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Lei_ n_ 12403_11 lfg

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Lei n° 12.

403/11: altera Código de Processo Penal em relação à prisão processual, fiança, liberdade provisória, e outras demais medidas cautelares A nova Lei traz alterações aos artigos 282, 283, 289, 299, 300, 306, 310, 311, 312, 313, 314, 315, 317, 318, 319, 320, 321, 322, 323, 324, 325, 334, 335, 336, 337, 341, 343, 344, 345, 346, 350 e 439 do Código de Processo Penal. De forma a facilitar a análise das modificações, trabalharemos com tabela comparativa do tratamento antes conferido a tais regras e o atual (após a vigência da nova legislação). Antes da Lei 12.403/11 Depois TÍTULO IX - DA PRISÃO E DA TÍTULO IX - DA PRISÃO, DAS LIBERDADE PROVISÓRIA MEDIDAS CAUTELARES E DA LIBERDADE PROVISÓRIA Art. 282. À exceção do flagrante delito, a prisão não poderá efetuar- Art. 282. As medidas cautelares se senão em virtude de pronúncia previstas neste Título deverão ser ou nos casos determinados em lei, aplicadas observando-se a: e mediante ordem escrita da I - necessidade para aplicação da lei autoridade competente penal, para a investigação ou a instrução criminal e, nos casos expressamente previstos, para evitar a prática de infrações penais; II - adequação da medida à gravidade do crime, circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ou acusado. § 1o As medidas cautelares poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente. § 2o As medidas cautelares serão decretadas pelo juiz, de ofício ou a requerimento das partes ou, quando no curso da investigação criminal, por representação da autoridade policial ou mediante requerimento do Ministério

Público. § 3o Ressalvados os casos de urgência ou de perigo de ineficácia da medida, o juiz, ao receber o pedido de medida cautelar, determinará a intimação da parte contrária, acompanhada de cópia do requerimento e das peças necessárias, permanecendo os autos em juízo. § 4o No caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas, o juiz, de ofício ou mediante requerimento do Ministério Público, de seu assistente ou do querelante, poderá substituir a medida, impor outra em cumulação, ou, em último caso, decretar a prisão preventiva (art. 312, parágrafo único). § 5o O juiz poderá revogar a medida cautelar ou substituí-la quando verificar a falta de motivo para que subsista, bem como voltar a decretá-la, se sobrevierem razões que a justifiquem. § 6o A prisão preventiva será determinada quando não for cabível a sua substituição por outra medida cautelar (art. 319) Art. 283. A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora, respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio Art. 283. Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou

o juiz poderá requisitar a prisão por telegrama. devendo constar da precatória o inteiro teor do mandado. Se a infração for inafiançável. do qual deverá constar o motivo da prisão. será deprecada a sua prisão. devendo constar da precatória o inteiro teor do mandado. por qualquer meio de comunicação. a quem se fizer a requisição. à vista de mandado judicial. bem como o valor da fiança se arbitrada. § 2o A autoridade a quem se fizer a requisição tomará as precauções necessárias para averiguar a autenticidade da comunicação. o que se mencionará no telegrama. cumulativa ou alternativamente cominada pena privativa de liberdade. o valor da fiança. Quando o acusado estiver no território nacional. § 2o A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora. § 1o As medidas cautelares previstas neste Título não se aplicam à infração a que não for isolada. § 1o Havendo urgência. 299. 289. a quem se fizer a requisição. tomadas pela autoridade. fora da jurisdição do juiz processante. à vista de mandado judicial. em lugar estranho ao da jurisdição.prisão preventiva. será deprecada a sua prisão. Art. 299. Havendo urgência. Art. Quando o réu estiver no território nacional. se afiançável a infração. bem como. o juiz poderá requisitar a prisão por qualquer meio de comunicação. § 3o O juiz processante deverá providenciar a remoção do preso no prazo máximo de 30 (trinta) dias. a captura poderá ser requisitada. contados da efetivação da medida. tomadas pela autoridade. respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio. 289. No original levado à agência telegráfica será autenticada a firma do juiz.” (NR) Art. por via telefônica. as precauções . as precauções Art. Parágrafo único. A captura poderá ser requisitada. do qual deverá constar o motivo da prisão.

