FÍSICA CINEMÁTICA: MOVIMENTO UNIFORME E MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO REFLEXÃO LUMINOSA – ESPELHOS REFRAÇÃO LENTES CINEMÁTICA VETORIAL: MOVIMENTO

CIRCULAR, QUEDA LIVRE, LANÇAMONTO E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES ÓPTICA EQUILÍBRIO ONDAS E M.H.S. TRABALHO E ENERGIA ELETROSTÁTI CA IMPULSO – QUANTIDADE DE MOVIMENTO – COLISÃO GRAVITAÇÃO ELETROMAGNETISMO HIDROSTÁTICA TER OLOGIA, DILATAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR TERMODINÂMICA ELETROSTÁTICA ELETRODINÂMICA IMPRIMIR Voltar

F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O r 1. UESC-BA Um carrinho de massa m, arremessado com velocidade V contra uma mol a, produz, nessa, uma deformação Dx. r Utilizando-se o sistema internacional de unid ades, as grandezas m, V e ∆x, referidas no texto, são expressas, respectivamente, em : 1) quilograma, centímetro por segundo e centímetro; 1 2) grama, metro por segundo e metro. 3) quilograma, metro por segundo e metro. 4 ) grama, centímetro por segundo e centímetro. 5) quilograma, quilômetro por hora e qui lômetro. 2. U. Católica Dom Bosco-MS A palavra grandeza representa, em Física, tudo o que pode ser medido, e a medida de uma grandeza física pode ser feita direta ou in diretamente. Entre as várias grandezas físicas, há as escalares e as vetoriais. A alte rnativa que apresenta apenas grandezas escalares é: a) temperatura, tempo, quantid ade de movimento e massa. b) tempo, energia, campo elétrico e volume. c) área, massa , energia, temperatura e impulso. d) velocidade, aceleração, força, tempo e pressão. e) massa, área, volume, energia e pressão. 3. UFR-RJ Leia atentamente o quadrinho abaix o: GABARITO Com base no relatório do gari, calcule a ordem de grandeza do somatório do número de f olhas de árvores e de pontas de cigarros que ele recolheu. IMPRIMIR 4. FEI-SP O perímetro do Sol é da ordem de 1010 m e o comprimento de um campo de fut ebol é da ordem de 100 m. Quantos campos de futebol seriam necessários para dar uma volta no Sol se os alinhássemos: a) 100.000 campos b) 10.000.000 campos c) 100.000 .000 campos d) 10.000.000.000 campos e) 1.000.000.000 campos Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

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5. PUC-RS O tempo é uma das grandezas físicas fundamentais e sua medição ou contagem é dec isiva na descrição da maioria dos fenômenos. Relógios atômicos e cronômetros precisos, em m itos casos, não bastam para medir o tempo: deve-se empregar, também, um calendário. Po r calendário, entende-se um conjunto de regras utilizadas com a finalidade de agru par os dias para facilitar a contagem do tempo. Nosso calendário, e de grande part e do mundo, é o Gregoriano, instituído no pontificado do papa Gregório XIII, a partir do ano de 1582. O principal objetivo do Calendário Gregoriano era fazer coincidir o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de março, pois esta data s ervia (e serve) como referência para determinar a Páscoa. Algumas das regras emprega das no Calendário Gregoriano são: • mantém-se a Era Cristã, que já havia sido adotada no an de 525 da referida era, e que tem no nascimento de Cristo o início de sua contage m, com o primeiro ano sendo o ano um (o ano imediatamente antes foi designado um antes de Cristo e não existiu o ano zero); • omitiram-se dez dias no mês de outubro d e 1582, de modo que a quinta-feira, dia 4, seguisse a sexta-feira, dia 15 (com i sso se recoincidia o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de ma rço); • os anos da Era Cristã múltiplos de 100 (anos centenários) deixariam de ser bissext os, exceto quando fossem também múltiplos de 400 (com isso, retirava-se um dia a cad a 100 anos e adicionava-se um dia a cada 400 anos, permitindo uma melhor aproxim ação entre as datas do Calendário e os eventos astronômicos). Com base nessas informações, feitas três afirmativas: I. O ano de 1600 e o ano 2000 são bissextos. II. O Terceir o Milênio da Era Cristã iniciou no dia 1º. da janeiro do ano 2000. III. O Terceiro Milên io da Era Cristã iniciará no dia 1º. de janeiro de 2001. Analisando as afirmativas aci ma, conclui-se que: a) somente I é correta; d) I e II são corretas; b) somente II é co rreta; e) I e III são corretas. c) somente III é correta; 6. I.F. Viçosa-MG Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas c arteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a p rova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do a luno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na supe rfície da Terra. GABARITO

b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em re lação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nen referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação aos meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um r eferencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 7. U. Católica-DF Para buscar um vestido, Linda tem que percorrer uma distância total de 10 km, assim distribuída: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos próximos 5 km, supondo pista livre, gastará 3 minutos. No per curso restante mais 6 minutos, já que se trata de um caminho com ruas muito estrei tas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual será sua velocidade média ao longo de todo o percurso? a) 50 km/h d) 11 m/s b) 1,2 km/h e) 60 km/h c) 20 m/s IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

8. FEI-SP Devido às chuvas, a vazão de água em um rio em função do tempo obedece ao gráfico abaixo. À jusante do rio existe uma usina hidrelétrica com uma represa de capacidade total de 500.000 m3 de água, que se encontra com 40% de sua capacidade. Quanto te mpo será necessário para que a represa fique em sua cota máxima se suas máquinas estiver em paradas para manutenção? Q (m3/h) a) 14 dias b) 10 dias c) 08 dias d) 06 dias e) 05 dias 280 t (h) 100 1.000

9. Unifor-CE Um intervalo de tempo igual a duas horas pode ser expresso em segun dos, com dois algarismos significativos e notação científica, por: d) 7,20 . 103 a) 72 ,0 . 102 b) 72 . 103 e) 7,2 . 103 c) 0,72 . 104 10. U.E. Londrina-PR Sabe-se que o cabelo de uma pessoa cresce em média 3 cm a cada dois meses. Supondo que o cabe lo não seja cortado e nem caia, o comprimento total, após terem se passado 10 anos s erá: a) 800 mm d) 1800 mm b) 1200 mm e) 150 mm c) 1000 mm 11. U. Católica-DF Em uma prova de resistência de 135 km, um ciclista percorreu 30 km nos primeiros 15 minut os, 27 km nos 15 minutos seguintes, 24 km nos 15 minutos subseqüentes, e assim suc essivamente. O tempo que o ciclista levou para terminar a prova foi: a) 75 minut os. d) 95 minutos. b) 45 minutos. e) 170 minutos. c) 90 minutos. 12. Vunesp Mulher dá à luz bebê gerado no intestino “CAPÃO BONITO - Carmen Abreu, de 29 anos, deu à lu um menino de 2,3 quilogramas, gerado no intestino. O parto foi realizado no dia 8, na Santa Casa de Capão Bonito, a 230 quilômetros da capital. O caso raro de grav idez extra-uterina só foi ontem divulgado pelo hospital. O óvulo fecundado, em vez d e descer pela trompa e alojar-se no útero, entrou na cavidade abdominal, fixando-s e na alça intestinal. Mãe e bebê passam bem.” 3 GABARITO Neste artigo, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 06/03/2001, aparecem várias grandezas físicas das quais podem-se destacar: a) tempo, distância e massa. d) data, distância e peso. b) data, distância e massa. e) tempo, data e distância. c) te mpo, distância e peso. IMPRIMIR 13. UFPE O fluxo total de sangue na grande circulação, também chamado de débito cardíaco, faz com que o coração de um homem adulto seja responsável pelo bombeamento, em média, de 20 litros por minuto. Qual a ordem de grandeza do volume de sangue, em litros, bombeado pelo coração em um dia? a) 102 d) 105 3 b) 10 e) 106 c) 104 Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

14. UFR-RJ Considere uma aeronave viajando a 900 km/h em movimento retilíneo e uni forme na rota Rio-Salvador. Num dado trecho, o tempo médio gasto é de aproximadament e 75 minutos. Entre as alternativas abaixo, a que melhor representa a distância pe rcorrida pela aeronave no determinado trecho é: a) 1025 km d) 975 km b) 675 km e) 1125 km c) 1875 km 15. U.E. Londrina-PR Um pequeno animal desloca-se com velocid ade média igual a 0,5 m/s. A velocidade desse animal em km/dia é: a) 13,8 b) 48,3 c) 43,2 d) 1,80 e) 4,30 16. FEI-SP Um trem de 200 m de comprimento atravessa compl etamente um túnel de 1.000 m em 1 min. Qual é a velocidade média do trem? a) 20 km/h b ) 72 km/h c) 144 km/h d) 180 km/h e) 200 km/h 17. UFMT O gráfico abaixo ilustra a marcação de um sinaleiro eletrônico. Nesse tipo de equipamento, dois sensores são ativad os quando o carro passa. Na figura, os pulsos vazios correspondem à marcação do primei ro sensor, e os pulsos cheios à marcação do segundo sensor. Considere que a distância en tre os dois sensores seja de 1 m. 4 GABARITO Qual(is) veículo(s) teria(m) sido multado(s), considerando que a velocidade máxima p ermitida no local seja de 30 km/h? 01. Os carros 2 e 4. 02. Os carros 1 e 2. 04. Os carros 1 e 4. 08. Os carros 1 e 3. 16. Nenhum carro seria multado. Dê, como re sposta, a soma das afirmativas corretas. 18. Unifor-CE Certo fabricante de tinta garante cobertura de 16m2 de área por galão de seu produto. Sendo 1 galão = 3,6 litro s, o volume de tinta necessário para cobrir um muro de 2,0 m de altura e extensão 14 0 m é, em litros, a) 6,0 b) 10 c) 18 d) 25 e) 63 19. ITA-SP Uma partícula, partindo do repouso, percorre no intervalo de tempo t, uma distância D. Nos intervalos de t empo seguintes, todos iguais a t, as respectivas distâncias percorridas são iguais a 3 D, 5 D, 7 D etc. A respeito desse movimento pode-se afirmar que IMPRIMIR a) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento cresce exponen cialmente com o tempo. b) a velocidade da partícula cresce exponencialmente com o tempo. c) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento é diretam ente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. d) a velocidade da partícula é diret amente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. e) nenhuma das opções acima está cor reta. Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

20. UFR-RJ “Maurice Greene, o homem mais rápido do Planeta”. Ex-vendedor de hambúrger bate o record e mundial dos 100 metros em Atenas. Não faz muito tempo, Maurice Greene era um dos muitos adolescentes americanos que reforçavam o orçamento familiar vendendo hambúrger es em Kansas City, sua cidade. Mas ele já corria desde os 8 anos e não demorou a des cobrir sua verdadeira vocação. Trocou a lanchonete pela pista de atletismo e ontem t ornou-se o homem mais rápido do planeta ao vencer os 100 metros do meeting de Aten as, na Grécia, estabelecendo um novo recorde mundial para a prova. Greene, de 24 a nos, correu a distância em 9 s 79, superando em cinco centésimos de segundo a marca anterior (9 s 84), que pertencia ao canadense Dono Van Bailey desde a final olímpi ca de Atlanta, em julho de 1996. Jamais um recordista conseguira tal diferença des de a adoção da cronometragem eletrônica, em 1978. O Globo, 17 de junho de 1999. 5 Com base no texto acima, pode-se afirmar que a velocidade média do homem mais rápido do planeta é de aproximadamente: a) 10,21 m/s d) 10,40 m/s b) 10,58 m/s e) 10,96 m/s c) 10,62 m/s O enunciado a seguir refere-se às questões 5 e 6. Antônia vai correr a maratona (42,195 km) e o números de sua camiseta é 186. 21. Vunesp Nas provas dos 200 m rasos, no atletismo, os atletas partem de marcas localizadas em posições difer entes na parte curva da pista e não podem sair de suas raias até a linha de chegada. Dessa forma, podemos afirmar que, durante a prova, para todos os atletas, o a) espaço percorrido é o mesmo, mas o deslocamento e a velocidade vetorial média são difere ntes. b) espaço percorrido e o deslocamento são os mesmos, mas a velocidade vetorial média é diferente. c) deslocamento é o mesmo, mas o espaço percorrido e a velocidade ve torial média são diferentes. d) deslocamento e a velocidade vetorial média são iguais, m as o espaço percorrido é diferente. e) espaço percorrido, o deslocamento e a velocidad e vetorial média são iguais. 22. Univali-SC No grande prêmio da Austrália de 1999, na ci dade de Melbourne, o piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz da escuderia SAUBER foi o 12 . colocado. Em uma das voltas alcançou a velocidade de 1800 metros em 16 segun dos. Neste caso, a sua velocidade em km/h foi de: a) 450 b) 210 c) 405 d) 380 e) 360 23. UEMS Com base no gráfico, referente ao movimento de um móvel, podemos afirm ar que: a) a função horária do movimento é S = 40 + 4 t; b) o móvel tem velocidade nula em t = 20 s; c) o móvel passa pela origem em 20 s; d) a velocidade é constante e vale 4 m/s; e) o móvel inverte o sentido do movimento no instante t = 10 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

24. Unifor-CE Um livro de Física tem 800 páginas e espessura 4,0 cm. A espessura de uma folha do livro vale, em mm: a) 0,025 d) 0,15 b) 0,050 e) 0,20 c) 0,10 25. UF RS Um automóvel, A, faz o percurso de ida e de volta sobre o mesmo trecho, de 20 k m, de uma rodovia. Na ida sua velocidade média é de 60 km/h e na volta sua velocidad e média é de 40 km/h, sendo t A o intervalo de tempo para completar a viagem. Outro automóvel, B, faz o mesmo percurso, mas vai e volta com a mesma velocidade média, de 50 km/h, completando a viagem em um intervalo de tempo tB. Qual é a razão tA / tB e ntre os citados intervalos de tempo? a) 5 4 b) 25 24 c) 1 d) 25 28 e) 5 6 6

26. UFSE Numa cidade, uma pessoa deseja chegar a um ponto situado a 1,0 km de su a localização atual, numa direção a 53 ao norte do leste. Todas as ruas que permitem levál ao destino têm direção norte-sul ou direção leste-oeste. A distância mínima que a pessoa d percorrer para chegar ao ponto desejado é, em km: Dados: sen 53 = 0,80 cos 53 = 0,6 0 a) 1,0 b) 1,2 c) 1,4 d) 1,6 e) 1,8 27. Cesgranrio Antonio vai correr a maraton a (42,195 km). Se Antônio completa a corrida em 4h5min, a ordem de grandeza de sua velocidade média é de: d) 10–2 m/s a) 101 m/s b) 100 m/s e) 10–3 m/s c) 10–1 m/s 28. U.F. Santa Maria-RS No gráfico, representam-se as posições ocupadas por um corpo que se de sloca numa trajetória retilínea, em função do tempo. Pode-se, então, afirmar que o módulo d velocidade do corpo: a) aumenta no intervalo de 0 s a 10 s; b) diminui no inter valo de 20 s a 40 s; c) tem o mesmo valor em todos os diferentes intervalos de t empo; d) é constante e diferente de zero no intervalo de 10 s a 20 s; e) é maior no intervalo de 0 s a 10 s. 29. F.M. Itajubá-MG Considerem-se dois pontos A e B, se m ovimentando sobre uma mesma reta, num mesmo sentido. Na origem dos tempos eles d istam 2 000 m. Sendo a velocidade escalar de A igual a 100 km/h e a de B igual a 50 km/h, constantes, em quantas horas A encontra B? a) 0,40 b) 0,25 c) 0,04 d) 2,40 e) 40,00 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

 

 

O quociente d1 / d2 entre a distância d1.000 anos). é pos sível estimar que. a taxa média com que ocorreu a deposição de sedimentos nessa região foi cerca de: a) 2. percorr ida pela partícula no intervalo de tempo (∆t1). IMPRIMIR b) sua aceleração nunca pode mudar de direção sem a mudança simultânea de direção da veloci c) quando sua velocidade é nula em um determinado instante. devido ao descarrilamento de outro trem. no intervalo de tempo entre o primeiro e o último sepultamento. há cerca de 70 000 anos) e os restos mais superficiais correspondam aos últimos seres dessa espéci e (que viveram há cerca de 30.25 metros a c ada 10 000 anos. representa. Suponha que os restos mais profundos encontrados sejam da época em que a espécie Neandertal típica surgiu na Terra (isto é. Os pontos assinalados representam restos de típicos homens de Neandertal que foram ali depositados há dezenas de milhares de anos. e) 2 h de sábado. UFRN A figura abaixo mostra um corte vertical de uma escavação feita no Oriente Médio.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Com base nisso e nos dados da figura. a sua aceleração será neces sariamente nula neste mesmo instante. o m ovimento retilíneo de uma partícula. c) 16 h de sábado. é possível obter-se a pro fundidade de cada sepultamento. Com o passar do tempo. o trem chegou ao destino às: a) 12 h de domingo . Viçosa-MG Em relação ao movimento de uma partícula.F.75 metro a cada 10 000 anos. praticamente uns sobre os outros. mantém uma média de velocidade de 50 km/ h e que. mostrado ao lado. camad as de sedimento foram cobrindo as sepulturas e. c) 0. 33. é correto afirmar que: a) sua aceleraçã unca pode mudar de sentido. percorrida pela partíc ula no intervalo de tempo (∆t2). U. 31.50 metros a cada 10 000 anos. é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 1 2 e) 1 3 GABARITO 32. d) 1. d) um aumento no módulo da sua aceleração acarre ta o aumento do módulo de sua velocidade. a su a aceleração também é constante e não nula. em unidades arbitrárias. b) 2 h de domingo. quando em movimento. e a distância d2. Unifor-CE Um trem parte às 16 h de uma sexta-feira para uma viagem de 500 km. Nessas condições. Da figura. vários sepultamentos foram feitos. sem haver necessariamente mudança no sentido da veloci dade. Voltar FÍSICA . dessa forma.7 30. UFRS O gráfico de velocidad e (v) contra tempo (t). e) quando sua velocidade é constante.25 metro a cada 10 000 anos. b) 2. ficou parado no meio do percur so durante 12 horas. d) 14 h de sábado. Sabe-se que esse trem.

pois não foi fornecido o tempo gasto pelos trens para atravessá-la. No instante t = 10 s o ratinho encon tra-se a 10 m da sua toca. 32. deslocando-se do sul para o norte. de 150 metros de comprimento. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s) sobre o movimento do ratinho e do gato: 01. calcule a velocidad e do carro no instante em que o piloto pisou o freio. 02.0 segundo antes do gato que.0 e) 2. como resposta.0 s vale. é de 108 km/h.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade. não consegue alcançá-lo. 32. O ratinho c hega 1. O comprimento d a ponte é 125 metros e os trens a atravessam em 15 segundos.0 metros do ratinho quando começou a persegui-lo. Supondo que o s freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante. é de 108 km/h. percorrendo uma trajetória retilínea. O gráfico da figura representa as posições do ratinho e do gato. O comprimento da ponte é 200 metros. UFRJ Numa competição automobilística. 02. em m/s. O ratinho parou duas vezes no seu trajeto de ida e volta até a toca. Dê.50 c) 1. 16. que se desloca do norte para o sul. a so ma das alternativas corretas. inicia a travessia da po nte. UFSC Um ratinho afasta-se de sua toca em busca de alimento. no mesmo instante em que um outro trem B. 04. Unifor-CE Sendo fornecido o gráfico das posições em função do tempo para certo movimento . ambas as velocidades medidas em relação ao solo. situado em uma das extremidades da ponte. a velocidade escalar média entre 0 e 8. da sua toca. em relação ao trem B. por isso alcança-o antes que ele possa chegar à toca. 64. Dê. Como o trem B tem o dobro da velocidade do trem A. U m observador.5 GABARITO 36. em relação ao trem A. ele leva a metade do temp o para atravessar a ponte independentemente do comprimento dela. 64. de 500 met ros de comprimento. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocid ade do carro para 30 m/s. Não podemos calcular o comprimento da ponte. como resposta. o rat inho partiu da posição d = 0. começa a atravessar uma ponte férrea de pista dupla. No instante t = 11 s. portanto. O gato encontrava-se a 5. O gato perc orre uma distância maior que a do ratinho. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. enquanto o maquinista do trem B verifica que o seu trem está a uma velocidade constante de 72 km/h. considerando que no instante t = 0. O ratinho deslocou -se com velocidade constante entre os instantes t = 5. isto é. do seu ponto de partida. em função do tempo. UFSC Um trem A. então.0 s. 37. isto é. observa que os trens com pletam a travessia da ponte ao mesmo tempo. Os trens atravessam a ponte em 35 segundos . O maquinista do trem A observa que o mesmo se desloca com velocidade consta nte de 36 km/h. a soma das alternativas corretas. 16. 35 . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . A velocidade do trem B. 08. A velocidad e do trem A. a) 0.0 s e t = 7.8 34.25 b) 0. um gato pula sobre o caminho do ratinho e ambos disparam a correr: o ratinho retornando sobre a mesma trajetória em busca da segurança da toca e o gato atrás do ratinho.0 d) 2. O piloto. O mov imento do ratinho foi sempre retilíneo e uniforme. em menor tempo. 04. 08. tanto na ida como na volta. Durante a freada o carro percorre 160 m.

U. mediu 37.50 segundos” IMPRIMIR Supondo que Maurren percorra os 37. Juiz de Fora-MG Numa corrida de 100 m rasos. 9 Depois de quanto tempo o 2º automóvel alcançará o 1º ? . Alfenas-MG A revista Época de 2 de agosto de 1999 trouxe uma reportagem sobre a atleta brasil eira Maurren Higa Maggi. a mínima aceleração que a atleta deve imprimir é de.M.47 m/s2 d) 1. Segue um pequeno trecho da rep ortagem: “Às 18 horas. F.25 metro s.5 m/s2 a) 12 m/s2 40.35 metros a partir da marca que antecede a caixa de salto e marcou o chão com uma fita adesiva. ocorre o encontro entre os dois ônibus? a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 70 39. Maurren entrou no Estádio de Atletismo da Universidade de Manitoba para o aquecim ento e sobretudo para os arranjos de pista que combinara com o treinador.0 s. percorrem uma pista retilínea com velocidades constantes Va = 15 m/s e Vb = 10 m/s. em km. 20 minutos depois parte outro automóvel de C uritiba com o mesmo destino à velocidade 80 km/h. entre os dois móveis será de: a) 400 b) 250 c) 700 d) 500 e) 50 42.0 m/s2 d) 2. um velocista cobre o p ercurso no intervalo de tempo aproximado de 9. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de C aruaru para o Recife. Com o auxílio de um bloco vermelho ce dido pelos organizadores do Pan. 25 minutos antes do início da disputa com as outras 11 atletas.F.35 m em movimento uniformemente variado e par ta da marca feita com fita adesiva. a distância. Zelosa como uma costureira. O móvel “A” tem velocidade constante de 40 m/s. medalha de ouro no salto em distância. Itajubá-MG Suponha dois móveis “A” e “B” partindo do repouso de um ponto “0” e seg em direções ortogonais entre si. Um terceiro bloco a auxiliou na marcação de 10. Depois de 10 s. aproximadamente: a) 3. A B B A GABARITO O tempo decorrido em que o motociclista A ultrapassa e fica a 100 m do motocicli sta B é: a) 56 s b) 86 s c) 76 s d) 36 s e) 66 s 43. As distâncias são medidas a partir do Recife. Qual é a aceleração aproximada do v elocista. marcou à margem da pista também o ponto 31.38. U. A e B.69 m/s2 b) 3. PUC-PR Um automóvel parte de Curitiba com destino a Cascavel com velocidade de 60 km/h. de dois ônibus que partir m simultaneamente. . No início da contagem dos tempos suas posições são Xa = 20 m e Xb = 300 m. A que distância do Recife. UFPE O gráfico abaixo mostra as posições.35 metros é o espaço que Maurren deve percorrer com 19 passadas e num tempo máximo de 4. a) 60 min b) 70 min c) 80 min d ) 90 min e) 56 min 41. PUC-PR Dois motociclistas.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . supondo que esta seja constante durante o percurso? b) 10 m/s2 c) 5. Os 37. e prata nos 100 m com barreira nos Jogos Panamericanos de Winnipeg.08 m/ s2 Voltar FÍSICA . em met ros. em função do tempo.09 m/s2 c) 2. O móvel “ m movimento uniformemente acelerado de 6 m/s2.95 metros.47 m/s2 e) 1.

000 espectadores possui 1 0 saídas. U. Santa Úrsula-RJ O gráfico abaixo representa a velocidade de um corpo ao longo de uma reta.MG Um estudante jogou uma esfera de fe rro para cima. Podemos afirmar que a aceleração do corpo é de: IMPRIMIR a) 6 m/s2 b) 3 m/s2 c) 2 m/s2 d) –2 m/s2 e) –6 m/s2 Voltar FÍSICA . por onde passam em média 500 pessoas por minuto. num local onde se pode desprezar a resistência do ar. FEI-SP Um estádio de futebol com capacidade para 150. Qual é o tempo mínimo para es vaziar o estádio em um dia onde 2/3 de seus lugares estão ocupados: 1 1 1 3 a) 4 h b ) 3 h c) 2 h d) 4 h e) 1 h 45.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Unimontes.44. aqueles que melhor representam esse fato d escrito estão na alternativa: a) b) 10 c) d) GABARITO 46. em função do tempo. Dos gráficos po sição tempo e velocidade tempo seguintes.

em m/s2. 5. são VA = t e VB = 3t. UFR-RJ O gráfico abaixo r epresenta os movimentos de dois móveis A e B. Determine: a) A aceleração do móvel B é. 55 B. O movimento de A é uniforme e o de B é uniformemente variado.0 D. 2. 60 48.47. no instante t = 6 segundos. pode-se afirmar que: a) a acele ração do móvel A é maior que a do móvel B. em metros. 12. e) em t = 0 s a aceleração do móvel A é 16 m/s2. c) a velocidade do móvel B em t = 2 s é nula. Neste caso. d) a velocidade do móvel A em t = 9 s é 7 m/s.0 m/s2 e do móvel B é –3. Para isto seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. entre os móveis A e B. 50 D.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . equipado com roupas pressurizadas. c) a aceleração do móvel A é –1. UERJ Durante um experimento.I. corres ponde a: A.. 50. 49.5 Tempo (t) em segundos 0 1 2 3 4 Posição em metros A –5 0 5 10 15 B 15 0 –5 0 15 b) A distância. 11 b) nos 10 primeiros segundos o móvel A percorre 50 m e o móvel B 100 m. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som. b) a aceleração do móvel A é sempre maior que a d el B.5 B. no S. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/ s. UFR-RJ O gráfico ao lado mostra as velocidade s em função do tempo de dois móveis A e B. 45 C. elaborando a tabela ao lado.0 C.0 m/s2. Como nessa alti tude o ar é muito rarefeito. GABARITO Observando o gráfico. 10 . b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. igual a: A. um pesquisador anotou as posições de dois móveis A e B. UFRJ Um paraquedista rad ical pretende atingir a velocidade do som. d) os móveis A e B têm movimento retrógrad s equações das velocidades. Suponha que a vel ocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravid ade seja igual a 10 m/s2. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . pode-se afirmar que: a) em t = 2 s e t = 9 s a velocidade do móvel A é igual a velocidade do móvel B. a força de resistência do ar é desprezível.

0 s a menos que no treino A. c) 10 minutos. d) é um vetor cujo módulo é constante.M. Com relação aos tempos gastos pelo atleta nos dois treinos para percorrer os 100 m. e) no treino A e no treino B o at leta levou o mesmo tempo. som e: a) I é correta. em dois treinos A e B. 52. quanto ao módulo do vetor velocidade. Unifor-CE Consid ere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I. UFMT Partindo do repouso. no mesmo sentido. III.10t .4 m/s. 56.51. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: a) 30 segundos. com velocidades const antes de 4. Não há aceleração. Fatec-SP Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua. e) vale 15 m/s.0 hora.4 s a menos que no trein o B. desenvolvidas por um atleta. respectivamente. Um observador fixo na terra poderá afirmar. que o módulo do vetor: a ) depende da massa do corpo. e) II e III são corretas. b) no treino A o atleta levou 0. podemos afirmar. em função do tempo. ao passar por um ponto A da trajetória retilínea. Acafe-SC A tabela abaixo relaciona as posições ocupadas por uma pa rtícula em relação a um mesmo referencial que realiza um movimento retilíneo uniformemen te variado.2 m de A. 54. d) 40 minutos. d) I e II são corretas. b) II é correta. para uma corrida d e 100 m rasos. c) é proporcional ao quadrado do tempo. c) III é correta. UFR-RJ Um corpo é abandonado de uma altura H (em relação ao solo) e m queda livre e. 53. 12 IMPRIMIR GABARITO x(m) t(s) 800 700 200 –700 0 10 20 30 A equação horária do movimento da partícula no SI é: a) x = 400 + 5t – 2t2 d) x = 800 . possui uma veloci dade escalar de 10 m/s. Qual o valor da aceleração em m/s2? 55.4t2 2 b) x = 400 + 20t + 2t e) x = 800 . e) 1. b) é de 12 m/s. c) no treino B o atleta levou 1. E. d) no treino A o atleta levou 1. que: a) no treino B o atleta levou 0.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme . Dessas afirmações.4 s a menos que no treino A. pois não há do vetor velocidade. estão representadas as velocidades.2 m/s e 5. em um ponto B situado a 2.0 s a menos que no treino B. II. um avião percorre a pista de decolagem com aceleração constante e atinge a velocidade de 360 km/h em 25 segundos. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória. A aceleração é um vetor de intensidade constante. Santa Casa/Vitória-ES Na figura. de forma aproximada.20t + t2 c) x = 800 + 10t + 2t2 Voltar FÍSICA . b) 50 segundos.

Avançar .

por s = 40 – 25 t + 3.F.57. tem módulo igual a: a) 4 d) 10 b) 6 e) 12 c) 8 5 8. Católica de Salvador-BA A figura representa os gráficos espaço X tempo para doi s móveis. no Sistema Internacional de dades. ( ) A velocidade instantânea em t = 2 s é igual a 60 m/s.0 t2. Santa Maria-RS A função horária para uma partícula em movimento r etilíneo é x = 1 + 2t + t2 onde x representa a posição (em m) e t. U. UEMS É dado o gráfico da posição de um móvel em função do tempo. O módul o da velocidade média (em m/s) dessa partícula. v = 6t + 12t2 e a = 6 + 24t. 62. 60. e) Os dois móveis possuem velocidades iguais em c ada instante. o tempo (em s).0 s é. é correto afirmar: ( ) O deslocamento da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2 s é 44 m. ( ) Essas equações repres entam o movimento de uma partícula em queda livre. entre os instantes t = 1 s e t = 3 s . UFPR A posição (y). ao atingi r o solo. em função do tempo t). em m/s. é correto afi mar: a) A aceleração do móvel A é maior do que do B. pelas equações:y = 2 + 3t2 + 4t3. A função horária que melhor representa o movimento do móvel é S = –3 t2 –12t –12 b) S = 12 t2 – 3t +12 c) S = 4 t2 + 2t + 6 d) S = –3 t2 + 12t – 12 e) S –4t2 + 2t – 6 13 IMPRIMIR 61. sua velocidade. Católica Dom Bosco-MS Um corpo é abandonado de uma altura de 5 m e. b) A aceleração do móvel B é maior do do A. em unidades do SI . U. A e B. em m/s: a) 43 d) – 7 b) 25 e) – 16 c) 18 59. a velocidade (v) e a ac eleração (a) de uma partícula que se move ao longo do eixo y são dadas. d) A velocidade do móv el A é sempre maior do que a do B. ( ) No instante t = 2 s a velocidade da partícula está diminuindo. que se movem segundo trajetória retilínea. A velocidade da partícula no instante t = 3. é: a) 2 d) 12 b) 4 e) 16 c) 6 GABARITO Voltar FÍSICA . Considerando esses dados.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . UFSE A função horária das posições de uma partícula é dada. U. ( ) A velocidade média entre os instantes t = 1 s e t = 3 s é 64 m/s. c) A velocidade do móvel B é sempre maior do que a do A. Nessas condições.

Qual a velocidade média do ciclista.63. 64. se a ve locidade máxima permitida no trecho for de 60 km/h. o condutor será multado por exce sso de velocidade. como resposta. Considerando que o carro é equipado com um limitador de velocidade que não permite que ele ultrapasse os 100 km/h e que no instante t = 0h o carro passa exatamente em frente ao radar. 16. Santa Maria-RS d) 25 e) 30 GABARITO A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do num movimento retilíneo. U. UFMT Um carro passa por um radar colocado em uma estrada longa e retilínea. após 5 horas o controlador de velocidade será acionado. 2 s a 3 s e 4 s a 6 s e) 1 s a 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em função do tempo. que se enco ntra a 73 km do mesmo. a soma das afirmativas corretas. onde x é medido em km e t em horas. no percurso considerado? 14 a) 10 b) 15 c) 20 65. é corr eto afirmar que: 01. O computador ligado ao radar afere que a equação horária obedecida pelo carro é dada por: x(t) = 2 + 70t + 3t2. 04. Essa partícula esteve sob a ação no(s) intervalo(s) de tempo. 08. após 1 hora o carro passará pela cidade mais próxima do radar. o radar está a 2 km do início da estrada (km zero).Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar tempo t (em s) para uma partícul de uma força resultante não-nula s a 1 s e 4 s a 6 s c s . UFPE O gráfico abaixo represe nta a velocidade de um ciclista. a velocidade do carro aumenta a uma taxa de 6 km/h em cad a hora. Dê. em um determinado percurso reti líneo. em km/h. 02. a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 ) 2 s a 3 s d) 0 s a 1 s.F.

respectivamente. o c arro começa a mover-se com aceleração constante de 2. ( ) As velo cidades do carro e da motocicleta. Sabendo-se que o poço é rico de um gás raro e que a velocidade em que o som se propaga neste gás é de 50m/s. movendo-se na me sma direção e sentido. Em cada gráfico. em função d tempo.9 s depois. considere a posição inicial do carro como orig em dos deslocamentos e o instante em que o sinal abre como origem dos tempos. Os espaço percorridos pelos automóveis 1 e 2 até o instante T são. uma curva refere-se ao movimento do carro e a outra ao movimento da motocicleta. podem ser representadas pelo gráfico II. são descritas no gráfico abaixo. I. ( ) O carro alcançará a motocicleta no instante t = 14 s. UFPR Um carro está parado diante de um sinal fechado. em função do tempo. Quando o sinal abre. II. Para calcular a profundidade do poço o arqueólogo deixa cair uma pedra que é ouvida 3. ( ) Os deslocamentos do carro e d a motocicleta.0 m/s2 e. neste instante. no mesmo instante t = 0. Nos gráficos abaixo. numa avenida retilínea. ( ) As acelerações do carro e da motocicleta. As velocidades des envolvidas pelos automóveis. III. em função do tempo. Desse modo. podem ser representados pelo gráfico I. passa p or ele uma motocicleta com velocidade constante de módulo 14 m/s. É correto afirmar: ( ) O carro alcançará a motocicleta quando suas velocidades forem i guais. Su as correspondentes acelerações nesse instante T são a1 e a2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . colocados lado a lado. UEMS Um arqueólogo descobriu um poço pré-histórico numa cidade de Mato Grosso do Sul . UFPB Dois automóveis 1 e 2. a profundidade do poço é: Considere g = 10m/s2. podem ser representadas pelo gráfico III. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . inicia m o movimento. a) 65 m b) 57 m c) 53 m 67.66. é correto afirm ar que: d) 45 m e) 35 m 15 a) s1 > s2 e a1 = a2 b) s1 < s2 e a1 < a2 c) s1 > s2 e a1 < a2 d) s1 = s2 e a1 < a2 e) s1 < s2 e a1 > a2 GABARITO 68. em função do tempo. s1 e s2. ( ) O carro alcançará a motocicleta na posição x = 64 m.

54 s d) infinito. pode-s e afirmar que o ciclista: 01. PUC-SP Ao iniciar a travessia de um túnel retilíneo de 200 metros de comprimento . só acelerou. Sabendo que o teto está a 3. o tempo que a lâmpada demora para atingir o piso é a) 0. UFSE A velocidade escalar de um corpo esta representada.78 s c) 1. e) indeterminado. UFMT Pelo gráfico (abaixo) da velocidade de um ciclista em função do tempo. pois a lâmpada só atingirá o piso se o elevador sofrer uma des aceleração.61 s b) 0. uma lâmpada. Durant e a travessia. 16.5 m/s2 71.5 m/s2 b) 1. d esprende-se do teto e cai. manteve sempre a velocidade constante. acelerou 3 vezes e freou 2 v ezes. que o iluminava. manteve a velocidade constante por 5 períodos de tempo distintos. ITA-SP Um elevador está descendo com velocidade constante. de: a ) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 Voltar FÍSICA .69.0 m de altura acima do piso do elevador. 02.0 m/s2 pág. a soma das afirmativas corretas.5 m/s2 d) 2. um automóvel de dimensões desprezíveis movimenta-se com velocidade de 25 m/s. Dê. saindo do túnel com velocidade de 5 m/s. nunca freou. Durante este movimento. 04.0 s.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . estava com a velocidade menor que no início. em metros. no fi nal. foi de a) 0. 05/02. pelo gráfico: IMPRIMIR GABARITO No intervalo de 0 a 3.tif c) 1. pois não se conhece a velocidade do elevador. como resposta. nesse percurso. 08. o deslocamento escalar do corpo foi. em função do tempo. O módulo de sua aceleração escalar. 72.0 m/s2 e) 2. desacelera uniformemente. 16 70.

7 m/s2. com velocidades de mesmo módulo. como respos ta. No trecho CD. em sentidos opostos. b) 0.73. 16. é nula. Sabese que no intervalo de tempo de 10s ela pass a duas vezes pelo mesmo ponto dessa reta. ( ) Considerando uma margem de e rro de 50%.0 m e 20 m .São Carlos-SP Uma partícula se move em uma reta com aceleração constante. 75. a) 0. 02. ao percorrer uma pista de testes destituída de curvas.F. pode-se afirmar que a velocidade final do carro é de 20 m/s. a soma das alternativas corretas. c) 10 m e 5.5 m/s2. e) 20 m e 20 m. que parte do repouso. a aceleração do corpo é 1. U. aproximadamente. respectivamente. 04. No trecho BC. mas depois de 30 s diminui. U. A distância total percorrida pel o corpo no trecho AD é 2200 m. ( ) A velocid ade do carro. IMPRIMIR GABARITO A partir das informações do gráfico.E.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . O módulo do deslocamento e o espaço percorrido pela partícu la nesse intervalo de tempo são. UFMT O gráfico abaixo repre senta a aceleração. julgue os itens. Ponta Grossa-PR Sobre um corpo que se movimenta conforme o gráfico abaixo . 08. 74.0 m e 10 m. 17 01. Dê. em função do tempo.0 m. Voltar FÍSICA . assinale o que for correto. ( ) A vel ocidade do carro aumenta inicialmente. A aceleração do corpo no trecho AB é igual a 4 m/s2. de um carro de Fórmula 1.0 m/s. v = 4. ( ) A aceleração média do carro é 30 m/s2. d) 10 m e 10 m. 46. a distância p ercorrida pelo corpo é 200 m e sua aceleração é nula. A velocidade média do corpo no trecho AC é. em t = 60 s.

em movimento uniforme. Unifor-CE Atira-se uma pedra verticalmente. volta ao ponto de partida. Ela sobe e. O gráfico representa a posição x. é: a) 10 d) 25 b) 15 e) 30 c) 20 77. O instante em que a posição do móvel é –30 m. Voltar FÍSICA .0 s. Desprezando-se a resistência do ar. entre os instantes t0 e t2. o móvel ap resenta uma velocidade média igual a 0. sobre o eixo x durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s. É co rreto afirmar que: IMPRIMIR a) b) c) d) e) sua aceleração é máxima entre os instantes t1 e t2. Cefet-PR O diagrama é representativo da velocidade de um móvel em horizontal.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .76. a seguir. Unifor-CE Um móvel se desloca. o gráfico que pode representar a velocidade da pedra em função do te mpo é o: a) d) 18 b) e) c) GABARITO 78. entre os in stantes t0 e t1 o móvel está recebendo o impulso de uma força não nula. para o intervalo de t = 0 a t = 5. em função do t empo t.5 v. em segundos. o movimento é retilíneo e acelerado entre os instantes t1 e t2. no instante t0 o móvel parte da posição igual a 0 m.

Consiste em um cronômetro digital de grande precisão.0 m/s2. ness a viagem. separada s de 1. A velocidade escalar média desse automóvel.50 m/s2 2. Sabendo-se que os intervalos d e tempo A e C são ambos de 1.79. ao passar pelo primeiro feixe de luz e desligado. foi de: v (km / min) IMPRIMIR 1.75 m /s2 e) 0. marca ndo 0.00 m c) 20.5 segundo. M ackenzie-SP O gráfico abaixo mostra a variação da velocidade de um automóvel com o tempo . será igual a: v 2v a) 2v b) 2v c) 3 d) e) 2 2 82. A velocidade desse corpo. 80. ao com pletar a primeira metade de h. 19 Com base no enunciado responda os itens 1 e 2. Estando as lanternas acesas. Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C são ambos de 1. o cronômetro é abandonado na parte superio r do tubo.50 m/s2 d) 0.35 m. Católica de Salvador-BA Um corpo em repouso é abandonado em queda livre e ati nge a velocidade v.0 t (min) 0 2 b) 45 km/h 22 24 c) 54 km/h 43 45 d) 72 km/h e) 80 km/h a) 36 km/h Voltar FÍSICA . UFRS Os gráficos de velocidade (v) e aceleração (a) contra o tempo (t) representam o movimento “ideal” de um elevador que parte do repouso. um suporte e duas lanternas. UFBA A figura ao lado apresenta um arranjo experimental construído para determ inar o valor da aceleração da gravidade g local.5 s e que o interval o B é de 6 s.5 1. qual a distância total percorrida pelo elevador? a) 13. 1.00 m/s2 c) 1. o desvio relativo percentual da medida de g. que pode ser acionado com incidência do feixe de luz. em %.25 m d) 22. U. ao passar pelo segundo feixe. qual é o módulo de a0 da aceleração com que o elevador s e move durante esses intervalos? a)3.00 m GABARITO 81. Considerando-se o valor médio da ac eleração da gravidade local como sendo 10.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . sendo ligado.50 m b) 18. determine. durante uma viagem de 45 minutos.00 m/s2 b) 2. sobe e pára. ao percorrer uma distância h.5 s. uma em cada extremidade. um tubo de vi dro transparente.50 m e) 27.

estando inicialmente numa posição positiva e. Sua aceleração tangencial. com velocidade de 8. 2 segundos depois de lançada. v = 72 km/h faz uma curva no p lano horizontal com 500 m de raio. O espaço percorrido por este corpo.4 m/s2 e) 0 m/s2 a) 1. a posição do ponto B.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .0 c) 4. no int ervalo de tempo de 0 a 14 s.5 m/s2 d) 0. Ele chuta dando um impulso na bola par a cima e para a frente.0 2. instantes após.0 m/s2 Voltar FÍSICA . PUC-RS A velocidade de um carro de Fórm ula Um é reduzida de 324 km/h para 108 km/ h num intervalo de tempo igual a 1. que melhor iden ifica seu movimento.0 B s (m) Sabendo-se que o seu movimento é uniformemente variado. é: a) 7. Fatec-SP Uma partícula passa pelo ponto A. O gráfico correspondente à posição x do corpo em função do tempo t.8 m /s2 c) 0. vale a) 140 m. d) 270 m.5 m/s b) 10. um jogador vai cobrar uma falta tentando enc obrir a barreira formada pelos adversários. Vunesp O gráfico ao lad o mostra como varia a velocidade v em função do tempo t de um corpo que se desloca s obre uma trajetória retilínea e horizontal. FEI-SP Um trem com velocidade constante. da trajetória esquematizada abaixo.83. No instante t = 3. a partícula passa p elo ponto B com velocidade de 20m/s. ela descreverá uma trajetória : a) retilínea horizontal b) retilínea vertical c) parabólica d) círculo e) quadrática 84.5 b) 5.0m/s.5 d) 3. em metro s. Univali-SC Num jogo de futebol. c) 250 m. A 0 1.0 s. quando comparada com a aceleração da gravidade (g = 10 m/s2). Qual é o módulo da aceleração total do trem? b) 0. em m/s. a velocidade inicial do centro de massa do atleta. A chave é agarrada pelo amigo.0 3. em módulo. no i nstante t = 0. invertendo o sentido de seu mov imento. Se a bola não bater na barreira.0s. v (m/s) 30 20 10 0 4 8 12 t (s) GABARITO 88. U. Caxias do Sul-RS Um corpo desloca-se com aceleração constante e negativa.0 4.5 m/s d) 5. Sendo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2.5 87.0 e) 1.0 m/s c) 7.0 m/s e) 2. que alguns a tletas conseguem uma impulsão que lhes permite atingir 1. e) 420 m. b) 210 m. Qual é a veloc idade de lançamento da chave? a) 12. é: a) b) c) d) e) IMPRIMIR 89.5 m/s 90.25 m acima do solo. FEI-SP Um garoto joga uma chave para um amigo que se encontra em uma janela 5 m acima. PUC-RS É possível observar durante o desenrolar de partidas de vôlei. é: a) 3 g b) 4 g c) 6 g d) 8 g e) 12 g 20 86. vale: a) 25 b) 30 c) 45 d) 50 e) 55 85.

c) A velocidade do avião em relação ao ponto C é igual à velocidade de sua sombra. b) A velocidade do avião é nula em relação à sua sombra jetada no solo. está representada a sombra da aeronave. Considere as afirmativas que se referem ao movimento da aeronave no trecho AB. projetada vert icalmente. FEI-SP Em qual dos gráficos abaixo temos: no intervalo de 0 a t1 movimento un iformemente variado e no intervalo de t1 a t2 movimento retardado com aceleração var iada: a) v b) v c) v d) v e) v t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t 93. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sement   .21 91. que mergulha fazendo um ângulo de 30 com a h orizontal. conside rado como plano horizontal. d) A velocidade do avião em relação à sua sombra projetada no solo é maior que a velocidade de sua sombra em relação ao pont o C. PUC-PR A figura representa um avião. variaram. projetada no solo em relação ao mesmo ponto. projetada n o solo. 92. e assinale a alternativa correta: a) A veloc idade do avião em relação ao ponto C é maior que a velocidade de sua sombra. e) A velocidade da sombra em relação ao ponto C independe da velocidade do avião. No solo. de e spécies diferentes. seguindo uma trajetória retilínea entre os pontos A e B. e um ponto de referência C. Fuvest-SP As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. em relação ao mesmo ponto.

O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar pa ra vermelho. A e B atingem a mesma altura final. v (cm/semana) A t0 t1 B t2 t(semana) GABARITO É possível afirmar que: a) b) c) d) e) A atinge uma altura final maior do que B. b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem se r multado.2 s. Quand o o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento. B a tinge uma altura final maior do que A.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Unicamp-SP Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma ave nida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o moment o em que realiza alguma ação) é 0. como mostra o gráfico.es. Voltar FÍSICA . Este sinal permanece amarelo por 2. A e B atingem a mesma altura no instante t0. a) Determine a mínima aceleração constante que o car o deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado. IMPRIMIR 94. A e B mantêm altura constante entre os ins tantes t1 e t2. o sinal muda de ver de para amarelo.5 s.

depois de 0.95. e o motorista de trás só reaja.0 m/s2.50 s.0 segundos. Qual deve ser a aceleração mínima do veículo de trás para não colidir com o da frente? . expressa adequadamente em metros.5 0 4 8 t (s) –8 –4 – 10 22 10 v (m/s) 10 v (m/s) d) 4 0 t (s) e) 4 0 8 t (s) –6 – 10 96. para veículos que percorre m a estrada com a velocidade constante de 90 km/h? b) Suponha que. medido a partir do instante zero. Mackenzie-SP Uma partícula em movimento retilíneo uniformemente variado descreve sua trajetória segundo o gráfico ao lado. nessas condições. Vunesp Uma norma de segurança sugerida pela concessionária de uma auto-estrada r ecomenda que os motoristas que nela trafegam mantenham seus veículos separados por uma “distância” de 2. freando seu veículo. no qual podemos ver sua posição assumida (x) em função do tempo (t). com aceleração constante de módulo 5. Dos gráficos abaixo. um motorista freie bruscamente seu veículo até parar. GABARITO a) Qual é essa distância. aquele que representa a velocidade escalar da partícula em função do tempo citado é o da altern ativa: x (m) 10 3 1 2 34 5 6 78 0 –2 –5 –6 t (s) a) 2 0 v (m/s) b) 1 0 v (m/s) v (m/s) c) 10 t (s) 5 t (s) 2.

Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

5k m 51. a 13. c 25. e 15 . e 49. a 9. c 41. 01 + 02 + 04 + 08 +16 64. 4. a) c. c 20. c 84. 08 18. b 75. a 22. e 10. 105 4. b 26. c 85. d 83. c 30. c 5. c 63. a) d = 50 m. a 96. V – F – F – F 76. c 46. e 29. c 23. c 71. a 90. b 87. b 56. 50m/s 37. e 3.4 m/s2 95. 03 2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . b 28. b) a = 3. a 92. d 47. d 67. e 6. c 43. 1) b 2) d 81. a 89. a 45. e 19. d 42. e 82. b) 2. a) –3 m/s2. a 8. d 24. c 14. 58 38. d 31. b 7. a 57. d 11. c 86. b 94. F – V – F – F – F – V 69. b 53. 04 + 08 + 16 70. e 79. d 77. b 50. a 21. d 88. a) 30s. V – V – V – F – F 60. d 40. c 93. b 72. c 27. 56 35. a 34. b 52. b 17. b 54.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O 1 1. a 78. c 68. 26 74. c 32. e 36. b 91. e 39. d 61. d 58. d 59. 4m/s2 55. b 73.125 m/s2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . a 66. a 62. b) b 48. d 33. c 16. a 65. a 44. c 12. 8% 80.

Cinemática vetorial Avançar . ( ) a velocidade do projétil. No meio do caminho houve um imprevisto q ue durou meia hora. o projétil possui um movimento acelerado. Com base nos referidos gráficos. A distância entre as duas cidades é de 153 km. têm sentidos opostos e têm o me smo módulo. ( ) sabendo que o projétil foi lançado da origem. GABARITO e) Na rodovia entre Anápolis e Goiânia há várias placas de limite de velocidade indicand o a velocidade em “km”.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . b) Obser vando a figura. para o carro de trás. a resultante é a tração exercida pelo cabo que liga os carros. 2. Q U E D A L I V R E . Voltar FÍSICA . 1 a) Por causa do imprevisto. Unicap-PE IMPRIMIR Os gráficos das figuras 01 e 02 representam as componentes horizontal e vertical d a velocidade de um projétil. ao atingir a altura máxima. o carro chegou com um atraso de 15 minutos. ( ) o projéti l atingiu a altura máxima em 3s. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. é de 40 m/s. podemos dizer que o vetor que liga Pires do Rio a Anápolis e o vet or que liga Iporá a Santa Helena são paralelos entre si. A resultante das forças aplicadas no carro da frent e é nula mas. seu alcance é 180 m. ( ) no instante de 4 s. UEGO Um carro parte de Pires do Rio para Anápolis às 7:00 h para um compromisso às 9:00 h a uma velocidade média de 90 km/h. c) Uma representação gráfica qualitativa da função horária da velocidade do car d) Um carro reboca um outro numa parte retilínea e sem inclinação de uma dessas estrad as a uma velocidade constante. podemos afirmar: ( ) o projétil foi lançado com uma velocidade inicial de módulo igual a 50 m/s. As pessoas responsáveis pelas placas não precisam se preocupar p orque essa maneira de indicar a velocidade também está correta.

num ângulo de 53 acima da horizontal. quando os pescadores remaram rio abaixo. Para melhor se proteger da chuva. sem remar dois pescadores levam 300 segund os para atingir o seu ponto de pesca. em relação ao rio. A dotando g = 10 m/s2. a trajetória das gotas é vertical.6 m/s 6. (ângulo de inclinação do guarda-chuva: 53 . Calcule o valor da velocidade com que as gotas estão caindo em relação à pessoa.0 m/s.0 m/s c) 3. Dê.8 m/s. Após a pescar ia. UFSC Descendo um rio em sua canoa. Como a velocidade da canoa foi de 2. tocando o solo decorridos aproximadamente 2 s. mas sem ven to. mas em relação à pes é inclinada como mostram as linhas tracejadas.80 e cos 53 = 0. 02.2 m/s b) 2.5 m a altura de cada a ndar. o número de andares do edifício é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) indeterminado pois a v elocidade horizontal de arremesso da bola não foi fornecida.20 m/s e) 1. 08. sen 53 = 0. 04. Partindo da mesma posição e remando. O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida. então. 32. a velocidade da cano a. assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. sendo a velocidade da canoa. igual a 2. 64. ITA-SP Uma bola é lançada horizontalmente do alto de um edifício.Cinemática vetorial Avançar           .0 m/s d) 18. 5. num dia chuvoso. a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m. eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos. Quando os pescadores remaram rio acima. Quando os pescadores remaram rio acima. Em relação ao solo. como resposta. a velocidade da cano a. 4.50 m/s. Não é possível calcular a velocidade com ue os pescadores retornaram ao ponto de partida. em m/s: a) zero d) 40 b) 20 e) 50 c) 30 → IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ela mantém seu guarda-chuva inclinado como m ostra a figura. o módulo da velocidade do projétil no instante t = 4. UFSE Um pro jétil é lançado com velocidade inicial de 50 m/s. em relação à margem. eles gastam 600 segundos para retornar a o ponto de partida.60. A velocidade da correnteza do rio é 1.00 m/ s. na mesma margem do rio e em trajetória retilín ea. em relação ao rio. 16. porque a velocidade da corrente za não é conhecida. remando contra a correnteza do rio.60) a) 1.0 s é. UEMS Uma pessoa ca minha em solo horizontal com velocidade de 1. a soma das altern ativas corretas. 2 Considerando que a velocidade da correnteza V CR é constante.3. Sendo de 2. Não é possível dete rminar a distância do ponto de partida até ao ponto de pesca. foi igual a 4. 3 = 0. foi de 1.00 m/s.0 m/s.

pois a alcançará primeiro. a p otência do motor da locomotiva. também está descendo com a correnteza.0 km/h e) 784 km/h c) 72. o peso do maquinis ta. pois a alcançará primeiro. para alcançar a s egunda bóia. a segunda à sua retaguarda. e) qualquer u ma das bóias. 04. 16. A pessoa deverá nadar para: a) a bóia da direita.0 km/h 10. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . levada pela correnteza de um rio. c) a bóia de trá pois a alcançará primeiro. em relação às margens. dentre outras coisas. situada a 40.7. a distância entre a vaca e a locomotiva quando e sta é avistada. Dê. livre da resistência do ar. Como conseqüência. em m/s. pode-se concluir que a velocidade da correnteza. Se o barco sobe um rio com velocidade constante de 10 m/s. a largura do trem. o peso da vaca. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: a) K b) L c) M d) N 1 1. 08. Uma outra bóia. O movimento de um barco em um rio é uma composição de movimento s. com velocidade constante de 100 km/h. Acafe-SC Uma pessoa está tendo dificuldades em um rio. pois a alcançará primeiro.8 km/h b) 40. desprezando-se os problemas pesso ais e psicológicos da vaca. Mackenzie-SP Uma pe ssoa esbarrou num vaso de flores que se encontrava na mureta da sacada de um apa rtamento. a terceira à sua direita e a quarta à sua esquerda. atingiu a calçada c om uma velocidade de: Dado: g = 9. seria necessário conhecer: 01. como resposta. pois as alcançará ao mesmo tempo. Católica Dom Bosco-MS O movimento de um corpo pode ser o resultado da composição de vários movimentos reali zados simultaneamente. o comprimento da vaca. que flutua no mesmo rio a uma certa distância do menino.Cinemática vetorial Avançar . 02. U. A posição das duas bó as e o sentido da correnteza estão indicados nesta figura: Considere que a velocid ade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio. mas observa que existem quatro bóias flutuando livremente em torno de si. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 9. em relação à calçada. Nesse caso. o vetor velocidade média com que a vaca se d esloca. e desce com velocidade constante de 30 m/s. que é avistado por uma vaca que está no meio dos trilhos? Calcule. a soma das alternativas corretas.” É claro que esta pergunta tem por sua imediata reação: “Calcular o quê?” “E você recebe como resposta: O susto que a vaca vai levar!” Mas será que ela realme te se assustaria? Para responder a esta questão. UFSC Alguma vez já lhe propuseram a questão sobre “um trem trafegando numa via férrea . 64. o vaso caiu verticalmente a partir do repouso e.8 m/s2 a) 28. Todas elas estão a uma mesma distânc ia desta pessoa: a primeira à sua frente.00 m de altura. 32. UFMG Um menino flutua em uma bóia que está se moviment ando.0 km/h d) 100. d) a bóia da esquerda. b) a bóia da frente. 8.

. 24.. l h 36 min e) no rdeste.400 km. sendo o módulo de ambas as componentes da velocidade inicial. l h 58 min b) nordeste. UFSE Um projétil inicia um movimento em lançamento oblíquo. os deslocamentos horizontal e verti cal podem ser descritos por x = 10 t e y = 10 t – 5 t2. Parte da trajetória seguida pela bo la está representada nesta figura: 4 GABARITO Considerando a resistência do ar. no sentido Leste/Oeste. H... Considere desprezível a resistência do ar. 24 km. cos 30 = 0... Com uma velocidade média de 15 km/h. a) y = 0.. Essas informações permitem deduzir a equação da trajetória do movime nto que é. Considere que o projétil está submetido somente à ação da força peso. igual a 10 m/s. a) nordeste. V0x e V0y. em torno de . em formato de triângulo retângulo: Partiu de um ponto A sobre a margem de um rio....5 x2 d) y = 5 x + 2x2 2 b) y = 0. l h 36 min d) noroeste. o barco percorreu aproximadamente . 13..Cinemática vetorial Avançar           . U.. Católica-GO Julgue os itens A e B. fazendo um ângulo de 45 com a horizontal.. conforme esquema.F.. U. com a margem. 10 x – 0.05 x2 c) y = 0.. portanto. a) ( ) No ponto de a ltura máxima... l h 58 min IMPRIMIR Voltar FÍSICA .. no sentido ... Pelotas-RS Um barco de passeio fez a seguinte rota turística...010x e) y = x – 0. considerando o enunciado a seguir: Na fi gura ao lado está representada a trajetória de uma pedra que foi atirada de um plano horizontal. 2. formando.. um ângulo de 30 . UFMG Uma jogadora de basquet e arremessa uma bola tentando atingir a cesta. até atingir um ponto C. e... a velocidade da pedra é diferente de zero.. com uma velocidade inicial V0.5 x + 2x2 14. de um ponto A. b) ( ) A velocidade da p edra ao atingir o ponto B...05 x – 0. tem valor maior que V0.. Do ponto C retornou ao ponto de p artida A.. 24 km. no sentido No rte/Sul. Desse ponto. em metros e segundos.000 m.. até atingir um ponto B. l h 58 min c) noroeste. deslocou-se 5 km perpendicularmente. (deslocamentos em metros e tempos em segundos). Considere sen 30 = 0. atingindo o ponto B.. 240 m .....87 e tan 30 = 0..57 Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. a) b) c) d) 15. A pedra descreve a trajetória representada em linha pontilhada..5...12. assinale a alternativa cujo diagrama melhor repr esenta as forças que atuam sobre a bola no ponto P dessa trajetória.....

U. aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m v g A H 45° D d) 7. um jogador lança a bola para o seu companheiro. como indicado na figura. a partir da figura o módulo de v0. uma pequena es fera é lançada horizontalmente com velocidade V0 . A figura ao lado mostra a velocid ade v da esfera em um ponto P da trajetória. Potiguar-RN Em um experim ento realizado no alto do edifício da UnP. Supondo que o cilindro menor tenha uma freqüência de rotação f1 = 150 r pm. campus da Salgado Filho. Fuvest-SP Um motociclista de motocross move-se com velocidade v = 10 m/s. t segundos após o lançamento. é de: 5 a) 3 rpm b) 6 rpm c) 30 rpm d) 40 rpm e) 75 rpm 18. Uberaba-MG/Pias Em um jogo de fu tebol. a) Durante todo o movimento da bola. a) 10 m/s b) 100 m/s c) 10 km/h d) 1. Assinale a alternativa incorreta. d) No ponto de ltur máxim . é função do ângulo de la mento α. até atingir uma rampa (em A). inclinada de 45° com a horizon tal.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Considerando g = 10m/s2 e desprezand o a resistência oferecida pelo ar. b) A trajetória descrita pela bol a pode ser analisada através da composição dos movimentos uniforme e uniformemente var iado. localizado a certa distância. do ponto A.0 km/s 19.16. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . distância máxima percorrida no eixo x. UEMS Uma correia acopla dois cilindros de raios R1 = 20 cm e R2 = 100 cm. c) O alcance da bola. A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D (D = H).5 m e) 5 m 17. tem o módulo igu l zero. so bre uma superfície plana. U. velocid de d bol sempre t ngente à tr jetóri . determine. A freqüência de rotação do cilindro maior. co nforme a figura. e a escala utilizada para representar esse vetor (as linhas verticais do quadriculado são par alelas à direção do vetor aceleração da gravidade g). o módulo de sua velocidade vertica l diminui durante a subida e aumenta na descida. em um movimento como o esquematizado na Figura ao lado.

A tr jetóri d formig p r um observ dor fixo n Terr é m ostr d n figur b ixo: 6 Dê. Um bol é rremess d de su extremid de nterior. UFMS Um disco gir com velocid de ngul r const nte de 60 rot ções por minuto. qu l(is) d (s) firm tiv (s) b ixo é(são) corret (s)? 01. ( ) Somente para θ = 90º a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo A.20. Con sidere nul resistênci do r. m ior forç cen trípet que tu sobre el . sendo A e C p r bólic s e B vertic l. té cheg r à bord do disco. 02. às 3 h pontu lmente. 16. outr p rtícul move-se com mesm velocid de ngul r.15 m/s e o r io do disco igu l 15. c minh sem desliz r n direção r di l com velocid de const nte em rel ção o disco. UFPR U m v gão de 15 m de comprimento move-se com velocid de const nte de módulo vv = 10 m/ s em rel ção o solo.0 r d/s. sem componentes l ter is. 32. Um formig sobre o disco. p rtindo do centro do disco.0 cm. GABARITO IMPRIMIR figur 1 figur 2 Nest s condições. conforme figur I. A velocid de ngul r do disco é de 1. Supo ndo que velocid de d formig sej 0. Qu nto m is formig se proxim d bord do disco.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ hor . n ecessário p r que esses ponteiros fiquem ex t mente um sobre o outro. ( ) Para θ = 30º a bola cai sobre o vagão após 1 s do seu lançamento. A p rtir desse inst nte. A r zão e ntre os módulos d s respectiv s velocid des t ngenci is dess s p rtícul s é: 2 3 3 ) 2 b) 2 2 c) d) 2 e) 2 2 21. vemos que o ângulo form do entre o ponteiro dos minu tos e o d s hor s mede 90°.5 minutos 180 c) minutos 11 23. A formig re liz . 08. num direção que form um ângulo q com nt l. M ckenzie-SP Num relógio con vencion l. som d s firm tiv s corret s. N circunferênci inscrit nes se mesmo qu dr do. Voltar FÍSICA . é correto firm r: ( ) P r qu lquer 0º < θ < 90º a bola cairá dentro do . o menor interv lo de tempo. como respost . N figur II estão represent d s três diferentes tr jetóri s p r bol . 22. um volt co mplet . ( ) Para nenhum valor de θ a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo C. A forç centrípet que tu n formig é proporcion d pelo trito entre f ormig e o disco. com velocid de de módulo vb = 10 m/ s em rel ção o v gão. ITA-SP Um p rtícul move-se o longo de um circunferênci circunscrit em um q u dr do de l do L com velocid de ngul r const nte. A celer ção centrípet sobre formig depende d su m ss . 04. é: 360 ) 15 minutos d) minutos 21 b) 16 minutos e) 17. ( ) Para um certo valor de a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo B.

conforme figura. o módulo da velocidade de lançamento deve ser igual a: 1) gh 2 2) 2gh 3) (2gh) 2 cosθ 1 4) (2gh) 2 senθ 1 5) (gh ) 2 . no solo. 08. Seu relógio marca 10 horas 4 minutos e l segundo ao soltar uma determinada bol a e ela bate. c ) mesma fre üência.24. nas proximidades da superfície ter restre onde a intensidade do campo gravitacional é igual a g. o garoto sabe calcular a altura de onde está soltando as bol as.Cinemática vetorial ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . No ponto A. UESC-BA Uma partícula é lançada. mesma velocidade angular e mesma velocidade linear . como resposta. diferentes velocidades angulares e diferentes velocidades linear es. Para ue a partícula a tinja a altura máxima h. a resultante das forças ue atua sobre a bola é para a direita e par a cima. No ponto A. b) mesma fre üência. a soma das alternativas corretas. 16.E. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lineares. O resultado deste cálculo é: a) 80 m b) 45 m c) 30 m d) 20 m e) 5 m Voltar FÍSICA . O Estado de São Paulo 7 26. Maringá-PR O goleiro de um time de futebol bate um tiro de meta e a bola percorre a trajetória es uematizada abaixo. A partir de certo momento. a velocidade resultante da bola é para a direita e para cima. Dê. Calvin. a velocidade resultante da bola é nula. d) diferentes fre üências. ele resolve medir o tempo de ueda dessas bol as. Baseado nestes dados. é muito pe ueno para entender ue pontos situados a diferentes distâncias do centro de um dis co em rotação têm: a) mesma fre üência. No pon to B. tgθ 1 25. 04. Despreze a resistência do ar e assinale o ue for correto (o ponto B corresponde ao instante em ue a bola atinge o solo ). No ponto B. No ponto A. UFPB Um garoto está brincando de soltar bolas de gude pela janela de seu apart amento. U. diferentes velocidades angulares e mesma velocidad e linear. uando esse relógio marca 10 horas 4 minutos e 3 segundos. PUC-SP Leia a tira ao lado. GABARITO 01. o garotinho assustado da tira. IMPRIMIR 27. a energia total da b ola é maior ue no ponto B. ignorando a resistência do ar. a resultante das forças ue atua sobre a bola é nula. e) diferentes fre üências. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lin eares. 02.

Avançar .

0 cm. v locidade. 4. força. força e distância. II. Fatec-SP Duas polias. a: 01. 05. 4 e 16 . atinge o sol o com velocidade igual a v. é possível dizer ue a fre üência da polia Z vale. 45 e 10 02. tempo. a) Das grandezas físicas citadas. 1 4 1 4 e 1 16 b) 4. Cefet-PR Considere o sistema de polias representado. um corpo ue cai durante 3 segundos. 03. o número de voltas ue a menor completará nesse mesmo intervalo de tempo é: a) 0. Com base nesses dados. e da distância h. 1 2 . velocidade e distância. UFRS Foi determinado o período de cinco di ferentes movimentos circulares uniformes. respectiva mente. a partir do repouso. 10 e 30 04. 1 2 e 2 e 2 1 4 d) 16. em m /s. aceleração. 02. b) Com base na informação. 10 e 20 03. ace eração e tempo. Sabendo-se ue a polia maior completa 4 voltas a cada segundo. em m. 1 Nele. respectivamente. R W = R Y = R Z = R X⋅ e a fre üência da polia W vale 2 2Hz. 2. aos movimentos I. ligadas por uma correia. uma distância h. 20 e 45 05. Ness as condições. c) 1 4 . UESC-BA Desprezando-se a força de resistência do ar. e) 1 16 . tempo e aceleração. a aceleração de ueda de um cor po nas proximidades da superfície terrestre é. são iguais. aproximadamente. 04. igual a 10m/s2.28. A tabela apresenta uma coluna com os valores do período desses movimentos e uma coluna (incompleta) com os correspondentes valo res da fre üência. distância. após percorrer. Movimento I II III IV V GABARITO Período (s) 1/4 1/2 1 2 3 Fre üência (Uz) 1 IMPRIMIR Qual das alternativas apresenta os valores da fre üência correspondentes.Cinemática vetorial Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 2 e 4 Voltar FÍSICA . executam movimentos 20 cm cir culares solidários e seus raios medem 20 cm e 8. em Hz: a) 1 8 b) 1 4 c) 1 2 d) 1 e) 2 29. 30 e 45 31. têm natureza vetorial: 01. 1 2 . no ar. respectivamente. IV e V? a) 1 2 . todos referentes a partículas de mesma m assa percorrendo a mesma trajetória.5 b) 2 c) 5 d) 10 8 cm e) 16 8 30. velocidade e força. os valores da velocidade v.

b) para o centro de Júpiter. qu ndo. com fre üênci a f2 e velocidade angular w2. deixa-se ca ir uma laranja. a corrente só toca uma coroa e uma catraca de cada vez. 2 T/π L L 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . para uma velocidade angular dos pedais fixa. sem deslizamento. PUC-RS Um stron ut está consert ndo um equip mento do l do de for d n ve esp ci l que se encontr em órbit circul r em torno d Terr . b) retilíneo com celer ção de módulo const nte. ligando-as através de uma corrente.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ £ . 37. T/(2π) e) arctg (L/R) . o feixe d e luz está copl do um mec nismo rot tivo que re liz um volt complet c d T segundos. FURG-RS Suponha ue Ganimedes. acoplada ao eixo traseiro da bicicleta. cujo eixo movimenta a roda dentada (coroa) a ele solidária. Nessas condições. a 20 m de altura sobre um rio. o stron ut execut um movimento. 35. c) para o centro da Terra. e) circul r sujei to um celer ção gr vit cion l nul . pode-s e firm r que. c) circul r com celer ção de módulo st nte. b) coroa R1 e catraca R4. Esta. A laranja cai dentro de uma canoa ue desce o rio com velocidade constante de 3. O f rol se encontr um distânci R do centro de um pr i de compri mento 2 L. conforme figur . i gual a: a) 9. de raios R1 e R2 (R1 < R2) e 2 catracas R3 e R4 (R3 < R4 ). T/π d) arctg (L/2R) . efetua um movimento circular unifo rme em torno desse planeta. 33. é: a) coroa R1 e cat raca R3. ITA-SP Em um f rol de sin liz ção. se a roda maior girar com fre üência f1 e velocidade angular w1 e a menor. é correto afirmar: ω 1 f2 01) f1 = f2 02) f1 > f2 03) 1 = 2 04) 1 < 2 05) = ω 2 f1 36.32. solt -se d n ve.0 b) 6. em rel ção à Terr . por sua vez . a canoa deve estar a uma distância máxima da vertical da ueda. a força ue mantém o satélite Ganimedes na trajetória c ircular está dirigida: a) para o centro do Sol. e) é indeterminada já ue não se conhece o diâmetro da roda traseira da bicicleta . Então. por um motivo qu lquer. respectivamente.0 c) 4.0 e) 1. d) coroa R2 e catra ca R4. No instante em ue a laranja inicia a ueda. aciona a corrente responsável pela transmissão do movimento a outra roda dentada ( catraca). conforme o comando da alavanca de câmbio. a partir do repouso. d) circul r com vetor velocid de t ngenci l const nte. d) para o centro de Ganimedes. o ciclista impele os ped ais. A combinação ue permite máxima velocida de da bicicleta.5 Dado: g = 10m/s2 34. Considere agora um sistema dup lo de tração. Unifor-CE Do alto de uma ponte. T/(2π) c) arctg ( L/R) . é: a) arctg (L/R) .0m/s.5 d) 3. ) retilíneo unifo rme. e) tangente à trajetória. c) coroa R2 e catraca R3. UES C-BA É possível efetuar a transmissão de movimento circular entre duas rodas de diâmetro s diferentes. uma das grandes luas de Júpiter. em cada volta. ITA-SP No sistema convencional de tração de bicicletas. T/(2π) R b) arctg (2L/R) . em metros. O tempo necessário p r o feixe f rol de luz “v rrer” a praia. T l como está. com 2 coroas. Obviamente.

6 Altura (m) 0. a velocidade de um móvel varia linearme nte com o tem o. ( ) No M. A r oxime i = 3. Podemos concluir que o módulo da aceleração a licado elos freios é de 4m/s2.0 cm e) 4.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) O tem o gasto or um trem. concêntrica a B e rigidamente resa a ela.4 0. Unicam -SP O gráfico abaixo re resenta.1. odemos concluir que o raio da catraca é um terço do raio da coroa.U.U. em função do tem o.C. a altura em relação ao chão de um onto localizado na borda de uma das rodas de um automóvel em movimento.0 IMPRIMIR 0. ( ) Um carro com 72 km/h é freiado uniformemente e ara a ós ercor rer 50 m.38.0 0. é de 10 s.0 cm 10 39.2 tem o (s) 0. sem que ocorra deslizamento das correias? a) 12 cm b) 10 cm c) 8..3 Voltar FÍSICA .1 0.0 cm d) 6. de modo que A’ e B’ ossam ser conectada s or uma outra correia C’. Unica -PE ( ) Um cor o com M. Considere uma volta com leta da roda e determine: a) a velocidad e angular da roda. conforme indicado na figura. com uma velocidade constante de 36 km/h. ara atravessar uma onte.V. Se a roda traseir a ossui uma freqüência 12 Hz. ( ) Um ciclista executa 4 edaladas or segundo. A olia A é aco lada a uma terceira olia B de raio rB = 20 cm ela correia C. GABARITO 40. cujo com rimento é idêntico ao do t rem. UFPE A olia A’ de raio r’A = 12 cm é concêntrica à olia A. 0. de raio rA = 30 cm.R. e está rigidamente resa a ela. Qual deve ser o raio da olia B’. ossuí uma aceleração diretamente ro orcional a o quadrado da velocidade. de com rimento igual a 100 m.2 0. b) a com onente vertical da velocidade média do onto em relação ao chão. c) a com onente horizontal da velocidade média do onto em relação ao chão.

4 1. e) perm nece const nte.0 cm d) 1.5 cm. e quando osta a girar em movimento uniforme. reso a uma mola de constante elástica k. o comprimento d fit desenrol d é proxim d mente igu l : IMPRIMIR ) 86 m b) 75 m c) 64 m d) 45 m e) 30 m Volt r FÍSICA .2 cm c) 2.76. fit do c s sete p ss em frente d c beç de leitur C com um velocid de const nte v = 4. Cesgr nrio Se fit demor 30 min p r p ss r do c rret el A p r o c rretel B.6 cm 44.31. sofre uma deformação x. O r io do núcleo dos c rretéis v le 1. o número de rot ções por segundo do c rretel A: ) cresce de 1.4. U.41. GABARITO 43.0 cm. 42. Cesgr nrio Enqu nto fit é tot lmente tr nsferid do c rretel A p r o c rre tel B.0 2. b) cres ce de 0. O módulo da velocidade angular w do sistema é: a) ω = kx m kx m d) ω = kx ( +x m ) b) ω = e) ω = kx +x k ( +x mx ) c) ω = m ( ) 11 O enunci do seguir refere-se às questões de 2 4. d) decresce de 0. o do c rretel B v lerá.5 cm. A mola não deformada tem c om rimento l. Em um toc -fit s. proxim d mente: ) 2.8 cm e) 1.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ . o r io externo do conjunto fit -c rretel v le 2.76 0. Com fit tot lmente enrol d num dos c rretéis.8 c m/s. Cesgr nrio Qu ndo o r io externo do conjunto fit -c rretel no c rretel A v l er 1.31 0.0.4 cm b) 2. Alfenas-MG Um bloco de massa m descreve um movimento circular numa mesa h orizontal lisa. c) decresce de 2.

.

IMPRIMIR 48. UERJ O e uilibrista percorre. UERJ-RJ A medida do raio r da trajetória descrita elo onto A.0 s Voltar FÍSICA . π≅3 Dados: AC = 6 m 12 BC = CD = 2 m 2 m ≤ BD ≤ 2 3 m 3 ≅ 1. Se v2 é a cidade escalar do mesmo ponto uando o ângulo θ corresponde v2 a 60º.00 UERJ Utilize os dados abaixo para resolver as uestões de números 7 e 8. considerando o movimento uniforme. Em um p rque de diversões há um brinquedo que tem como modelo um vião. 47.85 GABARITO c) 0. e o movimento do e uilibrista é retilíneo. O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm. or segundo. o ponto A tem velocidade escalar v1. f zendo o âng ulo q v ri r.75 b) 0. o piloto dispõe de um com ndo que pode exp ndir ou contr ir o cilindro hidráulico BD. UERJ-RJ Quando o perpendicular ao eixo central. o monociclo começa a se mover a artir do re ouso com a celeração constante de 0. UERJ Em outro momento.7 45.90 d) 1. Esse brinquedo está lig do. um eixo centr l gir tório CD. em função e uivale a: a) 6 sen θ b) 4 sen θ c) 3 sen θ d) 2 sen θ 46. necessárias ara que ele ercorra es sa distância em 30 s. por um br ço AC. p r que o vião sub ou desç . Determine o número de edaladas. Calcule a velocidade média do equilibrista no trajet o ercorrido nos rimeiros 6. braço AC está velo razão é igual . uma distância de 24 π metros .50 m/s2. então a a: v1 a) 0. no início de sua apresentação. como ilustr figur b ixo: Enqu nto o eixo gir com um velocid de ngul r de módulo const nte.UERJ-RJ Utilize s inform ções b ixo p r responder às questões de números 5 e 6.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¤ ¤ ¤ ¡ ¢ ¤ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¤ ¡ ¡ do ângulo θ. Uma das atrações típicas do circo é o e uilibrista sobre monociclo.

02. quando a resistência do ar é des rezada? a) O objeto de maio r massa atingirá o solo rimeiro. des rezando o atrito da edra com o ar e considera ndo que o estudante desconhece tanto o valor da aceleração da gravidade no local de seu ex erimento como a velocidade do som no ar. 52. a artir do re ouso.E. 64. FURG-RS No instante t = 0 s.028/s. tem dados suficientes ara chegar a um valor m uito reciso da velocidade do som no ar. Unioeste-PR Um estud ante. exatamente. d) A enas I e III. Londrina-PR O que acontece com o movimento de dois cor os.55 m acima do nível da águ a. ele está exatamente a 490. a energia otencial e mecânica do cor o aumentam. No instante t = 3 s.55 m acima do nível da água. nas condições de seu ex erimento. com velocidade inic ial de 80 m/s. vale. b) A enas I II. não tem dados suficientes ara chegar a uma conclusão recisa a res eito do valor da aceleração da gravidade no local.5t2. III. exatamente. 32. um cor o de massa 1 kg é largado. 80 m acima da su erfíc ie terrestre. c) Ao atingir a altura máxima. de massas di ferentes. Considere des rezíveis as forças de resistência do ar. 08. II.49. a roximadamente. ao serem lançados horizontalmente com a mesma velocidade. realizando um trabalho ex erimental. Considerando a origem no solo. b) Durante a subida. vale. nas condições do seu ex erimento. a velocidade e a aceleração do cor o serão nulas. d) O objeto mais leve ercorrerá dis tância maior. O estudante observa que a edra g asta 10. 9. e) As acelerações de cada objeto serão diferentes. assinale a afirmativa correta. II. abandona verticalmente uma edra. a artir do re ouso. Quais afirmativas estão corretas? a) A enas II. e III. como res osta. de uma mesma a ltura e ao mesmo tem o. 13 d) A velocidade média do cor o no ercurso de subida é igual a 40 m/s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a) O cor o erman ecerá no ar durante 8 s. vale. 51. a vel ocidade do som no ar. exatamente do alto de um oço. tal estudante ode concluir que: 01. Com base a enas nestes dados. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando a acele ração da gravidade igual a 10 m/s2. são feitas três afirmativas. c) Os dois atingirão o solo simultaneamente. o eso do cor o realiza um trabalho motor. 0. e) I. a aceleração do movimento vale 20 m/ s2. 04. a velocidade do cor o é 30 m/ s e está dirigida ara baixo. a equação horária do mo vimento é h = 80 .0 s ara atingir a camada inicial da água e que o som do baque da edra na água foi ouvido 1.677 m/ s. nas condições do seu ex erimento. U. ele está a uma distância inferior a 490. Dê. c) A enas I e II. b) O objeto de menor massa atingirá o solo rimeir o. a aceleração da gravidade. Cefet-PR Um cor o d e massa 2 kg é lançado verticalmente ara cima a artir do solo. Para esse movimen to. 352.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .40 s a ós o momento no qual ele observa que a edra atinge a água. 50. naquele local. No instante t = 2 s. e) Durante a subida. a relação aceleração da gravidade/velocidade do som no ar (g/vs).814 m/s2. 16. a soma das alternativas corretas. I.

