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Estudos bíblicos para casais

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Estudos bíblicos para casais.
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ESTUDOS  PARA  CASAIS  

Por Bispo Ildo Mello

O  AMOR  NÃO  É  OPÇÃO  -­‐  É  MANDAMENTO   O  FUNDAMENTO  DO  CASAMENTO  
A  mentalidade  utilitarista  tem  tomado  conta  da  sociedade  moderna,  onde  cada  um  busca  o  que  é  seu.  É  a   mentalidade  egoísta  da  autossatisfação  e  do  proveito  próprio  (cada  um  quer  levar  vantagem  em  tudo).    É  aquele   patrão  que  suga  do  empregado  e  depois  o  dispensa  quando  este  já  não  lhe  interessa  mais.  A  mesma  mentalidade   descartável  se  observa  no  casamento,  quando  as  pessoas  parecem  mais  perguntar:  “que  vantagem  que  eu  levo?”   do  que  “o  que  é  que  eu  estou  trazendo  para  o  casamento?”.  Os  votos  e  os  compromissos  do  casamento,  tais  como:   “na  felicidade  ou  na  desventura,  em  riqueza  ou  na  pobreza,  com  saúde  ou  enfermo(a)...  até  que  a  morte  nos   separe”,  são  quebrados  com  a  maior  facilidade.  Assim,  quase  tudo  se  torna  desculpa  para  a  separação  e  o  divórcio.   Infantilidade  e  leviandade  são  uma  constante  em  nossa  sociedade.  Os  casais  não  se  esforçam  mais  como   antigamente  para  enfrentar  e  superar  os  obstáculos  que  surgem  ao  casamento.  Não  unem  mais  suas  forças  para   remover  o  obstáculo  ou  superá-­‐lo  com  criatividade  e  disposição.  Mas,  afinal,  o  que  é  o  casamento?  Seria   meramente  um  contrato  social  entre  duas  pessoas?  O  que  deve  sustentar  um  casamento?  A  falta  de  amor  seria   desculpa  legítima  para  se  dissolver  um  casamento?     Dietrich  Bonhoeffer  escreveu  um  sermão  para  o  casamento  de  uma  sobrinha  sua.  Disse  ele:    “O  casamento  é  maior   do  que  o  amor  que  vocês  têm  um  pelo  outro.  Ele  tem  em  si  grande  dignidade  e  força  por  ser  a  ordenança  santa   através  da  qual  Deus  planejou  a  perpetuação  da  raça  humana,  até  o  fim  dos  tempos.  No  amor  que  os  une,  vocês   veem  apenas  a  si  mesmos  no  mundo,  mas  ao  se  casarem  tornam-­‐se  um  elo  na  cadeia  das  gerações  que  Deus  faz   aparecer  e  partir  para  sua  glória,  chamando-­‐as  para  o  seu  reino.  Em  seu  amor,  vocês  veem  apenas  o  sétimo  céu  da   sua  felicidade,  mas  no  casamento  recebem  uma  posição  de  responsabilidade  perante  o  mundo  e  a  raça  humana.   Seu  amor  é  propriedade  particular,  mas  o  casamento  não  pertence  a  vocês;  é  um  símbolo  social,  uma  função  de   responsabilidade.”    A  importância  da  aliança  -­‐  Compromisso  e  fidelidade  -­‐  Deus  odeia  o  repúdio:  meditar  em  Malaquias  2.10-­‐16.  

CONCLUSÃO:    
1. 2. Divórcio  não  é  uma  opção  para  o  cristão  e  nem  a  solução  para  os  problemas  de  relacionamento.     O  temor  do  Senhor  é  a  base  de  sustentação  dos  nossos  relacionamentos  (Ef  5.21,  22  e  25;  Cl  3.18)  -­‐   observando  as  expressões  “no  temor  do  Senhor,  “como  ao  Senhor”,  “como  convém  no  Senhor”;  é  a  base   para  a  solução  das  diferenças,  crises  e  problemas     3. Então  o  casal,  no  temor  do  Senhor,  deve  levar  a  sério  sua  aliança  e  compromisso;  devem  procurar  nutrir  o   amor  e  os  afetos.  Cada  um  deve  se  esforçar  por  preservar  a  unidade,  a  harmonia,  promovendo,  assim,  a   felicidade  do  lar  

ENFRENTANDO  CRISES  E  DIFICULDADES  NO  CASAMENTO:  
Debater  sobre  como  agir  em  situações  complicadas.  Podemos  levantar  situações  reais  e  hipotéticas  visando   receber  a  contribuição  dos  membros  do  grupo  para  quais  seriam  as  melhores  atitudes  em  tais  circunstâncias.   Quais  os  princípios  que  devem  nortear  nossas  atitudes?  Precisamos  aprender  a  lidar  um  com  o  outro.  

