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cursoderadiologia

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Dr. Armindo – 25/01/00

MÉTODOS DE EXAMES DO TÓRAX
I. Métodos
Radiografia Fluoroscopia – exame dinâmico Broncoscopia – radiológico invasivo T. linear TC US do tórax RMN Angiografia pulmonar e Arteriografia brônquica – invasivos

II. Rx
$ ,QFLGrQFLDVUDGLROyJLFDVGRWyUD[
1. 2. 3. 4. 5. Póstero-anterior – PA – o raio incide póstero-anterior Lateral ou perfil – P – direito ou esquerdo Oblíquas – OAD e OAE – dão um ângulo de 45º em relação ao filme Lordótica – usada para estruturas de ápice pulmonar Decúbito lateral com raio horizontal

Por convenção, a placa de identificação está no lado direito. Por exemplo, um paciente com lesão no terço superior direito – Pede-se a incidência de perfil direito.

III. Anatomia radiológica – seqüência par análise
1) Partes moles do Tórax – Todas estruturas: esterno, mamas, axilas, região supraclavicular e pescoço. Procurar assimetria de mamas, calcificações de gg. Linfáticos. 2) Arcabouço ósseo (arcos costais) – clavícula, omoplata, arcos costais. Observar fratura, lesão osteoclavicular ou osteolítica. 3) Hilos e trauma vascular pulmonar – compostos por vasos, artérias, veias e bronquiofonte. O hilo pulmonar esquerdo é mais elevado que o direito, normalmente. Se o direito estiver mais elevado que o esquerdo é patologia de ápice ou terço superior pulmonar. 4) Parênquima pulmonar 5) Cúpulas e seios costo-frênicos: a cúpula direita é mais elevada que a esquerda pelo fígado (variando de 1 a 1,5 cm). O paciente deve estar sempre em inspiração profunda para fazer Rx. 6) Área cardíaca – Apresenta a mesma densidade em todas as câmaras. No perfil vêse: 1- esterno (anterior); 2- corpos vertebrais (posterior); 3- área cardíaca; 4- campo pulmonar (dois); 5- croça da aorta; 6- seio costo-frênico. 7) Mediastino – Anterior, Médio-posterior e Superior (vai do manúbrio até a quarta vértebra torácica) Deve-se observar a parte de sustentação do pulmão, o setor alveolar e o intersticial. Os seios costo-frênicos estão entre o gradeado costal.

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IV. Avaliação da área cardíaca (Rx)
• • • Subjetivo Índice cardio-torácico Cálculo do volume cardíaco

$ ÌQGLFHFDUGLRWRUiFLFR ICT =
Deve ser menor ou igual a 0,5

I cardíaco I torácico

% 9ROXPHFDUGtDFR Vc =
Vc é em ml/m
2

L× B× K × M Área do paciente

B L

K x M = 0,63 Vc no homem = 550 ml por m 2 Vc na mulher = 500 ml por m
2

V. Mediastino
Compreende timo, tireóide, aorta, cadeia ganglionar, esôfago e traquéia. É região que aparece opaca.

$ $QWHULRU
Plano que passa anteriormente a árvore traqueobrônquica e posterior ao coração. * Massa de mediastino anterior Timo; Tireóide (bócio mediastinal); Paratireóide; Tumor de células germinativas (teratoma); Cisto pleuropericárdico; Linfomas

% 0pGLR
Plano que passa na borda cardíaca posterior e anteriormente a corpos vertebrais (1 cm) * Massa de mediastino médio Tumor de esôfago; traquéia; linfoma; sarcoma; metástase; tireóide ectópica; derivados císticos do intestino primitivo anterior.

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& 3RVWHULRU
Constituídos pelos canais laterovertebrais e costovertebrais Até o quarto corpo vertebral torácico (corte) – mediastino superior. * Massa Meningocele, lipomas extradurais, adenopatias, cistos neuroentéricos e do conduto torácico, mielolipomas, tumores neurogênicos

VI. Segmentação bronco pulmonar
Pulmão Direito Superior Médio Inferior Pulmão Esquerdo Lobos (superior e inferior) Língula São divididos por cisuras São lobos subdivididos em segmentos de lesão.

$ 'LUHLWR 
/RER VXSHULRU

Apical (B1) Anterior (B2) Posterior (B3) 
/RER PpGLR

Lateral (B4) Medial (B5) 
/RER LQIHULRU

Superior (B6) Basal medial (B7) Basal anterior (B8) Basal lateral (B9) Basal posterior (B12)

% (VTXHUGR 
/RER VXSHULRU

Apico posterior (B1 – B3) Anterior (B2) 
/tQJXOD

Superior (B4) Inferior (B5) 
/RER LQIHULRU

Superior (B6)

3. B e C) A – ápice B – mais comuns (em terço inferior e base pulmonar) C – região perihilar As linhas podem ser transitórias (freqüente no edema pulmonar) e persistentes (freqüente na doença reumática e pneumoconioses) . VII. Em crianças pode se fazer AP porque o coração é pequeno e se verifica bem também % . daí verifica-se os alvéolos velados e estruturas tubulares com ar (bronquíolos) Sinal da Silhueta: quando o velamento é semelhante ao da área cardíaca – típico de velamento alveolar. 6.www. Sinal da silhueta (quando a densidade do lado do coração fica = a do coração – velamento que apaga a silhueta cardíaca) 8.net . 4. Imagem em asa de mariposa OBS: uma patologia em um dos alvéolos passa para os outros mas não para os bronquíolos. Tipos de Velamentos pulmonares $ $OYHRODUHV Velamentos são todas as alterações da densidade em nível de pulmão.QWHUVWLFLDO Ocorre em ligamentos e tecidos de sustentação pulmonar 3 tipos: • • • Reticular – representa a fibrose pulmonar Nodular – em TB miliar e metástases Misto Velamento Intersticial é representado pelas linhas basais de “Kerley” (A. Caracterizam-se por: 1. 5. Aspecto flocoso – floco de algodão Bordos imprecisos Evolui e regride rapidamente Áreas de coalescência Distribuição nodular ou segmentar ou lobar Sinal do broncograma aéreo (consegue-se detectar um brônquio mais escuro porque ao redor dele está mais claro – branco) 7.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 4 Basal medial (B7) Basal anterior (B8) Basal lateral (B9) Basal posterior (B12) As cisuras são oblíquas no lado esquerdo e horizontal no lado direito. 2.medpage.cjb.

A lesão é no centro do ácino. a hipertrofia peitoral de um lado. saco alveolar e alvéolos estão íntegros. Os ductos. Se unilateral (pneumotórax. Enfisema pulmonar 2. O fumo ativa os macrófagos pulmonares e produz o fator quimiotático leucocitário – que agregam e liberam as proteases e fazem a destruição pulmonar (isso ocorreria por inativação de antitripsina alfa 1) % 3DWRORJLD  3DQ DFLQDU Pan lobular. acianótico. e infecções têm sido responsabilizadas mas sem solução definitiva. tumor em partes moles e mastectomia A hipertransparência pode ser uni ou bilateral. Caracteriza-se por destruição indiscriminada de toda a área pulmonar distal ao bronquíolo terminal. Enfisema pulmonar $ (WLRORJLDSDWRJrQHVH Há distensão dos alvéolos que leva a destruição dos alvéolos. Bronquite crônica 3. Existe um grupo de doenças agrupadas devido à alteração fisiopatológica comum: ↑ persistente na resistência ao fluxo de ar brônquico. difuso. com o ácino e o lóbulo secundário → por isso é chamado de não seletivo. idiopático e constitucional. generalizado. atresia brônquica e bronquiectasia). se não houver a destruição (atletas treinados) há a hiperinsuflação. alergias. Predomina nas áreas superiores do pulmão centro acinar. Caracteriza-se por destruir apenas o parênquima localizado na região central do ácino → por isso é chamado de seletivo. É mais freqüente que o pan acinar. Predomina nas bases pulmonares.  &HQWUR DFLQDU Centro lobular. Engloba: 1. A patogênese ainda permanece obscura (fumo. Everaldo – 27/01/00 DPOC . Bronquiectasia 4.cjb.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 5 Dr.www. fatores genéticos). dispnéicos. Asma brônquica O diagnóstico radiológico é verificado com a doença avançada.HIPERAERAÇÃO As DPOCs têm um aspecto de hiperaeração pulmonar (aspecto penetrante – o pulmão fica mais preto). se bilateral (enfisema pulmonar e bronquiectasia) I. ao contrário das pneumonias que regem um padrão radiológico de condensação parenquimatosa.net . senil. É mais comum em “pink puffer” – tórax em tonel. Menos de 50% são diagnosticados em quadros recentes. Antes de pensar-se em diagnóstico de doença por hiperaeração pulmonar deve-se observar: A técnica (penetração grande. . A poluição do ar. a posição do paciente no exame).

Pneumatoceles estão presentes com ↓ do calibre dos vasos pulmonares.6 cm. II. Pode ser localizada (origem piogênica se localizando em regiões inferiores. O enfisema de trama avançada apresenta aspecto de pulmão sujo e caracteriza indivíduos com problema pulmonar e a TC mostra o quadro de forma melhor (áreas grandes com bolhas – destruição do parênquima pulmonar) A distância entre a Aorta e o Esterno não deve exceder 2. asma.5 cm. No enfisema paraseptal a bolha aparece sub pleural. Bronquiectasia Refere-se a dilatação persistente dos brônquios devido a destruição dos tecidos elásticos. $ &DXVDV • • • Obstrutiva Infecções Anatomia – alteração na mobilidade ciliar com infecções de repetição. Enfisema vicariante – é um ↑ da quantidade de ar no pulmão em função da lesão anterior. alteração anatômica) . Rx semelhante à normalidade.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 6 É mais comum em “blue bloatter” – clinicamente mais grave. Na intersecção do seio costo-frênico anterior e posterior (distância) verifica-se o rebaixamento se for maior que 2. ↑ das artérias pulmonares centrais porque há distensão dos vasos.net .www. já a TB se localiza nos lobos e segmentos superiores) As formas difusas podem estar associadas a defeitos genéticos (aspergilose.cjb. Ocorre: hipertransparência ↓ da trama vascular hilo congesto e aumentado. associa-se à bronquite crônica. & $OWHUDo}HVUDGLROyJLFDV • • • Parênquima Parede torácica Diafragma  3DUHGH WRUiFLFD H GLDIUDJPD • • • • • • • Aumento dos espaços intercostais (horizontaliza as costelas) Aumento da distância entre os arcos costais Horizontalização das costelas Rebaixamento da cúpula diafragmática Verticalização do coração Diminuição da mobilidade diafragmática (o diafragma fica rebaixado) O diâmetro aumenta no sentido longitudinal do tórax e ocorre um arqueamento do esterno em perfil.  3DUrQTXLPD SXOPRQDU • • • • Aumento da transparência pulmonar Aumento da radiotransparência com ↓ das marcas vasculares Aparecem bolhas. ' 2%6 O coração parece que fica voando no Rx e pode ↑ em função do cor pulmonale.

A etiologia não depende de um fator único e determinado. ' $OWHUDo}HVUDGLROyJLFDV RX normal – não exclui a doença RX simples – diagnóstico presuntivo. $ 3DWRORJLD Hipertrofia e hiperplasia das glândulas mucosas Aumento da viscosidade da secreção Alteração da atividade ciliar % $OWHUDo}HVUDGLROyJLFDV • • • • 50% dos bronquíticos têm raios-X normal hiperaeração espessamento de paredes brônquicas – linhas de trem opacidades tubulares. Bronquiolite Obliterante Ocorre em RN e jovens. hiperaeração pulmonar.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 7 % &ODVVLILFDomR  4XDQGR D H[WHQVmR Pequena – sem expressão radiológica Maior – com expressão (opaca. rubéola). Varicosas (aspectos de varizes) 3. Cilíndricas (podem formar abscessos) 2. irregulares IV. Tem origem viral Verifica-se opacidade difusa. simula a TB miliar em função dos pontos (nódulos por todo o parênquima) .www. São importantes para ver associações Caracteriza-se por tosse e expectoração mucosa ou muco-purulenta com duração de vários dias durante um período de 3 meses.net . Células císticas ou saculares (parecerem sacos .medpage. desorganizada. Bronquite Crônica Não tem grandes alterações radiológicas. linhas paralelas e circulares em regiões pneumônicas Diagnóstico de certeza – TC de alta resolução e broncografia (invasiva) Tipo de dilatação 1.cjb. dilatação) Muito grande – pulmão em favo de mel & 6LQWRPDV Tosse produtiva crônica Pneumonia de repetição Hemoptise aguda (é considerada maciça se maior que 600 ml / dia) Estão relacionadas às infecções da infância (sarampo.aspectos de favo de mel) III. repetindo por no mínimo 2 anos. Pode levar o adulto a ter bronquiectasias. • • Verifica-se a trama vascular grosseira. Imagens pneumônicas.

. Há um problema congênito e há dificuldade de alveolizar. Síndrome de Siver-James Apresenta pulmão pequeno.medpage.cjb.www. Na expiração está hiperaerado e cheio de ar (hipertransparente e grande) O padrão comum das doenças acima é a hiperaeração pulmonar.net . transparente (na inspiração).Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 8 V.

medpage. após o início da terapia A grande maioria de adultos e crianças expostos pela primeira vez à tuberculina não apresenta sintomas e nem sinais radiológicos da doença. % 9LDVGHGLVVHPLQDomRGDWXEHUFXORVH Broncogênica Hematogênica Linfática II. cujo escarro seja muito rico em bacilos. Tuberculose Primária Quando um elemento é exposto pela primeira vez a Mycobacterium tuberculosis (tuberculina). ele irá desenvolver uma resposta ao organismo.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 9 Dr. de contornos mal definidos exceto quando limitado pela cisura. Os sinais radiológicos desaparecem dentro de 6 meses a 2 anos.  &RPSURPHWLPHQWR GRV JJ OLQIiWLFRV Mais afetados gg hilares e paratraqueais (diferente entre TB primária e pós-primária) . É classificada em primária e secundária. Tuberculose Mycobacterium tuberculosis (93%) Mycobacterium bovis Mycobacterium avium.www.cjb. Armindo – 01/02/00 INFECÇÕES PULMONARES MICOBACTERIANAS I.net . A patogênese é dada pela inalação de gotículas infectadas com microorganismos. de paciente que tenha doença pulmonar escavada. $ 0DQLIHVWDo}HVUDGLROyJLFDVGDWXEHUFXORVHSULPiULD • • • • Compromete parênquima pulmonar Gânglios mediastinais e hilares Árvore traqueobrônquica Pleura  &RPSURPHWLPHQWR SDUHQTXLPDWRVR Lobos superiores mais comprometidos que os inferiores Reação parenquimatoso: velamento tipo alveolar de densidade homogênea. sendo a positividade da tuberculina o único sinal. $ 7LSRV  7% SULPiULD  7% VHFXQGiULD É adquirida por inalação de gotículas infectadas com o microorganismo Na maioria dos casos a infecção ocorre quando existe contato repetido ou constante. Na maioria dos casos a infecção ocorre quando existe contato constante.

Disseminação hematogênica (rara) & 0DQLIHVWDo}HVLQFRPXQVGD7%SULPiULD Nódulos pulmonares grandes múltiplos bilaterais. Pericardite tuberculosa (ocorre pela ruptura de g mediastinal caseoso no pericárdio) 4.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 10 Obliteração e aumento das dimensões das sombras hilares e mediastínicas (alargamento das regiões mediastinais). produzem doença pulmonar inflamatória em um indivíduo previamente sensibilizado a tuberculina.  &RPSURPHWLPHQWR GD iUYRUH WUDTXHREU{QTXLFD A TB compromete freqüentemente a árvore traqueobrônquica levando a compressão dos brônquios pelos gg.  &RPSURPHWLPHQWR SOHXUDO Ocorre mais em adultos do que em crianças Derrame pleural (oblitera o seio costo-frênico). % &RPSOLFDo}HVGD7%SULPiULD 1. Progressão: disseminação broncogênica. Gangrena pulmonar Aneurisma de Rasmussen: pseudo-aneurisma raro causado por erosão de um ramo da artéria pulmonar periférica dentro de uma cavidade tuberculosa.medpage. derrame e/ou empiema. Presença de cavitações: área radiotransparente arredondada ou oval com parede moderadamente espessa. fístula broncopleural (raro) 3.cjb. III. sendo o lobo direito mais comprometido que o esquerdo (2:1). Segmento anterior do lobo superior e segmento medial do lobo médio. Tuberculose secundária ou de reinfecção Ocorre quando bacilos da TB. hilar e de mediastino Bronquiectasias .www. Pode levar a atelectasia de segmento pulmonar. ' 6OLGHV • • • • • • • partes moles axilares prolongamentos axilares arcos costais do primeiro ao último comparando um lado com outro hilos pulmonares – TB faz velamento alveolar no hilo mais perto cúpula frênica seios costo-frênico. Pequenos focos cavitários que se assemelham a abscessos estafilocócicos. $ 0DQLIHVWDo}HVGHUHLQIHFomR • • • • • • • • • Lobos superiores são os mais comprometidos (segmento apical e posterior) Lado direito é mais afetado freqüentemente que o esquerdo Envolvimento ganglionar mais raro do que na doença primária Velamento do tipo alveolar de limites mal definidos. Atelectasia 2.net . Estrias radiodensas de fibrose Pode ocorrer atelectasia segmentar Distorção brônquica.

O velamento é difuso pelo parênquima pulmonar.www. & 'LDJQyVWLFR'LIHUHQFLDO Micose pulmonar IV. $ 'LDJQyVWLFRGLIHUHQFLDO  0HWiVWDVH  7XPRU PDOLJQR GR SXOPmR TXH FUHVFH.net . O material caseificado envolvido por fibrose denomina-se tuberculina.medpage. Pode acontecer de haver formação nodular de limites definidos – o M.cjb. Tuberculose Miliar Há um comprometimento parenquimatoso e há uma disseminação levando ao comprometimento micronodular associado.Criado por Alysson Barboza Cânovas • Página 11 Enfisema % &RPSOLFDo}HVGD7%GHUHLQIHFomR • • • • • Derrame pleural e empiema Broncoestenose Broncolitíase Pneumotórax tuberculoso Disseminação para outros órgãos. tuberculosis fica envolvido por fibrose e não dá sintomas.