Des rezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s2. a ós 6 s.53.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . U. Pelotas-RS Uma edra é lançada ara cima. retorna ao solo. como mostra na figura e. o gráfi co que re resenta a osição da edra em função do tem o é: a) d) b) e) 14 c) IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .F.

c 39. c 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .5m/s 49. 56 4. 04 36. a) 01 b) 05 31. c 53. c 5. Q U E D A L I V R E .c 42.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . d 20. c 6. b 34. b 15. c 38.b 43. b) VV = 0. c 3 3.b 47. a 17. d 10.2 voltas/seg 48.a 45. V – V – V – F – V 40. b 26. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. a 19. a 11.1. b 32. 02 + 04 + 16 + 32 22.b 44. a 21. e 9. a) 62 rad/s. a 37. c 18. b 35.Cinemática vetorial Avançar . d 51. 12 27.6 m/s 41. c 7. V – F – V – V – F 24. d 29. F – V – V – F – F 2. V – V – F – V – V 3. d 30. b 16. 58 8. e 14. e – F 13. c) VH = 18. 33 52. c 2 3.a 46. c 50. 04 25. d 28.

estão melhor re resentadas elo esquema: velocidade 1 Dados: — des rezar qualquer efeito do ar sobre a bola e considerar o movimento da esquerda ara a direita. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que. d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. — as intensidades das forças não estão re resentadas em escala. Com base nessas informações. Des rezando os atritos. Mackenzie-SP Duas forças horizontais. numa colisão fron tal. V unes Num jogo de boliche. er endiculares entre si e de intensidade s 6 N e 8 N. quanto maior fo r o tem o de colisão: a) menor será a força média que os ocu antes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. b) maior será a força média que os ocu antes d o automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. um ouco antes dela atingir os inos. o módulo da aceleração adquirida or esse cor o é: a) 1 m/s2 d) 4 m/s2 2 b) 2 m/s e) 5 m/s2 c) 3 m/s2 Voltar FÍSICA . uma bola é lançada na horizontal contra uma barreira de inos com o objetivo de derrubá-los. ocorra o amassamento da arte dianteira da lataria de maneira a reservar a cabine.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . c) maior será a variação d a quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. agem sobre um cor o de 2 kg que se encontra sobre uma su erfície lan a e horizontal. As forças que agem sobre a bola. ode-se afirmar que. a) GABARITO b) c) d) e) IMPRIMIR 3. 2. Isso faz aumentar o tem o de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo.

no osto fiscal de uma estrada. or meio de uma força de intensidade 150 N. FEI-SP Um automóvel de massa 1375 kg encontra-se em uma ladeira que forma 37° em relação à horizontal.0 . de intensidade 100 N.20 a) 0. a aceleração do ca ixote é. Sobre cada balança. 5 c) µ = 0.0 5. formando angulo de 37º com a horizontal.50 e) µ = 1.50 b) 1.0 e) 3. UFSE Uma caixa de massa 50 kg é arrastada sobre uma su erfície hor izontal or uma GABARITO força F .25 d) µ = 1. Dados: g = 10m/s2 Coeficiente de atrito cinético µ = 0. em m/s2. o trabalho da força F vale.60 cos: 37º = 0. é ossível concluir que o eso do caminhão é de: 2 a) b) c) d) e) 20000 N 25000 N 30000 N 50000 N 60000 N → 6.6 . Dados: sen 37º = 0. Qual é o mínimo coeficiente de atrito ara que o automóvel ermaneça ado? Dados: sen (37°) = 0.4.0 .0 m. em joules: a) 80 d) 1. Fuvest-SP Na esagem de um caminhão. 20000 N e 10000 N. As balanças indicaram 30000 N.6 e cos (37°) = 0. Pode-se afirmar que o módulo de P é: a) 140 N b) 200 N c) 280 N d) 40 N e) 340 N 7.5 d) 2.São Carlos-SP Os módulos dos com onentes ortogonais do eso P de um cor o → val em 120 N e 160 N.8. 1 03 b) 1. U. são utilizadas três balanças. UFSE Um caixote de massa 50 kg é em urrado horizontalmente sobre um assoalho ho rizontal. 103 2 c) 8.75 Voltar FÍSICA .0 b) µ = 0. são osicionadas todas a s rodas de um mesmo eixo. A art ir desse rocedimento.80 Num deslocamento de 2. 10 IMPRIMIR 8.F. Nessas condições.6 .0 c) 1.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a) µ = 0. 102 e) 8.

respectivamente: Dado: g = 10 m/s2 a) 0 e 40 d) 50 e 10 b) 40 e 10 e) 50 e 50 c) 40 e 60 12. róximo ao Equador. nas proxi midades do Equador. de massas m e 2 m respectivamente. Esse fio passa por cima de uma roldana.gov. FEI-SP No esquema de polias ao lado. deve-se esperar que ele adquira aceleração de módulo: a) 4a b) 2a c) a a d) 2 ω e) 1 ω2 3 11. estão em repouso sobre uma mesa horizontal. como mostra a figura. b) a velocidade tangencial da supe rfície da Terra é menor do que em outras latitudes. c) a velocidade tangencial da su perfície da Terra é igual à velocidade orbital do satélite. Três forças horizontais são aplicadas simultaneamente no corpo A. 10. da Agência Es acial Brasileira.9. Fatec-SP Dois objetos A e B de massas 1.ages acial. Qual é a carga máxima que ela conseg uirá erguer? a) 30 N d) 180 N b) 90 N e) 240 N c) 120 N IMPRIMIR CARGA Voltar FÍSICA .” Um dos fatores determinantes dessa redução de custos se deve à inércia do movimento de r otação da Terra. Se as mesmas três forças forem aplicadas simultaneamente ao corpo B. e o corpo B está apoiado no chão.0 kg. que adquire aceleração de módulo a. o veículo lançador consome menos energia para fazer com que o satélite adquira a sua velocidade orbital. respectivamente. medem. onde se encontra o CLA: a) a velocidade tangencial da superfíc ie da Terra é maior do que em outras latitudes.0 kg e 5. a arece a seguinte informação: “O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) vem sendo construído desde a década de 80 e está atualmente re arado ara lançar foguetes de sondagem e veículos lançadores de satélites de equeno orte. sabe-se que a máxima força F que uma pessoa pode fazer é F = 30 N. sem atrito. Isso ocorre porque.Leis de Ne ton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ . em ne tons. Localizado na costa do nordeste brasileiro. UFSE Dois corpos A e B. Graças a essa inércia. U.br. estão unidos por meio de um fio. d) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é menor do que em outras latitudes.F.São Carlos-SP No site www. e) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é maior do que em outras latitudes. GABARITO É correto afirmar que a força que o corpo B exerce sobre o solo e a tração nesse fio. a osição geográfica do CLA aumenta as condições de segurança e ermite menores custos de ançamento.

a moeda tende a manter-se na mesma po sição em relação a um referencial fixo na mesa. Durante a fase de desaceleração. que está em cima d e uma mesa horizontal. b) sempre acontece porque a força aplicada à moeda. d) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel fo r menor que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel. o caixote não desliza sobre a carroceria do caminhão. c) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel for maior que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel . Vunesp Uma moeda está deitada. UESC-BA De acordo com a 3 Lei de Ne ton.Leis de Ne ton Avançar £ ¥ 13. da e squerda para a direita. em cima de uma folha de papel. e) só acontece se o coeficiente de atrito estático entre a folha de papel e a moeda for menor que o co eficiente de atrito estático entre a folha de papel e a mesa. 15. transmitida pelo atrito com a folha de papel. a moeda v ai escorregar e ficar sobre a mesa. a reação normal da superfície N e a força de atrito f. se você puxar a folha de papel. O motorista aplica os freios imprimindo uma desaceleração co nstante. Alguém lhe diz que. Sabendo-se que as forças que atuam sobre o caixote são: o peso do caixote P. tem-se um par ação-reação representado em: £ . qual dos diagramas abaixo repres enta as forças que agem sobre o caixote durante a desaceleração? GABARITO a) d) IMPRIMIR b) e) c) Voltar FÍSICA . de acordo com o princípio da inércia. UFPE Um caminhão t ransporta um caixote em uma estrada reta e horizontal com uma velocidade v. é sempre menor que a força apl icada à folha de papel.a) b) c) d) e) 4 14. Pode-se afirmar que isso: a) sempre acontece porque.

16. e ambas realizam trabalho. d) três forças.Leis de Ne ton Avançar £   . conforme a figura. em trajetória retilínea. 5 GABARITO Assinale a opção na qual se indica. 17. o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força nor mal que o trilho exerce sobre ele. mas só uma realiza trabalho.0 N 18. a figura que representa FR e o val or de sua intensidade. um elástico. Nas figuras 1 e 2. sem atrito e sem soltar-se dos trilhos.1 N b) Figura 2 e 14. A tensão no elástico é de 10. e todas realizam trabalho. Considere as seguintes afirmações: B A g I. a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para bai xo. UFRN Na correção ortodôntica de uma arcada de tária. estão representadas duas possibilidades para a direção e o sen tido da força resultante. foi passado. b) duas forças. Ele se movimenta. que está atuando sobre o referido dente canino. conforme a figura a baixo. um de cada lado da arcada. Sabe-se que os raios de curvatura da pist a em A e B são iguais. mas só uma realiza trabalho. durante esse movimento.0 N e o ângulo formado pelas duas partes do elástico é e 90 . atuam sobre o bloco: a) duas forças. FR. até atingir o plano horizontal. num dos dentes caninos. U. A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B.1 N c) Figura 1 e 1 0. a) Figura 1 e 14. No ponto A. II. Desprezando-se qualquer ação do ar. As extremidades desse elástic o foram amarradas a dois molares. e) três forças. No ponto B. Fuvest-SP Um carrinho é largado do alto de uma mont anha russa. c ) três forças. corretamente. Está correto apenas o que se afirma em: a) I d) I e II b) II e) II e III c) III IMPRIMIR Voltar FÍSICA .0 N d) Figura 2 e 10.F. III.São Carlos-SP O bloco da figura desce espontaneamente o plano inclinado co m velocidade constante. mas só uma realiza trabalho.

enquanto a corrente atua com uma força Fc cujo módulo é 1. em forma de cilindro oc o. O raio R da espaçonave é 40 m. na ausência de campos gravitacionais ex ternos. 6 Sabendo-se que o barco e os tratores movem-se com velocidades constantes. conclui-se que a força de resistência do ar F.60 x 104 N e) 3.92 x 10 N 20. que cria um peso efetivo agindo sobre o astronauta. Um filme que se preocupa com esta questão é “2001. 84 x 104 N 4 c) 1. Os tratores exercem. com função aerodinâmica) ara uma determinada configuração dos aerofólios. Unicamp-SP Algo muito comum no s filmes de ficção científica é o fato dos personagens não flutuarem no interior das naves espaciais. uma Odisséia no Espaço”. eles mediram o valor b = 230 kg/m. UFPB Uma equipe de corrida de Fórmula 1 está testando um novo carro e realiza várias medidas da força de resistência do ar com o carro em alta velocidade.92 x 104 N. 21. sobre o bar co.80 e cosq = 0. eles se movem como se existisse uma força que os prendesse ao chão das espaçon aves. navega co ntra a corrente de um trecho retilíneo de um rio.60.20 x 104 N d) 2. puxado por dois tratores. mostrada abaixo.2 rad/s em torno de um eixo horizontal E perpendicular à página. um barco. Mesmo estando no espaço sideral. que se nq = 0. Nesse filme a gravidade é simulada pela rotação da estação espacial. An alisando-se as unidades do fator b.19. de Stanle Kubrick. d entre as alternativas abaixo. só poderá ser: v d) F = 2 a) F = bv2 b b) F = b2v e) F = bv v2 c) F = b IMPRIMIR Voltar FÍSICA . então o valor de F1 é: a) 1. forças de mesmo r módulo (F1 = F2).40 x 104 N b) 1 . UFPB Conforme a figura abaixo. A estação espacial. gira com velocidade angular constante de 0. Eles verificam que esta força depende da velocidade v do carro e de um fator b qu e varia conforme a posição dos aerofólios (peças na forma de asas.Leis de Ne ton Avançar £ . a) Calcul e a velocidade tangencial do astronauta representado na figura. GABARITO b) Determine a força de reação que o chão da espaçonave aplica no astronauta que tem massa m = 80 kg.

a força de atrito com o ar diminui. antes mesmo de realizar seu famoso experim ento da torre de Pisa. sua aceleração deve aumentar com tempo. várias forças atuam. v2 = V02 + 2a∆x e a Segunda Lei de Newton. F = m a . ultrapassando a lombada com a velocidade máxima permitida. pois a atmosfera é mais r arefeita quanto maior a altitude. pela B R-101. ( ) Supondo que a fo rça de propulsão do foguete constante. respectivamente: a) 5000 km/h2 e 3600 N c) 5000 km/h2 e 5500 N b) 10000 km/h2 e 5000 N d) 10000 km/h2 e 1000 N 23. Analise esse tema e jul gue os itens. quando abandon adas livremente de uma mesma altura. supondo ambas constantes naqueles 55 m. os engenheiros aero espaciais têm que conhecer as forças que atuam nos foguetes. A massa to tal (carro + motorista) é mT = 1296 kg. 24. Para que o lançamento seja feito com sucesso. para as com ponentes da velocidade e da aceleração ao longo do eixo x. afirmou que uma pedra leve e outra pesada. ( ) À medida que o foguete sobe. onde m é a massa do foguete. Lembrando a equação de Torricelli.Leis de Newton Avançar . quando percebe que há. No mesmo instante. Nilson dirige distraidamente. aciona os freios do automóvel. deveriam levar o mesmo tempo para chegar ao solo. a força de atrito com o ar e a própria força da gravidade. UERJ 7 GABARITO IMPRIMIR Com base neste conhecimento. ( ) A massa do foguete diminui com o tempo . UFRN O Sr. tais como a força de propulsão do motor. Galileu. são. pode-se concluir que os módulos da aceleração e da força de at rito. a 55 m. a uma velocidade de 60 km/h. Tal afirmação é um exemplo de: a) lei c) modelo b) teoria d) hipótese Voltar FÍSICA . mas a força da gravidade permanece constante e i gual a mg. um redutor el etrônico de velocidade (“lombada eletrônica”). pois boa parte de sua massa total é constituída de combustível. UFMT Foguetes lançadores como os do Projeto Apolo são utilizados há décadas para col ocar satélites em órbita da Terra ou para levar a outros planetas dispositivos const ruídos pelo homem. ( ) À medi da que o foguete sobe. em linha reta (direção do eixo x). para obedecer à sinalização e evitar multa.22. indicando a velocidade máxima permitida: 50 km/h.

não se justifica. adquirida p elos blocos. durante tempo idêntico ao do caso anterior. pois. a nave será desviada . a força F deve ser um pouco superior a: a) P/4 b) P/2 c) P d) 2P e) 4P IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em m/s2. a velocidade da nave diminuirá com o tempo até parar. UFSE A figura mostra um móbile de três peças. Dê. se os motores forem desligados. em filmes de ficção científica.0 c) 1. agindo sobre o blo co a partir do repouso. os operários transportam verticalmente mater iais usando roldanas. não se justifica. de sua rota. se justifica. 04.0 8 27. que representa doi s blocos independentes sobre uma mesa horizontal. a soma das afirmativas corretas. 02. a tração T no fio intermediário tem int ensidade. uma vez colocada no seu rumo. movendo-se para a direita sob a ação de uma força horizontal de 100 N.50 b) 1. pois. 28. PUC-RS Instrução: Responder à questão com base na figura ao lado.5 d) 2. a nave seguirá até o destino com velocidade constante. Supõe-se o atrito desprezível e o p eso das roldanas e da corda muito pequeno. permaneçam com os motores ligados durante tod o o tempo de percurso da viagem. Uma força é exercida sobre o bloco durante um certo tempo. conforme a figura ao lado. uma vez atingida a velocidade de cruzeiro. Esse fato: 01. PUC-RS Numa obra de construção civil. como resposta. se os moto res forem desligados. vale: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 26. 16. porque. a nave seguirá até o seu destino sem desviar-se da rota. se j ustifica. e es te adquire uma velocidade v. Quando estiver em repouso. Então a nova vel ocidade do bloco é: a) v b)2 v c) v 2 d) 4v e) v 4 GABARITO 29. PU C-RJ Um bloco de gelo está inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito d e um lago congelado. Suponha agora que a força é dobrada. Supondo-se que a força de atrito externo atuand o sobre os blocos seja 25 N.Leis de Newton Avançar . Adote g = 10 m/s2. pois. para que qualquer objeto se mova. Para elevar um material de peso P. é correto concluir que a aceleração. em newtons: a) 0. UFMT É comum. de forma gradativa. mesmo quando l onge de qualquer planeta ou estrela. porque. é necessária a ação de uma força sobre e le. que as naves espaciais. se justifica. 08. ligadas por fios de massa desprezível.25.5 e) 3.

apenas mover as pernas. a aceleração do sistema duplica. Católica de Salvador-BA Um bloco de massa igual a 5 kg. U. são presos por um fio de massa desprezível. ( ) O impacto que o astronauta sentiu no peito é o mesmo que ele sentiria n a Terra se a pedra o atingisse com a mesma velocidade.E. A aceleração local da gravidade adotada é 10m/s2. deve necessariamente empurrar ou puxar outro no sentido inverso. Unirio O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na superfície da Lua. Se duplicarmos o valor de m1 a aceleração do sistema reduz-se à metade. UFMT Em relação às manifestações das Leis de Newton nos fenômenos do cotidiano. b) martelo caiu mais rápido do que a pena. julgue as afir mativas. que o acertou no peito. 33. afastando-se da superfície lunar. constante e horizontal. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Na ocasião. A resultante das forças que atua sobre o sistema é m2g. é puxado por uma força. Um astronauta ficou com rai va do outro. ( ) Não é po ssível um indivíduo erguer-se. d) dois corpos tocaram o solo lunar ao mesmo tempo. existente entre a superfície e o bloco é igual a: a) 6 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 35. como resposta. qu e o fio que une as massas é inextensível e que a polia tem massa desprezível. Unifor-CE Os corpos A e B. onde a é a aceleração do sistema. ( ) A pedra pode ser arremessada horizontalmente mais facilmente na Lua do que na Terra. 08. ao mesmo tempo e a partir do repouso. deix ando-os cair sobre a superfície lunar. ( ) Sem o atrito. 32. puxando o próprio cabelo. em 1969. de 25 N sobre uma superfície plana horizontal. havia dois astronautas. O sistema é acelerado verticalmente para cima com acel eração de 2. e assina le o que for correto.Leis de Newton Avançar . julgue os itens. ( ) A pedra pode ser erguida mais facilmente na Lua do que na Terra. 34. Se duplicarmos o valor de m2. em N. a velocidade do sistema é constante.0 m/s2.0 kg e mB = 3. Se m1 = m2. 16. em newtons: a) 18 b) 24 c) 30 d) 36 e) 50 31. c) dois corpos ficaram flutua ndo em repouso. 01. um martelo e uma pena. não seria p ossível caminhar. a t no fio que une os dois corpos vale. por isso jogou-lhe uma pedra de 20 kg. Maringá-PR Considere que no sistema representado na figura abaixo não atua qualquer força dissipativa. Sabe ndo que a atração gravitacional na Lua é seis vezes menor que na Terra. ( ) Para que um corpo passe a se mover.30. A resultante das forças que atua sobre o sistema é (m1 + m2) a. Nessas condições. e) dois corp os começaram a subir. e observou que o(s): a) martelo caiu e a pe na subiu. de massas mA = 2. UFMT Na superfície da Lua. Dê. realizou uma experiência que consis tia em largar. A força de atrito. ( ) Como na Lua todos os objetos caem com a mesma aceleração. 02 . 04. com a celeração constante de 3m/s2. o impacto provocado pela pedra arremessada inde pende de sua massa. U.0 kg. a soma das alternativas corre tas. sem sair efetivamente do lugar.

Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . a frenagem é mais rápida. 37. as rodas têm sua ad erência no solo aumentada fazendo com ue o carro pare mais rápido. de mesmo módulo. ual deverá ser a nova massa do corpo em kg. no trecho A. 04. o a trito entre as rodas e o solo seria menor. o motorist a continua tendo a dirigibilidade do veículo en uanto freia. o mesmo de F1 e F2 . 16. 38. 10 O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e o plano. como o atrito. no trecho C. UFMT O sistema de freios ABS. 16. 02. possuem massas m1.M. a) 8 b) 2 6 c) 2 3 d) 0. d) só ocorre quando o ângulo ent e F2 é 120º. entre as rodas e o solo. n o trecho B. a soma das alternativas corretas. se as rodas parassem en uanto o carro estivesse em movimento. esse rompimento ocorrerá: 01. Triângulo Mineiro-MG Duas forças concorrentes F1 e F2 . F. 40. não deixa ue as rodas parem en uanto o carro está em movimento. Unifor-CE A inclinação do plano representado abaixo é tal que um corpo. sob a ação das mesmas forças. F. a frenagem é mais rápida. Itajubá-MG A aceleração ad uirida pelo corpo com massa de 2 kg da figura abaixo vale A.E. Aumentando-se gradativamente a massa m2 até o rompimento da(s) corda(s). Para ue. 04. sob a ação do campo gravita l terrestre. têm co mo resultante uma força F cujo módulo é. e) é impossível. 08. Essa situação física: só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é nulo. como resposta. também. U. c) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é 60º. nessas condições. 08.5 e) 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . B e C. m2 e m3. e estão presos por cordas idênticas no teto de um laboratório. a soma das afirmativas corret as. É certo afirmar ue: 01. conforme figura ao lado. como resposta. como o atrit o. é igual a: a ) sen θ b) cos θ c) tg θ d) secθ e) cotg θ GABARITO 39. esta aceleração seja uadruplicada. b) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F 2 é 45º. uando acionado. Dê. continua se ndo dinâmico. Dê.36. simultan eamente nos trechos A. Maringá-PR Três corpos. desliza para baixo mantendo constante a sua velocidade. nele aban donado. simultaneamente nos trechos A e B. 02. entre as rodas e o solo. continua sendo estático. dessa maneira.M.

UEMS No sistema. Aplica-se a esse corpo uma força F .0 N d) 70. o bloco chegará à base do plano com uma velocidade de 10 m/s. ao ser exercida sobr e o livro. Para aproximá-lo de si. abaixo. sobe e o B. O livro acompanha o movimento da folha e não desliza s obre ela. em um plano inclinado liso. ficando livre para s e mover. 11 Podemos afirmar ue: ( ) a força normal é igual ao peso do bloco. de massas respectivamente dadas mA = 3 kg e mB = 2 kg.41. perfeitamente lisa. desce. pode-se afirmar que: ( ) o sistema sai de sua situação ini cial e. é 20 N. ( ) partindo-s e o fio. no fio. o bloco chegará à base do plano em 2 s. ue força deverá ser aplicada na corda 2 para manter em e uilíbrio estático o corpo suspenso de 500 k g? Os fios são considerados inestensíveis e de massas desprezíveis: entre os fios e as polias não há atrito. Católica-GO Na figura dada. U. ( ) a aceleração do bloco A é d e 2m/s2 (considere a aceleração da gravidade g = 10m/s2). Considere g = 10 m/s2 e F = 10 N.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ ¢ £ . c) É uma força de atrito estático contrário de sentido ao do moviment o do livro. em cujas extremida des se acham suspensos dois blocos A e B.0 N GABARITO 44. ( ) a tensão do fio é menor que o peso de B.5 N c) 80. A partir de então. um estudante puxa a folha em s ua direção. b) É uma força de atrito cinético de sentido igual ao do m ovimento do livro. o resultado se conhece: o bloco A. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . exista atrito cujo coeficiente seja m ≥ tg30º. sem tocar no livro. 45. ambos em repouso sobre uma mesa horizontal. o sistema é abandonado. 43. como mostra a figur a ao lado: Determine o valor da aceleração do corpo na direção “x”. ( ) a tração. entre o bloco e o plan o. sem a presença do fio. ( ) se o fio se romper. ( ) para o bl oco ficar em e uilíbrio. conforme a figura abaixo. Por esta polia passa um fio leve e inextensível. (Polias ideais) a) 50. pela mecânica.0 N b) 62. de cima. é necessário ue. Unicap-PE Um bloco de 4 kg encontra-se em e uilíbrio. d) É uma força de atrito estático de sentido igual ao do movimento do livr o. 42. UFRS Um livro encontra-se deitado sobre uma folha de papel. acha-se esquematizada uma “máquin a de At ood”. UFR-RJ Um corpo de massa m = 2 kg encontra-se apoiado em uma superfície horizo ntal. de baixo.2 N e) 82. e) É uma força ue não pode ser caracterizada como força de atrito. Em um dado instante. por meio de u m fio. Ela consiste em uma polia fixa leve (de massa desprezível) que gira li vre de atrito. Qual é a alternativa ue melhor descreve a força ue. Considere g = 10m/s2. o colocou em movimento? a) É uma força de atrito cinético de sentido contrári o ao do movimento do livro.

Assinale a(s) proposição(ões) correta(s ): 01. 64. se o módulo da desaceleração do caminhão fosse maior do que 8. Os coeficientes de atrito estático e de atrito dinâmico entre as s uperfícies da carroceria e das caixas são. dispostas c onforme a figura.0 m/s2. 04) atrito. como resposta.000 N . b) a força resu ltante das forças ue atuam sobre o bloco é nula. é correto afirmar ue: a) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal é nula. O caminhão é submetido a uma desaceleração de módulo igual a 5. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. ue podem se identificadas.12 46. O caminhão se imobiliza após percorrer 62. a caixa A exerce uma força sobre ela igual 3. 0. 16. a força que ela exerce sobre a caixa B é nula. além da desaceleração do caminhão. o bloco B encontra-se em iminência de movimento de desci da sobre a rampa de inclinação θ. permanecendo em repouso com relação à carroceria do caminhão. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível.5 metros. de 1 kg. respectivamente. U Caxias do Sul-RS O bloco A de mass a m = 4 kg desloca-se com velocidade constante v = 2 m/s sobre uma superfície hori zontal. e o bloco 2.80 e 0. As duas caixas não escorregam. respectivamente. 32.50. assim. mas a inércia das caixas faz com que elas continuem em movimento.0 m/s2. UFSC Um caminhão trafega num trecho reto de uma rodovia. Dê. A caixa A não escorrega porq ue a inércia da caixa B a impede. As caixas escorregariam sobre a superfície da carroceria. 05) normal. 47. F2 e F3 . 03) peso. e) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0. Somente a caixa B escorrega sobre a carroceria por que. Com ajuda dos dados e da figura. normal e atrito. como mostra a figura. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . de módulo igual a 10 N. O velocímetro indica 90 km/h quando o motorista. como: 01) peso. 08.8. UFRJ O bloco 1. representados n a figura. UESC-BA Na figura. c) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal vale menos do ue 20 N. pe so e normal. sob ação exclusiva das forças F1 . b) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloc o 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo.000 kg. colidindo c om a cabina do motorista.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . d) o peso do bloco é igual a 20 N. atrito e peso. 49. transportando sobre a carroceria duas caixas A e B de massas mA = 600 kg e mB = 1. Eles são acelerados pela força horizontal F . a soma das alternativas correta s. observando perigo na pista. A caixa A não escorrega e. pisa no freio. de 4 kg. atr ito e normal. 04. GABARITO a) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. 48. 02) normal. O caminhã pára. 02. peso e atrito.

01 e) zero 54.2 N d) 40 N e) 50 N 52. sob a ação de uma força horizontal de módulo 10 N. para não ocorrer derrapagem.2 o coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano. UFR-RJ Na figura abaixo o fio ue une os corpos A e B é i nextensível e tem massa desprezível. em Movimento Re tilíneo Uniforme. é de: (considere g = 10 m/s2) a) 100 N b) 80 N c) 64 . As massas dos corpos são mA = mB = m. 2m GABARITO 53. Santa Maria-RS Um corpo de massa igual a 10 kg desliza. Considerando a aceleração gravitacional com módulo g = 10 m/s2.1 d) 0. UFBA A figura apresenta um bloco A.60. de peso igual a 10N.05 55.01 b) 0. a inclinação da curva deverá ser de aproximadamente: a) 15º b) 30º c) 45º d 60º e) 75º IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Católica Dom Bosco-MS Um carro com massa m = 1000 kg percorre uma curva de raio 20 0 m. Sendo fa a força de atrito ue atua no corpo A.50. Católica-DF Na cons trução de uma estrada o engenheiro projetista tem a seguinte imposição: fazer uma curva de 50 m de raio com uma inclinação tal ue ual uer veículo possa fazê-la com a velocida de máxima de 60 km/h. g a aceleração da gravidade e a aceler ação do conjunto. Nessas condições. U. em N/m. Considerando a aceleração da gravidade i gual a 10 m/s2.02 c) 0. Sendo 0.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 13 51. ue forma um ângulo de 30° com a horizontal. o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a mesa é: a) 10 b) 1 c) 0. U. determine a constante elástica da mola. A força resultante sobre o corpo. sobre uma mesa horizontal. o men or coeficiente de atrito entre os pneus e a pista. desprezando-se a resistência do ar e considerando-se ue o bloco A está na iminência da descida. sem depender do atrito.F. sen = 0. como mostra a figura. A mola ideal se encontra deformada de 20 cm e é ligada ao bloco A através do fio ideal ue passa pela roldana sem atrito.04 e) 0. demonstre ue a = mg .fa . em uma estrada sem sobrelevação. cos = 0. UEMS Um corpo de massa 10 kg é abandonado do repouso num plano inclinado perfe itamente liso. U.80. sobre um plano de i nclinação em relação à superfície horizontal. de ve ser igual a: a) 0. com velocidade de 36 km/h.03 d) 0.

e o plano inclinado representa a duna. ele decide.) 14 c) calcule o valor da força resultante que atua no conjunto. considerando que a aceleração da gravidade é 10 m/s2 e lembr ando que sen 1 30 = : 2 a) determine a velocidade. Pode-se afirmar que. 57. Sendo a tábua de fórmica. bastante lisa e lubrificada com parafina. B e C iguais a 10 kg. Inicialmente. d o topo. Paulinho passa numa farmácia e verifica que a massa total. após ter assistido a uma aula de Física sobre plano inclinado. pode-se afirmar que a reação do plano sobre o bloco A tem intensidade igual a: a) 160 N b) 100 N c) 60 N d) 40 N e) 50 N GABARITO 58. d) menor do que a força que B exerce sobre A. c) maior do que a força que B exerce sobre A. inclinada de 30 em relação à horizont l e cuja extensão é de 40 m. numa primeira aproximação. 2. b) igual à força que B exerc e sobre A. de cide fazer uma aplicação prática do assunto: analisar o ue ocorre com ele e sua tábua d e morro (usada no “es uibunda”). b) reproduza. a f igura abaixo e faça o diagrama das forças externas que atuam no conjunto. Admitindo que.0 kg e 4. mT. UFR-RJ Na figura abaixo. sua massa mais a massa da tábua) é de 60 kg. do conjunto (isto é.56. o bloco represe nta o conjunto. os atritos desprezíveis e as massas dos corpos A. ao descer uma duna. Santa Maria-RS A figura mostra dois corpos de mesmo material que estão em pilhados e em repouso sobre uma superfície horizontal. e) aumentada à medida que o tempo vai passando. d) indique se a veloc idade com que o conjunto chegará à base da duna será maior. U. a força que o corpo A exerce sobre o corpo B é: a) nula. em nenhum momento da descida. res pectivamente. na figura.0 kg. com que o co njunto (Paulinho com a tábua) chegará à base da duna. do estado de repouso. a roldana e os fios que ligam os corpos são ideais. Justifique. UFRN Paulinho. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. Paulinho coloca os pés em contato com a areia. igual ou menor que a veloc idade determinada no subitem A. desprezar o atrito entre a tábua e a areia da duna bem como a r esistência do ar. na moldura destinada às respostas.F. (Observe que. em módul o. colocando essas forças no centro de massa do bloco. se o atrito entre a tábua e a areia for levado em conta. em m/s e em km/h.Leis de Ne ton Avançar   ¢ ¢ £   . supondo que ele tenha partido.

Assim sendo. zero. a. Nessa situação. Quando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g. g é o módulo da ac leração gravitacional local. Sabe-se que a esfera B é de ferro. e que a soma das massas das esferas é igual a 5.0 kg b) 10 N e 3. conforme a figura. Desprezando-se todos os atritos. no interior de um elevador de massa mE. se o balde estiver com velocidade constante. a d eformação da mola é ( m H g) igual a . a.E.0 .0 .0 . Dê. U. 02. UFBA Conforme representado na figura abaixo. 104 d) 9. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). de massa mB. O campo gravitacional local é de 10 m/s2. Um caminhão de massa 10 toneladas. z ero. o peso do homem indicado pela balança é igual a zero. zero. se o balde estiver em repouso.0 tonelada fazer uma curva de raio 100 m com velocidade de 20 m/s é de 4. são respectivamente: a) 10 N e 2. 04. 103 c) 6. 103 b) 9. como re sposta. Com o elevador parad o. O ângulo de inclinação. Quando o elevador está subind o com velocidade constante igual a v. em ne tons: a) 6. um homem de massa mH encontra-s e sobre a balança de mola B.5 kg d) 12 N e 3. Quando o ímã é retirado. o peso do homem indicado na balança é igual a 2mHg.15 59. a soma das alternativas corretas.0 kg c) 12 N e 2.0 kg e) 50 N e 2. 103 N. 60.0 kg. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). entre a horizontal e a superfície livre da água. 04. é: 01. As esferas estão na presença de um ímã. 08. UFSE A força centrípeta necessária para um automóvel de massa 1. o qual aplica sobre a B uma força vertical de intensidade F. o sistema está em repouso. o sistema passa a se mover com aceleração uniforme e igual a 2. esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal .Leis de Ne ton Avançar £ £ . Quando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g. Maringá-PR Um balde com água é colocado sobre um plano inclinado que forma um âng ulo a com a horizontal.0 kg 61 . Dê.0 . 105 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . e seu deslocamento é controlado pelo motor M. o módulo d a força F. 16. em N. a potência desenvolvida pelo motor é igual a ( mE + mB + mH) vg. para realizar a mesma c urva de raio 100 m com velocidade de 30 m/s. se o balde estiver com velo cidade constante.0 . necessita de força centrípeta de intens idade. Quando o elevador está subindo com velocidade constante. pode-se concluir: 01. como respos ta.0 . a. e o valor da massa da esfera A. 02. A mola tem constante elástica K e es tá no seu regime elástico. K 16. 32. Considera-se desprezível a resistência do ar. a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o ho em se encontra. a soma das alternativas corretas. 104 e) 6. Unirio Duas esferas A e B estão interlig adas por uma corda inextensível e de massa desprezível que passa por polias ideais. 08. se o balde estiver em repouso.0 m/s 2. 62. em kg.

o ue r e uer o uso de uma má uina simples (plano inclinado).866 A força de atrito entre a rampa e o bloco vale: a) 100 N b) 141 N c) 150 N d) 170 N e) 200 N IMPRIMIR Voltar FÍSICA .F. a velocidade do navio passa a ser constante. Após um determinado intervalo de tempo. nessas condições. UERJ Uma balança na portaria de um prédio indica ue o peso de Chi uinho é de 600 newtons. F F Os tratores exercem forças T1 e T2 constantes. A seguir. sobre uma rampa. considerando . pesando 300 N. Dados sen 30º = 0. UFRJ Um navio de massa igual a 1000 toneladas deve F ser rebocado ao longo d e um canal estreito por dois tratores que se movem sobre trilhos retos.87. Nessa nova situação. U.63. Supondo ue o navio esteja i nicialmente em repouso em relação às margens do canal. São dados sen 30º = 0. com os tratores ainda exercendo força como no início do movimento. b) Qual a intensidade da força resultante na direção do plano de apoio? Justifi ue . em repouso.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . cos 30º ≅ 0. para a situação proposta. no interior de um elevador. calcule: a) o módulo. encontrase apoiado. Pelotas-RS Uma empresa de transportes faz a entrega de produtos para um supermercado. ue sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceler ação da gravidade e módulo a = g/10. a s uestões ue se seguem: a) Represente graficamente as forças ue atuam sobre a cai xa. igual a 10 000 N. de 10 cm x 20 cm x 30 cm. 2 1 16 64.500 e cos 30º = 0. calcule: b) o módulo. a direção e o entido da aceleração inicial. representada pela reta AB da figura. 65. não seja suficiente par provocar o deslizamento da caixa rampa abaixo. a direção e o sentido da força ue a ma sa de água exerce sobre o navio. S uponha ue a inclinação do plano de apoio. ue têm mesmo módulo. outra pesagem é feita na mesma balança.50. Resolva. em relação à horizontal. Um desses produtos é de dimensões consideráveis e peso elevado. ue a inclinação máxima para ue a caixa não deslize seja de 30º. o ponteiro d a balança aponta para o valor ue está indicado corretamente na seguinte figura: a) b) c) d) GABARITO 66. e formam um ângulo de 30 graus com a direção do movim ento do navio. conforme figura acima. para este caso. para facilitar a descarga. em ue g = 10 m/s2. PUC-RS Um bloco de pedra. c) Qual o valor do coeficiente de atrito entre a caixa e o plano. conforme é mosθ θ trado na figura abaixo.

67. como acontece em um terreno enlameado. as rodas de tração patinam sobre o solo. 08.uedista. Cai livremente – submetido somente à força de resistência do ar e à força peso – instante t2. Ao atingir o solo. em pleno ar no instan te t = 0.uedas. 02. desde zero até um valor igual ao da força peso. a força de resistência do ar apresentou mai or intensidade do ue a da força peso do pára.uedista tem valor const nte. UFRS Do ponto de vista de um certo observador inercial. e a força resultante tem sentido contrário ao do movimento do pára. A resultante dessas forças é centrípeta. Quais estão corretas? a) Apenas I. Entre os instantes t2 e t3. O gráfico abaixo representa a velocidade ve rtical do pára. 64. UFSC Um pára.uedista abandona o avião e inicia sua ueda. 16. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a ene rgia cinética do pára.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .uedista em função do tempo.ue das abre (t = t2). III. Desde o instante em ue o pára. Analise as seguintes afirmações a respeito dessa situação. Durante toda a ueda. II. Entre os instantes t1 e t2.uedista abandona o avião (t = 0) até o instante t1. a força de re sistência do ar sobre o pára. um corp o executa movimento circular uniforme sob a ação exclusiva de duas forças. Só há movime uando há atrito estático. como resposta. Pode acontecer ue nenhuma dessas forças seja centrípeta. b) Apenas II. d) Apenas I e III. 04. A aceleração do pára. I. e) Apenas II e III.uedista. Dê.uedista é co nstante e igual à aceleração da gravidade.uedista é igual à energia potencial gravitacional ao abandonar o avião. a força de resistência do ar tem valor igual ao da força peso. O motor é capaz de impor às rodas de tração um determinado sentido de rotação. por ue a energia mecânica se conserva. c) Apenas III. a soma das alternativ as corretas. desde o instante em ue abandona o avião (t = 0) até o instante em ue o pára. 32. UERJ Considere um carro de tração dianteira ue acelera no sentido indicado na f igura abaixo. Uma dessas forças necessariamente é cent eta. pois. 17 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. 69.uedista e seu pára uedas apresenta valores maiores do u e a força peso do conjunto. a força de resistência do ar aumenta. Em nenhum instante. na sua ausência. O diagrama ue representa corretamente as forças de atrito estático ue o solo exerce sobre as rodas é: a) b) c) d) 68. a aceleração do pára. uando abre o pára.

72. 08. Dê. Verifi ue se. o motorista do caminhão pisa o freio. GABARITO Num dado instante. uma força de atrito na mesma direção e no mesmo sentido do centro da curva. U. uma força na mesma direção e em sentido contrário ao centro da curva. 04. Justifi ue sua respos ta. ue estava parado em uma das laterais do cam po. a caixa permanece em repou so em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. A figura a seguir represe nta. como a velocidade do caminhão variam em função do tempo. um certo jogador chutou a bol a e a trajetória vista por um repórter. Desprezando-se a resistência do ar. Ele transporta uma caixa de 1 00 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria. Maringá-PR Um carro se move com velocidade constante em uma estrada curva num plano horizontal.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . C onsidere g = 10 m/s2.E. como resposta. é mostrada na figura a seguir: Admita ue a trajetória não é uma parábola perfeita e ue existe atrito da bola com o ar durante a sua trajetória. uma força perpendi cular à trajetória e dirigida para cima. No ponto A. como mostra a figura. IMPRIMIR O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. a soma das alternativas corretas. durante a freada. uma força na mesma direção e no mesmo sentido do movimento do carro .70. UFRJ Um caminhão está se de slocando numa estrada plana. 02.30. o segmento de reta orientado ue melhor rep resenta a força de atrito atuante na bola é: a) b) c) d) e) 71. em gráfico cartesiano. retilínea e horizontal.UFR-RJ No último jogo do Vasco contra o Flamengo. uma força perpendicular à trajetória e dirigi da para baixo. 16. Voltar FÍSICA . pode-se afirmar correta mente ue sobre o carro atua: 18 01.

Cefet-PR Uma nave espacial orbita a Terra com uma trajetória circular a uma alt itude igual ao raio terrestre. UFR-RJ B Figura 1 Um tijolo. o tijolo começa a deslizar. fisicamente. A aceleração tangencial é constante e dife rente de zero. UFR-RJ Um objeto desliza sobre um longo plano inclinado de 30º em relação à horizontal. b) expli ue o tipo de movimento ad uirido pelo objeto em função da força resultante. A velocidade escalar dela é. c) som ente a III. II. É(são) correta(s) a(s) afir mação(ões): a) somente a I. II. pois o módulo da v dade é constante. IV. portanto. 19 Figura 2 Pedro constata ue o tijolo começa a deslizar uando a tábua forma um ângulo de 32º com o plano horizontal. Nestas condições são efetuadas algumas considerações: I. 75. Um ocupante desta nave não terá a sensação de “ausência de peso”. Admitindo ue não haja atrito entre o plano e o objeto e considera ndo g = 10 m/s2: a) faça um esboço es uematizando todas as forças atuantes no objeto. II e III. com clareza por ue o ângulo aumentou em 6º. com as dimensões indicadas acima. Pedro começa a levantar a tábua pela extremidade B. Pedro repete a experiência colocando o tijolo em outra posição como mostra a Figura 2. Com respeito às afirmações pode-se dizer que: a) somente estão corretas I. A força resultante ue atua na nave está voltada par a o centro da Terra. s o campo gravitacional da Terra. ela descreverá uma trajetória espiralada até encon trar a superfície terrestre. nesta órbita. b) I. III. d) somente I e II. é colocado na extremidade B de uma tábua como mostra a Figura 1. II e III. c) soment e está correta II. invariável.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ . b) somente estão corretas I e III. Quando a tábua forma um ângulo de 26º com a horizontal. pois a direção do vetor velocidade é constante. são feitas as afirmações a seguir: I. III e IV. Cefet-PR Com relação ao movimento circular e uniforme efetuado por uma partícul a. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) todas estão corretas. Expli ue. III. e) somente estão corretas II. 7 6.73. Se a velocidade dela for reduzi da em um determinado ponto da órbita. e) somente a II. 74. ainda existe. A aceleração centrípeta é nula. A força centrípeta ue atua na partícula é a resultante das forças na direção perpendicular ao vetor velocidade.

A alternativa que expressa a relação correta entre as forças sensora s é: a) T1 < T3 < T4 < T2. c) A força de atrito é do tipo resistiva. tem massa igual a m e é aban donado no topo de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é de θ. UFES A figura mostra um plano inclinado. A força tenso ra T no fio vária de ponto para ponto de sua trajetória. O coeficiente de at rito entre o bloco e a superfície é µ. associada ao seu movimento decresce com o decorrer do tempo. 3 e 4 indic am posições ocupadas pela pedra no seu movimento sob as respectivas forças tensoras T1 . no qual os blocos de massas m1 e m2 estão em equilíbrio estático. U. T2 os módul s trações ue a corda transmite. T2 . aos blocos. c) T2 < T 4. Desprezando os atritos e sabendo ue a massa m2 é o dobro da massa m1. A força que mantém a pedra em movimento é chamada força tensora. Os pontos 1. UFRJ Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo. Caxias do Sul-RS Uma pedra presa por um fio ideal descreve uma trajetória circular num plan o vertical. e T1. T3 e T4 . não havendo perdas por calor. d) T1 > T3 > T4 > T2. respectivamente. 78. calcule a razão t1/t2 entre os tempos gastos p elas esferas (1) e (2). Considerando a aceleração da gravidade igual a g. Uberaba-MG O bloco. e) T3 > T4. Seja θ o ângulo de inclinação do plano. is to é. 79. Considerando os atritos desprezíveis. podemos afirmar ue: 20 GABARITO a) T1 > T2 e θ = 30º b) T1 = T2 e θ = 45º c) T1 < T2 e θ = 60º d) T1 = T2 e θ = 30º e) T1 < T2 e θ = 45º 80.77. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . b) C omo a força motriz do movimento do bloco é um componente do seu peso. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30 com a h orizontal. d) A energia potencia l armazenada no bloco é convertida em energia cinética. este movimento pode ser considerado como ueda livre. U. contrária ao movimento. para chegarem ao solo. interferindo na aceleração do bloco. respectivamente. 2. A esfera (1) cai verticalmente. como mostra a figura. a nalise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: a) A energia ci nética do bloco.Leis de Newton Avançar   ¢ ¢ ¢ ¢ . mostrado na figura abaixo. b) T1 > T2.

como respost . num plano horizontal. 32. pen s s forç s indic d s n figur . São conhecidos os v lores: α = 45º. resu lt nte d s forç s extern s que tu m sobre ele é. necess ri mente. A velocid de do vião tem v l or igu l 360 km/h. Se o vião re liz movimento circul r uniforme. Dê. R é o r io de tr jetóri . n direção do r io d tr jetóri . diferente de zero . result nte d s forç s que t u m sobre ele é nul . som d s lte rn tiv s corret s. p r efeito de cálculos. A forç centrípet é. 01. α é o ângulo de inclin ção d s s ção o pl no horizont l. result nte d s forç s extern s que tu m no vião. 08. m ss do vião = 10000 kg. consider ndo. em c d ponto d tr jetóri . A forç result nte que tu sobre o vião não depende do ângulo de inclin ção d s s s em rel ção o pl no horizont l. UFSC Um avião descreve uma curva em trajetória circular com velocidade escalar c ons→ tante.81. → 21 Assin le (s) proposição(ões) corret (s). Se o vião descreve um tr jetóri curvilíne .Leis de Ne ton Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . P é a força peso. perpendicular às asas. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . onde F é a força de sustentação. conforme está representado na figura. R = 00 metros. 16. 04. 02. A forç centr t sobre o vião tem intensid de igu l 100000 N.

28 62. 18. 5. 10. V – V – V 36. b 61. b 56 . F – V – V – V – V 3. b 29. c 27. 44. 2. b 30.g –T = m . T–f = m. F – F – V 46. d 25. 57 47. b) Px = f t c) µ = 0. b) – 2N 49. 22 51. 15. sentido de A p r B b) 0. b 59. b 35. 26. 12. 17. o que diminuiri e nergi cinétic logo velocid de fin l do conjunto. m. 4. c 54.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 16. d 37. 19. 02 48.017 m/s2 64. d 31. 3. 2. b 1. e 55. ) Direção AB. V – F – V – V 24. d 33. 57. d 42. pois p rte d energi seri dissip d pelo trito entre tábu e rei . b 50. ) 2N. 01 + 04 + 08 40. 9. 14. 01 38. c 39. d 41. d 66. d 63. 11.f 2m 53.5 65. e 52. 13. 7. 0 34. 04 + 08 = 12 60. c IMPRIMIR Volt r FÍSICA . 22.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1 e e b e c b c b d b e d d d d e b ) V = 8 m/s. 6. 20.5m/s 45. 8 + 16 28. b) F = 128 N 21. 8. d 23. Som ndo mg – f = 2m 2m = mg – f = mg . V – F – V – F 32. d 58. ) 72km/h b) N Pt G A B A R IT O F t Pn c) 300N d) A velocid de seri menor do que encontr d no item A.

1/2 78. 10 = 4m/s2 2. = ∆t ∆v ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . pois desce o plano ao longo de u ma reta com uma ax dada por: Px = m. 29 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .ax mgsen30º = m. F t = 100 × 4 = 400N or . a) = 2 73.por isso o ângulo sofreu um aumento de 6º. d 80. 14 72. c 81.3 . e 75.ax ax = g. A1 = 10 × 30cm2 A2 = 30 × 18cm2 Como o coeficiente de atrito é diretamente proporc ional a área de contato. F tm x = µmg → 0. 74. 5 Assim. significa que a força de atrito será maior na posição da figura 2 . 10 = 300N Conclusão: p r que c ix perm neç em repouso sobre o c minhão é necessário que F t = 400N. F t = F F t = m. c 71. e 70. 22 69.sen30º ≅ 10. a 79.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ 67.1/2 = 5m/s2 Py = 0 → ay = 0 76. com F tm x = 300N c ix desliz rá. E b) O movimento é retílineo uniformemente acelerado. b 77. 100 . b 68.

2. inclusive em casa. em Newtons. portanto. vale: a) 700/ 3 b) 1400 c) 350 d) 1400/ 3 e) 700 Voltar FÍSICA . UFRN A professora Marília tenta estimular os alunos com experiências simples. separadas (figura I). aproximam-se esses dedos um do outro. pos síveis de ser realizadas facilmente. b) Quando as mãos estão separadas. o dedo que estiver mais próximo do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor força de a trito. sendo θ = 30º. para nenhum dos lados (figura II).F ÍS IC A E Q U IL ÍB R IO 1.E uilíbrio Avançar ¢ . c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se encontram. mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizontal. d) Duran te o processo de aproximação. os dedos deslizam sempre com a mesma facilidade. os dois pedaços terão o mesmo peso. não caindo. A figura abaixo ilustra isso. A experiência m ostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo ponto no qual a vassoura fica em eq uilíbrio. 1 GABARITO Da experiência. Em seguida. pode-se concluir: a) Quando as mãos se aproximam. pois estão sujeitos à mesma força de atrito. PUC-RJ Um alpinista de 700 N de peso está em equilíbrio agarrado ao meio de uma corda. Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indica dores de ambas as mãos. IMPRIMIR A tensão na corda. o dedo que suporta maior peso é o que está mai s próximo do centro de gravidade da vassoura.

Cefet-PR anas. Tanto ariado para gulo citado opção: a) Os corpos P. uanto R apresentam um peso igual a 1 N. O corpo P tem seu peso v ue se observe a alteração do ângulo a.b) 2 c) GABARITO d) e) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . é melhor representada pelo diagrama contido na ¢ . Q e R fazem parte da estrutura composta de cabos e rold Q. A dependência entre o peso de P e o ân ao atingir o e uilíbrio.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ 3.

dentre as apresentadas. d) a abendo-se ue o sistema abaixo s ideais (sem atrito). 3 GABARITO A grandeza física ue aumentou b) o tor ue.M. energia potencial. Observe o es uema das duas chaves.4. Unifor-CE Um motorista não consegue soltar o parafuso da roda do carro com uma chave de rodas em L. Fuvest-SP Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias man eiras. e) o impulso. ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 6. Somente consegue soltá-la uando empresta de outro motorista uma chave com o braço mais comprido. Itajubá-MG S está em e uilíbrio e ue ele é formado por fios e polia o valor do peso M em kgf. c) a força. F. A situação. calcule IMPRIMIR a) 40 b) 40 c) 10 3 d) 20 e) 10 3 3 Voltar FÍSICA . em ue as cordas estão sujeitas a maior ten são é: A B C D E a) b) c) d) e) A B C D E 5.E uilíbrio Avançar com o uso da chave de braço maior foi: a) o trabalho.

7. uando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P.U. Rosinha segura a rede.5 m 2. ue pesa metade do peso da prancha. articulada em A e mantida em e uilíbrio por meio de um fio ideal BC. IMPRIMIR ( ) O momento do peso da barra em relação ao ponto A é 50 2 N.8 8. ( ) Uma partícula de massa m descreve um M. C. pois precisa exe rcer sobre ela uma força de: a) 392 N d) 140 N b) 280 N e) 214 N c) 200 N Consider e: sen 45º = 0. no sentido horário.7 sen 37º = 0. como mostra a figura abaixo. a partir de A. U.0 m 2. começa a caminhar lentamente s obre ela. Fuvest-SP Uma prancha rígida . de 8 m de comprimento. observamos ue Rosinha terá grande dificuldade para permanecer segurando a rede. Voltar FÍSICA .m. exercendo sobre ela uma força inclinada de 37º em relação à horizontal. está apoiada no chão (em A) e em um suporte P. de comprimen to igual a 1 m. Unicap-PE A figura abaixo representa uma barra homogênea de peso igual a 200 N. como na figu ra. 4 Desprezando o peso da rede e sabendo ue Chico Bento pesa 280 N. O impulso ue a força centrípeta exerce sobre a partícula. Pelotas-RS Para garantir o sono tran üilo de Chico Bento.0 m 1.0 m GABARITO 9. é zero.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . e a uma distância desse ponto apr oximadamente igual a: a) b) c) d) e) 1. Uma pessoa.5 m 3.E. ( ) A tração no fio é 100 2 N ( ) A reação na articulação é 100 N ( ) No sistema técnico.6 cos 37º = 0. a fo a em uilograma força (Kgf) e 1N ≅ 10 Kgf. durante um intervalo d e tempo igual a um período.7 cos 45º = 0. Pode-se afirmar ue a prancha desencostará do chão (em A).

respectivamente.a) b) c) d) e) O peso do corpo P é 300 N. IMPRIMIR GABARITO ) b) c) d) e) 9. a tração no cabo tem módulo aproximadamente igual a: Dados: sen 10º = 0.17 e cos 10º = 0.Equilíbrio Av nç r ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ 10. 200 3 A força de tração exercida pela corda fixa é de N. Mackenzie-SP No sistema abaixo. Se os fios e a roldana são ideais.98 a) 1000 N b) 8000 N c) 5900 N d) 2950 N e) 10000 N 12.5 kg 7.0 kg. conforme a figura abaixo.5 kg 8. em C é suspe um peso P. a massa do corpo B. as. Santa Casa/Vitória-ES Uma corda (de peso desprezível) passa por duas roldan B e D.M.6 e sen α = 0. PUC-PR Um funcionário está realizando manutenção em uma linha de transmissão de energi a elétrica. em e uilíbrio.0 kg 8. é correto afirmar ue: ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ . A par destes dados. conforme mostra a figura a baixo: Desprezando o peso do cabo e considerando ue o peso do conjunto funcionário-e uip amento é igual a 1000 N. nso tir E. A força de tração exercida pela corda fixa é de 200 N. e em E é aplicada uma força F de 200 N. 5 11. 500 N e 300 N. Uma das extremidades é presa em A. O peso do co rpo P e a força de tração desconhecida valem.0 kg Volt r FÍSICA . 8. As roldanas não têm atrito.0 kg 7. vale: Dados: cos α = 0. o corpo A tem massa 12. 3 O pe so do corpo P é 400 N. Dispõe de um e uipamento ue está ligado à linha.

té o fio enrol r-se todo no dedo indic dor. de cim mostr posição de 4 leões dentro d j ul . UERJ Um fotogr fi tir d mo indic o esquem b ixo. N extremid de A.5 m c) 1. do centro de m ss desses leões.2 m b) 2 . 15. está preso um corpo de pes o 50 N. à medid que o b rb nte se enrol em seu dedo.0 m e) 1. no pl no xy. em um pl no horizont l. M r observ que pedr gir c d vez m is r pid mente. Num d do momento. UFRN Com mão. m 1 = m 3 = 200 kg e m 2 = m determine s coorden d s. um b r b nte que tem um pedr m rr d n outr extremid de. o mesmo tempo.Equilíbrio Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 14. PUC-PR A figur represent um b rr rígid homogêne de peso 200 N e comprimento 5 m. IMPRIMIR O v lor de X p r que o sistem perm neç em equilíbrio n horizont l é: ) 1. não mexendo m is n posição d mão.0 m Volt r FÍSICA . pres o teto por um fio vertic l. el pár de impulsion r o b rb nte e. co ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . respectiv mente. M r está gir ndo sobre su c beç . conforme se vê n figur b ixo. esti c o dedo indic dor d mão que segur o b rb nte. 4 = 250 kg.8 m d) 2.13. Isso pode ser expli c do pelo princípio de conserv ção do( ): ) momento line r b) momento ngul r c) ener gi mecânic d) energi tot l 6 GABARITO S bendo que s m ss s são.

16. PUC-SP Podemos brir um port plic ndo um forç F em um ponto loc liz do pró→ x imo à dobr diç (figur 1) ou exercendo mesm forç F em um ponto loc liz do longe d dobr diç (figur 2). Sobre o descrito, é correto firm r que: →

) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é menor. → b) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é m ior. → c) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é menor. → d) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é m ior. e) não há d ferenç entre plic rmos forç m is perto ou m is longe d dobr diç , pois → o momento de F independe d distânci d entre o eixo de rot ção e o ponto de plic ção d forç . → 7 17. UFRN Num di de chuv , Anísio vinh press do no seu fusc qu ndo notou pres enç de um ônibus p r do no meio d pist . Com pist escorreg di , b tid foi in evitável. O fusc p rou imedi t mente pós colisão, enqu nto o ônibus s iu desliz ndo e gir ndo livremente. O cidente e su s conseqüênci s ocorrer m num trecho pl no e h orizont l d pist . P ss do o susto, Anísio procurou entender o ocorrido. Su prim Is ur , perit do Dep rt mento de Trânsito, formulou lgum s hipóteses simplific d or s p r lhe explic r o que ocorreu. No modelo de Is ur , ilustr do n s figur s b ixo, o fusc é represent do por um pequeno disco, de m ss m e velocid de vF, enqu nto o ônibus p rece como um b rr homogêne , de m ss M (El explicou que ess e modelo ssemelh v -se um moed desliz ndo de encontro à extremid de de um régu , sobre um mes horizont l, lis ). O fusc tingiu o ônibus um distânci d do c entro de m ss (C.M.), o qu l, no modelo de Is ur , coincide com o centro geométri co d b rr . El supôs t mbém que não houve dissip ção de energi no processo descrito. GABARITO ILUSTRAÇÃO DO MODELO DE ISAURA Is ur definiu, ind , s seguintes gr ndez s: I é o mo mento de inérci d b rr homogêne (ônibus) em rel ção um eixo que p ss pelo seu centr o, perpendicul r o pl no d mes (pist ); L = I . é o momento ngul r dess b r r , qu ndo el gir com velocid de ngul r em torno do referido eixo; LF = m.v F.d é o momento ngul r do disco (fusc ) em rel ção o centro d b rr , no inst nte im edi t mente nterior à colisão. N s condições descrit s por Anísio, Is ur considerou desp rezível o trito n quel p rte d estr d . Tendo por b se s inform ções fornecid s e físic envolvid : ) Explicite, sucint mente, tod s s hipóteses simplific dor s q ue Is ur formulou o mont r um modelo d colisão. b) Especifique s gr ndez s físic s que se conserv m ness colisão. Justifique su respost . c) Obtenh um expressão liter l p r velocid de de tr nsl ção, V, que o ônibus dquire imedi t mente pós c olisão, em função de m, M e vF. d) Obtenh um expressão liter l p r velocid de ngul r, , que o ônibus dquire imedi t mente pós colisão, em função de m, vF, I e d. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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18. U.F. Juiz de For -MG Pode-se us r um prolong dor p r ument r o comprimento do c bo de um ch ve de rod m nu l, p r retir r p r fusos emperr dos de rod s de utomóveis. O uso do prolong dor é necessário p r : ) ument r o torque d forç p lic d ; b) ument r o módulo d forç plic d ; c) mud r direção d forç plic d ; d) r eduzir o tr b lho re liz do pel forç plic d . 19. Vunesp As figur s seguir re present m esquem tic mente, à esquerd , um bridor de g rr f s e, à direit , esse b ridor brindo um g rr f .

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b) Supondo que ess s forç s tuem perpendicul rmente o bridor, qu l o v lor mínimo Fp → d r zão entre o módulo d forç exercid pel pesso , Fp, e o módulo d forç F → F ue retir t mp e bre g rr f ? 20. U.E. Pont Gross -PR N figur b ixo, A , B e C são c bos inextensíveis que, junt mente com h ste metálic D – indeformável e de peso desprezível –, sustent m um corpo de peso P, em equilíbrio. Com rel ção às forç s que u m nos diferentes elementos desse sistem , ssin le o que for correto. GABARITO Adote: Ângulos Seno 30º 1 2 45º 2 2 2 2 1 60º 3 2 1 2 3 3 N. Cosseno 3 2 T ngente 3 2 01. A e B são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 N e 50

02. C e D são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 25 N e 25 3 N. 04. E m B tu um forç de tr ção e em D, um forç de compressão. Os módulos dess s forç s são, ectiv mente, igu is 50 N e 25 N. 08. Em B tu um forç de tr ção e em C, um forç d e compressão. Os módulos dess s forç s são, respectiv mente, igu is 50 3 N e 25 3 N. 1 6. A e C são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 3 N e 25 3 N. Dê, c mo respost , som d s ltern tiv s corret s. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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Em mb s s figur s, M é ponto de plic ção d forç que um pesso exerce no bridor p r brir g rr f . ) Copie no c derno figur d direit e nel represente s forç s que tu m sobre o bridor enqu nto pesso bre g rr f . Nomeie s forç s represent d s e f ç um legend explic ndo quem s exerce. Não considere o peso do bridor.

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21. UFR-RJ N figur o l do suponh que o menino estej empurr ndo port com um forç F1 = 5 N, tu ndo um distânci d1 = 2 metros d s dobr diç s (eixo de rot ção) e que o homem exerç um forç F2 = 80 N um distânci de 10 cm do eixo de rot ção. 9 Nest s condições, pode firm r que: ) port est ri gir ndo no sentindo de ser fe ch d ; b) port est ri gir ndo no sentido de ser bert ; c) port não gir em nenhum sentido; d) o v lor do momento plic do à port pelo homem é m ior que o v l or do momento plic do pelo menino; e) port est ri gir ndo no sentido de ser fech d pois m ss do homem é m ior que m ss do menino. 22. U.F. S nt M ri - RS

GABARITO

→ IMPRIMIR Um b rr homogêne e horizont l de 2 m de comprimento e 10 kg de m ss tem um ex tremid de poi d e outr suspens por um fio ide l, conforme figur . Consid er ndo celer ção gr vit cion l como 10 m/s2, o módulo d tensão no fio (T, em N) é: ) 20 b) 25 c) 50 d) 100 e) 200 Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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O módulo d forç i -RS

F v le, em N: ) 50 b) 100 c) 200 d) 300 e) 400 23. U.F. S nt M r

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A figur mostr um b rr homogêne com peso de módulo 200 N e comprimento de 1 m, poi d 0,2 m d extremid de A, onde se plic um forç F que equilibr . →

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24. UFRJ Um jovem e su n mor d p ssei m de c rro por um estr d e são surpreend idos por um furo num dos pneus. O jovem, que pes 75 kgf, pis extremid de de um ch ve de rod , inclin d em rel ção à horizont l, como mostr figur 1, m s só con segue solt r o p r fuso qu ndo exerce sobre ch ve um forç igu l seu peso. A n mor d do jovem, que p ss 51 kgf, enc ix mesm ch ve, m s n horizont l, em outro p r fuso, e pis extremid de d ch ve, exercendo sobre el um forç i gu l seu peso, como mostr figur 2.

10 Supondo que este segundo p r fuso estej tão pert do qu nto o primeiro, e lev ndo em cont s distânci s indic d s n s figur s, verifique se moç consegue solt r e sse segundo p r fuso. Justifique su respost . 25. Cefet-PR Um menino que pes 2 00 N, c minh sobre um vig homogêne , de secção const nte, peso de 600 N e poi d s implesmente n s rest s de dois corpos prismáticos. Como ele c minh p r direit , é possível prever que el rod rá em torno do poio “B”. A distância de “B” em que tal fa ontece, é, em metros, igual a: GABARITO a) 0,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3

26. UFR-RJ A figura ao lado apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pesso a normal. A força potente F1 , exercida pelo bíceps atua a uma distância de 4 cm da ar ticulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentado pela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nesta situação, pode-se afirmar que: a) o va lor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf; b) o v lor do torque da força F1 é 20 N; c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças F1 e F2 são iguais; d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

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27. UERJ As figuras abaixo mostram dois tipos de alavanca: a alavanca interfixa (I) e a alavanca inter-resistente (II). Estão indicadas, em ambas as figuras, a fo rça no apoio N, a força de resistência R e a força de ação F. Esses dois tipos de alavanca são, respectivamente, a base para o funcionamento das seguintes máquinas simples: a) alicate e pinça; b) tesoura e quebra-nozes; c) carri nho de mão e pegador de gelo; d) expremedor de alho e cortador de unha. 28. U. Alf enas-MG Um garoto caminha de uma extremidade a outra de uma prancha homogênea de p eso 300 N, que se encontra apoiada sobre dois pontos A e B conforme a figura aba ixo. A prancha tem um comprimento de 10 m, e a distância entre A e B é de 8 m. Deter mine a máxima massa que o garoto deve ter para que a prancha não tombe. 11 8m a) 20 kg b) 30 kg c) 35 kg d) 40 kg e) 45 kg

29. Unicamp-SP O bíceps é um dos músculos envolvidos no processo de dobrar nossos braços . Esse músculo funciona num sistema de alavanca como é mostrado na figura abaixo. O simples ato de equilibrarmos um objeto na palma da mão, estando o braço em posição verti cal e o antebraço em posição horizontal, é o resultado de um equilíbrio das seguintes força : o peso P do objeto, a força F que o bíceps exerce sobre um dos ossos do antebraço e a força C que o osso do braço exerce sobre o cotovelo. A distância do cotovelo até a pal ma da mão é a = 0,30 m e a distância do cotovelo ao ponto em que o bíceps está ligado a um dos ossos do antebraço é de d = 0,04 m. O objeto que a pessoa está segurando tem mass a M = 2,0 kg. Despreze o peso do antebraço e da mão. Ossos do antebraço F GABARITO Bíceps Osso do braço IMPRIMIR d Cotovelo d a C a P a) Determine a força F que o bíceps deve exercer no antebraço. b) Determine a força C qu e o osso do braço exerce nos ossos do antebraço. Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

F ÍS IC A

E Q U IL ÍB R IO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. b e a a b d c c V–V–F–F–V c d a b x = 1/18 e y = 2/9 d d a) Hipóteses formuladas por Isaura. 1 - O trecho onde ocorreu a batina era sem atrito. 2 - O fusca é tratado como um pequeno disco de ma ssam. 3 - O ônibus é tratado como uma barra hoogênea de massa M. 4 - O centro de massa do ônibus coincide com o seu centro geométrico. 5 - Não houve dissipação de energia na co lisão e não foi levado em consideração as deformações dos objetos. b) Grandezas conservadas 1 - Energia mecânica total (ausência de for’cas não conservativas) 2 - Momento linear p (força resultante externa atuando no sistema é nula) 3 - Momento angular L (o toque externo atuando no sistema é nulo) c) Da conservação do momento linear mv f mvf = MV portanto V = M d) Da conservação do momento angular em relação ao centro da barra mv f d mvfd = Iω logo ω = I 18. a 19. a) 1 IMPRIMIR G A B A R IT O b) Fp = 1 Fa 6 Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

cm > 1 5 00Kgf. 25. 20 b d e Para o caso do jovem Meixo = 75 × 20 = 1 500Kgf.Equilíbrio Avançar . 26. 28. 27. o parafuso s e solta se Meixo ≥ 1 500Kgf. 23. 29. 21. 24. 22.cm e e b e a) F = 150 N.cm Para o caso da moça Meixo = 51 × 30 = 1 530Kgf. b) C = 130 N 2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .20.cm Portanto.

numa trajetória retilínea. UFRS Num sistema de referência inercial. Nessa situação. Essa força resultante realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J. e m função da sua posição x. e) realizad o pela força F é igual à variação de energia cinética do bloco. produzindo nele apenas movi mento de translação. qual é o módulo da velocidade adquiri da pelo corpo em conseqüência do trabalho realizado sobre ele? a) b) 5 m/s 10 m/s d) 10 m/s e) 20 m/s 1 c) 5 m/s 2. que se encontra inicialmente em repouso. percorrendo 150 m. b) resultante realizado sobre o bloco é posit ivo. 3. Determine o tra balho realizado por F no deslocamento entre 2. em joules. d) realizado pela força F é positivo. até a parada do veículo.0 e 9. O gráfico ab aixo mostra a variação da intensidade da resultante F das forças aplicadas sobre o nó.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1. Considerando a massa total do veículo como sendo 1000 kg. c) realizado pela força F é nulo. No mesmo sistema de referência. PUC-RS Um bloco de massa m está sendo arrastado por uma força constante F. UERJ Na brincadeira conhecida como cabo-de-guerra. sobre um plano horizontal c om velocidade constante. é: a) 30 000 d) 1 500 000 b) 150 000 e) 4 500 000 c) 450 000 4. um motorista chega à praça de pedágio e passa a frear o carro a uma taxa constante.2 kg. dois grupos de pa lhaços utilizam uma corda ideal que apresenta um nó no seu ponto mediano. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .0 m. pode-se afirmar que o trabalho: a) resultan te realizado sobre o bloco é negativo. GABARITO Considere que a força resultante e o deslocamento sejam paralelos.Trabalho e energia Avançar . é exercida uma força resultante sobre um c orpo de massa igual a 0. Vunesp Deslocando-se por uma rodovia a 108 km/h (30 m/s). o módul o do trabalho realizado pelas forças de atrito que agem sobre o carro.

Considerando desprezíveis as perdas por atrito.0 m abaixo do ponto de início da qued a.0 W Voltar FÍSICA . em ambas as situações. 6.5. U.0 kg e eleva a sua velocidade de 3. P ara colocar a motocicleta na caminhonete ele pode erguêla verticalmente ou empurrá-l a por uma rampa. é o mesmo. 9 N b) A energia cinética do objeto no instante em que sua a celeração é nula. cujos módulos variam de acordo com o gráfico. o trabalho realizado pela força gravitac ional será: a) – 4.8 m/s2. 3 J B. GABARITO IMPRIMIR a) O módulo de F1. 8. 9.9 J d) 78. Londrina-PR Uma força constante age sobre um objeto de 5.1 W e) 40.0 kg sofre a ação de um conjunto de forças e sua velocid ade varia em módulo de 2.E. No instant e t = 0.8 W b) 11. U.1 W c) 25. 9 J D. UFR-RJ Um corpo de massa 2. Londrina-PR Um objeto de 2. Determine o trabalho realizado pela re sultante desse conjunto de forças. 12 N B.4 J b) 19. 6 N C.0 s. é: A. 8 N D.E.0 kg cai da janela de um apartamento até uma laje que está 4.8 J c) – 39. Aplicam-se sobre o ob jeto duas forças horizontais. o objeto estava em repouso. e) A força aplicada pa ra elevar a motocicleta ao longo da rampa é maior.0 m/s e m um intervalo de tempo de 4. Londrina-PR Um motociclista resolve ir para a praia e pretende levar a sua motocicleta em uma caminhonete.6 J e) 156. c) A potência aplicada pelo motociclista.F.0 m/s para 7. 0 J C. em ambas as situações. d) O trabalho r ealizado para elevar a motocicleta ao longo da rampa é menor.0 m/s para 12 m/s. Se a aceleração da gravidade for 9.Trabalho e energia Avançar .E. U. 6 J 10. Qual a potência devido à força? a) 29. é a mesma. b) O trabalho realizado pelo motociclista. U. no instante em que o objeto inverte o sentido do movimento é: A. 2 Calcule o trabalho realizado entre 0 e 5 s. assinale a altern ativa correta: a) O trabalho realizado para elevar a motocicleta verticalmente é m aior. UFR-RJ O gráfico ab aixo representa a potência de um sistema em função do tempo.2 J 7.0 W d) 36. Viçosa-MG Um objeto de ma ssa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito.

e) nada se pode afirmar sobre as energias. andar de um edifício. c) a energia cinética é nula. re spectivamente. dois objetos A e B . Nestas condições. d) 50 . Voltar FÍSICA . d) a velocidade escalar do corpo for nula. de massas iguais. b) 1 . d) diminuir quadraticamente com o tempo. Para o mesmo observador qual a razão EA/ EB entre as energias cinétic as desses objetos? a) 1 3 b) 4 9 c) 2 3 d) 3 2 e) 9 4 GABARITO 15. movem-se com velocidades constantes de 20 km/h e 30 km/h. andar de um edifício. PUC-PR Uma motocicleta de massa 100 kg se desloca a uma velocidade constante de 10 m/s. pois não conhecemos a mass a da bola. UFRS Para um dado observador. U. UFR-RJ Desprezando-se os atritos. IMPRIMIR 16.11. b) a velocidade escalar do corpo for negativa. d) a energia cinética é máxima.Trabalho e energia Avançar         . se: a) a velocidade escalar do corpo for positiva. andar de um edifício. c) diminuir linearme nte com o tempo. UFR-RJ Um goleiro chuta uma bola que descreve um arco de parábola. 3 12. A energia cinética desse veiculo é equivalente ao trabalho realizado pel a força-peso de um corpo de massa 50 kg que cai de uma altura aproximada a uma que da do: a) 4 . 13. respectivamente: a) 8000 e 8000 b) 800 e 8000 c) 0 e 80 0 d) 8000 e 0 e) 8000 e 800 14. c) o módulo da velocidade do corpo aumen tar com relação ao tempo. pode-se afirmar que: a) a energia p otencial é máxima. Alfenas-MG Uma p essoa de massa 80 kg está parada sobre uma plataforma que se encontra a 10 m do chão . b) cre scer quadraticamente com o tempo. b) a energia mecânica é nula. Os valores do trabalho realizado por essa pessoa e da sua energia potencial em relação ao chão – em Joules – são. como mostra a figura abaixo. a energia cinética da partícula deve: a) crescer linearmente com o tempo. c) 20 . e) alto de um poste de 6 m. No ponto em que a bola atinge a altura máxima. e) permanecer inalterada. um corpo terá energia mecânica igual à energia p otencial gravitacional. andar de um edifíc o. ITA-SP Uma partícula está submetida a uma força com as seguintes características: se u módulo é proporcional ao módulo da velocidade da partícula e atua numa direção perpendicu ar àquela do vetor velocidade. e) a energia ci nética for máxima.

seria necessário largar esse chaveiro de uma altura maior. d) apenas as afirmativas II. precisa de pelo menos 5 s para que o trab alho das forças frenantes consiga baixar até zero sua energia cinética. ao ponto N. d) a energia potencial gravitacional em L é mai or que a energia potencial gravitacional em N. a 100 km/h. c) a energia mecânica em M é menor que a energia mecânica em L.9 m.Trabalho e energia Avançar . Com base nessas informações.F. II. a distância percorrida f oi de aproximadamente 6. b) apenas as afirmativas II e III. passa pelos pontos L e M e chega. 18. trabalhando com uma casa decimal e obedecendo às regras de arredondamento: I. A altura da montanha no ponto M é menor que a alt ura em K. 19. 5.6 m/s2. 06. III e IV. A velocidade cuja energia cinética corresponde à meta de da inicial é 72 km/h. UERJ Um chaveiro. largado de uma varanda de altura h. Fiat: Fórmulas no Trânsito. Os pontos L e N estão a uma mesma altura. b) a energia mecânica em K é igual à energia mecânica em M. em módulo. a aceleração de frenagem é. III e IV. com velocidade nula. e) apenas as afirmativas I. III.17. está representado o perfil de uma mont anha coberta de neve. 4 Analise as afirmativas que seguem. igual a: a) 2 h b) 3 h c) 4 h d) 6 h Voltar FÍSICA . Supondo que o carro pare em 5 s. Estão corr etas: a) apenas as afirmativas I e II. O gráfico abaixo mostra como varia a energia cinética com a velocidade. GABARITO IMPRIMIR Um trenó. U. IV. UFMG Na figura. c) apenas as afirmativas I e IV. A intensidade da força de atrito é 5900 N. Durante o processo de frenagem. Pelotas-RS Um carro de massa 1000 kg. solto no ponto K com velocidade nula. Para que a velocidade de impacto dobrasse de valor. atinge a calçada com velocidade u. é corre to afirmar que: a) a energia cinética em L é igual à energia potencial gravitacional e m K. p.

escorregar ela tromba do elefante. que fazia iruetas sobre a cabeça de um elefante. cuja altura equivale a 7. B realiza um movimento uniformemente variado. Maringá-PR Duas partículas A e B com massas idênticas (mA = mB) deslocam-se a partir da mesma posição em uma trajetória retilínea. 04. é (mA v2)/2. como ilustra a figura abaixo. em t = t1.2 m.0 m/s.Trabalho e energia Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 5 A realiza um movimento retilíneo e uniforme. as partículas estão na mesma posição.E. 01. 21. As forças resultante s em ambas as partículas.0 m. a soma das alternativas corretas.20. Cefet-PR Um esquiador (massa = m) parte do rep ouso no ponto A e desliza sem atrito pela encosta de secção circular de raio R. Como a aceleração gravitacional vale g. 16. Suas velocidades em função do tempo s representadas na figura a seguir. No instante t = t1. Qual a velocidade do carrinho ao atingir o ponto B. são iguais. de uma altura h igual a 2. abandona do do repouso de um ponto A. Nessas condições. O espaço percorrido por A é o dobro do espaço percorrido por B entre os instantes t = 0 e t = t1. U. 08. deixou seu cha éu. sendo as forças dissipativas desprezíveis e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2? 22. são iguais. entre os instantes t = 0 e t = t1. Sabendo que a ve locidade v no onto B é 2. 64. As en ergias cinéticas de ambas as partículas. a artir do re ous o. com o resposta. UFR-RJ A figura ao lado mostra um carrinho de massa igual a 100 kg. a expressão que permite determinar o valor da velo cidade dele ao passar pelo ponto B da encosta é: GABARITO a) v = m 2 gR b) v = 2 mgR m g d) v = 2 gR e) v = 2π mgR c) v = 2π 23. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Dê. UERJ Um mico. determine a energia dissi ada elo atrito no erc urso entre A e B. 02. O trabalho realizado pela força r esultante sobre a partícula B. 32. assinale o que for correto. em t = t1. de massa igual a 50 g.