 ALGUMAS  ÁREAS  DE  ATRITO:    
1) Comportamento:  Temperamento  -­‐  reagimos  de  modo  diferente,  etc.     2) Psicológicos:  traumas  e  feridas  na  alma  (necessário  ser  sensível  ao  cônjuge,  conhecer  seus  dilemas   interiores,  seus  traumas  familiares:  maneira  como  foi  criada,  etc.);     3) Criação:  hábitos  fortíssimos  e  arraigados  (toalhas  e  roupas  jogadas;  limpeza  e  higiene;  etc.)     4) gostos  diferentes     5) supervalorização    do  irrisório,  se  faz  uma  tempestade  num  copo  d'água  (ronco,  por  exemplo)     6) Decisões  e  escolhas;  decisões  pessoais  e  profissionais  (o  marido,  por  exemplo,  que  vive  trocando  de   emprego  e  comunica  depois  a  esposa;  mudança,  compras,  etc.    O  ideal  seria  uma  profunda  participação   nas  decisões  mútuas)   7)  Finanças     8) Intromissões  de  familiares  e  amigos;  como  deve  ser  o  relacionamento  com  os  sogros?  Quem  deve   estabelecer  os  limites?  Como  evitar  problemas  nesta  área?  Como  solucionar  os  já  existentes?     9) Sexo  e  afeto     10) Quando  o  cônjuge  é  negligente  para  com  as  suas  responsabilidades;     11) Vícios;     12) Falta  de  Comunicação;  palavras  duras  e  cruéis;  carência  de  palavras  amigas  e  cheias  de  afeto;  falta  de   elogios  em  particular  e  em  público;     13) Ciúmes;     14) infidelidade,  mentiras.  

 O  QUE  FAZER  QUANDO  BRIGAMOS?    
Somos  humildes  para  reconhecer  os  nossos  erros  ou  sempre  nos  justificamos?  Sabemos  pedir  perdão?  Somos   maduros  o  suficiente  para  perdoar  e  buscar  a  reconciliação?  Tomamos  a  iniciativa  para  a  reaproximação  ou   ficamos  esperando  que  o  outro  o  faça?  Estamos  dispostos  a  renunciar  aquilo  que  estorva  nosso  relacionamento   conjugal  e  familiar,  abandonando  uma  atitude  egoísta  e  buscando  o  bem  comum  a  todos?  O  que  cada  cônjuge  pode   fazer  para  melhorar  o  seu  casamento?      

O  QUE  FAZER  QUANDO  O  AMOR  ESFRIA  OU  ACABA?    
Vamos  ao  próximo  estudo:    “as  características  do  amor  -­‐  I  Co  13.4-­‐8  (na  próxima  página).   Vamos  nos  concentrar  naquilo  que  podemos  fazer  para  melhorar  nosso  casamento.  Amor  é  verbo,  é  ação.  O  amor   não  é  algo  externo  a  nós,  como  um  raio  que  cai  sobre  nós,  a  respeito  do  qual  não  podemos  fazer  nada.  Somos   responsáveis  pelo  amor.  Não  podemos  dizer:  “O  que  me  resta  fazer  senão  desistir  agora  que  o  amor  acabou?”.   Pois,  você  pode  investir  no  amor,  plantar,  regar,  cultivar,  fazer  crescer.  O  amor  é  arma  poderosa  que  pode   transformar  toda  e  qualquer  situação.  Plante  o  amor  e  colherá  o  fruto  da  felicidade.  Devemos  amar  assim  como   Deus  nos  amou,  de  maneira  incondicional.  Mas,  muitos  dizem:  “Eu  amarei  se  ele(a)  fizer  isso  e  aquilo.”