Ficar atento porque o local de maior incidência de TB é também de neoplasia daí ter que acompanhar processo cicatricial de TB.  0LFHWRPD RX $VSHUJLORPD É importante saber que é uma lesão móvel. As cavernas são estéreis e ficam em contato com o brônquio e há fungos que colonizam tal local e muitas vezes podem dar escarros hemoptóicos porque a área é vascularizada. . ou imagem em beijo. WXEHUFXORPD QmR FUHVFH Quando há duas lesões (tuberculoma) denomina-se imagem em livro aberto.

www. micronodulares múltiplas de hemossiderina. 2) Sinais de Hipertensão Arterial Reflexa ou Reativa 3) Hilos aumentados e alongados no sentido vertical. 4) Ossificação pulmonar: nódulos maiores de densidade óssea. margens indefinidas. Figura 10-12 DDC. 7) Edema pulmonar alvéolo-intersticial: aparecimento de imagens acinares de 4 a 5 mm arredondadas de contornos imprecisos e de distribuição difusa. Figura 193 (RCVB) junto com 19-2 6) Edema pulmonar intersticial. 9a) Derrame pleural 10) Caráter de progressão e periodicidade (aparecimento de velamentos fantasmas com esvaecimento rápido em poucas horas. 5) Aumento de VD e da via de saída da AP . Figura 10-9. % (VWDEHOHFLPHQWRGH%DUUHLUDDUWHULRODUSHUPDQHQWH+LSHUWHQVmR $UWHULDOSXOPRQDU 1) Enxugamento pulmonar. 11) Aumento de uma ou de ambas as câmaras cardíacas esquerdas. maior transparência pulmonar 2) Sinais semelhantes à reação de EISENMENGER: II – página 7 3) Hemossiderose: imagens densas.net .medpage. teor de fibrina no líquido extravasado no interstício e alvéolos. 1-4 e 1-5 DDC 8) Aparecimento de linhas B de Kerley transversas de aproximadamente 2 mm de espessura. remissão. e resposta ao tratamento adequado. Figura 10-9. Dráusio – 03/02/00 DOENÇAS VASCULARES DO PULMAO • • • • Edema pulmonar Hipertensão venosa pulmonar crônica (por estenose mitral) Embolia pulmonar Atelectasia discóide I. Representam os segmentos interlobulares justa-pleurais com líquido ou linfáticos dilatados. 2 a 3 cm de comprimento. de sangramentos repetitivos. Sinais radiológicos de hipertensão venosa pulmonar ou póscapilar ou hipertensão pulmonar venocapilar $ %DUUHLUDQRFRUDomR(VTXHUGR 1) Mudanças do normal vascular para congestão venosa pulmonar passiva ou Pleonêmica ou Hiperemia (menor transparência pulmonar) por surtos de agudização repetitivos e/ou progressivamente. formando osso esponjoso.cjb. tempo de duração dependente do tratamento instituído para melhora do fluxo no coração esquerdo e queda da pressão venosa e quantidade de fibrina no líquido extravasado nos alvéolos. DDC A e B: obliteração difusa da trama vasobrônquica por velamento tênue em vidro fosco nos setores peri-hilares e para-cardíacos direito e esquerdo. Figura 21-15 TBR. A e B (DDC) e 23-8 TBR 9) Edema pulmonar predominantemente alveolar: confluência das lesões acinares formando velamentos localizados. com broncograma aéreo. Figura 1-3. 4) Aumento de calibre e de número de vasos dos campos médios 5) Visualização de vasos em grande número em campos pulmonares periféricos. de acordo com as fases de agudização. de densidade homogênea central e heterogênea periférica.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 12 Dr. oliguemia. dispostas horizontalmente junto às pleuras látero-basais. com distribuição dependente do posicionamento do paciente. sofrendo metaplasia. por aumento de calibre de vasos principalmente do pólo venoso inferior. queda da pressão venosa abaixo de 25 mmHg.

cjb.net .medpage.www.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 13  (WLRSDWRJHQLD EDUUHLUD QR FRUDomR HVTXHUGR D.

um aumento da volemia pulmonar (pleonemia) sem fluxo aumentado. Há. +LSHUWHQVmR 3XOPRQDU $UWHULDO 5HIOH[D RX 5HDWLYD Dificuldade de fluxo de sangue para ou pelo coração esquerdo determina aumento da pressão venosa pulmonar. E. também chamado de congestão venosa pulmonar passiva. portanto. dilatação de veias e vênulas e vasoconstrição arteriolar reflexa.

Inicialmente. septos interlobares e alvéolos. saindo da pleonemia para a oliguemia e aumento da pressão arterial pulmonar com repercussão na via de saída da AP e VD. mediante hipertrofia da camada muscular. e redução rápida ou abrupta do número e calibre dos vasos hilares em direção a periferia. Aumento de pressão nos vasos pulmonares.  (WLRSDWRJHQLD %DUUHLUD $UWHULRODU ² +LSHUWHQVmR $UWHULDO 3XOPRQDU Com o evoluir da doença. espessamento da íntima e metaplasia de fibras elásticas em fibras musculares nas arteríolas Assim vão se tornando mais esparsas e raros os episódios de agudização da congestão venosa pulmonar passiva. havendo passagem de líquido para o interstício dos feixes vásculo-brônquicos. como na doença valvular mitral crônica 1) Oliguemia pulmonar (maior transparência dos pulmões) – figura 23-3 e 23-4) do TBR 2) Dilatação da via de saída da AP com aumento da convexidade do segundo arco cardíaco esquerdo. As hemácias são fagocitadas e a hemossiderina sofrerá fibrose e deposição em nódulos que poderão ser calcificados e ossificados. havendo como que um envolvimento pulmonar. estabelecimento ou mudanças de barreira para arteríolas pulmonares. não mais reflexa. fica ultrapassada e há aparecimento de derrame pleural e permanência de líquido nestes compartimentos. III. aumento de gradiente de pressão arterial pulmonar. alvéolos e septos interlobares chegando a haver ruptura de capilares e extravasamento de sangue para os alvéolos. A capacidade de drenagem venosa e linfáticas do líquido em interstício. Estes fenômenos ocorrem cronicamente. 1) Redistribuição dos vasos pulmonares 2) Equalização de calibre das artérias e veias do setor do pólo inferior e superior dos hilos – Figura 23-6 e 23-5 – TBR (juntas) 3) Inversão de calibre dos vasos (artérias e veias) do setor do pólo inferior e superior dos hilos: calibre maior nos vasos do pólo superior e menor nos vasos do pólo inferior. durante toda a vida em surtos de agudização e remissão ou progressivamente. Sinais radiológicos da Reação de Eisenmenger O quadro radiológico da reação de Eisenmenger é semelhante ao quadro radiológico de doença pulmonar crônica e doença cardíaca crônica em fase terminal ou estabilizada. 3) Aumento de calibre das artérias hilares. hiperfluxo pulmonar crônico. Sinais radiológicos de Hipertensão Pulmonar Reflexa ou Reativa Ocorre o estabelecimento de vasoconstrição arteriolar. caráter de periodicidade aparecendo em fases agudas e posteriormente caráter de permanência (lesão arteriolar definitiva). a pressão osmótica do sangue e a pressão alveolar. II. principalmente no pólo superior arterial. (GHPD LQWHUVWLFLDO A pressão venosa pulmonar atingindo 25 mmHg ou mais. ficando o território venoso hipovolêmico e o território arterial hipervolêmico. conseqüente a estímulos como hipóxia sistêmica (asma e outras condições). com hilos aumentados. . forma-se a barreira arteriolar permanente. mediante diminuição de calibre das arteríolas e artérias de pequeno calibre. Por exemplo. faz a pressão nos capilares ultrapassar a pressão arteriolar.

no exame angiográfico.13 TBR. proximal à oclusão – Figura 9. correspondente à via de saída da AP. podendo ocultar o velamento e ser visualizado não associado o velamento pulmonar. Sinais radiológicos da Hipertensão Pulmonar Mecânica Tem caráter de progressividade e de cronicidade quando se trata de obstrução da luz de arteríolas e capilares e caráter de episódio agudo quando se trata de obstrução da luz de artérias de grosso calibre. 2) Aumento de calibre dos vasos hilares do lado da oclusão 3) Redução de calibre das artérias distais da oclusão 4) Aumento de transparência pulmonar no território irrigado pela artéria obstruída e respectivos ramos (sinal de Westermark) 5) Aumento de VD e via de saída da AP aumentando a convexidade do segundo arco cardíaco esquerdo. na maioria das vezes.B. geralmente unilateral. 5) Derrame pleural pequeno. segmentos basais – Figura 9-7. com estabelecimento da fase hiperpressórica.medpage. As obstruções na maioria das vezes são causadas por êmbolos de natureza sanguínea. Figura 23.C e D.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 14 4) Redução do número e do calibre de artérias e veias (vasos) dos campos pulmonares médios. 6) Elevação do hemidiafragma do lado do infarto 7) Seqüelas . IV. 6) Defeitos de enchimento em artérias de grosso calibre obstruídas. 1) Aumento de calibre e de artéria de grosso calibre. mas às vezes grande. & &RPLQIDUWRRXKHPRUUDJLDSXOPRQDU 1) Velamento homogêneo único ou múltiplo principalmente em cone truncado – Giba de Hampton principalmente nos Ls Is. se houver necrose. Figura 23 11 TBR (angiografia) 7) Sinais de doença pulmonar como metástases. 4) Aumento de calibre das artérias hilares 5) Aumento das sombras hilares 6) Diminuição do número e calibre dos vasos dos campos pulmonares médios. e doenças crônicas pulmonares e cardíacas.net . Etiopatogenias mais comuns: condições que estabelecem um aumento considerável do gradiente de pressão da AP e veias pulmonares. 5) Ausência de imagens vasculares nos campos pulmonares periféricos 6) Calcificação em placas de ateroma nos ramos hilares da artéria pulmonar 7) Pulsatibilidade aumentada dos vasos hilares à radioscopia: circulação hipercinética devido ao aumento de gradiente pressórico – com redução do fluxo pulmonar. shunts pós-tricúspides. granulomas parasitários (esquistossomótico e de bilharziose)? % 'LVVHPLQDGDSRUPLFURrPERORVHPDUWpULDGHJURVVRFDOLEUHVHP LQIDUWRSXOPRQDU Os sinais têm caráter e associação a episódio súbito com sintomas agudos. 3) Desaparecimento do velamento entre 7 a 10 dias se houver apenas hemorragia 4) Clareamento do velamento entre 20 dias a 5 semanas. $ 'LVVHPLQDGDSRUPLFURrPERORVHPDUWpULDVGHFDOLEUHHVWUHLWR 7HPFDUiWHUGHSURJUHVVLYLGDGHHFURQLFLGDGH 1) Oliguemia ou hipovolemia pulmonar (aumento da transparência pulmonar e diminuição de vasos e de volume pulmonar) 2) Aumento de VD 3) Aumento de convexidade do segundo arco cardíaco esquerdo.cjb. DDC e 9-8 DDC.1 A. tumoral e parasitária. 2) Aparecimento do velamento entre 10 horas a 1 semana após os sintomas agudos.www. A e B.

a 3 b DDC e 9.net .www. horizontal na base. sem distribuição segmentar (retração da pleura para o local do infarto) Hipertensão Pulmonar Mecânica Obstrução de arteríolas e capilares (micro-êmbolos) – caráter de progressividade e cronicidade – sintomatologia leve e progressiva Êmbolos (hemáticos. 2 a 3 cm de comprimento.cjb. tumorais e parasitários) Bilharziose e Esquistossomótico Obstrução de artérias de grosso calibre (macro-êmbolos) – caráter de associação a episódio súbito com sintomas agudos sem infarto pulmonar com infarto pulmonar .11 DDC. 7b) Cicatriz parenquimatosa: linhas densas em qualquer plano ou direção.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 15 7a) Atelectasias em faixa ou em disco (ou discóide): sombra linear de 1 a 3 cm de espessura. 1 a 3 cm acima do diafragma. tocando a pleura lateral. Figura 9-10.medpage.

Este contorno é mal definido devido ao pulmão adjacente comprimindo e/ou com processo inflamatório adjacente.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 16 Dr. A penetração do líquido em cisuras principais e acessórias demarcará com a mesma densidade do derrame com prolongamentos no contorno e forma. derrame quiloso ou linfático. ascendente para cima e lateralmente.cjb. .net .  'HUUDPH SHTXHQR Aumentando o volume do líquido na cavidade pleural. $ 'HUUDPHOLYUHQRHVSDoRSOHXUDO Para que o derrame seja livre não deve haver bridas e aderências entre a pleura visceral e parietal. A forma do derrame vai depender da posição do paciente ao ser radiografado. exsudato. Derrame mínimo: Se o paciente for radiografado em ortostase o derrame se localizará no seio ou ângulo costo-frênico posterior e poderá passar desapercebido na incidência PA onde ficará superposto e oculto pela cúpula diafragmática que está acima do seio costo frênico posterior.medpage. Dráusio – 08/02/00 DOENÇAS PLEURAIS • • • • • Derrames pleurais Pneumotórax espontâneo Espessamento pleural Calcificações pleurais Mesoteliomas I. efusão hemorrágica. na direção do raio central de Rx. o derrame passará a ocupar o seio costo-frênico lateral e se tornará visível na incidência em PA. principalmente se houver associado processo pneumônico que causa atelectasia do lobo inferior ou médio e/ou perda de elasticidade pulmonar. aparecerão os sinais de trama pulmonar superpostas à opacidade do derrame. Na radiografia o líquido fica com a opacidade de densidade homogênea geralmente sem sombras de feixes vaso-brônquicos ou de ácinos alveolares com ar: porém se houver pulmão aerado na frente ou atrás (derrame encistado). A opacidade apresentará contorno superior côncavo par cima.  'HUUDPH 0pGLR Aumentando ainda mais o volume. Derrame pleural As radiografias não permitem diferenciar o tipo ou líquido no espaço pleural: transudato. Nessas condições o derrame se localizará nas partes mais baixas do espaço pleural de acordo com a posição em que o paciente foi radiografado. do volume do derrame e da ausência ou presença de bridas e aderências entre os folhetos parietal e visceral da pleura. O contorno do hemi diafragma poderá ficar obliterado totalmente em um segmento. O espaço pleural inicialmente é virtual e à medida que o derrame vai se formando o espaço torna-se real e o líquido vai se formando e vai comprimindo e deslocando o pulmão em direção ao hilo pulmonar.www. a imagem do derrame apresentará contorno superior em nível mais alto e penetração nas cisuras habituais e acessórias. Será visualizado com certeza na incidência em perfil como uma DENSIDADE HOMOGÊNEA que oblitera o ângulo costo-frênico posterior e contornando o segmento posterior do hemi diafragma.

convexo para fora.www. Pode ser diagnosticado por punção em  'HUUDPH HQFLVWDGR FRVWDO O local mais freqüente de encistamento é ao longo da parede costal posterior (goteira ou recesso costo-vertebral) ou parede lateral. Um hemitórax completamente opaco pode também ser causado por uma consolidação maciça ou por um tumor de pulmão. Quando a radiografado de face mostrará uma opacidade mal definida. Os derrames encistados podem ser uni ou multilobulados. Se estiver no hemitórax esquerdo a bolha gástrica ficará afastada mais abaixo e indicará a verdadeira altura do hemidiafragma. Se fizermos tomografia e aparecer vestígio de ar no pulmão indicará que o velamento é a causa pulmonar e não pleural. densidade homogênea. Então radiografando o paciente em DDH (decúbito dorsal horizontal) ou em decúbito lateral.  'HUUDPH HQFLVWDGR VXESXOPRQDU Mimetiza um hemidiafragma pneumoperitônio diagnóstico.net . homogênea linear ou ? biconvexa com margens nítidas na mesma linha da cisura pleural ou ser apenas uma imagem linear ou espessa delineando a cisura podendo se estender ao espaço intercisural vizinho. o líquido pleural não se desloca quando o paciente muda de posição e é radiografado. costal. & 'HUUDPHSOHXUDO(QFLVWDGR O derrame pode ficar encistado ou lobulado em qualquer local do espaço pleural por aderência entre a pleura visceral e a parietal. com um contorno pouco nítido e menos curvo que a cúpula diafragmática. . Então o hemidiafragma poderá ser facilmente visualizado. superposta por uma trama vaso-brônquica e pulmão aerado. todo hemitórax ficará radiopaco à medida que o pulmão for comprimido contra o hilo e desaerado e colabado geralmente e o ápice permanecerá aerado. Às vezes o derrame pleural livre poderá se localizar abaixo da face diafragmática do pulmão constituindo o Derrame sub pulmonar. diâmetro vertical maior que o horizontal.QWHUOREDU O derrame pode se encistar em qualquer cisura. tem a forma lenticular biconvexa no contorno externo e interno. de modo que o pulmão flutua sobre uma camada líquida acima do diafragma. A combinação de um derrame maciço com pulmão colapsado e mediastino centrado é muito sugestivo de carcinoma brônquico e mesotelioma maligno. Nesse caso a radiografia sugerirá elevação do hemidiafragma.  'HUUDPH HQFLVWDGR PHGLDVWLQDO É raro. rebaixado devido ao peso do derrame ou elevado devido à associação do processo de atelectasia pulmonar.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 17 % 'HUUDPHPpGLRHH[WHQVLYR Aumentando ainda mais líquido do derrame. podendo penetrar na cisura horizontal. o líquido se moverá para trás ou lateralmente e identificará o líquido como causa da opacidade sub-pulmonar e mostrará a verdadeira altura do hemidiafragma. O mediastino ficará deslocado ou desviado para o lado oposto devido à compressão do derrame.cjb.medpage. elevado. O contorno do diafragma ficará obliterado totalmente ou poderá ser precariamente delimitado se houver uma alça ou fundo gástrico em contato com a face abdominal. Uma vez encistado. mediastinal e cisural ou inter-lobar.  'HUUDPH HQFLVWDGR &LVXUDO RX . Assemelham-se a massas mediastinais com contorno nítido. nas superfícies diafragmáticas. semelhante à imagem de ela de navio do timo em criança. A imagem é densa.