as pessoas presas provisoriamente ficarão separadas das que já estiverem definitivamente condenadas. § 1° Dentro em 24h (vinte e quatro horas) depois da prisão. A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou a pessoa por ele indicada. com o motivo da prisão. A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente. será entregue ao preso. o nome do condutor e os das testemunhas.necessárias para averiguar a autenticidade desta. de 2007). O militar preso em flagrante delito. após a lavratura dos procedimentos legais. cópia integral para a Defensoria Pública. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante e. caso o autuado não informe o nome de seu advogado. mediante recibo. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante acompanhado de todas as oitivas colhidas e.449. Art. 300. assinada pela autoridade. 300. As pessoas presas provisoriamente ficarão separadas das que já estiverem definitivamente condenadas. (Redação dada pela Lei nº 11. Art. nos termos da lei de execução penal. o nome do condutor e o das testemunhas. a nota de culpa. 306. será recolhido a quartel da instituição a que pertencer. . ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. Parágrafo único. caso o autuado não informe o nome de seu advogado. 306. onde ficará preso à disposição das autoridades competentes Art. necessárias para averiguar a autenticidade desta. § 1o Em até 24 (vinte e quatro) horas após a realização da prisão. Art. Sempre que possível. será entregue ao preso. § 2o No mesmo prazo. assinada pela autoridade. com o motivo da prisão. mediante recibo. a nota de culpa. § 2° No mesmo prazo. cópia integral para a Defensoria Pública.

Código Penal. fundamentadamente. ou do querelante. 311.conceder liberdade provisória. Ao receber o auto de prisão em flagrante. mediante termo de comparecimento a todos os atos processuais. 312 deste Código. 311. Art. de ofício. do Código Penal. quando presentes os requisitos constantes do art. Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal. mediante termo de comparecimento a todos os atos do processo.848. poderá. de 7 de dezembro de 1940 . a inocorrência de qualquer das hipóteses que autorizam a prisão preventiva (arts. do querelante ou do assistente. I. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública. sob pena de revogação. caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz. ou por representação da autoridade policial. por Art. da ordem econômica.Art. conceder ao réu liberdade provisória. Igual procedimento será adotado quando o juiz verificar. conceder ao acusado liberdade provisória. e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão. poderá.converter a prisão em flagrante em preventiva. Se o juiz verificar. pelo auto de prisão em flagrante. sob pena de revogação. da ordem econômica. por . A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública. 312.relaxar a prisão ilegal. de ofício. ou a requerimento do Ministério Público. caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz. 312. Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal. depois de ouvir o Ministério Público. pelo auto de prisão em flagrante. ou III . 310. II e III. Art. 311 e 312) Art. Parágrafo único. com ou sem fiança. 310. ou II . ou mediante representação da autoridade policial Art. Quando o juiz verificar pelo auto de prisão em flagrante que o agente praticou o fato. se no curso da ação penal. 23 do DecretoLei no 2. que o agente praticou o fato nas condições constantes dos incisos I a III do caput do art. a requerimento do Ministério Público. Parágrafo único. 19. nas condições do art. o juiz deverá fundamentadamente: I .

Art. 313. Em qualquer das circunstâncias. II .punidos com reclusão. IV .punidos com detenção. § 4o) Art. idoso.Código Penal. A prisão preventiva também poderá ser decretada em caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas por força de outras medidas cautelares (art. em sentença transitada em julgado.se tiver sido condenado por outro crime doloso.nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. será admitida a decretação da prisão preventiva nos crimes dolosos: I . ressalvado o disposto no parágrafo único do art. 46 do Código Penal. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria conveniência da instrução criminal. adolescente. quando se apurar que o indiciado é vadio ou.se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. em sentença transitada em julgado. para garantir a execução das medidas protetivas de urgência. Nos termos do art. não fornecer ou não indicar elementos para esclarecêla. criança. Parágrafo único. Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la.se o réu tiver sido condenado por outro crime doloso. III . II . para garantir a execução das medidas protetivas de urgência. previstas no artigo anterior. de 7 de dezembro de 1940 . III . ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. enfermo ou pessoa com deficiência. nos termos da lei específica. ou para assegurar a aplicação da lei penal.conveniência da instrução criminal. 64 do Decreto-Lei no 2. devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação.se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. 282. havendo dúvida sobre a sua identidade.848. 313. 312 deste Código. . ou para assegurar a aplicação da lei penal. será admitida a decretação da prisão preventiva: I . Parágrafo único.

