MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos

Relação Nacional de Medicamentos Essenciais

| Rename

5.ª edição

Série B. Textos Básicos de Saúde

Brasília – DF 2007

© 2000 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é da área técnica. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br/bvs O conteúdo desta e de outras obras da Editora do Ministério da Saúde pode ser acessado na página: http://www.saude.gov.br/editora Série B. Textos Básicos de Saúde Tiragem: 5.ª edição – 2007 – 10.000 exemplares Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, bloco G, 8º andar, sala 804 CEP: 70058-900, Brasília – DF Tel.: (61) 3315-2409 E-mail: daf@saude.gov.br Revisão técnica do texto: Dra. Luciane Cruz Lopes Dra. Lenita Wannmacher Impresso no Brasil / Printed in Brazil Ficha Catalográfica

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais : Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. – 5. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2007. 286 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) ISBN 978-85-334-1341-2 1. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). 2. Relação de medicamentos essenciais. 3. Política Nacional de Assistência Farmacêutica. I. Título. II. Série. NLM QV 704
Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS – OS 2007/0516 Títulos para indexação: Em ingles: National Relation of Essential Medicines Em espanhol: Listado Nacional de Medicamentos Esenciales

EDITORA MS Documentação e Informação SIA trecho 4, lotes 540/610 CEP: 71200-040, Brasília – DF Tels.: (61) 3233-1774 / 2020 Fax: (61) 3233 9558 E-mail: editora.ms@saude.gov.br Home page: www.saude.gov.br/editora

Equipe editorial: Normalização: Vanessa Leitão Revisão: Mara Pamplona Capa e projeto gráfico: Carlos Frederico

Sumário

Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Comissão Técnica e Multidisciplinar para Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - Comare . . . . . . . . . . . . . . . . . Rename: o Processo de Revisão e Atualização . . . . . . . . . . . . . . Medicamentos por Grupo Farmacológico Seção A . Medicamentos Usados em Manifestações Gerais de Doenças . . 1 Anestésicos e Adjuvantes . . . . . . . . . . . . . . . . 2 Analgésicos, Antipiréticos e Medicamentos para o Alívio da Enxaqueca 3 Antiinflamatórios e Medicamentos Utilizados no Tratamento da Gota . 4 Antialérgicos e Medicamentos Usados em Anafilaxia . . . . . . . 5 Antiinfectantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 Medicamentos Utilizados no Manejo das Neoplasias . . . . . . . 7 Imunossupressores e Imunoterápicos . . . . . . . . . . . . 8 Medicamentos e Antídotos Usados em Intoxicações Exógenas. . . . 9 Soluções Hidroeletrolíticas e Corretoras do Equilíbrio Ácido-básico. . 10 Agentes Empregados na Terapêutica de Nutrição . . . . . . . . 11 Vitaminas e Substâncias Minerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5 9 13 19 19 21 24 26 28 29 42 46 49 50 51 52 53 55 58 62 65 67 69 72 74 77 79 79 79

Seção B . Medicamentos Usados em Doenças de Órgãos e Sistemas Orgânicos 12 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Nervoso Central e Periférico . 13 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Cardiovascular e Renal. . . 14 Medicamentos que Atuam Sobre o Sangue . . . . . . . . . . . 15 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Digestivo . . . . . . . 16 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Respiratório . . . . . . 17 Medicamentos que Atuam Sobre os Sistemas Endócrino e Reprodutor . 18 Medicamentos Tópicos Usados em Pele, Mucosas e Fâneros . . . . . 19 Medicamentos Tópicos Usados no Sistema Ocular . . . . . . . . Seção C . Outros Medicamentos e Produtos para a Saúde . 20 Dispositivo Intra-Uterino . . . . . . . . . . 21 Métodos de Barreira . . . . . . . . . . . 22 Agentes Diagnósticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

23 Produtos para o Tratamento do Tabagismo . . . . . . . . . . . . . 24 Soluções para Diálise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Medicamentos por Ordem Alfabética . . . . . . . . . . . . . . . . Referências

80 81 83

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 . . . 141 . . . 143 . . . 145 . . . 151 . . . . . . . . . . . . . . . 163 166 166 202 235

Anexos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo A – Portaria N.º 1.254, de 29 de Julho de 2005 . . . . . . . Anexo B – Portaria N.º 13, de 9 de Fevereiro de 2006 . . . . . . . . Anexo C – Medicamentos Excluídos, Incluídos e Alterados (Forma Farmacêutica e/ou Concentração e/ou Dose) em Relação à Rename 2002 . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo D – Medicamentos Com Alterações Relacionadas À Indicação Terapêutica, Restrição de Uso e Outras . . . . . . . . Anexo E – Pareceres. . . . . . . . . . . . . . . . . . . A) Pareceres das Exclusões . . . . . . . . . . . . . . . B) Pareceres das Inclusões . . . . . . . . . . . . . . . C) Pareceres das Alterações Relacionadas ao Uso Terapêutico . . . D) Pareceres das Alterações Relacionadas à Dosagem, Concentração e Forma Farmacêutica . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo F – Convenções . . . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo G – Formulário para Solicitação de Revisão da Relação de Medicamentos Essenciais . . . . . . . . . . . . . Anexo H – Portaria N.º 2.475, de 13 de Outubro de 2006 . . . . . .

. . . 250 . . . 260 . . . 268 . . . 270

Índice Remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273

APrESENTAÇÃo

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de 6 de maio de 2004). A Rename encerra em si um instrumento de promoção à saúde. importante que outras instâncias da nossa democracia. da integralidade e da eqüidade. pelo uso racional de medicamento. eficazes e custo-efetivos. Os medicamentos são a intervenção terapêutica mais utilizada e constituem uma tecnologia que exerce alto impacto sobre os gastos em saúde. cujos avanços permitiram a criação do SUS. ao evocar o compromisso do Estado brasileiro pela maior inclusão social. É. Nesse sentido é que o Ministério da Saúde reafirma a relevância da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). o direito do cidadão à saúde. portanto. a prescrição e a dispensação de medicamentos nos serviços do SUS. Não é por menos que o presente trabalho referenda a importância do conceito de acesso a medicamentos para o Sistema Único de Saúde.º 3.O acesso aos medicamentos essenciais constitui-se em um dos eixos norteadores das políticas de medicamentos (Portaria GM n. Esta nova edição da Rename é a materialização do esforço contínuo do movimento sanitarista. como o Ministério Público e o Poder Judiciário. um elemento técnico-científico que oriente a oferta.916. de 30 de outubro de 1998) e de assistência farmacêutica (Resolução CNS n. Portanto. com base nos princípios da universalidade. compreendam que esta Relação é um dos instrumentos da Política Nacional de Saúde que visa garantir. para atendimento aos principais problemas de saúde dos cidadãos brasileiros. José Gomes Temporão Ministro de Estado da Saúde 7 . é fundamental ao SUS que o processo de sua incorporação esteja baseado em critérios que possibilitem à população o acesso a medicamentos mais seguros.º 338.

UFMG. a quarta edição da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). etc. UNIFESP.º 2. no final de 2006. da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). por meio do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF). dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais (Conass) e Municipais (Conasems) de Saúde e de universidades federais (UnB. Tal grupo foi responsável pela inclusão de 36 novos fármacos. UFRGS). A Rename possui uma versão virtual disponível no Portal da Saúde (www. Sua tiragem de 25. conforme sua eficácia. USP. Esta reimpressão apresenta os mesmos aspectos da quarta edição atualizada pelo grupo de especialistas. UFPE. do Conselho Federal de Medicina (CFM). 8 .000 exemplares.Introdução à quinta edição Foi lançada. segurança e melhor relação custo-efetividade. instituída pela Portaria Ministerial n. no link Assistência Farmacêutica. do Ministério da Saúde. de 18 de outubro de 2005. constituídos na Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare1). exclusão de 58. anestésicos. da Associação Médica Brasileira (AMB). e 68 alterações de apresentações e formas farmacêuticas dos 335 medicamentos (fármacos ou princípios ativos) propostos.br).gov. das sociedades brasileiras de Vigilância de Medicamentos (Sobravime). O sistema eletrônico da Rename promove maior interação com os usuários. de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE) e de Medicina Tropical (SBMT). Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE).000 exemplares desta quinta edição. levou a Secretaria de Ciência. que podem consultá-la. UFSC. do Conselho Federal de Farmácia (CFF). Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE). UFRJ.475. Tecnologia e Insumos Estratégicos 1 Comare foi formada por representantes da Secretaria de Ciência. rapidamente esgotada. da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS). A Relação é a concretização de uma das diretrizes da Política Nacional de Assistência Farmacêutica e estabelece os medicamentos essenciais para o tratamento das doenças mais prevalentes no Brasil.). a imprimir mais 10. da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz).saude. do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Reinaldo Guimarães Secretário de Ciência. a partir do nome do princípio ativo do medicamento ou pela classe terapêutica (hipertensivos.

ComiSSÃo TÉCNiCA E muLTiDiSCiPLiNAr PArA ATuALiZAÇÃo DA rELAÇÃo NACioNAL DE mEDiCAmENToS ESSENCiAiS – ComArE .

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François Germain Nöel Dr. José Ruben de Alcântara Bonfim Dr. Vânia Maria Moraes Ferreira 11 . Isabela Heineck Dr. Manoel Roberto da Cruz Santos Dra. Paulo Eduardo Mangeon Elias Dr. Luis Fernando da Silva Bouzas Dr. Paulo Eduardo Mayorga Dra. Jorge Taveira Samahá Dra. Luciane Cruz Lopes Dr.INSTITUIÇÃO Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos/SCTIE/MS Departamento de Atenção Básica/SAS/MS Associação Médica Brasileira Agência Nacional de Vigilância Sanitária Escola Nacional de Saúde Pública (Fiocruz) Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade de São Paulo Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal de Santa Catarina Sociedade Brasileira de Vigilância Sanitária de Medicamentos Instituto Nacional de Câncer Universidade Federal de Pernambuco Universidade de Brasília REPRESENTAÇÃO Dr. Fabíola Sulpino Vieira Dra. Herbênio Elias Pereira Dra. Miracy Muniz de Albuquerque Dr. Celso Rotstein Dra. Claudia Garcia Serpa Osório de Castro Dra. Humberto Gomes Ferraz Dra. Miriam de Barcellos Falkenberg Dr. Celina Márcia Passos Cerqueira e Silva Dra. Tatiana Carvalho de Oliveira Taques Dra. Sônia Mansoldo Dainesi Dr. Eliezer Jesus Barreiro Dr. Pedro José Rolim Neto Dra. Mônica da Luz Carvalho Soares Dra. Patrícia Medeiros de Souza Pena Barbosa Dra. Vera Lúcia Edais Pepe Dr.

Rogério Hoefler Dr. Matheos Chomatas Dra. Lore Lamb Dr.PR Dr. Clóvis Francisco Constantino INSTITUIÇÃO cONvIdAdA CIM – CESUMAR Maringá . Carlos Cezar Flores Vidotti Universidade Federal de Minas Gerais Conselho Nacional das Secretárias Municipais de Saúde – CONASEMS Conselho Nacional dos Secretários de Saúde – CONASS Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Conselho Federal de Medicina Dra.INSTITUIÇÃO Universidade Federal de São Paulo REPRESENTAÇÃO Dra. José Gilberto Pereira 12 . Celeste Aída Nogueira Silveira Dr. Sheila Silva Monteiro Lodder Lisboa Dr. Adriano Max Moreira Reis Dra. Dirce Cruz Marques Dr. Sueli Miyuki Yamauti Conselho Federal de Farmácia Dr. Juliana Anghietti Lucas Dra. Roberto Soares de Moura Dra.

rENAmE: o ProCESSo DE rEViSÃo E ATuALiZAÇÃo .

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A OMS define medicamentos essenciais como aqueles que “satisfazem às necessidades de saúde prioritárias da população os quais devem estar acessíveis em todos os momentos. Entre as diretrizes e prioridades estabelecidas está a adoção de Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). mas também na identificação das necessidades nos diversos níveis do sistema de atenção à saúde. Pode ser utilizada também como parâmetro para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária no estabelecimento de suas ações prioritárias tais como: na concessão e revisão de registros de medicamentos. com vistas no aperfeiçoamento de questões administrativas e de redução de custos. para melhorar o acesso. elaborada com base no quadro nosológico do País. eqüidade e qualidade. eficácia e qualidade dos medicamentos ao menor custo possível. na padronização e atualização de rotulagem e bulas. 2002). a todos os segmentos da sociedade” (ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. instrumentalizando o processo de descentralização. Concretiza a recomendação da Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica. de forma a garanti-la como instrumento facilitador do uso racional de medicamentos e da organização da assistência farmacêutica. no Brasil. na análise das informações veiculadas aos profissionais de saúde e à população. concebida como parte integrante da Política Nacional de Saúde. que adota a atualização da lista modelo de medicamentos essenciais a cada dois anos. proteção e recuperação da saúde. na dose apropriada. e envolvendo um conjunto de ações voltadas à promoção. no estabelecimento de programas de avaliação da qualidade laboratorial e na avaliação pós-comercialização. A relação. por meio da redução de 15 .A Política Nacional de Medicamentos propõe garantir segurança. que aprovou a revisão periódica e a implementação da Rename. que deverá servir de base ao desenvolvimento tecnológico e científico. realizada em 2003. Abrange um elenco de medicamentos necessários ao tratamento e controle das enfermidades prioritárias em saúde pública nos diversos níveis de atenção no País. O conceito de medicamento essencial tem sido amplamente aplicado e deve proporcionar racionalidade não só na aquisição pelo SUS. promover seu uso racional e seu acesso para a população. é o fundamento para orientação da prescrição e do abastecimento da rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A nova Rename se apóia nas estratégias 2004–2007 da Organização Mundial da Saúde (OMS). Este conceito foi criado como uma resposta às necessidades do setor farmacêutico e sanitário. à produção de medicamentos no País e às novas listas construídas nos níveis estadual e municipal de atenção à saúde. assim como a eficiência dos sistemas de saúde.

emitida pelo Ministro de Estado da Saúde (Anexo A). da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Luciane Cruz Lopes. com o propósito de selecionar aqueles mais adequados para atender às necessidades prioritárias de assistência à saúde da maioria da população. entidades e institui16 . Ao todo. De forma a alcançar a efetividade da lista e garantir a legitimidade do processo de construção.254. em 1977.º 1. à construção de consensos. Esta Rename 2006 é igualmente fruto de um trabalho de equipe. A Portaria GM/MS n. em 1975 – quando recebeu a denominação Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) –. de 29/7/05. feita pela OMS. O processo teve início com a Portaria GM/MS n.º 1. que constituiu a Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) e delegou a coordenação das atividades ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF).612. o MS lança a nova lista tendo como base a relação revisada pela Ceme em 1993 e as 9. A versão de 2002 obedeceu à portaria GM/MS n. uma série de providências foram tomadas no que se refere à elaboração da metodologia de atualização. A Ceme realiza algumas atualizações desta lista em 1972.ª revisões da Lista-Modelo da OMS. por intermédio da Profa. estabeleceu os órgãos. à publicação do documento final e sua divulgação. além de outros critérios como a disponibilidade dos produtos no mercado nacional. a relação continha 327 fármacos em 520 apresentações.ª e 10. Ele não deve ser estático e procura considerar os novos conhecimentos sobre os medicamentos e os tratamentos. indicando as alterações necessárias. de 29 de julho de 2005.254.gastos desnecessários. O Brasil iniciou a elaboração de listas de medicamentos considerados essenciais antes da recomendação. Em 2000. denominada Relação Básica e Prioritária de Produtos Biológicos e Materiais para Uso Farmacêutico Humano e Veterinário.º 53. Dra. O processo de revisão resultou na inclusão de 50 produtos e na exclusão de 19 da lista anterior. de 26 de fevereiro de 1964. especialmente eficácia e segurança. A Comare tem por finalidade realizar avaliação sistemática da relação dos medicamentos e demais produtos farmacêuticos constantes da Rename. à mobilização dos participantes do processo.º 131/2001 e resultou da avaliação de cerca de 400 pedidos de alterações feitos por diversos representantes da área de Saúde. Esta revisão utilizou-se das diretrizes propostas pela OMS para elaboração de listas-modelo. pautado em metodologia padronizada de análise sistemática dos fármacos que compunham a lista de 2002 e das sugestões encaminhadas ao MS. em 1989 e em 1993. A primeira lista foi estabelecida pelo Decreto n.

SBMT. quando possível. Com o intuito de subsidiar gestores e prescritores. em 522 apresentações. dose e concentrações.ções participantes. em substância. que atendem quadros epidemiológicos do País e as prioridades em saúde pública. incluiu-se 34 medicamentos. CFM. Fiocruz/ENSP. com adequado desenho e poder metodológico. Além disso.ª Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS (WORLD HEALTH ORGANIZATION. no paradigma da medicina baseada em evidências que utiliza preferentemente estudos de nível I (ensaios clínicos randomizados. UnB. seis entidades de classe e científicas (CFF. revisões sistemáticas e metanálises). Ressalta-se que as formas farmacêuticas foram inteiramente revistas e cotejadas com a disponibilidade do mercado. Unifesp).º 13. Todos os programas foram convidados a participar das reuniões e expor suas respectivas especificações. Anvisa). AMB. de 9 de fevereiro de 2006 (Anexo B). Também mantém o padrão de oferecer avanços importantes para a melhoria da assistência e da atenção à saúde da população em geral. A Comare também realizou a revisão da Denominação Comum Brasileira (DCB). da Dose Diária Definida (DDD) e da Classificação Anatômica Terapêutica e Química (ATC). SAS/Inca. respeitando. O Anexo E apresenta os pareceres relativos às inclusões. Os esforços iniciais deram prioridade ao envolvimento dessas entidades quanto à responsabilidade e à função que cada representante deve assumir nas atividades desempenhadas pela comissão. se restrito ou 17 . incluídos e as alterações de formas farmacêuticas. 2005). SBFTE). três instâncias gestoras do SUS (MS. de baixo custo. duas vacinas e uma droga (nicotina) totalizando 330 fármacos. também se considerou aqueles com menores riscos. UFPE. As convenções adotadas relacionadas a condições de uso. no conceito de medicamento essencial. alterações relacionadas às indicações terapêuticas e restrições de uso e alterações relacionadas à dose. Esta Rename inova. exclusões e alterações realizadas. UFSC. concentração e forma farmacêuticas estão disponíveis. as indicações dos programas do Ministério. comparadas à Rename 2002. USP. oito correlatos e 34 imunoterápicos. Esta revisão e atualização se basearam. que atuaram segundo o Regimento Interno aprovado pela Portaria n. Conass e Conasems) e seis representantes do MS (SCTIE/DAF. UFRGS. UFRJ. Nesta versão se excluiu 57 medicamentos. na 14. Sobravime. Tabelas contendo os medicamentos excluídos. pois pretende ser um instrumento de gestão e (in) formação. exclusão. constam nos Anexos C e D . Participaram ativamente dessa revisão 22 membros representando oito universidades brasileiras (UFMG. os pareceres de inclusão. com avaliação de desfechos primordiais. com relevância clínica e aplicabilidade às condições nacionais.

Dra. membro efetivo do Comitê de Especialistas em seleção e uso de medicamentos essenciais da OMS.br (Assistência Farmacêutica) com mecanismos de busca diferenciados. sobretudo pelos pacientes. mas sua efetividade depende de todos desde sua difusão até o constante envio de sugestões. Genebra. atuando com mais de 100 horas de trabalho contínuo. para a orientação inicial das estratégias de condução dos trabalhos e para a revisão final. Comissão Técnica e Multidisciplinar para Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Comare 18 . MEDICAMENTOS USADOS EM DOENÇAS DE ÓRGÃOS E SISTEMAS ORGÂNICOS. OUTROS MEDICAMENTOS E PRODUTOS PARA A SAÚDE. em três seções: i) SEÇÃO A. Todas as solicitações encaminhadas foram analisadas e respondidas aos respectivos solicitantes. Assim. Lenita Wannmacher. prescritores. Um formulário para solicitação de revisão da relação de medicamentos essenciais foi desenvolvido (Anexo G). deve continuar suas atividades. críticas e opiniões quanto à acolhida da Rename 2006 por gestores.br (Assistência Farmacêutica).saude. exclusão e substituição de medicamentos estão dispostos no endereço www. A Rename está disponível no endereço www. O objetivo da Comare foi o de orientar o setor produtivo farmacêutico para necessidades identificadas durante o processo de revisão da Lista.gov. MEDICAMENTOS USADOS EM MANIFESTAÇÕES GERAIS DE DOENÇAS. Os grupos farmacológicos e os pareceres foram avaliados pelos próprios membros. com base na melhor evidência científica disponível. foram incluídas algumas formas farmacêuticas e doses não disponíveis no mercado brasileiro.saude. esta comissão aguarda a manifestação da sociedade para aprimoramento deste trabalho cujo propósito foi atingido.gov. Os pareceres da comissão relativos às solicitações de inclusão. Os medicamentos foram classificados considerando a indicação clínica. Esses casos foram devidamente identificados com notas. Nesta edição da Rename. ii) SEÇÃO B. dispensadores. 2005–2009. A Comare fez 15 reuniões durante o período de novembro de 2005 a outubro de 2006. por ser uma comissão permanente. Contou-se. contendo oito categorias e. finalidade maior desta lista. contendo dez categorias farmacológicas.hospitalar estão descritas no Anexo F. também. com a experiência da Profa. iii) SEÇÃO C. contendo cinco categorias. É fato que o trabalho não terminou aqui e a Comare. por decisão da Comare.

mEDiCAmENToS Por GruPo FArmACoLóGiCo SEÇÃo A. mEDiCAmENToS uSADoS Em mANiFESTAÇÕES GErAiS DE DoENÇAS .

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R5 midazolam 1mg/mL maleato de midazolam solução oral 2 mg/mL H.1 Agentes de inalação e oxigênio Denominação genérica halotano isoflurano óxido nitroso oxigênio Forma farmacêutica líquido volátil líquido volátil gás inalante gás inalante Condição de uso H H.5μg/mL H. R5 DDD 15 mg 15 mg N05CD08 ATC N01AH01 21 . R3 10 mg/mL pó para solução tiopental sódico H injetável 1g DDD ATC N01AX03 N01AX10 N01AF03 R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R3 – Uso restrito para procedimentos de curta duração 1.67 mg/mL H.1.2 Agentes intravenosos Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável cloridrato de 57.1 ANESTÉSiCoS GErAiS 1.05 mg fentanila/mL) cloridrato de solução injetável H. R4 fentanila (equivalente a 0.3 medicamentos adjuvantes da anestesia geral e usados em procedimentos anestésicos de curta duração Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável citrato de 78. R2 cetamina (equivalente a 50 mg cetamina/mL) emulsão injetável propofol H.1 ANESTÉSIcOS E AdJUvANTES 1. R1 H H DDD ATC N01AB01 N01AB06 N01AX13 V03AN01 R1 – Uso restrito em cirurgias cardiológicas e neurológicas 1.1.1.

5 % solução injetável 0.000 solução injetável 2 % + 1:200. 25 % e 0.000 (uso odontológico) solução injetável para uso odontológico 3% + 0.5 mg 30 mg ATC N05BA01 A03BA01 N02AA01 R4 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência física ou psíquica – Lista A1 (Portaria SVS 344/98) R5 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) 1.2 ANESTÉSiCoS LoCAiS Denominação genérica cloridrato de bupivacaína cloridrato de bupivacaína + glicose cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína + glicose cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina cloridrato de prilocaína + felipressina Forma farmacêutica solução injetável 0.5 % + 8 % solução injetável 1%e2% gel 2% solução injetável 5 % + 7.5 % solução injetável 1 % + 1:200.000 solução injetável 2 % + 1: 80. R5 diazepam 5 mg/mL R5 comprimido 5 mg sulfato de solução injetável H atropina 0.03 UI/mL H Condição de uso H H DDD ATC N01BB01 N01BB51 N01BB02 N01BB52 - N01BB52 R6 - N01BB54 R6 – Uso restrito para pacientes que não podem utilizar cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina 22 . R4 morfina 10 mg/mL DDD 10 mg 10 mg 1.Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável H.25 mg/mL sulfato de solução injetável H.

1.0 mg ATC M03AC04 M03AC01 N07AA02 M03AB01 N07AA01 23 .18 g 2.3 BLoquEADorES NEuromuSCuLArES PEriFÉriCoS E ANTiCoLiNESTEráSiCoS Denominação genérica besilato de atracúrio brometo de pancurônio brometo de piridostigmina cloreto de suxametônio metilsulfato de neostigmina Forma farmacêutica solução injetável 10 mg/mL solução injetável 2 mg/mL comprimido 60 mg solução injetável 50 mg/mL solução injetável 0.5 mg/mL H H Condição de uso H H DDD 0.

0 g 1.1 g ATC N01AH01 V03AB15 N02AA08 N02AA01 R4 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência física ou psíquica – Lista A1 (Portaria SVS 344/98) R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R7 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência física ou psíquica – Lista A2 (Portaria SVS 344/98) 24 . R4 morfina 10 mg/mL R4 solução oral 2 mg/mL R4 cápsula de liberação prolongada 60 mg R4 comprimido 30 mg DDD 3.2 g 1.2 ANALGÉSIcOS.1 g 0.0 g 3. R4 fentanila μg/mL (equivalente a 0.5 H.05 mg fentanila/mL) cloridrato de solução injetável H.0 g 3.0 g 3.2 ANALGÉSiCoS oPióiDES E ANTAGoNiSTAS DDD 0. R2 naloxona 0.1 ANALGÉSiCoS E ANTiPirÉTiCoS Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso ácido comprimido 500 mg acetilsalicílico solução oral 500 mg/mL dipirona sódica solução injetável H 500 mg/mL comprimido 200 mg ibuprofeno suspensão oral 20 mg/mL comprimido 500 mg paracetamol solução oral 200 mg/mL Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso citrato de solução injetável 78.0 g ATC N02BA01 N02BB02 M01AE01 N02BE01 2.2 g 3.15 g 30 mg 0.1 g 0.4 mg/mL fosfato de comprimido 30 mg R7 codeína sulfato de solução injetável H. ANTIPIRÉTIcOS E MEdIcAMENTOS PARA O ALÍvIO dA ENXAQUEcA 2.

3 mEDiCAmENToS PArA ALíVio DA ENxAquECA Denominação Forma farmacêutica Condição genérica de uso ácido comprimido 500 mg acetilsalicílico paracetamol comprimido 500 mg solução oral 200 mg/mL cloridrato de comprimido 25 mg R2 amitriptilina cloridrato de comprimido 10 mg propranolol e 40 mg DDD 3.0 g 3.0 g 3.16 g ATC N02BA01 N02BE01 N06AA09 C07AA05 R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 25 .0 g 75 mg 0.2.

2 ANTiiNFLAmATórioS ESTEróiDES Denominação genérica dexametasona fosfato dissódico de dexametasona fosfato sódico de prednisolona succinato sódico de metilprednisolona prednisona succinato sódico de hidrocortisona Condição DDD ATC de uso comprimido 4 mg 1.2 g M01AE01 ATC N02BA01 3.1 ANTiiNFLAmATórioS NÃo-ESTEróiDES Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso ácido comprimido 500 mg acetilsalicílico comprimido 200 mg e 600 mg ibuprofeno suspensão oral 20 mg/mL DDD 3.5 mg elixir 0.3 mEDiCAmENToS moDiFiCADorES DE DoENÇA Em DiSTúrBioS rEumATóiDES E ADjuVANTES Denominação genérica azatioprina folinato de cálcio Forma farmacêutica comprimido 50 mg comprimido 15 mg pó para solução injetável 50 mg Condição de uso R8 H DDD 0.0 g 1.34 mg/mL (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) pó para solução injetável 500 mg comprimido 5 mg e 20 mg pó para solução injetável 100 mg e 500 mg H 10 mg H02AB06 20 mg H02AB04 10 mg H02AB07 H 30 mg H02AB09 3.1 mg/mL 1.5 mg H02AB02 solução injetável 4 mg/mL H 1.3 ANTIINFLAMATÓRIOS E MEdIcAMENTOS UTILIZAdOS NO TRATAMENTO dA GOTA 3.5 mg Forma Farmacêutica solução oral 1.15 g 60 mg 60 mg ATC L04AX01 V03AF03 26 .2 g 1.

516 g ATC L04AX03 A07EC01 P01BA02 R8 – Uso restrito em casos de falha terapêutica com corticosteróide R9 – Fármaco de segunda escolha para tratamento sulfassalazina sulfato de comprimido 400 mg hidroxicloroquina 3.4 mEDiCAmENToS uTiLiZADoS No TrATAmENTo DA GoTA Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 100 mg alopurinol e 300 mg ibuprofeno comprimido 600 mg DDD 0.Denominação genérica metotrexato de sódio Forma farmacêutica comprimido 2.5 mg solução injetável 25 mg/mL comprimido 500 mg Condição de uso H.0 g 0.5 mg 2.2 g ATC M04AA01 M01AE01 27 .4 g 1. R9 DDD 2.

34 mg/mL (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) solução injetável 1 mg/mL Condição de uso H DDD ATC 25 mg R06AD02 10 mg H02AB06 H 0.5 mg C01CA24 10 mg R06AX13 6.4 mg/mL comprimido 5 mg prednisona e 20 mg succinato sódico pó para solução injetável de hidrocortisona 100 mg e 500 mg H 30 mg H02AB09 28 .0 mg 6.0 mg R06AB02 10 mg H02AB07 comprimido 10 mg xarope 1 mg/mL comprimido 2 mg maleato de solução oral ou dexclorfeniramina xarope 0.4 ANTIALÉRGIcOS E MEdIcAMENTOS USAdOS EM ANAFILAXIA Denominação genérica cloridrato de prometazina fostato sódico de prednisolona cloridrato de epinefrina ou hemitartarato de epinefrina loratadina Forma farmacêutica solução injetável 25 mg/mL solução oral 1.

000 UI) e 1.6 g injetável H potássica (6.0 g suspensão oral de potássio 50 mg + 12.000 UI potássica pó para solução oxacilina sódica H 2.6 g injetável 600.800. especialmente Haemophilus influenza e Moraxella catarrhalis.1.1 Penicilinas Forma Condição DDD farmacêutica de uso cápsula ou 1.000 UI benzilpenicilina suspensão injetável procaína + 300.0 g comprimido 500 mg amoxicilina pó para suspensão 1.000 UI pó para solução benzilpenicilina 3.0 g comprimido R10 amoxicilina 500 mg + 125 mg + clavulanato 1.000 UI benzatina (4.0 g oral 50 mg/mL 1.5 ANTIINFEcTANTES 5.200.0 g injetável 1 g e H.000 UI + benzilpenicilina 100.000.5 mg/mL pó para solução ampicilina 2.000. R11 sódica H 500 mg pó para suspensão benzilpenicilina 3. R11 – Medicamento restrito para tratamento de infecções hospitalares causadas por bactérias multirresistentes 29 .0 g injetável 500 mg Denominação genérica ATC J01CA04 J01CR02 J01CA01 J01CE08 J01CE01 J01CE30 J01CF04 R10–Medicamento restrito para combate a infecções causadas por bactérias resistentes a amoxicilina.1 ANTiBACTEriANoS 5.000 UI) 5.

0 g 2.0 g 4. R16 H. R17. R15 H.0 g 4.0 g 3.3 Cefalosporinas Denominação genérica cefalexina sódica ou cloridrato de cefalexina cefalotina sódica cefazolina sódica cefotaxima ceftazidima ceftriaxona sódica Forma farmacêutica cápsula 500 mg suspensão oral 50 mg/mL pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 500 mg pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 500 mg e 1 g Condição de uso DDD 2. R18 – Uso restrito para tratamento em dose única de infecções por Neisseria gonorrhoeae.0 g J01DB01 J01DB03 J01DB04 J01DD01 J01DD02 J01DD04 ATC R13 – Uso restrito para tratamento de infecções por microrganismos susceptíveis a cefalosporinas de 1.ª geração e para preservar o uso de cefazolina para quimioprofilaxia cirúrgica R14 – Uso restrito para profilaxia de infecção pós-cirúrgica R15 – Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por bactérias multirresistentes em neonatos R16 – Uso restrito para infecções por Pseudomonas R17 – Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por bactérias multi-resistentes e (ou) tratamento empírico de meningites.1.2 Carbapenêmico Denominação genérica imipeném + cilastatina sódica 12 R – Uso restrito para infecções hospitalares potencialmente mortais causadas por germes presumidamente multirresistentes Forma farmacêutica solução injetável 500 mg + 500 mg Condição de uso H. 30 .0 g ATC J01DH51 5.5. R14 H.0 g 2. R12 DDD 2.0 g H.1. R13 H. R18 4.

5 Sulfonamídeos e anti-sépticos urinários Denominação genérica nitrofurantoína Forma farmacêutica comprimido 100 mg suspensão oral 5 mg/mL sulfadiazina comprimido 500 mg comprimido 400 mg + 80 mg solução injetável sulfametoxazol 80 mg + 16 mg/mL + trimetoprima suspensão oral 40 mg + 8 mg/mL Condição DDD ATC de uso 0.3 g 0.6 g J01EC02 J01EE01 5.0 g 0.24 g ATC J01GB06 J01GB03 R19 – Uso restrito para infecções por germes resistentes à gentamicina 5.5 g 1.0 g 1.1.1.6 macrolídeos Denominação genérica azitromicina claritromicina estearato de eritromicina Forma farmacêutica comprimido 500 mg suspensão oral 40 mg/mL cápsula ou comprimido 250 mg cápsula ou comprimido 500 mg suspensão oral 50 mg/mL Condição de uso R20 R20 R21 R22 DDD 0.1.2 g J01XE01 0.2 g 0.0 g J01FA01 ATC J01FA10 J01FA09 R20 – Uso restrito para tratamento de tracoma e para tratamento em dose única de infecção genital por Chlamydia trachomatis R21 – Uso preferencial para micobacterioses atípicas e erradicação de Helicobacter pylori para evitar resistência microbiana a esses microrganismos R22 – Restrito para tratamento de infecções por bactérias Gram-positivas em gestantes alérgicas às penicilinas.5. R19 H DDD 1.3 g 0. 31 .4 Aminoglicosídeos Denominação genérica sulfato de amicacina sulfato de gentamicina Forma farmacêutica solução injetável 50 mg/mL e 250 mg/mL solução injetável 10 mg/mL e 40 mg/mL Condição de uso H H.

0 g 0.0 g ATC J01XA01 R23 – Medicamento restrito para infecções causadas por Staphilococcus aureus resistente a meticilina 5.5 g ATC J01MA02 5.10 Tetraciclinas Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso cloridrato de comprimido 100 mg doxiciclina DDD 0.0 g succinato sódico pó para solução H.2 g H 1.8 g J01FF01 ATC 5. R23 DDD 2.1.1 g ATC J01AA02 5.5.1.1. R24 de cloranfenicol injetável 500 mg R24 – Medicamento restrito para tratamento alternativo de infecções graves em sistema nervoso central e epiglotite aguda em crianças 32 .8 Glicopeptídios Denominação genérica cloridrato de vancomicina Condição de uso H.1.11 Anfenicóis Denominação Condição Forma farmacêutica DDD ATC genérica de uso 3.9 Lincosamidas Denominação genérica cloridrato de clindamicina fosfato de clindamicina Forma farmacêutica cápsula 150 mg solução injetável 150 mg/mL Condição de uso DDD 1.0 g palmitato de suspensão oral 25 mg/mL J01BA01 cloranfenicol 3.0 g cloranfenicol cápsula ou comprimido 250 mg 3.7 Fluorquinolonas Denominação genérica cloridrato de ciprofloxacino Forma farmacêutica comprimido 500 mg solução injetável 2 mg/mL Forma farmacêutica pó para solução injetável 500 mg Condição de uso H DDD 1.1.

R25 1.0 g H.2 g 1.3 g 0.2 g ATC J04AK02 33 .15 medicamentos para tratamento da tuberculose Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso cloridrato de comprimido 400 mg R26 etambutol suspensão oral 25 mg/mL DDD 1.5.24 g J01AA02 J01FA01 J01GB03 ATC J01BA01 R25 – Uso restrito para prescrição por especialistas 5.14 medicamentos para o tratamento de peste Denominação Forma farmacêutica genérica cloranfenicol cápsula ou comprimido 250 mg palmitato de suspensão oral 25 mg/mL cloranfenicol succinato sódico pó para solução de cloranfenicol injetável 500 mg cloridrato de comprimido 100 mg doxiciclina sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1 g sulfato de solução injetável gentamicina 10 mg/mL e 40 mg/mL Condição de uso DDD 3.13 medicamentos para o tratamento de tracoma Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 500 mg R25 azitromicina suspensão oral 40 mg/mL cloridrato de comprimido 100 mg doxiciclina cloridrato de pomada oftálmica 1% tetraciclina 25 DDD 0.1. R25 H.0 g 0.1.1.3 g 0. R25 3.5 g ATC J01XD01 5.0 g 0.1 g H.12 outros Denominação genérica metronidazol Forma farmacêutica comprimido 250 mg solução injetável 500 mg Condição de uso H DDD 1.1 g - ATC J01FA10 J01AA02 S01AA09 R – Uso restrito para prescrição por especialistas 5.0 g 3.1.

4 g 0.2 g 0.6 g ATC J04BA01 J01AA08 J04BA02 J01MA01 J04AB02 R27 – Medicamentos restritos para tratamento de hanseníase 5.75 g 0.2 ANTiFúNGiCoS SiSTêmiCoS Denominação genérica anfotericina B fluconazol itraconazol * 28 Forma farmacêutica pó para solução injetável 50 mg em desoxicolato de sódio cápsula 100 mg e 150 mg solução injetável 2 mg/mL cápsula 100 mg solução oral 10 mg/mL Condição de uso H R28 H R29 DDD 35 mg 0.Denominação genérica etionamida isoniazida isoniazida + rifampicina Forma farmacêutica R – Medicamentos restritos para tratamento de micobacterioses 26 comprimido 250 mg comprimido 100 mg cápsula 100 mg + 150 mg cápsula 200 mg + 300 mg comprimido 500 mg pirazinamida solução oral 30 mg/mL cápsula 300 mg rifampicina suspensão oral 20 mg/mL sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1g Condição de uso R26 R26 R26 R26 R26 R26 DDD 0.0 g ATC J04AD03 J04AC01 J04AM02 J04AK01 J04AB02 J01GA01 5.1.16 medicamentos para tratamento da hanseníase Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso clofazimina cápsula 50 mg e 100 mg R27 cloridrato de comprimido 100 mg R27 minociclina comprimido 50 dapsona R27 mg e 100 mg ofloxacino comprimido 400 mg R27 cápsula 300 mg R27 rifampicina suspensão oral R27 20 mg/mL DDD 0.6 g 0.2 g 0.1 g 0. não estava disponível no mercado bra- 34 .2 g 0. do fármaco itraconazol.2 g ATC J02AA01 J02AC01 J02AC02 R – Forma farmacêutica e concentração (150 mg) restrita para tratamento de candidíase vaginal (em dose única) ou onicomicose (em dose semanal) R29 – Medicamento restrito para tratamento de paracoccidioidomicose e histoplasmose * A solução oral 10 mg/mL.5 g 1.6 g 0.6 g 1.3 g 1.2 g 0.2 g 50 mg 0.5 g 0.

A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.5. R31 sódico (equivalente a 500 mg ganciclovir) DDD 4.1 inibidores da polimerase viral Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso aciclovir comprimido 200 mg aciclovir sódico solução injetável H 250 mg pó para solução ganciclovir injetável 546 mg H.500.28 g J01EE01 ATC J01FF01 P01BA03 P01CX01 H 5.sileiro na ocasião da revisão desta Lista.5 g J05AB06 R31– Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por citomegalovírus 35 .0 g ATC J05AB01 0.4 mEDiCAmENToS uSADoS Em PNEumoCiSToSE Denominação genérica cloridrato de clindamicina difosfato de primaquina isetionato de pentamidina sulfametoxazol + trimetoprima Forma farmacêutica cápsula ou comprimido 150 mg comprimido 5 mg e 15 mg solução injetável 300 mg comprimido 400 mg + 80 mg solução injetável (80 mg +16 mg)/mL suspensão oral (40 mg + 8 mg)/mL DDD 1.3 ANTiFúNGiCoS TóPiCoS Denominação genérica cetoconazol nistatina nitrato de miconazol Forma farmacêutica xampu 2 % suspensão oral 100.000 UI Condição de uso ATC D01AC08 A07AA02 D01AC02 5.5 ANTiVirAiS 5.2 g 15 mg H 0.000 UI/mL creme 2 % creme vaginal 2 % loção 2% gel oral 2% pó 2% Condição de uso DDD 1.0 g 4. 5.

1 inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleosídeo Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 300 mg R32 abacavir solução oral 20 mg/mL R32 comprimido 25 mg.4 g ATC J05AG03 nevirapina R33 J05AG01 R33 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 36 .6 g ATC J05AF06 J05AF02 J05AF05 J05AF01 J05AF30 R32 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 5.6 g 0.5.6 g 0.5.2.5.4 g 0.6 g 0. R32 didanosina 100 mg e 400 mg R32 pó para solução oral 2 g R32 comprimido 150 mg R32 lamivudina R32 solução oral 10 mg/mL cápsula 100 mg R32 solução oral 10 mg/mL R32 zidovudina solução injetável R32 10 mg/mL zidovudina + comprimido R32 lamivudina 300 mg + 150 mg DDD 0.6 g 0.2 Anti-retrovirais 5.3 g 0.6 g 0.3 g 0.5.6 g 0.2.2 inibidores de transcriptase reversa não-análogos de nucleosídeo Denominação genérica efavirenz Forma farmacêutica cápsula 600 mg solução oral 30 mg/mL comprimido 200 mg suspensão oral 10 mg/mL Condição de uso R33 DDD 0.4 g 0.

2 g 1.2.3 inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleotídeo Denominação genérica fumarato de tenofovir desoproxila Forma farmacêutica comprimido 300 mg Condição de uso1 R32 DDD 0.25 g 2.8 g 2.3 g J05AE04 J05AE J05AE01 ATC ritonavir sulfato de atazanavir J05AE03 J05AE08 R33 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 5.2.5.6 ANTiPArASiTárioS 5.4 g continua ATC P02CA03 P02CB02 37 citrato de comprimido 50 mg dietilcarbamazina .5.25 g 1.2 g 0.245 g ATc J05AF07 R32 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 5.1 Anti-helmínticos Denominação genérica albendazol Forma farmacêutica comprimido mastigável 400 mg Condição de uso DDD 0.4 g R34 0.4 inibidores de protease Denominação genérica lopinavir + ritonavir mesilato de saquinavir nelfinavir Forma Condição farmacêutica de uso cápsula 133.3 R33 mg + 33.3 mg R33 solução oral (80mg+20mg)/mL cápsula 200 mg comprimido 250 mg pó para solução oral 50 mg/g cápsula 100 mg solução oral 80 mg/mL cápsula 150 mg e 200 mg R33 R33 R33 R33 R33 R33 DDD 1.6.5.

0 g P01AB01 creme vaginal 5% Forma farmacêutica continua 5.0 g 3.2 Antiprotozoários 5.12 g 0.0 g ATC P01BE02 P01BE03 _ J01FF01 P01BC02 38 .0 g suspensão oral 40 mg/mL 2.6.0 g 3. giardicida e tricomonicida Denominação genérica metronidazol Condição DDD ATC de uso comprimido 250 mg e 400 mg 2.6.1 Amebicida.2 g 3.0 g ATC P02CF01 P02CA01 P02BA01 P02CA02 5.2 Antimaláricos Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável arteméter R35 80 mg/mL comprimido 50 mg R35 artesunato pó para solução de sódio injetável 60 mg cloridrato de cápsula 150 mg clindamicina cloridrato de comprimido 250 mg R35 mefloquina DDD 0.conclusão Denominação genérica ivermectina mebendazol praziquantel tiabendazol R34 – Uso restrito para tratamento de filaríase linfática Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 6 mg comprimido 100 mg suspensão oral 20 mg/mL comprimido 150 mg e 600 mg comprimido 500 mg suspensão oral 50 mg/mL DDD 12 mg 0.2.2 g 1.2 g 0.28 g 1.2.6.

5 g P01BC01 J01AA02 P01BA03 doxiciclina primaquina sulfato de quinina dicloridrato de quinina R35 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos do Ministério da Saúde 39 .conclusão Denominação genérica sulfato de cloroquina difosfato de cloroquina Forma farmacêutica solução injetável 50 mg/mL comprimido 250 mg (equivalente a 150 mg cloroquina) comprimido 83.1 g 15 mg R35 1.5 g 0.2 mg (equivalente a 50 mg cloroquina) comprimido 100 mg comprimido 5 mg e 15 mg comprimido 325 mg solução injetável 24 mg/mL Condição de uso DDD 0.5 g 0.5 g ATC P01BA01 0.5 g 1.

2 g H R36 1.5.28 g P01CB01 P01CX01 40 .2.6.8 g 3.Medicamento restrito para tratamento de toxoplasmose no primeiro trimestre da gestação por prevenir a transmissão ao feto 5.3 medicamentos contra toxoplasmose e adjuvantes Denominação genérica cloridrato de clindamicina fosfato de clindamicina espiramicina folinato de cálcio pirimetamina sulfadiazina Forma farmacêutica cápsula 150 mg e 300 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 500 mg comprimido 15 mg pó para solução injetável 50 mg solução injetável 3 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 500 mg Condição de uso DDD 1.4 g Condição de uso H ATC P01CA02 5.6 g J01FF01 J01FA02 V03AF03 P01BD01 J01EC02 ATC R36 .4 medicamento contra tripanossomíase Denominação Forma genérica farmacêutica benznidazol comprimido 100 mg Denominação genérica anfotericina B Forma farmacêutica pó para solução injetável 50 mg em desoxicolato de sódio solução injetável 300 mg/mL (85 ou 81 mg antimônio/mL) pó para solução injetável 300 mg Condição de uso DDD 0.2.85 g Sb5+ 0.6.0 g 60 mg 60 mg 60 mg 75 mg 0.2.5 medicamentos contra leishmaníase DDD ATC 35 mg J02AA01 antimoniato de meglumina isetionato de pentamidina H H 0.6.

5.6 medicamentos contra filaríase Denominação Forma genérica farmacêutica citrato de comprimido dietilcarbamazina 50 mg ivermectina comprimido 6 mg Denominação genérica álcool etílico gliconato de clorexidina glutaral hipoclorito de sódio Condição de uso DDD 0.4 g 12 mg Condição de uso ATC P02CB02 P02CF01 5. DESiNFETANTES E ESTEriLiZANTES Forma farmacêutica solução 70 % m/V solução degermante 2% a 4 % solução 2 % solução 10 mg cloro/mL DDD 30 mg D08AX07 ATC D08AX08 D08AC02 solução alcoólica 10% (1% iodo ativo) solução aquosa 10% iodopovidona (1% iodo ativo) solução degermante 10% (1% iodo ativo) permanganato pó ou comprimido de potássio 100 mg D08AG02 D08AX06 41 .6.2.7 ANTi-SÉPTiCoS.

R37 solução injetável de sódio 25 mg/mL tioguanina comprimido 40 mg R37 DDD ATC L01BC01 L01BB04 L01BC02 L01BB02 L01BA01 L01BB03 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 42 .2 Antimetabólitos Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso pó para solução citarabina injetável 100 mg.5 mg R37 metotrexato H. R37 500 mg e 1 g solução injetável cladribina H.6 MEdIcAMENTOS UTILIZAdOS NO MANEJO dAS NEOPLASIAS 6. R37 R37 H.1. R37 1 mg/mL creme 50 mg/g R37 H. R37 fluoruracila solução injetável 25 mg/mL mercaptopurina comprimido 50 mg R37 comprimido 2. R37 H.1 Alquilantes Denominação genérica ciclofosfamida clorambucila dacarbazina ifosfamida melfalana 37 R – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Forma farmacêutica pó para solução injetável 1 g comprimido 50 mg comprimido 2 mg pó para solução injetável 200 mg pó para solução injetável 1 g comprimido 2 mg Condição de uso H. R37 R37 DDD - ATC L01AA01 L01AA02 L01AX04 L01AA06 L01AA03 6. H.1.1 ANTiNEoPLáSiCoS 6.

R37 H. R37 DDD ATC L01CD02 L01CB01 L01CD01 L01CA01 L01CA02 L01CB02 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista 6. R37 H.3 Alcalóides e outros produtos naturais Denominação genérica docetaxel etoposídeo paclitaxel sulfato de vimblastina sulfato de vincristina teniposídeo Forma farmacêutica solução injetável 20 mg e 80 mg cápsula 50 mg solução injetável 20 mg/mL solução injetável 6 mg/mL pó para solução injetável 10 mg pó para solução injetável 1 mg solução injetável 10 mg/mL Condição de uso H. R37 H. R37 R43 H.Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Forma farmacêutica pó para solução injetável 20 mg pó para solução injetável 10 mg e 50 mg pó para solução injetável 10 mg cápsula 5 mg e 25 mg solução injetável 100 μg/mL pó para solução injetável 15 UI Condição de uso H. R37 H. R37 H. R37 R37 H.4 Antibióticos Denominação genérica cloridrato de daunorrubicina cloridrato de doxorrubicina cloridrato de idarrubicina dactinomicina sulfato de bleomicina 37 R .1.6. R37 H. R37 H.1. R37 DDD - ATC L01DB02 L01DB01 L01DB06 L01DA01 L01DC01 43 .

) R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6.134 mg (depot) L02AE02 1 mg (inj.1.3 Antiestrógenos Denominação genérica citrato de tamoxifeno Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 10 mg R37 e 20 mg DDD 20 mg ATC L02BA01 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 44 .1 Progestógenos Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso acetato de megestrol comprimido 160 mg R37 DDD 0.2 TErAPiA HormoNAL 6.000 UI cápsula 500 mg Condição de uso H.1.6 outros agentes citotóxicos Denominação genérica asparaginase hidroxiuréia 37 R – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Forma farmacêutica solução injetável 10.16 g ATC L02AB01 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6.2.Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6.75 mg Condição de uso R37 DDD ATC 0.2. R37 R37 DDD - ATC L01XX02 L01XX05 6.6.2 Análogos de Hormônios Liberadores de Gonadotrofina Denominação genérica acetato de leuprorrelina Forma farmacêutica pó para suspensão injetável 3.2. R37 H.5 Compostos de platina Denominação genérica carboplatina cisplatina Forma farmacêutica pó para solução injetável 150 mg e 450 mg solução injetável 1 mg/mL Condição de uso H. R37 DDD ATC L01XA02 L01XA01 R37 .

pamidronato dissódico prednisona succinato pó para solução sódico de injetável 500 mg metilprednisolona 10 mg H02AB07 20 mg H02AB04 45 .5 mg elixir 0.34 mg/mL (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) solução injetável 100 mg/mL comprimido 400 mg e 600 mg pó para solução injetável 60 mg e 90 mg comprimido 5 mg e 20 mg H 1.5 mg comprimido 4 mg H02AB02 1.35 solução injetável L03AA02 H.5 mg H02AB02 10 mg H02AB06 H. R42 H - V03AF01 - R38 – Uso restrito para êmese induzida por fármaco citotóxico R39 – Uso restrito em casos de neutropenia grave induzida por fármaco citotóxico R40 – Uso restrito para pacientes em tratamento com metotrexato R41 – Uso restrito para profilaxia de cistite hemorrágica em pacientes em uso de ciclofosfamida e ifosfamida R42 – Uso restrito para prescrição por especialista para inibição de osteólise em pacientes com doenças onco-hematológicas. R41 R41 H.3 ADjuVANTES DA TErAPêuTiCA ANTiNEoPLáSiCA Denominação genérica cloridrato de ondansetrona dexametasona filgrastim folinato de cálcio fosfato dissódico de dexametasona fosfato sódico de prednisolona mesna Condição DDD ATC de uso 38 16 mg comprimido 4 mg e 8 mg R A04AA01 16 mg H solução injetável 2 mg/mL 1.4 inibidores enzimáticos Denominação genérica anastrozol Forma farmacêutica comprimido 1 mg Condição de uso R37 DDD 1 mg ATC L02BG03 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6. R39 mg 300 μg/mL 40 60 mg comprimido 15 mg R 60 mg H pó para solução V03AF03 injetável 50 mg 60 mg solução injetável 3 mg/mL Forma farmacêutica solução injetável 4 mg/mL solução oral 1.1 mg/mL 0.2.6.

R43 de sódio 25 mg/mL comprimido 5 mg prednisona 10 mg e 20 mg 43 R – Uso restrito para prescrição apenas por especialista ATC L04AX01 L01AA01 L04AA01 H02AB07 L04AX03 H02AB07 continua 7.15 g azatioprina comprimido 50 mg R43 pó para solução H.25 g solução oral 100 mg/mL solução 1. R43 ciclofosfamida injetável 200 mg e 1 g comprimido 50mg 0.5 mg metotrexato solução injetável H.ID (contra tuberculose.5 mg comprimido 2.7 IMUNOSSUPRESSORES E IMUNOTERÁPIcOS 7. cultivo celular) vacina de vírus vivos contra sarampo vacina antidiftérica e antitetânica adsorvida uso adulto (DT) 46 Forma Condição farmacêutica de uso pó para solução injetável pó para solução injetável solução injetável pó para solução injetável pó para solução injetável suspensão injetável DDD - ATC J07AN01 J07BL01 J07BC01 J07BG01 J07BD01 J07AM51 . 50 mg R43 e 100 mg ciclosporina 0.25 g cápsula 25 mg. bacilos atenuados) vacina de vírus vivos atenuados de febre amarela vacina contra hepatite B (ADNR recombinante) vacina contra raiva (uso humano.2 VACiNAS E ToxóiDES Denominação genérica vacina BCG .1 imuNoSSuPrESSorES Denominação Condição Forma farmacêutica DDD genérica de uso 0.34 mg/mL fosfato sódico 10 mg (equivalente a 1 mg de prednisolona prednisolona/mL) 2.

3 SoroS E imuNoGLoBuLiNAS Denominação genérica imunoglobulina anti-D (Rh) imunoglobulina antitetânica Forma farmacêutica solução injetável 250 μg e 300 μg solução injetável 250 UI Condição de uso H H DDD - continua ATC J06BB01 J06BB02 47 .suspensão meningococo C injetável vacina oral de rotavírus pó para humano (VORH) solução oral vacina tetravalente (DPT+HiB) antidiftérica. 2 e 3 vacina tríplice bacteriana. anti-tetânica. anti-pertússica e contra suspensão meningite e outras injetável infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B Denominação genérica vacina oral contra poliomielite tipos 1. rubéola e caxumba (SRC) vacina contra febre tifóide Forma Condição farmacêutica de uso solução oral solução injetável solução injetável DDD - ATC J07BF02 - J07AJ51 - J07BD52 J07AP02 J07BB02 J07AH03 J07AH03 J07AH07 J07BH01 - J07AG52 7. contra sarampo.tétano e coqueluche (DTP) vacina tríplice viral.conclusão solução injetável solução vacina contra influenza injetável vacina antipó para solução meningococo A e C injetável vacina antisuspensão meningococo B e C injetável vacina conjugada anti. contra difteria.

laquético (5 mg + 3 mg)/mL solução injetável soro antibotulínico 500 UI/mL solução injetável soro anticrotálico 1.5 mg/mL soro solução injetável antiescorpiônico 1 mg/mL soro antilatrodectus solução injetável solução injetável soro antilonômico 3.5 dose miníma necrótica (DMN) solução injetável soro antibotrópico 5 mg/mL soro antibotrópico solução injetável (5 .000 UI/mL DDD - ATC J06BB05 J06AA06 J06AA J06AA03 J06AA03 J06AA03 J06AA04 J06AA03 J06AA01 J06AA03 J06AA J06AA J06AA J06AA J06AA02 48 .crotálico mg + 1.000 UI/mL solução injetável soro antielapídico 1.conclusão Denominação genérica imunoglobulina anti-rábica Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável 150 UI e 300 UI solução injetável soro anti-rábico 200 UI/mL solução injetável cada mL neutraliza soro antiaracnídico 7.5 mg)/mL soro antibotrópico solução injetável .5 mg/mL solução injetável cada mL neutraliza soro antiloxocélico 15 dose mínima necrótica (DMN) solução injetável soro antitetânico 1.5 mg/mL solução injetável soro antidiftérico 1.