( 3QHXPRWyUD[KLSHUWHQVLYR Se o junto de perfuração da pleura parietal e visceral. o ar vai se localizar no ápice do hemitórax. F) Proveniente de introdução de ar par fins diagnósticos ou de tratamento terapêutico. H) Conseqüente a enfisema mediastinal após ruptura traumática ou traquéia ou esôfago por intubação. O “saco pleural” do pneumotórax hipertensivo. Os lobos ficam separados se o ar penetra nas cisuras colabando e a densidade radiográfica do pulmão fica aumentada e contrastando com o ar do pneumotórax. confirmar ou não presença de mesotelioma. I) Hérnia diafragmática com ruptura de vísceras J) Ruptura traumática de diafragma. cânula mediastinal. vísceras ocas (estômago. A trama vaso brônquica do pulmão colabado fica aglomerada e obliterada. & 3QHXPRWyUD[PtPLPR Inicialmente com pequeno volume de ar no espaço pleural e fica isento de trama vascular. quando o pulmão fica menos aerado e em maior densidade radiológica. Quando a pressão se mantiver constante e maior no hemitórax do pneumotórax hipertensivo do que no hemi tórax normal. (hidrotórax). Resulta no pneumotórax hipertensivo. desloca as estruturas mediastinais para trás diminuindo o espaço retro cardíaco. o mediastino se manterá desviado para o lado sadio tanto na inspiração como na expiração.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 18 II. Este pneumotórax mímimo será melhor visualizado se for radiografado em expiração PA ou ortostase. G) Localização de lesão em pleura visceral. D) Traumatismo torácico fechado.net . distensão mecânica de acalasia. O pulmão e seus lobos têm seus volumes diminuídos. no espaço retroesternal.cjb. ' 3QHXPRWyUD[PpGLR Aumentando o volume de ar no espaço pleural o pneumotórax aumenta e se estende para baixo na periferia do hemitórax nas radiografias segundo tomada com paciente em posição ortostática e expiração em PA. esclerose tuberculosa). isenta de trama vaso-brônquica. rebaixa o . parietal e em pulmão. cria uma diferença maior de contraste entre o cinza pulmonar e a negritude do ar na cavidade apical do pneumotórax. Por exemplo. pulmão) L) Pneumectomia ou Lobectomia % 6LQDLV5DGLROyJLFRV Ar no espaço pleural faz com que o pulmão fique comprimido em direção ao hilo deixando uma cavidade pleural real. delimitada do lado interno por uma linha branca da pleura visceral e pulmão e do lado externo por pleura parietal e parede.medpage. hernia no mediastino anterior. radiolucente.www. $ &DXVDVPDLVIUHTHQWHV A) Ruptura de uma bolha ou borbulha enfisematosa subpleural dando origem ao pneumotórax espontâneo. endoscopia. Pneumotórax É o acúmulo de ar no espaço pleural proveniente da comunicação da pleura visceral ou parietal com o espaço aéreo pulmonar exterior (traumatismo torácico aberto). desvia o septo pleural mediastinal para o lado oposto. anteriormente ao coração. corpo estranho. B) Ruptura de uma cavidade ou abscesso (praticamente estafilocócico) C) Ruptura de pulmão em favo de mel (fibrose pulmonar. por onde penetra o ar se forma uma brida valvar (mecanismo valvar) o ar penetra na cavidade pleural em inspiração mas não sai na expiração. E) Fístula broncopleural proveniente de doença inflamatória ou neoplásica dando pneumotórax e derrame pleural.

medpage. III. chamada de “boné de pleura” ou espessamento pleural apical. opaca. claramente separado do pulmão comprimido. causará obliteração permanente dos ângulos costo frênicos correspondentes que se tornarão rombos ou convexos. branca. Localizado no setor látero basal ou póstero-basal. O lobo ou o pulmão permanecem opacos. sem que haja pus na parte mais baixa da cavidade do pulmão. abscesso.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 19 hemidiafragma do lado do pneumotórax hipertensivo e comprime o pulmão sadio determinando insuficiência respiratória que poderá levar ao óbito. acrescido de nível líquido se o paciente for radiografado em ortostase e raios horizontais ou decúbito e raios horizontais. diminuídos de volume e demoram para se rexpandir.  +LGURWyUD[ É a combinação de pneumotórax com acúmulo de exsudato. Apresenta todos os sinais do pneumotórax. Reduzindo o volume e a capacidade respiratória (encapsulamento do pulmão) Este processo pode ser acompanhado de calcificações pleurais. pela pleura visceral levemente espessada. Localizado no ápice pulmonar formará uma imagem densa. com espessura de alguns “mm”. apesar de introdução de drenos para drenagem. O pneumotórax fica com forma de coleção aérea ovóide. ou lesão tuberculosa sub-pleural vizinhas. as mesmas podem se romper com descarga de seu conteúdo na cavidade pleural produzindo empiema. constante e permanente de espessura variável. não acompanhado de lesão pulmonar apical ou pode ser acompanhado de lesão apical vizinha tuberculosa sem sua atividade atual (seqüela de tuberculose).  (VSHVVDPHQWR H &DOFLILFDomR 3OHXUDO Ocorre quando o pneumotórax se torna crônico e se infecta. Pode ser um espessamento isolado. ) &RPSOLFDo}HVGR3QHXPRWyUD[  (QFLVWDPHQWR Ocorre quando havia previamente aderências ou brida entre a pleura visceral e parietal. Espessamento pleural É visualizado pelo aparecimento permanente e constante de um contorno opaco.net . Quando o espessamento pleural é espesso de vários cm e extenso causa encarceramento do pulmão impedindo a expansão e contração durante os movimentos respiratórios. Na figura radiológica tem aspecto semelhante a pneumatocele gigante. denso. densas. de espessura de alguns milímetros até alguns centímetros na periferia do pulmão. .  (PSLHPD Quando existem aderências e bridas entre as pleuras parietal e visceral o pneumotórax as submetem a tensão entre a parede externa e o pulmão comprimido e caso haja cavidade. constantes. permanentes e localizado nas cisuras acessórias da base do pulmão formará imagens em tenda.www. branco. Localizado nas cisuras principais causará demarcação das cisuras que se tornarão visíveis. Algumas bridas podem ser vistas atravessando a coleção aérea ovóide. estendida para cima e a partir da cúpula diafragmática.  &RODEDPHQWR Ou consolidação de um lobo ou de todo o pulmão retraído por total desaeração.cjb.

$ 0HVRWHOLRPD3OHXUDO/RFDOL]DGR 03/. Pode ter a espessura de alguns mm até cm.net . tumor amilóide e lipoma) e tumores malignos (mesotelioma maligno) Dentre os tumores da pleura. Calcificações unilaterais raramente ocorrem na asbestose. Calcificações de um fibrotórax geralmente se localiza na pleura visceral e na forma de placas irregulares. os mais importantes são os mesoteliomas. Calcificações unilaterais nem sempre é devido a hemotórax ou piotórax prévio. A pleura diafragmática é quase sempre extensivamente envolvida. Estes são classificados em mesotelioma pleural localizado e mesotelioma pleural difuso. A calcificação da silicose geralmente é bilateral. com aparência bizarra de flocos ou de vacúolos quando visualizados de frente.cjb.www. em placas situadas mais freqüentemente nas bases encarcerando extensivamente os dois pulmões. hialosseratose pleural. Tumores Pleurais As imagens tumorais pleurais não fazem diferenciação entre tumores benignos (mesotelioma benigno. A pleura visceral no fibrotórax e a pleura parietal na asbestose. nódulos fibrinosos. V. Calcificação pleural Traduz-se por imagem de densidade cálcica em placa homogênea quando visualizada em perfil e de densidade cálcica heterogênea. no segmento médio do tórax e menos freqüentemente no inferior.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 20 $ &DXVDV Pleuriz ou empiema prévio Infecção pulmonar Radioterapia Hemotórax Pneumoconiose IV.

considera-se que a massa está fixada na pleura parietal. Como um tumor benigno ou maligno dos pulmões ou do tórax ou uma supuração pulmonar crônica. freqüentemente lobuladas de contornos nítidos. homogêneas ovais ou arredondadas. localizadas em uma superfície pleural. Os MPL dão imagens opacas. O MP localizado pode ser pediculado o que indica tratar-se de um tumor benigno e nesse caso pode mudar de forma e de posição em radiografia em série. tendo dimensões de 2 a 15 cm. é de etiologia desconhecida e não tem associação com exposição de asbestos. Para se localizar se a mama está na pleura parietal ou visceral radiografa-se o tórax do paciente em expiração ou inspiração ou em decúbito dorsal horizontal e ortostase. se houver rotação da massa sobre o seu pedículo nas várias tomadas radiográficas. Se a massa se mantiver ao nível das mesmas costelas nas duas radiografias. O mesotelioma pleural localizado existe tanto sob a forma benigna quanto na maligna O MPL na maioria das vezes é acompanhado de osteoartropatia pulmonar. proliferação periosteal de novo osso que progressivamente aumenta enquanto permanecer uma doença pulmonar crônica. O MPL às vezes se calcificam . formando ângulos agudos ou obtusos com a parede torácica. parietal. Também chamado de fibroma pleural. visceral ou fissural. Podem ser difíceis de serem diferenciados de lesão intrapulmonar necessitando-se de tomografias ou indução de pneumotórax diagnóstico.

medpage.www.cjb.net .Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 21 % 0HVRWHOLRPD3OHXUDO'LIXVR 03'.

 É um processo neoplásico maligno que cobre as superfícies pleurais com lâminas ou massas lobuladas de tumor. O MPD é patognomônico de exposição direta a asbestos ou de produtos contendo asbestos. A massa sangra provocando uma hemorragia extensa dando uma imagem de derrame pleural em velamento tornando todo o hemitórax opacificado. A massa cresce. aumenta. estendendo-se e encarcerando todo o pulmão dando uma imagem de espessamento difuso das superfícies pleurais. A massa tumoral também pode invadir diretamente a parede torácica causando destruição de costelas. na região do hilo onde ela (a massa) rodeia e comprime o brônquio levando a uma atelectasia por oclusão ou obstrução. o mediastino pode se desviar pouco para o lado oposto porque a neoplasia invade o lado medial do pulmão. O velamento total do hemitórax pode também resultar de invasão direta e atelectasia por compressão do parênquima pulmonar. Apesar da grande massa tumoral ocupar espaço. É raro o aparecimento de osteoartropatia pulmonar. .

Everaldo – 10/02/00 TRAUMATISMO TORÁCICO I. O normal é líquido para lubrificar as pleuras e o espaço é virtual.cjb. é imagem sutil. Resolve-se o processo pulmonar. Pneumotórax Os traumas podem ser contusos ou penetrantes. Causas • Espontânea – enfisema intersticial e o ar disseca para os vasos indo para o mediastino. Síndrome do Desconforto Respiratório no Adulto Apresenta edema pulmonar em função do ↑ da permeabilidade. O Rx simples ainda é o método de escolha. II.medpage. Ao RX apresenta opacidade em área de contusão pulmonar. Pode ser por: • Choque hipovolêmico por trauma • Sepsis • Síndrome da embolia gordurosa • Transfusão sanguínea • Contusão maciça Rx – parece pneumonia (condensação parenquimatosa pulmonar e há · da densidade pulmonar regular ou irregular. Normalmente o paciente com fratura de arco costal pode apresenta pneumotórax. Nos traumatismos penetrantes é mais comum ocorrer o Pneumotórax hipertensivo do que em tiros porque há aquecimento local que coagula fechando o orifício. No pneumotórax hipertensivo tem um mecanismo valvular e há colabamento do pulmão em direção ao hilo.net . . mas fica a bolha após a cura. Tempo de evolução vai de 4 a 6 dias à 8 a 10 dias. Isto é comum em adultos jovens pela elasticidade. É importante a SDRA porque 50% vão a óbito. III. Pode verificar-se o broncograma aéreo). Às vezes pode se usar a TC – imagem de retração de pulmão em região inferior pois o paciente está deitado.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 22 Dr. Rx – apresenta uma linha ao lado do coração que corre lado a lado (imagem de pneumomediastino) O paciente tem que fazer repouso para não permitir o ↑ do pneumomediastino.www. O pneumotórax pode ser: • • • Fechado simples – espontâneo – bolha enfisematosa Fechado hipertensivo – mais freqüente Aberto A imagem radiológica é de ar no espaço pleural. • Traumatismo abdominal ou de tórax (rotura de brônquio fonte há então ar no espaço mediastinal). Pneumatocele traumática ou cisto traumático Ocorre ruptura de brônquios e alvéolos e o ar vai para o interstício (o mecanismo é semelhante a do pneumomediastino). rotura de esôfago. Presença de ar no espaço mediastinal. Uma das complicações do processo evolutivo é a pneumonia na base do pulmão em função da ventilação mecânica porque leva a entrada de Pseudomonas.

O cisto tende a regredir espontaneamente.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 23 Na evolução ocorre diminuição da área de condensação prostrando a contusão pulmonar e no cisto há presença de líquido (sg). É avaliado de acordo com o grau de severidade de sangramento.www. As imagens radiológicas são de ↑ da densidade nas regiões difusamente ou não.cjb. . As imagens de cisto com sangue (hematoma pulmonar) podem ser confundidos com tumores. IV. Hematoma pulmonar Diagnóstico Diferencial – hamartoma até tumor maligno Ocorre um processo residual devido a uma contusão pulmonar. caso cresça pode levar a pneumotórax hipertensivo. Quando o paciente sofreu um trauma pulmonar pode haver evolução para SARA. Existem várias patologias que aparece a mesma imagem. A presença de líquido ou sangue pode infectar e dar até hematoma pulmonar. A imagem vai sempre estar com um aumento da densidade. V.net . Contusão pulmonar Toda vez que há trauma torácico e pode ter sangue no pulmão.

Armindo – 15/02/00 NEOPLASIAS PULMONARES I. Calcificações em 25 a 30% dos casos assemelhando a pipoca. A opacidade difere do velamento. pois não se vê através da opacidade mas se vê através do velamento. $ +DPDUWRPDSXOPRQDU Origina-se de restos embrionários Incidência na década de 60 e forma radiográfica de moeda com diâmetro inferior a 4 cm.www.cjb.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 24 Dr.medpage. % 7XPRUGRVSXOP}HV HVWDWtVWLFD. Não tem predomínio por lobo São circunscritos e periféricos. Neoplasias Benignas 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) Adenoma Hamartoma Papiloma Leiomioma Fibroma Hemangioma Concromas Endometrioses Cisto broncogênico Uma imagem com opacidade de partes moles faz diagnóstico diferencial com a pneumonia.net . Crescimento lento. A opacidade pulmonar devido à pneumonia demora cerca de 20 dias para desaparecer a imagem radiográfica de pneumonia.

sexo masculino de cor branca e incidência de câncer de pulmão são de 15 a 30 vezes maior do que os não fumantes. 1955 – 1959 – 15 homens para 1 mulher 1968 – 1971 – 6 homens para 1 mulher Perfil do indivíduo com tumor de pulmão e brônquio.  &ODVVLILFDomR KLVWROyJLFD GRV WXPRUHV SXOPRQDUHV Carcinoma de células escamosas 30% (43. Igual freqüência entre homens e mulheres. II. Neoplasias malignas Carcinoma broncogênico Carcinoma bronquiolar Hodgkin Leucemia Mieloma múltiplo Metástase .6% nas mulheres) Carcinoma de pequenas células 15.4% nos homens e 11% nas mulheres) Adenocarcinoma 31.1% nas mulheres) Carcinoma de grandes células menos de 1% Carcinoma brônquico alveolar não relacionado ao tabagismo.9 nos homens e 45.5% (17.4% nos homens e 18. Tabagista.2% (19.

broncofonte e broncolobar Imagem hilar. $ &DUFLQRPDEURQFRJrQLFR Classificados: • Células escamosas • Adenocarcinoma • Indiferenciado  $QiOLVH UDGLROyJLFD D.medpage. Tumor central – compromete a traquéia.cjb.www.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 25 Tumor periférico com ramificações acima do bronquiolobar.net .

7XPRU LQ VLWX WXPRU SHULIpULFR WXPRU FHQWUDO LPDJHP KLODU.

(2) Tumor central A maioria se origina em brônquios principais Pode protruir para o brônquio Afilamento e obstrução do brônquio Atelectasia Pneumonias distais Não apresenta broncograma aéreo Sinal do “S” Enfisema distal (sinal pouco comum) (3) Imagem hilar Hilo ↑ em dimensões e densidade Massa composta pelas estruturas hilares com tumores E. promove a atelectasia do parênquima pulmonar relacionado a este brônquio. arredondadas Contornos definidos e nítidos e/ou irregulares Sinal da umbilicação Não ocorrem calcificações Cavitação pode aparecer Apresenta sinal do “S”: Atelectasias freqüentes. (1) Tumor periférico Lesões solitárias. broncograma aéreo – se o tumor obstrui a luz de um brônquio.

% &DUFLQRPDGHFpOXODVDOYHRODUHV Corresponde de 1 a 18% de todas as neoplasias de pulmão. Ocorre em qualquer sexo em pacientes adultos Associado a esclerodermia Origem do epitélio dos brônquios. . Condensado distal com grande perda de volume Enfisema distal OBS: todos os tipos de carcinoma broncogênico com exceção do adenocarcinoma que pode ser central ou periférico. Adenocarcinoma essencialmente um tumor central. $OWHUDo}HV SXOPRQDUHV GLVWDLV Pulmão distal sofre prejuízo do funcionamento e elimina secreções Se o tumor foi inteiramente endobranquial não será visível radiologicamente.

cjb.www.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 26  $OWHUDo}HV UDGLROyJLFDV D.net .

/RFDLV Pode afetar segmento ou lobo Massa circunscrita de localização em perfil (< que 1 cm) Broncograma aéreo freqüente Não tem tendência a atravessar cisura Não produz atelectasia E.