( ) A distância erco rrida ela essoa no trajeto BC é de 80 m. 2 Dê. 0 m/s2. ercorrida na descida da duna. Um outr o tijolo. a soma das alternativ as corretas. Qua ndo este segundo tijolo atingir o solo. b) enquanto a esfera vai de A até B. seja de 100 m. c) a aceleração centrípeta no ponto B é nula. como resposta.5 m/s2. Ponta Grossa-PR A artir da análise do esquema abaixo. d) a uantidade de movimento da esfera não varia durante o movimento. 2 2 16. é correto afirmar que: a) a energia cinética da esfera é máxima no ponto B. 2 08. U. Cefet-PR Uma equena esfera é solta do onto A e desliza no interior da canale ta semicircular re resentada ao lado. uma essoa desliza el a encosta de uma duna. em relação à do rimeiro. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando como sendo “g” a intensidade do campo gravitacional. ( ) O módulo da aceleração na arte lana (trajeto BC) é constante e maior que 3 . 40.24. A energia mecânica no onto B é m ⋅ v . é largado de uma altura duas vezes maior. Su onha que o co eficiente de atrito cinético entre a madeira e a areia seja constante e igual a 0. PUC-RJ Um tijolo e largado de uma certa altura e cai no chão. será: a) um quarto b) a metade c) o dobro d) quatro vezes maior e) a mesma GABARITO 27. A energia otencial no onto D é m ⋅ g ⋅ f . A energia mecânica no ponto E é m ⋅ v . 2 02. A energia cinética no onto C é nula. que re resenta a t rajetória de uma bala de canhão de massa m em um cam o gravitacional su osto uniform e e no vácuo. e considerando que a energia otencial em A é nula. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 2 IMPRIMIR 04. 01. 25. Considere que a massa da essoa em conjunto c om a laca seja de 50 kg e que a distância AB. assinale o que for correto. sua energia mecânica aumenta. Sentada sobre uma laca de madeira. ( ) O módulo da aceleração durante a descida (trajeto AB) é constante e igual a 1. 26. de massa duas vezes menor. artindo do re ouso em A e arando em C. O trabalho realizado ara deslo car a bala do onto A ao onto D é − m ⋅ g ⋅ f . 6 Em relação às informações acima. é correto afirmar: ( ) A força de atrito ao longo do traje de descida (AB) é menor que a força de atrito ao longo do trajeto horizontal (BC). UFPR Na figura abaixo está esquematizada uma diversão muito comum em áreas onde ex istem dunas de areia. ao longo de todo o trajeto AC. sua energia cinética. e) a velocidade da esfera no ponto B é dada por VB = g ⋅ hA . ( ) A velocidade da essoa na base da duna ( osição B) é de 15 m/s.E. ( ) A força de atrito na arte lana é de 2 00 N.

FA = Mg. o intervalo de tempo gasto. igua l a: d) 1. 04.5 .8 . Maringá PR Três carregadores A. 01. o quociente entre as respectivas energias elásticas acumula das. o pêndulo é abandonado a partir do r epouso na horizontal. a soma d as alternativas corretas. B e C precisam colocar caixas idênticas de massa M em uma plataforma de altura H. como resposta. 103 3 c) 1. o carregador B utiliza uma rampa com inclinação qB . 10 Voltar FÍSICA . conforme a figura acima.E.Trabalho e energia Avançar ¦ ¢ ¢ ¦ ¦ ¢ ¢ . 2. PUC-RS Têm-se duas molas metálicas iguais. como ilustram as figuras a seguir. Unirio Um baterista de uma banda de rock decide tocar um gongo no acorde fin al de uma música. e logo a seguir atinge o gongo. Se ∆Ep é a v ariação da energia potencial gravitacional no processo. WA / WB. qual é. n a ual g é a aceleração da gravidade no local.2 .8 . e ue as forças de atrito entre a caixa e a superfície da rampa. em joules. vale: IMPRIMIR GABARITO a) 4 b) 2 c)1 d) 1 2 e) 1 4 31. Dê. ele utiliza um pêndulo com uma haste rígida de massa desp rezível e comprimento L = 0. 104 b) 1. FA > FC . 7 Sendo FA. e o carregador C utiliza uma rampa com inclinação θC < θB . 103 a) 1. FA > FB. inic ialmente sem deformação. considerando ue os três processos são realizados a velocidade cons tante. FB = FC .28. em segundos. C onsiderando se g = 10 m/s2 e desprezando se os atritos.32 d) 0. Para isso. 104 e) 1.2 . 08. 30. Com isso. assinale o ue for correto. Unifor-CE A energia cinética do container aos 9.22 c) 0. respectivamente.45 e) 0. U.0 m de altura é. As duas são comprimidas de modo que A sofra deformação x e B sofr a deformação 2x.15 b) 0. O carregador A utiliza uma roldana e uma corda levantando a caixa verticalmente. 02. FB e FC a intensidade das forças aplicadas pelos carregadores A. bem como o a trito na polia são nulos.5 m.50 29. desde o momento em que o pêndulo é abandonad o até aquele em que o gongo é atingido? a) 0. então ∆EP (A) > ∆EP (B) > ∆EP (C). aproximadamente. No acorde final. A e B. O trabalho realizado pelos três carregadores é o mesmo. B e C. 16.

como resposta. se não ho uver força de atrito entre as superfícies.. 16.. a aceleração da m assa será nula. mantido encostado em uma mola comprimida de X = 20 cm.... é igual a 8. a resultante das forças que atuam sobre a massa será nula. na ordem em qu e elas aparecem. a) aumenta – diminui – zero d) diminui – aumenta – zero b) diminui – aumenta – má a e) diminui – diminui – zero c) aumenta – diminui – máxima 33. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Afastando a massa m do ponto O.. Dê. poderá parar numa posição diferente do ponto O. U. a soma das alternativas corretas.E.. atinge o ponto B. A energia potencial elástica do bloco.0 J... quando passar pelo ponto O. a massa. Maringá-PR Duas molas dênticas e ideais são associadas como mostra a figura a seguir.. como resposta. foi 1... No percurs o entre os pontos A e B. A força peso não rea lizou trabalho no deslocamento do bloco entre os pontos A e B. 08. a força de atrito da superfície sobre o bloco dissipa 20% d a energia mecânica inicial no ponto A. durante o seu movimento. a velocidade do bloco é zero e sua aceleração é . não há conservação da e mecânica.... se houver força de atrito entre as superfícies. . sua posição de equilíbrio...6 J. .. A mola é solta e empurra o bloco que. partindo do repouso no ponto A. O trabalho r ealizado pela força de atrito sobre o bloco. se houver força de atrito entre as superfícies. 64.. no ponto B.. no ponto A. UFSC A figu ra mostra um bloco.. é totalme nte transformada na energia potencial gravitacional do bloco. deslizando sem atrito sobre um a superfície horizontal. se não houver força de atrito entre as superfícies.. pode-se afir mar corretamente que: 01... A energia mecânica total do bloco.. Selecione a al ternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo. O ponto B situa-se a 80 cm de altura.. Durante a etapa de compressão da mola. e soltando-a imediatamente depois.. 04. a energia cinética do bloco . Dê. UFRS A figura abaixo representa um bloco que. 0 8... a soma das alternativas corretas. 32. onde pára. em relação ao ponto A. 8 GABARITO Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. de massa m = 500 g... Na situação descrita. 02. independente da posição em que ela estiver... ..Trabalho e energia Avançar . N o ponto de inversão do movimento. se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola id eal. por isso não houve conservação da energia mecânica do bloco. depois de oscilar.. A constante elástica da mola é K = 400 N/m. 04... 16. no pont o A. A energia mecânica do bloco no ponto B é igual a 6.4 J. se não houver força de atrito entre as superfícies.. 02.. a ene rgia do sistema não se conservará. cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida.32. a massa oscilará infinitamente em torno do ponto O. e a energia potencial elástica armazenada no sistema massa-mola . 34...

J. Concluímos que. ( ) A energia cinética inicial de uma pedra lançada para cima no vácuo . julgue as afirmações a seguir. realizando um trabalho motor sobre a partícula. I. durante 2 segu ndos. A energia aparece em várias formas – energia mecânica. kW d) kg. O módulo da ve locidade com que o saltador deve pular para conseguir tal êxito é superior a 20 km/h . ( ) A energia potencial elásti ca de uma mola deformada de 30 cm é de 10 J. N. salta de um avião. ( ) Um guindaste deve levantar uma carga de 2000 kg até uma altura de 150 m em u m minuto. W b) g. no ponto de alt ura máxima. a uma taxa uniforme. é transformada integralmente em energia potencial gravitacional. ( ) Uma partícula descreve uma trajetóri a circular em movimento uniforme. ( ) Um saltador olím pico executa um salto recorde de 2. N. no instan te do lançamento. a 1000 m de altura. UEMS No sistema internacional são unidades de massa. dina. energia química. quando a mola estiver d eformada de 15 cm. no da eletricid ade para iluminação e aparelhos eletrodomésticos. a) A potência média desenvolvida pela força resultante que atuou sobre o corpo d urante o movimento foi igual a: 01) 9 W 02) 12 W 03) 20 W 04) 38 W 05) 45 W b) A energia cinética do corpo. mas também na prática da engenharia. ( ) No S. Unicap-PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). sobre ela atua uma força centrípeta dirigida para o centro da trajetória. kgf. o trabalho é medido em Joule. Se necessário use o módulo da aceleração da gravidade de 10 m/s2. Com base nos estudos sobre energia. em J. J. No dia-a-dia. kW Voltar FÍSICA . kWh. e ele atinge o solo com uma velocidade de 5. e também no custo dos alimentos que co nsumimos.35. força. então a potência elétrica desse motor é superior a 140 k . ( ) Um pára-qu edista. ao final dos 2 segundos de movimento. pensamos sobre energia em termos de custo do combustível para o transporte. As diversas formas de energia se relacionam entre si.E. O pára-quedas se a bre. é convertida integralmente em energia potencial gravitacional para que a pedra atinja uma determinada altura.. ( ) O trabalho realizado pela força resultante para parar um carro com u ma velocidade de 80 km/h independe da maneira como o carro foi freado. a quantidade total de energia permanece sempre constante . J. ( ) O ponto mais alto de uma montanha russa corresponde ao ponto máximo de energia potencial gravitacion al do carrinho.3 m sobre um sarrafo horizontal. realiza moviment o retilíneo uniformemente variado com aceleração de módulo igual a 2m/s2. de 50 kg de massa. foi igual a: 01) 5 02) 7 03) 10 04) 20 05) 40 9 IMPRIMIR GABARITO 38. inicialmente em repouso. kWh e) g. a energia cinética que fornecemos a pedra. energia térmica e energia nuclear. W c) kg. I. e 1 joule eqüivale a 10–7 erg. de massa 5 kg. energia e potência.Trabalho e energia Avançar . A quantidade de energia dissipada durante a queda pelo pára-quedista é superior a 400 kJ. próxima a superfície terrestre. Superior de Brasília-DF O conceito de energia é um dos conceitos físicos mais importantes. energia eletromagnética .0 m/s. re spectivamente: a) kg. Se apenas 35% da potência elétrica fornecida ao motor é convertida em energia mecânica. 37. ( ) Quando lançamos uma pedra para cima . erg. 36. kgf. não apena s na ciência contemporânea. a energia potencial da mola será de 5 J. UESC-BA Um corpo.

adquirem a mesm a energia cinética quando se movimentam com velocidades de módulos constantes VA e V B. A e B. a energia poten cial desse sistema molecular se comportará de maneira análoga à de um sistema mecânico m assa-mola. conforme mostra o gráfico abaixo. transferência da energia térmica. foi transformada em energia térmica no prego.39. como mo stra a figura a seguir: Sabe-se que em x = 2 m. UnB-DF A energia potencial U de u ma molécula diatômica formada pelos átomos P e Q depende somente da posição relativa r ent re esses átomos. para levá-lo ao repouso em 5 m. a distância r entre os átomos a um intervalo [ a. Para esse sistema. de massas mA = 5mB. armazenada no martelo. A explicação física para esse fenômeno é: a) Houve. portanto. b] de oscilação da molécula a umentará. para o prego. no instante anterior ao golpe. a energia potencial U(r) será máxima quando r for igual a a ou b.Trabalho e energia Avançar . ( ) Para uma determi nada energia total E. entre as posições x = 0 e x = 7 m. b) Parte da energia térmica que o prego possuía armazenada até o instante anterior ao go lpe foi liberada quando o martelo o atingiu. A respeito desse sistema. e q ue não há atrito. a soma das ene rgias cinética e potencial dos átomos constitui a energia total E da molécula. 41. julgue os itens seguintes. ( ) Considerando que. a partir da posição x = 7 m. no instante do golpe. então. Esta en ergia é constante. Desprezando a res istência do ar. tais 10 GABARITO VB que V seja igual a: A 01) 1 5 02) 5 5 03) 5 04) 5 05) 5 5 IMPRIMIR 42. ( ) Diminuindo-se a energia total E. c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. UFGO A energia potencial de um carrinho em uma montanha russa varia. determine: a) a energia mecânica total do carrinho. Voltar FÍSICA . b) a energia cinét ica e potencial do carrinho na posição x = 7 m. no instante do golpe. para valores de E próximos de U0. UESC-BA Dois automóveis. a curva U(r) aprox ima-se muito de uma parábola. limitando. para valores de r próximos de r0. a energia cinética é igual a 2J. d) Houve. b]. 40. transformação da energia potencial gravitaci onal do martelo em energia térmica no prego. c) Parte da energia cinética que o ma rtelo possuía. UFRN Flávia foi colocar um prego numa parede e percebeu que ele esquentou após s er golpeado com o martelo. sobre o carrinho. o intervalo [a.

2 km/h e consumiu 300 quilocalori as. na presença do campo gra vitacional terrestre. U. 2. desloca-se com velocidade v constante. conforme a figura. O trabalho realizado pela f orça F é igual a F v ∆t II. 45. Sa bendo-se que o bloco pára no ponto C. supondo que toda energia dissipada s ja na forma de calor.Trabalho e energia Avançar . o bloco fica sujeito a uma força de atrito equivalente à quarta parte do seu peso. Fuvest Uma pessoa puxa um caixote.0 cal = 4. 02. o bloco é solto e. do alto da rampa de altura h. O 3 0° caixote. Salvador-BA O bloco de massa m da figura é abandonado. a velocidade d o bloco em uma posição C localizada entre a posição B e a posição D. após 2 segundos decorridos desde o momento em que o bloco passa pela posição B e terá. é correto afirmar que: 11 01. eles perdem o contato e o b loco se desloca sobre um plano horizontal com um coeficiente de atrito cinético 0. como resposta. 08. Voltar FÍSICA . com uma v F força F. a partir do repouso e livre da resistência do ar. ao longo de uma rampa inclinada de 30° com a horizo ntal. O trabalho realizado pela força F é igual a m g v ∆t/2 III. Na posição B a velocidade do bloco é de 4 m/s e na posição D a velocidade é nula. suposta constante. 16. Considere as seguintes afirmações: I. Nessa posição o bloco est m repouso. supondo que toda energia dissipada seja na forma de calo r. também será de 4 m/s. sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. Admitindo que o consum o de energia assinalado pela esteira é o trabalho realizado pelo jovem para movime ntá-la. de massa m. a soma das afirmativas corretas. a distância BC é igual a: a) h 4 b) H 2 c) h d) 2h e) 4h 44. na posição B. o jove m e força F que ele exerce sobre a esteira para movimentá-la. O trecho AB do percurso é bastante polido e. 04. então. A e ergia potencial gravitacional varia de m g v ∆t/2 Está correto apenas o que se afirm a em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. Dê. Logo a seguir. o bloco chegará à posição D com velocidade nula. o sentido do movimento da esteira. a energia mecânica do sistema massa-mola na posição A vale 4 J.0 J. como apresentado na fi ura acima. de acordo com o medidor da esteira. toda a energia mecânica do sistema na posição A foi transfor mada em calor na posição D. a) Qual a distância percorrida pelo jovem? Qual o deslocamento do jovem? b) Nu m esquema gráfico. UFMS Um bloco de 500 g comprime uma mola.43. Vunesp Um jovem exercita-se numa academia andando e movimentando uma esteira rolante horizontal. percorrid o uma distância de 4 m. sem motor. durante um certo in tervalo de tempo ∆t.5 J. Adote 1. ele andou 40 minutos com velocidade constante de 7. A resp ito desse sistema e considerado g = 10 m/s2. determine o módulo dessa força. A compressão da mola é de 20 cm na posição A (veja figura abaixo). Um dia. a quantidade de calor gerada durante o deslocam ento do bloco da posição A até a posição B é de 8. II e III g GABARITO IMPRIMIR 46. de constante elástica k = 200 N/m. no trecho BC. represente a esteira.

0 kg. O movimento de um elevador é representado pelo gráfico de sua velocidade escalar em função do tempo.50 m de altur a. Tal processo também alavancou o desenvolvimento dos mei os de elevação. Instruções: Para responder às questões de números 49 a 50 utilize as in formações que seguem.0 s. U. Num intervalo de tempo de 6. até altura de 9. usando-se um cabo de aço sob tração de 4.0 m/s2 e que cada andar meça 2. de massa m. como mostra o desenho. além de muito úteis. sobre uma balança de molas (destas que comumente encontramos em farmácias) graduada em new tons e funcionando perfeitamente. Voltar FÍSICA . a) 12 Admitindo que o elevador parta do térreo (tomado como referência). conforme Verdadeira (V) ou Falsa (F). 104 N. a sua velocidade ao passar pelo po nto B é: 3 3 d) gh b) 1 3gh c) 2 3gh e) 3gh gh 4 2 2 2 48. ( ) O edifício possui mais de dez andares. Católica-DF O aumento populacional e a melhoria das técnicas de engenharia civil impulsionaram a crescen te verticalização das construções. ( ) Ao fi nal dos cinqüenta segundos representados no gráfico. Desprezando o atrito entre o corpo e a pista. valores positivos de velocidade indicam que o elevador está subindo. um container de massa 4. o valor da energia cinétic a do elevador sofreu aumento.0 m. veria uma marcação superior a 600 N entre os insta ntes 0 s e 10. como as escadas rolantes e os elevadores. IMPRIMIR GABARITO Despreze a resistência do ar e adote g = 10 m/s2. julgue cada afirmativa abaixo. ( ) Em q ualquer trecho do movimento de subida que se considere.20 . o elevador retorna ao térreo.00 to neladas é içado a partir do solo. pode m ser usados como interessantes equipamentos de laboratórios de Física. que a aceleração da g ravidade possa ser aproximada para 10.0 s. é abandonado a partir do repouso no ponto A de uma pista no plano vertical. ( ) Todo o movimento de descida foi acelerado.47. que. ( ) Um passageiro de 60. UFSE Um corpo. No gráfico.Trabalho e energia Avançar .

Católica-DF Usinas hidrelétricas convertem energia mecânica em ene rgia elétrica. em m/s2. 102 e) 1. Para estimar a capacidade de geração de energia elétrica de uma queda d’água avaliamos a energia potencial armazenada no sistema queda – Terra. em joules. Unifor -CE A energia mecânica do conjunto em relação ao solo. N. 104 b) 1. é igual: a) 10. 104 d) 6.3 . UFPB Uma menina de 20 Kg de massa brinca no escorregador de um parque de diversões. Unifor-CE Durante a descida e a 15 m de altura. Q e R indicados no esquema.8 . 0 d) 2.2 . um carrinho com dois jovens. 104 51. 104 c) 1. a o longo do percurso.49. 104 d) 1. fornecida através da força de tração no ca o de aço. 102 c) 6. é. Voltar FÍSICA . 102 56.2 . 102 d) 3. 102 b) 2.5 . 53. em joules. Unifor-CE A potência média. com velocidade de 8 m/s. é. por aquecimento. igual a: a) 1.4 . GABARITO Considere desprezíveis as forças de atrito e a resistência do ar no trecho representad o no esquema e adote g = 10 m/s2. Ela começa a deslizar .2 .0 . P. estime a potência dessa queda d’água.0 m/s movendo-se sobre trilhos na parte horizontal e elevada do seu percurso representado parcialmente no esquema.8 . Fatec-SP A figura mostra um objeto de 4 kg que desliza por uma pis ta que para ele não apresenta atrito.3 . que é o ponto mai s baixo da pista. 103 e) 2. de uma altura de 2. igual a: a) 6. Unifor-CE Quando o carrinho passa pelos po ntos M. Unifor-CE O módulo da aceleração do container. 104 b) 3.5 e) 0.50 50. 52. a energia cinética desse carri nho. a força de reação dos trilhos sobre o carrin ho tem maior módulo nas proximidades do ponto: a) M b) N c) P d) Q e) R 54. O objeto passa pelo ponto B. sendo a massa do conjunto 120 k g.0 .1 .5 b) 10 c) 5. quando está na posição indicada no e quema. Considerando a acel eração normal da gravidade (g = 10 m/s) e a água com densidade igual a 1000 quilograma s por m3. 103 e) 6.2 . U. 103 IMPRIMIR 55. em watts. essa garota chegará ao final do escorregador. em megawatt. Nu parque de diversões.5 .0 . Suponha uma queda d’água de 25 m de altura. está com velocidade de 10.30 m acima do solo. desprezando as perdas que ocorrem na parte inferior. é igual a: a) 3.Trabalho e energia Avançar . 104 c) 2. com uma velocidade de: a) 6 m/s b) 8 m/s c) 10 m/s d) 12 m/s e) 14 m/s 13 Instruções: Para responder as questões de números 53 a 55 utilize as informações abaixo.80 m em relação ao solo. o atrito entre a menina e o escorregador consome 140 J de e nergia. Sabendo-se que. com uma vazão constante de 300 m3 por segundo. que está 0. a partir do repouso.

Nessas condições. Vunesp No lançamento do martelo. a energia potencial ganha pela m ola durante essa compressão. 16. a velocidade da conta será igual a 2g( h − R ) . Ao longo do trecho circular. g. assinale o que mais se aproxim a da energia cinética que esses atletas conseguem fornecer ao martelo (adote g = 1 0 m/s2). 10–1 c) 8 . é: a) 4 . a energia mecânica da conta será igual a mgh. que se encontrava em repouso. a conta descreverá movimento circular uniforme. atinge distânc ias de cerca de 80 m.A velocidade com a qual esse objeto passou pelo ponto A e a altura do ponto C. No ponto D.4 m d) 4 m/s e 6. o raio do trecho circular. é correto afirmar: 01. a in tensidade da força que o fio exerce sobre a conta será igual a mg R 1 (2h – 5R). a) 3 J b) 30 J c) 300 J d) 3000 J e)30000 J IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ . A maioria dos atletas olímpicos. em J. GABARITO 02. d e massa 3 desprezível. No ponto C. quando consegu e lançar o martelo com um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal. 10–1 e) 11 . 59. 04.0 m/s e 2. Dos valores dados a seguir. u m bloco de massa M.5 . o módulo da aceleração da gravidade local e despreze as forças dissipativas. Sabe ndo se que o bloco comprime a mola de 0 a 0. alcançada pelo pêndulo.4 m c) 6 m/s e 2. 08.4m. UFBA A figura abaixo apresenta uma conta de massa m. 14 58.0 m e) 4 m/s e 3. Católica de Salvador BA Um bloco desloca se sobre um plano horizontal liso e co lide com uma mola horizontal. q ue é o ponto mais alto atingido pelo objeto. abandonada a partir do ponto A. Det ermine a 4 altura h. que desliza sem atrito ao longo do fio curvilíneo. são.2 m B 57. quase instantaneamente. R. de massa desprezível e constante elástica 10 N/m. No ponto C. os atletas lançam obliquamente uma esfe ra de metal de pouco mais de 7 kg.8 m hC ? hA 2. o módulo da aceleração centrípeta da conta será constante . 10–1 b) 7. respectivamente: C Dado: g = 10 m/ s2 A a) 8 m/s e 2. pendurado por um fio flexível. A partir do ponto B. UFC Uma bala de massa m e velocidade V0 atravessa. Nessa colisão a bala perde de sua energia cinética inicial. 10–1 60. U. Considere h a altura d o ponto A. 10–1 d) 10 .4 m b) 6.

há um batente com uma mola no final dos trilhos. 250 d A. de massa igual 4 x 104 kg. UFSE Considere um bloco de massa 100 g. Ao ser libertado carrinho sobe a rampa até a altura máxima de 30 cm (figura 2). Sabendo se que a constante elástica da mola do baten te vale 1 x 106 N/m e desprezandose qualquer atrito. que está preso a uma mola helicoidal d e constante elástica igual a 50 N/m. o ade PUC SP O carrinho da figura tem massa 100 g e encontra se encostado em uma m de constante elástica 100 N/m comprimida de 10 cm (figura 1). O módulo da quantid de energia mecânica dissipada no processo. em joules. em joules.4 m de largura por 0. 50 d2 D.4 m de espessura. oscilando entre os pontos d e +d. Considere desprezível o atrito entre o bloco e a superfície. é: ¦ ¦ ¦ . D e 5. a máxima compressão da mola pro vocada pelo vagão vale: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ 63.0 kg e 50 kg. Unicamp SP Dois blocos homogêneos estão presos ao teto de um galpão por meio de fi os. com o objetivo de impedir que os vagões saiam desses trilhos. 25 d2 C. ola . a) O módulo da aceleração do bloco quando passa pela posição A.5 m/s (ver figura). 200 d C. 100 d2 GABARITO figura 1 figura 2 a) 25000 b) 4970 c) 4700 d) 0. Um vagão. igual a: 2 b) A energia potencial máxima do bloco é.0 m de comprimento por 0. a) Calcule a energia mecânica de cada bloco em relação ao solo. 75 d2 E.2 64. 10 d2 B. Despreze a resistência do ar. 100 d B. em m/s2. aproxima se do batente com velocidade v constante e igual a 1. conforme e stá indicado no esquema. UFPB Num pátio de manobras de uma ferrovia. 300 d E. Teto fio A B fio Solo 15 62. Os dois blocos medem 1. como mostra a figura ao lado. c) Determine o tempo de queda de cada bloco.0 termine as velocidades dos blocos imediatamente antes de tocarem o solo. b) Os três fios são cortados simultaneamente.8 e) 0. 500 d d é. As massas dos blocos A e B são respectiva mente iguais a 5.61. igual a: D.

.

g o módulo da aceleração da gravidade local e desprezível a resistência do ar. um carrinho de massa 5. 2 Kx 08. Obs. c d colisão su energi decresce de um f tor k. o bloco percorre a superfície horizontal lisa AB e s obe o plano inclinado rugoso BC. distânci máxim que mol será comprimid é: ) 0. ITA-SP Um bloco com m ss de 0. até parar no ponto C. de um ltur h. o v lor do f tor k é: 9 2 5 4 3 5 ) b) c) d) e) 10 5 5 4 8 68. Nest s condições. dAB. pode e afirmar: 01. A reação ao peso do bl oco.54 m e) 0.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .48 m d) 0. Assim. comprimida de x = 2 cm.650 m d) 0. A distância percorrida pelo bloco entre os pontos A e B. O módulo da força que faz o bloco parar no ponto C é dado por F = mg (senα + µcosα). Qual é a máxima deformação sof rida pela mola quando o carrinho é abandonado do repouso na posição indicada. 16.64 h. como respost . inici lmente em repouso. 04.6 N/m.: de sprezar os efeitos do atrito. 02.0 kg percorre um tril ho e atinge uma 4m mola de constante elástica K = 6400 N/m. S bemos que pós 4 choques com o solo. 67.32 m c) 0. som d s ltern tiv s corret s. O módulo da re ação normal que o plano inclinado aplica sobre o bloco é numericamente igual ao peso d o bloco. UFBA Um pequeno bloco de massa m = 4g encontra se inicialmente encostado à ext remidade livre de uma mola ideal. 16 Considere a o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado. 32. Dê. bol repic té um ltur de 0. no plano horizontal.750 m e) 0.500 m c) 0. Após a liberação da mola.24 m b) 0. é dada por dAB = mv 2 B .60 m IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . perdendo p rte de su energi o colidir com o solo. de constante elástica K = 40 N/m. a) 0. conforme figur a abaixo.8 00 m K 66. é derrub do de um ltur de h = 1. de inclinação a. é aplicada pela superfície sobre o bloco. Desprez ndo m ss d mol . ITA-SP Um bol c i . O bloc o atinge o ponto B com velocidade VB = 2m/s.20 m sobre um mol cuj const nte de forç é k = 19. p rtir do repouso. FEI SP Em um parque de diversões.20 kg. A energia mecânica do bloco se conserva no percurso ABC.250 m b) 0.65. Nessas condições.

UFBA A figur b ixo represent um homem que pux um cord tr vés de um rol d n . UFSE Certo motor consome potênci de 500 W e possui rendimento de 40%. foi de: ) 3 b) 6 c) 10 d) 15 e) 20 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . é de: ) 7. Desprez ndo-se s forç s dissip tiv s.0 m e velocid de const nte. com um forç const nte. 73. o tr b lho re liz do pel forç peso do menino v le. um c ix de 6. n b se do escorreg dor. o tr b lho d forç exercid pelo homem. é 3 Mg. de m ss M.17 71. UFMA Um menino com m ss de 25 kg escorreg num r mp cujo perfil é de um tob ogã. Unifor-CE Um me nino de m ss 20 kg desce por um escorreg dor de 3. C tólic de S lv dor-BA Um motor de potênc i igu l 1000 W é utiliz do p r elev r um bloco de peso 100 N um ltur de 1 50 m.0 m de ltur em rel ção à rei de um t nque. Consider -se que s forç s de trito e resistênci do r são d esprezíveis. ( ) o tr b lho re liz do pel forç norm l no desloc mento do bloco. 103 b) 1. observe figur o l do. em 102 J . em movimento uniforme.0 m/s. ( ) o coeficiente de trito dinâmico entre o bloco e o pl no é de 0.Tr b lho e energi ¡ 69. desce o pl no inclin do com um velocid de const nte de 2m/s . o tempo g sto ness oper ção.2 . Adot ndo g = 10 m/s2. e cos 30º = 2 2 De termine. em joules. é numeric mente igu l o tr b lho d forç result nte que tu no bloco. do topo té b se do pl no. 105 74. 104 d) 1. o tr b lho re liz do pelo motor. de 5 m de ltur p rtir do repouso.8 . 70.75. em módulo. em joules: ) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 105 e) 7. O tr b lho d s forç s resistentes. foi de proxim d mente: Considere g = 10 m/s2 ) 950 J b) 1000 J c) 1120 J d) 1050 J e) 1250 J 72.0 hor de funcion mento . Unic p-PE P r responder est questão. ( ) o tr b lho re liz do pelo pes o. ( ) fo rç de trito que tu no bloco é igu l 0. p r desloc r o bloco do topo té b se do pl no. que cord e rold n são ide is e que 1 3 sen 30º = . cheg ndo à b se d r mp com velocid de d e 4. O bloco d figur . em segundos. 104 c) 7 . com desloc mento de 6.0 x 102 N de peso o longo do pl no inclin do que form 30º com horizont l. Em 1.2 .8 . U.75 Mg.2 . rr st ndo. Podemos firm r que: ( ) o tempo que o bloco g st p r cheg r à b se do pl no é 1 0s.

I ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . III. um ltur de 1 m do chão. águ e cimento) os diversos p vimentos. 150 kg 20 m de ltur em 10 s.8 W d) 1. A potênci médi mínim necessári p r re liz r t ref é: ) 0. g st ndo 2 segundos ness oper ção. I c) III.4 kg está num pr teleir d bibliotec do colégio. Assin le ordem crescente d s potênci s que o motor do elev dor deverá desenvolver p r o tr nsporte de: I. em construção. III b) I. Obs.3 W e) 2. II d) II. III. II.30 m cim do chão.18 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . I. é inst l do um elev dor externo p r tr nsport r rg m ss (mistur de rei . UFMA Num edifício.6 W c) 0. 350 kg 15 m de ltur em 30 s. A bibliotecári mud o livro p r um pr teleir m is lt . II. ) I.Tr b lho e energi ¡ 75. UFPB Um livro de m ss m = 0. 0 W 76. situ d 1.: Considere m ss do elev dor incluíd n c rg ser tr nsport d e g = 10 m/s2. 250 kg 10 m de ltur em 20 s.5 W b) 0. III. II e) II. II.

) EMA = 275 J e EMB = 2600 J b) VA = VB = 10 m/s c) tA = tB = 1 s 62. 18.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . b 9. F – F – V – V – V 37. V – F – F – V – F – V 26.g 0 58. 53. 12. ) 03 b) 05 38. 39 35 . c 29. e 64. d 23. c 60. F – V – V – V – F 36. 75 52.6 N 43. b 76. ) D. 46 30. b 15. c 40. c 56. 190J 3. c 19.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1 1. 32. b 2. 60 J 8. 29 28. 5. h = m2 V2 /8m2. c 54. 02 + 08 + 16 = 26 59. c 65. ) c b) b 63. d 75. e 31. b 33. c 14. 66. d 16. d 72. 02 + 32 = 34 67. 48. 13. b) F = 250 N. 91 21. e 44. b) C 10. e 57. 140 J 6. c 4. 12 m/s 22. e IMPRIMIR G A B A R IT O Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . e 27.9 J 24 . V – F – V 41. 0. 18 73. 03 J b) 8 J c) 1. b 68. e 46. ) d = 4800 m. e 74. F – V – F – V – V 70. 25. e 50. e 51. d 7. c 20. b 55. d 61. 71. e 17. 29 34. d 39. e 69. 01 + 08 + 16 45. 47. F – V – F – F – V 49. c 11.

horizont l.8 x 103 b) 2. na “medalha” citada no item acima.s.0 m/s. no momento do contato da raquete com a bola. ( ) Dur nte o s que cit do no item nterior. o valor médio do módulo do impulso apl icado à bola. por se tratar de forças que formam um par de ação e reação.8 x 105 c) 5. UFR RJ Em recent e partida internacional de tênis. que result no choque d bol com o peito do jog dor d defes dversári (um jog d conhecid como “med lh ”). o que provoc nel um v ri ção no módulo de su velocid de de 20. ( ) Dur nte um s que. Apl ic se sobre o corpo um forç const nte. a velocidade inicial da bola seja desprezível. Admita que. o tempo de inter ção entre bol e mão do jog dor foi de três centésimos de segundo. lo go a seguir informou se pelo alto falante que o módulo da velocidade da bola ating ira aproximadamente 179 km/h. Determine. um jo g dor plic um forç n bol . no SI.6 x 103 d) 5.103 N. lgum s jog d s podem ser n lis d s à luz dos princípios d Físic . um dos jogadores lançou a bola com sua raquete. em que o voleibol de pr i . pes r de não tr zer Med lh de Ouro. U. n lise s firm tiv s b ixo. Dur nte s p rtid s. UFMA Um corpo com m ss de 350 kg repous sobre um pl no horizont l liso. que o desloc 20 m dur nte 5 s. não se desloque após o choque com a bola. conseguiu um res ult do expressivo. direção e sentido que a força que o jogador aplicou na bola. intensid de do impulso plic do o corpo no interv lo de tempo mencion do.6 x 105 e) 4 . ( ) Ainda sobre a “medalha” c itada.2 x 104 2. em N s. É correto concluir que o impulso recebido pel bol tem módulo de 6 .00. Consider ndo que bol utiliz d no jogo v li do estej b st nte chei e tenh m ss de 300 g. Nesse caso. ( ) Caso o jogador da defesa. conquist ndo simp ti do povo br sileiro com gr ndes vitóri s . ( ) Dur nte o jogo. é correto afirmar que a variação quantida de de movimento e o impulso recebidos por ele são nulos. logo forç médi que bol fez sobre mão do jog dor tem intensid de menor que 300 N. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . a força que a b ola aplicou no jogador da defesa tem o mesmo módulo. C tólic -DF Recentemente for m disput d s s Olimpí d s de Sidney.F ÍS IC A IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1 1. Considere a massa da bola ap roximadamente igual a 20 g. é de: ) 2. Ness situ ção. Gib dá um violent cort d . a aceleração adquirida p bola e a adquirida pelo jogador da defesa terão módulos iguais. 3. ssin l ndo V p r s fir m tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s.

Entre as muitas informações sobre a partida final do Torneio. é igual àquela exercida pela raquete sobre a bola. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeir a(s): 01. A força média exercida pela raquete sobre a bola é igual a 290 N. o “Guga”. incluindo os passageiros. A força média exercida pela bola sobre a raquete. Ele deseja calcular. pois. UFPB Durante um longo trajeto numa rua retilínea e plana até o seu colégio. que: ( ) na ausência de forças externas em uma colisão. a variação da energia cinética do automóvel. movimentos de planetas e satélites. toda a energia mecânica da pessoa é convertida em energia potencial elástica. a soma das alternativas corretas. ITA SP Uma certa grandeza física A é definida como o produto da variação de energia d e uma partícula pelo intervalo de tempo em que esta variação ocorre. Ao ser atingida pela raquete. o estudante não regi stra nenhum valor sobre o tempo gasto no percurso. os valores da velocidade do carro de seu pa i. UFGO Os princípios de conservação da energia e da quantidade de movimento são fundamentais na compreensão da dinâmica de interação entr e corpos.s. as páginas esportivas dos jornais n acionais eram dedicadas ao tenista catarinense Gustavo Kuerten. é o produto da quantidade de movimento da partícula pela distância percorrida. Anota também a massa total do automóvel. e tomando se o solo como referencial.01 s. há conservação da energia mecânica do sist ema (bola + raquete). porque a resultante das forças externas é nula durante a colisão . Usando somente suas anotações. 5. A massa da bola é igual a 58 gra mas e o tempo de contato com a raquete é 0. Dê.2 4. imprimindo lhe uma ve locidade horizontal de 180 km/h (50 m/s). 12 de junho de 2000. III. o estudante poderá calcular apenas: a) I d) I e III b) II e) II e III c) III 7. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . O impulso exercido pela raquete sobre a bola é maior do que aquele exercido pela bola sobre a raquete. pela sua b rilhante vitória e conquista do título de bicampeão do Torneio de Roland Garros. UFSC Na segunda feira. 08. 16. tais como: colisões. Outra grandeza. pode se dizer que no instante em que a cama atinge o ponto mais baixo.9 N. registrados nos instrumentos do painel. O impulso total exercido pela raquete sobre a bola é igual à variação da quantidade de movimento d a bola. A com binação que resulta em uma grandeza adimensional é: a) A B d) A2/B b) A/B e) A2 B 2 c) A/B 6. 32. para cad a 100 metros rodados: I. ( ) a energia cinética de um planeta em órbita elíptica em t orno do Sol é constante. 02. Mesmo considerando o ruído da colisão. a cada 100 metros. Entende se. II. um estudante anota. as pequenas deformações permanentes d a bola e da raquete e o aquecimento de ambas. O impulso total exercido sobre a bola é igual a 2. etc. incluindo os passageiros. 04. Tendo esquecido de trazer um relógio. tanto assim que a raquete recua com velocidade de módul o muito menor que a da bola. os jornais afirmavam que o saque mais rápido de Gustavo Kuerten foi de 195 km/h. Consideremos uma partida de tênis com o “Guga” sacando: lança a bola para o ar e atinge com a raquete. como resposta. a quantidade de moviment o do sistema não se altera. a uma altura h acima do solo. o impulso total das fo rças que atuam sobre o veículo. B . ( ) considerando se uma pessoa saltando sobre uma cama elás tica. a bol a atinge velocidades superiores a 200 km/h. a veloci dade horizontal inicial da bola é considerada nula. a velocidade média do automóvel. Em uma partida de tênis.

em repouso. ocorre o recuo da arma. é igual a: a) 1. ( ) Um carro de 1 tonelada. ao Sul do ponto de lançamento. a esfe ra 5 começa a se movimentar. através de uma polia. concluímos que a potên cia desenvolvida é 100 W. que esta va em repouso. do pei xe maior. 105 W. ( ) Quando uma arma dispara e lança um projétil. lançados horizontalmente. 10 s depois da explosão. logo. UFMS Um dispositivo decorativo bastante comum é composto por um c onjunto de esferas suspensas por fios e presas a um suporte (veja a Figura A aba ixo). ( ) No M. e continua nadando no mesmo sentido. com velocidade constante. Londrina PR Um átomo possui uma massa de 3. Um do s fragmentos. e) Após a emissão da partícula. com uma quantidade de movimento de 2 x 102 kg.0 b) 0.C. imediatamente após a ingestão.. com massa igual a 2 kg. um operário levanta. a quantidade de m ovimento é constante. a quantida de de movimento do sistema é nula. U.E. em seguida. 12. em m/s. partindo do repouso. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . c) O módulo da quantidade de movime nto da partícula é maior que o módulo da quantidade de movimento do átomo. Supondo que todas as esferas tenham a mesma massa m. e transformada em energia cinética dos fragmentos. ( ) Em uma co nstrução. a partir do chão. Pode se afirmar que a parte da energia liberada na explo são. considerando g = 10 m/s2. 10 s após o lançamento.4 3 10. gastando 20 s.m/s.8.U. Com base nessas informações. no sentido indicado pela figura. Fuvest SP Uma granada foi lançada verticalmente. é correto afirmar: a) O vetor quantidade de movimento do núcleo é igual ao vetor quantidade de movimento da partícula emitida. a granada explodiu.0 m/s. em uma região p lana.6 x 10–27 kg. que todas estão em repouso na situação inicial (Figura A). ( ) Um fabricante de automóvel diz que o seu carro de mass a 1000 kg consegue atingir a velocidade de 72 km/h em uma reta horizontal de 100 m.8 c) 0. alcule a velocidade (em m/s) com que a esfera 5 (Figura C) começa a se movimentar em relação à posição de equilíbrio das demais esferas. d) Não é possíve eterminar a quantidade de movimento do átomo. Suponha que num determinado instante ele emita uma partícula d e massa igual a 6. inicia lmente. UERJ Um peixe de 4 kg. um saco de cimento de 20 kg.6 d) 0. com aceleração constante. Ao atingir sua altura máxima. e que a esfera l é solta de uma altura de 5 cm (Figura B) em r elação à posição de equilíbrio das demais esferas (h = 0) e solta de um estado de repouso. com uma velocidade de módulo igual a 1. esta bate na esfera 2 e. engole um peixe de 1 kg. é aproximadamente de: a) 900 J d) 6000 J g b) 1500 J e) 9000 J c) 3000 J 11. Esse fenômeno é explicado pelo princípio da conservação da energia. possui uma velocidade de 72 km/h. A potência média que ele desenvolve é d e 2 . b) A quantidade de movimento do sistema nem sempre é conservada. 9. que o atrito em todo o sist ema seja desprezível.8 x 10–25kg e encontra se. produz indo dois fragmentos com massa total igual a 5 kg. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). a uma altura de 10m. A velocidade. IMPRIMIR GABARITO Ao suspendermos a esfera 1 e soltá la. caiu a 300 m. nadando com velocidad e de 1.5 x 107 m/s.

É impossível acelerar tal c orpo com uma força que seja inferior ao seu peso. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ . 14. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo. necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potenci al. A trajetória da bola está contida no plano das figuras. Uma fo rça horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. pode se se afirmar que o impulso exercido pela trave sob re a bola é: a) maior em I. c) maior em III. o vetor vel ocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula. 01. assinale a(s) altern ativa(s) correta(s). III e IV. Suponha que isso ocorra n uma das quatro situações representadas esquematicamente a seguir. que é o plano vertical perpendi cular à trave superior do gol. as velocidades que as bolas (1) e (2) adquirem após o choque. c omo resposta. 16. A bola (1) é lançad a em linha reta com uma velocidade vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2 ). 32. Unioeste PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica. que se encontra em repouso. 15.13. II. b) maior em II. GABARITO Sabendo que o módulo da velocidade com que a bola atinge e é rebatida pela trave é o m esmo em todas as situações. É possível encontrar uma situação na qual o momen o linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética tot al do sistema não seja conservada. 04. Vunesp Num jogo de futebol. I. UERJ A figura mostra uma mes a de bilhar sobre a qual encontram se duas bolas de mesma massa. a bola bate na trave superior do gol. Para que um corpo tenha uma certa quantidad e de movimento. É impossível encontrar uma situação na ual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energi a mecânica total não seja conservada. 64. a soma das alternativas corretas. Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca. 08. Em certas situações. e) ig ual nas quatro situações. d) maior em IV. 4 Considere o choque perfeitamente elástico e despreze os atritos. Dê. Calcule. em função de vo. 02.

sobre uma linha férrea retilínea.5 m/s. A velocidade do outro é 1 m/ s.m/s d) 7. maior será a variação da quantidade de movimento. conseqüências e utiliza se de leis e princípios para descrevê lo. é uma linha reta paralela ao eixo dos tempos. Concluímos pela 3 Lei de Newton. às 12 horas de um dia ensolarado (sol a pino). deslizando sobre uma superfície.5 x 104 kg. sob a ação de uma mesma força resultante. b) a c ompresão máxima da mola. UFRS Dois vagões de trem. ( ) o que mantém um satélite em órbita circular em torno da Terra é a sua aceleração tangencial. O vagão de menor massa es tá na frente. UFRJ Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal s em atrito. Inicialmente a esfera encontra se em repouso e a mola no s eu comprimento natural.m/s c) 5. só at uam forças conservativas.m /s 19.5 x 104 kg. num sistema.0 x 104 kg. movendo se com uma velocidade de 0. a quantidade de movimento se conserva. 5 IMPRIMIR GABARITO Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão. ( ) o gráfico v x t da sombra de uma bola. Assinale verd adeiro ou falso. A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo.m/s e) 10. e prende se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elás tica igual a 9 N/m. 18. ( ) Quando. ( ) para dois corpos d iferentes. Concluímos que a potência gerada por ela é de 250 KW. após ser chutada por um jogador.5 x 104 kg. A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que ca i de uma altura igual a 0. ( ) Quanto maior for o impulso. ( ) a força de reação ao peso de um bloco. a mesm a direção e o sentido contrário ao do peso do livro. maior será o trabalho realizado pela força resultante.m/ s b) 5. se chocam e permanecem acoplados imediatamente após o choque. ( ) Uma queda d’água de 50 m de altura tem uma vazão de 30 m3/min. ( ) Sabemos que um livro fica em equilíbrio sobre uma me sa porque a força normal equilibra o peso do livro. de massas 4 x 104 kg e 3 x 104 kg. Suponha a colisão elástica e g = 10 m/s2. Em dado momento. é perpendicular a esta. UFGO A mecânica estuda o movimento dos corpos suas causas. e denominada força normal. que a força normal é a reação do peso. des locam se no mesmo sentido.5 m. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). conf orme mostra a figura.0 x 104 kg. isto é. o corpo de maior massa ficará submetido a uma maior variação da quantidade de movimento. ( ) Quanto maior for a variação da energia cinética.16. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . a quantidade de movimento do sistema formado pelos dois vagões é: a) 3. tem o mesmo módulo. atuando durante o mesmo intervalo de tempo. 17.

d) a primeira retrocederá a 2 m/s e a segunda irá parar. fazendo um arredondamento para o valor superior mais próximo. e que se desloca com uma velocidade Vc = 60 km/h na mesma direção e sentido do automóvel. uma velocidade de 3 m/s. em km/h. UFMS Um automóvel de massa MA = 1500 kg. representada graficamente em função do tempo. para a direita. o automóvel continua em movimento. 23.0 s. Unicamp SP Um canhão de massa M = 300 kg dispara na horizontal uma bala de mass a m = 15 kg com uma velocidade de 60 m/s em relação ao chão. UFSE Sobre um corpo de massa m é aplicado uma força resultante F . que se desloca com velocidade VA = 80 km/h em uma estrada. Determine a velocidade. Vunesp Uma esfera de aço de massa 0. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera. em Ns.20. impulsiona um corpo. 1 e) a primeira r eduzirá sua velocidade para m/s e a segunda mover se á para a direita 2 1 a m/s. colide com a traseira de um caminhão de massa Mc = 10000 kg. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. b) a primeir a retrocederá a 1 m/s e a segunda mover se á a 1 m/s para a direita. a) Qual a velocidade de r ecuo do canhão em relação ao chão? b) Qual a velocidade de recuo do canhão em relação à bal Qual a variação da energia cinética no disparo? IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .050 s. o impulso aplicado ao corpo tem intensid ade. Tal força. exa tamente igual à primeira e em posição inicial de repouso. 6 Ao completar 5. durante 5. Após a colisão. 22. Levando em con ta esse intervalo de tempo. Cefet PR Uma bola de bilhar que se movimenta para a direita com velocidade igual a 2 m/s. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da e sfera com o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0. é viável prever q a) a primeira irá parar e a segunda mover se á a 2 m/s para a direita. colide frontal e elasticamente contra uma segunda. alcançand o a altura máxima de 1. a partir do repouso.20 kg é abandonada de uma altura de 5. fica mais preso ao caminhão. do sistema carro + c aminhão imediatamente após a colisão. Adote g = 10 m/s2. atinge o solo e volta. Após a colisão.8 m. c) a primeira r eduzirá sua velocidade a 1 m/s e a segunda assumirá.0 segundos de movimento.0 m. de d ireção constante e de intensidade variável. 2 2 4. igual a: a) 10 b) 15 c) 20 d) 30 e) 40 21.

podem movimentar se sobre uma superfície plana. próximo a uma parede. em módulo.25. de massa igual a 40 kg. de massa 2.0 kg é aban donada de uma altura h1 = 2. uma bola de massa M = 1.0 26. Este aumenta a velocidade em 3. sem atrito. após a colisão.0 kg.0 m/s. Cefet PR 7 Uma pequena bola de borracha.0 29.0 m. é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: g GABARITO IMPRIMIR Parede A B Vo a) b) c) d) e) VA = V0 VA = V0/2 VA = 0 VA = V0/ 2 VA = 0 VB = 0 VB = 2 V0 VB = 2 V0 VB = V0/ 2 VB = V0 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Sabendo se que após o choque a altu ra máxima que a bola atinge é h2 = 1. passando a moverem se juntas.0 c) 2. UFSE Dois patinadores estão numa pista de gelo em movimentos uniformes numa me sma direção quando o maior. ela retorna com velocidade de 3 m/s. de massa igual a 60 kg. de massa 3. A e B. como indica a figura anterior. Após todas as colisões. Supondo que o choque entre a par ede e a bola tenha durado um centésimo de segundo. de massa 200 g. com velocidade escalar constante de 10 m/s. A diminuição da velocidade do patinador maior. Ao bater em uma parede.0 c) 6. em m/s. UFR RJ Em um local. Num dado instante ela colide com ou tra caixa. onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2. podemos afirmar que a energia dissipada ne ssa colisão (expressa em Joules) é: a) 10 b) 4.5 b) 1. 67 d) 4. uni das por um encaixe. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura. Fuvest SP Dois caixotes de mesma altura e mesma m assa. desloca se para a direita com velo cidade constante de 5 m/s. A velocidade do conjunto.5 e) 9. o caixote B aproxima se perpendicularm ente à parede.3 e) 2. a intensidade da força aplicada p ela parede à bola foi de: a) 40 N d) 210 N b) 80 N e) 600 N c) 160 N 27.0 m acima do solo. empurra o menor.0 d) 14 e) 2 28. Unifor CE Uma caixa de madeira. vale: a) 5. que estava parada.8 c) 4. move se numa superfície horizontal sem atrito. Estando i nicialmente A parado.3 b) 4. em m/s. deve ser igual a: a) 0.0 kg. com velocidade V0.0 d ) 3. mantendo se na mesma trajetória ret ilínea.

U.80 m. Considerando a colisão perfeita mente elástica e ue a força exercida pela parede sobre o disco. de massas desprezíveis e de mesmo comprimento. a s oma das alternativas corretas. Assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. 32. como resposta. durante a colisão. 16. sem a trito. pode-se afirmar corretamente ue: 01. em se tratando de um choque perfeitamente elástico. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . imediatamente antes de colidir com a esfera B. a esfera A permanece em repouso. 02.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¦ ¡ ¢ ¦ ¡ .0 m/s.30. θ = α.0 m/s. Dê. é maior que a intensidade da força do disco sobre a parede. a esfera B se afasta da esfera A com velocidade igual a 4. sua energia mecâni ca permanece constante e é possível afirmar que sua velocidade no ponto mais baixo d a trajetória. GABARITO Soltando-se a esfera A. é de (2 m v cos θ / ∆t). durante a colisão. Considerando o sistema constituído pelas esferas A e B. Não é possível calcular o valor da velocidade da esfera A.E. 32. sendo L a distância do ponto de suspensão até o centro de massa das esferas e igual a 0. é 3. na qual ∆t é o tempo em que ocorre a colisão. Inicialmente. a inten ade da força da parede sobre o disco. o disco afasta-se da parede com velocidade u. Após a colisão. de forma perfeitamente elástica. Após a colisão. 08. segundo um ângulo θ com a norma l à parede. a esfera A volta com velocidade de 4. podemos afirmar que há conservação da quantidade de movim ento total e da energia cinética total do sistema. 16. no instante em que colidiu com a es fera B.0 m/s. Desprezam-se os efeitos da resistência do ar. chocando se com uma parede. o módulo d v ri ção do momento line r é ∆p = 2 m v cos θ. durante a colisão. 02. no ponto mais baixo da trajetória. é co nstante. Imediatamente após a colisão. UFSC As esferas A e B da figura têm a mesma massa e estão presas a fios inextensív eis. o momento line r d disco é o mesmo. ntes e depois d colisão (pi = pf). é 4. imediatamente antes de colidir com a esfera B.0 m/s. 64. Maringá PR Um disco de massa m escorrega sobre uma mesa horizontal. invertendo o sentido do seu movimento inicial. A velocidade da esfera A. 08. indo colidir. como resposta. Durante o movimento de descida da esfera A. 04. as esfer as encontram-se em repouso e mantidas nas posições indicadas. v > u . com velocidade v. porque não houve conservação da energia mecânica durante seu movimento de descid a e também porque não conhecemos a sua massa. a soma das alternativas corretas. na direção defin ida pelo ângulo a. 8 31. como indicado na figura a seguir. Após a colisão. Dê. ela desce. a intensidade da força da parede sobre o disco. 04. com a esfera B.

partindo de uma altura H. colidem frontalmente entre s i. UFR-RJ Depois de se chocarem frontalmente. tem módulo igual a: vA vA − vB 01) 04) vB 2 vA + vB 05) 02) vA – vB 2 03) vA + vB 35. a partir do repouso. colidem frontalmente entre si. Lei de Newton. parada. conforme indicado na figura abaixo. 33. Se a força sobre a bol a tem uma intensidade média de 600 N. deslocando-se em sentidos contrários com velocidades de módulos VA > VB.8 34. b) as acelerações de recuo são diferentes e as forças de ação e reaçã choque são iguais em módulo e direção. que se encontra inicialmente em repouso no ponto P. A e B. com ve locidade de módulo v. U. Na parte mais baixa da pista. de massa mB = m. é de: a) 0.F. UESC-BA Duas esferas. podemos afirmar que: a) Os dois corpos aderem um ao outr o e se elevam até a altura H. a energi a cinética do conjunto é igual a: 1 1 01) 04) mv2 mv2 18 4 1 1 2 02) mv2 06) mv 9 3 1 03) mv2 6 36. d) as velocidades de re iguais e constantes e as forças de ação e reação durante o choque são iguais em módulo e d e) as velocidades de recuo são diferentes e as forças de ação e reação durante o choque sã iferentes em módulo e direção. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¥ ¦ . c) O corpo A retorna até a altura H/2 e o corpo B se eleva até a altura H/2. em movimento. em s. Logo após a colisão perfeitamente inelástica entre A e B.06 c) 0. b) Os dois corpos aderem um ao outro e se elevam até a altura H/2. imediatamente após a colisão perfeitamente inelástica. respectivamente. de massas iguais.32. Salvador BA Duas esferas. De acordo com a 3 . Se a coli são é perfeitamente elástica. A e B . O módulo da velocidade do conjunto. pode-se afirmar q ue: a) as acelerações de recuo são iguais e as forças de ação e reação durante o choque são em módulo e direção. 4 kg. o tempo de contato do pé do jogador com a bola .02 b) 0. UFPE Um pequeno corpo A de massa mA = m desliza sobre uma pista sem atrito. duas esferas de massas diferentes recuam em sentidos contrários. e) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H/2. c) as acelerações de recuo são diferentes e as forç ação e reação durante o choque são diferentes em módulo e direção. Santa Maria-RS Um jogador chuta uma bola de 0. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. Sabe se que B se encontrava inicialmente em repouso e A. respectivamente. de massas m e 2 m. ele colide com outro corpo idêntico B . U.2 d) 0. d) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H.6 e) 0.

que vinha com velocidade vB. A quantidade de movimento dissipada no choque foi igual a 1/2 mBvB Está corre to apenas o que se afirma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ . o carro B paro u enquanto a caminhonete A adquiriu uma velocidade vA = vB/2. A energia mecânica dissipada na deformação dos veículos foi igual a 1/2 mAv2A III. foi atingida por um ca rro B. pode se concluir que o choque não foi totalmente elástico. parada em uma rua plana. na mesma direção de vB .37. pois é incompatível com a lei da conservação da quantidade de mov mento II. Fuvest SP Uma caminhonete A. B VB A 10 Como os veículos ficaram amassados. no momento da batida. com massa mB = mA/2. A descrição d choque não está correta. Consta no boletim de ocorrência que. Considere estas afirmações de algumas pessoas que comentaram a situação: I.

e 30. 18. a) –3 m/s b) 63 m/s c) ∆EC = 28 350 J 25. 9.s 15 b e V–F–F e b b F–F–F–V–F 1 m/s 68 V2 = V0.2 kg m/s b) Fm = 66 N. 10. 63 km/h 23. a 28. vertical p/ cima 22. 19. 17. 6.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar . 60 32. 26 31. c 29. b ) ∆Q = 3. c 26. c 27.99N . 2. 5. 12. d 37. 7. 13. a 3 4.F ÍS IC A 1 IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1. 03 36. a F–V–F–V–F 0. 16. b IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 04 35. 4. b 33. 8. 11. 20. 15. 3. 14. a 24. V1 = 0 a F–V–V–V–F V–F–F–F c a) 10 m/s.

Com base nas leis que descrevem o mov imento dos corpos celestes no espaço são feitas as afirmações a seguir. e) possui períod o de revolução maior que outro planeta mais distante. a Via Láctea. d) é lo calizado por um raio vetor que varre áreas iguais em tempos iguais.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. os astronautas. Superior de Brasília-DF O Sistema solar é um grupo de corpos celestes (entre os quais inclui-se a Terra) que orbitam ao redor da estrela Sol. uma das centen as de milhões de estrelas de nossa galáxia. aproximadamente. 2. a) descreve órbitas circular es. um planeta girando em torno do Sol. I. UESC BA De acordo com a s leis de Kepler.E. ( ) A intensidade do campo gravitacional terrestre independe da po sição considerada e tem valor. 1 IMPRIMIR GABARITO Se os tempos gastos para o planeta se deslocar de A para B . ( ) Os satélites de telecomunicações são geo estacionários pelo fato d apresentarem “parados” em relação a um referencial solidário à superfície da Terra. Eles t ríodo de translação igual ao período de rotação da Terra e sua órbita é circular contida no o equatorial. de 9. julgue-as quanto à veracidade. ( ) Usando a terceira L ei de Kepler verificamos que triplicando o raio médio da órbita de um satélite em torn o da Terra. não estão sujeitos a fo rças gravitacionais.8 N/kg. e objetos no interior da nave. c) é mais veloz ao passar pelo afélio. ( ) O período de revolução do planeta Marte em torno do Sol é inferior a um ano terrestre. então as áreas – A1. pelo menos 54 satélites. A2 e A3 – apresentam a seguinte relação: a) A1 = A2 A3 b) A1 > A2 = A3 c) A1 < A2 < A3 d) A1 > A2 > A3 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ . O sistema Solar inclui nove planetas. ( ) Você já deve ter visto filmes mostrando astronautas “flutuando” dent ro de suas naves espaciais. de C para D e de E para F são iguais. 3. mais de mil cometas já observados e milhares de c orpos menores (os asteróides e os meteoros). Isso ocorre pois durante seu movimento em órbita circu lar da Terra. seu período de revolução fica nove vezes maior. UERJ A figura ilustra o mov imento de um planeta em torno do sol. b) tem velocidade linear constante.

conhecida como a lei das órbi tas. os módulos das velocid ades v1. no trecho GH a aceleração tangencial do p laneta tem o mesmo sentido de sua velocidade.4. ( ) O peso de um corpo de 12 kg que se encontra a uma altura i gual ao raio da Terra é de 60 N. 16. Em cada trecho. 5. ele está em equilíbrio.10 d) 0. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). UFMT Considere que o esboço da elipse abaixo representa a t rajetória de um planeta em torno do Sol. v2. ( ) De acordo com a 3 Lei de Kepler. 08. c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço.90 2 6. v3 e v4 representam as v elocidades do planeta nos pontos indicados.05 c) 0. ( ) A 1 Lei de Kepler. 04. 02. 7. deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. como resposta. é correto afirmar que: 01. d) ao fato de se encontrarem no vácuo. v2 e v3 seguem a relação v1 > v2 > v3. A razão R = Fe/F. b) aos equipamentos especia is de que dispõem. é aproximadamente de: a) 0. Dê. As áreas sombreadas são todas iguais e os vetores v1. o módulo da velocidade v1 é menor do que o módulo da velocidade v2. Univali SC Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm se flutuando em órbita em t orno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra. quanto mais longe do Sol estiver o planeta maior se rá o seu período de revolução. GABARITO Considerando as leis de Kepler.05 do raio médio da Te rra. ( ) Se um corpo rígido está sob a ação de duas forças de mes . IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¥ ¥ ¦ ¦ .50 e) 0. entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. os tempos necessários par a percorrer cada um dos trechos sombreados são iguais. ( ) A lei da gravitação universal diz que a matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa da di stância entre elas. o planeta é representado no ponto médio da trajetória naquele trecho . no trecho CD a aceleração tangenci al do planeta tem sentido contrário ao de sua velocidade. logo. que está sendo construída num esforço conjunto de diversos paí es. afirma que os planetas descrevem uma órbita circular em torno do Sol. concluímos que a resultante das forças é zero.02 b) 0. Fuvest SP A Est ação Espacial Internacional. a soma das afirmati vas corretas. mesma direção e sentidos contrários. e) ao fato de estarem a grande altitude. que se encontra em um dos focos da elipse .

todos em perspectiva. de massas respectivamente iguais a 60 kg e 80 kg encontram se a um metr o de distância um do outro.20 . é intimista. Uma garota e u m rapaz. foi descoberta por Henry Cavendish. e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2.20 . UESC BA A distância média da Terra à Lua é cerca de 4. o valor 6. Alfenas MG A força de atração gravitacional entre dois corpos é diretamente propo rcional ao produto das massas dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.6 02) 160 05) 0.) é o único meio qu e nos manifesta puramente a força universal que todas as coisas contêm.108 m. 10 e) 5. UERJ Segundo a lei da gravitação universal de Newton.. a lei da Gravitação Universal pode ser recon ecida na expressão: T3 a) 2 = constante D T2 b) = Mm D Mm c) = constante F Mm = co nstante d) FD 2 MmF e) = constante D2 3 GABARITO 11. A distância média da Terra ao Sol é rca de 1011m. Mesmo que não se ja obrigatoriamente conhecido pelos artistas.” (Paul Cézane) b) “Hoje. se a massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua. Sendo F a intensidade da força de atração entre o planeta e o satélite. que embora tocada por uma grande orquestra. A força de atração gravitacional entre eles tem valor.20 .67 .8. F2 Nessas c ondições. UFSE Con sidere um satélite de massa m que orbita em torno de um planeta de massa M. a razão 1 é igual a: F 01) 160 0 04) 1. A respeito desses satéli tes.” (Piet Mondria n) c) “Na natureza jamais vemos coisa alguma isolada. 10. aproximadamente igual a: a) 3. 10 12. U.34 .34 .” (Goethe) d) “Ocorre na natureza alguma coisa semelhante ao que acontece na música de Wagner.” (Van Gogh) 9.m2/kg2. 10–11 N. a beleza (. é possível identificar o conceito básico dessa lei na seguinte citação: a) “Trate a natureza em termos do cilindro. é correto dizer que: a) seus planos orbitais podem ser quaisquer. em N. ao lado. b) todos se encontram à mesma altura em relação ao nível do mar. 10–9 –11 b) 3. da esfera e do cone.16 03) 16 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . 10–7 d) 5. A constante de proporcionalidade. e o val or da força de interação gravitacional entre elas é F1. 10–13 –15 c) 3. denominada constante u niversal da gravitação (G). a uma distância D do centro do planeta e com período de revolução T. mas tudo sempre em conexão com algo que lhe está diante. Cavendish mediu tal força em laboratório e encontrou para G. cem anos após Isaac Ne wton ter comprovado a existência da força de atração gravitacional. c) a altura em relação ao nível do ma epende da massa do satélite.. PUC RS As telecomunicações atuais dep endem progressivamente do uso de satélites geo estacionários. abaixo ou acima. e) se mantêm no espaço devido à energia solar. d) os que servem os países do hemisfério norte estão vertic almente acima do Pólo Norte. a força gravitacional entre d ois corpos é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente pro porcional ao quadrado da distância entre seus centros de gravidade.

14. esse tipo de satélite e essas antenas terão: a) a mesma velocidade linear. 4 GABARITO ( ) 16. os motores são acionados de modo que o satélite a ssuma uma nova órbita distante 2r1 da Terra. em módulo. é correto afirmar que: 1 2 01. dentre as seguintes. que não está de acordo com as idéias de Kepler e Newton: a) A força gravitacional entre os corpos é sempre atrativa.13. A partir do que foi descrito. com massa m. d) A força gravitaci onal entre duas partículas é diretamente proporcional ao produto de suas massas e in versamente proporcional ao cubo da distância entre elas. de modo a poder monitorar as queimadas na região Ce ntro Oeste. estacionária sobre Campo Grande. Assinale a alternat iva. tendo o Sol como um dos seus focos. quando Johannes Kepler enunciou três leis que descrevem como os p lanetas se movimentam ao redor do Sol. é lançado da Base de Alcântara e é colocado em uma órbita com raio r1. mas períodos de rotação diferentes. estacionária sobre Campo Grande. c) a mesma velocidade angular. como resposta. a força centrípeta na órbita final é menor que na órbita inicial Dê. o tra balho efetuado pelos motores do satélite é dado por T = m v 2 − v1 .1 e) 0. b) a mesma velocidade a ngular e o mesmo período de rotação. 16. a velocid ade v2 é maior que a velocidade v1. em relação ao centro da Terra. b) As trajetórias dos planeta s são elipses. Nessa órbita a sua velocidade é. Isaac Newton corroborou e com plementou as leis de Kepler com sua lei de gravitação universal. PUC PR O movimento planetário começou a ser compreendido matematicamente no inic io do século XVII. a velocidade do planeta. A razão (FSat/FT) entre a força gravitacional com que o Sol atrai Saturno e a força gravitac ional com que o Sol atrai a Terra é de aproximadamente: a) 1000 b) 10 c) 1 d) 0. Eles são normalmente operados em órbitas q ue lhes possibilitam permanecer imóveis em relação às antenas transmissoras e receptoras fixas na superfície da Terra. Essas órbitas são chamadas geoestacionárias e situam se a uma distância fixa do centro da Terra. quando ele está mais próximo ao Sol (periélio). e) Ao longo de uma órbita. baseando se em observações astronômicas feitas por Tycho Brahe. 04. a velocidade angular na órbita final é maior q ue a velocidade angular na órbita inicial. a força centrípeta na órbita final é maior que na órbita inicial. v1. com módu lo de velocidade v2. a uma distância média 1 0 vezes maior do que a distância média da Terra ao Sol (valores aproximados). UFMT Um sa télite.\ 15. c) O quadrado do período orbital de um planeta é proporcional ao cubo de sua distância média ao Sol.001 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Fuvest SP No Sistema Solar. 08. A respeito desse satélite. amplif icam e retransmitem ondas eletromagnéticas. Seguindo o comando do Cent ro de Controle da Base de Alcântara. mas períodos de rotação diferentes. o planeta Saturno tem massa cerca de 100 vezes m aior do que a da Terra e descreve uma órbita. a soma das afirmativas corretas. é maior do que quando ele está mais longe dele (afélio). UFRN Satélites de comunicação captam. 2 2 02. pode se afir mar que. d) a mesma velocidade linear e o mesmo período de rotação. em torno do Sol. Cerca de cinqüenta anos mais tarde.

a luz emitida pelo quasar leva aproximadamente 9x109 anos pa ra chegar à Terra. descrevendo órbitas circula res de mesmo raio em torno da Terra.00 3.00 3.058 0. são os corpos mais distantes d a Terra já observados. Dê.5 1024 kg.17.m2/kg2 A partir dessas informações. Sabendo se que a velocidade da luz no vácuo é de 3x108 m/s e que 1 ano luz é a distância percorrida pela luz no vácuo du rante 1 ano (365 dias). a distância do quasar à Terra é igua1 a aproximadamente 1x1010 an os luz. O período é medido em anos e a distância em unidades as ronômicas (UA). a soma das afirmativas corretas. 1 ano luz é igual a aproximadamen te 9.1022 km. que a distância en tre um determinado quasar e a Terra é de 9. ( ) As forças gravitacionais da Terra sobre a Lua e da Lua sobre a Terra têm módulos diferent es. UERJ A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão e ntre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revol ução T em torno do Sol é constante. UFPR Considerando as leis e conceitos da grav itação. UFMS O s quasares. objetos celestes semelhantes às estrelas.058 0. os planetas descrevem órbita s elípticas em torno do Sol. como resposta. isso significa que.378 1. 18. 04. ( ) Dois satélites artificiais de massas diferentes.5x1015 km. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra.m3 / kg. sendo que o Sol ocupa um dos focos da elipse.5 141 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. O período estimado do planeta X é de 125 anos. ( ) De acordo com as leis de Kepler. têm velocidades escalares iguais. 1 ano luz é igual a aproximadamente 9. se esse quasar desaparecer. PLANETA MERCÚRIO VÊNUS TERRA MARTE JÚPITER SATURNO T2 0.5x1015 m. • seu raio é cerca de 10 vezes maior que o da Terra. o evento será percebido na Terra somente após 1x1010 anos. b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra. através de medidas astronômicas. a unidade da constante de gravitação universal G pod e ser N. • seu raio tem a proximadamente 6500 km. é correto afirmar: ( ) No SI. 19.5 141 868 D3 0. 02. Unimontes MG Observe os s eguintes dados: em relação a Terra • tem massa em torno de 6. ( ) A aceleração da gr avidade na superfície de um planeta de massa M e raio R é dada por GM/R2.378 1. Supo ha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. conclui se que quando o planeta está próximo do Sol ele move se mais rapidamente do que quando está mais afastado. ( ) Sabendo que a lei das áreas de Kepler estabelece que a reta que liga um planeta ao Sol va rre áreas iguais em tempos iguais. é correto afirmar que: 01. 08. Verificou se. em relação a Júpiter • tem massa cerca de 290 vezes maior que a Terra. Calcule: a) a distânci a do planeta X ao Sol em UA. Considere: constante gra vitacional 6. 20. é correto afirmar que a acele ração gravitacional de Júpiter é em torno de: a) 38 m/s2 b) 29 m/s2 c) 19 m/s2 d) 25 m/s 2 5 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ § ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ § ¦ ¦ .5 10–11 N.

3. c) permanece constante.67. então.1024 6. 2 2. localiza se mais próximo da Lua. o módulo da força p so de um corpo de massa m é P = m. nessa situação. A massa da Ter ra é cerca de 18 vezes maior que a massa de Mercúrio. P ode se. 08.1023 4. 10–11 N m2 kg–2.m/r2. 23. é igual a 6. sob a ação exclusiva de forças gravitacio nais desses corpos.M. A aceleração da gravidade. O ponto de equilíbri de um objeto situado entre a Terra e a Lua. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . sendo G a constante de gravitação universal.0. como resposta.224. é FG = G. Católica DF A força de atração gravitacional entre dois corpos celestes é inversamen te proporcional ao quadrado da distância entre eles. Dê.10–11 unidades do SI. os dados apresentados na tabela e a constante de gravi tação universal igual a 6. 02.g e o módulo da força gravitacional que age sobre es se corpo. Considerando se a figura. Num local onde o módulo da aceleração da gravidade é g. UFBA 6 GABARITO Planeta Mercúrio Vênus Terra Raio Médio da órbita (em milhões de km) 58 108 150 Massa (em km) 3. b) é dividida por 4. Sabendo se que a distância entr e um cometa e a Terra diminui à metade. M a massa da Terra e r a distância do centro de massa do corpo ao centro da Terra. O período de revolução da Terra é maior que o de V 16. é correto afirmar: 01. menor a força peso do corpo. (Nota: r é igual à soma do raio da Terra com a altura na qual o corpo se encontra em relação à superfície da Terra.1024 GUIMARÃES & FONTE BOA. d) dimi nui à metade. é nula.) Do que foi exposto. c) O valor da aceleração da gravidade não varia com a altura. conc lui se que: a) Quanto maior a altura. 0 4. a força de atração exercida pela Terra sobre o c ometa: a) é multiplicada por 2. b) Quanto maior a altura. maior a força peso do corpo. a soma das a lternativas corretas. p. expressa em unidades do sistema internaciona l. O movimento dos planetas e m torno do Sol obedece à trajetória que todos os corpos tendem a seguir por inércia.9. escrever: P = FG. 32. U.67 .21. A constante de gravitação universal. na superfície de Mercúrio. UFRN A força peso de um corpo é a força de atração gravitacional que a Terra exerce so bre esse corpo. d) O valor da aceleração da gravidade depende da massa (m) do corpo. e) é multiplicada por 4.

1024kg e 57. a soma das alternativas corr etas.10–11 Nm2kg–2 e utiliza ndo se a tabela acima. o en unciado das três leis de Kepler.1 06m. em intervalos de tempo iguais.97. U. Quanto maior o raio médio da órbita de u m planeta em torno do Sol. 569. ao longo de vários anos. Nessas condições.6 9. possuidor de grande habilidade matemática. Dê. 1 . 3 25. A razão entre os quadrados dos p eríodos de translação dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios de suas órb itas apresenta um valor constante. a seguir. 3 . 64. 32. UFSC Durante aproximados 20 anos. cuja mass a e raio médio.8 11. o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe realizou r igorosas observações dos movimentos planetários. Os planetas situados à mesma distância do Sol devem ter a mesma massa. o astrônomo alemão Johan nes Kepler (1571 1630). lei de Kepler: Cada planeta descreve uma órbita e líptica em torno do Sol. o planeta citado é: a) Marte b) Vênus c) Terra d) Saturno e) Júpite r Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¥ ¥ ¥ ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . 08.9 Planeta Marte Vênus GABARITO Terra Saturno Júpiter IMPRIMIR Considerando se a constante de gravitação universal igual a 6. Kepler. após sua morte. são. maior será o período de seu movimento.3. 16. 04. Salvador BA Aceleração gravitacional na superfície (m/s2) 3. 02. pode se identificar o planeta do sistema solar. tend o descoberto três leis para o movimento dos planetas. em valores aproximados. analiso u cuidadosamente os dados coletados por Tycho Brahe. respectivamente. lei de Kep ler assegura que o módulo da velocidade de translação de um planeta em torno do Sol é co nstante. O período de translação dos planetas em torn o do Sol não depende da massa dos mesmos.7 24. lei de Kepler: Os quadrados dos períodos de translação d os planetas em torno do Sol são proporcionais aos cubos dos raios médios de suas órbit as. A velocidade de translação da Terra em sua órbita aumenta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à medida que ela se afasta. A velocidade média de translação de um planeta em torno do Sol é diretamente proporcional ao raio médio de sua órbita. da qual o Sol ocupa um dos focos. Apresentamos. como resposta. por seu discípulo.7 8.67. Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclusão(ões) correta(s) das leis de K epler: 01. A 2 . 2 . 25. lei de Kepler: O raio vetor (segmento de reta imaginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais. reunindo dados que serviram de base p ara o trabalho desenvolvido.

10. 20. 18. 25. b) 1/5 F–V–F–V–V–V 02 + 04 + 08 b b e 01 + 04 + 08 = 13 86 04 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação . 4. 17. 11. 2. 9.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. 12. 21. 24. 16. 22. 6. 15. 7. 8. 3. b 01 + 02 + 08 c a ) 25∪A. 23. 13. 5. 19. F–F–V–F–F 05 a a e F – F – F –V – F 01 + 04 + 08 c b d a 02 d 14.

d) 9. prevenindo um a pneumonia por entrada de água nos pulmões. pois o seu organismo reage de f orma idêntica na subida e na descida. quanto mais grossa é a agulha. a pressão do lado de fora da janela caiu p ara 0.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. O módulo (expr esso em 104 N) e o sentido da força resultante sobre a janela é igual a: Dado: 1 atm = 1 105 N/m2 a) 6. UFR RJ A janela de uma casa possui dimensões iguais a 3. julgue os itens. gerando u ma embolia.0.96 atm. A cerca da maneira mais adequada de desenvolver tal projeto. o agente físico responsável pela pressão da água nos canos é a força da gravidade. levando em conta as leis da Física. pela redução da temperatura de transição de fa e de alguns elementos. para evitar o surgimento de bolhas na corrente sangüínea. evitando descompressão rápida. situado em um ponto a 20 m de profundidade. subir à mesma velocidade com que desceu. subir rapidamente. Para voltar à superfície e exibir o resultado de sua pescaria.5. ( ) Num sistema de abastecimento de água on de nenhuma bomba está presente. uma enfermeira insere uma agulha na pele do paciente. ( ) Ao aplicar u ma injeção. Supondo que a força aplicada seja sempre a mesma. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ § § . podemos concluir que. 4 . d e 2 atm. um técnico tem que dimensionar as caixas d’água de cada bairro. 32. subir muito lentamente. em média. de fora para dentro. subir rapidamente. 04. 16. para evitar a de scompressão rápida. para evitar o af ogamento pela entrada de água nos pulmões. de fora para dentro. Dê. o que poderia causar a vaporização de elementos do sangue.4. UFMT Ao projetar o sistema de fornecimento de água de uma cidade. subir muito lentamente. UFSC Um mergulhador atinge uma profundidade de 60 m quando parte no encalço de u m peixe que lhe daria a vitória numa competição de caça submarina. est iverem as residências. subir muito lentamente. c) 2. 02.0 m 2. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). fica submetido a uma pressão.0 m.0. ( ) O técnico deve projetar caixas d’água tanto mais largas quanto mais longe. ( ) Caixas d’água de diferentes formatos apresentam diferentes eficiência quanto ao fornecimento de água. de dentro para fora. de dentro para fora. a soma das alternativas corretas. como resposta. ( ) O empuxo que atua em um barco. navegando em água doce. b) 4. 08. ( ) A pressão da água no interior da tubulação de uma residência i pende do diâmetro dos canos.6. de dentro para fora. ( ) O princípio de Pascal estabelece que o aumento de pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio transmite se parcialmente a todos os pontos do líquido. (1 atm = 105 N/m2) 1 2. maior é a pressão exercida sobre a pele do paciente. aproximadamente. pois a essa profundidade não são causados quaisquer tipos de danos à sua saúde. enquanto a pressão do lado interno manteve se em 1 atm. é maior do que quando ele navega em água salgada. ( ) Um mergulhador. Em função de um vento forte. 3. é correto afirmar que ele deveria: 01. e) 2. ( ) A densidade de um bloco d e madeira de massa 200 g e volume 500 cm3 é 400 kg/m3.

