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Reflexão de Métodos e Técnicas de Análise Económica e Financeira

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Reflexão de Métodos e Técnicas de Análise Económica e Financeira

Em UFCD: Métodos e Técnicas de Análise Económica e Financeira leccionada pelo formador Rogério Nicolau em 50 horas no curso Técnico de Contabilidade da Escola Profissional da APRODAZ abordaram a Análise Financeira e a classificação de Rácios da empresa. Ao estudarmos a temática Análise Financeira aprendemos que responde a duas questões fundamentais: até que ponto a empresa dispõe dos meios financeiros adequados às suas necessidades operacionais e de investimento ou qual a sua capacidade de os vir a obter de forma a garantir a sua sobrevivência e independência. E a outra questão é qual a capacidade da empresa para gerar valor de forma a garantir a sua permanência e crescimento e a remuneração adequada de todos quantos nela participam, sejam eles investidores, trabalhadores ou outros. Aprendemos no módulo as actividades da função financeira que são a gestão de tesouraria; análise da situação da empresa; obtenção de recursos financeiros; aplicação de recursos financeiros e a elaboração de programas e orçamentos. Os objectivos globais da função financeira é criar valor para a empresa e maximizar a riqueza para os accionistas. Abordámos que as actividades desenvolvidas da gestão da tesouraria da empresa são: o recebimento e o pagamento além da inventariação das necessidades financeiras da empresa. As entidades a quem poderá interessar a informação financeira produzida pela empresa são os fornecedores; gestores; accionistas; instituições bancárias e colaboradores. O material da análise financeira revela-se importante na gestão financeira porque esta recolhe informações, analisa e estuda para que a gestão financeira tome decisões.

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ Rua dos Mercadores nº 76, 9500-092 Ponta Delgada Telefone 296 285 461  Fax 296 285 463 E-mail: geral@aprodaz.com

Os métodos de análise financeira são: o método de comparação de balanços e contas sucessivas e método dos rácios ou indicadores. Ao estudarmos o Balanço definimos que constitui um quadro de representação do património da empresa num determinado momento. Este está apresentado por ordem crescente de liquidez e por ordem decrescente de exigibilidade. Quanto ao Balanço Funcional agrega as contas do balanço contabilístico numa perspectiva financeira segundo as aplicações e as origens que são, no fundo, a base do balanço. Aprendemos em que consiste o Fundo de Maneio e definimos como sendo um excedente dos capitais permanentes sobre o Activo não corrente. O Fundo de Maneio calcula-se através desta fórmula: FM= Capitais Permanentes – Activo Não Corrente Os Capitais Permanentes correspondem ao Capital Próprio e ao Passivo Não Corrente. Se o Fundo de Maneio for positivo diz-se que o Activo Não Corrente está completamente financiado pelos Capitais Permanentes; se for negativo diz-se que os Capitais Permanentes não são suficientes para financiar o Activo Não Corrente. Abordámos as Necessidades de Fundo de Maneio que representa a capacidade do ciclo de exploração da empresa em solver os seus compromissos de curto prazo (como pagamento a fornecedores, pagamento ao pessoal). E calcula-se através desta fórmula: NFM= Necessidades Cíclicas – Recursos Cíclicos As Necessidades Cíclicas correspondem a clientes; outras contas a receber; estado e inventários. Os Recursos Cíclicos correspondem aos fornecedores; outras contas a pagar e o Estado. Se as Necessidades de Fundo de Maneio forem positivas significa que o ciclo operacional da empresa gera liquidez para fazer face aos compromissos de curto prazo; se for negativo o ciclo não gera liquidez.
ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ Rua dos Mercadores nº 76, 9500-092 Ponta Delgada Telefone 296 285 461  Fax 296 285 463 E-mail: geral@aprodaz.com

Importante também salientar que aprendemos como classificam-se os Rácios. Estes classificam-se em Rácios Financeiros; Rácios Económicos; Rácios de Funcionamento e Rácios de Mercado. Nos Rácios Financeiros dividem-se em Rácios de Liquidez; de Solvabilidade e de Autonomia Financeira. Os Rácios de Liquidez servem para medir a capacidade da empresa em pagar as dívidas a curto prazo, e estes dividem-se em Rácio Liquidez Geral; Reduzida e Imediata. Quanto aos Rácios de Solvabilidade mede a capacidade da empresa pagar as suas dívidas e analisam a independência da empresa perante terceiros. Quanto aos Rácios Autonomia Financeira permite avaliar o risco financeiro da empresa, quanto maior o valor, maior será a independência face aos credores. Os Rácios de Funcionamento medem o grau de utilização dos activos, sejam eles imobilizados ou circulantes. Foi um módulo muito interessante e aprendi muito com os exercícios de aplicação dados na aula sobre a Análise Financeira, onde comecei a ter mais dificuldade em fazer análise a um balanço de uma empresa. Após os exercícios elaborados as minhas dificuldades foram superadas e compreendendo melhor a análise financeira. É um módulo importante para a nossa vida pessoal e profissional por ajudar-nos a fazer uma análise financeira a uma empresa, em que ficamos a conhecer a situação financeira que tendências futuras esta pode vir a ter e que medidas podemos propor para a sua correcção. Ponta Delgada, 22 de Fevereiro de 2011 Formador: Rogério Nicolau Formanda: Ana Cristina Roias

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