AS  CARACTERÍSTICAS  DO  AMOR  -­‐  I  CORÍNTIOS  13.4-­‐8    
                     No   original   grego,   todas   as   descrições   do   amor   são   expressas   por   meio   de   verbos,   e   não   por   meio   de   adjetivos,   o  que  nos  faz  lembrar  que  o  amor  é  uma  força  dinâmica,  e  não  estática.  O  amor  é  mais  que  sentimento,  é  ação.  O   amor  se  expressa  por  meio  de  atitudes.    

O  AMOR  É:  
Custa a ficar zangado e irritado; não levanta a voz e nem perde a calma. Sabe esperar o tempo certo, sem murmurar. Tem uma tremenda capacidade para suportar.   gentil;  cortês;  carinhoso;  cheio  de  bons  frutos;  útil;  se  manifesta  de  diversas   BENIGNO (V.4)   formas:  presentes,  flores,  lembrancinhas  inesperadas,  algo  preparado  com   capricho  e  muitos  outros  gestos  atenciosos.   NÃO É CIUMENTO (V.4)   1 Jo 4.8 - “... o perfeito amor lança fora o medo.” O ciúme extingue o amor. Ct 8.6.   O amor se preocupa em dar-se, e não em afirmar-se. “A soberba NÃO É ORGULHOSO precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda.” (Pv 16.18). O (V.4)   amor é humilde, preocupando-se em atender às carências emocionais e materiais dos outros.   NÃO É RUDE (v.5)   Não é grosseiro, sarcástico ou cínico. É cheio de tato, nada fazendo capaz de levar o outro a se envergonhar. Observa o decoro e as boas maneiras.   Não busca os próprios interesses. Não busca o seu próprio prazer NÃO É EGOÍSTA (V.5)   ou sua própria felicidade. O amor nada busca que queira apenas para si mesmo. Há um ditado popular que diz: “Você quer ser feliz? Não case. Você quer fazer uma outra pessoa feliz? Case.”   Onde a desarmonia, o mau gênio e a irritabilidade dão lugar a É AFÁVEL (v.5)   ternura. O amor não se ofende com facilidade e nem reage com ira e hostilidade, seja verbal ou emocionalmente.   Não se ressente do mal. Não guarda mágoa ou rancor. Não fica É PERDOADOR (v.5)   marcando escores a favor um do outro.   O amor abomina todo mau caminho. Não é como os bisbilhoteiros É JUSTO E SINCERO que se alegram com o mal. Só se produz confiança através da (v.6)   sinceridade. “Nada podemos contra a verdade”.   TUDO SOFRE (v.7)   O amor é sacrificial, não recua facilmente; aguenta; suporta; supera.   TUDO CRÊ (v.7)   Indica aquela qualidade que está sempre disposta a levar em conta as circunstâncias, e a ver nos outros o melhor. É fácil pensar o pior, mas o amor retém a sua fé. Não implica que o amor é enganado pela simulações dos velhacos, mas, sim, que o amor está sempre disposto a conceder o benefício da dúvida, não procurando uma razão por em descrédito a integridade de alguém.   TUDO ESPERA (v.7)   É otimista, se recusando a tomar o fracasso como final.   Traz a ideia de constância. É a resistência de um soldado que, no TUDO SUPORTA (v. 7)   grosso da batalha, não fraqueja, mas continua indo em frente, sem parar, vigorosamente. O amor não se deixa vencer. Tudo suporta, tudo supera. Não desanima. Prevalece contra todos os obstáculos. Vence!   PACIENTE (V.4)      Somos  imperfeitos  -­‐  precisamos  de  ajuda  -­‐  Necessidade  de  perdão    (Mt  18.21-­‐22;  19.13-­‐15);       Não  guardar  rancor  ou  mágoas    (Ef  2.26  e  27).    Sem  perdão  nenhuma  relação  a  dois  sobrevive.  