2 ESPECíFiCoS Denominação genérica cloreto de metiltionínio cloridrato de naloxona cloridrato de penicilamina flumazenil Forma farmacêutica solução injetável 10 mg/mL solução injetável 0.8 MEdIcAMENTOS E ANTÍdOTOS USAdOS EM INTOXIcAÇÕES EXÓGENAS 8.1 NÃo-ESPECíFiCoS Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável bicarbonato de sódio H 1 mEq/mL (8.4%) suspensão em carvão vegetal ativado sorbitol 70% Denominação genérica DDD 5.0 g ATC B05XA02 A07BA01 8.4 mg/mL comprimido 250 mg H. R2 H Condição de uso H H.5 mg/mL comprimido 15 mg folinato de cálcio solução injetável 3 mg/mL mesilato de pó para solução desferroxamina injetável 500 mg mesilato de solução injetável pralidoxima 50 mg/mL nitrito de sódio cápsula 250 mg solução injetável sulfato de atropina 0. R2 DDD 30 mg H H H V03AB25 V03AF03 V03AC01 V03AB04 V03AB08 A03BA01 V03AB06 ATC V03AB17 V03AB15 solução injetável 0.25 mg/mL solução injetável tiossulfato de sódio 250 mg/mL R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 49 .

ª Lista-Modelo.0 g A12AA03 (0.5 g (75 mmoles glicose) cloreto de potássio.9 SOLUÇÕES HIdROELETROLÍTIcAS E cORRETORAS dO EQUILÍBRIO ÁcIdO-BÁSIcO Denominação genérica água para injeção gliconato de cálcio fosfato de potássio monobásico +fosfato de potássio dibásico cloreto de potássio cloreto de sódio bicarbonato de sódio Condição DDD ATC de uso N. março 2005.9% (0.A.6 g (75 mmoles sódio) glicose anidra 13... 50 .4 mEq/mL ) solução injetável 0..03g + 0. (frasco 100 mL e 500 mL) solução injetável 10% H 3.4%) pó para solução oral (composição por litro após preparo): cloreto de sódio 2.45 mEq/mL) Forma farmacêutica solução injetável ( 0..154 mEq/mL ) solução injetável 1 mEq/mL (8. março 2005 * – A fórmula dos sais para reidratação oral é a recomendada pela OMS – 14ª Lista Modelo.56 mEq/mL ) solução injetável 20% (3. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare..1567g)/mL (2 mEq fosfato /mL) solução injetável 19..1.9g (10 mmoles citrato) H - B05XA06 H H - B05XA01 B05XA03 B05XA02 H sais para reidratação oral * ∆ - A12BA51 ∆ – Fórmula recomendada pela OMS – 14.A..1% (2. (ampola de 5 mL e 10 mL) V07AB N.5 g (20 mmoles de potássio e 65 mmoles cloreto) citrato de sódio diidratado.2.

..7 mEq lactato .109 mEq solução Ringer sódio . R43 DDD - ATC B05BA01 B05BA01 V06DC01 B05BA02 R – Uso restrito para prescrição apenas por especialista 51 ..... 4 mEq cálcio .... R43 H.......Denominação genérica Forma farmacêutica Condição DDD de uso ATC solução injetável (composição por litro): cloreto .7 mEq sulfato de solução injetável 10% (0.81 mEq/mL Mg++) magnésio H - B05BB01 H 1. 130 mEq + lactato potássio .... R43 H H....2...0 g B05XA05 10 AGENTES EMPREGAdOS NA TERAPÊUTIcA dE NUTRIÇÃO Forma Farmacêutica solução injetável aminoácidos 100 mg/mL (10%) aminoácidos para solução injetável uso pediátrico 100 mg/mL (10%) solução injetável glicose 50 mg/mL (5%) e 500 mg/mL (50%) emulsão injetável lipídios 100 mg/mL (10%) 43 Denominação genérica Condição de uso H..... 27.

4 mg 5 mg (dose solução oral Profilática) ácido fólico 0. R comprimido 1. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.0 g carbonato de cálcio (equivalente a ++ 500 mg Ca ) cloridrato de solução injetável 20 µg hidroxocobalamina 1 mg/mL cloridrato de comprimido 0.000 UI A11CA01 R43 1g 0.16 g piridoxina 50 mg 50 mg cloridrato de comprimido tiamina 300 mg palmitato de solução injetável H. 52 .11 vITAMINAS E SUBSTÂNcIAS MINERAIS Forma Condição DDD Farmacêutica de uso comprimido 0. não estava disponível no mercado brasileiro na ocasião da revisão desta Lista.000 UI/mL.2 g Fe++ 0.2 mg/mL 10 mg (dose Terapêutica) 43 1 µg calcitriol cápsula 0.000 UI 50.000 UI/mL solução injetável 10% sulfato de magnésio (equivalente a 0.25 µg H. R43 tiamina * 100.000 UI/mL solução bucal 2 mg/mL cápsula 200.81 mEq Mg++/mL) comprimido 40 mg Fe++ sulfato ferroso solução oral 25 mg Fe++ /mL fluoreto de sódio Denominação genérica ATC B03BB01 A11CC04 A12AA04 B03BA03 A11HA02 A11DA01 R43 R43 88 mg (40 mg A12CD01 fluoreto) 50.000 UI palmitato de retinol solução oleosa 150.250 mg 3. de palmitato de tiamina.2 g Fe++ A12CC02 B03AA07 R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista * – A solução injetável 100.

SEÇÃo B. mEDiCAmENToS uSADoS Em DoENÇAS DE órGÃoS E SiSTEmAS orGÂNiCoS .

.

3 g 0.0 g 1.1 ANTiCoNVuLSiVANTES Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 200 mg R2 carbamazepina xarope 20 mg/mL R2 comprimido R5 clonazepam 0.0 mg 10 mg 0.5 g 1. R5 5 mg/mL comprimido 100 mg R2 solução injetável H. R5 fenobarbital 100 mg/mL solução oral 40 mg/mL R5 sulfato de solução injetável 50% H.3 g 0.0 g 8. R44 magnésio (4.624 mg/mL (equivalente a 50 mg ácido valpróico/mL) DDD 1.1 g 0.5 g N03AG01 1.1 g 0.12 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA NERvOSO cENTRAL E PERIFÉRIcO 12.5 mg/mL R5 solução injetável diazepam H.5 g ATC N03AF01 N03AE01 N05BA01 N03AB02 N03AA02 R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R5 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) R44 – Uso restrito para casos de pré-eclâmpsia e eclâmpsia 55 .0 mg 8. R2 fenitoína 50 mg/mL sódica suspensão oral R2 25 mg/mL comprimido 100 mg R5 solução injetável H.5 mg e 2 mg solução oral 2.3 g 0.05 mEq/mL Mg++) cápsula 288 mg R2 (equivalente a 250 mg ácido valpróico) comprimido 576 mg R2 valproato (equivalente a 500 mg de sódio ácido valpróico) solução oral ou xarope 57.1 g 1.

624 mg/mL (equivalente a 50 mg ácido valpróico) Condição de uso R2 R2 R2 R2 R2 R2 R2 R2 R2 DDD ATC 1.6 g N04AA02 N04BA02 ATC R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 56 .5 g 1. R2 lactato de biperideno solução injetável 5 mg/mL levodopa + comprimido R2 carbidopa 250 mg + 25 mg DDD 10 mg 10 mg 0.2 ANTiDEPrESSiVoS E ESTABiLiZADorES DE Humor Denominação genérica carbamazepina carbonato de lítio cloridrato de amitriptilina cloridrato de clomipramina cloridrato de nortriptilina fluoxetina Forma farmacêutica comprimido 200 mg xarope 20 mg/mL comprimido 300 mg comprimido 25 mg comprimido 10 mg e 25 mg cápsula 10 mg.12.5 g N03AG01 N06AA09 N06AA04 N06AA10 N06AB03 valproato de sódio R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 12.1 g 75 mg 20 mg 1. 25 mg e 50 mg cápsula 20 mg cápsula 288 mg (equivalente a 250 mg ácido valpróico) comprimido 576 mg (equivalente a 500 mg ácido valpróico) solução oral ou xarope 57.0 g 24 mmol N05AN01 (Li+) 75 mg 0.3 ANTiPArKiNSoNiANoS Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso cloridrato de comprimido 2 mg R2 biperideno H.5 g 1.0 g N03AF01 1.

12. R2 R2 H.5 ANSioLíTiCoS E HiPNo-SEDATiVoS Denominação genérica diazepam clonazepam Forma farmacêutica comprimido 5 mg solução injetável 5 mg/mL comprimido 0.1 g 8.3 mg (depot) N05AD01 N05AA01 ATC cloridrato de clorpromazina haloperidol decanoato de haloperidol R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 12.0 mg 3.4 ANTiPSiCóTiCoS Denominação genérica Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 25 mg R2 e 100 mg R2 solução oral 40 mg/mL H. R2 R2 DDD ATC 10 mg 10 mg 8.5 mg e 2 mg solução oral 2.0 mg 8. R2 solução injetável 5 mg/mL R2 comprimido 1 mg e 5 mg R2 solução oral 2 mg/mL H.3 g 0. R2 solução injetável 5 mg/mL H.3 g 0.1 g N05BA01 N03AE01 N06AA04 cloridrato de clomipramina R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 57 .0 mg 8. R2 solução injetável 50 mg/mL DDD 0.0 mg 0.0 mg 8.5 mg/mL comprimido 10 mg e 25 mg Condição de uso R2 H.

16 g 0.24 g H.1 mg 0.25 mg elixir 0. R46 solução injetável 10 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 5 mg * e 20 mg comprimido 25 mg e 100 mg DDD 0.2 g 3.2 g 0.05 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 40 mg H.1 mg 75 mg 40 mg 40 mg 25 mg 10 mg 0.1 mEDiCAmENToS uTiLiZADoS NA iNSuFiCiêNCiA CArDíACA Denominação genérica digoxina espironolactona furosemida hidroclorotiazida maleato de enalapril succinato de metoprolol Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 0. R48 ** 0. 80 mg e 120 mg solução injetável 2. R47 0. R47 H.13 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA cARdIOvAScULAR E RENAL 13.2 mEDiCAmENToS ANTiArríTmiCoS Denominação genérica atenolol cloridrato de amiodarona cloridrato de lidocaína cloridrato de propranolol cloridrato de verapamil Forma farmacêutica comprimido 50 mg e 100 mg comprimido 200 mg solução injetável 50 mg/mL solução injetável 2% comprimido 10 mg solução injetável 10 mg/mL comprimido 40 mg.5 mg/mL Condição de uso DDD 75 mg H.16 g 0.0 g 0.15 g ATC C01AA05 C03DA01 C03CA01 C03AA03 C09AA02 C07AB02 R46 – Uso restrito para tratamento de edema agudo de pulmão * – foi escolhido pela comodidade posológica 13.24 g C08DA01 ATC C07AB03 C01BD01 C01BB01 C07AA05 R47 – Uso restrito para tratamento de arritmia aguda R48 – Uso restrito para tratamento de taquicardia ventricular aguda ** – Indicação pediátrica 58 .

4.000 UI solução injetável heparina sódica H 5.000 UI 10 mg 40 mg ATC B01AC06 C07AB03 C08CA01 C09AA01 C07AA05 C08DA01 C01DA08 B01AD01 B01AB01 C09AA02 C01DA14 C10AA01 - 15 mg R49 – Uso restrito para paciente adulto R50 – Uso restrito para urgência hipertensiva R51 – Uso restrito para casos de crise anginosa 13.500.000 UI e 1. 000 UI 10.1 Diuréticos Denominação genérica aaa espironolactona hidroclorotiazida Forma farmacêutica comprimido 25 mg comprimido 25 mg Condição de uso DDD 75 mg 25 mg ATC C03DA01 C03AA03 59 .500.16 g 0.3 mEDiCAmENToS uSADoS Em CArDioPATiA iSquêmiCA Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso ácido acetilsalicílico comprimido 100 mg R49 comprimido 50 mg atenolol e 100 mg besilato de comprimido 5 mg anlodipino e 10 mg captopril comprimido 25 mg R50 cloridrato de comprimido 10 mg propranolol e 40 mg cloridrato de comprimido 80 mg verapamil e 120 mg dinitrato de comprimido R51 isossorbida sublingual 5 mg solução injetável H estreptoquinase 750.000 UI/ mL comprimido 5 mg maleato de enalapril e 20 mg comprimido 40 mg mononitrato de solução injetável isossorbida H 10 mg/mL comprimido 10 mg sinvastatina e 40 mg DDD 1 comp 75 mg 5.13.24 g 20 mg 1.4 ANTi-HiPErTENSiVoS 13.0 mg 50 mg 0.

4 Vasodilatadores diretos Denominação Condição Forma Farmacêutica genérica de uso comprimido 25 mg H.1 g 50 mg ATC C02DB02 C02DD01 R54 – Uso restrito para hipertensão refratária R55 – Uso restrito para tratamento de emergência hipertensiva 13.4.16 g 1. R54 cloridrato de solução injetável hidralazina 20 mg/mL nitroprusseto pó para solução H.5 inibidores da enzima conversora da angiotensina Denominação genérica captopril Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 25 mg R56 comprimido 5 mg maleato de enalapril e 20 mg DDD 50 mg 10 mg ATC C09AA01 C09AA02 R56 – Uso restrito para casos de urgência hipertensiva 60 .0 g 0.24 g ATC C08CA01 C08DA01 13.2 Bloqueadores adrenérgicos Denominação genérica atenolol cloridrato de propranolol metildopa succinato de metoprolol Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 50 mg R52 e 100 mg comprimido 10 mg e 40 mg comprimido 250 mg R53 comprimido 25 mg R53 e 100 mg DDD 75 mg 0.4.4.15 g ATC C07AB03 C07AA05 C02AB01 C07AB02 R52 – Não está indicado para pacientes gestantes R53 – Uso restrito para tratamento de hipertensão em gestantes 13.3 Bloqueador de canais de cálcio Denominação genérica besilato de anlodipino cloridrato de verapamil Forma Farmacêutica comprimido 5 mg e 10 mg comprimido 80 mg e 120 mg Condição de uso DDD 5.13.4. R55 de sódio injetável 50 mg DDD 0.0 mg 0.

7 HiPoLiPEmiANTE Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso sinvastatina comprimido 10 mg e 40 mg DDD 15 mg ATC C10AA01 * O comprimido de 12. não estava disponível no mercado brasileiro na ocasião da revisão desta lista.5 mg ATC C01CA07 C01CA04 C01CA24 R58 – Uso restrito por ser fármaco vasoativo com necessidade de monitoria durante o uso 13.5 mg hidroclorotiazida* e 25 mg manitol solução injetável 20 % H Denominação genérica DDD 75 mg 40 mg 40 mg 25 mg ATC C03DA01 C03CA01 C03AA03 B05BC01 R57 – Uso restrito para resgate de edema agudo de pulmão em paciente com insuficiência cardíaca congestiva descompensada 13.6 mEDiCAmENToS uSADoS No CHoquE CArDioVASCuLAr Denominação genérica cloridrato de dobutamina Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável H.5 g 0.5 mg/mL solução injetável cloridrato de dopamina H.5 DiurÉTiCoS Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 25 mg espironolactona e 100 mg comprimido 40 mg furosemida solução injetável H. A inclusão tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.13. R58 1 mg/mL de epinefrina DDD 0. 61 . R58 12. R57 10 mg/mL comprimido 12.5mg. do fármaco hidroclorotiazida. R58 5 mg/mL cloridrato de epinefrina solução injetável ou hemitartarato H.5 g 0.

25 mL varfarina comprimido 1 mg e 5 mg H 7.000 UI/0.2 mg/mL Condição de uso DDD 0.5 mg B01AA03 sódica 62 .000 B01AB01 solução injetável H sódica UI (subcutânea) 5.14 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SANGUE 14.4 mg (dose profilática) 10 mg (dose terapêutica) ambas ATC B03BB01 R59 – Medicamento restrito para tratamento de anemia em pacientes portadores de insuficiência renal crônica solução injetável 2.000 UI e 4.000 solução injetável UI 5. R59 1.000 UI cloridrato de solução injetável hidroxocobalamina 1 mg/mL comprimido 40 mg Fe++ sulfato ferroso solução oral 25 mg Fe++/mL eritropoietina H.2 g Fe++ B03AA07 14.2 ANTiCoAGuLANTES E ANTAGoNiSTAS Denominação Condição Forma farmacêutica DDD ATC genérica de uso cloridrato de solução injetável 10 mg/mL H V03AB14 protamina solução injetável 10 mg/mL H 20 mg (uso intramuscular) fitomenadiona B02BA01 emulsão injetável 10 mg/mL H 20 mg (uso intravenoso) H 10.000 UI/mL heparina 10.000 UI 20 µg B03XA01 B03BA03 0.1 ANTiANêmiCoS Denominação genérica ácido fólico Forma farmacêutica comprimido 5 mg solução oral 0.2 g Fe++ 0.

250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza. AE>1 UI/mg) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI/mg) pó para solução injetável 200 UI.000 UI/mg) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza. R43 350 UI ATC B02BD01 fator IIA de coagulação H.000 UI e 240. AE>50 UI/mg) Condição DDD de uso H.6 UI/mg) complexo protrombínico parcialmente ativado pó para solução injetável 60.3 ANTiAGrEGANTE PLAquETário Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso ácido acetilsalicílico comprimido 100 mg Denominação genérica fator II de coagulação DDD ATC B01AC06 1 comp 14. 120. R43 350 UI B02BD04 R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista. R43 - B02BD fator VII de coagulação fator VIII de coagulação fator VIII de coagulação fator VIII de coagulação fator VIII de coagulação (von Willebrand) fator IX de coagulação H.14.000 UI B02BD05 H.000 UI (concentrado de fator VII recombinante ativado) pó para solução injetável 500 UI (concentrado. AE>1. AE>2. R43 500 UI B02BD02 H. AE= ou > 1 UI) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza. 63 . R43 500 UI B02BD02 H. AE>0.6 UI/mg) complexo protrombínico pó para solução injetável 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI. R43 500 UI B02BD02 H. R43 6.4 FATorES DE CoAGuLAÇÃo E rELACioNADoS Forma farmacêutica pó para solução injetável 500 UI e 600 UI (AE>0. R43 500 UI B02BD02 H.

R61 UI e 1.5 FrAÇÕES Do PLASmA PArA FiNS ESPECíFiCoS Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso albumina humana solução injetável 20% H.5% H ATC B05AA06 14. R60 DDD ATC B05AA01 R60 – Uso restrito para casos de hipoalbuminemia - 14.7 TromBoLíTiCo Denominação Condição Forma Farmacêutica genérica de uso solução injetável 750.500.000 estreptoquinase H.500. 000 UI 64 .14.000 UI DDD ATC B01AD01 R61 – Medicamento restrito para tratamento de infarto agudo do miocárdio ou de embolia pulmonar com repercussão hemodinâmica. 1.6 ExPANSor VoLêmiCo Denominação genérica poligelina Forma Condição DDD222 Farmacêutica de uso solução injetável 3.

1 ANTiáCiDoS Denominação genérica Forma farmacêutica Condição DDD de uso ATC comprimido mastigável hidróxido de 200 mg + 200 mg magnésio + suspensão oral hidróxido de alumínio (35. R63 R62 – Uso restrito para crianças pela possibilidade de indução de reações extrapiramidais R63 – Uso restrito para êmese induzida por fármaco citotóxico de alto potencial emetogênico 65 .5 g 2.3 ANTimiCroBiANoS (errAdicAção Denominação genérica amoxicilina claritromicina metronidazol Denominação genérica cloridrato de metoclopramida cloridrato de ondansetrona Helicobacter pylori) DDD 1.4 ANTiEmÉTiCoS E AGENTES ProCiNÉTiCoS Forma farmacêutica comprimido 10 mg solução injetável 5 mg/mL solução oral 4 mg/mL comprimido 4 mg e 8 mg solução injetável 2 mg/mL Condição DDD ATC de uso 30 mg 30 mg A03FA01 30 mg R62 16 mg A04AA01 16 mg H.2 ANTi-SECrETorES Denominação genérica cloridrato de ranitidina omeprazol omeprazol sódico Condição DDD de uso comprimido 150 mg 0.15 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA dIGESTIvO 15.3 g cápsula 10 mg e 20 mg 20 mg pó para solução H 20 mg injetável 40 mg Forma farmacêutica de ATC A02BA02 A02BC01 A02BC01 15.0 g ATC J01CA04 J01FA09 P01AB01 Forma Condição farmacêutica de uso cápsula ou comprimido 500 mg cápsula ou comprimido 250 mg comprimido 250 mg 15.6 mg + 37 mg)/mL A02AX 15.0 g 0.3 g solução injetável 25 mg/mL H 0.

15. R64 sulfassalazina comprimido 500 mg R65 DDD 6.7 g 2.0 g A06AC01 7.7 ouTroS Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso lactulose solução oral 667 mg/mL H.0 g ATC A06AD11 A07EC01 R64 – Uso restrito para casos de encefalopatia hepática R65 – Uso na doença inflamatória intestinal 66 .5 ANTiDiArrÉiCo SiNTomáTiCo Denominação genérica loperamida Forma farmacêutica comprimido 2 mg Condição de uso DDD 10 mg ATC A07DA03 15.0 g A06AD04 enema 120 mg/mL supositório 72 mg mucilóide de pó para dispersão Psyllium oral 5 g a 6 g sulfato de magnésio pó para solução oral 30 g 15.6 LAxATiVoS Denominação genérica glicerol Forma farmacêutica Condição DDD ATC de uso A06AG04 7.

02 mg/dose 0. não estavam disponíveis no mercado brasileiro na ocasião da revisão desta Lista.8 mg μg/dose (aerossol inalante) sulfato de solução inalante H 10 mg (solução salbutamol 5 mg/mL inalante) solução injetável 12 mg 0.3 mg (solução solução inalante inalante) brometo de 0.12 mg (aerossol ipratrópio aerossol ou pó inalante) 0. solução inalante ou pó inalante) dipropionato de ou aerossol 1. 67 .1 ANTiASmáTiCoS Forma Condição DDD farmacêutica de uso 0.5 mg (solução beclometasona* 50 μg/dose e inalante) 200 μg /dose 10 mg solução oral fosfato sódico 1.16 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA RESPIRATÓRIO 16. R66 sódico de injetável hidrocortisona 100 mg e 500 mg aerossol 100 0.25 mg/mL 0. do fármaco dipropionato de beclometasona. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.8 mg (aerossol pó.34 mg/mL de prednisolona (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) 10 mg comprimido prednisona 5 mg e 20 mg 30 mg succinato pó para solução H.5 mg/mL Denominação genérica ATC R03BB01 R03BA01 H02AB06 H02AB07 H02AB09 R03CC02 R66 – Uso restrito como alternativa para o tratamento da asma aguda grave em crianças incapazes de reter a forma oral * – As formas farmacêuticas solução inalante e aerossol 200 mcg/dose.

16. R67 0. R67 beractanto 25 mg/mL R07AA02 ou H.16 g alfaporactanto solução injetável 80 mg/mL R67 – Medicamento restrito a unidades de tratamento intensivo em neonatologia 16. R H02AB01 + fosfato dissódico (3 mg + 3 mg)/mL de betametasona 0.2 AGENTES TENSoATiVoS PuLmoNArES E ouTroS quE ATuAm NA SíNDromE Do DESCoNForTo rESPirATório Em NEoNAToS Denominação Forma Condição DDD ATC genérica farmacêutica de uso 67 1.3 PrEPArAÇÕES NASAiS Denominação genérica cloreto de sódio Forma farmacêutica solução nasal 0.5 mg acetato de betametasona suspensão injetável H.16 g solução injetável H.9 % Condição de uso DDD ATC R01AX10 68 .

3 iNSuLiNAS E ANTiDiABÉTiCoS orAiS Denominação genérica cloridrato de metformina glibenclamida gliclazida insulina humana NPH insulina humana regular 69 R – Uso restrito para pacientes idosos Forma Condição Farmacêutica de uso comprimido 500 mg e 850 mg comprimido 5 mg comprimido 80 mg R69 suspensão injetável 100 UI/mL solução injetável 100 UI/mL DDD 2.134 mg (depot ) acetato de pó para suspensão L02AE02 R68 1 mg (inj) leuprorrelina injetável 3.17 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE OS SISTEMAS ENdÓcRINO E REPROdUTOR 17.2 HormôNio TirEoiDiANo.16 g 0.15 mg H03AA01 0. 50 μg e 100 μg comprimido 50 mg e propiltiouracila 100 mg 0.0 g 10 mg 0.75 mg R68 – Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos 17. mEDiCAmENToS ANTiTirEoiDiANoS E ADjuVANTES Denominação genérica cloridrato de propranolol iodo + iodeto de potássio levotiroxina sódica Forma Farmacêutica Condição de uso DDD 0.1 g H03BA02 17.1 HormôNioS HiPoFiSárioS E rELACioNADoS Denominação Forma Condição DDD ATC genérica farmacêutica de uso 0.16 g ATC C07AA05 H03CA FN – Formulário Nacional comprimido 10 mg e 40 mg solução injetável 10 mg/mL solução de iodeto de potássio iodada (FN) comprimido 25 μg.16 g 40 UI 40 UI ATC A10BA02 A10BB01 A10BB09 A10AC01 A10AB01 69 .

4.35 mg DDD ATC G03AA07 G03AC03 G03AC01 R70 – Uso restrito para contracepção de emergência.625 mg estrogênios comprimido 0.03 mg + 0.67 mg G03AC06 medroxiprogesterona 150 mg/mL enantato de noretisterona solução injetável G03AA05 + valerato de estradiol 50 mg + 5 mg 70 .15 mg comprimido 1.4.2 mg G03CA04 17.625 mg conjugados creme vaginal 0.4.4 Contraceptivos hormonais orais Denominação genérica etinilestradiol + levonorgestrel levonorgestrel noretisterona Forma Condição Farmacêutica de uso comprimido 0.4 HormôNioS SExuAiS. ANTAGoNiSTAS E mEDiCAmENToS rELACioNADoS 17. 17.4.17.5 Contraceptivos hormonais injetáveis Denominaçãogenérica Forma Condição DDD ATC farmacêutica de uso acetato de solução injetável 1.4.5 mg R70 comprimido 0.Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos Forma Farmacêutica solução injetável 100 mg/mL Condição de uso R68 DDD 18 mg ATC G03BA03 17.0 mg ATC G03DA02 17.5 mg e 10 mg Condição de uso DDD 5.1 Estrógenos Denominação Condição DDD ATC Forma Farmacêutica genérica de uso 0.3 ANDróGENo Denominação genérica cipionato de testosterona 68 R .3 mg G03CA57 0.2 Progestógeno Denominação genérica acetato de medroxiprogesterona Forma Farmacêutica comprimido 2.625 mg/g estriol creme vaginal 1 mg/g 0.

0 mg ATC G03GB02 R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista. 17.8 Fármaco usado para bloqueio da lactação Denominação genérica cabergolina Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 0.17.7 medicamentos que atuam na contratilidade uterina Denominação genérica maleato de ergometrina nifedipino ocitocina Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável H 200 μg/mL cápsula ou R71 comprimido 10 mg solução injetável H 5 UI/mL DDD 0.6 indutores de ovulação Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso citrato de clomifeno comprimido 50 mg R43 DDD 9.5 mg R72 DDD 0.5 mg ATC G02CB03 R72 – Uso restrito para lactantes HIV positivas e outros casos especiais 71 .4.4.4.2 mg 30 mg 15 UI ATC G02AB03 C08CA05 H01BB02 R71 – Uso restrito como tocolítico 17.

MUcOSAS E FÂNEROS 18.1% Condição de uso DDD 30 mg 0.2 ANTiiNFECTANTES Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso gliconato de solução bucal 0.3 ANTiPruriGiNoSo E ANTiiNFLAmATório DDD ATC D07AA02 D07AB19 72 .500. 000 UI ATC A01AB03 G01AF01 A07AA02 D01AC02 D08AX06 D06BA01 18.000 nistatina UI/mL creme 2% creme vaginal 2% nitrato de gel oral 2% miconazol loção 2% pó 2% permanganato pó ou comprimido de potássio 100 mg sulfadiazina pasta 1% de prata Denominação genérica acetato de hidrocortisona dexametasona Forma farmacêutica creme 1% creme 0.12 % clorexidina metronidazol creme vaginal 5% suspensão 100.18 MEdIcAMENTOS TÓPIcOS USAdOS EM PELE.5 g 1.1 ANESTÉSiCo LoCAL Denominação genérica cloridrato de lidocaína Forma Condição farmacêutica de uso gel 2% aerossol 100 mg/mL DDD ATC D04AB01 18.

R73 Condição de uso DDD ATC D01AE12 D05AA D02AB D10AE01 FN – Formulário Nacional R73 – Aplicação por médico 18.6 ouTroS Denominação genérica óleo mineral DDD ATC D02AC 73 .5 % e 5 % solução 10 % a 25 % H.5 ESCABiCiDA E PEDiCuLiCiDA Denominação genérica permetrina Forma farmacêutica creme 5% loção 1% Forma farmacêutica frasco 100 mL Condição de uso DDD Condição de uso ATC P03AC04 18.4 AGENTES CErAToLíTiCoS E CErAToPLáSTiCoS Denominação genérica ácido salicílico alcatrão mineral pasta d’ água peróxido de benzoíla podofilina Forma farmacêutica pomada 5% (FN) pomada 1% (FN) pasta (FN) gel 2.18.

75 g S01EC01 cloridrato de pilocarpina colírio 2 % 0.4 miDriáTiCo E CiCLoPLÉGiCo DDD ATC S01FA01 S01FA06 19.5% Condição de uso H.1% Forma farmacêutica colírio 1% colírio 1% Condição de uso Condição de uso DDD ATC S01AA09 S01AX02 S01AA11 19.5 ANTiGLAuComAToSoS Denominação Forma Condição DDD ATC genérica farmacêutica de uso acetazolamida comprimido 250 mg 0.2 ANTiiNFECTANTES Denominação genérica cloridrato de tetraciclina nitrato de prata sulfato de gentamicina Forma farmacêutica pomada oftálmica 1 % colírio 1 % colírio 5 mg/mL pomada oftámica 5 mg/g Forma farmacêutica colírio 0. R74 DDD ATC S01HA04 R74 – Uso restrito para dor ocular aguda por causas externas e procedimentos cirúrgicos 19.4 mL S01EB01 maleato de timolol colírio 0.1 ANESTÉSiCo LoCAL Denominação genérica cloridrato de proximetacaína Forma farmacêutica colírio 0.19 MEdIcAMENTOS TÓPIcOS USAdOS NO SISTEMA OcULAR 19.25 % e 0.5 % 0.2 mL S01ED01 74 .3 ANTiiNFLAmATório E ANTiALÉrGiCo Denominação genérica dexametasona Denominação genérica sulfato de atropina tropicamida DDD Condição de uso ATC S01BA01 19.

7 AGENTES DiAGNóSTiCoS 75 .6 SuBSTiTuTo DA LáGrimA Denominação genérica hipromelose Denominação genérica fluoresceína sódica tropicamida Forma farmacêutica colírio 0.3 % Forma Farmacêutica colírio 1% colírio 1% Condição de uso DDD Condição de uso H H DDD ATC S01KA02 ATC S01JA01 S01FA06 19.2 % e 0.19.

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SEÇÃo C. ouTroS mEDiCAmENToS E ProDuToS PArA A SAúDE .

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59 g ácido ioxitalâmico + de meglumina 0.66 g)/mL (equivalente a 370 mg iodo/mL) solução injetável ioxitalamato (0.15 g meglumina)/mL + ioxitalamato + 0. 180 mm x 52 mm Condição de uso ATC V07AY 22 AGENTES dIAGNÓSTIcOS 22.1 mEioS DE CoNTrASTE Denominação genérica diatrizoato de sódio + diatrizoato de meglumina Forma farmacêutica Condição DDD de uso H ATC solução injetável (0.20 dISPOSITIvO INTRA-UTERINO Denominação genérica dispositivo intrauterino modelo T diafragma Forma farmacêutica 380 mm2 de cobre 60 mm de diâmetro 65 mm de diâmetro 70 mm de diâmetro 75 mm de diâmetro 80 mm de diâmetro 85 mm de diâmetro Condição de uso ATC G02BA02 21 MÉTOdOS dE BARREIRA Denominaçãogenérica preservativo masculino Forma farmacêutica 170 mm x 49 mm.1 g + 0.58 g hidróxido de sódio (equivalente a de sódio 350 mg iodo/mL) sulfato de bário suspensão oral 1 g/mL V08AA01 H V08AA05 H - V08BA01 79 .

14 mg.22. 2.000 U) Condição DDD de uso ATC V04CF01 22. Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R68 – Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos 80 . 21mg Condição de uso R2 R68 DDD 0.2 DiAGNóSTiCo imuNoLóGiCo Denominação genérica prova tuberculínica (derivado protéico purificado ) Denominação genérica solução de iodo composto para teste de Schiller Forma farmacêutica solução injetável (intradérmica) 0.3 ouTroS AGENTES DiAGNóSTiCoS Forma farmacêutica (20 mg iodo + 40 mg iodeto de potássio)/mL Condição DDD de uso ATC V04CX 23 PROdUTOS PARA O TRATAMENTO dO TABAGISMO Denominação genérica cloridrato de bupropiona nicotina Forma farmacêutica comprimido 150 mg goma de mascar 2 mg adesivo transdérmico 7 mg.3 g 30 mg 14 mg ATC N07BA02 N07BA01 R2 – Fármacos sujeitos a controle especial ou que possam induzir abuso e (ou) dependência.1 mL (PPD-Rt 23.

..5mEq/L com glicose 1.. 40 mEq/L H - B05Z H - B05Z H - B05DA H - B05DB 81 .......5 mEq/L diálise peritoneal Mg++ ..........25% Cl. 109..5 mEq/L com glicose 4.................3.. 140 mEq/L solução para Ca++... 44................. 2 mEq/L hemodiálise Mg++ ................ 96 mEq/L lactato ..4% (32 mEq para hemodiálise HCO-3/L) solução injetável com: Na+ .. .....6 mEq/L solução injetável com: Na+.............. 3.......5 mEq/L acetato....24 SOLUÇÕES PARA dIÁLISE Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso DDD ATC composição após diluição: Na+ .. 3 mEq/ L Composição após diluição: solução alcalina NaHCO3 .. 138 mEq/L Ca++............... 1 mEq/L Cl............. 0... 132 mEq/L solução para Ca++ .....5 mEq/L diálise peritoneal Mg++ ...........5% Cl............ ... 1... 8. 101 mEq/L lactato ............5 mEq/L solução ácida para + K .......... 3.

82 .

mEDiCAmENToS Por orDEm ALFABÉTiCA .

.

A.75 g 4.6 g J05AF06 D07AA02 R68 0.134 mg 5.67 mg L02AE02 G03DA02 G03AC06 L02AB01 S01EC01 J05AB01 N02BA01 R37 0.0 g ácido fólico ácido salicílico água para injeção 1 B01AC06 comprimido 0.A. 85 .0 g 3.16 g 0. (frasco 100 mL e 500 mL) R32 R32 0.6 g 0.4 mg (dose profilática) 10 mg (dose B03BB01 terapêutica) ambos D01AE12 V07AB 1 – Veja as restrições de uso no Anexo F . (ampola de 5 mL e 10 mL) N.0 g H 4.0 mg 1.5 mg e 10 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 160 mg comprimido 250 mg comprimido 200 mg solução injetável 250 mg comprimido 500 mg comprimido 100 mg comprimido 5 mg solução oral 0.75 mg comprimido 2.134 mg (depot ) 1 mg (inj) 0.2 mg/mL pomada 5% (FN) N.Denominação genérica Forma farmacêutica A Condição de uso1 DDD ATc abacavir acetato de hidrocortisona acetato de leuprorrelina acetato de medroxiprogesterona acetato de medroxiprogesterona acetato de megestrol acetazolamida aciclovir aciclovir sódico ácido acetilsalicílico ácido acetilsalicílico comprimido 300 mg solução oral 20 mg/mL creme 1% pó para suspensão injetável 3.

cloridrato Forma farmacêutica comprimido mastigável 400 mg solução injetável 20% pomada 1% (FN) solução 70 % m/V comprimido 100 mg e 300 mg solução injetável 50 mg/mL e 250 mg/mL solução injetável 100 mg/mL (10%) solução injetável 100 mg/mL (10%) comprimido 200 mg solução injetável 50 mg/mL comprimido 25 mg cápsula ou comprimido 500 mg pó para suspensão oral 50 mg/mL comprimido 500 mg + 125 mg suspensão oral 50 mg + 12.4 g H.Denominação genérica albendazol albumina humana alcatrão mineral álcool etílico alopurinol amicacina. R47 R2 C01BD01 N06AA09 amoxicilina 1.0 g 0. cloridrato amitriptilina. R60 0. R43 H.4 g H H. R19 H.2 g 75 mg P02CA03 B05AA01 D05AA D08AX08 M04AA01 J01GB06 B05BA01 B05BA01 H.0 g J01CA04 amoxicilina + clavulanato de potássio R10 1. sulfato aminoácidos aminoácidos para uso pediátrico amiodarona.0 g 1.2 g 0.0 g J01CR02 86 . R43 1.5 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc 0.0 g 1.

Denominação genérica ampicilina sódica anastrozol anfotericina B anlodipino.3 g 75 mg 1.12 g 0. besilato antimoniato de meglumina arteméter artesunato de sódio asparaginase atazanavir.0 g 1 mg 35 mg 5.25 mg/mL comprimido R8.85 g Sb5+ 0. R11 injetável 1 g H e 500 mg comprimido 1 mg R37 pó para solução injetável 50 mg H em desoxicolato de sódio comprimido 5 mg e 10 mg solução injetável 300 mg/mL H (85 ou 81 mg antimônio/mL) solução injetável R35 80 mg/mL comprimido 50 mg R35 pó para solução injetável 60 mg solução injetável H. R43 50 mg comprimido 500 mg R20.15 g 0. R37 10.000 UI cápsula 150 mg R33 e 200 mg comprimido R52 50 mg e 100 mg solução injetável H 10 mg/mL colírio 1% solução injetável H 0.3 g 0. sulfato azatioprina azitromicina Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc pó para solução H. sulfato atropina.3 g J01CA01 L02BG03 J02AA01 C08CA01 P01CB01 P01BE02 P01BE03 _ L01XX02 J05AE08 C07AB03 M03AC04 S01FA01 A03BA01 L04AX01 J01FA10 87 . sulfato atenolol atracúrio.5 mg 0. besilato atropina. R25 R20 suspensão oral 40 mg/mL 2.28 g 0.0 mg 0.

sulfato de H - V08BA01 beclometasona.000 UI) 0.200. R67 H.16 g 0.000 UI suspensão injetável 300. injetável (3 mg fosfato dissódico + 3 mg)/mL solução injetável bicarbonato de sódio 1 mEq/mL (8.4%) B05XA02 88 .16 g 5. R67 0.6 g (6. acetato suspensão + betametasona.000 UI e 1.4 g H.Denominação genérica Forma farmacêutica B suspensão oral 1 g/mL pó.000 UI + 100.6 g (4.000.000 UI) H 3.000 UI pó para solução 5.0 mg H H. solução inalante ou aerossol 50 μg/dose e 200 μg /dose pó para suspensão injetável 600.5 mg J01CE08 benzilpenicilina benzatina benzilpenicilina potássica benzilpenicilina procaína + benzilpenicilina potássica benznidazol beractanto ou alfaporactanto J01CE01 J01CE30 P01CA02 R07AA02 R07AA02 C08CA01 M03AC04 H02AB01 solução injetável 80 mg/mL comprimido besilato de anlodipino 5 mg e 10 mg solução injetável besilato de atracúrio 10 mg/mL betametasona.5 mg R03BA01 (solução inalante) 3.8 mg (aerossol ou pó inalante) 1.000 UI comprimido 100 mg solução injetável 25 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc bário. dipropionato 0. R67 H 1.000.800.

cloridrato bupivacaína. lactato de Forma farmacêutica comprimido 2 mg Condição de uso1 R2 H.5 % solução injetável 0.3 g M03AC01 N07AA02 N01BB01 N01BB51 N07BA02 89 . sulfato de injetável 15 UI solução inalante 0.25 mg/mL brometo de ipratrópio aerossol 0.Denominação genérica biperideno. R2 H. cloridrato + glicose de bupropiona.18 g H H R2 0. cloridrato de solução injetável 2 mg/mL comprimido 60 mg solução injetável 0.02 mg/dose brometo de pancurônio brometo de piridostigmina bupivacaína. cloridrato de biperideno.3 mg (solução inalante) R03BB01 0. R37 DDD 10 mg 10 mg - ATc solução injetável 5 mg/mL pó para solução bleomicina. 25 % e 0.12 mg (aerossol ou pó inalante) H 0.5 % + 8 % comprimido 150 mg N04AA02 L01DC01 0.

0 g G02CB03 A12AA04 H.0 g A11CC04 C09AA01 N03AF01 A12AA04 R2 H.0 g N05AN01 L01XA02 A07BA01 J01DB01 J01DB03 J01DB04 J01DD01 J01DD02 H.5 mg comprimido 1. R16 4. R43 R50. R14 H.0 g 3.0 g 3.0 g 4. R13 H. carbonato (equivalente a 500 mg Ca ++) calcitriol cápsula 0. R56 R2 R2 1 µg 50 mg 1.250 mg cálcio.25 µg comprimido captopril 25 mg comprimido carbamazepina 200 mg xarope 20 mg/mL comprimido 1.5 mg 3.Denominação genérica Forma farmacêutica C Condição de uso1 DDD ATc comprimido 0.0 g 1.0 g 2.0 g 90 . cloridrato 50 mg/mL pó para solução cefalotina sódica injetável 1 g pó para solução cefazolina sódica injetável 1 g pó para solução cefotaxima injetável 500 mg pó para solução ceftazidima injetável 1 g cabergolina R72 0. R15 H.0 g 4.0 g 2. R37 24 mmol (Li+) 5.250 mg carbonato de cálcio (equivalente a 500 mg Ca ++) comprimido carbonato de lítio 300 mg pó para solução carboplatina injetável 150 mg e 450 mg suspensão em carvão vegetal ativado sorbitol 70% cápsula 500 mg cefalexina sódica ou suspensão oral cefalexina.

25 g 18 mg 1.67 mg/mL (equivalente a 50 mg cetamina/mL) xampu 2 % pó para solução injetável 200 mg e1g comprimido 50 mg cápsula 25 mg. R37 R43 R34 91 . cloridrato cisplatina citarabina citrato de clomifeno citrato de dietilcarbamazina R43 R68 0.0 g J01DD04 cetamina. 50 mg e 100 mg solução oral 100 mg/mL solução injetável 100 mg/mL comprimido 500 mg solução injetável 2 mg/mL solução injetável 1 mg/mL pó para solução injetável 100 mg. 500 mg e 1 g comprimido 50 mg comprimido 50 mg Condição de uso1 H.0 g 0.25 g 0.0 mg 0. R37 H. R37. R43 - ciclosporina cipionato de testosterona ciprofloxacino. R17. cloridrato cetoconazol ciclofosfamida H. R2 - N01AX03 D01AC08 L01AA01 H. R18 DDD ATc 2.4 g L04AA01 G03BA03 J01MA02 L01XA01 L01BC01 G03GB02 P02CB02 H H.5 g 9.Denominação genérica ceftriaxona sódica Forma farmacêutica pó para solução injetável 500 mg e 1 g solução injetável 57.

0 g 3. R5 solução oral H. R37 1 mg/mL cápsula ou comprimido R21 250 mg cápsula 150 mg e 300 mg solução injetável H 150 mg/mL cápsula 50 mg R27 e 100 mg comprimido R43 50 mg comprimido R2 10 mg e 25 mg comprimido 0. R2.0 mg 0. R5 2. cloridrato clonazepam clorambucila cloranfenicol palmitato de cloranfenicol succinato sódico de cloranfenicol solução injetável 78.0 g L02BA01 L01BB04 J01FA09 J01FF01 J04BA01 G03GB02 N06AA04 N03AE01 L01AA02 J01BA01 92 .1 g 9.05 mg fentanila/mL) comprimido 10 R37 mg e 20 mg solução injetável H. R4 a 0.1 g 8.0 mg 3.5 mg e 2 mg R2. citrato clomipramina.8 g 0. cloridrato clindamicina.2 g 1.0 g 3. fosfato clofazimina clomifeno.0 mg 8.5 g 1.5 μg/mL (equivalente H.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc citrato de fentanila citrato de tamoxifeno cladribina claritromicina clindamicina. R24 pó para solução injetável 500 mg - N01AH01 20 mg 0.5 mg/mL comprimido 2 mg R37 cápsula ou comprimido 250 mg suspensão oral 25 mg/mL H.

0 g V03AB17 B05XA01 H - B05XA03 H 30 mg 30 mg 0. R24. R2 N04AA02 93 . R47 R2 R2 H. gliconato degermante 2% a 4 % solução bucal clorexidina.9 % (0. pó para solução succinato sódico injetável 500 mg cloreto de solução injetável metiltionínio 10 mg/mL solução injetável cloreto de potássio 19.9 % cloreto de solução injetável suxametônio 50 mg/mL solução clorexidina.1 % (2.56 mEq/mL ) solução injetável 20 % (3.154 mEq/mL ) solução nasal cloreto de sódio 0.12 % comprimido cloridrato de 200 mg amiodarona solução injetável 50 mg/mL cloridrato de comprimido amitriptilina 25 mg cloridrato de comprimido 2 mg biperideno solução injetável lactato de biperideno 5 mg/mL J01BA01 H.0 g 3. R25 H H 3.Denominação genérica cloranfenicol Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD 3. suspensão oral palmitato 25 mg/mL cloranfenicol.2 g 75 mg 10 mg 10 mg R01AX10 M03AB01 D08AC02 A01AB03 C01BD01 N06AA09 H.2 g 0.4 mEq/mL ) cloreto de sódio solução injetável 0. gliconato 0.0 g ATc cápsula ou comprimido 250 mg cloranfenicol.

3 g 1.5 % + 8 % comprimido 150 mg comprimido 500 mg solução injetável 2 mg/mL cápsula 150 mg e 300 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 10 mg e 25 mg comprimido 25 mg e 100 mg solução oral 40 mg/mL solução injetável 5 mg/mL pó para solução injetável 20 mg solução injetável 12.3 g 0.5 g 0. R37 H.5 mg/mL solução injetável 5 mg/mL comprimido 100 mg pó para solução injetável 10 mg e 50 mg solução injetável 1 mg/mL Condição de uso1 H H R2 DDD 0.5 g 0. R37 - H.Denominação genérica cloridrato de bupivacaína cloridrato de bupivacaína + glicose cloridrato de bupropiona cloridrato de ciprofloxacino cloridrato de clindamicina fosfato de clindamicina cloridrato de clomipramina cloridrato de clorpromazina cloridrato de daunorrubicina cloridrato de dobutamina cloridrato de dopamina cloridrato de doxiciclina cloridrato de doxorrubicina cloridrato de epinefrina ou hemitartarato de epinefrina 94 Forma farmacêutica solução injetável 0. R58 J01FF01 N06AA04 N05AA01 L01DB02 C01CA07 C01CA04 J01AA02 L01DB01 H. R58 0.5 % solução injetável 0.5 g 1.3 g 0. 25 % e 0.5 mg C01CA24 . R58 H. R2 H.0 g 0.1 g ATc N01BB01 N01BB51 N07BA02 J01MA02 H H R2 R2 R2 H.1 g 0.8 g 0.2 g 1.1 g 0.

R37 R37 H.1 g 20 µg J04AK02 H.000 solução injetável 2 % + 1: 80.000 solução injetável 2 % + 1:200.000 (uso odontológico) comprimido 250 mg comprimido 500 mg e 850 mg Condição de uso1 DDD ATc R26 1.0 g - H - cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina - N01BB52 cloridrato de mefloquina cloridrato de metformina R35 1.0 g P01BC02 A10BA02 95 . R54 C02DB02 B03BA03 L01DB06 C01BB01 D04AB01 N01BB02 N01BB52 H. R48 3.0 g 2.5 % solução injetável 1 % + 1:200.Denominação genérica cloridrato de etambutol cloridrato de hidralazina cloridrato de hidroxocobalamina cloridrato de idarrubicina cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína + glicose Forma farmacêutica comprimido 400 mg suspensão oral 25 mg/mL comprimido 25 mg solução injetável 20 mg/mL solução injetável 1 mg/mL pó para solução injetável 10 mg cápsula 5 mg e 25 mg solução injetável 2% gel 2% aerossol 100 mg/mL solução injetável 1%e2% gel 2% solução injetável 5 % + 7.2 g 1.2 g 0.

03 UI/mL solução injetável 25 mg/mL comprimido 10 mg e 40 mg solução injetável 10 mg/mL N05CD08 J01AA08 N06AA10 H. R5 R27 R2 15 mg 15 mg 0.16 g N01BB54 R06AD02 C07AA05 96 . nortriptilina 25 mg e 50mg comprimido cloridrato de 4 mg e 8 mg ondansetrona solução injetável 2 mg/mL cloridrato de comprimido penicilamina 250 mg cloridrato de colírio 2 % pilocarpina comprimido cloridrato de 50 mg piridoxina cloridrato de prilocaína + felipressina cloridrato de prometazina cloridrato de propranolol solução injetável para uso odontológico 3% + 0.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 10 mg solução injetável 5 mg/mL solução oral 4 mg/mL solução injetável 1 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc cloridrato de metoclopramida R62 30 mg 30 mg 30 mg A03FA01 cloridrato de midazolam H. R5 H.2 g 75 mg 16 mg 16 mg 0.4 mL 0.16 g 0. R63 A04AA01 S01EB01 A11HA02 R6 H ∆ 25 mg 0.16 g solução oral maleato de midazolam 2 mg/mL cloridrato de comprimido minociclina 100 mg cloridrato de cápsula 10 mg.

5 g 0.3 g 50 mg 2. R43 H.5 mg/mL solução injetável 50 mg/mL comprimido 250 mg (equivalente a 150 mg cloroquina) comprimido 83.000 UI/mL pó para solução injetável 500 mg comprimido 40 mg. R47 0. sulfato cloroquina. 80 mg e 120 mg solução injetável 2. R23 J01XA01 H. R74 DDD 0.5% comprimido 150 mg solução injetável 25 mg/mL pomada oftálmica 1% comprimido 300 mg solução injetável 100.24 g 0.24 g 0.0 g 0. 80 mg e 120 mg solução injetável 2.5 g 0.5 mg/mL comprimido 40 mg.5 g P01BA01 cloroquina.3 g 0.2 mg (equivalente a 50 mg cloroquina) Condição de uso1 H H. difosfato 97 .24 g C08DA01 0.24 g ATc V03AB14 S01HA04 A02BA02 S01AA09 A11DA01 H H. R47 C08DA01 cloridrato de verapamil H.Denominação genérica cloridrato de protamina cloridrato de proximetacaína cloridrato de ranitidina cloridrato de tetraciclina cloridrato de tiamina palmitato de tiamina cloridrato de vancomicina cloridrato de verapamil Forma farmacêutica solução injetável 10 mg/mL colírio 0.

fosfato de N02AA08 98 .15 g N05AA01 codeína.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 25 mg e 100 mg solução oral 40 mg/mL solução injetável 5 mg/mL comprimido 30 mg Condição de uso1 DDD ATc clorpromazina.3 g 0.1 g 0. cloridrato R2 R2 H. R2 R7 0.3 g 0.

Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc D pó para solução dacarbazina H.1 g + 0.0 mg 6.5 mg 1.66 g)/ diatrizoato de H mL (equivalente a meglumina 370 mg iodo/mL) solução injetável H. pó para solução mesilato injetável 500 mg dexametasona comprimido 4 mg elixir 0. pó para solução H.4 mg/mL solução injetável diatrizoato de sódio + (0. solução oral ou maleato xarope 0.5 mg 1. solução injetável H fosfato dissódico 4 mg/mL comprimido 2 mg dexclorfeniramina.1% dexametasona colírio 0.1% dexametasona.5 mg 1.5 mg 1.5 mg 6. R2. solução injetável H fosfato dissódico 4 mg/mL dexametasona creme 0.1 mg/mL fosfato dissódico solução injetável H de dexametasona 4 mg/mL dexametasona comprimido 4 mg elixir 0. R5 diazepam 5 mg/mL R5 comprimido 5 mg 50 mg 1.1 mg/mL dexametasona.5 mg 1.5 mg 1. R37 injetável 200 mg solução injetável dactinomicina H.0 mg L01AX04 L01DA01 J04BA02 L01DB02 V03AC01 H02AB02 H02AB02 H02AB02 H02AB02 D07AB19 S01BA01 H02AB02 R06AB02 10 mg 10 mg V08AA01 N05BA01 99 . R37 cloridrato injetável 20 mg desferroxamina. R37 100 μg/mL comprimido dapsona R27 50 mg e 100 mg daunorrubicina.

solução inalante ou aerossol 50 μg/dose e 200 μg /dose Condição de uso1 R32 R32 R32 R34 DDD ATc didanosina dietilcarbamazina.1 mg J05AF02 P02CB02 P01BA03 C01AA05 C01DA08 N02BB02 R51 20 mg 3. injetável cloridrato 10 mg e 50 mg 100 . R37 C01CA07 L01CD02 C01CA04 J01AA02 L01DB01 solução injetável 12.4 g 0.25 mg elixir 0.5 mg/mL solução injetável docetaxel 20 mg e 80 mg solução injetável dopamina. cloridrato 0.4 g 15 mg 0.0 g H dipropionato de beclometasona dobutamina.1 mg 0.5 g 0. R58 H.05 mg/mL comprimido sublingual 5 mg solução oral 500 mg/mL solução injetável 500 mg/mL pó. 100 mg e 400 mg pó para solução oral 2 g comprimido 50 mg comprimido 5 mg e 15 mg comprimido 0.5 g 0.0 g 3.8 mg (aerossol ou pó inalante) 1. cloridrato 100 mg pó para solução doxorrubicina. R58 0.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 25 mg. cloridrato 5 mg/mL comprimido doxiciclina. R37 H. citrato difosfato de primaquina digoxina dinitrato de isossorbida dipirona sódica 0.5 mg R03BA01 (solução inalante) H.1 g H.

Denominação genérica Forma farmacêutica E cápsula 600 mg solução oral 30 mg/mL comprimido 5 mg e 20 mg solução injetável 1 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc efavirenz enalapril. estearato 500 mg suspensão oral 50 mg/mL solução injetável eritropoietina 2.6 g 0. R61 J01FA01 J01GA01 1.0 g B03XA01 J01FA02 C03DA01 R22 J01FA01 H.0 g 1. cloridrato ou epinefrina. hemitartarato ergometrina. R58 H 0. sulfato injetável 1g solução injetável estreptoquinase 750.0 g 1.000 UI 3.000 UI e 1.500. maleato R33 ∆ H.0 g 75 mg 1.2 mg G03CA04 101 .000 UI B01AD01 0.0 g J05AG03 C09AA02 C01CA24 G02AB03 solução injetável 200 μg/mL cápsula ou comprimido eritromicina. maleato epinefrina. R59 R36 1.6 g 10 mg 0.000 UI e 4.0 g 1.000 UI comprimido espiramicina 500 mg comprimido espironolactona 25 mg e 100 mg cápsula ou comprimido estearato de 500 mg eritromicina suspensão oral 50 mg/mL pó para solução estreptomicina. R25 R26 H.2 mg 1.5 mg 0.500.000 UI creme vaginal estriol 1 mg/g R22 J01FA01 H.0 g 1. sulfato injetável 1g pó para solução estreptomicina.

625 mg 1.3 mg creme vaginal 0. cloridrato etinilestradiol + levonorgestrel etionamida etoposídeo R26 J04AK02 G03AA07 R26 R43 H.75 g - J04AD03 L01CB01 102 .15 mg comprimido 250 mg cápsula 50 mg solução injetável 20 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc 0. R37 0.Denominação genérica estrogênios conjugados Forma farmacêutica comprimido 0.625 mg 0.2 g G03CA57 etambutol.2 g 1.625 mg/g comprimido 400 mg suspensão oral 25 mg/mL comprimido 0.03 mg + 0.