' /HV}HVPHWDVWiWLFDV São lesões múltiplas e é dita neosecundária.  0DQLIHVWDo}HV FOtQLFDV Início 50% assintomático Tosse com expectoração Hemoptise.  6tQGURPH GH 3DQFRDVW Massa em ápice pulmonar Destruição de costelas e vértebras  6tQGURPH GH +RUQHU Perda da sensibilidade do antebraço e atrofia da mão. 'LVVHPLQDGRV Infiltrado alveolar Podem ser confluentes ou simples Derrame pleural associado em 8 a 10% Raro aparecer atelectasia e cavitações. Dor que irradia para o braço. dispnéia. febre. dor torácica & 7XPRUGH3DQFRDVW Tumor do seio vértebropulmonar superior Tumor broncogênico de células escamosas Podem crescer transpor a pleura e atingir arcos costais  $OWHUDo}HV UDGLROyJLFDV Opacificações do vértice pulmonar Tumor broncogênico de células escamosas Agressão que pode transpor a pleura atingindo os arcos costais. .

etc. Tem movimentos peristálticos como as demais alças intestinais. a irrigação comprometida e aparece edema. e a parede do intussusceptum ficam comprimidos. e é freqüentemente muito preso à parede abdominal anterior por um cordão fibroso e por isso pode rodar ao seu redor e causar obstrução intestinal.medpage.www. Situa-se à distância variável da valva ileocecal. Intussuscepção É a invaginação de um segmento do intestino na porção contígua.. carcinoma. A intussuscepção pode ser funcional ou orgânica. o que torna praticamente difícil uma redução espontânea. A intussuscepção pode ser simples ou dupla. divertículo de Meckel. Possui área de epitélio ectópico gástrico que pode ulcerar e sangrar. Figura 367 e 368-6 II. tubular. hamartoma. no íleo. Pode passar desapercebido porque tem calibre. adenoma. A intussuscepção pode ser jejuno-jejunal. contorno e relevo mucoso. carcinóide. O segmento receptor é chamado de intussuscipiens ou invaginado e o segmento invaginante é chamado de intussusceptum. A intussuscepção funcional pode não ser reconhecida por ser espontaneamente reversível.. rolo de cordão. íleo-ileal e íleo-cólica ou ileocecal. O espaço ocupado pelas paredes edemaciadas do intussusceptum será radiolucente. No segmento da intussuscepção o meso e a sua vasculatura. Divertículo de Meckel É um remanescente do ducto vitelino. A intussuscepção no sentido como peristaltismo é chamada de intussuscepção direta e em direção oposta é chamada de intussuscepção retrógrada. Possui todas as camadas de parede das alças intestinais: mucosa. Se a intussuscepção não causar oclusão. Figura 380-6 As alças à montante terão calibre maior que as situadas à jusante . rosca. no interior da alça. 375 e 376-6 A intussuscepção orgânica é causada por um pólipo pedunculado de natureza variável como o leiomioma. O bário no interior o intussusceptum produz linha fina.cjb. não se diferencia contraste em seu interior. linear que atravessa a porção central da rosca.net . submucosa. o quadro radiológico é de Oclusão Intestinal (Rx simples) e dilatação de alças com níveis líquidos à montante e ausência de gás em alças à jusante em radiografias de abdome e sem contraste. Figura 374-6. do lado antimesentérico da alça. circulares em casca de cebola. Dráusio – 22/02/00 PATOLOGIAS DO INTESTINO I. e peristaltismo igual às demais alças. jejuno-ileal. e uma extremidade disposta em direção ao mesogastro em cicatriz umbilical e na outra extremidade se conectando com boca larga com o lado antimesentérico de uma alça ileal.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 27 Dr. a imagem clássica é produzida se o bário passar através do segmento invaginado e invaginante de modo a contrastar as pregas mucosas do intussuscipiens estiradas ao redor do intussusceptum. placas de Peyer hipertrofiadas. Aparece na radiografia como uma alça alongada. causar intussuscepção dando um quadro de oclusão parcial crônica. espiral. Secundariamente pode haver hipóxia e necrose ou gangrena $ 6LQDLVUDGLROyJLFRV Se a intussuscepção causar oclusão total. O bário entre as pregas estiradas produz linhas finas paralelas. cega. O pólipo pedunculado produzirá uma falha de enchimento à jusante da intussuscepção. muscular própria. Pode invaginar na alça vizinha. Por ter conexão larga e peristaltismo próprio. Figura 378-6.

Fazendo o enema. pode haver recidiva em 35% dos casos. concomitantemente segmentos em qualquer das fases. da fase aguda para a pré-estenótica.cjb. Inicialmente há um edema em todos esses elementos da parede e do meso. aumento ganglionar.www. com luz ausente de contraste ou fina como uma linha de contraste (Figura 403-G B. A ERC é uma doença inflamatória que acomete todas as camadas da parede da alça comprometida (mucosa. duodeno. Todos os segmentos comprometidos. veia ileocecal e ceco. ou na adolescência. e se for ressecado um segmento estenótico. em mosaico. ceco e íleo terminal (Figura 811-P – RX) III. há recidiva em 30% dos casos. ou na fase pré-estenótica. sugerindo úlceras puntiformes e sinusóides cegos. A ERC se inicia ou na infância. inervação. com elevações arredondadas ou ovaladas. muscular própria e serosa) e compromete também todas as camadas e componentes do meso da alça (peritônio. vasculatura. A luz da alça se mantém. ou no adulto jovem e evolui por toda a vida. crônica. retificação de contorno antimesentérico devido à compressão extrínseca (Figura 405-G) Floculação e segmentação do contraste. Enterite Regional de Crohn (ERC) A ERC é uma doença segmentar. Os segmentos interpostos entre os comprometidos são normais e chamados de “área do pulo” ou “skip área”. ou na fase estenótica.C e D)  )DVH SUpHVWHQyWLFD Alça comprometida com espessamento polipóide das pregas mucosas. fibrose e esclerosamento. o intussusceptum desenhando a rosca. pode mostrar sinais radiológicos de estar ou na fase aguda. evoluem. gânglios e gordura).net . por longos períodos. estômago e esôfago. (Figura 807-P – RX) A pressão hidrostática de enema pode realizar redução progressiva da intussuscepção.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 28 Em crianças a intussuscepção aparece depois dos 4 meses de idade. linfáticos.medpage. Contorno espiculado entre as pregas. Cada segmento acometido mede em média 8 a 35 cm. sob visão radioscópica. posteriormente e concomitantemente. submucosa. . Quando um segmento já na fase estenótica é ressecado. a partir do íleo terminal sendo do tipo íleo0cecal e íleo-cólica. (Figura 402-G e 401-G) $ 6LQDLVUDGLROyJLFRV  )DVH $JXGD Alça comprometida com espessamento de pregas mucosas e irritabilidade ou peristaltismo rápido. Na grafia simples do abdome pode se observar a cabeça do intussusceptum contornada por ar do segmento à jusante (Figura 806-P (RX)) e ausência de gás em alças na projeção comum do ceco e colo ascendente. Úlceras maiores lineares (Figura 407 e 406-G) Aderências entre alças. Portanto em um mesmo paciente pode haver. fase estenótica. ou na fase recidivante. seguido de linfagiectasia. Em 90% dos casos se inicia acometendo o segmento englobado pelo íleo terminal. inflamatória que acomete um segmento ou vários do intestino delgado. entre os segmentos do intestino delgado. e novo segmento em fase aguda que evolui rapidamente em intervalos mais curtos para a fase aguda depois pré-estenótica e depois estenótica. impossibilitando de se radiografa-la distendida e cheia de contraste. empurrando a cabeça do intussusceptum em direção ao colo ascendente. intestino grosso. com aparecimento na alça normal anastomosada. em intervalos de tempo diferentes. o contraste mostra obstrução completa do colo transverso. e.

fixação imobilidade. Demarcação nítida entre alça normal e alça comprometida. isolamento. luz estreita.medpage. ausência de peristaltismo.net . (Figura 408-G) % (VTXHPD Luz da alça Calibre diminuído da alça comprometida e calibre aumentado e hipertrofia da musculatura própria da alça normal à montante. (Figura 404-G) Distensão e aumento de calibre da alça vizinha à montante. vitaminas levando a desnutrição Tempo de trânsito aumentado . espiculares • Sinusóides ou fístulas cegas (espiculares) • Fístulas comunicantes: alça → meso → alça → bexiga ou pele do períneo • Retificação ou angulação de alça • Redução de peristaltismo e abolição de peristaltismo – segmentação do contraste Dificulta a absorção → acumula secreção → flocula o contraste Má absorção → perda de gordura. proteínas.www.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 29  )DVH HVWHQyWLFD Alça acometida com mucosa destruída e irreconhecível. principalmente da submucosa Linfangiectasia Fibrose • Aumento de espessura da parede → redução da luz • Espessamento de pregas mucosas Esclerose e Enrijecimento • Aspecto Nodular → Mosaico • Micro úlceras puntiformes e Macro úlceras → depósitos de contraste puntiformes e lineares. Parede da Alça Edema em todas as camadas. Segmentação e floculação de contraste  )DVH UHFLGLYDQWH Alça anastomosada com sinais de fase pré-estenótica e pós-estenótica.cjb. parede espessa.

$ )LVLRSDWRORJLD Os bacilos da TB penetram na profundidade das pregas mucosas e glândulas da mucosa e submucosa.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 30 Peritônio Exsudato fibrino purulento Aderência entre as alças e mesos Imobilização e fixação das alças Meso da alça: inervação. Enterite Tuberculosa (ET) A ET é uma doença segmentar. .www. sem comprometer o colo em 6% dos casos. linfangite e endarterite. A ET apresenta-se em duas fases ou formas: 1 – Enterite TB Ulcerativa aguda 2 – Enterite TB Hiperplástica crônica A forma de TB hiperplástica crônica é rara devido ao tratamento específico instituído na fase de TB ulcerativa aguda. • Hipertrofia e progressão do tecido adiposo do meso → alça → espessamento da parede da alça IV.G. isolamento.cjb. A ET sem lesão pulmonar é rara e praticamente impossível de ser diferenciada da ER Crohn.net . imobilização de alças. e. vasculatura. b) compromete apenas o IG em vários segmentos em 19% dos casos c) compromete apenas o ID em vários segmentos. a não ser por pesquisa de BAAR nas fezes e ressecção cirúrgica. Ambas podem coexistir em um mesmo paciente. veia ileocecal e ceco. linfangite e endarterite.D e I. inflamatória que acomete segmentos do I. Daí formam tubérculos (granulomas). • Compressão extrínseca no lado mesentérico da alça. Acomete 25% dos pacientes que tem TB pulmonar ativa. gânglios e tecido gorduroso Meso → edema → linfangiectasia (aumento dos gânglios) → fibrose → endurecimento → esclerose →hipertrofia de tecido adiposo • Alça irritada inicialmente (fase aguda) e peristaltismo abolido posteriormente. A ET: a) compromete o íleo terminal. crônica. passam aos gânglios do mesentério onde formam também tubérculos. • Espessamento → separação das alças • Fixação. notadamente o íleo terminal. o ceco e o IG em vários segmentos em 75% dos casos.medpage. linfáticos.

relevo mucoso irreconhecível. sob radioscopia. As úlceras abertas sofrem infecção secundária por outros micro-organismos e podem se aprofundar à serosa. isquemia secundária e endarterite e necrose. e radiografado distendido cheio de contraste. Pode se acompanhar de peritonite eosinofílica. levam à formação de fibrose e esclerose. que representam placas de Peyer.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 31 Os tubérculos da alça aumentam a espessura da parede. $ $VSHFWRVUDGLROyJLFRV A mucosa do íleo terminal fica espessada. peristaltismo. O íleo terminal permanece. É acompanhada de eosinofilia no sangue em 80% dos casos. em número maior que as da ER Crohn (Figura 412-G) 5) As alças comprometidas ficam intercaladas por segmentos maiores de alças normais. . Os tubérculos do meso e gânglios também podem se caseificar e formar abscessos que podem se cicatrizar e calcificar ou podem se romper na cavidade peritoneal dando: Peritonite Tuberculosa e Ascite. com parede espessa. Contornos irregulares e esfarrapados. não deixando seqüelas. cistite. auto limitante do jejuno e do íleo. % 6LQDLVUDGLROyJLFRV 1) Sinal de Stierling: é característico da ET na forma ulcerativa aguda. e. (Figura 571 e 572 – G) V. meso espesso e alça fixa. são numerosas. inflamatória. radiolucentes que sugerem micropólipos sésseis múltiplos. 6) As alças comprometidas da ET forma hiperplástica crônica têm distorção anatômica. chamadas de “áreas de pulo” ou “skip área”. 4) As alças comprometidas têm comprimento de 3 a 6 cm. fibrose e obstrução linfática. com íleo mucoso destruído e irreconhecível e com peristaltismo abolido. que se cura sem deixar seqüela e se associa a Adenite Mesentérica.cjb. da fase ou forma da TB hiperplástica crônica. impossibilitando de ser radiografado. Enterite Eosinofílica É uma doença alérgica. por longos períodos. isolada. elevadas ou com depósitos baritados de ulcerações. As ulcerações são formadas por dois mecanismos. com áreas elevadas. Um por caseificação dos tubérculos e outro por inflamação. A combinação de inflamação. ficam rígidas. Enterite Não Esclerosante e Adenite Mesentérica Enterite não esclerosante é uma doença inflamatória. são isoladas. bronquite. contornos irregulares. (Figura 414-G) 2) Demarcação nítida: Existe uma demarcação nítida entre a alça normal aferente ou eferente e a alça comprometida. quando se relaxa o faz instantânea e rapidamente e torna-a se contrair. Consiste de irritabilidade ou hiperperistaltismo do íleo terminal que impede de ser visualizado. por espasmo. O contorno se apresenta finamente serreado e com endentações que sugerem compressão extrínseca por gânglios do mesentério (Figura 417 e 416-G) VI. A alça à montante é distendida e tem calibre aumentado. peristaltismo abolido. não infecciosa que pode acometer o estômago mais comumente do que o ID e colo. na alça e meso. contraído. quanto ao relevo mucoso. dermatite alérgica.www. que se cura com afastamento de alergenos como o leite e administração de corticóides. luz estreita.net . elevam a mucosa e se caseificam formando ulcerações na superfície. calibre estreito. asma. ou com luz estreita reduzida a um fio de contraste. relevo mucoso com pregas espessadas. 3) Alça comprometida com luz estreita. mobilidade e flexibilidade.

mama. que não chegaram à fase de necrose porque a circulação foi restabelecida ou porque se desenvolveu rapidamente a circulação colateral. Os lipomas ocorrem mais freqüentemente no íleo. O mesentério também fica espessado por edema e infiltração eosinofílica. únicos ou múltiplos. cabeça de cobra ou divertículo (Figura 487-G) ou alças à montante podem mostrar um relevo mucoso constituído por pregas mucosas bizarras (Figura 487 B e E) 3) Segmentação e floculação com contraste. grandes ou pequenos. com relevo mucoso obliterado. com limite nítido e abrupto com a alça à montante dilatada e calibre largo. Tumores de Intestino Delgado (Classificação) As neoplasias malignas mais freqüentes do ID são os carcinóides. pulmão.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 32 $ )LVLRSDWRORJLD A parede da alça fica espessada por edema e intensa infiltração eosinofílica na mucosa e submucosa. VIII. segmentação do contraste. adenocarcinoma. As metástases do ID mais comuns provém de carcinoma de colo. lipoma e hemangioma. 2) Nas alças à montante pode haver intensa atividade peristáltica constituída por contrações profundas que se mantém por longos períodos simulando uma imagem de carcinoma. . o íleo é o lugar comum dos carcinóides. 4) Floculação. 2) Alça acometida apresenta pregas mucosas espessas com aparência polipóide contorno irregular espiculado entre as pregas espessadas. Hodgkin e fibro e neurofibrossarcoma. Em cada crise os segmentos comprometidos são os mesmos. simulando hemorragia intramural. adenoma. % 6LQDLVUDGLROyJLFRVRX4XDGURUDGLROyJLFR 1) Segmentos mais comumente comprometidos em cada crise alérgica são o estômago e jejuno. ovário e melanoma.cjb.www. fixação e peristaltismo bloqueado. 5) Retorno ao normal da alça comprometida após resolução da crise alérgica com afastamento do alergeno e administração de corticóides (Figura 418-G) VII. 4) Tempo de trânsito aumentado.net . O jejuno é o lugar comum dos adenocarcinomas. Algumas características dos tumores do ID malignos – página 5 707-G $ 0DOLJQRV  &DUFLQyLGH 1) Polipóides. 3) Alça comprometida apresenta compressão pelo meso e edemaciada do lado mesentérico. Os tumores benignos mais comuns do ID são leiomioma. O meso apresenta tecido adiposo hipertrofiado com prolongamentos digitiformes em direção à estenose (Figura 419-G) $ 6LQDLVUDGLROyJLFRV 1) Segmento de 1 a 6 cm com luz de aproximadamente 3 mm. isolamento. secundários à isquemia ou infartos reversíveis. espessadas devido à fibrose e edema de submucosa. Estenoses secundárias à isquemia ou a infartos reversíveis segmentares São estreitamentos de calibre de aproximadamente 3 mm. São comuns em pacientes com sucessivos episódios de insuficiência cardíaca e hipotensão ou fibrilação auricular com migração de êmbolos para pequenos vasos mesentéricos (fenômenos trombo-embólicos) O segmento estenosado tem mucosa ulcerada em toda a circunferência. tempo de trânsito aumentado. linfossarcomas.medpage. em segmentos de 1 a 6 cm. paredes rígidas.

3) Solitário ou único. superfície irregular.cjb.net . mole e pode mudar com o peristaltismo. comprimível. liso e mole 2) Flebolitos 3) Múltiplos  +DPDUWRPD 1) Igual aos adenomas 2) Na Síndrome de Pentz-Jehhers são grandes e numerosos. 3) Obstrução por intussuscepção.  $GHQRFDUFLQRPD 1) Especialmente no jejuno 2) Lesão da mucosa.  (QGRPHWULRVH 1) Angulação do íleo .  +RGJNLQ·V 1) Como o linfossarcoma. estreitamento anelar em segmento curto.  +HPDQJLRPD 1) Submucoso. 4) Grandes massas mesentéricas 5) Raras estenoses.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 33 2) Angulação de alça vizinha quando o mesentério é envolvido.  /LQIRVVDUFRPD 1) Jejuno e íleo 2) Polipóide infiltrante 3) Freqüentemente múltiplos comprometendo segmentos longos. angulação em massa. mas com lesões mais localizadas (menores) 2) Podem provocar estenose ou 3) Podem provocar luz larga e irregular  )LEURVVDUFRPD RX 1HXURILEURVVDUFRPD 1) Massas enormes freqüentemente assintomáticas 2) Cavidade no interior da massa comunicando com a luz da alça % %HQLJQRV  /HLRPLRPD 1) Submucoso ou intramural 2) Contorno liso e circular 3) Massa esférica 4) Obstrução por intussuscepção ou por massa  $GHQRPD 1) Mucoso e intraluminal 2) Pólipo séssil ou pedunculado 3) Múltiplos 4) Margem levemente irregular  /LSRPD 1) Submucoso e liso 2) Ovóide.medpage.www.