MARIDO, EXAMINE SEU AMOR
               As  perguntas  abaixo  são  altamente  reveladoras.  Esta  é  uma  auto-­‐avaliação,  você  não  precisará  mostrar  o   resultado  para  ninguém.  Atribua  notas  de  0  a  10  em  cada  uma  das  perguntas.     1. ____  Você  tem  um  forte  e  afetuoso  sentimento  de  interesse  pelas  necessidades  e  anseios  de  sua  esposa,  que   gera  em  você  uma  disposição  de  sacrificar-­‐se  para  atender  a  ela?   2. ____  Você  aprecia  a  personalidade,  a  companhia  e  a  amizade  dela?   3. ____  Vocês  possuem  objetivos  e  interesses  em  comum,  dos  quais  falam  livremente?   4. ____  Você  a  respeita  e  admira,  apesar  de  seus  problemas  e  fraquezas?   5. ____  Existe  entre  você  e  ela  atração  mútua,  de  modo  que  frequentemente  cheguem  à  satisfação  no  ato   sexual?   6. ____  Você  deseja  ter  filhos  (sendo  isso  fisicamente  possível)  que  possuam  as  características  físicas  e  de   temperamento  de  ambos,  e  a  quem  possa  comunicar  seus  valores  morais  e  espirituais?   7. ____  Você  tem  uma  fé  firme  em  Deus,  que  constitui  uma  influência  positiva  na  vida  dela?   8. ____  Você  possui  aquele  senso  de  fidelidade  e  posse  em  relação  a  ela,  de  tal  maneira  que  outras  mulheres   não  o  atraiam  da  mesma  forma?   9. ____  Você  tem  sempre  o  desejo  de  estar  na  companhia  dela?   10. ____  Você  possui  uma  verdadeira  apreciação  pelo  sucesso  dela?       ____  TOTAL  DE  PONTOS     ● Se  você  fez  entre  90  e  100  pontos,  está  indo  bem.   ● Se  fez  entre  80  e  90,  precisa  aprimorar  mais  seu  amor.   ● Entre  70  e  80,  suas  deficiências  estão  ficando  sérias.   ● Abaixo  de  70,  você  precisa  buscar  muito  auxílio  em  aconselhamento,  devendo  consultar  seu  pastor.      

MARIDOS,  CUIDADO!    
           Uma   publicação   do   Instituto   Americano   de   Relacionamento   Familiar   mostra   os   sete   erros   mais   comuns   dos   maridos,  na  opinião  das  esposas.     SETE  PEDRAS  DE  TROPEÇO  DOS  MARIDOS:   1. Falta  de  ternura.   2. Falta  de  educação.   3. Falta  de  sociabilidade.   4. Não  compreender  o  temperamento  e  as  peculiaridades  da  esposa.   5. Injustiça  em  questões  financeiras.   6. Frequentes  observações  irônicas  ou  arremedo  das  esposas  em  presença  dos  filhos  ou  de  visitas.   7. Falta  de  sinceridade  e  lealdade.       Outras  reclamações  comuns:   1. Falta  de  elogios  e  romantismo  no  casamento;   2. Não  quer  ser  tratada  como  um  objeto  de  satisfação  pessoal  do  marido  (reclamam  das  atitudes  egoístas  e   utilitaristas);   3. Falta  de  comunicação;   4. Infidelidade;   5. Não  temos  tempo  para  ficarmos  juntos.   Para  meditação:  Efésios  5.25-­‐33,  I  Coríntios  13  e  Romanos  12.14-­‐21.     AVALIE O SEU ROMANTISMO ● Você ainda pega na mão de sua esposa? ● Você ainda fala palavras românticas ao ouvido dela? ● Você ainda se senta ao lado dela no sofá? ● Existe alegria em mandar bilhetes um para o outro? ● Você ainda manda flores para ela? ● Você convida a sua esposa para saírem juntos?    

 

PARA  AS  ESPOSAS  
A  ESPOSA  DEVE:   BASE   SENÃO,  O  MARIDO...   BÍBLICA   passa  a  tomar  decisões  sem  consultar  a  esposa;   começa  a  ter  medo  de  fracassar  diante  dela.  A   ansiedade  da  esposa  perturba  o  marido.  

A  esposa  deve  sempre  participar  das  decisões,  mas   1  Pe  3.5   quando  houver  divergências,  não  deve  impor  sua   opinião,  deve  deixar  a  decisão  final  por  conta  do   marido.  Caso  o  marido  esteja  equivocado,  aprenderá   a  dar  mais  ouvidos  à  mulher.   Reconhecer  e  valorizar  as  boas  qualidades  do   Fl  4.8   marido  