R43 350 UI B02BD01 fator IIA de coagulação H. R43 - B02BD fator IX de coagulação H. R43 6. R43 350 UI B02BD04 fator VII de coagulação H. AE>2.Denominação genérica Forma farmacêutica F pó para solução injetável 500 UI e 600 UI (AE>0.6 UI/mg) complexo protrombínico pó para solução injetável 500 UI (concentrado de alta pureza. AE>0.6 UI/mg) complexo protrombínico parcialmente ativado pó para solução injetável 200 UI. R43 500 UI B02BD02 103 . 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI/mg) Condição de uso1 DDD ATc fator II de coagulação H. AE>50 UI/mg) pó para solução injetável 60 KUI. 120 KUI e 240 KUI (concentrado de fator VII recombinante ativado) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI B02BD05 fator VIII de coagulação H.

5 μg/mL fentanila. citrato (equivalente a 0.05 mg fentanila/mL) solução injetável filgrastim 300 μg/mL solução injetável 10 mg/mL (uso intramuscular) fitomenadiona emulsão injetável 10 mg/mL (uso intravenoso) H.3 g 0.3 g N03AB02 R45 H.1 g 0. AE>1. R43 500 UI B02BD02 H.000 UI/mg) comprimido 100 mg solução injetável fenitoína sódica 50 mg/mL suspensão oral 25 mg/mL comprimido 100 mg solução injetável fenobarbital 100 mg/mL solução oral 40 mg/mL solução injetável 78. R43 500 UI B02BD02 R2 H. AE= ou > 1 UI) pó para solução injetável 250 fator VIII de UI e 500 UI coagulação (von (concentrado Willebrand) de alta pureza. R4 - N01AH01 H.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc pó para solução injetável 250 UI e 500 UI fator VIII de coagulação (concentrado de alta pureza.35 mg 20 mg L03AA02 B02BA01 20 mg 104 . R39 H H 0. R2 R2 0.3 g 0.1 g N03AA02 H.1 g 0. R45 R45 0.

34 mg/mL prednisolona (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) fumarato de tenofovir comprimido R32 desoproxila 300 mg comprimido 40 mg furosemida H. solução injetável R57 10 mg/mL J02AC01 V03AB25 S01JA01 88 mg (40 A12CD01 mg fluoreto) 20 mg 60 mg 60 mg 60 mg 0.5 mg/mL fluoresceína sódica colírio 1% H solução bucal fluoreto de sódio 2 mg/mL creme 50 mg/g R37 fluoruracila solução injetável H.15 g L01BC02 N06AB03 V03AF03 N02AA08 B05XA06 10 mg 0. R2 0.2 g 0.2 g - ATc cápsula 100 mg cápsula 150 mg fluconazol R28 solução injetável H 2 mg/mL solução injetável flumazenil H.1567g)/mL de potássio dibásico (2 mEq fosfato/mL) solução oral fosfato sódico de 1.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD 0. R37 25 mg/mL fluoxetina cápsula 20 mg R2 comprimido 15 mg R40 pó para solução H folinato de cálcio injetável 50 mg solução injetável H 3 mg/mL comprimido fosfato de codeína R7 30 mg solução injetável fosfato de potássio (0.2 g 0.245 g 40 mg 40 mg H02AB06 J05AF07 C03CA01 105 .03g + monobásico +fosfato H 0. R46.

R25 0.12 % solução injetável 50 mg/mL (5%) e 500 mg/mL (50%) solução 2 % Condição de uso1 DDD ATc ganciclovir sódico H. sulfato gentamicina. R31 0.5 g J05AB06 gentamicina.0 g 30 mg A10BB09 A12AA03 A01AB03 V06DC01 H - 106 . sulfato glibenclamida glicerol gliclazida gliconato de cálcio gliconato de clorexidina glicose glutaral H.Denominação genérica Forma farmacêutica G pó para solução injetável 546 mg (equivalente a 500 mg ganciclovir) solução injetável 10 mg/mL e 40 mg/mL colírio 5 mg/mL pomada oftámica 5 mg/g comprimido 5 mg enema 120 mg/mL supositório 72 mg comprimido 80 mg solução injetável 10 % (0.16 g 3.45 mEq/mL) solução bucal 0.24 g 10 mg - J01GB03 S01AA11 A10BB01 A06AG04 R69 H 0.

R2 H.0 mg 8.0 mg 8.5 mg e 25 mg hidrocortisona.25 ml comprimido 25 mg hidralazina. comprimido sulfato 400 mg R2 R2 H. R54 C02DB02 C03AA03 D07AA02 H02AB09 H. R66 30 mg 0.1 g 25 mg - N05AD01 N05AD01 N01AB01 B01AB01 H.516 g P01BA02 107 .0 mg 8.3 mg (depot) N05AD01 R2 R2 H. R2 8. 5 mg/mL decanoato solução injetável 50 mg/mL halotano líquido volátil solução injetável 5. R2 H H H 8.0 mg 3.000 UI/0.000 UI 10.Denominação genérica Forma farmacêutica H Condição de uso1 DDD ATc comprimido 1 mg e 5 mg haloperidol solução oral 2 mg/mL solução injetável decanoato de 5 mg/mL haloperidol solução injetável 50 mg/mL comprimido 1 mg e 5 mg haloperidol solução oral 2 mg/mL solução injetável haloperidol.0 mg 3. injetável 100 succinato sódico mg e 500 mg hidroxicloroquina. creme 1% acetato pó para solução hidrocortisona. R2 H.3 mg (depot) 10.0 mg 8.000 UI 0. cloridrato solução injetável 20 mg/mL comprimido hidroclorotiazida 12.000 UI/mL heparina sódica solução injetável (subcutânea) 5.

Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc comprimido mastigável 200 mg hidróxido de + 200 mg magnésio + suspensão oral hidróxido de alumínio (35. 1 mg/mL cloridrato hipoclorito de sódio hipromelose solução 10 mg cloro/mL colírio 0.2 % e 0.6 mg + 37 mg)/mL hidroxiuréia cápsula 500 mg solução injetável hidroxocobalamina.3 % R37 20 µg - A02AX L01XX05 B03BA03 D08AX07 S01KA02 108 .

Denominação genérica Forma farmacêutica i Condição de uso1 DDD ATc comprimido 200 mg e 600 mg ibuprofeno suspensão oral 20 mg/mL pó para solução idarrubicina.2 g 1. R37 H.0 g H 40 UI 40 UI - M01AE01 L01DB06 L01AA06 J01DH51 J06BB01 J06BB05 J06BB02 A10AC01 A10AB01 H03CA - D08AG02 109 . R37 R37 H.2 g H. R12 H 2. injetável 10 mg cloridrato cápsula 5 mg e 25 mg pó para solução ifosfamida injetável 1 g imipenem + solução injetável cilastatina sódica 500 mg + 500 mg imunoglobulina solução injetável anti-D (Rh) 250 μg e 300 μg imunoglobulina solução injetável anti-rábica 150 UI e 300 UI imunoglobulina solução injetável antitetânica 250 UI suspensão insulina humana NPH injetável 100 UI/mL insulina humana solução injetável regular 100 UI/mL solução de iodeto iodo + iodeto de potássio de potássio iodada (FN) solução alcoólica 10 % (1% iodo ativo) solução aquosa iodopovidona 10 % (1% iodo ativo) solução degermante 10 % (1% iodo ativo) 1.

3 g 20 mg 40 mg 0.28 g 0.58 g hidróxido de sódio (equivalente a 350 mg iodo/mL) solução inalante 0.15 g meglumina)/mL + 0.2 g 0. brometo 0. mononitrato itraconazol ivermectina J04AC01 J04AM02 C01DA08 C01DA14 H R29 J02AC02 P02CF01 110 .02 mg/dose solução injetável 300 mg líquido volátil comprimido 100 mg cápsula 100 mg + 150 mg cápsula 200 mg + 300 mg comprimido sublingual 5 mg comprimido 40 mg solução injetável 10 mg/mL cápsula 100 mg solução oral 10 mg/mL comprimido 6 mg Condição de uso1 DDD ATc ioxitalamato de meglumina + ioxitalamato de sódio H - V08AA05 ipratrópio. dinitrato isossorbida.59 g ácido ioxitalâmico + 0.2 g 12 mg P01CX01 N01AB06 isetionato de pentamidina isoflurano isoniazida isoniazida + rifampicina isossorbida. R1 R26 R26 R51 0.3 mg (solução inalante) R03BB01 0.25 mg/mL aerossol 0.Denominação genérica Forma farmacêutica solução injetável (0.12 mg (aerossol ou pó inalante) H H.

cloridrato lidocaína.75 mg comprimido 250 mg + 25 mg comprimido 1. cloridrato lidocaína. 50 μg e 100 μg solução injetável 1%e2% gel 2% solução injetável 2% gel 2% aerossol 100 mg/mL solução injetável 1 % + 1:200.000 solução injetável 2 % + 1: 80. cloridrato + glicose H - N01BB52 111 .134 mg 0.3 g 0.6 g A06AD11 J05AF05 leuprorrelina.Denominação genérica Forma farmacêutica L solução oral 667 mg/mL comprimido 150 mg solução oral 10 mg/mL pó para suspensão injetável 3.3 g 0.5 mg comprimido 25 μg. cloridrato R37.134 mg (depot ) 1 mg (inj) 0. hemitartarato - N01BB52 lidocaína.000 (uso odontológico) solução injetável 5 % + 7.000 solução injetável 2 % + 1:200.5 % Condição de uso1 DDD ATc lactulose lamivudina H.0 g - H03AA01 N01BB02 C01BB01 D04AB01 lidocaína.15 mg H. cloridrato + epinefrina. R64 R32 R32 6. R68 R2 R70 L02AE02 N04BA02 G03AC03 0. acetato levodopa + carbidopa levonorgestrel levotiroxina sódica lidocaína. R48 3.7 g 0.

R43 R2 DDD ATc 24 mmol (Li+) 10 mg 10 mg B05BA02 N05AN01 A07DA03 R33 R33 J05AE loratadina R06AX13 112 .3 mg + 33. carbonato loperamida lopinavir + ritonavir Forma farmacêutica emulsão injetável 100 mg/mL (10%) comprimido 300 mg comprimido 2 mg cápsula 133.3 mg solução oral (80 mg + 20 mg)/mL comprimido 10 mg xarope 1 mg/mL Condição de uso1 H.Denominação genérica lipídios lítio.

0 g 0. acetato mefloquina.67 mg R35 R37 H R37 R37 1.Denominação genérica Forma farmacêutica m comprimido 2 mg solução oral ou xarope 0. cloridrato megestrol.16 g 0.85 g Sb5+ H R33 1.5 mg e 10 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 250 mg comprimido 160 mg solução injetável 300 mg/mL (85 ou 81 mg antimônio/mL) comprimido 2 mg comprimido 50 mg pó para solução injetável 500 mg solução injetável 50 mg/mL cápsula 200 mg Condição de uso1 DDD ATc maleato de dexclorfeniramina maleato de enalapril maleato de ergometrina maleato de timolol manitol mebendazol medroxiprogesterona.5 % solução injetável 20 % comprimido 100 mg suspensão oral 20 mg/mL comprimido 2.8 g R06AB02 C09AA02 G02AB03 S01ED01 B05BC01 P02CA01 G03DA02 G03AC06 P01BC02 L02AB01 P01CB01 L01AA03 L01BB02 V03AC01 V03AB04 J05AE01 113 . antimoniato melfalana mercaptopurina mesilato de desferroxamina mesilato de pralidoxima mesilato de saquinavir 6.25 % e 0.4 mg/mL comprimido 5 mg e 20 mg solução injetável 200 μg/mL colírio 0.2 g 5.0 mg 6. acetato medroxiprogesterona.2 g 0.0 mg ∆ H 10 mg 0. acetato meglumina.0 mg 1.2 mg 0.2 mL H 0.

5 mg metotrexato de sódio solução injetável 25 mg/mL comprimido 250 mg metronidazol solução injetável 500 mg 2.0 g V03AF01 A10BA02 C02AB01 H02AB04 N07AA01 R53 H H H 1.0 g 20 mg 2.5 mg metotrexato de sódio solução injetável 25 mg/mL comprimido 2. cloreto 10 mg/mL comprimido 10 mg metoclopramida. R41 R41 DDD ATc solução injetável 100 mg/mL mesna comprimido 400 mg e 600 mg metformina.5 mg/mL solução injetável metiltionínio. succinato 25 mg e 100 mg comprimido 2.5 g V03AB17 R62 R53 R37 H.0 mg 30 mg 30 mg 30 mg 0. R37 A03FA01 C07AB02 L01BA01 H. R43 L04AX03 H J01XD01 114 .5 mg 1. comprimido cloridrato 500 mg e 850 mg comprimido metildopa 250 mg metilprednisolona. solução injetável cloridrato 5 mg/mL solução oral 4 mg/mL comprimido metoprolol.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 H. pó para solução succinato sódico injetável 500 mg metilsulfato de solução injetável neostigmina 0.15 g 2.

0 g 2.2 g 40 mg - P01AB01 D01AC02 N05CD08 N05CD08 J01AA08 C01DA14 H H. R5 H.1 g 0.0 g H. 400 mg metronidazol suspensão oral 40 mg/mL creme vaginal 5% creme 2 % creme vaginal 2 % miconazol. sulfato liberação prolongada 60 mg comprimido 30 mg pó para dispersão mucilóide de Psyllium oral 5g a 6g 2. R5 R27 15 mg 15 mg 0.0 g A06AC01 115 . cloridrato 1 mg/mL midazolam.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc comprimido 250 mg. R4 R4 R4 R4 30 mg 0. nitrato loção 2% gel oral 2% pó 2% solução injetável midazolam.1 g N02AA01 7. comprimido cloridrato de 100 mg comprimido mononitrato de 40 mg isossorbida solução injetável 10 mg/mL solução injetável 10 mg/mL solução oral 2 mg/mL cápsula de morfina.1 g 0. maleato solução oral 2 mg/mL minociclina.1 g 0.

4 mg/mL comprimido 250 mg nelfinavir pó para solução oral 50 mg/g neostigmina.4 g V03AB15 J05AE04 N07AA01 J05AG01 R68 30 mg 14 mg N07BA01 R71 30 mg C08CA05 1.000 UI A07AA02 0.000 UI/mL creme 2% creme vaginal 2% nitrato de miconazol gel oral 2% loção 2% pó 2% nitrato de prata Colírio 1 % nitrito de sódio cápsula 250 mg comprimido 100 mg nitrofurantoína suspensão oral 5 mg/mL pó para solução nitroprusseto de sódio injetável 50mg 116 H. R2 R33 R33 H R33 2.0 mg 0.25 g 2.2 g 0. R55 50 mg D01AC02 S01AX02 V03AB08 J01XE01 C02DD01 .4 g 0. 14 mg e 21 mg cápsula ou nifedipino comprimido 10mg suspensão oral nistatina 100.5 mg/mL comprimido 200 mg nevirapina suspensão oral 10 mg/mL goma de mascar 2 mg adesivo nicotina transdérmico 7 mg. cloridrato 0.25 g 2.2 g H.500.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc N solução injetável naloxona. solução injetável metilsulfato 0.

valerato nortriptilina.35 mg solução injetável 50 mg + 5mg cápsula 10 mg. cloridrato Forma farmacêutica comprimido 0.Denominação genérica noretisterona noretisterona. enantato + estradiol. 25 mg e 50mg Condição de uso1 DDD ATc G03AC01 G03AA05 R2 75 mg N06AA10 117 .

4 g 20 mg H01BB02 J01MA01 D02AC A02BC01 A02BC01 A04AA01 H R38. cloridrato oxacilina sódica óxido nitroso oxigênio H R27 15 UI 0. R63 H H H H 20 mg 16 mg 16 mg 2.Denominação genérica Forma farmacêutica o solução injetável 5 UI/mL comprimido 400 mg Frasco 100 mL cápsula 10 mg e 20 mg pó para solução injetável 40 mg comprimido 4 mg e 8 mg solução injetável 2 mg/mL pó para solução injetável 500 mg gás inalante gás inalante Condição de uso1 DDD ATc ocitocina ofloxacino óleo mineral omeprazol omeprazol sódico ondansetrona.0 g - J01CF04 N01AX13 V03AN01 118 .

000 UI palmitato de retinol solução oleosa 150. R37 R43 R43 H. comprimido brometo 60 mg comprimido piridoxina.16 g 119 .5 g 1. cloridrato 50 mg H. comprimido cloridrato 250 mg pentamidina.000 UI 50.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc P solução injetável paclitaxel 6 mg/mL cápsula 200.5 g 0. R42 H 50.0 g - L01CD01 A11CA01 M03AC01 N02BE01 D02AB H 0. brometo 2 mg/mL comprimido 500 mg paracetamol solução oral 200 mg/mL pasta d’ água pasta (FN) penicilamina. pó para solução isetionato injetável 300 mg pó ou permanganato comprimido de potássio 100 mg creme 5% permetrina loção 1% peróxido de benzoíla gel 2.0 g 3.000 UI 3.18 g 0. cloridrato Colírio 2 % comprimido 500 mg pirazinamida solução oral 30 mg/mL piridostigmina.28 g 0.4 mL P01CX01 D08AX06 P03AC04 D10AE01 S01EB01 J04AK01 N07AA02 A11HA02 R26 1.5 % e 5 % pilocarpina.000 UI/mL pó para solução pamidronato injetável 60 mg dissódico e 90 mg solução injetável pancurônio.

solução injetável cloridrato 25 mg/mL comprimido propiltiouracila 50 mg e 100 mg emulsão injetável propofol 10 mg/mL comprimido 10 mg e 40 mg propranolol. 20 mg solução injetável prilocaína.0 g 10 mg 10 mg B05AA06 V03AB04 P02BA01 H02AB06 H02AB07 R6 15 mg 15 mg N01BB54 P01BA03 P01BA03 R06AD02 H 25 mg 0.16 g - C07AA05 V03AB14 120 . R3 ∆ H 0.03 UI/mL comprimido primaquina 5 mg e 15 mg comprimido primaquina. mesilato 50 mg/mL comprimido praziquantel 150 mg e 600 mg solução oral prednisolona.1 g H03BA02 N01AX10 H. cloridrato para uso + felipressina odontológico 3% + 0. cloridrato 10 mg/mL H. cloridrato solução injetável 10 mg/mL solução injetável protamina. difosfato 5 mg e 15 mg prometazina.34 mg/mL fostato sódico (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) comprimido prednisona 5 mg. R73 H H 3. 1.16 g 0.5% solução injetável pralidoxima.Denominação genérica pirimetamina Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD 75 mg ATc P01BD01 comprimido 25 mg solução 10 % podofilina a 25 % solução poligelina injetável 3.

R74 - S01HA04 121 .1 mL (PPD-Rt 23.Denominação genérica prova tuberculínica (derivado protéico purificado ) proximetacaína. 2.000 U) Colírio 0.5% Condição de uso1 DDD ATc - V04CF01 H. cloridrato Forma farmacêutica solução injetável (intradérmica) 0.

5 g P01BC01 122 .5 g R 35 1.Denominação genérica quinina. dicloridrato Forma farmacêutica q comprimido 325 mg solução injetável 24 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc 1. sulfato quinina.

6 g 1.2 g A02BA02 retinol.000 UI solução oleosa 150. R27 R27 R33 R33 0.000 UI 0.000 UI/mL cápsula 300 mg suspensão oral 20 mg/mL cápsula 100 mg solução oral 80 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc ranitidina. palmitato A11CA01 rifampicina ritonavir J04AB02 J05AE03 123 .6 g 0.3 g 0.3 g 50. cloridrato H R43 R43 R26.000 UI 50.2 g 1.Denominação genérica Forma farmacêutica r comprimido 150 mg solução injetável 25 mg/mL cápsula 200.

.5 g (20 mmoles de potássio e 65 mmoles cloreto) citrato de sódio diidratado.1......8 g 15 mg R03CC02 saquinavir..6 g (75 mmoles sódio) glicose anidra .2.... mesilato sinvastatina R33 J05AE01 C10AA01 124 .5 mg/mL cápsula 200 mg comprimido 10 mg e 40 mg Condição de uso1 DDD ATc sais para reidratação oral ∆ - A12BA51 salbutamol..13..9 g (10 mmoles citrato) aerossol 100 μg/dose solução inalante 5 mg/mL solução injetável 0.... 2.. sulfato H 0.8 mg (aerossol inalante) 10 mg (solução inalante) 12 mg 1.Denominação genérica Forma farmacêutica S pó para solução oral (composição por litro após preparo): cloreto de sódio....5 g (75 mmoles glicose) cloreto de potássio.....

..... 40 mEq/L Condição de uso1 DDD ATc solução ácida para hemodiálise H - B05Z solução alcalina para hemodiálise solução de iodo composto para teste de Schiller H - B05Z - V04CX solução para diálise peritoneal com glicose 1. 1...0..5 % H - B05DA solução para diálise peritoneal com glicose 4.....5 mEq/L acetato ...109.3....5 mEq/L Mg++.........6 mEq/L solução injetável com: Na+.2 mEq/L Mg++...1 mEq/L Cl...5mEq/L Cl-.44........3.4% (32 mEq HCO-3/L) (20 mg iodo + 40 mg iodeto de potássio)/mL solução injetável com: Na+..3 mEq/ L Composição após diluição: NaHCO3 ......25% H - B05DB 125 .. 3.5 mEq/L K+ .5 mEq/L Cl...... 132 mEq/L Ca++ .Denominação genérica Forma farmacêutica composição após diluição: Na+.. 138 mEq/L Ca++ .....5 mEq/L Mg++........96 mEq/L lactato... 8...... 101 mEq/L Lactato ......140 mEq/L Ca++..

.....laquético (5 mg + 3 mg)/mL solução injetável soro antibotulínico 500 UI/mL solução injetável soro anticrotálico 1..5 mg/mL solução injetável soro antidiftérico 1..7 mEq lactato.2.5 mg/mL solução injetável soro antiescorpiônico 1 mg/mL soro antilatrodectus solução injetável solução injetável soro antilonômico 3....7 mEq solução injetável cada mL soro antiaracnídico neutraliza 7..4 mEq cálcio.5 mg/mL H - B05BB01 - J06AA - J06AA03 J06AA03 J06AA03 J06AA04 J06AA03 J06AA01 J06AA03 J06AA J06AA J06AA 126 .5 ...5 dose miníma necrótica (DMN) solução injetável soro antibotrópico 5 mg/mL solução injetável soro antibotrópico (5 mg + 1..109 mEq + lactato sódio.000 UI/mL solução injetável soro antielapídico 1.130 mEq potássio.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc solução injetável (composição por litro): solução Ringer cloreto..27.crotálico m g ) / m L soro antibotrópico solução injetável .

0 g 0.6 g H - J06AA06 J06AA02 C07AB02 H02AB09 H02AB04 J01EC02 D06BA01 sulfametoxazol + trimetoprima J01EE01 sulfassalazina sulfato de amicacina sulfato de atazanavir sulfato de atropina sulfato de atropina R65 H H.000 UI/mL comprimido 25 mg e 100 mg pó para solução injetável 100 mg e 500 mg pó para solução injetável 500 mg comprimido 500 mg pasta 1% comprimido 400 mg + 80 mg solução injetável (80 mg + 16 mg)/mL suspensão oral (40 mg + 8 mg)/mL comprimido 500 mg solução injetável 50 mg/mL e 250 mg/mL cápsula 150 mg e 200 mg solução injetável 0. R66 H 30 mg 20 mg 0.0 g 1.3 g - A07EC01 J01GB06 J05AE08 A03BA01 S01FA01 127 . R19 R33 H 2.25 mg/mL Colírio 1% Condição de uso1 DDD ATc soro antiloxocélico - J06AA soro anti-rábico soro antitetânico succinato de metoprolol succinato sódico de hidrocortisona succinato sódico de metilprednisolona sulfadiazina sulfadiazina de prata 0.15 g H.Denominação genérica Forma farmacêutica solução injetável cada mL neutraliza 15 dose mínima necrótica (DMN) solução injetável 200 UI/mL solução injetável 1.

R37 DDD 0.81 mEq Mg++/mL) solução injetável sulfato de magnésio 50% (4.0 g A06AD04 N02AA01 H. R4 R 35 30 mg 1.0 g 0.5 g 0.5 g ATc V08BA01 L01DC01 suspensão oral 1 g/mL pó para solução sulfato de bleomicina injetável 15 UI sulfato de cloroquina solução injetável 50 mg/mL difosfato de comprimido 250 mg cloroquina (equivalente a 150 mg cloroquina) comprimido 83.5 g P01BC01 128 . R25 R26 H 1.516 g J01FA01 J01GA01 J01GB03 P01BA02 A12CC02 H.0 g 1.2 mg (equivalente a 50 mg cloroquina) sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1 g sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1g solução injetável sulfato de gentamicina 10 mg/mL e 40 mg/mL sulfato de comprimido hidroxicloroquina 400 mg solução injetável 10% (equivalente sulfato de magnésio a 0.Denominação genérica sulfato de bário Forma farmacêutica Condição de uso1 H H.5 g 1.05 mEq/ mL Mg++) pó para solução sulfato de magnésio oral 30 g solução injetável sulfato de morfina 10 mg/mL sulfato de quinina comprimido 325 mg dicloridrato solução injetável de quinina 24 mg/mL P01BA01 H.0 g H.24 g 0. R44 7. R43 1.5 g 0.

Denominação genérica Forma farmacêutica aerossol 100 μg/dose solução inalante 5 mg/mL solução injetável 0.5 mg/mL Condição de uso1 DDD 0. R37 H. R37 L01CA01 L01CA02 B03AA07 M03AB01 H - 129 . cloreto 50 mg/mL H.2 g Fe++ ATc sulfato de salbutamol H R03CC02 pó para solução sulfato de vimblastina injetável 10 mg pó para solução sulfato de vincristina injetável 1 mg comprimido 40 mg Fe++ sulfato ferroso solução oral 25 mg Fe++ /mL solução injetável suxametônio.8 mg (aerossol inalante) 10 mg (solução inalante) 12 mg 0.2 g Fe++ 0.

cloridrato 300 mg solução injetável tiamina. fumarato comprimido desoproxila 300 mg solução injetável testosterona.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc T comprimido 10 tamoxifeno.0 g 3.5 % comprimido tioguanina 40 mg pó para solução tiopental sódico injetável 1g solução injetável tiossulfato de sódio 250 mg/mL tropicamida Colírio 1% R37 H. R37 R32 R68 20 mg 0. palmitato 100.245 g 18 mg 3. cipionato 100 mg/mL pomada tetraciclina.000 UI/mL Colírio 0.2 mL A11DA01 S01ED01 L01BB03 N01AF03 V03AB06 S01FA06 R37 H H H - 130 .0 g L02BA01 L01CB02 J05AF07 G03BA03 S01AA09 P02CA02 H. citrato mg e 20 mg solução injetável teniposídeo 10 mg/mL tenofovir.25 timolol. R43 50 mg 0. maleato % e 0. cloridrato oftálmica 1% comprimido 500 mg tiabendazol suspensão oral 50 mg/mL comprimido tiamina.

bacilos atenuados) vacina conjugada anti-meningococo C vacina contra febre tifóide vacina contra hepatite B (ADNR recombinante) vacina contra influenza vacina contra raiva (uso humano.Denominação genérica vacina antidiftérica e antitetânica adsorvida uso adulto (DT) vacina antimeningococo A e C vacina antimeningococo B e C vacina BCG . 2 e 3 vacina oral de rotavírus humano (VORH) Forma farmacêutica V suspensão injetável pó para solução injetável suspensão injetável pó para solução injetável suspensão injetável solução injetável solução injetável solução injetável pó para solução injetável pó para solução injetável pó para solução injetável solução oral pó para solução oral Condição de uso1 DDD ATc - J07AM51 J07AH03 J07AH03 J07AN01 J07AH07 J07AP02 J07BC01 J07BB02 J07BG01 J07BL01 J07BD01 J07BF02 J07BH01 131 .ID (contra tuberculose. cultivo celular) vacina de vírus vivos atenuados de febre amarela vacina de vírus vivos contra sarampo vacina oral contra poliomielite tipos 1.

5 g N03AG01 vancomicina. rubéola e caxumba (SRC) Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc suspensão injetável - J07AG52 solução injetável - J07AJ51 solução injetável cápsula 288 mg (equivalente a 250 mg ácido valpróico) comprimido 576 mg (equivalente a 500 mg ácido valpróico) solução oral ou xarope 57.0 g 7. R23 H 2.5 mg J01XA01 B01AA03 132 .5 g 1.Denominação genérica vacina tetravalente (DPT+HiB) antidiftérica. antipertússica e contra meningite e outras infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B vacina tríplice bacteriana. contra sarampo.5 g 1. contra difteria.tétano e coqueluche (DTP) vacina tríplice viral. antitetânica.624 mg/mL (equivalente a 50 mg ácido valpróico/mL) pó para solução injetável 500 mg comprimido 1 mg e 5 mg - J07BD52 valproato de sódio R2 R2 1. cloridrato varfarina sódica H.

R37 H.5 mg/mL pó para solução injetável 10 mg pó para solução injetável 1 mg Condição de uso1 DDD ATc verapamil. 80 mg e 120 mg solução injetável 2.24 g C08DA01 vimblastina. R47 0. sulfato H.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 40 mg. R37 - L01CA01 L01CA02 133 . sulfato vincristina.24 g 0. cloridrato H.

6 g - J05AF01 zidovudina + lamivudina J05AF30 134 .6 g 0.Denominação genérica Forma farmacêutica Z cápsula 100 mg solução oral 10 mg/mL solução injetável 10 mg/mL comprimido 300 mg + 150 mg Condição de uso1 DDD ATc zidovudina R32 R32 R32 R32 0.6 g 0.

rEFErêNCiAS .

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ANExoS .

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resolve: Art. Tecnologia e Insumos Estratégicos. como instrumento racionalizador das ações no âmbito da assistência farmacêutica. Tecnologia e Insumos Estratégicos. publicado em 2005. o qual aponta a utilização da Rename. a ser coordenada pelo Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. da Política Nacional de Assistência Farmacêutica. c) Agência Nacional de Vigilância Sanitária. publicada no Diário Oficial da União do dia 5 de setembro de 2002. 143 PORTARIA N. aprovada pela Resolução CNS nº 338. de 30 de outubro de 1998. a qual recomenda a revisão permanente da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). a) Secretaria de Ciência. o qual adotou e aprovou a revisão periódica e a implementação da Rename como proposta dentre outras que compõem o eixo temático “Acesso à Assistência Farmacêutica: a Relação dos Setores Público e Privado de Atenção à Saúde. 2º. e: Considerando a prioridade contida no item 4.que aprova a revisão periódica e a atualização permanente da Rename. entidades e instituições: I . inciso VII. dE 29 dE JULHO dE 2005 (*) . 1º Constituir a Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare).ANEXO A Constitui Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Comare. e integrada por um representante dos seguintes órgãos.254. publicada no Diário Oficial da União do dia 10 de novembro subseqüente. de 3 de setembro de 2002. b) Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Considerando o eixo estratégico contido no art. à evolução científica e tecnológica na área farmacêutica e às questões de eficiência administrativa.1 da Política Nacional de Medicamentos. da Secretaria de Ciência. no uso de suas atribuições.916/GM.Ministério da Saúde. de 6 de maio de 2004. atualizada periodicamente. e Considerando a necessidade de estabelecimento de processo permanente de atualização da Rename de modo a adequá-la à dinâmica do quadro nosológico do País.º 1.587. Considerando o disposto no art. aprovada pela Portaria nº 3. Considerando o Relatório Final da 1ª Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. da Portaria nº 1. 2º.

Parágrafo único. visando à agilização dos trabalhos da Comissão. a composição e o funcionamento da Comissão de que trata o art.Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. página 73. Universidade Federal do Estado de São Paulo. e Universidade Federal de Santa Catarina. IV . Tecnologia e Insumos Estratégicos. com incorreção no original. VI .Conselho Federal de Farmácia. 144 . VII . Universidade de São Paulo. Subcomissões poderão ser criadas por sugestão da Comare. as competências. da Secretaria de Ciência. Universidade Federal de Pernambuco.Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde.Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental. Art. 3º A Secretaria-Executiva da Comare será exercida pela Coordenação-Geral de Acompanhamento. Art. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. e IX . Seção 1.Conselho Nacional de Secretários de Saúde.Conselho Federal de Medicina. da Fundação Oswaldo Cruz. 2º A natureza.Sociedade Brasileira de Vigilância Sanitária de Medicamentos. e) Escola Nacional de Saúde Pública. III . VIII . As seguintes entidades serão convidadas a indicar um representante para compor a Comissão: Universidade de Brasília. do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. V . Monitoramento e Avaliação da Qualidade de Produtos e Serviços Farmacêuticos. Parágrafo único. II . e terá a função de organizar as atividades administrativas.d) Secretaria de Atenção à Saúde. Universidade Federal do Rio de Janeiro. de 1º/8/2005. e f) Instituto Nacional de Câncer. Universidade Federal de Minas Gerais. Art. após análise e aprovação desta Comissão. 1º serão definidos em regimento interno a ser aprovado por ato do Secretário de Ciência. e de encaminhar outros assuntos de rotina que não necessitem da convocação de seus membros.Associação Médica Brasileira. SARAIVA FELIPE (*) Republicada por ter saído no DOU nº 146. Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

A instituição e o funcionamento da Comare devem adequar-se ao contido no inciso 7 do artigo 2º da Política Nacional de 145 . Artigo 2º . que elaborou e aprovou proposta do referido regimento interno. publicada no Diário Oficial da União – DOU.DAF/SCTIE/MS. MOISÉS GOLDBAUM PORTARIA N.Aprovar o Regimento Interno da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Comare – constante do ANEXO da presente Portaria. de 29 de julho de 2005. Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. no uso de suas atribuições: Considerando o dispositivo no Artigo 2º.254.A Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) é uma instância colegiada. dE 9 dE FEvEREIRO dE 2006 ANExo i rEGimENTo iNTErNo DA ComiSSÃo TÉCNiCA E muLTiDiCiPLiNAr DE ATuALiZAÇÃo DA rELAÇÃo NACioNAL DE mEDiCAmENToS ESSENCiAiS – ComArE DA NATurEZA E FiNALiDADE Artigo 1º .ANEXO B O Secretário de Ciência.Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. da Portaria nº 1. vinculada ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Ciência. de natureza consultiva e educativa. resolve: Artigo 1º . realizadas nos dias 29 de novembro e 15 de dezembro de 2005. Parágrafo Único . Considerando a decisão das reuniões da Comare.º 13. Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde . de caráter permanente. do dia lº de agosto de 2005 subseqüente. que prevê a definição de um Regulamento Interno para estabelecer o funcionamento e competências da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos – Comare.

Para atender o disposto no caput deste artigo.sejam registrados no Brasil em conformidade com a legislação sanitária. IX .identificação do princípio ativo.A Comare tem por finalidade realizar avaliação sistemática da relação dos medicamentos e demais produtos farmacêuticos constantes da Rename. admitindo-se combinações em doses fixas que atendam ao item I. eficácia e qualidade. com base na melhor evidência em seres humanos destacando segurança.preponderantemente medicamentos com único princípio ativo. Artigo 2º . pela Denominação Comum Internacional (DCI). Parágrafo Único . esquema posológico e apresentações. resguardadas segurança. conforme Denominação Comum Brasileira (DCB). atualizada periodicamente.aspectos epidemiológicos.menor custo no tratamento/dia e custo total do tratamento. VIII . d) facilidade de fracionamento ou multiplicação das doses.informações suficientes às características farmacotécnicas. II .valor terapêutico comprovado. a Comare deverá resguardar os seguintes critérios de seleção adotados: I . c) facilidade para cálculo da dose a ser administrada. com o propósito de selecionar aqueles mais adequados para atender as necessidades de assistência à saúde da maioria da população. distribuição e controle. VII . de 06 de maio de 2004. farmacocinéticas e farmacodinâmicas. na sua falta. eficácia e efetividade. e) com perfil de estabilidade mais adequado às condições de estocagem e uso. considerando: a) comodidade para a administração aos pacientes. III . V . armazenamento. que recomenda “a utilização da Rename. 146 . VI . e indicar as alterações necessárias.concentrações e formas farmacêuticas. aprovada por meio da Resolução CNS nº 338.Assistência Farmacêutica.menor custo de aquisição. b) faixa etária. como instrumento racionalizador das ações no âmbito da assistência farmacêutica”. ou. IV .

no intuito de constituir subcomissões ou grupos de trabalho.Compete à Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Rename: I . VI . para avaliação de questões específicas.realizar intercâmbio e assessorar comissões similares nos governos estaduais ou municipais.propor normas e regulamentos básicos para a implementação do uso da Rename no País. III .A Comare definirá a estratégia de revisão da estrutura e das classes farmacológicas. por meio da ficha oficial padronizada de consulta da comissão. acompanhar e analisar estudos farmacoepidemiológicos relacionados à Rename.propor métodos e estratégias relacionadas à formação e educação continuada dos profissionais de saúde. II .propor prioridades a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. uso e aperfeiçoamento da Rename. resultados de experiências terapêuticas ou administrativas no campo dos medicamentos.administrativo a ser disponibilizado ou contratado pelo MS.DAS ComPETêNCiAS Artigo 3º . considerando o suporte técnico. quando necessário.promover estratégias de divulgação e o uso da Rename nos serviços de saúde.propor o convite a consultores técnicos especialistas. em relação à regulamentação e monitoramento de medicamentos e/ou outros produtos constante da Rename.receber. IX . nacionais ou estrangeiros. V . VIII . IV . as propostas de alteração da Rename. 147 . no que se refere à divulgação. em função de novos conhecimentos científicos e técnicos. VII .propor. X . utilizando os critérios definidos no Artigo 2º deste Regimento. bem como a conveniência da inclusão ou exclusão de produtos. resguardados os impedimentos legais. XI .apresentar propostas para elaboração e publicação Formulário Terapêutico da Rename a partir dos materiais já produzidos com base na Rename 2000 e 2002.avaliar a adequação de cada medicamento e de cada produto farmacêutico constantes da Rename.

benefícios ou vantagens pessoais.manifestar-se sobre os demais assuntos de sua competência. DA ComPoSiÇÃo Artigo 4º . que resultem em auferição de remunerações. com total de 22 (vinte e dois) membros titulares e respectivos suplentes. Parágrafo Primeiro .propor estratégias de avaliação da utilização da Rename na rede de serviços do Sistema Único de Saúde. encaminhada diretamente ao DAF e Secretaria de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Parágrafo Terceiro .Enquanto integrar a Comare.A representatividade das entidades ou órgãos mencionados na Portaria Ministerial de constituição da Comare.Será desvinculado. Parágrafo Primeiro . clínica ou administrativa relacionadas ao medicamento. deverá ocorrer através da indicação formal de um nome por cada entidade ou órgão. principalmente no que se refere a vínculos empregatícios ou contratuais. indicados pelos órgãos. proporcionadas pelas indústrias produtoras de medicamentos. automaticamente.Sempre que constatada a inobservância das atribuições inerentes ao membro da Comare bem como o descumprimento deste regimento.Não será permitido acumulação de indicação à representatividade.As indicações recebidas serão comunicadas à Secretaria Executiva da Comare. compromissos ou obrigações com indústrias privadas produtoras de medicamentos. para providências administrativas necessárias.A Comare terá composição multidisciplinar.Todos os membros deverão preencher o cadastro e assinar termo de responsabilidade. prêmios ou outras vantagens pessoais. Artigo 5º . o membro que deixar de comparecer a duas reuniões consecutivas. XIII . por seu destacado conhecimento e (ou) atuação nas áreas técnica. de acordo com o estabelecido nos regulamentos do Ministério da Saúde em relação à matéria. a comissão solicitará sua substituição à entidade a qual o mesmo representa. entidades e instituições. Parágrafo Segundo . Artigo 6º . onde afirmem a ausência de conflitos de interesse.XII . Parágrafo Segundo . sem justificativa relevan148 . nenhum dos membros poderá auferir brindes.

Na impossibilidade do consenso. 149 . onde constem os membros presentes. podendo fazer parte consultores especialistas convidados. Monitoramento e Avaliação da Qualidade de Produtos e Serviços Farmacêuticos . Artigo 11 . Artigo 12 .Os grupos de trabalho ou as subcomissões eventualmente formadas para tratamento de assuntos específicos.O cargo de Secretário Executivo da Comare será exercido pelo Coordenador Geral de Acompanhamento. devendo a entidade que representa. Artigo 10 .Decorrido 30 (trinta) minutos da hora marcada para o início da sessão e inexistindo quorum mínimo. nesta circunstância. os assuntos debatidos e as decisões emanadas. Artigo 8º . e quaisquer outros usos somente poderão ocorrer sob autorização expressa da Comare. ordinariamente. Parágrafo Único . cuja elaboração ficará a cargo da sua Secretaria Executiva.A Secretaria Executiva da Comare organizará a pauta das reuniões.A Comare reunir-se-á.As sessões da Comare serão instaladas com a presença mínima de oito de seus membros. extraordinariamente. conforme estabelece o inciso IV do Artigo 3º deste Regimento Interno.Os trabalhos elaborados pelos grupos e subcomissões referidos no caput deste artigo devem servir exclusivamente às necessidades da Comare. indicar novo membro. uma vez a cada mês e.A convocação para as reuniões ordinárias deve seguir o cronograma e para as extraordinárias o mínimo de 08 (oito) dias. terão caráter transitório. Artigo 9º . as decisões da Comare serão deliberadas pela maioria simples do total de membros. por convocação de sua Secretaria Executiva ou por requerimento da maioria simples dos seus membros.As reuniões da Comare serão registradas em atas sumárias. Artigo 13 . esgotados argumentos com base em evidências científicas. serão instalados os trabalhos com os membros presentes. Parágrafo Único .te apresentada por escrito até quarenta e oito horas úteis após a reunião. Parágrafo Único . Do FuNCioNAmENTo Artigo 7º . Parágrafo Único .Cada membro presente tem direito a um voto.DAF/SCTIE.

serão objeto de discussão e deliberação dos membros da Comare. Artigo 15 .A Comare poderá organizar oficinas de trabalho ou outros eventos que congreguem áreas de conhecimento e tecnologia. MOISÉS GOLDBAUM Secretário 150 . 31 de janeiro de 2006. visando subsidiar o exercício de suas competências.DiSPoSiÇÕES GErAiS Artigo 14 .Os casos omissos não previstos no presente Regimento. Brasília.

2 % cápsula 30 mg.000 UI pó para suspensão oral 80.1 % e 0.5 mg aerossol 500 μg/dose pomada 0.000 UI/mL solução injetável 50 mg Fe/mL 151 .ANExo C MEdIcAMENTOS EXcLUÍdOS. INcLUÍdOS E ALTERAdOS (FORMA FARMAcÊUTIcA E/OU cONcENTRAÇÃO E/OU dOSE) EM RELAÇÃO à RENAME 2002 mEDiCAmENToS ExCLuíDoS DCB acetato de desmopressina acetilcisteína ácido benzóico+ácido salicílico ácido iopanóico ácido valpróico aminofilina amprenavir atorvastatina benzoato de benzila brometo de vecurônio butilbrometo de escopolamina calamina citrato de bismuto cloreto de amônio cloridrato de clormetina cloridrato de petidina cloridrato de procarbazina cloridrato de tetracaína colchicina cromoglicato dissódico ditranol estavudina etossuximida exemestano fenoximetilpenicilina potássica ferrodextrano Forma farmacêutica solução injetável 4 μg/mL solução injetável 10% pomada ou creme 6% + 3% comprimido 500 mg cápsula 250 mg solução injetável 24 mg/mL cápsula 150 mg solução oral 15 mg/mL comprimido revestido 10 mg emulsão tópica 250 mg/mL pó para solução injetável 10 mg comprimido 10 mg solução injetável 20 mg/mL loção 8 % comprimido 120 mg comprimido revestido 1g solução injetável 5 mg solução injetável 50 mg/mL cápsula 50 mg solução oftálmica 5 % comprimido 0. 40 mg pó para solução oral 200 mg (1 mg/mL) cápsula 250 mg xarope 50 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 500.

40 mg solução injetável 10 mg/mL solução oftálmica 5 % gel 5 % solução tópica 10 v comprimido 5 mg solução solução injetável 4 UI/mL pomada 250 UI/g + 5 mg comprimido 200 mg comprimido 100 mg comprimido sublingual 2 mg comprimido liberação lenta 100 mg e 200 mg solução injetável (unidose) 0.5 mL violeta de genciana solução tópica 1 % 152 . 4 mg/mL comprimido 25 μg. 50 μg cápsula 10 mg. 5 mL. 5 mL vacina contra raiva para uso solução injetável (unidose) 1 mL humano fuenzalida-palacios vacina contra varicela liófilo solução injetável (unidose) vacina dupla infantil suspensão injetável (unidose) vacina tríplice acelular suspensão injetável (unidose) 0. 5 mL vacina contra poliomielite inativada solução injetável (unidose) 0. 5 mL suspensão injetável (unidose) 0. 1 mL vacina contra pneumococos 7 valente solução injetável (unidose) 0.DCB flucitosina gliconato de zinco granisetrona imunoglobulina antivaricela zoster imunoglobulina anti–hepatite b indinavir ipeca liotironina sódica lomustina mesilato de fentolamina metilcelulose nonoxinol peróxido de hidrogênio selegilina solução para hemodiálise sem glicose e sem potássio somatotrofina sulfato de bacitracina + neomicina zíncica sulfato de quinidina talidomida tartarato de ergotamina teofilina vacina contra haemophilus influenzae b vacina contra hepatite a Forma farmacêutica comprimido 500 mg comprimido 50 mg comprimido 1 mg solução injetável 1mg/mL e 3 mg/mL solução injetável 125 UI solução injetável 200 UI cápsula 400 mg xarope 1. 5 mL vacina contra pneumococos 23 valente solução injetável (unidose) 0.

mEDiCAmENToS iNCLuíDoS DCB acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona álcool etílico atenolol azitromicina besilato de anlodipino carbonato de cálcio cefalotina sódica carboplatina cloridrato de bupropiona cloridrato de daunorrubicina cloridrato de idarrubicina cloridrato de lidocaína + glicose cloridrato de ondansetrona cloridrato de proximetacaína diatrizoato de sódio + diatrizoato de meglumina enantato de noretisterona + valerato de estradiol filgrastim fosfato sódico de prednisolona fumarato de tenofovir desoproxila gliclazida hipromelose ifosfamida imipenem + cilastatina sódica itraconazol Forma farmacêutica suspensão injetável (3 mg + 3 mg)/ mL solução 70% m/v comprimido 50 mg e 100 mg comprimido 500 mg suspensão oral 40 mg/mL comprimido 5 mg e 10 mg comprimido 1250 mg (equivalente a 500mg Ca ++) pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 150 mg e 450 mg comprimido 150 mg pó para solução injetável 20 mg pó para solução injetável 10 mg cápsula 5 mg e 25 mg solução injetável 5 % + 7. 2 e 0.5 % comprimido 4 mg e 8 mg solução injetável 2 mg/mL colírio 0.66 g)/mL (equivalente a 370 mg/mL de iodo) solução injetável 50 mg + 5 mg solução injetável 300 μg/mL solução oral 1.34 mg/mL (equivalente a 1 mg/mL de prednisolona) comprimido 300 mg comprimido 80 mg colírio 0.1 g + 0.3 % pó para solução injetável 1 solução injetável 500 mg + 500 mg cápsula 100 mg solução oral 10mg/mL 153 .5% solução injetável (0.

....2 mEq/L Mg++........5 mEq/L acetato .... antipertússica e contra meningite e outras infecções causadas por haemophilus influenzae tipo b Forma farmacêutica comprimido 1..3..... anti-tetânica.......3 mEq/ L NaHCO3 . 14 mg.........4% (32 mEq/L HCO-3) cápsula 150 mg e 200 mg comprimido 400 mg pó para solução oral suspensão injetável 154 ...... 8............ 138 mEq/L Ca++ ....DCB levonorgestrel loratadina mucilóide de Psyllium nicotina oxigênio poligelina propofol solução ácida para hemodiálise solução alcalina para hemodiálise sulfato de atazanavir sulfato de hidroxicloroquina vacina oral de rotavírus humano (VORH) vacina tetravalente (DPT+Hib) anti-diftérica........... 21 mg gás inalante solução injetável 3..5 mEq/L K+ ......109..5% emulsão injetável 10 mg/mL Composição após diluição: Na+.........5 mg comprimido 10 mg xarope 1 mg/mL pó para dispersão oral 5 g a 6 g goma de mascar 2 mg/g adesivo transdérmico 7 mg................0 mEq/L Cl.....1......

A. (ampola de 5 mL e 10 mL) Adequação de 5 mL e 10 mL) água para injeção N. CoNCENTrAÇÃo E DoSE (Rename 2002 versus Rename 2006) justificativa Adequação comprimido 2.A.15 Adequação à ioxitalamato de solução injetável g/mL meglumina + apresentação meglumina + 380 mg iodo/mL 0.75 mg disponível no mercado N.75 mg/mL injetável 3. (frasco 100 utilização N.A.2 mg/mL usual (vide parecer) solução injetável 0.5 mg posológica e indicação terapêutica acetato de comprimido e 10 mg como contraceptivo medroxiprogesterona de 5 mg solução injetável mensal (vide 150 mg/mL parecer) Não há disponibilidade no comprimido 500 mg mercado nacional acetato de megestrol comprimido 160 mg comprimido 160 mg da apresentação retirada comprimido 5 mg Adequação ao ácido fólico comprimido 5 mg solução oral esquema terapêutico 0. 59 g ácido ioxitalâmico + 0. farmacêutica na edição de 2002 Adequação à acetato de solução injetável pó para suspensão apresentação leuprorrelina com 3. (ampola de N.A.58 g hidróxido de existente no mercado ioxitalamato de sódio sódio (equivalente a 350 mg/mL de iodo) Exclusão da pomada 5% apresentação de uso creme 50 mg/g creme 50 mg/g fluoruracila como ceratolítico solução injetável solução injetável (vide parecer) 25 mg/mL 25 mg/mL Equívoco na designação da forma ácido salicílico solução 5 % pomada 5% F.mEDiCAmENToS Com rEViSÃo DE FormA FArmACêuTiCA. (frasco mL e 500 mL) 500 mL) Fármaco rename 2002 rename 2006 155 .N.

34 mEq/mL) mEq/mL ) cápsula ou Adequação de cápsula150 mg comprimido 150 mg posologia e 300 mg A concentração de solução injetável solução injetável 5% não é considerada 1%.000 UI pó para solução 5.N.N.000.000.000.25 μg pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 500 mg justificativa Adequação ao F.Fármaco alcatrão mineral alopurinol rename 2002 solução 5% rename 2006 pomada 1% F. 2% e 5% 1% e 2% essencial comprimido 200 mg xampu 2 % 156 .1 % (2. 100 mg posologia 500 mg e 1 g solução injetável solução injetável a 19. 25 mg terminologia das 1 mg/mL e 50 mg apresentações pó para solução pó para injetável Adequação de injetável 100 mg. 200 mg comprimido 50 mg Adequação de posologia solução injetável Adequação de solução injetável 10 mg.000 UI benzilpenicilina potássica calcitriol cápsula 0.25 μg solução injetável 1 μg /mL pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 250 mg pó para solução 5. Comodidade posológica Não há disponibilidade no mercado nacional da apresentação retirada Forma injetável não atende aos critérios de essencialidade Adequação posológica à indicação clínica usual ceftriaxona cetoconazol ciclofosfamida cisplatina citarabina cloreto de potássio cloridrato de clindamicina cloridrato de lidocaína Readequação de indicação clínica (vide parecer) Economicamente mais viável para o pó para solução solução injetável injetável 200 mg e 1 g preparo centralizado.56 Adequação de uso 10 % (1. comprimidos 100 comprimido 100 mg mg e 300 mg pó para solução 1.000 UI cápsula 0.

3.000 2. 4.2 mg Uso pediátrico (equivalente a 50 mg de cloroquina base) Adequação ao esquema terapêutico usual As doses indicadas variam entre 200 e 400 μg Adequação posológica para adultos e uso pediátrico Redução de apresentações rename 2006 didanosina dipropionato de beclometasona comprimido 25 mg.000 e 10.000.000 UI cápsula 600 mg solução oral 30 mg/mL solução injetável 2.000.5 mg/mL comprimido 40 mg cloridrato de prometazina comprimido 25 mg solução injetável 25 mg/mL cloridrato de propranolol comprimido 40 mg e 80 mg dicloridrato de cloroquina/difosfato de cloroquina solução injetável 50 mg/mL comprimido 150 mg justificativa Adequação ao comprimido 250 mg esquema terapêutico usual (vide parecer) Adequação comprimido 50 mg ao esquema terapêutico usual Não há justificativa clínica para o uso da forma oral como fármaco essencial solução injetável nas situações 25 mg/mL que se indicam (vide parecer) Adequação comprimido 10 ao esquema mg e 40 mg terapêutico usual solução injetável 50 mg/mL comprimido 250 mg (equivalente a 150 mg de cloroquina base) comprimido 83. solução inalante aerossol 50 μg/dose ou aerossol aerossol 250 μg /dose 50 μg/dose e 200 μg /dose cápsula 50 mg.Fármaco cloridrato de penicilamina cloridrato de piridoxina rename 2002 solução injetável 0. 100 mg 100 mg e 400 mg pó para solução pó para solução oral 2 g oral 2 g pó.000 e 4. comprimido 25 mg. 100 mg e 200 mg solução injetável com 1.000 UI efavirenz eritropoietina 157 .

Fármaco estearato de eritromicina rename 2002 cápsula 500 mg.500.05 mg + 0.1 mg/mL solução injetável 4 mg/mL fosfato dissódico de dexametasona gliconato de clorexidina Indicação como pré-medicação em cirurgia odontológica e bucomaxilofacial Adequação à solução bucal 0.03 mg apresentam menores + 0. comprimido revestido 500 mg suspensão oral 25 mg/mL rename 2006 justificativa cápsula 500 mg ou comprimido 500 mg Adequação de suspensão oral posologia 50 mg/mL Não atende aos critérios de essencialidade Falta de evidência científica que justifique sua indicação clínica. 750.25 mg cápsula 100 mg solução injetável 100 mg/mL solução oftálmica 10% solução oral 0.12 % apresentação solução degermante disponível no 2% a 4 % mercado. creme vaginal 1 mg/g Utilizam-se estrogênios conjugados. (vide parecer) comprimido 0.03 mg + 0.1 mg/mL solução injetável 4 mg/mL solução bucal 0. 158 .3 mg Doses menores creme vaginal apresentam menores 0.000 UI 1.000 UI e UI e 1.15 mg drágea 0.000 750.625 mg creme vaginal 0.625 mg/g riscos (vide parecer) Doses menores comprimido 0.000 UI.625 mg/g drágea 0.15 mg riscos (vide parecer) cápsula 50 mg solução injetável 20 mg/mL Adequação de posologia Forma farmacêutica injetável não é essencial estreptoquinase solução injetável solução injetável 250.500.000 UI estriol comprimido 2 mg creme vaginal 1 mg/g estrogênios conjugados etinilestradiol + levonorgestrel drágea 0.2 % solução degermante 4 % etoposídeo fluoresceína sódica colírio 1% comprimido 4 mg elixir 0.

