saberá que:

• perder peso é tão simples quanto uma boa noite de sono

• temos compulsão por carboidratos e açúcar quando ficamos


acordados depois que escurece

• a incidência de diabetes tipo II quadruplicou


• terminaremos como os dinossauros, se não comermos e dormirmos
em sincronia com os movimentos planetários.

T.S.WILEY e BENT FORMBY, Ph.D., são pesquisadores que trabalharam


juntos no Sansum Medical Research Institute em Santa Barbara, na
Califórnia – o centro de pesquisas de ponta sobre diabetes desde que a
insulina foi sintetizada pela primeira vez, lá mesmo, na década de 1920.

Para adquirir este livro:


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Lodge, M.D. – Editora Sextante, 2007.

“O Leite que ameaça as mulheres”, um documento explosivo: o


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sobre os cânceres de mama; Raphaël Nogier, Ícone Editora Ltda,
São Paulo, 1999.

“As Alergias Ocultas nas Doenças da Mama”, Raphaël Nogier,


Organização Andrei Editora Ltda,1998.

“Leite: Alimento ou Veneno?” do pesquisador e cientista Robert


Cohen, Editora Ground, São Paulo, 2005.

Peter Rost, "The Whistleblower: Confessions of a Healthcare


Hitman" (O Denunciante: Confissões de um Combatente do
Sistema de Saúde), lançado em 2006 nos EUA e inédito no Brasil.

“Alimentação que evita o Câncer e outras doenças”,


Dr. Sidney Federmann/ Dra. Miriam Federmann – Editora
Minuano”

“Curas Naturais “Que” Eles Não Querem Que Você Saiba”,


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páginas, Spain, 2007 (Edição em português publicada pela LTVM,
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“A Semente da Vitória”, Nuno Cobr, 223 páginas, Editora SENAC


São Paulo. www.sp.senac.br

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Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do
Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas (SP), Editora Atheneu.

“O Fator Homocisteína”, A revolucionária descoberta que mostra


como diminuir o risco da doença cardíaca, Dr. Kilmer McCully e
Martha McCully, 231 páginas, Editora Objetiva, Rio de Janeiro,
2000.
“Apague a Luz!”, durma melhor e: perca peso, diminua a pressão
arterial e reduza o estresse; T S Wiley e Bent Formby, Ph.D. –
Editora Campus, 2000.