OUTRAS Art. Para a substituição. Art. Art. o juiz exigirá prova idônea dos requisitos estabelecidos neste artigo. de 7 de dezembro de 1940 Código Penal.gestante a partir do 7o (sétimo) mês de gravidez ou sendo esta de alto risco. 314. Parágrafo único. IV . confessando crime de autoria ignorada ou imputada a outrem.salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida. Art. A prisão administrativa CAPÍTULO V . III . II e III do caput do art. 317. 318. 314. II . 317. só podendo dela ausentar-se com autorização judicial. não terá efeito suspensivo a apelação interposta da sentença absolutória.848. A prisão domiciliar consiste no recolhimento do indiciado ou acusado em sua residência. Art.DAS MEDIDAS CAUTELARES . Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for: I . Em relação àquele que se tiver apresentado espontaneamente à prisão.maior de 80 (oitenta) anos. II ou III. 319.imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência. do Código Penal.extremamente debilitado por motivo de doença grave. A apresentação espontânea do acusado à autoridade não impedirá a decretação da prisão preventiva nos casos em que a lei a autoriza. A prisão preventiva em nenhum caso será decretada se o juiz verificar pelas provas constantes dos autos ter o agente praticado o fato nas condições do art. 19. 23 do Decreto-Lei no 2.” (NR) Art. A prisão preventiva em nenhum caso será decretada se o juiz verificar pelas provas constantes dos autos ter o agente praticado o fato nas condições previstas nos incisos I. 318. ainda nos casos em que este Código Ihe atribuir tal efeito Art. I.

deva o indiciado ou acusado dela permanecer distante. II . § 1° A prisão administrativa será requisitada à autoridade policial nos casos dos ns. 26 do Código Penal) e houver risco de reiteração.proibição de acesso ou frequência a determinados lugares quando.contra estrangeiro desertor de navio de guerra ou mercante. VIII . Art.internação provisória do acusado nas hipóteses de crimes praticados com violência ou grave ameaça.recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos. São medidas cautelares diversas da prisão: I . 319. I e III. IV .comparecimento periódico em juízo. III . no prazo e nas condições fixadas pelo juiz. V . a fim de compeli-los a que o façam. VII . quando os peritos concluírem ser inimputável ou semiimputável (art. pelo cônsul do país a que pertença o navio. por circunstâncias relacionadas ao fato.suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou financeira quando houver justo receio de sua utilização para a prática de infrações penais. § 2° A prisão dos desertores não poderá durar mais de três meses e será comunicada aos cônsules. nas infrações que a . III .terá cabimento: I . pela autoridade que a tiver decretado e.fiança. surto em porto nacional. por circunstâncias relacionadas ao fato. § 3° Os que forem presos à requisição de autoridade administrativa ficarão à sua disposição.proibição de manter contato com pessoa determinada quando. II . para informar e justificar atividades.proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação ou instrução. VI . no caso do no II.nos demais casos previstos em lei.contra remissos ou omissos em entrar para os cofres públicos com os dinheiros a seu cargo. deva o indiciado ou acusado permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações.

A prisão decretada na jurisdição cível será executada pela autoridade policial a quem forem remetidos os respectivos mandados Art. 323. Ressalvado o disposto no art. cumulativa ou alternativamente. independentemente de fiança: I . a que não for. se for o caso. 319 deste Código e observados os critérios constantes do art. 282 deste Código.quando o máximo da pena privativa de liberdade. Art. impondo. o juiz deverá conceder liberdade provisória. § 4o A fiança será aplicada de acordo com as disposições do Capítulo VI deste Título. isolada. podendo ser cumulada com outras medidas cautelares Art.admitem. o réu livrar-se-á solto. não exceder a três meses. IX .no caso de infração. 320. II .(revogado) II . as medidas cautelares previstas no art. 321. 320. evitar a obstrução do seu andamento ou em caso de resistência injustificada à ordem judicial. para assegurar o comparecimento a atos do processo. . Ausentes os requisitos que autorizam a decretação da prisão preventiva. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. Art.monitoração eletrônica. isolada.(revogado). cumulativa ou alternativamente cominada. cominada pena privativa de liberdade. A proibição de ausentar-se do País será comunicada pelo juiz às autoridades encarregadas de fiscalizar as saídas do território nacional. intimando-se o indiciado ou acusado para entregar o passaporte. III e IV. I . 321.