3 mg + 33.000 UI solução injetável solução injetável subcutânea 5.25% 0.3 mg Uso pediátrico + 33.25% e 0.Fármaco rename 2002 heparina sódica solução injetável 1.25 mL rename 2006 solução injetável 5. Não se justifica o uso do comprimido comprimido 15 mg uma vez que a solução injetável solução injetável indicação se destina 5 mg/mL 5 mg/mL à indução de sedação solução oral solução oral em procedimentos 2 mg/mL 2 mg/mL de curta duração (vide parecer) solução oftálmica solução oftálmica Adequação 0.000 UI e 5.3 mg solução oral 80 + 20 mg/mL Não foram encontradas justificativas para comprimido 200 μg a permanência da solução injetável solução injetável ergometrina oral 200 μg/mL 200 μg/mL em hemorragia pósparto (vide parecer).000 subcutânea 5.5% posológica comprimido 250 mg comprimido 250 mg e 400 mg Adequação ao e 500 mg suspensão oral mercado suspensão oral 20 mg/mL 20 mg/mL 159 .000 UI/0.25 mL UI/0. 20 mg/ mL 20 mg/mL respectivamente cápsula 133.000 UI justificativa A apresentação excluída não atende os critérios de essencialidade ibuprofeno lopinavir + ritonavir maleato de ergometrina maleato de midazolam maleato de timolol metronidazol Adequação às comprimido 200 mg indicações como comprimido 300 mg e 600 mg analgésico e solução oral solução oral antiinflamatório.3 mg cápsula 133.

justificativa substituição de nifedipino por anlodipino pelo perfil de eficácia e segurança. comprimido cápsula ou Indicação clínica nifedipino liberação comprimido 10 mg como tocolítico controlada 20 mg na dose e forma farmacêutica indicada (vide parecer) Não se configura suspensão oral suspensão oral como essencial nesta 100.000 UI/mL 100.000 UI/mL nistatina forma farmacêutica creme vaginal (vide parecer) 25.000 UI/g Não há comprimidos norestisterona comprimido 0,35 mg disponibilidade no 0,35 mg e 5 mg mercado nacional Possibilidade de adequação cápsula 10 mg, cápsula 10 mg de doses com as omeprazol 20 mg e 40 mg e 20 mg concentrações mantidas solução injetável pó para solução pamidronato Excesso de 15 mg, 30 mg, injetável 60 e dissódico apresentações 60 mg e 90 mg 90 mg Esta apresentação paracetamol solução 100 mg/mL solução 200 mg/mL permite o cálculo de 1 gota/kg Maior peróxido de benzoíla loção e creme 5% gel 2,5% e 5% disponibilidade no mercado solução 150 mg/mL em tintura de Readequação podofilina benjoim solução 10 % a 25 % posológica solução oleosa 250 mg/mL

Fármaco

rename 2002

rename 2006

160

Fármaco

sais para reidratação oral

solução Ringer+lactato

succinato de metoprolol sulfato de atropina

sulfato de gentamicina

sulfato de magnésio

rename 2006 pó para solução oral cloreto de sódio...2,6 g/L (75 mmoles de sódio/L) glicose anidra ...13,5 g/L (75 mmoles de glicose) pó para solução cloreto de oral (FN) potássio...1,5 g/ L (20 mmoles de potássio/L e 65 mmoles/L cloreto) citrato de sódio diidratado...2,9 g/L (10 mmoles citrato) solução injetável solução injetável por L: por L: cloreto...109 mEq cloreto...109 mEq sódio...130 mEq sódio...129 mEq potássio...4 mEq potássio...4 mEq cálcio...2,7 mEq cálcio...2,7 mEq lactato...27,7 mEq lactato..26,8 mEq comprimido 25 mg comprimido 50 mg e 100 mg solução injetável solução injetável 0,25 mg/mL solução 0,25 mg/mL oftálmica 1% e 0,5% colírio 1% solução injetável solução injetável 10 e 40 mg/mL 10 e 40 mg/mL colírio 5 mg/mL solução oftálmica pomada oftálmica 0,3% 5 mg/g solução injetável 10 % pó para solução pó para solução oral 30 g oral 30 g solução injetável solução injetável 500 mg/mL 50% (= 500 mg/mL)

rename 2002

justificativa

Adequação da fórmula segundo a 14.a Lista OMS, março 2005

Correção de fórmula

Adequação posológica Redução de apresentações Adequação ao esquema terapêutico

Solução 10% para reposição em caso de perda de magnésio por diurese excessiva

161

rename 2006 justificativa solução injetável solução injetável 1 mg/mL e 10 mg/mL 10 mg/mL Comodidade solução oral solução oral sulfato de morfina posológica 2 mg/mL 2 mg/mL comprimido 30 mg comprimido 10 mg cápsula de liberação e 30 mg prolongada 60 mg Substituição das aerossol 100 μg/dose apresentações aerossol 100 orais por aquelas μg/dose administradas por comprimido 2 mg solução inalante via inalatória devido 5 mg/mL solução inalante sulfato de salbutamol à diminuição dos solução injetável 5 mg/mL efeitos adversos 0,5 mg/mL solução injetável sistêmicos 500 μg /mL principalmente na xarope 0,4 mg/mL asma (vide parecer) Não há evidências pomada 5% que indiquem comprimido 500 mg comprimido 500 mg a utilização do tiabendazol suspensão oral suspensão oral tiabendazol tópico 50 mg/mL 50 mg/mL (vide parecer)

Fármaco

rename 2002

162

ANExo D MEdIcAMENTOS cOM ALTERAÇÕES RELAcIONAdAS à INdIcAÇÃO TERAPÊUTIcA, RESTRIÇÃO dE USO E OUTRAS
DCB albumina humana captopril carbamazepina cetoconazol claritromicina cloridrato de ciprofloxacino cloridrato de epinefrina ou hemitartarato de epinefrina cloridrato de metoclopramida cloridrato de midazolam e maleato de midazolam cloridrato de prometazina FormA FArmACêuTiCA solução injetável 20% (= 200 mg/ml) juSTiFiCATiVA uso restrito em casos de hipoalbuminemia uso restrito para comprimido 25 mg urgência hipertensiva comprimido 200 mg alocado também como xarope 20 mg/ml estabilizador do humor comprimido 200 mg retirado do item antifúngico sistêmico e alocado como xampu 2% antifúngico tópico retirado do item cápsula ou comprimido medicamentos para 250 mg tratamento da tuberculose retirado do item comprimido 500 mg medicamentos para tratamento da tuberculose retirado como antiasmático e tem uso restrito a choque vascular e anafilático por solução injetável 1 mg/ml ser fármaco vasoativo com necessidade de monitoramento durante o uso uso restrito em crianças pela solução oral 4 mg/ml possibilidade de indução de reações extrapiramidais foram retirados do solução injetável 1 mg/ml item hipnóticos e sedativos e alocados solução oral 2 mg/ml como medicamentos adjuvantes de anestesia foi retirado dos itens comprimido 25 mg medicamentos antieméticos e hipnótico sedativos 163

DCB cloridrato de propranolol dinitrato de isossorbida fluoruracila fosfato de codeína

FormA FArmACêuTiCA comprimido 10 mg e 40 mg solução injetável 10 mg/ml comprimido sublingual 5 mg creme 50 mg/g solução injetável 25 mg/ml solução oral 20 mg/ml

juSTiFiCATiVA como antiarrítmico, ficou restrito para uso pediátrico uso restrito para casos de crise anginosa retirado do item ceratolíticos e mantida somente com indicação de antimetabólito retirado do item antitussígenos retirado do item antídotos e alocado como medicamento utilizado na insuficiência cardíaca com uso restrito ao tratamento de edema agudo de pulmão

furosemida

solução injetável 10 mg/ml

ibuprofeno

lactulose metronidazol mononitrato de isossorbida

nifedipino

comprimidos 200 mg, alocado como antigotoso 600 mg e como analgésico suspensão oral 20 mg/ml retirado do item laxativos e alocado para uso solução oral 667 mg/ml restrito em caso de encefalopatia hepática comodidade posológica comprimido 400 mg para dose única de 2 g comprimido 40 mg forma oral com uso restrito à solução injetável profilaxia de angina pectoris 10 mg/ml retirado dos itens medicamentos antianginosos comprimido 10 mg e bloqueadores de canais ou cápsula de cálcio. Permanece apenas com uso restrito como tocolítico

164

DCB succinato de metoprolol FormA FArmACêuTiCA comprimido 25 mg e 100 mg juSTiFiCATiVA alocado como medicamento para insuficiência cardíaca e tratamento de hipertensão gestacional uso restrito como alternativa para o tratamento da asma aguda severa em crianças incapazes de reter a forma oral correção de alocação conforme indicação terapêutica e uso na doença inflamatória intestinal retirado como medicamento que atua na contratilidade uterina succinato sódico de hidrocortisona pó para solução injetável 100 mg e 500 mg sulfassalazina sulfato de salbutamol comprimido 500 mg solução injetável 500 µg/ml 165 .

2006: 771-788. Clinical Evidence. Nocturnal enuresis. 2006. New York: McGraw-Hill. Revisão sistemática 166 . O emprego clínico de formas farmacêuticas orais para alívio de sintomas de enurese noturna. o benefício parece só ocorrer na vigência de tratamento. não se justificando seu uso prolongado. mostrou reduzir os episódios de enurese (14 noites secas consecutivas) comparativamente ao placebo em uma revisão sistemática. Jackson EK. London: BMJ Publishing Group Limited. na forma de solução nasal a 0. No entanto. recomendou-se a exclusão do acetato de desmopressina. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. Dois ensaios clínicos mostraram que desmopressina foi menos eficaz que o condicionamento por alarme após o término do tratamento. Terapias não-farmacológicas mostraram-se igualmente benéficas para controle de enurese.1 mg/mL. In: Brunton LL.1 Para aquela indicação. Rushton HG. Lazo JS. 2 Por não ter caráter de essencialidade (eficácia em doença rara) e não apresentar definido benefício no tratamento da enurese. Vasopressin and other agents affecting the renal conservation of water. pelo Programa de Medicamentos Excepcionais. de causa familiar ou secundária a trauma encefálico. isquemia cerebral. In: BMJ Publishing Group. 1 Referências Bibliográficas ACETiLCiSTEíNA N-acetilcisteína é o antídoto recomendado em estabelecida intoxicação por paracetamol (ocorrendo com dose única de 10 a 15 gramas que corresponde a níveis de 150 a 250 mg/kg)1 para evitar ou diminuir dano hepático em pacientes com alto risco dessa condição. tumor pituitário ou hipotalâmico. 11 ed. é fornecido acetato de desmopressina. problema clínico comum. 2 Makari J. Web publication date: 01 December 2005 [Acesso em 8 de outubro de 2006]. Parker KL (eds). infiltrações ou infecções na região hipotalâmica ou pituitária. aneurisma cerebral.ANEXO E PArECErES A) PArECErES DAS ExCLuSÕES ACETATo DE DESmoPrESSiNA O acetato de desmopressina tem valor terapêutico no tratamento do diabetes insípido central que é afecção rara. do Ministério da Saúde.

periodicos. 2 Brok J. isto é. DRUGDEX® System. econazol e outros) no tratamento de infecções fúngicas de pele e unhas dos pés concluiu que alilaminas têm eficácia discretamente melhor. mas são muito mais caras. Gluud C. Analgesic-antipyretic agents: pharmacotherapy of gout. Além disso. Burke A. Por não existir comprovado benefício de acetilcisteína na intoxicação por paracetamol. Greenwood Village. New York: McGraw-Hill. Buckley N. Acresce que seu custo é alto. 11 ed.4 No Brasil. 2004) apontam seu uso em cerca de 120 casos/ano. recomendase a exclusão de acetilcisteína. estatísticas disponíveis (São Paulo. Relativamente a acetilcisteína. 2006: 671-715.2 estando contemplada na Rename 2006. In: The Cochrane Library. 2006. J Emerg Nurs 2006. Na Rename 2006 incluem-se for167 . In: Brunton LL. terbinafina) e azóis (miconazol. sem haver diferença de eficácia entre diferentes esquemas de administração. Dentre as alternativas de manejo da intoxicação por paracetamol. reservando as alilaminas para casos de falha de tratamento. Colorado: Thomson MICROMEDEX.br 1 Referências Bibliográficas áCiDo BENZóiCo+áCiDo SALiCíLiCo Revisão sistemática Cochrane1 de ensaios clínicos randomizados comparativos entre alilaminas (naftifina. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. 4 Klasco RK (ed). Interventions for paracetamol (acetaminophen) overdoses (Cochrane Review). para o que carvão ativado parece ser a melhor alternativa. 3 Ternullo S. Lazo JS. a acetilcisteína injetável apresenta risco de reação anafilactóide estimado em até 10% dos tratamentos. pela inadequada segurança do fármaco e por haver alternativa mais custo-efetiva de tratamento incluída na Rename 2006.capes. tioconazol.3 Acetilcisteína é considerada fármaco órfão nos EUA. clotrimazol. Acetadote (intravenous acetylcysteine): adverse effects more significant than with oral acetylcysteine. Smyth E.Cochrane2 concluiu haver fraca evidência sobre as intervenções cabíveis no tratamento de superdosagem de paracetamol. define que a estratégia mais custo-efetiva é tratar inicialmente com azóis. 32: 98-100. metanálise2 de dois ensaios clínicos randomizados de pequeno porte demonstrou sua discreta superioridade sobre outros antídotos (cisteamina e dimercaprol) e tratamento de suporte. Nos EUA. Parker KL (eds). Issue 1. o custo médio por paciente é de 400 a 500 dólares. estima-se que menos de 250.gov.000 pacientes façam uso do medicamento a cada ano. Assim. Fitzgerald GA. Disponível em: http://www. Oxford: Update Software. está a redução de absorção intestinal do fármaco. 2006.

1 Referência Bibliográfica áCiDo ioPANóiCo O ácido iopanóico é um meio de contraste monomérico iônico que contém aproximadamente 67% de iodo. Russel I. Determina variados efeitos na função renal. ataxia. especialmente em crianças com menos de dois anos. Young P. 2000:1605-1606. J Clin Endocrinol Metab 2001. hiperamonemia e osteopenia têm sido associados ao uso prolongado de ácido valpróico. 33 ed. 2006. vômitos e anorexia transitórios em cerca de 16% dos pacientes. mas menor incidência de efeitos adversos.4 Pela baixa segurança conferida. pancreatite aguda. vômitos e diarréia em 40% dos pacientes. Hart R.1 Produz distúrbios gastrintestinais. 1 Referências Bibliográficas áCiDo VALPróiCo Ácido valpróico é antiepiléptico de primeira escolha para crises generalizadas primárias. prefere-se o que apresenta a maior segurança. Amsterdam: Elsevier.1 Como reações adversas mais comuns apresenta náuseas. desde elevação sérica assintomática das transaminases hepáticas nos primeiros meses de tratamento (em 40% dos pacientes) até hepatite fulminante como reação de hipersensibilidade. London: Pharmaceutical Press.2 É contra-indicado em pacientes com nefrose aguda e uremia. de modo que não se justifica a manutenção da associação de ácido benzóico e ácido salicílico. Crawford F. pelo que se recomenda sua exclusão. 2002:1035. Cooper DS. aumento de peso. 86: 1853-1860. recomenda-se a exclusão de ácido iopanóico. Alopecia. Torgerson D. 168 . Dicionário Terapêutico Guanabara 2005/2006. Bell-Syer S. gravidez. sendo usado em colecistografia e colangiografia. (Cochrane Review).2-4 Divalproato apresenta a mesma eficácia. 4 Dunks MNG.1 Para fármacos de mesma eficácia.mas farmacêuticas tópicas de fármacos azólicos. Aronson JK. Por isso recomendou-se a substituição de ácido valpróico por valproato de sódio. de ausência e mioclônicas (estudos de nível I). In: The Cochrane Library. tais como náuseas.3. insuficiência hepática e insuficiência cardíaca. 14 ed. tremor e declínio cognitivo (leve) são manifestações infreqüentes que respondem à diminuição de dose. Topical treatments for fungal infections of the skin and nails of the foot. 2005. 2 Martindale´s The reference desk. Sedação. Oxford: Update Software. considerados como primeira escolha. Meyler’s side effects of drugs. lactação. 3 Korolkovas A. Braga M. hipersensibilidade a compostos iodados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Issue 1.

revisão Cochrane5 mostrou que aminofilina intravenosa não resultou em broncodilatação adicio169 . 21(5): 411-414.1 Revisão de seis estudos clínicos controlados e randomizados (n=343) mostrou que a adição de aminofilina a agonista beta-2 e corticosteróides sistêmicos na asma aguda em adultos somente aumentou o risco de toxicidade. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. New York: McGraw-Hill. Bone mineral status in pediatric outpatients on antiepilepticdrug monotherapy. Gokben S. a adição de teofilina intravenosa melhorou a função pulmonar e os sintomas em comparação à adição de placebo. Lazo JS. 1 Referências Bibliográficas AmiNoFiLiNA No tratamento da exacerbação aguda da asma. J Child Neurol 2006. Ferreira MBC (eds). 3 Tekgul H. Wannmacher L. admitidas em hospital com asma aguda e recebendo oxigênio. Serdaroglu G. 2004: 332-347. sem adição de efeito benéfico. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. broncodiladores (salbutamol.2 Estudos de longa duração não mostraram benefício da terapia com teofilina em termos de evolução ou duração da hospitalização. 11 ed. Farmacologia clínica. In: Brunton LL. a obstrução ao fluxo de ar é mais rapidamente aliviada pela combinação de inalação repetida de agonista β2-adrenérgico e administração sistêmica precoce de corticosteróides (tratamento padrão). Parker KL (eds). In: Fuchs FD. em centro de tratamento intensivo (CTI). 2006: 501-525. Huseyinov A.Kliemann FAD.4 Teofilina pode causar efeitos adversos graves (arritmias cardíacas ou convulsões) se as concentrações plasmáticas terapêuticas forem ultrapassadas. Antiepilépticos. Pharmacotherapy of the epilepsies.4 o que justifica a necessidade de monitorização das mesmas. a adição de infusão intravenosa contínua de teofilina pode ser considerada em pacientes que não respondem ao tratamento máximo com agonistas β2 e corticosteróides e que são monitorados continuamente. A adição de teofilina aumentou significativamente a incidência de êmese. 2 McNamara JO.3 Revisão sistemática de sete ensaios clínicos (n= 380) mostrou que em crianças e jovens de 1–19 anos. ipratrópio) e glicocorticóide (metilprednisolona). sem determinar diferença significante no número de inalações de broncodiladores requeridas ou na permanência hospitalar. Monte TL. Em asma aguda. Fundamentos da terapêutica racional.1 Para o tratamento de asma grave aguda em crianças.1 A injeção intravenosa de teofilina ou aminofilina (complexo teofilina-etilenodiamina) em combinação com β2-agonista não produz maior broncodilatação do que aquela obtida somente com inalação do primeiro.

200 mg de 12/12 horas para adultos e adolescentes com mais de 13 anos e peso acima de 50 kg. 11:328-359. e a freqüência de efeitos adversos foi mais alta com aminofilina. Should aminophylline be abandoned in the treatment of acute asthma in adults? Q J Med 2000. McKean M. 93: 761-765. In: The Cochrane Library 2000. A Pocket Guide to adult HIV/AIDS treatment: Rockville: U. 2006. 1 Referências Bibliográficas 170 . 2 Schiller DS. Identification. Fanta CH. 3 Sawicki G. A forma farmacêutica sólida incluída na Rename 2002 (cápsula de 150 mg) implica na necessidade de ingerir 16 cápsulas por dia apenas deste medicamento. UpToDate 2005. usado em associação com outros anti-retrovirais. recomendou-se a exclusão da aminofilina.4 Levando em conta o critério de essencialidade. recomendou-se a exclusão do amprenavir. Belda J Rowe BH. Outra revisão Cochrane6 indicou que sua eficácia não está estabelecida em exacerbações de doença pulmonar obstrutiva crônica.nal em comparação a tratamento padrão. mas os efeitos adversos aumentam.Version 14. Asthma and other wheezing disorders in children. Rowe BH. Methylxanthines for exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease (Cochrane Review). Oxford: Update Software. Dovey M. 6 Barr RG.1 4 Keeley D. permanecendo somente dentre aqueles usados nos esquemas de falha terapêutica. and prevention of adverse effects associated with highly active antiretroviral therapy. aliada ao perfil de efeitos adversos e necessidade de monitorização. Issue 1. Department of Health and Human Services. vômitos. 5 Parameswaran K.1 2 Hart SP. management. É relativamente bem tolerado e seus efeitos adversos mais comuns são desconforto gastrintestinal. Camargo CA Jr.1. UpToDate 2005. Clin Evid 2004. 61: 2507-2522.2 A dose recomendada é de 1. 2006. Pela eficácia apenas provável de aminofilina. In: The Cochrane Library.S. Oxford: Update Software. 1 Referências Bibliográficas AmPrENAVir Amprenavir é um inibidor da protease. Bartlett JG. 2005. Am J Health Syst Pharm 2004.3 Amprenavir não é mais citado dentre os fármacos de primeira escolha para iniciar o tratamento. o que pode dificultar a adesão do paciente ao tratamento. parestesia e hepatite. náusea. version 14. Issue 1. Addition of intravenous aminophylline to beta2agonists in adults with acute asthma (Cochrane Review). rash.

Cobbe ST. recomendou-se a substituição de atorvastatina por sinvastatina. N Engl J Med 1995. respectivamente. o valor diminuiu para pacientes mais jovens e foi de US$ 13. Quando se incluíram custos indiretos. Isles CG.300 por ano de vida ganho em mulheres de 70 anos.800 e US$ 27.3 Tavares W.2 e sinvastatina (estudo 4S . 339: 13491357.5 Não há apresentações de genéricos de atorvastatina. Estudo comparando altas doses de atorvastatina a doses usuais de sinvastatina em pacientes após infarto do miocárdio não mostrou diferença estatisticamente significativa no desfecho primário de evento coronariano maior. Ford I. 1 Referências Bibliográficas 171 .400 para homens de 70 anos e mulheres de 35 anos. Lorimer AR. et al. necessidade de cirurgia e procedimentos de revascularização coronariana e acidente vascular cerebral. Ministério da Saúde. mostrou que o custo por ano de vida ganho estava entre US$ 3. Secretaria de Vigilância em Saúde.Long-term Intervention with Pravastatin in Ischemic Diseasse em prevenção secundária)1. 3 ed. Prevention of cardiovascular events and death with pravastatin in patients with coronary heart disease and a broad range of initial cholesterol levels. 333: 1301-1307. 2006.4 Análise de custo-efetividade. São Paulo: Atheneu. infarto do miocárdio fatal e não-fatal. Nenhum representante se mostrou significativamente mais eficaz do que outro ou apresentou perfil de segurança diferente. 4 Brasil. Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV. ATorVASTATiNA A ação hipolipemiante de estatinas mostrou-se eficaz em prevenção primária e secundária de cardiopatia isquêmica. Shepherd J. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfeciosos. 2 The Long-term Intervention with Pravastatin in Ischaemic Disese (LIPID) Study Group. Vários representantes mostraram reduzir a incidência de mortalidade total e cardiovascular. Prevention of coronary heart disease with pravastatin in men with hypercolesterolemia. N Eng J Med 1998. MacFarlane PW. Brasília: Ministério da Saúde. quando custos diretos eram computados.6 Por todas essas razões.The Scandinavian Simvastatin Survival Study em prevenção secundária)3. A sinvastatina mostrou um perfil de custo-efetividade superior ao de outras estatinas nas hiperlipidemias e na profilaxia secundária da doença coronariana. Programa Nacional de DST e Aids.5 usando dados do estudo 4S. Os fármacos mais testados foram pravastatina (estudo WOSCOPS em prevenção primária e o estudo LIPID . 2001.

etc. Jonsson B. High-dose atorvastatin vs usual-dose simvastatin for secondary prevention after myocardial infarction: the IDEAL study: a randomized controlled trial. A comparative study of oral ivermectin and topical permethrin cream in the treatment of scabies. FDA Public Health Advisory: safety of topical Lindane products for the treatment of scabies and lice. Nair TV.3 The Scandinavian Survival Study Group.1 Lindano é considerado fármaco de segunda linha no tratamento de pediculose e escabiose pelo FDA2 que enfatiza o potencial para neurotoxicidade em crianças e adultos magros. 344:1. Lancet 1994. N Engl J Med 1997.br/datavisa/Consulta_Produto/consulta_medicamento. 6 http://www7.383-1389. pela elevada freqüência de resistência. Olsson AG. bem tolerado e com baixa toxicidade. é eficaz no tratamento off-label da escabiose. BMJ 2005. 42: 236-240. lindano. Cost effectiveness of simvastatin treatment to lower cholesterol levels in patients with coronary heart disease. MD. Rockville.asp [Acesso em maio de 2006) BENZoATo DE BENZiLA Uma variedade de produtos tópicos é utilizada no tratamento de escabiose e pediculose. Wedel H.gov. Ivermectina. Incremental Decrease in End Points Through Aggressive Lipid Lowering (IDEAL) Study Group. benzoato de benzila. o tratamento de escolha na Austrália. 1 Referências Bibliográficas 172 . 2 Food and Drug Administration (FDA). JAMA 2005. J Am Acad Dermatol 2000. 331: 619-621. uma vez que é o agente tópico mais eficaz. Lindano e benzoato de benzila estão em desuso.3 Pelo mais alto perfil de toxicidade. Gopalakrishnan TV. 4 Pedersen TR et al. 336 (5): 332-336. Johnston G. Pedersen TR. Scabies: diagnosis and treatment. intervaladas de uma semana. Scandinavian Simvastatin Survival Study Group. 5 Johannesson M. também constante da Rename.anvisa.S. nos Estados Unidos e na Inglaterra é o creme de permetrina 5%. recomendou-se a exclusão de benzoato de benzila. malathion. com taxas de cura de 70% em dose única e de 95% após duas doses. 3 Usha V. Sladden M. Center of Drug Evaluation and Research. 294 (19): 2437-2445. incluindo permetrina. U. 2003. Kjekshus J. devendo ser substituídos pela permetrina.444 patients with coronary heart disease: the Scandinavian Sinvastatin Survival Study (4S). Randomized trial of cholesterol lowering in 4. que raramente apresenta toxicidade e já consta na Rename. Food and Drug Administration. Para escabiose.

4 Holdgate A. Aliment Pharmacol Ther 2006. Todos os tratamentos foram bem tolerados quando usados três vezes ao dia. sendo dose-dependentes. 23 (12): 1741-1748. British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Oh CM. quando aparece.2 Em estudo3 que comparou butilbrometo de escopolamina. é igual à de outras alternativas mais seguras. destacando-se a taquicardia.1 Para reduzir motilidades gastrintestinal e urinária e secreção de ácido gástrico. Em cólica renal aguda. Disponível em http://www. butilebrometo de escopolamina foi comparada a placebo em adição a tratamento com morfina. pelo que se recomendou a exclusão de butilbrometo de escopolamina. Greenwood Village. determinando efeitos indesejáveis.br 3 Mueller-Lissner S et al.capes. Antimuscarínicos são usados no manejo de síndrome do cólon irritável e doença diverticular. 174 (2): 572-575. visando ao controle de cólicas intestinal. Porém seu valor não está bem estabelecido e as respostas variam.BuTiLBromETo DE ESCoPoLAmiNA Escopolamina e outros antimuscarínicos são comumente empregados como antiespasmódicos. Is there a role for antimuscarinics in renal colic? A randomized controlled trial. J Urol 2005.0001). London: BMJ Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Disponível em: http://www. Colorado: Thomson MICROMEDEX.637 pacientes com cólica abdominal recorrente. renal e uterina. Não houve evidência de que o fármaco reduzisse a necessidade do opióide em cólica renal aguda. DRUGDEX® System. mas butilbrometo de escopolamina é pobremente absorvido. por três semanas. September 2006.gov. a eficácia é discutível em várias situações e.bnf. a intensidade da dor diminuiu significativamente em todos os grupos de tratamento em relação ao placebo (P < 0. 2006. paracetamol.4 Outro estudo5 randomizado e controlado por placebo apontou maior freqüência de episódios de refluxo em pacientes com doença do refluxo gastresofágico e nos indivíduos sem a doença recebendo butilebrometo de escopolamina em comparação ao placebo. sua combinação fixa e placebo quanto à eficácia e à tolerabilidade no tratamento de 1. doses elevadas destes agentes são necessárias. British National Formulary 52. Em resumo.periodicos.and paracetamol-controlled study on the efficacy and tolerability of hyoscine butylbromide in the treatment of patients with recurrent crampy abdominal pain.org [Acessado em 09/10/2006] 2 Klasco RK (ed). 1 Referências Bibliográficas 173 . e o pH gástrico médio em 24 horas não diferiu significativamente entre os grupos. Placebo.

Grossi L. mas à não-compensação da ação vagotônica de agentes intravenosos usados na indução. 147: S277-S286. 96 (8): 2306-2311. ambos bloqueadores neuromusculares nãodespolarizantes de ação intermediária. Effect of hyoscine N-butylbromide on gastroesophageal reflux in normal subjects and patients with gastroesophageal reflux disease. Am J Health Syst Pharm 2001.3 Atracúrio mostrou custo total mais baixo do procedimento anestésico em relação a vecurônio (por paciente: 18. Neuromuscular blockers in surgery and intensive care. Brit J Pharm 2006. 41: 1095-1103. Malatesta MG. Fundamentos da terapêutica racional. Neuromuscular block. Acta Anaesthesiol Scand 1997. 2 Bowman WC. Marzio L. Kumle B. 35(5): 300-305. Mortensen CR. Viby-Mogensen J. interações medicamentosas e perfil farmacocinético.2 Degradação do atracúrio por mecanismo químico (eliminação de Hoffmann – biotransformação plasmática. Economic aspects of different muscle relaxant regimens.2 A duração do bloqueio neuromuscular pelo vecurônio (60 a 90 min) é mais prolongada que a do atracúrio (30 a 60 min).1. vecuronium. 2004: 140-156. Krintel JJ.61 Euro. Schmidt C. Roed J. Residual neuromuscular block is a risk factor for postoperative pulmonary complications. and blinded study of postoperative pulmonary complications after atracurium. 4 Suttner S. In: Fuchs FD. especialmente analgésicos opióides. McManus MC. Anestésicos gerais e bloqueadores neuromusculares periféricos. Piper SN. respectivamente). 5 Berg H. Engbaek J.5 Ciccaglione AF.1 Vecurônio também pode se acumular em pacientes com disfunção hepática e doenças graves. Am J Gastroenterol 2001. Skovgaard LT. A incidência de bradicardia grave durante cirurgia é maior com vecurônio. Ferreira MBC (eds). 1 Referências Bibliográficas 174 . BromETo DE VECurôNio Vecurônio e atracúrio. foram incluídos na Rename 2002. insuficiência de órgãos ou alterações bioquímicas sobre o padrão de bloqueio neuromuscular.Anasthesiol Intensivmed Notfallmed Schmerzther 2000. Boldt J.4 Efeitos acumulativos do vecurônio são evidentes em transplantados renais e naqueles com insuficiência renal severa. não atribuída ao medicamento em si. Cappello G. Part 1. Apresentam semelhança quanto a início de efeito. espontânea. recomendou-se a exclusão do brometo de vecurônio. Toracchio S. tempo de recuperação. 3 Ferreira MBC.5 Para evitar a duplicação de fármacos similares.27 Euro versus 22. Wannmacher L. 58 (23): 2287-2299. and pancuronium. independente de função renal ou hepática ou da biotransformação por pseudocolinesterase) retirou a importante influência de situações clínicas como idade avançada. devido à reduzida recaptação biliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 3 ed.A prospective randomized. Ferri A. Farmacologia clínica.

tem sido recomendado para casos de falha prévia2. além de inibidor da bomba de prótons. sendo mais comum com metronidazol e claritromicina do que com amoxicilina.1 O íon bismuto é neurotóxico.2 Falha na erradicação geralmente indica resistência microbiana. principalmente induzidos por tetraciclina. pylori garante a não recidiva de úlceras gástricas e duodenais. metronidazol e tetraciclina) mostrou-se eficaz e custoefetivo.1 A erradicação do H. Assim. Para estas mesmas finalidades já consta da Rename a pasta d’água1. de modo que é desnecessária a duplicação de preparações farmacêuticas de uso dermatológico com a mesma indicação terapêutica. 175 . Ministério da Saúde. acrescentando-se amoxicilina ou claritromicina. recomendou-se a exclusão de citrato de bismuto. 1 Referência Bibliográfica CiTrATo DE BiSmuTo Esquemas contendo derivados de bismuto têm sido indicados na erradicação do Helicobacter pylori1 em pacientes com úlcera péptica e gastrite. acrescido de um inibidor de bomba. 2005:73-83. mas acarretou mais efeitos indesejáveis. redução de efeitos indesejáveis e menor custo total.CALAmiNA A loção de calamina 8% é indicada como agente secante e antiinflamatório para alívio sintomático de prurido e irritação da pele.3 Como alternativa. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. foram estudados esquemas em que se manteve metronidazol. As indicações citadas. o que tende a dificultar a adesão do paciente ao tratamento. pelo que se recomendou a exclusão da calamina. Brasil.3 O esquema contendo amoxicilina e metronidazol. Os esquemas incluindo citrato de bismuto previam o uso de quatro fármacos por duas semanas.2 O esquema tríplice clássico (bismuto coloidal. por ter mostrado taxa de erradicação de 90%. e sua absorção apresenta grande variabilidade interindividual e em diferentes preparações. se baseiam em estudos observacionais ou que apresentam problemas metodológicos. Os níveis de erradicação ficaram acima de 90%. Existindo alternativas mais eficazes e que permitem esquema de administração mais cômodo. aumentando a adesão ao tratamento.2 A associação de amoxicilina e claritromicina é a mais comumente preconizada para a terapia inicial. Formulário Nacional. porém. concentrações sangüíneas tóxicas já foram obtidas até mesmo com dose única. simplificação na administração.

Greenwood Village. ed. Fundamentos da terapêutica racional. Greenwood Village.com. Wannmacher L. In: Fuchs FD. Martindale. In: Fuchs.2-4 Não foram encontradas evidências.Klasco RK (ed). sua utilização não é mais recomendada.1. 1 Referências Bibliográficas CLorETo DE AmôNio Cloreto de amônio é empregado para provocar diurese ácida. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Pode contribuir para desencadeamento de encefalopatia hepática e está contra-indicada em nefropatas e hepatopatas. Pela falta de eficácia e segurança. British National Formulary 52. Disponível em http://www. Medical Toxicology: Diagnosis and Treatment of Human Poisoning. micose fungóide. Disponível em: http//www.periodicos. Wannmacher. [Acesso em 07 abr 2006]. 1988. 2006. im176 . eliminando bases orgânicas fracas. 2004: 788-800.capes. justificando seu uso para diurese ácida forçada. 3 ed. Aumenta a excreção da mioglobulina. London: BMJ Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain.periodicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Colorado: Thomson MICROMEDEX.org [Acessado em 09/10/2006] 3 Brandão ABM. DRUGDEX® System. September 2006. tumores cerebrais e neuroblastoma. uma vez que pode produzir efeitos adversos graves. Disponível em: http://thomsonhc. 2006.gov. New York: Elsevier. Fármacos usados em úlcera péptica e doença do refluxo gastresofágico. procarbazina e prednisolona). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. recomendou-se a exclusão de cloreto de amônio. 4 Ellenhorn MJ. proteína liberada na intoxicação e que pode ser nefrotóxica. 2004:973-993. Intoxicações medicamentosas agudas.br 2 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Micromedex. Machado ARL. Disponível em: http://www. FD. vincristina. com hipocalemia de difícil controle. 3. Ferreira MBC (eds.).capes. Ferreira MBC (eds. policitemia vera.2 Está também indicada no tratamento de resgate em alguns tipos de linfoma não-Hodgkin. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE CLormETiNA Clormetina é agente alquilante usado no tratamento dos linfomas de Hodgkin.).1 Promove rápida acidose metabólica.bnf.3-5 Este fármaco não está sendo fabricado e distribuído no território nacional. Barceloux DG. Farmacologia Clínica: Fundamentos da terapêutica racional.gov. No entanto. como cloroquina e anfetaminas. fazendo parte do protocolo de primeira linha MOPP (clormetina. 2 Sweetman S (ed). Farmacologia Clínica.br 3 Thomson Healthcare Series.

plicando na importação do mesmo e, por conseguinte, competição com o mercado internacional. Pela dificuldade de acesso, recomendaram-se exclusão do cloridrato de clormetina e solicitação de estímulo aos laboratórios nacionais para produção de medicamento injetável à base deste fármaco, em função da utilidade do mesmo.
Brandt L, Kimby E, Nygren P, Glimelius B; SBU-group. Swedish Council of Technology Assessment in Health Care. A systematic overview of chemotherapy effects in Hodgkin’s disease. Acta Oncol 2001; 40 (2-3): 185-197. 2 Connors JM. Current clinical trials for advanced Hodgkin’s lymphoma in North America: history, design and rationale. Ann Oncol 2002; 13 (suppl 1): 92-95. 3 Haw R, Sawka CA, Franssen E, Berinstein NL. Significance of a partial or slow response to front-line chemotherapy in the management of intermediate-grade or high-grade nonHodgkin’s lymphoma: a literature review. J Clin Oncol 1994; 12 (5): 1074-1084. 4 Specht L, Gray RG, Clarke MJ, Peto R. Influence of more extensive radiotherapy and adjuvant chemotherapy on long-term outcome of early-stage Hodgkin’s disease: a metaanalysis of 23 randomized trials involving 3,888 patients. International Hodgkin’s Disease Collaborative Group. J Clin Oncol 1998; 16(3): 830-843. 5 Meyer RM, Ambinder RF, Stroobants S. Hodgkin’s lymphoma: evolving concepts with implications for practice. Hematology Am Soc Hematol Educ Program 2004; 184-202.
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Referências Bibliográficas

CLoriDrATo DE PETiDiNA Cloridrato de petidina é utilizado como analgésico opióide e apresenta as indicações e efeitos adversos comuns aos fármacos dessa classe. Ao contrário da morfina, indicada em tratamento de dor crônica e pós-operatória, petidina não é utilizada em dor crônica, em função do efeito neurotóxico de seu metabólito norpetidina e da mais curta duração de efeito (2 a 4 horas).1,2 Relatos evidenciam que esse metabólito, quando acumulado no organismo, pode induzir estimulação do sistema nervoso central, seguida de crises convulsivas tônico-clônicas,3 podendo levar o paciente a óbito.4 É cerca de três vezes mais caro que a morfina sem, no entanto, apresentar vantagens significativas do ponto de vista terapêutico. Assim, recomendou-se exclusão do cloridrato de petidina.
Klasco RK (ed). DRUGDEX® System. Greenwood Village, Colorado: Thomson MICROMEDEX; 2006. Disponível em: http://www.periodicos.capes.gov.br 2 Sweetman S (ed.). Martindale. Greenwood Village, Colorado: Thomson MICROMEDEX; 2006. Disponível em: http// www.periodicos.capes.gov.br 3 Beaulé PE, Smith I, Nguyen VN. Meperidine-induced seizure after revision hip
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CLoriDrATo DE ProCArBAZiNA Procarbazina, um dos quimioterápicos mais usados no tratamento dos linfomas de Hodgkin, faz parte do protocolo de primeira linha MOPP (clormetina, vincristina, procarbazina e prednisolona). É utilizada por via oral e seus efeitos tóxicos incluem náuseas, mielossupressão e hipersensibilidade (exantema). Estes efeitos podem contra-indicar seu uso posterior em pacientes afetados. Trata-se de um inibidor moderado da MAO, mas restrição dietética não é considerada necessária. A ingestão de álcool pode causar uma reação semelhante ao dissulfiram.1-3 Este fármaco está também indicado no tratamento de linfomas não-Hodgkin com localização extranodal, principalmente nos primários de sistema nervoso central.4 A exclusão deste medicamento da Rename 2006 baseia-se apenas na ausência de produção e distribuição no território nacional, implicando na importação do mesmo e, por conseguinte, competição com o mercado internacional. Sugere-se estímulo a sua produção por laboratórios nacionais para solucionar o impasse, em função da grande utilidade deste medicamento.
Brandt L, Kimby E, Nygren P, Glimelius B; SBU-group. Swedish Council of Technology Assessment in Health Care. A systematic overview of chemotherapy effects in Hodgkin’s disease. Acta Oncol 2001; 40 (2-3): 185-197. 2 Connors JM. Current clinical trials for advanced Hodgkin’s lymphoma in North America: history, design and rationale. Ann Oncol 2002; 13 (suppl 1): 92-95. 3 Proctor SJ et al. Hodgkin’s disease in the elderly: current status and future directions. Ann Oncol 2002; 13 (suppl 1): 133-137. 4 DeAngelis LM et al. Combination chemotherapy and radiotherapy for primary central nervous system lymphoma: Radiation Therapy Oncology Group Study 93-10. J Clin Oncol 2002; 20: 4643-8.
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Referências Bibliográficas

CLoriDrATo DE TETrACAíNA Foi feita substituição por cloridrato de proximetacaína (vide parecer de inclusão).

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CoLCHiCiNA Há poucas evidências que comprovem a eficácia de colchicina no tratamento agudo da gota. Encontrou-se apenas um ensaio controlado sobre esse uso. Dois terços dos pacientes tratados apresentaram melhora em sua condição depois de 48 horas, mas todos desenvolveram diarréia, em média após 24 horas. Outros efeitos indesejáveis também ocorreram antes do alívio da dor para a maioria dos pacientes.1 Mais de 80% dos pacientes apresentaram náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal depois da administração oral e antes da melhora clínica completa.2 A toxicidade é dependente de dose, e tem estreita margem de segurança. Em altas doses, a colchicina é supressora da medula óssea, e não pode ser dialisada. Raramente, o uso prolongado resulta em miopatia. Assim, o emprego da colchicina no tratamento da gota aguda requer cuidadosa avaliação diagnóstica e estabelecimento de indicadores de qualidade para o cuidado.3 Os tratamentos com antiinflamatórios não-esteróides e corticosteróides são eficazes e provocam menos efeitos indesejáveis na gota aguda. Por seu desfavorável perfil de efeitos adversos e com a disponibilidade de agentes alternativos para tratamento de crises de gota, recomendou-se a exclusão da colchicina.
Li EK. Gout: a review of its aetiology and treatment. Hong Kong Med J 2004; 10 (4): 261270. 2 Schlesinger N. Management of acute and chronic gouty arthritis: present state-of-the-art. Drugs 2004; 64 (21): 2399-2416. 3 Underwood M. Diagnosis and management of gout. BMJ 2006; 332: 1315-1319.
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Referências Bibliográficas

CromoGLiCATo DiSSóDiCo Cromoglicato dissódico, estabilizador de mastócitos, era considerado como uma das escolhas para o tratamento de manutenção de asma leve recorrente em crianças, pelo temor do déficit de crescimento induzido por uso crônico de corticóide inalatório nesta faixa etária1. Apesar de ser praticamente desprovido de efeitos adversos, cromoglicato mostra-se menos eficaz para controlar a asma e carece da versatilidade dos corticóides inalados, em termos de ajuste da dose1. Revisão sistemática2 concluiu não haver evidências suficientes para tratamento de manutenção em crianças asmáticas (1-18 anos) com cromoglicato dissódico, uma vez que os corticóides inalados se mostraram mais eficazes. Em crianças com menos de 4 anos, cromoglicato não se mostrou mais eficaz que placebo.
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Uma série de pequenos estudos clínicos controlados e randomizados concluiu que o cromoglicato era menos efetivo que os corticóides inalados para melhorar os sintomas e a função pulmonar3. O papel do cromoglicato como terapia de pacientes com asma moderada, não controlados por inalação de corticóides, não foi estabelecido1. Recomendou-se a exclusão de cromoglicato dissódico por haver alternativas mais eficazes e também seguras.
Fanta CH. UpToDate 2005; Version 14.1 2 van der Wouden JC, Tasche MJA, Bernsen RMD, Uijen JHJM, de Jongste JC, Ducharme FM. Sodium cromoglycate for asthma in children (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software. 3 Keeley D, McKean M. Asthma and other wheezing disorders in children. Clin Evid 2004; 11: 328-359.
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Referências Bibliográficas

DiTrANoL O tratamento da psoríase crônica em placas se faz com ditranol, alcatrão, análogos de vitamina D (calcitriol) e tazaroteno. Como são muito irritativos, não estão indicados em formas inflamatórias de psoríase. Ditranol apresenta como desvantagens irritação e tingimento de pele e roupas. É necessário evitar que atinja a pele normal durante a aplicação. O tratamento deve iniciar-se com a concentração mais baixa e aumentar progressivamente1. As preparações comerciais de distintas concentrações (0,1%2%) não existem atualmente no mercado brasileiro. Além disso, alcatrão (incluído na Rename 2006) tem propriedades antiinflamatórias, é menos irritativo e pode ser usado em lesões pequenas, bem como na face e em dobras.1 Tratamento com calcitriol produz menos irritação e permite maior adesão a tratamento. Em revisão sistemática sobre medicamentos tópicos em psoríase, os tratamentos ativos mostraram-se mais eficazes que o veículo, mas inferiores a corticosteróides de alta potência. Calcipotriol superou em eficácia a ditranol, alcatrão e outros derivados de vitamina D3. A avaliação das respostas terapêuticas da associação de análogos tópicos de vitamina D e esteróides e da terapia de manutenção necessita de mais investigação.2 A inexistência do ditranol no mercado brasileiro, além de seus inconvenientes de administração e da existência de um sucedâneo na Rename, determinaram sua exclusão.
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Referências Bibliográficas

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ESTAVuDiNA A estavudina (d4T) é análogo de nucleosídeo inibidor da transcriptase reversa do HIV, tal como zidovudina (AZT), didanosina (ddI) e zalcitabina (ddC). Na versão preliminar do consenso nacional sobre terapia antiretroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV,1 preconiza-se o esquema triplo com dois análogos de nucleosídeo, selecionados a partir de perfil favorável de efeitos adversos de ambos, facilidade de adesão à combinação e experiência de uso, adicionado de agente não-análogo de nucleosídeo. A associação AZT/3TC foi considerada como a primeira escolha de ITRN para compor o esquema triplo. A estavudina passou a ser a última opção para substituir o AZT. Esta modificação se deveu a evidências de associação entre estavudina e desenvolvimento de lipoatrofia e dislipidemia. Em estudo randomizado2 com 237 pacientes recebendo estavudina (d4T) ou abacavir (ABC) associados a lamivudina (3TC) e efavirenz (EFZ), os pacientes do grupo tratado com d4T apresentaram significativamente mais lipoatrofia moderada a grave (20% versus 3%, P= 0,001), com maior perda de gordura em face, membros inferiores e região glútea após 48 semanas. Os níveis séricos de colesterol e triglicerídeos de jejum aumentaram nos dois grupos tratados, enquanto os níveis de lactato só aumentaram no grupo tratado com d4T (P = 0,001 antes e depois do tratamento). O d4T associa-se a maior risco de causar lipoatrofia ou lipodistrofia, contribuir para hiperlipidemia ou aumentar a incidência de hiperlipidemia medicamentosa. Por essa razão, recomendou-se a exclusão da estavudina.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 2 Podzamczer D et al. Toxicity and Efficacy of 3TC/EFV Associated with Stavudine or Abacavir in Antiretroviral-naive Patients: 48-week Results of a Randomized Open and Multicenter Trial (ABCDE Study) [abstract] Apud: Cofrancesco J. Lipodistrophy and metabolic complications. The Hopkins HIV Report 2004; 16 (2): 12. 3 Rachid M, Schechter M. Manual de HIV/Aids. 6 ed. Rio de Janeiro: Revinter; 2001. 4 Tavares W. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfeciosos. 3 ed. São Paulo: Atheneu; 2001.
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Referências Bibliográficas

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Tratamento dos distúrbios convulsivos.br 2 Stringer JL.1 Possui meia-vida longa. a intervalos de 6 horas.gov. com potencial aumento de adesão a tratamento. seu esquema de administração exige quatro administrações diárias. In: Minneman KP. Klasco RK (ed). o que limita a demanda de consumo.capes. A Rename disponibiliza outras opções de penicilinas com posologia mais adequada. 182 .periodicos.4 Etossuximida tem a desvantagem de não controlar crises tônico-clônicas.2 Porém. Staged approach to epilepsy management. Entretanto.EToSSuximiDA Etossuximida é considerada fármaco preferencial para as crises de ausência (Pequeno Mal).). os efeitos adversos gastrintestinais são freqüentemente intoleráveis com dose única diária. 356: 323-329.2 Ácido valpróico. Disponível em: http://www. o que permite o uso de apenas uma dose diária. o que não acontece com ácido valpróico que tem espectro mais amplo. A mesma eficácia terapêutica e profilática contra estreptococos de grupo A pode ser obtida com dose única intramuscular de benzilpenicilina benzatina. Levando em conta o critério de conveniência para o paciente. 2006. freqüentemente associadas. Etossuximida encontra-se em desuso. mas diminui o pico da concentração plasmática. tanto quanto etossuximida. 1 Referências Bibliográficas FENoximETiLPENiCiLiNA PoTáSSiCA É penicilina natural com espectro similar ao de benzilpenicilina. Assim. French JA. Por essa razão. Management of epilepsy in adolescents and adults. 4 Brodie MJ. Lancet 2000. recomendou-se a exclusão de fenoximetilpenicilina potássica. Larner J. controla crises de ausência em 80% dos pacientes. 4 ed. recomendou-se a exclusão de etossuximida. Brody Farmacologia Humana. 3 Brodie MJ. como faringites. em cursos de tratamento de 10 dias. O fracionamento da dose reduz a incidência daqueles efeitos. provendo aceitáveis níveis séricos. DRUGDEX® System. Wecker L. 58(Suppl 5):S2-S8. apesar do uso por via oral. infecções dentais e infecções de tecidos moles por germes a ela sensíveis. não há necessidade de duplicação de anticonvulsivantes com a mesma indicação. Neurology 2002. Colorado: Thomson MICROMEDEX.2 É indicada em infecções não-graves de adultos e crianças. Greenwood Village. Rio de Janeiro: Elsevier. Brody TM (eds.3.1. Kwan P. 2006: 313. A absorção oral de seu sal potássico excede em 2 a 5 vezes a de benzilpenicilina porque resiste à inativação do suco gástrico.

Antibióticos betalactâmicos. Disorders of iron metabolism: iron deficiency and overload. Wannmacher L. hipotensão e leucocitose. hemossiderose com dano tecidual e reação anafilactóide fatal. artralgias. Reese and Betts´ A practical approach to infectious diseases. podem necessitar de ferro parenteral. 3 ed. Betts RF. cefaléia. In: Fuchs FD. 1995: 492-522. Shattil SJ. em casos de falta de adesão ou indisponibilidade da via oral. In: Hoffmann R. Hematology basic principles and practice. Pelo baixo perfil de segurança e o difícil manejo para administrá-lo. O valor da dose-teste é duvidoso.).1 Pacientes em nutrição parenteral e pacientes renais crônicos. Silberstein L. injetada lentamente. pois a intramuscular não garante adequada biodisponibilidade. Micromedex. não dependente de dose. In: Betts RF. Penn RL.Fuchs FD. Farmacologia clínica. New York: Churchill Livingstone. Benz JE. Semin in Dial 2000. náuseas e vômitos. 1 Referências Bibliográficas 183 . 3 Thomson Healthcare Series. Philadelphia: Lippincott Williams& Wilkins. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. essa administração só deve ser feita em locais capacitados para o manejo da anafilaxia. submetidos à hemodiálise e especialmente em uso de eritropoietina. Ferreira MBC (eds.). Farmacologia clínica. Ferreira MBC (eds. eds. ed. 1 Assim. In: Fuchs FD.4 Ferrodextrano ainda pode ocasionar dor torácica. 3 ed. 2004: 360-368. Henrique Neves da Silva Bittencourt HNF. 2. eds.com. 2 Reese RE. Hematopoéticos e Imunomoduladores. 2004: 746-757. Acessível em: http://thomsonhc. Furie B. Cohen HJ. 1 Referências Bibliográficas FErroDExTrANo Ferro é utilizado para a reposição de ferro em casos de anemia ferropênica. 2003: 998-1042. urticária. É. Fundamentos da terapêutica racional. febre. [Acesso em 15 abril de 2006] 4 Brittenham GM. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. pois a anafilaxia. Principles of Antibiotic Use. Wannmacher L. Moreira LB. Seu uso parenteral está indicado quando a terapia oral é ineficaz.3 Administra-se por via intravenosa. dispnéia. 2 ed. então. 2 Lewis MJ & Swan SK. 5. 13(1): 9-10. recomendou-se exclusão de ferrodextrano. linfadenopatia. Brunstein CG. pode ocorrer no teste. observando-se o paciente por uma hora para detectar sinais e sintomas anafilactóides. necessário usar pequena dose-teste. Fundamentos da terapêutica racional. hematúria. Chapman SW.

In: Fuchs FD. leucopenia e trombocitopenia3. vômitos. Patterson TF. Resistência secundária é muito comum. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.FLuCiToSiNA Resistência primária ocorre em cerca de 10% das cepas de C. problemas de absorção. Flucitosina foi retirada do mercado brasileiro pelo fabricante há mais de 12 anos. 35 (9): 1. é preciso reajuste de esquema em insuficiência renal4.com 2006 4 Machado ARL.1 pelo que a monoterapia com flucitosina foi abandonada. diarréia. Candida sp e algumas cepas de Aspergillus 2. 2004: 431-449. queimaduras e outras condições relacionadas à perda de zinco e durante a nutrição parenteral podem requerer terapia com zinco1. Ferreira MBC (eds. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional. Por tais motivos. 2001.080. Perea S. albicans. Por isso. Oitenta por cento do fármaco são excretados em forma inalterada na urina. recomendou-se exclusão de flucitosina. A suplementação oral com zinco deve ser estabelecida apenas quando existem boas evidências de deficiência1. Antifungal resistance in pathogenic fungi. 3 www.uptodate. São Paulo: Atheneu. 2 Tavares W. Wannmacher L. No entanto. onde se atingem elevadas concentrações. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfeciosos. e o gliconato de zinco não está disponível no país. a demanda no Brasil é muito baixa.073-1. Estudo semelhante3 mostrou que a suplementação de zinco reduz a duração e a gravidade da diarréia persistente em crianças. tendo sido observada em até 30% dos pacientes. Antifúngicos. em infecções fúngicas graves causadas por Cryptococcus neoformans. sonolência e depressão medular que ocasiona anemia. Apesar disso. com a qual apresenta sinergismo da ação. 184 . Entre os efeitos adversos destacam-se náuseas. Clin Infect Dis 2002. O uso deste fármaco justifica-se em associação com anfotericina B. pelo que se recomendou exclusão de gliconato de zinco. trauma.). 3 ed. 1 Referências Bibliográficas GLiCoNATo DE ZiNCo Indivíduos com dieta inadequada. itraconazol apresenta eficácia para as mesmas indicações. Metanálise2 de 33 ensaios clínicos sobre os efeitos da suplementação de zinco no crescimento de crianças mostrou resultados positivos em relação ao crescimento linear e ao ganho de peso.

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e seu uso vem caindo ao longo dos anos. embora causando maior depressão do sistema nervoso central. IDV deixou de ser recomendado para início de tratamento devido à alta toxicidade.posição. Imunobiológicos especiais e suas indicações. Schechter M. Disponível em www. Ministério da Saúde. 2005. comparou ipeca e apomorfina na eliminação de conteúdo gástrico. miopatias e cardiotoxicidade quando usada cronicamente 2-4.saude. 3 Bartlett JG. a indução de êmese por administração de ipeca ou lavagem gástrica não é mais recomendada. 2001.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica iNDiNAVir Como os demais inibidores da protease do HIV. pelo que se recomendou a exclusão da imunoglobulina anti-hepatite B. adesão e adequada resposta terapêutica que não desejam modificar seu esquema. BRASIL. porém suas taxas de sucesso terapêutico foram significativamente menores1. não há evidência de que ipeca 186 . Apomorfina foi considerada mais eficaz. O risco de aspiração configura-se como a limitação maior para medidas indutoras do vômito no manejo de intoxicações por via oral. Estudo5 envolvendo 86 pacientes pediátricos. Com ou sem ritonavir como coadjuvante farmacológico. A Pocket Guide to adult HIV/AIDS treatment: Rockville: U. Manual de HIV/Aids.2. 2 Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Rio de Janeiro: Revinter. Rachid M.1Além da aspiração.S.1 Há poucas evidências de benefício real da ipeca. 2006. Programa Nacional de DST e Aids. recomendou-se exclusão do indinavir. Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. havendo a recomendação formal de abandonar-se o uso de ipeca. embora seja possível sua utilização em pacientes com boa tolerância. o indinavir (IDV) deve ser usado em combinação com inibidores da transcriptase reversa. Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV. pode determinar colapso vasomotor. 1 Referências Bibliográficas iPECA Nas intoxicações exógenas. Em estudos clínicos. Department of Health and Human Services. Está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial.3 Pela menor eficácia entre os inibidores da protease e pela alta toxicidade.gov.