demonstra  espírito  de  antagonismo  para  com  a   esposa;  sente  um  complexo  de  inferioridade;   sente-­‐se  desprezado.   Perdoar  as  faltas  do  marido;  não  guardar  mágoas   Mt  6.14-­‐15  passa  a  ignorá-­‐la;  passa  a  se  irritar  com  mais   facilidade;  tenta  se  justificar  apontando  os   defeitos  da  esposa;  começa  a  duvidar  de  seu   amor.   Procurar  manter  a  boa  forma  e  a  aparência  para   Livro  de   começa  a  não  se  sentir  mais  atraído  e  interessado   sempre  agradar  o  marido   Cantares   na  esposa,  o  que  o  tornará  mais  vulnerável  às   tentações  de  infidelidade  conjugal.   Pv  11.16   Aprender  a  viver  dentro  dos  limites  da  renda   1  Tm  6.8;   se  irrita  e  pode  acabar  desistindo  de  agradar  a   familiar   Fl  4.11-­‐12   esposa;  ou,    na  tentativa  de  por  fim  ao   descontentamento  da  esposa,  acabar  adquirindo   coisas  materiais  que  estão  além  de  suas   condições  financeiras,  afundando-­‐se  em  dívidas  .   Aprender  a  não  murmurar  e  se  queixar  do  marido  e   Jd  1.16;  Fl   perde  o  prazer  de  estar  ao  seu  lado,  de   das  circunstâncias,  etc.   conversar;  procura  evitá-­‐la.   2.14;   1  Co  10.10   Pv  21.19;   vai  preferir  morar  sozinho  numa  terra  deserta.   25.24   Ser  sábia  para  edificar  sua  casa,  promovendo  o  bem   Pv  14.1   vai  se  entristecer  e  ficar  desanimado.   estar  de  todos  os  seus,  um  ambiente  agradável  e  de   satisfação.     Ser  mais  compreensiva  com  as  necessidades  do   1  Co  7.34   Vai  se  sentir  pressionado.  O  marido  não  tem  que   marido  de  estar,  de  vez  em  quando,  com  seus   escolher  entre  a  família  e  amigos;  pois,   amigos,  para  por  exemplo,  pescar,  praticar  esportes,   guardadas  as  devidas  proporções,  ele  pode  e   conversar,  participar  da  sociedade  de  homens,  etc..  A   deve  ter  os  dois,  o  que  fará  dele  um  homem   esposa  deve  até  mesmo  incentivar  o  marido  neste   muito  mais  feliz  e  realizado.  É  bom  para  o  marido   sentido.   saber  que  a  esposa  compreende  e  apoia  o  marido   neste  sentido.  Isto  fará  com  que  o  marido  se  sinta   encorajado  para  fazer  o  mesmo  em  relação  a   esposa.   Não  deve  evitar  o  marido,  pois  ambos  devem   1  Co  7.3,4s.  ficará  mais  vulnerável  às  tentações  de  adultério.   promover  a  satisfação  sexual  um  do  outro.  Os   Pv  5.19;     deleites  e  os  prazeres  sexuais  são  puros  e  dignos   Ec  9.9   dentro  do  casamento.   Evitar  encrencas,  não  ser  rixosa  e  nem  iracunda   Ser  submissa  como  convém  no  Senhor;  não  deve  ter   Ef  4.24;  Cl   Submissão   não   é   o   mesmo   que   subserviência.   A   mulher   não   deve   ser   escrava   do   marido.   O   domínio  sobre  o  marido.   3.18;   marido   deve   exercer   sua   autoridade   com   amor,     1  Pe  3.1-­‐5   sem  ser  autoritário.  Ef  5.21  fala  sobre  uma  mútua   submissão   que   não   destrói   o   senso   de   autoridade,   mas   que   ensina   que   um   homem   também   deve   se   submeter   à   sua   esposa,   concordando   com   as   demandas   legítimas   dela,   para   que   o   casamento   possa   desenvolver-­‐se   em   um  ambiente  de  respeito.  