Os carcinóides invadem predominantemente os gânglios vizinhos do mesentério.www.medpage. Menos freqüentemente os carcinóides causam intussuscepção e menos freqüentemente a obstrução é causada pelo volume do tumor primário que é pequeno. curto de aproximadamente 5 cm.net . Origina-se na mucosa. 7) Obstrução intestinal (Figura 428-G) & /LQIRPDV Os tumores do ID de origem linfática incluem os vários tipos de linfomas Tipos histológicos: todos são reticuloses • Doença de Hodgkin ou Linfadenoma • Linfossarcoma • Sarcoma de Células Reticulares • Linfoma Folicular Gigante . com relevo mucoso destruído e contornos irregulares.cjb. 3) Ausência de peristaltismo no segmento indicando rigidez de paredes. estreitando a luz e formando limites nítidos com a alça vizinha normal. Tumores Malignos $ &DUFLQyLGH Nascem das células argentafins da submucosa das criptas de Liebertin.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 34 2) Morfologia bizarra com padrão mucoso mutável. 3) Se os carcinóides forem múltiplos na parede da alça. A diferenciação é feita pela presença e ausência de metástases e pela localização: se no apêndice são quase sempre benignos e se no íleo são quase sempre malignos. 3) Fixação 4) Irritabilidade. 4) Mobilidade diminuída 5) Dilatação ou aumento de calibre da alça normal à montante. Poucas vezes tem crescimento polipóide no interior da luz da alça.  6LQDLV UDGLROyJLFRV 1) Lesão solitária no jejuno 2) Estreitamento excêntrico. onde formam massas que freqüentemente excedem as dimensões da lesão primária da parede da alça. 6) Presença de calcificações psamomatosas se o adenocarcinoma por produtor de mucina. estas massas causarão alteração do relevo mucoso por alteração da inervação do meso. e indiretamente causam acotovelamento ou angulação. Os carcinóides malignos e benignos têm o mesmo aspecto anátomo-histológico. destruindo a mucosa. 4) Se o carcinóide crescer dentro da luz da alça formando massa de grandes dimensões e tiver pedúnculo poderá formar intussuscepção (Figura 427-GO) % $GHQRFDUFLQRPD Ocorre mais freqüentemente no jejuno. traduzida em falha de enchimento arredondada na mucosa – (Figura 426-G) 2) Se o carcinóide já tiver dado metástases para gânglios do mesentério.  6LQDLV UDGLROyJLFRV 1) Se o carcinóide estiver na parede ou submucosa produzirá uma elevação da mucosa. Na maioria das vezes invadem ou infiltram todos as camadas da parede da alça de maneira a velar. IX. distorção do relevo mucoso e obstrução da alça vizinha. formarão várias falhas de enchimento devido à elevação da mucosa. separação de alças e compressão e oclusão.

Não há sinais radiológicos que distancia os vários tipos histológicos. Em um mesmo paciente pode-se observar vários tipos radiológicos de comprometimento: A. D e E A doença de Hodgkin faz exceção: pode produzir lesão solitária e pode produzir estenose porque produz fibrose em suas paredes.www. o comprometimento é maior no íleo do que nas porções superiores do ID.net . O linfoma Folicular Gigante evolui muito lentamente. C. Porém nem sempre produz estenose. Os Linfomas podem ser classificados de acordo com a imagem radiológica em vários tipos: • Linfoma Polipóide Difuso • Linfoma Infiltrativo • Linfoma Aneurismal • Linfoma Mesentérico • Linfoma Polipóide Localizado O principal sinal radiológico do Linfoma é o comprometimento de segmentos múltiplos. A evolução pode diferenciar dois tipos.cjb.  6LQDLV 5DGLROyJLFRV Ao contrário dos carcinomas. B.medpage. os linfomas raramente causam obstrução e raramente causam lesões localizadas solitárias como os carcinomas. (Figura 431-G)  7LSRV D. O Sarcoma de Células Reticulares evolui muito rapidamente.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 35 O comprometimento intestinal pode ser manifestação primária ou forte de uma doença generalizada. Quando se trata de manifestação primária.

a alça tem parede espessada e por isso fica isolada. fazem um contorno policíclico. 3ROLSyLGH 'LIXVR As pregas são espessadas. tem calibre aumentado e mantém a distensibilidade e não há obstrução ou estenose exceto quando uma massa mesentérica comprime a parede da alça. E.

pode simular a aparência do Sprue pela interferência com a absorção intestinal e também por apresentar: • Trânsito retardado • Floculação de contraste • Segmentação de contraste • Diluição do contraste • Variação do calibre F. Pode também apresentar projeções nodulares irregulares intraluminais dando imagens em falha de enchimento e contorno ondulado em leque ou em babado.QILOWUDWLYR O linfoma do tipo infiltrativo causa espessamento difuso da parede intestinal em segmentos relativamente longos. Se o comprometimento do intestino for difuso (todas as alças). achatamento e afastamento das pregas mucosas. As alças envolvidas ficam separadas pelo espessamento mural e são mais claramente demonstradas do que as alças normais situadas próximas umas das outras (Figura 433-G) Apesar do espessamento mural estreitar a luz. não causa obstrução significante nem enrijece a parede como o carcinoma. 7LSR .

O tipo aneurismal ocorre por dois mecanismos: a) ulceração difusa na superfície da mucosa por processo linfomatoso excessivamente invasivo. 7LSR $QHXULVPDO O linfoma do tipo aneurismal apresenta alças com calibre aumentado associado à mucosa do tipo polipóide e contorno ondulado ou associado à mucosa destruída → irreconhecível com contornos irregulares. determinando alargamento da luz da alça comprometida em relação às alças normais adjacentes. .

(Figura 432-A e Figura 431-A) – já colocados.net .cjb.www.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 36 b) atomicidade da parede da alça seria resultante de destruição dos feixes musculares da muscular própria ou dos plexos nervosos pelo linfoma. G.

as massas da raiz mesentérica e dos mesos podem ser palpáveis e nas grafias vão deslocar. coleções irregulares de contraste fora da luz intestinal. O relevo mucoso mostrará ou pregas espessadas ou obliteradas – (Figura 434-G) Estas variações de relevo. mobilidade. contornos. O contorno do lado antimesentérico poderá ser especulado ou ondulado em leque. na parede e mucosa da alça. aparecendo nas grafias. ao edema secundário à obstrução de vasos linfáticos dos mesos. fixar. isolar. estirar e comprimir a parede e a luz das alças (efeito mecânico) O contorno do lado mesentérico da alça será liso devido à compressão ou invasão do linfoma do meso. isolamento. As massas mesentéricas podem necrosar e as cavidades necróticas se comunicarem com a luz da alça. e ao comprometimento da inervação autônoma do mesentério. estiramento e topografia podem ser devidas ao efeito mecânico das massas mesentéricas. A forma mesentérica é o tipo mais comum de linfoma quando acomete crianças. H. 7LSR 0HVHQWpULFR No linfoma do tipo mesentérico.

São moles. tem dimensões variáveis de alguns mm até 15 mm. produzem falhas de enchimento arredondadas ou fusiformes. fora dos segmentos delgados. fibrossarcoma e neurofibrossarcoma. A mucosa sobre o tumor pode ulcerar e ser detectada pela coleção de contraste dentro da úlcera. Os contornos são lisos. 7LSR 3ROLSyLGH /RFDOL]DGR O linfoma tipo polipóide é menos freqüente do que os outros tipos. São encontrados no estômago. Os 3 tipos se iniciam como lesão única intraluminal. Nasce na muscular própria. sofrem necrose e cavitação central. Observam-se formações com forma de pólipos crescendo para a luz da alça e se forem pediculados podem produzir intussuscepção. As pregas mucosas sobre o tumor são estiradas e achatadas. Por isso pode ocorrer intussuscepção que causa suboclusão ou oclusão total. As pregas mucosas adjacentes ao tumor são normais e a parede intestinal é flexível. compressíveis podendo: ficar obliteradas por compressão forte. Tumores Benignos $ /HLRPLRPD É o tumor benigno mais freqüente. O de maior freqüência é o leiomiossarcoma. (Figura 435-G) ' 6DUFRPDV Os sarcomas do ID podem ser de 3 tipos: leiomiossarcoma. (Figura 438-G) X. intestino delgado e colo. estiramento da mucosa. Podem ter flebolito em seu interior (Figura 444 e 235-G) . cresce intramuralmente e pára dentro da luz da alça. quando visto em perfil tem forma de crescente. Na radiografia produzem elevação da mucosa. Na grafia. (Figura 442-G) % +HPDQJLRPD Nascem na submucosa elevam a mucosa. forma ângulo agudo com a parede da alça e quando visto de frente forma um defeito de enchimento arredondado. A grafia vai mostrar massa única solitária de densidade de partes moles contendo em seu interior coleção de contraste contida por contornos irregulares. ulceram-se na luz da alça. São numerosos às vezes incontáveis. mas não destruídas e conseqüentemente o contorno do tumor é liso. crescem e se tornam grandes massas.

$ 6LQDLVUDGLROyJLFRV Os sinais radiológicos comuns da Síndrome de Má Absorção são:  'LODWDomR GH $OoD Dilatação ou hipotonia ou atonia é o sinal mais importante e freqüente. A floculação que ocorrer no início do exame (cabeça da coluna de contraste no interior das alças) tem maior significado diagnóstico do que a que ocorrer nas fases tardias do exame. É causada por grandes quantidades de muco no interior das alças. O aumento do tempo de trânsito é proporcional à gravidade da doença. c) Esteatorréia Idiopática e d) Insuficiência Dissacarídica. 2) Sprue Tropical 3) Doença de Whipple ou Lipodistrofia Intestinal 4) Insuficiência Pancreática Mas raras 5) Síndrome da Alça Cega 6) Disgamaglobulinemia (hipo ou agamaglobulinemia) sem hiperplasia linfóide 7) Disgamaglobulinemia com hiperplasia linfóide 8) Linfangiectasia intestinal ou gastroenteropatia exsudativa ou por perda de proteínas Todas estas afecções apresentam sinais radiológicos específicos da doença e/ou sinais radiológicos comuns da Síndrome de Má Absorção. XI. com contorno liso do lado mesentérico. o tempo de trânsito do piloro ao ceco é de 5 a 7 horas (normal é até 4 horas) – Figura 454-G  )ORFXODomR GR FRQWUDVWH (Figura 452-G-G). 4 e 6 apresentam sinais comuns da Síndrome de Má Absorção. angulada. 2. A alça com calibre aumentado pode ter diâmetro 2 ou 3 vezes maior que o normal (jejuno 2 a 3 cm e íleo 1.cjb.www. A dilatação se acompanha de aumento de líquido no interior da alça o que causa diluição e diminuição do teor opaco do contraste. Síndrome da Má Absorção As doenças que constituem a Síndrome da Má Absorção e que apresentam sinais radiológicos significantes para diagnóstico são 1) Sprue não Tropical (mais freqüente) – Subdivide-se em a)Doença celíaca do Adulto. espasmos.  7HPSR GH 7UkQVLWR $XPHQWDGR É o segundo sinal radiológico mais freqüente. As doenças 1. . 7 e 8 apresentam sinais radiológicos específicos e comuns. porém não é um sinal específico.net .Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 37 & (QGRPHWULRPD Células do endométrio uterino são implantadas na serosa das alças do íleo e do sigmóide.5 a 2. O contraste floculado tem aspecto de formação de grumos ou aglomerados grosseiros. Nos casos de gravidade média. edema e fibrose que causam aderências. As doenças 3. angulação de alça e alterações bizarras do contorno e relevo mucoso.5 cm). (Figura 452-A Gold) e por isso podem não ser percebidas nas grafias. Na grafia se observa alça com estenoses curtas. fixação. Invadem as camadas profundas da alça intestinal e poupam a mucosa. fixa. Multiplica-se e produzem sangramentos cíclicos seguidos de organificação do coágulo. isolamento. b) Doença Celíaca da Criança.medpage. 5. O implante é pequeno ou mínimo e as alterações da alça são devidas a espasmos e aderências (Figura 448 e 449). É o sinal mais precoce e constante. hiperperistaltismo.

 3UHJDV 0XFRVDV Podem ser normais. . Essa atividade muscular anormal também é traduzida radiologicamente pelo sinal do cordão de contraste situado entre as alças com contraste segmentado. (Figura 452 A e C-G). ou ausentes.. (Figura 452-C-G)  3HULVWDOWLVPR $QRUPDO Só pode ser observado sob visão radioscópica. (Figura 452 B e C – G) A segmentação do contraste é conseqüência de atividade anormal da muscular própria do ID. porque também a atividade muscular da muscularis mucosae está alterada. É o resultado de intenso espasmo segmentar curto da musculatura própria da parede da alça. O aspecto das pregas mucosas nada tem a ver se o epitélio das vilosidades possa estar atrófico.net .www. alargadas. durante longos períodos de tempo. etc.cjb.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 38  6HJPHQWDomR GR &RQWUDVWH É constituída por alças cheias de contraste isoladas e separadas. achatado ou obliterado.. Outra modalidade de peristaltismo anormal são intussuscepções disfuncionais rápidas. A segmentação nos casos de Síndrome de Má Absorção é observada em todos os quadrantes do abdome e nas grafias tomadas em qualquer tempo. Observa-se que o conteúdo da luz de uma alça move-se levemente para frente e logo em seguida move-se para trás sem propulsão para frente repetindo-se.. por alças vazias de contraste. esparsadas ou espaçadas.

UULJDomR Esôfago cervical – artéria tireoideana Esôfago torácico – artéria brônquica Esôfago abdominal – ramos das artérias gástricas & 5[ Possui três porções: II. Anomalias congênitas do esôfago $ $WUHVLDV Podem ser de três tipos:  7LSR .  7LSR .cjb. Não existe ar no restante do esôfago.net . Nota que o segmento superior e inferior terminam em fundo de saco.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 39 Dr. Ausência completa do esôfago  7LSR . Armindo – 24/02/00 ESÔFAGO I. D. Ocorrem quando o esôfago mantém uma fístula com a traquéia..medpage..www. Anatomia $ /RFDOL]DomR C6 até estômago – 40 cm de comprimento % .. Não existe ar no estômago.

E.

F. )tVWXOD HQWUH R VHJPHQWR VXSHULRU H D WUDTXpLD )tVWXOD HQWUH R VHJPHQWR LQIHULRU H D WUDTXpLD H R VHJPHQWR VXSHULRU WHUPLQDQGR HP IXQGR GH VDFR Ocorre em 90% das atresias de esôfago.

)tVWXOD HQWUH D WUDTXpLD H DPERV VHJPHQWRV HVRIiJLFRV Existe a fístula entre a porção superior do esôfago e a porção inferior. % 'XSOLFDomRGHHV{IDJR É uma anomalia congênita  )HFKDGD • produz massa cística .

cjb.net . Esofagites $ (VRIDJLWHGHUHIOX[R Também conhecida como esofagite ácido péptica Resulta da incompetência do mecanismo esfincteriano esôfago-gástrico que permite o refluxo livre do suco gástrico.  (WLRORJLD insuficiência cardioesofágica. . esôfago encurtado secundário ao esôfago curto congênito insuficiência pura do esfíncter inferior do esôfago intervenção cirúrgica a cárdia ou estomago tubagens repetidas esôfago terminal revestido de mucosa gástrica refluxo gastresofágico associado a refluxo gastroduodenal.www. & (V{IDJR&XUWR&RQJrQLWR Geralmente vem associado com estômago torácico  6LQDLV UDGLROyJLFRV • • • • junção esôfago .estômago acima do diagrama esôfago demasiado curto para alcançar nível diagramático ausência de porção abdominal do esôfago estômago dentro do tórax parcial ou total.  'LYHUWtFXOR GH =HQNHU • parede posterior da extremidade superior do esôfago em sua junção com a faringe ( 'LYHUWtFXORGHWUDomR São os mais comuns Localização geralmente no terço médio ao nível do hilo pulmonar Resultam de linfadenite supurada com que os gg aderem a parede do esôfago Geralmente são assintomáticos III. % (VRIDJLWHTXtPLFD Ingestão de substância cáustica ou ácida que produz grave inflamação erosiva do esôfago. ' 'LYHUWtFXORVGHSURSXOVmR Geralmente forma em ponto de fraqueza anatômica.medpage. como resultado da pressão aumentada. À medida que a inflamação desaparece desenvolve a fibrose e formação de tecido cicatricial. associado à hérnia hiatal.Criado por Alysson Barboza Cânovas • • • • Página 40 revestida por epitélio esofágico local no mediastino médio ou posterior alargamento de mediastino dd com tumores de mediastino  $EHUWD • • luz da duplicação permeável comunica-se com luz verdadeira produzindo dupla luz.

Refluxo gastresofágico Retardo de esvaziamento esofágico Fases tardias apresenta graus variados de estenoses na extremidade inferior do esôfago. Cirrose. Esôfago curto e peristaltismo diminuído ou ausente. moderada dilatação e a cárdia se mostra insuficiente. Pieloflebite $ 6LQDLVUDGLROyJLFRV Localizadas na parede anterolateral direita do segmento epifrênico do esôfago. pés e face. Esôfago de Barret ou anomalia de Allison-Johnstone Ocorre no teço inferior do esôfago Leva a diminuição da luz e elasticidade até mesmo estenose. que compromete o esôfago.net . VI.www. ou com alguns centímetros. Ocasionalmente aparece nicho ulceroso (úlcera de Barret) – indicação de epitélio gástrico Esôfago de Barret – presença de epitélio gástrico no esôfago – é uma patologia congênita V. Esclerodermia Considerada doença da pele.medpage. Leva a perda do tônus. sonda de descompressão no esôfago e traumatismo parecem ter importância Aparecem ocasionalmente em paciente com úlcera péptica ou em cirurgia para complicações de úlceras ' (VRIDJLWH)LEURVDQWH&U{QLFD Representam resíduos fibrosos de uma inflamação aguda anterior.  6LQDLV UDGLROyJLFRV OBS: O importante é a química e a de refluxo IV. DD com acalasia. & (VRIDJLWH8OFHUDWLYD$JXGD&DXVDGDGRHQoDQmRpGHWHUPLQDGD Vômitos freqüentes. Varizes esofágicas Dilatação das veias esofágicas principalmente no terço inferior por aumento de pressão do sistema venoso portal. Falhas de enchimento redondas ou ovaladas que assumem o aspecto em rosário Interrupção e perda do padrão mucoso Discreta dilatação do esôfago .cjb. (Hipertensão no Sistema Venoso). e dilatação da porção a montante. Inicia-se pelas mãos.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 41  ([DPH UDGLROyJLFR É realizado após a fase aguda para determinar a localização e o grau de estenose que é mais comum nos pontos de estreitamentos anatômicos  6LQDLV UDGLROyJLFRV Diminuição da luz e da elasticidade Perda do padrão mucoso Irregularidade dos contornos da parede do esôfago Dilatação da porção a montante (de cima) Retardo de esvaziamento esofágico Espasmo esofágico. em anel. porem a dilatação é menor.