DRUGDEX® System. ter custo mais elevado e induzir mais freqüentemente hipertireoidismo. recomendando-se que seu uso rotineiro em serviços de emergência deva ser abandonado.gov. triiodotironina (T3). Colorado: Thomson MICROMEDEX. 42 (2): 133-143.melhore os desfechos de pacientes intoxicados. Martindale. mas é mais rapidamente metabolizada. 82 (1):121-124. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Mas essas condições clínicas não são prioridades em saúde pública. Pediatrics 2003. respectivamente. 7 Bond GR.gov. com efeito de mais curta duração. WHO Model Formulary. 2006. Wannmacher L. duplo cego e de seqüência randomizada (n=27). cognição e sintomas físicos do que a 187 . Mas T4 funciona como pró-hormônio para o T3. 2 World Health Organization. Home syrup of ipecac use does not reduce emergency department use or improve outcome. 2004. sendo responsável por 80% do T3 circulante. 2004: 973-993.. É menos empregada em reposição crônica por exigir maior número de tomadas diárias. já que tem meia-vida mais longa e se converte perifericamente em T3.). sendo assim bem mais potente em suas ações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. A comparison of ipecac syrup and apomorphine in the immediate treatment of ingestion of poisons. Ferreira MBC (eds. J Toxicol Clin Toxicol 2004.br 5 MacLean WC Jr. Machado ARL. Disponível em: http// www. O T3 liga-se aos receptores com maior afinidade que o T4. Geneva: WHO. 3 Klasco RK (ed).1 Em ensaio clínico cruzado. Greenwood Village. 1 Referências Bibliográficas LioTiroNiNA SóDiCA Hipotireoidismo é tratado por meio de reposição hormonal com tiroxina (T4) ou. In: Fuchs FD.capes.1 A liotironina sódica tem efeito terapêutico similar ao da levotiroxina sódica. Position paper: Ipecac syrup.br 4 Sweetman S (ed. 3 ed. J Pediatr 1973. menos freqüentemente. 112 (5): 1061-1064. evidenciou-se que o tratamento de hipotireoidismo primário com associação de liotironina à levotiroxina não mostrou melhores resultados com relação à melhoria de humor. 2006. Greenwood Village.). facilitando a titulação da dose e tendo menos risco de induzir hipertireoidismo. não satisfazendo critério de essencialidade.7 Por tais razões. como em raros casos de coma mixedematoso ou preparo de pacientes com carcinoma de tireóide para terapia com 131I. recomendou-se a exclusão da ipeca.2 A administração de tiroxina é o tratamento de escolha para os casos de hipotireoidismo.periodicos.1 A liotironina é recomendada quando se deseja início ou término de ação mais rápidos.periodicos. Disponível em: http://www. Intoxicações medicamentosas agudas. 6 No authors listed.capes. 6.

Kapadia AS. 3 ed. Matos MCG.htm 3 Rodriguez T.4 capaz de detectar o tumor 3 horas após crise hipertensiva5. Naquela indicação foi substituído pela determinação de catecolaminas e seus metabólitos em sangue e/ou urina. 11(4): 223-233. Estimativa 2006: Incidência de Câncer no Brasil. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. British National Formulary 51 March 2006. 2 Thyroid hormones. Rio de Janeiro: INCA/Ministério da Saúde. induz vasodilatação sistêmica1. Wannmacher L. Stafford LF.gov. 1 Referências Bibliográficas mESiLATo DE FENToLAmiNA Mesilato de fentolamina.capes.2. Endocr Pract 2005. Meininger JC. DRUGDEX® System.br 2 INCA. recomendou-se a exclusão de liotironina sódica. Disponível em: http://www. Colorado. and working memory versus treatment with levothyroxine alone. Suas indicações aprovadas pelo FDA incluem Doença de Hodgkin (como terapia secundária em combinação com outros agentes) e tumores intracranianos. USA. bloqueador competitivo dos receptores αadrenérgicos. Era indicado como agente de diagnóstico de feocromocitoma.dose original de levotiroxina isoladamente. In: Fuchs FD.3 Assim. Thomson MICROMEDEX. Fármacos e Tireóide. considera-se que a lomustina não atende aos critérios de essencialidade. Branchtein L. com incidência de 0. 2005. 1 Referências Bibliográficas LomuSTiNA Lomustina é agente alquilante da classe das nitrosouréias com ações e usos similares aos da carmustina. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional. Greenwood Village.1% nos hipertensos diastólicos e evolução benigna em 90% destes casos2. Substitution of liothyronine at a 1:5 ratio for a portion of levothyroxine: effect on fatigue.A fentolamina tem sido adminis188 . Dada a utilização restrita de lomustina.periodicos.org/bnf/bnf/current/4236.3. recomendando-se sua exclusão 1. Lavis VR. primários ou metastáticos (sendo considerada primeira linha quando em associação com vincristina e procarbazina). 2004: 876-885. a necessidade de associá-la a fármacos pouco utilizados em regimes secundários e a existência de outros antineoplásicos que mostram melhores resultados. Disponível em http:// www.bnf. sua específica indicação para pacientes com tumores cerebrais. tumor raro da medular adrenal. Klasco RK (Ed). symptoms of depression.). Ferreira MBC (eds.

Faiçal S. 28 (6): 592-596.trada por via oral para tratamento da disfunção erétil. 189 . vaginose bacteriana e candidíase quando N-9 foi comparado a placebo. Drugs Today (Barc) 2000. 3 Korolkovas A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.6 Em nenhuma das indicações atende ao caráter de essencialidade.1 Quanto à eficácia na prevenção de DST. não há prova de que condons lubrificados com nonoxinol sejam mais eficazes na prevenção da gravidez do que aqueles lubrificados com silicone. Kessler LJ. 2005. com e sem gel de N9. 4 University of the Sciences in Philadelphia (ed. Dicionário Terapêutico Guanabara 2005/2006. Há provas robustas de que nonoxinol não reduz a infecção pelo HIV entre trabalhadores do sexo. J Natl Cancer Inst 2003. nem entre mulheres atendidas em clínicas de DST1.). World J Surg 2004. Quanto ao primeiro emprego. Oral phentolamine (Vasomax). Nathanson KL. 5 Beltsevich DG. 2 Bryant J. mostrou que o espermicida poderia facilitar a transmissão da doença. Kuznetsov NS. Pheochromocytoma: the expanding genetic differential diagnosis. não tendo detectado proteção do espermicida. Kazaryan AM. tricomoníase. Ensaio clínico randomizado3 comparou uso de condom. metanálise2 não encontrou redução estatisticamente significante no risco de gonorréia. incluindo aquela pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). NoNoxiNoL Nonoxinol (N-9) é agente tensoativo espermicida que foi utilizado na prevenção de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis (DST). Rev Ass Med Brasil 1997: 43(3): 237-244. pelo que se recomendou a exclusão do mesilato de fentolamina. em 1. a metanálise já citada5 (n = 5096 mulheres). 36 (2-3): 121-124. University of the Sciences in Philadelphia. 1 Referências Bibliográficas mETiLCELuLoSE Foi substituída por hipromelose (vide parecer de inclusão). Farmer J. Townsend RR. Shiota D. 21 ed. infecção cervical. infecção por clamídia. Remington:the science and practice of pharmacy. 6 Brock G.251 mulheres com alto risco de infecções urogenitais por clamídia e gonococo a partir de transmissão heterossexual. Há pobre evidência de que o espermicida aumente a eficácia contraceptiva do uso de diafragma. além de confirmar a ausência de efeito protetor de N-9 contra a aquisição vaginal do HIV. 2005: 1322-1323. Ao contrário. Pheochromocytoma surgery: epidemiologic peculiarities in children. Pheochromocytoma: update on diagnosis and treatment. Lysenko MA. 95 (16): 1196-1204.

384: 8. apesar da aceitabilidade do método. o peróxido de hidrogênio 3% não tem valor como anti-séptico e não deve ser empregado na limpeza de feridas que requeiram ou não debridamento cirúrgico. mas seu efeito dura apenas enquanto o oxigênio está sendo liberado. Clinical microbicide research: an overview. WHO/CONRAD. Ryan KA. o efeito antimicrobiano do oxigênio liberado é reduzido na presença de matéria orgânica. 2003. referiram dor ao intercurso. JAMA 2002. especialmente as mais velhas. 287: 1171-1172. cérvice e reto1. Rutherford GW. Em acréscimo. Nonoxynol-9 dangers: health experts warn against rectal use. 1 Referências Bibliográficas PEróxiDo DE HiDroGêNio (áGuA oxiGENADA) Peróxido de hidrogênio tem fraca atividade antibacteriana e antiviral.Revisão5 analisa os resultados de ensaios clínicos randomizados com nonoxinol. 2: 613-617. Tweedy KG. 9 (12): 1290-1296. N-9 spermicide for prevention of vaginally acquired HIV and other sexually transmitted infections: systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials including more than 5000 women. Os efeitos adversos decorrentes do múltiplo uso aumentaram a infecção por HIV. recomendou-se a exclusão do peróxido de hidrogênio (água oxigenada). O peróxido de hidrogênio a 3% (solução a 10 V) necessita de períodos longos para produzir efeito anti-séptico local e se usa na limpeza de mucosas e feridas que apresentam tecido necrótico devido a sua capacidade corrosiva2. 3 Roddy RE. Desse modo. ocasionando desde manifestações inflamatórias leves até ruptura epitelial em vagina. Technical Consultation on Nonoxynol-9. 4 James JS. as usuárias. Tamoufe U. O efeito mecânico da efervescência é provavelmente mais útil para a limpeza das feridas do que a ação antimicrobiana1.Trop Med Int Health 2004. Tholandi M. As alterações determinadas por N-9 fizeram com que um estudo de fase III fosse suspenso. Zekeng L. Ramjee G. Aids Treat News 2002. Lancet Infect Dis 2002.4. 190 . Em outro ensaio. Um terceiro estudo não mostrou o efeito protetor de N-9 na transmissão do HIV em mulheres de alto risco. Por essas razões. 2 Wilkinson D. Por isso. recomendou-se a exclusão do nonoxinol. 5 Van Damme L. Geneva: World Health Organization. Effect of nonoxynol 9 gel on urogenital gonorrhoea and chlamydial infection: a randomized controlled trial.Uso freqüente de nonoxinol (mais de uma vez ao dia) produz irritação vaginal e cervical.

2 Entretanto. Há dados mostrando que selegilina acarreta efeitos adversos cardiovasculares limitantes do uso6. London: The Royal Pharmaceutical Society. na faixa etária de 35 a 90 anos. 1997: 433.Reynolds JEF (ed). o que foi inicialmente interpretado como neuroproteção. 2 Cerqueira MCM. Seu uso no início da doença objetiva aliviar sintomas leves antes da instituição de terapia dopaminérgica (evidência de nível II)2.5. . Referências Bibliográficas 191 . Practice Parameter: treatment of Parkinson disease with motor fluctuations and dyskinesia (an evidence-based review): report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology. especialmente em idosos ou em pacientes com problemas cardiovasculares9. Também anticolinérgicos são utilizados como terapia inicial. em comparação à mortalidade de pacientes em monoterapia com levodopa.Neurology 2006. 1 Pahwa R et al. Martindale: The Extra Pharmacopoeia. 31 ed. especialmente quando tremor é a manifestação predominante (evidência de nível II).4. Pela falta de segurança e pela existência de alternativa medicamentosa para o tratamento inicial da Doença de Parkinson. (eds. porém suficiente para retardar o início do uso de levodopa3. São Paulo: Sarvier.621 pacientes. aumentando a sua ação1. desapareceu o benefício. inibidor seletivo da monoamino oxidase B. 1996. De qualquer forma. Retardou a necessidade de levodopa quando comparada a placebo.) Infecções Hospitalares: prevenção e controle. indicando que o fármaco tinha efeito sintomático leve. e sugeriu uma acentuação desse efeito nos pacientes com mais de 80 anos e nos que tomavam selegilina sem levodopa10. In: Rodrigues EAC et al. recomendou-se a exclusão da selegilina. aquela associação está relacionada com hipotensão postural sintomática e deve ser usada com cautela. Embora o Grupo de Pesquisa sobre a Doença de Parkinson do Reino Unido7 tenha relatado aumento do número de mortes em pacientes tratados com a associação de levodopa com selegilina. ao interromper-se o tratamento. tais achados não foram confirmados por outros estudos8. com história de Parkinsonismo e tratados com selegilina mostrou pequeno excesso na mortalidade dos indivíduos em uso de selegilina. 1 Referências Bibliográficas SELEGiLiNA Selegilina. 66: 983-995. tem sido usada no tratamento da Doença de Parkinson porque reduz o metabolismo da dopamina. Antissepsia: princípios gerais e antissépticos. Avaliação feita pela UK General Practice Research Database em 12.

Autonomic effects of selegiline: Possible cardiovascular toxicity in Parkinson’s disease. 9 Churchyard A. Drugs Aging 2005. 16: 1602-1607. 22 (9): 731-740. 8 Olanow CW.1 Outra metanálise2 concluiu que o uso de somatrem em crianças com baixa estatura idiopática resultou em pequenos aumentos na estatura e que o tratamento de longo prazo pode aumentar a altura no adulto. Larsen JP. J Neurol Neurosurg Psych 1997. Mesmo assim perdura a controvérsia pela incerteza da eficácia do hormônio nessa condição. 10 Thorogood M. Nichols T. SoLuÇÃo PArA HEmoDiáLiSE SEm GLiCoSE E SEm PoTáSSio Foi substituída por solução ácida para hemodiálise (vide parecer de inclusão). 321: 1364-1371. Armstrong B. Ann Neurol 1995. N Engl J Med 1989. and bromocriptine in patients with early. 1998. et al. 63: 228-234. BMJ 1998. 6 Lees A. 328: 176-183. mild Parkinson’s disease: three year interim report. Neurology. The Parkinson Study Group. Myllyla VV. Mortality in people taking selegiline: observational study. Effects of tocopherol and deprenyl on the progression of disability in early Parkinson’s disease. Hollowell J. SomAToTroFiNA O hormônio do crescimento humano (pela DCB: somatrem) é sintetizado por técnicas de DNA recombinante e usado por via subcutânea em casos de hipopituitarismo e de síndrome de Turner (afecções incomuns). Przuntek H. Metanálise determinou o aumento do crescimento em recém-nascidos de baixo desenvolvimento para a idade gestacional. 3 Parkinson Study Group. N Engl J Med 1993. levodopa and selegiline. 7 Parkinson’s Disease Research Group of the United Kingdom Comparison of therapeutic effects and mortality data of levodopa and levodopa combined with selegiline in Parkinson’s disease. O tratamento com este fármaco é possível por meio do Programa de Medicamentos Excepcionais do Ministério da Saúde. The effect of deprenyl and levodopa on the progression of Parkinson’s disease. Hubble J. BMJ 1993. 5 Olanow CW.2 Parkinson Study Group. The Parkinson Study Group. Por não aten192 . Gauger L. Hauser RA. Boonkongchuen P. Malapira T. 317: 252-254. Sotaniemi KA. Palhagen S. Parkinson’s Disease Research Group in the United Kingdom. 38: 771-777. Lees A J. efeito mais dependente da dose em tratamento de longa duração do que no de curta duração. 4 Parkinson Study Group. Effect of selegiline on mortality in patients with Parkinson’s disease: a meta-analysis. Effect of deprenyl on the progression of disability in early Parkinson’s disease. BMJ 1995. Alternatives to levodopa in the initial treatment of early Parkinson’s disease. Comparisons of therapeutic effects of levodopa. Koller W. Mathias C J. et al. 51: 825-830. 307: 469-472.

O uso de antimicrobianos tópicos em lesões crônicas. Cuttler L. aumenta a resistência bacteriana. 2 Finkelstein BS. de Zegher F. a não ser por breve período para infecções definidas5. 115(4):e458-e462.1 Antimicrobianos sistêmicos.der ao conceito de essencialidade. Antibióticos tópicos devem ser evitados em úlceras de perna. quanto à da bacitracina. nenhuma formulação tópica se mostrou eficaz na profilaxia de feridas limpas. porque essas infreqüentemente se tornam infectadas. são superiores ao tratamento tópico. Speroff T. Hokken-Koelega A.1 Por isso esse uso permanece questionável. além disso. não evidenciou diminuir a contaminação bacteriana ou acelerar o processo de cicatrização e. é classe IIa (recomendado em muitos casos) e categoria B. passaram a ser utilizados para evitar infecções pósoperatórias e de cateter em alguns pacientes. no tratamento de infecções superficiais da pele e de tecidos moles e para erradicar o estado de portador de Staphylococcus aureus. Effect of growth hormone therapy on height in children with idiopathic short stature: a meta-analysis. Growth hormone therapy for children born small for gestational age: height gain is less dose dependent over the long term than over the short term. Mais recentemente. uma vez que a limpeza da lesão (com água e sabão) deve ser a primeira providência. Arch Pediatr Adolesc Med 2002. Marrero U.3 A consistência de recomendação (classe) para a neomicina é IIb (recomendado em alguns casos) e a consistência de prova (categoria) é B (estudos randomizados envolvendo pequeno número de pacientes ou não-randomizados). 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE NEomiCiNA + BACiTrACiNA ZíNCiCA Antibacterianos tópicos têm sido usados para prevenir infecções em ferimentos. Radcliffe DJ. possível toxicidade sistêmica e reatividade cruzada com outros antibióticos.4 Há uso desnecessário de antimicrobianos tópicos. porém.1 O uso tópico de neomicina e bacitracina tem-se mostrado eficaz na prevenção de infecções em pequenas feridas e queimaduras em estudos não-controlados. Pediatrics 2005. Bacitracina quase não apresenta efeitos adversos. A comparação entre antibióticos tópicos associados e mupirocina não evidenciou diferença estatisticamente significante. recomendou-se a exclusão de somatotrofina (somatrem). principalmente em casos com múltiplas lesões2. A absorção sistêmica (em áreas extensas da pele) de neomicina pode causar ototoxi193 . como úlceras de pressão. Até hoje. Imperiale TF.1 Neomicina induz sensibilidade de contato. 156 (3): 230-240.

anafilaxia. A prospective. cloridrato de sotalol) foram comparados na prevenção de fibrilação atrial após conversão ao ritmo sinusal. febre. and Bennett’s Principles and practice of infectious diseases. cloridrato de propafenona) e III (amiodarona. (eds). Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. 22 (1): 1-3. recomendou-se a exclusão de sulfato de neomicina + bacitracina zíncica. IC (acetato de flecainida. diplopia. lúpus eritematoso. tontura. confusão mental e delírio) com doses tóxicas. 51 ed. WHO Model Formulary. eds. “síncope por quinidina” (fenômeno de torsades de pointes). London: British Medical Journal Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. antiarrítmicos de classes IA (fosfato de disopiramida e sulfato de quinidina). Mandell. 2004. exceto amiodarona e propafenona. idosos e pacientes com insuficiência renal6. Todos os fármacos reduziram a recorrência da arritmia (NNT: 2-9). De todos os fármacos testados. perda de audição. O’Donnell JA. New York: Churchill Livingstone. junto com os antiarrítmicos do grupo IC. 2004: 479-489. Am J Emergency Med 2004. particularmente em crianças.org 5 World Health Organization. Só é considerada primeira escolha em taquicardia atrial reentrante.04. 2000. Dolin R. broncoes194 . tendo indicação como segunda escolha em fibrilação atrial. Como os demais fármacos do grupo I. 6 ed. Douglas. cefaléia. Bennett JE. Geneva: WHO. Topical antibacterials. 3 Hood R. Emerman C.cidade irreversível.bnf. dofetilida. 2 Ribeiro Filho N. In: Fernandes AT et al. apresenta efeito pró-arrítmico. Tunkel AR. distúrbio renal. NNH: 109). cinchonismo (zumbido. Disponível em http://www. 4 British National Formulary. mielossupressão. Quinidina apresenta problemas de tolerabilidade digestiva (diarréia. hepatotoxidade. flutter atrial e taquicardia ventricular. Todos aumentaram o efeito pró-arrítmico (NNH: 17-119). mas houve desistência de tratamento por efeitos adversos (NNH: 9-27). náuseas e vômitos). 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE quiNiDiNA Quinidina classifica-se como antiarrítmico do grupo IA. São Paulo: Atheneu. In: Mandell GL. 2006.1 Em revisão sistemática2 de 44 estudos (n=11 322). randomized pilot evaluation of topical triple antibiotic versus mupirocin for the prevention of uncomplicated soft tissue wound infection. Agentes antimicrobianos. fotofobia. vermelhidão da pele. Shermock KM. somente os da classe IA se associaram a aumento de mortalidade em comparação com controles (P = 0. cujo risco supera os potenciais benefícios em termos de prevenção de eventos primordiais. Pela pouca eficácia e pelos riscos apresentados. reações de hipersensibilidade (prurido.

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Mahe I. o órgão regulador norte-americano (FDA) liberou o uso de talidomida para tratamento de eritema nodoso (ENL) na hanseníase. já que os estudos de fase III ainda não estão completos. SIDA. a talidomida voltou à literatura médica na última década. dermatológicas. Thalidomide: new indications for an old drug. 3 ed. In: Fuchs FD. 1 Referências Bibliográficas 195 . Laffitte E. Ferreira MBC (eds. sendo desaconselhados tratamentos de longo prazo3. como doenças reumáticas. Resultados de inúmeros ensaios clínicos revelaram ser a talidomida terapia de primeira linha para o tratamento sintomático de ENL moderado a severo.4-7 Estudos foram realizados em câncer de próstata. caquexia. recomenda-se sua exclusão da Rename.br 1 Referências Bibliográficas TALiDomiDA Após sua retirada do mercado em 1961. Thalidomide. para facilitar o controle das prescrições médicas e minimizar o possível uso indevido do medicamento. Colorado. Strauss S. Sherman M. Rev Med Suisse 2005. glioma e câncer colo-retal8. 166(7): 719-728. Thomson MICROMEDEX. antiinflamatórias e imunomoduladoras com potencial utilidade numa gama de indicações clínicas. carcinoma renal. Disponível em: http://www. Antiarrhythmic drugs for maintaining sinus rhythm after cardioversion of atrial fibrillation: a systematic review of randomized controlled trials. A surprising recovery. Até este momento. 2004: 719-732. tendo pequena margem de segurança. Tendo em vista que a aplicação clínica da talidomida é restrita a algumas patologias.Longas-Tejero MA. hematológicas. Bergmann JF.capes. neoplásicas. J Am Pharm Assoc (Wash. 2 Stirling D. 1(16): 1077-1080. 3 Klasco RK (ed). as evidências construídas sobre as diversas indicações clínicas são pobres e iniciais. Wannmacher L. exibindo propriedades antiangiogênicas. Zimerman L. Greenwood Village. USP-DI® System.) 1997.). Pelo risco que acarreta.3 Em câncer hematológico e tumores sólidos. USA. podendo ser usada para supressão e prevenção dessa doença cutânea2. 2 Lafuente-Lafuente C. restringindo a utilização aos programas de saúde. inflamatórias.2 Dentre todas elas. meningite tuberculosa e outras.periodicos.gov.1. Antiarrítmicos. recomendou-se a exclusão do sulfato de quinidina. mas sua utilidade no mieloma múltiplo refratário é significativa. Mouly S. sua eficácia não está provada. Fuchs FD. Arch Intern Med 2006. insuficiência cardíaca. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional.pasmo). 37 (3): 306-313.

2. Desikan R.br 1 Referências Bibliográficas 196 . Saxena PR. Extended survival in advanced and refractory multiple myeloma after single-agent thalidomide: identification of prognostic factors in a phase 2 study of 169 patients. 3 Sweetman S (ed. Eastern Cooperative Oncology Group. Munshi N. recomendou-se a exclusão de tartarato de ergotamina. Ayers D. Brain 2000. Klasco RK (ed. Em crises intensas.gov. Dahlof C et al. produzindo dor de cabeça “rebote”3. N Engl J Med 1999. Response to thalidomide in progressive multiple myeloma is not mediated by inhibition of angiogenic cytokine secretion. não-responsivas aos medicamentos prévios. Além disso. Greenwood Village. 115: 605-608.capes. Antitumor activity of thalidomide in refractory multiple myeloma. 123: 9-18. et al. Spencer T. Ergotamine in the acute treatment of migraine: a review and European consensus. Lancet 2004. Em função do exposto e porque a forma de comprimido sublingual não está disponível no Brasil. A volta da talidomida: qual é a evidência? Uso racional de medicamentos: temas selecionados. USA.periodicos.gov. Macpherson GR. Br J Haematol 2001. Nº 9. 363(9423): 1802-1811. TArTArATo DE ErGoTAmiNA Ergotamina é alcalóide do ergot. foi substituída por sumatriptana e outros agonistas da serotonina. Blood 2001. Brasília: OPS-OMS/Ministério da Saúde do Brasil..periodicos. Outro aspecto importante é o surgimento de um ciclo de dependência após o seu uso no tratamento da enxaqueca. 24 (3): 431-436. Drugdex System. 8 Franks ME. Desikan R. Vesole D.). Zeldis J.). 5 Barlogie B. Fonseca R. J Clin Oncol 2006. 7 Neben K et al. Blood E. 98 (2): 492–494. 4 Singhal S. Eddlemon P. Figg WD. a ergotamina pode exacerbar a náusea e o vômito que comumente acompanham as crises. Thomson Micromedex. 341 (21): 1565–1571.3 Wannmacher L. et al. London: Pharmaceutical Press. No tratamento de crises de enxaqueca leve a moderada sua eficácia é a mesma de analgésicos não-opióides que a substituíram. utilizada no tratamento de crises agudas de enxaqueca1.br 2 Tfelt-Hansen P. Phase III clinical trial of thalidomide plus dexamethasone compared with dexamethasone alone in newly diagnosed multiple myeloma: a clinical trial coordinated by the Eastern Cooperative Oncology Group. uma vez que esses apresentam menos efeitos adversos2. Greipp PR.capes. Roberson P. 6 Rajkumar SV. 2006. Electronic version. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Disponível em http://www. Martindale: The Complete Drug Reference. agosto de 2005. Greenwood Village. Vol. Colorado. Eddlemon P. Disponível em http// www. Thalidomide. Mehta J.

com doença hepática. pois é fármaco de estreita margem de segurança (níveis séricos eficazes estão entre 10 e 20 µg/mL. doença pulmonar obstrutiva crônica e infecções virais.com [Acesso em 14/10/06] 1 Referências Bibliográficas vAcINA cONTRA HAEMOPHILUS INFLUENZAE B A vacina contra Haemophilus influenzae B é indicada para crianças com mais de 12 meses de vida e menores de 5 anos com doenças pulmonar ou cardíaca crônicas e graves. recomendou-se a exclusão da teofilina. Clin Evid 2006. 4 Dennis RJ. Disponível em http://www.1 2 Amaral R. taquiarritmias ventriculares e choque acarretam riscos maiores e devem ter tratamento específico. inclusive as com infecção assintomática pelo HIV. nervosismo. Med. insuficiência cardíaca congestiva. The assessment and treatment of theophylline poisoning.TEoFiLiNA Teofilina tem limitada eficácia em asma brônquica quando comparada a outros broncodilatadores. Aust 1989. pois. embora haja estudos que apontem seu benefício em asma crônica grave1. mesmo em concentrações menores que 10 µg/mL. Whyte IM. 2004: 769-787. Convulsões. Dovey M. Sawicki G. Fuchs FD. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional. Fitzgerald JM. e havendo outras alternativas mais eficazes e seguras. version 14. O maior problema com seu uso é a toxicidade. obesos.2 Um estudo estimou taxa de mortalidade em torno de 10% associada com intoxicação por teofilina3. 151: 689-693. UpToDate 2005.2 Como teofilina oral só apresenta benefício provável em terapia adicional de asma brônquica persistente pobremente controlada por corticóides inalatórios4.). Solarte I. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Teofilina necessita de monitorização. situações que prolongam a meia-vida. Esquemas de administração precisam de reajuste em pacientes idosos. nas seguintes condições: imunocomprometidas. e toxicidade inicia-se com15 µg/mL e é considerável acima de 20 µg/mL). cor pulmonale. In: Fuchs FD. 3 Dawson AH. Wannmacher L. Ferreira MBC (eds. antes de esplenectomia eletiva e trans197 . taquicardia e cefaléia. Antiasmáticos. comumente obtidas com doses terapêuticas. mesmo sendo a dose ajustada individualmente. a concentração sistêmica sofre variações em diferentes circunstâncias da vida do paciente. crianças com 12 meses de vida ou mais e com menos de 18 anos. 3 ed. asplenia anatômica ou funcional e hemoglobinopatias. clinicalevidence. Asthma. J. Teofilina oral pode ocasionar náusea.

gov. hemoglobinopatias.gov. BRASIL. Ministério da Saúde.saude. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial.plantados de medula óssea com qualquer idade. com asplenia anatômica ou funcional. diabetes melito insulino-dependente.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica VACiNA CoNTrA HEPATiTE A A vacina contra hepatite A está indicada somente para as pessoas com hepatopatias crônicas suscetíveis a hepatite A. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial. cirrose hepática e fístula liquórica. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.gov. basicamente imunocompetentes. pessoas HIV positivas assintomáticas e doentes com aids.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica VACiNA CoNTrA PNEumoCoCoS 23 VALENTE A vacina contra pneumococos 23 valente é uma suspensão de antígenos polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococo. BRASIL.saude. insuficiência renal crônica. BRASIL. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.saude. síndrome nefrótica.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica 198 . Ministério da Saúde. É indicada em crianças com 2 anos e adultos. com doenças pulmonar ou cardiovascular crônicas graves. imunodeficiência congênita ou adquirida. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial. Está indicada também em crianças com 2 anos e adultos. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. Ministério da Saúde.

br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica vAcINA cONTRA RAIvA PARA USO HUMANO FUENZALIdA-PALAcIOS A raiva é problema de saúde pública por ter letalidade de praticamente 100%.gov. pessoas submetidas a transplante de medula óssea. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. hemoglobinopatias.VACiNA CoNTrA PNEumoCoCoS 7 VALENTE A vacina pneumocócica 7 valente é indicada para crianças menores de 2 anos basicamente imunocompetentes. imunodeficiência congênita ou adquirida. principalmente a Síndrome de GuillainBarré1. crianças que estejam em contato domiciliar com pessoa imunodeficiente suscetível e que necessitem receber vacina contra poliomielite. II e III inativados por formaldeído. crianças HIV positivas assintomáticas e com aids. com doenças pulmonar ou cardiovascular crônicas graves. diabetes melito. BRASIL. Ministério da Saúde.saude. insuficiência renal crônica.saude. BRASIL.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica VACiNA CoNTrA PoLiomiELiTE iNATiVADA É vacina de poliovírus dos tipos I. fístula liquórica. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. 199 . síndrome nefrótica. A vacina contra a raiva para uso humano Fuenzalida-Palacios é constituída por vírus inativados produzidos em cérebro de camundongos lactentes. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial.gov. As vacinas de cultivo celular são constituídas por vírus inativados. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial. Ministério da Saúde. cirrose hepática. É indicada para crianças imunodeprimidas (com deficiência imunológica congênita ou adquirida) não vacinadas ou que receberam esquema incompleto de vacinação contra poliomielite. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. asplenia congênita ou adquirida. Pode causar reações neurológicas graves. A prevenção da raiva é realizada por meio do controle da raiva animal e da profilaxia humana pré-exposição e pós-exposição.

produzidos em meios de cultura isentos de tecido nervoso. Combinam segurança biológica, maior imunogenicidade e baixa reatogenicidade1-3. Atualmente no Sistema Único de Saúde se utilizam apenas vacinas de cultivo celular, que são distribuídas na rede básica de saúde tanto para as finalidades de pré quanto de pós-exposição. Por isso se recomendou a exclusão da vacina contra raiva para uso humano Fuenzalida-Palacios.
CDC. Human rabies prevention – United States, 1999. Recommendations of the Advisory. Committee on Immunization Practice (ACIP). MMWR 1999, 48 RR-1: 1-21. Disponível em http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/00056176.htm [Acesso em 8 de junho de 2006] 2 Jones RL et al. Immunogenicity, safety and lot consistency in adults of a chromatographically purified Vero-cell rabies vaccine: a randomized, double-blind trial with human diploid cell rabies vaccine. Vaccine 2001; 19: 4635-4643. 3 Nogueira YL. Adverse effect versus quality control of the Fuenzalida-Palacios antirabies vaccine. Rev Inst Med Trop São Paulo 1998; 40(5): 295-299.
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Referências Bibliográficas

VACiNA CoNTrA VAriCELA A vacina contra varicela está indicada para imunocomprometidos, portadores de: leucemia linfocítica aguda e tumores sólidos em remissão (pelo menos 12 meses), desde que apresentem 1.200 linfócitos/mm3, sem radioterapia. Também se indica em imunocompetentes, tais como profissionais de saúde, pessoas e familiares suscetíveis à doença e que estejam em convívio domiciliar ou hospitalar com pacientes imunocomprometidos. Pessoas suscetíveis à doença que serão submetidas a transplante de órgãos (fígado, rins, coração, pulmão e outros órgãos sólidos) podem recebê-la pelo menos três semanas antes do ato cirúrgico, bem como pessoas suscetíveis à doença no momento da internação em enfermaria onde haja caso de varicela. Ainda se executa a vacinação antes da quimioterapia, em protocolos de pesquisa. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial, pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.
BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.saude.gov.br [Acesso em 03/03/2006]
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Referência Bibliográfica

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VACiNA DuPLA iNFANTiL A vacina dupla infantil contém toxóide diftérico e toxóide tetânico, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio. Está indicada para crianças com menos de 7 anos de idade para as quais haja contra-indicação de receberem a vacina contra a coqueluche (componente pertussis = P) da vacina tríplice (DTP). Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial, pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.
BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.saude.gov.br [Acesso em 03/03/2006]
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Referência Bibliográfica

vAcINA TRÍPLIcE AcELULAR A vacina tríplice acelular está indicada em crianças com até 6 anos completos, as quais, após o recebimento de qualquer uma das doses da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP), tenham apresentado os seguintes eventos adversos graves: convulsões nas primeiras 72 horas após a vacinação; síndrome hipotônica hipo-responsiva nas primeiras 48 horas após a vacinação. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial, pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.
BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.saude.gov.br [Acesso em 03/03/2006]
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Referência Bibliográfica

VioLETA DE GENCiANA Candidíase orofaríngea é infecção comum em portadores de dentaduras, diabéticos, pacientes tratados com antibióticos, pacientes submetidos a quimioterapia ou radioterapia e pacientes HIV positivos1. O tratamento de escolha consiste na suspensão de nistatina, opção barata e com atingimento de estruturas esofágicas. Clotrimazol é uma alternativa que facilita a adesão, por ser mais palatável1,2. Não existe evidência clínica para a utilização da violeta de genciana no tratamento de candidíase orofaríngea1. A Organização Mundial da Saúde mantém no seu formulário a violeta de genciana (cloreto de metilrosanilínio) porque não apresenta problemas com relação à segurança e tem um baixo custo, o que viabiliza o uso para paí201

ses que não têm outras alternativas. Como a Rename contempla alternativas para essa indicação, recomendou-se a exclusão da violeta de genciana.
www.uptodate.com 2006 2 Pappas PG et al. Guidelines for treatment of candidiasis. Clinical Infectious Diseases 2004; 38(2): 161-189.
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Referências Bibliográficas

B) PArECErES DAS iNCLuSÕES ACETATo DE BETAmETASoNA + FoSFATo DiSSóDiCo DE BETAmETASoNA A corticoterapia antenatal acelera a maturação pulmonar e reduz a incidência de doença de membrana hialina, hemorragia intraventricular e morte em recém- nascidos prematuros1. Os estudos clínicos realizados até o momento parecem indicar que não há risco aumentado de infecção perinatal com emprego da corticoterapia1 no regime de dose recomendado. Recém-nascidos prematuros submetidos a corticoterapia antenatal não apresentaram comprometimento neurológico ou intelectual em estudos de acompanhamento1. Revisão sistemática Cochrane2 de 18 ensaios clínicos (n=3700) mostrou que a administração antenatal de betametasona (24 mg), dexametasona (24 mg) ou hidrocortisona (2 g) a gestantes em risco de parto prematuro associou-se a significativa redução de mortalidade, doença de membrana hialina e hemorragia intraventricular em prematuros. Dose única de corticóide, dada sete dias antes do parto, não se associou a efeitos adversos maternos e fetais. A revisão sistemática não identificou evidência suficiente de benefício com doses repetidas em mães que não evoluíram para o parto, mas continuaram sob risco de parto prematuro. Em estudo randomizado,3 compararam-se os efeitos de 2 injeções de acetato de betametasona + fosfato de betametasona, 4 injeções de fosfato de betametasona ou 4 injeções de fosfato de dexametasona sobre a freqüência cardíaca fetal. As 3 formulações não diferiram significativamente entre si em relação ao desfecho medido. A corticoterapia antenatal é responsável por duas fases na freqüência cardíaca fetal, o que não varia de acordo com o regime de corticóide usado. Outra revisão sistemática Cochrane4 de 21 estudos (3.885 mulheres e 4.269 neonatos) confirmou que o tratamento antenatal com corticóides não aumentou riscos maternos (morte, corioamnionite e sepse puerperal) e reduziu riscos neonatais
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(morte, doença da membrana hialina, hemorragia cerebroventricular, enterocolite necrosante, admissões em UTI neonatal, infecções sistêmicas nas primeiras 48 horas de vida). Os corticóides neonatais mostraram-se eficazes em mulheres com ruptura prematura de membranas e hipertensão gestacional, sendo dose única antenatal recomendada quando há risco de parto prematuro, salvo poucas exceções. Segundo os autores, não se definiu ainda qual o melhor representante corticóide, qual a dose ótima e quais são os efeitos em gestações múltiplas. Apesar disso, houve a decisão de incluir na Rename acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona na forma de suspensão injetável (3 mg/mL + 3 mg/mL).
Crowley P, Roberts D, Dalziel S, Shaw BNJ. Antenatal corticosteroids to accelerate fetal lung maturation for women at risk of preterm birth (Protocol for a Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software 2 Crowley P. Prophylactic corticosteroids for preterm birth (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software. 3 Subtil D, Tiberghien P, Devos P, Therby D, Leclerc G, Vaast P, Puech F. Immediate and delayed effects of antenatal corticosteroids on fetal heart rate: a randomized trial that compares betamethasone acetate and phosphate, betamethasone phosphate, and dexamethasone. Am J Obstet Gynecol 2003; 188 (2): 524-531. 4 Roberts D, Dalziel S. Antenatal corticosteroids for accelerating fetal lung maturation for women at risk of preterm birth. Cochrane Database of Systematic Reviews 2006, Issue 3. Art. No.: CD004454. DOI: 10.1002/14651858.CD004454.pub2.
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Referências Bibliográficas

áLCooL ETíLiCo O número de pacientes internados em hospital e infectados por Staphylococcus aureus resistente à meticilina foi avaliado um ano antes e depois da introdução de álcool gel para a higiene das mãos. Novas infecções por S. aureus resistente à meticilina, provavelmente adquiridas no hospital, foram significantemente reduzidas (P < 0,05) de modo permanente durante os meses subseqüentes ao emprego de álcool, bem como o uso de teicoplanina.1 Estudo em hospitais avaliou a influência do uso de álcool gel na limpeza das mãos dos profissionais de saúde; para cada hospital, tipo e freqüência de infecções após intervenções foram comparados com os dados de período em que não era usado álcool. Os resultados demonstraram redução média de 36,1% nas taxas de infecção no período de 10 meses de utilização do álcool2. Noutro ensaio, realizado num período de oito dias com 52 enfermeiras distribuídas ao acaso em dois grupos, a avaliação das condições da pele e o grau de dano epidérmico foi significante203

mente pior no grupo que usava sabão não anti-séptico do que no grupo que fez desinfecção alcoólica. A limpeza com álcool foi significativamente mais eficaz do que o sabão líquido na remoção de microrganismos de contaminação transitórios3. Assim, o álcool apresenta boa tolerabilidade, tendo aceitação, adesão e aumento de freqüência de higienização pelos profissionais.4,5 Outro estudo avaliou as reduções microbianas em mãos contaminadas com Acinetobacter baumannii oriundas de quatro regimes de higienização das mãos: sabão comum, álcool etílico 70%, PVPI 10% e clorexidina 4%. As reduções foram significativamente maiores com o uso de álcool e PVPI.6 A concentração ideal de álcool é a de 70%. Por isso, fez-se a inclusão de álcool etílico na forma de solução 70% (m/V).
MacDonald A, Dinah F, MacKenzie D, Wilson A. Performance feedback of hand hygiene, using alcohol gel as the skin decontaminant, reduces the number of inpatients newly affected by MRSA and antibiotic costs. J Hosp Infect 2004; 56(1): 56–63. 2 Hilburn J, Hammond BS, Fendler EJ, Groziak PA. Use of alcohol hand sanitizer as an infection control strategy in an acute care facility. Am J Infect Control 2003; 31(2): 109-116. 3 Winnefeld M, Richard MA, Drancourt M, Grob JJ. Skin tolerance and effectiveness of two hand decontamination procedures in everyday hospital use. Br J Dermatol 2000; 143(3): 546-550. 4 Boyce JM. Antiseptic technology: access, affordability, and acceptance. Emerg Infect Dis 2001; 7: 231-233. 5 Pittet D. Improving adherence to hand hygiene practice: a multidisciplinary approach. Emerg Infect Dis 2001; 7: 234-40. 6 Cardoso CL, Pereira HH, Zequim JC, Guilhermetti M. Effectiveness of hand-cleasing agents for removing Acinetobacter baumannii strain from contaminated hands. Am J Infect Control 1999; 27: 327-331.
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Referências Bibliográficas

ATENoLoL Atenolol é antagonista adrenérgico β1-seletivo, com a mesma eficácia de outros betabloqueadores, mas algumas vantagens em relação aos nãoseletivos: maior comodidade de administração para o paciente (1 vez ao dia) e menor penetração em sistema nervoso central por ser mais hidrossolúvel, ocasionando menos distúrbio de sono e pesadelos1. Atenolol também tem menos afinidade por receptores beta-2 brônquicos, causando menos broncoespasmo, sem ser isento deste efeito adverso, e menos doença vascular periférica2. Estudo3 comparou os efeitos de atenolol, metoprolol e propranolol sobre sobrevida de pacientes após infarto do miocárdio, demonstrando taxas de mortalidade praticamente idênticas de metopro204

2006. A textbook of Cardiovascular Medicine. 2001.bnf.capes. e que todos podem ser usados eficazmente para tratar hipertensão. Braunwald´s Heart Disease. 4 Miller JM. Os habitantes receberam dose única oral de azitromicina ou um curso de pomada ocular de tetraciclina (aqueles com contra-indicação à azitromicina) e foram acompanhados por até 24 meses.lol e atenolol. Colorado.). Estudo2 avaliou tratamento de massa em 956 indivíduos (97.br 2 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain.1 Apresenta a vantagem de poder ser usada em crianças com menos de 8 anos de idade e gestantes. 52 ed. USA. Geralmente. angina de peito e outros distúrbios. no mínimo. Comparative effects of three beta blockers (atenolol. Thomson MICROMEDEX. Philadelphia: Elsevier Saunders. 87: 823-826. 2005:727. McCarter RJ. tão eficiente quanto outros fármacos da mesma classe. Libby P.gov. Zipes DP. Greenwood Village. Klasco RK (Ed). Braunwald E (eds. podendo ocasionar cegueira.8%) de uma comunidade em que tracoma era endêmico. 7 ed. In: Zipes DP. e discretamente aumentadas com propranolol. como profilaxia de enxaqueca. 1 Referências Bibliográficas AZiTromiCiNA Tracoma é infecção ocular repetida. metoprolol.5% para 2. hipertensão e arritmias há indicação de atenolol que é. e para 0. London: BMJ Publishing Group and RPS Publishing. e redução de alguns efeitos adversos. USP-DI® System.org 3 Gottlieb SS. British National Formulary. arritmias cardíacas. Therapy for Cardiac Arrhythmias. Em angina pectoris.1% em 2 meses. fazendo parte de um conjunto de estratégias (SAFE) preconizadas pela Organização Mundial da Saúde. and propranolol) on survival after acute myocardial infarction. causada por Chlamydia trachomatis. Disponível em: http://www. e com isso maior adesão a tratamento. periodicos. Bonow RO. Disponível em http://www. A prevalência e a intensidade da infecção diminuíram drasticamente e permaneceram bai205 . o que pode ser atribuído a diferenças basais não detectadas. considerase que nenhum beatabloqueador adrenérgico oferece distinta vantagem sobre outro quando titulado em apropriada dosagem. fez-se inclusão de atenolol na forma de comprimidos de 50 mg e 100 mg. A prevalência da infecção caiu de 9.1% em 24 meses. 4 Então sua inclusão é justificada pela diferença farmacocinética que confere maior comodidade de esquema. O uso de dose oral única de azitromicina substitui tetraciclina tópica. Assim. Am J Cardiol.

foi retirado da Rename como fármaco usado em angina de peito.7% e 95% no grupo da penicilina G benzatina. 2 Solomon AW et al. Burton M.xas durante os 24 meses em que os pacientes foram acompanhados. 4 Riedner G. mostrando-se tão eficaz quanto doxiciclina e igualmente bem tolerada. As taxas de cura se equivaleram: 97. Emerson PM. 5 Addy LD. O tratamento de massa. Azitromicina tem sido recomendada pela American Heart Association como alternativa à penicilina para profilaxia de endocardite bacteriana em adultos com alergia penicilínica submetidos a procedimentos orais. pode interromper a transmissão ocular de infecção por Chlamydia trachomatis1.3 Azitromicina também se mostrou ativa contra gonorréia. 351(19): 1962-1970. Bull World Health Organ 2006. 3 Brocklehurst P. In: The Cochrane Library. cancróide. Outra indicação clínica é no manejo de infecção sexualmente transmissível causada por Chlamydia trachomatis. Bailey R. Para a profilaxia de endocardite bacteriana em crianças. respiratórios ou esofágicos. Martin MV. Oxford: Update Software. 353:1236-1244. 4 328 indivíduos foram randomizados para receber 2g de azitromicina por via oral ou 2. The SAFE strategy for trachoma control: Using operational research for policy. 2006. Azithromycin and dentistry – a useful agent? Br Dent J 2006. antagonista de cálcio diidropiridínico.400. 1 Referências Bibliográficas BESiLATo DE ANLoDiPiNo Nifedipino de liberação sustentada. Mass treatment with single-dose azithromycin for trachoma. donovanose e sífilis. Em ensaio clínico. fez-se a inclusão de azitromicina nas formas de comprimido de 500mg e suspensão oral com 40 mg/mL. N Engl J Med 2004. clindamicina em suspensão oral tem sido substituída por azitromicina. et al. 197(13):141-143. planning and implementation. Rusizoka M. 84(8): 613-619. talvez suplementado por uso subseqüente e periódico de pomada ocular de tetraciclina em pessoas com a doença ativa. Issue 1. espasmo coronariano (angina de Prinzmetal) e hipertensão arterial por associar-se a aumento significante na mortalidade total de pacientes com 206 . Mabey D. mas com a vantagem de poder ser usada em gestantes. Interventions for treating genital chlamydia trachomatis infection in pregnancy (Cochrane Review). Single-dose azithromycin versus penicillin G benzathine for the treatment of early syphilis. Todd J. Rooney G. Solomon AW.5 Por admitir tratamento ou prevenção em dose oral única de doenças que são prioridades em saúde pública.000 UI de penicilina G benzatina por via intramuscular. N Engl J Med 2005.

mas menor incidência de efeitos adversos com o primeiro. 335(15): 1107-1114. Libby P. quando comparado a placebo. 2005: 1306. Philadelphia: Elsevier Saunders. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group.). melhorando os desfechos clínicos e determinando discreta redução de custo em relação ao placebo5. Hossack K. A textbook of Cardiovascular Medicine.2 Apresentou perfil de segurança aceitável em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave. 3 Packer M. não aumentando morbidade ou mortalidade cardiovasculares.4 Em estudo de custo-efetividade realizado em pacientes com doença arterial coronariana. bloqueio atrioventricular. Também é recomendado em pacientes com angina e as seguintes comorbidades: bradicardia sinusal. 1 Nifedipino foi substituído por anlodipino naquelas indicações. 2 Morrow DA. o que pode contribuir para a adesão ao tratamento6. Anlodipino. o que permite a administração a cada 24 horas. anlodipino mostrou ser custo-efetivo. em particular aqueles do tipo diidropiridínico. 4 Ezekowitz MD. fez-se a inclusão de besilato de anlodipino na forma de comprimidos revestidos de 5 mg e 10mg. também bloqueador dos canais de cálcio do tipo diidropiridínico. Braunwald´s Heart Disease. N Engl J Med 1996. 92(5): 1326-1331.2 Em ensaio clínico cruzado. síndrome de Raynaud e broncoespasmo ou asma (as duas últimas condições por serem contra-indicações para betabloqueadores adrenérgicos). Nifedipine. In: Zipes DP. Ghali JK. nas indicações cardiovasculares cabíveis. et al. O’Connor CM. Circulation 1995. tendo mais lento início de ação e maior duração de efeito (meia-vida plasmática de 36 horas).1 Outros antagonistas do cálcio podem ter efeitos adversos similares. Gersh BJ. Bonow RO. et al. Braunwald E. realizado em pacientes com angina estável. em substituição a nifedipino. Por essas considerações. Psaty BM. anlodipino mostrou eficácia e boa tolerabilidade. Amlodipine in chronic stable angina: results of 1 Referências Bibliográficas 207 . Furberg CD. Ensaio clínico randomizado que comparou anlodipino com nifedipino retard em monoterapia de pacientes com angina estável mostrou a mesma eficácia. Meyer JV. Chronic coronary artery disease. Braunwald E (eds. 7 ed. mostrou-se especialmente útil em pacientes com angina crônica e disfunção ventricular esquerda3. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Por ter pequena ação inotrópica negativa. Dose-related increase in mortality in patients with coronary heart disease. randomizado e controlado por placebo. além da conveniência de uma dose diária.doença coronariana quando usado em doses altas a moderadas. Mehta JL. é menos lipossolúvel.

2005. A osteoporose é importante problema de saúde pública para idosos. 4 Klasco RK (Ed).2. o mesmo não acontecendo com cada agente isoladamente.a multicenter double-blind crossover trial. por ter razoável segurança e menor custo7.br 1 Referências Bibliográficas 208 . Há benefício provável com suplementação de cálcio associada à vitamina D na redução de fraturas não-vertebrais em mulheres na pós-menopausa.periodicos. a associação de cálcio e vitamina D constitui a mais simples e menos onerosa das estratégias que previnem fraturas osteoporóticas de quadril e outras localizações não-vertebrais. e em idade avançada. Geneva: World Health Organization. Por isso se fez a inclusão de carbonato de cálcio na forma de comprimido de 1. 129(3): 527-535.5. WHO Model Formulary 2004. Colorado: Thomson MICROMEDEX. sugerindo que parte da perda óssea associada à idade seja secundária à ingestão insuficiente de cálcio e à deficiência de vitamina D5. BNF 50 . equivalente a 500mg de cálcio. institucionalizados.) AHFS Drug Information. 2004. Herz 2001. Embora com benefício categorizado como provável. 3 British Medical Association and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Vários ensaios clínicos controlados demonstraram o benefício da suplementação de cálcio associado à vitamina D na redução de fraturas não-vertebrais (quadril e outras) em idosos. não pode ainda ser desconsiderada quando se intenta prevenir aquela condição em pacientes idosos. 5 Doyle JJ. Kupper W. 2 McEvoy GK (ed. 2005: 484.capes. London: BMJ Publishing Group and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. A cost-effectiveness evaluation of amlodipine usage in patients with coronary artery disease in Sweden. Em caso de osteoporose. 50 ed.6 Quando há necessidade de terapia medicamentosa. A necessidade varia com a idade e é relativamente maior na infância. DISEASEDEX™ Emergency Medicine. devido a problemas na absorção1. a ingestão diária de cálcio deve ser o dobro da quantidade diária normalmente recomendada1. Am Heart J 1995. Int J Clin Pract 2002. Disponível em: http://www. com estado de deficiência de vitamina D e sem história prévia de fratura.250mg. A randomized double-blind comparative study on long-term efficacy and safety of amlodipine and nifedipine retard in the monotherapy of chronic stable angina pectoris. Bethesda: ASPH. gravidez e lactação devido a aumento na demanda.British National Formulary. Amlodipine versus nifedipine retard. Arocho R. CArBoNATo DE CáLCio A suplementação de cálcio é necessária apenas quando a dieta é deficiente1.gov. 26(2): 149-156. Greenwood Village. 6 Sauerbrey-Wulkopf N. 2006. devido ao risco aumentado de fraturas4.3. et al. McGuire A. 56(2): 76-81.

Fármacos e osteoporose. não se observaram reações de hiepersensibilidade no primeiro ciclo de tratamento. 2004: 867-875. Assim. mas não houve diferença nos índices de qualidade de vida. aquelas reações ocorreram em 9% das pacientes. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Carboplatina é relativamente mais bem tolerada.5 Oppermann-Lisboa K. Ferreira MBC (eds. carboplatina e vimblastina) com o esquema M-VAC (metotrexato. London: BMJ Publishing Group. In: Fuchs FD. Outros dois esquemas foram aleatoriamente comparados em pacientes com carcinoma avançado urotelial: carboplatina + paclitaxel (CP) e M-VAC. A eficácia de cálcio e vitamina D na prevenção de fraturas ósseas. respectivamente5. Clinical Evidence. vimblastina e 209 . vimblastina. provavelmente atribuídas à terapia prolongada ou história de alergia prévia2. 2. Brasília: OPAS/MS.org. Fracture prevention in postmenopausal women. ed.br/medicamentos/urm CArBoPLATiNA Carboplatina é análogo da cisplatina com ações e utilização semelhantes. URM: Temas Selecionados. Vestergaard P.).4 meses. neurotoxicidade. Outro estudo6 comparou a eficácia de gencitabina e carboplatina (GC) com mitomicina. Wannmacher L. Em estudo retrospectivo3. A mielossupressão é mais evidente e se manifesta por trombocitopenia. Na re-exposição. os regimes com carboplatina devem ser reservados a pacientes que não toleram tratamento com cisplatina. Estudo randomizado4 que comparou o regime M-CAVI (metotrexato. Wannmacher L.1 Tais efeitos estão relacionados à dose.8 meses versus 15. doxorrubicina e cisplatina) em pacientes com câncer de bexiga mostrou que o primeiro foi menos tóxico. ifosfamida e cisplatina (MIC) ou mitomicina.0001). setembro 2005. As comparações específicas entre os diferentes compostos de platina são difíceis porque os fármacos fazem parte de protocolos de estudo. Langdahl B. em que se encontram em associação com outros antineoplásicos. 2006 7 Wannmacher L. Cisplatina substituiu carboplatina nessas pacientes. Farmacologia Clínica. bem como resistência cruzada. não ocorrendo hipersensibilidade. 3. e sua incidência é considerada menor com carboplatina comparativamente a cisplatina. Porém diferem em suas propriedades farmacocinéticas e perfil de efeitos adversos. Fundamentos da terapêutica racional. nefrotoxicidade e ototoxicidade. Também foram descritas reações de hipersensibilidade ao fármaco. No 10. mais prevalentes em pacientes tratadas por câncer ovariano. 6 Mosekilde L. opas. Ambas têm mecanismos de ação e espectro da atividade clínica similares. A toxicidade foi maior no segundo esquema (P = 0. Disponível em www. Pacientes tratados com CP e M-VAC tiveram sobrevida média de 13. com menos náusea. mas menos ativo do que o segundo. Vol.