MANTENDO  ACESA  OU  REAVIVANDO  A  CHAMA  DO  AMOR    
  v Andando  no  Espírito.   Ø Qualquer  tipo  de  rompimento  que  haja  no  relacionamento  do  casal  irá  refletir-­‐se  no  relacionamento  deles   com   Deus.   Uma   falha   no   relacionamento   é   um   sinal   de   que   não   estamos   andando   no   Espírito.   Se   estivermos  bem  com  Deus,  estaremos  bem  com  nosso  cônjuge.   v Não  guardar  rancores.   Ø Nunca  ficar  pensando  muito  em  mágoas,  ofensas  e  injúrias,  nem  nos  pontos  fracos  do  cônjuge.  Todas  as   pessoas   que   se   queixam   de   terem   perdido   o   amor   pelo   cônjuge,   tem   uma   lista   de   queixas   na   ponta   da   língua.   v Reconhecer  e  agradecer  a  Deus  pelas  virtudes  do  cônjuge.   Ø O  ato  de  estar  sempre  se  queixando  só  serve  para  deteriorar  os  bons  sentimentos,  ao  passo  que  o  ato  de   dar   graças   alimenta-­‐os.   Nenhuma   pessoa   que   se   queixa   continuamente   de   seu   cônjuge   pode   continuar   amando-­‐o,  assim  também,  se  dermos  graças  a  Deus,  todos  os  dias,  pelas  virtudes  do  nosso  cônjuge,  não   teremos  dificuldades  para  amá-­‐lo.  Louvor   e   ação   de   graças   são   fatores   muito   poderosos   para   reacender   e   manter  acesa  a  chama  do  amor.      

ESCREVA  DEZ  QUALIDADES  DO  SEU  CÔNJUGE:  
6.     7.     8.     9.     10.     Sugestão:  Leia  esta  lista  todos  os  dias  e  desenvolva  o  hábito  de  reconhecer  e  agradecer  a  Deus,  diariamente,  pelas   virtudes  de  seu  cônjuge.    

1. 2. 3. 4. 5.

PRINCÍPIOS  BÍBLICOS:  
1  Pe  3.9-­‐12    (fazer  a  leitura  bíblica  primeiramente,  para  depois  atentar  para  as  diretrizes  destacadas  abaixo)   1. Refreie  a  sua  língua  do  mal  e  evite  que  os  seus  lábios  falem  dolosamente;   2. Aparte-­‐se  do  mal.   3. Pratique  o  que  é  bom;   4. Busque  a  paz  e  empenhe-­‐se  por  alcançá-­‐la     Romanos   12.14-­‐21   (fazer   a   leitura   bíblica   primeiramente,   para   depois   atentar   para   as   diretrizes   destacadas   abaixo)   1. Abençoe  sempre  e  nunca  amaldiçoe  quem  estiver  causando  dificuldades  a  você;  Você  abençoa  seu  cônjuge   e  seu  casamento  de  quatro  modos:  (1)  por  meio  de  palavras  bondosas  e  cheias  de  amor  ditas  a  ele  e  sobre   ele;  (2)  através  de  seu  comportamento  prático,  que  mostra  bondade  amorosa  para  com  ele  em  atos   grandes  e  pequenos;  (3)  demonstrando  sua  atitude  de  agradecimento  e  apreciação  por  ele  em  particular   e  em  público,  e  (4)  através  de  suas  orações  a  Deus  a  favor  dele.   2. Tenha  empatia  e  compreensão  por  seu  cônjuge;   3. Não  pense  que  você  é  melhor  do  que  seu  cônjuge;   4. Não  se  mostre  orgulhoso  e  presunçoso,  mas  seja  humilde,  reconhecendo  as  próprias  falhas;   5. Não  pague  o  mal  com  o  mal,  mesmo  nos  detalhes  mais  insignificantes.   6. Tenha  cuidado  para  fazer  o  que  seu  cônjuge  acha  certo,  procure  agradá-­‐lo  com  palavras  e  obras,  gestos   carinhos  e  toques  de  amor,  com  um  sorrisos  e  feições  simpáticas.  Promova    seu  bem  estar  e  felicidade.   7. No  que  depender  de  você,  viva  em  paz  em  seu  casamento;   8. Nunca  se  vingue;   9. Faça  coisas  boas  para  seu  cônjuge  constantemente,  sem  levar  em  conta  o  tratamento  recebido  dele;   10. Não  se  deixe  vencer  pelo  mal.  Em  lugar  disso,  vença  o  mal  com  o  bem!  Ou  seja,  não  retribua  na  mesma   moeda  o  mal  recebido,  mas  paga  o  mal  com  o  bem.   11. Por  fim,  lembre-­‐se  de  que  quanto  maior  o  número  de  meios  que  você  descubra  para  relacionar-­‐se  com   seu  cônjuge,  tanto  mais  o  seu  amor  se  fortalecerá.  Vocês  precisam  partilhar  todos  os  aspectos  da  vida:   tempo,  atividades,  interesses  e  preocupações,  ideias  e  pensamentos  íntimos,  espiritualidade,  prazeres,   objetivos  familiares,  etc.  

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