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lista remedios

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  • mEDiCAmENToS Por GruPo FArmACoLóGiCo
  • 1 ANESTÉSIcOS E AdJUvANTES
  • 2 ANALGÉSIcOS, ANTIPIRÉTIcOS E MEdIcAMENTOS PARA O ALÍvIO dA ENXAQUEcA
  • 3 ANTIINFLAMATÓRIOS E MEdIcAMENTOS UTILIZAdOS NO TRATAMENTO dA GOTA
  • 4 ANTIALÉRGIcOS E MEdIcAMENTOS USAdOS EM ANAFILAXIA
  • 5 ANTIINFEcTANTES
  • 6 MEdIcAMENTOS UTILIZAdOS NO MANEJO dAS NEOPLASIAS
  • 7 IMUNOSSUPRESSORES E IMUNOTERÁPIcOS
  • 10 AGENTES EMPREGAdOS NA TERAPÊUTIcA dE NUTRI- ÇÃO
  • 11 vITAMINAS E SUBSTÂNcIAS MINERAIS
  • 12 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA NERvOSO cENTRAL E PERIFÉRIcO
  • 13 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA cARdIOvAScULAR E RENAL
  • 14 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SANGUE
  • 15 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA dIGESTIvO
  • 16 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA RESPIRATÓRIO
  • 17 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE OS SISTEMAS ENdÓcRINO E REPROdUTOR
  • 18 MEdIcAMENTOS TÓPIcOS USAdOS EM PELE, MUcOSAS E FÂNEROS
  • 19 MEdIcAMENTOS TÓPIcOS USAdOS NO SISTEMA OcULAR
  • 20 dISPOSITIvO INTRA-UTERINO
  • 21 MÉTOdOS dE BARREIRA
  • 22 AGENTES dIAGNÓSTIcOS
  • 23 PROdUTOS PARA O TRATAMENTO dO TABAGISMO
  • A) PArECErES DAS ExCLuSÕES
  • B) PArECErES DAS iNCLuSÕES
  • C) PArECErES DAS ALTErAÇÕES rELACioNADAS Ao uSo TErAPêuTiCo

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos

Relação Nacional de Medicamentos Essenciais

| Rename

5.ª edição

Série B. Textos Básicos de Saúde

Brasília – DF 2007

© 2000 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é da área técnica. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br/bvs O conteúdo desta e de outras obras da Editora do Ministério da Saúde pode ser acessado na página: http://www.saude.gov.br/editora Série B. Textos Básicos de Saúde Tiragem: 5.ª edição – 2007 – 10.000 exemplares Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, bloco G, 8º andar, sala 804 CEP: 70058-900, Brasília – DF Tel.: (61) 3315-2409 E-mail: daf@saude.gov.br Revisão técnica do texto: Dra. Luciane Cruz Lopes Dra. Lenita Wannmacher Impresso no Brasil / Printed in Brazil Ficha Catalográfica

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais : Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. – 5. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2007. 286 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) ISBN 978-85-334-1341-2 1. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). 2. Relação de medicamentos essenciais. 3. Política Nacional de Assistência Farmacêutica. I. Título. II. Série. NLM QV 704
Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS – OS 2007/0516 Títulos para indexação: Em ingles: National Relation of Essential Medicines Em espanhol: Listado Nacional de Medicamentos Esenciales

EDITORA MS Documentação e Informação SIA trecho 4, lotes 540/610 CEP: 71200-040, Brasília – DF Tels.: (61) 3233-1774 / 2020 Fax: (61) 3233 9558 E-mail: editora.ms@saude.gov.br Home page: www.saude.gov.br/editora

Equipe editorial: Normalização: Vanessa Leitão Revisão: Mara Pamplona Capa e projeto gráfico: Carlos Frederico

Sumário

Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Comissão Técnica e Multidisciplinar para Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - Comare . . . . . . . . . . . . . . . . . Rename: o Processo de Revisão e Atualização . . . . . . . . . . . . . . Medicamentos por Grupo Farmacológico Seção A . Medicamentos Usados em Manifestações Gerais de Doenças . . 1 Anestésicos e Adjuvantes . . . . . . . . . . . . . . . . 2 Analgésicos, Antipiréticos e Medicamentos para o Alívio da Enxaqueca 3 Antiinflamatórios e Medicamentos Utilizados no Tratamento da Gota . 4 Antialérgicos e Medicamentos Usados em Anafilaxia . . . . . . . 5 Antiinfectantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 Medicamentos Utilizados no Manejo das Neoplasias . . . . . . . 7 Imunossupressores e Imunoterápicos . . . . . . . . . . . . 8 Medicamentos e Antídotos Usados em Intoxicações Exógenas. . . . 9 Soluções Hidroeletrolíticas e Corretoras do Equilíbrio Ácido-básico. . 10 Agentes Empregados na Terapêutica de Nutrição . . . . . . . . 11 Vitaminas e Substâncias Minerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5 9 13 19 19 21 24 26 28 29 42 46 49 50 51 52 53 55 58 62 65 67 69 72 74 77 79 79 79

Seção B . Medicamentos Usados em Doenças de Órgãos e Sistemas Orgânicos 12 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Nervoso Central e Periférico . 13 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Cardiovascular e Renal. . . 14 Medicamentos que Atuam Sobre o Sangue . . . . . . . . . . . 15 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Digestivo . . . . . . . 16 Medicamentos que Atuam Sobre o Sistema Respiratório . . . . . . 17 Medicamentos que Atuam Sobre os Sistemas Endócrino e Reprodutor . 18 Medicamentos Tópicos Usados em Pele, Mucosas e Fâneros . . . . . 19 Medicamentos Tópicos Usados no Sistema Ocular . . . . . . . . Seção C . Outros Medicamentos e Produtos para a Saúde . 20 Dispositivo Intra-Uterino . . . . . . . . . . 21 Métodos de Barreira . . . . . . . . . . . 22 Agentes Diagnósticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

23 Produtos para o Tratamento do Tabagismo . . . . . . . . . . . . . 24 Soluções para Diálise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Medicamentos por Ordem Alfabética . . . . . . . . . . . . . . . . Referências

80 81 83

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 . . . 141 . . . 143 . . . 145 . . . 151 . . . . . . . . . . . . . . . 163 166 166 202 235

Anexos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo A – Portaria N.º 1.254, de 29 de Julho de 2005 . . . . . . . Anexo B – Portaria N.º 13, de 9 de Fevereiro de 2006 . . . . . . . . Anexo C – Medicamentos Excluídos, Incluídos e Alterados (Forma Farmacêutica e/ou Concentração e/ou Dose) em Relação à Rename 2002 . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo D – Medicamentos Com Alterações Relacionadas À Indicação Terapêutica, Restrição de Uso e Outras . . . . . . . . Anexo E – Pareceres. . . . . . . . . . . . . . . . . . . A) Pareceres das Exclusões . . . . . . . . . . . . . . . B) Pareceres das Inclusões . . . . . . . . . . . . . . . C) Pareceres das Alterações Relacionadas ao Uso Terapêutico . . . D) Pareceres das Alterações Relacionadas à Dosagem, Concentração e Forma Farmacêutica . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo F – Convenções . . . . . . . . . . . . . . . . . . Anexo G – Formulário para Solicitação de Revisão da Relação de Medicamentos Essenciais . . . . . . . . . . . . . Anexo H – Portaria N.º 2.475, de 13 de Outubro de 2006 . . . . . .

. . . 250 . . . 260 . . . 268 . . . 270

Índice Remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273

APrESENTAÇÃo

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cujos avanços permitiram a criação do SUS. Não é por menos que o presente trabalho referenda a importância do conceito de acesso a medicamentos para o Sistema Único de Saúde. Nesse sentido é que o Ministério da Saúde reafirma a relevância da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename).916.O acesso aos medicamentos essenciais constitui-se em um dos eixos norteadores das políticas de medicamentos (Portaria GM n. Os medicamentos são a intervenção terapêutica mais utilizada e constituem uma tecnologia que exerce alto impacto sobre os gastos em saúde. É. pelo uso racional de medicamento. é fundamental ao SUS que o processo de sua incorporação esteja baseado em critérios que possibilitem à população o acesso a medicamentos mais seguros. com base nos princípios da universalidade. Portanto. importante que outras instâncias da nossa democracia. o direito do cidadão à saúde. da integralidade e da eqüidade. compreendam que esta Relação é um dos instrumentos da Política Nacional de Saúde que visa garantir. José Gomes Temporão Ministro de Estado da Saúde 7 .º 338. eficazes e custo-efetivos. de 30 de outubro de 1998) e de assistência farmacêutica (Resolução CNS n. para atendimento aos principais problemas de saúde dos cidadãos brasileiros. de 6 de maio de 2004). a prescrição e a dispensação de medicamentos nos serviços do SUS. Esta nova edição da Rename é a materialização do esforço contínuo do movimento sanitarista. ao evocar o compromisso do Estado brasileiro pela maior inclusão social. portanto. um elemento técnico-científico que oriente a oferta. A Rename encerra em si um instrumento de promoção à saúde. como o Ministério Público e o Poder Judiciário.º 3.

dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais (Conass) e Municipais (Conasems) de Saúde e de universidades federais (UnB. do Ministério da Saúde. da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). das sociedades brasileiras de Vigilância de Medicamentos (Sobravime).000 exemplares. a partir do nome do princípio ativo do medicamento ou pela classe terapêutica (hipertensivos. exclusão de 58. conforme sua eficácia. da Associação Médica Brasileira (AMB). anestésicos.gov. Tecnologia e Insumos Estratégicos 1 Comare foi formada por representantes da Secretaria de Ciência. Esta reimpressão apresenta os mesmos aspectos da quarta edição atualizada pelo grupo de especialistas. Tal grupo foi responsável pela inclusão de 36 novos fármacos. 8 . levou a Secretaria de Ciência.br). O sistema eletrônico da Rename promove maior interação com os usuários. Reinaldo Guimarães Secretário de Ciência. e 68 alterações de apresentações e formas farmacêuticas dos 335 medicamentos (fármacos ou princípios ativos) propostos. UFPE. por meio do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF). do Conselho Federal de Medicina (CFM). A Rename possui uma versão virtual disponível no Portal da Saúde (www. rapidamente esgotada. USP. Sua tiragem de 25. da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). UFMG. UFSC. de 18 de outubro de 2005. segurança e melhor relação custo-efetividade. UNIFESP. do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE). de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE) e de Medicina Tropical (SBMT).000 exemplares desta quinta edição. UFRGS).saude. constituídos na Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare1).475. a quarta edição da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). instituída pela Portaria Ministerial n.). a imprimir mais 10. que podem consultá-la. no final de 2006. Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE). etc. no link Assistência Farmacêutica. da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS).º 2.Introdução à quinta edição Foi lançada. do Conselho Federal de Farmácia (CFF). A Relação é a concretização de uma das diretrizes da Política Nacional de Assistência Farmacêutica e estabelece os medicamentos essenciais para o tratamento das doenças mais prevalentes no Brasil. UFRJ.

ComiSSÃo TÉCNiCA E muLTiDiSCiPLiNAr PArA ATuALiZAÇÃo DA rELAÇÃo NACioNAL DE mEDiCAmENToS ESSENCiAiS – ComArE .

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Luis Fernando da Silva Bouzas Dr. Herbênio Elias Pereira Dra. Miriam de Barcellos Falkenberg Dr. Fabíola Sulpino Vieira Dra. Isabela Heineck Dr. Paulo Eduardo Mayorga Dra. Pedro José Rolim Neto Dra. Humberto Gomes Ferraz Dra. Mônica da Luz Carvalho Soares Dra. Jorge Taveira Samahá Dra. Vânia Maria Moraes Ferreira 11 . Sônia Mansoldo Dainesi Dr. François Germain Nöel Dr. Luciane Cruz Lopes Dr. Paulo Eduardo Mangeon Elias Dr. Eliezer Jesus Barreiro Dr. Celina Márcia Passos Cerqueira e Silva Dra. Patrícia Medeiros de Souza Pena Barbosa Dra. Miracy Muniz de Albuquerque Dr.INSTITUIÇÃO Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos/SCTIE/MS Departamento de Atenção Básica/SAS/MS Associação Médica Brasileira Agência Nacional de Vigilância Sanitária Escola Nacional de Saúde Pública (Fiocruz) Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade de São Paulo Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal de Santa Catarina Sociedade Brasileira de Vigilância Sanitária de Medicamentos Instituto Nacional de Câncer Universidade Federal de Pernambuco Universidade de Brasília REPRESENTAÇÃO Dr. José Ruben de Alcântara Bonfim Dr. Vera Lúcia Edais Pepe Dr. Claudia Garcia Serpa Osório de Castro Dra. Manoel Roberto da Cruz Santos Dra. Tatiana Carvalho de Oliveira Taques Dra. Celso Rotstein Dra.

Rogério Hoefler Dr. José Gilberto Pereira 12 . Adriano Max Moreira Reis Dra. Matheos Chomatas Dra. Clóvis Francisco Constantino INSTITUIÇÃO cONvIdAdA CIM – CESUMAR Maringá . Dirce Cruz Marques Dr. Sheila Silva Monteiro Lodder Lisboa Dr. Sueli Miyuki Yamauti Conselho Federal de Farmácia Dr.INSTITUIÇÃO Universidade Federal de São Paulo REPRESENTAÇÃO Dra. Roberto Soares de Moura Dra. Lore Lamb Dr. Celeste Aída Nogueira Silveira Dr. Carlos Cezar Flores Vidotti Universidade Federal de Minas Gerais Conselho Nacional das Secretárias Municipais de Saúde – CONASEMS Conselho Nacional dos Secretários de Saúde – CONASS Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Conselho Federal de Medicina Dra.PR Dr. Juliana Anghietti Lucas Dra.

rENAmE: o ProCESSo DE rEViSÃo E ATuALiZAÇÃo .

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é o fundamento para orientação da prescrição e do abastecimento da rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Concretiza a recomendação da Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica. proteção e recuperação da saúde. eficácia e qualidade dos medicamentos ao menor custo possível. no Brasil. para melhorar o acesso. Abrange um elenco de medicamentos necessários ao tratamento e controle das enfermidades prioritárias em saúde pública nos diversos níveis de atenção no País. à produção de medicamentos no País e às novas listas construídas nos níveis estadual e municipal de atenção à saúde. elaborada com base no quadro nosológico do País. 2002). a todos os segmentos da sociedade” (ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. que deverá servir de base ao desenvolvimento tecnológico e científico. assim como a eficiência dos sistemas de saúde. A OMS define medicamentos essenciais como aqueles que “satisfazem às necessidades de saúde prioritárias da população os quais devem estar acessíveis em todos os momentos. na padronização e atualização de rotulagem e bulas. Entre as diretrizes e prioridades estabelecidas está a adoção de Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). de forma a garanti-la como instrumento facilitador do uso racional de medicamentos e da organização da assistência farmacêutica. que adota a atualização da lista modelo de medicamentos essenciais a cada dois anos.A Política Nacional de Medicamentos propõe garantir segurança. promover seu uso racional e seu acesso para a população. Pode ser utilizada também como parâmetro para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária no estabelecimento de suas ações prioritárias tais como: na concessão e revisão de registros de medicamentos. instrumentalizando o processo de descentralização. O conceito de medicamento essencial tem sido amplamente aplicado e deve proporcionar racionalidade não só na aquisição pelo SUS. que aprovou a revisão periódica e a implementação da Rename. no estabelecimento de programas de avaliação da qualidade laboratorial e na avaliação pós-comercialização. com vistas no aperfeiçoamento de questões administrativas e de redução de custos. A relação. concebida como parte integrante da Política Nacional de Saúde. realizada em 2003. na dose apropriada. mas também na identificação das necessidades nos diversos níveis do sistema de atenção à saúde. eqüidade e qualidade. na análise das informações veiculadas aos profissionais de saúde e à população. e envolvendo um conjunto de ações voltadas à promoção. por meio da redução de 15 . A nova Rename se apóia nas estratégias 2004–2007 da Organização Mundial da Saúde (OMS). Este conceito foi criado como uma resposta às necessidades do setor farmacêutico e sanitário.

à publicação do documento final e sua divulgação.254.ª e 10. além de outros critérios como a disponibilidade dos produtos no mercado nacional. da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos.gastos desnecessários. o MS lança a nova lista tendo como base a relação revisada pela Ceme em 1993 e as 9. à mobilização dos participantes do processo. A versão de 2002 obedeceu à portaria GM/MS n. pautado em metodologia padronizada de análise sistemática dos fármacos que compunham a lista de 2002 e das sugestões encaminhadas ao MS. entidades e institui16 . de 26 de fevereiro de 1964. a relação continha 327 fármacos em 520 apresentações. Esta revisão utilizou-se das diretrizes propostas pela OMS para elaboração de listas-modelo. Em 2000. Dra. que constituiu a Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) e delegou a coordenação das atividades ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF). em 1977. O Brasil iniciou a elaboração de listas de medicamentos considerados essenciais antes da recomendação. estabeleceu os órgãos. com o propósito de selecionar aqueles mais adequados para atender às necessidades prioritárias de assistência à saúde da maioria da população.ª revisões da Lista-Modelo da OMS. A Ceme realiza algumas atualizações desta lista em 1972. em 1989 e em 1993.º 53. em 1975 – quando recebeu a denominação Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) –. Esta Rename 2006 é igualmente fruto de um trabalho de equipe. feita pela OMS. por intermédio da Profa. uma série de providências foram tomadas no que se refere à elaboração da metodologia de atualização. A Portaria GM/MS n. O processo de revisão resultou na inclusão de 50 produtos e na exclusão de 19 da lista anterior.612. emitida pelo Ministro de Estado da Saúde (Anexo A). De forma a alcançar a efetividade da lista e garantir a legitimidade do processo de construção. Ele não deve ser estático e procura considerar os novos conhecimentos sobre os medicamentos e os tratamentos.º 131/2001 e resultou da avaliação de cerca de 400 pedidos de alterações feitos por diversos representantes da área de Saúde. à construção de consensos. especialmente eficácia e segurança. denominada Relação Básica e Prioritária de Produtos Biológicos e Materiais para Uso Farmacêutico Humano e Veterinário. de 29 de julho de 2005. A primeira lista foi estabelecida pelo Decreto n. Luciane Cruz Lopes.º 1.254. de 29/7/05. Ao todo. O processo teve início com a Portaria GM/MS n.º 1. indicando as alterações necessárias. A Comare tem por finalidade realizar avaliação sistemática da relação dos medicamentos e demais produtos farmacêuticos constantes da Rename.

ª Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS (WORLD HEALTH ORGANIZATION. USP. UFRJ. com adequado desenho e poder metodológico. Tabelas contendo os medicamentos excluídos. Nesta versão se excluiu 57 medicamentos. Conass e Conasems) e seis representantes do MS (SCTIE/DAF. Todos os programas foram convidados a participar das reuniões e expor suas respectivas especificações. na 14. As convenções adotadas relacionadas a condições de uso. SBMT. exclusão. as indicações dos programas do Ministério. Anvisa). de baixo custo. Com o intuito de subsidiar gestores e prescritores. em 522 apresentações. da Dose Diária Definida (DDD) e da Classificação Anatômica Terapêutica e Química (ATC). Fiocruz/ENSP. seis entidades de classe e científicas (CFF. Sobravime. SBFTE). se restrito ou 17 . comparadas à Rename 2002. UFSC. duas vacinas e uma droga (nicotina) totalizando 330 fármacos. pois pretende ser um instrumento de gestão e (in) formação.º 13. Ressalta-se que as formas farmacêuticas foram inteiramente revistas e cotejadas com a disponibilidade do mercado. dose e concentrações. revisões sistemáticas e metanálises). incluiu-se 34 medicamentos.ções participantes. Os esforços iniciais deram prioridade ao envolvimento dessas entidades quanto à responsabilidade e à função que cada representante deve assumir nas atividades desempenhadas pela comissão. no conceito de medicamento essencial. exclusões e alterações realizadas. os pareceres de inclusão. de 9 de fevereiro de 2006 (Anexo B). respeitando. que atuaram segundo o Regimento Interno aprovado pela Portaria n. constam nos Anexos C e D . em substância. UFPE. com avaliação de desfechos primordiais. Participaram ativamente dessa revisão 22 membros representando oito universidades brasileiras (UFMG. CFM. O Anexo E apresenta os pareceres relativos às inclusões. que atendem quadros epidemiológicos do País e as prioridades em saúde pública. quando possível. concentração e forma farmacêuticas estão disponíveis. A Comare também realizou a revisão da Denominação Comum Brasileira (DCB). também se considerou aqueles com menores riscos. alterações relacionadas às indicações terapêuticas e restrições de uso e alterações relacionadas à dose. Além disso. AMB. Esta revisão e atualização se basearam. UnB. oito correlatos e 34 imunoterápicos. no paradigma da medicina baseada em evidências que utiliza preferentemente estudos de nível I (ensaios clínicos randomizados. três instâncias gestoras do SUS (MS. 2005). incluídos e as alterações de formas farmacêuticas. Unifesp). UFRGS. com relevância clínica e aplicabilidade às condições nacionais. Esta Rename inova. SAS/Inca. Também mantém o padrão de oferecer avanços importantes para a melhoria da assistência e da atenção à saúde da população em geral.

O objetivo da Comare foi o de orientar o setor produtivo farmacêutico para necessidades identificadas durante o processo de revisão da Lista.br (Assistência Farmacêutica). 2005–2009. ii) SEÇÃO B. OUTROS MEDICAMENTOS E PRODUTOS PARA A SAÚDE. críticas e opiniões quanto à acolhida da Rename 2006 por gestores. Assim. Lenita Wannmacher. Os grupos farmacológicos e os pareceres foram avaliados pelos próprios membros. para a orientação inicial das estratégias de condução dos trabalhos e para a revisão final. atuando com mais de 100 horas de trabalho contínuo. contendo dez categorias farmacológicas. Os medicamentos foram classificados considerando a indicação clínica. Dra. MEDICAMENTOS USADOS EM DOENÇAS DE ÓRGÃOS E SISTEMAS ORGÂNICOS. em três seções: i) SEÇÃO A. dispensadores. Os pareceres da comissão relativos às solicitações de inclusão. esta comissão aguarda a manifestação da sociedade para aprimoramento deste trabalho cujo propósito foi atingido. com base na melhor evidência científica disponível.gov.saude.saude. Contou-se. Genebra. A Rename está disponível no endereço www. foram incluídas algumas formas farmacêuticas e doses não disponíveis no mercado brasileiro. Todas as solicitações encaminhadas foram analisadas e respondidas aos respectivos solicitantes. contendo oito categorias e. MEDICAMENTOS USADOS EM MANIFESTAÇÕES GERAIS DE DOENÇAS.gov. deve continuar suas atividades. mas sua efetividade depende de todos desde sua difusão até o constante envio de sugestões. também.hospitalar estão descritas no Anexo F. com a experiência da Profa.br (Assistência Farmacêutica) com mecanismos de busca diferenciados. Comissão Técnica e Multidisciplinar para Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Comare 18 . exclusão e substituição de medicamentos estão dispostos no endereço www. por decisão da Comare. sobretudo pelos pacientes. contendo cinco categorias. por ser uma comissão permanente. iii) SEÇÃO C. finalidade maior desta lista. membro efetivo do Comitê de Especialistas em seleção e uso de medicamentos essenciais da OMS. Esses casos foram devidamente identificados com notas. Um formulário para solicitação de revisão da relação de medicamentos essenciais foi desenvolvido (Anexo G). Nesta edição da Rename. É fato que o trabalho não terminou aqui e a Comare. prescritores. A Comare fez 15 reuniões durante o período de novembro de 2005 a outubro de 2006.

mEDiCAmENToS uSADoS Em mANiFESTAÇÕES GErAiS DE DoENÇAS .mEDiCAmENToS Por GruPo FArmACoLóGiCo SEÇÃo A.

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5μg/mL H. R3 10 mg/mL pó para solução tiopental sódico H injetável 1g DDD ATC N01AX03 N01AX10 N01AF03 R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R3 – Uso restrito para procedimentos de curta duração 1. R5 DDD 15 mg 15 mg N05CD08 ATC N01AH01 21 .67 mg/mL H.1. R1 H H DDD ATC N01AB01 N01AB06 N01AX13 V03AN01 R1 – Uso restrito em cirurgias cardiológicas e neurológicas 1. R2 cetamina (equivalente a 50 mg cetamina/mL) emulsão injetável propofol H.05 mg fentanila/mL) cloridrato de solução injetável H. R4 fentanila (equivalente a 0. R5 midazolam 1mg/mL maleato de midazolam solução oral 2 mg/mL H.1 ANESTÉSiCoS GErAiS 1.1.1 ANESTÉSIcOS E AdJUvANTES 1.1 Agentes de inalação e oxigênio Denominação genérica halotano isoflurano óxido nitroso oxigênio Forma farmacêutica líquido volátil líquido volátil gás inalante gás inalante Condição de uso H H.2 Agentes intravenosos Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável cloridrato de 57.3 medicamentos adjuvantes da anestesia geral e usados em procedimentos anestésicos de curta duração Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável citrato de 78.1.

Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável H. 25 % e 0.000 solução injetável 2 % + 1:200.5 % solução injetável 0.5 % solução injetável 1 % + 1:200.25 mg/mL sulfato de solução injetável H.2 ANESTÉSiCoS LoCAiS Denominação genérica cloridrato de bupivacaína cloridrato de bupivacaína + glicose cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína + glicose cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina cloridrato de prilocaína + felipressina Forma farmacêutica solução injetável 0. R4 morfina 10 mg/mL DDD 10 mg 10 mg 1. R5 diazepam 5 mg/mL R5 comprimido 5 mg sulfato de solução injetável H atropina 0.000 (uso odontológico) solução injetável para uso odontológico 3% + 0.03 UI/mL H Condição de uso H H DDD ATC N01BB01 N01BB51 N01BB02 N01BB52 - N01BB52 R6 - N01BB54 R6 – Uso restrito para pacientes que não podem utilizar cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina 22 .5 mg 30 mg ATC N05BA01 A03BA01 N02AA01 R4 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência física ou psíquica – Lista A1 (Portaria SVS 344/98) R5 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) 1.000 solução injetável 2 % + 1: 80.5 % + 8 % solução injetável 1%e2% gel 2% solução injetável 5 % + 7.

18 g 2.5 mg/mL H H Condição de uso H H DDD 0.1.0 mg ATC M03AC04 M03AC01 N07AA02 M03AB01 N07AA01 23 .3 BLoquEADorES NEuromuSCuLArES PEriFÉriCoS E ANTiCoLiNESTEráSiCoS Denominação genérica besilato de atracúrio brometo de pancurônio brometo de piridostigmina cloreto de suxametônio metilsulfato de neostigmina Forma farmacêutica solução injetável 10 mg/mL solução injetável 2 mg/mL comprimido 60 mg solução injetável 50 mg/mL solução injetável 0.

ANTIPIRÉTIcOS E MEdIcAMENTOS PARA O ALÍvIO dA ENXAQUEcA 2.2 g 3.0 g 3.1 g ATC N01AH01 V03AB15 N02AA08 N02AA01 R4 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência física ou psíquica – Lista A1 (Portaria SVS 344/98) R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R7 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência física ou psíquica – Lista A2 (Portaria SVS 344/98) 24 . R4 morfina 10 mg/mL R4 solução oral 2 mg/mL R4 cápsula de liberação prolongada 60 mg R4 comprimido 30 mg DDD 3.4 mg/mL fosfato de comprimido 30 mg R7 codeína sulfato de solução injetável H.15 g 30 mg 0.1 ANALGÉSiCoS E ANTiPirÉTiCoS Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso ácido comprimido 500 mg acetilsalicílico solução oral 500 mg/mL dipirona sódica solução injetável H 500 mg/mL comprimido 200 mg ibuprofeno suspensão oral 20 mg/mL comprimido 500 mg paracetamol solução oral 200 mg/mL Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso citrato de solução injetável 78.0 g 3.1 g 0.0 g 3. R4 fentanila μg/mL (equivalente a 0.0 g 1.0 g ATC N02BA01 N02BB02 M01AE01 N02BE01 2.2 g 1. R2 naloxona 0.2 ANALGÉSIcOS.2 ANALGÉSiCoS oPióiDES E ANTAGoNiSTAS DDD 0.05 mg fentanila/mL) cloridrato de solução injetável H.5 H.1 g 0.

0 g 3.2.0 g 75 mg 0.0 g 3.3 mEDiCAmENToS PArA ALíVio DA ENxAquECA Denominação Forma farmacêutica Condição genérica de uso ácido comprimido 500 mg acetilsalicílico paracetamol comprimido 500 mg solução oral 200 mg/mL cloridrato de comprimido 25 mg R2 amitriptilina cloridrato de comprimido 10 mg propranolol e 40 mg DDD 3.16 g ATC N02BA01 N02BE01 N06AA09 C07AA05 R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 25 .

3 mEDiCAmENToS moDiFiCADorES DE DoENÇA Em DiSTúrBioS rEumATóiDES E ADjuVANTES Denominação genérica azatioprina folinato de cálcio Forma farmacêutica comprimido 50 mg comprimido 15 mg pó para solução injetável 50 mg Condição de uso R8 H DDD 0.2 ANTiiNFLAmATórioS ESTEróiDES Denominação genérica dexametasona fosfato dissódico de dexametasona fosfato sódico de prednisolona succinato sódico de metilprednisolona prednisona succinato sódico de hidrocortisona Condição DDD ATC de uso comprimido 4 mg 1.5 mg elixir 0.1 mg/mL 1.0 g 1.5 mg H02AB02 solução injetável 4 mg/mL H 1.1 ANTiiNFLAmATórioS NÃo-ESTEróiDES Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso ácido comprimido 500 mg acetilsalicílico comprimido 200 mg e 600 mg ibuprofeno suspensão oral 20 mg/mL DDD 3.5 mg Forma Farmacêutica solução oral 1.2 g 1.2 g M01AE01 ATC N02BA01 3.34 mg/mL (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) pó para solução injetável 500 mg comprimido 5 mg e 20 mg pó para solução injetável 100 mg e 500 mg H 10 mg H02AB06 20 mg H02AB04 10 mg H02AB07 H 30 mg H02AB09 3.3 ANTIINFLAMATÓRIOS E MEdIcAMENTOS UTILIZAdOS NO TRATAMENTO dA GOTA 3.15 g 60 mg 60 mg ATC L04AX01 V03AF03 26 .

5 mg solução injetável 25 mg/mL comprimido 500 mg Condição de uso H.4 g 1.4 mEDiCAmENToS uTiLiZADoS No TrATAmENTo DA GoTA Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 100 mg alopurinol e 300 mg ibuprofeno comprimido 600 mg DDD 0.2 g ATC M04AA01 M01AE01 27 .516 g ATC L04AX03 A07EC01 P01BA02 R8 – Uso restrito em casos de falha terapêutica com corticosteróide R9 – Fármaco de segunda escolha para tratamento sulfassalazina sulfato de comprimido 400 mg hidroxicloroquina 3. R9 DDD 2.0 g 0.Denominação genérica metotrexato de sódio Forma farmacêutica comprimido 2.5 mg 2.

34 mg/mL (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) solução injetável 1 mg/mL Condição de uso H DDD ATC 25 mg R06AD02 10 mg H02AB06 H 0.4 mg/mL comprimido 5 mg prednisona e 20 mg succinato sódico pó para solução injetável de hidrocortisona 100 mg e 500 mg H 30 mg H02AB09 28 .4 ANTIALÉRGIcOS E MEdIcAMENTOS USAdOS EM ANAFILAXIA Denominação genérica cloridrato de prometazina fostato sódico de prednisolona cloridrato de epinefrina ou hemitartarato de epinefrina loratadina Forma farmacêutica solução injetável 25 mg/mL solução oral 1.0 mg 6.0 mg R06AB02 10 mg H02AB07 comprimido 10 mg xarope 1 mg/mL comprimido 2 mg maleato de solução oral ou dexclorfeniramina xarope 0.5 mg C01CA24 10 mg R06AX13 6.

6 g injetável H potássica (6. R11 sódica H 500 mg pó para suspensão benzilpenicilina 3.0 g suspensão oral de potássio 50 mg + 12.000 UI) 5.000 UI potássica pó para solução oxacilina sódica H 2.1.5 ANTIINFEcTANTES 5.200.0 g oral 50 mg/mL 1.0 g comprimido R10 amoxicilina 500 mg + 125 mg + clavulanato 1.000 UI benzilpenicilina suspensão injetável procaína + 300.000.000 UI pó para solução benzilpenicilina 3.800.000 UI benzatina (4.6 g injetável 600.1 Penicilinas Forma Condição DDD farmacêutica de uso cápsula ou 1.000 UI + benzilpenicilina 100. R11 – Medicamento restrito para tratamento de infecções hospitalares causadas por bactérias multirresistentes 29 .0 g injetável 500 mg Denominação genérica ATC J01CA04 J01CR02 J01CA01 J01CE08 J01CE01 J01CE30 J01CF04 R10–Medicamento restrito para combate a infecções causadas por bactérias resistentes a amoxicilina.1 ANTiBACTEriANoS 5.000.0 g comprimido 500 mg amoxicilina pó para suspensão 1.0 g injetável 1 g e H.5 mg/mL pó para solução ampicilina 2.000 UI) e 1. especialmente Haemophilus influenza e Moraxella catarrhalis.

2 Carbapenêmico Denominação genérica imipeném + cilastatina sódica 12 R – Uso restrito para infecções hospitalares potencialmente mortais causadas por germes presumidamente multirresistentes Forma farmacêutica solução injetável 500 mg + 500 mg Condição de uso H.3 Cefalosporinas Denominação genérica cefalexina sódica ou cloridrato de cefalexina cefalotina sódica cefazolina sódica cefotaxima ceftazidima ceftriaxona sódica Forma farmacêutica cápsula 500 mg suspensão oral 50 mg/mL pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 500 mg pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 500 mg e 1 g Condição de uso DDD 2.5.0 g 2.0 g 4. R16 H.1. R18 – Uso restrito para tratamento em dose única de infecções por Neisseria gonorrhoeae. R14 H.ª geração e para preservar o uso de cefazolina para quimioprofilaxia cirúrgica R14 – Uso restrito para profilaxia de infecção pós-cirúrgica R15 – Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por bactérias multirresistentes em neonatos R16 – Uso restrito para infecções por Pseudomonas R17 – Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por bactérias multi-resistentes e (ou) tratamento empírico de meningites. R17. R12 DDD 2.1. R15 H.0 g 4.0 g J01DB01 J01DB03 J01DB04 J01DD01 J01DD02 J01DD04 ATC R13 – Uso restrito para tratamento de infecções por microrganismos susceptíveis a cefalosporinas de 1. R18 4.0 g ATC J01DH51 5.0 g 2.0 g H.0 g 3. 30 . R13 H.

0 g J01FA01 ATC J01FA10 J01FA09 R20 – Uso restrito para tratamento de tracoma e para tratamento em dose única de infecção genital por Chlamydia trachomatis R21 – Uso preferencial para micobacterioses atípicas e erradicação de Helicobacter pylori para evitar resistência microbiana a esses microrganismos R22 – Restrito para tratamento de infecções por bactérias Gram-positivas em gestantes alérgicas às penicilinas.2 g 0. R19 H DDD 1.6 macrolídeos Denominação genérica azitromicina claritromicina estearato de eritromicina Forma farmacêutica comprimido 500 mg suspensão oral 40 mg/mL cápsula ou comprimido 250 mg cápsula ou comprimido 500 mg suspensão oral 50 mg/mL Condição de uso R20 R20 R21 R22 DDD 0.3 g 0.0 g 0.2 g J01XE01 0.5 Sulfonamídeos e anti-sépticos urinários Denominação genérica nitrofurantoína Forma farmacêutica comprimido 100 mg suspensão oral 5 mg/mL sulfadiazina comprimido 500 mg comprimido 400 mg + 80 mg solução injetável sulfametoxazol 80 mg + 16 mg/mL + trimetoprima suspensão oral 40 mg + 8 mg/mL Condição DDD ATC de uso 0.5.6 g J01EC02 J01EE01 5.0 g 1.24 g ATC J01GB06 J01GB03 R19 – Uso restrito para infecções por germes resistentes à gentamicina 5.5 g 1.1.1. 31 .4 Aminoglicosídeos Denominação genérica sulfato de amicacina sulfato de gentamicina Forma farmacêutica solução injetável 50 mg/mL e 250 mg/mL solução injetável 10 mg/mL e 40 mg/mL Condição de uso H H.1.3 g 0.

0 g cloranfenicol cápsula ou comprimido 250 mg 3.8 Glicopeptídios Denominação genérica cloridrato de vancomicina Condição de uso H.0 g 0.1.1.1.7 Fluorquinolonas Denominação genérica cloridrato de ciprofloxacino Forma farmacêutica comprimido 500 mg solução injetável 2 mg/mL Forma farmacêutica pó para solução injetável 500 mg Condição de uso H DDD 1.0 g succinato sódico pó para solução H.1 g ATC J01AA02 5.10 Tetraciclinas Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso cloridrato de comprimido 100 mg doxiciclina DDD 0.0 g ATC J01XA01 R23 – Medicamento restrito para infecções causadas por Staphilococcus aureus resistente a meticilina 5.0 g palmitato de suspensão oral 25 mg/mL J01BA01 cloranfenicol 3.2 g H 1.8 g J01FF01 ATC 5.1.1. R24 de cloranfenicol injetável 500 mg R24 – Medicamento restrito para tratamento alternativo de infecções graves em sistema nervoso central e epiglotite aguda em crianças 32 .5.5 g ATC J01MA02 5.9 Lincosamidas Denominação genérica cloridrato de clindamicina fosfato de clindamicina Forma farmacêutica cápsula 150 mg solução injetável 150 mg/mL Condição de uso DDD 1. R23 DDD 2.11 Anfenicóis Denominação Condição Forma farmacêutica DDD ATC genérica de uso 3.

0 g H.1.14 medicamentos para o tratamento de peste Denominação Forma farmacêutica genérica cloranfenicol cápsula ou comprimido 250 mg palmitato de suspensão oral 25 mg/mL cloranfenicol succinato sódico pó para solução de cloranfenicol injetável 500 mg cloridrato de comprimido 100 mg doxiciclina sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1 g sulfato de solução injetável gentamicina 10 mg/mL e 40 mg/mL Condição de uso DDD 3.0 g 0.0 g 0.1.2 g ATC J04AK02 33 .2 g 1.1.3 g 0.1 g H.5.0 g 3. R25 3.24 g J01AA02 J01FA01 J01GB03 ATC J01BA01 R25 – Uso restrito para prescrição por especialistas 5.5 g ATC J01XD01 5.1.15 medicamentos para tratamento da tuberculose Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso cloridrato de comprimido 400 mg R26 etambutol suspensão oral 25 mg/mL DDD 1.13 medicamentos para o tratamento de tracoma Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 500 mg R25 azitromicina suspensão oral 40 mg/mL cloridrato de comprimido 100 mg doxiciclina cloridrato de pomada oftálmica 1% tetraciclina 25 DDD 0. R25 H.1 g - ATC J01FA10 J01AA02 S01AA09 R – Uso restrito para prescrição por especialistas 5.12 outros Denominação genérica metronidazol Forma farmacêutica comprimido 250 mg solução injetável 500 mg Condição de uso H DDD 1.3 g 0. R25 1.

2 g 50 mg 0.6 g 0.6 g 0.1 g 0.5 g 0.5 g 1.2 g 0. do fármaco itraconazol.Denominação genérica etionamida isoniazida isoniazida + rifampicina Forma farmacêutica R – Medicamentos restritos para tratamento de micobacterioses 26 comprimido 250 mg comprimido 100 mg cápsula 100 mg + 150 mg cápsula 200 mg + 300 mg comprimido 500 mg pirazinamida solução oral 30 mg/mL cápsula 300 mg rifampicina suspensão oral 20 mg/mL sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1g Condição de uso R26 R26 R26 R26 R26 R26 DDD 0.4 g 0.2 g 0.6 g ATC J04BA01 J01AA08 J04BA02 J01MA01 J04AB02 R27 – Medicamentos restritos para tratamento de hanseníase 5.1.3 g 1.2 g ATC J02AA01 J02AC01 J02AC02 R – Forma farmacêutica e concentração (150 mg) restrita para tratamento de candidíase vaginal (em dose única) ou onicomicose (em dose semanal) R29 – Medicamento restrito para tratamento de paracoccidioidomicose e histoplasmose * A solução oral 10 mg/mL.16 medicamentos para tratamento da hanseníase Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso clofazimina cápsula 50 mg e 100 mg R27 cloridrato de comprimido 100 mg R27 minociclina comprimido 50 dapsona R27 mg e 100 mg ofloxacino comprimido 400 mg R27 cápsula 300 mg R27 rifampicina suspensão oral R27 20 mg/mL DDD 0.2 g 0.75 g 0.6 g 1.2 ANTiFúNGiCoS SiSTêmiCoS Denominação genérica anfotericina B fluconazol itraconazol * 28 Forma farmacêutica pó para solução injetável 50 mg em desoxicolato de sódio cápsula 100 mg e 150 mg solução injetável 2 mg/mL cápsula 100 mg solução oral 10 mg/mL Condição de uso H R28 H R29 DDD 35 mg 0.2 g 0. não estava disponível no mercado bra- 34 .0 g ATC J04AD03 J04AC01 J04AM02 J04AK01 J04AB02 J01GA01 5.

3 ANTiFúNGiCoS TóPiCoS Denominação genérica cetoconazol nistatina nitrato de miconazol Forma farmacêutica xampu 2 % suspensão oral 100.4 mEDiCAmENToS uSADoS Em PNEumoCiSToSE Denominação genérica cloridrato de clindamicina difosfato de primaquina isetionato de pentamidina sulfametoxazol + trimetoprima Forma farmacêutica cápsula ou comprimido 150 mg comprimido 5 mg e 15 mg solução injetável 300 mg comprimido 400 mg + 80 mg solução injetável (80 mg +16 mg)/mL suspensão oral (40 mg + 8 mg)/mL DDD 1. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.1 inibidores da polimerase viral Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso aciclovir comprimido 200 mg aciclovir sódico solução injetável H 250 mg pó para solução ganciclovir injetável 546 mg H.500.0 g 4.000 UI Condição de uso ATC D01AC08 A07AA02 D01AC02 5. R31 sódico (equivalente a 500 mg ganciclovir) DDD 4.28 g J01EE01 ATC J01FF01 P01BA03 P01CX01 H 5.sileiro na ocasião da revisão desta Lista.5 g J05AB06 R31– Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por citomegalovírus 35 .5 ANTiVirAiS 5.000 UI/mL creme 2 % creme vaginal 2 % loção 2% gel oral 2% pó 2% Condição de uso DDD 1.2 g 15 mg H 0.0 g ATC J05AB01 0. 5.5.

6 g 0.1 inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleosídeo Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 300 mg R32 abacavir solução oral 20 mg/mL R32 comprimido 25 mg. R32 didanosina 100 mg e 400 mg R32 pó para solução oral 2 g R32 comprimido 150 mg R32 lamivudina R32 solução oral 10 mg/mL cápsula 100 mg R32 solução oral 10 mg/mL R32 zidovudina solução injetável R32 10 mg/mL zidovudina + comprimido R32 lamivudina 300 mg + 150 mg DDD 0.6 g ATC J05AF06 J05AF02 J05AF05 J05AF01 J05AF30 R32 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 5.2.2 Anti-retrovirais 5.5.4 g 0.3 g 0.4 g 0.3 g 0.2 inibidores de transcriptase reversa não-análogos de nucleosídeo Denominação genérica efavirenz Forma farmacêutica cápsula 600 mg solução oral 30 mg/mL comprimido 200 mg suspensão oral 10 mg/mL Condição de uso R33 DDD 0.6 g 0.6 g 0.5.2.5.5.4 g ATC J05AG03 nevirapina R33 J05AG01 R33 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 36 .6 g 0.6 g 0.6 g 0.

245 g ATc J05AF07 R32 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 5.5.2 g 1.2.4 inibidores de protease Denominação genérica lopinavir + ritonavir mesilato de saquinavir nelfinavir Forma Condição farmacêutica de uso cápsula 133.1 Anti-helmínticos Denominação genérica albendazol Forma farmacêutica comprimido mastigável 400 mg Condição de uso DDD 0.4 g continua ATC P02CA03 P02CB02 37 citrato de comprimido 50 mg dietilcarbamazina .2 g 0.25 g 1.6.5.3 inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleotídeo Denominação genérica fumarato de tenofovir desoproxila Forma farmacêutica comprimido 300 mg Condição de uso1 R32 DDD 0.3 g J05AE04 J05AE J05AE01 ATC ritonavir sulfato de atazanavir J05AE03 J05AE08 R33 – Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde 5.3 mg R33 solução oral (80mg+20mg)/mL cápsula 200 mg comprimido 250 mg pó para solução oral 50 mg/g cápsula 100 mg solução oral 80 mg/mL cápsula 150 mg e 200 mg R33 R33 R33 R33 R33 R33 DDD 1.2.5.8 g 2.25 g 2.3 R33 mg + 33.4 g R34 0.6 ANTiPArASiTárioS 5.

0 g ATC P02CF01 P02CA01 P02BA01 P02CA02 5.0 g ATC P01BE02 P01BE03 _ J01FF01 P01BC02 38 .6.1 Amebicida.2.28 g 1. giardicida e tricomonicida Denominação genérica metronidazol Condição DDD ATC de uso comprimido 250 mg e 400 mg 2.12 g 0.0 g suspensão oral 40 mg/mL 2.6.2 g 0.2 g 1.2 g 3.0 g 3.0 g P01AB01 creme vaginal 5% Forma farmacêutica continua 5.6.2.2 Antiprotozoários 5.conclusão Denominação genérica ivermectina mebendazol praziquantel tiabendazol R34 – Uso restrito para tratamento de filaríase linfática Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 6 mg comprimido 100 mg suspensão oral 20 mg/mL comprimido 150 mg e 600 mg comprimido 500 mg suspensão oral 50 mg/mL DDD 12 mg 0.0 g 3.2 Antimaláricos Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso solução injetável arteméter R35 80 mg/mL comprimido 50 mg R35 artesunato pó para solução de sódio injetável 60 mg cloridrato de cápsula 150 mg clindamicina cloridrato de comprimido 250 mg R35 mefloquina DDD 0.

1 g 15 mg R35 1.2 mg (equivalente a 50 mg cloroquina) comprimido 100 mg comprimido 5 mg e 15 mg comprimido 325 mg solução injetável 24 mg/mL Condição de uso DDD 0.5 g ATC P01BA01 0.5 g 0.5 g 1.5 g P01BC01 J01AA02 P01BA03 doxiciclina primaquina sulfato de quinina dicloridrato de quinina R35 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos do Ministério da Saúde 39 .conclusão Denominação genérica sulfato de cloroquina difosfato de cloroquina Forma farmacêutica solução injetável 50 mg/mL comprimido 250 mg (equivalente a 150 mg cloroquina) comprimido 83.5 g 0.

2.4 g Condição de uso H ATC P01CA02 5.5 medicamentos contra leishmaníase DDD ATC 35 mg J02AA01 antimoniato de meglumina isetionato de pentamidina H H 0.6.Medicamento restrito para tratamento de toxoplasmose no primeiro trimestre da gestação por prevenir a transmissão ao feto 5.85 g Sb5+ 0.28 g P01CB01 P01CX01 40 .5.2.2 g H R36 1.6 g J01FF01 J01FA02 V03AF03 P01BD01 J01EC02 ATC R36 .8 g 3.6.4 medicamento contra tripanossomíase Denominação Forma genérica farmacêutica benznidazol comprimido 100 mg Denominação genérica anfotericina B Forma farmacêutica pó para solução injetável 50 mg em desoxicolato de sódio solução injetável 300 mg/mL (85 ou 81 mg antimônio/mL) pó para solução injetável 300 mg Condição de uso DDD 0.2.0 g 60 mg 60 mg 60 mg 75 mg 0.3 medicamentos contra toxoplasmose e adjuvantes Denominação genérica cloridrato de clindamicina fosfato de clindamicina espiramicina folinato de cálcio pirimetamina sulfadiazina Forma farmacêutica cápsula 150 mg e 300 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 500 mg comprimido 15 mg pó para solução injetável 50 mg solução injetável 3 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 500 mg Condição de uso DDD 1.6.

6 medicamentos contra filaríase Denominação Forma genérica farmacêutica citrato de comprimido dietilcarbamazina 50 mg ivermectina comprimido 6 mg Denominação genérica álcool etílico gliconato de clorexidina glutaral hipoclorito de sódio Condição de uso DDD 0.6.2.5.4 g 12 mg Condição de uso ATC P02CB02 P02CF01 5.7 ANTi-SÉPTiCoS. DESiNFETANTES E ESTEriLiZANTES Forma farmacêutica solução 70 % m/V solução degermante 2% a 4 % solução 2 % solução 10 mg cloro/mL DDD 30 mg D08AX07 ATC D08AX08 D08AC02 solução alcoólica 10% (1% iodo ativo) solução aquosa 10% iodopovidona (1% iodo ativo) solução degermante 10% (1% iodo ativo) permanganato pó ou comprimido de potássio 100 mg D08AG02 D08AX06 41 .

1 Alquilantes Denominação genérica ciclofosfamida clorambucila dacarbazina ifosfamida melfalana 37 R – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Forma farmacêutica pó para solução injetável 1 g comprimido 50 mg comprimido 2 mg pó para solução injetável 200 mg pó para solução injetável 1 g comprimido 2 mg Condição de uso H.1 ANTiNEoPLáSiCoS 6. R37 R37 H.1.5 mg R37 metotrexato H.2 Antimetabólitos Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso pó para solução citarabina injetável 100 mg. R37 solução injetável de sódio 25 mg/mL tioguanina comprimido 40 mg R37 DDD ATC L01BC01 L01BB04 L01BC02 L01BB02 L01BA01 L01BB03 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 42 . R37 1 mg/mL creme 50 mg/g R37 H. R37 H.1. R37 fluoruracila solução injetável 25 mg/mL mercaptopurina comprimido 50 mg R37 comprimido 2. R37 500 mg e 1 g solução injetável cladribina H.6 MEdIcAMENTOS UTILIZAdOS NO MANEJO dAS NEOPLASIAS 6. R37 R37 DDD - ATC L01AA01 L01AA02 L01AX04 L01AA06 L01AA03 6. H.

1.1.Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Forma farmacêutica pó para solução injetável 20 mg pó para solução injetável 10 mg e 50 mg pó para solução injetável 10 mg cápsula 5 mg e 25 mg solução injetável 100 μg/mL pó para solução injetável 15 UI Condição de uso H.3 Alcalóides e outros produtos naturais Denominação genérica docetaxel etoposídeo paclitaxel sulfato de vimblastina sulfato de vincristina teniposídeo Forma farmacêutica solução injetável 20 mg e 80 mg cápsula 50 mg solução injetável 20 mg/mL solução injetável 6 mg/mL pó para solução injetável 10 mg pó para solução injetável 1 mg solução injetável 10 mg/mL Condição de uso H. R37 H. R37 R37 H.6. R37 DDD ATC L01CD02 L01CB01 L01CD01 L01CA01 L01CA02 L01CB02 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista 6. R37 H. R37 H. R37 R43 H. R37 H. R37 H. R37 H. R37 DDD - ATC L01DB02 L01DB01 L01DB06 L01DA01 L01DC01 43 .4 Antibióticos Denominação genérica cloridrato de daunorrubicina cloridrato de doxorrubicina cloridrato de idarrubicina dactinomicina sulfato de bleomicina 37 R . R37 H.

2.2 TErAPiA HormoNAL 6. R37 R37 DDD - ATC L01XX02 L01XX05 6.3 Antiestrógenos Denominação genérica citrato de tamoxifeno Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 10 mg R37 e 20 mg DDD 20 mg ATC L02BA01 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 44 .2.16 g ATC L02AB01 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6.) R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6. R37 H.134 mg (depot) L02AE02 1 mg (inj.75 mg Condição de uso R37 DDD ATC 0.6.5 Compostos de platina Denominação genérica carboplatina cisplatina Forma farmacêutica pó para solução injetável 150 mg e 450 mg solução injetável 1 mg/mL Condição de uso H.2 Análogos de Hormônios Liberadores de Gonadotrofina Denominação genérica acetato de leuprorrelina Forma farmacêutica pó para suspensão injetável 3.000 UI cápsula 500 mg Condição de uso H.Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6.1.1 Progestógenos Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso acetato de megestrol comprimido 160 mg R37 DDD 0.1. R37 DDD ATC L01XA02 L01XA01 R37 .2.6 outros agentes citotóxicos Denominação genérica asparaginase hidroxiuréia 37 R – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Forma farmacêutica solução injetável 10.

R39 mg 300 μg/mL 40 60 mg comprimido 15 mg R 60 mg H pó para solução V03AF03 injetável 50 mg 60 mg solução injetável 3 mg/mL Forma farmacêutica solução injetável 4 mg/mL solução oral 1.1 mg/mL 0.5 mg H02AB02 10 mg H02AB06 H. R42 H - V03AF01 - R38 – Uso restrito para êmese induzida por fármaco citotóxico R39 – Uso restrito em casos de neutropenia grave induzida por fármaco citotóxico R40 – Uso restrito para pacientes em tratamento com metotrexato R41 – Uso restrito para profilaxia de cistite hemorrágica em pacientes em uso de ciclofosfamida e ifosfamida R42 – Uso restrito para prescrição por especialista para inibição de osteólise em pacientes com doenças onco-hematológicas. pamidronato dissódico prednisona succinato pó para solução sódico de injetável 500 mg metilprednisolona 10 mg H02AB07 20 mg H02AB04 45 .5 mg comprimido 4 mg H02AB02 1.5 mg elixir 0. R41 R41 H.3 ADjuVANTES DA TErAPêuTiCA ANTiNEoPLáSiCA Denominação genérica cloridrato de ondansetrona dexametasona filgrastim folinato de cálcio fosfato dissódico de dexametasona fosfato sódico de prednisolona mesna Condição DDD ATC de uso 38 16 mg comprimido 4 mg e 8 mg R A04AA01 16 mg H solução injetável 2 mg/mL 1.2.4 inibidores enzimáticos Denominação genérica anastrozol Forma farmacêutica comprimido 1 mg Condição de uso R37 DDD 1 mg ATC L02BG03 R37 – Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos 6.6.34 mg/mL (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) solução injetável 100 mg/mL comprimido 400 mg e 600 mg pó para solução injetável 60 mg e 90 mg comprimido 5 mg e 20 mg H 1.35 solução injetável L03AA02 H.

7 IMUNOSSUPRESSORES E IMUNOTERÁPIcOS 7. bacilos atenuados) vacina de vírus vivos atenuados de febre amarela vacina contra hepatite B (ADNR recombinante) vacina contra raiva (uso humano.2 VACiNAS E ToxóiDES Denominação genérica vacina BCG . cultivo celular) vacina de vírus vivos contra sarampo vacina antidiftérica e antitetânica adsorvida uso adulto (DT) 46 Forma Condição farmacêutica de uso pó para solução injetável pó para solução injetável solução injetável pó para solução injetável pó para solução injetável suspensão injetável DDD - ATC J07AN01 J07BL01 J07BC01 J07BG01 J07BD01 J07AM51 .5 mg comprimido 2.5 mg metotrexato solução injetável H. 50 mg R43 e 100 mg ciclosporina 0.34 mg/mL fosfato sódico 10 mg (equivalente a 1 mg de prednisolona prednisolona/mL) 2.ID (contra tuberculose.1 imuNoSSuPrESSorES Denominação Condição Forma farmacêutica DDD genérica de uso 0.25 g solução oral 100 mg/mL solução 1.15 g azatioprina comprimido 50 mg R43 pó para solução H.25 g cápsula 25 mg. R43 ciclofosfamida injetável 200 mg e 1 g comprimido 50mg 0. R43 de sódio 25 mg/mL comprimido 5 mg prednisona 10 mg e 20 mg 43 R – Uso restrito para prescrição apenas por especialista ATC L04AX01 L01AA01 L04AA01 H02AB07 L04AX03 H02AB07 continua 7.

suspensão meningococo C injetável vacina oral de rotavírus pó para humano (VORH) solução oral vacina tetravalente (DPT+HiB) antidiftérica.tétano e coqueluche (DTP) vacina tríplice viral.conclusão solução injetável solução vacina contra influenza injetável vacina antipó para solução meningococo A e C injetável vacina antisuspensão meningococo B e C injetável vacina conjugada anti. 2 e 3 vacina tríplice bacteriana. rubéola e caxumba (SRC) vacina contra febre tifóide Forma Condição farmacêutica de uso solução oral solução injetável solução injetável DDD - ATC J07BF02 - J07AJ51 - J07BD52 J07AP02 J07BB02 J07AH03 J07AH03 J07AH07 J07BH01 - J07AG52 7.3 SoroS E imuNoGLoBuLiNAS Denominação genérica imunoglobulina anti-D (Rh) imunoglobulina antitetânica Forma farmacêutica solução injetável 250 μg e 300 μg solução injetável 250 UI Condição de uso H H DDD - continua ATC J06BB01 J06BB02 47 . anti-pertússica e contra suspensão meningite e outras injetável infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B Denominação genérica vacina oral contra poliomielite tipos 1. anti-tetânica. contra sarampo. contra difteria.