O’Byrne KJ. Coffer LW 2nd. Ver WA. et al. Phase III trial of gemcitabine and carboplatin versus mitomycin. ifosfamide. Brown J. 100(8):1639-1645. GC produziu maior toxicidade hematológica e necessitou de mais transfusões. Antineoplastic Agents. Jun 21. and cisplatin versus carboplatin and paclitaxel in patients with advanced carcinoma of the urothelium. 2006: 1315-1403. Cancer 2003. Markman M. 1 Referências Bibliográficas CEFALoTiNA SóDiCA O fármaco escolhido para profilaxia de infecções pós-procedimentos cirúrgicos não deve ser utilizado rotineiramente para tratar terapeuticamente infecções causadas por microrganismos a ele sensíveis. Phase III trial of methotrexate. Smith JA. In: Brunton LL. Hassan J. Anderson H. Parker KL (eds). Dowd I. Hudes GR. Kuross S. Evaluation of the incidence of carboplatin hypersensitivity reactions in cancer patients. vinblastine. and cisplatin in patients with advanced nonsmall cell lung carcinoma. Gynecol Oncol 2006.cisplatina (MVP) em pacientes com carcinoma de pulmão não-pequenas células avançado. Por isso fez-se a inclusão de carboplatina na forma de pó para solução injetável 150mg e 450mg. Ashcroft L. A toxicidade não hematológica foi comparável entre eles. Eres N. doxorubicin. et al. Badell ML. 4 Bellmunt J. Middleton MR. Cancer 2004. 15(5):780-784. New York: McGrawHill. mas determinou menor permanência hospitalar por complicações. segurança e custo adequado. 6 Danson S. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. Edelman MJ. exceto por alopecia que ocorreu mais nos pacientes que receberam MIC ou MVP. Ranson M. 2 Navo M. and cisplatin or mitomycin. Não houve diferença de eficácia entre os esquemas. Manola J. Clemons M. Burt PA. estratégia que se justifica pela minimização da seleção de organismos resistentes1. Thatcher N. Assim.5 hora. carboplatina aparece como alternativa à cisplatina nos pacientes intolerantes a esta. Beresford C. 80(10):1966-1972. 98(3):542-553. Apresenta eficácia microbiológica. 11 ed. Cisplatinum rechallenge in relapsed ovarian cancer patients with platinum reinduction therapy and carboplatin hypersensitivity. 5 Dreicer R. Fairve-Finn C. Lazo JS. Stout R. vinblastine. Int J Gynecol Cancer 2005. só precisando ser suplementado intra-operatoriamente em cirurgias que excedem 4 horas de duração. Loehr A. 3 Kandel MJ. Wilding G. fazendo com que seja o fármaco de escolha 210 . Cefazolina é agente profilático de escolha porque tem meia-vida de 1. Ribas A. Roth BJ. Carboplatin-based versus cisplatin-based chemotherapy in the treatment of surgically incurable advanced bladder carcinoma. Kunthur A. Chabner BA et al. Cancer 1997. Harter P.

128: 79-88. parece ser mais eficaz que este sozinho3.3 Cefazolina é menos estável do que cefalotina in vitro para Staphylococcus penicilinase-resistente do tipo A. São Paulo: Atheneu.em 50% dos protocolos americanos2 e tenha sido incluída em edições anteriores da Rename. seguro e eficaz2. No entanto. McManus AT. Curtis M. Guidelines for clinical care. Walker M. 7. a cefalotina deve ser usada em infecções hospitalares causadas por microrganismos suscetíveis ao espectro de uma cefalosporina de primeira geração. A vantagem clínica é que o uso da bupropiona pode aliviar alguns sintomas decorrentes da abstinência de nicotina. possivelmente pela ação sinérgica das duas substâncias. Fernandes AT et al.uptodate. Bohnen JM. não há prova nítida de que a combinação de bupropiona com a reposição de nico211 . 2 ed. (eds. 3 www. por diferentes mecanismos1. Fletcher JR. Quando associado com adesivo transdérmico de nicotina. Page C. ensaio clínico com vários dependentes de nicotina demonstrou que o uso de bupropiona reduziu o quadro de depressão provocado pela abstinência5. 2000. 2 Page CP. São Paulo: Manole.Wittmann DH.com 4 Hoffman B.) Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. A efetividade de tratamentos não-farmacológicos para se parar de fumar pode ser aumentada com emprego de duas terapêuticas farmacológicas: a reposição de nicotina e o uso de bupropiona6. 1 Referências Bibliográficas cLORIdRATO dE BUPROPIONA O antidepressivo bupropiona é o único aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) para o tratamento da dependência da nicotina1. Arch Surg 1993. Por isso se fez a inclusão da cefalotina sódica (pó para solução injetável 1g). Sutter M. 2004. O emprego de nicotina e bupropiona deve fazer parte de um programa que tenha por base o apoio para a mudança de comportamento quanto ao hábito de fumar. Farmacologia Integrada. Além disso. sendo considerado tratamento de primeira escolha. A eficácia de bupropiona e de qualquer das formas farmacêuticas de nicotina para reposição foi demonstrada em revisões sistemáticas8. Antimicrobial prophylaxis for surgical wounds. Solomkin JS. Para preservar a sensibilidade de cefazolina. Preconiza-se a utilização de cefazolina para profilaxia de feridas cirúrgicas e de cefalotina no tratamento das infecções de pele e de tecidos moles4. entre elas a irritabilidade e a dificuldade de concentração4. sendo talvez mais um motivo para utilização de cefalotina para tratamento e de cefazolina para profilaxia3.

N Engl J Med 1999. Juniper Z. Psychopharmacology (Berl) 2000. e a combinação pode levar à hipertensão e à insônia6. mas pode contribuir para aumento na duração da remissão6. Pharmacotherapy for nicotine dependence. Henningfield JE. Ahluwalia J.4. BMJ 2006. 8 Thorogood M. 3 Jorenby DE et al. 2: 262-271. Currie GP. Hillsdon M. Nollen NL. 4 Shiffman S et al. 332: 1324-26.1 Na leucemia mielóide aguda do adulto.tina melhore adicionalmente os índices de abandono para o hábito de fumar.550 casos novos de leucemia. associado à nicotina. 55: 281-299. Em crianças. Lee M. atingindo de 55% a 80% dos pacientes tratados. daunorrubicina é o maior componente do regime padrão de indução de remissão. The effect of bupropion on nicotine craving and withdrawal. 148: 33-40. Smoking cessation. os resultados não são tão promissores. Britton J. 7 Okuyemi KS. Am Fam Physician 2006. com aumento de sobrevida de 25% a 30%2. Respirat Med 2005. a nicotine patch. Foi feita a inclusão de cloridrato de bupropiona na forma de comprimido de 150mg. Fant RV. 5 Lerman C et al. Interventions to facilitate smoking cessation. Antidepressant and anxiolytic treatment for smoking cessation. Non-nicotine pharmacotherapies for smoking cessation. Mesmo sendo do mesmo grupo de doxorrubicina. O mesmo ocorre na LLA do adulto quando daunorrubicina é associada à vincristina e à prednisona3. para uso restrito no tratamento do tabagismo. o Ministério da Saúde estima 9. 212 . 2 McRobbie H. 340: 685-691. daunorrubicina apresenta a atividade particular para leucemias agudas. fez-se a inclusão de cloridrato de daunorrubicina na forma de pó para solução injetável 20 mg. A controlled trial of sustained-release bupropion. Para 2006. or both for smoking cessation. Por isso. Stitzer ML. Effect of bupropion on depression symptoms in a smoking cessation clinical trial. CA Cancer J Clin 2005. 6 Srivastava P. já existente na Rename 2002. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE DAuNorruBiCiNA Daunorrubicina é antibiótico antraciclínico usado em associação com outros antineoplásicos para induzir remissões em leucemias linfoblástica aguda (LLA) e mielóide aguda (LMA). Buchhalter AR. Summerbell C. 99: 1203-1212. dos quais cerca de 80% classificados como agudos. 18: 362-366. Psychol Addict Behav 2004. enquanto a primeira tem amplo espectro para contra tumores sólidos humanos. Clinical Evidence Web publication date: 01 August 2003 (based on September 2003 search).

Chessells J. a comparação de protocolos de primeira linha. 2 Mayer RJ et al. Por ausência de resistência cruzada. fez-se a inclusão do cloridrato de idarrubicina nas formas de pó para solução injetável 10mg e cápsulas de 5mg e 25mg. 331(14): 896-903. Rio de Janeiro: INCA/Ministério da Saúde. 213 . 4 Wiernik PH et al. Raney M. idarrubicina.1 É terapia de segunda linha em portadores de leucemia linfóide aguda (LLA) e câncer de mama (CaM) em fase avançada e refratário. 1997. Intensive postremission chemotherapy in adults with acute myeloid leukemia.INCA. 16(1 suppl 2): 21-24. Levitt G. como CHOP (ciclofosfamida. Sullivan I. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE iDArruBiCiNA Idarrubicina é antibiótico antraciclínico usado como monoterapia ou em combinação para induzir remissão em pacientes com leucemia mielóide aguda (LMA).2 Diferentes estudos demonstraram benefício de idarrubicina na preparação de pacientes submetidos ao transplante de medula óssea. Omura G. demonstrou respostas iguais em eficácia e uma ligeira redução de alopecia e cardiotoxicidade para o CIOP4. dexametasona) e CIOP (ciclofosfamida. 3 Vogler WR. particularmente em pacientes em recaídas. Em paciente com CaM avançado. A phase-three trial comparing daunorubicin or idarubicin combined with cytosine arabinoside in acute myelogenous leukemia. 5 Sorensen K. Cancer and Leukemia Group B. Velez-Garcia E. 2005. vincristina. vincristina. Semin Oncol 1989. 15(1): 61-68. doxorrubicina.3 No tratamento de LNH. a administração oral de idarrubicina tem demonstrado diferentes graus de atividade.5. Anthracycline dose in childhood acute lymphoblastic leukemia: issues of early survival versus late cardiotoxicity. porém no tratamento de leucemias agudas e LNH. J Clin Oncol. Também tem sido utilizada em mieloma múltiplo e linfoma não-Hodgkin (LNH). Não existem estudos que demonstrem claramente a superioridade da idarrubicina sobre outras antraciclinas em termos de eficácia e toxicidade. dexametasona). A multicenter trial of cytarabine plus idarubicin or daunorubicin as induction therapy for adult nonlymphocytic leukemia. torna-se uma alternativa importante devido à ausência de resistência cruzada. Nesta neoplasia. N Engl J Med 1994. Estimativa 2006: Incidência de Câncer no Brasil. Bull C. tem substituído a combinação de daunorrubicina com ARA-C. possibilidade de resposta em pacientes refratários e biodisponibilidade de formulação oral. Semin Oncol 1989. 16(1 suppl 2): 25-29.

615-620. Philadelphia: 1 Referências Bibliográficas 214 . Giralt S. et al. Barni S.2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.4 chegando a 75% dos déficits neurológicos após anestesias espinhais não-traumáticas. Andersson B. Arnoldi E. 3 ed. considerado como o anestésico local padrão.1 Anestésicos locais podem induzir certo grau de hemólise. et al. 11 ed. Strichartz GR. Intini C. Kantarjian HM. 19: 329-335. New York: McGrawHill. less intensive conditioning regimens as adoptive immunotherapy in advanced Hodgkin’s disease. In: Brunton LL. 2 Catterall WA. Por isso. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. Wong FC. Antineoplastic Agents. 13: 2827-2834.). In: Miller RD. Phase III comparative trial using CHOP vs CIOP in the treatment of advanced intermediate-grade non-Hodgkin’s lymphoma. 5 Zinzani PL et al. Andreeff M. 2 Zaniboni A. Farmacologia clínica. 3 Anderlini P. Anesthesia. 9: 295-299. a qual é significativamente menor quando glicose é coadministrada. Leuk Lymphoma 1995.3 As soluções hiperbáricas (densidade maior do que a do liquor) tendem a manter o anestésico em porções mais descendentes do saco dural. Tabiadon D. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE LiDoCAíNA + GLiCoSE Lidocaína é anestésico local tipo amida. É usada em diversas técnicas anestésicas. fez-se a inclusão da solução injetável de cloridrato de lidocaína 5% + glicose 7. Bone Marrow Transpl 2000: 26. 2006: 3 Berde CB. Fundamentos da terapêutica racional. Idarubicin cardiotoxicity: a retrospective study in acute myeloid leukemia and myelodysplasia.1 Em anestesia espinhal. Anestésicos locais. 2004: 205-227. Benjamin RS. In: Brunton LL. com o qual os demais são comparados. Ferreira MBC. Lazo JS.2 Porém. 11 ed. In: Fuchs FD. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics.5 Na 14ª Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS foi selecionada a mistura de solução injetável a 5% de lidocaína com solução de glicose a 7. a baricidade (densidade do fármaco em relação à densidade do liquor) e a posição do paciente condicionam a extensão cefálica do bloqueio. Local anesthetics. Lazo JS. 5 ed.6 No Brasil existem produtos contendo essa solução.5%.Chabner BA et al.5%. Mackie K. Wannmacher L. Oral idarubicin and cyclophosphamide for metastatic breast cancer in elderly patients. Parker KL (eds). Bolognesi A. New York: McGrawHill. inclusive como genérico. Parker KL (eds). 2006: 1315-1403. Kornblau SM. Allogeneic stem cell transplantation with fludarabine-based. há vários relatos que descrevem danos neurológicos transitórios ou de longo prazo com lidocaína hiperbárica. Ferreira MBC (eds. Local anesthetics. 4 Anderlini P. J Clin Oncol 1995. ed. AntiCancer Drugs 1998.

comparando granisetrona e ondansetrona na prevenção da náusea e vômitos induzidos por cisplatina. Totoki T. 4 Hodgson PS. a segunda apresentou custo cinco vezes menor. Oda M. Liu SS. The neurotoxicity of drugs given intrathecally. pesquisa realizada no Brasil4 comparou eficácia e custos das administrações intravenosas de ondansetrona (em dose padrão) e granisetrona (na menor dose sugerida). a escolha do fármaco deve levar em consideração. inclusive como medica215 . Revisão de 7 estudos randomizados e controlados (n = 4. Assim. não demonstrou diferenças clinicamente significativas em eficácia e tolerabilidade. núcleo do trato solitário. em pacientes submetidos à radioterapia de corpo inteiro ou abdômen superior (NNT aproximadamente de 2. Possible mechanism of irreversible nerve injury caused by local anesthetics: detergent properties of local anesthetics and membrane disruption. Levando em conta eficácia e segurança similares de granisetrona e ondansetrona. 2000: 491-521. estômago e intestino. 5 Kitagawa N. Sucedâneos. Neal JM. tropisetrona e dolasetrona. Anesthesiology 2004.5). e considerando o menor preço atual e maior número de produtores desta última. 6 WHO Expert Committee on the Use of Essential Drugs. 100(4): 962-967. mas a mesma eficácia. Observou-se que.5 Anti-serotoninérgicos comumente são prescritos na profilaxia de náuseas e vômitos de pacientes que se submetem à radioterapia. nas primeiras 24 horas. São usadas na prevenção e controle da náusea e vômitos induzidos por quimioterapia e radioterapia1. vias vagais envolvidas na gênese da êmese. em comparação com a ondansetrona. os custos do medicamento. como granisetrona. WHO model list of essential medicines: 14th list.084)2.int/ hq/2005/a87017_eng. Anesth analg 1999. 2005.Churchill Livingstone.who. Outros estudos farmacoeconômicos demostraram relação custo-benefício favorável à granisetrona. Geneva: WHO. Em 2000.pdf CLoriDrATo DE oNDANSETroNA Ondansetrona é antagonista de receptores pós-sinápticos da serotonina (5-HT3). centro do vômito. Disponível em: http://whqlibdoc. apresentam maior afinidade pelo receptor 5-HT3 e meia-vida de eliminação mais prolongada. apesar de haver tendência de a primeira ser mais eficaz. Pollock JE. Revisão sistemática6 de cinco ensaios clínicos – quatro utilizando ondansetrona e um granisetrona – concluiu que ondansetrona é mais eficaz que placebo ou metoclopramida em prevenir vômito. fundamentalmente. presentes em zona do gatilho. Outra metanálise3 de 14 estudos randomizados e controlados chegou à mesma conclusão. 88:797-809.

Reducing the costs of chemotherapy antiemetic prophylaxis: results of a pilot single institution randomized double blind trial comparing standard dose ondansetron versus low dose granisetron. É menos irritativa do que tetracaína e tem pequeno potencial antigênico. com perfil de tolerabilidade (menor desconforto. Moore RA. o colírio de cloridrato de tetracaína apresenta disponibilidade muito limitada no mercado nacional. Caparroz C. 33 (9): 1364-1370. 34: 1836-1844. Del Favero A. o que é vantagem em relação à associação de tetracaína e fenilefrina. Bueno LM. útil em crianças) e toxicidade superior3. Pharmacoeconomics 1996. com duração de 15 a 20 minutos. Granisetron. Tem. tonoscopia. eficácia comparável a dos demais anestésicos tópicos oculares. Também não causa midríase. Results of a meta-analysis of randomized controlled trials.mentos genéricos. 2004: 801-813. Ballatori E. Lopes F.2 Proximetacaína produz anestesia corneana em aproximadamente 20 segundos.1 Os colírios anestésicos são também utilizados em tonometria (medida da pressão intra-ocular). Stoner NS. Efficacy of 5-HT3 receptor antagonist in radiotherapy-induced nausea and vomiting: A quantitative systematic review. Zatta S. Além disso. Acta Oncológica Brasileira 2000. Nicoletti AG. A pharmacoeconomic evaluation of its use in the prophylaxis of chemotherapy-induced nausea and vomiting. remoção de sutura. Ao contrário. Cancer 2000. 5-HT3 receptor antagonists: differences and similarities. Ferreira MBC (eds. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. o cloridrato de proximetacaína tem maior disponibilidade de apresentações. 89: 2301-2308. Tonato M. Assim. 216 . Eur J Cancer 1997. Wannmacher L. se fez a inclusão de colírio de cloridrato de proximetacaína 0. optou-se pela inclusão do cloridrato de ondansetrona nas formas de comprimido (4mg e 8mg) e solução injetável (2mg/mL) e pela exclusão do cloridrato de granisetrona. 6 Tramèr MR. 9: 357-374. Mota A. Castro PC. et al. cirurgia corneana superficial e manipulação do sistema canalicular nasolacrimal. 2 Roila F. Reynolds DJ.). Antieméticos.5% e exclusão do cloridrato de tetracaína. In: Fuchs FD.5. Fundamentos da terapêutica racional. Farmacologia clínica. 3 ed. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE ProximETACAíNA Anestésicos tópicos oculares são indicados para alívio da dor intensa em trauma ocular não penetrante. McQuay HJ. Benfield P. 3 del Giglio A. 4 del Giglio A. Soares HP. Eur J Cancer 1998. 3: 121-124. Granisetron is equivalent to ondansetron for prophylaxis of chemotherapy-induced nausea and vomiting. Brandão AMB. 5 Plosker GL. pois. remoção de corpo estranho de conjuntiva e córnea.

Leal F et al. Arq Bras Oftalmol 2003; 66(1): 57-60. 2 Henderer JD, Rapuano CJ. Ocular Pharmacology. In: Brunton LL, Lazo JS, Parker KL (eds). Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. 11 ed. New York: McGrawHill, 2006: 1707-1737. 3 Shafi T, Koay P. Randomised prospective masked study comparing patient comfort following the instillation of topical proxymetacaine and amethocaine. Br J Ophthalmol 1998; 82: 1285-1287. 4 Grant RL, Acosta D. Comparative toxicity of tetracaine, proparacaine and cocaine evaluated with primary cultures of rabbit corneal epithelial cells. Exp Eye Res 1994; 58(4): 469-478. 5 Bartfield JM, Holmes TJ, Raccio-Robak N. A comparison of proparacaine and tetracaine eye anesthetics. Acad Emerg Med 1994; 1(4): 364-367.
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Referências Bibliográficas

DiATriZoATo DE SóDio + DiATriZoATo DE mEGLumiNA Os amidotrizoatos são compostos monoméricos iônicos iodados, usados como meios de contraste radiológico.1 As misturas contendo diatrizoato de sódio a 10% (m/v) e diatrizoato de meglumina a 66% (m/v) são bastante utilizadas, pela baixa toxicidade e baixa viscosidade, além do elevado conteúdo de iodo do sal sódico.2 São indicadas por vias oral ou retal em radiografia gastrintestinal, tomografia computadorizada, angiocardiografia, arteriografia, angiografia cerebral, venografia, colangiografia, mamografia de contraste e urografia de modo geral.3,4 Por essas razões, fez-se a inclusão de diatrizoato de meglumina + diatrizoato de sódio na forma de solução injetável 0,1 + 0,66g/mL (teor em iodo de 370mg/mL).
Sweetman S (Ed). Martindale: The Complete Drug Reference. 33 ed. London: Pharmaceutical Press; 2002: 1030-1031. 2 Beringer P et al (eds.) Remington: The Science and Practice of Pharmacy. 21 ed. Philadelphia: College of Pharmacy and Science; 2000:1035. 3 Korolkovas A. Dicionário Terapêutico Guanabara 2005/2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. 4 Dunks MNG, Aronson JK. Meyler’s side effects of drugs. 14 ed. Amsterdam: Elsevier; 2000:1605-1606.
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Referências Bibliográficas

ENANTATo DE NorETiSTEroNA + VALErATo DE ESTrADioL Esta associação constitui um contraceptivo injetável para uso mensal. Sua eficácia é equivalente a de contraceptivo só progestogênico e a de contraceptivos orais combinados. Revisão Cochrane1 que comparou a associação de acetato de medroxiprogesterona 25mg + cipionato de estradiol 5mg com enantato de noretisterona 50mg + valerato de estradiol 5mg en217

controu, nos estudos para ambos os casos, baixos porcentuais de interrupção precoce em relação à amenorréia ou outros problemas de sangramento, mas houve porcentuais mais elevados de interrupção ou descontinuação por outras razões em comparação com contraceptivos somente de progestogênios. A combinação enantato de noretisterona 50mg + valerato de estradiol 5mg teve interrupção global precoce menor e descontinuação menor com relação à amenorréia ou sangramento prolongado do que acetato de medroxiprogesterona 25mg + cipionato de estradiol 5mg. No entanto, essas diferenças não foram identificadas em todos os ensaios que fizeram tal comparação. O grupo enantato de noretisterona 50 mg + valerato de estradiol 5mg teve mais sangramento cíclico (regular) e menos sangramento prolongado nos períodos de referência do que acetato de medroxiprogesterona 25mg + cipionato de estradiol 5mg. Os grupos não diferiram nas freqüências de amenorréia. Os porcentuais de descontinuação podem ser considerados como medida de aceitação do método, mas os achados devem ser interpretados com cautela porque a descontinuação depende de muitos outros fatores. Outra revisão Cochrane2 envolvendo três ensaios randomizados, controlados com placebo, não encontrou prova que sustente uma associação de causa entre anticoncepcionais combinados e aumento de peso. Havendo pouca diferença entre os duas combinações de contraceptivos injetáveis, optou-se pela inclusão de enantato de noretisterona 50mg + valerato de estradiol 5mg, para injeção mensal.
Gallo MF, Grimes DA, Schulz KF, d’Arcangues C, Lopez LM. Combination injectable contraceptives for contraception (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software. A substantive amendment to this systematic review was last made on 14 March 2005. 2 Gallo MF, Grimes DA, Schulz KF, Helmerhorst FM. Combination contraceptives: effects on weight. (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software.
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Referências Bibliográficas

FiLGrASTim Filgrastim é fator de crescimento mielóide com indicação em profilaxia de neutropenia secundária a quimioterapia antineoplásica, com exceção da leucemia mielóide crônica e síndromes mielodisplásicas.1 Metanálise2 mostrou redução de 20% em neutropenia febril em crianças submetidas à quimioterapia antineoplásica, com menor duração de hospitalização, porém sem reduzir a mortalidade associada à infecção. Filgrastim re218

duz a duração da neutropenia e o período de hospitalização na terapêutica mieloablativa seguida de transplante de medula óssea.3 Pode ser usada em neutropenias não-oncológicas, como anemia aplástica, neutropenia congênita grave, neutropenia crônica idiopática e cíclica,4-7 e também em neutropenia persistente em pacientes com infecção por HIV em fase avançada.8 Revisão sistemática Cochrane9 mostrou que filgrastim não reduziu mortalidade em neonatos com neutropenia severa por infecções graves, nem preveniu infecções em neonatos de alto risco. Não foi referida toxicidade em nenhum dos estudos compilados. Recomendou-se a inclusão de filgastrim na forma de solução injetável 300 µg/mL.
Lyman GH,Kuderer NM,Djulbegovic B.Prophylactic granulocyte colony-stimulating factor in patients receiving dose-intensive cancer chemotherapy. Am J Med 2002; 112: 406-411. 2 Sung L, Nathan PC, Lange B, Beyene J, Buchanan GR. Prophylactic granulocyte colonystimulating factor and granulocyte-macrophage colony-stimulating factor decrease febrile neutropenia after chemotherapy in children with cancer: a meta-analysis of randomized controlled trials. J Clin Oncol 2004; 22: 3350-3356. 3 Bishop MR, Tarantolo SR, Geller RB, Lynch JC, Bierman PJ, Pavletic ZS, et al. A randomized, double-blind trial of filgrastim (granulocyte colony-stimulating factor) versus placebo following allogeneic blood stem cell transplantation. Blood 2000; 96: 80-85. 4 Dale DC (ed.). Filgrastim anniversary supplement: reviewing 10 years of clinical experience, a seminar-in-print. Drugs 2002; 62 (suppl 1): 1-98. 5 Cottle TE, Fier CJ, Donadieu J, Kinsey SE. Risk and benefit of treatment of severe chronic neutropenia with granulocyte colony-stimulating factor. Semin Hematol 2002; 39: 134-140. 6 Ozer H et al. 2000 update of recommendations for the use of hematopoietic colonystimulating factors: evidence-based, clinical practice guidelines. American Society of Clinical Oncology Growth Factors Expert Panel. J Clin Oncol 2000; 18: 3558-3585. 7 Clark OAC et al. J Clin Oncol 2005; 23: 4198-214. 8 Kuritzkes DR. Neutropenia, neutrophil dysfunction, and bacterial infection in patients with human immunodeficiency virus disease: the role of granulocyte colony-stimulating factor. Clin Infect Dis 2000; 30: 256-260. 9 Carr R, Modi N, Dore C. G-CSF and GM-CSF for treating or preventing neonatal infections. In: The Cochrane Database of Systematic Reviews; Issue 3. Chichester: John Wiley; 2003 (accesso 27/10/05).
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Referências Bibliográficas

FoSFATo SóDiCo DE PrEDNiSoLoNA A prednisona é corticosteróide que se converte em prednisolona no fígado1. Portanto, ambas têm as mesmas indicações e dosagens2,3. Como prednisona somente existe em forma de comprimidos, prednisolona, em forma líquida, tem-se apresentado como alternativa terapêutica para tratamento de crianças. Em estudo de avaliação econômica,4 ACTH foi com219

parado a prednisolona para tratamento de espasmos infantis em síndrome de West. Prednisolona foi significativamente mais barata, facilmente disponível e administrada por via oral. Por outro lado, o custo do tratamento com comprimidos de prednisona é ligeiramente menor. Assim, recomendou-se a manutenção da prednisona (em comprimidos) e a inclusão de fosfato sódico de prednisolona na forma de solução oral 1,34mg/ mL (equivalente a 1mg/mL de prednisolona), como alternativa de tratamento das indicações de prednisona em crianças.
Bergamaschi S, Rusconi R, Gervasoni M, Rigamonti AE, Cella S, Bareggi SR. Pharmacokinetics of prednisone and prednisolone in a case of hypothyroidism: effect of replacement therapy. Steroids 2005; 70: 787-789. 2 Sweetman S (Ed). Martindale: The Complete Drug Reference. London: Pharmaceutical Press. Electronic version, Thomson Micromedex, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponível em http://www.periodicos.capes.gov.br 3 Klasco RK (Ed). DRUGDEX® System. Greenwood Village, Colorado: Thomson MICROMEDEX, 2006. Disponível em: http://www. periodicos.capes.gov.br 4 Azam M, Bhatti N, Krishin J. Use of ACTH and prednisolone in infantile spasms: experience from a developing country. Seizure 2005; 14:552-556.
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FumArATo DE TENoFoVir DESoProxiLA Tenofovir é inibidor de transcriptase reversa análogo de nucleosídeo com potente atividade anti-retroviral in vivo e in vitro. Devido à limitada biodisponibilidade por via oral em animais, foi desenvolvido um pró-fármaco – fumarato de tenofovir desoproxila (TDF) – que se converte por ação enzimática em metabólito ativo (difosfato de tenofovir) que inibe a transcriptase reversa1. Muitos estudos clínicos demonstraram a eficácia e o bom perfil de segurança do TDF em pacientes infectados pelo HIV.2 Em estudo3 de 48 semanas, tenofovir mostrou-se eficaz para o tratamento da infecção por HBV em 31 pacientes HIV positivos. Pacientes com vírus altamente replicativo podem beneficiar-se desta estratégia de tratamento devido à redução na replicação, pré-condição para a melhora da função hepática. A concentração atingida por tenofovir em plexo coróide e líquido espinhal possibilita sua ação no sistema nervoso central1. Por essas razões, fez-se a inclusão do fumarato de tenofovir desoproxila na forma de comprimido de 300mg.
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GLiCLAZiDA Glibenclamida, sulfoniluréia já incluída na Rename, apresenta maior risco de hipoglicemia em diabéticos idosos, pelo que nesses tem sido recomendada sua substituição por gliclazida1. O risco de hipoglicemia é mais provável com sulfoniluréias de longa ação, como glibenclamida.2 A redução do risco de hipoglicemia é atribuída a glicazida ter mais curta duração de ação.2,3 Em estudo espanhol de pequena duração,4 analisou-se a substituição de glibenclamida por glicazida em pacientes com diabetes tipo 2 hospitalizados. Ambos os grupos mostraram efeitos similares sobre os níveis glicêmicos em três dias (P = 0,14), porém, ao fim de seis dias, os valores médios foram 142,1 mg/dl ± 36,0 e 172,8 mg/dl ± 28,2, respectivamente nos grupos glibenclamida (manutenção) e glicazida (substituição) (P = 0,01). A ocorrência de eventos hipoglicêmicos não foi medida. Em estudo de coorte,5 determinou-se a mortalidade de diabéticos tipo 2 em tratamento com diferentes sulfoniluréias associadas a metformina por três anos. A combinação com glibenclamida associou-se a significativamente maior mortalidade anual (8,7%) do que a com gliclazida (2,1%; P = 0,001). Desde 1998, depois da recomendação de preferência de glicazida enunciada por diretriz canadense,6 não há estudos que recomendem a substituição da glibenclamida por gliclazida. No United Kingdom Prospective Diabetes Study de número 33 indica-se glibenclamida no tratamento de pacientes diabéticos tipo 2, entre 25 e 65 anos, sem sobrepeso. No entanto, nesse estudo não se empregou gliclazida, comparando-se apenas clorpropamida, glipizida e glibenclamida à insulina7. Com base no exposto e apesar da inexistência de forte evidência, fez-se a inclusão de gliclazida na forma de comprimido de 80mg somente para idosos.
British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. British National Formulary. 52 ed. London: BMJ Publishing Group and RPS Publishing; September 2006. Disponível em: http://www.bnf.org/bnf/bnf
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Isso propicia aumento das concentrações de imipeném. segundo as estimativas de Câncer 2005–2006. é utilizada como bloco de consolidação em combinação com citarabina4 e também no protocolo BFM 86 para pacientes pediátricos. como segunda linha de tratamento e terapia de salvamento para tumores de testículos e timo. J Clin Oncol 1999. Fez-se inclusão de ifosfamida na forma de pó para solução injetável 1g para ter alternativa para ciclofosfamida e possibilidade de emprego dos protocolos mencionados. e como adjuvante no tratamento de sarcomas ósseos e rabdomiossarcomas. Hyper-CVAD program in Burkitt’s-type adult acute lymphoblastic leukemia. usado em combinação com cilastatina (na proporção de 1:1). 3 McBride NC et al. Deve ser utilizada com mesna e adequada hidratação. Cabanillas F et al. inibidor das peptidases renais que metabolizam o imipeném. cilastatina é desprovida de atividade antimicrobiana. Moore MJ. pulmões. ovários. 6(2): 144-154. Também é usada em regimes paliativos no câncer de colo uterino. Algumas destas indicações (linfomas não-Hodgkin de grau intermediário e alto. leucemia linfoblástica aguda de alto risco e câncer de colo uterino) representam. 5 Siu LL. Em leucemia linfoblástica aguda (células pré-B e T) de alto e muito alto risco. Leuk Lymphoma 1999. 49: S9-S12. Use of mesna to prevent ifosfamide-induced urotoxicity. 1 Referências Bibliográficas imiPENÉm + CiLASTATiNA SóDiCA Imipeném é antibiótico carbapenêmico de estrutura betalactâmica. especialmente no trato urinário. EPIC (Etoposídeo + Prednisolona + Ifosfamida + Carboplatina)3. Alternating triple therapy for the treatment of intermediate grade and immunoblastic lymphoma.famida + Carboplatina + Etoposídeo)2. bem como cilastina parece ter efeito nefroprotetor. 17(8): 2461-2470. Ifosfamida ainda pode ser usada como alternativa à ciclofosfamida em linfomas. importante fração dos casos novos a serem diagnosticados e tratados no Brasil. low toxicity salvage therapy for patients with poor risk lymphoma prior to beam high dose chemotherapy and peripheral blood progenitor cell transplantation. Ann Oncol 1998. Apesar de ser estruturalmente similar ao imipeném. Support Care Cancer 1998. como o de Burkitt. Cancer Chemother Pharmacol 2002. para evitar toxicidade urológica5. 35: 339-345. Engloba cocos 223 . 2 Moskowitz C. Imipeném apresenta o maior espectro de atividade antimicrobiana. 4 Thomas DA et al. Epic as an effective. Risk-adapted therapy for relapsed and refractory lymphoma using ICE chemotherapy. 9: 511-518. excedendo ao da maioria das outras classes.

Crisostomo AC. 1 Referências Bibliográficas iTrACoNAZoL Itraconazol é antifúngico triazólico. In: Betts RF. et al. Matsumoto T. Carbapenems in clinical practice: a guide to their use in serious infection. Streptococcus pneumoniae). Geralmente é bem tolerado. Nas últimas décadas. incluindo cepas multirresistentes. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins. Int J Antimicrob Agents 1999. Rolston KV. Haemophilus influenzae). Penn RL.. Mostrou-se eficaz no tratamento de micoses sistêmicas causadas por Aspergillus sp. Quinn JP. ativo por via oral e com amplo espectro de ação contra fungos patogênicos para o homem. Reese and Betts´A Pratical Approach to Infectious Diseases. Newer carbapenems for urinary tract infections. sendo referidos efeitos adversos em 5% a 8%. Int J Antimicrob Agents 2004. Estudo clínico randomizado comparou eficácia e segurança da associação imipeném + cilastatina (500mg + 500 mg) com a combinação piperacilina + tazobactam (4g + 500mg) em 293 pacientes com infecção intra-abdominal. Pseudomonas aeruginosa. Histoplasma capsulatum. 3 Reese RE. Lode H. um agente antimicrobiano com as características descritas pode ser utilizado3. Muratani T.1 Tem atividade sobre organismos resistentes a muitos tipos de antibióticos. Candida albicans resistentes a fluconazol e cetoconazol e Paracoccidioides brasiliensis.4 Seu uso deve ser reservado para pacientes hospitalizados com infecções graves não suscetíveis a outras opções. 4 Erasmo AA. eds. Asian J Surg 2004. 5 ed. Wilson SE. bactérias causadoras de infecções hospitalares têm mostrado alta resistência aos antibióticos. 2003: 1058-1061. principalmente náuseas.Gram-positivos (Staphylococcus aureus meticilina sensível. Garau J. constitui atualmente o 224 . Por isso. Na paracocidioidomicose. cefaléia e dor abdominal1. incluindo outros beta-lactâmicos2. Dessa forma. Betts RF. 24 (suppl 1): S35–S38.). tonturas. Randomized comparison of piperacillin/ tazobactam versus imipeném/cilastatin in the treatment of patients with intra-abdominal infection. 27(3): 227-235. Antibiotic use. Chapman SW. bacilos Gram-positivos (Clostridium sp. 11(2): 93–100. cocos Gram-negativos (Neisseria sp. fez-se a inclusão de imipeném + cilastatina sódica na forma de pó para injetável (500mg + 500mg). 2 Bradley JS.) e bacilos Gram-negativos (enterobacteriáceas. em infecções graves por microrganismos definida ou supostamente multirresistentes ou naquelas que requerem múltiplos antibióticos. A eficácia clínica foi de 97% para ambas as associações e a freqüência de eventos adversos associados ao tratamento foi similar.Yan LN.

Merigan Jr T. São Paulo: Atheneu.5 Outras indicações incluem cromomicose. É eficaz em todas as formas de esporotricose. sob risco de gravidez2. Por essas razões. Sprothrix schenckii. Antimicrobial therapy and vaccines.75mg de levonorgestrel por comprimido.6 Pelo amplo espectro de abrangência dos fungos causadores de micoses sistêmicas. feo-hifomicose e pseudoalescheríase. programa do Ministério da Saúde1. Marinho LAC. eds. Walsh TJ. Rotinas de diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. Barriere S. 2 Negroni R. fez-se a inclusão de levonorgestrel na forma de comprimido de 1. Barriere S. Castaneda E. 2005.5mg. Merigan Jr T. In: Yu VL. 6 Groll AH. eds. 3 Brummer E. e que dose única de 1. para a prevenção de gravidez não desejada2. eds. sem aumento significante de efeitos adversos2. a contracepção de emergência prevenirá 80% de gestações em jovens e mulheres adultas que estão no período fértil e. 6(2): 89-117. 1999: 1119-1125. pois produz em seis meses resultados equivalentes aos de 12 a 18 meses de cetoconazol e apresenta menor toxicidade que este 2-4. Clin Microbiol Rev 1993. 5 Kauffman CA. Azoles: triazoles. refere-se ao uso de tratamentos hormonais entre 72 a 120 horas após coito não protegido ou com baixa proteção. São Paulo: Atheneu. 1 Referências Bibliográficas LEVoNorGESTrEL A contracepção de emergência. 2001. Restrepo A. Paracoccidioidomycosis: an update. 225 . Antimicrobial therapy and vaccines. Tavares W. 1999: 1137-1151. Existem atualmente no comércio brasileiro pelo menos dois produtos com a apresentação de 1. 1999: 1158-1170. uso inadequado de anticoncepção e abuso sexual1. até 72 horas depois de coito não protegido. Baltimore: Williams & Wilkins. falha conhecida ou presumida do método em uso de rotina. Entre as principais indicações está a relação sexual sem uso de método anticoncepcional. fez-se a inclusão de itraconazol na forma de cápsula de 100mg e solução oral 10mg/mL.3. aliado à facilidade de uso por via oral.5mg. sendo primeira escolha em doença linfocutânea e extracutânea.medicamento de eleição. 4 Tavares W.5mg tem eficácia semelhante. assim. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfecciosos. coccidioidomicose não-meníngea. Paracoccidioides brasiliensis. Baltimore: Williams & Wilkins. Barriere S. In: Yu VL. Antimicrobial therapy and vaccines. Baltimore: Williams & Wilkins. 3 ed. Merigan Jr T. com intervalo de 12 horas. Estudos recentes sugerem que não é necessário administrar doses de 0. Quando apropriadamente iniciada. com uso restrito para contracepção de emergência. In: Yu VL.

Ministério da Saúde.org 4 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Núcleo de Assistência Farmacêutica. 3 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. o custo estimado de tratamento diário com a loratadina é significativamente inferior a outros fármacos da mesma classe.HTM 2 Lubianca Neto JF. 2002.br/divulga/public/livro_eletronico/INDEX.Fundamentos da terapêutica racional. os pacientes devem ser encorajados a modificar hábitos alimentares. por isso induzindo mais adesão a tratamento1. En226 .3. Antialérgicos. Ferreira MBC (eds. Disponível em: http://www. Committee on Adolescence. Por isso.br/arquivos/ NTce2005.gov. Disponível em: http://www. 2005. Diversos produtos genéricos à base de loratadina estão disponíveis no mercado 4. Fundamentos farmacológico-clínicos dos medicamentos de uso corrente.br/ hotsite/genericos/lista/display. prurido na gestação.pdf 1 Referências Bibliográficas MUcILÓIdE dE Psyllium Antes de empregar laxantes. dermatite atópica. 3 ed.org. 52 ed. Pediatrics 2005. nas formas de comprimido de 10mg e xarope (1mg/mL). cinetose e vertigem1.anvisa. British National Formulary. anafilaxia e reações anafilactóides. Revisões sistemáticas sobre eficácia dos diversos laxativos no tratamento de adultos com constipação crônica não conseguiram demonstrar a superioridade de uma classe sobre as demais1.). Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. London: BMJ Publishing Group and APS Publishing. Low dose mifepristone and two regimens of levonorgestrel for emergency contraception: a WHO multicentre randomised trial. Além disso.gov. 1 Referências Bibliográficas LorATADiNA Anti-histamínicos H1 apresentam benefício definido em urticária crônica e benefício provável em rinoconjuntivite alérgica.bnf.anvisa. Lista de Medicamentos Genéricos Registrados por Ordem de Medicamento de Referência. Anticoncepção de Emergência: perguntas e respostas para profissionais de saúde. Fuchs FD. 3 von Hertzen H et al. WHO Research Group on Post-ovulatory Methods of Fertility Regulation.pdf 2 American Academy of Pediatrics. Os anti-histamínicos de segunda geração apresentam menos efeito sedativo que os de primeira geração. 2006. Disponível em: http://www. 360:1803-1810. Disponível em: http://www. 116(4):1026-1035. e a fazer exercícios físicos1. Rio de Janeiro: ENSP. Escola Nacional de Saúde Pública. 2004: : 329-340. aumentando a ingestão de fibras e líquidos. fez-se a inclusão de loratadina. Brasília: Departamento de Ações Programáticas Estratégicas/ Secretaria de Atenção à Saúde. Emergency contraception(Policy Statement). Wannmacher L.ipas. Lancet 2002.

Wannmacher L & Ferreira MBC (Eds). sendo considerado tratamento de primeira escolha. ou seja. Quando associado com adesivo transdérmico de nicotina. Quando ambas são empregadas. associado ao cloridrato de bupropiona. 2005. Farmacologia Clínica. devem fazer parte de programa que tenha por base o apoio para a mudança de comportamento quanto ao hábito de fumar. 14mg e 21mg de nicotina. Brandão ABM. Am J Gastroenterol 2005. revisão sistemática mais recente encontrou adequada evidência para recomendar o uso de Psyllium. 3 ed. e a combinação pode levar à hipertensão e à insônia4. In: Fuchs FD. Como representante da classe de agentes expansores. Fez-se a inclusão de nicotina nas formas de comprimido para mastigar (2mg/g) e de adesivo transdérmico com 7mg. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. fez-se a inclusão do mucilóide de Psyllium.5. parece ser mais eficaz que este sozinho3. 2 Ramkumar D. tegaseroda e polietilenoglicol 2. não há prova nítida de que a combinação de bupropiona com a reposição de nicotina melhore adicionalmente os índices de abandono para o hábito de fumar. além de lactulose. o tratamento não-farmacológico em programa específico que conte com atuação de outros profissionais que não exclusivamente o prescritor. 1 Referências Bibliográficas NiCoTiNA O antidepressivo bupropiona é o único aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) para o tratamento da dependência da nicotina1. Fundamentos da terapêutica racional. considerando disponibilidade e preço. na forma de pó para dispersão oral (5g a 6g). possivelmente pela ação sinérgica das duas substâncias. 2004: 814-823. Laxativos e antidiarréicos. A efetividade de tratamentos não-farmacológicos na suspensão do hábito de fumar pode ser aumentada com emprego de duas terapêuticas farmacológicas: a reposição de nicotina e o uso de bupropiona4. 3 McEvoy GK (Ed. por diferentes mecanismos1. seguro e eficaz2. 227 . Bethesda: ASPH.tretanto. 100: 936-971.) AHFS Drug Information. No entanto. A eficácia de bupropiona6 e de qualquer das formas farmacêuticas de nicotina6 foi demonstrada em revisões sistemáticas.3. para uso restrito no tratamento do tabagismo. Diretrizes de especialistas recomendam iniciar o tratamento da constipação com agentes expansores1. Efficacy and safety of traditional medical therapies for chronic constipation: systematic review. Rao SSC.

O emprego terapêutico do oxigênio tem como objetivo aumentar a pressão parcial do oxigênio no sangue arterial.2. Clinical Evidence Web publication date: 01 August 2003 (based on September 2003 search). N Engl J Med 1999. restaura a concentração necessária às demandas metabólicas em face da eventual depressão ventilatória2. Oxigênio. 340: 685-691. CA Cancer J Clin 2005. Non-nicotine pharmacotherapies for smoking cessation. Os colóides são classificados em sintéticos (poligelina. Fundamentos da terapêutica racional. Fuchs FD. fez-se a inclusão do oxigênio como gás inalante para uso como coadjuvante em anestesia. amido hidroxietílico e dextrano) e naturais (albu228 . Hillsdon M & Summerbell C. Respirat Med 2005. Antidepressant and anxiolytic treatment for smoking cessation. A principal diferença entre os dois grupos de fármacos é que os colóides contribuem para a pressão coloidosmótica2. Stitzer ML. como os anestésicos gerais. Am Fam Physician 2006. 29(5): 300-302. 99: 1203-1212. a nicotine patch. 1 Referências Bibliográficas PoLiGELiNA As alternativas terapêuticas para ressuscitação volêmica incluem cristalóides e colóides1. In: Fuchs FD. 3 ed. Juniper Z. 2 McRobbie H. Currie GP. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Ahluwalia J.). 2004: 760-768. mediante elevação de concentração ou pressão de oxigênio no ar inspirado1. or both for smoking cessation. A oxigenoterapia melhora o cor pulmonar e incrementa a função cardíaca. Por isso. 5 Okuyemi KS. Fant RV. Ferreira MBC (eds. 6 Thorogood M. Britton J. 55: 281-299. melhora as funções neurológicas e o metabolismo pulmonar1. 332: 1324-26. 3 Jorenby DE et al. 1 Referências Bibliográficas oxiGêNio O oxigênio é o gás medicinal mais empregado na prática clínica. O oxigênio é utilizado como diluente para outros gases ou fármacos voláteis. Wannmacher L. Lee M. Buchhalter AR. Pharmacotherapy for nicotine dependence. 2: 262-271. 2 Moraes RS. Gil-Hurté AD. Smoking cessation. Farmacologia Clínica. BMJ 2006. Interventions to facilitate smoking cessation.Administrado intermitentemente. queimaduras e após cirurgia3. Revisão Cochrane de ensaios clínicos randomizados e controlados tendo mortalidade como desfecho não demonstrou que diversos colóides sintéticos reduzam o risco de morte em comparação a cristalóides em pacientes com trauma. Farmácia Hospitalaria 2005. 4 Srivastava P.Henningfield JE. Nollen NL. A controlled trial of sustained-release bupropion.

Colloids versus crystalloids for fluid resuscitation in critically ill patients (Cochrane Review). Metanálise6 avaliou a segurança de colóides. 1 Referências Bibliográficas 229 . Issue 1. Identificaram-se dois prováveis casos com reações adversas. Poligelina permanece no plasma tanto quanto dextrano de baixo peso molecular. e os colóides são mais caros que os cristalóides.1%).8%). Arch Surg 2004. osmoles and albumin. Oxford: Update Software. 139 (5): 552-563. Oxford: Update Software. com 492 pacientes com trauma encefálico. poucos e limitados estudos justificam sua prescrição. Bunn F. De acordo com diretrizes. 3 Roberts I. A systematic review of the comparative safety of colloids. Evidence-based colloid use in the critically ill: American Thoracic Society Consensus Statement.1. Cad Saúde Pública 2005.91. 2006. respectivamente. tendo eliminação primariamente renal. a sobrevida em 28 dias foi superior nos pacientes que receberam solução salina. Apesar do uso difundido. A Comparison of Albumin and Saline for Fluid Resuscitation in the Intensive Care Unit. RR= 0. 350(22): 2247-2256. 7(3):177-180. IC95%: 0. Navickis RJ. Colloid solution for fluid resuscitation. Alderson P. controversas (4. Em subgrupo desse estudo. N Engl J Med 2004. In: The Cochrane Library. Wilkes MM.5%. Colóides apresentam superioridade em relação a cristalóides na ressuscitação de pacientes com hipotensão relacionada à diálise2. inapropriadas (61. The SAFE Study Investigators.99. Chinnock P.6%) ou indeterminadas (0. tomando como referência albumina. Evaluation of human albumin use in a Brazilian hospital.mina). 2 American Thoracic Society. a infusão de albumina resultou em mais baixo índice de reações adversas totais e de reações adversas graves. Salines. Reações anafilactóides ocorreram em 4. Fez-se a inclusão de poligelina na forma de solução injetável a 3. 7 Matos GC.32% após dextrano e 12. Issue 1. 2006. 170 (11): 1247-1259. Alderson P. Schierhout G. Produz expansão do volume intravascular na mesma proporção da solução de albumina a 5%. (Cochrane Review).4% após poligelina. Com base em estudos de farmacovigilância. P=0. 4 Cooper DJ. Hawkins V. Crit Care Resusc 2005.87). Ker K. 5 Bunn F. Rozenfeld S. 21(4): 1224-1233.09. In: The Cochrane Library. as prescrições foram classificadas em apropriadas (33.4 Revisão sistemática Cochrane5 de ensaios clínicos com colóides não evidenciou que um tipo seja mais eficaz e seguro que outro. 6 Barron ME. Estudo brasileiro avaliou 498 prescrições hospitalares de albumina humana. O estudo SAFE1 demonstrou que albumina não é superior à solução salina normal na ressuscitação volêmica de pacientes criticamente enfermos (726 mortes versus 729 mortes.4%). Am J Resp Crit Care Med 2004. 2.51% com amido hidroxietílico.

especialmente importante em procedimentos de curta duração ou realizados em nível ambulatorial. Em pacientes que receberam propofol.1 Mesmo assim. isoladamente e em associação. Propofol tem sido usado para sedar pacientes neurocirúrgicos. Na manutenção da anestesia. É sedativo e hipnótico de ação ultracurta usado em indução e manutenção da anestesia geral em adultos e em crianças acima de 3 anos de idade. Não houve diferença estatisticamente significativa entre desflurano e propofol no tempo para responder a comandos verbais.1 Tem rápido início de ação e curta duração. metanálise3 de 14 ensaios clínicos randomizados avaliou os tempos para resposta a comandos verbais e alta hospitalar em anestesias com desflurano. com similar incidência de efeitos adversos. Tem sido usado com analgésicos opióides de curta ação em anestesias intravenosas totais (sem associação com anestésico de inalação). Todos os três regimes foram igualmente eficazes para obtenção do nível de sedação desejado.ProPoFoL Propofol faz parte dos anestésicos gerais intravenosos. não é contraindicado em crianças sadias submetidas a procedimentos cirúrgicos. mas tem maior custo que tiopental. respectivamente). determinou menos episódios de obstrução de vias aéreas (34% versus 10%.2 Em comparação com halotano para indução anestésica em 156 crianças. Ensaio clínico controlado5 avaliou eficácia e segurança de propofol e midazolam. Concluiu-se que há somente pequenas diferenças entre desflurano e isoflurano ou propofol. a alta ocorreu antes do que naqueles que receberam desflurano. Metanálise de 15 ensaios clínicos randomizados (n=706)4 comparou propofol com metoexital para anestesia de eletroconvulsoterapia em pacientes depressivos ou psicóticos. Está ainda indicado para sedação de pacientes em unidades de tratamento intensivo1. em sedação de 100 pacientes com trauma grave requerendo ventilação mecânica em UCI. A duração média das convulsões foi significativamente menor com propofol. em 230 . Associação de propofol com morfina produziu melhor controle da pressão intracranina. visando reduzir elevações de pressão intracraniana. Propofol determina dor à injeção e efeitos adversos excitatórios que limitam seu uso em alguns pacientes. embora o significado clínico das diferenças observadas seja pequeno. exceto maior aumento dos níveis de triglicerídeos com uso de propofol. Tempo para despertar foi significativamente mais curto com este último fármaco. isoflurano ou propofol para cirurgias ambulatoriais. especialmente pediátricos. visando recuperação anestésica mais rápida.

lático ou cítrico). Chappell ET. Quando se utilizam banhos com concentrações de cálcio da ordem de 3. Durante a sessão de hemodiálise. Valores próximos aos limites superiores são recomendados para pacientes predispostos a arritmias e para aqueles que fazem uso crônico de digitálicos2. Intravenous anaesthesia in paediatric patients. 13: 93-98.8–7. No que concerne às concentrações de potássio. O agente tamponante utilizado nas soluções concentradas é o bicarbonato de sódio 8.5mEq/L. que se associam a maiores ganhos de intervalo dialítico e hiperpotassemia.gov. para o tratamento de lesão cerebral traumática grave6. Acta Anaesth Scand 1999.052. Disponível em: http://www. Propofol versus midazolam: safety and efficacy for sedating the severe trauma patient. Caballero-Cubedo RE. Propofol versus methohexital for eletroconvulsive therapy: a meta-analysis. Pelo rápido início de ação e curta duração de efeito. periodicos. USP-DI® System. Greenwood Village. com pH na faixa de 6. 86: 1. 4 Walder B. as duas soluções são continuamente aspiradas e misturadas com água tratada. Colorado. Essa estratégia visa evitar precipitações e. 90: 1. Tinker JH. Williams J. Tramer MR. 1 Referências Bibliográficas SoLuÇÃo áCiDA PArA HEmoDiáLiSE Atualmente empregam-se em hemodiálise duas soluções concentradas. A solução ácida contém glicose. A tendência atual é usar soluções dialíticas com concentrações de sódio de 138–140mEq/L. Klasco RK (Ed). reações adversas atribuídas ao acetato usado anteriormente como tampão. Rosner MJ et al. Cantalapiedra-Santiago JA. 43(suppl 114): 50-51. Alted-Lopez E.042-1. componentes eletrolíticos e pequena quantidade de ácido orgânico (acético. 6 Kelly DF.0mEq/L são habitualmente utilizados.5–2. componente da solução alcalina. uma alcalina e a outra. os valores de 1. Goodale DB. Perez-Vela JL. 83: 77-82. 5 Sanchez-Izquierdo-Riera JA. Propofol in the treatment of moderate and severe head injury: a randomized.capes. J Neurosurg Anesthesiol 2001. o resultado é um balanço positivo de cálcio na maioria das sessões de hemo231 . 3 Dexter F. Verck M.224. Comparisons between desflurane and isoflurane and propofol on time to following commands and time to discharge: a meta-analysis.br 2 Westrin P.comparação com morfina isoladamente.4%. USA. Thomson MICROMEDEX. Não se deve usar propofol em pacientes com epilepsia. Anesth Analg 1998. fez-se inclusão de propofol na forma de emulsão injetável 10mg/mL. constituindo o banho de diálise diluído. prospective double-blind pilot trial.219-1. Herr DL. ácida. J Neurosurg 1999. Anesthesiology 1995.3 e sem riscos de precipitação de sais de cálcio ou magnésio1. principalmente. Ambros-Checa A.2.