IV .322. Nos demais casos do art.aos que.nos crimes cometidos por grupos armados. A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples. que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas Art.1977) Parágrafo único. que provoquem clamor público ou que tenham sido cometidos com violência contra a pessoa ou grave ameaça. III . V . III . de 24. Não será concedida fiança: I . Não será. no mesmo . Art. Não será. A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a 4 (quatro) anos. II .(revogado). Art. Nos demais casos. igualmente. igualmente. civis ou militares.(revogado). II nas contravenções tipificadas nos arts. se o réu já tiver sido condenado por outro crime doloso. Art.nos crimes dolosos punidos com pena privativa da liberdade.nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos.(Redação dada pela Lei nº 6.nos crimes de tortura. concedida fiança: I . 324. a fiança será requerida ao juiz. 323. tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. Parágrafo único. a fiança será requerida ao juiz. Não será concedida fiança: I . 323.nos crimes de racismo. terrorismo e nos definidos como crimes hediondos.nos crimes punidos com reclusão. V . que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas. concedida fiança: Art. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.em qualquer caso. 59 e 60 da Lei das Contravenções Penais. 322. 323. Art. se houver no processo prova de ser o réu vadio. em sentença transitada em julgado. IV .416. 324.5.

a .aos que. b) de 5 (cinco) a 20 (vinte) salários mínimos de referência.quando presentes os motivos que autorizam a decretação da prisão preventiva (art. sem motivo justo. I . III . com pena privativa da liberdade. administrativa ou militar. 350. no grau máximo. II . qualquer das obrigações a que se referem os arts.I .6. 327 e 328 deste Código. IV . c) (revogada). até 4 (quatro) anos. O valor da fiança será fixado pela autoridade que a conceder nos seguintes limites: (Redação dada pela Lei nº 7. não for superior a 4 (quatro) anos. no grau máximo. Art. quando o máximo da pena privativa de liberdade cominada for superior a 4 (quatro) anos. quando se tratar de infração cuja pena privativa de liberdade. de 22. 312). III . § 1o Se assim recomendar a situação econômica do preso. até 2 (dois) anos. tiverem quebrado fiança anteriormente concedida ou infringido. II . no mesmo processo. 325. quando se tratar de infração punida. qualquer das obrigações a que se refere o art. no grau máximo. c) de 20 (vinte) a 100 (cem) processo.de 1 (um) a 100 (cem) salários mínimos. sem motivo justo. II .em caso de prisão civil ou militar. 312). de prisão disciplinar.quando presentes os motivos que autorizam a decretação da prisão preventiva (art.em caso de prisão por mandado do juiz do cível.de 10 (dez) a 200 (duzentos) salários mínimos. salvo se processado por crime culposo ou contravenção que admita fiança. Art. IV .1989) a) de 1 (um) a 5 (cinco) salários mínimos de referência. b) (revogada). quando se tratar de infração punida com pena privativa da liberdade. 325. tiverem quebrado fiança anteriormente concedida ou infringido.780. O valor da fiança será fixado pela autoridade que a conceder nos seguintes limites: a) (revogada).(revogado).ao que estiver no gozo de suspensão condicional da pena ou de livramento condicional.

por decisão do juiz competente e após a lavratura do auto de prisão em flagrante.(revogado).4.a liberdade provisória somente poderá ser concedida mediante fiança.1990) II .(revogado). III . de 27.(revogado). § 2° Nos casos de prisão em flagrante pela prática de crime contra a economia popular ou de crime de sonegação fiscal. III . até o décuplo. nos limites de dez mil a cem mil vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional .BTN.reduzida até o máximo de dois terços. a fiança poderá ser: I . § 2o (Revogado): I .se assim o recomendar a situação econômica do réu. Il .reduzida até o máximo de 2/3 (dois terços).4. .aumentada.035. de 27. o limite mínimo ou máximo do valor da fiança poderá ser: I . quando o máximo da pena cominada for superior a 4 (quatro) anos.aumentada em até 1.dispensada.1990) I .o valor de fiança será fixado pelo juiz que a conceder. 310 e parágrafo único deste Código.salários mínimos de referência. (Incluído pela Lei nº 8. devendo ser observados os seguintes procedimentos: (Incluído pela Lei nº 8.035. não se aplica o disposto no art. II . na forma do art. pelo juiz. da data da prática do crime. 350 deste Código. ou III . II . § 1° Se assim o recomendar a situação econômica do réu.000 (mil) vezes.