000 UI/mL DDD - ATC J06BB05 J06AA06 J06AA J06AA03 J06AA03 J06AA03 J06AA04 J06AA03 J06AA01 J06AA03 J06AA J06AA J06AA J06AA J06AA02 48 .crotálico mg + 1.000 UI/mL solução injetável soro antielapídico 1.5 mg/mL solução injetável cada mL neutraliza soro antiloxocélico 15 dose mínima necrótica (DMN) solução injetável soro antitetânico 1.5 dose miníma necrótica (DMN) solução injetável soro antibotrópico 5 mg/mL soro antibotrópico solução injetável (5 .conclusão Denominação genérica imunoglobulina anti-rábica Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável 150 UI e 300 UI solução injetável soro anti-rábico 200 UI/mL solução injetável cada mL neutraliza soro antiaracnídico 7.5 mg)/mL soro antibotrópico solução injetável .laquético (5 mg + 3 mg)/mL solução injetável soro antibotulínico 500 UI/mL solução injetável soro anticrotálico 1.5 mg/mL solução injetável soro antidiftérico 1.5 mg/mL soro solução injetável antiescorpiônico 1 mg/mL soro antilatrodectus solução injetável solução injetável soro antilonômico 3.

5 mg/mL comprimido 15 mg folinato de cálcio solução injetável 3 mg/mL mesilato de pó para solução desferroxamina injetável 500 mg mesilato de solução injetável pralidoxima 50 mg/mL nitrito de sódio cápsula 250 mg solução injetável sulfato de atropina 0.8 MEdIcAMENTOS E ANTÍdOTOS USAdOS EM INTOXIcAÇÕES EXÓGENAS 8.25 mg/mL solução injetável tiossulfato de sódio 250 mg/mL R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 49 .0 g ATC B05XA02 A07BA01 8. R2 H Condição de uso H H. R2 DDD 30 mg H H H V03AB25 V03AF03 V03AC01 V03AB04 V03AB08 A03BA01 V03AB06 ATC V03AB17 V03AB15 solução injetável 0.2 ESPECíFiCoS Denominação genérica cloreto de metiltionínio cloridrato de naloxona cloridrato de penicilamina flumazenil Forma farmacêutica solução injetável 10 mg/mL solução injetável 0.4%) suspensão em carvão vegetal ativado sorbitol 70% Denominação genérica DDD 5.1 NÃo-ESPECíFiCoS Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável bicarbonato de sódio H 1 mEq/mL (8.4 mg/mL comprimido 250 mg H.

..56 mEq/mL ) solução injetável 20% (3. março 2005.4 mEq/mL ) solução injetável 0.154 mEq/mL ) solução injetável 1 mEq/mL (8.1567g)/mL (2 mEq fosfato /mL) solução injetável 19. (ampola de 5 mL e 10 mL) V07AB N.5 g (75 mmoles glicose) cloreto de potássio.. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.0 g A12AA03 (0.2.9g (10 mmoles citrato) H - B05XA06 H H - B05XA01 B05XA03 B05XA02 H sais para reidratação oral * ∆ - A12BA51 ∆ – Fórmula recomendada pela OMS – 14..5 g (20 mmoles de potássio e 65 mmoles cloreto) citrato de sódio diidratado.A..A..6 g (75 mmoles sódio) glicose anidra 13.1..ª Lista-Modelo.45 mEq/mL) Forma farmacêutica solução injetável ( 0.03g + 0.4%) pó para solução oral (composição por litro após preparo): cloreto de sódio 2. (frasco 100 mL e 500 mL) solução injetável 10% H 3.9% (0. março 2005 * – A fórmula dos sais para reidratação oral é a recomendada pela OMS – 14ª Lista Modelo. 50 .1% (2.9 SOLUÇÕES HIdROELETROLÍTIcAS E cORRETORAS dO EQUILÍBRIO ÁcIdO-BÁSIcO Denominação genérica água para injeção gliconato de cálcio fosfato de potássio monobásico +fosfato de potássio dibásico cloreto de potássio cloreto de sódio bicarbonato de sódio Condição DDD ATC de uso N.

R43 H H.109 mEq solução Ringer sódio .... 4 mEq cálcio ... 27.81 mEq/mL Mg++) magnésio H - B05BB01 H 1...0 g B05XA05 10 AGENTES EMPREGAdOS NA TERAPÊUTIcA dE NUTRIÇÃO Forma Farmacêutica solução injetável aminoácidos 100 mg/mL (10%) aminoácidos para solução injetável uso pediátrico 100 mg/mL (10%) solução injetável glicose 50 mg/mL (5%) e 500 mg/mL (50%) emulsão injetável lipídios 100 mg/mL (10%) 43 Denominação genérica Condição de uso H..Denominação genérica Forma farmacêutica Condição DDD de uso ATC solução injetável (composição por litro): cloreto .. R43 DDD - ATC B05BA01 B05BA01 V06DC01 B05BA02 R – Uso restrito para prescrição apenas por especialista 51 ... R43 H....7 mEq lactato ............ 130 mEq + lactato potássio .2..7 mEq sulfato de solução injetável 10% (0..

4 mg 5 mg (dose solução oral Profilática) ácido fólico 0.000 UI palmitato de retinol solução oleosa 150. R comprimido 1.000 UI/mL solução injetável 10% sulfato de magnésio (equivalente a 0.250 mg 3. 52 .2 g Fe++ 0.0 g carbonato de cálcio (equivalente a ++ 500 mg Ca ) cloridrato de solução injetável 20 µg hidroxocobalamina 1 mg/mL cloridrato de comprimido 0. de palmitato de tiamina. não estava disponível no mercado brasileiro na ocasião da revisão desta Lista.2 g Fe++ A12CC02 B03AA07 R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista * – A solução injetável 100. R43 tiamina * 100.000 UI/mL.000 UI 50.25 µg H.000 UI A11CA01 R43 1g 0.81 mEq Mg++/mL) comprimido 40 mg Fe++ sulfato ferroso solução oral 25 mg Fe++ /mL fluoreto de sódio Denominação genérica ATC B03BB01 A11CC04 A12AA04 B03BA03 A11HA02 A11DA01 R43 R43 88 mg (40 mg A12CD01 fluoreto) 50.000 UI/mL solução bucal 2 mg/mL cápsula 200.11 vITAMINAS E SUBSTÂNcIAS MINERAIS Forma Condição DDD Farmacêutica de uso comprimido 0. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.16 g piridoxina 50 mg 50 mg cloridrato de comprimido tiamina 300 mg palmitato de solução injetável H.2 mg/mL 10 mg (dose Terapêutica) 43 1 µg calcitriol cápsula 0.

mEDiCAmENToS uSADoS Em DoENÇAS DE órGÃoS E SiSTEmAS orGÂNiCoS .SEÇÃo B.

.

R5 fenobarbital 100 mg/mL solução oral 40 mg/mL R5 sulfato de solução injetável 50% H.0 mg 10 mg 0.1 g 1.624 mg/mL (equivalente a 50 mg ácido valpróico/mL) DDD 1.3 g 0.1 g 0.5 g 1. R2 fenitoína 50 mg/mL sódica suspensão oral R2 25 mg/mL comprimido 100 mg R5 solução injetável H.05 mEq/mL Mg++) cápsula 288 mg R2 (equivalente a 250 mg ácido valpróico) comprimido 576 mg R2 valproato (equivalente a 500 mg de sódio ácido valpróico) solução oral ou xarope 57.1 ANTiCoNVuLSiVANTES Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso comprimido 200 mg R2 carbamazepina xarope 20 mg/mL R2 comprimido R5 clonazepam 0. R5 5 mg/mL comprimido 100 mg R2 solução injetável H.3 g 0.0 mg 8.12 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA NERvOSO cENTRAL E PERIFÉRIcO 12.0 g 1.5 mg/mL R5 solução injetável diazepam H.3 g 0.5 g N03AG01 1.0 g 8.5 g ATC N03AF01 N03AE01 N05BA01 N03AB02 N03AA02 R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R5 – Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) R44 – Uso restrito para casos de pré-eclâmpsia e eclâmpsia 55 . R44 magnésio (4.1 g 0.5 mg e 2 mg solução oral 2.

12.0 g N03AF01 1. 25 mg e 50 mg cápsula 20 mg cápsula 288 mg (equivalente a 250 mg ácido valpróico) comprimido 576 mg (equivalente a 500 mg ácido valpróico) solução oral ou xarope 57.0 g 24 mmol N05AN01 (Li+) 75 mg 0.3 ANTiPArKiNSoNiANoS Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso cloridrato de comprimido 2 mg R2 biperideno H.5 g 1.2 ANTiDEPrESSiVoS E ESTABiLiZADorES DE Humor Denominação genérica carbamazepina carbonato de lítio cloridrato de amitriptilina cloridrato de clomipramina cloridrato de nortriptilina fluoxetina Forma farmacêutica comprimido 200 mg xarope 20 mg/mL comprimido 300 mg comprimido 25 mg comprimido 10 mg e 25 mg cápsula 10 mg.1 g 75 mg 20 mg 1.624 mg/mL (equivalente a 50 mg ácido valpróico) Condição de uso R2 R2 R2 R2 R2 R2 R2 R2 R2 DDD ATC 1.5 g 1. R2 lactato de biperideno solução injetável 5 mg/mL levodopa + comprimido R2 carbidopa 250 mg + 25 mg DDD 10 mg 10 mg 0.6 g N04AA02 N04BA02 ATC R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 56 .5 g N03AG01 N06AA09 N06AA04 N06AA10 N06AB03 valproato de sódio R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 12.

5 mg/mL comprimido 10 mg e 25 mg Condição de uso R2 H.0 mg 3.3 mg (depot) N05AD01 N05AA01 ATC cloridrato de clorpromazina haloperidol decanoato de haloperidol R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 12.3 g 0. R2 R2 H.0 mg 0.0 mg 8.1 g N05BA01 N03AE01 N06AA04 cloridrato de clomipramina R2 – Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) 57 . R2 solução injetável 5 mg/mL H.5 ANSioLíTiCoS E HiPNo-SEDATiVoS Denominação genérica diazepam clonazepam Forma farmacêutica comprimido 5 mg solução injetável 5 mg/mL comprimido 0. R2 R2 DDD ATC 10 mg 10 mg 8.5 mg e 2 mg solução oral 2. R2 solução injetável 5 mg/mL R2 comprimido 1 mg e 5 mg R2 solução oral 2 mg/mL H.1 g 8. R2 solução injetável 50 mg/mL DDD 0.3 g 0.12.0 mg 8.0 mg 8.4 ANTiPSiCóTiCoS Denominação genérica Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 25 mg R2 e 100 mg R2 solução oral 40 mg/mL H.

13 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA cARdIOvAScULAR E RENAL 13. R48 ** 0.0 g 0.1 mg 0. 80 mg e 120 mg solução injetável 2. R46 solução injetável 10 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 5 mg * e 20 mg comprimido 25 mg e 100 mg DDD 0.05 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 40 mg H.16 g 0. R47 H.25 mg elixir 0.24 g H. R47 0.2 g 3.16 g 0.2 g 0.2 mEDiCAmENToS ANTiArríTmiCoS Denominação genérica atenolol cloridrato de amiodarona cloridrato de lidocaína cloridrato de propranolol cloridrato de verapamil Forma farmacêutica comprimido 50 mg e 100 mg comprimido 200 mg solução injetável 50 mg/mL solução injetável 2% comprimido 10 mg solução injetável 10 mg/mL comprimido 40 mg.15 g ATC C01AA05 C03DA01 C03CA01 C03AA03 C09AA02 C07AB02 R46 – Uso restrito para tratamento de edema agudo de pulmão * – foi escolhido pela comodidade posológica 13.1 mEDiCAmENToS uTiLiZADoS NA iNSuFiCiêNCiA CArDíACA Denominação genérica digoxina espironolactona furosemida hidroclorotiazida maleato de enalapril succinato de metoprolol Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 0.1 mg 75 mg 40 mg 40 mg 25 mg 10 mg 0.24 g C08DA01 ATC C07AB03 C01BD01 C01BB01 C07AA05 R47 – Uso restrito para tratamento de arritmia aguda R48 – Uso restrito para tratamento de taquicardia ventricular aguda ** – Indicação pediátrica 58 .5 mg/mL Condição de uso DDD 75 mg H.

4.500.000 UI/ mL comprimido 5 mg maleato de enalapril e 20 mg comprimido 40 mg mononitrato de solução injetável isossorbida H 10 mg/mL comprimido 10 mg sinvastatina e 40 mg DDD 1 comp 75 mg 5.24 g 20 mg 1.0 mg 50 mg 0.1 Diuréticos Denominação genérica aaa espironolactona hidroclorotiazida Forma farmacêutica comprimido 25 mg comprimido 25 mg Condição de uso DDD 75 mg 25 mg ATC C03DA01 C03AA03 59 .3 mEDiCAmENToS uSADoS Em CArDioPATiA iSquêmiCA Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso ácido acetilsalicílico comprimido 100 mg R49 comprimido 50 mg atenolol e 100 mg besilato de comprimido 5 mg anlodipino e 10 mg captopril comprimido 25 mg R50 cloridrato de comprimido 10 mg propranolol e 40 mg cloridrato de comprimido 80 mg verapamil e 120 mg dinitrato de comprimido R51 isossorbida sublingual 5 mg solução injetável H estreptoquinase 750. 000 UI 10.13.16 g 0.4 ANTi-HiPErTENSiVoS 13.000 UI solução injetável heparina sódica H 5.000 UI e 1.000 UI 10 mg 40 mg ATC B01AC06 C07AB03 C08CA01 C09AA01 C07AA05 C08DA01 C01DA08 B01AD01 B01AB01 C09AA02 C01DA14 C10AA01 - 15 mg R49 – Uso restrito para paciente adulto R50 – Uso restrito para urgência hipertensiva R51 – Uso restrito para casos de crise anginosa 13.500.

4.4.13.0 g 0. R54 cloridrato de solução injetável hidralazina 20 mg/mL nitroprusseto pó para solução H.15 g ATC C07AB03 C07AA05 C02AB01 C07AB02 R52 – Não está indicado para pacientes gestantes R53 – Uso restrito para tratamento de hipertensão em gestantes 13.2 Bloqueadores adrenérgicos Denominação genérica atenolol cloridrato de propranolol metildopa succinato de metoprolol Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 50 mg R52 e 100 mg comprimido 10 mg e 40 mg comprimido 250 mg R53 comprimido 25 mg R53 e 100 mg DDD 75 mg 0.24 g ATC C08CA01 C08DA01 13.16 g 1.5 inibidores da enzima conversora da angiotensina Denominação genérica captopril Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 25 mg R56 comprimido 5 mg maleato de enalapril e 20 mg DDD 50 mg 10 mg ATC C09AA01 C09AA02 R56 – Uso restrito para casos de urgência hipertensiva 60 .4.4.1 g 50 mg ATC C02DB02 C02DD01 R54 – Uso restrito para hipertensão refratária R55 – Uso restrito para tratamento de emergência hipertensiva 13.0 mg 0.3 Bloqueador de canais de cálcio Denominação genérica besilato de anlodipino cloridrato de verapamil Forma Farmacêutica comprimido 5 mg e 10 mg comprimido 80 mg e 120 mg Condição de uso DDD 5. R55 de sódio injetável 50 mg DDD 0.4 Vasodilatadores diretos Denominação Condição Forma Farmacêutica genérica de uso comprimido 25 mg H.

5 DiurÉTiCoS Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 25 mg espironolactona e 100 mg comprimido 40 mg furosemida solução injetável H. R58 1 mg/mL de epinefrina DDD 0. do fármaco hidroclorotiazida.5mg.13. R57 10 mg/mL comprimido 12. não estava disponível no mercado brasileiro na ocasião da revisão desta lista. R58 12. R58 5 mg/mL cloridrato de epinefrina solução injetável ou hemitartarato H. A inclusão tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.7 HiPoLiPEmiANTE Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso sinvastatina comprimido 10 mg e 40 mg DDD 15 mg ATC C10AA01 * O comprimido de 12. 61 .5 mg/mL solução injetável cloridrato de dopamina H.5 g 0.5 g 0.6 mEDiCAmENToS uSADoS No CHoquE CArDioVASCuLAr Denominação genérica cloridrato de dobutamina Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável H.5 mg ATC C01CA07 C01CA04 C01CA24 R58 – Uso restrito por ser fármaco vasoativo com necessidade de monitoria durante o uso 13.5 mg hidroclorotiazida* e 25 mg manitol solução injetável 20 % H Denominação genérica DDD 75 mg 40 mg 40 mg 25 mg ATC C03DA01 C03CA01 C03AA03 B05BC01 R57 – Uso restrito para resgate de edema agudo de pulmão em paciente com insuficiência cardíaca congestiva descompensada 13.

000 UI cloridrato de solução injetável hidroxocobalamina 1 mg/mL comprimido 40 mg Fe++ sulfato ferroso solução oral 25 mg Fe++/mL eritropoietina H.000 B01AB01 solução injetável H sódica UI (subcutânea) 5.2 mg/mL Condição de uso DDD 0.14 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SANGUE 14.000 solução injetável UI 5.25 mL varfarina comprimido 1 mg e 5 mg H 7.000 UI/mL heparina 10.2 ANTiCoAGuLANTES E ANTAGoNiSTAS Denominação Condição Forma farmacêutica DDD ATC genérica de uso cloridrato de solução injetável 10 mg/mL H V03AB14 protamina solução injetável 10 mg/mL H 20 mg (uso intramuscular) fitomenadiona B02BA01 emulsão injetável 10 mg/mL H 20 mg (uso intravenoso) H 10.4 mg (dose profilática) 10 mg (dose terapêutica) ambas ATC B03BB01 R59 – Medicamento restrito para tratamento de anemia em pacientes portadores de insuficiência renal crônica solução injetável 2.000 UI e 4.5 mg B01AA03 sódica 62 . R59 1.2 g Fe++ B03AA07 14.2 g Fe++ 0.000 UI/0.000 UI 20 µg B03XA01 B03BA03 0.1 ANTiANêmiCoS Denominação genérica ácido fólico Forma farmacêutica comprimido 5 mg solução oral 0.

AE= ou > 1 UI) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI (concentrado de fator VII recombinante ativado) pó para solução injetável 500 UI (concentrado. 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza. R43 6. AE>1.000 UI e 240.4 FATorES DE CoAGuLAÇÃo E rELACioNADoS Forma farmacêutica pó para solução injetável 500 UI e 600 UI (AE>0. AE>1 UI/mg) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI. R43 350 UI ATC B02BD01 fator IIA de coagulação H.000 UI B02BD05 H.6 UI/mg) complexo protrombínico pó para solução injetável 500 UI (concentrado de alta pureza. 120.000 UI/mg) pó para solução injetável 200 UI. AE>50 UI/mg) Condição DDD de uso H.3 ANTiAGrEGANTE PLAquETário Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso ácido acetilsalicílico comprimido 100 mg Denominação genérica fator II de coagulação DDD ATC B01AC06 1 comp 14.14. R43 500 UI B02BD02 H. R43 500 UI B02BD02 H. R43 500 UI B02BD02 H. R43 500 UI B02BD02 H. AE>2.6 UI/mg) complexo protrombínico parcialmente ativado pó para solução injetável 60. AE>0.000 UI/mg) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza. R43 350 UI B02BD04 R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista. R43 - B02BD fator VII de coagulação fator VIII de coagulação fator VIII de coagulação fator VIII de coagulação fator VIII de coagulação (von Willebrand) fator IX de coagulação H. 63 .

000 estreptoquinase H.000 UI DDD ATC B01AD01 R61 – Medicamento restrito para tratamento de infarto agudo do miocárdio ou de embolia pulmonar com repercussão hemodinâmica.5% H ATC B05AA06 14.14.6 ExPANSor VoLêmiCo Denominação genérica poligelina Forma Condição DDD222 Farmacêutica de uso solução injetável 3. 000 UI 64 .5 FrAÇÕES Do PLASmA PArA FiNS ESPECíFiCoS Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso albumina humana solução injetável 20% H. R61 UI e 1.7 TromBoLíTiCo Denominação Condição Forma Farmacêutica genérica de uso solução injetável 750.500.500. 1. R60 DDD ATC B05AA01 R60 – Uso restrito para casos de hipoalbuminemia - 14.

6 mg + 37 mg)/mL A02AX 15.4 ANTiEmÉTiCoS E AGENTES ProCiNÉTiCoS Forma farmacêutica comprimido 10 mg solução injetável 5 mg/mL solução oral 4 mg/mL comprimido 4 mg e 8 mg solução injetável 2 mg/mL Condição DDD ATC de uso 30 mg 30 mg A03FA01 30 mg R62 16 mg A04AA01 16 mg H.3 ANTimiCroBiANoS (errAdicAção Denominação genérica amoxicilina claritromicina metronidazol Denominação genérica cloridrato de metoclopramida cloridrato de ondansetrona Helicobacter pylori) DDD 1.3 g cápsula 10 mg e 20 mg 20 mg pó para solução H 20 mg injetável 40 mg Forma farmacêutica de ATC A02BA02 A02BC01 A02BC01 15.5 g 2.15 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA dIGESTIvO 15.3 g solução injetável 25 mg/mL H 0.0 g 0.0 g ATC J01CA04 J01FA09 P01AB01 Forma Condição farmacêutica de uso cápsula ou comprimido 500 mg cápsula ou comprimido 250 mg comprimido 250 mg 15.1 ANTiáCiDoS Denominação genérica Forma farmacêutica Condição DDD de uso ATC comprimido mastigável hidróxido de 200 mg + 200 mg magnésio + suspensão oral hidróxido de alumínio (35. R63 R62 – Uso restrito para crianças pela possibilidade de indução de reações extrapiramidais R63 – Uso restrito para êmese induzida por fármaco citotóxico de alto potencial emetogênico 65 .2 ANTi-SECrETorES Denominação genérica cloridrato de ranitidina omeprazol omeprazol sódico Condição DDD de uso comprimido 150 mg 0.

15.5 ANTiDiArrÉiCo SiNTomáTiCo Denominação genérica loperamida Forma farmacêutica comprimido 2 mg Condição de uso DDD 10 mg ATC A07DA03 15.7 g 2. R64 sulfassalazina comprimido 500 mg R65 DDD 6.7 ouTroS Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso lactulose solução oral 667 mg/mL H.6 LAxATiVoS Denominação genérica glicerol Forma farmacêutica Condição DDD ATC de uso A06AG04 7.0 g A06AD04 enema 120 mg/mL supositório 72 mg mucilóide de pó para dispersão Psyllium oral 5 g a 6 g sulfato de magnésio pó para solução oral 30 g 15.0 g ATC A06AD11 A07EC01 R64 – Uso restrito para casos de encefalopatia hepática R65 – Uso na doença inflamatória intestinal 66 .0 g A06AC01 7.

5 mg (solução beclometasona* 50 μg/dose e inalante) 200 μg /dose 10 mg solução oral fosfato sódico 1.8 mg (aerossol pó.5 mg/mL Denominação genérica ATC R03BB01 R03BA01 H02AB06 H02AB07 H02AB09 R03CC02 R66 – Uso restrito como alternativa para o tratamento da asma aguda grave em crianças incapazes de reter a forma oral * – As formas farmacêuticas solução inalante e aerossol 200 mcg/dose. do fármaco dipropionato de beclometasona. A inclusão na Lista tem o objetivo de orientar o setor produtivo sobre necessidade identificada pela Comare.1 ANTiASmáTiCoS Forma Condição DDD farmacêutica de uso 0.3 mg (solução solução inalante inalante) brometo de 0. R66 sódico de injetável hidrocortisona 100 mg e 500 mg aerossol 100 0.25 mg/mL 0.12 mg (aerossol ipratrópio aerossol ou pó inalante) 0.8 mg μg/dose (aerossol inalante) sulfato de solução inalante H 10 mg (solução salbutamol 5 mg/mL inalante) solução injetável 12 mg 0.16 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE O SISTEMA RESPIRATÓRIO 16. 67 .34 mg/mL de prednisolona (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) 10 mg comprimido prednisona 5 mg e 20 mg 30 mg succinato pó para solução H. não estavam disponíveis no mercado brasileiro na ocasião da revisão desta Lista.02 mg/dose 0. solução inalante ou pó inalante) dipropionato de ou aerossol 1.

9 % Condição de uso DDD ATC R01AX10 68 .16 g alfaporactanto solução injetável 80 mg/mL R67 – Medicamento restrito a unidades de tratamento intensivo em neonatologia 16. R67 0. R67 beractanto 25 mg/mL R07AA02 ou H.16 g solução injetável H.5 mg acetato de betametasona suspensão injetável H. R H02AB01 + fosfato dissódico (3 mg + 3 mg)/mL de betametasona 0.2 AGENTES TENSoATiVoS PuLmoNArES E ouTroS quE ATuAm NA SíNDromE Do DESCoNForTo rESPirATório Em NEoNAToS Denominação Forma Condição DDD ATC genérica farmacêutica de uso 67 1.3 PrEPArAÇÕES NASAiS Denominação genérica cloreto de sódio Forma farmacêutica solução nasal 0.16.

17 MEdIcAMENTOS QUE ATUAM SOBRE OS SISTEMAS ENdÓcRINO E REPROdUTOR 17.134 mg (depot ) acetato de pó para suspensão L02AE02 R68 1 mg (inj) leuprorrelina injetável 3.2 HormôNio TirEoiDiANo.3 iNSuLiNAS E ANTiDiABÉTiCoS orAiS Denominação genérica cloridrato de metformina glibenclamida gliclazida insulina humana NPH insulina humana regular 69 R – Uso restrito para pacientes idosos Forma Condição Farmacêutica de uso comprimido 500 mg e 850 mg comprimido 5 mg comprimido 80 mg R69 suspensão injetável 100 UI/mL solução injetável 100 UI/mL DDD 2.15 mg H03AA01 0.16 g 40 UI 40 UI ATC A10BA02 A10BB01 A10BB09 A10AC01 A10AB01 69 .16 g 0.1 g H03BA02 17. 50 μg e 100 μg comprimido 50 mg e propiltiouracila 100 mg 0.75 mg R68 – Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos 17.1 HormôNioS HiPoFiSárioS E rELACioNADoS Denominação Forma Condição DDD ATC genérica farmacêutica de uso 0. mEDiCAmENToS ANTiTirEoiDiANoS E ADjuVANTES Denominação genérica cloridrato de propranolol iodo + iodeto de potássio levotiroxina sódica Forma Farmacêutica Condição de uso DDD 0.16 g ATC C07AA05 H03CA FN – Formulário Nacional comprimido 10 mg e 40 mg solução injetável 10 mg/mL solução de iodeto de potássio iodada (FN) comprimido 25 μg.0 g 10 mg 0.

2 mg G03CA04 17.35 mg DDD ATC G03AA07 G03AC03 G03AC01 R70 – Uso restrito para contracepção de emergência.4.0 mg ATC G03DA02 17.5 mg R70 comprimido 0.4 HormôNioS SExuAiS.4.4.67 mg G03AC06 medroxiprogesterona 150 mg/mL enantato de noretisterona solução injetável G03AA05 + valerato de estradiol 50 mg + 5 mg 70 .2 Progestógeno Denominação genérica acetato de medroxiprogesterona Forma Farmacêutica comprimido 2.4.5 mg e 10 mg Condição de uso DDD 5.3 ANDróGENo Denominação genérica cipionato de testosterona 68 R .4 Contraceptivos hormonais orais Denominação genérica etinilestradiol + levonorgestrel levonorgestrel noretisterona Forma Condição Farmacêutica de uso comprimido 0.1 Estrógenos Denominação Condição DDD ATC Forma Farmacêutica genérica de uso 0.03 mg + 0.17. ANTAGoNiSTAS E mEDiCAmENToS rELACioNADoS 17.Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos Forma Farmacêutica solução injetável 100 mg/mL Condição de uso R68 DDD 18 mg ATC G03BA03 17.625 mg/g estriol creme vaginal 1 mg/g 0.5 Contraceptivos hormonais injetáveis Denominaçãogenérica Forma Condição DDD ATC farmacêutica de uso acetato de solução injetável 1. 17.625 mg conjugados creme vaginal 0.4.625 mg estrogênios comprimido 0.3 mg G03CA57 0.15 mg comprimido 1.

7 medicamentos que atuam na contratilidade uterina Denominação genérica maleato de ergometrina nifedipino ocitocina Forma Condição farmacêutica de uso solução injetável H 200 μg/mL cápsula ou R71 comprimido 10 mg solução injetável H 5 UI/mL DDD 0.17.4. 17.2 mg 30 mg 15 UI ATC G02AB03 C08CA05 H01BB02 R71 – Uso restrito como tocolítico 17.8 Fármaco usado para bloqueio da lactação Denominação genérica cabergolina Forma Condição farmacêutica de uso comprimido 0.0 mg ATC G03GB02 R43 – Uso restrito para prescrição apenas por especialista.4.6 indutores de ovulação Denominação Forma Condição genérica farmacêutica de uso citrato de clomifeno comprimido 50 mg R43 DDD 9.5 mg ATC G02CB03 R72 – Uso restrito para lactantes HIV positivas e outros casos especiais 71 .4.5 mg R72 DDD 0.

500.2 ANTiiNFECTANTES Denominação Condição Forma farmacêutica genérica de uso gliconato de solução bucal 0. MUcOSAS E FÂNEROS 18. 000 UI ATC A01AB03 G01AF01 A07AA02 D01AC02 D08AX06 D06BA01 18.5 g 1.3 ANTiPruriGiNoSo E ANTiiNFLAmATório DDD ATC D07AA02 D07AB19 72 .000 nistatina UI/mL creme 2% creme vaginal 2% nitrato de gel oral 2% miconazol loção 2% pó 2% permanganato pó ou comprimido de potássio 100 mg sulfadiazina pasta 1% de prata Denominação genérica acetato de hidrocortisona dexametasona Forma farmacêutica creme 1% creme 0.1% Condição de uso DDD 30 mg 0.18 MEdIcAMENTOS TÓPIcOS USAdOS EM PELE.12 % clorexidina metronidazol creme vaginal 5% suspensão 100.1 ANESTÉSiCo LoCAL Denominação genérica cloridrato de lidocaína Forma Condição farmacêutica de uso gel 2% aerossol 100 mg/mL DDD ATC D04AB01 18.

6 ouTroS Denominação genérica óleo mineral DDD ATC D02AC 73 .5 % e 5 % solução 10 % a 25 % H.18. R73 Condição de uso DDD ATC D01AE12 D05AA D02AB D10AE01 FN – Formulário Nacional R73 – Aplicação por médico 18.5 ESCABiCiDA E PEDiCuLiCiDA Denominação genérica permetrina Forma farmacêutica creme 5% loção 1% Forma farmacêutica frasco 100 mL Condição de uso DDD Condição de uso ATC P03AC04 18.4 AGENTES CErAToLíTiCoS E CErAToPLáSTiCoS Denominação genérica ácido salicílico alcatrão mineral pasta d’ água peróxido de benzoíla podofilina Forma farmacêutica pomada 5% (FN) pomada 1% (FN) pasta (FN) gel 2.

R74 DDD ATC S01HA04 R74 – Uso restrito para dor ocular aguda por causas externas e procedimentos cirúrgicos 19.3 ANTiiNFLAmATório E ANTiALÉrGiCo Denominação genérica dexametasona Denominação genérica sulfato de atropina tropicamida DDD Condição de uso ATC S01BA01 19.5 ANTiGLAuComAToSoS Denominação Forma Condição DDD ATC genérica farmacêutica de uso acetazolamida comprimido 250 mg 0.1 ANESTÉSiCo LoCAL Denominação genérica cloridrato de proximetacaína Forma farmacêutica colírio 0.5% Condição de uso H.2 ANTiiNFECTANTES Denominação genérica cloridrato de tetraciclina nitrato de prata sulfato de gentamicina Forma farmacêutica pomada oftálmica 1 % colírio 1 % colírio 5 mg/mL pomada oftámica 5 mg/g Forma farmacêutica colírio 0.19 MEdIcAMENTOS TÓPIcOS USAdOS NO SISTEMA OcULAR 19.25 % e 0.2 mL S01ED01 74 .4 mL S01EB01 maleato de timolol colírio 0.4 miDriáTiCo E CiCLoPLÉGiCo DDD ATC S01FA01 S01FA06 19.1% Forma farmacêutica colírio 1% colírio 1% Condição de uso Condição de uso DDD ATC S01AA09 S01AX02 S01AA11 19.75 g S01EC01 cloridrato de pilocarpina colírio 2 % 0.5 % 0.

3 % Forma Farmacêutica colírio 1% colírio 1% Condição de uso DDD Condição de uso H H DDD ATC S01KA02 ATC S01JA01 S01FA06 19.19.6 SuBSTiTuTo DA LáGrimA Denominação genérica hipromelose Denominação genérica fluoresceína sódica tropicamida Forma farmacêutica colírio 0.2 % e 0.7 AGENTES DiAGNóSTiCoS 75 .

.

SEÇÃo C. ouTroS mEDiCAmENToS E ProDuToS PArA A SAúDE .

.

15 g meglumina)/mL + ioxitalamato + 0.1 g + 0.58 g hidróxido de sódio (equivalente a de sódio 350 mg iodo/mL) sulfato de bário suspensão oral 1 g/mL V08AA01 H V08AA05 H - V08BA01 79 .59 g ácido ioxitalâmico + de meglumina 0.66 g)/mL (equivalente a 370 mg iodo/mL) solução injetável ioxitalamato (0. 180 mm x 52 mm Condição de uso ATC V07AY 22 AGENTES dIAGNÓSTIcOS 22.1 mEioS DE CoNTrASTE Denominação genérica diatrizoato de sódio + diatrizoato de meglumina Forma farmacêutica Condição DDD de uso H ATC solução injetável (0.20 dISPOSITIvO INTRA-UTERINO Denominação genérica dispositivo intrauterino modelo T diafragma Forma farmacêutica 380 mm2 de cobre 60 mm de diâmetro 65 mm de diâmetro 70 mm de diâmetro 75 mm de diâmetro 80 mm de diâmetro 85 mm de diâmetro Condição de uso ATC G02BA02 21 MÉTOdOS dE BARREIRA Denominaçãogenérica preservativo masculino Forma farmacêutica 170 mm x 49 mm.

000 U) Condição DDD de uso ATC V04CF01 22.3 ouTroS AGENTES DiAGNóSTiCoS Forma farmacêutica (20 mg iodo + 40 mg iodeto de potássio)/mL Condição DDD de uso ATC V04CX 23 PROdUTOS PARA O TRATAMENTO dO TABAGISMO Denominação genérica cloridrato de bupropiona nicotina Forma farmacêutica comprimido 150 mg goma de mascar 2 mg adesivo transdérmico 7 mg. 21mg Condição de uso R2 R68 DDD 0.1 mL (PPD-Rt 23.22. 2. 14 mg.2 DiAGNóSTiCo imuNoLóGiCo Denominação genérica prova tuberculínica (derivado protéico purificado ) Denominação genérica solução de iodo composto para teste de Schiller Forma farmacêutica solução injetável (intradérmica) 0.3 g 30 mg 14 mg ATC N07BA02 N07BA01 R2 – Fármacos sujeitos a controle especial ou que possam induzir abuso e (ou) dependência. Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R68 – Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos 80 .

... .4% (32 mEq para hemodiálise HCO-3/L) solução injetável com: Na+ .5 mEq/L acetato...6 mEq/L solução injetável com: Na+.... 0... 3 mEq/ L Composição após diluição: solução alcalina NaHCO3 .... 44........... 40 mEq/L H - B05Z H - B05Z H - B05DA H - B05DB 81 .......... 101 mEq/L lactato .......... 3..25% Cl......... 1.. 2 mEq/L hemodiálise Mg++ ....5 mEq/L solução ácida para + K .5 mEq/L com glicose 4... 140 mEq/L solução para Ca++............ 96 mEq/L lactato .......... 138 mEq/L Ca++... 132 mEq/L solução para Ca++ .............. 8...3.5mEq/L com glicose 1..............5 mEq/L diálise peritoneal Mg++ ...................... ....24 SOLUÇÕES PARA dIÁLISE Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso DDD ATC composição após diluição: Na+ ....................5 mEq/L diálise peritoneal Mg++ ...5% Cl..... 1 mEq/L Cl. 109............... 3........

82 .

mEDiCAmENToS Por orDEm ALFABÉTiCA .

.

6 g 0.0 g 3.2 mg/mL pomada 5% (FN) N.75 g 4. (ampola de 5 mL e 10 mL) N.0 g ácido fólico ácido salicílico água para injeção 1 B01AC06 comprimido 0.134 mg (depot ) 1 mg (inj) 0.5 mg e 10 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 160 mg comprimido 250 mg comprimido 200 mg solução injetável 250 mg comprimido 500 mg comprimido 100 mg comprimido 5 mg solução oral 0.16 g 0.0 mg 1.6 g J05AF06 D07AA02 R68 0.Denominação genérica Forma farmacêutica A Condição de uso1 DDD ATc abacavir acetato de hidrocortisona acetato de leuprorrelina acetato de medroxiprogesterona acetato de medroxiprogesterona acetato de megestrol acetazolamida aciclovir aciclovir sódico ácido acetilsalicílico ácido acetilsalicílico comprimido 300 mg solução oral 20 mg/mL creme 1% pó para suspensão injetável 3.134 mg 5.4 mg (dose profilática) 10 mg (dose B03BB01 terapêutica) ambos D01AE12 V07AB 1 – Veja as restrições de uso no Anexo F .A.67 mg L02AE02 G03DA02 G03AC06 L02AB01 S01EC01 J05AB01 N02BA01 R37 0.75 mg comprimido 2. 85 .0 g H 4. (frasco 100 mL e 500 mL) R32 R32 0.A.

sulfato aminoácidos aminoácidos para uso pediátrico amiodarona.2 g 0. R43 1.0 g J01CR02 86 . R19 H. R43 H.4 g H.2 g 75 mg P02CA03 B05AA01 D05AA D08AX08 M04AA01 J01GB06 B05BA01 B05BA01 H.Denominação genérica albendazol albumina humana alcatrão mineral álcool etílico alopurinol amicacina. cloridrato amitriptilina.0 g 0.0 g 1. R60 0.5 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc 0.4 g H H.0 g 1. R47 R2 C01BD01 N06AA09 amoxicilina 1. cloridrato Forma farmacêutica comprimido mastigável 400 mg solução injetável 20% pomada 1% (FN) solução 70 % m/V comprimido 100 mg e 300 mg solução injetável 50 mg/mL e 250 mg/mL solução injetável 100 mg/mL (10%) solução injetável 100 mg/mL (10%) comprimido 200 mg solução injetável 50 mg/mL comprimido 25 mg cápsula ou comprimido 500 mg pó para suspensão oral 50 mg/mL comprimido 500 mg + 125 mg suspensão oral 50 mg + 12.0 g J01CA04 amoxicilina + clavulanato de potássio R10 1.

000 UI cápsula 150 mg R33 e 200 mg comprimido R52 50 mg e 100 mg solução injetável H 10 mg/mL colírio 1% solução injetável H 0.5 mg 0. sulfato atenolol atracúrio. R11 injetável 1 g H e 500 mg comprimido 1 mg R37 pó para solução injetável 50 mg H em desoxicolato de sódio comprimido 5 mg e 10 mg solução injetável 300 mg/mL H (85 ou 81 mg antimônio/mL) solução injetável R35 80 mg/mL comprimido 50 mg R35 pó para solução injetável 60 mg solução injetável H.15 g 0. R43 50 mg comprimido 500 mg R20.3 g 75 mg 1. R25 R20 suspensão oral 40 mg/mL 2. R37 10.Denominação genérica ampicilina sódica anastrozol anfotericina B anlodipino. sulfato atropina. sulfato azatioprina azitromicina Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc pó para solução H.3 g J01CA01 L02BG03 J02AA01 C08CA01 P01CB01 P01BE02 P01BE03 _ L01XX02 J05AE08 C07AB03 M03AC04 S01FA01 A03BA01 L04AX01 J01FA10 87 .0 mg 0.25 mg/mL comprimido R8.3 g 0. besilato atropina.28 g 0. besilato antimoniato de meglumina arteméter artesunato de sódio asparaginase atazanavir.12 g 0.85 g Sb5+ 0.0 g 1 mg 35 mg 5.

000 UI suspensão injetável 300.000 UI) H 3. dipropionato 0.000 UI pó para solução 5. R67 0.Denominação genérica Forma farmacêutica B suspensão oral 1 g/mL pó. solução inalante ou aerossol 50 μg/dose e 200 μg /dose pó para suspensão injetável 600.5 mg R03BA01 (solução inalante) 3. R67 H.5 mg J01CE08 benzilpenicilina benzatina benzilpenicilina potássica benzilpenicilina procaína + benzilpenicilina potássica benznidazol beractanto ou alfaporactanto J01CE01 J01CE30 P01CA02 R07AA02 R07AA02 C08CA01 M03AC04 H02AB01 solução injetável 80 mg/mL comprimido besilato de anlodipino 5 mg e 10 mg solução injetável besilato de atracúrio 10 mg/mL betametasona.000 UI) 0.6 g (6.16 g 5.200.4%) B05XA02 88 . injetável (3 mg fosfato dissódico + 3 mg)/mL solução injetável bicarbonato de sódio 1 mEq/mL (8.000 UI + 100. acetato suspensão + betametasona.4 g H.16 g 0. R67 H 1. sulfato de H - V08BA01 beclometasona.000 UI comprimido 100 mg solução injetável 25 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc bário.0 mg H H.000.000.8 mg (aerossol ou pó inalante) 1.000 UI e 1.6 g (4.800.

25 mg/mL brometo de ipratrópio aerossol 0.5 % solução injetável 0. cloridrato + glicose de bupropiona. cloridrato bupivacaína. lactato de Forma farmacêutica comprimido 2 mg Condição de uso1 R2 H. cloridrato de biperideno.3 mg (solução inalante) R03BB01 0. R37 DDD 10 mg 10 mg - ATc solução injetável 5 mg/mL pó para solução bleomicina.5 % + 8 % comprimido 150 mg N04AA02 L01DC01 0. 25 % e 0. R2 H.Denominação genérica biperideno. cloridrato de solução injetável 2 mg/mL comprimido 60 mg solução injetável 0.3 g M03AC01 N07AA02 N01BB01 N01BB51 N07BA02 89 . sulfato de injetável 15 UI solução inalante 0.18 g H H R2 0.02 mg/dose brometo de pancurônio brometo de piridostigmina bupivacaína.12 mg (aerossol ou pó inalante) H 0.

0 g 3. R16 4.5 mg comprimido 1.250 mg cálcio.0 g 1.Denominação genérica Forma farmacêutica C Condição de uso1 DDD ATc comprimido 0.25 µg comprimido captopril 25 mg comprimido carbamazepina 200 mg xarope 20 mg/mL comprimido 1. R14 H. R15 H. R37 24 mmol (Li+) 5.0 g 90 .0 g G02CB03 A12AA04 H.0 g N05AN01 L01XA02 A07BA01 J01DB01 J01DB03 J01DB04 J01DD01 J01DD02 H.0 g 2. carbonato (equivalente a 500 mg Ca ++) calcitriol cápsula 0.0 g 2.0 g 4.0 g 4.250 mg carbonato de cálcio (equivalente a 500 mg Ca ++) comprimido carbonato de lítio 300 mg pó para solução carboplatina injetável 150 mg e 450 mg suspensão em carvão vegetal ativado sorbitol 70% cápsula 500 mg cefalexina sódica ou suspensão oral cefalexina. R13 H. cloridrato 50 mg/mL pó para solução cefalotina sódica injetável 1 g pó para solução cefazolina sódica injetável 1 g pó para solução cefotaxima injetável 500 mg pó para solução ceftazidima injetável 1 g cabergolina R72 0. R56 R2 R2 1 µg 50 mg 1.0 g 3. R43 R50.5 mg 3.0 g A11CC04 C09AA01 N03AF01 A12AA04 R2 H.

0 g J01DD04 cetamina.Denominação genérica ceftriaxona sódica Forma farmacêutica pó para solução injetável 500 mg e 1 g solução injetável 57. R17.4 g L04AA01 G03BA03 J01MA02 L01XA01 L01BC01 G03GB02 P02CB02 H H. R18 DDD ATc 2.25 g 18 mg 1. R2 - N01AX03 D01AC08 L01AA01 H. 500 mg e 1 g comprimido 50 mg comprimido 50 mg Condição de uso1 H. R37 H. R43 - ciclosporina cipionato de testosterona ciprofloxacino.0 g 0. R37 R43 R34 91 . R37.67 mg/mL (equivalente a 50 mg cetamina/mL) xampu 2 % pó para solução injetável 200 mg e1g comprimido 50 mg cápsula 25 mg. 50 mg e 100 mg solução oral 100 mg/mL solução injetável 100 mg/mL comprimido 500 mg solução injetável 2 mg/mL solução injetável 1 mg/mL pó para solução injetável 100 mg. cloridrato cisplatina citarabina citrato de clomifeno citrato de dietilcarbamazina R43 R68 0.25 g 0. cloridrato cetoconazol ciclofosfamida H.0 mg 0.5 g 9.

5 μg/mL (equivalente H.5 mg e 2 mg R2. cloridrato clindamicina.0 mg 8. R37 1 mg/mL cápsula ou comprimido R21 250 mg cápsula 150 mg e 300 mg solução injetável H 150 mg/mL cápsula 50 mg R27 e 100 mg comprimido R43 50 mg comprimido R2 10 mg e 25 mg comprimido 0. R2.8 g 0.5 mg/mL comprimido 2 mg R37 cápsula ou comprimido 250 mg suspensão oral 25 mg/mL H. fosfato clofazimina clomifeno.0 mg 3. cloridrato clonazepam clorambucila cloranfenicol palmitato de cloranfenicol succinato sódico de cloranfenicol solução injetável 78.0 mg 0. R24 pó para solução injetável 500 mg - N01AH01 20 mg 0.0 g 3.5 g 1. R4 a 0.05 mg fentanila/mL) comprimido 10 R37 mg e 20 mg solução injetável H.1 g 9. R5 solução oral H.1 g 8.2 g 1.0 g 3.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc citrato de fentanila citrato de tamoxifeno cladribina claritromicina clindamicina.0 g L02BA01 L01BB04 J01FA09 J01FF01 J04BA01 G03GB02 N06AA04 N03AE01 L01AA02 J01BA01 92 . citrato clomipramina. R5 2.

pó para solução succinato sódico injetável 500 mg cloreto de solução injetável metiltionínio 10 mg/mL solução injetável cloreto de potássio 19.9 % cloreto de solução injetável suxametônio 50 mg/mL solução clorexidina.9 % (0.1 % (2. R2 N04AA02 93 . suspensão oral palmitato 25 mg/mL cloranfenicol.154 mEq/mL ) solução nasal cloreto de sódio 0. gliconato degermante 2% a 4 % solução bucal clorexidina.0 g V03AB17 B05XA01 H - B05XA03 H 30 mg 30 mg 0. R25 H H 3.2 g 0.12 % comprimido cloridrato de 200 mg amiodarona solução injetável 50 mg/mL cloridrato de comprimido amitriptilina 25 mg cloridrato de comprimido 2 mg biperideno solução injetável lactato de biperideno 5 mg/mL J01BA01 H. R47 R2 R2 H.Denominação genérica cloranfenicol Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD 3.4 mEq/mL ) cloreto de sódio solução injetável 0. R24.0 g 3.2 g 75 mg 10 mg 10 mg R01AX10 M03AB01 D08AC02 A01AB03 C01BD01 N06AA09 H.56 mEq/mL ) solução injetável 20 % (3. gliconato 0.0 g ATc cápsula ou comprimido 250 mg cloranfenicol.

3 g 1. R2 H. R58 H.Denominação genérica cloridrato de bupivacaína cloridrato de bupivacaína + glicose cloridrato de bupropiona cloridrato de ciprofloxacino cloridrato de clindamicina fosfato de clindamicina cloridrato de clomipramina cloridrato de clorpromazina cloridrato de daunorrubicina cloridrato de dobutamina cloridrato de dopamina cloridrato de doxiciclina cloridrato de doxorrubicina cloridrato de epinefrina ou hemitartarato de epinefrina 94 Forma farmacêutica solução injetável 0. R37 H.3 g 0.5 g 0.5 % + 8 % comprimido 150 mg comprimido 500 mg solução injetável 2 mg/mL cápsula 150 mg e 300 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 10 mg e 25 mg comprimido 25 mg e 100 mg solução oral 40 mg/mL solução injetável 5 mg/mL pó para solução injetável 20 mg solução injetável 12.5 % solução injetável 0.5 mg/mL solução injetável 5 mg/mL comprimido 100 mg pó para solução injetável 10 mg e 50 mg solução injetável 1 mg/mL Condição de uso1 H H R2 DDD 0. R37 - H.1 g 0.1 g ATc N01BB01 N01BB51 N07BA02 J01MA02 H H R2 R2 R2 H. R58 0.8 g 0.3 g 0. R58 J01FF01 N06AA04 N05AA01 L01DB02 C01CA07 C01CA04 J01AA02 L01DB01 H.5 g 0.0 g 0.5 mg C01CA24 .5 g 1.2 g 1. 25 % e 0.1 g 0.

0 g P01BC02 A10BA02 95 . R37 R37 H.0 g - H - cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina - N01BB52 cloridrato de mefloquina cloridrato de metformina R35 1.000 solução injetável 2 % + 1: 80. R48 3. R54 C02DB02 B03BA03 L01DB06 C01BB01 D04AB01 N01BB02 N01BB52 H.000 solução injetável 2 % + 1:200.0 g 2.2 g 1.000 (uso odontológico) comprimido 250 mg comprimido 500 mg e 850 mg Condição de uso1 DDD ATc R26 1.1 g 20 µg J04AK02 H.Denominação genérica cloridrato de etambutol cloridrato de hidralazina cloridrato de hidroxocobalamina cloridrato de idarrubicina cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína cloridrato de lidocaína + glicose Forma farmacêutica comprimido 400 mg suspensão oral 25 mg/mL comprimido 25 mg solução injetável 20 mg/mL solução injetável 1 mg/mL pó para solução injetável 10 mg cápsula 5 mg e 25 mg solução injetável 2% gel 2% aerossol 100 mg/mL solução injetável 1%e2% gel 2% solução injetável 5 % + 7.2 g 0.5 % solução injetável 1 % + 1:200.

16 g N01BB54 R06AD02 C07AA05 96 .16 g solução oral maleato de midazolam 2 mg/mL cloridrato de comprimido minociclina 100 mg cloridrato de cápsula 10 mg.03 UI/mL solução injetável 25 mg/mL comprimido 10 mg e 40 mg solução injetável 10 mg/mL N05CD08 J01AA08 N06AA10 H.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 10 mg solução injetável 5 mg/mL solução oral 4 mg/mL solução injetável 1 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc cloridrato de metoclopramida R62 30 mg 30 mg 30 mg A03FA01 cloridrato de midazolam H.4 mL 0. R5 R27 R2 15 mg 15 mg 0.16 g 0. R5 H.2 g 75 mg 16 mg 16 mg 0. nortriptilina 25 mg e 50mg comprimido cloridrato de 4 mg e 8 mg ondansetrona solução injetável 2 mg/mL cloridrato de comprimido penicilamina 250 mg cloridrato de colírio 2 % pilocarpina comprimido cloridrato de 50 mg piridoxina cloridrato de prilocaína + felipressina cloridrato de prometazina cloridrato de propranolol solução injetável para uso odontológico 3% + 0. R63 A04AA01 S01EB01 A11HA02 R6 H ∆ 25 mg 0.

5% comprimido 150 mg solução injetável 25 mg/mL pomada oftálmica 1% comprimido 300 mg solução injetável 100.5 g P01BA01 cloroquina. 80 mg e 120 mg solução injetável 2. R47 0.Denominação genérica cloridrato de protamina cloridrato de proximetacaína cloridrato de ranitidina cloridrato de tetraciclina cloridrato de tiamina palmitato de tiamina cloridrato de vancomicina cloridrato de verapamil Forma farmacêutica solução injetável 10 mg/mL colírio 0.3 g 0.5 mg/mL solução injetável 50 mg/mL comprimido 250 mg (equivalente a 150 mg cloroquina) comprimido 83.24 g 0.0 g 0.3 g 50 mg 2. difosfato 97 .000 UI/mL pó para solução injetável 500 mg comprimido 40 mg.2 mg (equivalente a 50 mg cloroquina) Condição de uso1 H H. R74 DDD 0.5 g 0. R43 H.24 g C08DA01 0.24 g 0. R47 C08DA01 cloridrato de verapamil H.5 g 0.24 g ATc V03AB14 S01HA04 A02BA02 S01AA09 A11DA01 H H. R23 J01XA01 H.5 mg/mL comprimido 40 mg. sulfato cloroquina. 80 mg e 120 mg solução injetável 2.

Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 25 mg e 100 mg solução oral 40 mg/mL solução injetável 5 mg/mL comprimido 30 mg Condição de uso1 DDD ATc clorpromazina.3 g 0. cloridrato R2 R2 H.15 g N05AA01 codeína. fosfato de N02AA08 98 .3 g 0. R2 R7 0.1 g 0.

solução injetável H fosfato dissódico 4 mg/mL comprimido 2 mg dexclorfeniramina.5 mg 1.4 mg/mL solução injetável diatrizoato de sódio + (0.1 mg/mL fosfato dissódico solução injetável H de dexametasona 4 mg/mL dexametasona comprimido 4 mg elixir 0.5 mg 1. R37 100 μg/mL comprimido dapsona R27 50 mg e 100 mg daunorrubicina. R37 injetável 200 mg solução injetável dactinomicina H. pó para solução mesilato injetável 500 mg dexametasona comprimido 4 mg elixir 0. solução oral ou maleato xarope 0.1 g + 0.5 mg 1.1% dexametasona.5 mg 1.1 mg/mL dexametasona.5 mg 1. R2. R37 cloridrato injetável 20 mg desferroxamina.66 g)/ diatrizoato de H mL (equivalente a meglumina 370 mg iodo/mL) solução injetável H. solução injetável H fosfato dissódico 4 mg/mL dexametasona creme 0.0 mg 6. R5 diazepam 5 mg/mL R5 comprimido 5 mg 50 mg 1.1% dexametasona colírio 0.5 mg 1. pó para solução H.5 mg 6.0 mg L01AX04 L01DA01 J04BA02 L01DB02 V03AC01 H02AB02 H02AB02 H02AB02 H02AB02 D07AB19 S01BA01 H02AB02 R06AB02 10 mg 10 mg V08AA01 N05BA01 99 .Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc D pó para solução dacarbazina H.

4 g 15 mg 0.1 mg 0.8 mg (aerossol ou pó inalante) 1.0 g 3. cloridrato 100 mg pó para solução doxorrubicina.1 g H. R37 H. R37 C01CA07 L01CD02 C01CA04 J01AA02 L01DB01 solução injetável 12. R58 0. cloridrato 0. 100 mg e 400 mg pó para solução oral 2 g comprimido 50 mg comprimido 5 mg e 15 mg comprimido 0.05 mg/mL comprimido sublingual 5 mg solução oral 500 mg/mL solução injetável 500 mg/mL pó.5 mg/mL solução injetável docetaxel 20 mg e 80 mg solução injetável dopamina.5 mg R03BA01 (solução inalante) H.5 g 0.4 g 0.1 mg J05AF02 P02CB02 P01BA03 C01AA05 C01DA08 N02BB02 R51 20 mg 3. citrato difosfato de primaquina digoxina dinitrato de isossorbida dipirona sódica 0. cloridrato 5 mg/mL comprimido doxiciclina.0 g H dipropionato de beclometasona dobutamina.25 mg elixir 0. R58 H. injetável cloridrato 10 mg e 50 mg 100 . solução inalante ou aerossol 50 μg/dose e 200 μg /dose Condição de uso1 R32 R32 R32 R34 DDD ATc didanosina dietilcarbamazina.5 g 0.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 25 mg.