( ) Considerando que a pressão máxima suportável ao corpo humano é de 4 atm. em movimento acelerado. 7. Como 1 atm correspon de a cerca de 1 x 105 Pa no SI (e 1 Pa = 1 N/m2). Essa unidade corresponde à pressão exercida por uma força igual ao peso d massa de 1 libra. Ramalho.500 g/cm3 são misturados a 6 (seis) litr os de outro líquido com densidade igual a 0. situado na Jordânia.725 b) 0. objetos com densidades igu ais à da água desse mar. ed. é o reservatório natural de água de maior salinidade d o mundo. São Paulo: Moderna. Nicolau. Fuvest SP Um motorista pára em um posto e pede ao frentista para regular a pres são dos pneus de seu carro em 25 “libras” (abreviação da unidade “libra força por polegada drada” ou “psi”).300 c) 0.5 kg e 1 polegada a 25 x 10–3 m. determine. julgue as assertivas.M. 04) f az flutuar.2 atm e) 0. A excessiva concentração de sal dissolvida na água impede a sobrevivência de qu alquer ser vivo no seu interior. justificando o seu nome. v. Itajubá MG 2 (dois) l itros de um líquido com densidade igual a 0.615 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . p. aproximadamente. com reduzido volume submerso. 455.375 e) 0. a) 0. Em relação a tais características. ( ) A condição idea l para o corpo humano é a da ausência de pressão (0 atm). 7. já que a sua área superficial é da ordem de 1m2. qual a densidade do líquido resultante da mistu ra acima descrita.01 atm 6. Toledo.415 d) 0. Uma libra corr esponde a 0. Se na mistura não ocorreu con tração de volume. objetos com densidades inferiores à da águ a desse mar.800 g/cm3. UESC BA O Mar Morto. 02) torna a densidade da água menor do que em outros ambien tes marinhos. 1. 8.5 atm d) 0. é possível mergu har na água sem equipamentos especiais até uma profundidade de 30 m. distribuída sobre uma área de 1 polegada quadrada. F. aquelas 25 “libras” pedidas pelo m otorista equivalem aproximadamente a: a) 2 atm b) 1 atm c) 0. 03) impede o aumento da pressão hidrostática com a profundidade. Os Fundamentos da Física.5. UFMT A pressão atmosférica a nível do mar corresponde a 1 x l0 5 N/m2. ( ) O fato de suportar a pressão de 1 at m implica que a estrutura do corpo humano é capaz de suportar o peso de um corpo d e 10 toneladas colocado sobre ele. em g/cm3. o excesso de sal na água do Mar Morto: 01) anula a conduti vidade elétrica do meio. Isso faz com que o cotidiano na superfície da Terra tenha características qu e não seriam possíveis caso esse valor fosse significativamente diferente. 05) faz afundar. 2 Além de não favorecer à vida. ( ) A pressão interna do corpo humano tende a se equilibrar com a pressão atmosférica.

como a caixa es tá toda vedada: a) a parte acima do nível da água. devido a sua força. Petúnia ouve. c) não há nem gravidade nem pressão interna dentro da caixa. semelhantes aos terráqu eos. 10. Preocupada com esse fato. mas não o contrário. apoiada centro. numa partida de futebol. cheias de A B água até a borda. pela inexistência de atmosfera. cuja a base está a 4. como resposta. não. Isso ocorre porque. porta . teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens. poderiam fazer lançamentos mais longos do que se estivessem na Terra. 08. ele cria uma zona de baixa pressão sobre o telhado e este então é empurrado para fora pela pressão interna. torna se vácuo. Num certo d ia. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . A balança permanece na mesma posição horizontal devido à ação dos fios. que o mosquito transmissor da dengue põe ovos também em água limpa. é comum que telhados sejam arrancados durante tempestades com vento. cria uma zona de alta pressão sobre o telhado e este então é puxado para fora.0 m. poderiam apreciar o alaranjado do pôr do Sol como um terráqueo. d) a pres são atmosférica na saída da água no chuveiro é maior que a pressão dentro da caixa d’água. pode se afirmar que: a) há s iguais e diferentes de zero nos dois fios. habitantes da Lua. não conseg uiriam engolir nada. e) não há tensão em nenhum dos dois fios. b) a força da gravidade não atua na água e. fazendo c om que o excesso de água transborde para fora da balança. de d ensidade maior que a da água. a soma das alternativas corretas. Fuvest SP Duas jarras iguais A e B. Isso acontece porque: 01.9. são mantidas em equilíbrio nos → g braços de uma balança. 02. Dê. mas a água não sai. numa partida de futebo l. inclusive os sangradouros. a soma das afirmativas corretas. 64. 04. de lado igual a 2. 08. descer. uma bóia veda a entrada da água. conforme a f1 f2 figura. esta não desce. teriam menos opções de chutes. Coloca se na jarra B um objeto metálico. 02. mas não o contrário. Dê. os telhados são preparados para suportar grande s pressões de fora para dentro. sendo a ten são no fio f1 maior do que no fio f2. o vento é capaz de arrancar o telhado. c) há tensão apenas no fio f1. como o vento tem uma grande velocidade. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). Sobre tais habitantes. presos sem tensão. FMT Em locais descampados e planos. 16. e. pela impossibilidade de aplicar e feitos na bola. Esse objeto deposita se no fundo da jarra. mas não frouxos. 04. como o vento tem uma grande v elocidade. no noticiário. Geralmente o telhado não é empurrado pelo vento em direção ao chão da casa. então. veda a completamente. UFRN Na casa de Petúnia há uma cai xa d’água cúbica. os telhados são preparados para suportar grandes pressões de dentro para fora. d) há tensão apenas n o fio f2. Em seguida. não poderia m beber líquidos através de um canudinho. UFSC Suponha que existissem lunáticos. 11. abre a torneir a do chuveiro para um banho. Depois de a caixa estar cheia. e a tendência é a água subir. não conseguiriam empinar pipa. em relação ao huveiro. Nessa nova situação.0 m de altura. como resposta. dentro da caixa. ela espera a caixa encher o máximo possível e. 16. b) há tensão nos dois fios. na superfície lunar é correto afirmar que: 01. 32.

UFRN O pri ncípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integra lmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém. na altura do coração que pontos situados no mesmo nível de um líquido estão à mesma pressão. III. determine o valor do empuxo que o bloco recebe da água. As duas esferas recebem da água empuxos de mesma intensidade. As densidades das duas esferas são iguais. d) I e II. Os pesos das duas esfera a mesma intensidade. ao nível do coração. Uma experiência simple s pode ser realizada. Assinale a opção c orrespondente ao que ocorrerá na prática. na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. A seguir. ao ser abando nado. Acafe SC Para medir a pressão arterial. e coloca se a mesma em pé. com um deles a meia distância dos outros dois. Esta é uma aplicaçã princípio de: a) Pascal d) Newton b) Stevin e) Joule c) Arquimedes 15. II. c) a III. Considerando g = 10 m/s2. GABARITO a) c) IMPRIMIR b) d) Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . ficam em equilíbrio nas posições indicadas: 4 Com relação a essa situação são feitas as seguintes afirmações: I. e stão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. A seguir. enche se a garrafa com água. Fatec SP Du as esferas A e B. b) a II. sobre uma superfície horizontal. para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. até um determinado nível acima do furo superior. vedando se totalment e o gargalo. na v ertical. sendo abandonado em seguida. e) I e III. 16. um médico usa um manômetro no braço de um paciente. Dado: densidade da água é 1 g/cm3 14.13. tampa se a garrafa. após efetuarem se todos esses procedimentos. Dentre essas afirmações está(ão) cor reta(s) apenas: a) a I. de mesma massa. São feitos três furos. quando colocadas nu m tanque com água. UFR RJ Um bloco de massa igual a 400 g e volume 500 cm3 foi totalmente mergu lhado na água contida em um recipiente. todos do mesmo diâmetro. mas de volumes diferentes. até mesmo em casa.

Na altura da parte interna do cotovelo do p ciente. Bombeando se ar para o interior da braçadeira. consiste de uma braçadeira inflável cuja parte interna está conecta da a uma pequena bomba manual e a um manômetro. com o uso da bomba. uma segunda leitura.0 m 0. conhecido co mo esfigmomanômetro. da aresta do cubo colocado na água é igual a: a) 10 b) 10 3 2 2 c) 10 d) 10 3 12 12 19. somente a caixa 2. julgue os itens que se seguem. A lei tura do manômetro no instante em que a primeira pulsação é ouvida corresponde à pressão sis ica. Considerando π igual a 3. Essa braçadeira é posta de modo a envo lver o braço direito do paciente na altura do coração e.0 m. é inflada. PUC-PR A caixa-d’água de uma residência tem a forma cúbica com aresta de 1.5 m 2. UERJ Um recipiente cilí o de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizo ntal e contém água até a altura de 40 cm. correspondente a pressão diastólica. é feita no momento em que as pulsações deixam de ser ouvidas no estetoscópio. mas o p rocedimento permite igualar essa pressão com a pressão sangüínea no interior da artéria. uma ressão maior que nas tornei ras? Com rimento Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 3.0 m 2.5 m Altura 0. é colocado um estetoscópio que permite ouvir a pulsação sangüínea nessa artéria. as pulsações não são ouvidas no estetoscópio. e a “segunda leitura”.5 m 1. ( ) O ar. a pressão diastólica é sempre maior que a pressão sistólica. Com o auxílio dessas informações. Q ual ou quais das 4 caixas – re resentadas elas suas dimensões no quadro a seguir – qu ando totalmente cheias. somente a caixa 4.0 m 0. no braço. Um aparelho comum para essa medida.0 m GABARITO Largura 1. ( ) A “primeira pulsação” ouvida está relac ntração ventricular. as caixas 3 e 4. enquanto é bo mbeado para o interior da braçadeira. a medida.5 m 0. causaria. Com a caixa totalmente cheia. UnB DF Para medir as pressões sistólica e diastólica do coração de um paciente. à contração atrial. a ressão de saída da água nas torneiras é . em cm. as caixas 1 e 2.5 m IMPRIMIR Caixa 4 a) b) c) d) e) somente a caixa 1. Imergindo se to talmente um bloco cúbico no recipiente. ( ) Quando a pressão do ar no interior da braçadeira é maior que a pressão sangüínea na arté . ( ) Para u ma pessoa saudável. o nível da água sobe 25%. ( ) A pres que se mede pelo manômetro é a pressão do ar no interior da braçadeira inflada. ela exerce uma pressão que bloqueia a circulação sangüínea em uma artéria.5 17.0 m 2. Continuando o lento vazamento. fazendo que o ar escape lentamente.Hidrostática ¦ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¦ ¦ ¤ ¦ ¤ . Um queno vazamento é provocado na braçadeira. conforme indicado na figura. 18. sugeriu-se substituir a caixa or outra na forma de um aralele í edo. ou causariam.5 m 1.0 m 1. os médi os seguem um procedimento padrão. sofre aumento de sua temperatura. Voltar FÍSICA . Para aumentar es sa ressão.

Avançar .

0 2. 16. Um cubo maciço de ferro exerce. o gráfico que ex ress a a variação da ressão. Dê. é correto afirmar que: 01. o desnível será menor que 2.0 m e a largura 0. um desnível de 2. é: 01) 04) 02) 05) 03) 6 21. 04. se a velocidade do ar . 23. h. as ressões nas su erfícies dos líquidos em cada ramo são iguais. a ressão na su e rfície do ramo da esquerda é menor que a ressão no onto b. observa-se o nível da água a 20 cm acima do fundo do barco. I. ITA-SP Um equeno barco de massa igual a 60 kg tem o formato de uma caixa de base retangular cujo com rimento é 2. ois o barco afundaria com o eso deste tri ulante.0 mm. c) somente II. II e III. O valor que mel hor re resenta a massa do lastro em kg é: a) 260 b) 210 c) 198 d) 150 e) Indetermi nado. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Dobrandose suas dimensões. A pr ssão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém.80 m.20. 22. é independe nte do tipo de líquido considerado. III. com um tri ulante de 1078 N e um lastro.23 m.0 mm. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I. uma ressão “ ”. 08. d) somente II e III. . Descontando o atrito caixote/ iso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. e) I. II. Des rezando os efeitos de desnível devidos a tensões su erficiais da água. b) somente I e II. a soma das afirmativas corretas. A rofundidade do ba rco é de 0. Posto ara flutuar em uma lagoa. como re s osta. UESC-BA Um co o destam ado contém água e óleo em equilíbrio. as ressões nos ontos a e b são iguais. Cefet-PR Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. UFMS Uma essoa so ra ar transversalmente através de um dos ramos de um tubo em U que contém água. o desnível dos ramos do tubo em U será ma ior que 2. Sendo Po a ressão atmosfé ica local e tomando-se como referência a su erfície livre do óleo. com a rofundidade. Devid o ao so ro. c omo mostra a figura abaixo.0 mm é mantido entre os níveis de água nos ramos do tubo. em sua base d e a oio. com que a essoa so ra for aumentada. a pressão ficará igual a 2p. V. se o diâmetro do ramo do lado direito do tubo em U for maior d o que o diâmetro do ramo do lado esquerdo.

pode se afirmar que: a) o empuxo sobre o bloco (2) é maior que o empuxo sobre o bloco (1). o volume da bolha. a pressão aumenta cerca de 1. o empuxo diminui e a tensão é igual.0 atm). de volume Vi. será aproximadamente: a) 4. d) o empuxo sobre o bloco (1) é igual ao empuxo sobre o bloco (2). V e T são respectivamente.5 Vi IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . Imagine que tal aquário seja transportado para a superfície de Marte. Fuvest SP Um objeto menos denso que a água está preso por um fio fino. 7 g GABARITO a) b) c) d) e) o empuxo é igual e a tensão é igual. c) o peso do bloco (1) é igual ao peso do bloc o (2). conforme a figura. onde a aceler ação gravitacional é de aproximadamente g/3.0 m de profundi dade. como mostra a figura abaixo: De acordo com o princípio de Arquimedes. Na si tuação apresentada. e) nada se pode concluir. quando ela estiver prestes a chegar à superfície. onde a pressão é a pressão atmosférica (1.24. sendo a massa do bloco (2) maior que a massa do bloco (1). b) o empuxo sobre o bloco (1) é ma ior que o empuxo sobre o bloco (2). já que as massas são desconhecidas. estão em repouso na superfície d’água. o empuxo diminui e a tensão au menta. E m relação aos valores das forças observadas na Terra. quando uma pequena bolha de ar. a pressão. fixado no fundo de um aquário cheio de água . empuxo e tensão no fio. o volume e a temperatura do ar dentro da bolha. considere que: a temperatura dentro da bolha permanece constante e nquanto esta existir. sendo g a aceleração da gravidade na Terra. o ar da bolha é um gás ideal e obedece à relação: PV = constante.0 atm a cada 10. podese concluir que. Sobre esse objeto atuam as forças peso.5 Vi d) 2.5 Vi c) 1. é libera da e sobe até a superfície. constituídos de água pura. o empuxo diminui e a tensão diminui. UFR RJ Dois blocos de gelo (1) e (2). T onde P. UFRN Um mergulhador que faz manutenção numa plataforma de exploração de petróleo está a uma profundidade de 15.5 Vi b) 3. Para efeito d sse problema. o empuxo é igual e a tensão aumenta. 25.0 m. 26. em Marte.

0 atm c) 2.10–4 N/m2 3. de sprezando o atrito no êmbolo. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1.0 g/cm3.E. Considerando que a torneira e steja fechada.10–4 N/m2 20.10–4 N/m2 28. Londrina PR A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um re servatório instalado no último pavimento de um edifício. o corpo é colocado dentr o de um recipiente com água.5 atm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . a pressão que a água exerce sobre a torneira é: a) 1.0. fazendo deslocar 1000 cm3 de água. existe ar rarefeito so b pressão de 8. Sendo µ = 1000 kg/m3.103 N/m2. cuja densidade é 1000 kg/m3. será igual a: GABARITO a) b) c) d) e) 80 N 90 N 100 N 110 N 120 N 29.0. na segunda situação. UEMS Sobre a água do reservatório representado na figura.104 N/m2 2.27. calcule. Se o corpo permanecer em equilíbrio durante todo o experimento e a massa do fio for desprezível.5 a tm b) 2. com faces de área 400 cm2. a tração no fio.5 atm d) 3. Alfenas MG Um corpo está ligado ao teto por um fio.0. e um êmbolo de peso 80 N. a pressão p no ponto P: 8 a) b) c) d) e) 1.0.104 N/m2 2. Posteriormente.0 atm e) 3. U. U. A superfície livre da água no res ervatório encontra se 15 m acima do nível da torneira. a massa específica da água e 10m/s2 a aceleração da gravidade. o qual está sendo tracion ado por uma força de intensidade T = 100 N.8.

pode á se aumentada inse indo-se o pa afuso até que o nível da água cub a completamente a p imei a osca dele.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . se o movimento fo inte ompido. a água que está nessa fonte é t anspo tada no inte io do tu bo. adqui indo uma velocidad e de 10 cm/s. ( ) Dife entemente das bombas que se baseiam na p essão atmosfé ica. como most ado na figu a. que pode se gi ado po meio de uma manivela. E le estudou o funcionamento de máquinas simples e foi esponsável pelo desenvolviment o de p incípios do que hoje se conhece como hid ostática. a dife ença de altu a ente as colunas de me cú io é 40 cm. Desse modo. o sistema funciona como uma bo mba d’água. ( ) Se a mola está defo mada de 4 cm.5 kg/L. julgue os itens a segui . em fo ma de espi al. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .) Que volume de água o peixinho desloca pa a equilib a -se? Num dete minado momento. Sendo a expe iência ealiz ada ao nível do ma . 31. em to no de um eixo. a água no inte io do pa afuso escoa á de volta pa a a fonte. ( ) O p incípio no qual se baseiam os f eios h id áulicos dos veículos foi estabelecido po Stevin. o pa afuso de A quimedes é eficaz mesmo nos casos em que a distância ve tical ent e a ext emidade mais alta do tubo e o nível da água é muito g ande. ( ) O e mpuxo que atua no co po é de 20 N. conforme a figura. Inse indo-se o sistema em uma fonte de água. [ρ0 = 103 kg/m3 = 1 kg/L] Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). Um de seus famosos invento s é o chamado pa afuso de A quimedes. pode-se afi ma que a p essão absoluta do gás é 2 atm. mantendo-se a velocidade de otação da manivela. ( ) O pa afuso de A quimedes tem maio end imento quando o seu eixo de otação está alinhado ve ticalmente. ( ) Na situação indicada na figu a. b) Qual o impulso necessá io pa a que o peixinho adqui a essa veloci dade? Quem exe ce esse impulso? Dado: densidade da água: dágua = 1000 kg/m3. UnB-DF A quimedes foi out o conhecido sábio que t abalhou no antigo Museu de Alexand ia. 32. ( ) Na posição indicada n a figu a. a quant idade de água que é bombeada po esse mecanismo.30. Unicap PE Um corpo de volume 2 litros e massa 1 kg fica imerso em água. T ata-se de um tubo en olado. saindo pela ext emidade supe io . após inicia -se o movimento da manivela pa a bombea água. Vunesp Um peixin ho de massa 50 g está flutuando em epouso no inte io de um aquá io. cujo desenho esquemático é ap esentado na figu a abaixo.5 N/cm. pa a cada volta completa. o peixinho m ovimenta-se ho izontalmente pa a um dos lados do aquá io. e gi ando-se a e spi al de fo ma adequada. a) Que fo ças at uam sob e o peixinho? (Desc eva-as ou as ep esente g aficamente. ( ) O funcionamento do pa afu so deve-se ao p incípio de A quimedes. e igidamente ligado a este. ( ) Em um manômet o de tubo abe t o. ( ) A densidade do co po é 0. concluímos qu e a cte elástica da mola é de 2. 9 Com base nessas info mações. preso ao fundo do reservatório por uma mola.

provoca o transbordamento de parte do líquido. Na pa rte superior do tubo foi feito vácuo. a) 8 g/cm3 c) 6 g/cm3 b) 4 g/cm3 d) 2 g/cm3 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFRJ Um ecipiente cilínd ico contém água em equilíb io hid ostático (figu a 1).0 × 10–3m2. enchese um recipiente com água até a borda. Restabelecido o equilíb io hid ostático. na água. A densidade da água é igual a 1. 34.E. o desnível entre as colunas de Hg é de 20 mm. em atmosferas. ve ifica-se que a int odução da esfe a na água p ovocou um ac éscimo de p essão ∆p no fundo do recipiente.0 atm = 1. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3.0 .4 c) 7. no seu interior encontraram-se 1290 g. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que.0 g/cm3 36. Maringá-PR A figura a seguir mostra um b ulbo de vidro contendo gás He conectado a um tubo em forma de U contendo Hg. sabendo que a massa específica da água é 1.0 × 10–5m3 suspensa po um f io ideal de volume desp ezível a um supo te exte no. experimenta um aumento de p ressão.0 g/c m3. igual a: a) 28 d) 2. Considere g = 10 m/s2.0 Dados: Pressão atmo sférica: 1. Nessas condições.8 b) 14 e) 1. Int o duz-se na água uma esfe a metálica maciça de volume igual a 5. a massa total (água + recipient e) é de 1 200 g.33. em Kelvin? 35. U. A esfe a fica totalmente subm e sa na água sem toca as pa edes do ecipiente (figu a 2). o desnível da coluna passa a ser de 5 mm. Calcule esse acréscimo de pressão ∆p. 0 × 103kg/m3 e a área da base do recipiente é igual a 2. Medindo-se a massa do recip iente com a água e a pedra. qual a temperatura do nitrogênio líquido.Hidrostática Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . U. Se o bul bo é mergulhado em nitrogênio líquido. 10 GABARITO Quando a temperatura está em 35º. ao a fundar. 105 N/m2 Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 Densidade da água : d = 1. Unifor-CE Um mergulh ador que submerge até uma profundidade de 28 m. Potiguar-RN Em uma experiência de Física realizada em laboratór io da UnP.

38. ( ) o empuxo exe cido pelo flu ido na esfe a é ρVg. de mesmo aio. estão ep esentadas duas esfe as. b) é maio na esfe a de maio massa. e conside ando-se o movimento da esfe a ao longo da distância L com velocidade constante v. Vunesp A figu a ep esenta um ecipiente cilínd ico vazio flutuando na água. 1 m3 = 1000 . 39.7 m/s2. ( ) a va iação da ene gia potencial da esfe a é toda dissipada du ante o movimento. mantendo sua ba se semp e ho izontal. devido ao fluido. feitas de mate iais dife entes e ime sas e m um ecipiente contendo água. dent o desse ecipiente. gTe a = 10 m/s2. UFMG Na figu a. b) Qual o núme o máximo de chumbinhos que podem se colocados nesse ecipiente sem que ele afunde? Ultimamente. confo me a figu a. Dados: dágua = 1000 kg/m3. ch umbinhos de pesca iguais. ( ) a fo ça de at ito sob e a esfe a é maio que mg. um a um. em epouso. Com base nessas info mações. UFGO Uma esfera de massa m e volume V está em movimento dentro de um tubo que contém um fluido de densidade ρ. As esfe as são mantidas nas posições indicadas po meio d e fios que estão tensionados. ( ) o t abalho ealizado pela fo ça peso sob e a esfe a é mgL. I e II. é co eto afi ma que o empux o: a) é igual à tensão no fio pa a as duas esfe as.) IMPRIMIR FÍSICA . Atuam sob e a esfe a a fo ça peso. A á e a da base desse ecipiente é 80 cm2.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . (Suponha que densidade e estado físico da águ a pe maneçam inalte ados. gMa te = 3.37. 11 Sendo a acele ação g avitacional igual a g. de 12 g cada. seus esultados muda iam? Justifique. d) é maio que o peso na esfe a II. Se essa expe iência fosse feita em Ma te. o empuxo e a fo ça de at ito. têm sido detectados fo tes indício s de que já houve água no estado líquido em Ma te. GABARITO a) Qual a massa desse ecipiente? Suponha que uma estudante coloque. c) é maio que o peso na esfe a I.

( ) Se o ponto de aplicação do empuxo coincidi com o cent o de ma sa do velei o. também. pa a facilita a eti ada da tampa dos copos de equeijão e de out os p odutos.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a soma das alte nativas co etas. UFRJ Um tubo em U. usando uma oldana simples. ( ) A fo ça do vento sob e as velas. 4 3. Quando se int oduz a agulha de uma se inga numa veia do b aço. de dent o pa a fo a. necessá ia pa a içá-la at avés da água. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Isso facilita ti a a tampa po que. Pa a epeti a expe iência ealizada po Evangelista To icelli. selado com plástico. 41. Uma pessoa explodi ia se fosse eti ada da atmosfe a te e st e pa a o vácuo. pois a p essão exe cida po uma coluna líquida depende do seu volume. 16. Em elação a essa situação. 08. julgue os itens a segui . como indicado na figu a? a) 750 N d) 90 0 N b) 800 N e) 950 N c) 850 N 42. Conside e a densidade do líquido (1) igual a 0. então ele tende á a vi a sob a ação de um to que p oduzido pelo vento. 02. ao eti a o selo.010 m3 de volume. contém dois líquidos não miscíveis em eq uilíb io hid ostático. Dê. compa ando a p essão atmosfé ica com a p essão exe cida po uma coluna de me cú io. ( ) O peso e o empuxo fo mam um pa ação. se ia muit o mais fácil toma um ef ige ante na Lua do que na Te a.80 g/cm3. 64. no vácuo) e “empu a ia” as moléculas pa a fo a do co po. UFPE Uma caixa metálica fechada de 90. int oduzi am um fu o no seu ce nt o. é de 2. F. podemos conclui que a p essão atmosfé ica é maio em São Joaquim. Este é um dos motivos pelos quais os ast onautas usam oupas especiais pa a missões fo a do ambiente p e ssu izado de suas naves. 04. este passa da veia pa a a se inga devido à dife ença de p essão ent e o sangue na veia e o inte io da se inga.0 kg e 0. pa a s e eti a sangue. no a mo da di eita. Sendo co eta a info mação de que São Joaquim se situa a uma altitude de 1353 m e que Itajaí está ao nível do ma (altitude = 1 m). Qual a fo ça. Obse ve. com velo e constante. como esposta. pe mitimos que o a penet e no copo e a p essão atmosfé ica atue. Vá ios fab icantes. ( ) O empuxo é a fo ça exe cida pela água sob e o velei o. A p essão inte na do co po se ia muito maio do que a p essão exte na (nula. e a supe fície de sepa ação dos líquidos. Calcule a densidade do líq uido (2). como most a a figu a. é necessá io conhece o diâmet o do tubo.12 40. está ime sa no fundo de uma piscina cheia d’água. Usando um canudinho. abe to em ambos os amos. que a altu a da coluna do líquid o (1) é de 34 cm e que a dife ença de nível ent e a supe fície liv e do líquido (2). po que a fo ça de at ação g a vitacional na Lua é meno . UnB-DF/PAS Ped inho ficou imp essionado ao ve como um velei o consegue mante se equilib ado mesmo sob fo tes ventos e imagin ou que esse equilíb io pode ia se entendido do ponto de vista mecânico se fossem co nside ados as fo ças e os to ques envolvidos. 32.0 cm.eação. cujo módulo é igual a o peso da água deslocada. o peso e a fo ça de at ito do casco com a água são fo ças que atuam sob e o velei o. É possível a medida ap oximada da altitude pela va iação da p essão atmosfé ica. no amo da esque da. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. já que ela aume nta com a altitude.

ficam sujeitos a empuxos de igual intensidade.F. Sabendo que o o ganismo humano pode se submet ido. e) nos pontos A. ( ) co pos ime sos em gases não ficam sujeitos ao empuxo. de chumbo. U. o subma i no afunda no ma . além do ponto em que se encont a. ime so em um fluido. flutuando em u m lago de água doce. A. a que p ofundidade. ( ) o empuxo d epende da densidade do líquido em que o co po é ime so. ( ) um ba co. sem conseqüências danosas. pode flutua na água.) pode se assim enunciado: “Todo co po. o me gulhado pode á desc e . o casco se ompe á? a) 100 b) 11 0 c) 120 d) 130 e) 140 IMPRIMIR FÍSICA . sof e á um empuxo meno do que se a água do lago fosse salgada. 45. de densidad es iguais. 13 GABARITO Em elação às condições most adas na figu a. Católica-GO O P incípio de A quimedes (filósofo g ego. a uma p essão de 4 x 105 N/m2.6 x 105 N/m2. U. é co eto afi ma que: a) a p essão no ponto B maio que a atmosfé ica. em met os. U. C e D são pontos das supe fícies dos líquidos. B. Pelotas-RS Um me gulha do cuidadoso me gulha.C. ( ) um co po não maciço.44. Se. C e D a p essão e a mesma. levando no pulso um apa elho capaz de egist a a p essão total a que esta submetido. po acidente. fica sujeito a um empuxo ve tical.F. ( Dado: a água salgada é mais densa do que a água doce). ime sos em um fluido. conclui-se que: ( ) o empuxo. mais: Pa a esolve a questão. com uma to nei a que pe mite ent ada ou saída de a . Analisando esse p incipio. de baixo pa a cima. o ap a elho está ma cado 1. ( ) dois co pos.0 atm sem se ompe . Uma manguei a inte liga os dois. 47. du ante o me gulho. d) a p essão no ponto C e meno do que no ponto D. c) a p essão no pont o B e maio do que no ponto C. é u ma p essão. b) os dois líquidos têm a mesma densidade. Em um dete minado instante.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . B. atuante em co pos total ou pa cialmente ime sos em líquidos. de intensidade igual ao peso do volume do fluido po ele deslocado”. UFPE O casco de um subma ino su po ta uma p essão exte na de até 12. nascido em Si acusa po volta do ano 287 a. Pelotas-R S A figu a abaixo ep esenta dois tubos abe tos contendo líquidos dife entes. conside e os se guintes dados: • massa específica da água = 1 g/cm3 • p essão atmosfé ica = 105 N/m2 • acel da g avidade = 10 m/s2 a) 36 m b) 6 m c) 30 m d) 16 m e) 24 m 46.

sob e o out o pistão da p ensa. o empuxo sob e a bo la B é meno que seu peso e sua densidade é maio que a densidade do líquido. 08. como esposta. na supe fície da água. UFC Uma haste cilínd ica homogênea está suspensa po uma co da. é co eto afi ma que: 01. a densidade da bola B é maio que a densidade da bola A. UFMT T ês bolas de dife entes mate iais são totalmente me gulhadas no inte io d e um ecipiente que contém um líquido e em seguida são abandonadas.48. cuja á ea é igual a 25 cm2. A bola C eto na à supe fíc ie. Com elação ao empuxo e à den idade de cada bola. passando a flutua . que é maio que a densidade da bola C. Obse vam-se as seg uintes situações: 14 I. Utilizando uma p ensa hid áulica . o empuxo sob e a bola A é igual ao se u peso e sua densidade é maio que a densidade do liquido.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . III. consegue equilib a o elefante sob e um pistão de 2000 cm2 de á ea. A bola A pe manece em epouso no luga onde é abandonada. II. 04. IMPRIMIR GABARITO Calcule o peso do elefante. Se a co da fo co tada que f ação do volume da ba a fica á subme sa? 49. ficando em epouso no fundo do ecipiente. UER J Um adest ado que sabe o peso de um elefante. de cima pa a baixo. 50. em um tanque de água . o em puxo sob e a bola C é maio que seu peso e sua densidade é meno que a densidade do líquido. Dê. com metade de seu comp imento subme sa. exe cendo uma fo ça ve tical F equivalente a 200 N. confo me most a a figu a ao lado. FÍSICA . 02. A bola B afunda n o líquido. em equilíb io. a soma das afi mativas co etas.

02. com um vaso contendo água. se A descansass e sob e o fundo do vaso. e uma massa M no p ato P2. 04. de massa 200g. se ia necessá ia pa a que a balança fosse eequilib ada. como esposta. D. A fo ça medida no dinamômet o se ia nula. 32. Á ea da secção A = 1 m2 Á ea da secção B = 0. PUC-PR A figu a ep esenta uma p ensa hid áulica.51. de fo ma a não toca o fundo do vaso. Dê. UFBA O expe imento ilust ado abaixo visa medi a intensidade do empuxo exe c ido pela água sob e um co po A. é completamen te me gulhado na água. pa a que o sistema esteja em equilíb io. 08. 16. é co eto afi ma : 01. A fo ça-peso exe cida pela Te a sob e o co po A se i a tanto meno quanto maio fosse a po ção de A ime sa na água. caso o co p o A descansasse sob e o fundo do vaso. • Em II.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A fo ça medida no dinamômet o se ia meno do que a fo ça medida em III. a) 800 N d) 3200 N b) 1600 N e) 8000 N c) 200 N 15 52. uma balança encont a-se em equilíb io. Nessas condições. a balança é eequilib ada com adição de uma massa de 50 g ao p ato P2. Uma out a massa de 200 g. caso o co po A estivesse pa c ialmente me gulhado na água. IMPRIMIR FÍSICA . o co po A. O empuxo da água sob e o co po A é igual a 150 gf . O dinamômet o deve esta indicando uma leitu a de 50 gf. levando a balança ao dese quilíb io. de aco do com a seqüência: GABARITO • Em I. ao invés de u ma de 50 g. • Em III.25 m2 Dete mine o módulo da fo ça F aplicada n o A. no p ato P1. p eso a um dinamômet o. a soma das alte nativas co etas.

UFBA A figu a abaixo ep esenta uma pa tícula de massa m. ( ) À proporção que a esfera afunda. Antes do impacto da partícula. Ao jogar uma dessas esferas no mar . uma distância igual à metade da altu a. Trata se de um movimento não uniforme. 2 dgh 16. a esfera passa a afundar cada vez mais rápido. 16 04. A pa tícula atinge a supe fície do óleo no instante t = 2h . a força de empuxo. é co eto afi ma : 01. entre 2 e 3 minutos. Após pe co e a distância x. Dessa forma. no fundo do recipiente. cheio de óleo de densidade d. a ene gia cinética da pa tícula é igual a sua ene gia mecânica no início da queda. a velocidade da pa tícula é igual a gh − 2(g − a )x . é utilizada por um cientista para estudar as correntes marinhas. Ao atingi a supe fície do óleo. maior deve ser a influência dos efeitos perturbatórios. depois de pe co e a distância x no inte io do ecipiente.53. a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é d ghA . conseqüentemente. Desp ezando-se a esistência do a . é p = p0 + . o aumento de pressão provoca a diminuição do volu e da esfera. Após e co e . analise as afirmações. como resposta. UFMT Uma esf era homogênea. medida a pa ti de um efe encial com o igem no so lo. feita com um material flexível mais denso que a água. e a p essão atmosfé ica é P0. que cai de uma altu a h. ( ) O movimento somente pode s er compreendido se a força resultante que atua sobre a esfera não for constante em r elação ao tempo. inicialmente em epo uso. GABARITO Em relação ao movimento da esfera. a pa tícula atinge a velocidade v. num local onde o módulo do campo g avitacional é g. ( ) À proporção que a esfera afunda. 08. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ . o cientista observa que ela inicialmente afunda. g 02. Quando a partícula pára. pois a pressão atua de cima para ba ixo. Em conseqüência a esfera fica achatada. no tempo t. 2 Dê. 54. a pa tícula me gulha num ecipiente abe to. a pressão sobre ela. ( ) De acordo com o gráfico. mas depois a sua profundidade varia de acordo com o gráfico. a esfera afunda. ( ) Quanto maior for a massa da esfera. Submetida a um a desacele ação a. aumenta a pressão exercida pela própr ua do mar. diminuindo. a soma das alternativas corretas. com á ea da base A.

0 cm2. uma com três pernas e outra com quatro. que se acha suspensa em um dinamômet o. sua dens idade elativa é meno que l. o nível da água da piscina subirá. Ponta G ossa-PR Sob e a física dos fluidos.33 b) 2. o empuxo sobre ele é nulo.0 g c) 10 g d) 20 g e) 30 g 17 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 56. a de três pernas exercerá menor pressão sobre o solo. todos os seus pontos estão sob igual pressão. ( ) A prensa hid ráulica. 1 ( ) Se um objeto flutua na água com do seu volume submerso. Se um co po se encont a totalmente s ubme so em um líquido. A p essão no inte io de um líquido depende. ( ) Se uma pessoa que está fora de uma piscina entrar num barco q ue nela flutua. e cada perna com a mesma secção reta. Colocando um pe queno disco metálico na face supe io do cilind o.U. Dê. 57. se a p essão atmosfé ica va ia de 1. então sua densidade 3 1 é igual a da densidade da água. é me gulhada intei amente na água.UFPR Considerando os conceitos de pressão e empuxo. 16. é correto afirmar: ( ) Se um corpo parcialmente submerso num fluido está em equilíbrio hidrostático.33 e) 5. ( ) Dadas duas ba nquetas de mesma massa. 02. a soma das alte nativas co etas. ( ) Num líquido em equilíbrio hidrostáti o. 01. ( ) O volume de um corpo maciço de forma irregular pode ser determinado mergulhando o completamente num recipiente cheio de água e medindo se o volume de água extravasado. a p essão em todos os p ontos da água va ia á da mesma quantidade.33 59. ap oximadamente.0 g b) 5. em g/cm3? (Conside e a massa específica da água igual a 1 g/cm3. 58. ( ) A pres são em um ponto no fundo de um tanque que contém água em equilíbrio depende da altura da coluna de água situada acima desse ponto.E. é correto afirmar. A fo ça que um fluido exe ce sob e as pa edes de um ecipiente é semp e pe pendicula a elas. o freio hidráulico e a direção hidráulica são exemplos de aplicação do Princípio d medes. a massa específica da ped a.0 cm.UFRS Quando uma ped a de 200 g.33 d) 4.33 c) 3. a leitu a do dinamômet o sof e um dec éscimo de 30%. é co eto afi ma que a massa do d isco metálico é de: a) 2. ve ifica-se que o mesmo afunda mais 2.UFPR Com base nas propriedades dos líquidos. Quando um objeto flutua na água. 08.0 g/cm3 a massa específica da água. pe manecendo na ve tical e em equilíb io. ent e o ut as g andezas. assinale o que fo co eto. A p essão exte na exe cida sob e um líquido é t ansmitida integ almente a todo o seu volume. Sendo de 1.5 x 103 Pa. ( ) Numa piscina cheia de água. 3 ( ) Qua ndo um objeto se encontra em repouso no fundo de um reservatório contendo água. da densidade do líquido. ) a) 1. a in tensidade do empuxo é menor que a intensidade do peso do objeto. ( ) A pressão hidrostática no fundo de um tanque que contém um líquido de densidade ρ independe do valo de ρ. o seu empuxo independe da p ofundidade. como esposta. com a face supe io fo a da água. Qual é.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .PUC-RS Cada uma das bases de um cil ind o que flutua ve ticalmente e em equilíb io na água tem 10.55. 04.

60. e sabendo que os módulos das única s fo ças que agem sob e ela são o seu peso P. eme gi ou subme gi . conf o me a quantidade de água que a mazena em seu inte io . mais subme s a que antes. e) Ela acaba ia inclinada pa a a esque da. atinge velocidade const ante. e) Expulsando a água do ma de den t o das câma as de flutuação. e) A bolinha continua á flutuando da mesma fo ma que an tes. o empuxo so b e ele tem o mesmo módulo do peso do subma ino. da hid ostática. Assinale a alte nativa inc o eta: a) Quando o subma ino mantém-se pa ado à p ofundidade constante. Conside ando-s e a esfe a com massa específica duas vezes a da água. c) Estando as câma as de flutuação cheias de água. U m subma ino pode navega numa p ofundidade constante. na ve tical. Quando o elevado estive subindo com velocidade constante: a) O empuxo sob e ela fica á maio que seu peso. Na ext emidade esque da está suspenso um pequeno cub o de metal. d) As densidades da água e da bolinha aumenta ão. b) Ela oscila ia algumas vezes e volta ia à posição ho izontal. a balança esta em equilíb io na posição ho izontal. pode-se conclui que. mas. c) O peso da bolinha diminui mas a sua massa não. Nesse ecipiente existe uma bolinha flutuando com metade de seu volume su bme so. após alguns centímet os. de onde foi eti ado o a . 62. c) Ela oscila ia indefinidamente em to no da posição ho iz ontal. A flutuação d e um subma ino é egida. A esfe a cai. de madei a bem leve. 61. que afundou no ma de Ba ents com toda a t ipulação. o empuxo sob e o subma ino to na-se meno em módulo que se u peso. PUC-RS Numa expe iência de labo ató io de Física. o empuxo E. Cefet-PR Conside e um ecipiente com água colocado dent o de um elevado em e pouso. comoveu o mundo. confo me ep esentado na figu a. d) Admitindo água do ma nas câma as de flutuação.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . ou velocidade limite. abandona-se uma esfe a m etálica no topo de um tubo de vid o cheio de água. FÍSICA . o subma ino tende a subme gi . PUC-PR Recentemente. pa cialmente. a t agédia oco ida com o subma ino nuclea usso Ku sk. e a fo ça de at ito viscoso A (também chamada fo ça de a asto). pelo p incípio de A quimedes. O que acontece ia com a balança se o a eto nasse pa a o inte io da campânula? a) Ela pe manece ia na posição ho izontal. po isso chamada velocidade te minal. basicamente. e e xpulsando água das mesmas. b) A bolinha fica á. e na ext emidade di eita esta suspenso um cubo maio . inicia lmente em movimento acele ado. d) Ela acaba ia inclinada pa a a di eita. quando atingida a velocid ade limite: a) P = E b) E = 2A c) A = 2E d) P = 2A e) P = A 18 GABARITO IMPRIMIR 63. UFRS Uma balança de b aços iguais encont a-se no inte io de uma campânula de vid o. No vácuo. o subma ino tende a eme gi . b) O empuxo sob e o subma ino é igu al ao peso da água que ele desloca.

000 m3 de gás Hid ogên io e deslocavam igual volume de a ( Hid ogênio = 0. que continham um volume total de 20. E a g aças à g ande potência dos seus moto es que o di igível “Hindenbu g” mantinha-se no a . dent o da est utu a. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Chamados popula mente de “zeppelins” em homenagem ao famoso invento e ae onauta ale mão Conde Fe dinand von Zeppelin. 64.60 x 105 N. O P incípio de A quimedes somente é vál do pa a co pos me gulhados em líquidos e não se ve pa a explica po que um balão sobe .09 kg/m3 e a = 1.100 HP de p otência cada um – e a de 214 toneladas. 04.19 Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ 64. 02. O empuxo que qualque co po ecebe do a é causado pela va iação da p essão atmosfé ica com a altitude.UFSC Leia com atenção o texto abaixo. os di igíveis de est utu a ígida constituí am-se no p incipal meio de t anspo te aé eo das p imei as décadas do século XX. i sto é. 16. estes últimos alojados em cama otes com água co ente e ene gia elét ica. Se conside a mos a massa específica do a igual a 1. po is é igual ao peso do volume de gás Hid ogênio contido no seu inte io . a soma das espostas co etivas.30 kg/m3.2 met os de diâmet o na pa te mais la ga. A fo ça ascensional do di igível dependia única e exclusivamente dos seus moto es. 08. e a possível eduzi o empuxo e. Dê. O “Hindenbu g” ascendia e mantinha-se no a g aças aos 17 balões meno es instalados no seu bojo.30 kg/m3). como espo sta. o di igível pode ia desce . Alcançava a velocidade de 13 5 km/h e sua massa total – incluindo o combustível e quat o moto es de 1. É possível calcula o empuxo que o di igível ecebia do a . Deixando escapa pa te do gás contido nos ba lões. assim. T anspo tava 45 t ipulantes e 50 passagei os . o empuxo que o di igível ecebia do a e a igual a 2. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . O maio e mais f amoso deles foi o “Hindenbu g LZ 129” di igível cuja est utu a tinha 245 met os de com p imento e 41. 32.

34. 1 IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 30. e 64. 36. 2. d 52. 54 41. 37.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta .40 Kg b) n = 20 chumbinhos 40. 5. 25. 29. 1. 32. F – V – V – F – F – V 57. V – V – F – V 43. 13. 17. 08 + 16 = 24 53. e 62.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. 27.6 x 104N 51. 28. 39. 10. 31. 3/4 49. 20. 31 e 61. 19. 38. 21. b 42. V – F – V – F – F 55. 7. b 48. V–F–F–F–F F–F–V–V c 36 a 04 F–V–F–V a 29 c d 04 + 08 V–F–V–V–V d b 02 d 01 + 04 + 08 b a d d b b c V–V–V–F–F F–F–V–V–V a) V = 5 • 1-–5 m3 b) I ntal e mesmo sentido do movimento do peixinho 250N/m2 77 d b V–F–V–V d a) M = 0. 13. 9.6g/cm3 44. 3. 16. 08 + 16 = 24 54. 4. 18. V – V – V – F – F 56. 84 33. a 47. 14. d 63. 11. 8. 22. F – F – V – F – V – F e 46. 6. 02 + 04 + 08 50. 35. 2 3. 26. 12. 15. 24.

a geada. Com ba se nesses fenômenos. Supe io de B asília-DF O o v alho. esolvi c ia um te mômet o. Ve ificou-se que as indicações na s duas escalas e am iguais em valo absoluto. impedindo o ponto de o valho no solo. nas noites de vento não há fo mação de o valho. U. oco e. aumentand a p essão de vapo sob e o líquido. o solo e a s folhas são aquecidos du ante o dia pela adiação sola .4 c) 6. b) ambos possuem a mesmo calo específi co. d) ambos possuem a mesma va iação té mica. mas que só oco em sob dete minadas condições na atmosfe a. Um possível valo pa a a tempe atu a do co po. a dife ença ent e a maio e a men tempe atu a egist ada no B asil fo de 15 g aus Celsius. é: a) – 25 b) – 11. c) ambos possuem a mesma tempe atu a. na escala Fah enheit. devido à adiação sola . o vapo d’água contido no a ent a em con tato com supe fícies que estejam a tempe atu a mais baixa – abaixo do ponto de o val ho – e se condensa. e out o. Se. a tempe atu a diminui e a p essão aumenta. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S à O D E C A L O R 1. ou seja. há fluxo de calo pa a cima. Na escala B. pe mitindo o acúmulo da poluição continuamente p oduzida. Po possuí em constituição dive sa.0 d) 11. Unifo -CE Mediu-se a tempe atu a de um co po com dois te mômet os: um. O a . ( ) O p ocesso de va po ização da água. essa dife ença egist ada no meu te mômet o se á de: a) 1625 B b) 1525 B c) 75 B d) 15 B e) 3 B IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA .4 e) 40 2. 3. pois o vent o favo ece a t oca de calo com o meio. em g a nde pa te. têm meno calo espe cífico que o a atmosfé ico po isso se aquece e se esf iam mais apidamente. que é a sua passagem da fase líquida pa a a fase gasosa. cuja esca la batizei de “B asil” (B). citadas no texto. Esse p ocesso é análogo à condensação do vapo d’água em to no de copos a afas gelados. Cefet-PR Qu ando dois co pos. Ge almente. e ) ambos possuem a mesma quantidade de calo . que dispe sa a fumaça indust ial e u bana. Isso possibilita ao solo e às folhas aquece em-se mais que o a du ante o dia e. no dia 22 de ab il de 2000. da mesma fo ma. 4. ( ) Os ventos facilitam a evapo ação da água. Alfen as-MG Pa a comemo a os 500 anos do B asil. e o ponto de e bulição da água é 2000 B. a neve e o g anizo são p ocessos que fazem pa te do cic lo da água.E. e são esf iados du ante a noi te. na escala Celsius.Te mologia. ( ) As folhas. julgue a ve acidade das afi mações a segui . ( ) À m edida que se sobe na atmosfe a. estão em equilíb io té mico podemos afi ma que: 1 a) ambos possuem a mesma capacidade té mica. esf ia em-se mais que o a du ante a noite. O texto acima cita alguns p ocessos té mico que oco em com a água na natu eza.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . de mate iais dife entes e massas iguais. o ponto de fusão do gelo é 1500 B. I. Esses fat o es p opiciam a fo mação do o valho. esses mate iais se aquecem ou se esf iam dife entemente. ( ) A p esença de g avidade na Te a é essencial pa a que oco a o ciclo da água. g aduado na escala Celsius. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A inve são té mica impe de essa dispe são. o nevoei o.

Esses dados nos pe mi tem conclui que a tempe atu a da água em ebulição ao nível do ma . o segundo. 16. a soma das afi mativas co etas. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po B pa a o co po A. GABARITO 9. U. espectivamente. 01. sem o sal. 04. a ene g ia em fo ma de calo flui á do co po B pa a o co po A. –290°C. co espondente a 96°.5. os possíveis valo es enc ados pelo cientista fo am: a) 32°F e –250°C d) –100 K e –250°C b) 32°F e –290°C e) –290°C F e 32°F 10. dent o de um ecipiente isolado te micamente: 01. os dois últimos pontos co esponde iam a 0°C e 35. Se estes pontos fossem utilizados pa a calib a um te mômet o na escal a Celsius.0 kg. segundo o qual a tempe atu a d e um co po é p opo cional à ene gia cinética de suas moléculas. em X. ap oximadamente. é: a) 50 b) 60 c 70 d) 80 e) 110 6. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po A pa a o co po B. com as tempe atu a s TA = 120 C e TB = 80 C. Conside ando-se as tempe atu as: –100 K. co espondendo a 0°. obtido mi stu ando água e gelo. a: a) – 17. valem. como espo sta. A tempe atu a em que a ene gia cinética méd ia das moléculas é nula é o ze o absoluto. inicialmente. Gab iel Daniel Fa h enheit (1686-1736) te ia se utilizado de t ês pontos fixos: o p imei o. Ponta G ossa-PR Com elação ao modelo cinético. d) 0. 16. 2 7. a tempe atu a d os dois co pos tende á a se iguala .0 kg e MB = 2. e o p imei o ponto co esponde ia.6°C.E. Dê. Dê. pa a o equilíb io té mico s e alcançado o co po B cede á ene gia em fo ma de calo pa a o co po A. A tempe atu a não diminui indefinidamente.Te mologia. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . Unifo -CE Uma escala de tempe atu a a bit á ia X se elaciona com a escala Cels ius de aco do com o g áfico abaixo. como esposta. Fatec-SP Em um labo ató io um cientista dete minou a tempe atu a de uma substânci a. água e sal-amoníaco. 04. colocando o te mômet o na boca ou axilas de uma pes soa saudável. assinale o que fo co e to. A tempe atu a mede a quantidade de calo que um co po ecebe ou doa. 08. e) – 273°C. UFSE Compa ando-se um te mômet o g aduado em uma escala X com out o g aduado na escala Celsius. c) – 57. 02. As massas dos co pos são: MA = 1. –250°C. obteve-se: t1 = 20 X ou 10 C e t2 = 40 X ou 70 C. 08. b) – 32°C. UFMT Dois co pos de fe o A e B estão. Vunesp Pa a c ia a sua escala te momét ica. Na escala X as tempe atu as de fusão do gelo e e bulição da água. a) – 40 e 60 b) – 40 e 100 c) 0 e 120 d) 0 e 80 e) 0 e 100 8. Tempe atu a absoluta é qualque escala associada ao ponto t íplice da água. 32 °F.4°C. espectivamente. ao qual estabeleceu a tempe atu a de 32°. A tempe atu a de qualque escala te momét ica é associada ao ponto de fusão da água. Quando colocados em contato té mico. a soma das alte nativas co etas. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . e o te ce i o ponto.8°C. 02 . como a massa de B é o dob o da massa do co po A.6°C. sob p essão no mal. obtido c om uma mistu a de gelo.

suas pa tículas se movem apidamente e sua tempe atu a fica maio . ITA-SP Pa a medi a feb e de pacientes. 17. UESC-BA Dois ou mais co pos. Neste caso.5°C. um estudante de medicina c iou sua p óp ia escala linea de tempe atu as. Dete mine a tempe atu a qu e nesta escala co esponde a 313 K. ele esquenta e dilata. Qual é esta tempe atu a na escala Celsius? a) 32 C b) –273 C c) 37. 02. a cozinha te á sua tempe atu eduzida pa a 19 C.5°C.5°C. A espeito dessa s f ases. 03) o mesmo calo especifico. ao ecebe em calo de Seu Onó io. o conceito de tempe atu a está e ado. b) Quando o calo de um co po aumenta. 3 13. 04. ap esentam: 01) a mesma ene gia té mica. UFMT Conside e as seguinte afi mativas: a) Tempe atu a é a quantidade de calo existente em um co po. 05) a mesma tempe atu a. Nessa nova escala. 04) a mesma capacidade té mica. é co eto afi ma que: 01. Este co po é aquecido até atingi uma tempe atu a t. UFR-RJ Um co po de massa m tem tempe atu a t0.3°C. IMPRIMIR d) não se á atingido. pois o ef ige ado vai t ansfe i calo da cozinha pa a a p óp ia cozinha. o auto das f ases confunde calo com o conceito de ene gia cinética média das molécula s. U. o 0 F. então. b) 28. a soma das afi m ativas co etas. o auto das f ases está e ado ao afi ma que os co pos possuem cal o . pois calo é ene gia em t ânsito. tanto a cozinha como o seu p óp io ef ige ado te ão suas tempe atu as elevadas.7 C ¨ Avança ¨ FÍSICA .9°C. 08. 15. e isso não constitui um p ocesso de ef ige ação. pois. o s valo es de 0 (ze o) e 10 (dez) co espondem espectivamente a 37°C e 40°C. c) se á alcançado. sem vento. Ve ifica-se. espectivamente. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta   ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) –8. Dê. UFR-RJ Uma escala a bit á ia adota os valo es –10 X e 190 X pa a os pontos de fusão do gelo e ebulição da água. 12. O calo cont ibui pa a a va iação de tempe atu a dos co pos. se eleva. como esposta. A análise dessa situação pe mite dize que o objetivo de Seu Onó io: a) se á alcançad pois o ef ige ado vai faze o mesmo papel de um condicionado de a diminuindo a tempe atu a da cozinha. nas escalas: a) Kelvin b) Fa enheit 14. co espondia à tempe atu a obtida ao se mistu a uma po ção de clo eto de amônia com t ês po ções de ne à p essão de 1 atm. ao atingi em o equilíb i té mico ent e si. com a po ta do ef ige ado abe ta. com a tempe atu a ambiente na ma ca d os 38 C.7 C 212 C e) –17. A tempe atu a de mesmo valo numé ico em ambas escalas é ap oximadamente a) 52.Te mologia. A tempe atu a no inte io da geladei a é de ap oximadamente 0 C. o auto das f ases está e ado ao afi ma que o co po se dilata quando abso ve calo .E.11. não podendo se a mazenado em co po algum. pois calo e tempe atu a são entidades completamente dife entes e não elacionadas de fo ma alguma. 16. Pa a não senti tanto calo . pois. no intuito de esf ia a cozinha. esolveu deixa a po ta do ef ige ado abe ta. e) –28. GABARITO 16. b) não se á atingido. UFRN Num dia quente de ve ão. Lond ina-PR Quando Fah enheit definiu a escala te momét ica que hoje leva o seu nome. Seu Onó io te ia de pe manece bastante tempo na cozinha de sua casa. pois há casos em que isso não acontece. c) 74. isto é. dete mine quanto co esponde esta va iação de tempe atu a. o p imei o ponto fixo definido po ele. 02) a mesma quantidade de calo . o auto das f ases utiliza o conceito de caló i co pa a defini o que seja calo . que a va iação de tempe atu a Dt = t – t0 = 15 C. atingido o equilíb io té mico.

pois o cobe to não f o nece nem abso ve calo ao gelo. Como as ba as chegam com algumas ho as de antecedência. Dado o coeficiente de dilatação linea do alumínio 2. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . o mesmo esultado se ia esp e ado caso fosse usada uma manguei a de co cla a.200 cm 20. num dia de calo .F. const uiu um dispositivo valendo-se de uma manguei a longa de co p eta e ga afas plásticas vazias de ef ige ante. UnB-DF O ag iculto Luno Russo. é necessá io o uso de um sistema de bomb amento. GABARITO Com elação à situação ap esentada.18. c) é inócua. Essa sugestão a) é absu da. p eocupado com a necessidade de abastece sua esidência com água aquecida pa a se usada na pia da cozinha e pa a o banho das pess oas de sua família. fazendo com que ele de eta ainda mais dep essa. a caixa d’água de sua casa.4. em um dia sem nuvens.680 cm e) 100. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . b) o p ocesso d e t ansfe ência de ene gia de um co po pa a out o. Um fu o feito na base das g a afas pe mitiu-lhe at avessá-las com a manguei a. e) o p ocesso espontâneo de t ansfe ência de ene gia do co po de meno tempe atu a pa a o de maio tempe atu a. 21. ( ) Pa a pode eleva a água de sde o nível do lago até a ent ada da caixa d’água. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo.10–5 C–1. eta dando o seu de etimento. a 7 m de altu a. e) faz sentido.F. po que existe uma dife ença de te mpe atu a ent e eles. U. fo mando um longo cola . po que o cobe to vai aquece o ge lo. suposto constan o comp imento da ba a a 70 C se á: a) 100. ( ) As ga afas plásticas no dispositivo do S . 19. d) faz sentido. como most a a figu a abaixo.060 cm d) 10 0.168 cm b) 100. Com uma das pontas da manguei a me gulhada em um lago p óx imo à esidência e a out a ext emidade atingindo. po que o cobe to dificult a a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. julgue os seguintes itens.Te mologia. ele conseguiu o sup imento de água aquecida de que necessitava. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gel o. 4 b) é absu da. ele pôde ve ifica que a tempe atu a da água ao sai pelas to nei as atingia 45 C. não alte ando a apidez com que o gelo de ete.São Ca los-SP Um g upo de amigos comp a ba as de g elo pa a um chu asco. ( ) A tempe atu a da água na saída das to nei as pode ia se maio que 45 C se a caixa d’água fosse evestida exte na mente com uma camada g ossa de isopo . d) a t ansfe ência de tempe atu a de um co po pa a out o . Santa Ma ia-RS Calo é: a) a ene gia contida em um co po. eta dando o seu de etimento. ( ) Em um dia nublado. U.240 cm c) 100. Pa a seu o gulho e aleg ia. de etendo-o ainda mais dep essa. Luno funcionam como uma supe fície efleto a pa a as adiações inf a-ve melhas o iundas da manguei a aquecida. alguém suge e que sejam envolvidas num g osso cobe to pa a evita que de etam demais. UEMS O comp imento de uma ba a de alumínio é 100 cm a 0 C. que e t ansmitido po con dução de um co po pa a out o. c) um fluido invisível e sem peso.

UESC-BA Substância Cob e Alumínio Inva Zinco Chumbo Coefici ente de dilatação linea ∝ ( C–1) 17. usam oupas de lã b anca. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 67 e 70.Te mologia. e o b anco eflete bem a luz em todas as co es. se explicado pelo fato de que: a) a lã é natu almente quente (acima de 50 C) e. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas.7.10–6 29. À p essão no mal quais são. con tudo. a função de correção do valor lido é: 50 0 (θE – 2) d) θC = (θE – 2) a) θC = 51 21 20 21 b) θC = (2θE – 1) e) θC = (θE – 4) 22 20 30 5 23. assinala 2°C pa a a f usão da água e 107°C pa a sua ebulição. c) a lã é bom isolante té mico. ajudando a efleti o cal o que vem de fo a. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. UFRN Ce tos povos nômades que vivem no dese to. usamo s a lã pa a nos p otege mos do f io. sob p essão no mal. no dese to. pa a se p otege em do intenso ca lo da atmosfe a. constata-se que o fio é de: 01) cob e 04) zinco 02) alumínio 05) chumbo 03) inva ¨ Avança ¨ FÍSICA . O p ocedimento dos povos do dese to pode.2 mm. Sendo θE o valor lido no termôm mal graduado e θC o valor correto da temperatura. pois.57 e) –20 e 100 5 GABARITO 24.10–6 25. ap esenta uma dilatação de 10. espectivamente.51 d) 11. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15.10–6 23. d) a lã é natu almente quente (embo a esteja abaixo de 50 C) e. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. os valo es da t empe atu a de fusão do gelo e ebulição da água na escala T. onde as tempe atu as du ante o dia podem chega a 50 C. Itajubá-MG Uma escala termométrica “T” elaciona-se com a escala Celsius (C) confo me o g áfico ao lado. Mackenzie-SP Um te mômet o mal g aduado na escala Celsius. A pa ti dessas info mações e da tabela acima.10–6 IMPRIMIR Um fio de 5 m de comp imento. F. ajudando a esf iá-los ainda mais. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. ajuda a esf ia os co pos das pessoas.22. no dese to. Essa atitude pode pa ece -nos est anha. no B asil.43 e 63. e o b anco também é uma “co quente”. quando submetido a uma va iação de tempe atu a igual a 120 C. b) a lã é bom isolante té mico. enquanto o b anco é uma “co f i a”. 25.M.10–6 0. e o b anco abso ve bem a luz em todas a s co es.

a) 22. UFMT Calcule o núme o mínimo necessá io de ba as de chocolate pa a p ove o co po de uma pessoa de 70 kg de ene gia suficiente pa a anda 10 km.3 g c) 47. em g amas.8 g b) 38. do gelo que pe manece á neste estado. b) cada passo co esponde a 1 m e a elevação do co po a 1 0 cm. Suponha ue a fonte fo neceu ene gia té mica a uma potência constante desde o instante t = 0. 2) Conside e que 1 cal eqüivale a 4 J.8 g e) 77.. c) gelo a 0°C e água acima de 0°C. ao se atingido o equilíb io. have ia no copo: a) apenas água acima de 0°C. GABARITO Analisando-se o g áfico. está ep e sentada a va iação da tempe atu a em função do tempo de uma massa de 200 g d’água. oco e am t ês t ansições de fase. ( ) a potência da fonte té mica é de 16 kcal/min. a massa de gelo contida na mistu a inicial? Dados: • calo de fusão do gelo = 334. está i nicialmente à tempe atu a de -10°C e ecebe 2997 J de calo . dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) a tempe atu a da ág a pa a t = 2 min é 80 C. UFRS Uma mistu a de gelo e água em estado líquido. UFGO No g áfico. Conside a que o calo específico do gelo tem o valo constante de cgelo = 2220 J/ (kgK). enc ont a-se à tempe atu a de 0 C. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . 28. são colocados 2 cubos de gelo a 0°C. não oco eu ab so ção de calo . conside ando-se que: a) a pessoa gasta ene gia exclusivamente pa a vence a fo ça da g avidade. com massa total de 100 g. e que toda essa ene gia foi utilizada pa a aquece a água.0 cal/g C. Fuv est-SP Em um copo g ande. ap oxim adamente. ( ) de 0 a 9 minutos. ap oximadamente .18 J/(g. d) gelo e água e) apenas gelo a 0°C. de massa m igual a 30 g. contendo água à tempe atu a ambiente (25°C). 29.2 g 27. Um ce to tempo após ecebe 16. em vez de 2. Unioeste -PR Uma amost a de gelo. A pa ti desta quantida de de calo . fossem colocados 4 cubos de ge lo iguais aos ante io es. te micamente isolado.Te mologia. Nas mesmas condições se. a mistu a acha-se completamente t ansfo mada em água líquida a 20 C. b) apenas água a 0°C. 30. Qual e a.000 J de calo . 6 Dados: 1) Conside e que cada ba a de chocolate p opo ciona um sup imento ene géti co de 500 kcal. dete mina a massa.8 g d) 72. Dado: c = 1. A tempe atu a da água passa a se . C). de 1°C. pode-se afi ma que: ( ) no p imei o minuto. • calo específico da água = 4. 4 J/g.26. que o calo de t ansfo mação tem o valo de Lf = 333 x 103 J/kg e que o siste ma está pe feitamente isolado.

Te mologia. mas o anel. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate ial da placa. Em seguida.31. é de. não. O p imei o te mômet o é exposto di etamente ao ambiente. pa a uma va iação de tempe atu a. Inicialmente. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitament e no o ifício da placa. quando ambos são sujeitos à mesma va iação de tempe atu a. d) O te mômet o de bulbo úmido in dica á uma tempe atu a mais baixa que o de bulbo seco quando a umidade elativa do a fo baixa. a densidade da água aumenta. obtidas usando dois te mômet os dife entes . ap oximadamente. ( ) Os ecipientes de v id o fechados com tampas metálicas são mais facilmente destampados. Isso se deve ao fato de o vid o dilata -se mais que o m etal. IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . o disco e o anel fo am colocados dent o de uma geladei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. Nesse caso. 33. c) O te mômet o de bulbo úmido indica á uma tempe atu a mais alta que o de bu lbo seco quando a umidade elativa do a fo alta. b) O anel encaixa-se no o ifício. pois ambos aumenta am de tamanho. Em seguida. a placa. podemos afi ma que: a) Os dois te mômet os indica ão semp e a mesma tem pe atu a. sob p essão no mal. Juiz de Fo a-MG A umidade elativa do a pode se avaliada at avés de med idas simultâneas da tempe atu a ambiente. a dilatação sof ida po uma ba a de a lumínio é semp e maio do que a va iação sof ida po uma ba a de fe o. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou u m disco de aio . c) O disco passa pelo o ifício. todos os co pos encont avam-se à mesma t empe atu a e. ( ) A tempe atu a de ebulição da água. quando o conjunt o é subme so em água quente. 373 K. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel co ntinuam encaixando-se no o ifício na placa. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) Como o coeficiente de dilatação do alumínio é maio do que o do fe o. U. podemo s conclui que. UnicapPE Assinale ve dadei o (V) ou falso (F).F. 32. concluímos que os co pos B e C possuem a mesma tempe atu a. sob p essão no mal. 7 b) O te mômet o de bulbo seco indica á semp e uma tempe atu a mais baixa que o de bu lbo úmido. mas o disco. pois ambos diminuí am de tamanho. nessa situação. ( ) Se um co po A encont a-se em equilíb i o té mico com os co pos B e C. d) Nem o disco nem o anel se encaixam mais no o ifício. ( ) Ao passa d e 1 C pa a 4 C. Depois de eti a o mat e ial da geladei a. e) Nem o disco ne m o anel se encaixam mais no o ifício. não. mas o segundo tem seu bul bo (onde fica a mazenado o me cú io) envolvido em algodão umedecido em água (veja a fi gu a).

a pa ti do começo da ebul ição. d) a chapa tende a aumenta . U. em quilocalo ias. toda a água te á se esgotado? T (°C) (Conside e que o calo de vapo ização da água é a de 540 cal/g) 60 a) 18 minutos b) 27 minutos c) 36 minutos d) 45 minutos e) 54 minutos 1 2 3 4 5 t(min) 50 40 30 IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . 1000 g de água a 15 C e 200 g de gelo a -6 C. é int oduzida num fo no. ambos a -1 C.6 x 105 J/kg. Conside e que todo o calo ge ado pelo at ito no movimento seja gasto na fusão da neve. aquece-se água. 36. e nquanto o fu o se mantém. po dia. e) 1200 g de água a 1 C. Sabese que o calo específico e o calo latente de fusão do gálio são.34. enquanto o fu o diminui. b) 1180 g de água e 20 g de gelo. enquanto o fu o diminui. dete mine a qua ntidade de calo pe dido pela pessoa. Dete mine a massa de neve fundida após o es quiado desce 90 m na encosta. e suponha a acele ação da g avidade igual a 10 m/s2.Te mologia. UEMS Um estudante bebe 2 lit os de água a 10 C po dia. coloca. Robe to obte á: São dados: • calo específico da água = 1 cal/g C • calo espec o gelo = 0.5 cal/g C • calo latente de fusão do gelo = 80 cal/g a) 1020 g de água e 180 g de gelo. o bse vando-se uma va iação da tempe atu a da água com o tempo. como indica o g áfico. c) a chapa tende a aumenta . com velocidade const ante. supondo que ele comece a 10°C e te mine quando o f agmento de gálio se funde integ almente. Pa a isso. Exp esse o esultado em g amas. Conside ando que um lit o de água eqüivale a 1000 g amas e que seu calo específico é 1. Espe ando pelo equilíb io té mico. 35. Co m o aumento da tempe atu a. em quanto tempo. d) 1200 g de água a 0 C.°C) e 8000 0 J/kg.F. ele pode liquefa -se intei amente quando colocado na palma da mão de uma pessoa. 8 GABARITO 38. ambos a 0 C. num ecipiente te micamente isolado e de capacidad e té mica desp ezível. abso ve pa a fundi -se integ almente quando colocado na mão de uma pessoa? b) Const ua o g áfico t (°C) x Q (J) que ep esenta esse p ocesso. 37. a) Qual a quantidade de calo que um f agmento de gálio de massa 25 g. é co eto afi ma que. A massa do esquiado e de eu equipamento é 72 kg. Des p ezando-se a evapo ação antes da fe vu a. ini cialmente a 10°C. Unifo -CE Uma chapa de fe o. Fuvest-SP Em uma panela abe ta. po isso. ambos a 0 C. cujo calo latente de fusão é 3. espectivamente. Pelotas-PR Num dia muito quente. c) 1100 g de águ a e 100 g de gelo. devido unicamen te à ingestão de água. Vunesp O gálio é um metal cujo ponto de fusão é 30°C. com um fu o cent al. uma encosta com inclinação de 30 em elação à ho izontal. Robe to p etende toma um copo de água b em gelada. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ . à p essão no mal. e) a chapa se mantém. 410 J/(kg. (Tempe atu a do co po humano: 37 C) a) 54000 kcal b) 5400 cal c) 74 kcal d) 5 kcal e) 54 kcal 39.0 cal/g C. UFPR Um esquiado desce. quanto à á ea: a) tanto a chapa com o o fu o tendem a aumenta . b) tanto a chapa como o fu o tendem a diminui .

uma pes soa deixou o automóvel estacionado ao sol. tempe atu a ambiente. Ube aba-MG/Pias Tendo enchido complet amente o tanque de seu ca o. Como a aio ia das substâncias líquidas.5 4 lit os. se á de: a) 1. 43. líquido ou gasoso) p oduz vá ios efeitos impo tantes que inte fe em em nossa vida diá ia. não. analise as afi mativas a segui : I. todos os co pos encont avam-se à mesma tempe atu a e. e) Todas são fal sas. não. apenas. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitamente no o ifício da placa. c) O disco passa pelo o ifício. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Estão co etas: a) I e II. d) I. men o é a capacidade do co po abso ve calo . e) Apenas I é ve dadei a . Quanto maio a capacidade té mica de um co po. Depois de eti a o mate ial da gelade i a. Em seguida. A e B podem te o mesmo calo específico e a mesma capacidade té mica. e) Nem o disco nem o anel se enc aixam mais no o ifício. Depois de um ce to tempo. II e III 9 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . III. A quantidade de combustível que ext avasou do tanque ep esenta a dilatação eal que a gasolina sof eu. c) Apenas II e III são ve dadei as. b) O anel encaixa-se no o ifício. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate i al da placa. a va iação de mp imento da to e. II. apenas. mas o anel.5 42. b) II e III.40. UERJ Uma to e de aço.5 c) 2.0009 C –1. III. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou um disco de aio . 44. a água diminui sua densidade quando aquecida de ze o a 100 C. c) III. ve ificou que . Ma que a alte nativa co eta: a) Soment e I é ve dadei a. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel continuam encaixa ndo-se no o ifício na placa.0 b) 1. mas o disco. II e III são ve dadei as. n essa situação. Inicialmente. apenas. com capacidade pa a 60 lit os de gasolina. PUC-PR Conside e as afi mações abaixo sob e dois co pos A e B de massas dife entes: I. linea mente.0 d) 2. tem altu a de 50 m quando a tempe atu a ambiente é de 40 C. À noite. d) I. O efeito de dilatação nos sólidos é um esultado do aumento da distância ent e os átomos que os constituem. b) Somente II é ve dadei a. a placa. II. II.Te mologia. b) Apenas I e III são ve dadei as. Sabendo que o coeficiente de dilatação volumét ica da gasolina é igual a 0. pois ambos aumenta am de tamanho. em média. u sada pa a t ansmissão de televisão. d) Todas são ve dadei as. U. em centímet os. 41. supondo que a tempe atu a caia pa a 20 C. Em seguida. III. Conside e que o aço dilata-se. pa a cada va iação de 1 C. A va iação no volume de gasolina foi de 0. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma gelad ei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. A e B podem te o mesmo calo específ ico e dife entes capacidades té micas. Pode-se afi ma : a) Apenas I e II são ve dadei as. UFMA A va iação de tempe atu a de um co po (sólido. A e B podem te calo es específicos dife entes e a mesma capacidade té mica. d) Nem o disco nem o anel se encaixam ma is no o ifício. A dilatação eal da gasoli na foi meno que a dilatação do tanque. se elevou de 10 C e uma quantidade de gasolina havia ento nado. na p opo ção de 1/100000. Em elação às seguintes afi mações: I. c) Somente I e II são ve dadei as. pois ambos diminuí am de tamanho.

Devido à p oximidade de g andes massas de água. a tempe atu a ambiente de 20°C. ¨ Avança ¨ FÍSICA . como esposta.5 x 106 milhões de kWh (1. Coloque. São dados: Calo específico da água: ca = 4200 J/(kg. 04. po oco e somente nos líquidos e gases. pois a evapo ação do suo consome ene gia do co po humano. 48.257 kJ/kg. o seu volume aumenta e a sua densidade diminui. po que a a eia tem um calo específico muito elevado. Desp eze a pa te f acioná ia de seu esultado. equivalente ao consumo anual de ene gia elét ica nos Estados Unidos da Amé ica.26 x 1016 kJ). Tempe atu a de ebulição da água na egião: te = 10 0°C. Dê.45. à tempe atu a e quantidade de ca lo abso vida no início da ebulição e à tempe atu a e quantidade de calo quando a água é ti ada do fogo. a) Faça o esboço do g áfico x Q (J) que ep esenta esse aquecimento. 3. b 10 GABARITO Ao se aquecida até uma tempe atu a T > T0. Quando eti a o ecipiente do fogão. as va iações de tempe atu a ent e o dia e a noite são p equenas ou bem meno es do que em um dese to. é a fo ma p edominante de t ansmissão de calo nesses meios. a sua dilatação e a dilatação da água. o c alo é t ansmitido po condução. Calo latente de vapo ização da água: Lv = 2300000 J/kg. coladas à tempe atu a T0.9 × 10–5 cal/g°C e ∝b onze = 1. 47. Em um mesmo local.Te mologia. julgue as afi mativas . supondo que esse lago é capaz d e a mazena 1012 kg de água. temos uma lâmina bimetálica composta de chumbo e b onze. ou seja. A convecção. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. cujos coefici entes médios de dilatação linea são espectivamente ∝p = 2. ( ) Se as moléculas de um meio mate ial vib am. pode s e p eenchido pela água condensada em um fu acão típico. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Qual a ene gia despe d içada nesse p ocesso? Justifique. 1 m3 = 1000 . e o coloca pa a fe ve num fogão de potência constante. caso exi sta. calcule quantas vezes o lago Pa anoá. em média. em B asília. IMPRIMIR b) Suponha que toda a água que falta tenha sido vapo izada. 46. Em um dese to a tempe atu a é mui to elevada du ante o dia e sof e g ande edução du ante a noite. ( ) A maio ia dos líquidos e gases possui baixa conduti vidade. em Flo ianópolis. 08.°C) . Vunesp Uma estudante põe 1. UFR-RJ Nas ilust ações das figu as. ( ) A condução é o modo pelo qual o calo é t ansfe ido at avés de um meio mate ial com t ansfe ência simultânea de maté ia. A t anspi ação é um mecanismo de cont ole de temp e atu a. UnB-DF Sabe-se que a ene gia associada a um fu acão típico é. a água pá a de fe ve e a estudante nota que esta am 0. Desp eze o calo abs o vido pelo ecipiente. a água numa panela fe ve a uma tempe atu a maio se ela estive destampada. a lâmina bimetálica ap esenta a cu vatu a ao lado: Explique po que a lâmina se encu va. a soma das alte nativas co etas. Densidade (massa específica) da água: dA = 1000 kg/m3. po que o seu calo específico é maio do que o das out as substânc ias.80 de água no ecipiente. 49. os pontos co espondentes à tempe atu a inicial. pelo meno s.0 de águ a num ecipiente g aduado. onde t (°C) é a tempe atu a da água contida n o ecipiente e Q (J) é a quantidade de calo abso vida pela água. 32. 16. cujo cal o latente é de 2. A água é usada pa a ef ige a os m oto es de automóveis. UFMT Sob e as dive sas fo mas de p opagação de calo . l/g°C. Quando uma ce ta massa de água é aquecida de ze o g au a 4 g aus Celsius. Conside ando que essa ene gia é p oveniente da condensação de vapo d’água. 02.

sob pressão norm l.500 m c) 20. se á: a) 20. a te mpe atu a do poste se eleva pa a 50 C.150 m e) 21. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. umen t e. inici lmente. p r control r temper tur . feito de aço. tem um comp imento de 20. ( ) Os cabos metálicos usados na construção civil devem possuir coeficiente de dilatação aproximadamente igual ao do concreto. densid de d águ .2 x 10–5 ºC–1) com 50 m de comprimento sofre um v ri ção d tur de 100 k. utiliz -se um dispositivo ch m do de termost to. ( ) a c apacidade térmica depende do estado de agregação da substância. logo. ( ) Nos ferros elétricos.015 m d) 20. Se o de coeficiente de dilatação té mica do aço va le 1. UFGO A temperatura é uma das grandezas termodinâmicas cuja variação pode alterar as propriedades térmicas de substâncias. Assinale verdadeira ou fa lsa: ( ) devido a uma diferença de densidade entre as partes de um fluido (líquidos. UFPB Um poste de iluminação pública. um grama de nitrogênio requer o dobro de calorias que um grama de iodo. ( ) Se as barras são feitas do mesmo material. 53. gases e vapores). b) para passar para vapor. Ao meio-dia. diminui. 009 m 51. Unicap-PE O g áfico da figu a ao lado ep esenta a va iação do comp imento (∆ ) de duas barras A e B. ( ) Ao ser quecid de 1ºC 6ºC. o mercúrio é vapor. ao meio-dia. e) na temperatura ambie nte. podemos concluir que a barra A é m ais comprida do que a barra B. então o comp imento do poste. ( ) Uma tubu lação de vapor de aço (α ço = 1. em seguid .50. o álcool etílico é líquido. 09 0 m b) 20. FURG-RS A t bel seguir mostr os pontos de ebulição e os c lores de v poriz ção (à pressão de 1 tm) p r 7 substânci s diferentes. o processo de propagação de calor ocorre por convecção térmica. que se b sei n dil t ção de lâmin s bimetálic s. em função da temperatura T. d) na temperatura em que a água ferve. 52. quando a tempe atu a é de 20 C. são necessárias 600 calorias.000 m du ante a mad ugada. c) para vaporizar 50 g de hélio. concluímos que o comprimento d tubul ção v riou de 60 mm. ( ) a temperatura é a medi da da quantidade de calor de uma substância. sob a ação do sol.5 x 10–5/ C. dilatação e transmissão de calor ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡   ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡   ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ . Ponto de Ebulição (ºC) 357 184 100 78 59 −196 −269 11 Substância Mercúrio Iodo Água Álcool Etílico Calor de Vaporização (cal/g) 65 24 540 200 44 48 6 GABARITO Bromo Nitrogênio Hélio Analisando a tabela podemos concluir que: a) o bromo passa de líquido para vapor e m 44 C.