Julgar-se-á quebrada a . art. Se a fiança for declarada sem efeito ou passar em julgado a sentença que houver absolvido o réu ou declarado extinta a ação penal. Art. poderá prestá-la. 337. o preso. salvo o disposto no parágrafo único do art. O dinheiro ou objetos dados como fiança ficarão sujeitos ao pagamento das custas. da indenização do dano e da multa. 337. Julgar-se-á Art. da indenização do dano. se o réu for condenado. atualizado. A fiança poderá ser prestada enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória. se o réu for condenado. enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória. Parágrafo único. o valor que a constituir. Este dispositivo terá aplicação ainda no caso da prescrição depois da sentença condenatória (Código Penal. Art. 334. ou alguém por ele. 341. Este dispositivo terá aplicação ainda no caso da prescrição depois da sentença condenatória (art. 336. 336 deste Código. da prestação pecuniária e da multa. 335. Art. Parágrafo único. mediante simples petição. Art. poderá prestá-la. 334. 110 e seu parágrafo). salvo o disposto no parágrafo do artigo anterior. será restituído sem desconto. perante o juiz competente. Recusando ou demorando a autoridade policial a concessão da fiança. Art.fiança poderá ser reduzido em até nove décimos ou aumentado até o décuplo Art. 341. O dinheiro ou objetos dados como fiança servirão ao pagamento das custas. 336. mediante simples petição. A fiança poderá ser prestada em qualquer termo do processo. que decidirá. perante o juiz competente. 110 do Código Penal). Art. Recusando ou retardando a autoridade policial a concessão da fiança. ou alguém por ele. depois de ouvida aquela autoridade. 335. Art. que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas Art. Se a fiança for declarada sem efeito ou passar em julgado sentença que houver absolvido o acusado ou declarada extinta a ação penal. o preso. o valor que a constituir será restituído sem desconto.

No caso de perda da fiança. Art. No caso de . será recolhido ao fundo penitenciário.regularmente intimado para ato do processo. 344. 343. a decretação da prisão preventiva Art. o saldo será recolhido ao Tesouro Nacional. 344. II deliberadamente praticar ato de obstrução ao andamento do processo. 346. deixar de comparecer. No caso de perda da fiança. deduzidas as custas e mais encargos a que o acusado estiver obrigado. o réu não se apresentar à prisão Art. 343. 346. praticar outra infração penal quebrada a fiança quando o acusado: I . Art. III . na forma da lei. de recolher-se à prisão. por parte do réu. o seu valor.praticar nova infração penal dolosa. Entender-se-á perdido. sem motivo justo. V . condenado. Art. na totalidade. condenado. o valor da fiança. Art. Art. 345. incontinenti. se for o caso. IV resistir injustificadamente a ordem judicial. o valor da fiança. o acusado não se apresentar para o início do cumprimento da pena definitivamente imposta. na vigência da fiança.fiança quando o réu. à sua revelia. deixar de comparecer. Entender-se-á perdido. se. na totalidade. depois de deduzidas as custas e mais encargos a que o réu estiver obrigado. enquanto não for preso. O quebramento injustificado da fiança importará na perda de metade do seu valor. legalmente intimado para ato do processo. prosseguindo-se. ou quando. sem provar. se. O quebramento da fiança importará a perda de metade do seu valor e a obrigação.descumprir medida cautelar imposta cumulativamente com a fiança. motivo justo. entretanto. No caso de quebramento Art. 345. cabendo ao juiz decidir sobre a imposição de outras medidas cautelares ou. no processo e julgamento.

feitas as deduções previstas no art. 289-A. 327 e 328 deste Código e a outras medidas cautelares. sem motivo justo. O exercício efetivo da função de jurado constituirá serviço público relevante e estabelecerá presunção de idoneidade moral Art. O juiz competente providenciará o imediato registro do mandado de prisão em banco de dados mantido pelo Conselho Nacional de Justiça para essa finalidade. por motivo de pobreza. estabelecerá presunção de idoneidade moral e assegurará prisão especial. verificando ser impossível ao réu prestá-la. verificando a situação econômica do preso. o juiz. qualquer das obrigações ou medidas impostas. até metade do valor da fiança. 345 deste Código. na forma da lei. quebramento de fiança. Se o réu infringir. Art. § 1o Qualquer agente policial poderá efetuar a prisão determinada no mandado de prisão registrado no Conselho Nacional de Justiça. recolhido ao Tesouro Federal. 350. 439. ainda que . Parágrafo único. poderá conceder-lhe a liberdade provisória. 439. Se o beneficiado descumprir. se for o caso. o saldo será. Nos casos em que couber fiança. o valor restante será recolhido ao fundo penitenciário.de fiança. Nos casos em que couber fiança. em caso de crime comum. sujeitando-o às obrigações constantes dos arts. 350. 282 deste Código. poderá conceder-lhe liberdade provisória. qualquer dessas obrigações ou praticar outra infração penal. até o julgamento definitivo INOVAÇÃO “Art. sem motivo justo. sujeitando-o às obrigações constantes dos arts. O exercício efetivo da função de jurado constituirá serviço público relevante. 327 e 328. Art. Art. feitas as deduções previstas no artigo anterior. aplicar-se-á o disposto no § 4o do art. o juiz. será revogado o benefício.