500.0 g 1. R59 R36 1.500.6 g 10 mg 0. maleato epinefrina.000 UI comprimido espiramicina 500 mg comprimido espironolactona 25 mg e 100 mg cápsula ou comprimido estearato de 500 mg eritromicina suspensão oral 50 mg/mL pó para solução estreptomicina.000 UI 3. sulfato injetável 1g solução injetável estreptoquinase 750. R58 H 0.000 UI e 1. sulfato injetável 1g pó para solução estreptomicina. hemitartarato ergometrina.0 g 1.0 g 75 mg 1.6 g 0.000 UI B01AD01 0. cloridrato ou epinefrina. estearato 500 mg suspensão oral 50 mg/mL solução injetável eritropoietina 2.0 g B03XA01 J01FA02 C03DA01 R22 J01FA01 H.2 mg 1.0 g J05AG03 C09AA02 C01CA24 G02AB03 solução injetável 200 μg/mL cápsula ou comprimido eritromicina. R25 R26 H.000 UI creme vaginal estriol 1 mg/g R22 J01FA01 H.0 g 1. maleato R33 ∆ H.5 mg 0.2 mg G03CA04 101 .000 UI e 4.0 g 1. R61 J01FA01 J01GA01 1.Denominação genérica Forma farmacêutica E cápsula 600 mg solução oral 30 mg/mL comprimido 5 mg e 20 mg solução injetável 1 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc efavirenz enalapril.

R37 0.625 mg 0.Denominação genérica estrogênios conjugados Forma farmacêutica comprimido 0.03 mg + 0.2 g G03CA57 etambutol.75 g - J04AD03 L01CB01 102 .3 mg creme vaginal 0.625 mg 1.2 g 1.625 mg/g comprimido 400 mg suspensão oral 25 mg/mL comprimido 0.15 mg comprimido 250 mg cápsula 50 mg solução injetável 20 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc 0. cloridrato etinilestradiol + levonorgestrel etionamida etoposídeo R26 J04AK02 G03AA07 R26 R43 H.

R43 350 UI B02BD04 fator VII de coagulação H. 120 KUI e 240 KUI (concentrado de fator VII recombinante ativado) pó para solução injetável 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.6 UI/mg) complexo protrombínico parcialmente ativado pó para solução injetável 200 UI. AE>50 UI/mg) pó para solução injetável 60 KUI.Denominação genérica Forma farmacêutica F pó para solução injetável 500 UI e 600 UI (AE>0. R43 350 UI B02BD01 fator IIA de coagulação H.6 UI/mg) complexo protrombínico pó para solução injetável 500 UI (concentrado de alta pureza. AE>2.000 UI/mg) Condição de uso1 DDD ATc fator II de coagulação H. R43 - B02BD fator IX de coagulação H. R43 6. AE>0. R43 500 UI B02BD02 103 . 250 UI e 500 UI (concentrado de alta pureza.000 UI B02BD05 fator VIII de coagulação H.

AE>1.1 g N03AA02 H. citrato (equivalente a 0.3 g 0. R45 R45 0.35 mg 20 mg L03AA02 B02BA01 20 mg 104 .Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc pó para solução injetável 250 UI e 500 UI fator VIII de coagulação (concentrado de alta pureza.3 g 0. R2 R2 0.1 g 0.000 UI/mg) comprimido 100 mg solução injetável fenitoína sódica 50 mg/mL suspensão oral 25 mg/mL comprimido 100 mg solução injetável fenobarbital 100 mg/mL solução oral 40 mg/mL solução injetável 78.05 mg fentanila/mL) solução injetável filgrastim 300 μg/mL solução injetável 10 mg/mL (uso intramuscular) fitomenadiona emulsão injetável 10 mg/mL (uso intravenoso) H.1 g 0. R43 500 UI B02BD02 H. R4 - N01AH01 H.5 μg/mL fentanila.3 g N03AB02 R45 H. R43 500 UI B02BD02 R2 H. R39 H H 0. AE= ou > 1 UI) pó para solução injetável 250 fator VIII de UI e 500 UI coagulação (von (concentrado Willebrand) de alta pureza.

2 g 0. solução injetável R57 10 mg/mL J02AC01 V03AB25 S01JA01 88 mg (40 A12CD01 mg fluoreto) 20 mg 60 mg 60 mg 60 mg 0.1567g)/mL de potássio dibásico (2 mEq fosfato/mL) solução oral fosfato sódico de 1.15 g L01BC02 N06AB03 V03AF03 N02AA08 B05XA06 10 mg 0.245 g 40 mg 40 mg H02AB06 J05AF07 C03CA01 105 .03g + monobásico +fosfato H 0.2 g 0.34 mg/mL prednisolona (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) fumarato de tenofovir comprimido R32 desoproxila 300 mg comprimido 40 mg furosemida H. R46.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD 0.5 mg/mL fluoresceína sódica colírio 1% H solução bucal fluoreto de sódio 2 mg/mL creme 50 mg/g R37 fluoruracila solução injetável H. R37 25 mg/mL fluoxetina cápsula 20 mg R2 comprimido 15 mg R40 pó para solução H folinato de cálcio injetável 50 mg solução injetável H 3 mg/mL comprimido fosfato de codeína R7 30 mg solução injetável fosfato de potássio (0. R2 0.2 g - ATc cápsula 100 mg cápsula 150 mg fluconazol R28 solução injetável H 2 mg/mL solução injetável flumazenil H.

12 % solução injetável 50 mg/mL (5%) e 500 mg/mL (50%) solução 2 % Condição de uso1 DDD ATc ganciclovir sódico H. R31 0.0 g 30 mg A10BB09 A12AA03 A01AB03 V06DC01 H - 106 . R25 0.45 mEq/mL) solução bucal 0.Denominação genérica Forma farmacêutica G pó para solução injetável 546 mg (equivalente a 500 mg ganciclovir) solução injetável 10 mg/mL e 40 mg/mL colírio 5 mg/mL pomada oftámica 5 mg/g comprimido 5 mg enema 120 mg/mL supositório 72 mg comprimido 80 mg solução injetável 10 % (0. sulfato glibenclamida glicerol gliclazida gliconato de cálcio gliconato de clorexidina glicose glutaral H. sulfato gentamicina.5 g J05AB06 gentamicina.16 g 3.24 g 10 mg - J01GB03 S01AA11 A10BB01 A06AG04 R69 H 0.

1 g 25 mg - N05AD01 N05AD01 N01AB01 B01AB01 H. comprimido sulfato 400 mg R2 R2 H. R2 8. cloridrato solução injetável 20 mg/mL comprimido hidroclorotiazida 12.Denominação genérica Forma farmacêutica H Condição de uso1 DDD ATc comprimido 1 mg e 5 mg haloperidol solução oral 2 mg/mL solução injetável decanoato de 5 mg/mL haloperidol solução injetável 50 mg/mL comprimido 1 mg e 5 mg haloperidol solução oral 2 mg/mL solução injetável haloperidol.000 UI 0.000 UI/mL heparina sódica solução injetável (subcutânea) 5.0 mg 3. R2 H.000 UI/0.3 mg (depot) N05AD01 R2 R2 H.0 mg 8. injetável 100 succinato sódico mg e 500 mg hidroxicloroquina.0 mg 8.0 mg 3.3 mg (depot) 10.5 mg e 25 mg hidrocortisona. creme 1% acetato pó para solução hidrocortisona.0 mg 8.0 mg 8.25 ml comprimido 25 mg hidralazina.000 UI 10. 5 mg/mL decanoato solução injetável 50 mg/mL halotano líquido volátil solução injetável 5. R2 H H H 8.516 g P01BA02 107 . R2 H. R66 30 mg 0. R54 C02DB02 C03AA03 D07AA02 H02AB09 H.

1 mg/mL cloridrato hipoclorito de sódio hipromelose solução 10 mg cloro/mL colírio 0.2 % e 0.6 mg + 37 mg)/mL hidroxiuréia cápsula 500 mg solução injetável hidroxocobalamina.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc comprimido mastigável 200 mg hidróxido de + 200 mg magnésio + suspensão oral hidróxido de alumínio (35.3 % R37 20 µg - A02AX L01XX05 B03BA03 D08AX07 S01KA02 108 .

R12 H 2. R37 R37 H.2 g 1.0 g H 40 UI 40 UI - M01AE01 L01DB06 L01AA06 J01DH51 J06BB01 J06BB05 J06BB02 A10AC01 A10AB01 H03CA - D08AG02 109 . injetável 10 mg cloridrato cápsula 5 mg e 25 mg pó para solução ifosfamida injetável 1 g imipenem + solução injetável cilastatina sódica 500 mg + 500 mg imunoglobulina solução injetável anti-D (Rh) 250 μg e 300 μg imunoglobulina solução injetável anti-rábica 150 UI e 300 UI imunoglobulina solução injetável antitetânica 250 UI suspensão insulina humana NPH injetável 100 UI/mL insulina humana solução injetável regular 100 UI/mL solução de iodeto iodo + iodeto de potássio de potássio iodada (FN) solução alcoólica 10 % (1% iodo ativo) solução aquosa iodopovidona 10 % (1% iodo ativo) solução degermante 10 % (1% iodo ativo) 1. R37 H.2 g H.Denominação genérica Forma farmacêutica i Condição de uso1 DDD ATc comprimido 200 mg e 600 mg ibuprofeno suspensão oral 20 mg/mL pó para solução idarrubicina.

Denominação genérica Forma farmacêutica solução injetável (0.15 g meglumina)/mL + 0. brometo 0.02 mg/dose solução injetável 300 mg líquido volátil comprimido 100 mg cápsula 100 mg + 150 mg cápsula 200 mg + 300 mg comprimido sublingual 5 mg comprimido 40 mg solução injetável 10 mg/mL cápsula 100 mg solução oral 10 mg/mL comprimido 6 mg Condição de uso1 DDD ATc ioxitalamato de meglumina + ioxitalamato de sódio H - V08AA05 ipratrópio.3 g 20 mg 40 mg 0. dinitrato isossorbida.58 g hidróxido de sódio (equivalente a 350 mg iodo/mL) solução inalante 0. mononitrato itraconazol ivermectina J04AC01 J04AM02 C01DA08 C01DA14 H R29 J02AC02 P02CF01 110 .3 mg (solução inalante) R03BB01 0.25 mg/mL aerossol 0.2 g 12 mg P01CX01 N01AB06 isetionato de pentamidina isoflurano isoniazida isoniazida + rifampicina isossorbida.59 g ácido ioxitalâmico + 0. R1 R26 R26 R51 0.2 g 0.12 mg (aerossol ou pó inalante) H H.28 g 0.

000 solução injetável 2 % + 1: 80.134 mg (depot ) 1 mg (inj) 0.15 mg H.3 g 0.5 mg comprimido 25 μg. cloridrato + glicose H - N01BB52 111 .134 mg 0.7 g 0.6 g A06AD11 J05AF05 leuprorrelina. cloridrato lidocaína. R48 3. 50 μg e 100 μg solução injetável 1%e2% gel 2% solução injetável 2% gel 2% aerossol 100 mg/mL solução injetável 1 % + 1:200. R64 R32 R32 6.000 solução injetável 2 % + 1:200. acetato levodopa + carbidopa levonorgestrel levotiroxina sódica lidocaína.75 mg comprimido 250 mg + 25 mg comprimido 1.3 g 0. cloridrato lidocaína. cloridrato R37. cloridrato + epinefrina. hemitartarato - N01BB52 lidocaína.5 % Condição de uso1 DDD ATc lactulose lamivudina H.0 g - H03AA01 N01BB02 C01BB01 D04AB01 lidocaína.Denominação genérica Forma farmacêutica L solução oral 667 mg/mL comprimido 150 mg solução oral 10 mg/mL pó para suspensão injetável 3.000 (uso odontológico) solução injetável 5 % + 7. R68 R2 R70 L02AE02 N04BA02 G03AC03 0.

3 mg solução oral (80 mg + 20 mg)/mL comprimido 10 mg xarope 1 mg/mL Condição de uso1 H.Denominação genérica lipídios lítio. carbonato loperamida lopinavir + ritonavir Forma farmacêutica emulsão injetável 100 mg/mL (10%) comprimido 300 mg comprimido 2 mg cápsula 133.3 mg + 33. R43 R2 DDD ATc 24 mmol (Li+) 10 mg 10 mg B05BA02 N05AN01 A07DA03 R33 R33 J05AE loratadina R06AX13 112 .

acetato mefloquina.67 mg R35 R37 H R37 R37 1. acetato meglumina.85 g Sb5+ H R33 1. cloridrato megestrol.0 g 0.2 mg 0.16 g 0. acetato medroxiprogesterona.2 g 5.8 g R06AB02 C09AA02 G02AB03 S01ED01 B05BC01 P02CA01 G03DA02 G03AC06 P01BC02 L02AB01 P01CB01 L01AA03 L01BB02 V03AC01 V03AB04 J05AE01 113 .0 mg 1.0 mg ∆ H 10 mg 0.0 mg 6.2 g 0.5 mg e 10 mg solução injetável 150 mg/mL comprimido 250 mg comprimido 160 mg solução injetável 300 mg/mL (85 ou 81 mg antimônio/mL) comprimido 2 mg comprimido 50 mg pó para solução injetável 500 mg solução injetável 50 mg/mL cápsula 200 mg Condição de uso1 DDD ATc maleato de dexclorfeniramina maleato de enalapril maleato de ergometrina maleato de timolol manitol mebendazol medroxiprogesterona.2 mL H 0.5 % solução injetável 20 % comprimido 100 mg suspensão oral 20 mg/mL comprimido 2.25 % e 0. antimoniato melfalana mercaptopurina mesilato de desferroxamina mesilato de pralidoxima mesilato de saquinavir 6.4 mg/mL comprimido 5 mg e 20 mg solução injetável 200 μg/mL colírio 0.Denominação genérica Forma farmacêutica m comprimido 2 mg solução oral ou xarope 0.

comprimido cloridrato 500 mg e 850 mg comprimido metildopa 250 mg metilprednisolona. solução injetável cloridrato 5 mg/mL solução oral 4 mg/mL comprimido metoprolol.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 H.15 g 2. cloreto 10 mg/mL comprimido 10 mg metoclopramida. pó para solução succinato sódico injetável 500 mg metilsulfato de solução injetável neostigmina 0.5 mg metotrexato de sódio solução injetável 25 mg/mL comprimido 250 mg metronidazol solução injetável 500 mg 2. R37 A03FA01 C07AB02 L01BA01 H.0 g V03AF01 A10BA02 C02AB01 H02AB04 N07AA01 R53 H H H 1.0 g 20 mg 2.5 mg 1.0 mg 30 mg 30 mg 30 mg 0. R41 R41 DDD ATc solução injetável 100 mg/mL mesna comprimido 400 mg e 600 mg metformina.5 mg/mL solução injetável metiltionínio.5 mg metotrexato de sódio solução injetável 25 mg/mL comprimido 2. R43 L04AX03 H J01XD01 114 . succinato 25 mg e 100 mg comprimido 2.5 g V03AB17 R62 R53 R37 H.

R5 H. R5 R27 15 mg 15 mg 0. 400 mg metronidazol suspensão oral 40 mg/mL creme vaginal 5% creme 2 % creme vaginal 2 % miconazol. comprimido cloridrato de 100 mg comprimido mononitrato de 40 mg isossorbida solução injetável 10 mg/mL solução injetável 10 mg/mL solução oral 2 mg/mL cápsula de morfina.1 g 0.1 g 0.0 g 2.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc comprimido 250 mg. cloridrato 1 mg/mL midazolam. nitrato loção 2% gel oral 2% pó 2% solução injetável midazolam. maleato solução oral 2 mg/mL minociclina.0 g A06AC01 115 . R4 R4 R4 R4 30 mg 0.1 g N02AA01 7.0 g H. sulfato liberação prolongada 60 mg comprimido 30 mg pó para dispersão mucilóide de Psyllium oral 5g a 6g 2.2 g 40 mg - P01AB01 D01AC02 N05CD08 N05CD08 J01AA08 C01DA14 H H.1 g 0.

R55 50 mg D01AC02 S01AX02 V03AB08 J01XE01 C02DD01 . 14 mg e 21 mg cápsula ou nifedipino comprimido 10mg suspensão oral nistatina 100.0 mg 0.4 mg/mL comprimido 250 mg nelfinavir pó para solução oral 50 mg/g neostigmina.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc N solução injetável naloxona.4 g 0.2 g 0. cloridrato 0.25 g 2.4 g V03AB15 J05AE04 N07AA01 J05AG01 R68 30 mg 14 mg N07BA01 R71 30 mg C08CA05 1.500.25 g 2. R2 R33 R33 H R33 2. solução injetável metilsulfato 0.2 g H.000 UI A07AA02 0.5 mg/mL comprimido 200 mg nevirapina suspensão oral 10 mg/mL goma de mascar 2 mg adesivo nicotina transdérmico 7 mg.000 UI/mL creme 2% creme vaginal 2% nitrato de miconazol gel oral 2% loção 2% pó 2% nitrato de prata Colírio 1 % nitrito de sódio cápsula 250 mg comprimido 100 mg nitrofurantoína suspensão oral 5 mg/mL pó para solução nitroprusseto de sódio injetável 50mg 116 H.

valerato nortriptilina. cloridrato Forma farmacêutica comprimido 0. enantato + estradiol.35 mg solução injetável 50 mg + 5mg cápsula 10 mg.Denominação genérica noretisterona noretisterona. 25 mg e 50mg Condição de uso1 DDD ATc G03AC01 G03AA05 R2 75 mg N06AA10 117 .

Denominação genérica Forma farmacêutica o solução injetável 5 UI/mL comprimido 400 mg Frasco 100 mL cápsula 10 mg e 20 mg pó para solução injetável 40 mg comprimido 4 mg e 8 mg solução injetável 2 mg/mL pó para solução injetável 500 mg gás inalante gás inalante Condição de uso1 DDD ATc ocitocina ofloxacino óleo mineral omeprazol omeprazol sódico ondansetrona.0 g - J01CF04 N01AX13 V03AN01 118 . cloridrato oxacilina sódica óxido nitroso oxigênio H R27 15 UI 0.4 g 20 mg H01BB02 J01MA01 D02AC A02BC01 A02BC01 A04AA01 H R38. R63 H H H H 20 mg 16 mg 16 mg 2.

000 UI 50.16 g 119 . cloridrato 50 mg H. comprimido cloridrato 250 mg pentamidina. comprimido brometo 60 mg comprimido piridoxina.000 UI palmitato de retinol solução oleosa 150.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc P solução injetável paclitaxel 6 mg/mL cápsula 200.5 % e 5 % pilocarpina. pó para solução isetionato injetável 300 mg pó ou permanganato comprimido de potássio 100 mg creme 5% permetrina loção 1% peróxido de benzoíla gel 2.000 UI/mL pó para solução pamidronato injetável 60 mg dissódico e 90 mg solução injetável pancurônio.28 g 0. R42 H 50.4 mL P01CX01 D08AX06 P03AC04 D10AE01 S01EB01 J04AK01 N07AA02 A11HA02 R26 1. brometo 2 mg/mL comprimido 500 mg paracetamol solução oral 200 mg/mL pasta d’ água pasta (FN) penicilamina.18 g 0.0 g 3.5 g 1.0 g - L01CD01 A11CA01 M03AC01 N02BE01 D02AB H 0. R37 R43 R43 H. cloridrato Colírio 2 % comprimido 500 mg pirazinamida solução oral 30 mg/mL piridostigmina.000 UI 3.5 g 0.

03 UI/mL comprimido primaquina 5 mg e 15 mg comprimido primaquina. solução injetável cloridrato 25 mg/mL comprimido propiltiouracila 50 mg e 100 mg emulsão injetável propofol 10 mg/mL comprimido 10 mg e 40 mg propranolol.34 mg/mL fostato sódico (equivalente a 1 mg prednisolona/mL) comprimido prednisona 5 mg.Denominação genérica pirimetamina Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD 75 mg ATc P01BD01 comprimido 25 mg solução 10 % podofilina a 25 % solução poligelina injetável 3. 20 mg solução injetável prilocaína.0 g 10 mg 10 mg B05AA06 V03AB04 P02BA01 H02AB06 H02AB07 R6 15 mg 15 mg N01BB54 P01BA03 P01BA03 R06AD02 H 25 mg 0.16 g - C07AA05 V03AB14 120 .1 g H03BA02 N01AX10 H. 1. cloridrato 10 mg/mL H. difosfato 5 mg e 15 mg prometazina. R73 H H 3. cloridrato para uso + felipressina odontológico 3% + 0.16 g 0. mesilato 50 mg/mL comprimido praziquantel 150 mg e 600 mg solução oral prednisolona. cloridrato solução injetável 10 mg/mL solução injetável protamina. R3 ∆ H 0.5% solução injetável pralidoxima.

2.000 U) Colírio 0. R74 - S01HA04 121 .Denominação genérica prova tuberculínica (derivado protéico purificado ) proximetacaína.1 mL (PPD-Rt 23. cloridrato Forma farmacêutica solução injetável (intradérmica) 0.5% Condição de uso1 DDD ATc - V04CF01 H.

5 g P01BC01 122 .Denominação genérica quinina. dicloridrato Forma farmacêutica q comprimido 325 mg solução injetável 24 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc 1. sulfato quinina.5 g R 35 1.

000 UI 50.3 g 0.3 g 50.Denominação genérica Forma farmacêutica r comprimido 150 mg solução injetável 25 mg/mL cápsula 200. R27 R27 R33 R33 0.000 UI 0.000 UI solução oleosa 150.2 g 1.000 UI/mL cápsula 300 mg suspensão oral 20 mg/mL cápsula 100 mg solução oral 80 mg/mL Condição de uso1 DDD ATc ranitidina. cloridrato H R43 R43 R26.6 g 1.6 g 0. palmitato A11CA01 rifampicina ritonavir J04AB02 J05AE03 123 .2 g A02BA02 retinol.

.8 mg (aerossol inalante) 10 mg (solução inalante) 12 mg 1..2........8 g 15 mg R03CC02 saquinavir.....5 mg/mL cápsula 200 mg comprimido 10 mg e 40 mg Condição de uso1 DDD ATc sais para reidratação oral ∆ - A12BA51 salbutamol...1. sulfato H 0.13...5 g (75 mmoles glicose) cloreto de potássio..5 g (20 mmoles de potássio e 65 mmoles cloreto) citrato de sódio diidratado.Denominação genérica Forma farmacêutica S pó para solução oral (composição por litro após preparo): cloreto de sódio.. 2... mesilato sinvastatina R33 J05AE01 C10AA01 124 .9 g (10 mmoles citrato) aerossol 100 μg/dose solução inalante 5 mg/mL solução injetável 0.6 g (75 mmoles sódio) glicose anidra ...

....4% (32 mEq HCO-3/L) (20 mg iodo + 40 mg iodeto de potássio)/mL solução injetável com: Na+...Denominação genérica Forma farmacêutica composição após diluição: Na+.5 mEq/L Mg++. 8...5 mEq/L Mg++.....2 mEq/L Mg++. 132 mEq/L Ca++ . 3....44....3..5 mEq/L K+ ..140 mEq/L Ca++...... 1....3.96 mEq/L lactato.5 mEq/L acetato ...........0..109.......... 138 mEq/L Ca++ ...........6 mEq/L solução injetável com: Na+.... 101 mEq/L Lactato .... 40 mEq/L Condição de uso1 DDD ATc solução ácida para hemodiálise H - B05Z solução alcalina para hemodiálise solução de iodo composto para teste de Schiller H - B05Z - V04CX solução para diálise peritoneal com glicose 1..5 % H - B05DA solução para diálise peritoneal com glicose 4...5 mEq/L Cl..25% H - B05DB 125 ...5mEq/L Cl-....3 mEq/ L Composição após diluição: NaHCO3 .1 mEq/L Cl.

.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc solução injetável (composição por litro): solução Ringer cloreto..5 .7 mEq solução injetável cada mL soro antiaracnídico neutraliza 7.5 mg/mL solução injetável soro antiescorpiônico 1 mg/mL soro antilatrodectus solução injetável solução injetável soro antilonômico 3..109 mEq + lactato sódio.5 dose miníma necrótica (DMN) solução injetável soro antibotrópico 5 mg/mL solução injetável soro antibotrópico (5 mg + 1..130 mEq potássio..2.5 mg/mL H - B05BB01 - J06AA - J06AA03 J06AA03 J06AA03 J06AA04 J06AA03 J06AA01 J06AA03 J06AA J06AA J06AA 126 .crotálico m g ) / m L soro antibotrópico solução injetável .7 mEq lactato.........4 mEq cálcio..000 UI/mL solução injetável soro antielapídico 1..5 mg/mL solução injetável soro antidiftérico 1.laquético (5 mg + 3 mg)/mL solução injetável soro antibotulínico 500 UI/mL solução injetável soro anticrotálico 1.27.

3 g - A07EC01 J01GB06 J05AE08 A03BA01 S01FA01 127 .000 UI/mL comprimido 25 mg e 100 mg pó para solução injetável 100 mg e 500 mg pó para solução injetável 500 mg comprimido 500 mg pasta 1% comprimido 400 mg + 80 mg solução injetável (80 mg + 16 mg)/mL suspensão oral (40 mg + 8 mg)/mL comprimido 500 mg solução injetável 50 mg/mL e 250 mg/mL cápsula 150 mg e 200 mg solução injetável 0.15 g H. R66 H 30 mg 20 mg 0.0 g 1.6 g H - J06AA06 J06AA02 C07AB02 H02AB09 H02AB04 J01EC02 D06BA01 sulfametoxazol + trimetoprima J01EE01 sulfassalazina sulfato de amicacina sulfato de atazanavir sulfato de atropina sulfato de atropina R65 H H.25 mg/mL Colírio 1% Condição de uso1 DDD ATc soro antiloxocélico - J06AA soro anti-rábico soro antitetânico succinato de metoprolol succinato sódico de hidrocortisona succinato sódico de metilprednisolona sulfadiazina sulfadiazina de prata 0. R19 R33 H 2.0 g 0.Denominação genérica Forma farmacêutica solução injetável cada mL neutraliza 15 dose mínima necrótica (DMN) solução injetável 200 UI/mL solução injetável 1.

R44 7.5 g 0.Denominação genérica sulfato de bário Forma farmacêutica Condição de uso1 H H.5 g 0.81 mEq Mg++/mL) solução injetável sulfato de magnésio 50% (4.5 g 1. R25 R26 H 1.5 g P01BC01 128 .2 mg (equivalente a 50 mg cloroquina) sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1 g sulfato de pó para solução estreptomicina injetável 1g solução injetável sulfato de gentamicina 10 mg/mL e 40 mg/mL sulfato de comprimido hidroxicloroquina 400 mg solução injetável 10% (equivalente sulfato de magnésio a 0. R43 1. R37 DDD 0.0 g H.0 g 0.516 g J01FA01 J01GA01 J01GB03 P01BA02 A12CC02 H.0 g A06AD04 N02AA01 H.05 mEq/ mL Mg++) pó para solução sulfato de magnésio oral 30 g solução injetável sulfato de morfina 10 mg/mL sulfato de quinina comprimido 325 mg dicloridrato solução injetável de quinina 24 mg/mL P01BA01 H.0 g 1. R4 R 35 30 mg 1.24 g 0.5 g ATc V08BA01 L01DC01 suspensão oral 1 g/mL pó para solução sulfato de bleomicina injetável 15 UI sulfato de cloroquina solução injetável 50 mg/mL difosfato de comprimido 250 mg cloroquina (equivalente a 150 mg cloroquina) comprimido 83.

2 g Fe++ ATc sulfato de salbutamol H R03CC02 pó para solução sulfato de vimblastina injetável 10 mg pó para solução sulfato de vincristina injetável 1 mg comprimido 40 mg Fe++ sulfato ferroso solução oral 25 mg Fe++ /mL solução injetável suxametônio.Denominação genérica Forma farmacêutica aerossol 100 μg/dose solução inalante 5 mg/mL solução injetável 0.8 mg (aerossol inalante) 10 mg (solução inalante) 12 mg 0. cloreto 50 mg/mL H. R37 L01CA01 L01CA02 B03AA07 M03AB01 H - 129 .5 mg/mL Condição de uso1 DDD 0.2 g Fe++ 0. R37 H.

R37 R32 R68 20 mg 0.5 % comprimido tioguanina 40 mg pó para solução tiopental sódico injetável 1g solução injetável tiossulfato de sódio 250 mg/mL tropicamida Colírio 1% R37 H.Denominação genérica Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc T comprimido 10 tamoxifeno.0 g 3.000 UI/mL Colírio 0. maleato % e 0. R43 50 mg 0. fumarato comprimido desoproxila 300 mg solução injetável testosterona. palmitato 100.245 g 18 mg 3.25 timolol. cloridrato oftálmica 1% comprimido 500 mg tiabendazol suspensão oral 50 mg/mL comprimido tiamina. cipionato 100 mg/mL pomada tetraciclina.2 mL A11DA01 S01ED01 L01BB03 N01AF03 V03AB06 S01FA06 R37 H H H - 130 . cloridrato 300 mg solução injetável tiamina. citrato mg e 20 mg solução injetável teniposídeo 10 mg/mL tenofovir.0 g L02BA01 L01CB02 J05AF07 G03BA03 S01AA09 P02CA02 H.

cultivo celular) vacina de vírus vivos atenuados de febre amarela vacina de vírus vivos contra sarampo vacina oral contra poliomielite tipos 1. bacilos atenuados) vacina conjugada anti-meningococo C vacina contra febre tifóide vacina contra hepatite B (ADNR recombinante) vacina contra influenza vacina contra raiva (uso humano.Denominação genérica vacina antidiftérica e antitetânica adsorvida uso adulto (DT) vacina antimeningococo A e C vacina antimeningococo B e C vacina BCG .ID (contra tuberculose. 2 e 3 vacina oral de rotavírus humano (VORH) Forma farmacêutica V suspensão injetável pó para solução injetável suspensão injetável pó para solução injetável suspensão injetável solução injetável solução injetável solução injetável pó para solução injetável pó para solução injetável pó para solução injetável solução oral pó para solução oral Condição de uso1 DDD ATc - J07AM51 J07AH03 J07AH03 J07AN01 J07AH07 J07AP02 J07BC01 J07BB02 J07BG01 J07BL01 J07BD01 J07BF02 J07BH01 131 .

tétano e coqueluche (DTP) vacina tríplice viral.624 mg/mL (equivalente a 50 mg ácido valpróico/mL) pó para solução injetável 500 mg comprimido 1 mg e 5 mg - J07BD52 valproato de sódio R2 R2 1. cloridrato varfarina sódica H.5 mg J01XA01 B01AA03 132 .5 g N03AG01 vancomicina. contra sarampo. R23 H 2.Denominação genérica vacina tetravalente (DPT+HiB) antidiftérica. antipertússica e contra meningite e outras infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B vacina tríplice bacteriana. rubéola e caxumba (SRC) Forma farmacêutica Condição de uso1 DDD ATc suspensão injetável - J07AG52 solução injetável - J07AJ51 solução injetável cápsula 288 mg (equivalente a 250 mg ácido valpróico) comprimido 576 mg (equivalente a 500 mg ácido valpróico) solução oral ou xarope 57. antitetânica.5 g 1.5 g 1.0 g 7. contra difteria.

sulfato vincristina.24 g 0. 80 mg e 120 mg solução injetável 2. R37 H.5 mg/mL pó para solução injetável 10 mg pó para solução injetável 1 mg Condição de uso1 DDD ATc verapamil. R37 - L01CA01 L01CA02 133 . cloridrato H. sulfato H. R47 0.24 g C08DA01 vimblastina.Denominação genérica Forma farmacêutica comprimido 40 mg.

6 g 0.6 g 0.Denominação genérica Forma farmacêutica Z cápsula 100 mg solução oral 10 mg/mL solução injetável 10 mg/mL comprimido 300 mg + 150 mg Condição de uso1 DDD ATc zidovudina R32 R32 R32 R32 0.6 g - J05AF01 zidovudina + lamivudina J05AF30 134 .

rEFErêNCiAS .

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ANExoS .

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Tecnologia e Insumos Estratégicos. inciso VII. como instrumento racionalizador das ações no âmbito da assistência farmacêutica. o qual adotou e aprovou a revisão periódica e a implementação da Rename como proposta dentre outras que compõem o eixo temático “Acesso à Assistência Farmacêutica: a Relação dos Setores Público e Privado de Atenção à Saúde. Considerando o Relatório Final da 1ª Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica.1 da Política Nacional de Medicamentos. a) Secretaria de Ciência. aprovada pela Resolução CNS nº 338. de 6 de maio de 2004. Tecnologia e Insumos Estratégicos. aprovada pela Portaria nº 3. 143 PORTARIA N. a qual recomenda a revisão permanente da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). dE 29 dE JULHO dE 2005 (*) . publicada no Diário Oficial da União do dia 10 de novembro subseqüente. 1º Constituir a Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare). publicada no Diário Oficial da União do dia 5 de setembro de 2002.916/GM. entidades e instituições: I . O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. a ser coordenada pelo Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. 2º. o qual aponta a utilização da Rename. de 3 de setembro de 2002.ANEXO A Constitui Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Comare.º 1.que aprova a revisão periódica e a atualização permanente da Rename. resolve: Art. à evolução científica e tecnológica na área farmacêutica e às questões de eficiência administrativa. de 30 de outubro de 1998. Considerando o disposto no art. no uso de suas atribuições. 2º. e: Considerando a prioridade contida no item 4.Ministério da Saúde. c) Agência Nacional de Vigilância Sanitária. da Política Nacional de Assistência Farmacêutica. atualizada periodicamente. da Secretaria de Ciência. e Considerando a necessidade de estabelecimento de processo permanente de atualização da Rename de modo a adequá-la à dinâmica do quadro nosológico do País. publicado em 2005. b) Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.587. e integrada por um representante dos seguintes órgãos. da Portaria nº 1. Considerando o eixo estratégico contido no art.254.

II . e) Escola Nacional de Saúde Pública. 3º A Secretaria-Executiva da Comare será exercida pela Coordenação-Geral de Acompanhamento. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Parágrafo único. Monitoramento e Avaliação da Qualidade de Produtos e Serviços Farmacêuticos. Parágrafo único. e terá a função de organizar as atividades administrativas.Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental. V .Conselho Federal de Medicina. Art. IV . Art. Universidade Federal do Estado de São Paulo. Art. e Universidade Federal de Santa Catarina. após análise e aprovação desta Comissão. 144 . de 1º/8/2005. As seguintes entidades serão convidadas a indicar um representante para compor a Comissão: Universidade de Brasília. Universidade de São Paulo. Universidade Federal de Pernambuco. da Fundação Oswaldo Cruz. SARAIVA FELIPE (*) Republicada por ter saído no DOU nº 146. página 73. Tecnologia e Insumos Estratégicos. e f) Instituto Nacional de Câncer. VIII . Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. 2º A natureza. 1º serão definidos em regimento interno a ser aprovado por ato do Secretário de Ciência. com incorreção no original. do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.Conselho Nacional de Secretários de Saúde. e de encaminhar outros assuntos de rotina que não necessitem da convocação de seus membros. III . Universidade Federal do Rio Grande do Sul.d) Secretaria de Atenção à Saúde.Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. da Secretaria de Ciência.Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde.Associação Médica Brasileira.Conselho Federal de Farmácia. VI . visando à agilização dos trabalhos da Comissão. VII . Subcomissões poderão ser criadas por sugestão da Comare. e IX . Universidade Federal de Minas Gerais. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. as competências. a composição e o funcionamento da Comissão de que trata o art. Seção 1.Sociedade Brasileira de Vigilância Sanitária de Medicamentos.

Considerando a decisão das reuniões da Comare. Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde . vinculada ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Ciência.Aprovar o Regimento Interno da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Comare – constante do ANEXO da presente Portaria. de natureza consultiva e educativa. resolve: Artigo 1º . publicada no Diário Oficial da União – DOU.ANEXO B O Secretário de Ciência. no uso de suas atribuições: Considerando o dispositivo no Artigo 2º.A instituição e o funcionamento da Comare devem adequar-se ao contido no inciso 7 do artigo 2º da Política Nacional de 145 . dE 9 dE FEvEREIRO dE 2006 ANExo i rEGimENTo iNTErNo DA ComiSSÃo TÉCNiCA E muLTiDiCiPLiNAr DE ATuALiZAÇÃo DA rELAÇÃo NACioNAL DE mEDiCAmENToS ESSENCiAiS – ComArE DA NATurEZA E FiNALiDADE Artigo 1º . que elaborou e aprovou proposta do referido regimento interno.A Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) é uma instância colegiada.DAF/SCTIE/MS. que prevê a definição de um Regulamento Interno para estabelecer o funcionamento e competências da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos – Comare.º 13. de caráter permanente. Parágrafo Único . Artigo 2º . realizadas nos dias 29 de novembro e 15 de dezembro de 2005. da Portaria nº 1. de 29 de julho de 2005. MOISÉS GOLDBAUM PORTARIA N. Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.254.Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. do dia lº de agosto de 2005 subseqüente.

III . VI .sejam registrados no Brasil em conformidade com a legislação sanitária. na sua falta. Parágrafo Único .valor terapêutico comprovado. eficácia e efetividade. de 06 de maio de 2004. c) facilidade para cálculo da dose a ser administrada. com base na melhor evidência em seres humanos destacando segurança.A Comare tem por finalidade realizar avaliação sistemática da relação dos medicamentos e demais produtos farmacêuticos constantes da Rename. farmacocinéticas e farmacodinâmicas. aprovada por meio da Resolução CNS nº 338. IX . VIII . esquema posológico e apresentações. Artigo 2º .identificação do princípio ativo. ou. a Comare deverá resguardar os seguintes critérios de seleção adotados: I . armazenamento.aspectos epidemiológicos.concentrações e formas farmacêuticas. II . V .Para atender o disposto no caput deste artigo. como instrumento racionalizador das ações no âmbito da assistência farmacêutica”.informações suficientes às características farmacotécnicas. conforme Denominação Comum Brasileira (DCB). VII . e) com perfil de estabilidade mais adequado às condições de estocagem e uso. pela Denominação Comum Internacional (DCI). 146 .menor custo de aquisição.menor custo no tratamento/dia e custo total do tratamento. e indicar as alterações necessárias. admitindo-se combinações em doses fixas que atendam ao item I. b) faixa etária. resguardadas segurança. que recomenda “a utilização da Rename. atualizada periodicamente.preponderantemente medicamentos com único princípio ativo. considerando: a) comodidade para a administração aos pacientes. distribuição e controle. com o propósito de selecionar aqueles mais adequados para atender as necessidades de assistência à saúde da maioria da população. d) facilidade de fracionamento ou multiplicação das doses. IV . eficácia e qualidade.Assistência Farmacêutica.

as propostas de alteração da Rename. utilizando os critérios definidos no Artigo 2º deste Regimento. V .propor.DAS ComPETêNCiAS Artigo 3º . em função de novos conhecimentos científicos e técnicos.propor métodos e estratégias relacionadas à formação e educação continuada dos profissionais de saúde.receber. para avaliação de questões específicas. VIII . resultados de experiências terapêuticas ou administrativas no campo dos medicamentos. uso e aperfeiçoamento da Rename. IX . VI .propor o convite a consultores técnicos especialistas.Compete à Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Rename: I . resguardados os impedimentos legais.administrativo a ser disponibilizado ou contratado pelo MS. XI . por meio da ficha oficial padronizada de consulta da comissão. considerando o suporte técnico.propor normas e regulamentos básicos para a implementação do uso da Rename no País. no que se refere à divulgação.apresentar propostas para elaboração e publicação Formulário Terapêutico da Rename a partir dos materiais já produzidos com base na Rename 2000 e 2002. no intuito de constituir subcomissões ou grupos de trabalho. III . 147 . em relação à regulamentação e monitoramento de medicamentos e/ou outros produtos constante da Rename.A Comare definirá a estratégia de revisão da estrutura e das classes farmacológicas.avaliar a adequação de cada medicamento e de cada produto farmacêutico constantes da Rename.realizar intercâmbio e assessorar comissões similares nos governos estaduais ou municipais. bem como a conveniência da inclusão ou exclusão de produtos. VII . X . quando necessário. IV . nacionais ou estrangeiros. II . acompanhar e analisar estudos farmacoepidemiológicos relacionados à Rename.propor prioridades a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.promover estratégias de divulgação e o uso da Rename nos serviços de saúde.

proporcionadas pelas indústrias produtoras de medicamentos. entidades e instituições. DA ComPoSiÇÃo Artigo 4º . Parágrafo Primeiro . que resultem em auferição de remunerações. para providências administrativas necessárias. Parágrafo Terceiro . indicados pelos órgãos. compromissos ou obrigações com indústrias privadas produtoras de medicamentos. clínica ou administrativa relacionadas ao medicamento.propor estratégias de avaliação da utilização da Rename na rede de serviços do Sistema Único de Saúde. prêmios ou outras vantagens pessoais. Parágrafo Segundo . onde afirmem a ausência de conflitos de interesse.A Comare terá composição multidisciplinar. sem justificativa relevan148 .Todos os membros deverão preencher o cadastro e assinar termo de responsabilidade. nenhum dos membros poderá auferir brindes.manifestar-se sobre os demais assuntos de sua competência. Parágrafo Primeiro . XIII . o membro que deixar de comparecer a duas reuniões consecutivas. deverá ocorrer através da indicação formal de um nome por cada entidade ou órgão. Artigo 5º . encaminhada diretamente ao DAF e Secretaria de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.XII .A representatividade das entidades ou órgãos mencionados na Portaria Ministerial de constituição da Comare. de acordo com o estabelecido nos regulamentos do Ministério da Saúde em relação à matéria. benefícios ou vantagens pessoais.As indicações recebidas serão comunicadas à Secretaria Executiva da Comare.Sempre que constatada a inobservância das atribuições inerentes ao membro da Comare bem como o descumprimento deste regimento. principalmente no que se refere a vínculos empregatícios ou contratuais. Parágrafo Segundo .Enquanto integrar a Comare.Será desvinculado. com total de 22 (vinte e dois) membros titulares e respectivos suplentes. Artigo 6º . por seu destacado conhecimento e (ou) atuação nas áreas técnica. automaticamente. a comissão solicitará sua substituição à entidade a qual o mesmo representa.Não será permitido acumulação de indicação à representatividade.

Monitoramento e Avaliação da Qualidade de Produtos e Serviços Farmacêuticos . as decisões da Comare serão deliberadas pela maioria simples do total de membros. extraordinariamente.As sessões da Comare serão instaladas com a presença mínima de oito de seus membros. Artigo 10 .A Comare reunir-se-á. devendo a entidade que representa.Cada membro presente tem direito a um voto. terão caráter transitório. podendo fazer parte consultores especialistas convidados.Os trabalhos elaborados pelos grupos e subcomissões referidos no caput deste artigo devem servir exclusivamente às necessidades da Comare. indicar novo membro.te apresentada por escrito até quarenta e oito horas úteis após a reunião.O cargo de Secretário Executivo da Comare será exercido pelo Coordenador Geral de Acompanhamento. Parágrafo Único . uma vez a cada mês e. ordinariamente. Parágrafo Único . Artigo 11 . serão instalados os trabalhos com os membros presentes. Artigo 13 .As reuniões da Comare serão registradas em atas sumárias. onde constem os membros presentes.A convocação para as reuniões ordinárias deve seguir o cronograma e para as extraordinárias o mínimo de 08 (oito) dias. Artigo 12 . nesta circunstância.Os grupos de trabalho ou as subcomissões eventualmente formadas para tratamento de assuntos específicos. esgotados argumentos com base em evidências científicas. Parágrafo Único .Decorrido 30 (trinta) minutos da hora marcada para o início da sessão e inexistindo quorum mínimo. Do FuNCioNAmENTo Artigo 7º .A Secretaria Executiva da Comare organizará a pauta das reuniões. cuja elaboração ficará a cargo da sua Secretaria Executiva. por convocação de sua Secretaria Executiva ou por requerimento da maioria simples dos seus membros. Parágrafo Único . Artigo 9º . 149 .DAF/SCTIE. conforme estabelece o inciso IV do Artigo 3º deste Regimento Interno. Artigo 8º . os assuntos debatidos e as decisões emanadas. e quaisquer outros usos somente poderão ocorrer sob autorização expressa da Comare.Na impossibilidade do consenso.

visando subsidiar o exercício de suas competências. Artigo 15 .Os casos omissos não previstos no presente Regimento. serão objeto de discussão e deliberação dos membros da Comare. MOISÉS GOLDBAUM Secretário 150 .A Comare poderá organizar oficinas de trabalho ou outros eventos que congreguem áreas de conhecimento e tecnologia.DiSPoSiÇÕES GErAiS Artigo 14 . Brasília. 31 de janeiro de 2006.

40 mg pó para solução oral 200 mg (1 mg/mL) cápsula 250 mg xarope 50 mg/mL comprimido 25 mg comprimido 500.5 mg aerossol 500 μg/dose pomada 0.000 UI pó para suspensão oral 80. INcLUÍdOS E ALTERAdOS (FORMA FARMAcÊUTIcA E/OU cONcENTRAÇÃO E/OU dOSE) EM RELAÇÃO à RENAME 2002 mEDiCAmENToS ExCLuíDoS DCB acetato de desmopressina acetilcisteína ácido benzóico+ácido salicílico ácido iopanóico ácido valpróico aminofilina amprenavir atorvastatina benzoato de benzila brometo de vecurônio butilbrometo de escopolamina calamina citrato de bismuto cloreto de amônio cloridrato de clormetina cloridrato de petidina cloridrato de procarbazina cloridrato de tetracaína colchicina cromoglicato dissódico ditranol estavudina etossuximida exemestano fenoximetilpenicilina potássica ferrodextrano Forma farmacêutica solução injetável 4 μg/mL solução injetável 10% pomada ou creme 6% + 3% comprimido 500 mg cápsula 250 mg solução injetável 24 mg/mL cápsula 150 mg solução oral 15 mg/mL comprimido revestido 10 mg emulsão tópica 250 mg/mL pó para solução injetável 10 mg comprimido 10 mg solução injetável 20 mg/mL loção 8 % comprimido 120 mg comprimido revestido 1g solução injetável 5 mg solução injetável 50 mg/mL cápsula 50 mg solução oftálmica 5 % comprimido 0.ANExo C MEdIcAMENTOS EXcLUÍdOS.2 % cápsula 30 mg.1 % e 0.000 UI/mL solução injetável 50 mg Fe/mL 151 .

DCB flucitosina gliconato de zinco granisetrona imunoglobulina antivaricela zoster imunoglobulina anti–hepatite b indinavir ipeca liotironina sódica lomustina mesilato de fentolamina metilcelulose nonoxinol peróxido de hidrogênio selegilina solução para hemodiálise sem glicose e sem potássio somatotrofina sulfato de bacitracina + neomicina zíncica sulfato de quinidina talidomida tartarato de ergotamina teofilina vacina contra haemophilus influenzae b vacina contra hepatite a Forma farmacêutica comprimido 500 mg comprimido 50 mg comprimido 1 mg solução injetável 1mg/mL e 3 mg/mL solução injetável 125 UI solução injetável 200 UI cápsula 400 mg xarope 1.5 mL violeta de genciana solução tópica 1 % 152 . 5 mL vacina contra pneumococos 23 valente solução injetável (unidose) 0. 5 mL vacina contra poliomielite inativada solução injetável (unidose) 0. 5 mL. 4 mg/mL comprimido 25 μg. 5 mL vacina contra raiva para uso solução injetável (unidose) 1 mL humano fuenzalida-palacios vacina contra varicela liófilo solução injetável (unidose) vacina dupla infantil suspensão injetável (unidose) vacina tríplice acelular suspensão injetável (unidose) 0. 40 mg solução injetável 10 mg/mL solução oftálmica 5 % gel 5 % solução tópica 10 v comprimido 5 mg solução solução injetável 4 UI/mL pomada 250 UI/g + 5 mg comprimido 200 mg comprimido 100 mg comprimido sublingual 2 mg comprimido liberação lenta 100 mg e 200 mg solução injetável (unidose) 0. 5 mL suspensão injetável (unidose) 0. 1 mL vacina contra pneumococos 7 valente solução injetável (unidose) 0. 50 μg cápsula 10 mg.

5 % comprimido 4 mg e 8 mg solução injetável 2 mg/mL colírio 0.1 g + 0.mEDiCAmENToS iNCLuíDoS DCB acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona álcool etílico atenolol azitromicina besilato de anlodipino carbonato de cálcio cefalotina sódica carboplatina cloridrato de bupropiona cloridrato de daunorrubicina cloridrato de idarrubicina cloridrato de lidocaína + glicose cloridrato de ondansetrona cloridrato de proximetacaína diatrizoato de sódio + diatrizoato de meglumina enantato de noretisterona + valerato de estradiol filgrastim fosfato sódico de prednisolona fumarato de tenofovir desoproxila gliclazida hipromelose ifosfamida imipenem + cilastatina sódica itraconazol Forma farmacêutica suspensão injetável (3 mg + 3 mg)/ mL solução 70% m/v comprimido 50 mg e 100 mg comprimido 500 mg suspensão oral 40 mg/mL comprimido 5 mg e 10 mg comprimido 1250 mg (equivalente a 500mg Ca ++) pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 150 mg e 450 mg comprimido 150 mg pó para solução injetável 20 mg pó para solução injetável 10 mg cápsula 5 mg e 25 mg solução injetável 5 % + 7.5% solução injetável (0.34 mg/mL (equivalente a 1 mg/mL de prednisolona) comprimido 300 mg comprimido 80 mg colírio 0.3 % pó para solução injetável 1 solução injetável 500 mg + 500 mg cápsula 100 mg solução oral 10mg/mL 153 . 2 e 0.66 g)/mL (equivalente a 370 mg/mL de iodo) solução injetável 50 mg + 5 mg solução injetável 300 μg/mL solução oral 1.

..... 14 mg.. 21 mg gás inalante solução injetável 3..4% (32 mEq/L HCO-3) cápsula 150 mg e 200 mg comprimido 400 mg pó para solução oral suspensão injetável 154 .5 mEq/L acetato ..................1............. anti-tetânica.3 mEq/ L NaHCO3 ...5 mg comprimido 10 mg xarope 1 mg/mL pó para dispersão oral 5 g a 6 g goma de mascar 2 mg/g adesivo transdérmico 7 mg.....5% emulsão injetável 10 mg/mL Composição após diluição: Na+....... antipertússica e contra meningite e outras infecções causadas por haemophilus influenzae tipo b Forma farmacêutica comprimido 1..2 mEq/L Mg++......3....109.....0 mEq/L Cl.. 138 mEq/L Ca++ ...5 mEq/L K+ .. 8................DCB levonorgestrel loratadina mucilóide de Psyllium nicotina oxigênio poligelina propofol solução ácida para hemodiálise solução alcalina para hemodiálise sulfato de atazanavir sulfato de hidroxicloroquina vacina oral de rotavírus humano (VORH) vacina tetravalente (DPT+Hib) anti-diftérica......................

A.mEDiCAmENToS Com rEViSÃo DE FormA FArmACêuTiCA.2 mg/mL usual (vide parecer) solução injetável 0.75 mg/mL injetável 3. CoNCENTrAÇÃo E DoSE (Rename 2002 versus Rename 2006) justificativa Adequação comprimido 2.A. farmacêutica na edição de 2002 Adequação à acetato de solução injetável pó para suspensão apresentação leuprorrelina com 3.A. (ampola de N.5 mg posológica e indicação terapêutica acetato de comprimido e 10 mg como contraceptivo medroxiprogesterona de 5 mg solução injetável mensal (vide 150 mg/mL parecer) Não há disponibilidade no comprimido 500 mg mercado nacional acetato de megestrol comprimido 160 mg comprimido 160 mg da apresentação retirada comprimido 5 mg Adequação ao ácido fólico comprimido 5 mg solução oral esquema terapêutico 0.A. (frasco mL e 500 mL) 500 mL) Fármaco rename 2002 rename 2006 155 .15 Adequação à ioxitalamato de solução injetável g/mL meglumina + apresentação meglumina + 380 mg iodo/mL 0.N. (frasco 100 utilização N.75 mg disponível no mercado N. 59 g ácido ioxitalâmico + 0. (ampola de 5 mL e 10 mL) Adequação de 5 mL e 10 mL) água para injeção N.58 g hidróxido de existente no mercado ioxitalamato de sódio sódio (equivalente a 350 mg/mL de iodo) Exclusão da pomada 5% apresentação de uso creme 50 mg/g creme 50 mg/g fluoruracila como ceratolítico solução injetável solução injetável (vide parecer) 25 mg/mL 25 mg/mL Equívoco na designação da forma ácido salicílico solução 5 % pomada 5% F.

1 % (2. comprimidos 100 comprimido 100 mg mg e 300 mg pó para solução 1.25 μg solução injetável 1 μg /mL pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 250 mg pó para solução 5.Fármaco alcatrão mineral alopurinol rename 2002 solução 5% rename 2006 pomada 1% F.000 UI pó para solução 5.N. 2% e 5% 1% e 2% essencial comprimido 200 mg xampu 2 % 156 .000 UI cápsula 0.000. Comodidade posológica Não há disponibilidade no mercado nacional da apresentação retirada Forma injetável não atende aos critérios de essencialidade Adequação posológica à indicação clínica usual ceftriaxona cetoconazol ciclofosfamida cisplatina citarabina cloreto de potássio cloridrato de clindamicina cloridrato de lidocaína Readequação de indicação clínica (vide parecer) Economicamente mais viável para o pó para solução solução injetável injetável 200 mg e 1 g preparo centralizado. 100 mg posologia 500 mg e 1 g solução injetável solução injetável a 19.000.34 mEq/mL) mEq/mL ) cápsula ou Adequação de cápsula150 mg comprimido 150 mg posologia e 300 mg A concentração de solução injetável solução injetável 5% não é considerada 1%. 200 mg comprimido 50 mg Adequação de posologia solução injetável Adequação de solução injetável 10 mg.56 Adequação de uso 10 % (1.000 UI benzilpenicilina potássica calcitriol cápsula 0. 25 mg terminologia das 1 mg/mL e 50 mg apresentações pó para solução pó para injetável Adequação de injetável 100 mg.N.25 μg pó para solução injetável 1 g pó para solução injetável 500 mg justificativa Adequação ao F.000.

100 mg 100 mg e 400 mg pó para solução pó para solução oral 2 g oral 2 g pó.000.000 2. 100 mg e 200 mg solução injetável com 1.2 mg Uso pediátrico (equivalente a 50 mg de cloroquina base) Adequação ao esquema terapêutico usual As doses indicadas variam entre 200 e 400 μg Adequação posológica para adultos e uso pediátrico Redução de apresentações rename 2006 didanosina dipropionato de beclometasona comprimido 25 mg.000 e 10.000.Fármaco cloridrato de penicilamina cloridrato de piridoxina rename 2002 solução injetável 0. 3. comprimido 25 mg.000 UI cápsula 600 mg solução oral 30 mg/mL solução injetável 2.5 mg/mL comprimido 40 mg cloridrato de prometazina comprimido 25 mg solução injetável 25 mg/mL cloridrato de propranolol comprimido 40 mg e 80 mg dicloridrato de cloroquina/difosfato de cloroquina solução injetável 50 mg/mL comprimido 150 mg justificativa Adequação ao comprimido 250 mg esquema terapêutico usual (vide parecer) Adequação comprimido 50 mg ao esquema terapêutico usual Não há justificativa clínica para o uso da forma oral como fármaco essencial solução injetável nas situações 25 mg/mL que se indicam (vide parecer) Adequação comprimido 10 ao esquema mg e 40 mg terapêutico usual solução injetável 50 mg/mL comprimido 250 mg (equivalente a 150 mg de cloroquina base) comprimido 83. 4. solução inalante aerossol 50 μg/dose ou aerossol aerossol 250 μg /dose 50 μg/dose e 200 μg /dose cápsula 50 mg.000 UI efavirenz eritropoietina 157 .000 e 4.

12 % apresentação solução degermante disponível no 2% a 4 % mercado.15 mg drágea 0.625 mg creme vaginal 0. creme vaginal 1 mg/g Utilizam-se estrogênios conjugados.03 mg + 0.500.000 UI e UI e 1.05 mg + 0. 158 .625 mg/g riscos (vide parecer) Doses menores comprimido 0.625 mg/g drágea 0. (vide parecer) comprimido 0.1 mg/mL solução injetável 4 mg/mL solução bucal 0. comprimido revestido 500 mg suspensão oral 25 mg/mL rename 2006 justificativa cápsula 500 mg ou comprimido 500 mg Adequação de suspensão oral posologia 50 mg/mL Não atende aos critérios de essencialidade Falta de evidência científica que justifique sua indicação clínica.25 mg cápsula 100 mg solução injetável 100 mg/mL solução oftálmica 10% solução oral 0.000 UI. 750.Fármaco estearato de eritromicina rename 2002 cápsula 500 mg.03 mg apresentam menores + 0.000 UI 1.2 % solução degermante 4 % etoposídeo fluoresceína sódica colírio 1% comprimido 4 mg elixir 0.000 UI estriol comprimido 2 mg creme vaginal 1 mg/g estrogênios conjugados etinilestradiol + levonorgestrel drágea 0.000 750.3 mg Doses menores creme vaginal apresentam menores 0.15 mg riscos (vide parecer) cápsula 50 mg solução injetável 20 mg/mL Adequação de posologia Forma farmacêutica injetável não é essencial estreptoquinase solução injetável solução injetável 250.1 mg/mL solução injetável 4 mg/mL fosfato dissódico de dexametasona gliconato de clorexidina Indicação como pré-medicação em cirurgia odontológica e bucomaxilofacial Adequação à solução bucal 0.500.