A formulação contém também glicose e ácido acético2.diálise1. e outra denominada ácida. que contém glicose. Philadelphia: Saunders. Referências Bibliográficas 232 . A solução ácida concentrada para hemodiálise disponível no país apresenta os eletrólitos: sódio. Uma alternativa adotada foi o emprego do tampão acetato. As dificuldades para utilização do bicarbonato foram sanadas com a disponibilidade do concentrado de hemodiálise em duas frações separadas: uma denominada básica. 2003: 877-889. composto que sofre biotransformação. Atualmente. Rector FC. 1 Referências Bibliográficas SoLuÇÃo ALCALiNA PArA HEmoDiáLiSE A formulação da solução de hemodiálise deve conter um agente tamponante.A diálise sem glicose está associada à perda de glicose (e estímulo à cetogênese e gliconeogênese). a adição de bicarbonato pode resultar em formação de carbonatos. Brenner & Rector’s The Kidney. visando à manutenção do equilíbrio ácido-base. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. 4 ed. o acetato não é mais empregado devido à associação com náuseas e vômitos.4%). 2004: 2586-2610. maior redução na osmolaridade plasmática durante a diálise e. acidose metabólica. Sessões de hemodiálise com acetato como agente tamponante podem ser acompanhadas de substancial elevação do nível de acetato no sangue. que contém o bicarbonato de sódio a 8. componentes eletrolíticos e pequena quantidade de ácido orgânico (acético. gerando bicarbonato em uma seqüência de reações químicas que consomem dióxido de carbono. sinais clínicos de hipoglicemia. cloreto e magnésio dentro dos limites recomendados para segurança e efetividade nas seções de diálise.4%. lático ou cítrico)2. Fez-se a inclusão da solução ácida para hemodiálise e a exclusão da solução de hemodiálise sem glicose e sem potássio. 1 Brenner BM. cálcio. 7 ed. Philadelphia: Saunders. 7 ed. cefaléia. eventualmente. principalmente nos músculos. 2 Riella MC.2. potássio. Rector FC. Fez-se a inclusão da solução alcalina para hemodiálise (solução de bicarbonato de sódio a 8. A diálise contra níveis de glicose próximos aos valores normais é intuitivamente mais fisiológica2. Em soluções com altas concentrações de cálcio e magnésio.2. Brenner & Rector’s The Kidney. levando à precipitação. instabilidade hemodinâmica e hipóxia1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Brenner BM.

Switching to atazanavir improves metabolic disorders in antiretroviralexperienced patients with severe hyperlipidemia. Goujard C. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. O atazanavir (ATV) é azapeptídeo inibidor de protease do HIV-1. No entanto. possibilidade de administração uma vez ao dia. necessidade de estatinas. J Acquir Immune Defic Syndr 2005. Devido a perfis farmacocinético e de efeitos adversos diferentes. tais como aumento de colesterol plasmático total e de triglicerídeos em pacientes usando esquemas com inibidores de protease1.1 Entre as desvantagens estão a necessidade de administração com alimentos e várias interações medicamentosas1.44 (10):1035-1050. 2003: 877-889. o uso destes medicamentos por longo período pode conduzir a compli233 . houve decréscimo significativo de não-HDL colesterol. Coorte2 realizada em 33 pacientes com hiperlipidemia grave mostrou que a inclusão de atazanavir no esquema anti-retroviral reduziu significativamente triglicerídeos e colesterol total nas primeiras 24 semanas da mudança no esquema. mas têm aplicação clínica no tratamento de doenças reumáticas e outras doenças do tecido conjuntivo e da pele. 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE HiDroxiCLoroquiNA Sulfato de hidroxicloroquina e difosfato de cloroquina são medicamentos antimaláricos.2004:2586-2610. baixo número de cápsulas administradas (esquema terapêutico mais simples). riscos de interações medicamentosas e de pancreatite aguda. Clinical pharmacokinetics and summary of efficacy and tolerability of atazanavir. A redução dos triglicerídeos foi maior que a do colesterol total. entretanto. O atazanavir possui também vantagens em relação aos inibidores de protease tradicionais: menos interferência no metabolismo lipídico. HDL e LDL colesterol não modificaram tanto quanto a carga viral e a contagem de células CD4. 2 Möbius U et al. fez-se a inclusão do sulfato de atazanavir na forma de cápsulas de 150mg e de 200mg. efeitos adversos. Taburet AM. Após 24 semanas de tratamento. Clin Pharmacokinet 2005. 2 Riella MC. Essa melhora pode reduzir riscos de eventos cardiovasculares. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. 39: 174–180. incluindo. 4 ed. Barrail A. SuLFATo DE ATAZANAVir A terapia anti-retroviral de máxima supressão viral possui eficácia e benefícios bem estabelecidos. Le Tiec C.

225 crianças demonstrou que a vacina apresenta alto efeito protetor contra gastroenterite severa por rotavírus e hospitalização por doenças diarréicas. a cada ano com esta incorporação no calendário de vacinação. mediante a análise de quatro ensaios clínicos randomizados (n=592 pacientes) em que se comparou o antimalárico a placebo. relacionada ao fato de que cloroquina cruza a barreira sangue-retina. e o Ministério da Saúde espera evitar cerca de 850 mortes de crianças. O Brasil incluiu a vacina oral atenuada contra rotavírus em março de 2006 no calendário de imunização. Issue 1. A menor toxicidade da hidroxicloroquina pode estar. fez-se a inclusão de sulfato de hidroxicloroquina na forma de comprimido de 400mg. Homik JJEH. enquanto hidroxicloroquina não a atravessa.cações oculares reversíveis e irreversíveis. randomizado. Jones SK. A vacina também demonstrou ser segura em relação ao risco de invaginação intestinal. Shea BJ. A eficácia da vacina oral contra rotavírus monovalente G1P[8] Cepa RIX4414 atenuado foi determinada em ensaio clínico. 2 Klinger G et al. em parte. Ocular toxicity and antenatal exposure to chloroquine or hydroxychloroquine for rheumatic diseases. Este estudo com 63. dentre as últimas. a retinopatia é das mais comuns1. British Journal of Dermatology 1999. controlado por placebo4.2. O abandono de tratamento por efeitos adversos foi similar nos dois grupos. Antimalarials for treating rheumatoid arthritis (Cochrane Review). sua utilização por longo prazo e a diminuição da depuração desses fármacos2. 3 Suarez-Almazor ME. Revisão sistemática Cochrane3 avaliou a eficácia de curto prazo e a toxicidade de hidroxicloroquina em artrite reumatóide. 358: 813-814. 1 Referências Bibliográficas VACiNA orAL DE roTAVíruS HumANo O rotavírus é responsável por grande parte dos casos e óbitos causados por doenças diarréicas agudas em crianças em todo o mundo1. Fatores de risco para a retinopatia podem ser altas doses diárias de cloroquina e hidroxicloroquina. duplo-cego. na faixa etária 234 . 2006. Lancet 2001. A relação custo-efetividade da vacina contra rotavírus foi estabelecida em 1998 3 . o que demonstra o perfil de baixa toxicidade de hidroxicloroquina. Hidroxicloroquina apresentou eficácia nos vários desfechos medidos. Oxford: Update Software. Ocular toxicity and hydroxychloroquine: guidelines for screening. Outro impacto esperado é uma redução de até 42% das internações por gastrenterite infecciosa. In: The Cochrane Library. Wells G. Pela maior segurança. 140(1): 3-7. Tugwell P. Belseck E. multicêntrico.

Ministério da Saúde. cuidado de pacientes queimados e situações clínicas associadas à hipoproteinemia. 1 BRASIL. 2 Parashar UD. JAMA 1998. Progress toward rotavirus vaccines. tétano. Ela consta do calendário básico de vacinação de crianças. N Engl J Med 2006. fez-se a inclusão da vacina oral contra rotavírus humano.de menores de cinco anos5. coqueluche e meningite. Ministério da Saúde: calendário de vacinação (Disponível em www. Glass RI. publicado em 2004 pelo Ministério da Saúde. atenuada (pó para solução oral). são utilizadas soluções de albumina humana em pacientes críticos. Public health. Parashar UD. The promise of new rotavirus vaccines.gov.br acesso em 03/03/2006). Ao 235 . e é relevante para as ações de imunização pediátrica. Atualmente. Cost-effectiveness analysis of a rotavirus immunization program for the United States. queimaduras ou hipoalbuminemia1.gov. com impacto significativo na vigilância epidemiológica das doenças que previne1. Referência Bibliográfica C) PArECErES DAS ALTErAÇÕES rELACioNADAS Ao uSo TErAPêuTiCo ALBumiNA HumANA Como ExPANSor VoLêmiCo Há mais de 50 anos. 354(1): 75-77. Rotavírus: vacina evita 850 óbitos de bebês por ano (Disponível em www. Glass RI. 312(5775): 851-852. as indicações aprovadas incluem o tratamento emergencial do choque. 5 BRASIL. Revisão sistemática Cochrane de 32 estudos randomizados e controlados concluiu que não há evidência de que administração de albumina reduza a mortalidade de pacientes críticos com hipovolemia. Science 2006. 354(1): 11-22. além de outras infecções por Haemophilus influenzae tipo B. fez-se a inclusão de vacina tetravalente (suspensão injetável). Por isso.saude. 279(17): 1371-1376.br acesso em 03/03/2006). monovalente G1P[8] Cepa RIX4414.saude. N Engl J Med 2006. Por essas razões. 4 Ruiz-Palacios GM et al. 3 Tucker AW et al. Safety and Efficacy of an Attenuated Vaccine against Severe Rotavirus Gastroenteritis. 1 Referências Bibliográficas VACiNA TETrAVALENTE A vacina tetravalente (DPT + HIB) evita as seguintes doenças: difteria.

2006. o risco relativo de morte foi 2. o risco relativo de morte com administração de albumina foi 1.01 (IC95%: 0.11-5. Também não houve diferença significativa nos outros parâmetros aferidos. 135: 149-164. A metaanalysis of randomized.10). Os dados sugerem que o uso de albumina humana nos pacientes críticos deva ser revisado.2 Ensaio clínico multicêntrico.95-1. Oxford: Update Software. Li L. In: The Cochrane Library. permanecendo na Rename como frações do plasma para fins específicos. P=0.contrário.3 Ainda se deve levar em consideração que o custo da reposição volêmica com solução de albumina pode chegar a 75 vezes mais do que se fosse realizada com salina. Assim. 2 Wilkes MM.99. Administrada em queimados.87). 3 The SAFE Study Investigators.04 (IC95%: 0.28). Human albumin solution for resuscitation and volume expansion in critically ill patients (Cochrane Review). diminuindo nos estudos com cegamento. A Comparison of Albumin and Saline for Fluid Resuscitation in the Intensive Care Unit. Roberts I. IC95%: 0. não cruzados e com 100 pacientes ou mais. recomendou-se exclusão da solução injetável de albumina humana 200mg/mL da categoria de substitutos do plasma.92-1.997 pacientes críticos mostrou 726 mortes no grupo da albumina e 729 mortes no grupo da solução salina (RR= 0.91-1. Navickis RJ. The Albumin Reviewers (Alderson P. Bunn F.09. 1 Referências Bibliográficas 236 . Issue 1.38 (IC95%: 0. aquele risco foi 1.40 (IC95%: 1. Outra revisão sistemática de ensaios randomizados e controlados que compararam albumina com cristalóides. pois permanece em discussão a relação custo-benefício e a segurança. NEJM 2004. Em conjunto. Schierhout G).19). Para correção de hipoalbuminemia.94-2.03). O risco relativo de morte para todos os estudos foi 1. tendo mortalidade como desfecho. Li Wan Po A. com uso hospitalar e restrito para hipoalbuminemia.95-1. Quando usada para correção de hipovolemia. Patient survival after human albumin administration. nenhuma albumina ou baixas doses de albumina não detectou efeito sobre mortalidade. randomizado e duplo cego que comparou o efeito de reposição volêmica com albumina ou solução salina sobre mortalidade em 6. 350 (22): 2247-2256. o risco relativo de morte foi 1. pode aumentar discretamente a mortalidade. Ann Intern Med 2001.11 (IC95%: 0. controlled trials.13).

pois a apresentação comercial e suas características farmacocinéticas não permitem a absorção sublingual. evitando redução abrupta dos níveis pressóricos pelo risco de isquemia renal. 2 Grossman E. Farmacologia Clínica. Hypertension 2003. Fundamentos da terapêutica racional. Evaluation. Wannmacher. National Heart. permanecendo somente como medicamento de uso restrito para casos de urgência hipertensiva. 276: 1328-1331. In: Fuchs. Detection. 2004: 668-683.3 Captopril foi substituído por enalapril nas demais indicações cardiovasculares. Grodzicki T. em outras situações. Joint National Committee on Prevention. 1 Referências Bibliográficas 237 . para evitar o estabelecimento de lesões em órgãos-alvo ou minimizar a lesão já estabelecida1. Chobanian AV et al. Seventh report of the Joint National Committee on Prevention. porém a sedação é efeito indesejado importante. National High Blood Pressure Education Program Coordinating Committee. além do risco da ocorrência de hipertensão de rebote quando o fármaco for suspenso. Messerli FH.3 Captopril tem boa ação hipotensora. com perfil de segurança mais satisfatório. com repercussões desastrosas.2 pela inexistência de avaliações mais consistentes de efeito benéfico e os riscos associados. 3 Fuchs FD. mas só está indicada na concomitância de edema agudo de pulmão. Pacientes com urgência hipertensiva podem ser tratados com terapia medicamentosa convencional (maioria dos casos em assistência primária). Esse medicamento não consta da Rename. Evaluation. Should a moratorium be placed on sublingual nifedipine capsules given for hypertensive emergencies and pseudoemergencies? JAMA 1996. and Blood Institute. mas deve ser deglutido. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 3 ed. Lung. Furosemida ainda é empregada para tratamento de emergências e urgências hipertensivas. cerebral ou coronariana e pela associação com maior risco de eventos adversos. pode causar imprevisível queda de pressão arterial. and Treatment of High Blood Pressure.CAPToPriL Em urGêNCiA HiPErTENSiVA O tratamento da crise hipertensiva visa à redução dos níveis pressóricos.). O uso sublingual de nifedipino de ação curta não é mais considerado aceitável como terapia da urgência hipertensiva. 42 (6): 1206-1252. o mais precocemente possível. Fármacos anti-hipertensivos. and Treatment of High Blood Pressure. Kowey P. FD. Ferreira MBC (eds. Detection.3 Clonidina também pode ser usada para essa indicação.

Curr Opin Infect Dis 2004.Antifungal and antiviral chemotherapy. Segundo a Organização Mundial da Saúde. Em 2001. 1 Referências Bibliográficas cLARITROMIcINA E cLORIdRATO dE cIPROFLOXAcINO EM TUBERcULOSE Segundo a Organização Mundial da Saúde. Hepatology 1997.5% e 2. Hepatic injury during ketoconazole therapy in patients with onychomycosis: a controlled cohort study. Friedlander SF.CEToCoNAZoL PArA iNFECÇÃo FúNGiCA DE Couro CABELuDo Coorte1 de 211 pacientes com onicomicose avaliou danos hepáticos comparativos entre cetoconazol e griseofulvina até remissão completa da doença ou falência do tratamento. Elevações assintomáticas na alanina transferase e hepatite manifesta foram respectivamente observadas em 17. etambutol (EMB) e etionamida (ETH) (esquemas IR e III) para casos de falência de tratamento ou intolerância aos fármacos do esquema padrão2. isoniazida e pirazinamida (esquema I).9% dos pacientes que receberam cetoconazol. Dentre eles. 25(1): 103-107. xampus de cetoconazol a 2% e sulfeto de selênio a 1% têm sido recomendados como terapia tópica adjuvante. melhor farmacocinética e menor toxicidade hepática e gastrintestinal2. Por isso. vários antifúngicos têm sido testados para substituir griseofulvina oral.000 casos de doença. o empre238 .Yang LJ.9% no Brasil3. Lin PY. O programa de Controle da Tuberculose do MS disponibiliza. Periodontology 2000 2002. 17(2): 97-103. Chien RN. Griseofulvina não evidenciou tais alterações. não se manteve a forma oral de cetoconazol. cetoconazol sistêmico tornou-se agente de segunda linha para a maioria das infecções fúngicas.28:240-255.3 Xampu de cetoconazol a 2% foi incluído na Rename porque miconazol (outro imidazólico tópico) não apresenta forma farmacêutica que propicie o uso em dermatoses do couro cabeludo. a incidência de casos novos resistentes a múltiplos medicamentos é de 0. Já para tratamento de tinea capitis. cedendo lugar para medicamentos com amplo espectro de ação. com uma taxa de incidência de 64/100. 2 Pallasch TJ. o Brasil é o décimo quinto colocado entre os países com maior carga de tuberculose no mundo.000 habitantes1. Liaw YF. além de rifampicina. Assim. estimou-se a ocorrência de 111. New treatments for tinea capitis. estreptomicina (SM). Sendo baixa a multirresistência. 3 Chan YC.

O uso de injeção subcutânea de epinefrina. A administração de salbutamol por nebulização com fluxo contínuo (três doses a cada 20 minutos) já se tornou o tratamento padrão para início da terapia na unidade de emergência1. Ministério da Saúde. Ambos permanecem na Rename como antimicrobianos. Série A. Nota-se que resultados semelhantes foram obtidos usando-se inaladores munidos de dispositivo espaçador.Global tuberculosis control. UpToDate 2005. Por isso a epinefrina foi retirada do quadro de antiasmáticos e deixada para tratamento de choque vascular ou anafilaxia. Versão Preliminar. têm mais alto custo e exigem teste de sensibilidade para confirmar seu benefício. outrora considerado como tratamento padrão. a obstrução ao fluxo de ar é mais rapidamente revertida pela combinação de inalação repetida de agonista β2-adrenérgico e administração sistêmica precoce de corticosteróides1. Normas e Manuais Técnicos.1 1 Referências Bibliográficas 239 . Geneva: WHO/Tb. Version 14. 2 Sawicki G. mas sem a indicação específica de uso na tuberculose. 148. A epinefrina poderia ter apenas um papel limitado no tratamento da crise de asma grave ou no paciente tratado emergencialmente numa unidade equipada para administrar medicamentos por inalação2. Guideline for management of drug-resistant tuberculosis. Manual técnico para o controle de tuberculose. 3 WORLD HEALTH ORGANIZATION. foi suplantado pela inalação de agonistas adrenérgicos β-2 seletivos. 1997.1. 2002. Fanta CH. como a epinefrina2. UpToDate 2005. Dovey M. Além disso. havendo indicação de que esta seria a melhor forma de administração1. Caderno de Atenção Básica. por causa dos efeitos adversos cardíacos e centrais dos agonistas β não-seletivos. Departamento de atenção Básica.Version 14. Brasília – DF.WHO Report 2005: 67-70. n. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE EPiNEFriNA E HEmiTArTArATo DE EPiNEFriNA Em CHoquE ANAFiLáTiCo No tratamento da asma aguda grave. WORLD HEALTH ORGANIZATION.go de ciprofloxacino e claritromicina como antituberculosos não parece prioritário na saúde pública do país. 2 BRASIL. não se constituindo em medicamentos essenciais para essa indicação. Secretaria de Políticas de Saúde.

Reações distônicas ocorrem em aproximadamente 1% dos pacientes em uso de metoclopramida e em menos de 1% com bromoprida. entretanto à recomendação que segue. reações distônicas ocorrem essencialmente em crianças do gênero feminino e com aproximadamente 9 anos2. que ondansetrona é comercializada apenas nas formas de solução injetável e comprimidos. Domperidona.4. 1 Referências Bibliográficas 240 . derivado butirofenônico. metoclopramida e domperidona são fármacos pró-cinéticos. 4 Henzi I. Na ausência de superdosagem. Revisão sistemática de 66 estudos com 3. 83(5): 761-71.006 pacientes recebendo placebo demonstrou efeito antiemético significativo de metoclopramida em crianças. A maior incidência de reações extrapiramidais observada com metoclopramida. Walder B & Tramèr MR. comparada com levosulpirida ou bromoprida. evidenciou-se não haver efeitos extrapiramidais de metoclopramida em crianças3. Alimentary Pharm Ther 2004. tanto por via oral quanto intravenosa. Tonini M et al. a Comare optou pela manutenção na Rename 2006 da metoclopramida na forma farmacêutica pediátrica. comparados a 3. 19(4): 379-90. Brit J Anaesth 1999. como agente antiemético1. Metanálise de 54 artigos envolvendo 7.CLoriDrATo DE mEToCLoPrAmiDA Bromoprida. RECOMENDAÇÃO: Os laboratórios fabricantes da solução oral 4mg/ mL de metoclopramida devem comunicar na bula e nas demais vias de comunicação com prescritores e consumidores o alerta sobre doses altas e reações extrapiramidais. Anesth Analg 1999. antagonistas de receptor D2 e capazes de produzir reações extrapiramidais. 2 Boulloche J et al. em graus diferentes. droperidol e ondansetrona não diferem na incidência global de efeitos adversos3. Sua incidência é maior em pacientes que recebem altas doses intravenosas durante terapia antiemética1. ainda.260 pacientes em diferentes regimes. Helv Paediatr Acta 1987. não atravessa prontamente a barreira hematoencefálica e por isso a incidência de reações extrapiramidais é rara com este fármaco. 88(6): 1370-9. provavelmente reflete o fato de que metoclopramida é extensamente empregada em doses altas. Considerando as diferentes indicações e. Tais reações ocorrem com mais freqüência em mulheres do que em homens e em crianças mais do que em adultos. 3 Domino KB et al. Em cinco dos 66 estudos. condicionada. 42(5-6): 425-32.324 pacientes demonstrou que doses clínicas usuais de metoclopramida.

3 ed. Disponível em: http://www. Wannmacher L & Ferreira MBC (eds. indução anestésica. Thomson MICROMEDEX. excluindose a forma de comprimido para uso como adjuvante de anestesia. pré-medicação. A solução injetável é preparada com o cloridrato. Fee JP. Pode ser usado em pacientes com problemas cardíacos e respiratórios. pelo que foi excluído do quadro de Ansiolíticos e Hipno-Sedativos. Boulieu R. DRUGDEX® System. Riker RR. Essas duas formas farmacêuticas estão sendo mantidas. Na prática clínica. Curr Opin Anaesthesiol 2005. início de efeito mais rápido e curta duração de efeito. Anestésicos gerais. Fraser GL. mas permite redução das doses de opióides.5 Klasco RK (Ed).br CLoriDrATo DE miDAZoLAm E mALEATo DE miDAZoLAm Como ADjuVANTE Em ANESTESiA Midazolam é benzodiazepínico com propriedades hipnótica. 2 Gilliland HE. Ferreira MBC. Ann Fr Anesth Reanim 2002. periodicos. 3 Jacobi J. embora magnitude e duração de efeito variem amplamente em pacientes criticamente doentes3. 3 Bolon M. amnésica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Sedation induced by midazolam in intensive care: pharmacologic and pharmacokinetic aspects. Prasad BK.). 2004: 157-185.2 As vantagens de midazolam sobre diazepam como adjuvante da anestesia são: possibilidade de administração intramuscular. 21: 478-92. Crit Care Med 2002.capes. indução ou manutenção da anestesia. 51: 808-811. 1 Referências Bibliográficas 241 . midazolam não deve ser usado como ansiolítico e hipno-sedativo em situações crônicas. In: Fuchs FD. 18 (3): 265-269. 1 Comparativamente tem efeitos mais previsíveis e sua dose é mais facilmente tateada. Mirakhur RK. Fontaine D. 30: 119-141. sedação em Unidade de Terapia Intensiva5. Greenwood Village. An investigation of the potential morphine sparing effect of midazolam. enquanto a solução oral contém maleato de midazolam.gov. Clinical practice guidelines for the sustained use of sedatives and analgesics in the critically ill adult. ansiolítica. Paulus S. Bastien O. Farmacologia Clínica. Tem sido usado em pré-medicação anestésica (principalmente em crianças)4. Colorado. anestesia intravenosa em procedimentos de curta duração. USA. Bastien JL. Fundamentos da terapêutica racional. Wittbrodt ET et al. ausência de complicações venosas por ser mais solúvel. 4 Bailey PD Jr . Anaesthesia 1996. Flamens C. relaxante muscular por ação central e anticonvulsivante que propiciam seu uso em sedação consciente ou profunda. Preinduction techniques for pediatric anesthesia.1 Não tem propriedade analgésica. Coursin DB. bem como em neurocirurgias5.

Greenwood Village. Na forma injetável. 2 Habib AS. 3 Klasco RK (ed).capes. cinetose e diversos fármacos. sedativo e antiemético. British Medical Association.1 Pode ser utilizada para alívio de ansiedade e insônia que eventualmente acompanham procedimentos cirúrgicos e obstétricos. Para prevenção e tratamento de náuseas e vômitos induzidos por cirurgia.gov.CLoriDrATo DE PromETAZiNA Como CoADjuVANTE Em CHoquE ANAFiLáTiCo Prometazina é utilizada como anti-histamínico H1. O efeito sedativo pode diminuir após alguns dias de tratamento continuado. Gan TJ. Em profilaxia de êmese cirúrgica mostrou eficácia em casos de falha com ondansetrona e droperidol2. como adjuvante de epinefrina em emergência anafilática. J Clin Anesth 2005. Sendo assim. Colorado: Thomson MICROMEDEX. periodicos. anti-histamínicos menos sedativos são mais bem tolerados. 2005: 160. London: BMJ Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. 2006. 178.br 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE ProPrANoLoL Em algumas seções. The effectiveness of rescue antiemetics after failure of prophylaxis with ondansetron or droperidol: a preliminary report. 17(1): 62-65. é recomendada como alternativa. cloridrato de propranolol foi substituído por atenolol (Vide parecer de inclusão).1 Sua ação sedativa pode contribuir para alívio de insônia ocasional. 50 ed. Disponível em: http://www. com igual eficácia (dexclorfeniramina já existente na Rename). pelo que não se faz uso crônico com prometazina.1 Foi excluída a forma farmacêutica oral (comprimido 25mg) do cloridrato de prometazina. 211. existem outros representantes. está indicada como coadjuvante no tratamento de reações anafiláticas1. 242 . 163. mas a duração prolongada pode provocar efeitos residuais no dia seguinte (“ressaca”). menos efeitos adversos (sedativos e antimuscarínicos) e duração da ação maior. em pacientes com contra-indicação aos benzodiazepínicos3. O efeito sedativo pode ser uma vantagem no manejo do prurido de certas alergias. DRUGDEX® System. Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Como anti-histamínico oral. British National Formulary. Na cinetose. somente a preparação injetável de prometazina foi conservada na Rename.

No infarto do miocárdio. 1 Referências Bibliográficas 243 . O efeito adverso mais comumente relatado é cefaléia.gov. Estudos de eficácia comparativa em pacientes com angina relataram progressiva melhoria dos sintomas no final de 2-4 semanas com o uso de ambos os fármacos. por via oral2. Schubert-Zsilavecz M & Roth HJ. foi mais eficaz do que dinitrato na mesma dosagem no tratamento de pacientes com doença coronariana isquêmica4. p. (Hrsg). Em outras condições patológicas como a aterosclerose coronária. duas vezes ao dia. 3 Steinhilber D. In: Brunton LL. Medizinische Chemie: Targets und Arzneistoffe.) Goodman & Gilman´s The Pharmacological Basis of Therapeutics. Disponível em http:// www.capes. USP DI® Drug Information for the Healthcare Professional (electronic version). permitindo posologia mais adequada na profilaxia da angina. Lazo JS & Parker KL (Eds. quando comparado a dinitrato. USA. Schütz W & Eschenhagen T. recomenda-se o uso do comprimido de mononitrato de isossorbida (MID) na profilaxia da angina pectoris e do comprimido sublingual de dinitrato de isossorbida (DNI) para o tratamento das crises.823-44. München: Elsevier. Allgemeine und spezielle Pharmakologie und Toxikologie. 2 Michel T. Thomson Micromedex. Desta forma. 4 Klasco RK (Ed). 2006.br. In: Aktories K et al. O 5-mononitrato de isossorbida (MNI) possui meia-vida mais longa.5-dinitrato de isossorbida (DNI) é bem absorvido por via sublingual e permite a redução dos sintomas da crise de angina em aproximadamente 5 minutos1. Colorado. com freqüências e intensidades similares em ambos os fármacos4. 2005. 2005. observa-se que devido à sua alta lipofilicidade o 2.das Herz. Greenwood Village. 11th ed. Stuttgart: Deutscher Apotheker.periodicos. mononitrato reduziu mais a pressão sangüínea diastólica e sistólica. Estudo multicêntrico reportou que o mononitrato foi a alternativa mais efetiva em relação ao dinitrato no tratamento de manutenção da angina estável3. e ainda a pressão atrial direita e a pressão diastólica ventricular esquerda. estudos relataram aparente eqüipotência de ambos os fármacos nas mudanças hemodinâmicas após administração aguda. Mononitrato na dose oral de 40mg.3. Pharmakologie des cardiovaskulären System . New York: McGraw Hill. Aufl. 9. sendo a duração do efeito mais longa com o mononitrato de isossorbida3. porém aqueles tratados com mononitrato tiveram menos ataques de angina4.DiNiTrATo DE iSoSSorBiDA E moNoNiTrATo DE iSoSSorBiDA Em ANGiNA DE PEiTo Comparando o perfil farmacocinético de mononitrato com dinitrato de isossorbida. Treatment of myocardial ischemia.

Em estudo cruzado. surge reação irritativa com eritema. Owen E. exclui-se a pomada de fluoruracila a 5% como ceratolítico. e a duração do tratamento está em torno de cinco semanas. são recomendados para alívio sintomático de curta duração da tosse em pacientes que apresentam exacerbação aguda da bronquite crônica3.FLuoruLACiLA Como CErAToLíTiCo Não foram encontradas revisões sistemáticas sobre o uso tópico deste fármaco. 117: 831-835. permanecendo na Rename 2006 a fluoruracila como antimetabólito. em forma tópica e injetável. 2006. Ele é indicado no tratamento da ceratose actínica e verrugas genitais. Over-the-counter medications for acute cough in children and adults in ambulatory settings (Cochrane Review). entende-se que a codeína como antitussígeno não atende aos critérios de essencialidade. 1 Sampaio SAP. Chest 2006. São Paulo: Artes Médicas. Após 3–5 dias. comparando antitussígenos de venda livre em adultos. 2 Smith J. evidenciou que codeína não era mais eficaz do que placebo para reduzir tosse1. Effect of codeine on objective measurement of cough in chronic obstructive pulmonary disease. Fluoruracila não deve ser usada nas pálpebras. 2001. Na ceratose actínica múltipla. Rivitti EA. queimação e secreção. Referência Bibliográfica FoSFATo DE CoDEíNA Como ANTiTuSSíGENo Tosse aguda decorrente de infecção do trato respiratório superior é sintoma comum. pelo que somente foi mantida sua indicação como analgésico na Rename. Chronic cough due to chronic bronchitis: ACCP evidence-based clinical practice guidelines. sulco nasogeniano e região retroauricular. No segundo caso. como codeína e dextrometorfano. 129 (Suppl 1): 104S-115S. Schroeder K. deve-se aplicar duas vezes ao dia. Assim. e a área a ser tratada não deve exceder 500cm2. dor. codeína oral (60mg) não diferiu do placebo na freqüência da tosse. Woodcock A. Em função da sua duvidosa eficácia e dos efeitos adversos centrais.2 Outra revisão sistemática aponta que antitussígenos centrais. Revisão Cochrane que avaliou seis estudos randomizados e controlados por placebo. Issue 1. prurido. 3 Braman SS. duplo cego e controlado por placebo. In: The Cochrane Library. Oxford: Update Software. Earis J. A exposição solar aumenta a intensidade da reação. há tratamentos mais eficientes e com menos efeitos adversos. J Allergy Clin Immunol 2006. Fahey T. 1 Referências Bibliográficas 244 . Em relação a resultados. Dermatologia. realizado em 21 pacientes com tosse por DPOC. a crioterapia é considerada mais simples e eficiente1.

com. Não foram encontradas evidências quanto ao uso na diurese forçada3. sua superioridade em relação aos laxantes convencionais não foi estabelecida.capes. Fundamentos da terapêutica racional. Geneva: WHO.FUROSEMIdA cOMO ANTÍdOTO INESPEcÍFIcO C. Thomson Micromedex. cálcio. 3 Micromedex® Healthcare Series. foi excluída furosemida como antídoto inespecífico. Aumenta a excreção de sódio. USA. Thomson Micromedex. cloretos. Greenwood Village.periodicos. no entanto. recomenda-se que a lactulose seja reservada para casos de Encefalopatia Hepática. Assim. e fosfato. Disponível em: http://thomsonhc. G. Colorado.2 Lactulose reduz o pH fecal inibindo a migração de amônia do cólon para o sangue 3. em que pequenas variações de dose podem causar grande diferença de efeitos. K.) AHFS Drug Information. dificultando monitorização em situações agudas.). Ainda a concentração plasmática parece não ser indicativa do efeito.3. Greenwood Village. não sendo. Machado ARL. medicamentos ou toxinas 6. [Acesso em 07 abr 2006] 4 Sweetman S (ed. 1 Referências Bibliográficas 245 . (Ed. Intoxicações Medicamentosas agudas. sendo útil no tratamento de Encefalopatia Hepática. Colorado. sendo esta mais proporcional à concentração na urina. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. (Ed. 2005 2 KLASCO R. A Encefalopatia Hepática ocorre mais comumente em pacientes com cirrose ou outras desordens crônicas resultantes de hipertensão portal e na hepatite fulminante causada por vírus. Greenwood Village.4 Alguns autores têm classificado a lactulose como agente desintoxicante de amônia e não como laxante 1 ou enfatizam a indicação na Encefalopatia Hepática 4. a alternativa mais indicada2. Ferreira MBC (eds. 2 World Health Organization. Electronic version. potássio. Bethersda: ASPH. 3 ed. (electronic version). In: Fuchs FD.4. 2004. London: Pharmaceutical Press.): DRUGEDEX® System.). Martindale: The Complete Drug Reference. USA.br 1 Referências Bibliográficas LAcTULOSE Apesar de a lactulose ser efetiva no tratamento da constipação crônica. 2004: 973-993.l Auxilia a diurese forçada na eliminação de tóxicos1. Disponível em http://www. Farmacologia Clínica. WHO Model Formulary.5. 1. K. Considerando-se o tempo necessário para o início da ação.gov. que varia de 1 a 3 dias 5 e custo do tratamento 5. MCEVOY. Furosemida possui curva dose-resposta linear. Wannmacher L. Thomson MICROMEDEX. 2.

tremor. conseqüentemente. New Jersey: Merck Research Laboratories. 1999. verificando a eficácia do nifedipino em deter o trabalho de parto por 48 horas.. Além do prolongamento da gestação.4 encontraram resultados similares entre nifedipino e ritodrina na detenção do TPP por 48 horas e sete dias. com menor incidência de síndrome da angústia respiratória e de internações em unidades de tratamento intensivo. embora nenhuma repercussão tenha sido mostrada sobre morbidade e mortalidade perinatais. porém o primeiro causou menor ocorrência de efeitos adversos graves. Outras comparações 3. ansiedade e variedade de alterações bioquímicas. Notificou-se que o tratamento betamimético pode causar morte materna por edema pulmonar.1 os agentes tocolíticos mais completamente avaliados são os betamiméticos (ritodrina. NiFEDiPiNo Como mEDiCAmENTo CArDioVASCuLAr Substituído por besilato de anlodipino (Vide parecer de inclusão) NiFEDiPiNo E SuLFATo DE SALBuTAmoL Como ToCoLíTiCoS Segundo revisão sistemática Cochrane. Disponível em: http://www. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional.periodicos. St. que incluem taquicardia.Colorado. WANNMACHER. 2006. houve tendência para maior peso ao nascimento nos neonatos daquelas tratadas com nifedipino. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. demonstrou-se tendência (diferenças não significativas) para maior eficácia de nifedipino em deter o trabalho de parto por 48 horas ou até 34 semanas. nifedipino relacionou-se a prognóstico neonatal mais favorável. 5 FUCHS. ed. FERREIRA. ed. 2005. São eficazes em retardar o parto além de 48 horas. Os fármacos betamiméticos podem causar efeitos indesejáveis na mãe. B. algumas vezes graves. 4 BNF 45 – British National Formulary. C. 2004. M. Entretanto.. 45. ed.br 3 DRUG Facts and Comparisons. 17. hipotensão. Ensaio clínico2 comparou nifedipino oral com ritodrina intravenosa e oral e com grupo controle (sem tratamento). Também houve menor suspensão do tratamento por efeitos adversos de nifedipino. F. 6 THE MERCK Manual. L. ed. 3. D. USA. Os agentes não diferiram na incidência de nascimentos após 37 semanas ou na taxa de mortalidade perinatal. salbutamol e terbutalina). Nifedipino inibe a entrada de cálcio nas células miometriais e. 60. London: British Medical Association and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Louis: Facts and Comparisons.capes. a contração uterina. Em metanálise5 de nove ensaios clínicos randomizados (n = 679) que avaliaram a eficácia de nifedipino em comparação à de agonistas beta-adrenérgicos. Revisão sistemática Cochrane6 que 246 .gov.

4 Bracero LA. Kirshenbaum N. Todos os β-bloqueadores são igualmente eficazes no tratamen247 . Am J Perinatol 1991. 2006. Carbonne B. Papatsonis D. Am J Obstet Gynecol 1990. 3 ed. incluiu-se nifedipino como tocolítico e retirou-se sulfato de salbutamol dessa indicação na Rename 2006. Issue 1. 2004: 973-993. Stevenson DK.7 Assim. hemorragia intraventricular em 41% e icterícia neonatal em 27%.incluiu 12 ensaios clínicos randomizados (n = 1029) demonstrou que os bloqueadores dos canais de cálcio são superiores a qualquer outro tocolítico (agonistas beta-adrenérgicos principalmente) em deter o trabalho de parto por sete dias e em reduzir o número de nascimentos antes de 34 semanas de gestação. Também houve menor suspensão de tratamento por reações adversas graves. In: The Cochrane Library. 97: 840-847. Fundamentos da terapêutica racional. Shutz T. Oxytocin receptor antagonists for inhibiting preterm labor (Cochrane Review). Oxford:Update Software. Oxford: Update Software. nifedipino é hoje primeira escolha para deter o trabalho de parto prematuro com melhora dos desfechos neonatais. Succinato de metoprolol aparece em fármacos usados no tratamento de insuficiência cardíaca e em fármacos anti-hipertensivos. Br J Obstet Gynaecol 1986. Farmacologia Clínica. 8: 365-369. Dyson DC. Wellby DE. Papatsonis D. A comparison of tocolysis with nifedipine or ritodrine: analysis of efficacy and maternal. Tocolysis with nifedipine or beta-adrenergic agonists: a meta-analysis. Houve redução significativa da incidência de síndrome de angústia respiratória em 37%. Flenady V. 2 Read MD. 6 King JF. Contratores e Relaxantes Uterinos. Leikin E. Goffinet F. 1 Referências Bibliográficas SuCCiNATo DE mEToProLoL Como ANTi-HiPErTENSiVo Em GESTANTE Na Rename 2006 incluem-se propranolol como antagonista não seletivo de receptores beta-adrenérgicos e atenolol e o metoprolol como bloqueadores β1-seletivos. 2006. Assim. enterocolite necrosante em 79%. Ferreira MBC (eds. 5 Tsatsaris V.). Obstet Gynecol 2001. 93: 933-937. Papatsonis DN. 7 Lubianca JN. 3 Ferguson II JE. Cole S. Comparison of nifedipine and ritodrine for the treatment of preterm labor. In: The Cochrane Library. In: Fuchs FD. The use of a calcium antagonist (nifedipine) to supress preterm labour. Dekker G. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Wannmacher L. fetal and neonatal outcome. Calcium channel blockers for inhibiting preterm labor (Cochrane Review). 163:105-111. Carbonne B. Issue 1. Liley H. Dekker GA. Flenady VJ.

USP-DI® System. In: The Cochrane Library. está sendo incluído na presente edição da Rename. Oral beta-blockers for mild to moderate hypertension during pregnancy (Cochrane Review). Hashem M. Food and Drug Administration’s Pregnancy Category classifica propranolol e metoprolol na categoria de risco C e o atenolol como risco D (mais grave). Colorado.to da hipertensão arterial sistêmica. Obeid A. 5 Wannmacher L. Verghese M.cbip. cautela redobrada.). Outro ensaio randomizado3 com 30 pacientes sugeriu maior eficácia de metoprolol em relação a metildopa. Duley L. Assim. Revisão sistemática Cochrane2 que avaliou 29 estudos sobre uso de betabloqueadores na hipertensão de gestantes (n=2500) demonstrou que eles diminuíram o risco de hipertensão e a necessidade de anti-hipertensivos adicionais. Disponível em http://www. Entretanto. para controle da pressão arterial e desfechos fetais. Oxford: Update Software. nas indicações desses fármacos durante a gravidez. com perfil de segurança mais favorável e maior comodidade de administração6. Morsy AH. Volume 1. al-Fadly A. Brasília: OPAS. Número 11. Répertoire Commenté des Médicaments 2006 – Centre Belge d’Information Pharmacothérapeutique. periodicos. Disponível em http://www. A comparative evaluation of metoprolol and methyldopa in the management of pregnancy induced hypertension. Labetalol também parece melhor na comparação com metildopa. 44: 39-41. mas se associaram a pequeno peso dos recém-nascidos em relação à idade gestacional.br 1 Referências Bibliográficas 248 .capes. Manejo de hipertensão na gestação: escassas evidências. Indian Heart J 1992. Balachander J. USA. quando dados em doses eqüipotentes1. assim preservando o fluxo sangüíneo uteroplacentário e não causando baixo peso ao nascer. 4 el-Qarmalawi AM. mas com uso restrito ao tratamento de gestantes. 6 Klasco RK (ed. 2004. Thomson MICROMEDEX.4 pressupostamente por ter atividade de bloqueio alfa e beta. In: OPAS. Greenwood Village. o U. Issue 2. Outubro de 2004.S. Succinato de metoprolol permanece na categoria de anti-hipertensivos.be 2 Magee LA. Não foram mencionadas diferenças entre os vários representantes dos betabloqueadores. para gestantes. Uso Racional de Medicamentos: Temas Selecionados. o metoprolol seria preferível por apresentar menores riscos que os demais β-bloqueadores. 49: 125-130. Int J Gynecol Obstet 1995.5 Atenolol.gov. Labetalol vs methyldopa in the treatment of pregnancy-induced hypertension. 3 Oumachigui A.

Zaritsky A. Na ausência de vômito. No entanto. edema de glote. seguida de um anti-histamínico (intravenoso). porém deve ser administrado para prevenir deterioração posterior em situações 249 . tendo em vista a possibilidade de vômito no atendimento de emergência com a forma oral de prednisona em comparação a dexametasona (3% vs. Em caso de vômito ou acúmulo de doses orais de corticóides (em crianças com exacerbações freqüentes). UpToDate 2005.com/topic. lança-se mão de fluidos intravenosos e broncodilatadores. edema angioneurótico. Dovey M. Foi demonstrado que prednisona e metilprednisolona orais são rapidamente absorvidas e têm eficácias comparáveis à metilprednisolona intravenosa1.1. Se houver piora clínica. MP. Fanta CH. 1 Referências Bibliográficas SuCCiNATo SóDiCo DE HiDroCorTiSoNA Em ALErGiA E ANAFiLAxiA Manifestações de hipersensibilidade imediata (choque anafilático. Comparative efficacy of oral dexamethasone versus oral prednisone in acute pediatric asthma. Adotou-se a restrição de uso para tratamento da asma aguda severa em crianças incapazes de reter a forma oral. a administração parenteral não apresenta clara vantagem sobre a terapia oral em crianças hospitalizadas com exacerbação da asma.uptodate. Assim. Disponível em http://patients. O tratamento farmacológico de primeira linha inclui administração (subcutânea ou intramuscular) de epinefrina.asp?file=asthma/12318 2 Sawicki G.asp?file=ped_allg/6219 3 Qureshi F. Disponível em http://patients. urticária gigante) requerem tratamento urgente e eficaz.3% das crianças)3. ou tratadas na unidade de emergência2.1. tem valor secundário no manejo inicial do choque anafilático devido ao início de ação tardio.com/ topic.uptodate. UpToDate 2005. 0. 139: 20-26. J Pediatr 2001. a administração oral pode substituir a intravenosa1. Version 14. Um corticóide intravenoso. a obstrução ao fluxo de ar é mais rapidamente revertida pela combinação de inalação repetida de agonista beta-adrenérgico e administração sistêmica precoce de corticosteróides1. succinato sódico de hidrocortisona foi mantido. vários estudos clínicos randomizados sugerem que os corticóides orais podem ser substituídos por altas doses de corticóides inalados2. Poirier. como o succinato sódico de hidrocortisona.SUccINATO SÓdIcO dE HIdROcORTISONA NA ASMA AGUdA No tratamento da asma aguda grave. Version 14.

adesão e efeitos adversos similares. amenorréia secundária. Hoffman M.bnf. 1 Referências Bibliográficas D) PArECErES DAS ALTErAÇÕES rELACioNADAS À DoSAGEm. DMPA pode ser administrado em injeção intramuscular profunda a cada três meses. In: Fuchs FD. Os dois fármacos mostraram eficácia.de maior gravidade. sendo esta última indicação totalmente questionável frente às evidências contemporâneas1. Como contraceptivo injetável. 51 ed. 2006.bnf.5mg e de 10mg (com exclusão do comprimido de 5mg) que viabilizam a administração das várias dosagens e a inclusão da forma de solução injetável 150mg/mL. Farmacologia clínica. British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. e na Rename 2002 consta apenas comprimido de 5mg que não admite partição. CoNCENTrAÇÃo E FormA FArmACêuTiCA ACETATo DE mEDroxiProGESTEroNA O acetato de medroxiprogesterona oral é usado em hemorragia uterina por disfunção. Wannmacher L. 3 ed. A utilização de doses orais varia entre 2. Morroni C. 3 Lubianca Neto JF. British National Formulary. Geneva: WHO.3: CD005214. Depot medroxyprogesterone versus norethisterone oenanthate for long acting progestogenic contraception. WHO Model Formulary. Fundamentos da terapêutica racional. Smit J.). Antialérgicos. Ferreira MBC (eds. 2006.org 2 Draper BH. Seu uso como contraceptivo injetável foi investigado em revisão sistemática Cochrane2 de dois ensaios clínicos em que se comparou a forma de depósito de acetato de medroxiprogesterona (DPMA) com enantato de noretisterona (NET-EN). Beksinska M.3 Por isso. British National Formulary. 2004: 329-340. mas mulheres em uso de DPMA desenvolveram mais amenorréia (21%). Cochrane Database Syst Rev 2006 Jul 19.5mg a 10mg. endometriose de leve a moderada e como progestogênio de oposição aos estrogênios na terapêutica de reposição hormonal. 2004. 51 ed. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain.org 2 World Health Organization. Van der Merwe L. Hapgood J. Referências Bibliográficas 1 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. succinato sódico de hidrocortisona foi incluído na Seção “Antialérgicos e medicamentos usados em anafilaxia”. Por isso se preconiza a inclusão de comprimidos com concentrações de 2. Disponível em http://www. 250 .1. Disponível em http://www.2. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

O uso de ácido fólico e outras vitaminas na prevenção de defeitos congênitos.1mg para lactentes. periodicos. Disponível em: http://www. 4 Lacy CF et al. Para prevenção primária da ocorrência de defeitos no tubo neural são recomendadas doses diárias de 0. As doses diárias de manutenção de 0. Manual de Teratogênese.). DRUGDEX® System. In: Sanseverino MTV. Hudson. Para prover forma farmacêutica e concentração cabível para uso infantil e prevenção primária de defeitos no tubo neural. 251 .3mg para crianças com menos de 4 anos.2001:495-500. 2005: 701-702. Colorado.).br 2 DRUG Facts and Comparisons 2006. 2 Apesar de ser tão eficaz quanto dimercaprol e ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) no manejo prolongado de intoxicações por metais pesados3. 13 ed.4. entretanto alcoolistas. (Org. ed. USA. de 0. 3 McEvoy GK. Tendo em vista a possibilidade do uso oral. doses diárias de 4 a 8mg pelo período já citado5. Thomson MICROMEDEX. ainda assim apresenta nefrotoxicidade. Spritzer DT. Na intoxicação crônica de crianças por chumbo. Giugliani C. hematotoxicidade e vários efeitos adversos.áCiDo FóLiCo A dose terapêutica usual de ácido fólico é de até 1mg por dia1. 2005.8mg para gestantes e nutrizes parecem ser suficientes após redução dos sintomas clínicos e normalização dos componentes sangüíneos2. a quelação com penicilamina mostrou-se custo-efetiva. 1. penicilamina precisa ser administrada por via oral.gov. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE PENiCiLAmiNA Como agente quelante para mercúrio.3. reduzindo a incapacidade para leitura em mais de 20%5. chumbo. 2005. níquel. Porto Alegre: Editora da Universidade. Greenwood Village. arsênico e cobre.capes.4 e de apresentar menos efeitos adversos que dimercaprol (salvo para pacientes que têm hipersensibilidade a penicilinas).4 a 0. 5 Félix TM.2mg/mL de ácido fólico. AHFS Drug Information. Ohio: Lexi-Comp.3. substituiu-se a solução injetável pelo comprimido de 250mg. Louis: Facts and Comparisons. Bethesda: ASPH. Friedrich C. incluiu-se solução oral com 0. St. 60.2. até 0.8mg por ao menos um mês antes da concepção até três meses após. pacientes com anemia hemolítica ou infecções crônicas e pacientes recebendo anticonvulsivantes e metotrexato podem requerer doses mais elevadas2.4mg para crianças com mais de 4 anos e adultos e de 0. e para prevenção da recorrência. Klasco RK (Ed). (ed. Schüler-Faccini L. Drug Information Handbook.

excluiu-se a forma de aerossol com 250µg por aplicação e fez-se inclusão de pó. No Brasil. Colorado. Journal of Toxicology and Clinical Toxicology 2001. 15(1): 13-24.3. Por isso. Management of childhood lead poisoning: clinical impact and cost-effectiveness. Ministério da Saúde. e há carência de estudos comparativos entre eles2.6 duas vezes ao dia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004: 769-787. DRUGDEX® System (electronic version). Greenwood Village.2. Fuchs FD. Estatísticas de Mortalidade. 1 Referências Bibliográficas 252 .). Apresenta custo estimado de tratamento diário inferior ao de budesonida e fluticasona4.000/ano o número de internações por asma no Brasil. O dipropionato de beclometasona é o fármaco mais experimentado5. Alvarez JA. In: Fuchs FD.periodicos. Antiasmáticos. sendo utilizado em doses de 100 a 400µg (crianças: 100 a 200µg).capes. 4 Glotzer DE. 2 Amaral R. Martindale: The Complete Drug Reference. Bauchner H. Freedberg KA.capes. Wannmacher L. Greenwood Village. Medical Decision Making 1995. sendo que esta última dificulta a obtenção das doses indicadas.br 1 Referências Bibliográficas DiProPioNATo DE BECLomETASoNA Estima-se em 350. USA. Ferreira MBC (eds. Colorado. 5 Sweetman S (Ed). Thomson Micromedex. Corticóides inalantes são de primeira escolha no tratamento de asma leve. 3 Campbell JP. mantendo-se o aerossol com 50μg/dose.Klasco RK (Ed). 40(6): 93-97. contudo não estão claras as implicações clínicas dessas diferenças. budesonida e fluticasona4.periodicos. 2000. constituindo-se na quarta causa de hospitalização pelo SUS (2. Países em desenvolvimento têm apresentado aumento de mortalidade na última década. Inalação é o método de administração preferencial de antiasmáticos (Recomendação de Grau A)2. Farmacologia clínica. Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde.gov. Acute arsenic intoxication.gov. American Family Physician 1989.3 . Estudos clínicos e in vitro sugerem que os corticóides inalantes disponíveis não sejam equivalentes. 3 ed. Disponível em http://www. contribuindo com 5 a 10% das mortes por causa respiratória1. Disponível em http://www. Fundamentos da terapêutica racional.br 2 Kupferschmidt H. moderada e grave2. solução inalante ou aerossol do dipropionato de beclometasona que forneça 200μg /dose. Thomson Micromedex. 39(3): 225.3% do total) e na terceira causa entre crianças e adultos jovens. estão disponíveis os corticóides inalantes beclometasona. Electronic version. A Rename 2002 incluía aerossol com 50 e 250µg por aplicação. USA. London: Pharmaceutical Press.

não acarreta proliferação endometrial. Beclomethasone versus placebo for chronic asthma (Cochrane Review). Lowpotency oestrogen and risk of endometrial cancer: a case-control study. Jones PW. 2 Weiderpass E. American Family Physician 2004. Tem pequena absorção sistêmica. Issue 1. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Metanálise1 envolvendo seis ensaios clínicos randomizados evidenciou melhora significativa da lubrificação vaginal com a administração de estrógenos.3 indicam que a terapêutica de reposição hormonal na menopausa deve ser empregada preferentemente por curto 253 . A administração vaginal de estrógeno é eficaz e acarreta menos efeitos adversos. British National Formulary.2 Por isso se excluiu estriol na forma de comprimido de 2mg e se manteve a forma de creme vaginal 1mg/g.org ESTrioL Não foram encontrados ensaios clínicos randomizados e controlados nem revisões a respeito da eficácia de estriol oral. 6 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Baron JA. orais ou de uso vaginal. British National Formulary.3 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Nothnagle M & Taylor JS. Maio 2006. Disponível em http://www. Dose única diária. possivelmente porque os estrogênios mais empregados. tanto por via oral como transdérmica. Estriol pode ser aplicado por via vaginal. Lidgren A. 1 Referências Bibliográficas ESTroGêNioS CoNjuGADoS O uso de estrogênios. em todo o mundo são os estrogênios conjugados e o 17-β-estradiol (estradiol)1. Correia N. para obtenção de melhora de sintomas urogenitais na menopausa. Recomendações recentes2. independentemente da via empregada. 2006.bnf. Oxford: Update Software. Disponível em http://www. Lasserson TJ. Malouf R. de forma isolada. 2006. Adami HO. 2006. Lancet 1999. In: The Cochrane Library. Ano XVIII.org 4 Revista Farmacêutica K@iros. Bestall JB. e meia-vida mais curta. 52 ed. N° 210. de modo isolado ou com progestogênios.bnf. com menos efeitos adversos. Magnusson C. 5 Adams NP. 353: 1824-1828. constitui a terapêutica mais eficaz para alívio de sintomas vasomotores (fogachos e suores noturnos) da perimenopausa e pós-menopausa. 51 ed. por tempo curto. Os sintomas urogenitais (secura vaginal e dispareunia) associados à deficiência hormonal na menopausa podem ser aliviados por estrogênios isolados. 69(9): 2111-2. Persson I.

Ann Intern Med 2005. 2 Wannmacher L .3mg de estrogênios eqüinos conjugados. National Institutes of Health State-of-the-Science Conference Statement: Management of Menopause-Related Symptoms. Lubianca JN.025mg de estradiol transdérmico). quando combinada com acetato de medroxiprogesterona.25mg). mas induzem mais sangramento irregular.625mg de estrogênios eqüinos conjugados aumenta o risco de acidente vascular cerebral. 1(6): 1-6. Terapia de reposição hormonal na menopausa: evidências atuais. infreqüente ou prolongado. A forma de creme vaginal foi mantida. O produto de referência corresponde à associação monofásica de etinilestradiol (30 microgramas) e levonorgestrel (0. Pela recomendação de baixa dose.3mg de estrogênios conjugados. bem como amenorréia. um ensaio clínico randomizado não encontrou diferenças significativas de eficácia e efeitos adversos. 1 Referências Bibliográficas ETiNiLESTrADioL + LEVoNorGESTrEL Na Rename 2002. A terapia estrogênica em doses equivalentes a 0. monofásicos e de baixa dosagem estrogênica. menos efeitos adversos. 142 (12. Bachmann G. ≤ 0. Part 1): 1003-13. por ser a combinação mais testada em estudos de porte.15mg) e em doses altas (etinilestradiol 50 µg + levonorgestrel 0. as drágeas de 0. comparativamente aos de maior dosagem. trombose venosa profunda e embolismo pulmonar ou ambos e.5mg de estradiol micronizado oral.5 Mesmo com anticoncepcionais 254 . 3 NIH State-of-the-Science Panel. McClish D. Meta-analysis of estrogen therapy in the management of urogenital atrophy in postmenopausal women: second report of the hormones and urogenital therapy committee.prazo e com doses baixas de estrogênios (≤ 0. embora algumas mulheres requeiram doses mais altas para alívio de fogachos.625mg foram substituídas por comprimidos de 0. freqüente. ≤ 0.1 A primeira preparação tem a mesma eficácia2 da que contém doses mais altas e.15mg). Uso Racional de Medicamentos: temas selecionados 2004. Comparando dois preparados de baixa dosagem (20 e 30 microgramas) em mulheres acima de 30 anos. há risco aumentado de eventos coronários e câncer de mama3. potencialmente. Fonda D. Dentre os contraceptivos orais devem-se priorizar produtos combinados. Obstet Gynecol 1998. havia esta combinação (contraceptivo hormonal oral combinado e monofásico) em baixas doses (etinilestradiol 30µg + levonorgestrel 0.3 Revisão sistemática Cochrane4 conclui que AOCs com dosagem estrogênica de 20 microgramas são teoricamente mais seguros. Cardozo L. 2: 722-727.