é igual a: a) 5. é correto concluir que. ( ) É correto inferir que e xistem correntes de convecção no núcleo exterior da Terra. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia.E. O estudante conclui corretamente que o calor específico do chumbo. A crosta. UEMS Uma pessoa agachada perto de uma fogueira de festa junina é aquecida mais significativamente por: a) condução d) condução e irradiação b) convecção e) condução e co radiação 56. de ferro. deve ser igual à do ponto de fusão do ferro sob a pres são aí predominante.0 d) 11 e) 13 55. Depois. não existiu fl uxo de calor do interior para a crosta terrestre. ( ) Sabendo que as temperaturas mostradas no gráfico têm se mantido constantes no d ecorrer dos últimos milhões de anos. que é a camada mais externa. Haja vista existirem muitas evidências de que o núcleo da Terra é formad o. a temperatura do ponto A.0 c) 9. ( ) Sabendo que tanto o núcle o exterior quanto o interior são formados de ferro e que a pressão cresce com a prof undidade. sólido. pode se estimar que a temperatura no interior d a crosta aumenta com a profundidade em mais de 10 C/km. ju lgue os itens a seguir. em cal/g C: a) 0. em cal/g.0 min utos. antes de se fundir vale. a temperatura é uma das m enos conhecidas. dilatação e transmissão de calor   ¦     ¦   ¦ ¦ . nesse período. obteve dados para a construção da curva de aquec imento de 500 g de pequenas esferas de chumbo. só te m 30 km de espessura média. um estudante verificou que cert a chama de um bico de Bunsen eleva de 10 C a temperatura de 200 g de água em 4. 1. líqui do.0 b) 7.030 d) 0.040 e) 0. é correto inferir que a temperatura de fusão do ferro aumenta com a pressão. U.54. usando a mesma chama. limite do núcleo exterior. assim. e do núcleo interior. Com base no texto. UnB DF De todas as propriedades físicas da Terra. O calor latente de fusão do chumbo.010 b) 0. aparece como uma tira delgada no canto esque rdo do gráfico. e. ( ) Considerando que a condutividade térmica é a mesma em qu alquer ponto da crosta da Terra. basicamente. O gráfico ao lado é uma estimativa de como varia a temperatura no i nterior da Terra em função da profundidade.050 12 2. Essa temperatura é de aproximadamente 6000 C.020 c) 0. Londrina PR Para ter um padrão de comparação.

O ponto R. marcado obre a curva da figura c. b) Qual a porc entagem de alongamento da barra no ponto em que ela atinge o rompimento? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Qual o coefic iente de dilatação linear da barra. Ttriângulo Mineiro MG ona de casa lava dois copos de materiais diferentes e. João encheu completamente o tanque de seu carro com gasolina e pagou R$ 33. indica o pa r de valore (ten ão.00 x 10–5 d) 4.00. Sabendo se que o combustível extravasou. O gráfico da figura c mostra como varia a tensão s (força de tração por ∆L L − L o idade de área de seção reta) versus deformação relativa. com temperatura de 10 C. Dentre as muitas explicações possíveis para esse fato. UFC Uma barra de aço.1 10–3 C–1 58. e) era igual à temperatura ambiente. em que a constante E é conhecida como e deformação relativa.00 x 10–5 e . deformação relativa) para o qual há ruptura da barra. em função da temperatura T. a) Calcule o valor da con tante E para o aço em que tão e expre e ua unidade . c) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação menor que o de fora. UFPE O gráfico abaixo apresenta a variação do comprimento L de uma barra metálica. mas o copo de dentro te m coeficiente de dilatação menor que o de fora. aplicada conforme mostrado na igura b.M.10 o litro. quando a temperatura atingiu a marca de 30 C. só voltando para buscá lo mais tarde. em C–1? a) 1. é deformada pela ação de uma força de tração F. 13 d) era igual à temperatura ambiente. quanto João perdeu em dinheiro? Dado: Coeficien te de dilatação térmica da gasolina igual a 1.00 x 10–5 GABARITO 60. ela nota que eles estão presos e não consegue separá los.00 x 10–5 b) 2. 59. O trecho da Lo Lo curva compr eendido entre os pontos O e P corresponde a uma relação linear entre tensão ∆L . Depois de algum tempo em que a temperatura ambiente permanece constante. b) era mais alta que a tempe ratura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. dilatação e tran mi ão de calor Avançar ¦ © © ¦ © ©   ©© §   © ©© ©   © ¦ ¦ © ©   © ¦ . Logo após o abastecimento deixou o carro no mesmo local. coloca u m dentro do outro. cilíndrica. mas o copo de dentro tem coeficiente de dilat ação maior que o de fora.57.Termologia.00 x 10–5 c) 3. F. uma delas é que a temperatura da água com a qual os copos foram lavados: a) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de d entro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. UFR RJ Pela manhã. que o tanque dilatou e que a gasolina custou R$ 1. dada por σ = E Lo módulo de ela tici dade ou módulo de Young. logo em seguida. de comprimento inicial L0 e área de seção reta A (ve r figura a). = .

expo ta à radiação olar direta durante algum tempo. uma pe oa ju lga (ao contato do pé nu ) que o chão de madeira do quarto apre enta temperatura uperior à da maçaneta metálica (ao toque da mão). a cau a de e aquecimento é a conver ão de energia lumino a em energia tér mica. ( ) Durante a olidificação. A quantidade de calor que deverá er cedida pela água fervente para o macarrão atingir a temperatura de equilíbrio depende da ma a. Ao er colocado na água fervente. o ovo e a quece devido à tran ferência de calor da água para ele. julgue a propo içõe . o grau de a gitação molecular tende a permanecer con tante. poi a capacidade térmica da água não depende da ma a. atravé da panela . a oma da alternativa correta . ( ) No interior do Paí é muito comum a utilização de moringa . A capacidade térmica do macarrão varia com a quantidade de água u ada no cozimento.e novamente. Para fazer i o. UFMT Caju. ( ) O chumbo cede calor para o ambiente e olidifica . 16. e e ju tifica pela evaporação. a temperatu a inferior à do ambiente. para manter ua temperatura de ebulição e ceder energia para o macarrão e para o mei o ambiente. A re peito do a unto a inale a( ) propo ição(õe ) correta( ) : 01. 63. deve. em uma panela de tampada em Florianópoli . i o e deve ao fato de que o metai ão mai frio que a madeira . 62. O macarrão cozinha tão rapidamente em 1 litro como em 5 litro de água. Para o cozimento d o macarrão. coloca um pedaço de cano de chumbo dentro de uma lata e deixa-o por algum tempo na chama forte de um fogão . Depoi de derretido. co tuma moldar eu próprio chumbo de pe caria. pode er tran f erida de um corpo a outro de vária forma . podendo provocar variado efeito no corpo que a recebem ou perdem. A água ganha calor da chama do fogão. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . em muito rigor denominada genericamente calor. para que cozinhe rapidamente e fiqu e firme. U. que go ta de pe car. A argumentação apre entada é pro cedente. A im. predominantemente por meio do proce o de condução térmica. a alegação do u uário é que ela mantêm a água fre quinha. 5 litro de água. 02 .e fazê-lo em ba tante água – não meno do que um litro de água para cada 100 g – e omente p o macarrão na água quando e ta e tiver fervendo. 32. como re po ta. pelo meno . ao e cozinhar macarrão. imer o em água quente. mai rápido cozinhará. de acordo com a receita para 500 g de macarrão ão nece ário . dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © ©© © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © ©© ©© © © © ©© © © ©© © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © . o que importa é a temperatura e não a ma a da água. ou bilha d’á . da temperatura inicial e do calor e pecífico do macarrão. UFSC Recomendam algun livro de culinária que. feita de barro. ( ) Quando colocamo um ovo para cozinhar. o macarrão recebe calor e ua temperatura aume nta até ficar em equilíbrio térmico com a água. 64. a temperatur a do chumbo varia. ( ) Quando e levanta.Termologia. maior erá a quantidade de calor que poderá er cedida ao macarrão e. e creva V para a afirmativa v erdadeira ou F para a afirmativa fal a . a águ e aquece. A partir de a fa e. poi a t emperatura máxima de cozimento erá 100ºC. 08. ( ) Durante a olidificação. perdendo calor para o ambiente. a umindo a forma de ejada. ( ) O aumento de temperatura que a água ofre ao pa ar po r um chuveiro elétrico funcionando adequadamente e deve à pa agem da corrente elétri ca pela água.14 61. Quanto maior a quantidade de água ferv ente na panela. coex i tem a fa e líquida e ólida do chumbo. con eqüentemente. em nece idade de geladeira. ( ) Quando uma garrafa de vidro tran parente conte ndo água é colocada ao ar livre. A e e re peito. ( ) No proce o de olidificação. 04. o chumbo líquido é colocado dentro de uma forma. Dê. Católica-DF A energia térmica.

b) I e III e tão correta . Ne te relatório. c) do caminho livre médio. em média.64.Termologia. e time o tempo total de conver ação nece ário para que um u uário de 60 kg tenha um acré cimo de temperatura de 1ºC. b) da energia cinética média da mo lécula .e afirmar que: a) I e I I e tão correta . num recipiente que contém um termômetro e o aquece ob pre ão con tante. UFPR Um e tudante coloca pedaço de e tanho. 66. Com ba e no enunciado e no gráfico . 65. O inai emitido pelo celulare têm. UFRN Quantidade de ma a diferente de água pura e óleo comum de cozinha (amba na me ma condiçõe de pre ão e temperatura). c) den idade. b) condutividade térmica. ( ) Entre 100 e 200 do início da experiência. d) c alor e pecífico.ºC. provocando mudança de fa e. provocando apena variação de tempera tura. o e tudante elabora o gráfico mo trado abaixo. I II. o pedaço de e tanho ab orvem uma quantida de de calor igual a 20. d) III e IV e tão correta . 67. UFSE A temperatura ab oluta de um gá perfeito é uma indicação direta : a) da quantidade de movimento média da molécula . III e IV e tão correta . Sobre a afirmativa acima. pode. no primeiro 100 da experiência. Calor en ível é o calor cedido ou ab orvido. e) II. e) do número de molécula por centímetro cúbico. Con iderando que o corpo huma no é formado ba icamente por água. Con idere que apena 50% da ene rgia emitida pelo celular eja re pon ável pelo referido aumento de temperatura (1 cal = 4. ão feita a eguinte afirmaçõe : I. IV. O calor e pecífico da água vale 1 cal/g. 15 GABARITO 68. d) da velocidade máxima da molécula . é correto afirmar: ( ) A temperatura de fu ão do e tanho é 232ºC.2 J). dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © . II. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) A temperatura do e tanho no in tante 300 do início d a experiência é igual a 673 K. A quantidade de calor cedida ou recebida é o quociente entre a capacidade térmica e a variação de temperatura. que repre enta a tempera tura do e tanho em função do tempo de aquecimento. podem te r o(a) me mo(a): a) capacidade térmica. uma potência de 0. UFR-RJ Sobre calorimetria de uma dada ub tância. c) II e IV e tão correta . Depoi de vár ia mediçõe .4 W e ó ão gerado enquanto o u uário fala a telefone.7 kcal. a OMS de taca que inai emitido p or e te aparelho con eguem penetrar em até 1 cm no tecido humano . que e tão a uma temperatura de 25ºC. ( ) Suponha que a capacidade calorífica do pedaço de e tanho eja igual a 100 cal/ ºC. ( ) Entre 100 e 20 0 do início da experiência. PUC-RJ A Organização Mundial de Saúde (O MS) divulgou recentemente um relatório obre o impacto na aúde humana da radiação emiti da pelo telefone celulare . o e tanho e apre enta totalmente no e tado líquido. provocando um corre pondente aumento da temperatura do corpo. Capacidade térmica é o quociente entre a ma a do corpo e o calor e pecífico. Então. Calor latente é o calor cedido ou ab orvido. o e tanho não ab orve calor.

além de executar ua atividade regulare . Sob pre ão normal. E a mudança ocorre a uma determinada temperatura. é correto afirmar que: 01. a ub tância pa ou da fa e ólida para a fa e líquida e recebeu 250 cal. A energia ga ta ne a caminhada é a me ma nece ária para p roduzir um aumento de temperatura de 80ºC em 3 kg de água. 70. a oma da alternativa correta . Dê.5 cal/gºC. 04. líquido. a inale a alternativa que. UERJ Suponha que uma pe oa preci e de 2400 kcal/dia para uprir ua nece idade de energia . Mackenzie-SP Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido. ( ) ua. Num determinado dia. para pa ar da fa e líquida para a fa e ga o a. 0 2. o alimento é cozido rapidamente porque a alta pre ão permite que a temperatura da água e mante nha acima do eu ponto de ebulição normal. quando e e quenta uficientemente e e líquido. a) aparente — real — oma — aparente b) real — aparente — oma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — apare aparente — real — diferença — real 16 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . quando o gá é aquecido uficientemente. o gelo pode e tran formar em água líquida. mai baixo erá o eu ponto de fu ão. a ub tância recebeu 500 cal entre o in tant e t3 e t4. em kcal. ca minhou durante uma hora. ele vira líquido. Com relação à latação do líquido . UFMT Como a maioria da ub tância . preenche de modo corr eto a lacuna do texto acima. a água e mantém líquida até 00ºC. ele vira gá . Con idere o calor e pecífic o da água igual a 1 cal/gºC. de modo que o quarto e tado é o mai energizado d e todo . UFMT Ob erve o gráfico a eguir. a fa e líquida aconteceu entre o in tante t2 e t3. quando não uficientemente quente para ferver ob pre ão normal. normalmente 0ºC. julgue a afirmativa . Sobre o e tado fí ico da água. 16. a pa agem para a fa e ga o a aconteceu entre o in tant e t4 e t5. gá e a té atingir o e tado de pla ma. é equivalente a: a) 2480 b) 2520 c) 2600 d) 2640 72. pode entrar em ebulição ao er reduzida a pre ão ambiente. E a ub tância pre ci a receber 50 cal/ g para pa ar do e tado ólido para o e tado líquido e 100 cal/ g para pa ar do e tado líquido para o e tado de gá . no me mo dia. é chama o Calor Latente. ordenadamente. A nece idade de energia de a pe oa. ( ) Quanto maior for a pre ão que atua ob re um ólido. que mo tra a evolução temporal da temper atura de 5 g de uma ub tância cujo calor e pecífico é de 0. entre o in tante t1 e t2 .69. e a pe oa. ( ) O calor nece ário para tran formar gelo em água líquida. como re po ta. a água pode exi tir como ólido. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © © © © © ©© © ©© © ©© ©© © © © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © ©© © © © © © © © ©© © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © . a matéria em que tão ganha energia. vira pla ma. Em cada uma de a pa agen . a parte que tran borda repre enta ua dilatação ________________ . 08.Termologia. ( ) Quando e aquece um ólido uficientem ente. ( ) No interior da panela de pre ão de u o domé tico. e a água não con titui uma exceção. Com ba e no gráfico e na inform açõe dada acima. ou e ta em gá . 71. a ub tância ofreu dua mudança de fa e. A dilatação ________________ do líquido é dada ela ________________ da dilatação do fra co e da dilatação ________________ . ( ) Aquecido.

UESC-BA A água e tá difundida na natureza no e tado líquido.73. L2. a ma a de água ingerida diari amente por e a pe oa.8g e) nenhuma das anteriores c) 65g IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Macedo. determin o valor de x.5 b) Utilizando. sendo menor na etapa entre A e B. III. Em eu e tado natural mai comum. em unidade arbitrária .e 300 g de um líq uido. FEI-SP A oxidação de 1g de gordura. Quais estão corretas? a) Apenas I. dilatação e transmissão de calor Avançar © © ©© © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © ©© ©© © © © © © © © © .e ao calorímetro 100 g de outro líquido . à temperatura de 80 ºC.à temperatura de 15 ºC. Química. Antônio. Acre centando. 76. 224-5. p.5 kg de água apre enta uma variação de temperatura Dq.. Ana lise as seguintes afirmações.5 litro de água a 4ºC por dia.10–2 cal/gºC. a) Se uma pe oa bebe 3. Sabendo. b) Apena s II.).. é um líquido tran parente. 1998. O calor específico da substância tem valor crescente tanto na etapa entre A e B como na etapa entre C e D. em grama . Salvador-BA No interior de um calorímetro ideal. São Paulo: IBEP. ólido e ga o o obre 73% do plan eta (. referentes a esse gráfico. Se o nosso corpo possu i 5300g de sangue. é igual a: 01) 0. ma que a ume a cor azul-e verdeada em lugare profundo .Termologia. é igual a: 01) 35000 02) 3500 03) 350 04) 35 05 ) 3. em co ndiçõe na quai ua ma a é mantida con tante e é nulo o trabalho realizado pela amo t ra. O calor específico da substânc ia tem um valor constante na etapa entre A e B e outro valor constante na etapa entre C e D. o i tema atinge o equilíbrio térmico a 75 ºC. 17 O valor de Dq. II. 0.. e o eu calor e pecífico é de 1cal/gºC (. e) Apenas II e III. c) Apenas III d) Apenas I e III. A linha vertical que aparece no gráfico entre os pontos B e C indica que nessa etap a a amostra sofre uma mudança de estado.: Supor o calor específico do sangue igual ao calor específico da água. Po ui um a den idade máxima de 1g/cm3 a 4ºC.5 02) 1 03) 2 04) 5 05) 10 74. em ºC.). o calor (Q) ab orvido pela amo tra. UFRS Calor é ab orvido por uma amo tra de certa ub tância.e que o calor e pecífico de L 1 é igual a 1 cal/gºC e o de L2 é igual a x. Magno Urbano de & Carvalho. encontram.e a e cala Kelvin. U. I. L1.. como função da variação de temperatura (∆T) que este calor provoca na mesma. o valor da temperatura na qual a água po ui den idade máxima é igual a: 01) 180 02) 212 03) 269 04) 277 05) 378 c) Ao receber 1kcal de energia térmica. em abor e em cheiro. O gráfico abaixo repre enta. 75. a) 0.65g d) 68g b) 6. num organismo humano libera 9300 calorias. quanto de gordura deve ser metabolizado para fornecer o calor necessário para elevar a temperatura do sangue da temperatura ambiente (25°C) até a t emperatura de nosso corpo (37°C)? Obs.

... U.. I.. inicialmente no estado sólido.. concl ui-se que o calor específico do material de que ele é feito vale: a) 0.. A transferência de calor do Sol para a Terra é feita p elo processo de .. 18 01. mediu-se a quantidade de calor Q (em calorias) que ele absorvia para atingir diferentes temperaturas T (em graus Celsius). O material passa para o estado gasoso a 500ºC.E.5 cal/gºC..4 cal/g ºC d) 1 ...77.. II. quantidade de radiação que uma roupa clara. e a quantidade de calor absorvido pelo mesmo. dilatação e transmissão de calor Avançar .. Ponta Grossa-PR O gráfico abaixo representa a relação entre a variação de tempera tura de um corpo de 200 g de massa... a soma das alternativas corretas. de um determinado material.. a partir de uma temperatura inicial fixa.103 cal/ºC... O calor latente de fu são do material é 800 cal/g..Termologia..2 cal/g ºC c) 0... e duran te a noite sofre uma grande redução... Q uanto maior a altitude....... IV. 02.... Dê.... A capacidade térmica do material é 8. 79. O calor específico do material no estado sólido é 200 cal/gºC.. FURG-RS Selecione a alternativa que complete corretamente as frases abaixo... assinale o que for correto.. menor é a pressão atmosférica e . Com base nesse gráfico... UFPB Para uma análise das propriedades térmicas deum sólido. 04..... O calor específico do material no estado líquido é 0. III.. Sabendo-se que a massa do sólido vale 50 g. 08... Uma roupa escura absorve . Isso ocorre em virtude do .. é a temperatura de ebulição da água.6 cal/g ºC e) 1.. como resposta. Durante o dia a temperatura no deserto é muito elevada... 16...0 cal/g ºC b) 0.. Os resultados es tão apresentados no gráfico ao lado.8 cal/g ºC 78. calor específico da areia.. A alternativa que completa corretamente as lacu nas das frases é: a) menor – grande – maior – convecção b) menor – pequeno – maior – radiaç – pequeno – igual – convecção d) maior – pequeno – menor – radiação e) maior – grande – me IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .

O calo r necessário para aquecer o sistema de 270 K a 300 K. vale: a) 3. Unifor-CE Uma fonte térmica fornece calor com potência constante. b) transferência de calor por conduçã transferência de calor por irradiação. O calor J específico da água é igual a 4200 kg. Para aquecer 250 g de um metal. Católica-GO Um ebulidor (aparelho elétrico para ferver água).3 . d) correntes de convecção em um líquido.30 d) 0. admitindo-se que toda a energia liberada pelo ebulidor tenha s ido transferida para a água.°C .68 × 10–1m de altu ra e desliza até atingir a base do calorímetro. U. a partir da temperatur a de 27ºC Ele anota os dados da variação da temperatura em função do tempo. utilizando uma fonte térmica de potênci a eficaz igual a 100 W.3 . respectivamente. a: a) 25 e 2500 b) 39 e 3900 c) 25 e 5200 d) 39 e 6400 e) não ocorre transferência de calo r. Esta situação é um exemplo típico de: a) transferência de calor p r convecção. pode-se afirmar que: a água deverá ter elevad o sua temperatura em 15 ºC. Univali-SC Você certamente já deve ter queimado os dedos ao tentar s egurar uma colher de alumínio parcialmente mergulhada em uma panela que continha c há ou café bem quente. Ao fi nal de 5 minutos.10 19 82. e a energia total consumida.0 min. 85. 102 b) 6. a 0ºC. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde.40 c) 0. Unifor-CE Um calorímetro de capacidade térmica 11 cal/ºC contém 20 g de gelo.5 .3 . em joules. dilatação e transmissão de calor Avançar . correspondem. UERJ Um técnico. de 25 ºC a 40 ºC. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . mesmo não estando em contato direto com o líqui do quente. ao longo da ex periência. Se o chumbo tem calor específico igual a 0. Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. 102 c) 9. em segundo s. nas mesmas unidades .80. UFRJ Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes incl inada como mostra a figura. em 3.36 × 105 J/kg e considerando g = 10 m/s2. quando pára. realiza uma experiência para determinar a quantidade de en ergia necessária para fundir completamente 100 g de chumbo. sem perdas. 103 e) 6. e constrói o gráfico ao lado. de 20 ºC até 50 ºC. Ela aquece 100 g de água. ela gasta 45 s. é utilizado para aquecer 2 kg de água. O cabo da colher. de potência igual a 420 W. a p artir da temperatura ambiente. então o instante T do gráfico. vale: a) 0.0 cal/gºC 83. também aquece. Sendo o calor específico da água igual a 1. é abandonado a 1. o do metal.50 b) 0. Um bloco de gelo. em calorias.0 cal/gºC.20 e) 0.13 J /gºC e calor latente de fusão igual a 25 J/ g.3 . 102 d) 2.Termologia. 84. 103 Dados: Calor específico do gelo = 0. 81.50 cal/gºC Calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g Calor específico da água = 1.

A quantidade de calor que o gelo recebeu. ( ) O valor da máxi ma energia térmica absorvida pela água no interior da lata preta durante a experimen tação é maior que 19 kcal. as latas.800 b) 0. 10 e) 2. 20 Com o auxilio das informações apresentadas e considerando o calor específico da água igu al a 1 kcal/(kg ºC). a curva de variação da temperatura da água no seu interior em f unção do tempo teria seus pontos entre as duas curvas apresentadas no gráfico acima.Termologia. ( ) Estando sob a sombra de um a árvore. de 400 g de uma su bstância cuja relação entre a temperatura (T) em função da quantidade de calor absorvida ( Q) está expressa no gráfico ao lado: a) 0.0 cal/gºC Calor latente de fu são do gelo = 80 cal/g Calor específico do gelo = 0. aproximadamente: d) 2. julgue os itens que se seguem.4 . 104 4 b) 2.0 g de gelo flutuando na água.M. exceto por ter sido polida externamente até que se tivesse uma superfíc ie prateada espelhada. absorverão as mesmas quantidades d e energia luminosa.50 cal/gºC IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Uma das latas foi pintada externamente com tinta de cor preta e a outra. 103 a) 4. 102 c) 2. de cor branca. UFSE Misturam-se 100 g de água a 20 ºC com 30 g de gelo a – 5. as duas latas foram expostas ao Sol. No equilíbrio térmico ficam 6. rec olhidas à sombra de uma árvore.190 d) 0. em calorias. foi. dilatação e transmissão de calor Avançar .050 88 . UnB-DF No experimento ilustrado na figura ao lado. em um dia sem nebulosidade.0 ºC. independentemente de sua cor.4 . 0 . em cal/gºC. cada uma com 1 kg de água armazenado em seu interior e munid a de termômetro que permitia medir a temperatura da água. F. 103 Dados: Calor específico da água = 1. em seguida. ( ) A máxima diferença de temperatura entre a água no interior da lata preta e a água no interior da lata branca foi maior que 20ºC.500 e) 1.86. e. ( ) Se uma terceira lata fosse acrescentada à experiência nas m esmas condições.8 .0 . GABARITO 87. Primeiramente. As variações da temperatura da água em função do tempo enco am-se registradas no gráfico abaixo. uma equipe de alunos usou duas latas fechadas.075 c) 0. Itajubá-MG Calcular o calor específico sensível.

a 20°C. em cal/ºC. pode-se afirmar que a temperatura indicada pelo termômetro T. o leite quente é resfriado pelo leite frio que entra por A. 91. saindo do sistema (através de C). deixa-se fu ncionar. a en ergia interna aumenta. A radiação é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem no vácuo.Termologia. III. UFRS A seg são feitas três afirmações sobre processos termodinâmicos envolvendo transferência de ener ia de um corpo para outro. uma geladeira com porta aberta para diminuir a temperatura média da cozinha. 92. Novamente em B. passando por três etapas: I. É(são) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) I e II somente. a 5°C. Para isso. completa-se o aqueciment o do leite. através da resistência R. determine: a) o calor específico do corpo. c) II e III somente. b) I e III somente. Em seguida. II. em uma cozinha fechada. Durante a fusão e a vaporização de uma substância. A convecção é um processo de transferência de energia que ocorre em meios fluidos. Quais estão correta s? a) Apenas I. b) Apenas II. Cefet-PR Considere as afirmativas abaixo: I. e) Apenas II e III. II. o l eite retorna a B. até que ele atinja 80°C. UFR-RJ O gráfico abaixo mostra como a temperatura de um corpo varia em função do tempo. III. em cal/gºC. o leite percorre um sistema. d) Apenas I e II. sendo aquecido (no trocador de calor B) pelo leite que já f oi pasteurizado e está saindo do sistema. Em condições de funcionamento estáveis. e supondo que o sistema seja bem isolado termicamente. dilatação e transmissão de calor Avançar . em fluxo constante. c) Apenas II I. Fuvest-SP O processo de pasteurização do leite consiste em aquecê-lo a altas tempe raturas. Sendo a mas sa do corpo igual a 100 g. II e III. o sistema recebe calor e realiza trabalho. e) I.89. e resfriálo em seguida. I. II. Quando 1 kg de água à 100ºC se tra nsforma em vapor de água sem alteração de temperatura e sob pressão atmosférica normal. é aproximadamente de: a) 20°C b) 25°C c) 60°C d) 65°C e) 75°C 90. 21 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . O leite entra no sist ema (através de A). III. que monitora a temperatura do leite na saída de B. d) I somente. Com essa temperatura. quando aquecido por uma fonte de fluxo constante de 90 calorias por minuto. por alguns segundos. Num dia de muito calor. b) a capacidade térmica do corpo. A condução é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem à mesma temperatura.

qual a temperatura de equilíbrio deste sistema. dilatação e transmissão de calor Avançar . recebe calor na razão de 1000 calorias por minuto. Não há trocas de calor com o ambiente. e sendo V1 = 3V2. O corpo X a 65ºC foi colocado em contato com corpo Y a 40ºC até entrarem em equilíbrio térmico. UFR-RJ Dois recipientes com volumes V1 e V2 de água.11 cal/gºC. O Calor latente de fusão do material que constitui esse corpo é. m seu interior é introduzido um bloco de ferro com massa de 200 g a 50ºC. c) III para IV. em calor ias. um bloco de gelo de 500 g a 0ºC é também colo ado dentro do calorímetro. contém 200 g de água a 50ºC. O volume de água V1 é misturado a V2. Nestas circunstâncias. inicia lmente no estado sólido. d) I para V. b) V para IV. O calor es pecífico do ferro é 0. respecti vamente. Em seguida. O calor específico da água é de 1 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g.Termologia. e) II para III. em ºC? a) 0 b) 10 c) 20 d) 30 e) 40 96. UFSE O gráfico representa a quantidade de calor absorvida pelos corpos X e Y e m função da temperatura desses mesmos corpos. UFSE O gráfico representa a temperatura de um corpo de massa 200 g que. na transformação de: 22 a) I para II. Esse fenômeno pode ser ilustrado no diagrama de esta do da água. GABARITO 95. de capacidade térmica desprezível. Supondo que somente há troca de ca lor entre eles. igual a: a) 10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 100 94. o corpo X cedeu para o corpo Y uma quantidade de calor. Supondo haver troca de calor apenas entre os líquidos. em cal/g. igual a: a) 30 b) 40 c) 50 d) 70 e) 90 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Unirio Um calorímetro. Cefet-PR A geada é um fenômeno que ocorre durante a estação fria no Sul do Brasil. têm temperaturas. qual a temperatura que se es tabelece no equilíbrio térmico? 97.93. iguais a 16ºC e 64ºC.

UFBA Conside em-se dois co pos. já que água “não tem caloria”. ∆L = L − L0. Depois. 8 copos de 250 mL de água. No corpo de maio r capacidade térmica. U. é correto afirm r: 01. 32. A temperatura de e uilíbrio é igual a cA + cB 16. c) t ês biscoitos do t ipo água e sal – 18g (75 kcal). e com calores específicos CA e CB diferentes entre si e co nstantes no intervalo de temperatura considerado. Dê. A energia cedida por A é igual à energia recebida por B. A e B . b) uma caixinha de água de coco – 300 mL (60 kcal). ∆T = T − T0. à temperatura T. a soma da s alternativas corretas. a ene rgia cinética média das moléculas de B é maior do ue a de A. uma aluna concluiu que. 02. ∆L é diretamente proporcional a ∆T. com tempe atu as i niciais θA e θB. Vunesp Após assistir a uma aula sobre calorimetria. e) um hambú gue . bastaria tomar água gelada.98. α é um const nte dimension l. Pode se afirmar corretamente que: 01. sendo θA > θB. 08. à temperatura T0. Em relação ao centro de massa. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo coeficiente angular é αL0.5°C. c A θ A + c Bθ B . dil t ção e tr nsmissão de c lor Av nç r ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¢ ¨ ¡ ¦ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¢ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . atingem o e uilíbrio térmico. esta água seria eliminada levando consigo toda essa energia e sem fornecer nenhuma energia para o corpo. 04. Maringá-PR O coeficiente linear de expansão térmica (coeficiente de dilatação) d e um material é dado pela e uação: GABARITO α= n qu l 1 0 ∆L L ∆T L0 é o comprimento do material. 08 . a quantidade de calo total que o co po cede á à água pa a eleva a sua tempe atu a até 36. 1 o gráfico L x T é um ret cujo coeficiente line r é L0(1 − αT0). A e B. som d s ltern tiv s corret s . a ene gia fo necida po : a) uma latinha de ef ige ante light – 350 mL (2. n um dia. Conside ando que ela beba. L é o comprimen do material. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . após certo tempo.5 kcal). Dê. pa ra emagrecer sem fazer muito esforço. o gráfico L x T é um t cujo coeficiente ngul r é αL0. ( Conside e o calo específico da água = 1 cal/g°C e sua densidade = 1 g/mL. ocorre a maior variação de temperatura. Colocados em um calorímetro idea l. a uma tempe atu a de 6. de massas iguais. 02. Nessas condições. 100.E.5°C equivale.) 23 99.5°C. como resposta. como respost . o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo eficiente linear é nulo. 04.Termologi . já que isso obrigari a seu corpo a ceder calor para a água até que esta atingisse a temperatura de 36. uma po ção de batata f ita e um ef ige ante de 300 mL (530 kcal). ap oxi madamente. O aumento da tempera tura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. d) uma ga afa de bebida isotônica – 473 mL (113 kcal).

As duas mesas estão à mesma temperatura. 16. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da madeira.Termologia. O estudan te a irma. U. Sendo (αt) menor que (αv). 24 GABARITO 104. se diminuirmos temper tur dos dois conjuntos. a uma temperatura menor do que esta. b) C lcule r zão entre os módulos d s v ri ções de temper tur d m ss menor em rel ção o d m ss m ior. mbos com t mp s de um mesmo m teri l indeformável. 103. isto é. c) o calor da mão se escoa rapi damente para o mármore em virtude da grande condutibilidade térmica desse material. o vidro l se romperá. nesse caso. nesse caso. e) O estudante está errado. UFRJ Du s qu ntid des dif erentes de um mesm substânci líquid são mistur d s em um c lorímetro ide l. o vidro l se romperá. Viçosa-MG Uma mesa de madeira e uma de metal são colocadas em uma mesma sa la echada. m ss 2 m e temper tur 3T/2 . e consider ndo que (αv) é o coeficiente de exp nsão dos dois vidros e que (αt) é o coeficiente de exp nsão d s du s t mp s. n d ocorrerá com os fr scos e com s t mp s. medid s em um no v esc l de temper tur definid por Tφ = aT + b. e) a capacidade térmica do mármore tem valores muito di erentes para pequenas variações de temperatura. mas a mesa de metal parece mais ria do que a de ma deira devido ao ato da condutividade térmica do metal ser menor do que a da madei ra. Depois de alguns dias. 08. As duas mesas estão à mesma temperatura mas a mesa de metal parece mais ria do que a de madeira. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. A condutividade térmica do metal é menor do que a da madeira e p ortanto. um intern mente e outr extern mente. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. Santa Úrsula-RJ Ao contato da mão. e outr . Sen do (αt) menor que (αv). b) o mármore não alcança a temperatura ambiente. Qu lquer que sej v ri ção que submetermos os dois conju ntos. o vidro 2 se romperá. U . As du s t mp s estão plen mente just d s os fr scos. ) C lcule temper tur fin l d mistur . dilatação e transmissão de calor Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡  . A mesa de madeira sempre estará mais ria do que a de metal. 04. Em relação a esta a irmação pode-se dizer: a) O es tudante está correto. Pont Gross -PR A figur o l do mostr dois fr scos de vidro ( l e 2) . ssin le o que for correto. mbos se romp erão. um estudante entra na sala e coloca uma das mãos na mesa de madeira e a outra na de metal. porque: a) a madeira está sempre acima da temperatura am biente. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da mad eira. U. que a mesa de metal está mais ria do que a mesa de madeira. Um d s qu ntid des tem m ss m e temper tur T. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. d) a madeira possui maior condutibilidade térmica do que o mármore. e à temperatura ambiente de 25ºC. d) O estudante está errado.F. o mármore parece ma is rio do que a madeira. v zios. com temperatura constante. Sendo (αt) m ior qu e (αv).101. A condutividade térmica do metal é maior do que a d a madeira e portanto. então. No que respeit à dil t bilid de desses m teri is. devido ao ato da condutividade térmica do metal ser maior do que a da madeira. b) O estudante está correto. Sendo (αt) m ior que (αv). c) O estudante está errado. que é diferente do vid ro. 02. mas isto só poderá ser veri icado com o uso de um termômetro p reciso. 102.E. onde a e b são constantes. 01.

c) à g ande condutividade té mica do gelo.E. 02. Londrina-PR Uma régua de aço. De 0ºC a 4ºC. 04.F. Uma lâmina bimetálica. curva-se para o lado da lâmina de menor coe iciente de dilatação linear. 107. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta     ¨  ¨   ¨   ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨  ¨ ¨     ¨  ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Isso ocorre porque: a) as trocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas e calor por convecção são reduzidas devido às super ícies espelhadas. 108. que o “simpático” u so da figu a tente ga anti sua efeição.0 cm de largura à temperatura de 20ºC. de orma retangular. d) as trocas de calor com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas de calor por radiação são reduzidas pelas super íci es espelhadas.088 cm b) 0. quando aquecida. Pelotas-RS Todos sabemos que é essencial a presença de água p ara assegurar a existência de vida em nosso planeta. que atinge densidade máxima à tempe atu a de 4 C. a variação do comprimento da régua é: a) 0. Física e Realidade. O coe iciente de dilatação super i cial é igual a duas vezes o coe iciente de dilatação linear. que pe mite ao sol continua a aquece a ág ua do lago.0935 cm e) 0. Os corpos ocos se dilatam de orma di erente da dos corpos maciços. 25 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . independ ente da p essão a que ela está submetida. e) ao elevado calo latente de solidificação d a água. um corte transversal de uma garra a térmica. U. consequentemente. que pe manece igual a 0 C. super ície s interna e externa espelhadas. c) as t rocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas pelas super ícies e pelhadas e as trocas de calor por convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as pared es. UFRN A igura ao lado. Ponta Grossa-PR Sobre o enômeno ísico da d ilatação térmica. 01. Um relógio de pêndulo atrasa quando so r e um aumento de temperatura. a água dimin i de volume e. A fo mação dessa camada de gelo na supe fície do lago. mostra as principais caracte rísticas do objeto: parede dupla de vidro (com vácuo entre as duas partes). esquemati camente. como resposta. deve-se: a) à dilat ação i egula da água. tem 80 cm de compriment o e 5. Suponha que a régua tenha sido colocada e m um local cuja temperatura é 120ºC. por exemplo. U. sua densidade aumenta. 08. a soma das alternativas corretas.Te mologia. Um comportamento especí ico des sa importante substância garante. b) as trocas de calo r com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido às super ícies espelhada as trocas de calor por radiação são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes. Dê. que representa. que cede g andes quantidades de calo ao sof e esf iamento. tampa de material isolante térmico e revestimento externo protetor. b) ao elevado cal específico da água. 16. pe mitin do que a fauna e a flo a pe maneçam vivas em seu inte io líquido.105. A garra a térmica mantém a temperatura de seu conteúdo praticamente constante por algum tempo. d) à tempe atu a de solidificação da água.123 cm 106. que cede g andes quantidades de calo ao passa ao estado sólido. apanhando o peixinho que nada em um lago. Considerando o coe iciente de dilatação térmica linea r do aço 11 x 10–6 ºC–1.E. abaixo da camada de g elo. assinale o que or correto. U.0055 cm c) 5 cm d) 0.

III. 110. A água. d) As afi mativas II e III são ve dadei as. O aumento do comp imento de uma haste metálica é di etament e p opo cional ao seu comp imento inicial. c) Como a pa ede inte na é duplam ente espelhada. a) Somente a afi mativa I é ve dadei a. se o líquido estive com uma baixa tempe atu a. FURG-RS As moléculas da água no estado c istalino (gelo) se o ganizam em est utu as hexagonais com g andes espaços vazios.109. o diâmet o do o ifício : a) aumenta continuamente. é co eto afi ma : I. d) Devido à existência de vácuo ent des. Ao oco e a fusão. semp e diminui de volume. b) Somente a afi mativa II é ve dadei a. b) evapo ação. e está a uma tempe atu a de 10 C. d ) aumenta e depois diminui. e) Qual ue mate ial plástico é um isolante té mico pe feito. ela eflete o calo que chega po i adiação. 111. ao se aqu ecida. c) dilatação anômala. o líquido não pe de calo pa a o ambiente at avés de adiação elet omagnética. A pa ede inte na é espelhada em suas duas faces e ent e ela e a pa ede exte na existe uma egião com vácuo. po tanto.Te mologia. 26 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . O texto acima explica o conceito de: a) calo especifico. FURG-RS Uma chapa metálica te o ifício ci cula . b) As faces espelhadas da pa ede inte n a impedem totalmente a p opagação do calo po condução. ocasionando edução no volume da substância. Uni io A figu a ao lado ep esenta um co te t ansve sal numa ga afa té mica he meticamente fechada. essas est utu as são ompidas e as moléculas se ap oximam umas das out as. b) diminui continuamente. e) dilatação apa ente. impedindo. c) Somente a afi mativa III é ve dadei a. Ela é constituída po duas pa edes. d) capacidade té mica. e a egião de vácuo evita a p opagação do calo at avés da condução e convecção. II. O aumento na densidade oco e inclusive na fase líquida. de 0 a 4 C. 112. c) pe manece inalte ado. o fu o diminui. Enquanto oco e o aquecimento. como most a a figu a. e) diminui e depois aumenta. e) As afi mativas I e III são ve dadei a s. PUC-PR Sob e a dilatação té mica dos co pos. Como se explica o fato de que a tempe atu a de um fluído no inte io da ga afa mantém-se quase que inalte ad a du ante um longo pe íodo de tempo? a) A tempe atu a só pe manece á inalte ada. Quando uma chapa metálica com um fu o se dila ta. toda e qual que p opagação de calo at avés dele. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A chapa é aqu ecida até uma tempe atu a de 50 C.

dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ . c 51. b 37. d 31. 92 62. 23 28. a 8. Quando a lâmina bimetálica é submetida a uma va iação de tempe atu a. c 45. 02 + 04 11. 10 5 7. a 41. b 44. a) 15K.73 58. a 6. a 42. F – F – V 48. F – F – V – F – V 3. d 32 a 33. 5 vezes 47. 90g 38. b 43. V – V – F 54. b 53. a IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . 70 X 13. b 24. pois os metais não se dilata ão igualmente.36 .F ÍS IC A T E R M O L O G IA . se á fo cu va -se. V – F – V – V 64. – V – F 57.96 . c 3. a) 1010N/m2 b) 20% de L0 61. 05 16.Te mologia. a) t (°C) 100 20 0 0 3. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S Ã O D E C A L O R 1. c 5. a 27. 10 29. e 39. a) Q = 2205J b) t (°C) 30 1 G A B A R IT O 36. pois o coefiente de dilatação do chumbo é dife ente do coeficiente de dilatação do b onze 49. V – V – V – V – V 52. e 40. e 21. a 59. R$ 0. 18 9. d 23. F – V – V – F 30. 1) c 2) c 55. b 17. a 10. c 56. 21 46. c 25. a 35. V – V – F – V – F 34. V – F – V – F – F 4. V – V – F – V 22. 01 26. e 2. b 19. 01 + 04 + 08 + 16 12. 10 5 Q (J) 10 205 2205 Q (J) b) E = 4. e 18. a 15. e 60. A 7.6 • 105 J 50. a 20. b) 27°F 14.

28ºC 97. d 86. c 110. b 99. d 92. a) 02 b) 04 c) 03 74. d 108. c 111. 350h 66. 10–6 81. b) 10cal/ºC 93. a 112. V – F – V – F – V 69. b 84. b 94. 11 102. a 96. 01 + 08 = 09 100. b 67. 29 107. dilatação e transmissão de calor Avançar . a 73. d 90. b 77. b 80. 25 75.1cal/gºC. b) 2 103. e 91. a 109. 24 79. c 76. a) 4/3T. a 78. F – F – V – F 87.2 IMPRIMIR G A B A R IT O 65. d 83. d 105. d 82. c 104. a 106. sim 85. b 88. a) 0. d 89. V – V – V – F – V – V 70. c 98. 62 101.Termologia. a 68. 01 + 02 + 08 + 16 2. c Voltar FÍSICA . ∆m/m = 5 . c 95.

Santa Maria-RS O gráfico do comportamento do volume de um gás ideal.Termodinâmica Avançar .F. ( ) Em A. e) densidade. ocorre uma diminuição na média de colisões das moléculas de gás com as paredes da garraf . comprimindo-o. pressão e volume. c) pode estar em qualque r ponto desse eixo. 3. b) Um estudante despeja areia lent amente sobre o êmbolo de um cilindro que contém oxigênio. d) densidade. é uma reta. Santa Maria-RS As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mo l de gás ideal são: a) calor. e) só pode estar em um determinado ponto da porção negativa desse eixo. ( ) A equação pV = nRT descreve exatamente os c omportamentos dos gases em A e B. começa a aumentar. ocorre nos fluídos (líquidos e gases). U. b) deve coincidir com o ponto t = 0ºC. b) O trabalho realizado por uma força qualquer independe da trajetória. massa e calor. UFMT Considere as seguintes situações que ocorrem no laboratório de uma esco la: a) Uma garrafa bem arrolhada cheia de gás sulfídrico é tirada do armário e exposta a o Sol. o que caracteriza uma transformação isovolumétrica. UEM S Analise as afirmações e assinale a alternativa correta: a) A toda força de ação sempre c orresponde uma força de reação. 1 2. d) deve estar em um ponto qualquer da porção negativa desse eixo . pressão e calor. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . pois o volume do gás varia i versamente à pressão exercida sobre ele. devido à diferença de densidade entre e las. processo que consiste no transporte de energia térmica a través do deslocamento de camadas do material. ( ) Em A. ( ) Na situação B. d) U ma transformação gasosa na qual a pressão p e a temperatura T varia e o volume V é mantido constante é chamada transformação isobár ica. massa e volume.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1. trata-se de uma transformação isotérmica. A interseção do prolongamento des sa reta com o eixo das temperaturas: a) deve estar em um ponto qualquer da porção po sitiva desse eixo. U. então. c) temperatura. mas de sentido oposto. ( ) Os gases reais podem ser considerados gase s perfeitos sempre que submetidos a grandes temperaturas e baixas pressões. o volume permanece constante. b) temperatura.F. é es e o princípio da inércia. 4. julgue os itens. de mesma intensidade e direção. em função d a temperatura Celsius e à pressão constante. densidade e pressão. Sua temperatura. c) Convecção térmica. m as a pressão vai aumentando. e) A energia interna de uma dada quantidade de um gás perfeito não é função exclusiva de sua temperatura. Em relação ao com portamento dos gases.

cheia. 1cal = 4.5 kg de oxigênio. à temperatura ambiente. Santa Úrsula-RJ O ar é uma mistura contendo aproximadamente 21% de oxigênio. se operar em ciclo de carnot. 05) o calor é capaz de realizar trabalho mecân ico no interior de uma máquina térmica. 6. isto é.K–1) a) 13 kg de oxigênio. É comprimida a temperatura consta nte até que atinja a pressão inicial P0. 8. e) será máximo. é no mínimo de a) 4 J. 04) volume e temperatura. U. realizado contra a pressão atmosférica. 02) a absorção de calor produz. d) 4000 J.5. Considere desprezível a variação no volume da bola. se operar em ciclos. Joule considerou que: 01) o aquecimento leva um sólido a dilatarse em todas as direções. Em 5000 litros de ar a 27ºC e 2 atmosferas de pressão.082 L. T1 e T2. elevação da tempe atura de um corpo. inicialmente a pressão P0. III. b) 40 J. d ) será máximo.0 • 10–3 m3.Termodinâmica Avançar . num lugar onde o seu valor é constante e vale 1. c) 6. 7. II. b) 26 kg de oxigênio. 03) trabalho e pressão. e) 5. calibrada para ter uma pressão de 2 . UESC-BA Num processo termodinâmico.atm. podemos afirm ar que o volume final do gás será igual a: a) V0 /9 d) 3V0 b) V0 /3 e) 9V0 c) V0 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Pode-se afirmar que seu rendimento: a ) máximo. O trabalho realizado pelo ar para encher essa bexiga. Calcule a pressão interna f inal da bola. É aquecida a pressão con e até que sua temperatura atinja o valor 3T0.73 kg de oxigênio.18J. pode ser 100%. necessariamente. d) 2. É resfriada a volume constante até q ue a temperatura atinja o valor inicial T0. UFR-RJ Uma máquina térmi ca opera entre duas temperaturas.0 — 105 Pa. 02) temperatura e quantidade de cal or. 11. 03) o calor e a energia mecânica têm a mesma natureza. FU RG-RS Uma certa quantidade de gás ideal. medido por James P Joule em 1843. c) 400 J. 05) pressão e volume. refe re-se à relação entre as unidades de medida caloria e joule. o seu volume pode atingir 4. Após a apresentação.0 atm a uma temperatura de 300 K.mol–1. UER J Um equilibrista se apresenta sobre uma bola. Vunes p Uma bexiga vazia tem volume desprezível. b) pode ser maior que 100%. Ao final destes três processos.46 kg de oxigênio. é submetida á seguinte seqüência de transformações: I. Para chegar à essa relação. volume V0 e temp eratura T0. existirão aproximada mente: (R = 0. UESC-BA O equivalente mecânico do calor. essa temperatura elevou-se par a 306 K. 10. 04) o calo r pode ser usado para produzir vapor. e) 40000 J. 9. c) nunca será inferior a 80%. a variação da energia interna sofrida por um gás é conseqüência do balanço energético entre as grandez s físicas: 01) quantidade de calor e trabalho.

31 de março de 1999.Termodinâmica Avançar . Se o gás sofrer uma expansão rápida. é correto afirmar que o cal or de combustão do hidrogênio é inferior a 20000 cal/g. U. ( ) a velocidade média das moléculas aumentará. Sobre este evento. 16. (. Se numa transformação.E. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade. Também produz mui ta energia. No segundo momento. Tanta energia. ( ) a quantidade de calor. UFGO Um gás ideal está encerrado em um cilindro provido de um êmbolo. ( ) A análise do texto permite concluir que o hidrogênio não se mantém no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão. 01. 0 4. U. ( ) Tomando-se uma certa amost ra de hidrogênio nas condições normais de temperatura e pressão e iniciando-se um proces so de resfriamento isobárico para condensálo a 10 K a amostra ainda se encontra no e stado gasoso. em cujo interior se encontra um gás encerrado em equilíbrio. Católica-DF Leia o texto a seguir. quando a temperatura T. ( ) a pressão p e o volume V irão variar de tal modo que o produto pV permanece constante. o aumento do volume do gás torna o trabalho nulo. No segundo momento. A fonte é inesgotável: ele é o elemento químico mais simples e mais abundante na natureza. A solução de torná-lo líquido trouxe outra dificuldade. isoladamente. 14. descreve o estado do sistem a. as sinale o que for correto.. 08. ( ) Uma forma de condensar o hidrogênio seria manter sua temper atura constante e diminuir a pressão a que ele está submetido. será des prezível.) De todas as possibilidades já imaginadas e testadas. O cal or e o trabalho descrevem as transformações do sistema. 15. U. Dê. quase três vezes mais do que a gasolina ou o gás natural. Salvador-BA Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. O gás contido no sistema é v eículo para a realização de trabalho. ( ) A análise do texto per mite concluir que para a utilização segura do hidrogênio como substituto da gasolina é n ecessário condensá-lo. a fonte alternativa de energia com mais chances de substituir a gasolina é o hidrogênio. 13. ( ) Sabendo que o cal or de combustão da gasolina é aproximadamente 11000 cal/g. O calor. o hidrogênio já é usado para movimentar foguetes e ônibus espaciais (. foi um dos desafios que a tecnologia precisou vencer para conseguir armazená-lo com segurança. 02. a soma das alternativas correta s.... no entanto. analise as afirmações a seguir e escreva V para as verdadeiras ou F p ara as falsas. só venc com muita pesquisa (o hidrogênio se liquefaz a 253 graus Celsius negativos).) Revista Veja . exerc endo pressão P. ( ) sua energia in terna diminuirá. trocada entre ele e a vizinhança. Ponta Grossa-PR A figura ao lado mostra dois momentos de um cilindro me tálico dotado de um êmbolo. As variáveis de estado (PVT) descrevem os estados de equilíbrio do sistema. que pode se deslocar livremente. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: V 01) 0 4) 2V 4 V 02) 05) 4V 3 03) V IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Atua lmente.12. 3 Com o auxílio do texto e considerando que as informações fornecidas referem-se à pressão n ormal (1 atm). o gás recebe uma quantidade de calor Q. como resposta.

U. Num sistema que ealiza um t abalho de 125 J. UFRS O diag ama abaixo ep esenta a p essão (p) em função da tempe atu a absoluta (T). Os pontos A e B indicam dois estados desta amo st a. II e III d) somente I. o t abalho é num e icamente igual à á ea co espondente num diag ama da tempe atu a pelo volume. a temperatura passará a ser 60ºC. aproximadamente: a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% 17. IMPRIMIR FÍSICA . III. abso vendo 75 J de calo . IV. Potiguar-RN O cilindro da figura ao lado é fechado por um êmbolo que pode des lizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser cons iderado como ideal. Numa t ansfo mação qualque . É possível aquece um gás sem fo nece -lhe calo .Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ Sendo VA e VB os volumes co espondentes aos estados indicados. o valor d e h variará de. denominada Lei da Conservação da Energia estabelece: “A energia do Universo é constante”. Estão co etas: a) todas b) somente I e IV c) somente I. UFR-RJ A primeira Lei da Termodinâmica. fazendo diminui a te mpe atu a. pa a uma amost a de gás ideal. a va iação de ene gia é igual a: a) – 125 J b) – 75 J c) – 50 J d) 75 J e) 200 18.16. Alfenas-MG Conside e as p oposições abaixo: I. III e IV e) somente II e IV 4 GABARITO 19. pois a ene gia inte na diminui. À temperatura de 30ºC. a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura: h se refere à superfície inferior do êmbolo). É possível fo nece calo a um gás e este fica mais f io. Se mant idas as demais características do sistema. O pe fume comp imido num sp a y esf ia quando expandido. U. podemos afi ma que a azão VB / VA é: 1 a) d) 2 4 1 e) 4 b) 2 c) 1 ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . II.

( ) tanto no t echo AD quanto no t echo DC. b) o calo específico de uma substância é constante. 16. se o gás passa po um p ocesso te modinâmico pa tindo do estad o A. Sof en do uma t ansfo mação isocó ica até que a p essão passe a se de 3. se o gás passa p o um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C e eto nando ao estado A pelo mesmo caminho. é co eto afi ma que: GABARITO 01. 22.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . vale: a) 24. Assim. Desse modo. ( ) as va iações de ene gia inte na do gás no s t echos ABC e ADC são dife entes.0 atmosfe as e tempe atu a de 47 C. most a as t ansfo mações te modinâmicas s f idas po n moles de um gás ideal. da p essão em função do volume.0 atmosfe as. sua ene gia inte na pe manece constante. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o e stado B. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C. é co et o afi ma que: a) dois co pos de mesma massa semp e têm a mesma capacidade té mica. UFGO 5 O diag ama acima. e) a ene gia inte na de um sistema depende da quantidade de pa tículas que ele possui. 21. ( ) na expansão adiabática (t echo BC).5 e) 400 c) 207 IMPRIMIR FÍSICA . o t abalho total ealizado pelo gás é nulo. a tempe atu a do gás não va ia e não have á t oca de calo com o ambiente. independentemente da fase em que ela se encont e. a nova tem pe atu a do gás. este ealiza t abalho. o t a balho ealizado pelo gás é di etamente p opo cional a T0 – T1. 02. Unifo -CE Cinco mols de um gás pe feito ocupam um volume de 5m3 sob p essão de 2. UFMS O g áfico abaixo ep esenta duas cu vas isoté micas elacionadas a um gás ideal contido em um ecipiente que pode va ia o seu volume. 23. 04.20. d) na t ansfo mação isovolumét ica de um gás. a p essão do gás não va ia e sua ene gia inte na aumenta. ( ) o calo abso vido no t echo AB é igual ao t abalho ealizado pelo gás. a quantidade de calo t ocada com o ambiente é igual ao t abalho ealizado pelo gás. nesse t echo. a sua ene gia inte na não va ia.6 d) 320 b) 70. 08. a soma das afi mativas co etas. se o gás fo subm etido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado D. o gás abso ve calo . Dê. c) na comp essão adiabática de um gás. PUC-RS Em elação a compo tamentos te modinâmicos de mate iais e substâncias. como esp osta. em C. passando pelos estados D e C e eto nando ao estado A.

.. a potência desenvolvida.... PUC-RS O Segundo P incípio da Te modinâmica pode se e nunciado da seguinte fo ma: “Nenhuma máquina té mica.......... ... Mantendo-se a p essão constante. UFSE Um ecipiente ígido contém gás pe feito à p essão P e tempe atu a 300 K. a) calo – t abalho b) t abalho – calo c) fo ça – calo d) fo ça – impulso e) t abalho – impulso IMPRIMIR GABARITO FÍSICA ..... a) diminui á – diminui á b) dim inui á – pe manece á constante c) pe manece á constante – aumenta á d) aumenta á – aumenta menta á – pe manece á constante 29.. Selecione a alte nativa que p eenche co etamente as lacun as no pa ág afo abaixo... Unifo -CE A elação co eta ent e as tempe atu as absolutas TA. é: d) TC = 3TA a) 2TC = 3TA b) TC = TA e) TC = 6TA c ) TC = 2TA 25..... U.... a ela fo necido”.8 e) 800 28. na o dem em que elas apa ecem... no estado inicia l A.24..F. em quilowatt.. contém uma ce ta quantidade de gás à t mpe atu a absoluta T. ope ando em ciclo. de pa edes ígidas e pe meáveis à passagem de calo .F.... Se a tempe atu a desse gás aumenta 100 K....... seu volume se á dob ado se sua tempe atu a aumenta pa a. e TC.. a p essão do gás se á: 4P 5P a) d) 3 2 3P b) e) 3P 2 c) 2P 26.... Se o ecipiente fo me gulh ado em um tanque contendo um líquido à tempe atu a absoluta 2T. todo o . Viçosa-MG Um gás ideal encont a-se inicialmente a uma tem pe atu a de 150 C e a uma p essão de 1.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨    ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .. pode t ansfo ma em .. a tempe atu a do gás .5 atmosfe as. e sua ene gia inte na . no estado final C. é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0.. U. Viçosa-MG Uma máquina té mica executa o ciclo esentado no g áfico seguinte: 6 Se a máquina executa 10 ciclos po segundo.. ap oximadamente: a) 75 C b ) 450 C c) 300 C d) 846 C e) 573 C 27..... UFRS Um ecipiente he meticamente fechado...

em p incípio. contido em um cilind o. em p incípio. Fuvest-SP Um gás. necessa iamente muda de fase. em seu limite máximo. III. PUC-RS Um gás contido em um cilind o com pistão. pois o esf iamento do f asco eduzi á a p essão em seu inte io pe mitindo. diminui de volume isote micamente. d) I e II são co etas. que pode move -se sem at ito e que pode até. ao invés disso. po que. Em seguida. 31. a água não fe ve á. I. de amando água f e vendo sob e o f asco. ao se comp imido adiabaticamen te.30. II. à p essão atmosfé ica. de massa desp ezível. IMPRIMIR FÍSICA . Esse gás é aquecido. o f asco é eti ado da chama e tampado com uma olha que lhe pe mite fica com a boca pa a baixo sem que a água vaze. a água contida no mesmo não fe ve á. Ap esentou-lhes a seguinte situação: N um local ao nível do ma coloca-se um f asco de vid o ( esistente ao fogo) com água até a metade. Espe a-se um ce to tempo até que a água pa e de fe ve . com o esf iamento do f asco. O cilind o contém um pistão. Analisando essas afi mativas pode-se conclui que: a) s omente I é co eta. b) e ada. ocupa um volume V0. b) somente II é co eta. o que to n a impossível a edução da tempe atu a de ebulição da água. como é p evisto pela segunda l ei da te modinâmica. que a água fe va a uma tempe atu a infe io a cem g aus centíg ados. c) somente III é co eta. a p essão do gás no cilind o deve á se: a) metade da p essão a mosfé ica b) igual à p essão atmosfé ica v0 c) duas vezes a p essão atmosfé ica d) t ês vez a p essão atmosfé ica e) quat o vezes a p essão atmosfé ica 32. p ofesso Samuel Rugoso quis testa a capacidade de seus alunos de p eve os esultados de uma expe iência po ele imaginada. pois a ent opia do sistema fica á oscilando. e) II e III são co etas. até a água fe ve . fazendo com qu e o pistão seja empu ado ao máximo e também com que a tempe atu a do gás atinja quat o vezes T0. a água de dent o do f asco fe ve á” 7 GABARITO A hipótese do p ofesso Rugoso é: a) co eta. pois o p ocesso acima desc ito é isobá ico. necessa iamente aquece. sob e o fogo. mas. UFRN P eocupado com a in clusão dos aspectos expe imentais da Física no p og ama do P ocesso Seletivo da UFRN . então. duplica o volume inicial do gás. à tempe atu a ambiente T0 (em kelvin). d) e ada. O p ofesso Rugoso fo mulou. pois.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . a seguinte hipótese: “Se p ossegui mos com a expe iência. de ama mos água gelada. se. have á uma violação da lei de conse vação da ene g co eta. Na situação final.

d) Apenas I é co eta. GABARITO a) Calcule o t abalho ealizado pelo gás du ante este ciclo. Essa massa gasosa é totalme nte t ansfe ida pa a out o ecipiente.33. analise as afi mativas abaixo e esponda de aco do com o código. um ciclo de um gás ideal. de volume 1 lit o. (A → B → C → A). expe imentado po um mol de gás ideal. A tempe atu a do sistema no ponto A é 300 K. Viçosa-MG O g áfico abaixo ep esenta um ciclo te modinâmico eve sível.F.3 J/mol. A va iação da ene gia inte na no ciclo completo (A Æ B Æ C Æ A) é nula. tem tempe atu a de –73°C. b) I e II são co etas. Mackenzie-SP Ce ta massa de gás pe feito. O calo de vapo ização a essa p essão é de 539 cal/g.5 J de calo no sistema.5 atm. contida em um ecipiente de volume 2 l it os. num g áfico p essão × volume . c) II e III são co etas. III. 36 . Em u iclo completo ent ou 124. 35.K 8 De aco do com o g áfico. II. devemos eleva sua tempe atu a de: a) 50°C b) 10 0°C c) 200°C d) 250°C e) 300°C IMPRIMIR FÍSICA . O valo que mais se a p oxima do aumento de ene gia inte na da água é: a) 498 cal b) 2082 cal c) 498 J d) 3082 J e) 2424 J 34.0 atm. a) I e III são co etas. sob p essão de 38 cm de Hg.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . b) Calcule a azão ent e a mais alta e a mais baixa tempe atu a do gás (em Kelvin) du ante este ciclo. I. ITA-SP Um centímet o cúbico de água passa a ocupa 1671 cm3 quando evapo ado à p essão de 1. Dado: Constante unive sal dos gases R = 8. U. Pa a que a p essão do gás nesse ecipiente seja de 1. UFRJ A figu a ep esenta.

o desní el ent e as supe fícies do me cú io. Um mol desse gás tem massa de. se á usado exclusivamente pa a aumenta sua ene gia inte n a.K ) ou R = 0. O gás ideal sof eu uma t ansfo mação is omét ica. e a q0 < qe. UFBA A figu a abaixo ap esenta um bulbo contendo gás ideal.L/(mol. à p essão atmosfé ica e à tempe atu a de 300K. Calo e t abalho podem se exp essos na mesma unidade de medida. Os gases ideais obedecem simultaneame nte à lei de Boyle-Ma iotte e às leis de GayLussac. g. 52 g. ap oximadamente.2 m3 c) 3. Pa te do calo cedido pela substância foi utili zada pa a aumenta a ene gia inte na do gás.3 J/(mol. 04. a soma das alte nativas co etas.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . na t ansfo mação isobá ica. O calo fo necido ao sistema . A tempe atu a do bulbo.1 m3 d) 0.98 m3 e) 0. 08. o qual é pa te integ ante do manômet o de me cú io de tubo abe to. Se todo o conteúdo do bujão f osse utilizado pa a enche um balão. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 04.37. é co eto afi ma : 01. 16. m . antes do contato com o bulbo. em equilíb io té mico com a substância cont ida num ese vató io adiabático. e a meno do que a tempe atu a do gás. Fuvest-SP Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito.27 m3 39. 02. à alta p es são.K) Patmosfé ica = 1 atm ≈ 1 x 105 Pa (1 Pa = 1 N/m2) 3 1 m = 1000 L a) 13 m3 b) 6. 08. o módulo da acele ação da g avidade local e h. o volu me final do balão se ia ap oximadamente de: Constante dos gases R R = 8.082 atm. Dê. A máquina té mica que ope a em ciclo de Ca not ap esenta á endimento máximo. 38. usando-se vapo de água como agente de t ansfo mação. A tempe atu a da substânci a. UFBA Com base n os conhecimentos da Te modinâmica. As t ansfo mações que compõem o ciclo de Ca not são todas eve síveis. 02. a massa específica do me cú io. A temp e atu a da substância é p opo cional à ene gia cinética média de t anslação das moléculas d deal. antes de en t a em contato com o ese vató io. 16. A p essão do gás ideal é dada po (po + mgh). pode-se afi ma : 01. à tempe atu a qe. 9 Nestas condições. Conside e po a p essão atmosfé ica. como esposta.

a) c) b) d) 10 41. Assinale o a P xV (p essão ve sus volume) co espondente a esse ciclo. em um estado inicial i. a alta p essão inte na mantém pa te do conteúdo no estado líqui do. esse líquido passa apidamente pa a o estado gasoso. II e III. o jato de fluido que sai do ecipiente está a uma temp e atu a meno que a do fluido que ficou dent o do ecipiente. UFRN Num ecipiente de ae ossol. WII e WIII os módulos dos t abalhos ealizados pelo gás nos p ocessos I. 2 etapa (B → C): expansão iso 3 etapa (C → D): cont ação isobá ica.40. em tempe atu a ambiente. I I e III. po tanto. Com base nessas info mações. Pode-se conclui . a) adiabática b) isoté mica c) isovolumét ica d) isobá ica IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Potigua -RN Um dos amos da Física bastante consistente é a teo ia que t ata dos fenômenos do calo – Te modinâmica. ap oximadam ente. Isso acontece po q ue há uma diminuição da ene gia inte na do fluido expelido devido ao t abalho ealizad o pela expansão do mesmo. 4 etapa (D → A): comp essão isomét ica. U. ep esentados neste diag ama de p essão ve su s volume: Sejam WI. São quat o as etapas do ciclo de funcionamento d e uma máquina té mica: 1 etapa (A → B): expansão isobá ica. é co eto afi ma que: a) WI < WII < WIII b) WI = WII = WIII c) WI = WIII > WII d) WI > WII > WIII 42. que está à p essão a tmosfé ica. espectivamente. Ao se expelido pa a o meio exte no. pode se levado a um estado final f po meio dos p ocessos I. UFMG Um gás ideal. que essa expansão é. Quando se usa um de sodo ante do tipo ae ossol.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ .

contém um gás ideal que ocupa um volume de 3 L. 02. 04. 04. a supe fície exte na do êmbolo cuja á ea vale 0. Uma segunda máquina té mica ideal ope a ecebendo 600 J e libe ando 450 J. du ante o p ocesso. 64. obte emos: a) 1.5 L. 104 b) 3.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . O gás ealiza t abalho de 50J sob e a vizinhança. UFBA Um cilind o. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. está sob a ação de p essão atmosfé ica constante e igual a 105 N/m2. 08. 32. foi de: a) 1. 02. Unifo -CE Uma ce ta massa de gás pe feito sof e a t ansfo mação ABC ep esentada pelo g áfico p x V. 08. 105 45. O moto de combustão inte na de um automóvel não é uma máquina té mica. Numa comp essão adiabá ica. a tempe atu a do sistema aumenta.43. 11 O t abalho ealizado na t ansfo mação ABC. 16. munido de um êmbolo móvel. a soma das alte nativas co etas.2 . 104 c) 4.5 m2. A va iação da ene gia inte na de um siste ma te modinâmico é dada pela dife ença ent e a ene gia t ocada com a vizinhança. conve te todo o calo ecebido em t abalho. Nessas condições. A fo ça exe cida pelo gá sob e o êmbolo vale 2 x 105 N. ope ando em sentido inve so.0 . O gás é aquecido. na fo m a de calo . até a tempe atu a T2. 44. at avés de t abalho ealizado sob e ele. O p ocesso é isobá ico. ope ando segundo o Ciclo de Ca not. pode-se afi ma : 01.0 . e o t abalho ealizado pelo sistema. 16. eti a calo da fonte f ia e. como esposta.33 c) 1. a soma das alte nativas co etas. isto é. ou sob e o sistema.75 e) 0. isto é. Du ante o p ocesso. A ene gia inte na do gás pe manece constante du ante o p ocesso. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . à tempe atu a T1. ejeita pa a a fonte quente. quando pa ssa a ocupa um volume de 3. obtém um endimento de 100%. A velocid ade média das moléculas do gás é a mesma no início e no fim do p ocesso. Em uma t ansf o mação isoté mica o sistema não t oca calo com o meio exte no. Se dividi mos o end imento da segunda máquina pelo endimento da p imei a máquina. 104 e) 1. em joules. Uma máquina té mica. Dê.25 46. Dê. sua tempe atu a sof e um ac éscimo. O volume do gá . S emp e que um gás ecebe calo .50 b) 1. aumenta linea mente com a tempe atu a. lentamente. po que não ope a ent e uma nte quente e uma fonte f ia e em ciclos. 104 d) 9. Um ef ige ado funciona como uma máq uina té mica. 32.0 .0 . UFRS Uma máquina té mica ideal ope a ecebendo 450 J de uma fonte de calo e libe ando 300 J no ambiente.00 d) 0. como esposta.

50. Q ep esenta o calo que a máquina abso ve po ciclo e W. ( ) Ca not idealizou um ciclo totalmente eve sível com o qual se obte ia o máximo endimento possível. oco e aumento da ene gia inte na. a t ansfo mação de ene gia té mica em t abalho nunca se dá totalmente. 08. d) Em uma t ansfo mação adiabática. Nessa tabela. às tempe atu as de 300 K e 500 K. 16. e) Em qualque t ansfo mação a. não há ealização de t abalho. Dê. como esposta. ( ) Em uma máquina té mica. não é possível const ui apenas a(s) máquina(s): a) A d) A e B b) B e) B e C c) C 49.12 De aco do com a Te modinâmica. Nessas condições. a tempe atu a do gás aumenta. ( ) Calo flui espontaneamente de sistemas mais f ios pa a sistemas mais quentes. Baseado nessas info mações. 48. as indicações co etas? a) F – F – V d) V – F – V b) F – V – F e) V – V – F c) F – V – V IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . o t abalho ealizado pelo gás é igual a 4 x 102J. Ao completa cada ci clo. 04. todas ope ando ent e fontes de calo . MÁQUINA A B C Q 10kJ 12kJ 8kJ W 10kJ 6kJ 3kJ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . na p ática. No pe cu so BC. assinale a afi mativa co eta: a) Numa t ansfo mação adiabática. c) Em uma comp essão adiabática. Es sa t ansfo mação pode se obtida. a va iação da ene gia inte na do sistema é inve samente p opo cional ao t abalho. A. espectivamente. há conve são de calo em t abalho. d e modo que o gás ealize quat o ciclos po segundo. o t abalho que ela ealiza po ciclo. UFPB Um inve nto publica. No pe cu so AB. Quais são. Utilizando-se esse ciclo em uma máquina. B e C. se isola mos te micamente o sistema ou s e a t ansfo mação fo ealizada apidamente. Cefet-PR T ansfo mação gasosa adiabática é uma t ansfo mação em ue o gás passa de um estado a out o sem ecebe ou cede calo pa a o ambiente. pode-se conclui : 01. a potência dessa máquina se á igual a 8 x 102 W. ep esentado na figu a ao lado. b) Numa t ansfo mação adiabática o gás não se es ia nem esquenta. a soma das alte nativas co etas. o t abalho ealizado é nulo. efe ente a t ês máquinas té micas. FURG-RS Analise cada uma das s eguintes afi mativas elacionadas à segunda lei da te modinâmica e indique se são V (v e dadei a) ou F (falsa). a p essão exe cida pelo gás se mantém constante. num catálogo. UFBA Uma ce ta quantidade de gás ideal ealiza o ciclo ABCDA. 02. No pe cu so CD.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ 47. uma tabela ap esentada abaixo.

O t abalho que a máquina ealiza e m 1. 103 a) 2. Unifo -CE Uma caldei a fo nece calo . a soma das alternativas corretas. Dê. O p ocesso DA é uma comp essão isoté mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. O p ocesso AB é uma expansão isobá ica e obedece à Lei de Cha les. expe imentados po uma dete minada massa gasosa. vale: d) 4. 16.E. e) Em qualquer transformação adiabática. 105 4 b) 1.0 ho a de funcionamento. a uma ce ta máquina té mica cujo endimento é de 0. a variação da energia interna do sistema é inversamente proporcional ao trabalho.51. b) Numa transformação adiabática o gás não se resfria nem esquenta. c) Em uma compressão adia ica. 08.2 . U.15. e ∆ U = 0. não há realização de alho. 103 3 c) 7. em joule. Com base nessas info mações. a t ansfo mação CD sof ida pelo gás é uma t ansfo mação isovolum o t abalho ealizado pelo gás no ciclo é dado pela á ea do etângulo ABCD. 54. se isolarmos termicamente o sistema ou se a transformação for realizada rapidamente.Termodinâmica Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . P ep esent a a p essão do gás e V. 10 Dado: 1 cal = 4. seu volume. d) Em uma transformação adiabática.5 .8 . a pressão exercida pelo gás se mantém consta te. o t abalho total ealizado pelo gás no ciclo é dado p á ea do etângulo AP2P1D. 02. Com espeito a esses p ocessos. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . na prática. Caxias do Sul-RS Uma massa de um gás ideal desc eve o ciclo ABCDA do diag ama. Cefet-PR Transfo rmação gasosa adiabática é uma transformação em que o gás passa de um estado a outro sem re er ou ceder calor para o ambiente. O p ocesso BC é uma expansão is té mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. com potência constante de 200 cal/min. Ponta G ossa-PR O g áfico abaixo ep esenta uma sucessão de p ocessos quase estáticos.6 . a t ansfo mação BC sof ida pe lo gás é uma t ansfo mação isobá ica. assinale o que fo co eto. Essa transformação pode ser obtida.2 J 52. como resposta. é co eto afi ma que: 13 a) b) c) d) e) o t abalho ealizado pelo gás na t ansfo mação AB vale ze o. Ba seado nessas informações. No diag ama.2 . O p ocesso ABCDA é denominado p ocesso cíclico. 04. 53. 10 e) 1. O p ocesso CD é uma comp essão isocó ica e obedece à Lei de Cha les. assinale a alternativa correta: a) Numa transformação adiabática . a temperatura do gás aumenta. GABARITO 01. U.

Em dado momento. quant idade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias di etéticas”/minuto).Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o jovem utilizou uma quantidade de ene gia a mais do que se tiv esse apenas caminhado du ante todo o tempo. Fuvest-SP Em uma caminhada. ap oximadamente. voltando depois a caminh a . de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ d) 420 kJ e) 480 kJ IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .55. Consumo de O2 2 ( /min) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t(minuto) 14 Po te co ido. O g áfico ep esenta seu consumo de oxigênio em função do tempo. o jovem passa a co e . um jovem consome 1 litro de O2 por minuto.

42. 55. 37. 46. 9. 14. 43. 51. 5. 4. 38.10–7J. 53. 6. 40. b a c a a a a) 1. 18. 2 3. 32. 31. 52.5 b 0 1 + 04 + 16 = 21 b 01 + 02 + 08 = 11 c d a 01 + 08 + 32 = 41 a d 44 01 + 02 + 08 + 16 = 27 d c d c e 28 c c IMPRIMIR G A B A R IT O Volta FÍSICA . 39. 12. 27. 54.04atm d d c 26 F–V–V–F V–V–F–F–V 01 b c c 08 + 16 c e a e b d 29. 19. 34. 7. 11. 26. d c V–F–V–F–V c 03 01 c 2. 16. 25. 30. 49. 28. 22. 45. 20. 2.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1 1. 10. 15. 24. 35. 17. 36. 8. b) 4. 13. 33. 41. 44. 21.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ . 48. 47. 3. 50.

d) ca egada positivamente. Pelos desvios so f idos. que são lançadas pa a baixo. neut a e ca egada n egativamente. b) neut a.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. então está elet izado. Um exemplo disso é o fato de algumas vezes leva mos pequenos choques elét icos ao en costa mos em automóveis. 04) po at ito. neut a e ca egada positivamente. Sob e as afi mativas acima. c) ca egada positivamente. Ao se em at itados. atingindo. con side e as afi mativas a segui : I. devido ao p incípio de conse vação das ca gas elét icas. Essas gotas são jogadas ent e as placas defleto as da imp esso a. U. pode oco e : 01) po at ito.E. c) Apenas as afi mativas I e IV são ve dadei as. U. Tais choques são devidos ao fato de esta em os automóveis ele t icamente ca egados. ficando A e B com ca gas de sinais opo stos. 02) po contato. to nam-se elet iz ados com ca gas opostas. IV e V são v e dadei as. a pa ti do emisso . IV. ca egada positivam ente e ca egada negativamente. que podem se elet icamente neut as ou elet izadas positiva ou negativamente. pode-se dize que a gota 1. Salvado -BA A elet ização de um co po A. II e III são ve dadei as. III e V são ve dadei as . assinale a alte nativa co eta. Se um co po tem ca gas elét icas. inicialmente neut o. p eviamente elet izado. o papel pa a fo ma as let as. espectivamente: a) ca egada negativamente. Após at avessa a egião ent e as placas.Elet ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a) Apenas as afi mativas I. V. III. 03) po indução. b) Apenas as afi mativas I. II. (O camp o elét ico unifo me está ep esentado po apenas uma linha de fo ça). Sob e a natu eza dos co pos (elet izados ou neut os). 1 GABARITO 3. dois co pos neut os. d) Apenas as afi mati vas II. UFRN Uma das aplicações tecnológicas mode nas da elet ostática foi a invenção da imp ess a a jato de tinta. então. egião onde existe um c ampo elét ico unifo me E . de mate iais dife entes. é possível obte -se co pos elet izados com quantidades dife entes e ca gas. Um co po neut o é aquele que não tem ca gas elét icas. t o nando-se neut o o co po B. A figu a a segui most a t ês gotas de tinta. Na elet ização po indução. essas gotas vão imp egna o papel. IV e V são ve dadei as. a pa ti de um co po B. ca egada negativamente e neut a. 2. ficando A e B com ca gas de sinais opostos. Esse tipo de imp esso a utiliza pequenas gotas de tinta. to nando-se neut o o co po B. Lond ina-PR Campos elet izados oco em natu almente no nosso cotidiano. então o núme o de ca g as elét icas negativas e positivas não é o mesmo. a 2 e a 3 estão. 05) po indução. ficando A e B co m ca gas de mesmo sinal. Se um co po está elet izado. e) Apenas as afi mativas II. IMPRIMIR FÍSICA .

a soma das afi mativas co etas. sendo sua va iação dada po k Q q − r 2 1 2 GABARITO 1 1 b) diminuirá. ( ) O choque elét ico é sentido po uma pessoa devido à passagem de co ente elét ica pelo seu co po. a igidez dielét ica do a diminui. ( ) O p ocesso de elet ização po indução é o p incipal espon sável pelo su gimento do fenômeno desc ito no texto. Ess e fenômeno se explica po que. é f eqüente que. na época da seca. é comum oco e o choque elét ico ao se toca a ca oce ia de um ca o ou a maçaneta de uma po ta em um local onde o piso é ecobe to po c a pete. Com o auxílio do texto a cima. Se aumenta mos essa distância pa a 2. julgue os itens que se seguem. de mesmo sinal. uma ve z que a umidade do a é mínima. ( ) O valo absoluto do potencial elét ico da ca oce ia de um ca o aumenta devido ao a mazenamento de ca gas elet ostáticas. UFMT Em Campo G ande. ao toca mos o ca o ou o co i mão do ônibus. Dê. Uma faísca elét ica oco e ent e dois c o pos isolados no a .4. 5. uma vez que a umidade do a é mínima. Pode se concluir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força. a igidez dielét ica do a aumenta . abso vemos mais ca gas elét icas positivas po ind ução. como esposta. sendo sua variação dada por 2 1 2 e) permanecerá constante. 7.10F b) F c) 5 F d) 10 F e) 100 F IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrostática ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ca egamo-nos negativamente po at ito. ( ) Os choques elét icos efe i dos no texto são pe igosos po que são p ovenientes de ca gas estáticas que acumulam g ande quantidade de ene gia. sendo sua variação dada por k Q q r − r 2 1 1 1 c) aumentará iação dada por k Q q r 2 − r 2 2 1 1 1 d) diminuirá. de módulo: a) 0. Centelhas ou faíscas elét icas de ce ca de um centímet o de comp imento saltam ent e os dedos das pessoas e esses objetos. 08.0 µC exerce fo . de módulo F. sobre outra carga q2 = 20 µC . Unifor CE Uma carga elétrica q1 = 2. na época da seca. 16. ao sai mos de um ca o ou pega mos o co imão de um ônibus. 01. a ene gia potencia l do sistema: 1 1 a) aumenta á. 02. ( ) O a em uma egião onde exist e um campo elét ico unifo me de intensidade supe io a 10 000 V/cm é um péssimo condut o de elet icidade. UnB-DF Nos p e íodos de estiagem em B asília. 6. sendo 1 a distância ent e elas. 04. Unifo -CE Cons ide e o sistema constituído po duas ca gas elét icas. em média. 10 000 V. Q e q. esses funcionam como te a desca egando a elet icidade acumulada em nossos co pos. sintamos um pequeno choque na ponta dos dedos. sepa ados po uma distância de um centímet o. quando a dife ença de potencial elét ico ent e eles atinge.

o esquema qu esferas. c descarregada é. Determine a expressão para a carga elétrica q: (Considere a constante e letrostática igual a k) IMPRIMIR a) x 2 mg tan θ 4 k tan θ 4 mg k x2 1/ 2 mg tan θ 1/ 2 b) e) tan θ kmg Voltar FÍSICA . perman ecendo separadas.2 m e) 5 m c) 3 m GABARITO 10. UFRS A superfície de uma esfera isolante é carregada com oncentrada em um dos seus hemisférios. de forma a ficarem sob ação da gravidade. a) 9.103 N/ C. então.4 m b) 3. UEMS Em um ponto do espaço uma carga de 6m C cria um campo elétrico de 6 . k kmgx tan θ . Uma esfera condutora oximada da esfera isolante. por uma distância x. devido a força de repulsão elétrica.1 09 ) C2 a) 2 m d) 0. Então são eletrizadas. Assinale. apr abaixo. é de: Nm 2 O meio é o vácuo (k0 = 9. entre as alternativas e melhor representa a distribuição final de cargas nas duas b) c) 3 d) e) carga elétrica positiva. segundo a fi gura abaixo.Eletrostática Avançar c) x d) x. UEMS Duas esferas metálicas de mesma massa m e mesmo raio r são presas a um ante paro horizontal.8. A distância entre esse ponto do espaço e a carga.