Não se justifica o uso do comprimido comprimido 15 mg uma vez que a solução injetável solução injetável indicação se destina 5 mg/mL 5 mg/mL à indução de sedação solução oral solução oral em procedimentos 2 mg/mL 2 mg/mL de curta duração (vide parecer) solução oftálmica solução oftálmica Adequação 0.3 mg cápsula 133.25 mL UI/0.3 mg Uso pediátrico + 33.3 mg solução oral 80 + 20 mg/mL Não foram encontradas justificativas para comprimido 200 μg a permanência da solução injetável solução injetável ergometrina oral 200 μg/mL 200 μg/mL em hemorragia pósparto (vide parecer).3 mg + 33.5% posológica comprimido 250 mg comprimido 250 mg e 400 mg Adequação ao e 500 mg suspensão oral mercado suspensão oral 20 mg/mL 20 mg/mL 159 .25% 0.000 UI justificativa A apresentação excluída não atende os critérios de essencialidade ibuprofeno lopinavir + ritonavir maleato de ergometrina maleato de midazolam maleato de timolol metronidazol Adequação às comprimido 200 mg indicações como comprimido 300 mg e 600 mg analgésico e solução oral solução oral antiinflamatório.Fármaco rename 2002 heparina sódica solução injetável 1.000 subcutânea 5.000 UI solução injetável solução injetável subcutânea 5.25 mL rename 2006 solução injetável 5.25% e 0. 20 mg/ mL 20 mg/mL respectivamente cápsula 133.000 UI/0.000 UI e 5.

justificativa substituição de nifedipino por anlodipino pelo perfil de eficácia e segurança. comprimido cápsula ou Indicação clínica nifedipino liberação comprimido 10 mg como tocolítico controlada 20 mg na dose e forma farmacêutica indicada (vide parecer) Não se configura suspensão oral suspensão oral como essencial nesta 100.000 UI/mL 100.000 UI/mL nistatina forma farmacêutica creme vaginal (vide parecer) 25.000 UI/g Não há comprimidos norestisterona comprimido 0,35 mg disponibilidade no 0,35 mg e 5 mg mercado nacional Possibilidade de adequação cápsula 10 mg, cápsula 10 mg de doses com as omeprazol 20 mg e 40 mg e 20 mg concentrações mantidas solução injetável pó para solução pamidronato Excesso de 15 mg, 30 mg, injetável 60 e dissódico apresentações 60 mg e 90 mg 90 mg Esta apresentação paracetamol solução 100 mg/mL solução 200 mg/mL permite o cálculo de 1 gota/kg Maior peróxido de benzoíla loção e creme 5% gel 2,5% e 5% disponibilidade no mercado solução 150 mg/mL em tintura de Readequação podofilina benjoim solução 10 % a 25 % posológica solução oleosa 250 mg/mL

Fármaco

rename 2002

rename 2006

160

Fármaco

sais para reidratação oral

solução Ringer+lactato

succinato de metoprolol sulfato de atropina

sulfato de gentamicina

sulfato de magnésio

rename 2006 pó para solução oral cloreto de sódio...2,6 g/L (75 mmoles de sódio/L) glicose anidra ...13,5 g/L (75 mmoles de glicose) pó para solução cloreto de oral (FN) potássio...1,5 g/ L (20 mmoles de potássio/L e 65 mmoles/L cloreto) citrato de sódio diidratado...2,9 g/L (10 mmoles citrato) solução injetável solução injetável por L: por L: cloreto...109 mEq cloreto...109 mEq sódio...130 mEq sódio...129 mEq potássio...4 mEq potássio...4 mEq cálcio...2,7 mEq cálcio...2,7 mEq lactato...27,7 mEq lactato..26,8 mEq comprimido 25 mg comprimido 50 mg e 100 mg solução injetável solução injetável 0,25 mg/mL solução 0,25 mg/mL oftálmica 1% e 0,5% colírio 1% solução injetável solução injetável 10 e 40 mg/mL 10 e 40 mg/mL colírio 5 mg/mL solução oftálmica pomada oftálmica 0,3% 5 mg/g solução injetável 10 % pó para solução pó para solução oral 30 g oral 30 g solução injetável solução injetável 500 mg/mL 50% (= 500 mg/mL)

rename 2002

justificativa

Adequação da fórmula segundo a 14.a Lista OMS, março 2005

Correção de fórmula

Adequação posológica Redução de apresentações Adequação ao esquema terapêutico

Solução 10% para reposição em caso de perda de magnésio por diurese excessiva

161

rename 2006 justificativa solução injetável solução injetável 1 mg/mL e 10 mg/mL 10 mg/mL Comodidade solução oral solução oral sulfato de morfina posológica 2 mg/mL 2 mg/mL comprimido 30 mg comprimido 10 mg cápsula de liberação e 30 mg prolongada 60 mg Substituição das aerossol 100 μg/dose apresentações aerossol 100 orais por aquelas μg/dose administradas por comprimido 2 mg solução inalante via inalatória devido 5 mg/mL solução inalante sulfato de salbutamol à diminuição dos solução injetável 5 mg/mL efeitos adversos 0,5 mg/mL solução injetável sistêmicos 500 μg /mL principalmente na xarope 0,4 mg/mL asma (vide parecer) Não há evidências pomada 5% que indiquem comprimido 500 mg comprimido 500 mg a utilização do tiabendazol suspensão oral suspensão oral tiabendazol tópico 50 mg/mL 50 mg/mL (vide parecer)

Fármaco

rename 2002

162

ANExo D MEdIcAMENTOS cOM ALTERAÇÕES RELAcIONAdAS à INdIcAÇÃO TERAPÊUTIcA, RESTRIÇÃO dE USO E OUTRAS
DCB albumina humana captopril carbamazepina cetoconazol claritromicina cloridrato de ciprofloxacino cloridrato de epinefrina ou hemitartarato de epinefrina cloridrato de metoclopramida cloridrato de midazolam e maleato de midazolam cloridrato de prometazina FormA FArmACêuTiCA solução injetável 20% (= 200 mg/ml) juSTiFiCATiVA uso restrito em casos de hipoalbuminemia uso restrito para comprimido 25 mg urgência hipertensiva comprimido 200 mg alocado também como xarope 20 mg/ml estabilizador do humor comprimido 200 mg retirado do item antifúngico sistêmico e alocado como xampu 2% antifúngico tópico retirado do item cápsula ou comprimido medicamentos para 250 mg tratamento da tuberculose retirado do item comprimido 500 mg medicamentos para tratamento da tuberculose retirado como antiasmático e tem uso restrito a choque vascular e anafilático por solução injetável 1 mg/ml ser fármaco vasoativo com necessidade de monitoramento durante o uso uso restrito em crianças pela solução oral 4 mg/ml possibilidade de indução de reações extrapiramidais foram retirados do solução injetável 1 mg/ml item hipnóticos e sedativos e alocados solução oral 2 mg/ml como medicamentos adjuvantes de anestesia foi retirado dos itens comprimido 25 mg medicamentos antieméticos e hipnótico sedativos 163

DCB cloridrato de propranolol dinitrato de isossorbida fluoruracila fosfato de codeína

FormA FArmACêuTiCA comprimido 10 mg e 40 mg solução injetável 10 mg/ml comprimido sublingual 5 mg creme 50 mg/g solução injetável 25 mg/ml solução oral 20 mg/ml

juSTiFiCATiVA como antiarrítmico, ficou restrito para uso pediátrico uso restrito para casos de crise anginosa retirado do item ceratolíticos e mantida somente com indicação de antimetabólito retirado do item antitussígenos retirado do item antídotos e alocado como medicamento utilizado na insuficiência cardíaca com uso restrito ao tratamento de edema agudo de pulmão

furosemida

solução injetável 10 mg/ml

ibuprofeno

lactulose metronidazol mononitrato de isossorbida

nifedipino

comprimidos 200 mg, alocado como antigotoso 600 mg e como analgésico suspensão oral 20 mg/ml retirado do item laxativos e alocado para uso solução oral 667 mg/ml restrito em caso de encefalopatia hepática comodidade posológica comprimido 400 mg para dose única de 2 g comprimido 40 mg forma oral com uso restrito à solução injetável profilaxia de angina pectoris 10 mg/ml retirado dos itens medicamentos antianginosos comprimido 10 mg e bloqueadores de canais ou cápsula de cálcio. Permanece apenas com uso restrito como tocolítico

164

DCB succinato de metoprolol FormA FArmACêuTiCA comprimido 25 mg e 100 mg juSTiFiCATiVA alocado como medicamento para insuficiência cardíaca e tratamento de hipertensão gestacional uso restrito como alternativa para o tratamento da asma aguda severa em crianças incapazes de reter a forma oral correção de alocação conforme indicação terapêutica e uso na doença inflamatória intestinal retirado como medicamento que atua na contratilidade uterina succinato sódico de hidrocortisona pó para solução injetável 100 mg e 500 mg sulfassalazina sulfato de salbutamol comprimido 500 mg solução injetável 500 µg/ml 165 .

Revisão sistemática 166 . Dois ensaios clínicos mostraram que desmopressina foi menos eficaz que o condicionamento por alarme após o término do tratamento.1 Para aquela indicação. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. não se justificando seu uso prolongado. problema clínico comum. Rushton HG. infiltrações ou infecções na região hipotalâmica ou pituitária. Parker KL (eds). Jackson EK. Nocturnal enuresis. 2 Makari J. isquemia cerebral. Web publication date: 01 December 2005 [Acesso em 8 de outubro de 2006]. do Ministério da Saúde. mostrou reduzir os episódios de enurese (14 noites secas consecutivas) comparativamente ao placebo em uma revisão sistemática. Clinical Evidence. No entanto. Lazo JS. Vasopressin and other agents affecting the renal conservation of water. 2006. recomendou-se a exclusão do acetato de desmopressina. New York: McGraw-Hill. 2 Por não ter caráter de essencialidade (eficácia em doença rara) e não apresentar definido benefício no tratamento da enurese. de causa familiar ou secundária a trauma encefálico. o benefício parece só ocorrer na vigência de tratamento. tumor pituitário ou hipotalâmico. 11 ed. 1 Referências Bibliográficas ACETiLCiSTEíNA N-acetilcisteína é o antídoto recomendado em estabelecida intoxicação por paracetamol (ocorrendo com dose única de 10 a 15 gramas que corresponde a níveis de 150 a 250 mg/kg)1 para evitar ou diminuir dano hepático em pacientes com alto risco dessa condição.1 mg/mL. O emprego clínico de formas farmacêuticas orais para alívio de sintomas de enurese noturna.ANEXO E PArECErES A) PArECErES DAS ExCLuSÕES ACETATo DE DESmoPrESSiNA O acetato de desmopressina tem valor terapêutico no tratamento do diabetes insípido central que é afecção rara. 2006: 771-788. In: Brunton LL. London: BMJ Publishing Group Limited. na forma de solução nasal a 0. pelo Programa de Medicamentos Excepcionais. é fornecido acetato de desmopressina. Terapias não-farmacológicas mostraram-se igualmente benéficas para controle de enurese. aneurisma cerebral. In: BMJ Publishing Group.

New York: McGraw-Hill.000 pacientes façam uso do medicamento a cada ano. Smyth E. para o que carvão ativado parece ser a melhor alternativa.br 1 Referências Bibliográficas áCiDo BENZóiCo+áCiDo SALiCíLiCo Revisão sistemática Cochrane1 de ensaios clínicos randomizados comparativos entre alilaminas (naftifina. estatísticas disponíveis (São Paulo. Na Rename 2006 incluem-se for167 . Issue 1. In: Brunton LL. 2006: 671-715. Buckley N. econazol e outros) no tratamento de infecções fúngicas de pele e unhas dos pés concluiu que alilaminas têm eficácia discretamente melhor.Cochrane2 concluiu haver fraca evidência sobre as intervenções cabíveis no tratamento de superdosagem de paracetamol. Assim. Interventions for paracetamol (acetaminophen) overdoses (Cochrane Review).capes. a acetilcisteína injetável apresenta risco de reação anafilactóide estimado em até 10% dos tratamentos. Oxford: Update Software.4 No Brasil. Analgesic-antipyretic agents: pharmacotherapy of gout. 32: 98-100. Greenwood Village. 2006.3 Acetilcisteína é considerada fármaco órfão nos EUA. está a redução de absorção intestinal do fármaco. 11 ed. 2 Brok J. Relativamente a acetilcisteína. isto é. DRUGDEX® System. define que a estratégia mais custo-efetiva é tratar inicialmente com azóis. 2006. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. J Emerg Nurs 2006.gov. terbinafina) e azóis (miconazol. pela inadequada segurança do fármaco e por haver alternativa mais custo-efetiva de tratamento incluída na Rename 2006. Gluud C. Nos EUA. reservando as alilaminas para casos de falha de tratamento. Parker KL (eds). 3 Ternullo S. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Burke A. Além disso. tioconazol. recomendase a exclusão de acetilcisteína. estima-se que menos de 250. metanálise2 de dois ensaios clínicos randomizados de pequeno porte demonstrou sua discreta superioridade sobre outros antídotos (cisteamina e dimercaprol) e tratamento de suporte. Acetadote (intravenous acetylcysteine): adverse effects more significant than with oral acetylcysteine. 4 Klasco RK (ed). sem haver diferença de eficácia entre diferentes esquemas de administração. In: The Cochrane Library.2 estando contemplada na Rename 2006. 2004) apontam seu uso em cerca de 120 casos/ano. Dentre as alternativas de manejo da intoxicação por paracetamol. Disponível em: http://www. mas são muito mais caras. clotrimazol. o custo médio por paciente é de 400 a 500 dólares. Lazo JS.periodicos. Fitzgerald GA. Acresce que seu custo é alto. Por não existir comprovado benefício de acetilcisteína na intoxicação por paracetamol.

168 .mas farmacêuticas tópicas de fármacos azólicos. Por isso recomendou-se a substituição de ácido valpróico por valproato de sódio. 2002:1035. Dicionário Terapêutico Guanabara 2005/2006. Crawford F. pelo que se recomenda sua exclusão. prefere-se o que apresenta a maior segurança. Issue 1. hipersensibilidade a compostos iodados.1 Como reações adversas mais comuns apresenta náuseas.2-4 Divalproato apresenta a mesma eficácia. Young P. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. especialmente em crianças com menos de dois anos. Meyler’s side effects of drugs. insuficiência hepática e insuficiência cardíaca. Hart R. mas menor incidência de efeitos adversos. ataxia. considerados como primeira escolha. vômitos e diarréia em 40% dos pacientes. desde elevação sérica assintomática das transaminases hepáticas nos primeiros meses de tratamento (em 40% dos pacientes) até hepatite fulminante como reação de hipersensibilidade. London: Pharmaceutical Press. J Clin Endocrinol Metab 2001. sendo usado em colecistografia e colangiografia. Topical treatments for fungal infections of the skin and nails of the foot.3. (Cochrane Review). 2000:1605-1606. 1 Referência Bibliográfica áCiDo ioPANóiCo O ácido iopanóico é um meio de contraste monomérico iônico que contém aproximadamente 67% de iodo. tremor e declínio cognitivo (leve) são manifestações infreqüentes que respondem à diminuição de dose. tais como náuseas. Russel I. Aronson JK. Braga M. gravidez. 1 Referências Bibliográficas áCiDo VALPróiCo Ácido valpróico é antiepiléptico de primeira escolha para crises generalizadas primárias. 3 Korolkovas A. Bell-Syer S. de ausência e mioclônicas (estudos de nível I). lactação. pancreatite aguda.4 Pela baixa segurança conferida. 4 Dunks MNG.2 É contra-indicado em pacientes com nefrose aguda e uremia. Determina variados efeitos na função renal. 2005. recomenda-se a exclusão de ácido iopanóico. aumento de peso. de modo que não se justifica a manutenção da associação de ácido benzóico e ácido salicílico. 14 ed.1 Produz distúrbios gastrintestinais.1 Para fármacos de mesma eficácia. vômitos e anorexia transitórios em cerca de 16% dos pacientes. Alopecia. Oxford: Update Software. Amsterdam: Elsevier. 2006. 86: 1853-1860. 33 ed. Torgerson D. 2 Martindale´s The reference desk. Sedação. Cooper DS. hiperamonemia e osteopenia têm sido associados ao uso prolongado de ácido valpróico. In: The Cochrane Library.

Antiepilépticos. Wannmacher L. Lazo JS. sem determinar diferença significante no número de inalações de broncodiladores requeridas ou na permanência hospitalar. 2004: 332-347. In: Brunton LL. admitidas em hospital com asma aguda e recebendo oxigênio. 2 McNamara JO. Huseyinov A. 21(5): 411-414.4 Teofilina pode causar efeitos adversos graves (arritmias cardíacas ou convulsões) se as concentrações plasmáticas terapêuticas forem ultrapassadas. Serdaroglu G. Farmacologia clínica. a adição de infusão intravenosa contínua de teofilina pode ser considerada em pacientes que não respondem ao tratamento máximo com agonistas β2 e corticosteróides e que são monitorados continuamente. Fundamentos da terapêutica racional.3 Revisão sistemática de sete ensaios clínicos (n= 380) mostrou que em crianças e jovens de 1–19 anos. Bone mineral status in pediatric outpatients on antiepilepticdrug monotherapy. Em asma aguda. em centro de tratamento intensivo (CTI). 2006: 501-525. 11 ed.1 A injeção intravenosa de teofilina ou aminofilina (complexo teofilina-etilenodiamina) em combinação com β2-agonista não produz maior broncodilatação do que aquela obtida somente com inalação do primeiro. In: Fuchs FD. New York: McGraw-Hill. Ferreira MBC (eds). Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. 3 ed.Kliemann FAD.1 Revisão de seis estudos clínicos controlados e randomizados (n=343) mostrou que a adição de aminofilina a agonista beta-2 e corticosteróides sistêmicos na asma aguda em adultos somente aumentou o risco de toxicidade. a obstrução ao fluxo de ar é mais rapidamente aliviada pela combinação de inalação repetida de agonista β2-adrenérgico e administração sistêmica precoce de corticosteróides (tratamento padrão). Pharmacotherapy of the epilepsies. J Child Neurol 2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1 Referências Bibliográficas AmiNoFiLiNA No tratamento da exacerbação aguda da asma. Gokben S. 3 Tekgul H. Parker KL (eds).4 o que justifica a necessidade de monitorização das mesmas. sem adição de efeito benéfico. ipratrópio) e glicocorticóide (metilprednisolona).1 Para o tratamento de asma grave aguda em crianças. Monte TL. revisão Cochrane5 mostrou que aminofilina intravenosa não resultou em broncodilatação adicio169 . broncodiladores (salbutamol. a adição de teofilina intravenosa melhorou a função pulmonar e os sintomas em comparação à adição de placebo.2 Estudos de longa duração não mostraram benefício da terapia com teofilina em termos de evolução ou duração da hospitalização. A adição de teofilina aumentou significativamente a incidência de êmese.

Issue 1. 6 Barr RG. Fanta CH. recomendou-se a exclusão da aminofilina. Addition of intravenous aminophylline to beta2agonists in adults with acute asthma (Cochrane Review). Oxford: Update Software.1. In: The Cochrane Library. 93: 761-765. 3 Sawicki G. Rowe BH. vômitos. In: The Cochrane Library 2000. version 14.1 2 Hart SP. Pela eficácia apenas provável de aminofilina. 1 Referências Bibliográficas 170 . Clin Evid 2004. recomendou-se a exclusão do amprenavir.nal em comparação a tratamento padrão. parestesia e hepatite. UpToDate 2005.Version 14. 2006. Should aminophylline be abandoned in the treatment of acute asthma in adults? Q J Med 2000. aliada ao perfil de efeitos adversos e necessidade de monitorização. management. 2006. Department of Health and Human Services. Methylxanthines for exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease (Cochrane Review). mas os efeitos adversos aumentam. 2005. A forma farmacêutica sólida incluída na Rename 2002 (cápsula de 150 mg) implica na necessidade de ingerir 16 cápsulas por dia apenas deste medicamento. Asthma and other wheezing disorders in children. o que pode dificultar a adesão do paciente ao tratamento.3 Amprenavir não é mais citado dentre os fármacos de primeira escolha para iniciar o tratamento.S.200 mg de 12/12 horas para adultos e adolescentes com mais de 13 anos e peso acima de 50 kg.4 Levando em conta o critério de essencialidade. Am J Health Syst Pharm 2004.1 4 Keeley D. Oxford: Update Software. É relativamente bem tolerado e seus efeitos adversos mais comuns são desconforto gastrintestinal. Outra revisão Cochrane6 indicou que sua eficácia não está estabelecida em exacerbações de doença pulmonar obstrutiva crônica. Identification. Belda J Rowe BH. Issue 1. UpToDate 2005. e a freqüência de efeitos adversos foi mais alta com aminofilina. 2 Schiller DS. Bartlett JG. usado em associação com outros anti-retrovirais. and prevention of adverse effects associated with highly active antiretroviral therapy. 61: 2507-2522. McKean M.2 A dose recomendada é de 1. 1 Referências Bibliográficas AmPrENAVir Amprenavir é um inibidor da protease. Dovey M. A Pocket Guide to adult HIV/AIDS treatment: Rockville: U. náusea. rash. Camargo CA Jr. 11:328-359. 5 Parameswaran K. permanecendo somente dentre aqueles usados nos esquemas de falha terapêutica.

N Engl J Med 1995. recomendou-se a substituição de atorvastatina por sinvastatina. 339: 13491357. Shepherd J.The Scandinavian Simvastatin Survival Study em prevenção secundária)3.2 e sinvastatina (estudo 4S .4 Análise de custo-efetividade. 1 Referências Bibliográficas 171 . 2006. et al. Prevention of cardiovascular events and death with pravastatin in patients with coronary heart disease and a broad range of initial cholesterol levels. Ford I. Ministério da Saúde. Quando se incluíram custos indiretos. Prevention of coronary heart disease with pravastatin in men with hypercolesterolemia. respectivamente.400 para homens de 70 anos e mulheres de 35 anos.3 Tavares W.300 por ano de vida ganho em mulheres de 70 anos. São Paulo: Atheneu. 333: 1301-1307. mostrou que o custo por ano de vida ganho estava entre US$ 3.800 e US$ 27. N Eng J Med 1998. Lorimer AR. 3 ed. Isles CG. Nenhum representante se mostrou significativamente mais eficaz do que outro ou apresentou perfil de segurança diferente. Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV. o valor diminuiu para pacientes mais jovens e foi de US$ 13.5 usando dados do estudo 4S. MacFarlane PW. Brasília: Ministério da Saúde.Long-term Intervention with Pravastatin in Ischemic Diseasse em prevenção secundária)1. 2001.6 Por todas essas razões. 2 The Long-term Intervention with Pravastatin in Ischaemic Disese (LIPID) Study Group. Estudo comparando altas doses de atorvastatina a doses usuais de sinvastatina em pacientes após infarto do miocárdio não mostrou diferença estatisticamente significativa no desfecho primário de evento coronariano maior. infarto do miocárdio fatal e não-fatal. necessidade de cirurgia e procedimentos de revascularização coronariana e acidente vascular cerebral. Os fármacos mais testados foram pravastatina (estudo WOSCOPS em prevenção primária e o estudo LIPID .5 Não há apresentações de genéricos de atorvastatina. quando custos diretos eram computados. Programa Nacional de DST e Aids. 4 Brasil. Cobbe ST. Secretaria de Vigilância em Saúde. Vários representantes mostraram reduzir a incidência de mortalidade total e cardiovascular. A sinvastatina mostrou um perfil de custo-efetividade superior ao de outras estatinas nas hiperlipidemias e na profilaxia secundária da doença coronariana. ATorVASTATiNA A ação hipolipemiante de estatinas mostrou-se eficaz em prevenção primária e secundária de cardiopatia isquêmica. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfeciosos.

J Am Acad Dermatol 2000. 331: 619-621. 5 Johannesson M. U.S. Lancet 1994. BMJ 2005. 336 (5): 332-336. nos Estados Unidos e na Inglaterra é o creme de permetrina 5%. bem tolerado e com baixa toxicidade. Para escabiose. benzoato de benzila. Incremental Decrease in End Points Through Aggressive Lipid Lowering (IDEAL) Study Group. Scandinavian Simvastatin Survival Study Group.gov. Ivermectina. Sladden M. também constante da Rename. 42: 236-240.1 Lindano é considerado fármaco de segunda linha no tratamento de pediculose e escabiose pelo FDA2 que enfatiza o potencial para neurotoxicidade em crianças e adultos magros. 2 Food and Drug Administration (FDA). 294 (19): 2437-2445.br/datavisa/Consulta_Produto/consulta_medicamento. com taxas de cura de 70% em dose única e de 95% após duas doses. Scabies: diagnosis and treatment. Rockville. intervaladas de uma semana.anvisa. Randomized trial of cholesterol lowering in 4. Pedersen TR. 6 http://www7. High-dose atorvastatin vs usual-dose simvastatin for secondary prevention after myocardial infarction: the IDEAL study: a randomized controlled trial. recomendou-se a exclusão de benzoato de benzila. pela elevada freqüência de resistência. etc. Cost effectiveness of simvastatin treatment to lower cholesterol levels in patients with coronary heart disease. o tratamento de escolha na Austrália.383-1389. MD. Gopalakrishnan TV.444 patients with coronary heart disease: the Scandinavian Sinvastatin Survival Study (4S). A comparative study of oral ivermectin and topical permethrin cream in the treatment of scabies. incluindo permetrina. é eficaz no tratamento off-label da escabiose. Olsson AG. Kjekshus J. Food and Drug Administration. malathion. lindano. 2003. devendo ser substituídos pela permetrina. 4 Pedersen TR et al.3 The Scandinavian Survival Study Group. Lindano e benzoato de benzila estão em desuso. Center of Drug Evaluation and Research. uma vez que é o agente tópico mais eficaz. 1 Referências Bibliográficas 172 . 3 Usha V. JAMA 2005. Nair TV. N Engl J Med 1997.asp [Acesso em maio de 2006) BENZoATo DE BENZiLA Uma variedade de produtos tópicos é utilizada no tratamento de escabiose e pediculose. 344:1. Johnston G.3 Pelo mais alto perfil de toxicidade. Wedel H. FDA Public Health Advisory: safety of topical Lindane products for the treatment of scabies and lice. que raramente apresenta toxicidade e já consta na Rename. Jonsson B.

Em resumo. destacando-se a taquicardia. 174 (2): 572-575. 1 Referências Bibliográficas 173 .1 Para reduzir motilidades gastrintestinal e urinária e secreção de ácido gástrico. por três semanas. pelo que se recomendou a exclusão de butilbrometo de escopolamina. 4 Holdgate A. Porém seu valor não está bem estabelecido e as respostas variam.bnf. Placebo. Disponível em http://www. a intensidade da dor diminuiu significativamente em todos os grupos de tratamento em relação ao placebo (P < 0. J Urol 2005.br 3 Mueller-Lissner S et al. DRUGDEX® System. renal e uterina. é igual à de outras alternativas mais seguras. Greenwood Village. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Is there a role for antimuscarinics in renal colic? A randomized controlled trial. Todos os tratamentos foram bem tolerados quando usados três vezes ao dia. Antimuscarínicos são usados no manejo de síndrome do cólon irritável e doença diverticular.0001). quando aparece. September 2006. a eficácia é discutível em várias situações e. mas butilbrometo de escopolamina é pobremente absorvido. 2006. British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. London: BMJ Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. e o pH gástrico médio em 24 horas não diferiu significativamente entre os grupos.BuTiLBromETo DE ESCoPoLAmiNA Escopolamina e outros antimuscarínicos são comumente empregados como antiespasmódicos. Não houve evidência de que o fármaco reduzisse a necessidade do opióide em cólica renal aguda. Em cólica renal aguda.org [Acessado em 09/10/2006] 2 Klasco RK (ed).capes. determinando efeitos indesejáveis. sua combinação fixa e placebo quanto à eficácia e à tolerabilidade no tratamento de 1.periodicos. butilebrometo de escopolamina foi comparada a placebo em adição a tratamento com morfina.and paracetamol-controlled study on the efficacy and tolerability of hyoscine butylbromide in the treatment of patients with recurrent crampy abdominal pain.4 Outro estudo5 randomizado e controlado por placebo apontou maior freqüência de episódios de refluxo em pacientes com doença do refluxo gastresofágico e nos indivíduos sem a doença recebendo butilebrometo de escopolamina em comparação ao placebo.637 pacientes com cólica abdominal recorrente. paracetamol. Disponível em: http://www. doses elevadas destes agentes são necessárias.gov. visando ao controle de cólicas intestinal.2 Em estudo3 que comparou butilbrometo de escopolamina. Aliment Pharmacol Ther 2006. Oh CM. sendo dose-dependentes. British National Formulary 52. 23 (12): 1741-1748.

Anestésicos gerais e bloqueadores neuromusculares periféricos. Part 1.27 Euro versus 22. 5 Berg H. and pancuronium. Neuromuscular block. 147: S277-S286. and blinded study of postoperative pulmonary complications after atracurium. recomendou-se a exclusão do brometo de vecurônio. foram incluídos na Rename 2002. Ferri A. Wannmacher L. Ferreira MBC (eds).5 Ciccaglione AF.Anasthesiol Intensivmed Notfallmed Schmerzther 2000. Boldt J. Mortensen CR. mas à não-compensação da ação vagotônica de agentes intravenosos usados na indução. respectivamente). Engbaek J. Krintel JJ. 35(5): 300-305. 1 Referências Bibliográficas 174 . BromETo DE VECurôNio Vecurônio e atracúrio. A incidência de bradicardia grave durante cirurgia é maior com vecurônio.5 Para evitar a duplicação de fármacos similares. vecuronium. 4 Suttner S. 58 (23): 2287-2299. interações medicamentosas e perfil farmacocinético. devido à reduzida recaptação biliar. espontânea.A prospective randomized. independente de função renal ou hepática ou da biotransformação por pseudocolinesterase) retirou a importante influência de situações clínicas como idade avançada. 3 Ferreira MBC.1 Vecurônio também pode se acumular em pacientes com disfunção hepática e doenças graves. Economic aspects of different muscle relaxant regimens.4 Efeitos acumulativos do vecurônio são evidentes em transplantados renais e naqueles com insuficiência renal severa. não atribuída ao medicamento em si. Residual neuromuscular block is a risk factor for postoperative pulmonary complications. Malatesta MG. Kumle B. 41: 1095-1103. Brit J Pharm 2006. ambos bloqueadores neuromusculares nãodespolarizantes de ação intermediária. Marzio L. Roed J. Apresentam semelhança quanto a início de efeito.2 Degradação do atracúrio por mecanismo químico (eliminação de Hoffmann – biotransformação plasmática. Effect of hyoscine N-butylbromide on gastroesophageal reflux in normal subjects and patients with gastroesophageal reflux disease. McManus MC. Am J Gastroenterol 2001. In: Fuchs FD.2 A duração do bloqueio neuromuscular pelo vecurônio (60 a 90 min) é mais prolongada que a do atracúrio (30 a 60 min).1. especialmente analgésicos opióides. insuficiência de órgãos ou alterações bioquímicas sobre o padrão de bloqueio neuromuscular.3 Atracúrio mostrou custo total mais baixo do procedimento anestésico em relação a vecurônio (por paciente: 18. 2 Bowman WC. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.61 Euro. Acta Anaesthesiol Scand 1997. Viby-Mogensen J. Farmacologia clínica. Grossi L. Cappello G. 96 (8): 2306-2311. Skovgaard LT. tempo de recuperação. Schmidt C. Am J Health Syst Pharm 2001. Neuromuscular blockers in surgery and intensive care. Fundamentos da terapêutica racional. 2004: 140-156. Piper SN. 3 ed. Toracchio S.

Existindo alternativas mais eficazes e que permitem esquema de administração mais cômodo.3 O esquema contendo amoxicilina e metronidazol. Formulário Nacional.CALAmiNA A loção de calamina 8% é indicada como agente secante e antiinflamatório para alívio sintomático de prurido e irritação da pele. sendo mais comum com metronidazol e claritromicina do que com amoxicilina. Os esquemas incluindo citrato de bismuto previam o uso de quatro fármacos por duas semanas. foram estudados esquemas em que se manteve metronidazol. Assim. se baseiam em estudos observacionais ou que apresentam problemas metodológicos. acrescentando-se amoxicilina ou claritromicina. As indicações citadas. Para estas mesmas finalidades já consta da Rename a pasta d’água1. por ter mostrado taxa de erradicação de 90%.1 O íon bismuto é neurotóxico.2 A associação de amoxicilina e claritromicina é a mais comumente preconizada para a terapia inicial. concentrações sangüíneas tóxicas já foram obtidas até mesmo com dose única. porém. o que tende a dificultar a adesão do paciente ao tratamento. 2005:73-83.1 A erradicação do H. simplificação na administração. mas acarretou mais efeitos indesejáveis.2 O esquema tríplice clássico (bismuto coloidal. pylori garante a não recidiva de úlceras gástricas e duodenais. e sua absorção apresenta grande variabilidade interindividual e em diferentes preparações. principalmente induzidos por tetraciclina. Ministério da Saúde.2 Falha na erradicação geralmente indica resistência microbiana. redução de efeitos indesejáveis e menor custo total.3 Como alternativa. além de inibidor da bomba de prótons. de modo que é desnecessária a duplicação de preparações farmacêuticas de uso dermatológico com a mesma indicação terapêutica. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. acrescido de um inibidor de bomba. aumentando a adesão ao tratamento. tem sido recomendado para casos de falha prévia2. Os níveis de erradicação ficaram acima de 90%. 1 Referência Bibliográfica CiTrATo DE BiSmuTo Esquemas contendo derivados de bismuto têm sido indicados na erradicação do Helicobacter pylori1 em pacientes com úlcera péptica e gastrite. recomendou-se a exclusão de citrato de bismuto. metronidazol e tetraciclina) mostrou-se eficaz e custoefetivo. pelo que se recomendou a exclusão da calamina. Brasil. 175 .

3. 2006. vincristina. sua utilização não é mais recomendada. como cloroquina e anfetaminas. Barceloux DG. Intoxicações medicamentosas agudas. policitemia vera. New York: Elsevier.). recomendou-se a exclusão de cloreto de amônio. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Ferreira MBC (eds. 1988. Micromedex. Pela falta de eficácia e segurança. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Martindale. 2004: 788-800. In: Fuchs FD. im176 . uma vez que pode produzir efeitos adversos graves. [Acesso em 07 abr 2006]. Colorado: Thomson MICROMEDEX. justificando seu uso para diurese ácida forçada. London: BMJ Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain.gov. DRUGDEX® System.1 Promove rápida acidose metabólica.org [Acessado em 09/10/2006] 3 Brandão ABM.capes. Fármacos usados em úlcera péptica e doença do refluxo gastresofágico. Farmacologia Clínica: Fundamentos da terapêutica racional. Farmacologia Clínica. 2 Sweetman S (ed). 4 Ellenhorn MJ. Disponível em: http://thomsonhc. Greenwood Village. micose fungóide.bnf. Wannmacher. 2004:973-993. Wannmacher L. Greenwood Village. In: Fuchs. Disponível em: http://www. proteína liberada na intoxicação e que pode ser nefrotóxica. British National Formulary 52. Disponível em: http//www. ed.). 2006. eliminando bases orgânicas fracas.1. Medical Toxicology: Diagnosis and Treatment of Human Poisoning. No entanto. Fundamentos da terapêutica racional. Disponível em http://www. Aumenta a excreção da mioglobulina. FD. com hipocalemia de difícil controle. Ferreira MBC (eds. 3 ed. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE CLormETiNA Clormetina é agente alquilante usado no tratamento dos linfomas de Hodgkin. Machado ARL.2-4 Não foram encontradas evidências.2 Está também indicada no tratamento de resgate em alguns tipos de linfoma não-Hodgkin.br 2 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. 1 Referências Bibliográficas CLorETo DE AmôNio Cloreto de amônio é empregado para provocar diurese ácida.3-5 Este fármaco não está sendo fabricado e distribuído no território nacional.Klasco RK (ed). tumores cerebrais e neuroblastoma. September 2006.com. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.periodicos.periodicos.br 3 Thomson Healthcare Series. procarbazina e prednisolona). Pode contribuir para desencadeamento de encefalopatia hepática e está contra-indicada em nefropatas e hepatopatas.capes. fazendo parte do protocolo de primeira linha MOPP (clormetina.gov.

plicando na importação do mesmo e, por conseguinte, competição com o mercado internacional. Pela dificuldade de acesso, recomendaram-se exclusão do cloridrato de clormetina e solicitação de estímulo aos laboratórios nacionais para produção de medicamento injetável à base deste fármaco, em função da utilidade do mesmo.
Brandt L, Kimby E, Nygren P, Glimelius B; SBU-group. Swedish Council of Technology Assessment in Health Care. A systematic overview of chemotherapy effects in Hodgkin’s disease. Acta Oncol 2001; 40 (2-3): 185-197. 2 Connors JM. Current clinical trials for advanced Hodgkin’s lymphoma in North America: history, design and rationale. Ann Oncol 2002; 13 (suppl 1): 92-95. 3 Haw R, Sawka CA, Franssen E, Berinstein NL. Significance of a partial or slow response to front-line chemotherapy in the management of intermediate-grade or high-grade nonHodgkin’s lymphoma: a literature review. J Clin Oncol 1994; 12 (5): 1074-1084. 4 Specht L, Gray RG, Clarke MJ, Peto R. Influence of more extensive radiotherapy and adjuvant chemotherapy on long-term outcome of early-stage Hodgkin’s disease: a metaanalysis of 23 randomized trials involving 3,888 patients. International Hodgkin’s Disease Collaborative Group. J Clin Oncol 1998; 16(3): 830-843. 5 Meyer RM, Ambinder RF, Stroobants S. Hodgkin’s lymphoma: evolving concepts with implications for practice. Hematology Am Soc Hematol Educ Program 2004; 184-202.
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Referências Bibliográficas

CLoriDrATo DE PETiDiNA Cloridrato de petidina é utilizado como analgésico opióide e apresenta as indicações e efeitos adversos comuns aos fármacos dessa classe. Ao contrário da morfina, indicada em tratamento de dor crônica e pós-operatória, petidina não é utilizada em dor crônica, em função do efeito neurotóxico de seu metabólito norpetidina e da mais curta duração de efeito (2 a 4 horas).1,2 Relatos evidenciam que esse metabólito, quando acumulado no organismo, pode induzir estimulação do sistema nervoso central, seguida de crises convulsivas tônico-clônicas,3 podendo levar o paciente a óbito.4 É cerca de três vezes mais caro que a morfina sem, no entanto, apresentar vantagens significativas do ponto de vista terapêutico. Assim, recomendou-se exclusão do cloridrato de petidina.
Klasco RK (ed). DRUGDEX® System. Greenwood Village, Colorado: Thomson MICROMEDEX; 2006. Disponível em: http://www.periodicos.capes.gov.br 2 Sweetman S (ed.). Martindale. Greenwood Village, Colorado: Thomson MICROMEDEX; 2006. Disponível em: http// www.periodicos.capes.gov.br 3 Beaulé PE, Smith I, Nguyen VN. Meperidine-induced seizure after revision hip
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CLoriDrATo DE ProCArBAZiNA Procarbazina, um dos quimioterápicos mais usados no tratamento dos linfomas de Hodgkin, faz parte do protocolo de primeira linha MOPP (clormetina, vincristina, procarbazina e prednisolona). É utilizada por via oral e seus efeitos tóxicos incluem náuseas, mielossupressão e hipersensibilidade (exantema). Estes efeitos podem contra-indicar seu uso posterior em pacientes afetados. Trata-se de um inibidor moderado da MAO, mas restrição dietética não é considerada necessária. A ingestão de álcool pode causar uma reação semelhante ao dissulfiram.1-3 Este fármaco está também indicado no tratamento de linfomas não-Hodgkin com localização extranodal, principalmente nos primários de sistema nervoso central.4 A exclusão deste medicamento da Rename 2006 baseia-se apenas na ausência de produção e distribuição no território nacional, implicando na importação do mesmo e, por conseguinte, competição com o mercado internacional. Sugere-se estímulo a sua produção por laboratórios nacionais para solucionar o impasse, em função da grande utilidade deste medicamento.
Brandt L, Kimby E, Nygren P, Glimelius B; SBU-group. Swedish Council of Technology Assessment in Health Care. A systematic overview of chemotherapy effects in Hodgkin’s disease. Acta Oncol 2001; 40 (2-3): 185-197. 2 Connors JM. Current clinical trials for advanced Hodgkin’s lymphoma in North America: history, design and rationale. Ann Oncol 2002; 13 (suppl 1): 92-95. 3 Proctor SJ et al. Hodgkin’s disease in the elderly: current status and future directions. Ann Oncol 2002; 13 (suppl 1): 133-137. 4 DeAngelis LM et al. Combination chemotherapy and radiotherapy for primary central nervous system lymphoma: Radiation Therapy Oncology Group Study 93-10. J Clin Oncol 2002; 20: 4643-8.
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Referências Bibliográficas

CLoriDrATo DE TETrACAíNA Foi feita substituição por cloridrato de proximetacaína (vide parecer de inclusão).

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CoLCHiCiNA Há poucas evidências que comprovem a eficácia de colchicina no tratamento agudo da gota. Encontrou-se apenas um ensaio controlado sobre esse uso. Dois terços dos pacientes tratados apresentaram melhora em sua condição depois de 48 horas, mas todos desenvolveram diarréia, em média após 24 horas. Outros efeitos indesejáveis também ocorreram antes do alívio da dor para a maioria dos pacientes.1 Mais de 80% dos pacientes apresentaram náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal depois da administração oral e antes da melhora clínica completa.2 A toxicidade é dependente de dose, e tem estreita margem de segurança. Em altas doses, a colchicina é supressora da medula óssea, e não pode ser dialisada. Raramente, o uso prolongado resulta em miopatia. Assim, o emprego da colchicina no tratamento da gota aguda requer cuidadosa avaliação diagnóstica e estabelecimento de indicadores de qualidade para o cuidado.3 Os tratamentos com antiinflamatórios não-esteróides e corticosteróides são eficazes e provocam menos efeitos indesejáveis na gota aguda. Por seu desfavorável perfil de efeitos adversos e com a disponibilidade de agentes alternativos para tratamento de crises de gota, recomendou-se a exclusão da colchicina.
Li EK. Gout: a review of its aetiology and treatment. Hong Kong Med J 2004; 10 (4): 261270. 2 Schlesinger N. Management of acute and chronic gouty arthritis: present state-of-the-art. Drugs 2004; 64 (21): 2399-2416. 3 Underwood M. Diagnosis and management of gout. BMJ 2006; 332: 1315-1319.
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Referências Bibliográficas

CromoGLiCATo DiSSóDiCo Cromoglicato dissódico, estabilizador de mastócitos, era considerado como uma das escolhas para o tratamento de manutenção de asma leve recorrente em crianças, pelo temor do déficit de crescimento induzido por uso crônico de corticóide inalatório nesta faixa etária1. Apesar de ser praticamente desprovido de efeitos adversos, cromoglicato mostra-se menos eficaz para controlar a asma e carece da versatilidade dos corticóides inalados, em termos de ajuste da dose1. Revisão sistemática2 concluiu não haver evidências suficientes para tratamento de manutenção em crianças asmáticas (1-18 anos) com cromoglicato dissódico, uma vez que os corticóides inalados se mostraram mais eficazes. Em crianças com menos de 4 anos, cromoglicato não se mostrou mais eficaz que placebo.
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Uma série de pequenos estudos clínicos controlados e randomizados concluiu que o cromoglicato era menos efetivo que os corticóides inalados para melhorar os sintomas e a função pulmonar3. O papel do cromoglicato como terapia de pacientes com asma moderada, não controlados por inalação de corticóides, não foi estabelecido1. Recomendou-se a exclusão de cromoglicato dissódico por haver alternativas mais eficazes e também seguras.
Fanta CH. UpToDate 2005; Version 14.1 2 van der Wouden JC, Tasche MJA, Bernsen RMD, Uijen JHJM, de Jongste JC, Ducharme FM. Sodium cromoglycate for asthma in children (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software. 3 Keeley D, McKean M. Asthma and other wheezing disorders in children. Clin Evid 2004; 11: 328-359.
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Referências Bibliográficas

DiTrANoL O tratamento da psoríase crônica em placas se faz com ditranol, alcatrão, análogos de vitamina D (calcitriol) e tazaroteno. Como são muito irritativos, não estão indicados em formas inflamatórias de psoríase. Ditranol apresenta como desvantagens irritação e tingimento de pele e roupas. É necessário evitar que atinja a pele normal durante a aplicação. O tratamento deve iniciar-se com a concentração mais baixa e aumentar progressivamente1. As preparações comerciais de distintas concentrações (0,1%2%) não existem atualmente no mercado brasileiro. Além disso, alcatrão (incluído na Rename 2006) tem propriedades antiinflamatórias, é menos irritativo e pode ser usado em lesões pequenas, bem como na face e em dobras.1 Tratamento com calcitriol produz menos irritação e permite maior adesão a tratamento. Em revisão sistemática sobre medicamentos tópicos em psoríase, os tratamentos ativos mostraram-se mais eficazes que o veículo, mas inferiores a corticosteróides de alta potência. Calcipotriol superou em eficácia a ditranol, alcatrão e outros derivados de vitamina D3. A avaliação das respostas terapêuticas da associação de análogos tópicos de vitamina D e esteróides e da terapia de manutenção necessita de mais investigação.2 A inexistência do ditranol no mercado brasileiro, além de seus inconvenientes de administração e da existência de um sucedâneo na Rename, determinaram sua exclusão.
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Referências Bibliográficas

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ESTAVuDiNA A estavudina (d4T) é análogo de nucleosídeo inibidor da transcriptase reversa do HIV, tal como zidovudina (AZT), didanosina (ddI) e zalcitabina (ddC). Na versão preliminar do consenso nacional sobre terapia antiretroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV,1 preconiza-se o esquema triplo com dois análogos de nucleosídeo, selecionados a partir de perfil favorável de efeitos adversos de ambos, facilidade de adesão à combinação e experiência de uso, adicionado de agente não-análogo de nucleosídeo. A associação AZT/3TC foi considerada como a primeira escolha de ITRN para compor o esquema triplo. A estavudina passou a ser a última opção para substituir o AZT. Esta modificação se deveu a evidências de associação entre estavudina e desenvolvimento de lipoatrofia e dislipidemia. Em estudo randomizado2 com 237 pacientes recebendo estavudina (d4T) ou abacavir (ABC) associados a lamivudina (3TC) e efavirenz (EFZ), os pacientes do grupo tratado com d4T apresentaram significativamente mais lipoatrofia moderada a grave (20% versus 3%, P= 0,001), com maior perda de gordura em face, membros inferiores e região glútea após 48 semanas. Os níveis séricos de colesterol e triglicerídeos de jejum aumentaram nos dois grupos tratados, enquanto os níveis de lactato só aumentaram no grupo tratado com d4T (P = 0,001 antes e depois do tratamento). O d4T associa-se a maior risco de causar lipoatrofia ou lipodistrofia, contribuir para hiperlipidemia ou aumentar a incidência de hiperlipidemia medicamentosa. Por essa razão, recomendou-se a exclusão da estavudina.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 2 Podzamczer D et al. Toxicity and Efficacy of 3TC/EFV Associated with Stavudine or Abacavir in Antiretroviral-naive Patients: 48-week Results of a Randomized Open and Multicenter Trial (ABCDE Study) [abstract] Apud: Cofrancesco J. Lipodistrophy and metabolic complications. The Hopkins HIV Report 2004; 16 (2): 12. 3 Rachid M, Schechter M. Manual de HIV/Aids. 6 ed. Rio de Janeiro: Revinter; 2001. 4 Tavares W. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfeciosos. 3 ed. São Paulo: Atheneu; 2001.
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Referências Bibliográficas

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356: 323-329. 1 Referências Bibliográficas FENoximETiLPENiCiLiNA PoTáSSiCA É penicilina natural com espectro similar ao de benzilpenicilina. mas diminui o pico da concentração plasmática. seu esquema de administração exige quatro administrações diárias. 2006. Wecker L. Brody Farmacologia Humana. 58(Suppl 5):S2-S8. O fracionamento da dose reduz a incidência daqueles efeitos. o que permite o uso de apenas uma dose diária. Lancet 2000.2 Ácido valpróico. a intervalos de 6 horas.EToSSuximiDA Etossuximida é considerada fármaco preferencial para as crises de ausência (Pequeno Mal). 3 Brodie MJ.). como faringites.2 É indicada em infecções não-graves de adultos e crianças. In: Minneman KP.3. apesar do uso por via oral. em cursos de tratamento de 10 dias. Levando em conta o critério de conveniência para o paciente. French JA. não há necessidade de duplicação de anticonvulsivantes com a mesma indicação. com potencial aumento de adesão a tratamento. Neurology 2002. recomendou-se a exclusão de fenoximetilpenicilina potássica. tanto quanto etossuximida.br 2 Stringer JL. Staged approach to epilepsy management. Colorado: Thomson MICROMEDEX. o que limita a demanda de consumo. 182 . 2006: 313. controla crises de ausência em 80% dos pacientes. Por essa razão. Tratamento dos distúrbios convulsivos. Entretanto. Greenwood Village.gov. o que não acontece com ácido valpróico que tem espectro mais amplo. A mesma eficácia terapêutica e profilática contra estreptococos de grupo A pode ser obtida com dose única intramuscular de benzilpenicilina benzatina.1. infecções dentais e infecções de tecidos moles por germes a ela sensíveis. Disponível em: http://www. freqüentemente associadas. Rio de Janeiro: Elsevier. Kwan P. 4 Brodie MJ. Brody TM (eds.2 Porém.capes. Assim.1 Possui meia-vida longa.periodicos. Management of epilepsy in adolescents and adults. provendo aceitáveis níveis séricos. recomendou-se a exclusão de etossuximida. A absorção oral de seu sal potássico excede em 2 a 5 vezes a de benzilpenicilina porque resiste à inativação do suco gástrico. 4 ed. A Rename disponibiliza outras opções de penicilinas com posologia mais adequada. Larner J. Etossuximida encontra-se em desuso. Klasco RK (ed). DRUGDEX® System.4 Etossuximida tem a desvantagem de não controlar crises tônico-clônicas. os efeitos adversos gastrintestinais são freqüentemente intoleráveis com dose única diária.

O valor da dose-teste é duvidoso. Wannmacher L. hipotensão e leucocitose.3 Administra-se por via intravenosa. Farmacologia clínica. Principles of Antibiotic Use. 1 Referências Bibliográficas 183 . submetidos à hemodiálise e especialmente em uso de eritropoietina.Fuchs FD. 2 ed. em casos de falta de adesão ou indisponibilidade da via oral. náuseas e vômitos. podem necessitar de ferro parenteral. pois a anafilaxia. Fundamentos da terapêutica racional.). 2. 2 Lewis MJ & Swan SK.). artralgias. In: Hoffmann R. Philadelphia: Lippincott Williams& Wilkins. Wannmacher L. então. Micromedex. 3 Thomson Healthcare Series. Cohen HJ. Silberstein L. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. hematúria. eds. Acessível em: http://thomsonhc. Fundamentos da terapêutica racional. Shattil SJ. 5. cefaléia. [Acesso em 15 abril de 2006] 4 Brittenham GM. hemossiderose com dano tecidual e reação anafilactóide fatal. recomendou-se exclusão de ferrodextrano. Ferreira MBC (eds. 3 ed. injetada lentamente.4 Ferrodextrano ainda pode ocasionar dor torácica. In: Betts RF. não dependente de dose. urticária. 2003: 998-1042. Penn RL. New York: Churchill Livingstone. Seu uso parenteral está indicado quando a terapia oral é ineficaz. 1 Referências Bibliográficas FErroDExTrANo Ferro é utilizado para a reposição de ferro em casos de anemia ferropênica. Moreira LB. necessário usar pequena dose-teste. pois a intramuscular não garante adequada biodisponibilidade. In: Fuchs FD. Hematology basic principles and practice. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. essa administração só deve ser feita em locais capacitados para o manejo da anafilaxia. linfadenopatia. observando-se o paciente por uma hora para detectar sinais e sintomas anafilactóides. febre. Benz JE. É. 1 Assim. Reese and Betts´ A practical approach to infectious diseases. ed. Chapman SW. Betts RF. Semin in Dial 2000.1 Pacientes em nutrição parenteral e pacientes renais crônicos. Henrique Neves da Silva Bittencourt HNF. Antibióticos betalactâmicos. Brunstein CG. 13(1): 9-10. 2004: 360-368. Hematopoéticos e Imunomoduladores. Ferreira MBC (eds. Farmacologia clínica. Pelo baixo perfil de segurança e o difícil manejo para administrá-lo. 1995: 492-522. pode ocorrer no teste. Furie B. eds. 3 ed. 2004: 746-757. In: Fuchs FD. dispnéia. 2 Reese RE.com. Disorders of iron metabolism: iron deficiency and overload.

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Therapeutic effects of oral zinc in acute and persistent diarrhea in children in developing countries: pooled analysis of randomized controlled trials. 2 Brown KH. London: British Medical Journal Publishing Group and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. 2005: 489. imuNoGLoBuLiNA ANTiVAriCELA ZoSTEr A imunoglobulina antivaricela zoster é obtida do plasma de doadores selecionados com altos títulos de anticorpos específicos. BNF 50. recém-nascidos de mães nas quais a varicela apareceu nos cinco últimos dias de gestação ou até 48 horas depois do parto. grávidas. comunicantes sexuais de casos agudos de hepatite B. recém-nascidos prematuros. Está indicada nos seguintes grupos de pessoas suscetíveis que tiveram contato significativo: crianças ou adultos imunocomprometidos. Am J Clin Nutr 2000. transplantados de fígado que apresentavam hepatite B. Am J Clin Nutr 2002. Effect of supplemental zinc on the growth and serum zinc concentrations of prepubertal children: a meta-analysis of randomized controlled trials. 50 ed. 72(6): 1516-1522. com menos de 28 semanas de gestação (ou com menos de 1. cuja mãe nunca teve varicela. Peerson JM.British Medical Association and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. com 28 ou mais semanas de gestação. prevenção da infecção perinatal pelo vírus da hepatite B. vítimas de abuso sexual e profilaxia pré-ex185 .000 g ao nascimento). Rivera J. BRASIL. Por isso recomendou-se a exclusão de imunoglobulina antivaricela zoster. Pode ser administrada em pacientes de qualquer idade num prazo de 96 horas após o contágio.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica imuNoGLoBuLiNA ANTi-HEPATiTE B A imunoglobulina humana anti-hepatite B é indicada para imunoprofilaxia pós-exposição. Ministério da Saúde. independente de história materna de varicela.saude. exposição sangüínea acidental percutânea ou de mucosa. 3 Bhutta ZA et al. 1 Referências Bibliográficas GrANiSETroNA Foi substituída por cloridrato de ondansetrona (vide parecer de inclusão). Está incluído no programa de imunobiológicos especiais e não preenche os critérios de medicamento essencial.gov. British National Formulary. recém-nascidos prematuros. Imunobiológicos especiais e suas indicações Disponível em www. 75 (6): 1062–1071. Allen LH.