” . será comunicado à Defensoria Pública. ainda que sem registro no Conselho Nacional de Justiça. § 2o Qualquer agente policial poderá efetuar a prisão decretada. adotando as precauções necessárias para averiguar a autenticidade do mandado e comunicando ao juiz que a decretou. o registro do mandado na forma do caput deste artigo. § 6o O Conselho Nacional de Justiça regulamentará o registro do mandado de prisão a que se refere o caput deste artigo. em seguida. § 4o O preso será informado de seus direitos.fora da competência territorial do juiz que o expediu. devendo este providenciar. aplica-se o disposto no § 2o do art. 5o da Constituição Federal e. 290 deste Código. caso o autuado não informe o nome de seu advogado. nos termos do inciso LXIII do art. § 5o Havendo dúvidas das autoridades locais sobre a legitimidade da pessoa do executor ou sobre a identidade do preso. § 3o A prisão será imediatamente comunicada ao juiz do local de cumprimento da medida o qual providenciará a certidão extraída do registro do Conselho Nacional de Justiça e informará ao juízo que a decretou.

Na tabela acima. 313. tal dispositivo passará a contemplar os requisitos e as hipóteses de cabimento das novas medidas cautelares. principalmente em relação ao tema .07 do corrente ano. de modificações que se alinham a importantes princípios constitucionais. iniciado em 2011. Trata-se. à exceção da prisão em flagrante. quando tais medidas não se mostrarem suficientes). destacamos as principais mudanças. 324. à realidade do sistema carcerário brasileiro. a serem consideradas as primeiras opções ao magistrado. 319. os incisos I e II do art. 60 dias após publicação VACATIO LEGIS Nossos Comentários A nova Lei (n° 12.prisão cautelar .403/11). os §§ 1o a 3o do art. igualmente. a nosso ver. O art. o inciso IV do art. 321. os incisos IV e V do art.07).689. Vejamos. é possível a decretação da prisão preventiva: pronúncia e demais casos consubstanciados em lei. de novas medidas cautelares. o § 2o e seus incisos I. que terá vigência a partir de 04. 298. 282. até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória e. . de 3 de outubro de 1941 Código de Processo Penal. Com a Lei n° 12. 323. todos do Decreto-Lei no 3. 393 e 595. em sua atual redação (vigente até 04.com a inserção. Analisemos as principais delas.REVOGAÇÃO São revogados o art. vem a integrar o projeto de Reforma global do CPP (Código de Processo Penal). 325 e os arts. trazendo alterações pontuais.403/1. o inciso III do art. em mais detalhes. alternativas à prisão preventiva. trata das hipóteses em que. a exemplo da presunção de inocência e direito de recorrer em liberdade. II e III do art. antes da decretação da prisão (essa passa a ter caráter subsidiário. no ordenamento jurídico-penal brasileiro.