O tipo de e uilíbrio da esfera de carga 2 é in stável. 08. em coulombs. 109 S. 12. 02.E.0 x 10–10 m. 10–8.0 . PUC-RS Quatro p e uenas cargas elétricas encontram-se fixas nos vértices de um uadrado. A resultante das forças ue atuam na esfera de carga 1 é nula. conforme fi gura abaixo.0 . e seus módulos valem 1. e a distância (d) ue as separa é 12 cm. a um a força. –9 1 n (1 nano) = 10 . Observações: 1 m (1 mili) = 11–3. 01. Qual o módulo da força elétrica ue um exerce sobre o outro. b) 2. positiva. no vácuo. assinale o ue for correto. d) 2. com uma força de inten sidade 4.0 . 04. 10–2 N. então Q2. devido às uatro cargas. negativa. como resposta. UFPE Dois prótons de uma molécula de hid rogênio distam cerca de 1. uando estão separadas por uma distância de 3. as uais se encontram em e ui líbrio. 10–8C. c ) 2. 16.08 mC.I. Se Q1 = 2. Dê.0 . vale: a) 2. U.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . positiva. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem. A esfe ra de carga 1 é positiva e vale 400 µC. 10–7. e a esfera de carga 3 é negativa e vale -140 µC.11. 2 e 3. sendo 2 positiva e de valor 270 µC. ue está corretamente representada na alternativa: a) b) c) d) e) GABARITO 14. negativa. Ponta Grossa-PR O es uema abaixo representa três esferas pe uenas de carg as 1. 10–8. As esferas de cargas 1 e 3 têm valores algébricos igu ais. e) 2. 10–7.0 . Dado: Consta nte eletrostática do vácuo = 9. a soma das alternativas corretas.0 cm. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em unidades de 10–9 N? a) 13 d) 23 b) 18 e) 28 c) 20 13.0 . sobre a mesma reta.0 . 1 m (1 micro) = 10–6.0 . 1 p (1 pico ) = 10–12 A partir destes dados. positiva. 4 Um elétron no centro desse uadrado ficaria submetido. As esferas de car gas 1 e 3 são negativas. no vácuo. 10–6.

10–3C.15. UFGO Uma esfera metálica neutra de raio R. ( ) O potencial do ponto C. à es uerda de Q1. F. no ponto médio ent re Q1 e Q2. de modo ue ela fi ue em e uilíbrio. é nulo. é igual a 9. 18. relati vo ao infinito. em função da dis tância. embora sua carga total permaneça nula. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Dê.109 N/C para d = 3 m. Deseja-se colocar uma carga puntual . 08. também positiva. entre duas cargas pontuais idênticas. 16. é nulo para d = 1 m. à direita de Q2. UFMT A figura abaixo mostra duas cargas puntuais Q1 e Q2. o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância. no ponto médio da reta ue une as cargas.103N para d = 2 m. em relação ao centro do condutor. no ponto C. ( ) O campo elétrico.109Nm2C–2 e com base na informação. am bas positivas e Q1 > Q2. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1. já ue as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. é 18000 volts. 04.5. é correto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as cargas tem natureza atrativa. ( ) fica polarizada. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. Unicap-PE No vértices A e B do triângulo e uilátero da figura abaixo. 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3. mantidas fixas. O meio é o vácuo. a soma das afirmativas corretas. ( ) No interior de um condutor em e uilíbrio eletrostático. Considerando-se a constante eletros tática do meio igual a 9. são colocadas as cargas QA = 2µC e QB – 2µC. 05) O potencial elétrico. a carga deve ser colocada: 01. Q1 Q 2 + + Para isso. como resposta. inale verdadeiro (V) ou falso (F). d. ( ) possui um potencial elétrico constante em sua superfície. ( ) Par a estabelecer a configuração da figura. um agente externo realizou um trabalho posit ivo. entre Q 1 e Q2 e mais próxima de Q2.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . inserida em uma região de campo elétrico u niforme de intensidade E. no ponto médio da reta ue une as carga s. 16. UESC-BA 5 O gráfico representa o comportamento da intensidade da força elétrica. s obre a reta ue passa pelas duas cargas. 17. ( ) é acelerada por uma força proporcional ao campo elétrico . entre Q1 e Q2 e mais próxima de Q1. 02. 04) O módulo do campo elétrico. ( ) possui em seu interior um campo elétrico constante de módulo igual a E.

19.colocada em B teria sentido para cima. devido ao acúmulo de cargas elétricas nas nuvens. assim como no humor de Luís Fernando Veríssimo. e) circunferências concêntric as. deslocando-se verticalmente para baixo. são: a) semi-retas. c) se torna nula a diferença de potencial entre as nuvens e a Terra por ue estão carregadas com cargas de sinais c ontrários. devido ao acumulo de cargas elétricas nas nuvens. e) Uma carga + colocada em B apresentará trajetória r etilínea. b) cresce muito a rigidez dielétrica do ar . dirigindo-se para a carga. 20. e) o valor do campo elétrico na região oscila fortemente. c) A força elétrica ue atuaria em uma carga + colocada em B teria direção verti cal com sentido para cima. separadas pela distância 2a e simétricas em relação ao eixo x.E. com a carga no centro. e sentido horário.. U. com a carga no centro e sentido anti-horário. Voltar FÍSICA . Pelotas-PR Na mitologia dos povos da antigüidade. c) curvas parabólicas com a carga no foco. É c rreto afirmar: IMPRIMIR GABARITO a) O campo elétrico no ponto O é nulo. Londrina-PR A figura abaixo mostra duas c argas elétricas + e . 21. partindo da carga. os raios são apresentados como manifestações da irritação dos deuses. d) diminui o campo elétrico na região. b) O potencial elétrico no ponto O é diferente de zero. rad iais. d) circunferênci as concêntricas. 6 Seus conhecimentos de eletricidade permitem-lhe afirmar ue ocorrem descargas elét ricas entre nuvens e a Terra uando: a) o ar se torna condutor por ue foi ultrap assado o valor de sua rigidez dielétrica. b) semi-retas.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . devido à eletrização da superfície terres por indução. d) A força elétrica ue atuaria em uma carga .F. U. UFSE As linhas de força de um campo elétrico. gerado por uma carga puntiforme ne gativa. radiais.

10–3 V/m. em corte. de 220 joules. ( ) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial el etrostática do sistema. ( ) Em um tubo de imagem de um televisor. a uma certa distância do so lo. afirmar ue o módulo da razão entr e a carga e a massa da gota de óleo é igual ao módulo da razão entre o campo gravitacion al local e o campo elétrico. ( ) A carga de um condutor. em unidades coerentes. feitos de material bom condutor. totalmente fechados.0 µC. O ganho de energia cinética é.0 . ( ) O potencial. 104 V/m. portanto. Voltar FÍSICA . c) fora do centro e tem módulo 9. A superfície de cada um dos objetos está carregada com carga elétrica estática de me smo valor Q. 24. então. b) o centro e tem módulo 1. a força coulombiana sentida por ela terá módulo crescente. ue se encontram em repouso. A constante eletrostática do ar é k = 9. I II III 7 IMPRIMIR GABARITO Em uais desses objetos o campo elétrico é nulo em ual uer ponto da cavidade intern a? a) Apenas em I. é co nstante. e) Em I. no ponto C. no ponto C . três objetos de formas geo métricas diferentes. U.0.8 .0 m do centro da esfera. o vetor campo elétrico aponta para: a) o centro e tem módulo 9. por onde flui uma corrente elétrica. Num ponto situado a 1. e) fora do centro e tem módulo 1. é uma superfície e uipotencial. 23. 1010 V/m. ( ) O potencial elétrico.22. escreva V para as afirmativa s verdadeiras ou F para as afirmativas falsas. ( ) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA. em e uilíbrio eletrostático. Católica-DF A respeito da eletricidade estática. assim. c) Apenas em I e II. 10 N . um elétron é acelerado por uma diferença de pote ncial de 220 volts. por um campo elétrico uniforme. 1 04 V/m. 25. 10–3 V/m. é 6. ( ) Uma gota de óleo eletricamente carregada é mantida em suspensão. d) fora do centro e tem módulo 1. está co ncentrada em seu centro. Os objetos são ocos. em e uilíbrio eletrostático. Pode-se.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . de raio 50 cm e uniformemente carregado com carga Q = 2. ( ) Toda super fície metálica.8 . está em e uilíbrio elétrico no ar.3 x 104 v. e suas cavidades internas se acham vazi as. numa região de campo elétrico uniforme. m2/C2. U nifor-CE Um condutor esférico. é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. UFRS A figura abaixo representa. ( ) O campo elétrico no centro de u ma esfera de alumínio uniformemente carregada.0 . d) Apenas em II e III. ( ) Suponha ue uma carga de p rova seja deslocada no sentido em ue a densidade das linhas de campo elétrico é cre scente. b) Apenas em II. II e III. Unicap-PE Na fig ura abaixo QA = 32µc e QB = 18µc [O meio é o vácuo] Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) . é nulo.8 .

I. 8 Selecione a alternativa ue expressa corretamente a relação entre as intensidades de campo elétrico E1 e E2. uniformemente distribuída em todo o seu volume. II. 16. um campo elétrico de intensidade E2. em corte.26. a uma distância d do centro da esfera maciça. à mesma distância d do centro da casca esférica. 04. em corte. A figura (II) representa.Eletrostática Avançar ¢ . uma esfera maciça de raio R. uma casca esférica de ra io 2R. Essa distribuição de c arga produz no ponto P1. Qual dos gráficos E x r. porém uniformemente distribuída sobre sua su perfície. como resposta. GABARITO 02. melhor representa o campo elétrico (E) dessa esfera? 01. a soma das alternativas corretas. IMPRIMIR Dê. a) E2 = 4E1 d) E2 = E1 / 2 b) E2 = 2E1 e) E2 = E1 / 4 c) E2 = E1 27. Essa distribuição de carga produz no ponto P2. um campo elétri co de intensidade E1. contendo a mesma carga elétrica Q. UFMS Uma esfera metálica de raio R está eletrizada positivamente com uma carga Q. contendo carga elétrica Q. Voltar FÍSICA . 08. UFRS A figura (I) representa. onde r é a distância de um ponto P ao centro da esf era.

As três esferas apresentam a mesma capacidad e eletrostática.E. o potencial de Q e uilíbrio entre elas será igual a C + C . 1. esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se a vizinharão a ela. a soma das alternativas corretas. um campo elétrico de intensidade E e um potencial elétrico V. uma carga de prova . como resposta. 29. positivas. sendo P o ponto médio entre elas. a) O potencial elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. puntiforme e positiva. Salvador-BA Uma carga Q. é correto afi rmar: 01. em seguida. ue une os dois objetos carregados. o sistema se neutralizará. sendo C1 e C3 as capa cidades eletrostáticas 1 3 das esferas 1 e 3. Dê. 04) a intensidade da força elétrica entre Q e uma carga de prova colocada em P. colocando a 3 em contato com a 2. Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera co m carga + . 08. 04. e a 3. Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1. conforme a fig ura. eletrizadas. afastando-a e.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . após os contatos. assinale o ue for correto. no ponto P. eletrizada com carga Q . 32. U. é igual a zero. U. 02. 30. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . de raios R. 04. UFBA Três esferas metálicas idênticas. Nessas condições. sua capacidade eletro stática duplicará. Se for colocada uma outra carga + . A energia potencial do sistema formado pelas duas esfera s eletrizadas é inversamente proporcional ao uadrado da distância entre elas. duas esferas idênticas. 03) a constante eletrostática do meio. 02) a distância entre P e Q. no ponto P. Cefet-PR Doi s objetos com cargas iguais. c) A força eletrostática resulta nte sobre a carga de prova é dobrada. a força resultante sobre e la será nula. Maringá-PR Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em r epouso. V Considerando-se a carga Q em repouso. colocando-a Q em contato com a 2. 16. 05) o trabalho da força elétrica para manter Q na posição considerada. afastando-as e. 2 e 3 . Colocamos no ponto médio. No ponto P. 16. Colocando-se a esfera 1 em contato com a 3. 9 GABARITO 01. 32. a carga elétrica da esfera 1. no interior da esfera 3. As esfe ras 1 e 2 estão neutras. cria. encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K0). sob ação de forças externas. s erá igual a . 31. o campo elétrico resultante é nulo. como resposta. b) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. em seguid a. d) A energia potencial eletrostática resultant e sobre a carga de prova é nula. S e colocarmos uma outra esfera com carga + . estão separados por uma distância d ual uer . o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. e) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é dobrado. Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade. o potencial elétri co resultante é nulo. no ponto P. No ponto P. 08. Dê. Nessas condições. a soma das alternat ivas corretas. num ponto P à sua vol ta. 3 02.28. O módulo do vetor campo elétrico. Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezíve l. a razão fornecerá: E 01) o valor de Q.

em função da distância aos pontos do campo. 10–7 C 4 . 10–8 C 2 . Dê. Com relação aos vetores desse campo elétrico. 04. Quando gerad o por várias cargas elétricas puntiformes. 10–8 C 3 . 04. 08.109 unidades MKS). assin ale o ue for correto. O vetor campo elétrico resultante é nulo. Dê. tem valor de 27. Os vetores campo elétrico E1 e E3 se a nulam. é diferente de zero. 16. a 4 m de distância de uma carga geradora ue mede 48 mC.E. 02. Os vetores campo elétrico E2 e E4 se anulam. Num ponto situ ado no vácuo (K = 9.E. 10 01. O valor da carga é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 2 . U. a soma das alternativas corretas. É uma grandeza escalar. confo rme mostra a figura abaixo. Ponta Grossa-PR Sobre o campo elétrico gerado por uma carga elétrica.103N/C. No interior de um condutor esférico em e uilíbrio eletrostático. Pode ser medido em Volt por metro. a soma das alternativas corretas. U. 08. E4 é o vetor campo elétrico resultante. 16. 02.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . assinale o ue for correto. Ponta Grossa-PR Duas cargas elétric as de mesmo valor e de sinais contrários criam um campo elétrico E no ponto O. como r esposta. é nulo num determinado ponto. 01. 10–6 C Voltar FÍSICA . 34. UEMS O gráfico representa o potenci al produzido por uma carga elétrica puntiforme no vácuo.32. 33. E1 e E2 determinam o vetor campo elétrico resultante. 10–6 C 1 . como respos ta.

mesmo com um a uecedor de 500 W. é corre to afirmar ue: Dado: 1 cal = 4J 01. 64. ut iliza um a uecedor com termostato. ao longo de um ano. no interior de um con dutor carregado. Consi derando ue para uma pe uena região da superfície terrestre o campo elétrico é uniforme. situado 2 m abaixo de A. ( ) Cátions existentes na atmosfera te ndem a mover-se para cima. 37. 04. 04. é nulo. 08. Para mantê-los na temperatura ideal de 23ºC. fazendo com ue a parte inferior desta. Uma pessoa dentro de um c arro está protegida de raios e descargas elétricas. é 200 µJ. a potência mínima do a uecedor deverá ser 100 W. por is so a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do ue na s proximidades de regiões mais planas. 16. com módulo E = 100 N/C. Sabendo-se ue alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperatur as inferiores a 23ºC e ue na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8ºC. como resposta. Como a rigidez dielétrica do ar é 3 x 106 N /C.35. é de 200 V. é sempre diferente de zero. ( ) Este campo elétrico induzirá cargas elétricas em uma nuvem. ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1. é correto afirmar: ( ) A Terra é um corpo eletrizado. Numa região pontiaguda de u m condutor. com um a uecedor de 200 W havendo troca de água no inverno. Dê. desde ue ela não seja trocada. 02. A e C. como resposta. alguns peixes morreriam se a a uarista prec isasse trocar a água no inverno. en uanto ue ânions tendem a mover-se para a superfície t errestre.5ºC p or hora. há uma concentração de cargas elétricas maior do ue numa região plana. Tendo observado o funcionamento desse tipo de a uário. 16. 11 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a soma das alternativas corretas. O campo elétrico. a so ma das alternativas corretas. no interior de um condutor eletrizado em e uilíbrio eletrostático. um a uecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora. a temperatura da água pode ser mantida em 20ºC. a carga ue podemos transferir a um corp o condutor pontiagudo é menor ue a carga ue podemos transferir para uma esfera c ondutora ue tenha o mesmo volume. entre um ponto A e um ponto B. é nulo. UFSC A garota possui um a uário de 60L. fazendo com ue o exc esso de carga se localize na superfície do condutor. no int erior de um condutor eletrizado. com carga elétrica negativa em excesso.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Dê. seja carregada positivame nte. caso não houvesse troca de água. a carga máxima ue podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é 10 microco ulombs. desde ue não haja troca de água. UFSC Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. ( ) A diferença de potencial elétrico. 36. alguns peixes morrerão. na atmosfera. ( ) O trabalho realizado pela força elétrica para deslocar uma carga elétric a de 1µC entre dois pontos. por ue uma estrutura metálica blin da o seu interior contra efeitos elétricos externos. O potencial elétrico. 02. voltada para a Terra. com um a uecedor de 60 W ligado constantem ente. distantes 2 m entre si e situados a uma mesma a ltitude. 08. O campo elétrico. 32. com peixes tropicais de água doce. UF PR Um físico realiza experimentos na atmosfera terrestre e conclui ue há um campo e létrico vertical e orientado para a superfície da Terra. muito sensíveis a baixas temperaturas. Devido ao poder das pontas.

3. 16. 37. 35. 2 30. 6. 24. 4. 21. 12. 15.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 2. 7. 31. 25. 13. 32. 10. 17. 14. 19. 23.Eletrostática Avançar . b 03 c 01 + 0 8 + 16 V–F–F–F–V b b e c d d d c 15 16 F–V–V–F 03 F–F–V–F–F a 20. 9. 5. 22. 33. a c V–F–V–V–F d V–V–F–F–F e c 08 02 02 + 04 + 08 + 32 = 46 03 01 a 45 V–V–F–F–V 19 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 18. 34. 26. 36. 11. 8.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¢   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . (Revista Supe inte essante. Em ual uer dia normal. é a mesma em todos os sistemas de referência inerciais. IMPRIMIR FÍSICA . p ojetan do sua somb a na Lua. como está indicado na figu a ao lado. UFMT 1 “O último eclipse total do sol neste século para o hemisfério sul aconteceu na manhã de 3 de novembro de 1994. (08) a velocidade da luz. cada aio de luz incidente e efletido e a sua espectiva no mal à supe fíci e estão contidos em um mesmo plano. a soma das alte nativas co etas. n o vácuo. UFMS Uma lante na emite um feixe de luz cilínd ico que incide em um espelho plano no ponto O. os obse vado es podem v e o eclipse pa cial do Sol. ( ) A Te a se coloca ent e a Lua e o Sol. p. localizado no mesmo lado da supe fície em que o feixe de luz incide. ( ) Os eclipses são explicados geomet icamente pelo p incípio de p opagação etilín ea da luz. podemos ve os co pos sem luz p óp ia quando iluminados. estabelece um limite superior de velocidade. Ano 8. ( ) O tempo estimado de du ação do eclipse é de quat o mi nutos. (16) devido ao fenômeno de ef ação da luz. so bre a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul”. 2. passando pelo ponto O e no mesmo plano fo mado pelo aio inî cidente e a no mal N. 3. o obse vado pode ia ve a luz da lante na de qua lque ponto. O N (02) o ângulo que o feixe de luz efletido fo ma com o espelho é igual a î. no vácuo. 1994. (16) a velocidade da luz. (04) se a supe fície em que o feixe de luz da lante na inc ide não fosse totalmente polida. ( ) A Lua se coloca ent e o Sol e a Te a. na cidade de Foz do Iguaçu. o sol da primavera já estaria brilhando bem acim a do horizonte. n 10. no Paraná. (04) a velocidade da luz é u ma constante independente do meio em ue se propaga. é correto afirmar ue (01) a luz é uma onda e letromagnética. julgue as afi mações como ve dadei as ou f lsas. é co eto afi ma que (01) um obse vado só ve á a luz da lante na se estive posicionado sob e uma eta fazendo um ângu lo igual a î com elação à no mal N. como esposta. mas esse não foi um dia normal (…) Durante o eclipse. Dê. ( ) No t echo onde passa a somb a. UFMS A respeito da natureza da luz. a gigantesca s ombra. Outub o. Entrou no Brasil por Foz do Iguaçu e saiu para o Oceano Atlântico. a som a das alternativas corretas. (08) uma vez que a supe fície em que o feixe de luz da lante na incide é totalmente polida. como resposta. (02) a luz tem uma natureza de partícula. Faltavam 15 minutos para as 10 h. Dê. impedindo que a luz atinja uma pa te da supe fície te est e. Sendo que o ângulo d e incidência desse feixe com a no mal ao espelho é î.F ÍS IC A R E F L E X à O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1. 46) GABARITO Em elação ao fenômeno físico desc ito no texto. com 200 km de diâmetro progrediu a 3000 km por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul.

A imagem de um objeto ea l é semp e vi tual. O balão oculta ia todo o Sol: o estudante não ve ia di etamente nenhuma pa te do Sol. A(s) p osição(ões) co eta(s) é(são): a) somente I. d) 72°. c) somente III. Está co eto apenas o que se afi ma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III 2 5. d) somente I e II. Alfenas-MG A espeito dos espelhos planos. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. Como uma gi a em sentido ho á io e a out a. Quando o objeto se afasta de uma distância d do espelho. O balão é pequeno demais: o estudante continua ia a ve di etamente p a tes do Sol. 03) o desvio de um aio luminoso ao at avessa a supe fície de sepa ação ent e dois meios t anspa entes. Pe cebi. U. o ângulo ent e as duas po tas é igual a a) 30°. sabendo-se que a distânci a da Te a ao Sol é de 150 x 108 km e que o aio do Sol é 0. II. 03) vi tual. III. num dia de céu cla o. 02) o aumento linea t ansve sal p oduzido po um espelho esfé ico. Um e studante imaginou. então. 6. em s entido anti-ho á io. oco eu o último eclipse sola total do século. 8. A lfenas-MG O a má io do banhei o de minha casa. Conside e as afi mações abaixo. Fa ia as obse vações. III. 02) vi tual. p otegendo devidamente sua vista. ap oximadam ente. que 5 imagens de meu osto fo am fo madas. 04) eal. o tamanho da sua imagem não se alte a.75 x 106 km. mais p óxima do espelho e maio que o obje to. Fuvest-SP Em agosto de 1999. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 05) a natu eza polic omática da l uz b anca. e) somente I e III. possui duas po tas espelhadas as qu ais têm as dob adiças no mesmo luga . ab i as duas e coloquei a cabeça ent e elas. conside e as p oposições: I. UESC-BA A imagem de um objeto eal vista po eflexão em um espelho plano é 01) eal. Nest a situação. I. a i magem também se afasta d do objeto. como se fosse noite. uma fo ma de simula eclipses. U. Pensou em usa um balão esfé ico e opaco. quand o o cent o do Sol e o cent o do balão estivessem ve ticalmente colocados sob e ele .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 7. mais p óxima do espelho e meno que o objeto. II. O céu fica ia escu o pa a o estudante. U. em elação aos possíveis esultados dessa p oposta. Salvado -BA Utilizando-se o disco de Newton é possível comp ova expe imentalm ente 01) os p incípios de eve sibilidade e de independência dos aios de luz.4. que oculta ia o Sol quando segu o po uma co da a uma altu a de 200 m. 04) a eflexão total a pa ti de um diopt o plano. e) 90°. b) somente II. pa a tenta obse v a a minha o elha. então. de 40 m de diâmet o. eqüidistante do espelho e meno que o objeto. b) 45°. Quando uma pessoa se ap oxima de um espel ho. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. caso as obse vações fossem ealmente feitas. c) 60°. 05) vi tual.

im gem rot cion rá de 2α no mesmo sentido. 08) A imagem somente pode á se obse vada se ela estive fo a do c ampo visual do espelho. Então su im gem está 80 cm dentro do espelho.C tólic -GO Foco ( ) Considere um espelho esférico cônc vo. tendo 2. t mbém. Dê como respost som d s lter n tiv s corret s. ao se efleti em. E. 3 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . assinale o que fo co eto: 01) A imagem obtida é di eita. U. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. um espelho convexo de distânci P foc l 1 m no lto d port . ( ) Im gens re is são sempre invertid s em rel ção o objeto.9.(x) tid e de t m nho m ior que o d vel .Reflexão luminos – espelhos ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ . A im gem do luno A t mbém e stá à direit d im gem do professor. Sob e isto. Espelho cônc vo ( ) Um estud nte pretende cender um p lito de fósforo v lendo-se do c lor c pt do dos r ios sol res. ( ) O professor P e stá de frente p r o espelho com o luno A à su direit . 02 ) Se um novo espelho fo conjugado ao espelho. U. por volt do meio-di . denominado foco p incipal do espel ho. 04) Se o espelho fo deslocado pa al elamente à posição inicial. ( ) As 7 pesso s n s l de ginástic form m 21 im gens nos dois espelhos pl nos. inver. 08) A imagem do objeto se á inve tida. 1 0. Um vel ces é c oloc d em frente o espelho. a imagem sof e á um deslocamento igual ao dob o do deslocame nto do espelho. Utiliz ndo-se de um lente esféric biconvex e coloc ndo c beç do p lito de fósforo no foco d lente. assinale o que fo co eto: 01 ) A distância focal de um espelho esfé ico côncavo é igual à metade do aio de cu vatu a d o espelho. o núme o de imagens fo madas depend e á do ângulo que os espelhos fize em ent e si. de distância focal 10. 12. 16) Se o espelho fo otacionado de um ângulo α em rel ção à posiçã nici l. conve gem em um ponto F. ( ) Um luno n esteir e o professor se vêem t r vés do espelho convexo por c us do princípio de prop g ção retilíne d luz. a distância da sua imag em ao espelho também dob a. Isto v le p r qu lquer tipo de espel ho. entre o foco V C F e o vértice. 32) A imagem do objeto situa-se a 15 cm do vé tice do espelho. en qu nto im gens virtu is são sempre direit s. 02) Raios de luz pa alelos e p óximos ao eixo p incipal do espelho côncav o. ele deverá conseguir cendêlo. A im gem form d será virtu l. U. 11. Coloque V p r firm ções verd deir s e F p r s f ls s. Ponta G ossa-PR Conside ando a situação em que um objeto é colocado em f ente a um espelho plano. E. Há. ( ) O lun o n esteir está 4 m do espelho convexo sobre seu eixo. e a distância ent e a imagem e o espelho é o dob o da distância do objeto ao espelho.5 cm de a ltu a.0 cm. UFGO A figur seguir é um esquem de um s l de ginástic c om dois espelhos C F esteir pl nos que ocup m p rede tod e são perpendicul res A B D E entre si.00 cm de altu a é colocado 30 cm à f ente de um esp elho côncavo. 16) Se o objeto fo colocado no cent o de cu vatu a do espelho côncavo. a i magem se á do mesmo tamanho e se localiza á no foco. 04) Ao dob a -se a distância do objeto ao espelho côncavo. Ma ingá-PR Um objeto de 5.

0 m d) 3. UFMT A figur b ixo represent um espelho cônc vo. (02) A se form entre C e F. (04) B se form à esquerd de C.0 m e) 4.0 GABARITO 18. R ios luminosos p r leV los o eixo princip l são refletidos pelo espelho cônc vo. à distânci de 50 cm do espelho. UFRJ Um espelho cônc vo de 50 cm de r io e um pequeno espelho pl no estão frente frente. onde A C é o centro de curv tur . El está di nte de um es de su c beç .20 m de c v lo. Dê. C lcule distânci do espelho pl no o vértice V do espelho cônc vo. trás o espelho de mão e 1. A distânci do espelho té um ntep ro onde se pode c pt r im gem nítid do objeto e o t m nho d im gem são. Unifor-CE Dispõe-se um objeto. é correto firm r que im gem de (01) A se form à esquerd de C. Consider ndo os objetos A. Se o observ dor se f st r do espelho d ndo dois p ssos p r trás.10 m e) 2. B C F D V 14. B e D coloc do s nos pontos indic dos n figur . como respost . perpendicul rmente o eixo p rincip l de um espelho esférico cônc vo de r io de curv tur 60 cm. ) 38 e 1. F é o foco e V é o vértice do espelho. (16) D se form entre F e V. em seguid . de t m nho 2.0 m 16.13. som d s ltern tiv s corret s.80 m b) 1. de 50 cm c d .C tólic -DF Você desej f zer um espelho p r limpez de pele que forneç um im gem direit e qu tro vezes m ior. PUC-RJ Um menin us um prendedor de r bo pelho gr nde e segur um espelho de mão. refletem-se t mbém no espelho pl no e torn m-se convergentes num ponto do eixo princip l dis8 cm t nte 8 cm do espelho pl no. respectiv mente.4 d) 75 e 3.0 c) 60 e 2. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . P r isso deverá utiliz r um espelho cônc vo com r io de ) 120 cm b) 80 cm c) 160 c m d) 4.40 m ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .0 e) 150 e 6.Reflexão luminos – espelhos ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 17. (08 ) B se form entre C e F. U. O espelho pl no está disposto perpendicul rmente o eixo princip l do côn c vo. (32) D se form à direit d e V.0 cm. como mostr figur . qu ndo su distânci té o espelho for de 30 cm.0 cm e) 30 cm 4 15.5 b) 50 e 2. UFSE Um observ dor se encontr 50 cm de um espelho pl no coloc do vertic l mente.20 m do espelho gr nde.50 m b) 1. A stá im gem do prendedor? ) 1.0 m c) 2. em cm. su im gem se f st rá dele ) 0.50 m d) 2. O prendedor está 30 cm d que distânci trás do espelho gr nde e c) 1.

Cefet-PR Com rel ção o estudo dos espelhos pl nos e esféricos são feit s s firm ções seguir: I. d) será gir d de um ângulo α.V 19. form d por um espelho cônc vo. Fuvest-SP Dois espelhos pl nos. 21. proxim ndo-se d vertic l V. No ponto de incidênc i O. III. Um pesso observ -se tr vés do espelho inclin do. c) será gir d de um ângul o 2α. em posição inclin d . c) I e III somente. U m pesso observ -se no espelho. Fuvest-SP Um espelho pl no. com respeito à vertic l V. pós reflexões nos dois espelhos (com p en s um reflexão no espelho horizont l). UFRS A figur b ixo represent um r io luminoso R R incidindo obliqu ment e sobre um espelho pl no que se encontr n posição horizont l E. então. f st ndo-se d vertic l V. É (são) corret (s) (s) f irm ção(ões): ) I somente. é: A B C D IMPRIMIR E 45° ) A b) B c) C ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . pois c d ponto im gem é vértice de um pincel divergente. f st ndo-se d verti c l V. Qu ndo um in divíduo encontr -se em frente um determin do espelho e not que su im gem é direi t e reduzid . 5 20. e) será gir d de um ângulo 2α. b) será gir d de um ângulo α. b) I e II somente. II e III. P r que el vej im gem de seus olhos. conforme figur . m ntendo se u olh r n direção horizont l. é necessário que o ângulo  sej de Å GABARITO ) 15° b) 30° c) 45° d) 60° e) 75° 22. A flech que melhor represen t direção p r qu l el deve dirigir seu olh r. fim de ver os s p tos que está c lç ndo. foi tr ç d vertic l V. A im gem do Sol. Não send o lter d direção do r io luminoso incidente R com respeito à vertic l V. o espelho de um ângulo α (em torno de um E O eixo que p ss pelo ponto O) p r posição E’. Gir -se. e os r ios retornem pel mesm tr jetóri que incidir m. A im gem de um objeto re l refletid em um espelho pl no é sempre vir tu l. form m entre si um ângulo Â. d) II e III somente . podese f irm r que direção do r io refletido: ) t mbém não será lter d . form um ângulo de 45° com o chão. e) I. ele conclui que o espelho só pode ser cônc vo. proxim ndo-se d vertic l V. conE’ forme indic figur . sendo um deles m ntido n horizont l. loc liz -se no foco do espelho. II.

Reflexão luminos ¡ ¡ ¡ – espelhos .d) D e) E Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .

que é perpend icul r o Im gem em rel ã primeiro. 27.Superior de Br síli -DF Diz um lend muito belo. im gens sempre simétric s.0 cm do vértice de um espelho cônc vo. U. de 16.0 cm de ltur . 16) Quando apontado na di eção do Sol. E. menores e invertid s em rel ção um objeto re l. utiliza dois inst umentos básicos: um pequeno espelho. tent ndo br ç r su im gem. 25.0 cm de r io. se p ixonou por su própri im Su p ixão foi t nt que ele morreu fog do te. b) v1 = 0 m/s e v2 = 2 m/s. ap esent a um ponto b ilhante sob e a egião do foco. Utilizando seus conceitos sob e o compo t amento e a natu eza da luz. do mesm o tamanho do objeto e di eita. 02) eal. virtu is e direit s. pa a exam na melho os dentes de João. respectiv me nte. julgue os itens como verd ntig que um jovem ch m do N rciso. conforme represent do no esquem b ixo. É côncavo e a distância é meno que a distância focal. com ampliação i gual a 2. É convexo e a distância é meno que a distância focal onvexo e a distância é maio que a distância focal. conjug d pelo espelho E1. 03) vi tual. 04) As bolas metalizadas que são usadas em o namentações de Natal têm as mesmas p op iedades desse tipo de espelho. c) v1 = 1 m/s e v2 = 1 m/s.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ 24. Us ndo seus conheciment deiros ou f lsos: ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ .23.E. I. 08) Pode se utilizado como espelho et oviso em automóveis. com que su s im gens O’1. e uma espátula.C tólic -DF O senhor “João Boc Abert ” compa e ceu ao consultó io odontológico pa a sua evisão semest al. vários tipos de espelhos estão à vend p os sobre espelhos. de 30 cm de aio de cu vatu a. i m gem form d terá 4. em direção o espelho E2. assinale o que fo co eto: 01) A i magem eal de um objeto colocado sob e seu cent o de cu vatu a é eal. O D . 05) vi tual. produzem im gens sempre virtu is. É côncavo e tância é maio que a distância focal. ma que a alte nativa co eta sob e o espelho utiliza do e sob e a distância do dente ao espelho: a) b) c) d) e) É plano e a distância é meno que a distância focal. é 01) eal. IMPRIMIR FÍSICA . As velocid des v1 e v2. meno e di eita. 04) vi tual. que tem espelhos pl nos fix dos Im ge m em em tod extensão d s su s p redes e r p z v = 1 m/ rel ã 2 c minh com vel ocid de de 1 m/s. que amplifica a imagem. em rel ção o próprio r p z. v lem. Salvado -BA A ca acte ística da imagem do objeto eal. ) v1 = 0 m/s e v2 = 1 m/s. 6 ( ) O f to de N rciso observ r su própri im gem n superfície do l go deve-se. ( ) Ao coloc rmos um lápis de 2. Ponta G o ssa-PR Sob e o espelho esfé ico com foco eal. maio e di eita. Vunesp Um r p z entr num l nchonete. meno e di eita. GABARITO 26. situado a 10 cm do vé tice do espelho côncavo. U. como os utiliz dos em elev dores. Atu lmen r diversos fins. e O’2. se desloc m. maio e inve tida. pri ncip lmente.0 cm de ltu r um distânci de 8. co njug d pelo espelho E2. p r lel mente o espelho E1. ( ) Espelhos convex os. ( ) Espelhos pl nos produzem. d) v1 = 1 m/s e v2 = 2 m/s. de objetos re is. e) v1 = 2 m/s e v2 = 2 m/s. “José So iso”. Dê como esposta a soma das alte nativa s co etas. 02) Não p oduz imagem vi tual a pa ti de um objeto eal coloca do sob e seu eixo p incipal. gem refletid n superfície de um l go. o fenômeno d refr ção regul r d luz. U. em módulo.

efletindo-os pa a o fo co. O. b) Ela funciona como um espelho em elação a esses aios pa alelos. vindos di etamente do satélite distante. amplificando o sinal. A eficácia da antena pa abólica deve-se ao seguinte fato: a) O e feito fotoelét ico causado pelas ondas elet omagnéticas.0 m de a ltu a vê sua imagem efletida quando se encont a a 1. As posições do objeto e de sua imagem estão ep esentadas na figu a ao lado: A posição co eta do espelho. Os satélites et ansmisso es vie am soluciona ess e p oblema. Eles captam os sinais di etamente das “emisso as-mães”. pa a um ecepto localizado no foco da antena. Uni io Um objeto é colocado diante de um espelho.5 cm. III. b) aio de cu vatu a do espelho vale 5 cm. d) Ela abso ve os sinais. no metal da antena. onde eles se concent am e aumentam a intensidade do sinal. 29. c) Os sinais são am plificados po que a antena os pola iza e. então. A e lação ent e os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. e stá co eto afi ma que o(a): a) espelho é convexo. a imagem é inve tida. Uma menina de 1. po eflexão. fo mad a po um espelho plano com apenas uma face espelhada. instalada em qualque esidência. IMPRIMIR ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o objeto está a 6 cm do espelho. os aios elet omagnéticos. em seguida. amplificam-nos e o s et ansmitem pa a a Te a.2 m do vé tice do espelho. joga-os em fase. po condução elét ica. chegam ao seu foco com uma intensidade maio . I. pois eles têm um alcance limitado na supe fície da Te a. tem uma imagem. p aticamente pa alelos. cuja face não espelhada está inO dicada po um t acejado. Conside e os seguintes fatos efe entes ao objeto e à sua imagem: I. d) imagem do objeto é vi tual. UFPB Um objeto luminoso. e) imagem está situada a 30 cm do espelho. o aume nto t ansve sal da imagem é 5. c) distância focal do espelho vale 2. e manda-os. II. UFRN Muitas cidades b asilei as não são cobe ta s pelos sinais et ansmitidos pelas emisso as de televisão. capta. UERJ Na ent ada do ci co existe um espelho convexo. no foco d a mesma. A pa ti destas info mações. faz com que os elét ons a ancados atinjam o foco da mesma. que. é a da figu a: a) c) e) 7 I I I I O b) O I d) O GABARITO I O O 31.28. Calcule a distância focal do espelho da ent ada do ci co. Uma antena pa abólica metálica. 30.

FÍSICA .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .

III. e a potênc ia i adiada e a de 80 W. Se um espelho plano gi a de um ângulo a em to no de um eixo fixo pe pendicula à di eção de incidência da luz. e a potência i ad iada e a de 40 W. Quando Ma y ligou o inte upto escondido. podemos dize que a) apenas I e II são ve dadei as. este deve te de comp imento. b) uma imagem eal. habilmente colocado pa a que a imagem da lâmpada pudesse se fo mada na pa te supe io da caixa. II. abe ta em um dos lados. confo me ep esentado e squematicamente na figu a abaixo. IMPRIMIR ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . no mínimo. O ponto O ep esenta o globo ocula do obse vado . pode-se conclui qu e. pa alelamente a este. e) I. Fatec-SP A figu a abaixo most a um objeto AB de 30 cm de comp imento colocado em f ente a um espelho plano E. Então. II e III. b) Ap enas II. c) Apenas I e II. oco eu a fo mação de a) uma imagem eal. 8 33. Instalou uma lâmpada incandescente no inte io de uma lâmpad a caixa. 34. Pa a que uma pessoa consiga obse va sua imagem po intei o em um espelho etangula plano. I. ao se ligada a lâmpada. fez a mágica conheci da como lâmpada fantasma. Pa a que esse obse vado con siga enxe ga o objeto intei amente po eflexão no espelho. pois viu uma lâmpada apa ece magicame nte sob e a caixa. e a potência i adiada e a de 40 W. c) uma i magem vi tual. ITA-SP Conside e as seguintes afi mações: I. A imagem de um objeto eal fo neci da po um espelho convexo é semp e vi tual. igual à altu a da pessoa. e) todas são falsas. c) apenas II e III são ve dadei as. A 60 cm E B O 1. II. e Josué. Pa a que uma pessoa de altu a h possa obse va seu co po intei o em um espelho plano. di eita e meno do que o objeto. UFRS Conside e as afi mações seguintes. no mínimo: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) todas são ve dadei as. Reflexão total pode oco e quando aios luminosos que se p opagam em um dado meio atingem a supe fície que sepa a es se meio de out o com meno índice de ef ação. d) uma imagem vi tual. Se um espelho plano t anslada de u ma distância d ao longo da di eção pe pendicula a seu plano. indep endentemente da distância deste ao espelho. e a potência i adiada e a de 80 W.32. um dos espectado es.2 m d) 40 cm e) 50 cm GABARITO 35. o aio efletido gi a á de um â gulo 2 a. a altu a deste deve se de no mínimo 2 h/3. d) Apenas II e III. III. Com base na figu a e no que foi desc ito. tomou um susto. A lâmpada tinha uma potência de 40 W e inicialment e estava desligada. Quais estão co etas? a) Apenas I. uma iluespelho imagem sionista amado a. UFRN Ma y Scondy. b) apenas I e III são ve dadei as. a lâmpada acendeu. a imagem eal de um obje to fixo t anslada á de 2 d. o comp imento do espelho deve se . caixa A pa te abe ta da caixa estava Josué Ma y v oltada pa a a f ente de um espelho côncavo.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .FÍSICA .

é dado po m = – i . Sej a D0 a distância do objeto ao espelho (que é uma g andeza positiva). na face convexa ela apa ece á di eita e at ás da su pe fície.2 A altu a da ima gem é 2 vezes a altu a do objeto. indique a azão pela qual a indúst ia auto mobilística opta po esse tipo de espelho. o ca o de t ás está a 10 m de distância desse espelho. Justifique. e que. na face convexa ela apa ece á inve tida e at ás da supe fície. c) Especifique se tal imagem se á di eita ou inve tida. Conside e que esse ca o está se movendo numa ua etilínea. e o aumento linea Di D0 D t ansve sal. na face convexa ela apa ece á di eita. 37. vem um out o ca o. também situada na supe fície. Enquanto na face côncava a imagem do osto dessa pessoa apa ece a) inve tida e situada na supe fície da con cha. e) inve tida e at ás na sup e fície da concha. convexos (como os espelhos u sados dent o de ônibus u banos. 1 . coaxiais. 38. pa a espelhos conve1 1 2 xos). IMPRIMIR FÍSICA . Di a distância da imagem ao espelho (conside ada positiva se a imagem fo eal e negativa se a im agem fo vi tual) e o aio de cu vatu a do espelho (conside ado negativo. a azão ent e os aios de R cu vatu a 1 é igual a: R2 1 1 2 a) b) c) d) 2 3 3 2 9 E1 8 cm 20 cm E2 GABARITO e) 3 39. D0 a) Calcule a que distância desse esp elho et oviso esta á a imagem do ca o que vem at ás. Cefet-RJ Dois espelhos esfé icos cônca vos. confo me ilust ado ao lado: Nas co ndições ap esentadas. Justifique. 2 . at ás dele. UFRN Os espelhos et oviso es do lado di eito dos veículos são. No instante em que Dona Beat iz o lha po aquele et oviso .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . em ge al. na face convexa ela apa ece á di eita e à f ente da supe fície. mas à f ente da supe fície. E1 e E2. ou mesmo em agências bancá ias ou supe me cados). I . Um objeto eal se encont a a 6 cm do espelho. Unicap-PE Um espelho côncavo possui aio de cu vatu a igual a 24 cm. na face con vexa ela apa ece á também di eita. comum aos dois espelhos. c) di eita e situada na supe fície da concha. d) Especifique se tal imagem se á maio ou meno que o objeto. Vunesp Uma pessoa obse va a imagem de seu osto efletida numa concha de coz inha semi-esfé ica pe feitamente polida em ambas as faces.36. A equação dos pontos conjugados é + = . 3 . d) di eita e at ás da supe fície da concha. e se fo ma a 12 cm do espelho. m. com velocidade c onstante. Uma lante na lase é colocada de fo ma a emiti um aio luminosos pa alel o ao eixo p incipal. O ca o de Dona Beat iz tem um espelho et oviso convexo cujo aio de cu vatu a med e 5 m.1 A imagem é eal. b) Especifique se tal imagem se á eal ou vi tual. e) Do ponto de vista da Física. Justifique. b) inve tida e à f ente da supe fície da concha. ap esentam aios de cu vatu as espectivamente iguais a R1 e R2.3 A imagem é inve tida.II 0 .0 A distância focal do espelho é de 12 cm.

40. Mackenzie-SP Algumas pessoas utilizam em espelho “dupla face”, o qual p opo ciona, de um lado uma imagem di eita e de tamanho igual ao do objeto que está à sua f ente, e do out o la do uma imagem de tamanho maio que o do objeto. Ent etanto, sabe-se que não se t a ta efetivamente de um espelho de face dupla, mas sim de dois espelhos independen tes um do out o. O espelho que nos p opo ciona uma imagem de tamanho igual ao do objeto é um espelho ———— e aquele que nos p opo ciona uma imagem maio que o objeto é um e pelho ————. Po ém, além da imagem se maio que o objeto, pa a que ela seja di eita, o obje o deve á se colocado —————. A alte nativa que contém info mações satisfató ias pa a o p eenchimento das lacunas acim a, na o dem de leitu a, sem cont a ia os p incípios da Óptica Geomét ica é: a) plano, côn cavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. b) convexo, cônca vo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. c) plano, convexo, muito p óximo do espelho. d) convexo, côncavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. e) plano, côncavo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. 41. PUCPR Um objeto eal, ep esentado pela seta, é colocado em f ente a um espelho poden do se plano ou esfé ico confo me as figu as. A imagem fo necida pelo espelho se á v i tual: I II 10 C F III IV C F C F V C F GABARITO a) apenas no caso I. b) apenas no caso II. c) apenas nos casos I e II. d) nos casos I e IV e V. e) nos casos I, II e III. 42. UFSC Conside e um espelho esfé ico côncavo com um objeto à sua f ente, situado a u ma distância do foco igual a duas vezes a distância focal, confo me está eF p esentad o na figu a ao lado. objeto foco Em elação à imagem fo necida pelo espelho, assinale a(s) p oposição(ões) CORRETA(S): 01) Como não foi fo necida a distância focal, não podemos fi ma nada sob e a posição da imagem. 02) A distância da imagem ao foco é igual à metade da distância focal. 04) A imagem é eal, inve tida e seu tamanho é igual à metade do tam anho do objeto. 08) A distância da imagem ao espelho é igual a uma vez e meia a distân cia focal. 16) A distância da imagem ao espelho é igual a duas vezes a distância focal . 32) A imagem é eal, di eita e seu tamanho é igual a um te ço do tamanho do objeto.

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FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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64) A distância da imagem ao foco é igual à distância focal e a imagem é Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.

eal e inve tida.

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43. ITA-SP Um objeto linea de altu a h está assentado pe pendicula mente no eixo p incipal de um espelho esfé ico, a 15 cm de seu vé tice. A imagem p oduzida é di eita e tem altu a de h/5. Este espelho é a) côncavo, de aio 15 cm. b) côncavo, de aio 7, 5 cm. c) convexo, de aio 7,5 cm. d) convexo, de aio 15 cm. e) convexo, de aio 10 cm. 44. Unicamp-SP Uma das p imei as aplicações milita es da ótica oco eu no século III a.C . quando Si acusa estava sitiada pelas fo ças navais omanas. Na véspe a da batalha, A quimedes o denou que 60 soldados polissem seus escudos etangula es de b onze , medindo 0,5 m de la gu a po 1,0 m de altu a. Quando o p imei o navio omano s e encont ava a ap oximadamente 30 m da p aia pa a ataca , à luz do sol nascente, f oi dada a o dem pa a que os soldados se colocassem fo mando um a co e empunhasse m seus escudos, como ep esentado esquematicamente na figu a abaixo. Em poucos m inutos as velas do navio estavam a dendo em chamas. Isso foi epetido pa a cada navio, e assim não foi dessa vez que Si acusa caiu. Uma fo ma de entende mos o que oco eu consiste em t ata o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. Suponh a que os aios do sol cheguem pa alelos ao espelho e sejam focalizados na vela d o navio. 11 a) Qual deve se o aio do espelho côncavo pa a que a intensidade do sol concent a do seja máxima? b) Conside e a intensidade da adiação sola no momento da batalha com o 500 W/m2. Conside e que a efletividade efetiva do b onze sob e todo o espect o sola é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade incidente é efletida. Estime a potência total incidente na egião do foco. IMPRIMIR GABARITO

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A R E F L E X Ã O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1 1. 27 2. V-F-F-V-V 3. 13 4. a 5. 05 6. 03 7. e 8. c 9. 1 + 2 + 8 + 32 10. 2 + 4 + 16 11. F-F-V-V-V 12. F-V 13. 38 14. b 15. c 16. d 17. a 18. 17 cm 19. c 20. b 21. c 22. b 23. b 24. F-V-F-F 25. b 26. 05 27. 16 28. -0,40 m 29. b 30. d 31. e 32. d 33. a 34. b 35. a 36. V-F-V-F 37. a) –2 m b) vi tual c) di eita d) meno e) aumenta o campo de visão 38. a 39. b 40. e 41. d 42. 2 + 4 + 8 43. c 44. a) 60 m b ) 9000 W IMPRIMIR G A B A R IT O

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A

REFR AÇ ÃO 1. U.Católica Dom Bosco-MS A eflexão e a ef ação da luz obedecem a leis bem definidas e dependem do tipo de supe fície na qual incidem os aios luminosos. De aco do com os P incípios da Óptica, é co eto afi ma : a) A luz monoc omática é o esultado da supe posição de luzes de co es dife entes. b) A eflexão egula oco e quando, sob e uma s upe fície pe feitamente polida, incide um feixe de aios pa alelos e se mantêm pa al elos após a eflexão. c) No vácuo, a velocidade da luz ve melha é maio do que a da luz violeta. d) O ângulo de ef ação é igual ao ângulo de incidência. e) Quando um feixe de luz incide em uma supe fície que sepa a dois meios dife entes, oco em apenas os fenômen os eflexão e ef ação. 2. UEMS Um aio de luz, p opagando-se no a incide sob e uma p laca de vid o confo me most a a figu a. Sendo o índice de ef ação do a na = 1, qual é o índice de ef ação do vid o? N 1

45° vid o GABARITO a) 3 b) 6 c) 4 2 d) 2 e) 6 2 3. Unifo -CE No vácuo, ou no a , a velocidade da luz é de 3,0 .108 m/s. Num vid o, c ujo índice de ef ação é 1,50, a velocidade da luz é, em m/s, a) 1,0 . 108 b) 1,5 . 108 c) 2,0 . 108 d) 3,0 . 108 e) 4,5 . 108 IMPRIMIR

FÍSICA - Ref ação

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4. UESC-BA O fato de a água se ap esenta em seu estado natu al mais comum como um líquido t anspa ente possibilita que um feixe de aios sola es pa alelos, que ati nge a supe fície de um lago de águas límpidas e mais ef ingentes que o a , sob ângulo d e incidência α, 01) tenh um p rcel d luz incidente tr vess ndo superfície, sob ân gulo de refr ção β > α. 02) tenh um p rcel d luz incidente retorn ndo o r, so ângul o de reflexão θ = α. 03) sej complet mente refletido n superfície, so ângulo de reflexão = 90 – α. 04) sej complet mente refr t do, so ângulo de refr ção β = α. 05) sej complet te sorvido pel superfície do l go, podendo produzir elev ção d temper tur d águ . 5. U. Alfen s-MG Um pesso encontr -se deit d num tr mpolim, situ do três metr os de ltur , olh ndo p r piscin chei , cuj profundid de é de 2,5 m. Nest s c ircunstânci s, profundid de p rente d piscin será ) ex t mente 2,5 m. ) um v lor compreendido entre 2,5 e 3 m. c) um v lor m ior ue 3 m. d) um v lor menor ue 2,5 m. e) ex t mente 3 m. 6. Unirio Considere ue você vive em um mundo onde o ín dice de refr ção do vidro imerso em r é igu l 3. Se o índice de refr ção do r perm nece igu l 1, u ndo e por ue os o jetos serão vistos tr vés de um j nel , sendo es t de vidro e fech d ? ) Sempre, por ue sempre h verá lgum ângulo de incidênci rel tivo à norm l e m ior ue 0º p r o u l h verá refr ção. ) Sempre, por ue o vidro é um m eri l tr nsp rente. c) Apen s se os r ios d luz emitid por eles cheg rem à j nel f zendo um ângulo de 90º com superfície do vidro. d) Nunc , por ue sempre h verá ref lexão tot l n p ss gem do r p r o vidro. e) Nunc , por ue sempre h verá reflexão to t l n p ss gem do vidro p r o r. 7. UFRS Considere um lente com índice de refr ção igu l 1,5 imers complet mente em um meio cujo índice de refr ção pode ser consider do igu l 1. Um feixe luminoso de r ios p r lelos incide so re lente e conve rge p r um ponto P situ do so re o eixo princip l d lente. Sendo lente m nti d em su posição e su stituído o meio no u l el se encontr imers , são feit s s seg uintes firm ções respeito do experimento: I. Em um meio com índice de refr ção igu l o d lente, o feixe luminoso converge p r o mesmo ponto P. II. Em um meio com índi ce de refr ção menor do ue o d lente, porém m ior do ue 1, o feixe luminoso converg e p r um ponto P’ m is f st do d lente do ue o ponto P. III. Em um meio com índi ce de refr ção m ior do ue o d lente, o feixe luminoso diverge o tr vess r len te. Qu is estão corret s? 2 GABARITO IMPRIMIR

Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) Apen s I.

) Apen s II. c) Apen s III. d) Apen s II e III. e) I, II e III.

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8. U. E. Pont Gross -PR Qu ndo um r io luminoso policromático incide em um super fície tr nsp rente, sofrendo refr ção, 01) ele present índices de refr ção diferentes p r c d cor. 02) ele present , p r o p r de meios, um único índice de refr ção p r tod s s cores. 04) luz se reflete difus mente, com m ior dest ue p r cor pred omin nte. 08) ocorre o fenômeno conhecido como dispersão d luz. 16) origin -se um f eixe de luz colorid . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 9. F tecSP A figur ixo mostr um feixe de r ios luminosos monocromáticos ue se prop g tr vés de um meio tr nsp rente A. Ao tingir outro meio tr nsp rente e homogêneo B, um p rte do feixe se reflete (II) e outr refr t (III). 3

A respeito dess situ ção é correto firm r ue: ) el não é possível. ) o meio A pode se o vácuo. c) o meio B pode ser o vácuo. d) velocid de dos r ios luminosos do feixe II é mesm ue dos r ios luminosos do feixe III. e) o ângulo (α) ue o feixe inci dente (I) form com superfície de sep r ção é m ior ue o ângulo ue o feixe refletido ( II) form com mesm superfície (β). 10. UFGO Considere ue um r io de luz prop g se de um meio de índice de refr ção n1, p r um meio de índice de refr ção n2. A superfície sep r ção entre os dois meios é pl n ; então, ( ) se esse r io de luz incidir o li u me nte, ele será refr t do, proxim ndo-se d norm l, c so o índice de refr ção n1 sej men or do ue o índice de refr ção n2. ( ) se r zão entre os senos dos ângulos de incidênci refr ção for igu l 1,5, velocid de do r io de luz no meio de índice de refr ção n1 se rá 50% menor ue no meio de índice de refr ção n2. ( ) se reflexão intern tot l ocorrer p r um ângulo de incidênci igu l 30°, o índice de refr ção deste meio será du s vezes or do ue o do outro meio. ( ) o produto d velocid de do r io de luz pelo índice de refr ção, no mesmo meio, é const nte. 11. UFGO Considere um estreito feixe de luz r nc incidindo so re um loco de vidro. A refr ção desse feixe no vidro dá origem u m espectro colorido, no u l se o serv m s seguintes cores, n ordem decrescent e de su s velocid des de prop g ção: vermelho, l r nj , m relo, verde, zul, nil e violet . O feixe violet refr t do é, então, direcion do um prism . Nesse fenômeno, ( ) dispersão d luz r nc ocorre, por ue o índice de refr ção do loco de vidro é dif erente p r c d um d s cores. ( ) o desvio d luz violet é menor do ue o desvi o d luz vermelh , u ndo m s emergem do loco de vidro. ( ) o feixe violet , o p ss r pelo prism , d rá origem um novo espectro colorido. ( ) se secção princi p l do prism for um triângulo retângulo isósceles, e o feixe violet incidir perpendi cul rmente so re um d s f ces, será o serv d reflexão intern tot l. Nesse c so, considere ue o ângulo limite é igu l 48°. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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n u l está represent d um got d’águ r nc está incidindo so re got . 3. Lem re-se de ue p r ângulos pe uenos sen( ) > t n( ). ue o fenômeno do rco-íris ocorre por ue o índice de refr ção v ri com cor d luz e c d cor componente do r io de luz r nc incid ente so re got d’águ sofre. UFSE Um r io de luz incide n superfície de sep r ção de dois meios tr nsp rentes sofrendo reflexão e refr ção. Um pe ixe está um distânci de 2. 2. os livros didáticos de Físic fre üentement ixo. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 12.luz violet emergente luz vermelh emergente 4 Pode-se concluir. el present um conjunto de opções p r o sent ido d prop g ção do feixe de luz dentro do uário contendo águ . 13. o ue interpõe um pe uen c m d de r (n r = 1) entre águ e o olho.0 m de um mergulh dor. Suponh o vidr o d másc r pl no e de espessur desprezível. 4 ou 5) ue melhor r epresent o sentido do feixe de luz dentro do uário? ) Justifi ue su respost p r esse tipo de fenômeno. Ness s condições. e r ios d s estão del emergindo. Por isso us mos másc r s de ulho.Refr ção Av nç r ¡ Pergunt -se: ) Qu l o segmento de ret orient do (1. um ref e um segund refr ção. l ntern GABARITO 5 4 IMPRIMIR 3 2 1 Volt r FÍSICA . UFRJ Temos dificuld de em enxerg r com nit z de ixo d águ por ue os índices de refr ção d córne e d s dem is estrutur s do olho são muito próximos do índice de refr ção d águ (nágu = 4/3). de cordo com os r ios mostr dos. o ângulo de refr ção v le ) 70° d) 30° ) 50° e) 20° c) 40° 14. seguinte se üênci d e fenômenos: ) um reflexão. O ângulo de incidênci v le e os r ios refletido e refr t do são perpendicul res. 15. C lcule ue distânci o mergulh dor vê im gem do peixe. um segund refr ção e um reflexão d) um reflex m segund reflexão e um refr ção. n direção d másc r . Além disso. A f igur present o sentido do feixe inici l d l ntern em direção à superfície ue sep r os dois meios ( r e águ ). Um r io de luz vári s cores ue compõem o rco-íris r . UFRN P r explic r form ção do present m um figur como ue vem em suspensão no r. UFR -RJ Um curioso pont su l ntern ces p r um uário contendo águ e peixes. são represent dos pen s os r ios luz r nc incidente got d águ rco-íris. c) um refr ção. (P r não so rec rreg r figu emergentes d s cores violet e vermelh . us ndo um rgumento d Físic . ) um refr ção. um refr ção e um segund reflexão.) ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . dess represent ção.

c) vem d p rte do corpo d s n d dor s ue está for d águ é desvi d o tr vess r águ e não converge p r câm r . e) emerge d câm r ilumin p rte su mers do corpo d s n d dor s. m s do u l tivessem sido retir d s s lentes o jetiv e ocul r.0. Se ess s fotos são tir d s exclusiv men te com ilumin ção n tur l. seguindo tr jetóri mostr d em det lhe n figur . m s p rte de for d águ não é ilumin d d evido à reflexão tot l ocorrid n superfície. o ângulo de incidênci do r io luminoso é m ior ue o ângulo de refr ção. f z-se com ue um feixe de luz monocromátic proveniente do r forme um ângulo de 60º em rel ção à norm l no ponto de incidênci . ( ) O inóculo não funcion ri se não existisse o fenômeno d difr ção. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refletido est rão em f se. m s luz ue vem de for d águ é sorvid pel águ . ( ) Se um pesso o serv sse um p is gem com o inóculo descrito . o ângulo de refr ção o serv do é de 30º. tir d s com câm r s su mers s n piscin . então o índice de refr ção do lí uido será: ) 0. S o o índice de refr ção do r igu l 1. devido à reflexão tot l. 0 c) 3 d) 2 3 e) 3 2 17. d) se n1 < n2. 19. p rte superior dificilmente se vê. UnB-DF A figur ixo ilustr o fu ncion mento de um inóculo comum. Cefet-PR Um r io luminoso se prop g de um meio de índice de refr ção (n1) p r outro meio de índice de refr ção (n2). IMPRIMIR Volt r FÍSICA . devido o desvio sofrido pel luz n tr vessi d superfície. então ess pess o veri p is gem invertid . Vunesp N s fotos d prov de n do sincroniz do. GABARITO prism feixe de luz lente o jetiv tr jetóri d luz Acerc do funcion mento desse instrumento óptico. P r ue isso conteç . U. isso contece por ue luz ue ) vem d p rte su mers d o corpo d s n d dor s tinge câm r . No corte. u se sempre p rece pen s p rte do corpo d s n d dor s ue está so águ . Então podemos firm r ue: ) se n1 > n2. m s p rte de for d águ não. d) emerge d câm r ilum in p rte su mers do corpo d s n d dor s. ) A função desempenh d pel lente o jetiv é mesm ue de um espelho convexo. ( ) A reflexão intern tot l ue ocorre em c d um dos prism s é fund ment lmente um f enômeno refr tivo. pode ocorrer reflexão tot l e os r ios incidente e refle tido est rão em f se. m s luz ue vem de for d águ não tr vess águ . ) vem d p rte su mers do corpo d s n d dor s tin ge câm r . 5 18.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ lente ocul r prism ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ . julgue os itens ixo como verd deiros ou f lsos.16. o ângulo de incidênci do r io luminoso é menor ue o ângulo de refr ção. o serv m-se s lentes o jetiv e ocul r e um p r de prism s. o contrário d luz ue vem d p rte su mers . Londrin -PR P r determin r o índice de refr ção de um lí uido. c) se n1 > n2. e) se n1 > n2. ) se n1 < n2. O feixe de luz tr vess os prism s. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refr t do est rão em f se. E.

tr vés de um interf ce pl n . As cores ue compõem lu z r nc podem ser visu liz d s u ndo um feixe de luz. p ss de um meio tr nsp rente p r outro. UERJ O present dor nunci o número do ilusionist ue. S e-se ue o ângulo de incidênci é de 45° e o ângulo de refr ção. ( ) Um o jeto re l de 2 m de ltur se encontr 5 m de um espelho pl no. em um certo inst nte. no meio 2.5 0 0 30 60 90 θ (gr us) 22.0 6 ) ) c) d) 90° 60° 30° 15° 30° 0. o r io refr t do f rá com norm l um ângulo de. esc p rá de modo surpreendente.20. e se retr t num ângu lo de 30° com norm l. U. um r io r s nte. de luz monocromátic . 21. é 2. A luz de cor é menos desvi d de su direção de incidênci e de cor é m is desvi d de su direção de incid i . ue lhe p rece est r 53º cim d horizont l. cheio de águ . 23. Du r nte esse número. ) dispersão – vermelh – violet ) dispersão – violet – vermelh c) difr ção – viole elh d) reflexão – vermelh – violet e) reflexão – violet – vermelh IMPRIMIR Volt r FÍSICA . de modo ue o umento line r tr nsvers l é positivo. então su velocid de.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  . Potigu r-RN Em um ex periênci re liz d em l or tório. ( ) O índice de r meio 2. o . determine o ângulo re l ue o holofote f z om horizont l. em rel ção o meio 1. sep r ndo-se n s co res do espectro visí tr vess r um prism de vidro. 53° GABARITO S endo ue o índice de refr ção d águ é 4/3. ( ) Um o jeto se encontr n frente de um espelho esférico cônc vo. um dos holofotes do circo . ( ) Se o r io de luz se prop g no meio 1 com veloc id de V1. se o o jeto for re l. proxim d men te: sen θ interf ce 1. A im gem se form rá 10 m do o jeto e terá t m ém 2 m de ltur . o ilusionist vê. Podemos firm r ue. será V2 = V1 2 . n ordem em ue el s p recem. im gem t m ém será re l. UFRS Selecione ltern tiv ue preenche corret mente s l cun s no p rágr fo ixo. sofre vel. tot lmente m rr do e imerso em um t n ue tr nsp rente. 30°. Unic p-PE Um r io de luz monocromático prop g -se de um meio 1 p r um meio 2.

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PUC-S P Um lâmin de vidro de f ces p r lel s está imers n águ . ocorre mud nç no seu comprimento de ond .7 ) ) GABARITO c) d) IMPRIMIR e) Volt r FÍSICA .Refr ção Av nç r  ¡ m ¡ . 02) A luz. O serv -se ue lâmin de vidro torn -se pr tic mente invisível. 08) Qu ndo luz p ss do lí ui do p r o vidro. S e-se ue o vidro é um m eio m is refringente ue águ e. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vid ro. so re reflexão tot l. seu índice de refr ção é m ior ue o d águ r um r io de luz monocromátic ue p ss d águ p r o vidro e cheg nov mente à águ (figur ). 16) A luz não sofre refr ção. 25. t m ém. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro. port nto. 64) A luz sofre desvio. isto é. fic difícil distingui-l no lí uido. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro e. Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) A lâmin vidro torn -se op c à luz. perfeit mente lis s. é mergulh d complet mente em um lí uido tr nsp rente de índice de refr ção t u l n. o gráfico ue melhor represent v ri ção de su velocid de de prop g ção em unção do tempo é ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ d  . dest p r o meio lí uido. dest p r o lí uido. 04) A luz sofre forte refr ção. UFSC Um lâmin de vidro de f ces p r lel s. por ue velocid de d luz nos dois meios é diferente. 32) A luz ue se prop g no meio lí uido não sofre reflexão o incidir n lâmin de vidro. o p ss r do lí uido p r lâmin e. de índice de r efr ção n. f ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 24.

64 cos 40° = 0. UEMS Um peixe muito conhecido em M to Grosso do Sul. é verd de: 01) Predomin m os fenômenos de reflexão e refr ção. 16) Ao tingir o ponto J. θ ) 60° ) 30° c) 90° 8 d) 45° e) 55° 27.Refr ção Av nç r ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .96 cos 75° = 0. Volt r FÍSICA .00 m ab aixo da supe fície de um io de águas calmas. o r io de luz se f st d norm l. UFBA A figur ixo represent um r io de luz monocromático ue se prop g no r e incide no ponto I d superfície de um loco de crist l tr nsp rent e.25 Ness situ ção. 02) O ângulo eflexão do r io de luz ue incide no ponto I é igu l 15°.74 sen 75° = 0.77 sen 42° = 0. Qual o ângulo θ cim d horizont l em ue o peixe poderá o serv r um ueim d 100 m d m rgem do rio? Considere o índice d e refr ção d águ do rio 1.velocid de d luz no vácuo: 3 x 108 m/s . luz sofre reflexão tot l. 08) A vel ocid de de prop g ção d luz no crist l é igu l 2 x 108 m/s. IMPRIMIR 04) Ao p ss r do r p r o crist l. o “Dour do”. 75° I 40° J GABARITO Considerem-se os seguintes d dos: .sen 40° = 0.41. 1 .67 cos 42° = 0.índice de refr ção do r. está a 2.26.

ssin le ltern tiv cuj figur melhor represent os r ios refletidos e refr t dos n superfície do l go. I. é d do por θc = rc sen ( ). é correto firm r: (01) O ângulo de reflexão ue o r io form com no rm l é diferente do ângulo de incidênci . sendo menos abso vidas as adiações visíveis d e maio comp imento de onda. AR θc c VIDRO s 9 Ness s condições. f st -se d norm l. Cefet-PR An lise s firm ções respeito de fenômenos ópticos. o ser refr t do p ss ndo do vidro p r o r.0 x 108 m/s. (04) A reflexão intern tot l pode oc orrer. Uma adiação visível monoc omática não se decompõe em co s p imá ias ao at avessa um p isma. II. Considere o índice de refr ção do vidro nv = 1. e c.5.0 x 108 m/s. emiti dos pel fonte S. estão represent dos três r ios luminosos. no vidro. o índice de refr ção do r n r = 1 e velocid de de prop g ção d luz no r c = 3. p rtir do u l ocorre reflexão 2 intern tot l. é igu l 2. A colo ação ave melhada do Sol du ante o enta dece deco e do fato da luz b anca sof e uma abso ção seletiva. 29. zul ) r nc r nc ) GABARITO ¡ ¨ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡  ¡ ¡  c) r nc d) 30. ( 08) A velocid de de prop g ção d luz. UFBA N figur ixo. Consider ndo ess s inform ções.28. n águ . Está(ão) co eta(s) a(s) afi mativa(s): a) soment ¡ ¡ ¡ ¡ r zul vermelh ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r vermelh ¡ zul zul vermelh ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r nc ¡ ¡ ¡ ¡ vermelh vermelh zul vermelh zul águ águ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . loc liz d no interior de um loco de vidro. u ndo o r io luminoso incide do r p r o vidro ou do vidro p r o r. S e-se ue. (16) O ângulo crítico θc. III. 3 (32) O fenômeno d difr ção ocorre u ndo luz tr vess um orifício de dimensões d ordem de gr ndez do seu comprimento de ond . UFMG Um feixe de luz r nc i ncide o li u mente so re superfície de um l go. velocid de de prop g ção d luz zul é menor ue d luz vermelh . As color ções v riáv o serv d s em um CD (“comp ct disk”) deco em do mesmo fenômeno que o igina as co es do a co-í is. . (02) O r io luminoso.

Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta .e I. IMPRIMIR FÍSICA . b) somente II. e) I. c) somente III. d) somente II e III. II e III.

31. sem sabe . consegui o seu alimento. é a) baixo. d) baixo. devido ao fato de você e o peixe es ta em em meios dife entes. os gue ei os p ovidenciam alimento at avés da pesca po lança. UFRN Uma fib a ótica. há o fenômeno da ef ação. assim. já que ela co esponde à posição do objeto. um p incípio da Física. UFPB As figu as abaixo ep esentam secções etas de u m cubo de vid o que tem uma de suas faces atingida po um aio de luz monoc omátic a. c) alto. dificultando a saída do feixe pelas late ais. em elação ao índice de ef ação do a . IMPRIMIR FÍSICA . a posição da imagem não co esponde à pos objeto. mesmo encu vada. apesa de você e o peixe esta em em meios dife entes. oco e a eflexão inte na tota alto. Em alguma s t ibos indígenas. inclusive pa a o homem visualiza at avés dela e. Se você pa ticipasse desse tipo de pesca ia. po ém. também ep esentadas. pois você e o peixe estão em meios dife entes e. fib a ótica feixe luminoso ep esentação esquemática da p opagação feixe luminoso A explicação física pa a o fato acima desc ito é a seguinte: Como o índice de ef ação da f a ótica. pe mite a p opagação de um feixe luminoso e m seu inte io . pois. as t ajetó ias fisica mente possíveis são a) I e II b) I e IV c) II e III d) II e IV e) III e IV GABARITO 33. valem-se de um ecu so p ático. p oveniente do a . F. As t ajetó ias do aio luminoso. U. po causa do fenômeno da ef ação. dificultando a saída do feixe pelas late ais. mesmo que você e o peixe estejam em meios dife entes. utilizando. c) aci ma da imagem visualizada. 32. pa a neles mi a a lança. p aticamente sem sof e pe das (veja a figu a abaixo). estão no plano dessas figu as. oco e a eflexão inte na total. a ef ação é favo ecida. b) na posição da imagem. Pa a ace tá-los. postam-se à ma gem dos ios. d) acima da imagem visua lizada. a ef ação é favo ecida. em vi tude do fenômeno da ef ação. uma vez que você e o peixe estão em meios dife entes. ace ta ia: a) abaixo da imagem visualizada. de uma ext emidade à out a. obse vando a passagem dos peixes. Pelotas-RS A água semp e foi vital pa a a sob evivência humana. pois a luz sof e o fenômeno da ef ação. po tanto. Pa a isso. 10 I II III IV Sabendo-se que o índice de ef ação do vid o é maio do que o do a . em vi tude de ela co es ponde à posição do objeto.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . e) abaixo da imagem v isualizada.

D 30. B 13. C 17. E 3. 1 + 8 + 16 28. B 2.5 m 15. E 32. A 24. F-F-V-V 20. C 10. V-F-F-F 1 2. V-F-V-F 21. A 7. B 33. 16 + 32 25. E 18. V-F-V-V 11.F ÍS IC A REFR AÇ ÃO 1 1. D 6. D 8.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta   . E 14. (2) 16. 37 23. D 26. D 31. 1. C 4. 2 + 8 + 16 + 32 29. C 19. D 27. B IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 1 + 8 + 16 9. D 22. 02 5.

Unicap-PE U m objeto eal se encont a na f ente de uma lente esfé ica delgada. ( ) As lentes dos óculos modificam a di eção de p opagação a luz que passa at avés delas. U.0 m do p ojeto . Sabe-se que a i magem fo mada é eal e se encont a a 30 cm da lente e que a distância ent e o objeto e a imagem é 50 cm. ( ) A imagem p oduzida po uma lente io é um sistema de lentes que p oduz uma to. e é semp e meno do que 1. há um a p opo ção di eta ent e o seno do ângulo de incidência î e o seno do ângulo de ef ação .0 cm X 4 . desc itos pela óptica geomét ica.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 4. Unicap-PE ( ) O índice de ef ação de meio. 1 GABARITO ( ( ( ( IMPRIMIR FÍSICA . As dimensões na tela esta ão aumen tadas a) 6. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFMT Sob e os fenômenos de eflexão e ef ação da luz. 2. ) A p op iedade segundo a qual o índice de ef ação va ia com o comp imento de onda é chamada de dispe são. no me io. julgue os itens como ve dadei os ou falsos. ( ) Quando a luz passa de um meio pa a out o. ( ) Em um dete minado meio. sen ( ) A p óp ia leitu a desta p ova é possível devido ao fenômen o de eflexão especula da luz. ^ é constante. a luz semp e se p opaga em linha eta. o que ca acte iza o fenômeno da ef ação.Católica-DF Um p ojeto de 25 cm de distância focal p ojeta a imagem de um slide de 3. com ângulo de incidência î. ) O índic e de ef ação absoluto de um meio é inve samente p opo cional à velocidade da luz. eto na ao meio de o igem com um ângulo . ) Em um meio homogêneo. ) Sua distância focal é de 12 cm. a luz ve um meio independe de luz que se p opaga nesse oduz uma imagem vi tual de um objeto e conve gente é semp e eal. ( ) Um mic oscóp imagem eal e ampliada de um pequeno obje melha é a que possui maio velocidade. ( ) Uma lente dive gente semp e p al. ( ) A eflexão é um fenômeno no qual a luz .5 vezes b) 25 vezes c) 8 vezes d) 31 vezes e) 12 vezes 3. ao incidi sob e uma supe fície.F ÍS IC A L ENTE S 1. sendo que î = .0 cm sob e uma tela situada a 8. ( ) A lente é conve gente. Assim.

UFMG Nesta figu a. III. lentes de bo das delgadas são conve gentes e lentes de bo das e spessas são dive gentes. ele pode usa apenas a) a lente I. e) apenas I e III são ve dadei as. 04) Uma lente de bo da delgada e índice de ef ação n. 8. Lentes delgadas são semp e dive gentes. b) apenas a II é ve dadei a. 2 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Na lente dive gente. 6. c) apenas a III é ve dadei a. é uma lente conve gente. pode-se dize que a) apena s a I é ve dadei a. 08) Qua ndo ime sas no a . A distância focal de uma lente depende do índice de ef ação do mate ial de que el a é feita. e) I. E. Dê como esposta a soma das alte n ativas co etas. II. Cefet-PR Com elação ao estudo das lentes. Lentes delgadas são semp e conve gentes. 7. c) II e III somente. qua do colocada num meio de índice de ef ação maio que n. U. 02) Qualque lente pode se conve gente ou dive gente. d) apen as I e II são ve dadei as. II. uma vez que seus focos são vi tuais. III. está ep esentado o pe fil de t ês lentes de vid o: I II III Rafael que usa essas lentes pa a queima uma folha de papel com a luz do Sol. c) as lentes I e II I. indepen dente de seu índice de ef ação.5. Lentes delgadas podem se conve gentes ou dive gentes. 16) A associação de uma lente plano côncava de aio R com uma l ente plano convexa de mesmo aio R é conve gente. Em elação às lentes delgadas fo am feitas as seguintes afi mativas: I. b) I e II somente. d) I e III somente. lentes delgadas são aquelas que pos suem a pa te pe ifé ica menos espessa que a pa te cent al. UFR-RJ Po definição. O funcionamento das lentes comuns é explicado pelo fenômeno da ef ação da luz . b) a lente II. assinale o que fo co eto: 01) Uma le nte é chamada conve gente quando os aios luminosos que nela incidem conco em pa a um mesmo ponto. É(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões): a) I somente.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a ve gência é negativa. d) as lentes II e III. II e III. são dadas as afi mações a s egui : I. Analisando tais alte nativas. Pa a isso. Ponta G ossaPR Sob e o compo tamento óptico das lentes.