1Além da aspiração. 2006. IDV deixou de ser recomendado para início de tratamento devido à alta toxicidade. pode determinar colapso vasomotor. comparou ipeca e apomorfina na eliminação de conteúdo gástrico.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica iNDiNAVir Como os demais inibidores da protease do HIV. pelo que se recomendou a exclusão da imunoglobulina anti-hepatite B. Rachid M. Com ou sem ritonavir como coadjuvante farmacológico. 1 Referências Bibliográficas iPECA Nas intoxicações exógenas. o indinavir (IDV) deve ser usado em combinação com inibidores da transcriptase reversa. Disponível em www. 2 Brasil. recomendou-se exclusão do indinavir. Ministério da Saúde. Estudo5 envolvendo 86 pacientes pediátricos. miopatias e cardiotoxicidade quando usada cronicamente 2-4. havendo a recomendação formal de abandonar-se o uso de ipeca. Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV. embora causando maior depressão do sistema nervoso central.gov.saude. embora seja possível sua utilização em pacientes com boa tolerância.posição. 2001. BRASIL. Manual de HIV/Aids. O risco de aspiração configura-se como a limitação maior para medidas indutoras do vômito no manejo de intoxicações por via oral. a indução de êmese por administração de ipeca ou lavagem gástrica não é mais recomendada. Programa Nacional de DST e Aids. Ministério da Saúde. Department of Health and Human Services.3 Pela menor eficácia entre os inibidores da protease e pela alta toxicidade.S. e seu uso vem caindo ao longo dos anos. A Pocket Guide to adult HIV/AIDS treatment: Rockville: U. não há evidência de que ipeca 186 . Schechter M. Rio de Janeiro: Revinter. adesão e adequada resposta terapêutica que não desejam modificar seu esquema. Secretaria de Vigilância em Saúde. Em estudos clínicos. porém suas taxas de sucesso terapêutico foram significativamente menores1. Brasília: Ministério da Saúde. Está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial. Imunobiológicos especiais e suas indicações. Apomorfina foi considerada mais eficaz. 2005.2.1 Há poucas evidências de benefício real da ipeca. 3 Bartlett JG.

respectivamente. 82 (1):121-124. Wannmacher L. 42 (2): 133-143. cognição e sintomas físicos do que a 187 . triiodotironina (T3). 1 Referências Bibliográficas LioTiroNiNA SóDiCA Hipotireoidismo é tratado por meio de reposição hormonal com tiroxina (T4) ou.).gov. 6.br 4 Sweetman S (ed. Mas T4 funciona como pró-hormônio para o T3.1 A liotironina sódica tem efeito terapêutico similar ao da levotiroxina sódica.periodicos. evidenciou-se que o tratamento de hipotireoidismo primário com associação de liotironina à levotiroxina não mostrou melhores resultados com relação à melhoria de humor. já que tem meia-vida mais longa e se converte perifericamente em T3. Home syrup of ipecac use does not reduce emergency department use or improve outcome.1 Em ensaio clínico cruzado. É menos empregada em reposição crônica por exigir maior número de tomadas diárias. Martindale. menos freqüentemente. Greenwood Village. Machado ARL. Disponível em: http// www. Ferreira MBC (eds. A comparison of ipecac syrup and apomorphine in the immediate treatment of ingestion of poisons.2 A administração de tiroxina é o tratamento de escolha para os casos de hipotireoidismo. 3 ed. ter custo mais elevado e induzir mais freqüentemente hipertireoidismo. não satisfazendo critério de essencialidade. 2004: 973-993. Geneva: WHO. 2006. recomendando-se que seu uso rotineiro em serviços de emergência deva ser abandonado. WHO Model Formulary.capes. recomendou-se a exclusão da ipeca. 6 No authors listed. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional.gov. J Toxicol Clin Toxicol 2004. Position paper: Ipecac syrup. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Intoxicações medicamentosas agudas. O T3 liga-se aos receptores com maior afinidade que o T4.. como em raros casos de coma mixedematoso ou preparo de pacientes com carcinoma de tireóide para terapia com 131I. mas é mais rapidamente metabolizada.br 5 MacLean WC Jr.1 A liotironina é recomendada quando se deseja início ou término de ação mais rápidos. Mas essas condições clínicas não são prioridades em saúde pública. J Pediatr 1973. sendo responsável por 80% do T3 circulante.periodicos. In: Fuchs FD. 3 Klasco RK (ed). com efeito de mais curta duração. Pediatrics 2003. 7 Bond GR. DRUGDEX® System. facilitando a titulação da dose e tendo menos risco de induzir hipertireoidismo.7 Por tais razões. Greenwood Village.capes. 2004.). sendo assim bem mais potente em suas ações. Colorado: Thomson MICROMEDEX. Colorado: Thomson MICROMEDEX. 2006. 112 (5): 1061-1064. duplo cego e de seqüência randomizada (n=27).melhore os desfechos de pacientes intoxicados. 2 World Health Organization. Disponível em: http://www.

Disponível em http:// www. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Wannmacher L. Greenwood Village.4 capaz de detectar o tumor 3 horas após crise hipertensiva5. Estimativa 2006: Incidência de Câncer no Brasil.2. Disponível em: http://www. Matos MCG.periodicos. DRUGDEX® System. Substitution of liothyronine at a 1:5 ratio for a portion of levothyroxine: effect on fatigue.3 Assim.org/bnf/bnf/current/4236. USA. Ferreira MBC (eds. sua específica indicação para pacientes com tumores cerebrais. Thomson MICROMEDEX. a necessidade de associá-la a fármacos pouco utilizados em regimes secundários e a existência de outros antineoplásicos que mostram melhores resultados. Endocr Pract 2005. 1 Referências Bibliográficas mESiLATo DE FENToLAmiNA Mesilato de fentolamina. tumor raro da medular adrenal. Naquela indicação foi substituído pela determinação de catecolaminas e seus metabólitos em sangue e/ou urina.bnf. In: Fuchs FD. Lavis VR. Stafford LF. com incidência de 0.A fentolamina tem sido adminis188 . 1 Referências Bibliográficas LomuSTiNA Lomustina é agente alquilante da classe das nitrosouréias com ações e usos similares aos da carmustina.htm 3 Rodriguez T. Klasco RK (Ed). considera-se que a lomustina não atende aos critérios de essencialidade. Era indicado como agente de diagnóstico de feocromocitoma.br 2 INCA. Meininger JC.dose original de levotiroxina isoladamente. induz vasodilatação sistêmica1. recomendando-se sua exclusão 1. Kapadia AS. symptoms of depression. 2 Thyroid hormones.3. Branchtein L. Suas indicações aprovadas pelo FDA incluem Doença de Hodgkin (como terapia secundária em combinação com outros agentes) e tumores intracranianos. bloqueador competitivo dos receptores αadrenérgicos. recomendou-se a exclusão de liotironina sódica.gov. primários ou metastáticos (sendo considerada primeira linha quando em associação com vincristina e procarbazina). Rio de Janeiro: INCA/Ministério da Saúde. 2005. and working memory versus treatment with levothyroxine alone. 11(4): 223-233. 3 ed. 2004: 876-885. Dada a utilização restrita de lomustina. Colorado. Fármacos e Tireóide.). British National Formulary 51 March 2006.capes.1% nos hipertensos diastólicos e evolução benigna em 90% destes casos2. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional.

Oral phentolamine (Vasomax). infecção por clamídia. Quanto ao primeiro emprego. incluindo aquela pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). com e sem gel de N9. Há provas robustas de que nonoxinol não reduz a infecção pelo HIV entre trabalhadores do sexo. não tendo detectado proteção do espermicida. Pheochromocytoma surgery: epidemiologic peculiarities in children. 2005. University of the Sciences in Philadelphia. 1 Referências Bibliográficas mETiLCELuLoSE Foi substituída por hipromelose (vide parecer de inclusão). 28 (6): 592-596. pelo que se recomendou a exclusão do mesilato de fentolamina. 2005: 1322-1323. 95 (16): 1196-1204. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.251 mulheres com alto risco de infecções urogenitais por clamídia e gonococo a partir de transmissão heterossexual. Pheochromocytoma: the expanding genetic differential diagnosis. Faiçal S. 5 Beltsevich DG. além de confirmar a ausência de efeito protetor de N-9 contra a aquisição vaginal do HIV. Pheochromocytoma: update on diagnosis and treatment. Lysenko MA. infecção cervical. Ensaio clínico randomizado3 comparou uso de condom. tricomoníase. 6 Brock G. Farmer J. NoNoxiNoL Nonoxinol (N-9) é agente tensoativo espermicida que foi utilizado na prevenção de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis (DST). a metanálise já citada5 (n = 5096 mulheres). Kessler LJ. Kuznetsov NS. não há prova de que condons lubrificados com nonoxinol sejam mais eficazes na prevenção da gravidez do que aqueles lubrificados com silicone. Townsend RR. Há pobre evidência de que o espermicida aumente a eficácia contraceptiva do uso de diafragma. Rev Ass Med Brasil 1997: 43(3): 237-244. mostrou que o espermicida poderia facilitar a transmissão da doença. Dicionário Terapêutico Guanabara 2005/2006. 21 ed. Nathanson KL. vaginose bacteriana e candidíase quando N-9 foi comparado a placebo. em 1. Ao contrário.). Shiota D. metanálise2 não encontrou redução estatisticamente significante no risco de gonorréia. nem entre mulheres atendidas em clínicas de DST1. 189 .trada por via oral para tratamento da disfunção erétil. Drugs Today (Barc) 2000. 4 University of the Sciences in Philadelphia (ed. World J Surg 2004.6 Em nenhuma das indicações atende ao caráter de essencialidade. Remington:the science and practice of pharmacy. 36 (2-3): 121-124. J Natl Cancer Inst 2003. Kazaryan AM. 3 Korolkovas A.1 Quanto à eficácia na prevenção de DST. 2 Bryant J.

2003. Clinical microbicide research: an overview. apesar da aceitabilidade do método. Tweedy KG.Revisão5 analisa os resultados de ensaios clínicos randomizados com nonoxinol. O efeito mecânico da efervescência é provavelmente mais útil para a limpeza das feridas do que a ação antimicrobiana1. Ryan KA. Desse modo. Geneva: World Health Organization. Por isso. 4 James JS. N-9 spermicide for prevention of vaginally acquired HIV and other sexually transmitted infections: systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials including more than 5000 women. 384: 8. recomendou-se a exclusão do nonoxinol. Zekeng L. Aids Treat News 2002. o efeito antimicrobiano do oxigênio liberado é reduzido na presença de matéria orgânica. 287: 1171-1172. Em outro ensaio. Em acréscimo. as usuárias. Os efeitos adversos decorrentes do múltiplo uso aumentaram a infecção por HIV. Effect of nonoxynol 9 gel on urogenital gonorrhoea and chlamydial infection: a randomized controlled trial. 3 Roddy RE. Nonoxynol-9 dangers: health experts warn against rectal use. 5 Van Damme L. 190 . 2: 613-617. Tamoufe U. Por essas razões. especialmente as mais velhas. ocasionando desde manifestações inflamatórias leves até ruptura epitelial em vagina.Trop Med Int Health 2004. 1 Referências Bibliográficas PEróxiDo DE HiDroGêNio (áGuA oxiGENADA) Peróxido de hidrogênio tem fraca atividade antibacteriana e antiviral. Lancet Infect Dis 2002.4. As alterações determinadas por N-9 fizeram com que um estudo de fase III fosse suspenso. cérvice e reto1. Technical Consultation on Nonoxynol-9. WHO/CONRAD. referiram dor ao intercurso. Um terceiro estudo não mostrou o efeito protetor de N-9 na transmissão do HIV em mulheres de alto risco.Uso freqüente de nonoxinol (mais de uma vez ao dia) produz irritação vaginal e cervical. Rutherford GW. Ramjee G. 2 Wilkinson D. 9 (12): 1290-1296. JAMA 2002. Tholandi M. O peróxido de hidrogênio a 3% (solução a 10 V) necessita de períodos longos para produzir efeito anti-séptico local e se usa na limpeza de mucosas e feridas que apresentam tecido necrótico devido a sua capacidade corrosiva2. recomendou-se a exclusão do peróxido de hidrogênio (água oxigenada). o peróxido de hidrogênio 3% não tem valor como anti-séptico e não deve ser empregado na limpeza de feridas que requeiram ou não debridamento cirúrgico. mas seu efeito dura apenas enquanto o oxigênio está sendo liberado.

especialmente em idosos ou em pacientes com problemas cardiovasculares9.4. 1996. desapareceu o benefício. aumentando a sua ação1. tais achados não foram confirmados por outros estudos8. na faixa etária de 35 a 90 anos. 66: 983-995. Retardou a necessidade de levodopa quando comparada a placebo. especialmente quando tremor é a manifestação predominante (evidência de nível II). 31 ed.Neurology 2006. São Paulo: Sarvier. o que foi inicialmente interpretado como neuroproteção. (eds. 1 Pahwa R et al. Embora o Grupo de Pesquisa sobre a Doença de Parkinson do Reino Unido7 tenha relatado aumento do número de mortes em pacientes tratados com a associação de levodopa com selegilina. De qualquer forma. Practice Parameter: treatment of Parkinson disease with motor fluctuations and dyskinesia (an evidence-based review): report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology. Seu uso no início da doença objetiva aliviar sintomas leves antes da instituição de terapia dopaminérgica (evidência de nível II)2.2 Entretanto. 1997: 433. ao interromper-se o tratamento. indicando que o fármaco tinha efeito sintomático leve. London: The Royal Pharmaceutical Society. inibidor seletivo da monoamino oxidase B. Há dados mostrando que selegilina acarreta efeitos adversos cardiovasculares limitantes do uso6. Pela falta de segurança e pela existência de alternativa medicamentosa para o tratamento inicial da Doença de Parkinson. In: Rodrigues EAC et al. 2 Cerqueira MCM. Martindale: The Extra Pharmacopoeia. tem sido usada no tratamento da Doença de Parkinson porque reduz o metabolismo da dopamina. 1 Referências Bibliográficas SELEGiLiNA Selegilina. Também anticolinérgicos são utilizados como terapia inicial.621 pacientes. recomendou-se a exclusão da selegilina. Antissepsia: princípios gerais e antissépticos.Reynolds JEF (ed).) Infecções Hospitalares: prevenção e controle.5. porém suficiente para retardar o início do uso de levodopa3. Avaliação feita pela UK General Practice Research Database em 12. . Referências Bibliográficas 191 . e sugeriu uma acentuação desse efeito nos pacientes com mais de 80 anos e nos que tomavam selegilina sem levodopa10. em comparação à mortalidade de pacientes em monoterapia com levodopa. aquela associação está relacionada com hipotensão postural sintomática e deve ser usada com cautela. com história de Parkinsonismo e tratados com selegilina mostrou pequeno excesso na mortalidade dos indivíduos em uso de selegilina.

Przuntek H. N Engl J Med 1993. Palhagen S. Ann Neurol 1995. 38: 771-777. Alternatives to levodopa in the initial treatment of early Parkinson’s disease. 6 Lees A. Effect of deprenyl on the progression of disability in early Parkinson’s disease. Malapira T. Effect of selegiline on mortality in patients with Parkinson’s disease: a meta-analysis. 22 (9): 731-740. efeito mais dependente da dose em tratamento de longa duração do que no de curta duração. 317: 252-254. BMJ 1998. Neurology. BMJ 1995. 51: 825-830. Mesmo assim perdura a controvérsia pela incerteza da eficácia do hormônio nessa condição. The Parkinson Study Group. Effects of tocopherol and deprenyl on the progression of disability in early Parkinson’s disease. 9 Churchyard A. 4 Parkinson Study Group. 3 Parkinson Study Group. 328: 176-183. Armstrong B. Nichols T. Metanálise determinou o aumento do crescimento em recém-nascidos de baixo desenvolvimento para a idade gestacional. mild Parkinson’s disease: three year interim report. et al. Boonkongchuen P. et al. Larsen JP. N Engl J Med 1989. 8 Olanow CW. Mathias C J. 307: 469-472. 63: 228-234. Drugs Aging 2005.2 Parkinson Study Group. Lees A J. Parkinson’s Disease Research Group in the United Kingdom. Por não aten192 . The effect of deprenyl and levodopa on the progression of Parkinson’s disease. O tratamento com este fármaco é possível por meio do Programa de Medicamentos Excepcionais do Ministério da Saúde. 321: 1364-1371. Hauser RA. Myllyla VV. 1998.1 Outra metanálise2 concluiu que o uso de somatrem em crianças com baixa estatura idiopática resultou em pequenos aumentos na estatura e que o tratamento de longo prazo pode aumentar a altura no adulto. Hubble J. Sotaniemi KA. Gauger L. 7 Parkinson’s Disease Research Group of the United Kingdom Comparison of therapeutic effects and mortality data of levodopa and levodopa combined with selegiline in Parkinson’s disease. The Parkinson Study Group. Autonomic effects of selegiline: Possible cardiovascular toxicity in Parkinson’s disease. SomAToTroFiNA O hormônio do crescimento humano (pela DCB: somatrem) é sintetizado por técnicas de DNA recombinante e usado por via subcutânea em casos de hipopituitarismo e de síndrome de Turner (afecções incomuns). 5 Olanow CW. BMJ 1993. and bromocriptine in patients with early. 16: 1602-1607. J Neurol Neurosurg Psych 1997. Koller W. Hollowell J. Comparisons of therapeutic effects of levodopa. levodopa and selegiline. SoLuÇÃo PArA HEmoDiáLiSE SEm GLiCoSE E SEm PoTáSSio Foi substituída por solução ácida para hemodiálise (vide parecer de inclusão). 10 Thorogood M. Mortality in people taking selegiline: observational study.

nenhuma formulação tópica se mostrou eficaz na profilaxia de feridas limpas. uma vez que a limpeza da lesão (com água e sabão) deve ser a primeira providência. são superiores ao tratamento tópico. Effect of growth hormone therapy on height in children with idiopathic short stature: a meta-analysis. 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE NEomiCiNA + BACiTrACiNA ZíNCiCA Antibacterianos tópicos têm sido usados para prevenir infecções em ferimentos. além disso. é classe IIa (recomendado em muitos casos) e categoria B. Arch Pediatr Adolesc Med 2002. Marrero U.1 O uso tópico de neomicina e bacitracina tem-se mostrado eficaz na prevenção de infecções em pequenas feridas e queimaduras em estudos não-controlados. a não ser por breve período para infecções definidas5. Mais recentemente. passaram a ser utilizados para evitar infecções pósoperatórias e de cateter em alguns pacientes. aumenta a resistência bacteriana. no tratamento de infecções superficiais da pele e de tecidos moles e para erradicar o estado de portador de Staphylococcus aureus.1 Por isso esse uso permanece questionável.der ao conceito de essencialidade. Pediatrics 2005. Cuttler L.1 Neomicina induz sensibilidade de contato. recomendou-se a exclusão de somatotrofina (somatrem). 2 Finkelstein BS. porém. A absorção sistêmica (em áreas extensas da pele) de neomicina pode causar ototoxi193 .4 Há uso desnecessário de antimicrobianos tópicos. Hokken-Koelega A. Até hoje.1 Antimicrobianos sistêmicos. como úlceras de pressão. 115(4):e458-e462. de Zegher F. Bacitracina quase não apresenta efeitos adversos. O uso de antimicrobianos tópicos em lesões crônicas. não evidenciou diminuir a contaminação bacteriana ou acelerar o processo de cicatrização e. quanto à da bacitracina. A comparação entre antibióticos tópicos associados e mupirocina não evidenciou diferença estatisticamente significante. Radcliffe DJ. Antibióticos tópicos devem ser evitados em úlceras de perna. porque essas infreqüentemente se tornam infectadas. principalmente em casos com múltiplas lesões2.3 A consistência de recomendação (classe) para a neomicina é IIb (recomendado em alguns casos) e a consistência de prova (categoria) é B (estudos randomizados envolvendo pequeno número de pacientes ou não-randomizados). possível toxicidade sistêmica e reatividade cruzada com outros antibióticos. Imperiale TF. 156 (3): 230-240. Speroff T. Growth hormone therapy for children born small for gestational age: height gain is less dose dependent over the long term than over the short term.

Douglas.cidade irreversível. cujo risco supera os potenciais benefícios em termos de prevenção de eventos primordiais. In: Mandell GL. Como os demais fármacos do grupo I. Todos aumentaram o efeito pró-arrítmico (NNH: 17-119). 22 (1): 1-3. New York: Churchill Livingstone. Disponível em http://www. 2004. Pela pouca eficácia e pelos riscos apresentados. cloridrato de sotalol) foram comparados na prevenção de fibrilação atrial após conversão ao ritmo sinusal. antiarrítmicos de classes IA (fosfato de disopiramida e sulfato de quinidina). São Paulo: Atheneu. tendo indicação como segunda escolha em fibrilação atrial. idosos e pacientes com insuficiência renal6. cefaléia.1 Em revisão sistemática2 de 44 estudos (n=11 322).org 5 World Health Organization. Geneva: WHO. 2 Ribeiro Filho N. cloridrato de propafenona) e III (amiodarona. 2000. and Bennett’s Principles and practice of infectious diseases. Dolin R. hepatotoxidade. recomendou-se a exclusão de sulfato de neomicina + bacitracina zíncica. (eds). eds. anafilaxia. Shermock KM. dofetilida. Bennett JE. 4 British National Formulary. náuseas e vômitos). diplopia. Quinidina apresenta problemas de tolerabilidade digestiva (diarréia. A prospective. cinchonismo (zumbido. 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE quiNiDiNA Quinidina classifica-se como antiarrítmico do grupo IA. “síncope por quinidina” (fenômeno de torsades de pointes). randomized pilot evaluation of topical triple antibiotic versus mupirocin for the prevention of uncomplicated soft tissue wound infection. reações de hipersensibilidade (prurido. fotofobia. lúpus eritematoso. confusão mental e delírio) com doses tóxicas. Tunkel AR. Am J Emergency Med 2004. mielossupressão. In: Fernandes AT et al. London: British Medical Journal Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. junto com os antiarrítmicos do grupo IC. distúrbio renal. febre. apresenta efeito pró-arrítmico. NNH: 109). 51 ed. Só é considerada primeira escolha em taquicardia atrial reentrante. WHO Model Formulary. Agentes antimicrobianos. 2004: 479-489. broncoes194 .bnf. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. tontura. flutter atrial e taquicardia ventricular. 2006. Emerman C. Todos os fármacos reduziram a recorrência da arritmia (NNT: 2-9). perda de audição. somente os da classe IA se associaram a aumento de mortalidade em comparação com controles (P = 0. O’Donnell JA. 6 ed. Topical antibacterials. exceto amiodarona e propafenona.04. vermelhidão da pele. Mandell. particularmente em crianças. mas houve desistência de tratamento por efeitos adversos (NNH: 9-27). 3 Hood R. De todos os fármacos testados. IC (acetato de flecainida.

Resultados de inúmeros ensaios clínicos revelaram ser a talidomida terapia de primeira linha para o tratamento sintomático de ENL moderado a severo.pasmo). hematológicas. Antiarrítmicos. mas sua utilidade no mieloma múltiplo refratário é significativa. SIDA. Laffitte E. Ferreira MBC (eds. Pelo risco que acarreta.periodicos. caquexia. Greenwood Village. podendo ser usada para supressão e prevenção dessa doença cutânea2.2 Dentre todas elas. Bergmann JF. inflamatórias. sua eficácia não está provada. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional. 166(7): 719-728.3 Em câncer hematológico e tumores sólidos. 3 Klasco RK (ed). 1 Referências Bibliográficas 195 . para facilitar o controle das prescrições médicas e minimizar o possível uso indevido do medicamento. USP-DI® System. Mouly S. Sherman M. Thomson MICROMEDEX. Tendo em vista que a aplicação clínica da talidomida é restrita a algumas patologias.br 1 Referências Bibliográficas TALiDomiDA Após sua retirada do mercado em 1961. A surprising recovery. como doenças reumáticas. restringindo a utilização aos programas de saúde. a talidomida voltou à literatura médica na última década. carcinoma renal. Strauss S. 2 Lafuente-Lafuente C. tendo pequena margem de segurança. 1(16): 1077-1080. dermatológicas. Até este momento. antiinflamatórias e imunomoduladoras com potencial utilidade numa gama de indicações clínicas. recomenda-se sua exclusão da Rename. Thalidomide: new indications for an old drug.capes. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2 Stirling D.4-7 Estudos foram realizados em câncer de próstata. Wannmacher L. Arch Intern Med 2006.Longas-Tejero MA. 2004: 719-732. as evidências construídas sobre as diversas indicações clínicas são pobres e iniciais. Mahe I. Rev Med Suisse 2005. Disponível em: http://www. o órgão regulador norte-americano (FDA) liberou o uso de talidomida para tratamento de eritema nodoso (ENL) na hanseníase. Zimerman L. já que os estudos de fase III ainda não estão completos.) 1997. neoplásicas.1.gov. 3 ed. Fuchs FD. 37 (3): 306-313.). Thalidomide. J Am Pharm Assoc (Wash. insuficiência cardíaca. exibindo propriedades antiangiogênicas. In: Fuchs FD. glioma e câncer colo-retal8. sendo desaconselhados tratamentos de longo prazo3. USA. meningite tuberculosa e outras. Antiarrhythmic drugs for maintaining sinus rhythm after cardioversion of atrial fibrillation: a systematic review of randomized controlled trials. Colorado. recomendou-se a exclusão do sulfato de quinidina.

). Lancet 2004. produzindo dor de cabeça “rebote”3. 98 (2): 492–494.3 Wannmacher L. Extended survival in advanced and refractory multiple myeloma after single-agent thalidomide: identification of prognostic factors in a phase 2 study of 169 patients. Desikan R. 123: 9-18. N Engl J Med 1999. J Clin Oncol 2006. Response to thalidomide in progressive multiple myeloma is not mediated by inhibition of angiogenic cytokine secretion.capes. Nº 9. Disponível em http// www. Greenwood Village. 2. Brasília: OPS-OMS/Ministério da Saúde do Brasil. 24 (3): 431-436. 4 Singhal S. 8 Franks ME. 341 (21): 1565–1571. Disponível em http://www. Blood 2001.capes. Spencer T. TArTArATo DE ErGoTAmiNA Ergotamina é alcalóide do ergot. Thalidomide.periodicos. Ayers D. Blood E. Colorado: Thomson MICROMEDEX. utilizada no tratamento de crises agudas de enxaqueca1. Em função do exposto e porque a forma de comprimido sublingual não está disponível no Brasil. 2006. Antitumor activity of thalidomide in refractory multiple myeloma. 6 Rajkumar SV. Eddlemon P.br 1 Referências Bibliográficas 196 . Drugdex System. 115: 605-608. Martindale: The Complete Drug Reference. Outro aspecto importante é o surgimento de um ciclo de dependência após o seu uso no tratamento da enxaqueca. Além disso. Desikan R. Greenwood Village. Electronic version. Figg WD. Thomson Micromedex. Saxena PR.). Fonseca R. agosto de 2005. recomendou-se a exclusão de tartarato de ergotamina. Dahlof C et al. Greipp PR. Eddlemon P. A volta da talidomida: qual é a evidência? Uso racional de medicamentos: temas selecionados. Mehta J. Klasco RK (ed. Em crises intensas.gov.. Vol. Ergotamine in the acute treatment of migraine: a review and European consensus. 5 Barlogie B. Zeldis J. et al. No tratamento de crises de enxaqueca leve a moderada sua eficácia é a mesma de analgésicos não-opióides que a substituíram. et al. 3 Sweetman S (ed. Phase III clinical trial of thalidomide plus dexamethasone compared with dexamethasone alone in newly diagnosed multiple myeloma: a clinical trial coordinated by the Eastern Cooperative Oncology Group.br 2 Tfelt-Hansen P. Colorado. Br J Haematol 2001. London: Pharmaceutical Press.periodicos. Eastern Cooperative Oncology Group. USA. Roberson P. Macpherson GR.gov. Brain 2000. não-responsivas aos medicamentos prévios. uma vez que esses apresentam menos efeitos adversos2. Munshi N. foi substituída por sumatriptana e outros agonistas da serotonina. 7 Neben K et al. 363(9423): 1802-1811. Vesole D. a ergotamina pode exacerbar a náusea e o vômito que comumente acompanham as crises.

The assessment and treatment of theophylline poisoning. cor pulmonale. UpToDate 2005. com doença hepática. 3 ed. Whyte IM. embora haja estudos que apontem seu benefício em asma crônica grave1. taquicardia e cefaléia. inclusive as com infecção assintomática pelo HIV. pois. Fuchs FD.TEoFiLiNA Teofilina tem limitada eficácia em asma brônquica quando comparada a outros broncodilatadores. Ferreira MBC (eds. Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional. Teofilina necessita de monitorização. crianças com 12 meses de vida ou mais e com menos de 18 anos. O maior problema com seu uso é a toxicidade. asplenia anatômica ou funcional e hemoglobinopatias. pois é fármaco de estreita margem de segurança (níveis séricos eficazes estão entre 10 e 20 µg/mL.1 2 Amaral R. mesmo em concentrações menores que 10 µg/mL. Antiasmáticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em http://www. taquiarritmias ventriculares e choque acarretam riscos maiores e devem ter tratamento específico. Fitzgerald JM. e toxicidade inicia-se com15 µg/mL e é considerável acima de 20 µg/mL). 3 Dawson AH.2 Um estudo estimou taxa de mortalidade em torno de 10% associada com intoxicação por teofilina3. 4 Dennis RJ. recomendou-se a exclusão da teofilina. 2004: 769-787. obesos. e havendo outras alternativas mais eficazes e seguras.com [Acesso em 14/10/06] 1 Referências Bibliográficas vAcINA cONTRA HAEMOPHILUS INFLUENZAE B A vacina contra Haemophilus influenzae B é indicada para crianças com mais de 12 meses de vida e menores de 5 anos com doenças pulmonar ou cardíaca crônicas e graves. version 14. In: Fuchs FD. doença pulmonar obstrutiva crônica e infecções virais. 151: 689-693. mesmo sendo a dose ajustada individualmente. Wannmacher L. Med. situações que prolongam a meia-vida.2 Como teofilina oral só apresenta benefício provável em terapia adicional de asma brônquica persistente pobremente controlada por corticóides inalatórios4. Sawicki G. Dovey M. a concentração sistêmica sofre variações em diferentes circunstâncias da vida do paciente.). nervosismo. Teofilina oral pode ocasionar náusea. Clin Evid 2006. J. insuficiência cardíaca congestiva. antes de esplenectomia eletiva e trans197 . Convulsões. comumente obtidas com doses terapêuticas. Aust 1989. clinicalevidence. Asthma. Esquemas de administração precisam de reajuste em pacientes idosos. nas seguintes condições: imunocomprometidas. Solarte I.

pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. BRASIL. hemoglobinopatias. Ministério da Saúde. imunodeficiência congênita ou adquirida. É indicada em crianças com 2 anos e adultos. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial.saude. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. diabetes melito insulino-dependente. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial.gov.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica VACiNA CoNTrA HEPATiTE A A vacina contra hepatite A está indicada somente para as pessoas com hepatopatias crônicas suscetíveis a hepatite A. BRASIL. síndrome nefrótica.saude. Está indicada também em crianças com 2 anos e adultos.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica 198 . Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial.plantados de medula óssea com qualquer idade.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica VACiNA CoNTrA PNEumoCoCoS 23 VALENTE A vacina contra pneumococos 23 valente é uma suspensão de antígenos polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococo.saude. Ministério da Saúde. BRASIL. basicamente imunocompetentes. com doenças pulmonar ou cardiovascular crônicas graves. Ministério da Saúde.gov. pessoas HIV positivas assintomáticas e doentes com aids. insuficiência renal crônica. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. cirrose hepática e fístula liquórica.gov. com asplenia anatômica ou funcional.

199 . Ministério da Saúde. É indicada para crianças imunodeprimidas (com deficiência imunológica congênita ou adquirida) não vacinadas ou que receberam esquema incompleto de vacinação contra poliomielite. imunodeficiência congênita ou adquirida.VACiNA CoNTrA PNEumoCoCoS 7 VALENTE A vacina pneumocócica 7 valente é indicada para crianças menores de 2 anos basicamente imunocompetentes. cirrose hepática.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica vAcINA cONTRA RAIvA PARA USO HUMANO FUENZALIdA-PALAcIOS A raiva é problema de saúde pública por ter letalidade de praticamente 100%. insuficiência renal crônica. Pode causar reações neurológicas graves. síndrome nefrótica. pessoas submetidas a transplante de medula óssea. fístula liquórica.gov.saude. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. BRASIL. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial. diabetes melito. A vacina contra a raiva para uso humano Fuenzalida-Palacios é constituída por vírus inativados produzidos em cérebro de camundongos lactentes. com doenças pulmonar ou cardiovascular crônicas graves. II e III inativados por formaldeído.gov.saude. BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www. hemoglobinopatias. principalmente a Síndrome de GuillainBarré1. crianças que estejam em contato domiciliar com pessoa imunodeficiente suscetível e que necessitem receber vacina contra poliomielite. A prevenção da raiva é realizada por meio do controle da raiva animal e da profilaxia humana pré-exposição e pós-exposição. asplenia congênita ou adquirida. pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.br [Acesso em 03/03/2006] 1 Referência Bibliográfica VACiNA CoNTrA PoLiomiELiTE iNATiVADA É vacina de poliovírus dos tipos I. crianças HIV positivas assintomáticas e com aids. As vacinas de cultivo celular são constituídas por vírus inativados.

produzidos em meios de cultura isentos de tecido nervoso. Combinam segurança biológica, maior imunogenicidade e baixa reatogenicidade1-3. Atualmente no Sistema Único de Saúde se utilizam apenas vacinas de cultivo celular, que são distribuídas na rede básica de saúde tanto para as finalidades de pré quanto de pós-exposição. Por isso se recomendou a exclusão da vacina contra raiva para uso humano Fuenzalida-Palacios.
CDC. Human rabies prevention – United States, 1999. Recommendations of the Advisory. Committee on Immunization Practice (ACIP). MMWR 1999, 48 RR-1: 1-21. Disponível em http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/00056176.htm [Acesso em 8 de junho de 2006] 2 Jones RL et al. Immunogenicity, safety and lot consistency in adults of a chromatographically purified Vero-cell rabies vaccine: a randomized, double-blind trial with human diploid cell rabies vaccine. Vaccine 2001; 19: 4635-4643. 3 Nogueira YL. Adverse effect versus quality control of the Fuenzalida-Palacios antirabies vaccine. Rev Inst Med Trop São Paulo 1998; 40(5): 295-299.
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Referências Bibliográficas

VACiNA CoNTrA VAriCELA A vacina contra varicela está indicada para imunocomprometidos, portadores de: leucemia linfocítica aguda e tumores sólidos em remissão (pelo menos 12 meses), desde que apresentem 1.200 linfócitos/mm3, sem radioterapia. Também se indica em imunocompetentes, tais como profissionais de saúde, pessoas e familiares suscetíveis à doença e que estejam em convívio domiciliar ou hospitalar com pacientes imunocomprometidos. Pessoas suscetíveis à doença que serão submetidas a transplante de órgãos (fígado, rins, coração, pulmão e outros órgãos sólidos) podem recebê-la pelo menos três semanas antes do ato cirúrgico, bem como pessoas suscetíveis à doença no momento da internação em enfermaria onde haja caso de varicela. Ainda se executa a vacinação antes da quimioterapia, em protocolos de pesquisa. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial, pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.
BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.saude.gov.br [Acesso em 03/03/2006]
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Referência Bibliográfica

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VACiNA DuPLA iNFANTiL A vacina dupla infantil contém toxóide diftérico e toxóide tetânico, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio. Está indicada para crianças com menos de 7 anos de idade para as quais haja contra-indicação de receberem a vacina contra a coqueluche (componente pertussis = P) da vacina tríplice (DTP). Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial, pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.
BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.saude.gov.br [Acesso em 03/03/2006]
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Referência Bibliográfica

vAcINA TRÍPLIcE AcELULAR A vacina tríplice acelular está indicada em crianças com até 6 anos completos, as quais, após o recebimento de qualquer uma das doses da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP), tenham apresentado os seguintes eventos adversos graves: convulsões nas primeiras 72 horas após a vacinação; síndrome hipotônica hipo-responsiva nas primeiras 48 horas após a vacinação. Esta vacina está incluída no programa de imunobiológicos especiais do Ministério da Saúde1 e não preenche os critérios de medicamento essencial, pelo que se recomendou sua exclusão da Rename.
BRASIL. Ministério da Saúde. Imunobiológicos especiais e suas indicações (Disponível em www.saude.gov.br [Acesso em 03/03/2006]
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Referência Bibliográfica

VioLETA DE GENCiANA Candidíase orofaríngea é infecção comum em portadores de dentaduras, diabéticos, pacientes tratados com antibióticos, pacientes submetidos a quimioterapia ou radioterapia e pacientes HIV positivos1. O tratamento de escolha consiste na suspensão de nistatina, opção barata e com atingimento de estruturas esofágicas. Clotrimazol é uma alternativa que facilita a adesão, por ser mais palatável1,2. Não existe evidência clínica para a utilização da violeta de genciana no tratamento de candidíase orofaríngea1. A Organização Mundial da Saúde mantém no seu formulário a violeta de genciana (cloreto de metilrosanilínio) porque não apresenta problemas com relação à segurança e tem um baixo custo, o que viabiliza o uso para paí201

ses que não têm outras alternativas. Como a Rename contempla alternativas para essa indicação, recomendou-se a exclusão da violeta de genciana.
www.uptodate.com 2006 2 Pappas PG et al. Guidelines for treatment of candidiasis. Clinical Infectious Diseases 2004; 38(2): 161-189.
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Referências Bibliográficas

B) PArECErES DAS iNCLuSÕES ACETATo DE BETAmETASoNA + FoSFATo DiSSóDiCo DE BETAmETASoNA A corticoterapia antenatal acelera a maturação pulmonar e reduz a incidência de doença de membrana hialina, hemorragia intraventricular e morte em recém- nascidos prematuros1. Os estudos clínicos realizados até o momento parecem indicar que não há risco aumentado de infecção perinatal com emprego da corticoterapia1 no regime de dose recomendado. Recém-nascidos prematuros submetidos a corticoterapia antenatal não apresentaram comprometimento neurológico ou intelectual em estudos de acompanhamento1. Revisão sistemática Cochrane2 de 18 ensaios clínicos (n=3700) mostrou que a administração antenatal de betametasona (24 mg), dexametasona (24 mg) ou hidrocortisona (2 g) a gestantes em risco de parto prematuro associou-se a significativa redução de mortalidade, doença de membrana hialina e hemorragia intraventricular em prematuros. Dose única de corticóide, dada sete dias antes do parto, não se associou a efeitos adversos maternos e fetais. A revisão sistemática não identificou evidência suficiente de benefício com doses repetidas em mães que não evoluíram para o parto, mas continuaram sob risco de parto prematuro. Em estudo randomizado,3 compararam-se os efeitos de 2 injeções de acetato de betametasona + fosfato de betametasona, 4 injeções de fosfato de betametasona ou 4 injeções de fosfato de dexametasona sobre a freqüência cardíaca fetal. As 3 formulações não diferiram significativamente entre si em relação ao desfecho medido. A corticoterapia antenatal é responsável por duas fases na freqüência cardíaca fetal, o que não varia de acordo com o regime de corticóide usado. Outra revisão sistemática Cochrane4 de 21 estudos (3.885 mulheres e 4.269 neonatos) confirmou que o tratamento antenatal com corticóides não aumentou riscos maternos (morte, corioamnionite e sepse puerperal) e reduziu riscos neonatais
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(morte, doença da membrana hialina, hemorragia cerebroventricular, enterocolite necrosante, admissões em UTI neonatal, infecções sistêmicas nas primeiras 48 horas de vida). Os corticóides neonatais mostraram-se eficazes em mulheres com ruptura prematura de membranas e hipertensão gestacional, sendo dose única antenatal recomendada quando há risco de parto prematuro, salvo poucas exceções. Segundo os autores, não se definiu ainda qual o melhor representante corticóide, qual a dose ótima e quais são os efeitos em gestações múltiplas. Apesar disso, houve a decisão de incluir na Rename acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona na forma de suspensão injetável (3 mg/mL + 3 mg/mL).
Crowley P, Roberts D, Dalziel S, Shaw BNJ. Antenatal corticosteroids to accelerate fetal lung maturation for women at risk of preterm birth (Protocol for a Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software 2 Crowley P. Prophylactic corticosteroids for preterm birth (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software. 3 Subtil D, Tiberghien P, Devos P, Therby D, Leclerc G, Vaast P, Puech F. Immediate and delayed effects of antenatal corticosteroids on fetal heart rate: a randomized trial that compares betamethasone acetate and phosphate, betamethasone phosphate, and dexamethasone. Am J Obstet Gynecol 2003; 188 (2): 524-531. 4 Roberts D, Dalziel S. Antenatal corticosteroids for accelerating fetal lung maturation for women at risk of preterm birth. Cochrane Database of Systematic Reviews 2006, Issue 3. Art. No.: CD004454. DOI: 10.1002/14651858.CD004454.pub2.
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Referências Bibliográficas

áLCooL ETíLiCo O número de pacientes internados em hospital e infectados por Staphylococcus aureus resistente à meticilina foi avaliado um ano antes e depois da introdução de álcool gel para a higiene das mãos. Novas infecções por S. aureus resistente à meticilina, provavelmente adquiridas no hospital, foram significantemente reduzidas (P < 0,05) de modo permanente durante os meses subseqüentes ao emprego de álcool, bem como o uso de teicoplanina.1 Estudo em hospitais avaliou a influência do uso de álcool gel na limpeza das mãos dos profissionais de saúde; para cada hospital, tipo e freqüência de infecções após intervenções foram comparados com os dados de período em que não era usado álcool. Os resultados demonstraram redução média de 36,1% nas taxas de infecção no período de 10 meses de utilização do álcool2. Noutro ensaio, realizado num período de oito dias com 52 enfermeiras distribuídas ao acaso em dois grupos, a avaliação das condições da pele e o grau de dano epidérmico foi significante203

mente pior no grupo que usava sabão não anti-séptico do que no grupo que fez desinfecção alcoólica. A limpeza com álcool foi significativamente mais eficaz do que o sabão líquido na remoção de microrganismos de contaminação transitórios3. Assim, o álcool apresenta boa tolerabilidade, tendo aceitação, adesão e aumento de freqüência de higienização pelos profissionais.4,5 Outro estudo avaliou as reduções microbianas em mãos contaminadas com Acinetobacter baumannii oriundas de quatro regimes de higienização das mãos: sabão comum, álcool etílico 70%, PVPI 10% e clorexidina 4%. As reduções foram significativamente maiores com o uso de álcool e PVPI.6 A concentração ideal de álcool é a de 70%. Por isso, fez-se a inclusão de álcool etílico na forma de solução 70% (m/V).
MacDonald A, Dinah F, MacKenzie D, Wilson A. Performance feedback of hand hygiene, using alcohol gel as the skin decontaminant, reduces the number of inpatients newly affected by MRSA and antibiotic costs. J Hosp Infect 2004; 56(1): 56–63. 2 Hilburn J, Hammond BS, Fendler EJ, Groziak PA. Use of alcohol hand sanitizer as an infection control strategy in an acute care facility. Am J Infect Control 2003; 31(2): 109-116. 3 Winnefeld M, Richard MA, Drancourt M, Grob JJ. Skin tolerance and effectiveness of two hand decontamination procedures in everyday hospital use. Br J Dermatol 2000; 143(3): 546-550. 4 Boyce JM. Antiseptic technology: access, affordability, and acceptance. Emerg Infect Dis 2001; 7: 231-233. 5 Pittet D. Improving adherence to hand hygiene practice: a multidisciplinary approach. Emerg Infect Dis 2001; 7: 234-40. 6 Cardoso CL, Pereira HH, Zequim JC, Guilhermetti M. Effectiveness of hand-cleasing agents for removing Acinetobacter baumannii strain from contaminated hands. Am J Infect Control 1999; 27: 327-331.
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Referências Bibliográficas

ATENoLoL Atenolol é antagonista adrenérgico β1-seletivo, com a mesma eficácia de outros betabloqueadores, mas algumas vantagens em relação aos nãoseletivos: maior comodidade de administração para o paciente (1 vez ao dia) e menor penetração em sistema nervoso central por ser mais hidrossolúvel, ocasionando menos distúrbio de sono e pesadelos1. Atenolol também tem menos afinidade por receptores beta-2 brônquicos, causando menos broncoespasmo, sem ser isento deste efeito adverso, e menos doença vascular periférica2. Estudo3 comparou os efeitos de atenolol, metoprolol e propranolol sobre sobrevida de pacientes após infarto do miocárdio, demonstrando taxas de mortalidade praticamente idênticas de metopro204

Zipes DP. 2006. USA. e que todos podem ser usados eficazmente para tratar hipertensão. podendo ocasionar cegueira. e discretamente aumentadas com propranolol. 4 Miller JM.gov. Braunwald´s Heart Disease. no mínimo. 7 ed.8%) de uma comunidade em que tracoma era endêmico. e com isso maior adesão a tratamento. fazendo parte de um conjunto de estratégias (SAFE) preconizadas pela Organização Mundial da Saúde. angina de peito e outros distúrbios. In: Zipes DP. Colorado. hipertensão e arritmias há indicação de atenolol que é. Geralmente. tão eficiente quanto outros fármacos da mesma classe.1% em 2 meses. A textbook of Cardiovascular Medicine. 52 ed. A prevalência e a intensidade da infecção diminuíram drasticamente e permaneceram bai205 . Greenwood Village. arritmias cardíacas. 87: 823-826. causada por Chlamydia trachomatis. and propranolol) on survival after acute myocardial infarction. Braunwald E (eds. considerase que nenhum beatabloqueador adrenérgico oferece distinta vantagem sobre outro quando titulado em apropriada dosagem. Assim. A prevalência da infecção caiu de 9. Em angina pectoris.capes. metoprolol. periodicos. Comparative effects of three beta blockers (atenolol. O uso de dose oral única de azitromicina substitui tetraciclina tópica.).1 Apresenta a vantagem de poder ser usada em crianças com menos de 8 anos de idade e gestantes.1% em 24 meses. Bonow RO. Libby P. Am J Cardiol.5% para 2.org 3 Gottlieb SS. Klasco RK (Ed). USP-DI® System. e redução de alguns efeitos adversos. 4 Então sua inclusão é justificada pela diferença farmacocinética que confere maior comodidade de esquema. Disponível em http://www.br 2 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. e para 0. Thomson MICROMEDEX. London: BMJ Publishing Group and RPS Publishing. Estudo2 avaliou tratamento de massa em 956 indivíduos (97.lol e atenolol. British National Formulary.bnf. o que pode ser atribuído a diferenças basais não detectadas. Philadelphia: Elsevier Saunders. 1 Referências Bibliográficas AZiTromiCiNA Tracoma é infecção ocular repetida. Disponível em: http://www. Therapy for Cardiac Arrhythmias. McCarter RJ. 2001. 2005:727. como profilaxia de enxaqueca. Os habitantes receberam dose única oral de azitromicina ou um curso de pomada ocular de tetraciclina (aqueles com contra-indicação à azitromicina) e foram acompanhados por até 24 meses. fez-se inclusão de atenolol na forma de comprimidos de 50 mg e 100 mg.

1 Referências Bibliográficas BESiLATo DE ANLoDiPiNo Nifedipino de liberação sustentada.7% e 95% no grupo da penicilina G benzatina. Para a profilaxia de endocardite bacteriana em crianças. Issue 1. The SAFE strategy for trachoma control: Using operational research for policy. Martin MV. O tratamento de massa. 3 Brocklehurst P. Oxford: Update Software. et al. Emerson PM. 4 328 indivíduos foram randomizados para receber 2g de azitromicina por via oral ou 2. Azitromicina tem sido recomendada pela American Heart Association como alternativa à penicilina para profilaxia de endocardite bacteriana em adultos com alergia penicilínica submetidos a procedimentos orais.5 Por admitir tratamento ou prevenção em dose oral única de doenças que são prioridades em saúde pública. As taxas de cura se equivaleram: 97. Bull World Health Organ 2006. antagonista de cálcio diidropiridínico. mas com a vantagem de poder ser usada em gestantes. clindamicina em suspensão oral tem sido substituída por azitromicina.000 UI de penicilina G benzatina por via intramuscular. Mabey D. Rooney G. Single-dose azithromycin versus penicillin G benzathine for the treatment of early syphilis. Mass treatment with single-dose azithromycin for trachoma. In: The Cochrane Library. N Engl J Med 2004. Azithromycin and dentistry – a useful agent? Br Dent J 2006. mostrando-se tão eficaz quanto doxiciclina e igualmente bem tolerada. 5 Addy LD. 351(19): 1962-1970. Todd J. talvez suplementado por uso subseqüente e periódico de pomada ocular de tetraciclina em pessoas com a doença ativa. 197(13):141-143. Burton M. foi retirado da Rename como fármaco usado em angina de peito.xas durante os 24 meses em que os pacientes foram acompanhados. 2006. donovanose e sífilis. respiratórios ou esofágicos. 2 Solomon AW et al. Rusizoka M.3 Azitromicina também se mostrou ativa contra gonorréia. planning and implementation. Bailey R. fez-se a inclusão de azitromicina nas formas de comprimido de 500mg e suspensão oral com 40 mg/mL. 84(8): 613-619. Interventions for treating genital chlamydia trachomatis infection in pregnancy (Cochrane Review). 4 Riedner G. pode interromper a transmissão ocular de infecção por Chlamydia trachomatis1. cancróide. Solomon AW. Em ensaio clínico. N Engl J Med 2005.400. Outra indicação clínica é no manejo de infecção sexualmente transmissível causada por Chlamydia trachomatis. 353:1236-1244. espasmo coronariano (angina de Prinzmetal) e hipertensão arterial por associar-se a aumento significante na mortalidade total de pacientes com 206 .

nas indicações cardiovasculares cabíveis. Braunwald E (eds. em substituição a nifedipino. Também é recomendado em pacientes com angina e as seguintes comorbidades: bradicardia sinusal. também bloqueador dos canais de cálcio do tipo diidropiridínico. é menos lipossolúvel. Ensaio clínico randomizado que comparou anlodipino com nifedipino retard em monoterapia de pacientes com angina estável mostrou a mesma eficácia. o que pode contribuir para a adesão ao tratamento6. Braunwald´s Heart Disease. Amlodipine in chronic stable angina: results of 1 Referências Bibliográficas 207 . bloqueio atrioventricular. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group. Por ter pequena ação inotrópica negativa. Circulation 1995.2 Apresentou perfil de segurança aceitável em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave.1 Outros antagonistas do cálcio podem ter efeitos adversos similares. em particular aqueles do tipo diidropiridínico. Gersh BJ. 1 Nifedipino foi substituído por anlodipino naquelas indicações. N Engl J Med 1996. melhorando os desfechos clínicos e determinando discreta redução de custo em relação ao placebo5. 335(15): 1107-1114. síndrome de Raynaud e broncoespasmo ou asma (as duas últimas condições por serem contra-indicações para betabloqueadores adrenérgicos). 7 ed. In: Zipes DP. além da conveniência de uma dose diária. 4 Ezekowitz MD. Meyer JV. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Hossack K. Libby P. anlodipino mostrou eficácia e boa tolerabilidade. não aumentando morbidade ou mortalidade cardiovasculares. 92(5): 1326-1331.2 Em ensaio clínico cruzado. fez-se a inclusão de besilato de anlodipino na forma de comprimidos revestidos de 5 mg e 10mg. randomizado e controlado por placebo. 2 Morrow DA. Nifedipine. Chronic coronary artery disease. et al. Dose-related increase in mortality in patients with coronary heart disease.4 Em estudo de custo-efetividade realizado em pacientes com doença arterial coronariana. Mehta JL. 2005: 1306. Philadelphia: Elsevier Saunders. mostrou-se especialmente útil em pacientes com angina crônica e disfunção ventricular esquerda3. Anlodipino. Furberg CD. Ghali JK. o que permite a administração a cada 24 horas.). realizado em pacientes com angina estável. mas menor incidência de efeitos adversos com o primeiro. 3 Packer M. anlodipino mostrou ser custo-efetivo. Bonow RO. Por essas considerações. et al. Braunwald E. A textbook of Cardiovascular Medicine. Psaty BM.doença coronariana quando usado em doses altas a moderadas. quando comparado a placebo. tendo mais lento início de ação e maior duração de efeito (meia-vida plasmática de 36 horas). O’Connor CM.

BNF 50 . Há benefício provável com suplementação de cálcio associada à vitamina D na redução de fraturas não-vertebrais em mulheres na pós-menopausa. equivalente a 500mg de cálcio. 2004. 6 Sauerbrey-Wulkopf N. 3 British Medical Association and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. 2005: 484.periodicos. 5 Doyle JJ. Kupper W. a associação de cálcio e vitamina D constitui a mais simples e menos onerosa das estratégias que previnem fraturas osteoporóticas de quadril e outras localizações não-vertebrais. devido a problemas na absorção1. Geneva: World Health Organization.3. 2 McEvoy GK (ed.gov. sugerindo que parte da perda óssea associada à idade seja secundária à ingestão insuficiente de cálcio e à deficiência de vitamina D5. gravidez e lactação devido a aumento na demanda. 2006.250mg. WHO Model Formulary 2004. A cost-effectiveness evaluation of amlodipine usage in patients with coronary artery disease in Sweden. 4 Klasco RK (Ed). 2005. Em caso de osteoporose.) AHFS Drug Information. Colorado: Thomson MICROMEDEX.a multicenter double-blind crossover trial. 50 ed. a ingestão diária de cálcio deve ser o dobro da quantidade diária normalmente recomendada1. 56(2): 76-81. Arocho R. Am Heart J 1995. Embora com benefício categorizado como provável. et al. Herz 2001. CArBoNATo DE CáLCio A suplementação de cálcio é necessária apenas quando a dieta é deficiente1.br 1 Referências Bibliográficas 208 . 129(3): 527-535. com estado de deficiência de vitamina D e sem história prévia de fratura.6 Quando há necessidade de terapia medicamentosa. Int J Clin Pract 2002. A osteoporose é importante problema de saúde pública para idosos. por ter razoável segurança e menor custo7. A necessidade varia com a idade e é relativamente maior na infância. McGuire A. 26(2): 149-156. Greenwood Village. Por isso se fez a inclusão de carbonato de cálcio na forma de comprimido de 1. Vários ensaios clínicos controlados demonstraram o benefício da suplementação de cálcio associado à vitamina D na redução de fraturas não-vertebrais (quadril e outras) em idosos. London: BMJ Publishing Group and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Bethesda: ASPH.2. Amlodipine versus nifedipine retard. devido ao risco aumentado de fraturas4. e em idade avançada. o mesmo não acontecendo com cada agente isoladamente. DISEASEDEX™ Emergency Medicine. institucionalizados. Disponível em: http://www.5. A randomized double-blind comparative study on long-term efficacy and safety of amlodipine and nifedipine retard in the monotherapy of chronic stable angina pectoris.capes.British National Formulary. não pode ainda ser desconsiderada quando se intenta prevenir aquela condição em pacientes idosos.

doxorrubicina e cisplatina) em pacientes com câncer de bexiga mostrou que o primeiro foi menos tóxico. carboplatina e vimblastina) com o esquema M-VAC (metotrexato.org. In: Fuchs FD. Vestergaard P. URM: Temas Selecionados.5 Oppermann-Lisboa K. Também foram descritas reações de hipersensibilidade ao fármaco. 2.8 meses versus 15. 3. Fracture prevention in postmenopausal women. No 10. mas menos ativo do que o segundo. Langdahl B.0001). em que se encontram em associação com outros antineoplásicos.br/medicamentos/urm CArBoPLATiNA Carboplatina é análogo da cisplatina com ações e utilização semelhantes. 6 Mosekilde L. os regimes com carboplatina devem ser reservados a pacientes que não toleram tratamento com cisplatina. mas não houve diferença nos índices de qualidade de vida. respectivamente5. neurotoxicidade. Clinical Evidence. A toxicidade foi maior no segundo esquema (P = 0. Fármacos e osteoporose. provavelmente atribuídas à terapia prolongada ou história de alergia prévia2. Porém diferem em suas propriedades farmacocinéticas e perfil de efeitos adversos. Assim. e sua incidência é considerada menor com carboplatina comparativamente a cisplatina. vimblastina. 2004: 867-875. Wannmacher L.). Estudo randomizado4 que comparou o regime M-CAVI (metotrexato. Em estudo retrospectivo3. opas. Wannmacher L.1 Tais efeitos estão relacionados à dose. Ferreira MBC (eds. não se observaram reações de hiepersensibilidade no primeiro ciclo de tratamento. Farmacologia Clínica. ed. Carboplatina é relativamente mais bem tolerada. Ambas têm mecanismos de ação e espectro da atividade clínica similares. Cisplatina substituiu carboplatina nessas pacientes. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. bem como resistência cruzada. Disponível em www. vimblastina e 209 . com menos náusea. Outro estudo6 comparou a eficácia de gencitabina e carboplatina (GC) com mitomicina. não ocorrendo hipersensibilidade.4 meses. A eficácia de cálcio e vitamina D na prevenção de fraturas ósseas. Outros dois esquemas foram aleatoriamente comparados em pacientes com carcinoma avançado urotelial: carboplatina + paclitaxel (CP) e M-VAC. Vol. mais prevalentes em pacientes tratadas por câncer ovariano. A mielossupressão é mais evidente e se manifesta por trombocitopenia. ifosfamida e cisplatina (MIC) ou mitomicina. Na re-exposição. nefrotoxicidade e ototoxicidade. Brasília: OPAS/MS. 2006 7 Wannmacher L. setembro 2005. Pacientes tratados com CP e M-VAC tiveram sobrevida média de 13. London: BMJ Publishing Group. Fundamentos da terapêutica racional. aquelas reações ocorreram em 9% das pacientes. As comparações específicas entre os diferentes compostos de platina são difíceis porque os fármacos fazem parte de protocolos de estudo.