c) proibição de manter contato com pessoa determinada quando. quando os peritos . a decretação da prisão preventiva. apenas cabível quando não possível substitui a prisão por uma das medidas cautelares. b) proibição de acesso ou freqüência a determinados lugares quando. salvo no que diz respeito à garantia da ordem pública: a) necessidade para aplicação da lei penal. de forma a evitar a prática da infração Observado 1. por circunstâncias relacionadas ao fato. f) suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou financeira quando houver justo receio de sua utilização para a prática de infrações penais. Casos expressamente previstos em lei. para fins de imposição de medida cautelar. Necessidade da aplicação da lei penal OU 2. Instrução criminal OU 4. que já deveria ser excepcional. Adequação da medida à gravidade do crime E 2. Adequação da medida às circunstâncias do fato E 3. ou seja. no prazo e nas condições fixadas pelo juiz. por circunstâncias relacionadas ao fato. deva o indiciado ou acusado permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações. Note-se que. Temos o seguinte: 1. b) adequação da medida à gravidade do crime. Adequação da medida às condições pessoas do indiciado ou acusado Com o reconhecimento das medidas cautelares. nos casos expressamente previstos. deva o indiciado ou acusado dela permanecer distante. a norma não menciona a garantia da ordem pública. previstas no art. g) internação provisória do acusado nas hipóteses de crimes praticados com violência ou grave ameaça. d) proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação ou instrução. circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ou acusado. passará a ser subsidiária. para evitar a prática de infrações penais. como o faz na prisão preventiva. Investigação penal OU 3. e) recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos.É possível observar que os requisitos para tais medidas são praticamente os mesmos da prisão preventiva. para a investigação ou a instrução criminal e. para informar e justificar atividades. 319: a) comparecimento periódico em juízo.

é possível concluir o seguinte: prisão preventiva possível quando a medida cautelar não suficiente. dentre as quais restou incluída mais uma: quando descumprida a medida cautelar imposta anteriormente. sedimentado. Neste rol. salvo quando em caso de flagrância. inclusive. principalmente no que pertine ao reconhecido direito de recorrer em liberdade. Do que se vê. 312 continua a regulamentar as hipóteses de prisão preventiva. h) fiança. 283 – hipóteses em que possível a decretação da prisão. O tema até então abordado no art. a nova Lei incluiu o Ministério Público. O art. que as medidas acima elencadas apenas são aplicáveis às infrações a que cominada pena privativa de liberdade. em várias oportunidades a sua incongruência com a atual jurisprudência. Seguindo nesta linha. para assegurar o comparecimento a atos do processo. família ou pessoa indicada pelo preso. no âmbito do direito internacional. b) em razão de sentença penal condenatória definitiva. i) monitoração eletrônica. será possível em duas situações: a) no curso da investigação (temporária ou preventiva). evitar a obstrução do seu andamento ou em caso de resistência injustificada à ordem judicial. surge a possibilidade de o juiz a substituir pela prisão. a mesma deveria ser comunicada ao juiz competente. quando não em flagrante. Outra novidade foi trazida pelo art.concluírem ser inimputável ou semi-imputável (art. também. quando essa (medida cautelar) for aplicada e o acusado a descumprir. Vale lembrar. mas. 26 do Código Penal) e houver risco de reiteração. A grande novidade está na extinção da prisão automática. quando da sua realização. 282 passará a ser regulamentado no art. a prisão cautelar. decorrente da decisão de pronúncia. . Defendemos. 306 – comunicação da prisão. Até hoje. tema que sempre causou grandes discussões na doutrina. nas infrações que a admitem. não alcançando aquelas para quais previstas pena restritiva de direito. Desta feita. o monitoramento eletrônico ganhou previsão expressa no Código de Processo Penal.

Na seqüência. mesmo em se tratando de fiança arbitrada por autoridade policial. será possível em crimes punidos com pena privativa de liberdade. no que se refere à concessão pela autoridade policial. criança/adolescente. à vadiagem. para a concessão de liberdade provisória. o que se altera é a previsão de imediata liberação quando promovida a identificação. contempla os crimes punidos com reclusão. Assim. 323) já não serão mais consideradas e. Esse trata da sua concessão sem fiança: as ressalvas relacionadas às hipóteses de crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade e de réu vadio (incisos III e IV. Contemplamos a revogação do inciso III do artigo 324 – não possível fiança a quem no gozo de livramento . tráfico de drogas e terrorismo. 323 traz as situações em que não cabível fiança. sem fiança serão outras. Até então. A novidade está na hipótese que se relaciona aos crimes de violência doméstica contra mulher. com as hipóteses de cabimento da prisão preventiva que. Aqui. as condições trazidas pelos incisos I (infração a que não cominada pena privativa de liberdade) e II (pena privativa máxima não superior a três meses) deste mesmo art. tortura. idosos e portadores de deficiência. imposição de medida cautelar. Na sequência. há a possibilidade de prisão em razão da dificuldade na identificação civil. Com a Lei. 312. Assim. excluindo a previsão relacionada aos crimes punidos com detenção e. Em sua atual redação. Por meio de cláusula aberta. b) em sendo o caso. de forma ampla. Vislumbra-se grandes alterações em relação à liberdade provisória com ou sem fiança. fala-se em crime punido com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos. 321. prevê que nos crimes previstos como hediondo e equiparado também não pode haver a aplicação do beneficio. de forma expressa. tratada a partir dos art. como hoje. desde que não superior a quatro anos. Com a sua vigência. a prisão visa a garantir a eficácia das medidas de urgência decretadas. contemplando. do art. poderá ser aplicada. foram revogadas. a partir da vigência da nova legislação: a) ausência dos requisitos para a prisão preventiva. 313. o já tão conhecido art. deve a infração ser apenada com pena de prisão simples ou detenção. Os requisitos para da fiança também foram alvo das alterações trazidas pela Lei. 321. o art. quando preenchidos os requisitos do art. os crimes de racismo.