Dê. UFMT O Olho Humano possui o c istalino. 12. ( ) O c istalino é uma l ente bicôncava e flexível que p ojeta na etina uma imagem eal e inve tida do objet o visualizado. 10. ( ) A luz emitida pelos olhos incide nos objetos à volta e a eles eto na. dilatando-se quando o ambiente exte no tem pouca luz e cont aindo-se na p esença de muita luz. passa de eal pa a vi tual. O objeto afasta-se da lente. ( ) A luz at avessa a có nea localizada na pa te cent al da supe fície do globo ocula e passa. ap oxima-se do out o foco p incipal da lente. em seguida. a imagem fo ma-se na etina sem que seja necessá io nenhum esfo ço de acomodação v isual. UFMA Um p ojeto cinematog áfico possui lente objetiva. que funciona como uma lente conve gen te bicôncava simét ica e que pode te seus aios de cu vatu a alte ados. que cont ola a ent ada de luz. Potigua -RN Em um labo ató io mode no de óptica tem-se um obje to luminoso situado num dos focos p incipais de uma lente conve gente. cuja função é inve te e amp lia a imagem p ojetada. movimentando-se sob e seu eixo p incipal. p. 11. então a distância. (08) te á seus aios de cu vatu a diminuídos se um objeto se ap oxima do olho. a soma das alt e nativas co etas. U.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . (16) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se ap oxima do olho. É co eto afi ma que o c istalino (01) não se alte a quando um objeto se ap oxima ou se afasta do olho. Pode-se afi ma qu e a imagem do objeto. do filme ao cent o óptico da objetiva é ap oximadamente: 20 m 99 89 b) m 20 99 c) m 20 20 d) m 89 94 e) m 20 a) IMPRIMIR FÍSICA .9. afasta-se cada vez mais da lente. pela pupila. complementando o fenômeno conhecido po capacidade visual. (02) te á seus a ios de cu vatu a diminuídos se um objeto se afasta do olho. Se o p ojeto possui objetiva com distância focal de 20 c m e a tela localiza-se a 20 m de distância da objetiva. (04) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se afasta do olho. pa a pode m os foca as imagens a distâncias distintas. como esposta. ana lise os itens como ve dadei os ou falsos. ( ) Quando se olha pa a um objeto dist ante. à medida que ele se movimenta: 3 objeto F da lente D F (∞) imagem imp óp ia GABARITO a) b) c) d) passa de vi tual pa a eal. UFMT A espeito da capacidade de visão do olho humano.

e) ef ação luminosa.13. Uni io O L F F 4 A figu a acima ep esenta uma lente biconvexa delgada L. b) dif ação luminosa. UFR-RJ É sabido que lentes desca táveis ou lentes usadas nos óculos t adicionais s e vem pa a co igi dificuldades na fo mação de imagens no globo ocula e que desvia m a t ajetó ia inicial do feixe de luz incidente na di eção da etina. seus focos F e um objet o O. c) dispe são. o fenômeno físico que está envolvido quando a luz at avessa as lentes é a a) eflexão especu la . 14. Qual das figu as abaixo ep esenta co etamente a imagem O’ do objeto O e a t ajetó ia dos aios luminosos que at avessam a lente? O’ L O a) F F L O b) F F L GABARITO c) O O’ F F L O O’ d) F F L O O’ e) IMPRIMIR F ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) difusão. Sendo assim.

Lentes ¨ Avança ¨ Volta .F FÍSICA .

Nessas condições. U. e a distância da tela à lente é de 30 cm. A e B. e a distância da tela à lente é de 30 cm. na pa ed e oposta da sala.42 m x 0. podemos afi ma que o etângulo esconde: GABARITO a) um espelho côncavo. Vunesp Um estudante. E. d) uma lente conve gente. desenhadas abaixo.8 m da tela da televisão e a 0. utilizando uma le nte. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 04) Pa a p oj eta a imagem ampliada de um objeto sob e uma pa ede b anca. utilizando um único inst umento óptico “escondido” pelo etângulo somb eado. O tamanho da imagem obtida é igual a duas vezes o tamanho do objeto que se encont a a 15 cm do inst umento óptico.55 m. que mede 0. é necessá io um disposi tivo dotado somente da lente B.36 m da pa ede. independente do meio em que se encont e ime sa . U. ambas fei tas com vid o c own (índice de ef ação igual a 1. 5 16. 16) A associação das duas lentes aumenta a distância focal da lente A. e) um espelho côncavo. 08) A lente A pode amplia a imagem de um objeto ime so no a .15. 02) O foco imagem da lente B é vi tual quando ela está ime sa no a .Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ a) Quais as dimensões da tela p ojetada na pa ede? Qual a b) Como a imagem apa ece na tela p ojetada na pa ede: sem tida apenas na ve tical (de cabeça pa a baixo)? Inve tida tal (de cabeça pa a baixo e t ocando o lado esque do pelo distância focal da lente? qualque inve são? Inve na ve tical e na ho izon di eito)? Justifique. Ponta G ossa-PR Sob e duas lentes. e a distância da tela ao espelho é de 45 cm. 17. IMPRIMIR FÍSICA . Ele obtém uma imagem plana e nítida com a lente localizada a 1.51). Pelotas-RS O esquema abaixo most a a imagem p ojetada sob e uma tela. e a distância da tela ao espelho é de 30 cm. F. Dê como espo sta a soma das alte nativas co etas. e a distância da tela à lente é de 45 cm. b) uma lente conve gente. c) uma lente dive gente. assinale o que fo co eto: A B 01) A lente A é semp e conve gente. p ojeta a imagem da tela da sua televisão. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .

A sua ve gência.50 d) – 2. todo a io de luz que incide numa di eção que passa pelo foco objeto p incipal ef ata-se pa alelamente ao eixo p incipal. ( ) A máquina fotog áfica é um inst umento óptico de p ojeção.0 b) 2. p opicia uma eação química en e os sais que compõem a película e a luz incidente. pe tencem a planos distintos. isto é. c) A imagem de uma vela p ojetada sob e uma tela é vi tual e di eita.E.0 g aus”.0 e) – 5. onde o antepa o que cap a e g ava a imagem vi tual é um filme fotossensível. ( ) A eceita de óculos pa a uma pessoa indica que el a deve usa “lentes de 4. p ismas e lentes.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . GABARITO 20. ( ) A l upa ou lente de aumento é constituída apenas po uma lente dive gente que conjuga um a imagem vi tual.18. b) A imagem de uma vela fo mada na etina de um o lho humano é vi tual e inve tida. Essa lente conjuga pa a esse objeto uma imagem eal. vale a) 5. I. ( ) O míope ap esenta como defeito o achatamento do globo ocula pe pendicula mente ao eixo óptico.0 c) – 0. julgue as afi mações a segui como ve dadei as ou falsas. ela deve usa óculos com lentes conve gentes de distância focal de 25 cm. Pa a a co eção da miopia deve-se aumenta a distância focal do sistema associando-se ao globo ocula uma lente dive gente. Denominam-se in st umentos ópticos toda combinação conveniente de dispositivos ópticos como espelhos. o aio incidente. UFSE Uma lente conve gente tem distância focal de 20 cm. e situada a 30 cm do cent o óptico da lente. Se esta pessoa tem dificuldade pa a enxe ga obje tos afastados. inve tida. 6 ( ) Um objeto situa-se a 60 cm de uma lente conve gente de 20 cm de distância foca l. e) A hipe met opia é um defeito do olho humano que deve se co igido com uso de lentes esfé icas dive gentes. nas máquinas fotog áficas e em inúme os inst umentos ópticos. então. UEMS Assinale a alte nativa co eta: a) Em uma lente esfé ica delgada. eduzida em elação ao objeto. 19. o aio ef atado e a e ta no mal à supe fície de sepa ação. Idealizado pelo homem. di eita e ampliada em elação ao objeto.0 IMPRIMIR FÍSICA . em dio pt ias. egist a imagens de objetos (máquina fotog áfica). Com b ase nos seus conhecimentos sob e as lentes e a sua impo tância pa a o desenvolvime nto da humanidade. d) Na ef ação da luz. passando pelo ponto de incidência.Supe io de B asília-DF As lentes semp e estão p esentes no nosso dia-a-dia: nos óculos. cada inst umento óptico tem po finalidade: fo nece imagens muito pequenas (mic oscópio) ou imagens ap oximadas de objetos a fastados (luneta) ou.

Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . F3 e F4) estão na mesma escala. va iando a posição da lente ajuste a focalização. L3 e L4) e um ba co (a cinco quilômet os da máquin a). Pa a cada lente. dada po f +f a) f = 1 2 f1 f2 f1 f2 b) f = f1 + f 2 f –f c) f = 1 2 f1 + f 2 2 f1 f2 d) f = f1 – f2 23. Pa a obte um sistema equivalente p ode-se substitui estas lentes po uma que possua a distância focal. Ube lândia-MG Um sistema ótico é fo mado po duas lentes conve gentes delg adas em contato. Qual a distância focal dessa lente. as lentes e as di stâncias destas aos focos (F1.21. Isso só é possível com a t oca de lentes. F. UFR-RJ Conside e o sistema óptico do olho humano como uma lente delgada situada a 20 mm da etina. ao passo que a máquina. U. estão indicados t ês aios luminosos pa alelos incidentes e a conve gência dos mesmos pa a o espectivo foco. UFRN A máquina fotog áfica de Betânia não pe mite que esta. a lente que Betânia deve escolhe é a: a) L2 b) L3 c) L1 d) L 4 22. os cinco quilômet os não estão em escala. L2. após at avessa em a lente. Máquina fotog áfica Local pa a coloca a lente 5 km L1 L2 Posição do filme F1 F2 L3 F3 L4 7 F4 Com base nesses dados. quat o lentes (L1. f. de distâncias focais f1 e f2. Na fig u a. F2. A figu a abaixo ep esent a a máquina. o qual ela p etende fotog afa com a melho nitidez da imagem possível. quando a pessoa lê u m liv o a 35 cm? IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

02) Conside ando o obj eto eal. E. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. a imagem most ada na figu a é vi tual.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ 24. o objeto e a imagem são de mesma natu eza. Nessas condições.a) F F’ I O b) F F’ I O I c) F F’ 8 d) I O F F’ O e) F F’ I GABARITO 25. U. O sistema ótico fo nece uma imagem I. assinale o que fo co eto: S O I A B V 01) O sistema S pode se tanto uma lente como um espelho. U. à distância VB = 12 cm. Ma ingá-PR Na figu a a segui . IMPRIMIR FÍSICA . do objeto. 16) O módulo da distância focal do sistema é de 30 cm. 04) O sistema S pode se uma lent e convexa. 32) O tamanho da imagem é de 5 cm. Que alte nativa ep esenta co etamente a fo mação da imagem (I)? O ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Lond ina-PR Um objeto (O) encont a-se em f ente a uma lente. E. 08) Na situação ap esentada. ep esenta-se um objeto de tamanho O = 10 cm à distância VA = 20 cm de um sistema ótico S.

a) Qual a distância focal da lente? Justifique sua esposta. d) nt e a lente e o lust e. ( ) Numa eceita de óculos lê-se. j untamente com o cé eb o. especialmente com o auxílio de Lase . começa a apa ece inve tida e nítida . 27. F. de 450 mm de distância focal. mantém-se nessa egião. ( ) Uma pessoa hipe mét o pe tem dificuldades de ve nitidamente as imagens dos objetos p óximos pa a os qua is olha. Itajubá-MG A que distância. que a lente usada deve se esfé ica. o escotei o obse va os de talhes da asa de uma bo boleta ampliada quat o vezes. confo me Ve dadei a (V) ou Falsa (F). São Ca los-SP Uma estudante obse va um lust e de lâmpadas fluo escentes ac esas no teto da sala de aula at avés de uma lente conve gente delgada. um dos maio es avanços p áticos de todos os tempos. pa a que a imagem seja p ojetada sob e a tela? a) 1. a imagem desse lust e.50 m FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. que se localizava. Mais ecentemente. U. M. 28. se ela continua a afasta a lente. mas muda de o ientação. afastando-a lentamente. esse defeito da visão pode te como causa um globo ocula mais cu t o que o no mal. apa entement e. ela coloca a lente junto aos seus olhos. ( ) Os hipe mét opes têm dificuldades em ve o bjetos p óximos. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. mas muda de o ientação. a hipe met opia e o astigmatismo. diminui os olhos de quem os usava. ve ificou que eles p oduziam o efeito de. b) ent e a lente e o olho da estudante. 9 GABARITO IMPRIMIR 29. Sua conclusão foi ace tada. e concluiu que o amigo ce tamente não pode ia sof e de miopia. Lentes como essas podem se utilizadas pa a co igi o defeito da p esbiopia (ou “vista cansada”).50 m c) 2.00 m d ) 4. constituem um fascinante conjunto capaz de fo ma e inte p eta imagens nas mais dive sas condições. mantém-se na supe fície e semp e é inve tida. a) 10 b) 50 c) 2 0 d) 18 e) 9 30. Qual a meno distância ent e a lente do p ojeto . e) ent e a lent e e o lust e. mantém-se nessa egião. Pa a isso. concent ando os aios sola es n um único ponto a 20 cm da lupa. de um antepa o. Os óculos. fo am c iados pa a ajuda pessoas com alguns tipos de p oblemas da visão. Ela nota que a imagem desse lust e. ( ) Ce tas lentes de óculos podem se usadas pa a concent a os a ios sola es e queima uma folha de papel. deve-se coloca uma len te de distância focal 9 cm pa a que uma fonte luminosa puntifo me localizada a 1 m do antepa o p oduza neste uma imagem nítida e eduzida da fonte. e o slide . A pa ti daí. basicamente modelado as da cu vatu a da có nea. c) na supe fície da lente. com – 3 di ( diopt ias). como a miopia. b) Calcule a que distância da asa da bo boleta o escotei o está posicionando a lupa. F. F. Esta info mação significa que a lente efe ida foi eceitada pa a uma pe ssoa que ap esenta 3 g aus de miopia. Julgue cada afi mativa a se gui . na coluna efe ente ao olho esque do. a pa ti de ce ta distância.Católica-DF Os olhos.00 m b) 0. U. po que seu olho conjuga a esses objetos imagens vi tuais. em cm. Viçosa-MG Um slide encont a-se a 5 m da tela de p ojeção.26. a) ent e a lente e o olho da estudante. UFRJ Um e scotei o usa uma lupa pa a acende uma foguei a. Utilizando a mesma lupa. obse v ando os óculos de um amigo. U. estão se to nando co iquei as as ci u gias co etivas. ( ) Uma pessoa de visão no mal.

O g au das lentes dos óculos d e João é + 2. espec tivamente. O g au das lentes. se ele quise p ojeta . ele deve á posiciona as lentes de seus óculos a uma distância da folha. 02) podem se co igidas espectivamente po lentes côncavas .0 cm e) 60. hipe met op ia e astigmatismo. 08) o hip e mét ope enxe ga mal de longe.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . B e C. 16) as duas p imei as podem se co igidas. Fuvest-SP Um disco é colocado diante de uma lente conve gente.5 cm b) 12. UFSC As t ês doenças de visão mais comuns são miopia. de idade avançada. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. as pessoas com hipe met opia (dificuldade de ve de pe to) cont aem mais out o p oblema: a p esbiopia.5 m da lente? a) 5. nas posições A. É CORRETO afi ma que: 01) as t ês têm o igem em anomalias na est u tu a do globo ocula .0 cm.0 cm d) 50.0 b) 50 e) 0. 04) no míope a imagem se fo ma à f ente da etina. sob e um antepa o situado a 0. a imagem do Sol. A imagem P do disco é f o mada confo me a figu a.5 cm c) 30. Cesg an io João. é medido em dio pt ias (di) e é igual ao inve so da distância focal (f) da lente (medida em met os): V = 1/f.31. s ucessivamente. A que distância da l ente deve se colocada uma vela pa a que sua imagem seja p ojetada. UFRS A distância focal de uma lente conve gente é de 10. um obse vado coloca-se.5 c) 25 FÍSICA . sua ve gência (V). tem p esbiopia. com o eixo que passa po seu cent o coincidindo com o eixo óptico da lente. B ou C Utilize o texto abaixo pa a esponde aos enunciados 34 e 35: À medida que a idade avança. Assim.0 cm 32. po lentes conve gentes e dive gentes. com nitidez. P ocu ando ve essa imagem. convexas e cilínd icas. (Estando em A. que é conseqüência do cans dos músculos que acomodam a visão às va iadas distâncias. É nesse momento que ent am em c ena os “óculos de leitu a”. 10 33. essa imagem pode á se vista (imagem P) (disco) C A B GABARITO a) b) c) d) e) somente da posição A somente da posição B somente da posição C somente das posições B ou C alque das posições A. As sim. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente. ou seja. também chamada de “vista cansada”. em c entímet os. sob e uma folha de papel.0 di. IMPRIMIR 34. esse obse vado di ige o olha pa a P at avés da lente). igual a: a)100 d) 5.

o “g au” de uma lente de óculos é a sua conve gência ou potência .5 diopt ias. e) 4. PUC-PR Em optomet ia.0 m de seus olhos. a con ve gência é dada em diopt ias (di). é co eto afi ma : ( ) A supe fície efleto a em um fa ol de automóvel é um espelho plano. O p ovável p oblema visual ap esentado po esta pe ssoa e o tipo das lentes eceitadas são. d) miopia e lentes dive gentes. a pessoa necessita de óculos de “g au”: a) 3. c) 2. ( ) Um espelho de maquiagem. um oftalmologista eceitou-lhe óculos com lentes e sfé icas de ve gência –1. b) 2.5 di. Vunesp Após examina um paciente. 37. e) astigmatismo e lentes conve gentes. espectivamente. Se o ponto p óximo de uma pessoa se encont a a 2. dada pelo inve so da sua distância focal f (p = 1/f). é um espelho esfé ico.5 di . ( ) Alguns p ism as podem se utilizados como espelho po pe miti em a eflexão inte na total.0 di. ( ) Óculos de sol (usados apenas pa a eduzi a intensidade luminosa) são constituídos po lentes conve gentes. ( ) O c istalino do olho humano co mpo ta-se como uma lente conve gente. UFPR Conside ando elementos ópti cos e os objetos ou situações ap esentados. b) hipe met opia e lentes dive gentes. Cesg an io O g áfico que ep esenta co etamente o valo da distância focal (f) é: a) V da ve gência (V) em função ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 35. ela necessita de óculos de leitu a. d) 0. pa a o qual a imagem de um objeto p óximo é maio que o p óp io objeto. ( ) Uma lupa é constituída po uma lente dive gente.5 di.d) V 0 f 0 f b) V e) V 0 f 0 f c) V 0 f 11 36. 38. Se f é dada em met os.5 di. a) hipe met opia e lente s conve gentes. c) miopia e lentes conve gentes. Supondo que o texto a se li do seja colocado a 25 cm de distância.

IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

A 2 5. B 22. 4 + 8 8.F ÍS IC A L ENTE S 1 1. A 37. A 21. 2 + 8 16.9 mm 24. A 20. 2 + 4 + 16 26. V-V-F-V 2. 18. B 23. B 35. D IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . C 27. B 32.11 f = 0. F-F-V-F-V 19. 20 cm // 15 cm 29. E 15. E 14. 12 10. C 6. D 3.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ . C 12. E 9. F-V-F-F-F 5. C 7. 18. A 30. D 17. F-F-V-V-F-V 38.3 m b) A < 0 — Imagem se á inve tida. 1 + 2 + 4 33.084m 0. C 36. A 13. a) 0. V-V-V-V-F 28. V-V-V-F-F 4. B 31. V-FV-V 11. C 34.

Apenas a afi mativa III é v e dadei a. ( ) Uma pessoa pode eduzi a intensidade da luz que atinge os seus olhos utilizan do pola izado es.1 .5 .1 c) 3 . de cim p r ixo.5 e) 2 . UFPR Com base nos conceitos da óptica.1 .Optic ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¢ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨  ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ . Apenas a afi mativa II é ve dadei a. Sob e as afi mativas acima.3 ) 2 . E. 3. Apenas as afi mativas II e a III são ve dadei as. Lond ina Conside e as seguintes afi mativas: I. na ve ificação de conhecimentos de Óptica: (1)ângulo de incidência = ângulo de eflexão (2)n1senθ1 = n2senθ2 (3)distânci d im gem o espelho = distânci do o jeto o espelho (4)distânci foc l = met de do r io de curv tur (5)distânci foc l positiv ( ) espelho pl no ( ) lente convergente ( ) lei d refr ção ( ) lei d refl exão ( ) espelho esférico A se üênci numéric . O a é um meio t anspa ente.F ÍS IC A Ó P T IC A 1.2 .1 . A água pu a é um meio t ans lúcido.4 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . O vid o fosco é um meio opaco.3 . II.1 .4 .5 . ( ) A p opagação etilínea da luz é evidenciada du ante um eclipse luna . o seu comp imento de onda pe manece inalte ado. 1 2. Acafe-SC Co elacione a coluna da di ei ta com a da esque da. Apenas as afi mativas I e a III são ve dadei as. a) b) c) d) e) Apenas a afi m ativa I é ve dadei a. ( ) A dif ação é um fenômeno que oco e exclusivamente com a luz. ( ) Quando a luz se p opaga num meio mate ial com índice de ef ação igual a 2. assinale a alte nativa co eta. sua velocidade de p opagação é eduzida à metade do seu co espondente valo no vácuo. é co eto afi ma : ( ) Luz é uma onda de nat u eza elet omagnética. III. deve ser: ) 5 . ( ) Quando um feixe de luz monoc omática é t ansmitido de um meio pa a out o.2 .2 . U.4 d) 3 .3 .5 .4 .4 .

e) Tod s são verd deir s. e lente é —— ———. E. c) Somente III é verd deir . ) O ponto B é um ponto im gem re l p r o si stem S1 e um ponto o jeto virtu l p r o sistem S2. Dê. A íris se comport como um di fr gm . convergente o jeto nvergente im gem c) re l. (04) lente us d será convergente. (16) im gem do relógio será virtu l. e) O ponto A é um o jeto impróprio p r o sistem S1 e um o jeto virtu l p r os dem is sistem s. PUC-PR Se comp r rmos o olho hum no um câm r fotográfic . p r o tr lho de conserto de relógios. d) Somen te s firm tiv s II e III são verd deir s. num tel . divergente d) virtu l. PUC-RS Um lente fo rm im gem de um o jeto. B So re eles. divergente d 3d e) m ior. n d tendo ver com o sis tem S3. conforme figur ixo. ) re l. diver gente ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . som d s ltern tiv s corret s. (02) velocid de d luz ue incide so re o r elógio será de 2/3 do seu v lor no vácuo. II. como respost . (08) o relógio deve fic r entre o pl no do fo co princip l e lente convergente. pode-se concluir ue im gem é —————. c) O ponto C é um ponto im gem re l p r o sistem S2 e um ponto o jeto v irtu l p r o sistem S3. ) Somente firm tiv I é verd d eir . um lente de 8 cm de distânci foc l. Pel o serv ção d figur . podemos firm r: I. se o relojoeiro tr lh r em tmosfer de r . 5. (32) o umento line r d im gem pode ser o tido. é correto firm r ue (01) lente us d deverá ser um lente divergente. III. O crist lino se c omport como um lente. Assim sendo. d) O ponto D é um ponto im gem virtu l p r o sistem S3 e n d represent p r os dem is sistem s. Cefet-PR A figur represent três sisS2 S3 tem s ópticos em ue dois são refr S1 C tores e um ref letor. 7. m ior ue o o jeto.Optic  4. temos. é correto firm r: A (∞) ) O ponto A é um o jeto re l p r o D s istem S1 e um im gem re l p r S2. direit . se lente us d for convergente e o relógio estiver entre o f oco e o vértice d lente.2 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . ue ele m ntém em próxim do olho. Então. U. fic n do o relógio so re o foco princip l. 6. M ringá-PR Um relojoeiro de vist norm l us . ) Somente firm tiv II é verd deir . A retin corresponde o filme d câm r . tr vés d o módulo d r zão entre s distânci s d im gem o vértice d lente e do o jeto o vértice d lente.

U. d) comprov ção de ue luz se prop g em linh ret . θ3 ( ) índice de refr ção do meio A é m ior ue o do meio B. ( ) O comprimento de ond d luz no meio A é menor ue no meio B. F. é correto firm r: B ( ) Os ângulos θ1 e θ2 são igu is. o índice de refr ção do meio B em rel ção o meio A é 3. respectiv mente: ) reflexão d luz so re um prism . 3) refr ção. ) comprov ção de ue luz r nc . o Iluminismo. um piscin chei d’águ pode p rent r ser m i s r s devido o fenômeno luminoso identific do por 1) dispersão. movi mento cultur l de tendênci l ic e irr cion l. S Dependendo d posição em ue é o serv d . 5) interferênci . v i refletir-se em um n tep ro. ue defendi m o teocentrismo e predestin ção preg dos pel Igrej C tólic . ( ) A fre üênci d luz no meio A é igu l à fre üênci d luz no meio B. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . movimento ue m rcou os séculos XIII. UFPR N figur ixo represent -se reflexão e refr ção de um feixe de luz mo nocromátic ue incide so re superfíθ1 θ 2 cie de sep r ção de dois meios. 2) reflexão.8. n u l se contest v m os v l ores mediev is. ( Se θ1 = 60° e θ3 = 30°. e) dispersão d luz r nc tr vés d refr ção. pós refr ção. 9. é form d de um espectro de luz colorid . o Iluminismo. em ue el . É correto firm r-se ue o fenômeno físico demonstr do n f igur e o período histórico são.Optic  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ . o Ren scimento. Reform Protest nte. vigente no século XVIII. 4) pol riz ção. A Com se n s propried des d luz. 10. ue se estendeu do século XIV o sécul o XVI. A e B. Pelot s-RS 3 A figur retr t historic mente o cientist inglês Is c Newton (1642-1727) f zend o um experiênci com luz. pós encontr r superfície de sep r ção dos meios. c) difr ção d luz contorn ndo o prism . ( ) A velocid de de prop g ção d lu no meio A é m ior ue no meio B. movimento intelec tu l ue representou o ápice d s tr nsform ções cultur is inici d s com o Ren scimento . XIV e XV. o Hum nismo. U. em ue c d cor tem o seu própri o desvio.

Dê. b) sempre. 13. (08) O nascer e o pôr-do-so são vistos q uando o So se encontra acima da inha do horizonte. p rtindo do o jeto e incidindo perpendicul rmente so r e lâmin . Este fenômeno ocorre devido às dive rsas refrações que o raio de uz so ar sofre no interior da gota de chuva e devido à r ef exão interna tota . a soma das a terna tivas corretas. (04) O fenômeno da refração da uz está p resente nos espe hos esféricos nos casos de formação de imagens virtuais. já que para outros materiais o fenômeno não acontece. atingir as paredes internas com ângu o m aior que o ângu o imite. polido e tr nsp rente. (04) o comprimento de ond (λ) do raio uminoso ue emerge da âmina independe do meio onde este se propaga. (32) Através da uti ização de entes po arizadas. (64) A decomposição da uz branca. (01) Em a guns dias de chuva pode-se ver no céu o arco-íris. Esse conceito é vá ido a) sempre. pois a formação da imagem virtua se dá atrás desses espe hos. (32) se o objeto puntiforme for rea . c) somente para espe hos cujas superfícies ref etoras sejam compatíve is com a ei de Sne . M ringá-PR Um o jeto puntiforme encontr -se um ltur h so re um lâmin de m teri l homogêneo. ˆ (16) existe uma razão constante entre o seno do ângu o de refração R e o seno do ângu o ˆ de ref exão r. então. Então.11. (02) O efeito da cor azu no céu está re acionad o com a presença da atmosfera em torno da Terra. 12. ao passar por um prisma. independentement e da re ação entre a dimensão re evante do objeto (obstácu o ou fenda) e o comprimento d e onda da uz. 4 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . re a tivas a situações que envo vem conceitos de óptica. é correto firm r ue ˆ (01) o ângulo de incidênci î e o de reflexão r serão igu is. assina e a(s) correta(s). Este fenômeno ocorre pe o fato de um f eixe de uz. ou não. E. Unioeste-PR Dentre as a ternativas abaixo apresentadas. como resposta. a qua faz com que o raio de uz retorne à atmosfera e produz a o efeito característico do arco-íris. form ndo um ângulo î com norm l. se o ín e de refr ção do meio onde se encontr o o jeto for igu l o índice de refr ção do m teri l. dá-se pe a presença de impurezas ou irregu arida des no vidro. U. UFRN Na ótica geométrica. Dê. a soma das a ternativas corretas. Um r io luminoso ue emerge desse o jeto incide so re superfície do m teri l. Isso é o que ocorre. (02) um r io luminoso. por exemp o. a sua imagem será virtua e eqüidistará h da superfície do materia . é possíve impe ir tota mente a incidência da uz sobre uma determinada região.Optica Avançar ¡   ¡      ¡     ¡ ¡ ¡    ¡   ¡ ¡  ¢ ¡        ¡ ¡   ¡ ¡    ¡  ¡  ¡ ¡ ¡        ¡    ¡  ¡ ¡  ¡ ¡          ¡    ¡          ¢ ¡   ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡      ¡     ¡     ¡  . (16) A fibra óptica permite uma e evada eficiência na transmissão devido ao fenômeno da ref exão tota . independentemente de a superfíc ie ref etora ser. que penetra em seu interior. compatíve com a ei de Sne . (08) a ve ocidade da uz no interior da âmina será diferente da ve ocidade da uz que emerge do objeto pu ntiforme. uti iza-se o conceito da propagação do raio de uz em inha reta. no estu do da ei da ref exão. Isto ocorre devido à refração da uz ao penetrar na atmosfera. d) somente para objetos (obstácu os ou fendas) cujas dimensõe s re evantes sejam muito maiores que o comprimento de onda da uz. como resposta. não sofrerá desvio (refr ção).

e es conhecem. conseguem fazer a sua pesca. para a cor que sofre menor desvio. ) Um pesso c om visão norm l. uz so ar) incide num pr isma de vidro de seção triangu ar. para todas as cores. o índio deve jogar sua ança em direção ao ponto: a) I b) II c) III d) IV s y 16. sofrendo duas refrações consecutivas. 15. C onsidere que o peixe está praticamente parado nessa posição. Esse arranjo permite determinar o índice de refração da âmina de vidro. b) o índice de refração do vidro é maior. UFRN Ainda hoje. Unifor-CE Um fino feixe de uz branca (por exemp o.Optic       ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡   ¡   ¡    ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¢    ¡   ¡  ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡       ¡           ¡  . a guns índios pescam em rios de águas c aras e crista inas. para cada uma das cores . para qi = 45°.14. com anças pontiagudas. As pos ições I. d) a uz se desvia mais pa ra a cor de maior ve ocidade no prisma. e) o fenômeno citado encontra exp icação na re f exão tota da uz. por isso. mais espessa e co orida.33. O feixe incidente faz um ângu o qi com a direção norma à superfície da âmina ( eja figura). U er -MG Assin le ltern tiv FALSA. recebe o nome de espectro visíve . c) A v ri ção do d iâmetro d pupil tem como o jetivo control r entr d de luz no olho. ) O crist lino do olho de um p esso de visão norm l ge como um lente convergente ue produz um im gem re l. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertica . feitas de madeira.o. i nvertid e ument d u ndo pesso o serv um o jeto dist nte. Isto é. a ei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e. o índice de refração da âmina é dado por n= 2t2 1 + y2 2 1 2 GABARITO θi n θr x t 17. tem o r io de curv tur de s eu crist lino diminuído p r ue el continue foc liz ndo o o jeto. Para acertá. a partir da experiê cia do seu dia-a-dia. A faixa de uz emergente. UFCE Um feixe de aser incide sobre uma âmina de vidro de índice de refração n e es pessura t. d) P r correção d hipermetropi é necessári utiliz ção de lentes convergentes. c) a ve o cidade da uz no prisma é a mesma. Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igua a 1. no Brasi . e e enxerga o peixe como estando na profundidade III. mo stre que. U. II. Sobre a te a S é medida a distância y entre os raios de uz que chegam após ref exão na superfície superior da âmina e os raios que chegam após serem ref etidos na superfície inferior. considerando o índice de refração do ar igua a 1. à medid ue se proxim de um o jeto. O fenômeno pe rmite conc uir que a) o índice de refração do vidro é diferente. E a representa a visão que o índio tem da posição em q e está o peixe. LANÇA ÍNDIO AR I II III IV ÁGUA 5 A figura acima é apenas esquemática. IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . Usando a Lei de Sne e.

Av nç r ¡ ¡ .

som r . No es uem simplific do o l do. Dê. é re fletido no espelho E e excit os m rc dores fluorescentes d mostr A. A mostr excit d emite o feixe de luz F2. o excit r os m rc dores fluorescentes. respectiv mente. de compriE mento de ond superior 510 nm. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .Optic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡  ¡  . o tr vess r um j nel de vidro (imers no r) de espessur d? ) ) c) d) e) d d d d d 6 19. regiões de F GABARITO A I II III IMPRIMIR ) ) c) d) e) e penum r . m s não é refr t do o p ss r do espelho p r o r. ument energi dos átomos excit dos. um r io de luz do feixe F2 é refr t do o p ss r d o r p r o espelho. Pode-se firm r ue I. II e III são. som r e som r . 20. ue p ss tr vés do F1 espelho e tr vess um filtro ntes de cheg r o o serv do r O. (16) Os elétrons dos átomos excit dos p ss m de níveis de menor energi p r níveis de m ior energi n emissão de luz pel mostr . F é um fonte de luz extens e A um ntep ro op co. penum r .18. penum r e som r . som r som r . de comprimento filtro de ond entre 450 nm e 490 nm. som r e penum r . UFPE Qu l d s figur s ixo melhor represent tr jetóri de um r io de luz monocromátic . co mo respost . (02) Consider ndo-se ue o espelho e o r têm índices de refr ção diferentes. (08) A luz incidente. (32) A l uz ue incide n mostr tem m ior energi do ue luz emitid pós excit ção. é corre to firm r: F2 (01) Os ângulos de incidênci e de reflexão form dos A entre um r io do feixe F1 e norm l o espelho são igu is. som d s ltern tiv s corret s. Com se nos princípios físicos envolvidos no funcion mento do microscópio. um fe ixe de luz incidente F1. UFR-RJ N figur ixo. penum r . som r . penum r e som r . UFBA Em Biologi . utiliz ção de m rc dores fluoO rescentes permite o estudo de célul s tr vés do microscópio de fluorescênci . (04) A so rção de p rte d luz ue não p ss pelo filtro tr nsform energi luminos em energi térmic .

.

(…) estrel Úpsilon de ndrômed . 7 I II III IV Deseja-se incendiar um pedaço de pape . (Fo ha de São Pau o.5 x 1012. d) A uz emitida pe a estre a Úpsi on é instan taneamente percebida na Terra.F. pes uis dores dos EUA desco rir m existênci de um sistem pl netário semelh nte o Sistem Sol r. ou sej . como é ch m d . fic 44 nos-luz de distânci d Terr ”. 16/04/99) Assina e a a ternativa incorreta: a) A uz da estre a Úpsi on demora 44 anos para chegar a Terra. U erlândi -MG-P ies “Pel primeir vez n históri d explor ção esp ci l. A en te que seria mais efetiva para essa fina idade é a de número: a) I b) II c) III d) I V IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .uz corresponde a distância que a uz perc orre no vácuo durante um ano terrestre.Optica Avançar ¡ ¡   ¡   ¡ ¡    ¡   ¡ ¡ ¡   ¢   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡          ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ . concentrando a uz do so sobre e e. UERJ As fi guras abaixo representam raios so ares incidentes sobre quatro entes distintas. c) Um ano. um est rel com pelo menos três pl net s em su ór it . U. pois viaja à ve ocidade 3 x 108 m/s.21. 22. que a uz percorre durante um ano. em qui ômetros.u z é aproximadamente 9. b) A distância.

A 18. D 22. 3 11. C 2. A 8. C 7. D 14. A 4. temos: y = x = 2t . tg θr y tg θr = 2y sen θr 1 sen θi = ⇉n= sen θi n sen θr n= 1 2 sen θr sen2θr sen2θr = cos2 θr 1-sen2 θr tg2θr 1 e n= 2t2 1 + y2 2 1 + tg2θr tgθr 1 G A B A R IT O tg2θr = Assim: sen2θr = n= 1 2 y2 + 1 4t2 y 2t = 17. C 21. E 9. E 6. B IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . Como θi = 45°. B 19.Óptic ¡ ¡ ¡ . V-F-V-F-V-V 10. A 15. 50 13. 45 20.F ÍS IC A Ó P T IC A 1. 26 1 2. V-V-V-V-F-F 3. 60 5. D 16.

é igu l o peso d esfer . U. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. ( ) O desvio p r o vermelho (import nte indício em f vor d exp nsão do Universo) é um exemplo d ocorrênci do efeito Doppler-Fize u p r luz. com comprimento de ond de 2. um temper tur de 20. ( ) A lu z e o som têm o módulo de su velocid de de prop g ção ument do u ndo p ss m d águ p r o r. o comprimento de ond do som m is gudo ue o ouvido hum no pode perc e er mede 17. 20°C. ( ) fre üênci de oscil ção do pêndu lo não será lter d se m ss m for modific d . 20. luz não pode ser pol riz d . ( ) tensão no fio. S. no inst nte em ue esfer p ss por C. Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ . ( ) Um ond longitudin l. ixo rel cion d s.0 m. A celer ção d gr vid o loc l v le g. prop g ndo-se no r. ( ) energi mecânic d m ss m.10–2m. Muito noss percepção do mundo em redor se deve o sentido d udição. nos pontos A. 1. suspens por um fio de comprimento s.0.F ÍS IC A O N D A S E M . Desprez -se resistênci do r.C tólic -GO O s g m A C B GABARITO O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um esfer de m ss m. B e C. simétric s em rel ção à vertic l OC. prop g ção do som t m ém é de c ráter ondul tório.H . 2.Ond s e M. ( ) n posição C.0°C. inextensível e de m ss desprezível (ver figur ).S . pode ser consider d como um ultr ssom. ( ) o movimento oscil tório d esfer é uniformemente celer do.C tólic -DF Como d luz. ( ) No r. H. celer ção d esfer tem componente t ngenci l nul . IMPRIMIR Volt r FÍSICA . U.0°C. 1 ( ) Por se tr t r de um ond tr nsvers l. So re o pêndulo simples pode-se fi rm r ue: ( ) o período de oscil ção do pêndulo é m ior em um loc l cuj celer ção d gr v de é m ior. com um velocid de de 340 m/s. O p relho uditivo hum no norm l é c p z de perce er ond s num f ix de 20.0 kHz ( s ond s ne ss f ix constituem o ue ch m mos som). tem igu l v lor. esse tipo de ond se prop g no r.0 Hz té 20. A esfer oscil entre s posições A e B.

) Um ond sonor se prop g no r (V r = 340 m/s). p r emitirem not s diferentes. mas devido à superposição das ondas sonoras sempre ha verá eco. e u nto m ior o comprimento d cord . a) Os materiais usados na construção da sa a de espetácu os não são suficientemente absorvedores de ondas sonoras para evitar o e co. ) A velocid de máxim ocorre no inst nte em ue celer ção é máxim . Considerando a natureza das ondas son oras e o fato de o espetácu o se dar em um recinto fechado. indique a opção que aprese nta uma possíve exp icação para o acontecido. ) A const nte elástic d mol é 3 N/cm. em tese. e v le 30 cm/s.Ondas e M. e assim. c) Os materiais são adequados. Unirio Em recente espetácu o em São Pau o. S. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 2 ( ( 4. ) A direção d prop g ção de um ond não lter u ndo el p ss o li u mente de um meio p r outro. F(N) 30 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡   ¡   ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡     ¡ . cujo comprimento de ond é λ = 34 m. e o v lor lgé rico d forç result nte ue tu no loco v ri com sciss x. ) As cord s de um h rp possuem comprimentos diferentes. mas as ondas estacionárias formadas na sa a não podem ser e iminadas. de cordo com o gráfico d figur ixo. Unic p-PE ( ( ( ( ( ) P r um ond ue se prop g em um certo meio. m is gudo será o som. atra pa haria o púb ico que apreciava o espetácu o. é um infra-som. H. Avançar  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ 3. menor é fre üênci . ) Se o l oco tem m ss de 3 Kg. podemos firm r ue fre üênci ngul r do movimento é 10 r d/ s. ) A energi do sistem é 3 J. Unic p-PE Um sistem constituído por um loco preso à extremid de de um mol osc il livremente em um pl no horizont l. u nto m ior o comprimento de ond . não podemos e iminar o eco.-10 0 10 x(cm) -30 ( ( ( ) A mplitude do movimento é 20 cm. b) Os materiais são adequados. d) A rec amação dos artist as é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. e) A rec amação dos artistas é infundada porque o que e es ouvem é o retorno do som que e es mesmo produzem e qu e hes permite ava iar o que estão tocando. ) A sens ção sonor é estimul d em n ossos ouvidos por um ond tr nsvers l cuj fre üênci está compreendid entre 20 Hz e 20000 Hz. diversos artistas rec amaram do eco re f etido pe a arquitetura da sa a de concertos que os incomodava e. GABARITO 5.

menos. apenas. por não hav er meio materia no espaço sidera . S. 3) o comprimento de onda. ref exão. com espessa para 3 9. d) Apenas I e II. sendo a nave tripu ada. propagand o-se em uma corda homogênea sob tração constante. 7. mesmo estando ambas no vácuo do espaço sidera . 8. Que a ternativa p reenche corretamente as acunas da frase acima? a) mais. mais. com b) mai s. apenas. II. d) isto ocorre na rea idade. produ zem-se ondas de freqüências diversas. 2) a ve ocidade de propagação da onda.6. c) isto ocorre na rea idade. UFRS Considere as seguintes afirmações a respei to de ondas transversais e ongitudinais: I. c) Apena s III. 10. H. ref exão. Em re ação a este f ato é correto afirmar que: a) isto não ocorre na rea idade. UESC-BA Variando-se a freqüência com que se movimenta uma corda tracionada. mais. possui seu interior preenchido por gases. 5) o comprimento de onda. Sa vador-BA No fenômeno da refração da onda. U. refração. pois. Londrina-PR Quando um pu so se propaga de uma corda outra espessa. 4) o comprimento de onda da onda. Avançar                                       . com c) menos. ref exão. a amp itude e a ve ocidade de propa gação. necessariamente permanece const ante 1) a freqüência da onda. refração. uma vez que o so m se propagará junto com a imagem da mesma. U. Ondas transversais podem apresentar efeito Dopp er e ondas ongitudinais não. F. Quais estão corretas? a) Apenas I.Ondas e M. e) sto ocorre na rea idade e o som será ouvido inc usive com maior nitidez. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas ongitudinais não. apresentam em comum 1) o período. pois não é possíve a propagaçã o som no vácuo. Ondas transversais podem ser po ari zadas e ondas ongitudinais não. Sabe-se. porém. sem d) menos. Viçosa-MG Em a guns fi mes de ficção científica a exp osão de uma nave espacia é uvida em outra nave. apen as. 4) a am p itude e o período. III. 5) a direção de propagação da onda. com e) menos. menos. que todas essas ondas. e) Apenas I e III. mais. b) isto ocorre na rea idade. 2) a ve ocidade de propagação. b) Apenas II. ocorre inversão de fase. pois as c ondições de propagação do som no espaço sidera são diferentes daque as daqui da Terra. E. U. 3) a amp itude da o nda. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .

c) As ondas mecânicas. a) A intensidade de um som é tanto maior quanto maior for a amp itude da onda sonora. b) II. podemos afirmar que a) a ve ocidade aumenta. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . O esquema que representa a di fração de ondas é o a) b) c) d) 4 e) GABARITO 12. II.11. Se a freqüência da f onte for aumentada. UFR-RJ Uma f onte produz ondas de freqüência f e período T em um determinado meio. Avançar                      . e) I e III. pois são ondas ongitudinais. 14. Uberaba-MG Assina e a a ternativa FALSA. d) Quanto maior for a freqüência de uma fon te de uma onda sonora. causada pe o movimento do observador em re ação à fonte de onda. são feitas a s seguintes afirmações: I. d) o período a umenta. Unifor-CE Os esquemas a seguir são norma mente usados para representar a propa gação de ondas na superfície da água em uma cuba de ondas. com a teração da freqüência da onda.Ondas e M. oco rre o fenômeno chamado refração. ao se ref etirem e se refratarem. U. b) o comprimento de onda aumenta. O fenômeno da decomposição da uz branca em seu espectro é denominado dispersão. obedecem as mesmas eis de ref exão e de refração da uz. é denominada de ef eito Dopp er. Cefet-PR Com re ação ao estudo das ondas. c) III. d) I e II. III. As ondas sonoras em ser po arizadas. b) A variação da freqüência de uma o nda. 13. H. S. menor será a energia transportada por e a. Quando uma onda passa de um meio materia para outro. sem que se mude o meio. É(são) correta(s) somente a(s) afirmação(õe a) I. c) a ve ocidade diminui. e) o período diminui.

o ouvido humano seria mais sensíve a sons com freqüências em torno de a) 34 Hz b) 1320 Hz c) 1700 Hz d) 3400 Hz e) 680 0 Hz IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . por exemp o. 2. Com o auxí io de ócu os com fi tros po arizador es. obtendo. e) Faraday. Este fenômeno. enquanto o som propaga-se no ar com ve ocidade a proximada de 330 m/s. a) ref etem b) refratam c) difratam d) po arizam e) reverberam 16. é denom inado de efeito a) Jou e. o espectador enxerga cada uma das imagens com um o ho. se uma estre a se afasta ou se aproxima da Terra. o ouvido humano deveria ser mais se nsíve a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o compriment o do cana auditivo externo. a visão tridimensiona . em média. PUCRS Ondas sonoras e uminosas emitidas por fontes em movimento em re ação a um observ ador são recebidas por este com freqüência diferente da origina . Os sinais de rádio de freqüências baixas são me hor captados porque ——— i mente. assim. b) na separação das cores que compõem a uz incidente devido à dispersão desta uz. são projetadas simu taneamente na te a do cinema de man eira a não sobrepor uma sobre a outra. mas captam-se bem sinais de rádio de f reqüências baixas.15. Deseja-se produzir uma onda audíve que se propague no ar co m o mesmo comprimento de onda daque as uti izadas para transmissões de rádio em freqüênc ia modu ada (FM) de 100 Mhz (100 x 106 Hz). no a r. 5 17. A freqüência da onda audíve deverá ser apro ximadamente de: a) 110 Hz b) 1033 Hz c) 11. fo rmadas por uz po arizada. b) Orsted. c) na interferência entre o feixe de uz incidente e o mesmo feixe de uz ref etido por um obstácu o.Ondas e M. S. Vunesp Nos cinemas 3D. PUC-RS Em ocais baixos como num va e. d) Vo ta. F uvest-SP Considerando o fenômeno de ressonância.000 Hz d) 108 Hz e) 9 x 1013 Hz 19. onde a ve ocidade de propagação do som é 340 m/s. e) na produção de ondas uminosas que vibram num único p ano que contenha a direção de propagação. que são sinais de freqüências a tas. Fuves t-SP Uma onda e etromagnética propaga-se no ar com ve ocidade praticamente igua à d a uz no vácuo (c = 3 x 108 m/s). para criar a i usão da 3ª dimensão.5 cm. Avançar                                                              . c) Dopp er. que per mite saber. duas imagens iguais. 18. captam-se ma sinais de TV e de te ef one ce u ar. d) na formação de franja s c aras e escuras devido às microfendas dos fi tros po arizadores. que mede. H. Segundo esse mode o. A po arização da uz consiste a) na passagem da uz de um meio para outro em que a ve ocidade de propagação é diferente.

vi b ando em seu modo fundamental. ( ) Uma co da vib ando em seu segundo ha mônico possui o dob o de nós a p esentados pelo p imei o ha mônico. de 90 MHz a 120 MHz. Ao co e a mão esque da. o meno e o maio comp imento de onda que podem se captado s po este apa elho valem. constituirão. é co eto afi ma que o violei o (01) modi fica a velocidade das ondas nas co das da viola ao p essiona em dife entes pont os da co da sob e o b aço da viola. a soma d as alte nativas co etas. (08) modifica o comp imento de onda das vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. espectivamente. UFPB Um ádio ecepto ope a em duas modalidades: uma. fixando ce t os pontos sob e a co da da viola. bate-se na supe fície da água de um tanque. provocando compressões e rarefações periódicas que. ondas sonoras propagantes. p oduzindo-se uma onda de pulsos etos. que cob e a faixa de f eqüência de 600 kHz a 1500 kHz e out a. também chamado primeiro harmônico. Fisicamente. Dê. como esposta.25 s.Ondas e M.5 m e 500 m b) 1. assim. UFSE Com uma égua. todas mantidas sob a mesma tensão e com o mesm o comp imento. AM. 6 21. a freqüência de vibração f de uma corda com as ext emidades fixas é descrita pe a expressão: 1 T 2L ρ na qual T é a tensão. L é o comp imento ρ é a densidade linea de massa da co da. na situação desc ita.0 m e 1500 m IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Lemb ando que 1 kHz = 1 x 103 Hz e 1 MHz = 1 x 106 Hz e sabendo-se que a velocidade de p opagação das ondas de ádio é 3 x 108 m/s. vale a) 25 b) 4. (02) modifica a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.5 m e 200 m e) 6. Com base nessas info mações. UnB-DF As vibrações transversais de cordas de instrumentos musicais causam variações na densidade do ar ao seu redor. de 0. FM. tal que a d istância ent e suas c istas consecutivas seja de 10 cm. a f eqüência de vib ação da co da se á eduzida p ela metade se a tensão fo aumentada em 25%. a) 2. ( ) Em um inst umento de vá ias co das. ( ) No modo fundamental. A velocidade de p opagação da onda. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . (16) modifica tanto a velocidade das ondas nas co das da viola como a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.20. tem comp imento de onda igual ao dob o do comp i mento da co da. (04) modifica a f eqüência da s vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.5 d) 1.33 m e 600 m c ) 3. UFMT Suponha um violei o dest o que dedilhe uma viola de 10 co das com a mão d i eita e escolha as notas com a mão esque da.0 c) 2. H. 22. No modo fundame nta .33 m e 500 m d) 2.0 e) 0.25 s em 0. pr opagando-se no ar. em m/s. ( ) A onda sono a emitida po uma co da. S.40 23. o violei o define as notas musicais que ti a á d o inst umento ao dedilha . julgue os itens a segui como ve dadei os ou falsos. ( ) Uma mesma nota musical emitida po inst umentos musicais dife entes possui a mesma f eqüência fundamental de vib ação. as co das de tonalidades mais g aves são as de maio densidade line a de massa.

a intensidade da onda pola izada to na-se nula. S. a) c) ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ep esentad ¨ ¨ .Ondas e M. todas as pa tículas do meio vib am numa única di eção. está ep esenta uma onda que. assinale a alte nativa em que melho estão as as c istas dessa onda após ela te passado pela ba ei a. A posição das c istas dessa onda. que é pe pend cula à di eção em que a onda se p opaga.24. 08) Numa ond a mecânica pola izada. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 7 b) d) 25. assinale o que fo co eto: 01) As ondas sono as não se pola izam po que são longitudinais. está ep esentada pelas linhas ve ticais. ao se p opaga . se ap oxima de u ma ba ei a. x (cm) 40 1 2 3 4 t (s) GABARITO –40 Analisando a figu a. H. UFR-RJ A figu a abaixo most a o g áfico de um movimento ha mônico simples. 04) A luz pola izada pode se obtida po eflexão e po dupla ef ação. IMPRIMIR FÍSICA . 16) Quando o analisado gi a 90 em elação ao po a izado . Ponta G ossa-PR Sob e o fenômeno da pola ização. A seta indica a di eção de p opagação da onda. U. UFMG Na figu a. 02) O olho humano é i ncapaz de analisa a luz pola izada po que não consegue distinguila da luz natu al . dete mine: a) A f eqüência em he tz. exis te uma abe tu a etangula de la gu a ligei amente maio que o comp imento de on da da onda. E. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ Conside ando essas info mações. Na ba ei a. em um ce to momento. 26. b) A amplitude.

d) efeito Dopple . no meio conside ado. Timb e é a qualidade que pe mite distingui dois sons de mesma altu a e intensidade emitidos po fontes dife entes. d) I . 16) Somente temos supe posição de ondas quando elas possuem a mesma f eqüência e a mesma amplitude. a velocidade de p opagação da o nda. c) a d i eção em que o meio de p opagação vib a enquanto cada uma das ondas passa po ele. d) a di eção do plano de pola ização de cada uma das ondas enquanto elas se p opagam no meio . 04) Na dif ação de ondas. quanto meno a dimensão do obstác ulo ou fenda. em pa te. II. é possível medi a velocidade do automóvel. O que fundamenta o uso do ada pa a essa finalidade é o(a) a) lei da ef ação. 30. E. 02) Ondas sono as são t ansve sais e ondas e m uma co da são longitudinais. é de 60 m/s. O ada mede a dif e ença ent e a f eqüência do feixe emitido e a do feixe efletido. UFRN Quando falamos . c) apenas a I e a III. III. se a distância ent e dois nós consecutivos é de 6 cm. o som p oduzido é um exemplo de um tipo de onda mecânica longitudinal que se p opa ga no a . em uma aula expe imenta l do Cu so de Fonoaudiologia. 8 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . são ap esentadas as seguintes obse vações com elação aos fe nômenos acústicos: I. S. assinale o que fo co eto: 01) Qu ando uma onda se ef ata. a onda p oduzida é um exemplo de um tipo de onda mecânica t ansve sal que se p opaga na supe fície da água. é efletido pa a o apa elho. II e III. UFRN O ada é um dos equipamentos usados pa a cont ola a velocid ade dos veículos nas est adas. b) apenas a I e a II. 32) Ondas t anspo tam ene gia e quantidade de movimento. São co etas as afi mações: a) apenas a I.27. b) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de dif ação. Ma ingá-PR Em elação ao conteúdo de ondas. confo me o sentido de p opagação. U. U. A pa ti dessa dife ença de f eqüências. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. O eco é um fenômeno causado pela eflexão do som num antepa o.Ondas e M. 29. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a f eqüência pe manece constante e o comp imento de onda pode aumenta ou di minui . O que distingue onda mecânica longitudinal de onda mecânica t ans ve sal é a) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de inte fe ênc ia. 08) Pa a uma onda estacioná ia de f eqüência 100 Hz. c) lei da eflexão. Potigua -RN No Labo ató io de Física Acústica da UnP. Ele é fixado no chão e emite um feixe de mic oondas que incide sob e o veículo e. b) efeito fotoelét ico. Po out o lado. mais acentuada é a dif ação. 28. 64) Toda onda necessita de um meio mate ial pa a se p opaga . O som g ave é um som de baixa f eqüência. ao encont a a supe fície de sepa ação de dois meios t anspa entes. quando jogamos uma ped a na água contida em um tanque. H.

0 • 10 –3 W/m 2. UFR-RJ Uma ce ta emisso a de ádio t ansmite sua p og amação com uma f eqüência de 600 kHz.5 — 10–3 d) 1. Sabendo-se que a velocidade do som é v. Qua ndo essa onda passa para um outro fio.0 — 10–3 e) 1. verificase que dentre elas existe(m): a) uma única onda mecânica. emite uma onda ult a-sônica de f eqüênc a f0. muda para: a) 80 b) 600 c) 25 d) 1600 e) 400 35. Ube aba-MG Um mo cego voando c om velocidade v0 em di eção a uma supe fície plana. S. Como não existe nenhum obstáculo à propagaç a intensidade sonora a 40 m de distância valerá. a velocidade de propagação da onda. em W/m 2: a) 0. c) três ondas mecânicas. H. Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Sabendo-se que a velocidade das ondas de ádio é de 3 x 108 m/s. 32. a va iação de f eqüência ouvida pelo mo cego se á a) ∆f = f0 v v0 b) ∆f = f0 v0 v c) ∆f = f0 2v0 v – v0 d) ∆f = f0 v + v0 v – v0 33. U. calcule o com p imento de onda das ondas desta emisso a. porém com 1/4 do diâmetro do primeiro. Cefet-PR Considere a listagem de ondas citada a seguir.31. 34.2 — 10–3 c) .Ondas e M. Acafe-SC A v elocidade escalar de uma onda transversal que se propaga num fio é de 100 m/s. Cefet-PR A 20 m de uma buzina a intensidade sono ra do som que ela emite vale 2. d) quatro ondas mecânicas.1 — 10–3 b) 0. b) duas ondas mecânicas. em m/s. constituído do mesmo material.5 — 10–3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . infravermelho ondas de radio raio X microondas raios gama ultra-som ondas lumin osas ultravioleta 9 Quanto ao critério de classificação das ondas em mecânicas e eletromagnéticas. e) cinco ondas mecânicas.

396 e 4 37.8 m e v = 120 m/s λ = 0. de comprimento de onda λ = 100 m. e e terá a freqüência de: a) 600 Hz d) 300 Hz b) 500 Hz e) 200 Hz c) 400 Hz 39. f2 e f3. a freqüência aparente das on das não-refletidas. UEMS Um trem de ondas periódica s. são a) 392. Sabendo que a velocidade do som é de 340 m/s. os valores que me lhor expressam as freqüências em hertz de f1. ITA-SP Um diapasão de freqüência 400 Hz é afastado de um observador. Se esse som se propagar na água. 402 e 4 d) 402. Mackenzie-SP Uma onda sonora de comprimento de onda 68 cm se propaga no ar c om ve ocidade de 340 m/s.7 m/s. respectivamente.36. freqüência aparente das ond as sonoras que alcançam o observador depois de refletidas pela parede e f3. vindas diretamente até o observador. Avançar        . à deriva. 30 m/s GABARITO λ=100 m O tempo que eva o bote de um náufrago.Ondas e M. com velocidade de 1. H. 404 e 8 c) 398. 40 8 e 16 b) 396.2 m e v = 120 m/s 38.8 m e v = 180 m/s λ = 1. a freqüênc ia dos batimentos.2 m e v = 180 m/s λ = 1. O comprimento de onda e a ve locidade de propagação dessa onda são 10 a) b) c) d) e) λ = 0. se propaga no oceano com uma ve ocidade de 30 m/s. São nominadas: f1. em direção a uma p rede plana.8 m e v = 80 m/s λ = 0. S. 398 e 4 e) 404. PUC-S P Uma onda senoidal que se propaga por uma corda (como mostra a figura) é produzid a por uma fonte que vibra com uma freqüência de 150 Hz. para executar uma osci ação comp eta é: a) 25 s 3 3 s 20 10 s 3 3 s 10 1 s 3 IMPRIMIR b) c) d) e) Vo tar FÍSICA . f2.

sob re um lano horizontal sem atrito. é igua a a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 41. Com base nessa informação. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Avançar ¤  ¤  ¤ ¤ ¤     ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ .Cató ica Dom Bosco-MS 150 cm Na figura. e seu período va e 0. T 2 Nessas condições. conc uímos que a corda está tracionada com 40 N. UESC-BA Um cor o ligado a uma mola ideal de constante elástica K. 03) da ulsação do movimento. um movimento harmônico sim les de eríodo igual a T. UERJ O dono do circo anuncia o início do es etáculo usa ndo uma sirene. 04) da deformação máxima da mol a. que se propaga com ve ocidade d e 50 cm/s. Unicap-PE A figura abaixo represent a uma onda que se propaga em uma corda de freqüência f = 10 Hz. pode-se conc uir que o período dessa onda.5 sen(πx + 20 πt).40. √ 11 0. calcule o com rimento de onda do som.Ondas e M. é y = 0. tem-se representada uma onda periódica. GABARITO 42.1 s . I. S. realiza. e que a velocid ade de ro agação do som no ar é a roximadamente de 335 m/s. 02 ) da am litude do movimento.5m ( ( ( ( ( ) A onda que se propaga nessa corda é mecânica e transversa . o roduto k( ) fornece a medida 2π 01) da massa do cor o. em se gundos. H. Sabendo que a freqüência do som da sirene é de 104 Hz. ) A equação da onda no S. ) A amp itude da onda é 1 m. 05) do eso do cor o. 43. U. ) A ve ocidade de propagação da onda é 72 km/h. ) Se a de nsidade inear da corda é µ = 100 g/m.5m 0.

e) 2. acima de 15000 m de a titude. UESC-BA Não é apenas o CO2 que causa estragos na atmosfera.. a razã entre os com rimentos ded onda. Pe otas-RS A tabe a abaixo apresenta as freqüências. fazem parte do espectro e etromagnético. Física v.44. CFC. 2. d) 1. 5) freqüência e comprimento de onda diferentes.Ondas e M. c om 1) ve ocidades distintas. U. 4) a mesma ve ocidade e a mesma freqüência. S. é dada por : 1 a) 3 2 b) 3 c) 1 3 d) 2 45. a freqüência da radiação não se altera ao assar de um meio ara outro. a) 0. mas sua ve ocidade de propagação é menor.86 m. aproximadame nte. do S. dos sons fundamentais de notas musicais produzidas por diapasões que vibram no ar. 6. o va or do comprimento de onda λ será. 121) A radiação u travio eta que atinge a Terra como conseqüência da destruição da camada de ozô e a radiação infraverme ha. p. destroem a camada d e ozônio que protege a Terra dos raios u travio eta do So . embora seus comprimentos de onda sejam igua is. Entre outros. Dja ma N. no ca so descrito. d) o som fá é m ais agudo do que o som ré. 2) o mesmo comprimento de onda. Quando atingem a baixa atmosfera. podemos afirmar que a) o comprimento de onda do som á é menor do que o do som ré. U. UERJ Um feixe de laser. 3) a mesma freqüência d a uz visíve . IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . λvidro / λar . (Paraná. Quando essa onda passa para a água. em hertz. H. e es cont ribuem para o efeito estufa e. dó 264 ré 297 mi 330 fá 352 so 396 á 440 si 495 12 GABARITO A partir das informações fornecidas. num mesmo ambiente. Avançar    ¤    ¤   ¤    ¤       ¤ ¤         ¤            .51 m.82 m. aprisionada pe a atmosfera terrestre. 46. A fenas-MG Uma onda sonora de freqüência 960 Hz é e mitida no ar. ed. mas ambos propagamse com a mesma ve ocidade.dessa radiação no vidro e no ar. c) o som so é mais a to do que o som dó e se propagam com maior ve ocidade. Tais radiações propagam-se. F. b) 0.35 m. c) 1. os c orof uorcarbo nos. onde sua ve ocidade é de 340 m/s. no vácuo. são dup amente prejudiciais. onde sua ve ocidade é de 1450 m/s. e) o som á tem maior ve ocidade de propagação do que o som dó. gerando o efeito estufa. 47. ro agando-se no ar com velocidade var enetra numa lâmina de vidro e sua velocidade 2 é reduzida ara vvidro = 3 var Sabendo que. 1998. São Pau o: Ática.66 m. b) o som si é mais grave do que o som mi. mas ambos têm o mesmo comprimento de onda.

assina e aque e que. freqüência e ve ocida de — muda(m) de va or quando a uz passa do ar para o vidro? a) Apenas a freqüência. UFPE Qua (ais) característica(s) da uz — comprimento de onda. 50. d) A ve ocidade e o comprimento de onda.5 GABARITO amare a 3.5 4.0 4. verme ha 7. em esca as ineares e unidades arb itrárias.0 7.0 5. a) d) b) e) c) 13 49. UFRN As cores de uz exibid as na queima de fogos de artifício dependem de certas substâncias uti izadas na sua fabricação. c) A freqüência e o comprimento de onda. me hor apresenta a re ação entre período (T) e comprimento de onda (λ) da uz ao propagar-se no vácuo. pe a sua forma.0 x 1014 H que a ve ocidade da uz é 3 x 108 m • s–1.5 5.5 6.5 Comprimento de onda (10–7 m) IMPRIMIR a) b) c) d) verme ha vio eta aranja verde Vo tar aranja vio eta verde  azu                                     . Sabe-se que a freqüência da uz emitida pe a combustão do níque é 6. b ) Apenas a ve ocidade. Com base nesses dados e no espectro visíve fornecido pe a figura abaixo.48.0 6. e) A freqüência e a ve ocidade. UFRS Entre os gráficos apresentados abaixo. assina e a opção correspondente à cor da uz dos fogos d e artifício que contêm compostos de níque .

Ondas e M. H. Avançar .FÍSICA . S.

5 Hz c ) 1. Sabendo-se que a ve ocidade do som no ar é de 340 m/s. A forma da eça é tal que. b) têm a mesma intensidade.51. UFRS Assina e a a ternativa que preenche corretamente as acu nas do parágrafo abaixo. com ve ocidade angu ar constante e igua a π rad/s. com a forma indicada. a) interferência – em sentidos contrários b) interferência – no mes o c) po arização – no mesmo sentido d) dispersão – no mesmo sentido e) dispersão – em senti contrários 54.0 Hz d) 0.75 Hz e) 0. S. a freqüência do movimento da extremidade da haste será de a) 3. Cada modo de osci ação da onda estacionária que se forma em uma corda esticada pode ser considerado o resu tado da ————— de duas ondas senoidais idênticas que se propagam ————— . 14 GABARITO Assim. e) são po arizadas. d) se propagam com ve ocidades menores que a da uz. todas as ond as e etromagnéticas a) têm a mesma freqüência. A freqüência do som emitido pe a buzina é de 720 Hz. Fuvest-SP Uma peça.Ondas e M. gira em torno de um eixo h orizonta P. c) se propagam com a mesma ve ocidade. descreven do. H. a freqüência do som que o pedestre irá ouvir será de: a ) 500 Hz b) 680 Hz c) 720 Hz d) 765 Hz e) 789 Hz 52. um movimento harmônico sim les Y(t) como indicado no gráf ico. Uma mola mantém uma haste a oiada sobre a eça. PUC-PR No vácuo. PUC-PR Um automóve com ve ocidade constante de 72 km/h se aproxima de um pede stre parado. com o assar do tem o.5 Hz IMPRIMIR Voltar FÍSICA . odendo a haste mover-se a enas na vertical.0 Hz b) 1. enquanto ela gira. Avançar    ¤ ¤          ¤ ¤ ¤    ¤ ¤     ¤ . a extremidade da haste sobe e desce. 53.

Uma violinista afina seu instrumento iluminado e o le va ao alco. b) condução. o que aument a a tensão a que elas estão submetidas. A extremidade A está resa a um oscilador que vibra com equena am litude. quando a freqüência atingir 48 0 Hz. or exem lo. tornando os sons mais agudos. A extre midade B é fixa e a tração na corda é constante. uma nova configuração de ondas estacionárias. ( ) as freqüências dos sons gerados serão menores quan to menor for o com rimento da corda. roduzidas nas cordas. o que costuma acontecer habitualmente. Uma justifi cativa correta ara esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes or a) irradiação. violão. c) irradiação. ela ercebe que o seu violino recisa ser afinado novamente. Neles.Ondas e M. onde a arecem três tres (V) e quatro nós (N). quando a freqüência atingir 720 Hz. é o com rimento da corda. tornando os sons mais agudos. O com rimento das cordas define a faixa de freqüência e m cada um desses instrumentos. como. em seguida. Vunes A freqüência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada ela ex res são f= n 2 T . U. UFGO Sons musicais odem ser gerados or instrumentos de cordas. µ onde n é um número inteiro. d) irradiação. São Carlos-SP A figura re resenta uma configuração de ondas estacionárias numa corda. o cont rabaixo. formada or a) quatro nós e quat ro ventres. F. ( ) a onda mecânica transversal na corda uz uma onda sonora transversal. tornando os sons mais graves. tornando os sons mais agudos. quando a freqüência atingir 540 Hz. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. Lá. iluminado or otentes holofotes. observa-se que essa configuração se desfaz até a arecer. T é tensão à qual a corda está submet e µ é a sua densidade linear. c) cinco nós e quatro ventres. quando a freqüência atingir 400 Hz. 57. etc. o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas. Na situação da figura. 15 56. ( ) cada corda vibra originando uma onda sonora com fr eqüência igual à freqüência de oscilação da corda. violino. tornando os sons mais graves. Aumentando-se gradativame nte a freqüência do oscilador. ( ) os sons são gerados or ondas estacionária s. H. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . quando a freqüência atingir 440 Hz. e) convecção. o que reduz a tensão a que elas estão subme tidas. S. a freqüência do oscilador é 360 Hz. b) quatro nós e cinco ventres. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. d) cinco nós e cinco ventres.55. e) seis nós e oi to ventres. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .

UFGO Uma onda roduzida na su erfície de um tanque de água está esquematizada na f igura (i).5 0.4 0. y (cm) 5 0 20 40 60 80 100 120 x(cm) -5 (i) y (cm) 5 0 0. roduzimos uma outra onda como indicado na figura (iii).58.1 0. Essa onda faz com que uma equena rolha sofra deslocamentos verticais .3 0. como indicado na figura (ii).2 0. De ois.6 t(s) 16 -5 (ii) y (cm) 10 5 20 -5 40 60 ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .

no mínimo. é necessário que e les sejam se arados or um intervalo de tem o de. de ois da segunda onda. trans ortam energia. H. 0. como a luz.4 — 102 m/s.10 s.80 100 120 x(cm) -10 (iii) GABARITO ( ( ( ( O com rimento de onda é 40 cm. Para que a pessoa ouça nitidamente o eco. enquanto as ondas eletromagnéticas. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . As ondas mecânicas. A velocidade do som no ar é de 3.5 cm. S. o que oscila é a osição vertical d a rolha. 59. A velocidade é 200 m/s. Uma pessoa produz um som a certa distância de uma par ede.Ondas e M. o que oscila é a ressão numa c erta osição. A am litude de oscilação da rolha . é necessário que a parede esteja à distânci a mínima de a) 10 m b) 17 m c) 30 m d) 42 m e) 70 m ) ) ) ) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . será 7. Já ara as ondas sonoras se ro agando no ar. ( ) Na onda no tanque. trans ortam matéria. Unifor-CE Para se erceber dois sons distintamente. como as ondas no tanque e as ondas numa corda.

650 pele otrobro 5.000 1. ( ) Se uma ond a de ultra-som propaga-se em uma direção paralela ao solo. qu ando ele está inserido em uma matriz de vidro. imerso em um tecido gorduroso.000 1. nessas condições. tais como as paredes do coração ou o flu xo sangüíneo.350 ar seco velocidade (m/s) sangue velocidade (m/s) 4. então as moléculas do meio no qual ela se propaga movem-se perpendicularmente a essa direção com a passagem da on da. Usando o efeito Doppler. e a diferença de freqüência permitirá a determinação da velocid de de afastamento. pod erá ser observado com distinção utilizando-se um aparelho com freqüência de 5 MHz. então a onda refletida terá freqüência menor que a onda incidente. ( ) Considerando que dois pontos possam ser distinguidos com um aparelho de ultra-som quando estiverem separados por uma distância maior ou igu al a um comprimento de onda do ultra-som.000 2. . coloca-se tal dispositivo e m contato com a pele do paciente previamente untada com um gel à base de água.500 1. é possível. ainda.250 m/ s e 1. então é correto dizer que. uma parte do coração estiver afastando-se do emi ssor quando for atingida pela onda de ultra-som.250 Quadro II 0 Quadro I Em relação a esse assunto e com base nos dados fornecidos. ( ) Para uma dada distância entre um emissor de ultrasom e um objeto. O quadro I abaixo mostra como a velocidade do som varia em diversos me ios.000 1.400 1.750 vidros 6.550 1. a ima gem mostrada em um monitor é o resultado do processamento das informações originadas d as inúmeras reflexões captadas. esse método também pode ser utilizado para localizar fraturas em peças sólidas.300 1. que é produzido e captado por um mesmo dispositivo. Em aplicações médicas.60.600 1. em um exame cardiológico. O quadro II corresponde a uma ampliação do trecho de velocidades entre 1.450 1.1 mm de diâmetro.750 m/s. UnB-DF A ultra-sonografia é um método já bastante comum de diagnóstico médico no qual ecos produzidos por reflexões de ondas sonoras são utilizados para construir uma ima gem que descreve a posição e a forma dos obstáculos responsáveis pelas reflexões. Na indúst ia.700 1. O ul tra-sonógrafo registra o tempo entre a emissão e a recepção do ultra-som.000 ossos água godura pulmões 17 3. o tempo entre a emissão e a recepção do eco produzido pelo objeto. julgue os itens a seguir como verdadeiros ou falsos. ( ) Se. conhecer a v elocidade de partes móveis internas do corpo.000 aço 1. u m corpo esférico estranho com 0. 1. é pouco mais de três vezes mais longo q ue aquele produzido pelo mesmo objeto quando ele está imerso em água.

S.IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Ondas e M. Avançar . H.

62. nenhum outro obstáculo. nas proximid ades. λ a) Ca cu e o va or aproximado para a re ação r = 1 λ2 sendo λ1 o va or do comprimento de onda na fig. S. propagando-se pa ra direita. 1 e as ondas da fig. 18 d) difração. as ondas sonoras sofrem a) convecção. H. 1 e λ2 o va or do comprimento de onda na fig.Ondas e M. UFRN Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Pau lo. b) Qua das ondas tem menor freqüência? IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 1 e fig. 2 2x Admita que as ondas da fig. 2.61. ao passarem pel a quina do barranco. UFR-RJ Considere duas frentes de ondas senoidais distintas. Fig. Além do barranco. 2. Paulo não vê Pedro. 2 viajam com velocidades escala res iguais (10 m/s e para direita). Avançar         . mas escuta-o muito bem porque. que está na parte de cima (ver figura). c) polarização. Paulo Pedro Quina do barranco Do local onde está. b) reflexão. não existe. Veja fig. 1 x GABARITO Fig.

A1 e A2 representam duas fon tes sonoras que emitem ondas com a mesma freqüência e em fase. com ve ocidade constante. e a pessoa se encontra parada no ponto O.63. A1 GABARITO 30 m O 40 m A2 Com base nas informações acima e nas propriedades ondu atórias. parada junto à ca çada. C onsiderando a ve ocidade do som no ar igua a 340 m/s. numa rua reta e p ana. Juiz de Fora-MG Uma ambu ância. indicado nos gráficos. com a sirene igada. U. Para uma pessoa que esteja observando a ambu ância. Na extremidade oposta do tri ho. movimenta-se com gr ande ve ocidade. UFPR Na figura abaixo. qua dos gráficos freqüência x posição me hor represent freqüências do som da sirene? Considere que a ambu ância se movimenta da esquerda para a direita. As ondas emitidas têm freqüência de 1700 Hz e ve ocidade de propagação igua a 340 m/s.28 s. No ponto O está oca iz ado um observador. qua é o va or aproximado d a ve ocidade com que o som se propaga no tri ho? a) 5100 m/s b) 1760 m/s c) 364 m/s d) 176 m/s e) 51 m/s 65. UFRS Percute-se a extremidade de um tri ho reti íneo de 102 m de comprimento. é correto afirmar: ( ) A s ondas emitidas pe as duas fontes são do tipo transversa . F. a) freqüência c) freqüência 0 posição 0 posição b) freqüência d) freqüência 0 posição 0 posição 19 64. ( ) O comprimento de o                                 . uma pessoa escuta dois sons: um de es produzido pe a onda que se propagou no tri ho e o outro produzido pe a onda que se propag ou pe o ar. O interva o de tempo que separa a chegada dos dois sons é de 0.

Ondas e M. Avançar       . H.20 m. ( ) a interferência das ondas no ponto O é destrutiva. ( ) Frentes de onda emitidas por qua quer uma das fontes evarão menos que 0. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) O fenômeno da interferência entre duas ondas é uma conseqüência do pri ncípio da superposição. ( ) A diferença entre as distâncias perc orridas pe as ondas de cada fonte até o observador é igua a um número inteiro de comp rimentos de onda. S.nda das ondas emitidas pe as fontes é 0.10 s para atingi r o observador.

66. UFMA Dois re ógios (A e B) de pêndu o estão no mesmo oca e foram acertados às 17 h . Os pêndu os têm comprimentos iguais a 30 cm, porém suas massas são: mA = 60 g e mB = 9 0 g. Após 12 h, podemos afirmar que: a) O re ógio A estará atrasado em re ação ao re ógio B b) O re ógio B estará atrasado em re ação ao re ógio A. c) O re ógio A marcará a mesma hor o re ógio B. d) O re ógio A estará adiantado 30 min em re ação ao re ógio B. e) O re ógio B tará adiantado 30 min em re ação ao re ógio A. 67. UFBA A figura abaixo representa uma p artícu a igada a uma mo a idea , que rea iza movimento harmônico simp es em torno d o ponto x = 0, comp etando um cic o a cada 4 segundos. No instante t = 0, o des ocamento da partícu a é x = 0,37 cm e sua ve ocidade é nu a. 20

Desprezando-se as forças dissipativas que atuam no sistema, é correto afirmar: (01) O des ocamento da partícu a, medido em cm, no instante arbitrário t, é dado por x(t) = 0,37 cos ( π t). 4 (02) O módulo da velocidade máxima da artícula é vmax ≈ 0,58 cm/s. (04 O módulo da aceleração máxima da artícula é amax ≈ 0,91 cm/s2. (08) A energia mecânica da ula, em t = 3s, é igual à sua energia otencial elástica. (16) A energia cinética da ar tícula aumenta, quando ela se desloca de x = 0 até x = – 0,37 cm. (32) Considerando-se o atrito, o fenômeno da ressonância é verificado, reanimando-se o movimento com uma f orça externa de freqüência angular π rad/s. 2 Dê, como res osta, a soma das alternativas c orretas. 68. UFRS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo. As emissoras de rádio emitem ondas ————— que são sintonizadas elo radio tor. No rocesso de transmissão, essas ondas devem sofrer modulação. A sigla FM adota da or certas emissoras de rádio significa ————— modulada. a) eletromagnéticas – freqüência omagnéticas – fase c) sonoras – faixa d) sonoras – fase e) sonoras – freqüência 69. UFRS Um nda mecânica senoidal ro aga-se em um certo meio. Se aumentarmos o com rimento de onda desa oscilação, sem alterar-lhe a am litude, qual das seguintes grandezas também aumentará? a) A velocidade de ro agação da onda. b) A freqüência da onda. c) A freqüência gular da onda. d) O eríodo da onda. e) A intensidade da onda.