Thatcher N. Cancer 2003. Lazo JS.5 hora. Ranson M. A toxicidade não hematológica foi comparável entre eles. vinblastine. segurança e custo adequado. Hudes GR. Badell ML. Não houve diferença de eficácia entre os esquemas. Anderson H. and cisplatin or mitomycin. GC produziu maior toxicidade hematológica e necessitou de mais transfusões. Assim. Gynecol Oncol 2006. Jun 21. 2006: 1315-1403. Por isso fez-se a inclusão de carboplatina na forma de pó para solução injetável 150mg e 450mg. Smith JA. Kunthur A. exceto por alopecia que ocorreu mais nos pacientes que receberam MIC ou MVP. 4 Bellmunt J. Cefazolina é agente profilático de escolha porque tem meia-vida de 1. Markman M. Antineoplastic Agents. and cisplatin versus carboplatin and paclitaxel in patients with advanced carcinoma of the urothelium. 11 ed.cisplatina (MVP) em pacientes com carcinoma de pulmão não-pequenas células avançado. 80(10):1966-1972. Edelman MJ. 6 Danson S. Roth BJ. Ribas A. estratégia que se justifica pela minimização da seleção de organismos resistentes1. Ashcroft L. 3 Kandel MJ. Phase III trial of methotrexate. Apresenta eficácia microbiológica. fazendo com que seja o fármaco de escolha 210 . et al. New York: McGrawHill. O’Byrne KJ. Hassan J. só precisando ser suplementado intra-operatoriamente em cirurgias que excedem 4 horas de duração. Middleton MR. Cisplatinum rechallenge in relapsed ovarian cancer patients with platinum reinduction therapy and carboplatin hypersensitivity. Int J Gynecol Cancer 2005. Chabner BA et al. In: Brunton LL. et al. 1 Referências Bibliográficas CEFALoTiNA SóDiCA O fármaco escolhido para profilaxia de infecções pós-procedimentos cirúrgicos não deve ser utilizado rotineiramente para tratar terapeuticamente infecções causadas por microrganismos a ele sensíveis. 100(8):1639-1645. Beresford C. Wilding G. 15(5):780-784. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. Cancer 1997. Fairve-Finn C. Clemons M. Harter P. ifosfamide. 2 Navo M. Stout R. Cancer 2004. Parker KL (eds). Ver WA. Loehr A. doxorubicin. mas determinou menor permanência hospitalar por complicações. Eres N. Manola J. 98(3):542-553. Kuross S. and cisplatin in patients with advanced nonsmall cell lung carcinoma. Carboplatin-based versus cisplatin-based chemotherapy in the treatment of surgically incurable advanced bladder carcinoma. Burt PA. Dowd I. Evaluation of the incidence of carboplatin hypersensitivity reactions in cancer patients. carboplatina aparece como alternativa à cisplatina nos pacientes intolerantes a esta. Brown J. 5 Dreicer R. vinblastine. Coffer LW 2nd. Phase III trial of gemcitabine and carboplatin versus mitomycin.

2 Page CP. Sutter M. A vantagem clínica é que o uso da bupropiona pode aliviar alguns sintomas decorrentes da abstinência de nicotina. sendo considerado tratamento de primeira escolha. A efetividade de tratamentos não-farmacológicos para se parar de fumar pode ser aumentada com emprego de duas terapêuticas farmacológicas: a reposição de nicotina e o uso de bupropiona6. (eds. McManus AT. Page C. Preconiza-se a utilização de cefazolina para profilaxia de feridas cirúrgicas e de cefalotina no tratamento das infecções de pele e de tecidos moles4. São Paulo: Atheneu. sendo talvez mais um motivo para utilização de cefalotina para tratamento e de cefazolina para profilaxia3. entre elas a irritabilidade e a dificuldade de concentração4. Além disso. seguro e eficaz2.com 4 Hoffman B. 3 www. No entanto. parece ser mais eficaz que este sozinho3.uptodate. Farmacologia Integrada.) Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. Quando associado com adesivo transdérmico de nicotina. 128: 79-88. Antimicrobial prophylaxis for surgical wounds. Guidelines for clinical care. ensaio clínico com vários dependentes de nicotina demonstrou que o uso de bupropiona reduziu o quadro de depressão provocado pela abstinência5. a cefalotina deve ser usada em infecções hospitalares causadas por microrganismos suscetíveis ao espectro de uma cefalosporina de primeira geração. O emprego de nicotina e bupropiona deve fazer parte de um programa que tenha por base o apoio para a mudança de comportamento quanto ao hábito de fumar. 7. por diferentes mecanismos1. Fernandes AT et al. 1 Referências Bibliográficas cLORIdRATO dE BUPROPIONA O antidepressivo bupropiona é o único aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) para o tratamento da dependência da nicotina1. possivelmente pela ação sinérgica das duas substâncias. São Paulo: Manole. 2 ed. 2000. Para preservar a sensibilidade de cefazolina. Arch Surg 1993. Bohnen JM.3 Cefazolina é menos estável do que cefalotina in vitro para Staphylococcus penicilinase-resistente do tipo A. 2004.Wittmann DH. Por isso se fez a inclusão da cefalotina sódica (pó para solução injetável 1g). Walker M. A eficácia de bupropiona e de qualquer das formas farmacêuticas de nicotina para reposição foi demonstrada em revisões sistemáticas8. Curtis M. Fletcher JR. não há prova nítida de que a combinação de bupropiona com a reposição de nico211 . Solomkin JS.em 50% dos protocolos americanos2 e tenha sido incluída em edições anteriores da Rename.

Henningfield JE. 340: 685-691. Smoking cessation. Psychopharmacology (Berl) 2000. Buchhalter AR. 2 McRobbie H. or both for smoking cessation. Mesmo sendo do mesmo grupo de doxorrubicina. Respirat Med 2005. 3 Jorenby DE et al. CA Cancer J Clin 2005. 212 .4. 5 Lerman C et al. atingindo de 55% a 80% dos pacientes tratados. 2: 262-271. Effect of bupropion on depression symptoms in a smoking cessation clinical trial. 18: 362-366. Lee M. daunorrubicina apresenta a atividade particular para leucemias agudas. Fant RV. associado à nicotina. Britton J. Juniper Z. 6 Srivastava P. já existente na Rename 2002. 8 Thorogood M. Currie GP. 55: 281-299. Stitzer ML. mas pode contribuir para aumento na duração da remissão6. Psychol Addict Behav 2004. Por isso. N Engl J Med 1999. para uso restrito no tratamento do tabagismo. Antidepressant and anxiolytic treatment for smoking cessation. Foi feita a inclusão de cloridrato de bupropiona na forma de comprimido de 150mg. O mesmo ocorre na LLA do adulto quando daunorrubicina é associada à vincristina e à prednisona3. com aumento de sobrevida de 25% a 30%2. Ahluwalia J. Am Fam Physician 2006. Clinical Evidence Web publication date: 01 August 2003 (based on September 2003 search). Hillsdon M. enquanto a primeira tem amplo espectro para contra tumores sólidos humanos. The effect of bupropion on nicotine craving and withdrawal. o Ministério da Saúde estima 9. e a combinação pode levar à hipertensão e à insônia6. 4 Shiffman S et al. 99: 1203-1212. 332: 1324-26. 7 Okuyemi KS. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE DAuNorruBiCiNA Daunorrubicina é antibiótico antraciclínico usado em associação com outros antineoplásicos para induzir remissões em leucemias linfoblástica aguda (LLA) e mielóide aguda (LMA). Nollen NL.550 casos novos de leucemia. Non-nicotine pharmacotherapies for smoking cessation. daunorrubicina é o maior componente do regime padrão de indução de remissão. Para 2006. Pharmacotherapy for nicotine dependence. Summerbell C. BMJ 2006. fez-se a inclusão de cloridrato de daunorrubicina na forma de pó para solução injetável 20 mg. dos quais cerca de 80% classificados como agudos. os resultados não são tão promissores.tina melhore adicionalmente os índices de abandono para o hábito de fumar. Em crianças. Interventions to facilitate smoking cessation. a nicotine patch.1 Na leucemia mielóide aguda do adulto. A controlled trial of sustained-release bupropion. 148: 33-40.

2 Mayer RJ et al. Raney M. A phase-three trial comparing daunorubicin or idarubicin combined with cytosine arabinoside in acute myelogenous leukemia. idarrubicina. Nesta neoplasia. dexametasona). 213 . Em paciente com CaM avançado. Levitt G. Não existem estudos que demonstrem claramente a superioridade da idarrubicina sobre outras antraciclinas em termos de eficácia e toxicidade. Chessells J. 331(14): 896-903. vincristina. N Engl J Med 1994. Velez-Garcia E. fez-se a inclusão do cloridrato de idarrubicina nas formas de pó para solução injetável 10mg e cápsulas de 5mg e 25mg. 4 Wiernik PH et al. Anthracycline dose in childhood acute lymphoblastic leukemia: issues of early survival versus late cardiotoxicity. Rio de Janeiro: INCA/Ministério da Saúde. 16(1 suppl 2): 25-29. a administração oral de idarrubicina tem demonstrado diferentes graus de atividade. 5 Sorensen K. 15(1): 61-68.5. Intensive postremission chemotherapy in adults with acute myeloid leukemia. 16(1 suppl 2): 21-24.3 No tratamento de LNH. a comparação de protocolos de primeira linha. dexametasona) e CIOP (ciclofosfamida. tem substituído a combinação de daunorrubicina com ARA-C. 1997.1 É terapia de segunda linha em portadores de leucemia linfóide aguda (LLA) e câncer de mama (CaM) em fase avançada e refratário. possibilidade de resposta em pacientes refratários e biodisponibilidade de formulação oral. 3 Vogler WR. porém no tratamento de leucemias agudas e LNH. J Clin Oncol.INCA. doxorrubicina. Semin Oncol 1989. particularmente em pacientes em recaídas. Por ausência de resistência cruzada. Semin Oncol 1989. Sullivan I. Também tem sido utilizada em mieloma múltiplo e linfoma não-Hodgkin (LNH). torna-se uma alternativa importante devido à ausência de resistência cruzada. 2005. Cancer and Leukemia Group B. como CHOP (ciclofosfamida. Bull C.2 Diferentes estudos demonstraram benefício de idarrubicina na preparação de pacientes submetidos ao transplante de medula óssea. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE iDArruBiCiNA Idarrubicina é antibiótico antraciclínico usado como monoterapia ou em combinação para induzir remissão em pacientes com leucemia mielóide aguda (LMA). Omura G. demonstrou respostas iguais em eficácia e uma ligeira redução de alopecia e cardiotoxicidade para o CIOP4. A multicenter trial of cytarabine plus idarubicin or daunorubicin as induction therapy for adult nonlymphocytic leukemia. vincristina. Estimativa 2006: Incidência de Câncer no Brasil.

Andreeff M. Giralt S. 2 Catterall WA. Local anesthetics. Andersson B. Ferreira MBC.5%.1 Em anestesia espinhal.2. 11 ed. New York: McGrawHill. 5 Zinzani PL et al. Bone Marrow Transpl 2000: 26. ed. Philadelphia: 1 Referências Bibliográficas 214 . J Clin Oncol 1995. inclusive como genérico. Arnoldi E.5%. 2006: 3 Berde CB. Wong FC. less intensive conditioning regimens as adoptive immunotherapy in advanced Hodgkin’s disease. Anestésicos locais. Intini C.6 No Brasil existem produtos contendo essa solução. Fundamentos da terapêutica racional. Idarubicin cardiotoxicity: a retrospective study in acute myeloid leukemia and myelodysplasia. Ferreira MBC (eds.).2 Porém. 3 ed. Antineoplastic Agents. há vários relatos que descrevem danos neurológicos transitórios ou de longo prazo com lidocaína hiperbárica. Benjamin RS. 2 Zaniboni A. New York: McGrawHill. AntiCancer Drugs 1998. 13: 2827-2834. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. com o qual os demais são comparados.4 chegando a 75% dos déficits neurológicos após anestesias espinhais não-traumáticas. Por isso. 19: 329-335. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE LiDoCAíNA + GLiCoSE Lidocaína é anestésico local tipo amida.1 Anestésicos locais podem induzir certo grau de hemólise. 11 ed. Oral idarubicin and cyclophosphamide for metastatic breast cancer in elderly patients. considerado como o anestésico local padrão. In: Brunton LL. 9: 295-299. a baricidade (densidade do fármaco em relação à densidade do liquor) e a posição do paciente condicionam a extensão cefálica do bloqueio. In: Fuchs FD.Chabner BA et al. 3 Anderlini P. 2006: 1315-1403. Barni S. 5 ed. a qual é significativamente menor quando glicose é coadministrada. Lazo JS.5 Na 14ª Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS foi selecionada a mistura de solução injetável a 5% de lidocaína com solução de glicose a 7. Anesthesia. Bolognesi A. Lazo JS. 615-620. Mackie K. É usada em diversas técnicas anestésicas. fez-se a inclusão da solução injetável de cloridrato de lidocaína 5% + glicose 7. Leuk Lymphoma 1995. Allogeneic stem cell transplantation with fludarabine-based. Parker KL (eds). et al. Parker KL (eds). Tabiadon D. et al. Wannmacher L. 4 Anderlini P. In: Brunton LL. Phase III comparative trial using CHOP vs CIOP in the treatment of advanced intermediate-grade non-Hodgkin’s lymphoma. Kantarjian HM. Local anesthetics. Kornblau SM. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. Strichartz GR. 2004: 205-227.3 As soluções hiperbáricas (densidade maior do que a do liquor) tendem a manter o anestésico em porções mais descendentes do saco dural. In: Miller RD. Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics.

2000: 491-521. Levando em conta eficácia e segurança similares de granisetrona e ondansetrona. tropisetrona e dolasetrona. os custos do medicamento. São usadas na prevenção e controle da náusea e vômitos induzidos por quimioterapia e radioterapia1. Geneva: WHO. mas a mesma eficácia. comparando granisetrona e ondansetrona na prevenção da náusea e vômitos induzidos por cisplatina. Totoki T. The neurotoxicity of drugs given intrathecally. não demonstrou diferenças clinicamente significativas em eficácia e tolerabilidade. WHO model list of essential medicines: 14th list.5). centro do vômito. Sucedâneos. a segunda apresentou custo cinco vezes menor. 100(4): 962-967. 4 Hodgson PS.084)2. Oda M. núcleo do trato solitário. Assim. Anesth analg 1999. apresentam maior afinidade pelo receptor 5-HT3 e meia-vida de eliminação mais prolongada. Liu SS. Revisão de 7 estudos randomizados e controlados (n = 4. em pacientes submetidos à radioterapia de corpo inteiro ou abdômen superior (NNT aproximadamente de 2. apesar de haver tendência de a primeira ser mais eficaz. nas primeiras 24 horas. Revisão sistemática6 de cinco ensaios clínicos – quatro utilizando ondansetrona e um granisetrona – concluiu que ondansetrona é mais eficaz que placebo ou metoclopramida em prevenir vômito. Anesthesiology 2004. Outros estudos farmacoeconômicos demostraram relação custo-benefício favorável à granisetrona. Pollock JE. 88:797-809. fundamentalmente.Churchill Livingstone. 2005. inclusive como medica215 . 5 Kitagawa N. Possible mechanism of irreversible nerve injury caused by local anesthetics: detergent properties of local anesthetics and membrane disruption. em comparação com a ondansetrona. 6 WHO Expert Committee on the Use of Essential Drugs. pesquisa realizada no Brasil4 comparou eficácia e custos das administrações intravenosas de ondansetrona (em dose padrão) e granisetrona (na menor dose sugerida). como granisetrona. Observou-se que. Outra metanálise3 de 14 estudos randomizados e controlados chegou à mesma conclusão. presentes em zona do gatilho.pdf CLoriDrATo DE oNDANSETroNA Ondansetrona é antagonista de receptores pós-sinápticos da serotonina (5-HT3).5 Anti-serotoninérgicos comumente são prescritos na profilaxia de náuseas e vômitos de pacientes que se submetem à radioterapia.int/ hq/2005/a87017_eng.who. Neal JM. estômago e intestino. e considerando o menor preço atual e maior número de produtores desta última. vias vagais envolvidas na gênese da êmese. Em 2000. Disponível em: http://whqlibdoc. a escolha do fármaco deve levar em consideração.

Lopes F. A pharmacoeconomic evaluation of its use in the prophylaxis of chemotherapy-induced nausea and vomiting. Também não causa midríase. o cloridrato de proximetacaína tem maior disponibilidade de apresentações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.5. Efficacy of 5-HT3 receptor antagonist in radiotherapy-induced nausea and vomiting: A quantitative systematic review. o colírio de cloridrato de tetracaína apresenta disponibilidade muito limitada no mercado nacional. Reducing the costs of chemotherapy antiemetic prophylaxis: results of a pilot single institution randomized double blind trial comparing standard dose ondansetron versus low dose granisetron. Antieméticos. Ao contrário. Castro PC. 6 Tramèr MR. Zatta S.5% e exclusão do cloridrato de tetracaína. Stoner NS. Fundamentos da terapêutica racional. pois. 5 Plosker GL. útil em crianças) e toxicidade superior3. 34: 1836-1844. Tonato M. McQuay HJ. Ferreira MBC (eds. o que é vantagem em relação à associação de tetracaína e fenilefrina. 3 del Giglio A. Benfield P. eficácia comparável a dos demais anestésicos tópicos oculares. Bueno LM. et al. tonoscopia. 33 (9): 1364-1370. cirurgia corneana superficial e manipulação do sistema canalicular nasolacrimal. 5-HT3 receptor antagonists: differences and similarities. Brandão AMB. remoção de corpo estranho de conjuntiva e córnea. Cancer 2000. Caparroz C.2 Proximetacaína produz anestesia corneana em aproximadamente 20 segundos. Soares HP. Eur J Cancer 1998. 9: 357-374. 2 Roila F. Granisetron is equivalent to ondansetron for prophylaxis of chemotherapy-induced nausea and vomiting. 216 . Eur J Cancer 1997. 3 ed. Ballatori E. Farmacologia clínica. com perfil de tolerabilidade (menor desconforto. Wannmacher L. 4 del Giglio A. com duração de 15 a 20 minutos. 2004: 801-813. Results of a meta-analysis of randomized controlled trials. se fez a inclusão de colírio de cloridrato de proximetacaína 0. In: Fuchs FD. remoção de sutura. 89: 2301-2308. Pharmacoeconomics 1996. Tem.1 Os colírios anestésicos são também utilizados em tonometria (medida da pressão intra-ocular). Reynolds DJ. Nicoletti AG. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE ProximETACAíNA Anestésicos tópicos oculares são indicados para alívio da dor intensa em trauma ocular não penetrante. Del Favero A. Granisetron. Mota A. É menos irritativa do que tetracaína e tem pequeno potencial antigênico.mentos genéricos. optou-se pela inclusão do cloridrato de ondansetrona nas formas de comprimido (4mg e 8mg) e solução injetável (2mg/mL) e pela exclusão do cloridrato de granisetrona. Assim.). Moore RA. Além disso. Acta Oncológica Brasileira 2000. 3: 121-124.

Leal F et al. Arq Bras Oftalmol 2003; 66(1): 57-60. 2 Henderer JD, Rapuano CJ. Ocular Pharmacology. In: Brunton LL, Lazo JS, Parker KL (eds). Goodman & Gilman’s the pharmacological basis of therapeutics. 11 ed. New York: McGrawHill, 2006: 1707-1737. 3 Shafi T, Koay P. Randomised prospective masked study comparing patient comfort following the instillation of topical proxymetacaine and amethocaine. Br J Ophthalmol 1998; 82: 1285-1287. 4 Grant RL, Acosta D. Comparative toxicity of tetracaine, proparacaine and cocaine evaluated with primary cultures of rabbit corneal epithelial cells. Exp Eye Res 1994; 58(4): 469-478. 5 Bartfield JM, Holmes TJ, Raccio-Robak N. A comparison of proparacaine and tetracaine eye anesthetics. Acad Emerg Med 1994; 1(4): 364-367.
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Referências Bibliográficas

DiATriZoATo DE SóDio + DiATriZoATo DE mEGLumiNA Os amidotrizoatos são compostos monoméricos iônicos iodados, usados como meios de contraste radiológico.1 As misturas contendo diatrizoato de sódio a 10% (m/v) e diatrizoato de meglumina a 66% (m/v) são bastante utilizadas, pela baixa toxicidade e baixa viscosidade, além do elevado conteúdo de iodo do sal sódico.2 São indicadas por vias oral ou retal em radiografia gastrintestinal, tomografia computadorizada, angiocardiografia, arteriografia, angiografia cerebral, venografia, colangiografia, mamografia de contraste e urografia de modo geral.3,4 Por essas razões, fez-se a inclusão de diatrizoato de meglumina + diatrizoato de sódio na forma de solução injetável 0,1 + 0,66g/mL (teor em iodo de 370mg/mL).
Sweetman S (Ed). Martindale: The Complete Drug Reference. 33 ed. London: Pharmaceutical Press; 2002: 1030-1031. 2 Beringer P et al (eds.) Remington: The Science and Practice of Pharmacy. 21 ed. Philadelphia: College of Pharmacy and Science; 2000:1035. 3 Korolkovas A. Dicionário Terapêutico Guanabara 2005/2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. 4 Dunks MNG, Aronson JK. Meyler’s side effects of drugs. 14 ed. Amsterdam: Elsevier; 2000:1605-1606.
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Referências Bibliográficas

ENANTATo DE NorETiSTEroNA + VALErATo DE ESTrADioL Esta associação constitui um contraceptivo injetável para uso mensal. Sua eficácia é equivalente a de contraceptivo só progestogênico e a de contraceptivos orais combinados. Revisão Cochrane1 que comparou a associação de acetato de medroxiprogesterona 25mg + cipionato de estradiol 5mg com enantato de noretisterona 50mg + valerato de estradiol 5mg en217

controu, nos estudos para ambos os casos, baixos porcentuais de interrupção precoce em relação à amenorréia ou outros problemas de sangramento, mas houve porcentuais mais elevados de interrupção ou descontinuação por outras razões em comparação com contraceptivos somente de progestogênios. A combinação enantato de noretisterona 50mg + valerato de estradiol 5mg teve interrupção global precoce menor e descontinuação menor com relação à amenorréia ou sangramento prolongado do que acetato de medroxiprogesterona 25mg + cipionato de estradiol 5mg. No entanto, essas diferenças não foram identificadas em todos os ensaios que fizeram tal comparação. O grupo enantato de noretisterona 50 mg + valerato de estradiol 5mg teve mais sangramento cíclico (regular) e menos sangramento prolongado nos períodos de referência do que acetato de medroxiprogesterona 25mg + cipionato de estradiol 5mg. Os grupos não diferiram nas freqüências de amenorréia. Os porcentuais de descontinuação podem ser considerados como medida de aceitação do método, mas os achados devem ser interpretados com cautela porque a descontinuação depende de muitos outros fatores. Outra revisão Cochrane2 envolvendo três ensaios randomizados, controlados com placebo, não encontrou prova que sustente uma associação de causa entre anticoncepcionais combinados e aumento de peso. Havendo pouca diferença entre os duas combinações de contraceptivos injetáveis, optou-se pela inclusão de enantato de noretisterona 50mg + valerato de estradiol 5mg, para injeção mensal.
Gallo MF, Grimes DA, Schulz KF, d’Arcangues C, Lopez LM. Combination injectable contraceptives for contraception (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software. A substantive amendment to this systematic review was last made on 14 March 2005. 2 Gallo MF, Grimes DA, Schulz KF, Helmerhorst FM. Combination contraceptives: effects on weight. (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 1, 2006. Oxford: Update Software.
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Referências Bibliográficas

FiLGrASTim Filgrastim é fator de crescimento mielóide com indicação em profilaxia de neutropenia secundária a quimioterapia antineoplásica, com exceção da leucemia mielóide crônica e síndromes mielodisplásicas.1 Metanálise2 mostrou redução de 20% em neutropenia febril em crianças submetidas à quimioterapia antineoplásica, com menor duração de hospitalização, porém sem reduzir a mortalidade associada à infecção. Filgrastim re218

duz a duração da neutropenia e o período de hospitalização na terapêutica mieloablativa seguida de transplante de medula óssea.3 Pode ser usada em neutropenias não-oncológicas, como anemia aplástica, neutropenia congênita grave, neutropenia crônica idiopática e cíclica,4-7 e também em neutropenia persistente em pacientes com infecção por HIV em fase avançada.8 Revisão sistemática Cochrane9 mostrou que filgrastim não reduziu mortalidade em neonatos com neutropenia severa por infecções graves, nem preveniu infecções em neonatos de alto risco. Não foi referida toxicidade em nenhum dos estudos compilados. Recomendou-se a inclusão de filgastrim na forma de solução injetável 300 µg/mL.
Lyman GH,Kuderer NM,Djulbegovic B.Prophylactic granulocyte colony-stimulating factor in patients receiving dose-intensive cancer chemotherapy. Am J Med 2002; 112: 406-411. 2 Sung L, Nathan PC, Lange B, Beyene J, Buchanan GR. Prophylactic granulocyte colonystimulating factor and granulocyte-macrophage colony-stimulating factor decrease febrile neutropenia after chemotherapy in children with cancer: a meta-analysis of randomized controlled trials. J Clin Oncol 2004; 22: 3350-3356. 3 Bishop MR, Tarantolo SR, Geller RB, Lynch JC, Bierman PJ, Pavletic ZS, et al. A randomized, double-blind trial of filgrastim (granulocyte colony-stimulating factor) versus placebo following allogeneic blood stem cell transplantation. Blood 2000; 96: 80-85. 4 Dale DC (ed.). Filgrastim anniversary supplement: reviewing 10 years of clinical experience, a seminar-in-print. Drugs 2002; 62 (suppl 1): 1-98. 5 Cottle TE, Fier CJ, Donadieu J, Kinsey SE. Risk and benefit of treatment of severe chronic neutropenia with granulocyte colony-stimulating factor. Semin Hematol 2002; 39: 134-140. 6 Ozer H et al. 2000 update of recommendations for the use of hematopoietic colonystimulating factors: evidence-based, clinical practice guidelines. American Society of Clinical Oncology Growth Factors Expert Panel. J Clin Oncol 2000; 18: 3558-3585. 7 Clark OAC et al. J Clin Oncol 2005; 23: 4198-214. 8 Kuritzkes DR. Neutropenia, neutrophil dysfunction, and bacterial infection in patients with human immunodeficiency virus disease: the role of granulocyte colony-stimulating factor. Clin Infect Dis 2000; 30: 256-260. 9 Carr R, Modi N, Dore C. G-CSF and GM-CSF for treating or preventing neonatal infections. In: The Cochrane Database of Systematic Reviews; Issue 3. Chichester: John Wiley; 2003 (accesso 27/10/05).
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Referências Bibliográficas

FoSFATo SóDiCo DE PrEDNiSoLoNA A prednisona é corticosteróide que se converte em prednisolona no fígado1. Portanto, ambas têm as mesmas indicações e dosagens2,3. Como prednisona somente existe em forma de comprimidos, prednisolona, em forma líquida, tem-se apresentado como alternativa terapêutica para tratamento de crianças. Em estudo de avaliação econômica,4 ACTH foi com219

parado a prednisolona para tratamento de espasmos infantis em síndrome de West. Prednisolona foi significativamente mais barata, facilmente disponível e administrada por via oral. Por outro lado, o custo do tratamento com comprimidos de prednisona é ligeiramente menor. Assim, recomendou-se a manutenção da prednisona (em comprimidos) e a inclusão de fosfato sódico de prednisolona na forma de solução oral 1,34mg/ mL (equivalente a 1mg/mL de prednisolona), como alternativa de tratamento das indicações de prednisona em crianças.
Bergamaschi S, Rusconi R, Gervasoni M, Rigamonti AE, Cella S, Bareggi SR. Pharmacokinetics of prednisone and prednisolone in a case of hypothyroidism: effect of replacement therapy. Steroids 2005; 70: 787-789. 2 Sweetman S (Ed). Martindale: The Complete Drug Reference. London: Pharmaceutical Press. Electronic version, Thomson Micromedex, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponível em http://www.periodicos.capes.gov.br 3 Klasco RK (Ed). DRUGDEX® System. Greenwood Village, Colorado: Thomson MICROMEDEX, 2006. Disponível em: http://www. periodicos.capes.gov.br 4 Azam M, Bhatti N, Krishin J. Use of ACTH and prednisolone in infantile spasms: experience from a developing country. Seizure 2005; 14:552-556.
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Referências Bibliográficas

FumArATo DE TENoFoVir DESoProxiLA Tenofovir é inibidor de transcriptase reversa análogo de nucleosídeo com potente atividade anti-retroviral in vivo e in vitro. Devido à limitada biodisponibilidade por via oral em animais, foi desenvolvido um pró-fármaco – fumarato de tenofovir desoproxila (TDF) – que se converte por ação enzimática em metabólito ativo (difosfato de tenofovir) que inibe a transcriptase reversa1. Muitos estudos clínicos demonstraram a eficácia e o bom perfil de segurança do TDF em pacientes infectados pelo HIV.2 Em estudo3 de 48 semanas, tenofovir mostrou-se eficaz para o tratamento da infecção por HBV em 31 pacientes HIV positivos. Pacientes com vírus altamente replicativo podem beneficiar-se desta estratégia de tratamento devido à redução na replicação, pré-condição para a melhora da função hepática. A concentração atingida por tenofovir em plexo coróide e líquido espinhal possibilita sua ação no sistema nervoso central1. Por essas razões, fez-se a inclusão do fumarato de tenofovir desoproxila na forma de comprimido de 300mg.
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GLiCLAZiDA Glibenclamida, sulfoniluréia já incluída na Rename, apresenta maior risco de hipoglicemia em diabéticos idosos, pelo que nesses tem sido recomendada sua substituição por gliclazida1. O risco de hipoglicemia é mais provável com sulfoniluréias de longa ação, como glibenclamida.2 A redução do risco de hipoglicemia é atribuída a glicazida ter mais curta duração de ação.2,3 Em estudo espanhol de pequena duração,4 analisou-se a substituição de glibenclamida por glicazida em pacientes com diabetes tipo 2 hospitalizados. Ambos os grupos mostraram efeitos similares sobre os níveis glicêmicos em três dias (P = 0,14), porém, ao fim de seis dias, os valores médios foram 142,1 mg/dl ± 36,0 e 172,8 mg/dl ± 28,2, respectivamente nos grupos glibenclamida (manutenção) e glicazida (substituição) (P = 0,01). A ocorrência de eventos hipoglicêmicos não foi medida. Em estudo de coorte,5 determinou-se a mortalidade de diabéticos tipo 2 em tratamento com diferentes sulfoniluréias associadas a metformina por três anos. A combinação com glibenclamida associou-se a significativamente maior mortalidade anual (8,7%) do que a com gliclazida (2,1%; P = 0,001). Desde 1998, depois da recomendação de preferência de glicazida enunciada por diretriz canadense,6 não há estudos que recomendem a substituição da glibenclamida por gliclazida. No United Kingdom Prospective Diabetes Study de número 33 indica-se glibenclamida no tratamento de pacientes diabéticos tipo 2, entre 25 e 65 anos, sem sobrepeso. No entanto, nesse estudo não se empregou gliclazida, comparando-se apenas clorpropamida, glipizida e glibenclamida à insulina7. Com base no exposto e apesar da inexistência de forte evidência, fez-se a inclusão de gliclazida na forma de comprimido de 80mg somente para idosos.
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segundo as estimativas de Câncer 2005–2006. como o de Burkitt. 17(8): 2461-2470. Algumas destas indicações (linfomas não-Hodgkin de grau intermediário e alto. Alternating triple therapy for the treatment of intermediate grade and immunoblastic lymphoma. excedendo ao da maioria das outras classes. cilastatina é desprovida de atividade antimicrobiana. 5 Siu LL. 2 Moskowitz C. 9: 511-518. Support Care Cancer 1998. Use of mesna to prevent ifosfamide-induced urotoxicity. 49: S9-S12. 4 Thomas DA et al. Deve ser utilizada com mesna e adequada hidratação. low toxicity salvage therapy for patients with poor risk lymphoma prior to beam high dose chemotherapy and peripheral blood progenitor cell transplantation. Risk-adapted therapy for relapsed and refractory lymphoma using ICE chemotherapy. e como adjuvante no tratamento de sarcomas ósseos e rabdomiossarcomas. Engloba cocos 223 . J Clin Oncol 1999. Hyper-CVAD program in Burkitt’s-type adult acute lymphoblastic leukemia. 6(2): 144-154. Ifosfamida ainda pode ser usada como alternativa à ciclofosfamida em linfomas. Também é usada em regimes paliativos no câncer de colo uterino. bem como cilastina parece ter efeito nefroprotetor. para evitar toxicidade urológica5. Ann Oncol 1998. inibidor das peptidases renais que metabolizam o imipeném. EPIC (Etoposídeo + Prednisolona + Ifosfamida + Carboplatina)3. Cabanillas F et al. leucemia linfoblástica aguda de alto risco e câncer de colo uterino) representam. Em leucemia linfoblástica aguda (células pré-B e T) de alto e muito alto risco. usado em combinação com cilastatina (na proporção de 1:1). Leuk Lymphoma 1999. importante fração dos casos novos a serem diagnosticados e tratados no Brasil. ovários. 35: 339-345. Moore MJ. Imipeném apresenta o maior espectro de atividade antimicrobiana. Epic as an effective. Fez-se inclusão de ifosfamida na forma de pó para solução injetável 1g para ter alternativa para ciclofosfamida e possibilidade de emprego dos protocolos mencionados. Cancer Chemother Pharmacol 2002. pulmões. 3 McBride NC et al. Isso propicia aumento das concentrações de imipeném. é utilizada como bloco de consolidação em combinação com citarabina4 e também no protocolo BFM 86 para pacientes pediátricos.famida + Carboplatina + Etoposídeo)2. como segunda linha de tratamento e terapia de salvamento para tumores de testículos e timo. Apesar de ser estruturalmente similar ao imipeném. 1 Referências Bibliográficas imiPENÉm + CiLASTATiNA SóDiCA Imipeném é antibiótico carbapenêmico de estrutura betalactâmica. especialmente no trato urinário.

cocos Gram-negativos (Neisseria sp.) e bacilos Gram-negativos (enterobacteriáceas. em infecções graves por microrganismos definida ou supostamente multirresistentes ou naquelas que requerem múltiplos antibióticos. Mostrou-se eficaz no tratamento de micoses sistêmicas causadas por Aspergillus sp. Quinn JP. cefaléia e dor abdominal1. Dessa forma. Carbapenems in clinical practice: a guide to their use in serious infection. Newer carbapenems for urinary tract infections. 2 Bradley JS. Garau J. Int J Antimicrob Agents 1999. fez-se a inclusão de imipeném + cilastatina sódica na forma de pó para injetável (500mg + 500mg). 1 Referências Bibliográficas iTrACoNAZoL Itraconazol é antifúngico triazólico. 11(2): 93–100. Asian J Surg 2004. sendo referidos efeitos adversos em 5% a 8%. Betts RF. 27(3): 227-235.Gram-positivos (Staphylococcus aureus meticilina sensível. tonturas. Por isso. 2003: 1058-1061. Muratani T. Streptococcus pneumoniae). Lode H.). Haemophilus influenzae). Histoplasma capsulatum. eds. et al. A eficácia clínica foi de 97% para ambas as associações e a freqüência de eventos adversos associados ao tratamento foi similar. 5 ed. 24 (suppl 1): S35–S38.4 Seu uso deve ser reservado para pacientes hospitalizados com infecções graves não suscetíveis a outras opções. constitui atualmente o 224 . Candida albicans resistentes a fluconazol e cetoconazol e Paracoccidioides brasiliensis. Reese and Betts´A Pratical Approach to Infectious Diseases. Na paracocidioidomicose. Matsumoto T.1 Tem atividade sobre organismos resistentes a muitos tipos de antibióticos.. 3 Reese RE. incluindo outros beta-lactâmicos2. In: Betts RF. Rolston KV. Antibiotic use.Yan LN. Estudo clínico randomizado comparou eficácia e segurança da associação imipeném + cilastatina (500mg + 500 mg) com a combinação piperacilina + tazobactam (4g + 500mg) em 293 pacientes com infecção intra-abdominal. Nas últimas décadas. Chapman SW. Penn RL. Crisostomo AC. Int J Antimicrob Agents 2004. bacilos Gram-positivos (Clostridium sp. bactérias causadoras de infecções hospitalares têm mostrado alta resistência aos antibióticos. principalmente náuseas. Wilson SE. Geralmente é bem tolerado. Randomized comparison of piperacillin/ tazobactam versus imipeném/cilastatin in the treatment of patients with intra-abdominal infection. incluindo cepas multirresistentes. um agente antimicrobiano com as características descritas pode ser utilizado3. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins. ativo por via oral e com amplo espectro de ação contra fungos patogênicos para o homem. 4 Erasmo AA. Pseudomonas aeruginosa.

Barriere S. Merigan Jr T. eds. pois produz em seis meses resultados equivalentes aos de 12 a 18 meses de cetoconazol e apresenta menor toxicidade que este 2-4. Baltimore: Williams & Wilkins. sem aumento significante de efeitos adversos2. In: Yu VL. Paracoccidioidomycosis: an update. uso inadequado de anticoncepção e abuso sexual1. 1999: 1158-1170. Barriere S. para a prevenção de gravidez não desejada2.5mg tem eficácia semelhante. e que dose única de 1. Merigan Jr T. fez-se a inclusão de levonorgestrel na forma de comprimido de 1. 1999: 1137-1151. 3 Brummer E. In: Yu VL. Quando apropriadamente iniciada. 3 ed. Merigan Jr T. Clin Microbiol Rev 1993. 1 Referências Bibliográficas LEVoNorGESTrEL A contracepção de emergência. assim.6 Pelo amplo espectro de abrangência dos fungos causadores de micoses sistêmicas. Castaneda E. coccidioidomicose não-meníngea. Rotinas de diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. 1999: 1119-1125. sendo primeira escolha em doença linfocutânea e extracutânea. Barriere S. feo-hifomicose e pseudoalescheríase. 2 Negroni R. In: Yu VL. Sprothrix schenckii. com uso restrito para contracepção de emergência. Paracoccidioides brasiliensis. Antimicrobial therapy and vaccines. São Paulo: Atheneu. sob risco de gravidez2. Restrepo A. a contracepção de emergência prevenirá 80% de gestações em jovens e mulheres adultas que estão no período fértil e. 2001. Antimicrobial therapy and vaccines. Antimicrobial therapy and vaccines.5mg.3. 6 Groll AH. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfecciosos. Baltimore: Williams & Wilkins. 2005. 5 Kauffman CA. Por essas razões. Baltimore: Williams & Wilkins. programa do Ministério da Saúde1. 6(2): 89-117. refere-se ao uso de tratamentos hormonais entre 72 a 120 horas após coito não protegido ou com baixa proteção. até 72 horas depois de coito não protegido. 225 . 4 Tavares W. Existem atualmente no comércio brasileiro pelo menos dois produtos com a apresentação de 1.5 Outras indicações incluem cromomicose. com intervalo de 12 horas. Marinho LAC. aliado à facilidade de uso por via oral. Azoles: triazoles. eds.medicamento de eleição. fez-se a inclusão de itraconazol na forma de cápsula de 100mg e solução oral 10mg/mL. É eficaz em todas as formas de esporotricose. Entre as principais indicações está a relação sexual sem uso de método anticoncepcional. Estudos recentes sugerem que não é necessário administrar doses de 0. eds. falha conhecida ou presumida do método em uso de rotina. São Paulo: Atheneu.75mg de levonorgestrel por comprimido. Walsh TJ. Tavares W.5mg.

bnf. aumentando a ingestão de fibras e líquidos.anvisa. Committee on Adolescence. Disponível em: http://www. cinetose e vertigem1. WHO Research Group on Post-ovulatory Methods of Fertility Regulation. British National Formulary. Disponível em: http://www. Ferreira MBC (eds. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: http://www. 52 ed. Fundamentos farmacológico-clínicos dos medicamentos de uso corrente.Fundamentos da terapêutica racional. Anticoncepção de Emergência: perguntas e respostas para profissionais de saúde.HTM 2 Lubianca Neto JF. Revisões sistemáticas sobre eficácia dos diversos laxativos no tratamento de adultos com constipação crônica não conseguiram demonstrar a superioridade de uma classe sobre as demais1. 1 Referências Bibliográficas LorATADiNA Anti-histamínicos H1 apresentam benefício definido em urticária crônica e benefício provável em rinoconjuntivite alérgica. Farmacologia clínica. 3 ed. 2006. 3 von Hertzen H et al. 2002. Escola Nacional de Saúde Pública. dermatite atópica.br/arquivos/ NTce2005. Pediatrics 2005. Núcleo de Assistência Farmacêutica. Antialérgicos. prurido na gestação. Disponível em: http://www. nas formas de comprimido de 10mg e xarope (1mg/mL).gov.Ministério da Saúde. anafilaxia e reações anafilactóides. 2004: : 329-340. Low dose mifepristone and two regimens of levonorgestrel for emergency contraception: a WHO multicentre randomised trial. Lista de Medicamentos Genéricos Registrados por Ordem de Medicamento de Referência. Brasília: Departamento de Ações Programáticas Estratégicas/ Secretaria de Atenção à Saúde. Wannmacher L.pdf 1 Referências Bibliográficas MUcILÓIdE dE Psyllium Antes de empregar laxantes. Diversos produtos genéricos à base de loratadina estão disponíveis no mercado 4. 116(4):1026-1035.org.pdf 2 American Academy of Pediatrics. Lancet 2002.br/ hotsite/genericos/lista/display.3. o custo estimado de tratamento diário com a loratadina é significativamente inferior a outros fármacos da mesma classe.ipas. Por isso. e a fazer exercícios físicos1. London: BMJ Publishing Group and APS Publishing. Além disso. 360:1803-1810.org 4 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: ENSP.anvisa.br/divulga/public/livro_eletronico/INDEX. Emergency contraception(Policy Statement). En226 . 2005. Fuchs FD. fez-se a inclusão de loratadina.gov. Os anti-histamínicos de segunda geração apresentam menos efeito sedativo que os de primeira geração.). os pacientes devem ser encorajados a modificar hábitos alimentares. por isso induzindo mais adesão a tratamento1. 3 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain.

sendo considerado tratamento de primeira escolha.) AHFS Drug Information.tretanto. revisão sistemática mais recente encontrou adequada evidência para recomendar o uso de Psyllium. para uso restrito no tratamento do tabagismo. Laxativos e antidiarréicos. 3 McEvoy GK (Ed. Brandão ABM. Fez-se a inclusão de nicotina nas formas de comprimido para mastigar (2mg/g) e de adesivo transdérmico com 7mg. 2004: 814-823. 3 ed. Fundamentos da terapêutica racional. 2005. Bethesda: ASPH. A efetividade de tratamentos não-farmacológicos na suspensão do hábito de fumar pode ser aumentada com emprego de duas terapêuticas farmacológicas: a reposição de nicotina e o uso de bupropiona4. Rao SSC. No entanto.3. Efficacy and safety of traditional medical therapies for chronic constipation: systematic review. Quando ambas são empregadas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ou seja. devem fazer parte de programa que tenha por base o apoio para a mudança de comportamento quanto ao hábito de fumar. A eficácia de bupropiona6 e de qualquer das formas farmacêuticas de nicotina6 foi demonstrada em revisões sistemáticas. seguro e eficaz2. Como representante da classe de agentes expansores. além de lactulose. não há prova nítida de que a combinação de bupropiona com a reposição de nicotina melhore adicionalmente os índices de abandono para o hábito de fumar. na forma de pó para dispersão oral (5g a 6g). Wannmacher L & Ferreira MBC (Eds). considerando disponibilidade e preço. fez-se a inclusão do mucilóide de Psyllium. associado ao cloridrato de bupropiona. In: Fuchs FD. Am J Gastroenterol 2005. Quando associado com adesivo transdérmico de nicotina. e a combinação pode levar à hipertensão e à insônia4. tegaseroda e polietilenoglicol 2. possivelmente pela ação sinérgica das duas substâncias. parece ser mais eficaz que este sozinho3. 227 . 2 Ramkumar D. Diretrizes de especialistas recomendam iniciar o tratamento da constipação com agentes expansores1. por diferentes mecanismos1. 1 Referências Bibliográficas NiCoTiNA O antidepressivo bupropiona é o único aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) para o tratamento da dependência da nicotina1. Farmacologia Clínica. 100: 936-971. 14mg e 21mg de nicotina.5. o tratamento não-farmacológico em programa específico que conte com atuação de outros profissionais que não exclusivamente o prescritor.

3 ed. Smoking cessation. Revisão Cochrane de ensaios clínicos randomizados e controlados tendo mortalidade como desfecho não demonstrou que diversos colóides sintéticos reduzam o risco de morte em comparação a cristalóides em pacientes com trauma. mediante elevação de concentração ou pressão de oxigênio no ar inspirado1. Farmácia Hospitalaria 2005.Henningfield JE. Oxigênio. queimaduras e após cirurgia3. N Engl J Med 1999. Nollen NL. Farmacologia Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. amido hidroxietílico e dextrano) e naturais (albu228 . or both for smoking cessation. melhora as funções neurológicas e o metabolismo pulmonar1. A principal diferença entre os dois grupos de fármacos é que os colóides contribuem para a pressão coloidosmótica2. Currie GP.Administrado intermitentemente. Os colóides são classificados em sintéticos (poligelina. Antidepressant and anxiolytic treatment for smoking cessation. 2004: 760-768. Clinical Evidence Web publication date: 01 August 2003 (based on September 2003 search). 6 Thorogood M. Pharmacotherapy for nicotine dependence. Gil-Hurté AD. 340: 685-691. Am Fam Physician 2006. Non-nicotine pharmacotherapies for smoking cessation. 332: 1324-26. Juniper Z. 1 Referências Bibliográficas oxiGêNio O oxigênio é o gás medicinal mais empregado na prática clínica. como os anestésicos gerais. Stitzer ML. Interventions to facilitate smoking cessation. 5 Okuyemi KS. 99: 1203-1212. Hillsdon M & Summerbell C. A oxigenoterapia melhora o cor pulmonar e incrementa a função cardíaca. 2 McRobbie H. O oxigênio é utilizado como diluente para outros gases ou fármacos voláteis. Lee M. Fundamentos da terapêutica racional. Fant RV. 3 Jorenby DE et al. A controlled trial of sustained-release bupropion. fez-se a inclusão do oxigênio como gás inalante para uso como coadjuvante em anestesia. Buchhalter AR. 2 Moraes RS. a nicotine patch. Ferreira MBC (eds.). 29(5): 300-302. O emprego terapêutico do oxigênio tem como objetivo aumentar a pressão parcial do oxigênio no sangue arterial. 1 Referências Bibliográficas PoLiGELiNA As alternativas terapêuticas para ressuscitação volêmica incluem cristalóides e colóides1.2. Ahluwalia J. 55: 281-299. BMJ 2006. CA Cancer J Clin 2005. 2: 262-271. 4 Srivastava P. restaura a concentração necessária às demandas metabólicas em face da eventual depressão ventilatória2. Wannmacher L. Por isso. In: Fuchs FD. Respirat Med 2005. Britton J. Fuchs FD.

Metanálise6 avaliou a segurança de colóides. 7 Matos GC. N Engl J Med 2004. 139 (5): 552-563.32% após dextrano e 12. Hawkins V. P=0. Oxford: Update Software.91. 7(3):177-180. osmoles and albumin. Salines. (Cochrane Review). 4 Cooper DJ.8%). 1 Referências Bibliográficas 229 . Navickis RJ. In: The Cochrane Library. Produz expansão do volume intravascular na mesma proporção da solução de albumina a 5%. In: The Cochrane Library. Identificaram-se dois prováveis casos com reações adversas. Colloid solution for fluid resuscitation. Crit Care Resusc 2005. 3 Roberts I. De acordo com diretrizes.4% após poligelina. A Comparison of Albumin and Saline for Fluid Resuscitation in the Intensive Care Unit.99.6%) ou indeterminadas (0. tomando como referência albumina. Oxford: Update Software. Colloids versus crystalloids for fluid resuscitation in critically ill patients (Cochrane Review). Em subgrupo desse estudo. Reações anafilactóides ocorreram em 4. IC95%: 0. 2 American Thoracic Society.mina). tendo eliminação primariamente renal. controversas (4. a infusão de albumina resultou em mais baixo índice de reações adversas totais e de reações adversas graves. Wilkes MM. Apesar do uso difundido. Evidence-based colloid use in the critically ill: American Thoracic Society Consensus Statement. Colóides apresentam superioridade em relação a cristalóides na ressuscitação de pacientes com hipotensão relacionada à diálise2. Fez-se a inclusão de poligelina na forma de solução injetável a 3. 2006. Estudo brasileiro avaliou 498 prescrições hospitalares de albumina humana. Alderson P. inapropriadas (61. Ker K. 2.5%.51% com amido hidroxietílico. Evaluation of human albumin use in a Brazilian hospital. respectivamente. 21(4): 1224-1233. a sobrevida em 28 dias foi superior nos pacientes que receberam solução salina. Issue 1. e os colóides são mais caros que os cristalóides.1. Bunn F. Cad Saúde Pública 2005. 6 Barron ME. Am J Resp Crit Care Med 2004. 5 Bunn F.1%). RR= 0. Chinnock P. poucos e limitados estudos justificam sua prescrição. A systematic review of the comparative safety of colloids. Issue 1. 2006. 170 (11): 1247-1259.87). com 492 pacientes com trauma encefálico.4 Revisão sistemática Cochrane5 de ensaios clínicos com colóides não evidenciou que um tipo seja mais eficaz e seguro que outro. Rozenfeld S. Com base em estudos de farmacovigilância.09.4%). Poligelina permanece no plasma tanto quanto dextrano de baixo peso molecular. Schierhout G. The SAFE Study Investigators. 350(22): 2247-2256. Arch Surg 2004. Alderson P. as prescrições foram classificadas em apropriadas (33. O estudo SAFE1 demonstrou que albumina não é superior à solução salina normal na ressuscitação volêmica de pacientes criticamente enfermos (726 mortes versus 729 mortes.

É sedativo e hipnótico de ação ultracurta usado em indução e manutenção da anestesia geral em adultos e em crianças acima de 3 anos de idade. a alta ocorreu antes do que naqueles que receberam desflurano.2 Em comparação com halotano para indução anestésica em 156 crianças. não é contraindicado em crianças sadias submetidas a procedimentos cirúrgicos. isoladamente e em associação. Associação de propofol com morfina produziu melhor controle da pressão intracranina. com similar incidência de efeitos adversos. A duração média das convulsões foi significativamente menor com propofol. visando recuperação anestésica mais rápida. respectivamente). Está ainda indicado para sedação de pacientes em unidades de tratamento intensivo1. visando reduzir elevações de pressão intracraniana. Propofol determina dor à injeção e efeitos adversos excitatórios que limitam seu uso em alguns pacientes. metanálise3 de 14 ensaios clínicos randomizados avaliou os tempos para resposta a comandos verbais e alta hospitalar em anestesias com desflurano.ProPoFoL Propofol faz parte dos anestésicos gerais intravenosos. Todos os três regimes foram igualmente eficazes para obtenção do nível de sedação desejado. especialmente pediátricos. especialmente importante em procedimentos de curta duração ou realizados em nível ambulatorial. Tem sido usado com analgésicos opióides de curta ação em anestesias intravenosas totais (sem associação com anestésico de inalação). Propofol tem sido usado para sedar pacientes neurocirúrgicos. determinou menos episódios de obstrução de vias aéreas (34% versus 10%. em sedação de 100 pacientes com trauma grave requerendo ventilação mecânica em UCI. Não houve diferença estatisticamente significativa entre desflurano e propofol no tempo para responder a comandos verbais. Na manutenção da anestesia. Concluiu-se que há somente pequenas diferenças entre desflurano e isoflurano ou propofol.1 Mesmo assim. embora o significado clínico das diferenças observadas seja pequeno. isoflurano ou propofol para cirurgias ambulatoriais. Metanálise de 15 ensaios clínicos randomizados (n=706)4 comparou propofol com metoexital para anestesia de eletroconvulsoterapia em pacientes depressivos ou psicóticos.1 Tem rápido início de ação e curta duração. Em pacientes que receberam propofol. mas tem maior custo que tiopental. Ensaio clínico controlado5 avaliou eficácia e segurança de propofol e midazolam. exceto maior aumento dos níveis de triglicerídeos com uso de propofol. em 230 . Tempo para despertar foi significativamente mais curto com este último fármaco.

A solução ácida contém glicose. 5 Sanchez-Izquierdo-Riera JA. 6 Kelly DF. USA.3 e sem riscos de precipitação de sais de cálcio ou magnésio1.br 2 Westrin P.5mEq/L. Colorado. reações adversas atribuídas ao acetato usado anteriormente como tampão. Não se deve usar propofol em pacientes com epilepsia. ácida. Essa estratégia visa evitar precipitações e. os valores de 1. as duas soluções são continuamente aspiradas e misturadas com água tratada. Greenwood Village. 86: 1.2.042-1. Williams J.0mEq/L são habitualmente utilizados. Rosner MJ et al. Propofol versus methohexital for eletroconvulsive therapy: a meta-analysis. J Neurosurg Anesthesiol 2001. prospective double-blind pilot trial. componentes eletrolíticos e pequena quantidade de ácido orgânico (acético. 13: 93-98. USP-DI® System. fez-se inclusão de propofol na forma de emulsão injetável 10mg/mL. Anesthesiology 1995. Anesth Analg 1998.052. Cantalapiedra-Santiago JA. Klasco RK (Ed). constituindo o banho de diálise diluído. Quando se utilizam banhos com concentrações de cálcio da ordem de 3. Ambros-Checa A. 4 Walder B. 83: 77-82. uma alcalina e a outra. Durante a sessão de hemodiálise. O agente tamponante utilizado nas soluções concentradas é o bicarbonato de sódio 8. Tinker JH.224. Comparisons between desflurane and isoflurane and propofol on time to following commands and time to discharge: a meta-analysis. periodicos.5–2. Disponível em: http://www.219-1. 1 Referências Bibliográficas SoLuÇÃo áCiDA PArA HEmoDiáLiSE Atualmente empregam-se em hemodiálise duas soluções concentradas. Perez-Vela JL.comparação com morfina isoladamente. Herr DL. 90: 1. Tramer MR. componente da solução alcalina.capes. com pH na faixa de 6.8–7. 3 Dexter F. Valores próximos aos limites superiores são recomendados para pacientes predispostos a arritmias e para aqueles que fazem uso crônico de digitálicos2. Pelo rápido início de ação e curta duração de efeito. Chappell ET. Verck M. lático ou cítrico). que se associam a maiores ganhos de intervalo dialítico e hiperpotassemia. Goodale DB. J Neurosurg 1999. 43(suppl 114): 50-51. o resultado é um balanço positivo de cálcio na maioria das sessões de hemo231 .4%.gov. Propofol versus midazolam: safety and efficacy for sedating the severe trauma patient. No que concerne às concentrações de potássio. Alted-Lopez E. Thomson MICROMEDEX. A tendência atual é usar soluções dialíticas com concentrações de sódio de 138–140mEq/L. para o tratamento de lesão cerebral traumática grave6. Acta Anaesth Scand 1999. Intravenous anaesthesia in paediatric patients. Propofol in the treatment of moderate and severe head injury: a randomized. principalmente. Caballero-Cubedo RE.

instabilidade hemodinâmica e hipóxia1. levando à precipitação. As dificuldades para utilização do bicarbonato foram sanadas com a disponibilidade do concentrado de hemodiálise em duas frações separadas: uma denominada básica. lático ou cítrico)2. A formulação contém também glicose e ácido acético2. a adição de bicarbonato pode resultar em formação de carbonatos. cálcio. Fez-se a inclusão da solução alcalina para hemodiálise (solução de bicarbonato de sódio a 8. cloreto e magnésio dentro dos limites recomendados para segurança e efetividade nas seções de diálise.2. eventualmente.2. Em soluções com altas concentrações de cálcio e magnésio. Rector FC. Philadelphia: Saunders. o acetato não é mais empregado devido à associação com náuseas e vômitos.diálise1. acidose metabólica.4%. sinais clínicos de hipoglicemia. Brenner & Rector’s The Kidney. Rector FC. cefaléia. componentes eletrolíticos e pequena quantidade de ácido orgânico (acético.4%). Fez-se a inclusão da solução ácida para hemodiálise e a exclusão da solução de hemodiálise sem glicose e sem potássio. potássio. principalmente nos músculos. Brenner BM. visando à manutenção do equilíbrio ácido-base. A diálise contra níveis de glicose próximos aos valores normais é intuitivamente mais fisiológica2. Referências Bibliográficas 232 . 2 Riella MC. que contém o bicarbonato de sódio a 8. Atualmente. 4 ed. Sessões de hemodiálise com acetato como agente tamponante podem ser acompanhadas de substancial elevação do nível de acetato no sangue. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. Philadelphia: Saunders. gerando bicarbonato em uma seqüência de reações químicas que consomem dióxido de carbono.A diálise sem glicose está associada à perda de glicose (e estímulo à cetogênese e gliconeogênese). Brenner & Rector’s The Kidney. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 7 ed. que contém glicose. maior redução na osmolaridade plasmática durante a diálise e. 7 ed. composto que sofre biotransformação. 1 Brenner BM. e outra denominada ácida. 2004: 2586-2610. 1 Referências Bibliográficas SoLuÇÃo ALCALiNA PArA HEmoDiáLiSE A formulação da solução de hemodiálise deve conter um agente tamponante. A solução ácida concentrada para hemodiálise disponível no país apresenta os eletrólitos: sódio. 2003: 877-889. Uma alternativa adotada foi o emprego do tampão acetato.