Com a vigência da Lei. 341 contempla: a) réu regularmente intimado para ato do processo. salvo quando crime culposo ou contravenção. com pequena. deixar de comparecer.prazo de 48 horas. mas. importante alteração em relação à segunda – incluída a necessidade de se tratar de nova infração penal dolosa. estes dois casos continuaram a ser contemplados. Outras hipóteses foram consideradas: a) . com a inclusão de uma nova hipótese – dispensa da fiança. O art. era possível a redução da fiança em até 2/3 ou o seu aumento. a depender da condição econômica do réu. Contamos até o momento. 335 traz importante novidade. referente à imposição de prazo para a autoridade judicial decidir sobre a concessão da fiança. teremos apenas dois. em até o décuplo.condicional ou suspensão condicional da pena. nos casos em caracterizada a demora pela autoridade policial . sem motivo justo. O atual art. com três patamares. Em sua nova redação. As situações em que evidenciada a quebra da fiança também passaram por reforma. nos casos do art. Essas regras continuarão existindo (aumento em 1000 vezes). 350. o beneficiário praticar nova infração penal. A nova Lei alterou os parâmetros antes utilizados na fixação do valor da fiança. HOJE 1 a 5 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de até 2 anos 5 a 20 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de até 4 anos 20 a 100 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade superior a 4 anos VIGÊNCIA DA LEI 1 a 100 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de não superior a 4 anos 10 a 200 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de superior a 4 anos De acordo com o atual regramento. b) durante vigência da fiança. nos incisos I e V.

medida de caráter extremo e. com a prestação de serviço público relevante e idoneidade moral. c) resistência injustificada à ordem judicial. restam revogados os art. A inserção das medidas cautelares no ordenamento jurídico brasileiro. excepcional. Por fim. Sem dúvida. prevê-se a perda da metade do valor e.403/11. em análise ao caso concreto. que tem como objetivo principal evitar o encarceramento. 323.689. todos do Decreto-Lei no 3. restará perdido metade do valor e o magistrado. 349. apenas. Internacional . 324. os incisos IV e V do art. apenas cabível quando tais medidas não suficientes. os incisos I e II do art.a prisão deve ser considerada.Código de Processo Penal. Como a própria lei prevê o período de vacatio de 60 dias. ao invés de determinar o recolhimento à prisão. Como efeito da quebra. O art. o recolhimento automático do acusado à prisão. até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. Seguindo na linha adotada pela nova Lei. a sua vigência terá início em 04. De suma importância as alterações contempladas na Lei n° 12. os §§ 1o a 3o do art. principalmente. A perda do valor total pago a título de fiança ocorrerá no caso já contemplado atualmente – condenado não se apresentar à prisão para o cumprimento da pena definitivamente imposta. conseqüentemente. aplicar uma das medidas cautelares do art. A novidade está na necessidade de se tratar de pena definitiva. 298. quem exercer tal função contará. que prevê os benefícios em razão do exercício da função de jurado não mais contemplará a possibilidade de prisão especial (nos crimes comuns). de 3 de outubro de 1941 . o § 2o e seus incisos I. como alternativas à prisão se coaduna com os preceitos consagrados pelo nosso Direito Constitucional e. b) descumprimento da medida cautelar imposta em conjunto com a fiança.07. 393 e 595. o inciso IV do art. em havendo a quebra da fiança. Assim. poderá.prática de ato de obstrução do processo. um grande avanço! . 325 e os arts. até o julgamento. II e III do art. 321. 319. o inciso III do art. 313. 319.

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