Tumores Benignos de Esôfago $ &ODVVLILFDomR  7XPRUHV (SLWHOLDLV RX LQWUDOXPLQDUHV GH RULJHP PXFRVD D.cjb.net .www. porem e ondas ineficientes Cárdia abre com dificuldade e fecha antes de completar esvaziamento Bolha gástrica presente % 6HJXQGDIDVH Esôfago torácico com moderada dilatação Desaparecimento da peristalse Abertura do cárdia se faz com o esôfago cheio. Pode existir sinais de glossite. Acalasia $ 3ULPHLUDIDVH Esôfago torácico dilatado. esofagite crônica. Síndrome de Plummer-Vinson Dificuldade de deglutição e anemia sideropênica em mulher. forma cilíndrica Peristalse normal. IX.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 42 Peristaltismo mantido DD forma varicóide de carcinoma de esôfago. As membranas aparecem abaixo da junção faringo-esofagiana. VIII. esclerodermia (algumas formas) VII. Estase esofágica significativa Bolha gástrica diminuída ou ausente & 7HUFHLUDIDVH Esôfago torácico com grande dilatação Atonia e tortuosidade do esôfago Líquido de estase e resto alimentar em grande quantidade ao exame em jejum Ausência da bolha gástrica.medpage. Presença de faixas ou membranas na porção superior do esôfago.

'H RULJHP PXFRVD Papilomas (menos freqüente) Fibropapilomas Adenomas  7XPRUHV QmR HSLWHOLDLV RX LQWUDPXUDLV D.

2ULJHP VXEPXFRVD Leiomiomas (mais comum) Fibromas Lipomas Neurofibromas Cistos .

medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 43 % 2ULJHPPXFRVD  6LQDLV UDGLROyJLFRV são polipóides intraluminares falha de enchimento com forma oval.net .cjb. redonda ou fusiforme limites definidos não ocorre alteração do peristaltismo paredes flexíveis nas proximidades do tumor mucosas oposta permanece íntegra distribuição simétrica do tumor  '' tumor polipóide maligno corpos estranhos bolhas de ar cobertas de bário varizes esofágicas & 2ULJHPVXEPXFRVD LQWUDPXUDLV.www.

 
6LQDLV UDGLROyJLFRV

Onda peristáltica alterada ao nível do tumor – a onda pula a região Dilatação e hipotonia da porção a montante Rigidez e irregularidade dos contornos da parede ao nível da lesão Limite nítido entre tumor e parede esofágica normal Falha de enchimento geralmente marginal 
''

Compressão extrínseca e tumores malignos

X. Neoplasias malignas
$ 2ULJHPHSLWHOLDO
Carcinoma epidermóide Adenocarcinomas Sarcomas 
&DUFLQRPD HSLGHUPyLGH

São os mais freqüentes, constituem 90% de todos os carcinomas. Localização no terço médio e inferior do esôfago. Homens mais comprometidos que mulheres Crescem de modo anelar em região delimitada, levando a estreitamento em local da lesão e dilatação da porção acima da lesão. 
$GHQRFDUFLQRPDV GH HV{IDJR

Ocorrem mais no teço inferior do esôfago. Em cerca de 3 a 9 % dos carcinomas esofágicos Tanto os carcinomas epidermóides como os adenocarcinomas crescem provocando estenose acentuada Podem invadir camadas mais extensas dando perfurações e fístulas. Metástases para tecido adjacentes e linfonodos. Raro meta de neo de esôfago para cérebro e fígado.

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Dr. Armindo – 24/02/00

ESTÔMAGO
I. Malformações
Duplicação Divertículos congênitos Microgastria Membrana pré-pilórica Estenose pilórica hipertônica

II. Estenose pilórica hipertrófica infantil
Lesão gástrica importante durante as primeiras semanas de vida Sexo masculino mais comprometido: 1 homem em cada 150 e 1 mulher em cada 775 Ocorre devido hipertrofia da capa circular do músculo pilórico que alonga e contrai o pilórico Patogênese obscura Diagnostico clínico: palpação de tumor muscular durão, no quadrante superior direito do abdome.

$ $FKDGRVUDGLROyJLFRV
Alongamento, afilamento e curvatura do duto pilórico – sinal da corda Zona central linear de falha de enchimento Falha de enchimento da base do bulbo duodenal Hiperperistaltismo gástrico. Pode desaparecer e dar lugar à atonia Retardo de esvaziamento gástrico

III. Pólipos gástricos
$ 6LQDLVUDGLROyJLFRV
Defeito de falha de enchimento. Contornos definidos Quando pediculados mudam de posição durante o exame radiográfico Pólipos de até 0,5 cm de tamanho são de difícil visualização ao raio X Pólipo pediculado pede penetrar pelo piloro levando a obstrução DD tumor gástrico intramural

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IV. Corpos estranhos
$ %H]RDUHV 
ILWREH]RDU  WULFREH]RDU

% 0HWiOLFRV & 5DGLRWUDQVSDUHQWHV

V. Hérnias diafragmáticas
$ +pUQLDGHKLDWRHVRIDJLDQR
O estômago se hernia pelo hiato. 
'HVOL]DPHQWR

Pode herniar uma parte do fundo gástrico levando um região do estômago chamada de cárdia (esse tipo de hérnia é chamada de hérnia gástrica hiatal do tipo deslizamento) 
5RODPHQWR

Se a válvula gástrica estiver no seu local de origem ou a cárdia na região torácica é a hérnia por rolamento.

% +pUQLDGH0RUJDQL
A hérnia paraesternal ou hérnia de Morgani – ocorre atrás do esterno (paraesternal)

& +pUQLD3OHXURSHULWRQHDO*RGDOHTXL
Hérnia que ocorre posteriormente ao diafragma (hérnia pleuroperitoneal – Godalequi)

' +pUQLDV,QIHFFLRVDV
Existem hérnias que são produzidas por processos infecciosas

( +pUQLDSRUDXVrQFLDFRQJrQLWDGH'LDIUDJPD ) +pUQLD7UDXPiWLFD * +pUQLDSRUQHFURVHVXSXUDWLYD
É importante os tipos de hérnias

VI. Úlceras gástricas
Exame radiológico detecta 90 a 95%

Ausência de linha de Hampton Presença do Menisco de Carman Ausência de convergência de pregas mucosas.net . muco. nodular nicho geralmente excêntrico. % 0DOLJQDV • • • • • • Forma irregular e profundidade desigual Lesão maligna localiza-se em geral dentro da cavidade do estômago Halo de edema largo.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 46 Ao raio-X de 5% a 10% das UG podem passar despercebidas quando: Úlcera superficial Cheia de resíduos (sangue. $ %HQLJQDV • • • • • • Nitidamente margeada de forma definida Projeta-se além da luz gástrica Halo de edema é liso e desaparece gradualmente na periferia Presença da linha de Hampton – é uma linha de edema Ausência do menisco de Carman Convergência de pregas mucosas.medpage.cjb. .www. alimento) Apresentar grande edema Úlcera pequenas apagadas por grandes pregas O tamanho e a localização da úlcera não são mais considerados fatores importantes.

medpage. Dráusio – 02/03/00 PÂNCREAS Xeróx .www.net .cjb.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 47 Dr.

principalmente é sua função o armazenamento e transporte de fezes. Pode estar havendo anemia devido a consumo de sangue e pode ser uma neoplasia de cólon (mais comum o direito). Exames Tipos $ 1mRVmRFRPSHWLWLYRVHQHPFRPSOHPHQWDUHV  5[ VLPSOHV ² SDUD REVWUXomR  5[ FRQWUDVWDGR ² FRQWUDVWH GH EiULR RX RXWUR KLGURVVRO~YHO YLD UHWDO  $QJLRJUDILD  86 % 6mR  7& $YDOLD D H[WHQVmR GD OHVmR H[WUDFRO{QLFD ² QmR GHYH VHU IHLWR GH LQtFLR. Fisiologia Reabsorve água no lado direito.medpage. II. Neo de trato gênito urinário – exclui invasão intestinal principalmente de parede. Everaldo – 02/03/00 ABDOME (INTESTINO GROSSO) Indica-se a radiologia do abdome para neoplasias do cólon e doenças inflamatórias (pacientes com eliminação de sangue retal.net . exceto o reto que é retroperitoneal. o ceco às vezes pode apresentar mobilidade excessiva. abscesso localizado tipo diverticulite. Anatomia Colo transverso → sigmóide → mesocólon longo – maior mobilidade O cólon é uma estrutura facilmente visualizada. (quando desaparece indica alguma patologia) O tamanho do cólon é bem variado de indivíduo para indivíduo. abscesso tipo apendicite perfurada. Apresenta haustrações e faixas transversais que são as tênias. alteração da constituição das fezes e perda de peso).www. III.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 48 Dr.cjb. I.

 510  &RORQRVFRSLD H 6LJPRLGRVFRSLD RX contrastado – enema opaco. .

fazer biópsia – suspeita de pólipos. % 5[FRQWUDVWDGR Feito com introdução via retal. Anomalias Congênitas $ ÇQXVLPSHUIXUDGRH'XSOLFDomRGH&yORQ Obstrução e distensão abdominal Criança de cabeça para baixo – observa-se o ar e o contraste retidos. Também diagnóstico de fístula. dieta alimentar pobre em resíduos. ( 0pWRGRVLQYDVLYRV Sempre depois do enema opaco.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 49 US – abscesso. Geralmente em reto e sigmóide V. fístulas.www.cjb. lesões extracólicas IV. É necessário o uso de laxantes. Muito usado em suspeita de hipertrofia do piloro em crianças.medpage. de contraste positivo (muda a cor) – BaSO4 – enchimento do tubo digestivo e se adere à mucosa.  &RORQRVFRSLD Oportunidade de ver a lesão e de imediato. & 8OWUDVRQRJUDILD Não é propício pelo conteúdo de ar. também serve para diagnóstico de megacólon tóxico em doenças infecciosas – RCU. conhecimento da presença de lesão e extensão através do espaço extracolônico. espessamento de parede TC – abscessos. megacólon. ' 7& Boa indicação.ausência de células ganglionares responsáveis pelo peristaltismo. ) &RPSOLFDo}HV  (QHPD RSDFR perfuração (* de forma iatrogênica – grande pressão na injeção do contraste) intoxicação aquosa (Hirschprung. .  5HWRVVLJPRLGRVFRSLD Alguma patologia do reto e alguma patologia em estado inicial. inflamação. abscessos e gg. ou torção (mecânico – volvo sigmóide). neo → porque isto ocorre com maior freqüência) Hirschprung . Crohn.net . posteriormente se injeta o ar (contraste negativo) – enema opaco (clister opaco) – que evidencia patologia bem. Usos $ 5[VLPSOHV Distensão abdominal por obstrução de alça intestinal – diagnóstico de neo. é indicado em suspeita de abscesso e espessamento de parede. adenopatias.

• enema não deve ser feito antes das 8 horas pós-parto • atresia intestinal alta • espessamento por mecônio % 'RHQoDGH+LVFKSUXQJ Megacólon Congênito. também na introdução acidental de agentes agressivos) e infestações parasitárias (amebíase)  . Alça sentinela: característica da alça geralmente em delgado e íleo.cjb. % &ROLWHYHQpUHD Alteração da mucosa retal & $SHQGLFLWH O diagnóstico é clínico (dor. ao enema opaco – bolo de áscaris. dilatação do intestino grosso pelas células gg não se desenvolverem – não há peristaltismo. que perde haustrações (mais comum no lado direito. distendida (pode ou não ter nível hidroaéreo – indicativo de processo inflamatório em nível do apêndice) ' &ROLWHXOFHUDWLYD comprometimento do ceco doença contínua íleo raramente comprometido encurtamento do cólon comprometimento circunferencial do IG trajetos fistulosos são raros úlceras são raras pode ocorrer perfuração Ex: RCU . Também atresias em áreas mais elevadas do intestino impede a passagem do ar / contraste. VI. dores abdominais.www. ou também deve ser feita passagem de sonda para ver se não há rolha de mecônio provocando a obstrução. a área que antecede esta comprometida. & (UURVGHURWDomR Inversão de posicionamento do intestino. geralmente o mesentério permite grande mobilidade do ceco.net . Doenças inflamatórias $ $JHQWHV  ([WUtQVHFRV Alteração que o intestino grosso sofre. Esquistossomose → colite ulcerativa. volvo – variação posicional do ceco – DD com anexites. dor abdominal aguda.medpage. Quadro clínico: formações brancas. hemograma e febre) O Rx contrastado é controverso – a luz vai estar obstruída e fecha-se a sua luz virtual e não visualiza o apêndice (não justifica a apendicite se a clínica não for sugestiva).Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 50  2%6 Falha → não se faz diagnóstico antes de 8 a 12 horas de nascimento porque o ar pode ainda não ter chegado à ampola retal.QWUtQVHFRV Tuberculose. com o uso de laxantes → alteração de relevo mucoso do cólon. fica dilatada.

cjb.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 51  5[ D.www.net .

. diagnóstico diferencial mais fácil pela proctoscopia. E.QLFLDO Achados radiológicos são escassos (espessamento do septo).

estreitamento da luz do cólon. 7DUGLD Menor profundidade haustrações até seu desaparecimento. encurtamento do cólon. Crohn freqüentemente poupa o reto áreas normais do intestino freqüentemente compromete o íleo encurtamento do intestino é raro comprometimento excêntrico do intestino pode haver trajetos fistulosos úlceras são mais profundas perfuração é rara  5[ D. ( &ROLWHJUDQXORPDWRVD Ex.

.QLFLDO Normal O segmento doente apresenta espessamento e irregularidades do pregueamento mucoso. E.

Rx simples é insuficiente. sangramento . distensão abdominal importante. sinal de Cordel (alça rígida e fina com pregueado mucoso) VII. Doenças vasculares $ (QWHURFROLWHQHFURWL]DQWH Diagnóstico no berçário. VIII. Padrão radiológico – impressão digital. gás na parede intestinal (pneumatose). Diverticuloses Lesões comuns do cólon adulto Aumenta a incidência em maiores de 40 anos Sigmóide – mais comprometido Tamanho variado (menor ou igual a 1 cm) Isolados ou em grande número Rx – formações saculares ao longo da parede do cólon se projetando para fora da luz do órgão Clínica – dor em cólica. perfuração. estreitamento da alça intestinal no segmento acometido. % &ROLWHLVTXrPLFD Edema e hemorragia intramural. 7DUGLR Espessamento visível.

destruição do relevo mucoso.net .cjb.restante sigmóide 30% . geralmente esquerdo e sigmóide. Se maior que 10 mm – ressecção pelo risco de malignização contornos muito irregulares. Gardner (osteoma frontal). IX. Pólipos A maior parte não benignos e boa parte malignizados. obstrução séssil ou pediculado grandes quantidades são raras. O enema opaco permite 90% de diagnóstico % /HV}HV Anelares – aspecto constrictivo Polipóide – cresce na luz do órgão Infiltrante 60% . Turcot e polipose familiar $ 5. adultos ou crianças únicos ou múltiplos todo cólon. Cronkhite-Cassada (atrofia da unha + hiperpigmentação perioral + polipose). exceto: síndrome de Peutz-Jeghens (hiperpigmentação perioral + polipose). estreitamento da luz e obstrução total. assintomáticos ou hemorragia retal indolor.acima do cólon .medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 52 Complicação – Diverticulose (diagnóstico diferencial) – diverticulose perfurada. possibilidade de malignização crescimento seriado. É comum a concomitância de diverticulose e neoplasia.reto sigmóide 10% . não se vê o contraste saindo do divertículo permitindo a passagem de patógenos. abscesso organizado ou não. Neoplasias Freqüentes no Tubo digestivo $ 5[ Enrijecimento da parede. também tem possibilidade de malignização X.www.

net . Lobo direito. Na fase com contraste existe um aumento da densidade do baço e começa a visualizar as estruturas intra-hepáticas.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 53 Dr. a região costal posterior.cjb.www. esquerdo e lobo caudado. Armindo – 14/03/00 FÍGADO I.QILOWUDomR JRUGXURVD Deposição de triglicérides nos hepatócitos É um processo reversível D. Vê-se também o estômago. vesícula lobo esquerdo lobo caudado.medpage. Fígado $ 7RPRJUDILDFRPSXWDGRUL]DGD No corte da tomografia superior do abdome vê-se o gradeado costal e o fígado. % 'RHQoDVGLIXVDVGRItJDGR Infiltrações gordurosas – diminui a densidade do parênquima hepático Hemocromatoses (primária e secundária) – aumenta a densidade do parênquima hepático  . O fígado tem unidades a mais que o baço em relação à densidade É de 4 a 6 unidades (lansfield) Em um corte mais baixo. baço e aorta. vê-se o lobo direito do fígado. baço e aorta.

hepatite por radiação. desnutrição. Síndrome de Cushing. obesidade. hiperalimentação. quimioterapia. E. &DXVDV Abuso do álcool. diabetes. uso de esteróides.

7F diminuição da atenuação do parênquima hepático e segmentação intra hepática torna-se densa. A densidade do fígado fica mais baixa que a do baço (o normal é maior) – isto fecha o diagnóstico de esteatose hepática . acentua após a introdução de contraste.  +HPRFURPDWRVH • • É um distúrbio com reservas do ferro corporal total excessivas D.

há associação de cirrose e aumento da incidência de carcinoma hepatocelular. pâncreas. 3ULPiULD Distúrbio hereditário com aumento da absorção intestinal de ferro. levando ao acúmulo anormal no parênquima hepático (dentro do hepatócito). linfonodos. . baço. coração. rins glândulas endócrinas e pele Na hemocromatose persistente que afeta o fígado.

cjb.www.net .Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 54 E.medpage.

caracterizam esse distúrbio. Aumento do lobo caudado. III. estado de hipercoagulação. Na fase s/c a periferia do fígado possui menor atenuação que as porções centrais e o lobo caudado. Nessas situações o acúmulo de ferro ocorre no sistema reticulo endotelial e não nos hepatócitos. tumores obstrutivos e lamina membranosa na VCI  7& Diferenças regionais de atenuação do parênquima hepático. gravidez. Estas alterações desaparecem após vários meses com um retorno normal ou com atrofia do fígado II. sendo o fígado envolvido nos tipos I. % 6tQGURPHGH%XGG&KLDUL Condição clínica rara. Alteração ao TC (aumento da VCI e veias hepáticas – fase s/c e após contraste EV o fígado é realçado em padrão irregular e heterogêneo em uma fase precoce e tornando-se homogêneo em uma fase tardia). II.múltiplas transfusões sanguínea. IV  $OWHUDo}HV GR ItJDGR FDXVDGDV SRU UDGLDomR Radioterapia pode induzir a lesão hepatocelular Geralmente ocorrem 2 a 6 semanas após a terapia e geralmente requerem a administração de mais de 3500 rad (35 Gy) ao fígado Histologicamente a lesão por radiação esta associada à congestão vascular e deposição de gordura. transmitido como pressão venosa hepática elevada. TC – ocorre aumento da densidade hepática  'RHQoD SRU GHSyVLWR GH JOLFRJrQLR São distúrbios genéticos do metabolismo dos carboidratos São classificados em 6 grupos. resultante da obstrução do fluxo venoso hepático. uso de contraceptivos orais. veias hepáticas e VCI Causas idiopáticas. O ponto de oclusão pode ser ao nível das vênulas intra-hepáticas. Alterações vasculares $ &RQJHVWmRKHSiWLFDSDVVLYD Resulta de pressões elevadas em coração direito. 6HFXQGiULD Não é hereditária e representa lesão do órgão por sobrecarga de ferro. . em virtude de uma condição associada com anemias hemolíticas. & 7URPERVHYHQRVDSRUWDO  FDXVDV • • • • • • • neoplasias (mais comum) cirrose infecção trauma hipercoagulação alterações inflamatórias por pancreatite obstrução venosa hepática .