2003: 877-889. Taburet AM. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Essa melhora pode reduzir riscos de eventos cardiovasculares. Goujard C. entretanto. No entanto. 4 ed. Barrail A.44 (10):1035-1050. possibilidade de administração uma vez ao dia. Devido a perfis farmacocinético e de efeitos adversos diferentes. 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE HiDroxiCLoroquiNA Sulfato de hidroxicloroquina e difosfato de cloroquina são medicamentos antimaláricos. Switching to atazanavir improves metabolic disorders in antiretroviralexperienced patients with severe hyperlipidemia. baixo número de cápsulas administradas (esquema terapêutico mais simples). Coorte2 realizada em 33 pacientes com hiperlipidemia grave mostrou que a inclusão de atazanavir no esquema anti-retroviral reduziu significativamente triglicerídeos e colesterol total nas primeiras 24 semanas da mudança no esquema. A redução dos triglicerídeos foi maior que a do colesterol total. riscos de interações medicamentosas e de pancreatite aguda. HDL e LDL colesterol não modificaram tanto quanto a carga viral e a contagem de células CD4.2004:2586-2610. Clin Pharmacokinet 2005. fez-se a inclusão do sulfato de atazanavir na forma de cápsulas de 150mg e de 200mg. o uso destes medicamentos por longo período pode conduzir a compli233 . J Acquir Immune Defic Syndr 2005. mas têm aplicação clínica no tratamento de doenças reumáticas e outras doenças do tecido conjuntivo e da pele. tais como aumento de colesterol plasmático total e de triglicerídeos em pacientes usando esquemas com inibidores de protease1. 39: 174–180. houve decréscimo significativo de não-HDL colesterol. incluindo.1 Entre as desvantagens estão a necessidade de administração com alimentos e várias interações medicamentosas1. 2 Riella MC. Após 24 semanas de tratamento. Le Tiec C. O atazanavir possui também vantagens em relação aos inibidores de protease tradicionais: menos interferência no metabolismo lipídico. efeitos adversos. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. SuLFATo DE ATAZANAVir A terapia anti-retroviral de máxima supressão viral possui eficácia e benefícios bem estabelecidos. O atazanavir (ATV) é azapeptídeo inibidor de protease do HIV-1. necessidade de estatinas. Clinical pharmacokinetics and summary of efficacy and tolerability of atazanavir. 2 Möbius U et al.

Antimalarials for treating rheumatoid arthritis (Cochrane Review). enquanto hidroxicloroquina não a atravessa. Wells G. A vacina também demonstrou ser segura em relação ao risco de invaginação intestinal. controlado por placebo4. Revisão sistemática Cochrane3 avaliou a eficácia de curto prazo e a toxicidade de hidroxicloroquina em artrite reumatóide. A eficácia da vacina oral contra rotavírus monovalente G1P[8] Cepa RIX4414 atenuado foi determinada em ensaio clínico. O Brasil incluiu a vacina oral atenuada contra rotavírus em março de 2006 no calendário de imunização. 3 Suarez-Almazor ME. Fatores de risco para a retinopatia podem ser altas doses diárias de cloroquina e hidroxicloroquina. na faixa etária 234 .225 crianças demonstrou que a vacina apresenta alto efeito protetor contra gastroenterite severa por rotavírus e hospitalização por doenças diarréicas. a cada ano com esta incorporação no calendário de vacinação. Pela maior segurança. Belseck E. Oxford: Update Software. multicêntrico. Este estudo com 63. Ocular toxicity and antenatal exposure to chloroquine or hydroxychloroquine for rheumatic diseases. O abandono de tratamento por efeitos adversos foi similar nos dois grupos.cações oculares reversíveis e irreversíveis. Issue 1. sua utilização por longo prazo e a diminuição da depuração desses fármacos2. randomizado. 358: 813-814. A relação custo-efetividade da vacina contra rotavírus foi estabelecida em 1998 3 . Hidroxicloroquina apresentou eficácia nos vários desfechos medidos. British Journal of Dermatology 1999. duplo-cego. Homik JJEH. fez-se a inclusão de sulfato de hidroxicloroquina na forma de comprimido de 400mg. In: The Cochrane Library. Tugwell P. relacionada ao fato de que cloroquina cruza a barreira sangue-retina. a retinopatia é das mais comuns1. Ocular toxicity and hydroxychloroquine: guidelines for screening. Shea BJ. 140(1): 3-7. A menor toxicidade da hidroxicloroquina pode estar.2. Jones SK. em parte. dentre as últimas. 2006. o que demonstra o perfil de baixa toxicidade de hidroxicloroquina. mediante a análise de quatro ensaios clínicos randomizados (n=592 pacientes) em que se comparou o antimalárico a placebo. Lancet 2001. e o Ministério da Saúde espera evitar cerca de 850 mortes de crianças. 2 Klinger G et al. 1 Referências Bibliográficas VACiNA orAL DE roTAVíruS HumANo O rotavírus é responsável por grande parte dos casos e óbitos causados por doenças diarréicas agudas em crianças em todo o mundo1. Outro impacto esperado é uma redução de até 42% das internações por gastrenterite infecciosa.

312(5775): 851-852. Por essas razões. publicado em 2004 pelo Ministério da Saúde.de menores de cinco anos5. 5 BRASIL. as indicações aprovadas incluem o tratamento emergencial do choque. Safety and Efficacy of an Attenuated Vaccine against Severe Rotavirus Gastroenteritis. e é relevante para as ações de imunização pediátrica. N Engl J Med 2006. N Engl J Med 2006. tétano. The promise of new rotavirus vaccines. JAMA 1998. Ela consta do calendário básico de vacinação de crianças. atenuada (pó para solução oral). queimaduras ou hipoalbuminemia1. 3 Tucker AW et al. Science 2006.saude. são utilizadas soluções de albumina humana em pacientes críticos. Public health.br acesso em 03/03/2006). Ministério da Saúde: calendário de vacinação (Disponível em www. Referência Bibliográfica C) PArECErES DAS ALTErAÇÕES rELACioNADAS Ao uSo TErAPêuTiCo ALBumiNA HumANA Como ExPANSor VoLêmiCo Há mais de 50 anos. 1 Referências Bibliográficas VACiNA TETrAVALENTE A vacina tetravalente (DPT + HIB) evita as seguintes doenças: difteria. 1 BRASIL. além de outras infecções por Haemophilus influenzae tipo B. Glass RI.saude. 354(1): 11-22. cuidado de pacientes queimados e situações clínicas associadas à hipoproteinemia. Ministério da Saúde. Revisão sistemática Cochrane de 32 estudos randomizados e controlados concluiu que não há evidência de que administração de albumina reduza a mortalidade de pacientes críticos com hipovolemia. Por isso. 2 Parashar UD.gov. Progress toward rotavirus vaccines. coqueluche e meningite. monovalente G1P[8] Cepa RIX4414. 279(17): 1371-1376. 4 Ruiz-Palacios GM et al. Parashar UD. Ao 235 . Rotavírus: vacina evita 850 óbitos de bebês por ano (Disponível em www. fez-se a inclusão de vacina tetravalente (suspensão injetável). Glass RI. fez-se a inclusão da vacina oral contra rotavírus humano.br acesso em 03/03/2006). Atualmente.gov. 354(1): 75-77. com impacto significativo na vigilância epidemiológica das doenças que previne1. Cost-effectiveness analysis of a rotavirus immunization program for the United States.

pois permanece em discussão a relação custo-benefício e a segurança. Navickis RJ. Patient survival after human albumin administration. Quando usada para correção de hipovolemia. 3 The SAFE Study Investigators. In: The Cochrane Library. aquele risco foi 1.11-5. 1 Referências Bibliográficas 236 . NEJM 2004. The Albumin Reviewers (Alderson P. Administrada em queimados. Os dados sugerem que o uso de albumina humana nos pacientes críticos deva ser revisado. Também não houve diferença significativa nos outros parâmetros aferidos.95-1. Human albumin solution for resuscitation and volume expansion in critically ill patients (Cochrane Review).38 (IC95%: 0. Schierhout G).87). o risco relativo de morte foi 2. o risco relativo de morte com administração de albumina foi 1. 350 (22): 2247-2256. nenhuma albumina ou baixas doses de albumina não detectou efeito sobre mortalidade. Issue 1.contrário. pode aumentar discretamente a mortalidade. O risco relativo de morte para todos os estudos foi 1.10). Outra revisão sistemática de ensaios randomizados e controlados que compararam albumina com cristalóides.92-1. Bunn F. IC95%: 0. controlled trials. P=0.03). permanecendo na Rename como frações do plasma para fins específicos. Assim.09.19).04 (IC95%: 0.997 pacientes críticos mostrou 726 mortes no grupo da albumina e 729 mortes no grupo da solução salina (RR= 0.95-1.13). recomendou-se exclusão da solução injetável de albumina humana 200mg/mL da categoria de substitutos do plasma. Oxford: Update Software. Para correção de hipoalbuminemia. Li L. não cruzados e com 100 pacientes ou mais. Ann Intern Med 2001. Roberts I.3 Ainda se deve levar em consideração que o custo da reposição volêmica com solução de albumina pode chegar a 75 vezes mais do que se fosse realizada com salina. o risco relativo de morte foi 1. Em conjunto.28).99.40 (IC95%: 1. tendo mortalidade como desfecho.11 (IC95%: 0. Li Wan Po A. A metaanalysis of randomized. 135: 149-164. diminuindo nos estudos com cegamento.2 Ensaio clínico multicêntrico.01 (IC95%: 0. 2006.94-2. randomizado e duplo cego que comparou o efeito de reposição volêmica com albumina ou solução salina sobre mortalidade em 6. com uso hospitalar e restrito para hipoalbuminemia. A Comparison of Albumin and Saline for Fluid Resuscitation in the Intensive Care Unit. 2 Wilkes MM.91-1.

3 Fuchs FD. pode causar imprevisível queda de pressão arterial.CAPToPriL Em urGêNCiA HiPErTENSiVA O tratamento da crise hipertensiva visa à redução dos níveis pressóricos. O uso sublingual de nifedipino de ação curta não é mais considerado aceitável como terapia da urgência hipertensiva. Kowey P. 3 ed. Esse medicamento não consta da Rename. além do risco da ocorrência de hipertensão de rebote quando o fármaco for suspenso. mas deve ser deglutido. evitando redução abrupta dos níveis pressóricos pelo risco de isquemia renal. Evaluation. and Treatment of High Blood Pressure. pois a apresentação comercial e suas características farmacocinéticas não permitem a absorção sublingual. Hypertension 2003. 276: 1328-1331. National High Blood Pressure Education Program Coordinating Committee.3 Captopril foi substituído por enalapril nas demais indicações cardiovasculares. Pacientes com urgência hipertensiva podem ser tratados com terapia medicamentosa convencional (maioria dos casos em assistência primária). em outras situações.3 Clonidina também pode ser usada para essa indicação. Joint National Committee on Prevention. Should a moratorium be placed on sublingual nifedipine capsules given for hypertensive emergencies and pseudoemergencies? JAMA 1996.). National Heart. Fármacos anti-hipertensivos. Lung. mas só está indicada na concomitância de edema agudo de pulmão. Seventh report of the Joint National Committee on Prevention. Furosemida ainda é empregada para tratamento de emergências e urgências hipertensivas. Grodzicki T. com perfil de segurança mais satisfatório. and Blood Institute. FD. Messerli FH. Detection.3 Captopril tem boa ação hipotensora. Evaluation. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2 Grossman E.2 pela inexistência de avaliações mais consistentes de efeito benéfico e os riscos associados. Wannmacher. Chobanian AV et al. In: Fuchs. para evitar o estabelecimento de lesões em órgãos-alvo ou minimizar a lesão já estabelecida1. porém a sedação é efeito indesejado importante. 2004: 668-683. 42 (6): 1206-1252. Farmacologia Clínica. Ferreira MBC (eds. cerebral ou coronariana e pela associação com maior risco de eventos adversos. com repercussões desastrosas. 1 Referências Bibliográficas 237 . permanecendo somente como medicamento de uso restrito para casos de urgência hipertensiva. and Treatment of High Blood Pressure. Fundamentos da terapêutica racional. o mais precocemente possível. Detection.

além de rifampicina. estreptomicina (SM). Por isso. com uma taxa de incidência de 64/100.000 casos de doença. a incidência de casos novos resistentes a múltiplos medicamentos é de 0. Hepatology 1997. o empre238 . Periodontology 2000 2002. Friedlander SF. Lin PY. vários antifúngicos têm sido testados para substituir griseofulvina oral. cedendo lugar para medicamentos com amplo espectro de ação. etambutol (EMB) e etionamida (ETH) (esquemas IR e III) para casos de falência de tratamento ou intolerância aos fármacos do esquema padrão2. Hepatic injury during ketoconazole therapy in patients with onychomycosis: a controlled cohort study. cetoconazol sistêmico tornou-se agente de segunda linha para a maioria das infecções fúngicas.3 Xampu de cetoconazol a 2% foi incluído na Rename porque miconazol (outro imidazólico tópico) não apresenta forma farmacêutica que propicie o uso em dermatoses do couro cabeludo. Em 2001. Liaw YF. o Brasil é o décimo quinto colocado entre os países com maior carga de tuberculose no mundo. 3 Chan YC. Sendo baixa a multirresistência.9% no Brasil3. estimou-se a ocorrência de 111. Dentre eles.5% e 2. 2 Pallasch TJ.28:240-255. 25(1): 103-107. Elevações assintomáticas na alanina transferase e hepatite manifesta foram respectivamente observadas em 17.9% dos pacientes que receberam cetoconazol.Antifungal and antiviral chemotherapy. Já para tratamento de tinea capitis. O programa de Controle da Tuberculose do MS disponibiliza. New treatments for tinea capitis. isoniazida e pirazinamida (esquema I). Assim. 17(2): 97-103. Curr Opin Infect Dis 2004. não se manteve a forma oral de cetoconazol. 1 Referências Bibliográficas cLARITROMIcINA E cLORIdRATO dE cIPROFLOXAcINO EM TUBERcULOSE Segundo a Organização Mundial da Saúde.Yang LJ.CEToCoNAZoL PArA iNFECÇÃo FúNGiCA DE Couro CABELuDo Coorte1 de 211 pacientes com onicomicose avaliou danos hepáticos comparativos entre cetoconazol e griseofulvina até remissão completa da doença ou falência do tratamento. Segundo a Organização Mundial da Saúde. melhor farmacocinética e menor toxicidade hepática e gastrintestinal2. xampus de cetoconazol a 2% e sulfeto de selênio a 1% têm sido recomendados como terapia tópica adjuvante. Griseofulvina não evidenciou tais alterações. Chien RN.000 habitantes1.

Secretaria de Políticas de Saúde. Por isso a epinefrina foi retirada do quadro de antiasmáticos e deixada para tratamento de choque vascular ou anafilaxia. Guideline for management of drug-resistant tuberculosis. por causa dos efeitos adversos cardíacos e centrais dos agonistas β não-seletivos. a obstrução ao fluxo de ar é mais rapidamente revertida pela combinação de inalação repetida de agonista β2-adrenérgico e administração sistêmica precoce de corticosteróides1. Version 14. não se constituindo em medicamentos essenciais para essa indicação. Departamento de atenção Básica. UpToDate 2005. Além disso. 3 WORLD HEALTH ORGANIZATION.go de ciprofloxacino e claritromicina como antituberculosos não parece prioritário na saúde pública do país.Version 14. 1997. Normas e Manuais Técnicos. A epinefrina poderia ter apenas um papel limitado no tratamento da crise de asma grave ou no paciente tratado emergencialmente numa unidade equipada para administrar medicamentos por inalação2.1.1 1 Referências Bibliográficas 239 .Global tuberculosis control. A administração de salbutamol por nebulização com fluxo contínuo (três doses a cada 20 minutos) já se tornou o tratamento padrão para início da terapia na unidade de emergência1. n. Fanta CH.WHO Report 2005: 67-70. Nota-se que resultados semelhantes foram obtidos usando-se inaladores munidos de dispositivo espaçador. foi suplantado pela inalação de agonistas adrenérgicos β-2 seletivos. Ambos permanecem na Rename como antimicrobianos. Caderno de Atenção Básica. Geneva: WHO/Tb. 148. Ministério da Saúde. Versão Preliminar. havendo indicação de que esta seria a melhor forma de administração1. 2 Sawicki G. Brasília – DF. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 2002. O uso de injeção subcutânea de epinefrina. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE EPiNEFriNA E HEmiTArTArATo DE EPiNEFriNA Em CHoquE ANAFiLáTiCo No tratamento da asma aguda grave. Série A. têm mais alto custo e exigem teste de sensibilidade para confirmar seu benefício. outrora considerado como tratamento padrão. Manual técnico para o controle de tuberculose. UpToDate 2005. como a epinefrina2. Dovey M. 2 BRASIL. mas sem a indicação específica de uso na tuberculose.

Reações distônicas ocorrem em aproximadamente 1% dos pacientes em uso de metoclopramida e em menos de 1% com bromoprida. Domperidona. como agente antiemético1. comparados a 3. Walder B & Tramèr MR. evidenciou-se não haver efeitos extrapiramidais de metoclopramida em crianças3. Revisão sistemática de 66 estudos com 3. RECOMENDAÇÃO: Os laboratórios fabricantes da solução oral 4mg/ mL de metoclopramida devem comunicar na bula e nas demais vias de comunicação com prescritores e consumidores o alerta sobre doses altas e reações extrapiramidais.260 pacientes em diferentes regimes. em graus diferentes. Anesth Analg 1999. Brit J Anaesth 1999. metoclopramida e domperidona são fármacos pró-cinéticos. ainda. Na ausência de superdosagem. Considerando as diferentes indicações e. comparada com levosulpirida ou bromoprida. entretanto à recomendação que segue. que ondansetrona é comercializada apenas nas formas de solução injetável e comprimidos. 88(6): 1370-9.006 pacientes recebendo placebo demonstrou efeito antiemético significativo de metoclopramida em crianças. 2 Boulloche J et al.324 pacientes demonstrou que doses clínicas usuais de metoclopramida. condicionada. 1 Referências Bibliográficas 240 . Tais reações ocorrem com mais freqüência em mulheres do que em homens e em crianças mais do que em adultos. A maior incidência de reações extrapiramidais observada com metoclopramida. reações distônicas ocorrem essencialmente em crianças do gênero feminino e com aproximadamente 9 anos2. Metanálise de 54 artigos envolvendo 7. a Comare optou pela manutenção na Rename 2006 da metoclopramida na forma farmacêutica pediátrica. Em cinco dos 66 estudos. derivado butirofenônico. 4 Henzi I. tanto por via oral quanto intravenosa. droperidol e ondansetrona não diferem na incidência global de efeitos adversos3. 19(4): 379-90.CLoriDrATo DE mEToCLoPrAmiDA Bromoprida. antagonistas de receptor D2 e capazes de produzir reações extrapiramidais. provavelmente reflete o fato de que metoclopramida é extensamente empregada em doses altas.4. Alimentary Pharm Ther 2004. não atravessa prontamente a barreira hematoencefálica e por isso a incidência de reações extrapiramidais é rara com este fármaco. Helv Paediatr Acta 1987. 3 Domino KB et al. Sua incidência é maior em pacientes que recebem altas doses intravenosas durante terapia antiemética1. 42(5-6): 425-32. Tonini M et al. 83(5): 761-71.

indução anestésica. A solução injetável é preparada com o cloridrato. Farmacologia Clínica. Anaesthesia 1996. indução ou manutenção da anestesia. Fee JP. Ann Fr Anesth Reanim 2002. Crit Care Med 2002. 1 Comparativamente tem efeitos mais previsíveis e sua dose é mais facilmente tateada. Wannmacher L & Ferreira MBC (eds. Prasad BK. USA. 3 Bolon M. pelo que foi excluído do quadro de Ansiolíticos e Hipno-Sedativos. 2 Gilliland HE. 30: 119-141. Fraser GL. Ferreira MBC. Riker RR. 3 Jacobi J. bem como em neurocirurgias5.2 As vantagens de midazolam sobre diazepam como adjuvante da anestesia são: possibilidade de administração intramuscular. anestesia intravenosa em procedimentos de curta duração. Thomson MICROMEDEX. amnésica. ansiolítica. Na prática clínica. Pode ser usado em pacientes com problemas cardíacos e respiratórios. Anestésicos gerais. 1 Referências Bibliográficas 241 . Paulus S. midazolam não deve ser usado como ansiolítico e hipno-sedativo em situações crônicas. 51: 808-811. Boulieu R. enquanto a solução oral contém maleato de midazolam. Fundamentos da terapêutica racional. Preinduction techniques for pediatric anesthesia. 4 Bailey PD Jr .capes. Bastien JL. relaxante muscular por ação central e anticonvulsivante que propiciam seu uso em sedação consciente ou profunda. 18 (3): 265-269. Essas duas formas farmacêuticas estão sendo mantidas. pré-medicação. 21: 478-92. Tem sido usado em pré-medicação anestésica (principalmente em crianças)4. Greenwood Village. In: Fuchs FD. Disponível em: http://www. Mirakhur RK. sedação em Unidade de Terapia Intensiva5. excluindose a forma de comprimido para uso como adjuvante de anestesia. ausência de complicações venosas por ser mais solúvel. periodicos. 3 ed. Curr Opin Anaesthesiol 2005. Fontaine D. Bastien O.). Wittbrodt ET et al. início de efeito mais rápido e curta duração de efeito. Sedation induced by midazolam in intensive care: pharmacologic and pharmacokinetic aspects. embora magnitude e duração de efeito variem amplamente em pacientes criticamente doentes3. An investigation of the potential morphine sparing effect of midazolam. 2004: 157-185. DRUGDEX® System. Clinical practice guidelines for the sustained use of sedatives and analgesics in the critically ill adult. mas permite redução das doses de opióides. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Flamens C. Colorado. Coursin DB.br CLoriDrATo DE miDAZoLAm E mALEATo DE miDAZoLAm Como ADjuVANTE Em ANESTESiA Midazolam é benzodiazepínico com propriedades hipnótica.5 Klasco RK (Ed).1 Não tem propriedade analgésica.gov.

Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. anti-histamínicos menos sedativos são mais bem tolerados. 17(1): 62-65.capes.CLoriDrATo DE PromETAZiNA Como CoADjuVANTE Em CHoquE ANAFiLáTiCo Prometazina é utilizada como anti-histamínico H1. 178. em pacientes com contra-indicação aos benzodiazepínicos3. com igual eficácia (dexclorfeniramina já existente na Rename). Disponível em: http://www. 211.1 Pode ser utilizada para alívio de ansiedade e insônia que eventualmente acompanham procedimentos cirúrgicos e obstétricos. Para prevenção e tratamento de náuseas e vômitos induzidos por cirurgia. 2005: 160. como adjuvante de epinefrina em emergência anafilática. Sendo assim. periodicos. pelo que não se faz uso crônico com prometazina. The effectiveness of rescue antiemetics after failure of prophylaxis with ondansetron or droperidol: a preliminary report. Na forma injetável. Gan TJ. British Medical Association. J Clin Anesth 2005.1 Foi excluída a forma farmacêutica oral (comprimido 25mg) do cloridrato de prometazina. 242 . sedativo e antiemético. DRUGDEX® System. 50 ed. O efeito sedativo pode diminuir após alguns dias de tratamento continuado. está indicada como coadjuvante no tratamento de reações anafiláticas1.gov.br 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE ProPrANoLoL Em algumas seções. Em profilaxia de êmese cirúrgica mostrou eficácia em casos de falha com ondansetrona e droperidol2. existem outros representantes. cloridrato de propranolol foi substituído por atenolol (Vide parecer de inclusão). O efeito sedativo pode ser uma vantagem no manejo do prurido de certas alergias. mas a duração prolongada pode provocar efeitos residuais no dia seguinte (“ressaca”).1 Sua ação sedativa pode contribuir para alívio de insônia ocasional. Na cinetose. 3 Klasco RK (ed). 2 Habib AS. Greenwood Village. é recomendada como alternativa. London: BMJ Publishing Group and the Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. somente a preparação injetável de prometazina foi conservada na Rename. British National Formulary. 163. Colorado: Thomson MICROMEDEX. menos efeitos adversos (sedativos e antimuscarínicos) e duração da ação maior. 2006. Como anti-histamínico oral. cinetose e diversos fármacos.

Schütz W & Eschenhagen T. 2005. mononitrato reduziu mais a pressão sangüínea diastólica e sistólica. Em outras condições patológicas como a aterosclerose coronária. 3 Steinhilber D. In: Aktories K et al. Pharmakologie des cardiovaskulären System . Stuttgart: Deutscher Apotheker. e ainda a pressão atrial direita e a pressão diastólica ventricular esquerda.capes. 1 Referências Bibliográficas 243 . USP DI® Drug Information for the Healthcare Professional (electronic version). Schubert-Zsilavecz M & Roth HJ.3.das Herz. München: Elsevier. New York: McGraw Hill. Mononitrato na dose oral de 40mg. Treatment of myocardial ischemia.823-44. observa-se que devido à sua alta lipofilicidade o 2. 2006. quando comparado a dinitrato. com freqüências e intensidades similares em ambos os fármacos4. Estudos de eficácia comparativa em pacientes com angina relataram progressiva melhoria dos sintomas no final de 2-4 semanas com o uso de ambos os fármacos. Thomson Micromedex.DiNiTrATo DE iSoSSorBiDA E moNoNiTrATo DE iSoSSorBiDA Em ANGiNA DE PEiTo Comparando o perfil farmacocinético de mononitrato com dinitrato de isossorbida. foi mais eficaz do que dinitrato na mesma dosagem no tratamento de pacientes com doença coronariana isquêmica4. permitindo posologia mais adequada na profilaxia da angina. Colorado. 11th ed. 2 Michel T.periodicos. O 5-mononitrato de isossorbida (MNI) possui meia-vida mais longa. estudos relataram aparente eqüipotência de ambos os fármacos nas mudanças hemodinâmicas após administração aguda. p. No infarto do miocárdio. recomenda-se o uso do comprimido de mononitrato de isossorbida (MID) na profilaxia da angina pectoris e do comprimido sublingual de dinitrato de isossorbida (DNI) para o tratamento das crises. In: Brunton LL. Estudo multicêntrico reportou que o mononitrato foi a alternativa mais efetiva em relação ao dinitrato no tratamento de manutenção da angina estável3. Allgemeine und spezielle Pharmakologie und Toxikologie. Aufl. Greenwood Village. (Hrsg). porém aqueles tratados com mononitrato tiveram menos ataques de angina4. Disponível em http:// www. duas vezes ao dia. USA. Lazo JS & Parker KL (Eds.5-dinitrato de isossorbida (DNI) é bem absorvido por via sublingual e permite a redução dos sintomas da crise de angina em aproximadamente 5 minutos1. Desta forma. Medizinische Chemie: Targets und Arzneistoffe. 4 Klasco RK (Ed). sendo a duração do efeito mais longa com o mononitrato de isossorbida3. por via oral2. O efeito adverso mais comumente relatado é cefaléia.gov.br.) Goodman & Gilman´s The Pharmacological Basis of Therapeutics. 9. 2005.

sulco nasogeniano e região retroauricular. 1 Sampaio SAP. Em estudo cruzado. Referência Bibliográfica FoSFATo DE CoDEíNA Como ANTiTuSSíGENo Tosse aguda decorrente de infecção do trato respiratório superior é sintoma comum. pelo que somente foi mantida sua indicação como analgésico na Rename. dor. 2001. 129 (Suppl 1): 104S-115S. J Allergy Clin Immunol 2006. como codeína e dextrometorfano. Woodcock A. Fahey T. Na ceratose actínica múltipla. Schroeder K. Chronic cough due to chronic bronchitis: ACCP evidence-based clinical practice guidelines. No segundo caso. Fluoruracila não deve ser usada nas pálpebras. duplo cego e controlado por placebo. Revisão Cochrane que avaliou seis estudos randomizados e controlados por placebo. 2006. Chest 2006. 117: 831-835. Dermatologia. 3 Braman SS. surge reação irritativa com eritema. exclui-se a pomada de fluoruracila a 5% como ceratolítico. há tratamentos mais eficientes e com menos efeitos adversos. 2 Smith J. Rivitti EA. 1 Referências Bibliográficas 244 . Ele é indicado no tratamento da ceratose actínica e verrugas genitais. são recomendados para alívio sintomático de curta duração da tosse em pacientes que apresentam exacerbação aguda da bronquite crônica3. Earis J. comparando antitussígenos de venda livre em adultos. prurido. Owen E. e a duração do tratamento está em torno de cinco semanas. permanecendo na Rename 2006 a fluoruracila como antimetabólito. deve-se aplicar duas vezes ao dia. Effect of codeine on objective measurement of cough in chronic obstructive pulmonary disease. em forma tópica e injetável.2 Outra revisão sistemática aponta que antitussígenos centrais.FLuoruLACiLA Como CErAToLíTiCo Não foram encontradas revisões sistemáticas sobre o uso tópico deste fármaco. A exposição solar aumenta a intensidade da reação. Assim. Em função da sua duvidosa eficácia e dos efeitos adversos centrais. Após 3–5 dias. codeína oral (60mg) não diferiu do placebo na freqüência da tosse. queimação e secreção. Oxford: Update Software. realizado em 21 pacientes com tosse por DPOC. e a área a ser tratada não deve exceder 500cm2. evidenciou que codeína não era mais eficaz do que placebo para reduzir tosse1. São Paulo: Artes Médicas. entende-se que a codeína como antitussígeno não atende aos critérios de essencialidade. In: The Cochrane Library. Issue 1. a crioterapia é considerada mais simples e eficiente1. Em relação a resultados. Over-the-counter medications for acute cough in children and adults in ambulatory settings (Cochrane Review).

Machado ARL. A Encefalopatia Hepática ocorre mais comumente em pacientes com cirrose ou outras desordens crônicas resultantes de hipertensão portal e na hepatite fulminante causada por vírus. (Ed. Ferreira MBC (eds. sendo útil no tratamento de Encefalopatia Hepática. no entanto. 3 Micromedex® Healthcare Series.FUROSEMIdA cOMO ANTÍdOTO INESPEcÍFIcO C. K.2 Lactulose reduz o pH fecal inibindo a migração de amônia do cólon para o sangue 3. dificultando monitorização em situações agudas. 2 World Health Organization. sua superioridade em relação aos laxantes convencionais não foi estabelecida.l Auxilia a diurese forçada na eliminação de tóxicos1. e fosfato. 3 ed.com. 2. Greenwood Village. Disponível em: http://thomsonhc. Farmacologia Clínica. USA. Thomson Micromedex. G. WHO Model Formulary. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. que varia de 1 a 3 dias 5 e custo do tratamento 5.3. foi excluída furosemida como antídoto inespecífico.4 Alguns autores têm classificado a lactulose como agente desintoxicante de amônia e não como laxante 1 ou enfatizam a indicação na Encefalopatia Hepática 4. recomenda-se que a lactulose seja reservada para casos de Encefalopatia Hepática. 2004: 973-993.gov. potássio. Colorado.). Ainda a concentração plasmática parece não ser indicativa do efeito. Greenwood Village. MCEVOY. In: Fuchs FD. Wannmacher L. (Ed. Disponível em http://www. Assim. Electronic version. a alternativa mais indicada2. Não foram encontradas evidências quanto ao uso na diurese forçada3. cálcio.capes. Furosemida possui curva dose-resposta linear. [Acesso em 07 abr 2006] 4 Sweetman S (ed. sendo esta mais proporcional à concentração na urina. Geneva: WHO. Thomson Micromedex.): DRUGEDEX® System. Aumenta a excreção de sódio.5. Thomson MICROMEDEX.) AHFS Drug Information. Intoxicações Medicamentosas agudas. em que pequenas variações de dose podem causar grande diferença de efeitos.br 1 Referências Bibliográficas LAcTULOSE Apesar de a lactulose ser efetiva no tratamento da constipação crônica. 2005 2 KLASCO R. Martindale: The Complete Drug Reference. 1 Referências Bibliográficas 245 .periodicos.). Fundamentos da terapêutica racional. Considerando-se o tempo necessário para o início da ação. cloretos. London: Pharmaceutical Press. (electronic version). medicamentos ou toxinas 6. USA. não sendo. K. 1. Colorado. Bethersda: ASPH. 2004.4. Greenwood Village.

WANNMACHER. Também houve menor suspensão do tratamento por efeitos adversos de nifedipino. B. Louis: Facts and Comparisons.. USA. demonstrou-se tendência (diferenças não significativas) para maior eficácia de nifedipino em deter o trabalho de parto por 48 horas ou até 34 semanas. Notificou-se que o tratamento betamimético pode causar morte materna por edema pulmonar. Outras comparações 3. salbutamol e terbutalina). houve tendência para maior peso ao nascimento nos neonatos daquelas tratadas com nifedipino. Além do prolongamento da gestação. tremor.capes.Colorado. 60. 2004. Entretanto. Os fármacos betamiméticos podem causar efeitos indesejáveis na mãe. London: British Medical Association and The Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Em metanálise5 de nove ensaios clínicos randomizados (n = 679) que avaliaram a eficácia de nifedipino em comparação à de agonistas beta-adrenérgicos. F. ed.1 os agentes tocolíticos mais completamente avaliados são os betamiméticos (ritodrina. NiFEDiPiNo Como mEDiCAmENTo CArDioVASCuLAr Substituído por besilato de anlodipino (Vide parecer de inclusão) NiFEDiPiNo E SuLFATo DE SALBuTAmoL Como ToCoLíTiCoS Segundo revisão sistemática Cochrane. a contração uterina. 5 FUCHS. ansiedade e variedade de alterações bioquímicas. Disponível em: http://www.4 encontraram resultados similares entre nifedipino e ritodrina na detenção do TPP por 48 horas e sete dias. 4 BNF 45 – British National Formulary. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999. com menor incidência de síndrome da angústia respiratória e de internações em unidades de tratamento intensivo. 6 THE MERCK Manual. L. D. 2006. 17. verificando a eficácia do nifedipino em deter o trabalho de parto por 48 horas. ed. nifedipino relacionou-se a prognóstico neonatal mais favorável.br 3 DRUG Facts and Comparisons. hipotensão. São eficazes em retardar o parto além de 48 horas. 45. embora nenhuma repercussão tenha sido mostrada sobre morbidade e mortalidade perinatais. que incluem taquicardia. C. Nifedipino inibe a entrada de cálcio nas células miometriais e. ed. New Jersey: Merck Research Laboratories.periodicos. Os agentes não diferiram na incidência de nascimentos após 37 semanas ou na taxa de mortalidade perinatal. FERREIRA. ed. porém o primeiro causou menor ocorrência de efeitos adversos graves. algumas vezes graves. M. conseqüentemente. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional. Revisão sistemática Cochrane6 que 246 . Ensaio clínico2 comparou nifedipino oral com ritodrina intravenosa e oral e com grupo controle (sem tratamento). St.gov. 3.. 2005.

Oxytocin receptor antagonists for inhibiting preterm labor (Cochrane Review). 5 Tsatsaris V. In: The Cochrane Library. 7 Lubianca JN. Flenady VJ. 2006. Papatsonis DN. Dekker G. Também houve menor suspensão de tratamento por reações adversas graves. Issue 1. Goffinet F. 6 King JF. enterocolite necrosante em 79%. Dyson DC. Stevenson DK. Kirshenbaum N. Liley H. Oxford:Update Software.incluiu 12 ensaios clínicos randomizados (n = 1029) demonstrou que os bloqueadores dos canais de cálcio são superiores a qualquer outro tocolítico (agonistas beta-adrenérgicos principalmente) em deter o trabalho de parto por sete dias e em reduzir o número de nascimentos antes de 34 semanas de gestação. In: Fuchs FD. 93: 933-937. Comparison of nifedipine and ritodrine for the treatment of preterm labor. fetal and neonatal outcome. 2006. incluiu-se nifedipino como tocolítico e retirou-se sulfato de salbutamol dessa indicação na Rename 2006. 2 Read MD. 163:105-111. Farmacologia Clínica. In: The Cochrane Library. 1 Referências Bibliográficas SuCCiNATo DE mEToProLoL Como ANTi-HiPErTENSiVo Em GESTANTE Na Rename 2006 incluem-se propranolol como antagonista não seletivo de receptores beta-adrenérgicos e atenolol e o metoprolol como bloqueadores β1-seletivos. 8: 365-369. Assim. Shutz T. Am J Perinatol 1991. Fundamentos da terapêutica racional. Carbonne B. Ferreira MBC (eds. Oxford: Update Software. 3 ed. Papatsonis D. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Obstet Gynecol 2001. Am J Obstet Gynecol 1990. Wellby DE. Todos os β-bloqueadores são igualmente eficazes no tratamen247 . hemorragia intraventricular em 41% e icterícia neonatal em 27%. Issue 1.). Wannmacher L. nifedipino é hoje primeira escolha para deter o trabalho de parto prematuro com melhora dos desfechos neonatais. Contratores e Relaxantes Uterinos.7 Assim. Br J Obstet Gynaecol 1986. Flenady V. Dekker GA. A comparison of tocolysis with nifedipine or ritodrine: analysis of efficacy and maternal. Carbonne B. Houve redução significativa da incidência de síndrome de angústia respiratória em 37%. Succinato de metoprolol aparece em fármacos usados no tratamento de insuficiência cardíaca e em fármacos anti-hipertensivos. Leikin E. Papatsonis D. Cole S. 4 Bracero LA. Calcium channel blockers for inhibiting preterm labor (Cochrane Review). Tocolysis with nifedipine or beta-adrenergic agonists: a meta-analysis. The use of a calcium antagonist (nifedipine) to supress preterm labour. 3 Ferguson II JE. 97: 840-847. 2004: 973-993.

Uso Racional de Medicamentos: Temas Selecionados. Oral beta-blockers for mild to moderate hypertension during pregnancy (Cochrane Review). Duley L. USA. para controle da pressão arterial e desfechos fetais.cbip. Número 11. Indian Heart J 1992. com perfil de segurança mais favorável e maior comodidade de administração6. Disponível em http://www. Manejo de hipertensão na gestação: escassas evidências. Labetalol vs methyldopa in the treatment of pregnancy-induced hypertension. Disponível em http://www. 6 Klasco RK (ed.capes. o U. al-Fadly A.to da hipertensão arterial sistêmica. 2004. 5 Wannmacher L. nas indicações desses fármacos durante a gravidez. 3 Oumachigui A. Répertoire Commenté des Médicaments 2006 – Centre Belge d’Information Pharmacothérapeutique. assim preservando o fluxo sangüíneo uteroplacentário e não causando baixo peso ao nascer. Entretanto. Oxford: Update Software. Verghese M. 4 el-Qarmalawi AM. o metoprolol seria preferível por apresentar menores riscos que os demais β-bloqueadores. cautela redobrada. Hashem M. Outubro de 2004. Succinato de metoprolol permanece na categoria de anti-hipertensivos. In: OPAS. Greenwood Village.br 1 Referências Bibliográficas 248 .S. quando dados em doses eqüipotentes1. está sendo incluído na presente edição da Rename. Balachander J. Assim. Obeid A.gov. In: The Cochrane Library.5 Atenolol. 49: 125-130. Brasília: OPAS. mas se associaram a pequeno peso dos recém-nascidos em relação à idade gestacional. Int J Gynecol Obstet 1995.4 pressupostamente por ter atividade de bloqueio alfa e beta. Revisão sistemática Cochrane2 que avaliou 29 estudos sobre uso de betabloqueadores na hipertensão de gestantes (n=2500) demonstrou que eles diminuíram o risco de hipertensão e a necessidade de anti-hipertensivos adicionais.). Food and Drug Administration’s Pregnancy Category classifica propranolol e metoprolol na categoria de risco C e o atenolol como risco D (mais grave). Volume 1. para gestantes. periodicos. Morsy AH. Issue 2. mas com uso restrito ao tratamento de gestantes. Outro ensaio randomizado3 com 30 pacientes sugeriu maior eficácia de metoprolol em relação a metildopa. A comparative evaluation of metoprolol and methyldopa in the management of pregnancy induced hypertension. Labetalol também parece melhor na comparação com metildopa. Não foram mencionadas diferenças entre os vários representantes dos betabloqueadores. USP-DI® System. 44: 39-41. Thomson MICROMEDEX.be 2 Magee LA. Colorado.

a administração parenteral não apresenta clara vantagem sobre a terapia oral em crianças hospitalizadas com exacerbação da asma. No entanto. Version 14. UpToDate 2005. a obstrução ao fluxo de ar é mais rapidamente revertida pela combinação de inalação repetida de agonista beta-adrenérgico e administração sistêmica precoce de corticosteróides1. Assim. Na ausência de vômito. urticária gigante) requerem tratamento urgente e eficaz. Se houver piora clínica. Um corticóide intravenoso. seguida de um anti-histamínico (intravenoso). lança-se mão de fluidos intravenosos e broncodilatadores. succinato sódico de hidrocortisona foi mantido. Comparative efficacy of oral dexamethasone versus oral prednisone in acute pediatric asthma. tem valor secundário no manejo inicial do choque anafilático devido ao início de ação tardio.com/topic.uptodate. Version 14.asp?file=asthma/12318 2 Sawicki G. MP.uptodate.asp?file=ped_allg/6219 3 Qureshi F. Dovey M. O tratamento farmacológico de primeira linha inclui administração (subcutânea ou intramuscular) de epinefrina. UpToDate 2005. 139: 20-26. 0. ou tratadas na unidade de emergência2. vários estudos clínicos randomizados sugerem que os corticóides orais podem ser substituídos por altas doses de corticóides inalados2. Disponível em http://patients. Em caso de vômito ou acúmulo de doses orais de corticóides (em crianças com exacerbações freqüentes). Poirier. edema angioneurótico. porém deve ser administrado para prevenir deterioração posterior em situações 249 . tendo em vista a possibilidade de vômito no atendimento de emergência com a forma oral de prednisona em comparação a dexametasona (3% vs. Adotou-se a restrição de uso para tratamento da asma aguda severa em crianças incapazes de reter a forma oral. como o succinato sódico de hidrocortisona. J Pediatr 2001.3% das crianças)3. Disponível em http://patients. Zaritsky A. Foi demonstrado que prednisona e metilprednisolona orais são rapidamente absorvidas e têm eficácias comparáveis à metilprednisolona intravenosa1.SUccINATO SÓdIcO dE HIdROcORTISONA NA ASMA AGUdA No tratamento da asma aguda grave. Fanta CH. a administração oral pode substituir a intravenosa1. 1 Referências Bibliográficas SuCCiNATo SóDiCo DE HiDroCorTiSoNA Em ALErGiA E ANAFiLAxiA Manifestações de hipersensibilidade imediata (choque anafilático.1.com/ topic.1. edema de glote.

bnf. 1 Referências Bibliográficas D) PArECErES DAS ALTErAÇÕES rELACioNADAS À DoSAGEm. Seu uso como contraceptivo injetável foi investigado em revisão sistemática Cochrane2 de dois ensaios clínicos em que se comparou a forma de depósito de acetato de medroxiprogesterona (DPMA) com enantato de noretisterona (NET-EN). 2004: 329-340. Beksinska M. Hoffman M.5mg a 10mg. amenorréia secundária.5mg e de 10mg (com exclusão do comprimido de 5mg) que viabilizam a administração das várias dosagens e a inclusão da forma de solução injetável 150mg/mL. 2004. 2006. Geneva: WHO. endometriose de leve a moderada e como progestogênio de oposição aos estrogênios na terapêutica de reposição hormonal. DMPA pode ser administrado em injeção intramuscular profunda a cada três meses. Por isso se preconiza a inclusão de comprimidos com concentrações de 2. Farmacologia clínica. Depot medroxyprogesterone versus norethisterone oenanthate for long acting progestogenic contraception. sendo esta última indicação totalmente questionável frente às evidências contemporâneas1. A utilização de doses orais varia entre 2.1. 51 ed. Morroni C. mas mulheres em uso de DPMA desenvolveram mais amenorréia (21%). British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Smit J. adesão e efeitos adversos similares. Antialérgicos.de maior gravidade. Ferreira MBC (eds. succinato sódico de hidrocortisona foi incluído na Seção “Antialérgicos e medicamentos usados em anafilaxia”. 250 . 51 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. British National Formulary. 3 ed.2.org 2 World Health Organization. Fundamentos da terapêutica racional. Os dois fármacos mostraram eficácia.bnf. e na Rename 2002 consta apenas comprimido de 5mg que não admite partição. British National Formulary. Como contraceptivo injetável.org 2 Draper BH. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain.3: CD005214. Cochrane Database Syst Rev 2006 Jul 19. 2006.3 Por isso. Disponível em http://www. CoNCENTrAÇÃo E FormA FArmACêuTiCA ACETATo DE mEDroxiProGESTEroNA O acetato de medroxiprogesterona oral é usado em hemorragia uterina por disfunção. Wannmacher L. Van der Merwe L. In: Fuchs FD. Referências Bibliográficas 1 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. WHO Model Formulary. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Hapgood J. 3 Lubianca Neto JF.). Disponível em http://www.

3. Disponível em: http://www. Manual de Teratogênese. Schüler-Faccini L. penicilamina precisa ser administrada por via oral.8mg para gestantes e nutrizes parecem ser suficientes após redução dos sintomas clínicos e normalização dos componentes sangüíneos2. Porto Alegre: Editora da Universidade. até 0.3. AHFS Drug Information.1mg para lactentes. (ed. Thomson MICROMEDEX.áCiDo FóLiCo A dose terapêutica usual de ácido fólico é de até 1mg por dia1. DRUGDEX® System. (Org. 4 Lacy CF et al. O uso de ácido fólico e outras vitaminas na prevenção de defeitos congênitos. a quelação com penicilamina mostrou-se custo-efetiva.4 a 0. chumbo. 2005. 3 McEvoy GK. In: Sanseverino MTV. 13 ed. Spritzer DT. 1.4 e de apresentar menos efeitos adversos que dimercaprol (salvo para pacientes que têm hipersensibilidade a penicilinas). periodicos. Tendo em vista a possibilidade do uso oral.). Louis: Facts and Comparisons. ed. Para prevenção primária da ocorrência de defeitos no tubo neural são recomendadas doses diárias de 0. incluiu-se solução oral com 0. 2005. pacientes com anemia hemolítica ou infecções crônicas e pacientes recebendo anticonvulsivantes e metotrexato podem requerer doses mais elevadas2. St. Ohio: Lexi-Comp. Drug Information Handbook. ainda assim apresenta nefrotoxicidade. e para prevenção da recorrência. níquel. Hudson. Friedrich C.br 2 DRUG Facts and Comparisons 2006. arsênico e cobre.2mg/mL de ácido fólico. Greenwood Village. Na intoxicação crônica de crianças por chumbo.2001:495-500.capes. entretanto alcoolistas. Giugliani C. 251 .3mg para crianças com menos de 4 anos. substituiu-se a solução injetável pelo comprimido de 250mg.8mg por ao menos um mês antes da concepção até três meses após. reduzindo a incapacidade para leitura em mais de 20%5. Bethesda: ASPH. de 0. As doses diárias de manutenção de 0.2. Colorado. 5 Félix TM. hematotoxicidade e vários efeitos adversos. Klasco RK (Ed). 2005: 701-702. doses diárias de 4 a 8mg pelo período já citado5. 60. 1 Referências Bibliográficas CLoriDrATo DE PENiCiLAmiNA Como agente quelante para mercúrio. USA. 2 Apesar de ser tão eficaz quanto dimercaprol e ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) no manejo prolongado de intoxicações por metais pesados3.gov.4mg para crianças com mais de 4 anos e adultos e de 0.). Para prover forma farmacêutica e concentração cabível para uso infantil e prevenção primária de defeitos no tubo neural.4.

Ferreira MBC (eds. Colorado. 40(6): 93-97. American Family Physician 1989. Greenwood Village. Bauchner H. Wannmacher L. excluiu-se a forma de aerossol com 250µg por aplicação e fez-se inclusão de pó. In: Fuchs FD. 3 ed.br 2 Kupferschmidt H.capes. Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde. 1 Referências Bibliográficas 252 . 2000.3. budesonida e fluticasona4. Alvarez JA. Fuchs FD. moderada e grave2. 3 Campbell JP.periodicos. Thomson Micromedex.periodicos. Ministério da Saúde. 15(1): 13-24. 39(3): 225. Acute arsenic intoxication. 5 Sweetman S (Ed). Estudos clínicos e in vitro sugerem que os corticóides inalantes disponíveis não sejam equivalentes. constituindo-se na quarta causa de hospitalização pelo SUS (2. Estatísticas de Mortalidade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em http://www. Disponível em http://www. London: Pharmaceutical Press. Greenwood Village. Inalação é o método de administração preferencial de antiasmáticos (Recomendação de Grau A)2. Corticóides inalantes são de primeira escolha no tratamento de asma leve. O dipropionato de beclometasona é o fármaco mais experimentado5. mantendo-se o aerossol com 50μg/dose. Por isso.). Fundamentos da terapêutica racional. DRUGDEX® System (electronic version). Farmacologia clínica. Freedberg KA. Apresenta custo estimado de tratamento diário inferior ao de budesonida e fluticasona4.gov. Martindale: The Complete Drug Reference. USA. e há carência de estudos comparativos entre eles2.6 duas vezes ao dia.br 1 Referências Bibliográficas DiProPioNATo DE BECLomETASoNA Estima-se em 350. Países em desenvolvimento têm apresentado aumento de mortalidade na última década. contudo não estão claras as implicações clínicas dessas diferenças. No Brasil. 2004: 769-787. Antiasmáticos. USA. sendo utilizado em doses de 100 a 400µg (crianças: 100 a 200µg).capes. A Rename 2002 incluía aerossol com 50 e 250µg por aplicação.3 . solução inalante ou aerossol do dipropionato de beclometasona que forneça 200μg /dose. Colorado. estão disponíveis os corticóides inalantes beclometasona.gov.3% do total) e na terceira causa entre crianças e adultos jovens. Thomson Micromedex. sendo que esta última dificulta a obtenção das doses indicadas. 4 Glotzer DE.000/ano o número de internações por asma no Brasil.Klasco RK (Ed). Electronic version. Medical Decision Making 1995. Management of childhood lead poisoning: clinical impact and cost-effectiveness. Journal of Toxicology and Clinical Toxicology 2001.2. 2 Amaral R. contribuindo com 5 a 10% das mortes por causa respiratória1.

London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. com menos efeitos adversos. Jones PW. Dose única diária. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. de forma isolada.3 indicam que a terapêutica de reposição hormonal na menopausa deve ser empregada preferentemente por curto 253 . Estriol pode ser aplicado por via vaginal. orais ou de uso vaginal. Recomendações recentes2. Oxford: Update Software. e meia-vida mais curta. Tem pequena absorção sistêmica. 52 ed. 2006. Ano XVIII. Nothnagle M & Taylor JS. 5 Adams NP. Disponível em http://www. Magnusson C. em todo o mundo são os estrogênios conjugados e o 17-β-estradiol (estradiol)1. constitui a terapêutica mais eficaz para alívio de sintomas vasomotores (fogachos e suores noturnos) da perimenopausa e pós-menopausa.bnf. de modo isolado ou com progestogênios. N° 210. Correia N. 51 ed. Lancet 1999.2 Por isso se excluiu estriol na forma de comprimido de 2mg e se manteve a forma de creme vaginal 1mg/g. 1 Referências Bibliográficas ESTroGêNioS CoNjuGADoS O uso de estrogênios. por tempo curto. Metanálise1 envolvendo seis ensaios clínicos randomizados evidenciou melhora significativa da lubrificação vaginal com a administração de estrógenos. In: The Cochrane Library. independentemente da via empregada. British National Formulary.bnf. Beclomethasone versus placebo for chronic asthma (Cochrane Review). 353: 1824-1828. possivelmente porque os estrogênios mais empregados. Baron JA. Adami HO. Maio 2006. tanto por via oral como transdérmica. Lasserson TJ. 69(9): 2111-2. Malouf R. Bestall JB. 2006. 2 Weiderpass E.org ESTrioL Não foram encontrados ensaios clínicos randomizados e controlados nem revisões a respeito da eficácia de estriol oral. para obtenção de melhora de sintomas urogenitais na menopausa. Issue 1. 2006.3 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Os sintomas urogenitais (secura vaginal e dispareunia) associados à deficiência hormonal na menopausa podem ser aliviados por estrogênios isolados. não acarreta proliferação endometrial. Persson I. Lidgren A. Disponível em http://www. 6 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. British National Formulary.org 4 Revista Farmacêutica K@iros. Lowpotency oestrogen and risk of endometrial cancer: a case-control study. A administração vaginal de estrógeno é eficaz e acarreta menos efeitos adversos. American Family Physician 2004.

um ensaio clínico randomizado não encontrou diferenças significativas de eficácia e efeitos adversos. Bachmann G. 1 Referências Bibliográficas ETiNiLESTrADioL + LEVoNorGESTrEL Na Rename 2002.625mg foram substituídas por comprimidos de 0. embora algumas mulheres requeiram doses mais altas para alívio de fogachos.15mg). Lubianca JN. freqüente. A forma de creme vaginal foi mantida.3mg de estrogênios eqüinos conjugados. Uso Racional de Medicamentos: temas selecionados 2004. 1(6): 1-6. Part 1): 1003-13.3mg de estrogênios conjugados. bem como amenorréia. trombose venosa profunda e embolismo pulmonar ou ambos e. 3 NIH State-of-the-Science Panel. há risco aumentado de eventos coronários e câncer de mama3. potencialmente. Pela recomendação de baixa dose. ≤ 0. monofásicos e de baixa dosagem estrogênica. Cardozo L. 142 (12. por ser a combinação mais testada em estudos de porte.025mg de estradiol transdérmico). Meta-analysis of estrogen therapy in the management of urogenital atrophy in postmenopausal women: second report of the hormones and urogenital therapy committee. A terapia estrogênica em doses equivalentes a 0. 2 Wannmacher L . quando combinada com acetato de medroxiprogesterona. National Institutes of Health State-of-the-Science Conference Statement: Management of Menopause-Related Symptoms. ≤ 0.15mg) e em doses altas (etinilestradiol 50 µg + levonorgestrel 0.prazo e com doses baixas de estrogênios (≤ 0.25mg).5 Mesmo com anticoncepcionais 254 . Dentre os contraceptivos orais devem-se priorizar produtos combinados. mas induzem mais sangramento irregular. Ann Intern Med 2005. O produto de referência corresponde à associação monofásica de etinilestradiol (30 microgramas) e levonorgestrel (0. Terapia de reposição hormonal na menopausa: evidências atuais.5mg de estradiol micronizado oral. infreqüente ou prolongado. comparativamente aos de maior dosagem. McClish D. 2: 722-727.1 A primeira preparação tem a mesma eficácia2 da que contém doses mais altas e. Obstet Gynecol 1998. Fonda D. as drágeas de 0.3 Revisão sistemática Cochrane4 conclui que AOCs com dosagem estrogênica de 20 microgramas são teoricamente mais seguros. havia esta combinação (contraceptivo hormonal oral combinado e monofásico) em baixas doses (etinilestradiol 30µg + levonorgestrel 0. menos efeitos adversos. Comparando dois preparados de baixa dosagem (20 e 30 microgramas) em mulheres acima de 30 anos.625mg de estrogênios eqüinos conjugados aumenta o risco de acidente vascular cerebral.