2004: 855-865.3 A associação de ergometrina e ocitocina intramuscular também é empregada em hemorragia por aborto incompleto e no manejo de rotina no terceiro estágio do parto. Roberts HE.org 2 Vessey M. Contraceptivos orais. No entanto. 3 Kirkman RJE. Ferreira MBC (eds. 2006. in women over 30 years of age. 5 Lubianca JN. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. 51 ed. Wannmacher L. 49: 33-46. não são considerados essenciais. pelo que foi excluída na forma de comprimido de 200μg. Wannmacher L.4 A Rename 2002 inclui duas apresentações de maleato de ergometrina: comprimido 200μg e solução injetável 200μg/mL. se ocitocina não estiver disponível ou em situações de emergência. Contraception 1994. Logo. Grimes DA.000mL de sangue pela mãe. Oxford: Update Software. por se associarem a menor segurança. Disponível em http://www. a associação deve ser administrada por via intravenosa. Fundamentos da terapêutica racional. Efficacy of different contraceptive methods. Contudo. Assim. 4 Gallo MF. excluiu-se a associação de etinilestradiol 0. com um NNT de 22. British National Formulary. Nanda K. contraceptivos combinados contendo etinilestradiol na dose de 50µg (0.orais combinados que contém progestogênio de segunda geração (levonorgestrel) a incidência de tromboembolismo venoso é maior do que a de mulheres saudáveis que não usam contracepção oral. 3 ed. British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Lawless M. a ergometrina pode ser usada.). In: The Cochrane Library. 1 Referências Bibliográficas mALEATo DE ErGomETriNA Hemorragia grave é a causa individual mais importante de morte materna em nível mundial. Farmacologia clínica.1.1 A administração de ocitócicos no terceiro estágio do parto reduz o risco de hemorragia pós-parto em mais de 40%. Clinical comparison of two low-dose oral contraceptives. In: Fuchs FD. Em sangramento causado por atonia uterina.2 A ocitocina é recomendada para uso na rotina em hemorragia pós-parto e após aborto. Issue 1. a maioria por hemorragia com perdas de 500 a 1. Minulet and Mercilon. 1: 841-842. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.2. Yeats D. Lancet 1982. Fioretti P. por ser mais estável que a ergometrina.bnf. 255 .25mg. Schulz KF.05mg). não foram encontradas justificativas para a permanência da ergometrina oral para as referidas indicações.05mg + levonorgestrel 0. Pedersen JH. Mais da metade das mortes maternas ocorre até 24 horas após o parto. 2006. 20 mcg versus > 20 mcg Estrogen combined oral contraceptives for contraception (Cochrane Review).

april 2000. Elbourne D.br Referência Bibliográfica NiSTATiNA Em revisão Cochrane1 de estudos realizados em mulheres com candidíase vaginal concluiu-se que. devem ser usados imidazólicos tópicos e não nistatina. N° 88. 52 ed. 2006. British National Formulary. ex. McDonald S. concluiu-se que não há diferença quanto a efetividade relativa (medida 256 . 2006. NorETiSTEroNA Noretisterona e acetato de medroxiprogesterona são usados por via oral em tratamento do sangramento uterino por disfunção anovulatória. Oxford: Update Software.org 1 Referências Bibliográficas mALEATo DE miDAZoLAm Foi excluída a forma farmacêutica de comprimido de maleato de midazolam (Vide parecer de alterações relacionadas ao uso terapêutico). 1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. o que justifica sua exclusão na apresentação de comprimido de 5mg.35mg. Não se encontrou evidência conclusiva de que um imidazólico seja mais efetivo que outro. Geneva: WHO. em casos sintomáticos. Disponível em: http://www. endometriose e como progestogênio de oposição aos estrogênios na terapia de reposição hormonal. 90% deles. enquanto os de sete dias. 4 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. 3 WHO Model Formulary 2004. tratamentos por mais de uma semana não oferecem benefícios adicionais. Não há no mercado brasileiro produto registrado na forma de comprimidos de 5mg de noretisterona1.2 comparando tratamentos antifúngicos imidazólicos e triazólicos por vias oral e vaginal. 2004. deve permanecer. Etches D. Tratamentos de quatro dias curaram cerca de metade dos casos. Disponível em: www. Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada: Clinical Guidelines. Às mulheres grávidas deverão ser preconizados tratamentos mais longos do que em não-grávidas. que é disponível no mercado. In: The Cochrane Library. nem estudos confiáveis sobre a segurança e a eficacidade de terapêutica de complemento para prevenção ou cura (p. London: BMJ Publishing Group and RPS Publishing. A apresentação de 0.Shuurrmans N. Prevention and Management of Pospartum Haemorrhage. Lane C. Mackinon C. Em outra revisão Cochrane. 2 Prendiville WJ.gov.anvisa. Issue 1. lactobacilos). Active versus expectant management in the third stage of labour (Cochrane Review).bnf.

1-5. 2 Watson. Oxford: Update Software. 2006. A OMS recomenda a solução injetável na concentração de 50% ou 500mg por mL (ampolas de 2 e 10mL) para uso em pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia6. pré-eclâmpsia. em pacientes submetidos a tratamento antineoplásico com derivados da platina. 1994: 476-477. semelhantemente ao cálcio1. Esta forma farmacêutica já está na Rename. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. Oxford: Update Software. mantendo-se a solução injetável a 50% no item 12.6 (Laxativos). a decisão de prescrever a administração oral ou intravaginal deve levar em consideração segurança. Ludbrook. emergência em torsades de pointes. fez-se inclusão do sulfato de magnésio na forma de solução injetável a 10% no item 9 da seção A (Soluções hidreletrolíticas e corretoras do equilíbrio ácido-básico). custo e preferência de tratamento. Bond CM. Grimshaw I M. In: The Cochrane Library. Mollison J. Embora a via oral seja preferida. pelo que se excluiu nistatina creme vaginal 25. Oral versus intra-vaginal imidazole and triazole anti-fungal treatment of uncomplicated vulvovaginal candidi asis(thrush)(Cochrane Review). Issue 1. Não houve conclusão definitiva quanto à segurança relativa de antifúngicos orais e vaginais no tratamento da candidíase vulvovaginal. Manual de farmacologia clínica. Issue 1. hipomagnesemia. Sewell D. terapêutica e toxicologia. 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE mAGNÉSio O íon magnésio é importante ativador de inúmeras enzimas que atuam em reações de transferência de fosfato. In: The Cochrane Library. 1 Referências Bibliográficas 257 .000 UI/g. Young GL.1 da seção B (Anticonvulsivantes) e o pó para solução oral 30g no item 15. Por isso. eclâmpsia. 2006.como cura clínica e micológica) de antifúngicos administrados por via oral e intravaginal para o tratamento de candidíase vaginal não complicada. Lima DR. É utilizado como sulfato por via intravenosa em hipocalcemia. Topical treatment for vaginal candidiasis (thrush) in pregnancy (Cochrane Review). hipocalemia. age diretamente na placa mioneural e apresenta efeitos fisiológicos no sistema nervoso central. com várias apresentações genéricas. Na Rename já consta o miconazol (nitrato) creme vaginal a 2%. etc. mas em caso de hipomagnesemia é preferível a utilização de uma solução mais diluída para reposição hidreletrolítica.

: salbutamol) a via oral de administração foi praticamente substituída pela via inalatória. 15(4): 348-351. Magnesium sulphate in the treatment of eclampsia and preeclampsia: an overview of the evidence from randomised trials. Khan KS. Disponível em: http://www. FitzGerald JM. Disponível em http://whqlibdoc.sign. 4 Chien PF. Asthma and other wheezing disorders in children. British Guideline on the Management of Asthma. Arnott N.int/hq/2005/a87017_eng.pdf 2 Dennis RJ. Am J Clin Oncol 1992.br 3 Martin M. Costerousse F. relatando somente evidências sobre o seu uso por via inalatória2. 5 Delhumeau A. Casado A. sobretudo cardíacos.). Atualizado em novembro de 2005. Greenwood Village. e à maior rapidez de ação.4mg/mL). Thomson Micromedex. 6 WORLD HEALTH ORGANIZATION.gov. O uso de agonistas β2-adrenérgicos de curta duração é recomendado para alívio rápido de todos os pacientes com sintomas de asma1. Asthma.1 O tratamento oral é indicado em larva migrans com lesões múltiplas. tratamento ou profilaxia. quer seja em crise.Klasco RK (ed. Solarte I. 11: 1966-1997. O uso “por demanda” é tão efetivo quanto o uso regular. fez-se exclusão do sulfato de salbutamol nas formas de comprimido de 2mg e xarope (0. Disponível em http:// www. Lopez Vega JM. devido à menor incidência dos efeitos adversos sistêmicos. Intravenous and oral magnesium supplementations in the prophylaxis of cisplatin-induced hypomagnesemia. Colorado. Results of a controlled trial. 103(11): 1085-1091. Clin Evid 2004.pdf (acesso em 05/05/06) 2 SuLFATo DE SALBuTAmoL Para agonistas β2-adrenérgicos de curta duração (ex. Monrigal JP. Clin Evid 2004.capes.3. nem fazem mais alusão ao uso oral de salbutamol. Indications for the use of magnesium in anesthesia and intensive care. em adultos com asma leve-moderada persistente2. WHO model list (revised March 2005).periodicos. 1 Referências Bibliográficas TiABENDAZoL Tiabendazol vem sendo empregado no tratamento de larva migrans subcutânea ao ocorrer infestação mínima com prurido tolerável. Diaz-Rubio E. 14(5): 406-416.ac.uk/pdf/sign63s1. Revisões sistemáticas sobre tratamento da asma em adultos e crianças. Granry JC. Br J Obstet Gynaecol 1996. Almenarez J. sendo necessárias até duas semanas para a cura. Sastre J. 3 Keeley D. Ann Fr Anesth Réanim 1995. USA. USP DI® Drug Information for the Healthcare Professional (electronic version). Por isso. 11: 328-359. McKean M. Não foram encontradas revisões sistemáticas que comparem o tratamento tópico com o oral na infestação 258 .who.

1 Referências Bibliográficas 259 . 2 Caumes E. fez-se exclusão da pomada de tiabendazol a 5%. mas séries de casos 2.3 indicam que o tratamento de escolha seria albendazol oral. Venturi C.mínima. 3 Albanese G. 40: 67-71. em dose única de 400mg/dia. havendo vários produtos genéricos no mercado. 30 (5): 811-814. 2001: 585. Int J Dermatol 2001. Por isso. Sampaio SAP. Treatment of cutaneous larva migrans. Treatment of larva migrans cutanea (creeping eruption): a comparison between albendazole and traditional therapy. Este medicamento está disponível na Rename. Dermatologia. Clin Infect Dis 2000. ou repetida por três dias consecutivos. Galbiati G. São Paulo: Artes Médicas. Rivitti EA.

ANEXO F cONvENÇÕES – dENOMINAÇÕES AdOTAdAS PARA FORMAS FARMAcÊUTIcAS NA RENAME 2006 rENAmE 2002 Emulsão tópica Enema solução Gás liquefeito Líquido inalatório Loção Solução Solução alcoólica Solução aquosa Solução aquosa oral Solução bucal Solução degermante Formas líquidas Solução inalatória Solução nasal Solução oftálmica Solução oleosa Solução oleosa oral Solução oral Solução oral gotas Solução para inalação Suspensão em sorbitol 70% Suspensão oral Xarope Cápsula Comprimido Comprimido liberação controlada Comprimido liberação lenta Comprimido mastigável Comprimido para solução tópica Comprimido revestido Comprimido sublingual Comprimido sulcado Drágea** Pó Pó para solução oral Pó para suspensão oral CLASSE rENAmE 2006 Emulsão Enema Gás inalante Líquido volátil Loção Solução Solução alcoólica Solução Solução Solução bucal Solução degermante Solução inalante Solução nasal Colírio Solução oleosa Solução oral Solução oral Solução oral Solução inalante Suspensão em sorbitol 70% Suspensão oral Xarope Cápsula Cápsula de liberação prolongada Comprimido Comprimido Comprimido de liberação controlada Comprimido mastigável Comprimido Comprimido Comprimido sublingual Comprimido Comprimido Pó Pó para solução oral Pó para suspensão oral Formas sólidas 260 .

(R) Uso restrito. Solução injetável Solução injetável I. Solução injetável Solução injetável subcutâneo Suspensão injetável Suspensão injetável Supositório para lactentes Supositório Outras formas Aerossol Aerossol farmacêuticas Aerossol bucal Aerossol Novas formas farmacêuticas Xampu Goma de mascar Adesivo transdérmico uSo Do mEDiCAmENTo (H) Uso hospitalar. conforme os seguintes critérios: 261 . compreendendo emprego de medicamentos em pacientes internados ou em pacientes ambulatoriais que necessitam de atendimento especializado ou ainda quando a administração implique risco à saúde.M.V.CLASSE Formas semisólidas rENAmE 2002 Creme Creme vaginal Emulsão tópica* Gel Gel oral Loção* Pasta Pomada Pomada oftálmica rENAmE 2006 Creme Creme vaginal Gel Gel oral Gel alcoólico Loção Pasta Pomada Pomada oftálmica Emulsão injetável Frasco ampola Liófilo para solução injetável Pó para solução injetável Emulsão injetável ____________ Pó para solução injetável Pó para solução injetável Formas injetáveis Pó para suspensão injetável Pó para suspensão injetável Solução injetável Solução injetável Solução injetável para Solução injetável (uso uso odontológico odontológico) Solução injetável Solução injetável I.

só devendo ser utilizados em circunstâncias definidas (ex. no plano estadual. e. sob emprego errôneo.− Fármacos que são eficazes. percam rapidamente sua eficácia (ex.: beractanto na doença da membrana hialina). A observância desses critérios deve ser regulamentada no plano federal.: cloranfenicol). − Fármacos que. em programas específicos (ex. − Fármacos que devem ser indicados por especialistas. ressaltando-se o papel das Comissões de Farmácia e Terapêutica e de consensos originados de grupos de especialistas. − Fármacos que. de forma complementar. devem ser reservados para as indicações em que se constituem tratamento de primeira escolha (ex.: albumina humana no tratamento de grandes queimados. ciclosporina no controle da rejeição em pacientes transplantados).: antineoplásicos. − Fármacos que têm indicações bem específicas.: opióides e benzodiazepínicos). mas têm inequívoco potencial de grave risco (ex. em razão de seu elevado custo.: antibióticos que se tornam ineficazes pelo surgimento de resistência microbiana adquirida). − Fármacos psicotrópicos sujeitos a controle especial por causa do potencial de induzir dependência (ex. rESTriÇÕES DE uSo R1 Uso restrito em cirurgias cardiológicas e neurológicas R2 Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R3 Uso restrito para procedimentos de curta duração Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência R4 física ou psíquica – Lista A1 (Portaria SVS 344/98) Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência R5 – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) Uso restrito para pacientes que não podem utilizar R6 cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência R7 física ou psíquica – Lista A2 (Portaria SVS 344/98) R8 Uso restrito em casos de falha terapêutica com corticosteróide R9 Fármaco de segunda escolha para tratamento 262 . municipal e institucional. anti-retrovirais).

Medicamento restrito para combate a infecções causadas R10 por bactérias resistentes à amoxicilina. especialmente Haemophilus influenza e Moraxella catarrhalis Medicamento restrito para tratamento de infecções R11 hospitalares causadas por bactérias multirresistentes Uso restrito para infecções hospitalares potencialmente mortais R12 causadas por germes presumidamente multirresistentes Uso restrito para tratamento de infecções por microrganismos R13 susceptíveis a cefalosporinas de 1.ª geração e para preservar o uso de cefazolina para quimioprofilaxia cirúrgica R14 Uso restrito para profilaxia de infecção pós-cirúrgica Medicamento restrito para tratamento de infecções R15 causadas por bactérias multi-resistentes em neonatos R16 Uso restrito para infecções por Pseudomonas Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por R17 bactérias multi-resistentes e (ou) tratamento empírico de meningites Uso restrito para tratamento em dose única de R18 infecções por Neisseria gonorrhoeae 19 R Uso restrito para infecções por germes resistentes à gentamicina Uso restrito para tratamento de tracoma e para tratamento em R20 dose única de infecção genital por Chlamydia trachomatis Uso preferencial para micobacterioses atípicas R21 e erradicação de Helicobacter pylori para evitar resistência microbiana a esses microrganismos Medicamento restrito para tratamento de infecções por bactérias R22 Gram-positivas em gestantes alérgicas às penicilinas Medicamento restrito para infecções causadas por R23 Staphilococcus aureus resistente à meticilina Medicamento restrito para tratamento alternativo de infecções R24 graves em sistema nervoso central e epiglotite aguda em crianças 25 R Uso restrito para prescrição por especialistas R26 Medicamentos restritos para tratamento de micobacterioses R27 Medicamentos restritos para tratamento de hanseníase Forma farmacêutica e concentração (150mg) restrita para tratamento de R28 candidíase vaginal (em dose única) ou onicomicose (em dose semanal) Medicamento restrito para tratamento de R29 paracoccidioidomicose e histoplasmose Medicamento restrito para tratamento de R31 infecções causadas por citomegalovírus 263 .

R32 R33 R34 R35 R36 R37 R38 R39 R40 R41 R42 R43 R44 R45 R46 R47 R48 R49 R50 R51 R52 R53 R54 R55 R56 R57 R58 R59 Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde Uso restrito para tratamento de filaríase linfática Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos do Ministério da Saúde Medicamento restrito para tratamento de toxoplasmose no primeiro trimestre da gestação por prevenir a transmissão ao feto Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Uso restrito para emese induzida por fármaco citotóxico Uso restrito em casos de neutropenia grave induzida por fármacos citotóxicos Uso restrito para pacientes em tratamento com metotrexato Uso restrito para profilaxia de cistite hemorrágica em pacientes em uso de ciclofosfamida e ifosfamida Uso restrito para prescrição por especialista para inibição de osteólise em pacientes com doenças onco-hematológicas Uso restrito para prescrição apenas por especialista Uso restrito para casos de pré-eclâmpsia e eclâmpsia Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) Uso restrito para tratamento de edema agudo de pulmão Uso restrito para tratamento de arritmia aguda Uso restrito para tratamento de taquicardia ventricular aguda Uso restrito para paciente adulto Uso restrito para urgência hipertensiva Uso restrito para casos de crise anginosa Não está indicado para pacientes gestantes Uso restrito para tratamento de hipertensão em gestantes Uso restrito para hipertensão refratária Uso restrito para tratamento de emergência hipertensiva Uso restrito para casos de urgência hipertensiva Uso restrito para resgate de edema agudo de pulmão em paciente com insuficiência cardíaca congestiva descompensada Uso restrito por ser fármaco vasoativo com necessidade de monitoria durante o uso Medicamento restrito para tratamento de anemia em pacientes portadores de insuficiência renal crônica 264 .

os medicamentos são divididos em 14 grupos anatômicos principais (nível 1). Trata-se de uma ferramenta recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a realização de estudos farmacoepidemiológicos. 265 .ª Lista-Modelo. março 2005 * Foi escolhido pela comodidade posológica ** Indicação pediátrica CLASSiFiCAÇÃo ANATômiCA TErAPêuTiCA químiCA (ANATomiCAL THErAPEuTiC CHEmiCAL – ATC) O Sistema de Classificação Anatômico Terapêutico Químico (ATC) foi desenvolvido devido à necessidade de se adotar uma classificação internacional uniforme para medicamentos.R60 Uso restrito para casos de hipoalbuminemia Medicamento restrito para tratamento de infarto agudo do miocárdio R61 ou de embolia pulmonar com repercussão hemodinâmica Uso restrito para crianças pela possibilidade de R62 indução de reações extrapiramidais Uso restrito para êmese induzida por fármaco R63 citotóxico de alto potencial emetogênico R64 Uso restrito para casos de encefalopatia hepática R65 Uso na doença inflamatória intestinal Uso restrito como alternativa para o tratamento da asma R66 aguda grave em crianças incapazes de reter a forma oral Medicamento restrito a unidades de tratamento R67 intensivo em neonatologia R68 Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos R69 Uso restrito para pacientes idosos R70 Uso restrito para contracepção de emergência R71 Uso restrito como tocolítico R72 Uso restrito para lactantes hiv positivas e outros casos especiais R73 Aplicação por médico Uso restrito para dor ocular aguda por causas R74 externas e procedimentos cirúrgicos ∆ Fórmula recomendada pela OMS –14. Há cinco níveis diferentes. Inicialmente. os quais abrigam dois subgrupos terapêutico/farmacológicos (níveis 2 e 3). como comparações de padrões de utilização dos medicamentos em diferentes contextos. de acordo com seus locais de ação e suas características terapêuticas e químicas. Nesse sistema de classificação os medicamentos são alocados em diferentes grupos.

sub-grupo terapêutico) B Inibidores da HMG. Os medicamentos são classificados de acordo com seu uso terapêutico principal. os hormônios sexuais.º nível. são classificados como G03 – Hormônios sexuais e moduladores do sistema genital. 3 e 4 podem. Entretanto. doses e forma farmacêutica. identificar o subgrupo farmacológico. de acordo com o sistema ATC.º nível.º nível.º nível. Por exemplo. levando-se em conta o seu princípio ativo. um medicamento pode receber mais que um código ATC se for disponível em duas ou mais doses ou formulações com diferentes usos terapêuticos. quando isto é considerado mais apropriado que o subgrupo terapêutico ou químico. grupo terapêutico principal) A Redutores de colesterol e de triglicerídios (3. Permanecendo a mesma dosagem e intensidade de ação. subgrupo químico/terapêutico) 01 Sinvastatina (5. subgrupo de substância química) Assim. Os níveis 2. por vezes. isto é.CoA redutase (4. qualquer medicamento não associado que contenha sinvastatina é classificado pelo código B04AB01.º nível. A completa classificação de medicamentos com sinvastatina ilustra a estrutura do código: B Sangue e órgãos hematopoiéticos (1. são utilizados somente no tratamento do câncer e são classificados como L02 – Terapia endócrina.O nível 4 é um subgrupo terapêutico/farmacológico/químico e o nível 5 é a substância química propriamente dita. excluindo hormônios sexuais J Antiinfecciosos gerais para uso sistêmico L Antineoplásicos e agentes moduladores do sistema imunológico 266 . grupo anatômico principal) 04 Agentes redutores de lipídios séricos (2. com os mesmos ingredientes. no preceito básico de um único código ATC para cada formulação farmacêutica. Os grupos anatômicos principais do sistema ATC são: A Aparelho digestivo e metabolismo B Sangue e órgãos hematopoiéticos C Sistema cardiovascular D Dermatológicos G Sistema genito urinário e hormônios sexuais H Hormônios de uso sistêmico. em certas doses.

: introdução de novos fármacos/ retirada de fármacos e mudanças na regulamentação de prescrições. Esta é a unidade utilizada pelo Conselho Nórdico sobre Medicamentos (Nordic Council on Medicines). − planejar estudos considerando hábitos de prescrição a fim de melhorar as bases para decisões de políticas de saúde no que se refere ao uso de medicamentos. pioneiro nos estudos de utilização de medicamentos. criada para superar as dificuldades derivadas da utilização de mais de um tipo de unidade em estudos de utilização de medicamentos. A DDD é definida para cada fármaco. Portanto. e é a unidade recomendada pelo Grupo de Estudos de Utilização de Medicamentos da OMS (WHO Drug Utilization Research Group). É estabelecida de maneira arbitrária. terapias superadas em diferentes níveis. segundo as recomendações da literatura. do laboratório fabricante e a experiência acumulada com cada produto. Por essa razão é importante. − publicar mais informações sobre regulamentação do mercado de medicamentos e seus efeitos (p.M N P R S V Sistema músculo esquelético Sistema nervoso central Produtos antiparasitários Sistema respiratório Órgãos dos sentidos Vários DoSE DiáriA DEFiNiDA – DDD Dose Diária Definida (DDD) é uma unidade de medida de consumo de medicamentos. Essa unidade definida representa a dose diária média de cada fármaco na sua indicação principal. As estatísticas de consumo de medicamentos fornecem uma base para avaliações da racionalidade e aspectos econômicos do uso dos medicamentos no sistema de saúde. 267 . custos de medicamentos e indicações de uso). conseqüentemente.ex. uSo DA mEToDoLoGiA ATC/DDD A metodologia ATC/DDD vem sendo usada por muitos anos como uma base para estudos de utilização de medicamentos. a DDD não é mais que uma unidade técnica internacional de medida do consumo de medicamentos. por exemplo: − monitorar o consumo de medicamentos e.

Tipo de proposta: [ ] Inclusão [ ] Exclusão [ ] Substituição* [ ] Alteração * Usar concomitantemente os campos para inclusão e exclusão apresentados na seqüência. Denominação Comum Brasileira ou Internacional do(s) Fármaco(s) a ser: Incluído: Excluído: Alterado: 3. Nome(s) Comercial(ais) e laboratório produtor correspondente do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: 4. Principais indicações terapêuticas do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: Alterado: 9. Classe terapêutica do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: Excluído: Alterado: 8. Esquema posológico e duração do tratamento para adultos e crianças: 268 . Fármaco(s) a ser incluído(s) está(ão) sob patente: [ ] Sim [ ] Não Data de expiração: __________________ 6. Forma farmacêutica e concentração do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: Excluído: Alterado: 7. Está registrado na Anvisa para a indicação proposta: Incluído: [ ] Sim [ ] Não Alterado: [ ] Sim [ ] Não 5. 2.: O presente formulário deve ser preenchido à máquina ou digitado e os campos detalhados apresentados como anexo.ANEXO G FORMULÁRIO PARA SOLIcITAÇÃO dE REvISÃO dA RELAÇÃO dE MEdIcAMENTOS ESSENcIAIS Obs. 1.

Impacto social e epidemiológico (apresentar cálculos ou estudos): 14.: Anexar as cópias das referências apresentadas. quando houver. Drugs in Pregnancy and Lactation. Embasamento científico: apresentar referências** suportadas por revisões sistemáticas. Relatório de farmacovigilância (Oficial* ou Fase IV do laboratório): *Preferencialmente. Clinical Evidence™. 12. Dados do proponente: Nome: Instituição responsável: Endereço para contato: Telefone/Fax: E-mail: 269 . ensaios clínicos randomizados (nível de evidência I e grau de recomendação A). Cochrane Library™. Obs. AHFS Drug Information. Micromedex™. Meyler’s Side Effects of Drugs. **Bases de dados e bibliografia recomendadas: Info POEMs™. Drug Interaction Facts. metanálises. No caso de substituição. 15. Razões terapêuticas para a proposta (detalhar): 11. apresentar estudos comparativos entre o fármaco proposto e o tratamento convencional.10. British National Formulary. Estudo farmacoeconômico comparado para propostas de substituição ou alteração: 13.

incluindo a Assistência Farmacêutica.254/GM.475. 1º Aprovar a 4ª edição da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). ora designada Rename 2006. Considerando a política nacional de assistência farmacêutica. aprovada pela Portaria nº 3.1. e Considerando a necessidade de se efetuar a seleção de medicamentos essenciais. que estabelece no item 3. como uma de suas diretrizes. frente à multiplicidade de produtos farmacêuticos e do intenso desenvolvimento de novas tecnologias. Art. a garantia de acesso e eqüidade às ações de saúde.ª EDiÇÃo DA rELAÇÃo NACioNAL DE mEDiCAmENToS ESSENCiAiS (rENAmE) O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. publicado em 2005. aprovada pela Resolução CNS nº 338. eficazes e custo-efetivos.ANEXO H PORTARIA N. como uma de suas prioridades. a adoção de Relação de Medicamentos Essenciais e. Considerando o Relatório Final da 1ª Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica. que aprovou como proposta a revisão periódica da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). de 30 de outubro de 1998. considerados seguros. que constituiu a Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) com o propósito de atualizar a 3ª edição da Rename. destinados ao atendimento dos problemas prioritários de saúde da população.1 a revisão permanente dessa Relação. 2º.º 2. constante do Anexo a esta Portaria. no item 4. resolve: Art.916/GM. Considerando a Portaria nº 1. que define como um de seus eixos estratégicos. 2º A Rename ora aprovada foi atualizada de acordo com os seguintes critérios: 270 . no inciso I do art. Considerando a Política Nacional de Medicamentos. Considerando a necessidade de atualização periódica da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) para que seja utilizada como instrumento norteador da assistência terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS). no uso de suas atribuições. de 6 de maio de 2004. dE 13 dE OUTUBRO dE 2006 AProVA A 4. de 29 de julho de 2005.

municípios e o Distrito Federal.existência de informações suficientes quanto às características farmacotécnicas.menor custo de aquisição. e e) perfil de estabilidade mais adequado às condições de estocagem e uso. d) facilidade de fracionamento ou multiplicação das doses. eficácia e efetividade. III . IV . armazenamento. garantindo-lhes o acesso a medicamentos com uso racional.seleção de medicamentos registrados no Brasil. 3º A Rename 2006 norteia a oferta. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. a prescrição e a dispensação de medicamentos nos serviços do SUS. V . formas farmacêuticas. 4º Fica revogada a Portaria nº 1. VI . admitindo-se combinações em doses fixas que atendam aos itens I e II.existência de valor terapêutico comprovado para o medicamento. Art. e IX . em conformidade com a legislação sanitária. II . VIII . VII .587/GM. distribuição e controle. de 3 de setembro de 2002. resguardada a segurança. farmacocinéticas e farmacodinâmicas do medicamento. JOSÉ AGENOR ÁLVARES DA SILVA 271 . com base na melhor evidência em seres humanos quanto a sua segurança.I .identificação do princípio ativo por sua Denominação Comum Brasileira (DCB) ou na sua falta pela Denominação Comum Internacional (DCI).consideração das seguintes características quanto às concentrações. c) facilidade para cálculo da dose a ser administrada.consideração do perfil de morbimortalidade da população brasileira. esquema posológico e apresentações: a) comodidade para a administração aos pacientes. a eficácia e a qualidade do produto farmacêutico.menor custo por tratamento/dia e custo total do tratamento. com a possibilidade de adaptação da relação aos perfis específicos de morbimortalidade das populações pelos estados. Art.prioritariamente medicamentos com um único princípio ativo. b) faixa etária.

.

íNDiCE rEmiSSiVo .

274 .

93 amoxicilina. 50. 156 álcool etílico. 252 benzilpenicilina benzatina. 56. 151. Ver hidrocortisona. 181 acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. 29. 27. 25. sulfato de. fosfato dissódico de acetato de hidrocortisona. 88 atropina. 59. 87. acetato de acetazolamida. 161 azatioprina. 86. 93 amitriptilina. 88 benznidazol. 156 benzilpenicilina procaína + benzilpenicilina potássica. 29. 175. 246 antimoniato de meglumina. 87 anfotericina B. 68. acetato de acetato de megestrol. 259 albumina humana. 85 ácido fólico. 87 artesunato de sódio. 127 aminoácidos. sulfato de. 34. 88. 29. 87. 59. 86. sulfato de. 24. 155. 242. 35. 86. 85 aciclovir. 86 aminoácidos para uso pediátrico. 51. 62. 44. 205. + betametasona. 46. 40. 87. 155 albendazol. acetato de acetato de medroxiprogesterona. antimoniato de arteméter. Ver também beractanto alopurinol. 86 amiodarona. 40. 229. 63. dipropionato de. 247. 64. 37. 87. 33. 163. 87. 87. 127. 79. 58. 85. 205. 85. Ver betametasona. 184 anlodipino. 45. 153. 167. 85.A abacavir. 155. 72. Ver megestrol. 72. 88. cloridrato de. 87 anastrozol. 86. 38. Ver medroxiprogesterona. 88. acetato de acetato de leuprorrelina. besilato de. 248 atracúrio. 168 água para injeção. 87 atazanavir. 36. Ver meglumina. 128 beclometasona. 41. 86. 65. 23. 153. 251 ácido salicílico. 88. 51. 29. 22. 86 ampicilina sódica. 37. 263 amoxicilina + clavulanato de potássio. 207. 60. 26. acetato de. 31. 204 alfaporactanto. 29. besilato de. 86. 233 atenolol. cloridrato de. 262 alcatrão mineral. 49. sulfato de. 236. 204. 157. 59. 87 azitromicina. 67. 87 asparaginase. 88. Ver leuprorrelina. 87. 86. 29. 38. 156 amicacina. 26. 74. 25. 235. 85 ácido acetilsalicílico. 86. 52. 88 275 . 206 B bário. 127. 85. 154. 31. 86. 100. 58. 153. 74. 153. 182 benzilpenicilina potássica. 60.

cloridrato de. Ver cálcio. Ver pancurônio. cloridrato de. 94 bupropiona. Ver atracúrio. citrato de cladribina. brometo de bupivacaína. 91. 71. 46. 153. 34. Ver clomifeno. 156 clindamicina. citrato de citrato de fentanila. 91. brometo de brometo de piridostigmina. 43. 208 calcitriol. 89. 89. + betametasona. 94. 30. cloridrato de cefalotina sódica. Ver dietilcarbamazina. 68. cloridrato de. 153. 90 cefalexina. 231. Ver tamoxifeno. 163 carbonato de cálcio. 90 cefotaxima. 210 carvão vegetal ativado. 227 C cabergolina. 32. 90 cálcio. 91. 56. Ver anlodipino. + glicose. 52. 65. 93 bleomicina. 91. 35. 92. 156. 30. 163 cisplatina. 225. 93 biperideno. carbonato de. 89. cloridrato de. 56. 90. 239 clindamicina. 209. 180 captopril. besilato de betametasona. 44. 203 bicarbonato de sódio. 156. 80. 128 brometo de ipratrópio. fosfato dissódico de. 90. 209. citrato de citrato de tamoxifeno. citrato de citrato de dietilcarbamazina. 44. 90. 163. 32. 212. 89. 42. 90. 262 cipionato de testosterona. 210. 94. 156. 156. 211 cefazolina sódica. 45. 30. 223. 91. 68. 59. Ver fentanila. 175. 90. 92 claritromicina. 202. cloridrato de. 163 carbamazepina. cloridrato de. 88. 21. 238 ciclofosfamida. 22. 42. 49. 91 cetoconazol. 42. 92. 30. 153. 213. 32. 49. 232 biperideno. 38. 90 ceftriaxona. 30. 156 citrato de clomifeno. 40. fosfato de. 92. 60. cispionato de ciprofloxacino. 94. 91. cloridrato de. 153. cloridrato de. 40. Ver piridostigmina. 89. 22. besilato de besilato de atracúrio. carbonato de carboplatina. 90. acetato de. 89. lactato de. 94 clofazimina. 262 besilato de anlodipino. 90 ceftazidima. carbonato de carbonato de lítio. sulfato de.beractanto. 91 cetamina. Ver também cefalexina. Ver ipratrópio. 55. 50. 94 bupivacaína. 88. 52. 224. brometo de brometo de pancurônio. 92 276 . Ver também cefalexina sódica cefalexina sódica. 88. 156 ceftriaxona sódica. 30. 30. 46. 264 ciclosporina. Ver lítio. 163. 31. Ver testosterona. 153. 215 citarabina. 90. 35.

cloridrato de cloridrato de midazolam. Ver amitriptilina. 68. 55. Ver clomipramina. + glicose cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina. cloridrato de cloridrato de clorpromazina. 56. cloridrato de cloridrato de ondansetrona. 161 cloreto de suxametônio. 91. Ver bupivacaína. cloridrato de cloridrato de naloxona. 32. cloridrato de cloridrato de epinefrina. cloridrato de cloridrato de doxiciclina. Ver metoclopramida. 33. cloridrato de cloridrato de metoclopramida. Ver clorpromazina. palmitato de. Ver naloxona cloridrato de cloridrato de nortriptilina. 72. Ver bupropiona. 32. Ver clindamicina. 106. cloridrato de cloridrato de daunorrubicina. Ver ondansetrona. succinato sódico de. + epinefrina. 92 clomipramina. + glicose cloridrato de bupropiona. Ver cetamina. Ver hidralazina. Ver penicilamina. Ver nortriptilina. 156. Ver dopamina. hemitartarato de cloridrato de mefloquina. 161 cloreto de sódio. 92. Ver doxiciclina. cloridrato de 277 . Ver cefalexina. 32. cloridrato de cloridrato de hidralazina. 50. cloridrato de cloridrato de hidroxocobalamina. 93. 124. cloridrato de cloridrato de clindamicina. cloridrato de cloridrato de minociclina. 41. 93. Ver midazolam. cloreto de cloreto de potássio. Ver minociclina. Ver pilocarpina. Ver bupivacaína. cloridrato de cloridrato de piridoxina. cloridrato de. Ver idarrubicina. cloridrato de cloridrato de etambutol. 158 cloridrato de amiodarona. cloridrato de cloridrato de metformina. Ver epinefrina. cloridrato de. cloridrato de cloridrato de prilocaína + felipressina. cloridrato de cloridrato de biperideno. Ver doxorrubicina. cloreto de clorexidina. Ver hidroxocobalamina. cloridrato de cloridrato de dobutamina. 57. cloridrato de cloridrato de amitriptilina. Ver lidocaína. cloridrato de cloridrato de penicilamina. 33. Ver metiltionínio. Ver daunorrubicina. 92 cloreto de metiltionínio. Ver prometazina. cloridrato de cloridrato de bupivacaína + glicose. Ver amiodarona. cloridrato de. cloridrato de cloridrato de pilocarpina. 33. cloridrato de cloridrato de cefalexina. Ver lidocaína. 71. cloridrato de cloridrato de bupivacaína. 93. Ver prilocaína . cloridrato de cloridrato de clomipramina. Ver biperideno. cloridrato de. Ver metformina. + felipressina cloridrato de prometazina. 92. Ver mefloquina.clomifeno. 92 clorambucila. 92 cloranfenicol. cloridrato de cloridrato de ciprofloxacino. 94 clonazepam. cloridrato de cloridrato de lidocaína + glicose. 57. 124. cloridrato de. cloridrato de cloridrato de doxorrubicina. Ver ciprofloxacino. cloridrato de cloridrato de cetamina. 92 cloranfenicol. 50. 93. gliconato de. cloridrato de cloridrato de lidocaína. cloridrato de cloridrato de dopamina. 262 cloranfenicol. Ver suxametônio. Ver piridoxina. cloridrato de cloridrato de idarrubicina. Ver lidocaína. Ver dobutamina. citrato de. Ver etambutol. 42.

22. 94. 79 dobutamina. 99. Ver vancomicina. cloridrato de cloridrato de tetraciclina. 99. 100. cloridrato de cloridrato de proximetacaína. dipropionato de dispositivo intra-uterino modelo T. 97. 55. 101. 99 daunorrubicina. Ver ranitidina. 42. 36. 100 docetaxel. 100. cloridrato de cloroquina. 39. 58. valerato 278 . 74. fosfato de. 61. Ver beclometasona. 94. 39. 94. 97. cloridrato de cloridrato de protamina. 100 E efavirenz. 105. 61. 26. 157 dicloridrato de quinina. 181 enalapril. cloridrato de. 72. 233 cloroquina. 99. Ver quinina. maleato de. 94. 158 dexclorfeniramina. cloridrato de cloridrato de ranitidina. 153 diazepam. 79. 43. 49. 158. 202. 57. 217 diatrizoato de sódio +. decanoato de desferroxamina. Ver propranolol. 100 dipropionato de beclometasona. citrato de. 98. sulfato de. 128. difosfato de. 24. 26. difosfato de digoxina. 164 D dacarbazina. 100 doxiciclina. 212 decanoato de haloperidol. Ver isossorbida. maleato de. fosfato dissódico de. 99 dapsona. 99. cloridrato de. 34. 59. 43. 79. 94 doxorrubicina. cloridrato de cloridrato de vancomicina. 28. 43. 113 enantato de noretisterona + valerato de estradiol. cloridrato de cloridrato de tiamina. mesilato de. dicloridrato de didanosina. 43. 32. cloridrato de. Ver haloperidol. 100 dinitrato de isossorbida. Ver noretisterona. 45.cloridrato de propranolol. 39. Ver verapamil. cloridrato de. 98 codeína. 213. Ver primaquina. 36. 94. 24. 37. 99 dactinomicina. 100 difosfato de cloroquina. Ver tiamina. 101. Ver cloroquina. 60. 99. 41. 57. 189 diatrizoato de meglumina. 100 dopamina. 113 dexametasona. dinitrato de dipirona sódica. 181 dietilcarbamazina. cloridrato de. 58. 153. 99. 99. 99. Ver proximetacaína. cloridrato de cloridrato de verapamil. 157. 91. Ver protamina. difosfato de difosfato de primaquina. 206 doxiciclina. cloridrato de. 45. 157. enantato + estradiol. 249 dexametasona. 113 diafragma. 241 dicloridrato de cloroquina /difosfato de cloroquina. 33. Ver tetraciclina. 153. 128 clorpromazina. 79.

101. 106 279 . 31. 62. 52. sulfato de. 104 fenobarbital. 49. cloridrato de. 63. 153. estearato de. 101. 55. fosfato de fosfato de potássio monobásico +fosfato de potássio dibásico. 49. 253. 254 etambutol. 105 fluoruracila. 224 flumazenil. 40. 55. 221 glicerol. 59. 104 fentanila. 69. 63. 101. 34. 28. 105. 183 espiramicina. 42. 21. 101. 163. 61. Ver tenofovir. 105 folinato de cálcio. 40. 255 eritromicina. 103 fenitoína sódica. 161 glibenclamida. 158. 106. hemitartarato de epinefrina. 158 etionamida. 113. 155. 33. 105. 95. 63. 105. 61. 106. 101 espironolactona. 102. 59. 62. 71. 104 fluconazol. 245 G ganciclovir sódico. 159. 31. Ver codeína. fosfato dissódico de fosfato sódico de prednisolona. fostato sódico de fumarato de tenofovir desoproxila. 66. 95. cloridrato de. 101. 103 fator II de coagulação. 102. Ver prednisolona. 103 fator IX de coagulação. hemitartarato de. maleato de. Ver eritromicina. 103 fator VIII de coagulação. 61. 104 fator VIII de coagulação (von Willebrand). 164. estearato de estreptomicina. 253 estrogênios conjugados. 63. 35. 58. 94. 219 fitomenadiona. 104. 43. 94. 102 etinilestradiol + levonorgestrel. 105. 50. 157. citrato de. 45. 63. cloridrato de ergometrina. Ver também epinefrina. 101. 262. 102. 64. 63. sulfato de. 56. 105 fosfato de clindamicina. 105 fosfato dissódico de dexametasona. fumarato desoproxila furosemida. 105 fluoresceína sódica. 101 estearato de eritromicina. 92 filgrastim. 238 etoposídeo. 70. 22. Ver dexametasona. 61. 102. 158 fluoreto de sódio. 24. 70. 101. 33. 104 fator VII de coagulação. 75. 101. Ver clindamicina. Ver também epinefrina. 128 estreptoquinase. 74. 158 F fator IIA de coagulação. 158 eritropoietina. 103. 28. 106 gentamicina. 33. 158 estriol. 58. 34. 26. fosfato de fosfato de codeína. 163. 158. 45.epinefrina. 164. 244 fluoxetina. 128. 34.

gliconato de glicose. 109 ioxitalamato de meglumina + ioxitalamato de sódio. 109 iodopovidona. 45. 44. 107.gliclazida. sulfato de. 69. 238 isoniazida + rifampicina. 57. 164 idarrubicina. 69. Ver clorexidina. 189. 109. 232 glutaral. 89. 127. 132 insulina humana NPH. 243 isossorbida. 109 imunoglobulina anti-rábica. 34. 95. 69. 57. 27. 30. 41. 224 imunoglobulina anti-D (Rh). 42. 153. 22. 67. 110. 43. 38. mononitrato de. 124. 69. 184. 153. 225 ivermectina. 233 hidróxido de magnésio e hidróxido de alumínio. 230 isoniazida. 47. 50. 100. 107 hidrocortisona. 110. 109. 153. 110 isetionato de pentamidina. decanoato de. 62. cloridrato de. 59. 154. 21. 109 iodo + iodeto de potássio. 107. 28. 41. 34. 164. 243 itraconazol. 109 imunoglobulina antitetânica. 26. 153. 111. 264 imipenem + cilastatina sódica. 110. 108 hipromelose. 165. 27. 164. 110 L 280 . 107. 153. 58. Ver pentamidina. 24. 106. 161. 213 ifosfamida. 231. 106 gliconato de clorexidina. 110. 125. 128. 41. 108 hidroxiuréia. 85. brometo de. 47. dinitrato de. 249. 222 i ibuprofeno. 48. 65. 109. 106 H haloperidol. 155 ipratrópio. 110. 106. hemitartarato de heparina sódica. Ver epinefrina. 108 hidroxocobalamina. 95. 107. 223. 62. 107 halotano. 47. 250 hidroxicloroquina. 209. cloridrato de. 110 isossorbida. 109. 109 insulina humana regular. 153. 26. 108 hipoclorito de sódio. 51. 79. 60. 52. acetato de. isetionato de isoflurano. 67. 159 hidralazina. cloridrato de. 192. 108. 95. 41. 159. succinato sódico de. 21. 221 gliconato de cálcio. 75. 214. 107 hidroclorotiazida. 61. 34. 110. 59. 230 hemitartarato de epinefrina. 153. 59. 107 hidrocortisona. 109 infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B. 107 haloperidol. 72. 115. 59.

69. metilsulfato de metiltionínio. 52. 36. maleato de maleato de midazolam. cloridrato de. 21. 38. Ver neostigmina. 112. 40. 60. 225. 161. 72. 218. 90. 164. 165. Ver ergometrina. 55. 51. 114. 111. 115 281 . 254. 65. 116 midazolam.lactato de biperideno. 112. sulfato de. 128. 72. 66. 134. 95. 163 metoprolol. 248 metilprednisolona. cloridrato. hemitartarato de. cloridrato de. 111. 44. succinato sódico de. 95. 38. maleato de. 256 minociclina. 226. 115. 153 lipídios. 69. 115. 38. 69. 58. maleato de maleato de timolol. 217. cloridrato de. 158. 33. 95. 42. 187 lidocaína. nitrato de. 257 maleato de dexclorfeniramina. 22. 111. 96. Ver biperideno. 114 metronidazol. 60. 163 midazolam. 112 lopinavir + ritonavir. lactato de lactulose. 111. 87. 214. 226 m magnésio. 22. 111 lidocaína. succinato de. 114. 114 metildopa. 42. 256 mefloquina. maleato de. Ver enalapril. 65. 159 loratadina. 155 levodopa + carbidopa. 22. 113 mesilato de desferroxamina. acetato de. Ver dexclorfeniramina. 227. 51. 159. 111 levonorgestrel. 113 megestrol. 113 mebendazol. mesilato de mesilato de saquinavir. 114. 155. 72. 70. cloridrato de. 250. 46. Ver pralidoxima. 102. 114 metoclopramida. 49. 27. 58. 95. 223 metformina. 42. 114. Ver desferroxamina. 34. 115. 262 lidocaína. 85. 113 medroxiprogesterona. 161. 114. 96. 175 miconazol. 44. carbonato de. cloridrato de. 61. Ver saquinavir. 181 leuprorrelina. 153. 96. 35. acetato de. 156. 96. 28. 111. 154. 113. 262 lidocaína. 127 metilsulfato de neostigmina. 112 loperamida. Ver timolol. maleato de maleato de ergometrina. 66. cloreto de. 66. maleato de maleato de enalapril. 163. 247 metotrexato de sódio. 112. 95. 113. Ver midazolan. 159. 56. 266 lítio. 21. 164. acetato de. 85. 245 lamivudina. 115 midazolan. 255 levotiroxina sódica. 114. 45. + glicose. 37. maleato de manitol. mesilato de mesilato de pralidoxima. 113 melfalana. 113 mercaptopurina. cloridrato de. 26. 70. 155 meglumina. 85. 56. 127. + epinefrina. 45. antimoniato de. mesilato de mesna. cloridrato de. cloridrato de. 241. 93. 154. 254.

153. 118. 207. cloridrato de. 201. 154. 118 óleo mineral. palmitato de palmitato de tiamina. 72. 45. 211. 116 nitrito de sódio. 217 nortriptilina. 209. 22. 160 omeprazol sódico. 60. cloridrato de. 49. 160. 116 nitrofurantoína. cloridrato de. 227 nifedipino. 70. 160 pilocarpina. 160. 43. 116 nevirapina. 118. 119. 238 282 . 256. 117 o ocitocina. 119. 41. 173 pasta d’ água. 96. 119. 116 nitroprusseto de sódio. 23. 216 oxacilina sódica. Ver isossorbida. 118 omeprazol. 37. 117. 160. 73. 119. 119. 119. 40. 227 N naloxona. 31. Ver miconazol. 160 pancurônio. 257 nitrato de miconazol. 210 palmitato de retinol. 65. 250 noretisterona. palmitato de pamidronato dissódico. 116. 237. 96. 116. 115. 34. 116 neostigmina. 167. 73. enantato + estradiol. 65. 119 permetrina. 153. 162 mucilóide de Psyllium. 164. 116 noretisterona. 212. 118 óxido nitroso. 25. metilsulfato de. 110. 72. 116. cloridrato de. brometo de. 49. 119 penicilamina. sulfato de. 73. 66. 24. 154. isetionato de. 119 permanganato de potássio. 116 naloxona cloridrato de. 115. 24. 74. 80. 96. 119. 35. 169. mononitrato de morfina. 114. Ver retinol. 128. 255 ofloxacino. Ver tiamina. 160. 21. 117. 118. 228 P paclitaxel. 49 nelfinavir. 118. cloridrato de. 190. 116 nicotina. 96. 71. 71. 34. 24. 21. 157 pentamidina. 247 nistatina. 154. 74. nitrato de nitrato de prata. 218. 65. 23. valerato. 118 ondansetrona. 185. 35. 37. 36. 119 paracetamol. 119 pirazinamida. 246. 166. 73. 217. 56. 118 oxigênio. 29. 172 peróxido de benzoíla. 89.mononitrato de isossorbida. 45. 17.

123 rifampicina. 120. 162. 60. 100 prometazina. sulfato de. 120. 113. 157. 126 283 . 22. 242 protamina. cloridrato de. 154. (derivado protéico purificado). 124. dicloridrato de. 51. 125. cloridrato de. 97. 124. 157. 154. mesilato de. 157 pirimetamina. 122. 80. 100. 59. 46. 120 podofilina. 81. 124. 126 soro antibotrópico. mesilato de. 124 sinvastatina. 126 soro antidiftérico. 159. 249 preservativo masculino. 232 solução de iodo composto para teste de Schiller. 96. 34. cloridrato de. 50. 127 soro antiaracnídico. 64. 96. 154. 123. 37. 231 propranolol. Ver também quinina. 120 propofol. 48. 128. 121 proximetacaína. 37. cloridrato de. 26. 125. 120 primaquina. 89. 96. 48. 81. 119. 165. 164. 192. 61. dicloridrato de r ranitidina. 80. 74. 112.piridostigmina. 242 propiltiouracila. 220 prednisona. 238 ritonavir. 163. + felipressina. palmitato de. 119. 123. 28. 49. 81. 26. 247. 28. 38. 23. 232 solução alcalina para hemodiálise. 59. 39. 122.5 %. 69. 119 piridoxina. 258 saquinavir. 120 prednisolona. 45. 230. 126 soro anticrotálico. 67. 105. 40. 125 solução para diálise peritoneal com glicose 4. 120. 216 q quinina. 113. 129. 219. 120 primaquina.25%. cloridrato de. 52. 28. 126 soro antibotulínico. 97. brometo de. 161 soro anti-rábico. 96. 123 retinol. 45. 266 solução ácida para hemodiálise. 126. 48. 120. 21. 39. 67. 48. 39. 62. 228. 58. cloridrato de. 160 poligelina. 79 prilocaína . 121. 69. 35. 154. 120 praziquantel. 120 prova tuberculínica. 110. 97. 48. 52. 229 pralidoxima. fostato sódico de. 46. 171. 125 solução Ringer + lactato. 48. 178. 153. 125 solução para diálise peritoneal com glicose 1. difosfato de. 186 S sais para reidratação oral. 120. 65. 128 quinina. 220. sulfato de. 73. 35. 153. 120. 67. cloridrato de. 25. 120. 81. 161 salbutamol.

130. 97. sulfato de sulfato ferroso. 27. cloridrato de. 130 tiossulfato de sódio. fumarato desoproxila. 131 vacina anti-meningococo B e C. 130 tenofovir. 126 soro antiloxocélico. Ver amicacina. 127 soro antitetânico. sulfato de sulfato de vimblastina. sulfato de sulfato de gentamicina. 62. 49. 127 sulfadiazina de prata. 48. 105. 31. 52. 129 suxametônio. 258 tiamina. 130 tropicamida. 48. Ver metoprolol. 52. 40. 130 tiopental sódico. 47. 42. 165 sulfato de amicacina. 126 soro antilonômico. maleato de. sulfato de sulfato de magnésio. 113. 48. 127 sulfametoxazol + trimetoprima. 72. 130 V vacina anti-meningococo A e C. Ver magnésio. Ver metilprednisolona. 21. 74. 130 timolol.soro antielapídico. Ver vincristina. 153. Ver quinina. palmitato de. 52. 44. 48. 126 soro antiescorpiônico. 47. succinato de succinato sódico de hidrocortisona. Ver atazanavir. Ver hidroxicloroquina. 127. 48. 70. 126 soro antilatrodectus. sulfato de sulfato de bleomicina. 130 tiabendazol. sulfato de sulfato de bário. 38. 74. 35. sulfato de sulfato de cloroquina. 127 succinato de metoprolol. sulfato de sulfato de morfina. 93. 48. 33. Ver bário. Ver bleomicina. sulfato de sulfato de atazanavir. 130. 23. Ver salbutamol. 130 tiamina. 127 sulfassalazina. sulfato de sulfato de salbutamol. cispionato de. 97. 97. 92. 66. citrato de. Ver hidrocortisona. 74. succinato sódico de sulfadiazina. 129 T tamoxifeno. 130 teniposídeo. Ver vimblastina. sulfato de sulfato de estreptomicina. 72. 91. succinato sódico de succinato sódico de metilprednisolona. 130 tetraciclina. 75. 159 tioguanina. Ver cloroquina. sulfato de sulfato de hidroxicloroquina. sulfato de sulfato de atropina. 162. sulfato de sulfato de quinina. Ver estreptomicina. 43. Ver atropina. Ver morfina. sulfato de sulfato de vincristina. 130. cloreto de. 31. 131 284 . 220 testosterona. cloridrato de. Ver gentamicina.

181 zidovudina + lamivudina.ID (contra tuberculose. 97. 36. 32. 47. sulfato de. 47. 46. 47. 60. 47. 46. 131 vacina contra hepatite B (ADNR recombinante). cultivo celular). 132 verapamil. anti-tetânica. 47. sulfato de. 132 vacina tríplice viral. 62. 46. 134. 132. 131 vacina oral contra poliomielite tipos 1. 131 vacina BCG . 47. rubéola e caxumba (SRC). 56. cloridrato de. 129. 129. 36. 46. 2 e 3. 47. 58. 133 vimblastina. 154. 131 vacina de vírus vivos contra sarampo. 168 vancomicina. 131. cloridrato de. 235 vacina tríplice bacteriana. 234 vacina tetravalente (DPT+HiB) anti-diftérica. 132. 46. contra difteria. 133 Z zidovudina.vacina antidiftérica e antitetânica adsorvida uso adulto (DT). 131 vacina contra influenza. 43. 46. 47. 43. 131 vacina de vírus vivos atenuados de febre amarela. bacilos atenuados). 131 vacina contra raiva (uso humano. 131 vacina contra febre tifóide. anti-pertússica e contra meningite e outras infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B. 131 vacina oral de rotavírus humano (VORH). 132 varfarina sódica. 59. 55.tétano e coqueluche (DTP). 134 285 . contra sarampo. 154. 131 vacina conjugada anti-meningococo C. 132 valproato de sódio. 97. 133 vincristina.

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