Causas: alcoolismo. variando de 0. hepatite crônica. hipoatenuante. $ 7& Lobulação dos contornos hepáticos Atrofia do lobo direito e hipertrofia do lobo caudado e segmento lateral do lobo esquerdo. na maioria das vezes ou múltiplos. intoxicação por substâncias químicas (drogas). Cirrose Representa fibrose hepática irreversível formando pontes entre os tratos portais. obstrução biliar crônica. $ +HPDQJLRPD Podem ser solitários. . Hepatite TC não faz diagnóstico de hepatite.www.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 55 ' .QIDUWR+HSiWLFR É raro devido ao suprimento sanguíneo duplo proporcionado pelas artérias hepáticas e veias portas. Aumento da espessura das fissuras Ascite Hipertensão portal V.  7& O parênquima hepático contrastado há formação em uma voltada para a periferia. Tem diagnóstico clínico e laboratorial.net .medpage.  &DXVDV após procedimentos cirúrgicos na artéria hepática arteriosclerose embolia e trombose vasculite e hipotensão acentuada.4 a 20%  6LQDLV DR 7& Massa de baixo coeficiente de atenuação Bordas e lóbulos bem definidos Pode haver calcificações em até 20% dos casos Após contraste realce periférico com enchimento centrípeto da lesão. infecções. hemocromatose.cjb. Neoplasias Hepáticas Benignas Hemangioma Hiperplasia Nodular Focal Adenoma Hepatocelular Hiperplasia regenerativa nodular Nódulo hiperplásico adenomatoso Tumores lipomatosos Hamartoma mesenquimal Cistos hepáticos simples e doença hepática policística. É o tumor hepático mais comum. IV. bem como o extenso sistema de colaterais. III. infecções virais. Pode ocorrer atrofia de todos os lobos.

Colon (42%) estomago (23) pâncreas (21) mama (14) pulmão (13) Uma neoplasia primária silenciosa com metástases hepáticas. Neoplasias primárias mais comuns que causam metástases hepáticas.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 56  2%6 O enchimento periférico associado ao enchimento tardio e persistência do realce. constituem a tríade de diagnóstico do hemangioma na TC (diferencial com neo maligna) VI. em 18:1.net .cjb.www. estômago ou pulmão. Tumores malignos carcinoma hepatocelular (mais comum) carcinoma fibrolamelar carcinoma intra-hepática cistadenoma agniossarcoma hemangioendotelioma epitelioide sarcoma mesenquimal $ RXWURV hepatoblastoma sarcoma embrionário indiferenciado linfoma metástase % 0HWiVWDVH As metástases superam em número os tumores primários malignos. .medpage. na maioria das vezes resulta de carcinomas do pâncreas.

Vesícula escleoroatrófica em porcelana Cálculos radiopacos Bile cálcica Pneumocolecistite (ar0) Pneumatose biliar $ &DXVDVGHHUUR GG calcificados Calcificações vasculares Calculose renal Calculose pancreática . % 7& Não é o método prioritário Em 1980 usa-se a RNM II. Métodos $ 5DLRV.FRQWUDVWDGR Colecistograma oral Colangiografia venosa IO PO transparieto hepático Retrógrada endoscópica III. Com contraste permite ver a vesícula 1950 – colangiografia venosa – uso de contraste. Histórico Hoje em dia é feito US. Pode começar com Rx simples e chegar ate a RNM Não se usa todos os métodos para o mesmo paciente $ 5. Everaldo – 16/03/00 VESÍCULA BILIAR I.medpage. Permite o diagnóstico de algumas patologias.cjb.www. Raio X simples Se o paciente com dor abdominal. e você suspeita.net . Mas também existe a radiologia. ele permite o diagnóstico quase definitivo para cálculos radiopacos (só 10%).Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 57 Dr.VLPSOHV % 5DLRV.

Dão o leite com gemada e faz a radiografia. & 1RUDLR.net .VLPSOHV Imagem radiopaca arredondada no hipocôndrio direito IV. ocorrerá alteração da forma e principalmente os cálculos de colesterol O contraste cai no aparelho digestivo. Raio X contrastados Colecistograma oral Colangiografia venosa Colangiografia intra-operatória Colangiografia pós-operatório $ &ROHFLVWRJUDPDRUDO Ingestão do contraste por via oral.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 58 % 9HVtFXODHPSRUFHODQD Depósito de cálcio na parede da vesícula biliar.cjb.  6HPLRORJLD UDGLROyJLFD Colecistograma de boa opacidade Colecistograma de fraca opacidade Colecistograma ausente – significa que no exame não apareceu a opacificação da vesícula biliar. Se existem cálculos. Espera mais 50 minutos e a vesícula deve tem 50% Depois de 90 minutos a vesículas deve ter 90% do seu tamanho normal % $OWHUDo}HVSDWROyJLFDVGHPRQVWUDGDVQRFROHFLVWRJUDPDRUDO Agenesia vesicular – diagnóstico cirúrgico Vesícula múltipla – mais de uma e deve-se identificar o ducto cístico Vesícula septada – formam lojas intercomunicantes .medpage. O paciente fica em jejum durante toda a noite Deve-se analisar a capacidade de esvaziamento da vesícula biliar. No fígado é excretado e o composto é metabolizado e vai ser armazenado na vesícula biliar. Vai opacificar a vesícula biliar o que possibilita seu estudo. chega ao fígado pela veia porta. O contraste é derivado do ácido propanóico  %DVHV ILVLRSDWROyJLFDV  &RQWUDVWHV  7pFQLFDV GH H[DPH No dia que antecede pede ao paciente para tomar um copo com gemada.www.  5HVXOWDGR Permite o estudo da anatomia como o tamanho. Deve-se lembrar que o paciente pode não ter ingerido o contraste. Depois de 20 minutos a vesícula tem que estar 20% menor. Não muda de imagem porque é rígida e endurecida. A densidade pode ser maior ou igual às vértebras. Toma 14 comprimidos 6 a noite e o resto no almoço. A região inferior é mais escura por causa do contraste Prova motora de Boile – faz uma alimentação rica em gorduras e tem casos que a vesícula biliar não se contrai depois. a largura.

medpage. O contraste é injetado na vesícula É o derivado do ácido A técnica é uma injeção de contraste na radiografia (o contraste atinge o fígado e é metabolizado e chega a vesícula após 20 minutos) .colesterol e sais de cálcio (colesterol no centro e calcificação periférica) & 3URFHVVRVLQIODPDWyULRV Colecistites – condição de litíase vesicular Aguda Crônica – destruição da mucosa. * $GHQRPLRPDWRVH V. Ocorre espessamento de parede ' 'LVFLQHVLDV Diagnóstico através da prova de Boile. vesícula pequena com pouca bile e colecistograma ausente.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 59 Cálculos biliares – mais freqüentes • • • transparentes – 80 a 90% .net .carbonato ou bilirrubinato de cálcio mistos .são de colesterol e não são visíveis no Rx simples opacos . Metástase de melanoma Defeito de enchimento imóvel O diagnóstico é muito tarde ) &RPSOLFDo}HVGRVFiOFXORVELOLDUHV Perfurações aparecem em órgãos próximos com fístulas espontâneas Sinais radiológicos observados • Gás no trajeto biliar • Demonstração da fístula bile-digestiva • Desaparecimento dos cálculos biliares visualizados em exames anteriores.cjb.  +LSHUW{QLFDV  +LSRW{QLFDV A vesícula é grande e não responde aos estímulos. Colangiografia venosa Para processos inflamatórios Não precisa da fase inicial – não precisa da ingestão e absorção intestinal. Evolui para a estase ( 1HRSODVLDV São tumores  $GHQRPDV H SDSLORPDV Quando diagnóstico radiológico já está muito evoluído. Mede o esvaziamento da vesícula biliar.www.

Esta localizada no HD. alterações do número) % $QDWRPLD O estudo é um estudo da anatomia fisiologia. O ultra-som não tem vesícula ausente como no colecistograma Se o paciente não fizer o jejum adequado. É um método não invasivo. Se tiver necessidade deve-se fazer • • • • Insuficiência hepática grave Síndrome hepatorrenal – é totalmente contra-indicado Hipersensibilidade Gravidez – também é totalmente contra-indicado. Ultra-sonografia É o método de eleição das vias biliares. O normal é 7 cm de comprimento e diâmetro transverso é de 3 a 4 cm.www. O ultra-som não faz diagnóstico de discinesias. % &RQWUDVWHV & 7pFQLFDGRH[DPH ' &RQWUDLQGLFDo}HV Elas são relativas.cjb.medpage. ectopia. VI. o parênquima hepático e a vesícula. Fica obliqua.net . alteração da forma.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 60 $ %DVHVILVLRSDWROyJLFDV Para diagnóstico de cálculos no ducto. e se caracteriza com ECOS de baixa amplitude e são móveis e se movimentam (Barro biliar ou bile espessa) . grossa. No US uma imagem fusiforme se projetando dentro da sombra hepática. O método é feito de cortes axiais em vários sentidos. Tudo pode impedir a visualização da vesícula. $ &DXVDVGHQmRYLVXDOL]DomR • • • • • • Jejum inadequado Colecistectomia Vesícula preenchida por cálculo Vesícula escleroatrófica Massa litógena intravesicular Colecistite enfisematosa Anomalias congênitas (agenesia. viscosa. vesícula escleroatrófica (o cálcio faz uma sombra acústica muito grande). Ecolúcida. Lama biliar mostra um bile espessa. Acima de 5 cm é considerada uma vesícula densa. Avalia o colédoco. Fígado e rim direito e veia cava inferior (relação anatômica) & )LVLRORJLD Não tem fisiologia porque não usa contraste. cálculo muito grande que toma toda a vesícula .

Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 61 ' &DXVDVGHELOHHVSHVVD • • • • • • • Obstrução biliar extra-hepática Colecistites Jejum prolongado Hiperalimentação Hospitalização prolongada Diabetes mellitus Alguns tipos de anemia ( /LWtDVHYHVLFXODU Todos os cálculos são ecogênicos 9 mesma games no US São visualizados cálculos com mais de 2 mm Diagnósticos e cálculo (muito importante e essencial para o diagnóstico) Imagem ecorrefringente intravesciular Móvel. sem linhas no interior e vesícula diminuída. com sombra acústica posterior.net . VII. adenoma.cjb. bile tumefacta Espessamento localizado ou difuso da parede vesicular.medpage. Tumores Aspectos ultrassonográfico: Massas intraluminares – geralmente com 2 a 3 cm Diagnóstico diferencial – pólipos de colesterol. . Colecistite Aguda Vesícula hidrópica – mais de 54 cm de dilatação no eixo transversal Litíase vesicular – condição freqüente na colecistite aguda Espaçamento da parede vesicular – difusa e mais de 5 mm não é patognomônico Bile espessa $ &DXVDVGHHVSHVVDPHQWRGDSDUHGHYHVLFXODU Colecistite aguda Colecistite crônica Contraste o vesicular por alimentação Hoje em dia o paciente com AIDS Hepatite Carcinomas Insuficiência renal Na colecistite aguda : anfractuosidades da parte interna da vesícula biliar VIII. * &ROHFLVWLWHFU{QLFD Tem a parede mais espessada. a ) &ROHFLVWLWHDJXGD Durante o exame: encontra o cálculo espessamento da parede vesicular presença de linha hiperecóide (edema da parede) e vesícula aumentada.www.

23/03/00 ANOMALIAS DO SISTEMA GÊNITO URINÁRIO Xérox .cjb.net .medpage. Dráusio .www.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 62 Dr.

Cálculo renal . Cálculo em terço proximal do ureter . Bexiga Ureterocele . 2. médio e inferior que drenam para o grande cálice e daí drenam par o ureter e então bexiga.net .imagem densa do rim.imagem nodular densa Retardo de excreção de contraste por presença de cálculo . Cálculo coraliforme: forma de coral ocupando os 3 cálices com este tipo de cálculo há perda da relação da cortical com a medular .o iodo no sistema urinário tem a mesma densidade do cálcio verificando-se os cálculos radiotransparentes). múltiplas de calcificações em região renal Anomalias renais Neoplasias e coágulos que dão imagem de falha de enchimento Estreitamento ou estenose de ureteres Flexões de ureter Ureter retrocava . Há grupos caliciais superior. Parâmetros: • pssoas • altura de bordos vertebrais O que se usa é a urografia excretora (RX contrastado . II. Os pequenos cálculos é que causam uma maior clínica. Armindo . Se for convexa (em clave).Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 63 Dr.www. As radiografias são batidas de 5-10 e 15 minutos: • fase 1: Rx simples • fase 2: presença de contraste • fase 3: tempo de excreção do contraste (1. Litíase vesical .normalmente o ureter passa na frente da VCI se não passa pode ser pinçada a Aorta e a VCI. Análise da urografia: • • • Ossos Partes moles .medpage. • • • • • • Nefrocalcinose . A bacia está ao nível de L5 I.dilatação da bexiga Cálculo Divertículos Corpos estranhos .28/03/00 CÁLCULOS RENAIS O rim esquerdo é mais elevado do que o direito.ectasia pielo calicial e retardo do esvaziamento.numerosas imagens densas difusas.simula falha de enchimento.cjb. 3’) Presença de cálculos: cálice e nível proximal do ureter.se tiver densidade cálcica + clínica deve-se pensar em cálculos Pssoas ao lado da coluna vertebral O contraste é injetado via intravenosa se verificando os cálices na forma côncava (normal).na área da bexiga vê-se uma imagem densa.

Os cálculos podem aparecer em todo o trajeto urinário.córtex.net . Cálculo obstruindo → dilatação → perda da relação medula .cjb. frente à vários cálculos renais. lembrar de nefrocalcinose.www. . Próstata Neoplasia Cisto Anomalias congênitas Válvula congênita Saber: cálculos renais.medpage.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 64 Neoplasias Obstrução do cólo vesical III.

A região da ponte é irrigada anteriormente pela basilar.medpage. O corte e o deslocamento são feitos antes e depois do contraste O contraste é contra-indicado em alergia. % $UWpULD&HUHEUDO3RVWHULRU 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) Vertebral Cerebelosa póstero inferior Coróides Occipital Média Carótida interna & $UWpULD&HUHEUDO$QWHULRU 1) Carótida interna 2) Ramos da cerebral média 3) 4) 5) 6) 7) 8) . Anatomia Fossa posterior .fossa posterior com deslocamento de 5 mm Região supratentorial . II.net .10 mm de espessura com 10 mm de deslocamento.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 65 Dr. AVC e traumatismos Região onde está a sela túrcica é a fossa média.onde está os hemisférios cerebrais $ 3ROtJRQRGH:LOOLV Artéria vertebral → basilar → artérias cerebrais posteriores Carótida interna → cerebral anterior → comunicantes posteriores → artéria cerebral média. Protocolo Posicionamento do paciente (decúbito dorsal) O corte é de 5-5 mm .onde está o cerebelo (baixo coeficiente de densidade .www.cjb. insuficiência renal. Armindo .terceiro ventrículo) Fossa média .25/04/00 TC DE CRÂNIO I.

 +HPRUUiJLFD Intra parenquimatosa Intraventricular Sub aracnoídea (S A)  6XE DUDFQRtGHD D.cjb. cerebral superior Seio longitudinal superior V.www. Síndrome de AVC $ 'HILQLomR Toda ocorrência com déficit neurológico focal não convulsivo. cerebral média superficial V.net . de Galeno Seio occipital Veia de Rosenthal Seio transverso III.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 66 9) Pericalosa 10) 11) Paracentral ' 9HLDVHVHLRVYHQRVRV 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) V. cerebral interna V.medpage.

(WLRORJLD Melanoma Aneurisma Infecção Traumatismos Mal formações E.

6LQWRPDV Cefaléia Súbita Dores cervicais e lombares Náuseas e vômitos Rigidez de nuca Alterações visuais Hemiparesia e afasia COMA F.

sonolência Grau IV: COMA leve Grau V: COMA profundo. &ODVVLILFDomR Grau I: cefaléia sem sinais neurológicos Grau II: cefaléia leve a moderada Grau III: estupor. rigidez e decerebração .

A seqüela tomograficamente faz poliencefalia e hidrocefalia para preencher o local que antes era normal.net .medpage. se intenso pode levar a herniação. imagem branca.www.deixa seqüelas irreversíveis  2EMHWLYR GR HVWXGR SRU LPDJHP • • • • documentar AVC isquêmico ou hemorrágico avaliar incidência e herniação de amídalas determinar localização e extensão DD com outras patologias  $FKDGRV GD 7& • • • • • são alterações tempo . há halo radiotransparente pelo edema.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 67 TC: sangue na região subaracnóidea TC: hemorragia no parênquima cerebral. .tempo maior que o anterior déficit neurológico isquêmico parcialmente reversível AVC isquêmico . % . TC: hemorragia intraventricular . efeito de massa regride após 10 dias e desaparece com algumas semanas.imagem com ↑ do coeficiente de densidade Efeito de Massa: é o colabamento do ventrículo pela lesão edemaciada que leva ao desvio da linha média.dependentes as alterações são descritas geralmente de 6 a 8 horas e pode ser detectadas e evidenciadas após 24 horas.área de AVC isquêmico que ocorre em núcleo da base.VTXrPLFR • • • • ataque isquêmico transitório: curtos períodos de disfunção déficit neurológico isquêmico reversível . tem coeficiente de atenuação baixo e efeito de massa Infarto lacunar . efeito de massa por edema é máximo de 3 a 10 dias. deslocamento da linha média para a região oposta.cjb.

net .Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 68 Dr.11/05/00 ALTERAÇÕES RADIOLÓGICAS NAS ARTRITES MISTAS E INFECCIOSAS Xérox .cjb.www. Dráusio .medpage.