1 Referências Bibliográficas mALEATo DE ErGomETriNA Hemorragia grave é a causa individual mais importante de morte materna em nível mundial. Contraceptivos orais.orais combinados que contém progestogênio de segunda geração (levonorgestrel) a incidência de tromboembolismo venoso é maior do que a de mulheres saudáveis que não usam contracepção oral. por se associarem a menor segurança.3 A associação de ergometrina e ocitocina intramuscular também é empregada em hemorragia por aborto incompleto e no manejo de rotina no terceiro estágio do parto.). 4 Gallo MF. Pedersen JH. 51 ed. não são considerados essenciais. por ser mais estável que a ergometrina. Minulet and Mercilon. Mais da metade das mortes maternas ocorre até 24 horas após o parto. contraceptivos combinados contendo etinilestradiol na dose de 50µg (0. Contudo.1 A administração de ocitócicos no terceiro estágio do parto reduz o risco de hemorragia pós-parto em mais de 40%. Contraception 1994.org 2 Vessey M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Nanda K. Roberts HE. não foram encontradas justificativas para a permanência da ergometrina oral para as referidas indicações. 3 ed. Schulz KF. 3 Kirkman RJE. pelo que foi excluída na forma de comprimido de 200μg. Disponível em http://www. Issue 1. Em sangramento causado por atonia uterina.1. 5 Lubianca JN. Efficacy of different contraceptive methods. Assim. In: Fuchs FD. 255 . a ergometrina pode ser usada. Lancet 1982.2 A ocitocina é recomendada para uso na rotina em hemorragia pós-parto e após aborto. a maioria por hemorragia com perdas de 500 a 1.4 A Rename 2002 inclui duas apresentações de maleato de ergometrina: comprimido 200μg e solução injetável 200μg/mL. se ocitocina não estiver disponível ou em situações de emergência. excluiu-se a associação de etinilestradiol 0.05mg + levonorgestrel 0. Yeats D. No entanto. British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Farmacologia clínica. Wannmacher L.05mg). 49: 33-46. Ferreira MBC (eds. 2006. 20 mcg versus > 20 mcg Estrogen combined oral contraceptives for contraception (Cochrane Review). Clinical comparison of two low-dose oral contraceptives. Grimes DA.000mL de sangue pela mãe. Logo.2. 1: 841-842. a associação deve ser administrada por via intravenosa.25mg. Wannmacher L. British National Formulary. Fioretti P. com um NNT de 22. 2004: 855-865. Fundamentos da terapêutica racional. in women over 30 years of age. Oxford: Update Software. 2006. Lawless M.bnf. London: BMJ Publishing Group and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. In: The Cochrane Library.

2004. deve permanecer. London: BMJ Publishing Group and RPS Publishing.org 1 Referências Bibliográficas mALEATo DE miDAZoLAm Foi excluída a forma farmacêutica de comprimido de maleato de midazolam (Vide parecer de alterações relacionadas ao uso terapêutico). 1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. NorETiSTEroNA Noretisterona e acetato de medroxiprogesterona são usados por via oral em tratamento do sangramento uterino por disfunção anovulatória. Issue 1. nem estudos confiáveis sobre a segurança e a eficacidade de terapêutica de complemento para prevenção ou cura (p. Lane C.bnf. que é disponível no mercado. McDonald S. Às mulheres grávidas deverão ser preconizados tratamentos mais longos do que em não-grávidas. 2 Prendiville WJ. Mackinon C.anvisa. 3 WHO Model Formulary 2004. em casos sintomáticos. Tratamentos de quatro dias curaram cerca de metade dos casos.br Referência Bibliográfica NiSTATiNA Em revisão Cochrane1 de estudos realizados em mulheres com candidíase vaginal concluiu-se que. In: The Cochrane Library. Active versus expectant management in the third stage of labour (Cochrane Review).2 comparando tratamentos antifúngicos imidazólicos e triazólicos por vias oral e vaginal. Disponível em: www. British National Formulary. A apresentação de 0. Oxford: Update Software.Shuurrmans N. Disponível em: http://www. 52 ed. Não se encontrou evidência conclusiva de que um imidazólico seja mais efetivo que outro. lactobacilos). ex. Elbourne D. 2006. concluiu-se que não há diferença quanto a efetividade relativa (medida 256 . Geneva: WHO. 90% deles. 4 British Medical Association and Royal Pharmaceutical Society of Great Britain. Em outra revisão Cochrane. Prevention and Management of Pospartum Haemorrhage. tratamentos por mais de uma semana não oferecem benefícios adicionais. N° 88. Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada: Clinical Guidelines. devem ser usados imidazólicos tópicos e não nistatina. endometriose e como progestogênio de oposição aos estrogênios na terapia de reposição hormonal.35mg. Não há no mercado brasileiro produto registrado na forma de comprimidos de 5mg de noretisterona1.gov. enquanto os de sete dias. o que justifica sua exclusão na apresentação de comprimido de 5mg. Etches D. 2006. april 2000.

Por isso. Embora a via oral seja preferida.1 da seção B (Anticonvulsivantes) e o pó para solução oral 30g no item 15. 1 Referências Bibliográficas 257 . pelo que se excluiu nistatina creme vaginal 25. mas em caso de hipomagnesemia é preferível a utilização de uma solução mais diluída para reposição hidreletrolítica. Lima DR. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. Sewell D. com várias apresentações genéricas. 1 Referências Bibliográficas SuLFATo DE mAGNÉSio O íon magnésio é importante ativador de inúmeras enzimas que atuam em reações de transferência de fosfato. 2006. Esta forma farmacêutica já está na Rename. Oxford: Update Software.como cura clínica e micológica) de antifúngicos administrados por via oral e intravaginal para o tratamento de candidíase vaginal não complicada. Na Rename já consta o miconazol (nitrato) creme vaginal a 2%. semelhantemente ao cálcio1. Ludbrook. emergência em torsades de pointes. custo e preferência de tratamento. Mollison J. Oxford: Update Software. In: The Cochrane Library. Não houve conclusão definitiva quanto à segurança relativa de antifúngicos orais e vaginais no tratamento da candidíase vulvovaginal. pré-eclâmpsia. Young GL. terapêutica e toxicologia. Oral versus intra-vaginal imidazole and triazole anti-fungal treatment of uncomplicated vulvovaginal candidi asis(thrush)(Cochrane Review). eclâmpsia. É utilizado como sulfato por via intravenosa em hipocalcemia. mantendo-se a solução injetável a 50% no item 12. hipomagnesemia.6 (Laxativos). a decisão de prescrever a administração oral ou intravaginal deve levar em consideração segurança. age diretamente na placa mioneural e apresenta efeitos fisiológicos no sistema nervoso central. hipocalemia. Issue 1. etc. Bond CM. 1-5. Issue 1.000 UI/g. A OMS recomenda a solução injetável na concentração de 50% ou 500mg por mL (ampolas de 2 e 10mL) para uso em pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia6. Manual de farmacologia clínica. em pacientes submetidos a tratamento antineoplásico com derivados da platina. 2 Watson. 2006. fez-se inclusão do sulfato de magnésio na forma de solução injetável a 10% no item 9 da seção A (Soluções hidreletrolíticas e corretoras do equilíbrio ácido-básico). In: The Cochrane Library. 1994: 476-477. Grimshaw I M. Topical treatment for vaginal candidiasis (thrush) in pregnancy (Cochrane Review).

15(4): 348-351. Solarte I. Lopez Vega JM. Asthma.1 O tratamento oral é indicado em larva migrans com lesões múltiplas. sobretudo cardíacos. FitzGerald JM.who. Arnott N.: salbutamol) a via oral de administração foi praticamente substituída pela via inalatória.4mg/mL). Atualizado em novembro de 2005.sign. Clin Evid 2004.periodicos. 1 Referências Bibliográficas TiABENDAZoL Tiabendazol vem sendo empregado no tratamento de larva migrans subcutânea ao ocorrer infestação mínima com prurido tolerável. e à maior rapidez de ação. nem fazem mais alusão ao uso oral de salbutamol.uk/pdf/sign63s1. relatando somente evidências sobre o seu uso por via inalatória2. Khan KS. 11: 328-359. 6 WORLD HEALTH ORGANIZATION. quer seja em crise. Thomson Micromedex. 11: 1966-1997. fez-se exclusão do sulfato de salbutamol nas formas de comprimido de 2mg e xarope (0. Br J Obstet Gynaecol 1996. Disponível em http:// www. Magnesium sulphate in the treatment of eclampsia and preeclampsia: an overview of the evidence from randomised trials. 14(5): 406-416. Costerousse F. 3 Keeley D.pdf 2 Dennis RJ.ac. Revisões sistemáticas sobre tratamento da asma em adultos e crianças. Não foram encontradas revisões sistemáticas que comparem o tratamento tópico com o oral na infestação 258 .int/hq/2005/a87017_eng. sendo necessárias até duas semanas para a cura. British Guideline on the Management of Asthma. Indications for the use of magnesium in anesthesia and intensive care. Am J Clin Oncol 1992.capes. 103(11): 1085-1091. USA.gov. Almenarez J. WHO model list (revised March 2005).3. em adultos com asma leve-moderada persistente2. Asthma and other wheezing disorders in children. 5 Delhumeau A. Disponível em http://whqlibdoc. Por isso.). Granry JC.pdf (acesso em 05/05/06) 2 SuLFATo DE SALBuTAmoL Para agonistas β2-adrenérgicos de curta duração (ex. Results of a controlled trial. 4 Chien PF. Colorado. Clin Evid 2004. Greenwood Village. Intravenous and oral magnesium supplementations in the prophylaxis of cisplatin-induced hypomagnesemia. Disponível em: http://www. devido à menor incidência dos efeitos adversos sistêmicos.br 3 Martin M. Monrigal JP. O uso “por demanda” é tão efetivo quanto o uso regular. Diaz-Rubio E.Klasco RK (ed. McKean M. tratamento ou profilaxia. O uso de agonistas β2-adrenérgicos de curta duração é recomendado para alívio rápido de todos os pacientes com sintomas de asma1. Ann Fr Anesth Réanim 1995. USP DI® Drug Information for the Healthcare Professional (electronic version). Casado A. Sastre J.

ou repetida por três dias consecutivos. havendo vários produtos genéricos no mercado. 30 (5): 811-814. Treatment of larva migrans cutanea (creeping eruption): a comparison between albendazole and traditional therapy. Dermatologia. Int J Dermatol 2001.3 indicam que o tratamento de escolha seria albendazol oral. Este medicamento está disponível na Rename. 3 Albanese G. Treatment of cutaneous larva migrans. Galbiati G. Rivitti EA. Venturi C. Clin Infect Dis 2000. em dose única de 400mg/dia. fez-se exclusão da pomada de tiabendazol a 5%. mas séries de casos 2.mínima. Por isso. 40: 67-71. São Paulo: Artes Médicas. 2001: 585. 1 Referências Bibliográficas 259 . Sampaio SAP. 2 Caumes E.

ANEXO F cONvENÇÕES – dENOMINAÇÕES AdOTAdAS PARA FORMAS FARMAcÊUTIcAS NA RENAME 2006 rENAmE 2002 Emulsão tópica Enema solução Gás liquefeito Líquido inalatório Loção Solução Solução alcoólica Solução aquosa Solução aquosa oral Solução bucal Solução degermante Formas líquidas Solução inalatória Solução nasal Solução oftálmica Solução oleosa Solução oleosa oral Solução oral Solução oral gotas Solução para inalação Suspensão em sorbitol 70% Suspensão oral Xarope Cápsula Comprimido Comprimido liberação controlada Comprimido liberação lenta Comprimido mastigável Comprimido para solução tópica Comprimido revestido Comprimido sublingual Comprimido sulcado Drágea** Pó Pó para solução oral Pó para suspensão oral CLASSE rENAmE 2006 Emulsão Enema Gás inalante Líquido volátil Loção Solução Solução alcoólica Solução Solução Solução bucal Solução degermante Solução inalante Solução nasal Colírio Solução oleosa Solução oral Solução oral Solução oral Solução inalante Suspensão em sorbitol 70% Suspensão oral Xarope Cápsula Cápsula de liberação prolongada Comprimido Comprimido Comprimido de liberação controlada Comprimido mastigável Comprimido Comprimido Comprimido sublingual Comprimido Comprimido Pó Pó para solução oral Pó para suspensão oral Formas sólidas 260 .

compreendendo emprego de medicamentos em pacientes internados ou em pacientes ambulatoriais que necessitam de atendimento especializado ou ainda quando a administração implique risco à saúde.CLASSE Formas semisólidas rENAmE 2002 Creme Creme vaginal Emulsão tópica* Gel Gel oral Loção* Pasta Pomada Pomada oftálmica rENAmE 2006 Creme Creme vaginal Gel Gel oral Gel alcoólico Loção Pasta Pomada Pomada oftálmica Emulsão injetável Frasco ampola Liófilo para solução injetável Pó para solução injetável Emulsão injetável ____________ Pó para solução injetável Pó para solução injetável Formas injetáveis Pó para suspensão injetável Pó para suspensão injetável Solução injetável Solução injetável Solução injetável para Solução injetável (uso uso odontológico odontológico) Solução injetável Solução injetável I.M. conforme os seguintes critérios: 261 . (R) Uso restrito.V. Solução injetável Solução injetável I. Solução injetável Solução injetável subcutâneo Suspensão injetável Suspensão injetável Supositório para lactentes Supositório Outras formas Aerossol Aerossol farmacêuticas Aerossol bucal Aerossol Novas formas farmacêuticas Xampu Goma de mascar Adesivo transdérmico uSo Do mEDiCAmENTo (H) Uso hospitalar.

sob emprego errôneo.: antibióticos que se tornam ineficazes pelo surgimento de resistência microbiana adquirida). A observância desses critérios deve ser regulamentada no plano federal. ciclosporina no controle da rejeição em pacientes transplantados). e. − Fármacos psicotrópicos sujeitos a controle especial por causa do potencial de induzir dependência (ex. no plano estadual.: albumina humana no tratamento de grandes queimados. rESTriÇÕES DE uSo R1 Uso restrito em cirurgias cardiológicas e neurológicas R2 Fármaco sujeito ao controle especial – Lista C1 (Portaria SVS 344/98) R3 Uso restrito para procedimentos de curta duração Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência R4 física ou psíquica – Lista A1 (Portaria SVS 344/98) Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência R5 – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) Uso restrito para pacientes que não podem utilizar R6 cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência R7 física ou psíquica – Lista A2 (Portaria SVS 344/98) R8 Uso restrito em casos de falha terapêutica com corticosteróide R9 Fármaco de segunda escolha para tratamento 262 . em programas específicos (ex. devem ser reservados para as indicações em que se constituem tratamento de primeira escolha (ex.: opióides e benzodiazepínicos). municipal e institucional. − Fármacos que devem ser indicados por especialistas. − Fármacos que. mas têm inequívoco potencial de grave risco (ex. − Fármacos que. só devendo ser utilizados em circunstâncias definidas (ex. ressaltando-se o papel das Comissões de Farmácia e Terapêutica e de consensos originados de grupos de especialistas. em razão de seu elevado custo.− Fármacos que são eficazes.: beractanto na doença da membrana hialina).: cloranfenicol). de forma complementar.: antineoplásicos. − Fármacos que têm indicações bem específicas. percam rapidamente sua eficácia (ex. anti-retrovirais).

ª geração e para preservar o uso de cefazolina para quimioprofilaxia cirúrgica R14 Uso restrito para profilaxia de infecção pós-cirúrgica Medicamento restrito para tratamento de infecções R15 causadas por bactérias multi-resistentes em neonatos R16 Uso restrito para infecções por Pseudomonas Medicamento restrito para tratamento de infecções causadas por R17 bactérias multi-resistentes e (ou) tratamento empírico de meningites Uso restrito para tratamento em dose única de R18 infecções por Neisseria gonorrhoeae 19 R Uso restrito para infecções por germes resistentes à gentamicina Uso restrito para tratamento de tracoma e para tratamento em R20 dose única de infecção genital por Chlamydia trachomatis Uso preferencial para micobacterioses atípicas R21 e erradicação de Helicobacter pylori para evitar resistência microbiana a esses microrganismos Medicamento restrito para tratamento de infecções por bactérias R22 Gram-positivas em gestantes alérgicas às penicilinas Medicamento restrito para infecções causadas por R23 Staphilococcus aureus resistente à meticilina Medicamento restrito para tratamento alternativo de infecções R24 graves em sistema nervoso central e epiglotite aguda em crianças 25 R Uso restrito para prescrição por especialistas R26 Medicamentos restritos para tratamento de micobacterioses R27 Medicamentos restritos para tratamento de hanseníase Forma farmacêutica e concentração (150mg) restrita para tratamento de R28 candidíase vaginal (em dose única) ou onicomicose (em dose semanal) Medicamento restrito para tratamento de R29 paracoccidioidomicose e histoplasmose Medicamento restrito para tratamento de R31 infecções causadas por citomegalovírus 263 . especialmente Haemophilus influenza e Moraxella catarrhalis Medicamento restrito para tratamento de infecções R11 hospitalares causadas por bactérias multirresistentes Uso restrito para infecções hospitalares potencialmente mortais R12 causadas por germes presumidamente multirresistentes Uso restrito para tratamento de infecções por microrganismos R13 susceptíveis a cefalosporinas de 1.Medicamento restrito para combate a infecções causadas R10 por bactérias resistentes à amoxicilina.

R32 R33 R34 R35 R36 R37 R38 R39 R40 R41 R42 R43 R44 R45 R46 R47 R48 R49 R50 R51 R52 R53 R54 R55 R56 R57 R58 R59 Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde Uso restrito para prescrição em formulário próprio e dispensação em programas específicos do Ministério da Saúde Uso restrito para tratamento de filaríase linfática Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos do Ministério da Saúde Medicamento restrito para tratamento de toxoplasmose no primeiro trimestre da gestação por prevenir a transmissão ao feto Uso restrito para prescrição por especialistas em programas específicos Uso restrito para emese induzida por fármaco citotóxico Uso restrito em casos de neutropenia grave induzida por fármacos citotóxicos Uso restrito para pacientes em tratamento com metotrexato Uso restrito para profilaxia de cistite hemorrágica em pacientes em uso de ciclofosfamida e ifosfamida Uso restrito para prescrição por especialista para inibição de osteólise em pacientes com doenças onco-hematológicas Uso restrito para prescrição apenas por especialista Uso restrito para casos de pré-eclâmpsia e eclâmpsia Fármaco sujeito ao controle especial por causar dependência – Lista B1 (Portaria SVS 344/98) Uso restrito para tratamento de edema agudo de pulmão Uso restrito para tratamento de arritmia aguda Uso restrito para tratamento de taquicardia ventricular aguda Uso restrito para paciente adulto Uso restrito para urgência hipertensiva Uso restrito para casos de crise anginosa Não está indicado para pacientes gestantes Uso restrito para tratamento de hipertensão em gestantes Uso restrito para hipertensão refratária Uso restrito para tratamento de emergência hipertensiva Uso restrito para casos de urgência hipertensiva Uso restrito para resgate de edema agudo de pulmão em paciente com insuficiência cardíaca congestiva descompensada Uso restrito por ser fármaco vasoativo com necessidade de monitoria durante o uso Medicamento restrito para tratamento de anemia em pacientes portadores de insuficiência renal crônica 264 .

de acordo com seus locais de ação e suas características terapêuticas e químicas. Nesse sistema de classificação os medicamentos são alocados em diferentes grupos. 265 . Inicialmente. março 2005 * Foi escolhido pela comodidade posológica ** Indicação pediátrica CLASSiFiCAÇÃo ANATômiCA TErAPêuTiCA químiCA (ANATomiCAL THErAPEuTiC CHEmiCAL – ATC) O Sistema de Classificação Anatômico Terapêutico Químico (ATC) foi desenvolvido devido à necessidade de se adotar uma classificação internacional uniforme para medicamentos. os medicamentos são divididos em 14 grupos anatômicos principais (nível 1). Trata-se de uma ferramenta recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a realização de estudos farmacoepidemiológicos.ª Lista-Modelo. os quais abrigam dois subgrupos terapêutico/farmacológicos (níveis 2 e 3). como comparações de padrões de utilização dos medicamentos em diferentes contextos. Há cinco níveis diferentes.R60 Uso restrito para casos de hipoalbuminemia Medicamento restrito para tratamento de infarto agudo do miocárdio R61 ou de embolia pulmonar com repercussão hemodinâmica Uso restrito para crianças pela possibilidade de R62 indução de reações extrapiramidais Uso restrito para êmese induzida por fármaco R63 citotóxico de alto potencial emetogênico R64 Uso restrito para casos de encefalopatia hepática R65 Uso na doença inflamatória intestinal Uso restrito como alternativa para o tratamento da asma R66 aguda grave em crianças incapazes de reter a forma oral Medicamento restrito a unidades de tratamento R67 intensivo em neonatologia R68 Uso restrito por prescrição de especialistas em programas específicos R69 Uso restrito para pacientes idosos R70 Uso restrito para contracepção de emergência R71 Uso restrito como tocolítico R72 Uso restrito para lactantes hiv positivas e outros casos especiais R73 Aplicação por médico Uso restrito para dor ocular aguda por causas R74 externas e procedimentos cirúrgicos ∆ Fórmula recomendada pela OMS –14.

Os medicamentos são classificados de acordo com seu uso terapêutico principal.º nível. em certas doses. quando isto é considerado mais apropriado que o subgrupo terapêutico ou químico.O nível 4 é um subgrupo terapêutico/farmacológico/químico e o nível 5 é a substância química propriamente dita. identificar o subgrupo farmacológico. Os grupos anatômicos principais do sistema ATC são: A Aparelho digestivo e metabolismo B Sangue e órgãos hematopoiéticos C Sistema cardiovascular D Dermatológicos G Sistema genito urinário e hormônios sexuais H Hormônios de uso sistêmico. um medicamento pode receber mais que um código ATC se for disponível em duas ou mais doses ou formulações com diferentes usos terapêuticos.CoA redutase (4. sub-grupo terapêutico) B Inibidores da HMG. qualquer medicamento não associado que contenha sinvastatina é classificado pelo código B04AB01. Por exemplo. subgrupo de substância química) Assim. com os mesmos ingredientes. Permanecendo a mesma dosagem e intensidade de ação. Entretanto. grupo anatômico principal) 04 Agentes redutores de lipídios séricos (2. grupo terapêutico principal) A Redutores de colesterol e de triglicerídios (3. são utilizados somente no tratamento do câncer e são classificados como L02 – Terapia endócrina. de acordo com o sistema ATC.º nível. são classificados como G03 – Hormônios sexuais e moduladores do sistema genital.º nível.º nível. 3 e 4 podem. Os níveis 2. por vezes. no preceito básico de um único código ATC para cada formulação farmacêutica. A completa classificação de medicamentos com sinvastatina ilustra a estrutura do código: B Sangue e órgãos hematopoiéticos (1.º nível. levando-se em conta o seu princípio ativo. excluindo hormônios sexuais J Antiinfecciosos gerais para uso sistêmico L Antineoplásicos e agentes moduladores do sistema imunológico 266 . isto é. subgrupo químico/terapêutico) 01 Sinvastatina (5. doses e forma farmacêutica. os hormônios sexuais.

ex.M N P R S V Sistema músculo esquelético Sistema nervoso central Produtos antiparasitários Sistema respiratório Órgãos dos sentidos Vários DoSE DiáriA DEFiNiDA – DDD Dose Diária Definida (DDD) é uma unidade de medida de consumo de medicamentos. uSo DA mEToDoLoGiA ATC/DDD A metodologia ATC/DDD vem sendo usada por muitos anos como uma base para estudos de utilização de medicamentos. a DDD não é mais que uma unidade técnica internacional de medida do consumo de medicamentos. segundo as recomendações da literatura. Esta é a unidade utilizada pelo Conselho Nórdico sobre Medicamentos (Nordic Council on Medicines).: introdução de novos fármacos/ retirada de fármacos e mudanças na regulamentação de prescrições. custos de medicamentos e indicações de uso). pioneiro nos estudos de utilização de medicamentos. 267 . e é a unidade recomendada pelo Grupo de Estudos de Utilização de Medicamentos da OMS (WHO Drug Utilization Research Group). As estatísticas de consumo de medicamentos fornecem uma base para avaliações da racionalidade e aspectos econômicos do uso dos medicamentos no sistema de saúde. Portanto. conseqüentemente. Por essa razão é importante. do laboratório fabricante e a experiência acumulada com cada produto. terapias superadas em diferentes níveis. − publicar mais informações sobre regulamentação do mercado de medicamentos e seus efeitos (p. A DDD é definida para cada fármaco. Essa unidade definida representa a dose diária média de cada fármaco na sua indicação principal. É estabelecida de maneira arbitrária. por exemplo: − monitorar o consumo de medicamentos e. criada para superar as dificuldades derivadas da utilização de mais de um tipo de unidade em estudos de utilização de medicamentos. − planejar estudos considerando hábitos de prescrição a fim de melhorar as bases para decisões de políticas de saúde no que se refere ao uso de medicamentos.

Fármaco(s) a ser incluído(s) está(ão) sob patente: [ ] Sim [ ] Não Data de expiração: __________________ 6. Está registrado na Anvisa para a indicação proposta: Incluído: [ ] Sim [ ] Não Alterado: [ ] Sim [ ] Não 5. Esquema posológico e duração do tratamento para adultos e crianças: 268 . Tipo de proposta: [ ] Inclusão [ ] Exclusão [ ] Substituição* [ ] Alteração * Usar concomitantemente os campos para inclusão e exclusão apresentados na seqüência.ANEXO G FORMULÁRIO PARA SOLIcITAÇÃO dE REvISÃO dA RELAÇÃO dE MEdIcAMENTOS ESSENcIAIS Obs. Nome(s) Comercial(ais) e laboratório produtor correspondente do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: 4. Denominação Comum Brasileira ou Internacional do(s) Fármaco(s) a ser: Incluído: Excluído: Alterado: 3. Classe terapêutica do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: Excluído: Alterado: 8. Principais indicações terapêuticas do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: Alterado: 9. 2. 1. Forma farmacêutica e concentração do(s) fármaco(s) a ser: Incluído: Excluído: Alterado: 7.: O presente formulário deve ser preenchido à máquina ou digitado e os campos detalhados apresentados como anexo.

Relatório de farmacovigilância (Oficial* ou Fase IV do laboratório): *Preferencialmente. British National Formulary. Micromedex™. quando houver.10. Embasamento científico: apresentar referências** suportadas por revisões sistemáticas. 15. Meyler’s Side Effects of Drugs. Estudo farmacoeconômico comparado para propostas de substituição ou alteração: 13. AHFS Drug Information. No caso de substituição. Drugs in Pregnancy and Lactation. Impacto social e epidemiológico (apresentar cálculos ou estudos): 14. Drug Interaction Facts. ensaios clínicos randomizados (nível de evidência I e grau de recomendação A).: Anexar as cópias das referências apresentadas. Razões terapêuticas para a proposta (detalhar): 11. **Bases de dados e bibliografia recomendadas: Info POEMs™. apresentar estudos comparativos entre o fármaco proposto e o tratamento convencional. Dados do proponente: Nome: Instituição responsável: Endereço para contato: Telefone/Fax: E-mail: 269 . Clinical Evidence™. 12. Obs. metanálises. Cochrane Library™.

916/GM.ANEXO H PORTARIA N. no uso de suas atribuições. incluindo a Assistência Farmacêutica. que estabelece no item 3. a garantia de acesso e eqüidade às ações de saúde. Considerando a Portaria nº 1. que define como um de seus eixos estratégicos. ora designada Rename 2006. e Considerando a necessidade de se efetuar a seleção de medicamentos essenciais. Art. destinados ao atendimento dos problemas prioritários de saúde da população.ª EDiÇÃo DA rELAÇÃo NACioNAL DE mEDiCAmENToS ESSENCiAiS (rENAmE) O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. 2º. de 29 de julho de 2005. Considerando a necessidade de atualização periódica da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) para que seja utilizada como instrumento norteador da assistência terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS). como uma de suas prioridades. considerados seguros. de 6 de maio de 2004.º 2. que constituiu a Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) com o propósito de atualizar a 3ª edição da Rename. como uma de suas diretrizes. aprovada pela Portaria nº 3. no inciso I do art. a adoção de Relação de Medicamentos Essenciais e.1.1 a revisão permanente dessa Relação. aprovada pela Resolução CNS nº 338. Considerando o Relatório Final da 1ª Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica. Considerando a política nacional de assistência farmacêutica. no item 4.254/GM. 2º A Rename ora aprovada foi atualizada de acordo com os seguintes critérios: 270 . constante do Anexo a esta Portaria. resolve: Art. 1º Aprovar a 4ª edição da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). que aprovou como proposta a revisão periódica da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). de 30 de outubro de 1998. dE 13 dE OUTUBRO dE 2006 AProVA A 4. publicado em 2005.475. Considerando a Política Nacional de Medicamentos. frente à multiplicidade de produtos farmacêuticos e do intenso desenvolvimento de novas tecnologias. eficazes e custo-efetivos.

4º Fica revogada a Portaria nº 1.identificação do princípio ativo por sua Denominação Comum Brasileira (DCB) ou na sua falta pela Denominação Comum Internacional (DCI). e IX . distribuição e controle. Art.existência de informações suficientes quanto às características farmacotécnicas. b) faixa etária. d) facilidade de fracionamento ou multiplicação das doses. armazenamento. em conformidade com a legislação sanitária. com a possibilidade de adaptação da relação aos perfis específicos de morbimortalidade das populações pelos estados. JOSÉ AGENOR ÁLVARES DA SILVA 271 .consideração do perfil de morbimortalidade da população brasileira. VIII . de 3 de setembro de 2002. V .menor custo de aquisição. IV . VII . eficácia e efetividade. VI .consideração das seguintes características quanto às concentrações. c) facilidade para cálculo da dose a ser administrada. esquema posológico e apresentações: a) comodidade para a administração aos pacientes. Art. admitindo-se combinações em doses fixas que atendam aos itens I e II.existência de valor terapêutico comprovado para o medicamento. garantindo-lhes o acesso a medicamentos com uso racional. farmacocinéticas e farmacodinâmicas do medicamento. municípios e o Distrito Federal. a eficácia e a qualidade do produto farmacêutico. a prescrição e a dispensação de medicamentos nos serviços do SUS. Art.prioritariamente medicamentos com um único princípio ativo.I .587/GM.menor custo por tratamento/dia e custo total do tratamento. com base na melhor evidência em seres humanos quanto a sua segurança.seleção de medicamentos registrados no Brasil. III . resguardada a segurança. 3º A Rename 2006 norteia a oferta. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. II . e e) perfil de estabilidade mais adequado às condições de estocagem e uso. formas farmacêuticas.

.

íNDiCE rEmiSSiVo .

274 .

207. 88 benznidazol. 65. antimoniato de arteméter. 127. 86. 87 azitromicina. 93 amitriptilina. 184 anlodipino. 72. 93 amoxicilina. 87 anastrozol. 59. 87 artesunato de sódio. 35. 259 albumina humana. 60. Ver medroxiprogesterona. acetato de acetato de leuprorrelina. 86. sulfato de. 72. 153. 68. 262 alcatrão mineral. 87. 205. 31. 51. 86. 155 albendazol. Ver meglumina. 88. Ver megestrol. 88. 86 amiodarona. 33. 27. 204. 86 aminoácidos para uso pediátrico. 87 atazanavir. 79. 127 aminoácidos. 40. 44. 74. 29. sulfato de. 23. 163. 87. 74. 128 beclometasona. 87. 181 acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. 246 antimoniato de meglumina. 153. 87. 50. 64. 252 benzilpenicilina benzatina. cloridrato de. 56.A abacavir. 38. 59. 45. 155. 204 alfaporactanto. 26. Ver leuprorrelina. 58. 29. 85 aciclovir. 25. 233 atenolol. 31. 24. 51. 88 275 . 157. 161 azatioprina. 86. 37. acetato de acetato de megestrol. 127. cloridrato de. 167. 153. 236. 37. 87 anfotericina B. 88. 156 benzilpenicilina procaína + benzilpenicilina potássica. 100. 85. 85. 247. 52. 49. Ver betametasona. 85 ácido acetilsalicílico. 58. 229. 153. 86 ampicilina sódica. sulfato de. 263 amoxicilina + clavulanato de potássio. 175. acetato de acetato de medroxiprogesterona. sulfato de. 87. 62. 29. 151. fosfato dissódico de acetato de hidrocortisona. 29. 235. 251 ácido salicílico. 206 B bário. 87. 86. 29. 87 asparaginase. + betametasona. 41. 67. 25. acetato de. 85. 26. Ver também beractanto alopurinol. acetato de acetazolamida. 60. 155. 63. 34. 40. 85. 86. 156 álcool etílico. 156 amicacina. Ver hidrocortisona. 38. 88. besilato de. 88. 168 água para injeção. 46. 29. 86. 59. besilato de. 87. 22. 154. 36. 205. dipropionato de. 182 benzilpenicilina potássica. 248 atracúrio. 86. 86. 88 atropina. 242. 85 ácido fólico.

89. 90. 93 bleomicina. cloridrato de. 209. 94 bupivacaína. 65. sulfato de. 30. 88. 32. 175. citrato de citrato de dietilcarbamazina. 45. 59. 30. 38. 94. Ver tamoxifeno. cispionato de ciprofloxacino. 262 cipionato de testosterona. fosfato dissódico de. 91. 90 ceftriaxona. citrato de citrato de fentanila. 156. 91. 44. Ver piridostigmina. 92. 203 bicarbonato de sódio. 90 cálcio. 210. Ver clomifeno. brometo de brometo de piridostigmina. 156 ceftriaxona sódica. 92. 92. brometo de brometo de pancurônio. 44. 225. 209. carbonato de. Ver também cefalexina. 212. cloridrato de. 264 ciclosporina. acetato de. 80. 91. cloridrato de. 22. 153. Ver pancurônio. 30. 91. 21. 30. carbonato de carboplatina. 30. + betametasona. 56. 49. Ver lítio. 68. 88. 60. 68. Ver fentanila. 215 citarabina. 94. Ver dietilcarbamazina. 43. Ver ipratrópio. cloridrato de. carbonato de carbonato de lítio. 262 besilato de anlodipino. 238 ciclofosfamida. 35. 32. cloridrato de. 163 carbonato de cálcio. 208 calcitriol. 90 ceftazidima. citrato de citrato de tamoxifeno. 52. 156 clindamicina. Ver também cefalexina sódica cefalexina sódica. 153. 46. 239 clindamicina. Ver cálcio. 35. 91. 50. 22. 71. 40. 40. 42. 156. lactato de. 46. 153. 227 C cabergolina. 163 carbamazepina. 90 cefalexina. fosfato de. 55. 31. 93 biperideno. 90. 89. 90. 91. 232 biperideno. Ver anlodipino. Ver testosterona. 211 cefazolina sódica. 213. citrato de cladribina. 42. 88. 94. 156 citrato de clomifeno. 210 carvão vegetal ativado. 153. 49. 180 captopril. 156. 163. 90. 90 cefotaxima. 89. 163. 89. 92 claritromicina. 56. 30. cloridrato de. 156. 202. 128 brometo de ipratrópio. 52. 32. cloridrato de. 153. 92 276 . 91 cetoconazol. 34. 42. 91 cetamina. 94 bupropiona. cloridrato de cefalotina sódica.beractanto. besilato de besilato de atracúrio. 223. 94 clofazimina. besilato de betametasona. brometo de bupivacaína. 231. 90. 89. Ver atracúrio. 30. 90. 163 cisplatina. 224. 89. cloridrato de. 90. + glicose.

Ver cefalexina. cloridrato de cloridrato de etambutol. 161 cloreto de suxametônio. Ver metformina. cloridrato de cloridrato de clomipramina. cloridrato de cloridrato de biperideno. cloridrato de cloridrato de doxiciclina. cloridrato de cloridrato de ondansetrona. 32. cloridrato de cloridrato de clindamicina. cloridrato de cloridrato de daunorrubicina. cloridrato de 277 . cloridrato de cloridrato de pilocarpina. Ver midazolam. Ver dobutamina.clomifeno. cloridrato de cloridrato de piridoxina. cloridrato de. cloridrato de. cloridrato de cloridrato de hidroxocobalamina. 124. 42. 57. Ver metiltionínio. 92 clomipramina. 93. Ver lidocaína. Ver bupivacaína. citrato de. 72. Ver minociclina. cloridrato de cloridrato de amitriptilina. Ver epinefrina. 92 clorambucila. Ver piridoxina. cloridrato de cloridrato de bupivacaína + glicose. Ver cetamina. cloridrato de cloridrato de idarrubicina. Ver dopamina. + felipressina cloridrato de prometazina. Ver penicilamina. 262 cloranfenicol. Ver naloxona cloridrato de cloridrato de nortriptilina. 56. Ver biperideno. Ver prometazina. Ver idarrubicina. gliconato de. 32. Ver etambutol. cloridrato de cloridrato de cefalexina. Ver bupropiona. 94 clonazepam. cloridrato de cloridrato de hidralazina. cloridrato de cloridrato de bupivacaína. Ver amiodarona. 57. Ver hidralazina. 92 cloreto de metiltionínio. cloridrato de cloridrato de ciprofloxacino. Ver mefloquina. 33. Ver metoclopramida. cloridrato de cloridrato de dobutamina. Ver lidocaína. cloridrato de cloridrato de metformina. cloridrato de cloridrato de penicilamina. cloridrato de. + epinefrina. 92 cloranfenicol. cloridrato de cloridrato de minociclina. 124. 71. 92. hemitartarato de cloridrato de mefloquina. Ver doxorrubicina. Ver suxametônio. + glicose cloridrato de lidocaína + hemitartarato de epinefrina. 92 cloranfenicol. Ver ondansetrona. 55. cloridrato de cloridrato de epinefrina. Ver prilocaína . cloridrato de cloridrato de dopamina. 93. 68. Ver clindamicina. cloreto de clorexidina. Ver amitriptilina. cloridrato de cloridrato de midazolam. 33. cloridrato de cloridrato de prilocaína + felipressina. Ver clorpromazina. 91. 50. 156. cloridrato de cloridrato de lidocaína. palmitato de. 92. cloridrato de cloridrato de cetamina. cloreto de cloreto de potássio. Ver bupivacaína. Ver hidroxocobalamina. Ver pilocarpina. Ver doxiciclina. cloridrato de cloridrato de metoclopramida. 161 cloreto de sódio. 158 cloridrato de amiodarona. + glicose cloridrato de bupropiona. 93. 106. 32. cloridrato de cloridrato de lidocaína + glicose. Ver nortriptilina. Ver ciprofloxacino. 41. Ver clomipramina. cloridrato de. cloridrato de. cloridrato de cloridrato de naloxona. Ver lidocaína. cloridrato de cloridrato de doxorrubicina. cloridrato de cloridrato de clorpromazina. Ver daunorrubicina. 50. 93. 33. succinato sódico de.

43. 97. Ver vancomicina. 158 dexclorfeniramina. 99 dactinomicina. cloridrato de cloridrato de vancomicina. 113 enantato de noretisterona + valerato de estradiol. Ver cloroquina. Ver primaquina. 39. 24. 74. 43. 79 dobutamina. cloridrato de cloridrato de tetraciclina. fosfato de. 22. enantato + estradiol. 202. 99. Ver quinina. 158. cloridrato de cloridrato de protamina. 217 diatrizoato de sódio +. Ver haloperidol. 100 dinitrato de isossorbida. 43. 33. 113 dexametasona. 59. 37. 164 D dacarbazina. dipropionato de dispositivo intra-uterino modelo T. 79. 101. citrato de. 157 dicloridrato de quinina. 128 clorpromazina. maleato de. 97. 181 enalapril. 99. 57. 157. 99. cloridrato de cloridrato de verapamil. 100. 28. 153. 79. 94. Ver tetraciclina. dinitrato de dipirona sódica. 233 cloroquina. 241 dicloridrato de cloroquina /difosfato de cloroquina. 58. difosfato de difosfato de primaquina. 100. 55. 206 doxiciclina. 45. 98 codeína. Ver propranolol. 42. dicloridrato de didanosina. 153 diazepam. Ver ranitidina. 153. 58. decanoato de desferroxamina. 43. cloridrato de. 249 dexametasona. cloridrato de. 157. 41. difosfato de. 101. cloridrato de cloridrato de proximetacaína.cloridrato de propranolol. difosfato de digoxina. 26. Ver beclometasona. 113 diafragma. 99 daunorrubicina. 100 dopamina. 39. 99 dapsona. 26. 79. 24. cloridrato de cloridrato de tiamina. 39. 49. maleato de. 181 dietilcarbamazina. 72. 100 doxiciclina. 99. 61. mesilato de. 94. 105. 213. cloridrato de cloroquina. Ver noretisterona. Ver protamina. Ver proximetacaína. fosfato dissódico de. 94. Ver verapamil. 36. 100 docetaxel. 99. 45. 34. 91. sulfato de. 36. cloridrato de. 100 E efavirenz. cloridrato de. cloridrato de cloridrato de ranitidina. 100 dipropionato de beclometasona. 189 diatrizoato de meglumina. valerato 278 . 32. 94. 60. cloridrato de. cloridrato de. 212 decanoato de haloperidol. 99. 99. Ver tiamina. 61. 57. Ver isossorbida. 99. 98. 94 doxorrubicina. 94. 100 difosfato de cloroquina. 128.

Ver clindamicina. 163. 101. 61. 63. 43. 59. sulfato de. 63. 102. 31. 63. 61. 104 fenobarbital. 35. fosfato dissódico de fosfato sódico de prednisolona. 34. 62. 105. 155. fosfato de fosfato de codeína. 74. 245 G ganciclovir sódico. 101 estearato de eritromicina. 101 espironolactona. 105 fluoruracila. hemitartarato de. Ver eritromicina. cloridrato de. 183 espiramicina. 92 filgrastim. 244 fluoxetina. 262. 102. 55. Ver dexametasona. 106. fostato sódico de fumarato de tenofovir desoproxila. 104. 62. Ver também epinefrina. 33. 40. citrato de. 58. 26. 101. 50. 253 estrogênios conjugados. 61. 24. 128 estreptoquinase. 157. 254 etambutol. 104 fentanila. 94. 224 flumazenil. fosfato de fosfato de potássio monobásico +fosfato de potássio dibásico. 255 eritromicina. estearato de estreptomicina. 101. 102. 42.epinefrina. 40. 55. 45. 102 etinilestradiol + levonorgestrel. 161 glibenclamida. 158. 34. Ver codeína. 158 fluoreto de sódio. Ver prednisolona. 158 etionamida. 101. 33. 34. 70. 95. 49. 104 fator VIII de coagulação (von Willebrand). Ver também epinefrina. 64. 163. 75. 45. 103. estearato de. 69. 21. 28. 105 fluoresceína sódica. 49. 63. 105. 219 fitomenadiona. 106 279 . sulfato de. 221 glicerol. 164. 103 fator IX de coagulação. hemitartarato de epinefrina. 63. 153. maleato de. 128. 101. 66. 71. 113. Ver tenofovir. 31. 102. 253. 52. 70. 56. 158. 158 eritropoietina. 106 gentamicina. 61. 164. 101. 158 estriol. 104 fluconazol. 159. 101. 105 fosfato dissódico de dexametasona. 95. 106. 105. 158 F fator IIA de coagulação. 22. 103 fator VIII de coagulação. fumarato desoproxila furosemida. cloridrato de ergometrina. 59. 105 fosfato de clindamicina. 94. cloridrato de. 238 etoposídeo. 63. 28. 105 folinato de cálcio. 33. 105. 58. 101. 103 fator II de coagulação. 104 fator VII de coagulação. 103 fenitoína sódica.

61. 106 H haloperidol. 164 idarrubicina. succinato sódico de. 65. 230 isoniazida. 153. 108. 115. 21. 45. 128. 109. 47. 51. 243 isossorbida. 155 ipratrópio. 43. 67. 106. 89. 110 L 280 . 67. 153. 153. gliconato de glicose. 264 imipenem + cilastatina sódica. 109 infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B. 109 iodopovidona. Ver epinefrina. 107. 107. 41. 34. 232 glutaral. 50. 108 hipromelose. 238 isoniazida + rifampicina. 110 isossorbida. 107 hidrocortisona. 109 imunoglobulina anti-rábica. 164. 132 insulina humana NPH. 107. 69. 62. hemitartarato de heparina sódica. 223. 38. sulfato de. 44. acetato de. 107 hidroclorotiazida. 110. 109 insulina humana regular. isetionato de isoflurano. 230 hemitartarato de epinefrina. 26. 110. 192. 106. 106 gliconato de clorexidina. 161. 85. 95. 47. 109 imunoglobulina antitetânica. cloridrato de. 159. 124. brometo de. 34. 107 hidrocortisona. 225 ivermectina. 60. 58. 110. 184. 41. 34. 79. 110. 153. 72. 109 ioxitalamato de meglumina + ioxitalamato de sódio. 107. 110. 108 hipoclorito de sódio. 22. 95. 125.gliclazida. 59. cloridrato de. 41. 110. 109 iodo + iodeto de potássio. 233 hidróxido de magnésio e hidróxido de alumínio. Ver clorexidina. 222 i ibuprofeno. 95. dinitrato de. 100. mononitrato de. 69. 109. 189. 75. 57. 110 isetionato de pentamidina. 30. decanoato de. 153. 250 hidroxicloroquina. 57. 154. 213 ifosfamida. 165. 41. 27. 214. 221 gliconato de cálcio. 127. 59. 108 hidroxocobalamina. 21. 26. 231. 69. 107 haloperidol. 109. 111. 48. 243 itraconazol. 27. 107 halotano. 42. 108 hidroxiuréia. Ver pentamidina. 224 imunoglobulina anti-D (Rh). 59. 153. 159 hidralazina. 249. cloridrato de. 47. 59. 52. 109. 164. 153. 69. 209. 62. 28. 24.

115 281 . 245 lamivudina. 159 loratadina.lactato de biperideno. 96. 49. 256 mefloquina. mesilato de mesilato de pralidoxima. 114. maleato de manitol. 115. 175 miconazol. 112. 111. Ver saquinavir. carbonato de. 96. 72. 111. 111. maleato de. 38. 262 lidocaína. 112. 127 metilsulfato de neostigmina. 51. 95. 112. hemitartarato de. 248 metilprednisolona. 153 lipídios. 218. 69. maleato de. 36. 27. 66. 61. 247 metotrexato de sódio. 40. 69. 102. 214. acetato de. 46. 159. 114 metildopa. 164. 241. 127. 257 maleato de dexclorfeniramina. 111. 115. 156. cloridrato de. 95. 155. 69. 217. 21. 111 levonorgestrel. acetato de. 113. 112 loperamida. 159. 44. cloridrato de. 42. Ver midazolan. mesilato de mesna. Ver timolol. cloridrato de. 161. 254. 164. 45. 52. 70. 154. 256 minociclina. 128. Ver pralidoxima. 22. cloridrato de. 60. 37. Ver desferroxamina. 155 levodopa + carbidopa. 255 levotiroxina sódica. 72. sulfato de. 111 lidocaína. 158. 44. 163. 85. 114. 113 mebendazol. 38. 113 mercaptopurina. 66. 45. 21. 134. 161. 113 mesilato de desferroxamina. 65. 34. 96. 70. 113. 58. 93. 26. maleato de maleato de ergometrina. 181 leuprorrelina. 56. 95. Ver dexclorfeniramina. acetato de. cloridrato de. 153. 113 medroxiprogesterona. 35. 22. 22. mesilato de mesilato de saquinavir. Ver neostigmina. Ver enalapril. 114. 187 lidocaína. 163 metoprolol. 72. 55. 66. Ver biperideno. 155 meglumina. 87. 223 metformina. metilsulfato de metiltionínio. 114. 226. lactato de lactulose. 154. 115. 111. 28. 33. nitrato de. cloridrato de. 96. 114 metoclopramida. maleato de maleato de enalapril. 227. 226 m magnésio. 38. 42. 42. cloridrato de. 254. 95. cloridrato de. 65. 225. + epinefrina. 58. 165. + glicose. antimoniato de. 266 lítio. 114. 56. cloridrato. maleato de maleato de midazolam. 250. 90. 85. 262 lidocaína. 113 melfalana. Ver ergometrina. 51. 112 lopinavir + ritonavir. maleato de maleato de timolol. 163 midazolam. 116 midazolam. succinato sódico de. 60. 85. 115 midazolan. 113 megestrol. 114 metronidazol. succinato de. cloreto de. 95. 114.

119. 209. 118 omeprazol. 160. 89. 116. 160. 115. 23. 128. 116. 216 oxacilina sódica. 34. 45. 118. brometo de. 80. mononitrato de morfina. 210 palmitato de retinol. enantato + estradiol. 119. 73. 116 nicotina. 40. 116 neostigmina. 172 peróxido de benzoíla. palmitato de palmitato de tiamina. 119 permetrina. 71. 227 nifedipino. 96. 35. 160 pancurônio. 217 nortriptilina. 37. cloridrato de. 34. palmitato de pamidronato dissódico. 154. 43. 65. 116 nitroprusseto de sódio. 119 pirazinamida. 119 penicilamina. sulfato de. 119 paracetamol. 167. 211. 21. 65. cloridrato de. 116 noretisterona. 207. 160 pilocarpina. 70. 154. 73. 118 óxido nitroso. 118. Ver miconazol. 157 pentamidina. nitrato de nitrato de prata. 117 o ocitocina. 116 naloxona cloridrato de. 71. 37. 45. 164. Ver isossorbida. 247 nistatina. 110. 173 pasta d’ água. 41. 116. 118 ondansetrona. 153. 116 nitrito de sódio. 31. 237. Ver tiamina. 74. 73. 246. 166. 201. 49 nelfinavir. Ver retinol. 65. 23. 238 282 . cloridrato de. 96. 21. 250 noretisterona. 114. 115. cloridrato de. 49. 119. 169. 118 óleo mineral. 217. 24. 116 nevirapina. 24. 118 oxigênio. 117. 185. 257 nitrato de miconazol. isetionato de. 256. 56. 118. metilsulfato de. 25. 72. 119 permanganato de potássio. 29. 118. 160. 66. 119. 17.mononitrato de isossorbida. cloridrato de. 160 omeprazol sódico. 218. 96. 119. 73. 36. 154. 153. 35. 119. 190. 74. 119. 212. 22. 24. 72. valerato. 116 nitrofurantoína. 228 P paclitaxel. 160. 255 ofloxacino. 60. 96. 117. 227 N naloxona. 162 mucilóide de Psyllium. 49.

46. 81. 154. sulfato de. 123. 96. 110. 266 solução ácida para hemodiálise. 186 S sais para reidratação oral. 96. cloridrato de. 49. 105. 119 piridoxina. 164. 69.25%. 26. 124. cloridrato de. 74. 69. 124. 128. sulfato de. 39. 65. 48. 112. 165. 157 pirimetamina. 126 soro anticrotálico. 159. 96. 216 q quinina. 125 solução para diálise peritoneal com glicose 4. 48. 232 solução de iodo composto para teste de Schiller. 249 preservativo masculino. 23. + felipressina. 120 podofilina. 161 soro anti-rábico. difosfato de. 120 prova tuberculínica. cloridrato de. 100. 123 retinol. cloridrato de. 157. 220 prednisona. 64. 40. 153. 38. fostato sódico de. 67. 126 soro antibotrópico. 67. 97. 61. 97. 46. 162. 160 poligelina. 28. 59. 73.piridostigmina. 81. 48. 154. 28. 125. dicloridrato de. 129. 34. 128 quinina. 96. 124 sinvastatina. 126 soro antidiftérico. 120. 35. 163. 97. 125. 119. 50. 52. 122. 81. 58. cloridrato de. 79 prilocaína . 154. 89. palmitato de. 120. 35. 121 proximetacaína. 125 solução para diálise peritoneal com glicose 1. 113. 120 prednisolona. 51. cloridrato de. 120. 80. 120 primaquina. Ver também quinina. 123 rifampicina. 119. 228. 120. 125 solução Ringer + lactato. 120 praziquantel. 219. 62. dicloridrato de r ranitidina. 39. 45.5 %. 120. 178. 154. 67. 45. mesilato de. 26. brometo de. 124. 230. 48. 126. 28. 258 saquinavir. 153. cloridrato de. 126 soro antibotulínico. 48. 220. 37. 39. 123. 231 propranolol. 80. 100 prometazina. 192. 25. 232 solução alcalina para hemodiálise. 242 propiltiouracila. 121. 59. 122. mesilato de. 120. 37. 126 283 . 120 propofol. 229 pralidoxima. 127 soro antiaracnídico. 22. 242 protamina. 238 ritonavir. 157. 247. 113. 60. 52. 48. 171. 81. 120 primaquina. 161 salbutamol. 120. (derivado protéico purificado). 21.

162. Ver salbutamol. 131 284 . Ver morfina. succinato sódico de sulfadiazina. 31. 43. sulfato de sulfato de gentamicina. 48. cispionato de. fumarato desoproxila. 159 tioguanina. 130 tenofovir. sulfato de sulfato de vimblastina. 130 tiamina. sulfato de sulfato de atropina. 130. 91. 93. 127 sulfadiazina de prata. 42. palmitato de. 48. sulfato de sulfato de quinina. 258 tiamina. 31. sulfato de sulfato ferroso. 40. succinato sódico de succinato sódico de metilprednisolona. Ver vincristina. Ver gentamicina. sulfato de sulfato de salbutamol. Ver bleomicina. 21. 97. cloridrato de. 127. 74. 62. 70. sulfato de sulfato de cloroquina. sulfato de sulfato de morfina. 33. 113. 130 V vacina anti-meningococo A e C. Ver metilprednisolona. Ver vimblastina. 130 teniposídeo. Ver quinina. cloreto de. 48. sulfato de sulfato de estreptomicina. 74. 72. 129 suxametônio. 130 tetraciclina. 131 vacina anti-meningococo B e C. 44. citrato de. maleato de. sulfato de sulfato de magnésio. 72. succinato de succinato sódico de hidrocortisona. 97. Ver atazanavir. 38. 97. sulfato de sulfato de vincristina. Ver metoprolol. Ver cloroquina. sulfato de sulfato de hidroxicloroquina. Ver magnésio. Ver amicacina. 48. 130 tiossulfato de sódio. 126 soro antiloxocélico. Ver hidrocortisona. Ver hidroxicloroquina. 105. 126 soro antiescorpiônico. 23. 129 T tamoxifeno. 220 testosterona. 165 sulfato de amicacina. Ver estreptomicina. 75. 130 tiopental sódico. 49. 130 timolol. 48. 127 soro antitetânico. 27. cloridrato de. 126 soro antilatrodectus. 127 succinato de metoprolol. 130 tiabendazol. 127 sulfametoxazol + trimetoprima. 153. 48. 74. 127 sulfassalazina. 52. sulfato de sulfato de bário. 130. 52. 66. sulfato de sulfato de atazanavir. Ver atropina. 47. 52. 130 tropicamida. 47.soro antielapídico. sulfato de sulfato de bleomicina. Ver bário. 92. 35. 126 soro antilonômico. 130.

36. 47. 46. 56. 43. 131 vacina oral contra poliomielite tipos 1. 134. 234 vacina tetravalente (DPT+HiB) anti-diftérica. anti-pertússica e contra meningite e outras infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo B. cloridrato de. contra sarampo. 129. 131 vacina de vírus vivos atenuados de febre amarela. 132. 131 vacina de vírus vivos contra sarampo. 43. 47. 55. 132. 131 vacina conjugada anti-meningococo C. 132 vacina tríplice viral. 60. 154. 133 Z zidovudina. 131 vacina contra hepatite B (ADNR recombinante). 132 varfarina sódica. 133 vimblastina. 47. 47. sulfato de. 47. 133 vincristina.tétano e coqueluche (DTP). 131 vacina BCG . 154. 46. rubéola e caxumba (SRC). 129. contra difteria. bacilos atenuados). 97. 131 vacina oral de rotavírus humano (VORH). 131 vacina contra influenza. 97. 168 vancomicina. 58. 62. 59. 131. 32. sulfato de. 47. 47. 181 zidovudina + lamivudina. 46. 132 verapamil. 47. 46. 132 valproato de sódio. 134 285 . 46. 2 e 3. 36. 46. 131 vacina contra febre tifóide.vacina antidiftérica e antitetânica adsorvida uso adulto (DT). 235 vacina tríplice bacteriana.ID (contra tuberculose. cultivo celular). cloridrato de. 131 vacina contra raiva (uso humano. anti-tetânica.

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