O Raio X . alterações de contorno.VLPSOHV²WUDWRXULQiULR Rins Trajeto ureteral Bexiga RUB Vê-se a sombra renal. Pode provocar alergias. a urografia excretora é um método inicial de especulação de doenças.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 69 Dr. Utiliza um meio que opacifica as regiões a analisar. Everaldo – 16/05/00 PATOLOGIAS DO TRATO URINÁRIO Métodos e diagnósticos Anatomia radiológica I. Normalmente os contrastes são associados a estruturas químicas orgânicas (comumente é o ácido benzóico triiodado). Tem dois tipos. Métodos diagnósticos Cada método tem uma especificidade isolada. $ 5DLR. a sombra da bexiga e também o trajeto ureteral (principalmente calcificações) Pode avaliar outras alterações como esqueléticas. Quadros de hipersensibilidade ao contraste devem ser avaliados. Ver os contornos.  $V FRQWUDLQGLFDo}HV VmR D. e permite a avaliação do pssoas (simétrico ou assimétrico). a pelve. Deve-se olhar o rim e observar a posição.www. Embora com todos os métodos. Contraste a base de iodo.cjb. calcificações. o tamanho. o sistema coletor. e cálculos.medpage. % 8URJUDILD([FUHWRUD É necessário que utilize o contraste. Ele permite alterações na composição inserindo radicais que melhoram o risco de hipersensibilidade. o iônico e o não iônico. Deve-se avaliar se existem cistos. A bexiga é mais esférica e mais densa pela urina que está no seu interior.net . intestinais.ele não permite o estudo da parte interna.

Ele pode desenvolver uma toxicidade Indivíduo com Oligúria Pacientes com creatinina acima de 3-4 % Mulheres grávidas.5 – 4 ml de 5.5 até 11 – 25 ml .QGLFDo}HV 3 a 4 ml por kg de peso – neonato (filtração glomerular deficiente – aumenta para conseguir atingir o sistema excretor . $EVROXWDV Indivíduo com doença renal ou hepática (não elimina o material do contraste).rim de neonato não funciona muito bem.  .) até 5.

2 ml/kg de 22 a 44 . se tem amputação. os cálices maiores. Vê-se o sistema coletor renal. Com 5 minutos deve-se opacificar o sistema coletor. Injeta o contraste. haverá uma assimetria. os cálices menores e a pelve Se tem distorção. faz a radiografia após 5 minutos.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 70 de 11 a 22 .  +LSHUVHQVLELOLGDGH D.cjb. Se não opacificou.www.net . Avalia o sistema renal e depois se pede outra excretora após 10 minutos.50ml No máximo até 100 g de iodo por paciente. se tem cálculos é o que se vê.medpage. Depois se faz radiografia da bexiga cheia e outra com a bexiga vazia.

7LSRV Leve – mal estar. Não se deve interferir e utilizar medicamentos Moderada – além daqueles. coriza. Anti-histamínico e corticóides já saem da hipersensibilidade. apresenta conjuntivite. placas urticariformes. Deve-se intervir. Que pode evoluir para um choque. Grave . E. náusea e um pouco de sensação de dor no local.reações cardiovasculares e pulmonares.

Doenças específicas da bexiga.Retira-se a sonda e faz-se a radiografia também no ato miccional (antero-posterior e oblíqua). É um método invasivo. Injeta um pouco de anestésico para impedir a contração da uretra (bulbar e prostática) Vê-se as 3 partes da uretra. . Utiliza um aparelho chamado uretrocistógrafo.  $QWHUyJUDGD Utiliza quando não tem resposta suficiente para diagnosticar pela parte retrógrada. E entra com contraste diluído em SF a 45%. ' 8UHWURFLVWRJUDILD Pode ser feita da forma:  0LFFLRQDO Na suspeita de doenças da bexiga e uretra. introduz pelo meato ureteral. Permite a opacificação do sistema ureteral. Usa sonda nasogástrica.001% óbito & 5DGLRJUDILDORFDOL]DGDGDEH[LJD Usa a radiografai cheia e vazia para avaliar o resíduo urinário que fica na bexiga.05% tem reações cardiovasculares 0. de maneira interna.01% tem crises convulsivas 0. Refluxo vesico ureteral é a principal suspeita e indicação.  5HWUyJUDGD Está indicada em pacientes com dificuldades no jato urinário. Pode provocar infecções.QFLGrQFLD 90% não apresentar reações 4 a 5 % apresentar moderada 0. .

a tomo é usada com um método de estadiamento. Usada em lesões expansivas ou vasculares. O início deve começar pela urografia excretora. Tanto maior a idade do paciente. É bom para ver anomalias (estenose) Não é utilizado hoje porque é invasivo e hoje se usa angiotomografia. Antigamente se usava mais. Central hipoecogênica e periferia hiperecogênica. Num tumor. Tem aspecto em grão de feijão. Tem grande campo de ação muito grande Existem algumas patologias que são específicas pelo ultra-som: • hidronefrose • cistos • tumores Além dos cálculos renais – 85% são radiotransparentes e 15% são radiopacos No ultra-som tem imagem hiperecogênica. Não precisa de preparo. * 7RPRJUDILDFRPSXWDGRUL]DGD Permite o estudo do trato urinário.net . facilmente tolerável. Existe uma forma de analisar acúmulo ou excreção para verificar a função renal. bacinetes e a pelve). Punção da aorta abdominal – pelas costas e injeta contraste e visualizam-se os rins. + &LQWLORJUDILD Utilizado para avaliar a função renal. Mede 12 a 14 cm no eixo longitudinal Mede 4 cm no eixo antero posterior Rim direito Superior – supra renal .Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 71 ( $QJLRJUDILDV Tem uso limitado. permite-se ver as artérias arqueadas que irão delimitar o pelve do córtex. Nunca como primeira escolha.medpage. ) 8OWUDVRQRJUDILD Tem uma aplicação muito grande. As medidas são importantes porque elas servem de referência para indicar uma diminuição (contração). Indicação para extensão e relação com estruturas. O centro é o seio renal (cálices. Não invasivo.cjb. Anatomia do Rim É retroperitoneal. II. RNM alto sinal e baixo sinal TOMO hiperdensa e hipodensa US hiperecogênica e hipoecogênica RX radiodensa e radiotransparente O rim está relacionado com a face inferior do fígado Formas elípticas.www. Método de Seldinger – introdução de um cateter pela femoral e pela ponta introduz especificamente na artéria renal. Boa avaliação Nos cortes longitudinais com imagem em elipse. A região periférica é o córtex.

Se estiver alterações na densidade tem-se alguma patologia. Ureter tem estreitamento que pode provocar uma compressão ureteral e então um Tem 3 estreitamentos Ureter . Na tomo vê-se altamente capitante. O parênquima renal é cortical é mais periférica tem 12 mm de espessura e para visualizada tem que ver os vasos arqueados. (os menores são onde começa a haver a drenagem). É importante em outras patologias III. Tem alto fluxo arterial.5 cm do centro do trígono vesical. A cápsula renal que é fibrosa (a primeira) não é visualizada por nenhum. Tem 35 cm de comprimento. envolta da capsula renal tem a capsula adiposa e envolvendo esta a cápsula de Gianotto. Colon descendente. JUP – junção ureter pelve. Bexiga Esférico. É assimétrico em relação a população. Patologias específicas das papilas – rim conchomedular. Nessas regiões tem os lugares onde se encravam os cálculos.cjb.www. Tem peristaltismo e pode haver uma região mais larga e mais fina.medpage. Estômago Pâncreas Alça jejunal Pólo superior e pólo inferior Tem uma cápsula que o envolve. Se ela está preservada ou tem estreitamento é o que interessa. Não pode acontecer de ele estar dilatados como um todo. O que interessa é a morfologia. No córtex aparecem as colunas de Verti. O óstio do ureter está a 1-1. Tem aspecto côncavo – se tem uma área clara ou falha de enchimento.net .vasos ilíacos Tem trajeto descendente.vesical Istmo ureter pélvico Istmo médio . O aspecto é triangular. O seio renal é hiperecogênica. A pelve se estreita e dá início ao ureter. A urografia excretora não tem precisão para avaliar tudo isso. . A pelve renal ou bacinete pode ser intra-renal ou extra-renal. Os cálices maiores drenam para os menores. Na injeção do contraste vê se os cálices – 6 a 12 cálices por rim.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 72 Anterior direita – fígado Anterior – colo Medial – duodeno Posterior – sobre a musculatura paravertebral Rim Esquerdo Superior – supra renal Lateral – baço. Pirâmides – é menos capitante – O rim tem em média 18 papilas. O parênquima renal divide em córtex e medular.

E guarda uma proporção entre parênquima e sistema coletor.net . E deve-se fazer a arteriografia para mostrar a ausência da artéria renal.6. Anomalias $ $JHQHVLDUHQDO Ausência de um rim. A relação deve-se ser de 1. Anteriormente a coluna vertebral. As mais comuns são o lobular em ferradura hipoplasias congênitas = só que é perfeito em função renal só que é pequeno. Além da anomalia de sua existe uma rotação do sistema calicial. Na urografia excretora não tem o rim. IV.tecido paravesical superior – peritônio Tem que estar ao nível da sínfise púbica. Mediu-se o parênquima renal em cima e em baixo. É importante porque dá hidronefrose e pode necessitar de transplante renal . Os cálices estão sempre voltados para a região periférica e nestes casos faz uma rotação ventral. É como se fizesse um corte em sentido coronal e vê-se a união dos rins pelo polo superior. O mais normal é o rim em ferradura. não tem o ureter. Patologias $ $QRPDOLDVFRQJrQLWDV É relativamente comum.6. A tomo permite avaliar se as partes funcionantes.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 73 Tem limites no assoalho pélvico dorsal – reto e vagina lateral . rim em panqueca ou rim em bolo.cjb. O outro rim se hipertrofia e supre as funções.  5RWDomR Acima Planigrafia – apagar todas as estruturas para avaliar os rins em ferradura.medpage. % )XVmR E uma alteração onde o rim se funde a outro.www. Se descer tem os problemas da cistocele. A união pode ser de vários mm ou cm.  $QRPDOLD UHQDO FUX]DGD Estão cruzados. V. Se tem hipoplasia adquirida não tem relação de 1. Mudou de lado mas matem o ureter Então existem dois óstios ureterais. % &RPSOLFDo}HV infecções uropatias urolitíase.

Menores de 2 cm Maiores de 2 cm dão sintomatologia. Tumores tanto de córtex. O rim se desloca e se localizará na cavidade pélvica.  +LSHUQHIURPDV 80% são hipernefromas Hematúria microscópica indolor.  8UHWHU GXSOLFDGR ( 8UHWHURFHOH Dilatação da extremidade distal do ureter ) 0HJDXUHWHU Decorrente da ureterocele VI. Deve-se pensar sempre em Tumor de Wilms. Neoplasias $ %HQLJQDV Achados em autópsia. seio renal e bexiga são os que existem. Começa em dois em nível do rim e tem um óstio só em nível de bexiga. anorexia.net .www. Pode ser urografia. Se um paciente com dor em fossa ilíaca direita. Faz o diagnóstico diferencial pela tomografia.  1HXUREODVWRPD Em criança deve-se pensar primeiro em neuroblastoma em um tumor na região supra renal. Estadiamento do tumor renal I dentro II dentro e ressecável III fora e não ressecável . e VHS bastante aumentada associada à massa palpável. Hematúria.medpage.cjb. caquexia. Na urografia vê-se uma alteração da arquitetura renal. Pode levar a obstrução  5LP SpOYLFR ' %LILGH]SLHORFDOLFLDO Pode ser total com 4 óstios em nível de bexiga. necessita de investigar. ao contrário de pensar em Tumor de Wilms  7XPRU GH :LOPV Ausência de opacificação e massa enorme Criança abaixo de 7 anos.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 74 & $QRPDOLDGHSRVLomR Rim em posiçao pélvica. Maior incidência em homem. ultra-som e tomo e RNM Vê-se uma massa que cresce. entre a 5 e 7 décadas.

cjb.www.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 75 IV se metástase – fígado V se metástase contralateral % %H[LJD Lesões crescem para dentro da luz e depois para dentro da parede (infiltra) Papilomas Papilífero Geralmente vê imagem com falha de enchimento.net . Pode existir alguns coágulos muito grande que então é diagnosticado pela não alteração de parede. .medpage.

18/05/00 ALTERAÇÕES RADIOLÓGICAS NAS ARTRITES METABÓLICAS E ENDÓCRINAS I Xérox .Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 76 Dr.medpage. Dráusio .www.net .cjb.

afilamento da cortical e osteoporose ↑ da biconcavidade do canal vertebral. V. Esferocitose Hereditária Hipertrofia do tecido medular. havendo ausência ou hipoplasia de polegar e encurtamento da falange do quinto dedo. alongamento da cortical.net . II. Talassemia major (anemia de Welen) Hipertrofia ou hiperplasia da MO Adelgaçamento da cortical Alargamento das falanges Cortical afilada Osso fica + cinza → osteoporose Osteoporose: estrias ósseas cruzadas. Osteomielite Pela isquemia da anemia falciforme.www. O tecido hematopoiético ↑ devido a anemia que ocorre. VII. VI. Síndrome de Fanconi Anemia aplástica. Acomete também a coluna: alongamento do canal medular. São metástases da próstata.medpage. Em indivíduos idosos isso é inespecífico.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 77 Dr. ocorre perfuração do tubo digestivo e bacteremia Ocorre espessamento da cortical.30/05/00 ALTERAÇÕES ÓSSEAS NAS DOENÇAS HEMATOPOIÉTICAS I. por alterações dos glóbulos vermelhos.cjb. Pelo Rx há múltiplas áreas de lise óssea. . pancitopenia. manchas marrons disseminadas. III. Anemia mielotésica Substituição do tecido hematopoiético por outros tecidos. Anemias nutricionais: deficiência de ferro Hiperplasia e hipertrofia da MO Espessamento do díploe. Anemia Falciforme Hipertrofia medular de isquemia local. IV. Pode haver hipogenitalismo. Há espessamento da díploe (entre a tábua óssea externa e interna). Há diferença de tamanho da falange do quinto dedo com outros dedos. mas não é patognomônico. Everaldo . Hipertrofia → espessamento da díploe Isquemia → infarto ósseo Ocorre destruição da tábua óssea esquerda. desordens esqueléticas. Pode ocorrer mielofibrose Acomete bacia. coluna e costela.

sarcoma de células do retículo (no adulto). Se ocorrer em criança é histiocitose. XII. hemorragia. com lise óssea. destruição de cortical e aí neoformação óssea (reação periosteal). Forma crônica e difusa Quando lesões. mas pode ocorrer também na sífilis Nas epilepsias pode ocorrer necrose asséptica Em alguns momentos. Mielofibrose Com metaplasia mielóide com esclerose óssea.net . Não dá para identificar os pedículos dos corpos vertebrais. Linfossarcoma Pode acometer qualquer órgão 10% dos pacientes tem envolvimento ósseo. Acompanha-se de estriações.medpage. Leucemia Alterações ósseas em 75% dos casos. A vértebra densa também pode ocorrer na doença de Pajet e Linfoma de Hodgkin. na leucemia pode haver ↑ da densidade óssea (esclerose óssea). pelo uso de corticóide. São tênues. faixa radiotransparente submetalisária (ou algumas vezes lise óssea). predomina no crânio. São lesões líticas. Linfoma de Burkit Sarcoma mal diferenciado. esplenomegalia no adulto. osso muito branco. sem reação periosteal. X. ossos costais . Pode haver destruição óssea (lise) com neoformação óssea. Mieloma múltiplo Acomete a região medular Adelgaçamento da cortical Osteoporose Podem ocorrer no crânio. Histiocitose X Reticuloendoteliose Doença de Christian: granuloma eosinofílico.www. Tem limites bem definidos Coalescência da lesão. XI. coluna e ossos longos Com 3 anos : é difusa e acomete o crânio. sem reação endotelial. XIV. Pode haver osteomielite. há infiltração medular das células leucêmicas. IX.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 78 VIII.cjb. Densidade de osso longo Corpos vertebrais esbranquiçados Pode haver áreas de lise óssea (radiotransparente) ao lado de esclerose óssea. Associado há comprometimento de tecidos moles. aspecto geográfico. Osteoporose. O envolvimento ósseo pode ser hematogênico ou direto. no crânio. destrói estruturas ósseas e em 60% dos casos destrói o seio maxilar. Linfoma Hodgkin Semelhante ao linfossarcoma. densidade ↑. não há reação esbranquiçada ao seu redor. compromete a região medular. Acomete a medular e depois se exterioriza para fora. XIII.

subluxação.Criado por Alysson Barboza Cânovas Página 79 Nas fases agudas → dilatação dos ossos longos e pode ocorrer em ossos chatos. destruição da cartilagem. Coluna em bambu: ossificação paravertebral. perda da resistência da cortical Perda da altura do corpo vertebral. Dedo em salsicha: ↑ do volume das partes moles ' $UWURSDWLDVQDVGRHQoDVLQIODPDWyULDVLQWHVWLQDLV Artropatias enteropáticas RCUI. Alterações nos osteófitos. Fase incipiente: alterações sutis. Crohn. Hemofilia Derrame intra-articular. Forma quadrado do corpo vertebral. dificuldade de deambular A sacroileíte é bilateral Colite ulcerativa: acomete mais reto e sigmóide e para avaliar a extensão deve-se fazer colonoscopia. hiperosteose na articulação metatarso falangiana Uretrite + conjuntivite Acomete mais homens que mulheres e articulação sacro-iliaca. Doença de Whipple Lesões nas articulações sacrilíacas. ponte óssea na parte posterior da coluna. XV. & $UWULWHSVRULiVLFD Arterite interfalangiana proximal: lise.net . mas a destruição metacarpo falangiana é mais interna. acompanhando o ligamento longitudinal anterior. formando sindesmófitos.www. Coluna cervical: área muito atingida com calcificação do ligamento longitudinal anterior. aspecto de frasco de Erlenmeyer. Imagem de lápis em “xícara” Pode haver dedo em pescoço de cisne. Faz fraturas patológicas. Sindesmófito: ossificação paravertebral Sacroileíte unilateral. Em traumas pequenos acomete o joelho e tornozelo. Acomete mais homens que mulheres. .cjb.medpage. anquilose. Artropatias Seronegativas $ (VSRQGLOLWHDQTXLORVDQWH Acomete a coluna vertebral e articulação sacro-iliaca. como uma linha tênue. Acomete a coluna cervical e lombar. % 6tQGURPHGH5HLWHU Artrite infecciosa Acomete pé (metatarso falangiano) Reação periosteal. Há alterações articulares com lise óssea Achatamento da incisura intercondiliana XVI. calcificação do ligamento longitudinal anterior.

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