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70. Vunes O gráfico da figura indica, no eixo das ordenadas, a intensidade de uma fonte sonora, I, em watts or metro quadrado (W/m2), ao lado do corres ondente nível de intensidade sonora, β, em deci éis (dB), perce ido, em médi , pelo ser hum no. No eixo d s sciss s, em esc l log rítmic , estão represent d s s fre üênci s do som emitido. A linh superior indic o limi r d dor — cim dess linh , o som c us dor e pode provoc r d nos o sistem uditivo d s pesso s. A linh inferior most r o limi r d udição — ixo dess linh , m iori d s pesso s não consegue ouvir o som emitido. 21

Suponh ue você ssessore o prefeito de su cid de p r uestões m ient is. ) Qu l o nível de intensid de máximo ue pode ser toler do pel municip lid de? Que f ix de fre üênci s você recomend ue ele utilize p r d r visos sonoros ue sej m ouvid os pel m ior p rte d popul ção? ) A rel ção entre intensid de sonor , I, em W/m2, e o nível de intensid de, β, em dB, é β = 10 — log I , onde I0 = 10–12 W/m2. I0 Qual a inten idade de um som, em W/m2, num lugar onde o seu nível de intensidade é 50 dB? Consult ando o gráfico, você confirma o resultado que obteve? 71. UFMT Sons de diferentes na turezas podem ser produzidos por aparelhos ou seres vivos devido a algumas de su as propriedades físicas. Mesmo num ambiente repleto de ruídos, o ouvido humano é capaz de distinguir seletivamente sons de diferentes freqüências. A propósito das diferente s formas de produzir e captar sons, julgue as afirmações como verdadeiras ou falsas. ( ) O ouvido humano possui uma espécie de “caixa de ressonância” com dimensões que podem ser a teradas pe o cérebro. ( ) O ronco do motor de um carro de Fórmu a I, andando a 300 km/h, deve ter um comprimento de onda maior que o de um carro de passeio an dando a 100 km/h. ( ) O atido de um cachorro grande deve ser mais grave que o d e um cachorro pequeno, devido ao maior tamanho de suas cavidades ressonantes (in terior da boca e garganta). 72. UFMT Observe as situações: I. Numa oja de CDs toca uma música de que você gosta. Você vem pe a rua, de carro, aproximando-se da oja, pas sa em frente a e a e continua seu caminho, afastando-se daque a fonte sonora. II . Você está na jane a de sua casa. Um automóve de propaganda po ítica vem pe a rua anun ciando um candidato, passa em frente a sua casa e afasta-se até que você não ouve mais o que é dito e até se sente a iviado. Em ambos os casos você nota que o som ouvido mo difica-se ao ongo do tempo. A esse respeito, ju gue os itens como verdadeiros o u fa sos. ( ) A freqüência rea da onda emitida pe a fonte sonora pode não coincidir c om a freqüência aparente percebida pe o ouvinte. Esse fenômeno é conhecido como Efeito D opp er. ( ) O Efeito Dopp er pode ocorrer para qua quer tipo de fenômeno ondu atório . ( ) O som emitido por uma fonte sonora que se aproxima de um observador em rep ouso é percebido com uma freqüência maior que a emitida. ( ) O som percebido por um ob servador que se aproxima de uma fonte em repouso possui uma freqüência maior que a e mitida pe a fonte. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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73. UFBA A figura abaixo mostra, esquematicamente, as frentes de ondas p anas, g eradas em uma cuba de ondas, em que duas regiões, nas quais a água tem profundidades diferentes, são separadas pe a superfície imaginária S. As ondas são geradas na região 1, com freqüência de 4 Hz, e se des ocam em direção à região 2. Os va ores medidos, no experi ento, para as distâncias entre duas cristas consecutivas nas regiões 1 e 2 va em, re spectivamente, 1,25 cm e 2,00 cm. cristas cristas região 1 22 S região 2

Com base nessas informações e na aná ise da figura, pode-se afirmar: (01) o experiment o i ustra o fenômeno da difração de ondas. (02) A freqüência da onda na região 2 va e 4 Hz. (04) Os comprimentos de onda, nas regiões 1 e 2, va em, respectivamente, 2,30 cm e 4,00 cm. (08) A ve ocidade da onda, na região 2, é maior do que na região 1. (16) Ser ia correto esperar-se que o comprimento de onda fosse menor nas duas regiões, caso a onda gerada tivesse freqüência maior do que 4 Hz. 74. UFBA A figura a seguir repr esenta o comportamento de um feixe de uz monocromática, que se propaga no ar e in cide sobre um diafragma, que contém as fendas F1 e F2. As medidas d, e ∆x representa m, respectivamente, as distâncias entre as fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo. GABARITO diafragma F1 d F2 ∆X

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar: (01) A luz é cons ituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com grande velocidade . (02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas. (04) A largura da s fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente. (08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo. (16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas das grandezas d, e ∆x. IMPRIMIR Voltar anteparo FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar           

75. F. M. Itajubá-MG Um tubo sonoro aberto, soprado com ar, emite seu 5º (quinto) ha rmônico com freqüência de 1700 Hz. Qual o comprimento, em metros, do tubo, sabendo-se que a velocidade do som no ar é igual a 340 m/s. a) 0,85 b) 0,65 c) 0,50 d) 0,90 e ) 0,40 76. U. F. Juiz de Fora-MG O “conduto auditivo” humano pode ser representado d a forma aproximada por um tubo ci índrico de 2,5 cm de comprimento (veja a figura) . (Dado: ve ocidade do som no ar: 340 m/s) 2,5 cm abertura do ouvido timpano 23 A freqüência fundamenta do som que forma ondas estacionárias nesse tubo é: a) 340 Hz. b ) 3,4 kHz. c) 850 Hz. d) 1,7 kHz. 77. Unioeste-PR Um b oco de massa m = 420 g es tá preso a uma determinada mo a, a qua se deforma de acordo com a Lei de Hooke, c om constante de e asticidade K = 65 N/m. A mo a é a ongada de maneira que o b oco se des oca para a posição x = +8 cm a partir da posição de equi íbrio marcada em x = 0, so bre uma superfície sem atrito. O b oco é então iberado a partir do repouso no instant e t = 0. Isto posto, assina e a(s) a ternativa(s) correta(s): 01) O sistema pode ser considerado um osci ador harmônico simp es, pois uma partícu a de massa m está su jeita a uma força que é proporciona ao va or do quadrado do des ocamento. GABARITO

02) A força que a mo a exerce sobre o b oco, imediatamente antes de ser so ta, qua ndo se encontra em x = +8 cm, estará acompanhada de um sina positivo, que indica a existência de uma força resu tante no mesmo sentido do des ocamento, a partir da p osição de equi íbrio x = 0. 04) A energia mecânica do sistema massa-mo a é conservada porq ue o sistema é suposto sem atrito. Esta energia mecânica é sempre igua a zero no pont o de equi íbrio x = 0. 08) Como o b oco é iberado do repouso a 8 cm de seu ponto de equi íbrio, sua energia cinética é nu a toda vez que estiver no ponto de des ocamento máximo. 16) A ve ocidade máxima é de aproximadamente vm = 1 m/s e ocorre quando o b o co em osci ação está passando pe o ponto de equi íbrio x = 0. 32) A ace eração máxima ocorr uando o b oco está nos extremos de sua trajetória e esta ace eração tem va or aproximado de am = 12,4 m/s2. 64) A freqüência angu ar da osci ação é aproximadamente igua a 0,4 ra d/s. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar        

 

  

                                     

78. U. E. Maringá-PR Uma esfera puntiforme de borracha é arremessada perpendicu arme nte sobre um sistema constituído por duas paredes rígidas, p anas, infinitas e para e as. Nessas condições, assina e o que for correto: 01) A esfera executará um moviment o harmônico simp es (MHS), mesmo que sofra sucessivos choques, perfeitamente ine ást icos com as paredes. 02) Sendo o choque entre a esfera e as paredes perfeitament e e ásticos, não haverá conservação da quantidade de movimento da esfera, após 1.500 pares e co isões. 04) A esfera só executará MHS, se, e somente se, a sua energia cinética for infinita. 08) Se a freqüência angu ar da esfera ω for de 18 π rad/s, então, ela estará suje ta a uma freqüência de 9 Hz. 16) Se a esfera executa um MHS com uma freqüência de 2 x 10 3 Hz, então, o eríodo das revoluções será de 5 x 10-4s. 32) A energia cinética da esfera, ós um choque erfeitamente inelástico, será o dobro da energia cinética inicial. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 79. UEMS Um instrumento musical rodu z ondas sonoras, corres ondentes a uma nota musical. O com rimento desta onda so nora é de 80 cm e ro aga-se com velocidade de 340 m/ s. Caso o músico deseje roduz ir um som com freqüência de uma oitava acima desta, qual deve ser esta freqüência em Hz? a) 425 d) 850 b) 525 e) 650 c) 325 80. UFMS Um automóvel, conduzindo uma sirene, está se deslocando com velocidade de 18 m/s em relação ao ar, que está em re ouso. Saben do-se que a freqüência do som emitido ela sirene é de 550 Hz e que a velocidade de r o agação do som no ar é de 340 m/s, é correto afirmar que (01) o com rimento de onda do som emitido ela sirene é de a roximadamente 0,6 m. (02) a freqüência e o com rimento de onda do som, ara um observador em re ouso localizado à frente do automóvel, são ma iores do que aqueles emitidos ela sirene. (04) ara um observador em re ouso lo calizado à frente do automóvel, o com rimento de onda do som é menor e a freqüência é maior do que aqueles emitidos ela sirene. (08) ara um observador em re ouso localiza do atrás do automóvel, o com rimento de onda do som é maior e a freqüência é menor do que a ueles emitidos ela sirene. (16) ara um observador em re ouso, estando ele loca lizado à frente ou atrás do automóvel, o com rimento de onda e a freqüência do som são igua s àqueles emitidos ela sirene. Dê, como res osta, a soma das alternativas corretas. 81. UFPR Sobre os conceitos e a licações da acústica e dos fenômenos ondulatórios, é corre o afirmar: ( ) A velocidade de ro agação da onda em duas cordas de violão de mesmas d imensões, uma de aço (ρ = 8 g/cm3) e out a de náilon (ρ = 1,5 g/cm3), submetidas à mesma t é maio na co da de náilon. ( ) Em ondas sono as, a vib ação das pa tículas do meio oco e pa alelamente à sua di eção de p opagação. ( ) Conside ando a velocidade do som no a ig ual a 340 m/s, se uma pessoa ouve o t ovão 2 s após ve o aio então este oco eu a um a distância supe io a 1 km da pessoa. ( ) Quando um diapasão soando ap oxima-se de um obse vado , o som que este pe cebe p oveniente do diapasão é mais g ave do que aq uele que ele pe cebe ia se o diapasão estivesse em epouso. ( ) A f eqüência fundament al num tubo sono o de 20 cm de comp imento tem o mesmo valo , seja o tubo abe to ou fechado. ( ) Pa a se p oduzi uma onda estacioná ia de comp imento de onda λ num a corda esticada e fixa nas duas extremidades, o comprimento da corda deverá ser u m mú tip o inteiro de λ/2. 24 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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82. UFSC Sobre as emissões de estações de rádio, é CORRETO afirmar: (01) as recepções em AM pouco prejudicadas por co inas e montanhas, pois são ref etidas pe a atmosfera. (0 2) não são inf uenciadas pe as ondas uminosas, devido à natureza ondu atória diferente. (04) as emissões em FM têm pequeno a cance, pois não se ref etem na atmosfera. (08) a s ondas curtas, emitidas por a gumas rádios AM, têm grande a cance, devido à sua grand e ve ocidade. (16) nunca poderiam ser captadas por um astronauta no espaço. (32) n unca poderiam ser emitidas a partir da Lua. Dê, como resposta, a soma das a ternat ivas corretas. 83. Cesgranrio Pitágoras já havia observado que duas cordas cujos com primentos estivessem na razão de 1 para 2 soariam em uníssono. Hoje sabemos que a ra zão das freqüências dos sons emitidos por essas cordas é igua à razão inversa dos seus com rimentos. A freqüência da nota á-padrão (o á centra do piano) é 440 Hz, e a freqüência d guinte, mais agudo, é 880 Hz. A esca a cromática (ou bem-temperada), usada na música o cidenta de J. S. Bach (sécu o XVIII) para cá, divide esse interva o (dito de oitava ) em doze semitons iguais, isto é, tais que a razão das freqüências de notas consecutiva s é constante. Essas notas e suas respectivas freqüências (em Hz e aproximadas para in teiros) estão na tabe a a seguir. Lá Lá# (Si b) 25 Si Dó Dó# Ré Ré# Mi (Ré b) (Mi b) Fá Fá# So So # Lá (So b) (Lá b) 440 466 494 523 554 587 622 659 698 740 784 831 880 A corda mi de um vio ino usado em um conjunto de música renascentista está afinada p ara a freqüência de 660 Hz. Para tocar a nota á, de freqüência 880 Hz, prende-se a corda com um dedo, de modo a uti izar apenas uma fração da corda. Que fração é essa? 1 a) 4 1 b) 3 1 c) 2 2 d) 3 3 e) 4 84. Cefet-PR Os fenômenos naturais podem depender ou não de diversos fatores. Dentre os fenômenos naturais citados nas a ternativas, o único dep endente da massa do corpo é o da a ternativa: a) A freqüência fundamenta emitida por uma corda vibrante como as de um vio ão. b) A pressão máxima que um vapor exerce sobre as paredes do recipiente que o contém. c) A ve ocidade máxima que um veícu o pode ati ngir ao fazer uma curva sem derrapar. d) O tempo gasto para um pêndu o executar um a osci ação comp eta. e) O empuxo que atua sobre um corpo mergu hado em um íquido. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar       

    

      

                    

F ÍS IC A O N D A S E M .H .S . 1. F-F-F-F-V 2. F-V-F-F-V-V 3. F-V-V-F-F 4. V-F-F-F-V 5. A 6. A 7. A 8. D 9. 2 1 0. 1 11. A 12. D 13. E 14. C 15. C 16. C 17. E 18. A 19. D 20. F-F-V-V-F 21. 14 22. E 23. A 24. D 25. 0,5 Hz // 0,4 m 26. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 27. 1 + 4 28. C 29. D 30. D 31. = 500 m 32. C 33. A 34. B 35. C 36. C 37. B 38. B 39. C 40. B 41. V-F-V-V-F 42. 01 43. 3,35 cm 44. B 45. C 46. A 47. 5 48. B 49. D 50. D 51. D 52 . C 53. A 54. B 55. D 56. A 57. V-V-F-F 58. V-F-F-F-V 59. B 60. F-F-V-F 61. D 62 . 1/2 // 1/2 f1 63. C 64. A 65. F-V-V-F-F-V 66. C 67. 38 68. A 69. D 70. a) O máxi mo to erado é 110 dB, abaixo da inha da dor. A faixa de freqüência entre 2000 Hz e 40 00 Hz a intensidade sonora necessária para a audição é menor. b) I = 10–7 W/m2 71. V-F-V 7 2. V-V-V-V 73. 2 + 8 + 16 74. 4 + 8 + 16 75. C 76. B 77. 8 + 16 + 32 78. 8 + 16 79. D 80. 13 81. V-V-F-F-F-V 82. 05 83. E 84. A 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar    

F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. I.E.Superior de Brasí ia-DF Considere o esquema abaixo, no qua nos vértices de u m triângu o equi átero, de ado 20 cm, foram co ocados nos pontos A e B duas cargas idênticas de 4 µC, como mostra a figura. Sendo k = 9.109 (SI), determine o campo e étr ico resu tante em N/C gerado pe as cargas no ponto C. Considere o meio como send o o vácuo. Mu tip ique sua resposta por 10–5 e despreze a parte fracionária, caso exis ta. B A C 1

2. PUC-SP Leia com atenção a tira do gato Garfie d mostrada abaixo e ana ise as afir mativas que se seguem. I. Garfie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adqui re carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por atrito. II. Garf ie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adquire carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por indução. III. O esta o e a eventua faísca que Garf e d pode provocar, ao encostar em outros corpos, são devidos à movimentação da carga acu mu ada no corpo do gato, que f ui de seu corpo para os outros corpos. Estão certas a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) apenas I. GABARITO Fo ha de São Pau o 3. U.Cató ica Dom Bosco-MS O excesso de carga e étrica em um condutor em equi íbrio se situa em sua superfície, que é uma superfície equipotencia . Se uma esfera metá ica de 20 cm de raio for carregada a um potencia de 1800V, a quantidade de carga e étric a da esfera será igua a a) 0,01 µC b) 0,02 µC c) 0,03 µC d) 0,04 µC e) 0,05 µC IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar      

       

           

    

  

   

4. U.Cató ica-GO Assina e verdadeiro ou fa so: ( ) A força de atração entre um corpo neu tro e outro e etrizado ocorre devido ao fenômeno da indução e etrostática. ( ) Duas esfe ras condutoras idênticas, com cargas Q1 = +5 C e Q2 = –5 C, são co ocadas em contato. Considere-se o sistema formado pe as duas esferas como um sistema iso ado. Saben do-se que após o contato as duas esferas ficaram descarregadas, podemos afirmar qu e, neste processo, não houve conservação das cargas e étricas. ( ) Um corpo de massa m = 8.10–2 kg encontra-se em equi íbrio próximo à superfície da Terra, sob a ação do campo gra aciona e de um campo e étrico com intensidade E = 2.106 N/C, na mesma direção e senti do da força gravitaciona que atua sobre o corpo. Para este caso, a carga do corpo deve ser negativa e de módu o q = 4.10–7 C. (g = 10 m/s2) ( ) O traba ho rea izado pe a força e étrica para evar um corpo com carga negativa de um ponto A até um ponto B, pertencentes a uma mesma superfície eqüipotencia , não depende da trajetória seguida pe o corpo e é sempre negativo. ( ) Durante uma tempestade, para nos protegermos d os raios, devemos evitar a proximidade de árvores a tas. ( ) Em um resistor ôhmico o va or de sua resistência é diretamente proporciona à diferença de potencia ap icada a e e. 2 V GABARITO

da gota 5. UFGO Em uma impressão a jato de tinta, as etras são d formadas por peque nas 2 gotas de tinta que incidem Eixo x sobre o pape . A figura d 2 mostra os pr incipais e e- Gerador Unidade mentos desse tipo de im- de gotas de carga L Pape Sistema de pressora. As gotas, após def exão serem e etrizadas na unidade de carga, têm suas trajetórias modificadas no sistema de def exão (p acas carregadas), atingind o o pape em posições que dependem de suas cargas e étricas. Suponha que uma gota de m assa m e de carga e étrica q, entre no sistema de def exão com ve ocidade v0 ao ong o do eixo x. Considere a diferença de potencia , V, entre as p acas, o comprimento , L, das p acas e a distância, d, entre e as. Se a gota descrever a trajetória mostr ada na figura, pode-se afirmar que ( ) sua carga e étrica é positiva. ( ) L/v0 é o tem po necessário para e a atravessar o sistema de def exão. ( ) o módu o de sua ace eração é q /md. ( ) ocorre um aumento de sua energia potencia e étrica. Trajetória

7. U. Sa vador-BA A e etrização de um corpo A, inicia mente neutro, a partir de um c orpo B, previamente e etrizado, pode ocorrer 01) por atrito, ficando A e B com c argas de mesmo sina . 02) por contato, ficando A e B com cargas de sinais oposto s. 03) por indução, ficando A e B com cargas de sinais opostos. 04) por atrito, torn ando-se neutro o corpo B. 05) por indução, tornando-se neutro o corpo B. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar 

6. Fatec-SP Uma pequena esfera metá ica está e etrizada com carga de 8,0 x 10–8 C. Co ocando-a em contato com outra idêntica, mas e etricamente neutra, o número de e étrons que passa de uma esfera para a outra é: Dado: carga e ementar e = 1,6 x 10–19 C a) 4,0 x 1012 b) 4,0 x 1011 c) 4,0 x 1010 d) 2,5 x 1012 e) 2,5 x 1011                  

   

     

 

  

         

  

             

 

 

8. UFRN Uma das ap icações tecno ógicas EMISSORA DE GOTAS modernas da e etrostática foi a invenção da PLACA E impressora a jato de tinta. Esse tipo de impressora uti iza pe quenas gotas de tinta, que PLACA podem ser e etricamente neutras ou e etrizadas positiva ou negativamente. Essas gotas PAPEL são jogadas entre as p acas def etora s da impressora, região onde existe um campo e é→ 3 2 1 trico uniforme E, atingindo, e ntão, o pape para formar as etras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta, q ue são ançadas para baixo, a partir do emissor. Após atravessar a região entre as p aca s, essas gotas vão impregnar o pape . (O campo e étrico uniforme está representado por apenas uma inha de força.) Pe os desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a 2 e a 3 estão, respectivamente, a) carregada negativamente, neutra e carregada po sitivamente. b) neutra, carregada positivamente e carregada negativamente. c) ca rregada positivamente, neutra e carregada negativamente. d) carregada positivame nte, carregada negativamente e neutra. 9. Fuvest-SP Duas esferas metá icas A e B e stão próximas uma da outra. A esfera A está igada à Terra, cujo potencia é nu o, por um fio condutor. A esfera B está iso ada e carregada com carga +Q. Considere as segui ntes afirmações: I. O potencia da esfera A é nu o II. A carga tota da esfera A é nu a III. A força e étrica tota sobre a esfera A é nu a. Está correto apenas o que se afirma em a) I b) I e II c) I e III d) II e III 3 B +Q A e) I, II e III

10. Unifor-CE Considere o sistema constituído por duas cargas e étricas, de mesmo si na , Q e q, sendo r1 a distância entre e as. Se aumentarmos essa distância para r2, a energia potencia do sistema 1 1 a) aumentará, sendo a variação dada por k Q q ( – ) r 2 r1 1 1 – ) r2 r1 1 1 c) aumentará, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 1 1 d) diminuirá, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 b) diminuirá, sendo sua v ariação dada por k Q q ( e) permanecerá constante. 11. Vunesp Três esferas metá icas idênti as, A, B, C, inicia mente iso adas, estão carregadas com cargas e étricas positivas de intensidade QA = 6q, QB = 4q, QC = 2q, e uma quarta esfera D, idêntica às anterio res, encontra-se neutra. Encosta-se a esfera A na esfera D e a esfera B na esfer a C, sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unidas por a guns instantes e depois separando-as novamente. Em seguida, encosta-se a esfera A na esfera B e a esfera C na esfera D, também sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unida s. Ao fina do processo, as cargas e étricas totais do grupo formado pe as esferas A e B e do grupo formado pe as esferas C e D va em, respectivamente, a) 0q e 12 q. b) 2q e 10q. c) 4q e 8q. d) 6q e 6q. e) 10q e 2q. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar        

 

 

    

    

             

  

    



12. Unifor-CE Uma carga e étrica q1 = 2,0 µC exerce força, de módu o F, sobre outra carg a q2 = 20 µC. Pode-se conc uir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força, de módu o a ) 0,10 F b) F c) 5 F d) 10 F e)100 F

13. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem, no vácuo, com uma força e étrica d e intensidade 4,0 — 10-2 N, quando estão separadas por uma distância de 3,0 cm. Se Q1 = 2,0 — 108 C, então Q2, em coulombs, vale: Dado: Constante eletrostática do vácuo = 9,0 — 109 S.I. a) 2,0 — 10–8, positiva. b) 2,0 — 10–7, positiva. c) 2,0 — 10–6, positiva. d) 2 10–7, negativa. e) 2,0 — 10–8, negativa. 14. UFPE Dois prótons de uma molécula de hidrogênio distam cerca de 1,0 x 10–10 m. Qual o módulo da força elétrica que um exerce sobre o outro, em unidades de 10–9 N? a) 13 b) 18 c) 20 d) 23 e) 28 4 15. Mackenzie-SP vácuo, cria a 50 ova de 2µC nesse 576 — 10–3 N. O GABARITO

Um corpúsculo eletrizado com carga elétrica Q, fixo em um ponto do cm dele um campo elétrico tal que, quando colocamos uma carga de pr ponto, ele fica sujeita a uma força elétrica de repulsão de intensidade valor de Q é: Dado: k0 = 9 — 109 Nm2/C2 a) 4µC b) 6µC c) 8µC d) 10µC e) 12

16. UESC-BA O gráfico representa o comportamento da inF (103 N) tensidade da força e létrica, F, em função da distância, d, entre duas cargas pontuais idênticas. 9 Considerand o-se a constante eletrostática do meio igual a 9 — 109Nm2C–2 e com base na informação, é co reto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as car1 gas tem natureza atrativa. 0 1 2 3 d(m) 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3,5 — 103 N par = 2 m. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1 — 10–3 C. 04) O módulo do campo elé co, no ponto médio da reta que une as cargas, é igual a 9 — 109 N/C para d = 3 m. 05) O potencial elétrico, no ponto médio da reta que une as cargas, é nulo para d = 1 m. 1 7. U. F. São Carlos-SP Na figura está representada uma linha de força de um campo elétri co, um ponto P e os → → → → → vetores A, B, C, D e E. Se uma partícula de carga elétrica po iva, suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico, for c olocada nesse ponto P, ela sofre a → ação de uma força F, melhor representada pelo vetor : a) A. → b) B. → c) C. → d) D. → e) E. A E IMPRIMIR → D P B C Voltar FÍSICA - Eletrostática Avançar     

18. Unicap-PE Nos vértices A e B do triângulo eqüilátero da figura, são colocadas as carga s QA = 2 µC e QB = –2 µC. O meio é o vácuo. C 2m 2m A 1m D 1m B QA QB 5

( ) O campo elétrico, no ponto C, é nulo, já que as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O potencial do ponto C, relativo ao infinito, é 18000 volts. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. ( ) Para estabelecer as configurações da figu a, um agente externo realizou um trabalho positivo. ( ) No interior de um condut or em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância, em relação ao centro do condutor. 19. UFSE As linhas de força de um campo e létrico, gerado por uma carga puntiforme negativa, são a) semi-retas, radiais, dirig indo-se para a carga. b) semi-retas, radiais, partindo da carga. c) curvas paraból icas com a carga no foco. d) circunferências concêntricas, com a carga no centro, e sentido horário. e) circunferências concêntricas, com a carga no centro e sentido anti -horário. 20. Unifor-CE Um condutor esférico, de raio 50 cm e uniformemente carregad o com carga Q = 2, 0 µC, está em equilíbrio elétrico no ar. A constante eletrostática do a r é k = 9,0 — 109 N — m2 / C2. Num ponto situado a 1,0 m do centro da esfera, o vetor campo elétrico aponta para a) o centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. b) o centro e tem módu lo 1,8 — 104 V/m. c) fora do centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1,8 — 104 V/m. e) fora do centro e tem módulo 1,8 — 1010 V/m. 21. ITA-SP Duas pa rtículas têm massas iguais a m e cargas iguais a Q. Devido a sua interação eletrostática, elas sofrem uma força F quando estão separadas de uma distância d. Em seguida, estas p artículas são penduradas, a partir de um mesmo ponto, por fios de comprimento L e fi cam equilibradas quando a distância entre elas é d1. A cotangente do ângulo a que cada fio forma com a vertical, em função de m, g, d, d1, F e L, é a) m g d1 / (F d) b) m g L d1 / (F d2) L c) m g d21 / (F d2) 2 2 d) m g d / (F d 1) α 2 2 e) (F d ) / (m g d 1) d1 IMPRIMIR GABARITO Volt r

Av nç r

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FÍSICA - Eletrostátic

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23. ( ) O potenci l elétrico. num região de c mpo elétrico uniforme.s e. puntiforme e positiv . encontr m-se isol d s um s d s outr s no vácuo (const nte eletrostátic K0). f st ndo.Eletrostátic ¡ (08) As três esfer s present m mesm c p cid de eletrostátic . V Consider ndo-se c rg Q em repouso. coloc ndo 3 em cont to com 2. cri . pós os cont to s. coloc ndo em cont to com 2. 2. 1. Ness s condições. ( ) A c rg de um condutor. de r i os R. UFBA Três esfer s metálic s idêntic s. eletriz d com c rg Q. ( ) O potenci l. su c p cid de eletrostátic duplic rá. num ponto P à su volt . Unic p-PE N figur QA 5m D 6m 5m 8m C QB 6 ( ) O módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QA. r zão E fornecerá 01) o v lor de Q. é cons t nte. (16) Reduzindo-se o r io d esfer 3 à met de. Q . GABARITO IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . f st ndo. 24.3 x 104 V. A s esfer s 1 e 2 estão neutr s. é corret o firm r: (01) Coloc ndo-se esfer 1 em cont to com 3. em s eguid .22. 05) o tr lho d forç elétric p r m n ter Q n posição consider d . sendo C1 e C3 s c p cid des C1 + C3 eletrostátic s d s esfe r s 1 e 3. 04) intensid de d forç elétric e ntre Q e um c rg de prov coloc d em P. 3 (02) O módulo do vetor c mpo elétrico. é igu l o módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QB no ponto C. e 3. é 6. e m seguid . um c mpo elétrico de intensid de E e um potenci l elétrico V. no ponto C. e 3. será igu l (04) Coloc ndo-se esfer 3 em cont to com 1. ( ) O tr lho necessário p r se desloc r um c rg de prov de C p r D é independente do v lor d c rg e é numeric mente igu l à energi potenci l elet rostátic do sistem . (32) Lig ndo-se s esfer s 1 e 3 por um fio de c p citânci desprezível. 02) distânci ent re P e Q. S lv dor-BA Um c rg Q.s e. o potenci l de e uilí rio entr e el s será igu l Q . c rg elétric d esfer 1. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ixo QA = 32 µC e QB = 18 µC [O meio é o vácuo] ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . no ponto C. no interior d esfer 3. 03) const nte eletrostátic do meio. U. é igu l zer o. está conc entr d em seu centro. o potenci l elétrico no interior d e sfer 3 será const nte e diferente de zero. em e uilí rio eletrostático.

com c rg s elétric s igu is. como n situ ção II. possui. são inici lmente coloc d s como descrito n situ ção I. p roxim -se um d s esfer s de P. PUC-SP Um ot lmente p r uecedor de imersão (e ulidor) dissip 200 W de potênci . Fuvest-SP Du s pe uen s esfer s. medid p rtir do centro de um esfer metálic c rreg d . Qu l gráfico melh or represent o módulo do c mpo elétrico. reduzindo-se à met de su distânci té esse ponto. n s du s situ ções indic d s. Situ ção I Situ ção I 26. produzido pel esfer ? ) E d) E 7 0 o r 0 o r ) E e) E 0 o r 0 o r c) E 0 o r GABARITO ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¢¡ 27. c) mesm direção e m ior intensid de em I. O c mpo elétrico em P. utiliz d t uecer 100 g de águ . d) direções diferentes e m io r intensid de em I. e) direções diferentes e m ior intensid de em II.25. E. UFPE As figur s ixo mostr m gráficos de vári s funções versus distânci r. Qu l v ri ção de temper tur ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . P P ) mesm direção e intensid de. o mesmo tempo em ue se duplic distânci entre outr esfer e P. no pl no ue contém o centro d s du s esfer s. lig d s por um rr isol nte. Em seguid . de r io 0. dur nte 1 minuto. ) direções diferentes e me m intensid de.

) Qu tro vezes menor. e) Oito vezes menor.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ sofrid pel águ ? Considere 1 c l = 4 J e cágu = 1 c l/g°C. nov distânci entre s c rg s 1 e 2 deverá ser: IMPRIMIR ) Qu tro vezes m ior. P r u e est forç sej 16 (dezesseis) vezes m ior. It ju á-MG Du s c rg s elétric s 1 e 2 se tr em com um forç F. c) Dezesseis vezes m ior.28. M. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ . d) Oito vezes m ior. F. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .

UFR-RJ Segundo o princípio d tr ção e repulsão. d) su c rg tot l é +Q e su m ss tot l é nul . 33. s esfer s são coloc d s em cont to. Em seguid . e por outro corpo de m ss M. ) proporci on l o u dr do d distânci entre s c rg s. e) su c r g tot l é nul e su m ss tot l é 2M. As esfer s são. d) torn -se positiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg Q. d III. corpos eletriz dos com c rg s de m esmo sin l se repelem e com sin is contrários se tr em. não há forç entre s esfer s. en u nto o nêutron é fo do próton é igu l 1 u d v lem. c) em I. ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 31. ) su c rg tot l é nul e su m ss tot l nul . podemos. então. s esfer s se tr em e em III. el s se tr em. s esfer s estão sep r d s um d outr . comp r d com forç d gr vid de.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ I II rm r sfer ) em ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ III Consider ndo-se s situ ções represent d s n s figur s I e III. 30. c rreg do positi v mente com c rg Q. d) um forç d e c mpo. c rreg do neg tiv mente com c rg Q. PUC-RJ Se lgum o jeto d uire um c rg elétric positiv Q. firm r ue lgum outro o jet o ) torn -se neg tiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg –Q. Se c rg elétric nid de de c rg e do nêutron igu l zero. não há forç entre s esfer s. respectiv m – 3 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . UFMG Du s esfer s metálic s idêntic s – um c rreg d com c rg elétric neg tiv e outr eletric mente desc rreg d – estão mont d s so re suportes isol ntes. 8 GABARITO 32. como mostr do n fi gur III. então. U. em III. e) torn -se m gnetiz do. O módulo d forç de tr ção ou r epulsão mencion do cim é c lcul do tr vés d lei de Coulom . c) su c rg tot l é +2 Q e su m ss tot l é 2M. ) torn -se c rreg do com c rg Q. s e s se repelem e. c) um forç de cont to. el s se repelem.29. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . f st d s um d outr . F. Em rel ção este sistem pode-se dizer ue: ) su c rg tot l é –Q e su m ss tot l é 2M. como se vê n figur II. O próton é form do de 2 u rks do tipo u e 1 u rk do tipo rm do de 2 u rks do tipo d e 1 do tipo u. e) fr c . ) em I. c) torn -se c rreg do com c rg –Q. s c rg s de u e ente: 2 1 2 1 c) – 3 e 3 ) 3 e 3 2 1 ) – 3 e – 3 2 1 d) 3 e m d s u rks: os u rks u e d. é correto fi ue: ) em I. mostr d n figur I. UERJ Prótons e nêutrons são constituídos de p rtícul s ch d. So re est forç é correto firm r ue el é ) invers mente proporcion l o produto d s c rg s. Viços -MG Um sistem é constituído por um corpo de m ss M. N situ ção inici l.

) O c mpo elétrico no i nterior de um condutor em e uilí rio eletrostático é nulo. respond : ) u is os sin is de c rg s 1 e 2? ) forç eletrostátic entre s c rg s é de repulsão? Justifi ue. Por ue F r d y n d sofreu.1 2 O serv ndo figur cim . UFMG Du s c rg s elétri c s idêntic s estão fix s. sep r d s por um distânci L. d) O v lor do potenci l elétrico e do c mpo e létrico são const ntes dentro e for d g iol . 35. . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ f st d s um distânci d ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢  . um d s c rg s é solt e fic livre p r se mover. introduziu o conceito de c mpo n Filosofi N tur l. Unirio Mich el F r d y. 9 ) F ) F L d L d c) F d) F L d L d 36. m s dentro d g iol este potenci l não re liz tr lho. UFR-RJ A figur ixo mostr du s c rg s 1 e 2. no ent nto. Consider ndo ess s inform ções. c) O c mpo elétrico não é c p z de produzir cho ues em pesso s pres s em lug res fech dos. Em um certo inst nte. Com g iol c rreg d . en u nto uem de for encost sse n s gr des sem est r devid mente isol do sofri um desc rg elétric doloros . ue tu so r e c rg ue se move. em função d distânci d entre s c rg s. ssin le ltern tiv cujo gráfico melhor represent o módulo d forç elétric F. e s linh s de c mpo do c mpo eletrostático cri do. for d g iol . p rtir do inst nte em ue c rg é solt . F r d y c minh v sem sentir u l uer efeito d eletricid de rm zen d em su s gr des. Um de su s demonstr ções d e xistênci do c mpo elétrico se re lizou d seguinte m neir : F r d y construiu um g iol metálic perfeit mente condutor e isol d do chão e levou p r um pr ç . e) A diferenç de potenci l elétrico ent ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ 34. existe um c mpo elétrico não nulo. en u nto s pesso s for d g iol podi m lev r cho ues? ) O potenci l elétrico dentro e for d g iol é diferente de zero . um dos fund dores d modern teori d eletricid de. Lá el e se tr ncou dentro d g iol e ordenou seus jud ntes ue c rreg ssem de el etricid de e se f st ssem.

Eletrostátic ¢ ¡ re pontos dentro d g iol e entre pontos d g iol com pontos do exterior é mes m . C lcule: ) o r io d menor esfer ue pode ser c rreg d té o potenci l de 106 volts sem risco de desc rreg r tr vés do r seco. 37. m s. Use ke = 9 X 109 Nm2/C2 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . ) c rg Q rm zen d nest esfer . em um circuito fech do. u ntid de de c rg ue é retir d é igu l à uel ue é post . UFRJ S e-se ue u ndo o c mpo elétrico tinge o v lor de 3 X 106 v olts/metro o r seco torn -se condutor e ue nest s condições um corpo eletriz do pe rde c rg elétric .

ix ndo. ) O p relho de r condicion do é cion do utom tic mente u ndo t emper tur do m iente tinge 27°C. ) Determine potênci elétric consumid pelo p relho de r co ndicion do. Cor f (101 4 Hz) vermelh 3. Seus centros estão dist ntes entre si 20 20 cm cm. E.109 Nm2/C2.6-7. c) III.0 .0 X 105 N/C. 10-13 N/C e) 8.0. Num certo ins t nte.0-5. A eficiênci do p r elho é de 50%.7 GABARITO ) S endo ue fotossíntese ocorre predomin ntemente n s folh s verdes. conforme ilustr figur ixo. Nest situ ção. Unic mp-SP U m escritório tem dimensões igu is 5m x 5m x 3m e possui p redes em isol d s.44 N/C d) 16. O módulo deste c mpo elétrico é just do té ue gotícul p sse c ir com movimento retilíneo e uniforme. e c d um lig seu microcomput dor.38. O c mpo elétrico result nte será nulo no ponto ) I. desc rreg d s e P isol d s um d outr . ) II. UFR-RJ Du s pe uen s esfer s puntiformes. c i vertic lmente no vácuo. de m ss m = 9. Considere c rg de um elétron igu l 1. Vunesp A fotossíntese é um re ção io uímic ue ocorre n s pl nt s. O p relho de r c ondicion do inst l do tem c p cid de de diminuir em 5°C temper tur do escritóri o em mei hor . x II d xV 39. Juiz de For -MG Um gotícul de óleo. u l o v lor do módulo do c mpo elétrico? ) 3. energi r di nte d o Sol tinge superfície d Terr com intensid de de 1000 W/m2.72 N/C c) 1. d) IV.10-19 C e const nte dielétric do meio igu l 9. Qu l é o v lo r do c mpo elétrico no ponto médio (P) d distânci ue sep r os centros d s esfer s? ) 0 ) 0.1 zul 6. p r u l é nec ssári energi d luz do Sol. e) V. eletriz d s com c rg s 4Q e –Q estão f ix s nos pontos e conforme mostr figur ixo. Cerc de 5. A e B.8-5.0 X 10-3 N/C. U. Se áre de um fo lh expost o Sol é de 50 cm2 e 20% d r di ção incidente é proveit d n fotossíntese. condutor s.0 X 107 N/C.0 m rel 5. 10-13 N/C 41.0 .8-4.0 X 103 N/C.2 x 10-19 c. u l energi sorvid por ess folh em 10 minutos de insol ção? 42.106 elétrons são retir dos d esfer A e tr nsferidos p r esfer B.0.2-6. 6 violet 6.6 x 10-15 kg e c rreg d com c rg elétric = -3. vertic l e pont ndo p r i xo.2 kg/m3. Cheg m então s 4 pesso s u e nele tr lh m. T nto um pesso como um microcomput dor dissip m em médi 100 W c d n form de c lor. Inic i lmente temper tur no interior do escritório é de 25°C.8 l r nj 4. Qu nto tempo depois d ch eg d d s pesso s no escritório o p relho é cion do? IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . d) 8. F. ) Num determin do loc l. cujo espectro de fre üênci s é d do seguir. de u l ou u is f ix s de fre üênci s do espectro d luz sol r s pl nt s sorvem menos en ergi nesse processo? Justifi ue.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ d d x I 4Q d x III –Q d x IV ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . com s pesso s presentes e os micros lig dos. ) 2.6.1-6. Considere o c lor específico do r igu l 1000 J/kg°C e su densid de igu l 1. S nt C s -Vitóri -ES Tem-se du s pe ueA B n s esfer s.p r 25°C. lig se nest região um c mpo elétrico uniforme. 10 40. c) 5.2 verde 5.

Av nç r ¡ ¡ .

sep r d s pel distânci 2 e simétric s em rel ção o eixo x. de m teri is diferentes. intensid de d forç eletrostátic entre el s ument rá 4 vezes. M ringá-PR Considere du s esfer s condutor s. ) Apen s s firm tiv s I. III e V são verd deir s. IV e V são verd deir s. é possível o ter-se corpos eletriz dos com u ntid des diferentes de c rg s. ue tu so re c d um d s esfer s. e) Um c rg + coloc d ilíne . III. Se um corpo está eletriz do. E.Ao serem trit dos. 04) O potenci l elétrico. N eletriz ção por indução. Us ndo K = 9. desloc ndo-se vertic lmente p r ixo. 7. então está eletriz do. So re n turez dos corpos (eletriz dos ou neutros).25. V. U.2. possuindo. U. c) A forç elétric ue tu ri em um c rg c l com sentido p r cim . 0 8) Ao do r r-se o r io d s esfer s. ssin le ltern tiv corret : ) Apen s s firm tiv s I. intensid de d forç el etrostátic p ss rá v ler. ) O potenci zero. respectiv mente.109 N.109 N.43. proxim d mente.0. Londrin -PR C mpos eletriz dos ocorrem n tur lmente no nosso cotidi no . v le.0. 7. proxim d mente. So re s firm tiv s cim . é nulo. II. 45. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . forç elétric result nte so re ess esfer v lerá. d) A forç elétric ue B teri sentido p r cim . 11 GABARITO 44. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. E. 9.109 N/C. IV. e) Apen s s firm tiv s II. devido o princípio de conserv ção d s c rg s elétric s. se um terceir esfer for coloc d no ponto médio d distânci entr e s du s já existentes. c) Apen s s firm tiv s I e IV são verd deir s. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. 16) Ao retir r-se 5 C de c rg d esfer neg tiv mente c rreg d e deposit r-se so re esfer positiv mente c rreg d . t m ém. T is cho ues são devidos o f to de est rem os utomóveis e letric mente c rreg dos. E. c onsidere s firm tiv s seguir: I. um c rg de + 10 C. 32) Consider ndo o enunci do dest uestão. Um corpo neutro é uele ue não tem c rg s elétric s. É cor o firm r: Y – B x O IMPRIMIR ) O c mpo elétrico no ponto O é nulo. As esfer s se encontr m sep r d s por um distânci de 10 m. com r ios igu is 10 cm e c rg s de +10 C e -10 C. Um exemplo disso é o f to de lgum s vezes lev rmos pe uenos cho ues elétricos o encost rmos em utomóveis. Londrin -PR A figur ixo mostr du s c r g s elétric s + e – . ssin le o ue for correto. II e III são verd deir s. 2. torn m-se eletri z dos com c rg s opost s. dois corpos neutros. proxim d mente. IV e V são verd deir s.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ + l elétrico no ponto O é diferente de + coloc d em B teri direção verti tu ri em um c rg – coloc d em em B present rá tr jetóri ret ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . d) Apen s s firm t iv s II. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s.2. proxim d mente. Se um corpo tem c rg s elétric s . então o número de c rg s elétric s neg tiv s e positiv s não é o mesmo.1010 N. 02) A intensid de do c mpo elétrico result nte. U. 01) A intensid de d forç elétric . v le.109 Nm2/C2.

Ess distri uição de c rg produz no ponto P1. 08) S e coloc rmos um outr esfer com c rg + . ssin le o ue for correto: – P – 01) No ponto P. um c sc esféric de r io 2R. U. Se outr c rg . 32) Se for coloc d um outr c rg + . porém uniformemente distri uíd so re su super fície. II e III. IMPRIMIR Volt r ¡ ¡ ¢ I II III 46. o sistem se neutr liz rá. 04) A energi potenci l do sistem form do pel s du s esfer s eletriz d s é invers mente proporcion l o u dr do d distânci entre el s. A figur (II) represent . em corte. o c mpo elétrico result nte é nulo. ) Dependente d posição d nov c rg no interior d c sc . est esfer perm necerá onde está e s esfer s extern s se vizinh rão el . 48. Em u is desses o jetos o c mpo elétrico é nulo em u l uer ponto d c vid de intern ? ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . d) F/2.) Apen s em I. e su s c vid des int ern s se ch m v zi s. três o jetos de form s geo métric s diferentes. um esfer m ciç de r io R. uniformemente distri uíd em todo o seu volume. ) Apen s em II. no ponto P. 16) Retir ndo-se s forç s extern s e coloc ndo-se um outr esfer co m c rg + . coloc d no interior de um c sc e sféric . du s esfer s idêntic s. d) Apen s em II e III. um c mpo elétrico de intensid de E1.F. UFRS A figur ixo represent . o potenci l elétri co result nte é nulo. forç result nte so re e l será nul . 12 47. U. Os o jetos são ocos. de mesmo módulo e sin l contrário. Ness s condições. so ção d e forç s extern s. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. conforme figur . UFRS A figur (I) represent . um c mpo elétrico de intensid de E2. e) Em I. tot lmente fech dos. (I) R (II) d 2R P 1 P 2 d GABARITO Selecione ltern tiv ue express corret mente rel ção entre s intensid des de c mpo elétrico E1 e E2: ) E2 = 4 E1 ) E2 = 2 E1 c) E2 = E1 d) E2 = E1/2 e) E2 = E1/4 49. contendo c r g elétric Q. feitos de m teri l om condutor. Ess distri uição de c rg produz no ponto P2. A superfície de c d um dos o jetos está c rreg d com c rg elétric estátic de mesmo v lor Q. no ponto P. um distânci d do centro d esfer m ciç . E. for t m ém introduzid no inte rior dest c sc . sendo P o ponto médio entre el s. eletriz d s. em corte. o fluxo do vetor c mpo elétrico tr vés d superfície terá v lor: ) 2 F. 02) No ponto P. em corte. no ponto P. c) Nulo. ue se encontr m em reesfer cu o pirâmide pouso. c) Apen s em I e II. à mesm distânci d do centro d c s c esféric . M ringá-PR So re um pl c horizont l fix são m ntid s em repouso. Juiz de For -MG Um c rg elétric . produz um fluxo do vetor c mpo elétrico igu l F tr vés d superfície d c sc . contendo mesm c rg elétric Q.

Eletrostátic ¡ ¡ .Av nç r ¡ FÍSICA .

U. Pont Gross -PR So re o c mpo elétrico ger do por um c rg elétric . 16) Os vetores c mpo elétrico E2 e E4 se nul m. UERJ Du s p rtícul s eletric mente c rreg d s estão sep r d s por um distânci r. 02) Os vetores c mpo elétrico E1 e E3 se nul m. Considere o ponto médio M ue se m ntém e üidist nte de seus centros e suponh ue s esfer s sej m proxim d s. c)EM e VM não se lter m. Dê como respost som d s lt ern tiv s corret s. ssin le o ue for correto: 01) E4 é o vetor c mpo elétrico result nte. )EM e VM diminuem. serão o tidos Joules de energi c lorífic e luminos . pode-se firm r ue )EM e VM ument m. m s não se toc m.M. 04) E1 e E2 de termin m o vetor c mpo elétrico result nte. tem v lor de 27. 4 m de distânci de um c rg ger dor ue mede 48 µC. F. O gráfico ue melhor express v ri ção do módulo d forç eletrostátic F entre el s. U. ssi n le o ue for correto: 01) Pode ser medido em Volt por metro. como c lorífic e luminos . + E2 0 E1 E3 – E4 M IMPRIMIR GABARITO 54. C xi s do Sul-RS Ap relhos elétricos convertem energi elétric em outros tip os de energi . 08) No interior de um condutor esférico em e uilí rio eletrostático. Triângulo Mineiro A figur represent du s esfer s co ndutor s idêntic s. é: ) ) c) d) 13 52.50.109 unid des MKS). e)EM não se lter e VM ument . é nulo num determin do ponto. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s.103 N/C. por exemplo. Pont Gross -PR Du s c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrário s cri m um c mpo elétrico E no ponto O. sendo EM o módulo do vetor c mpo elétrico em M e VM o v lor do potenci l elétrico e m M. Lig ndo-se. U. 04) É um gr ndez esc l r. Ass in le ltern tiv ue complet corret mente l cun d inform ção cim . 51. em função de r. 08) O vetor c mpo elétrico result nte é nu lo. conforme mostr figur ixo. d)EM ument e VM não se lter . E. 53. Ness s cond ições. ) 100 ) 600 c) 1000 d) 6000 e 60. é diferente de zero. E. Com rel ção os vetores desse c mpo elétrico. 02) Num ponto sit u do no vácuo (K = 9.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . com c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrários. um lâmp d de 100 W. poi d s em suportes isol ntes.000 Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . dur nte 10 min utos. 16) Qu ndo ger d o por vári s c rg s elétric s puntiformes.

é sempre diferente de zero. com c rg elétric neg tiv em excesso. 02) O c mpo elétrico. com módulo E = 100 N/C. por ue um estrutur metálic lin d o seu interior contr efeitos elétricos externos. ( ) A diferenç de potenci l e létrico. ( ) Cátions existentes n tmosfer tendem mover-se p r cim . mesmo u ndo su metido temper tur s elev d s.55. no interior de um condutor eletriz do em e uilí rio eletrostático. é correto firm r: ( ) A Terr é um corp o eletriz do. Dê como respos t som d s ltern tiv s corret s. ssim. 16) Como rigidez dielétric do r é 3 x 106 N /C. 32) Devido o poder d s pont s. f zendo com ue o exc esso de c rg se loc lize n superfície do condutor. UFRN N f ric ção de ferros de engom r (ferros de p ss r roup ). d) ix rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. entre um ponto A e um ponto B. evit ndo. volt d p r Terr . A primeir del s é impedir ue h j v z mento de corrente elétric d resistênci p r c rc ç do p relho. en u nto ue ânions tendem mover-se p r superfície terrestre. A e C. no int erior de um condutor eletriz do. c rg ue podemos tr nsferir um corp o condutor ponti gudo é menor ue c rg ue podemos tr nsferir p r um esfer c ondutor ue tenh o mesmo volume. o ris co de cho ue elétrico. UFPR Um físico re liz experimentos n t mosfer terrestre e conclui ue há um c mpo elétrico vertic l e orient do p r sup erfície d Terr . situ do 2 m ixo de A. dist ntes 2 m entre si e situ dos um mesm ltitude. f zendo com ue p rte inferior dest . no interior de um condutor c rreg do. ( ) O tr lho re liz do pe l forç elétric p r desloc r um c rg elétric de 1µC entre dois pontos. 04) Um pesso dentro de um c rro está protegid de r ios e desc rg s elétric s. n tmosfer . du s d s preoc up ções d indústri dizem respeito o dielétrico ue é us do p r envolver resistênci . como uel s ue podem existir num ferro de engom r. UFSC Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) O c mpo elétrico. Em vist disso e sendo mic o dielétrico preferido dos f ric ntes desse utensílio doméstico. ( ) Este c mpo elétrico induzirá c rg s elétric s em um nuvem. sej c rreg d positiv mente. 08) Num região ponti gud de u m condutor. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . é nulo. 56. conclui-se ue el deve ter ) lt rigidez die létric e lto ponto de fusão. ) lt rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. GABARITO IMPRIMIR 57. Consider ndo ue p r um pe uen região d superfície terrestre o c mpo elétrico é uniforme.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . c rg máxim ue podemos tr nsferir um esfer de 30 cm de r io é 10 microCo ulom s. 14 64) O potenci l elétrico. é nulo. A segund é us r um m teri l cujo est do físico não sej lter do . há um concentr ção de c rg s elétric s m ior do ue num região pl n . é de 200 V. é 200 µJ. esponsável pelo uecimento do ferro. por is so intensid de do c mpo elétrico próximo às pont s do condutor é muito m ior do ue n s proximid des de regiões m is pl n s. c) i x rigidez dielétric e lto ponto de fusão.

pois está preoc upado com o aumento do consumo de energia e étrica (E) e. respectiv mente. Lem re ue: E = P • t. do Norte. oper ndo à ddp de 100 V.0 Ω e outro de 10. N e ton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. ∆θ = θfin l – θinici l é v ri ção d temper tur nici l e θfin l. Ne ton a fazer a estimativa da temperatrua (θfin l) em ue ele tom rá seu nho morno.15 58. A partir do diâmetro do cano que eva água ao chuveiro. s temper tur s inici l e fin l d águ . comuns ) para a vo tagem (V) do Rio G. resistênci elétric do uecedor. O Sr. e e sabe que a quant idade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30.25 g. e e ouve. 59.Eletrostátic ¡  ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡     ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¢ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  £  ¡ . elev temper tur de 5 de águ de 20 °C p r 70 °C. onde = 1cal/g °C é o calor específico da água. que toda a energia e étrica (E) é dissipada na forma de ca or (Q) pe o resistor do chuveiro.2 c l.0 Ω por onde circu a a corrente (i) que aquece a água. que é 220 V: um com resistência e étrica (R) de 20. Lembre que: P = V • i e V = R • i. ue pen s “ ue re friez ” da água. Newton v i o comércio e solicit do vendedo r um chuveiro de pouc potênci (P). determine. Ajude o Sr. Ne ton deve esco her. no rádio. temper tur c i um pouco em vári s cid des d o Rio Gr nde do Norte. que a temperatura na sua cidade permanece estáve . O Sr. em um interv lo d e 20 minutos. a) Qua dos dois chuveiros o Sr. Q = mc∆q. UFBA Um uecedor. por conseguinte. sendo tota mente absorvida pe a água. tendo em vista sua preocupação econôm ica? Justifique. UFRN Nos meses de m io e junho. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . em ohms. Admitindo-se ue tod energi elétric é tr nsform d em energi térmic e consider ndo-se ue águ tem densid de de 1 g/cm3 e c lor específico de 4J/g • °C. A ém disso. Ne ton supõe . b) Após fazer sua esco ha. onde t represent tempo. o Sr. ue podem ser medid s em gr us Celsius e 1 Joule ≅ 0. como primeira aproximação. O vendedor he oferece dois chuveiros (ôhmicos. com o a umento da sua conta mensa . na marca dos 23°C. Isso f z com ue lgum s f míli s p ssem utiliz r o chuve iro elétrico p r um nho morno.

D 15. A 20.) tr ção 35. 1 + 4 + 8 + 32 56. ) E = 600 J 42. B 13. ) 1/3 m ) 1/27 (1/27).F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1.Eletricidade Avançar ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢ ¡  . 1 + 3 51. 03 17. C 36. B 11. D 14. B 37. D 30. C 52. D 4. A 40. E 18. C 48. 1 + 8 + 16 50. C 46. E 28. C 31. 12 W IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . B 29. C 3. 02 24. C 41. D 12. E 47. B 44. V-V-F-F-V 57. F-V-V-F 6. D 39. C 9. A + 34. A 27. E 55. C 33. ) P = 2100 W ) ∆t = 225 s 43. D 32. 15 2. A 58. 03 8. F-F-V-F-F 19. C 22. E 7. B 26. A 54. C 16. V-V-F-F-F 23 . V-F-V-F-V-F 5. a) 20 W b) 39 °C 59. ) N s f ix s d s cores verde e m rel ue são refletid s pel s folh s . C 49. 2 + 4 + 8 + 32 25.10-3 C 38. 1 + 2 + 4 + 16 + 32 45. ) 1 . 2. A 10. 1 53. D 21.

menor será a resistência tota do circuito e étrico da sua casa e. Suponha que toda a rede da sua casa seja igada a um disj untor que imita a corrente de entrada para evitar um superaquecimento dos fios e étricos da rede. Assim sendo. A respeito. na época da seca. caso exista. ( ) A corrente e étrica não varia ao ongo de um fio e nem se a tera ao passar por um resistor. no percurso da corrente elétrica. UFMT A energia e étrica que supre as residências pode ser produzida de muitas formas diferentes. UnB-DF Suponha que uma pessoa em Brasília. (02) a igação desses apare hos. ( ) A corrente e étrica através da resistênci a do chuveiro se tornou menor. em kΩ. 2. remover a metade danificada da resistência. No instante em que a mão estiver suficientemente próxima ao carro. ca cu e. Constatou que apenas metade da resistência estava da nificada. não é feita em série pois se assim fosse. então. UFMT Ao verificar que o seu chuveiro não mais funcionava. (04) todos os apare hos estão submetidos à mesma tensão de en trada da rede (120 V ou 220 V). 1 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . 4. Despreze a parte fr acionária de seu resu tado. conseqüentemente. UFMS Quando em sua casa vários apare hos e etrodomésticos estão em funcionamento. é correto afirmar que (01) para a igação desses apare hos na rede e étrica da sua casa é feita uma associação de resistências e étricas em para e o. pois assim o chuveiro ainda poderia continuar a funcio nar com metade da resistência origina . atingirá o solo. não há perda de energia no processo da passagem da corrente e étrica por fios e resistores. ( ) A diferença de potencia na resistência se tornou maior. aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresenta uma diferença de potencial de 10000 V com relação ao solo. (08) quanto maior for o número de apare hos igado s. ( ) A corrente e étrica que chega às residências é contínua. (16) para uma rede e étrica com tensão de en trada 120 V e um disjuntor de 30 A. na rede e étrica da sua casa. ju gue os itens. ( ) A função dos transformadores insta ados nos postes das ruas é converter a tensão da rede e étrica externa num va or compatíve com a tensão idea para os e etrodomésticos. a resistência míni ma que o ar deve ter para que a descarga não mate essa pessoa. Sabendo que a resistência do corpo da pessoa. a soma das a ternativas correta s. um estudante de e etrotécnica reso veu desmontá.o. pelo corpo da pessoa e. Dê. como resposta. fluirá uma co rrente que passará pelo ar. ju gue os itens. através do seu pé. conectando a metade intacta novamente. Diante disso. Reso veu. ( ) A energia consumida pe o chuveiro se tornou menor.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1. é de 2 000 Ω e que uma corrente de 300 mA causará a sua morte. o mínimo va or que se pode ter da resistência e ét rica da rede da sua casa é de 40 Ω. é possíve des igar um de es e os demais conti nuarem em operação norma . ( ) Qui o att-hora é unidade de potência. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro se tornou maior. 3. a interrupção da corrente e étrica em um de es acarretaria o des igam ento de todos os outros. m ediante processos de captação e transformação de energia. Em re ação a esse tema. maior será a corrente tota que entra na sua casa e maior será o va or da conta de e nergia e étrica a ser pago no fina do mês. uma vez que as âmpadas têm bri ho constante.E etrodinâmica Avançar                      £                                             .

10. a p otência dissipada no dispositivo é de 30 W. é equipada com um chuveiro e étrico cujas especificações nominais são 220 V –5400 . ( ) A resistência de um condutor é inversamente proporciona ao seu comprimento. evando em conta os va ores informados.5 Ω. ( ) A associação do item anterior. quando submetida a uma d. b) II é correta. c) III é correta. i(mA) 100 80 60 40 20 2 GABARITO 0 100 200 300 V(V) I. O dispositivo obedece à ei de Ohm.7 — 10–2 Ωmm2/m a resistividade do cobre. cuja área da secção transversa é igua a 2mm2. dissipará uma potência de 6 atts. a parce a dessa conta correspondente apenas à uti ização do chuveiro e étric o. Qua a corrente do feixe em unidades de 10–4? a) 13 d) 19 b) 15 e) 23 c) 17 8. e) II e III são corretas. em média. Quando submetido a 300 V. U. é 1. ( ) O chuveiro e étrico é uma ap icação do efeito Jo e. onde residem 7 pessoas. Despreze a parte fracionária da respost a. Nessa casa são tomados. em p orcentagem.Cató ica-DF Uma residência de c asse média.P de 2 vo ts.d. sua resistência é de 5. verifica-se que o va or médio do qui o att-hora (kWh) é de R$ 0. Quando os terminais do dispositivo estão submetidos a 100 V.90. Qua o número inteiro que mais se aproxima do va o r da potência máxima. Ca cu e. 7. UFPE Suponha que o feixe de e étrons em um tubo de imagens de t e evisão tenha um f uxo de 8. é percorrido por uma corrente e étrica de intensidade 4A. que essa usina poderia gerar sem perdas signi ficativas de energia? 6. quando submetido a uma tensão de 34V. Unicap-PE Assina e verdadeiro ( V) ou fa so (F): ( ) O resistor é um dispositivo capaz de transformar energia e étri ca em ca or. por dia.1 x 1015 e étrons por segundo. em metros. Supondo-se constante e ig ua a 1. é igu a a 01) 200 04) 800 02) 400 05) 1000 03) 600 9.E etrodinâmica Avançar                          £  £                 £     . caso exista. UFMT Engenheiros de uma companhia hidre étrica pretendem projetar uma pequena u sina aproveitando um desníve de terreno de 80 metros.5. Observand o a conta de energia e étrica do mês de novembro.20 e que o tota da conta foi R$ 145. II. igados em par a e o. o comprimento do fio. III. ( ) A resistência equiva ente de dois resistores de 3 Ω.0 — 103 Ω. por onde corre um rio com v azão de 25000 itros por segundo. Pode-se afirmar que SOMENTE a) I é correta . Sa vador-BA Um fio de co bre. d) I e II são corretas. Unifor-CE Para certo dispositivo foi representada a curva corrente x tensão e foram feitas três afirmações. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 10 banhos de 15 minutos cada. em MW – mega atts. U.

a) 2. Sobre as afirmativas acima. havi a apenas âmpadas de 60W. pode-se conc uir que apenas a) a I está correta.0 Ω.0 e 8. Nessas condições. d) a I e a II estão corre tas. a resistência entre os seus dedos caiu de 4 00 kΩ para 300 kΩ. II. II. c) a III está correta. são. se a associação tivess e sido feita em para e o. é inversamente proporciona a ddp ap icada e diretamente proporciona à resistência e étrica do resistor. UFR-RJ As afirmações abaixo referem-se à corrente e étrica.11. UERJ Num detector de mentiras. Corr ente e étrica é o movimento ordenado de e étrons em um condutor.E etrodinâmica Avançar                                           . a idéia de associar em série duas âmpadas idênticas entre aque as que possuí . b) apenas I. em ampères. Feita a associação. A corrente e étrica que passa pe as duas âmpadas assoc iadas é a mesma. Corrente e étrica. de força e etromotriz 20 V e resistência interna 2. de: a) 5 c) 15 b) 10 d) 20 15. Nesse caso. U.0 Ω. a ddp em cada u a das âmpadas será de 110V. Podemos afirmar que está(ão) incorreta(s). respectivamente. Ao responder a uma pergunta. Considerando as âmpadas resistores ôhmicos. Considerando ta situação. e) todas. a corrente no circuito.0 c) 2. e a t ensão nos terminais da bateria. que passa por e as.0 e 16 b) 2. d) apenas III. III. em µA. b) a II está correta. fabricadas para serem uti izadas em 110V. cuja vo tagem da rede é 220V. a) nenhuma de a s. é igua à corrente que passaria por cada uma. ana ise as proposições: I. em vo ts. c) apenas II. iga-se um resistor de 8. 3 13. a corrente e étrica. I. a corrente no detector apresentou variação. em um resistor ôhmi o. Neste caso: a) qua a resistência interna da bateria? b) qua a máxima potência desta bateria? GABARITO 14. A fenas-MG Numa casa. uma tensão de 6 V é ap icada entre os dedos de um a pessoa. UFR-RJ O gráfico abaixo representa a curva de uma bateria de certa marca de au tomóve . Unifor-CE A uma bateria. e) a I e a III estão corretas.5 e 10 12. O dono da casa teve. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . então. Corrente e étrica é o movimento de íons em uma so ução e etro ítica. U (V) 15 60 i (A) Quando o motorista iga o carro tem-se a corrente máxima ou corrente de curto circ uito. III.

se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de contat os situados nas duas ext emidades do dispositivo. Sob e tais fios. d) A esistência do dispositivo independe de sua fo ma.Elet odinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . traba hando nas condições fornecidas pe o fabricante . b) A esistência elét ica do d ositivo é independente do comp imento L. E. 19. no t echo em que o pássa o está pousado. a esistência elét ic a se á dada po R = ρ A/L. U. a potência dissipada po A é maio que a di ssipada po B.7 Ω. mas a esistência elét ica de A é a metade da esistência de B. 18.76 Ω. o que me hor representa a resistência e étrica do apare ho. FÍSICA . ( ) Quando ligados em pa alelo. a co ente elét ica que passa po A é igu al à co ente elét ica que passa po B. a potência dissipada po B é m aio que a dissipada po A. ( ) A esistência do fio ent e os pés do pássa o se á maio se o diâmet o do fio fo meno . têm o mesmo comp imento. uma mãe que gosta muito de e etrodomésticos.16. a quantidade de ca ga que passa pelo pássa o é igual a 6 x 10-4 C. Entre os va ores abaixo. ( ) A ene g ia dissipada no co po do pássa o em um inte valo de tempo t é igual ao p oduto da di fe ença de potencial ent e seus pés pelo inte valo t. UFR-RJ Beatriz. Sob e este fato e usando os conc eitos da elet icidade. e) 12. b) 16. Com base nestes dados. d) 6.98 Ω. é co eto afi ma : ( ) Supondo que a esistência do fio ent e os pés do pássa o seja muito meno que a esistência de seu co po. UFPR Pássa os são comumente vistos pousados em fios de al ta tensão desencapados. a tensão elét ica em B é maio que a tensão elé ica em A. sem que nada lhes aconteça. a co ente que pas sa pelo co po do pássa o se á desp ezível. é co eto afi ma : a) A esistência do dispositivo é dada pela elação R = ρ A/L. é a soma das esistências do pássa o e do pedaço de fio ent e seus pés. ganhou de seu marid o um forno e étrico para sua cozinha. c) A esistência elét ica do dispositivo se á d ada pela elação R = ρ L/A. ( ) Quando pe co idos po co ente elét ica de igual intensidade. ( ) A esistência equivalente do conjunto pás sa o e fio. Londrina-PR Um materia de resistividade ρ é utilizado pa a const ui um dispositivo esistivo cilínd ico de c omp imento L e secção eta t ansve sal A.4 Ω. é a) 0. UFPR Dois fios conduto es etos A e B. As especificações do fabricante do forno eram: p otência 1800 W e vo tagem 110 V. ( ) Quando ligados em sé ie. 17. 4 GABARITO IMPRIMIR ( ) Quando submetidos à mesma tensão elét ica. c) 1. e) Se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de c ontatos situados na supe fície late al e diamet almente opostos. é co eto afi ma : ( ) A á ea da secção t ansve sal de A é quat o vezes meno que a á ea da secção t ansve sal de B. de mesmo mate ial.4 Ω. ( ) Supondo que uma co ente contínua de intensidad e 1 x 10-5 A passe pelo co po do pássa o e que ele pe maneça pousado no fio po 1 mi nuto.

aproximadam ente. 4 mm de diâmet o é feito um esisto .20. assinale o que fo co eto: (Adote π = 3. simu taneamente. III. uma senhora adq uiriu uma âmpada especia com as seguintes características impressas: “220W-110V”. b) II. a temperatura fina da água será 22. Somente é(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões) a) I.14. Estabelecendo-se uma ddp de 30 V(CC) ent e os ext emos desse conduto . d) Como todos os e ementos resistivos em uma casa são se mpre igados em série.7 Ω.58 C. U. A esistência elét ica de um esis to independe do mate ial de que ele é feito. II. que é igado em para e o ao conduto r. para i uminar uma festa junina. 16) O fenômeno e étrico produzido – aquecimento do fio – é chamado efeito Pe tier. b) a corrente e étrica que perc orre o fi amento dessa âmpada especia . durante 15 min. 22. c) Se todos os e ementos resistivos estiverem igados em série. quando a mesma está operando de acordo com as características impressas. d) I e II.84 kWh. a co ocação de dois d sjuntores de 10 A. 1 cal = 4. Assina e a a ternativa CORRETA: a) Caso.186 J. Uberaba-MG-Pias Considerando que em um a casa estejam funcionando. em 1 kg de água a 20 C. uma TV de 60 W e ainda um ferro e étrico de 800 W e que a tensão na rede de distribuição de energia e étrica é de 110 V. por 2 minutos. 08) Se o resistor for ime rso tota mente. 23. Dê como respos a a soma das a ternativas corretas. Quanto maio a á ea da seção t ansve sal de um esisto . a resistência equiv a ente dos mesmos é de 3. que é igado em série ao condutor. todos os e ementos e étricos da casa estejam igados. um igado ao chuveiro e o outro aos demais e ementos e étricos. 1 kΩ. caso e stas sejam associadas em para e o? 24. b) No padrão de energia no interior da casa é suficiente. UFR-RJ Se um e etricista tem 100 âmpadas. de 100W e 100V. U. isto corresponderá a um consumo de energia e étrica de 0. Ponta G ossa-PR Com um c onduto cilínd ico de dete minada liga metálica que tem 125. meno se á sua esistência elét ica. 04) Em torno do condutor forma-se um campo magnético. 5 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . E. contida em um recipiente adia bático e de capacidade térmica desprezíve . a) a resistência e étrica da âmpada. e o amperímetro. Sob e este evento. ve ifica-se a passagem de uma co ente elét ica de 3 A pe lo mesmo. Cefet-PR São feitas as afi mações a segui : I. quando acesa? b) Qua a resistência equiva ente das âmpadas. 02) Os apare hos usados para fazer as medidas são o vo tímetro. o va or da resistência equiva ente dos mesmos é de. c) III. e) II e III.E etrodinâmica Avançar ¨ ¨    ¨ ¨ ¨    ¨  ¨  ¨    ¨   ¨ ¨ ¨¨    ¨    ¨ ¨  ¨¨  ¨ ¨     ¨¨      ¨ ¨ ¨       ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¤ ¨  ¨ ¨  ¨ ¨ ¨      ¨   ¨  ¨ ¨ ¨   . pa a aquece mais a água. 5 âmpadas de 60 W. devem os diminui o comp imento do esisto . 21. pergunta-se: a) Qua a resistência e étrica de cada âmpada. nesse caso.6 cm de comp imento e 0. Dete rmine. UFR-RJ Ao fazer compras. calor es ecífico da água = 1 cal/gºC) 01) A resistividade do material que con stitui o condutor é 1 µΩm. um chuveiro de 22 00 W (posição: verão). Se a dife ença de potencial nos te mi nais do esisto de um chuvei o é mantida constante. para a proteção do circuito e étrico.

resistência intern a nu a e de três resistores.10 b) 0. 1 Ω 3 ε 2A 1 Ω 3 2Ω 4Ω 6 Qua o va or da diferença de potencia entre os terminais da fonte? a) 4 V d) 6 V b) 14/3 V e) 40/3 V c) 16/3 V 27. ntr primário s cundário. O circuito é a imentado por uma fonte de tensão idea e. UFRS Uma âmpada de anterna. a razão R/R0? a) 0. UFRS No circuito representado na figura abaixo. que traz as especificações 0. Sendo R o va or da resistência do fi amento à temperatura de operação. qua é aproximadamente. cuja t nsão é 12V. reso veu adaptar seu pequeno “walk-man” para ouvir música no carro. (16) e e poderá igar o apare ho com um capacitor de 12µF em série. é CORRETO afirmar qu : (01) l pod rá r solv r o probl ma com um transformador. UFSC Um rapaz cansado de ter seu rádio roubado o u ter de carregá. a intensidade da corrente e étrica atra vés do resistor de 2 Ω é de 2 A.60 c) 1. Um dos probl mas é p rmitir qu l possa s r alim ntado l tricam nt através do ac nd dor d cigarro. Dê. Sab ndo-s qu o “walk-man” traz as s guint s informaçõ s: 3V 12 mW. encontramos o va or R0 = 4 Ω. A potência dissipada no resistor de 3 Ω é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 64 W 48 W 50 W 80 W 30 W Vo tar FÍSICA . tem seu fi a mento projetado para operar a a ta temperatura.25kΩ em série. (08) e e poderá igar o apare ho com um resistor de 0.o para todo ado.9 W e 6 V.25kΩ em para e o. (04) l pod rá ligar o apar lho no ac nd do r d cigarro com um r sistor d 2.00 d) 1. PUC-PR O c ircuito representado abaixo é constituído de uma fonte de fem 28 V. (02) não s rá ossív l r solv r o probl ma d alim ntação. com r lação 4/1.E etrodinâmica Avançar                                                                                    . como resposta. Medindo a resistência e étrica do fi amento à temperatura ambiente (isto é: estando a âmpada des igada). a soma das a ternativas corretas.00 26.66 e) 10. 28.25.

30. c) A resistência e étrica do corpo do pássaro é praticamente nu a. cada uma. apresent a a re ação da corrente (I). em função da tensão (V). a uma âmpada de 150 W. em at t. mesmo pousando sobre fios condutores desencapados de a ta tensão.E etrodinâmica Avançar  £                                       . Q ua das a ternativas indica uma exp icação correta para o fato? A B a) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio ( pontos A e B) é quase nu a.2 1. sem que o fusíve interrompa o circuito.0 IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 0 Wh 10Wh 40Wh 50 Wh 70Wh V(V) 80 100 130 150 Vo tar FÍSICA . Fuvest-SP Um certo tipo de âmpada incandescente comum. Suponha q e duas âmpadas (A e B). igado à rede de 110 V e protegido p or um fusíve F de 15 A. e) A corrente e étrica que circu a nos fios de a ta tensão é muito baix a.3 1.hes a gum dano. está esquematizado abaixo. 7 A potência máxima de um ferro de passar roupa que pode ser igado.29. é aproximadamente de a) 1100 W b) 1500 W c) 1650 W d) 2250 W e) 2500 W 31. foi aproximadamente de: I(A) 1. durante 1 h ora. desse mesmo tipo. de potência nomina 170W e tensão nomina 130V. forma uti izadas.1 1.hora (Wh). sendo A – em uma rede e étrica de 130 V B – em uma rede e étrica de 100 V Ao fina desse tempo. a diferença entre o consumo de energia e étrica das duas âmpadas. simu taneamente. b) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio (pontos A e B) é muito e evada. Fuvest-SP Um circuito doméstico simp es. indicada no gráfico abaixo. d) O corpo do passarinho é um bom condutor de co rrente e étrica. PUC-SP Os passarinhos. não estão sujeitos a choques e étricos que possam causar.

é projetada para uma vida úti de 1000 horas. o dispositivo deve ser montado de forma que cada uma das resistências d issipe a mesma potência. qua será a potência máxima desse dispositivo (em atts). d) 20 W. e) 40 W.0 MΩ. atendendo especificações d o fabricante? 36.12 mA. pode-se uti izar uma âmpada de 220 V igando-a em 1 10 V. sendo que a t ensão da tomada de que e e dispõe é de 110 V. c) 0. d) 120 A. a máxima economia de energia e étrica que o refer ido dispositivo poderá proporcionar no período de 30 dias. para um banho qu nt d 15 minutos.o para aumentar em 10°C a temp eratura de 150 L de água a ser consumida diariamente em uma residência. UFGO Considere um chuveiro cuja chave se et ora de temperatura a terna-se entre as posições “Inv rno” (água qu nt ) “V rão” (água mor corr nt máxima n ss chuv iro é 20 A.32. UnB-DF Com o progresso crescente das atividades industriais e com o aumento da popu ação. em função sso. em vez de usar uma âmpada de baixa potência. ca cu e. ( ) o valor da r sistência létrica é m nor com a chav a posição “V rão”. Assim. b) 7 W. em kWh. cada uma. 33. a intensidade da corrente e étrica que atravessará o seu corpo será de a) 0. A principa vantagem desta opção é a de aumentar a vida úti da âmpada que. encostar a mão n um fio desencapado. ( ) com a chav na posição “Inv rno”. a potência máxima dissipad a é 4400 W.220 V numa rede e étrica de 110 V e considerando que a resistência e étrica da âmpa da não varia com a temperatura. c) 10 W. o co nsumo d n rgia létrica é 1. caso exista.12 A. Considerando que a densidade da água seja igua a 1 kg/L e que o ca or específico da água seja igu a a 4200 J/(kg°C). uma economia substancia de energia e étrica seria obtida se o ca or gerado pe o refrigerador pudesse ser uti izado no aquecimento da água para o banho. Para que a vida úti de cada resistência sej a a mesma. evar um choque. Vunesp A resistência e étrica do corpo de uma certa pessoa é de 1. Nas residências. a potência dissipada por esta âmpada será de a) 5 W. ( ) s a ddp da r d létrica for r duzida à m tad . Ligando uma âmpada de 40 W . 8 GABARITO 35. mas de mesma tensão que a da rede e étrica. Despreze. mant ndo-s constant a vazão d água qu sai do chuv iro. a variação d t mp ratura d a água diminuirá na m sma proporção. com um potencia e étrico de 120 V em re ação à superfície e.1 kWh. estando desca ça sobre uma superfície condutora. descuidadamente. segundo o fabricante. 34. Se esta pess oa. Vunesp Para ob ter uma i uminação pouco intensa. a parte fracionária do va or ca cu ado. b) 120 mA. UFMT Um studant n c ssita construir um dispositivo para squ ntar a água con tida num r cipi nt .4 A. uma corrente e étrica máxima de 0.E etrodinâmica Avançar                                        £                                                                              . Nessa perspectiva. em c ndições nominais. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . dispõ d quatro r sistências d 242 Ω que. suportam. considere que um dispositivo seja construído para extr air o ca or do radiador de um refrigerador e uti izá. Mediante uma adequada igação das resistências em série e/ou para e o. Para isso. a economia de energia e étrica tem sido uma preocupação consta nte. e) 120 MA. a dif r nça d pot ncial (ddp) da r d létrica local é 220 V. ( ) com o chuv iro m funcionam nto.

A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com a eficiência de 12%.00. é superior a R$ 60.Eletrodinâmica Avançar                                                . Um dos chuveiros é i nsta ado em 220V.8 kW — h IMPRIMIR Voltar FÍSICA .8 kW — h c) 10.E. 2 te evisões 220 V – 90 W cada uma. Num interva o de 30 s. estão em p eno funcionamento os seguintes e ementos: 1 iqüidificador 220 V – 200 W. 1 chuveiro e étrico 220 V – 2400 W. 1 máquina de avar 220 V – 600 W. ( ) Se todos esses apare hos ficam i gados em média quatro horas por dia e sabendo que cada 1 kWh de energia custa R$ 0 . Com base nos dados fornecidos acima. (02) o chuveiro conectado em 220V consome menos energia que o chuveiro conectado em 110V para aquecer a mesma quantidade de água à m esma temperatura. todos e es são percorridos pe a mesma intensidade de corrente e étrica.5 c) 165 d) 1. ju gue os itens a seguir co mo verdadeiros ou fa sos. é corret o afirmar que (01) o tempo que ambos evam para aquecer a mesma quantidade de água até a mesma temperatura é o mesmo.8 kW — h d) 7. Potiguar-RN Um satélite de telecomunicações d o Brasil em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica. ( ) A resistência e étrica do chuveiro é sup erior a resistência e étrica de uma âmpada. Num certo instante. (16) a resistência e étrica dos dois chuveiros é a mesma.37. diminuindo dessa forma os riscos com o superaquecimento dos fios em razão do efeito Jou e. para funcionar com potência máxima.65 — 103 e) 1. de resistência 22 Ω é igado a uma tomada de 110 V. Unifor-CE Um ferro e étrico.Superior de Brasí ia-DF Uma insta ação residencia que opera sob tensão de 220 V é protegida por um fusíve de 18 A. 9 38.15. ( ) A intensidade de corrente e étrica que atr avessa a máquina de avar é inferior a 3. GABARITO 39. é de a) 1. a quantidade de ca or dissipado. pois necessita de correntes menores que o chuveiro conectado em 110V. 8 âmpadas 220 V – 60 W cada uma.65 b) 16 . pois permite a passagem de corrente com intensidade superior a intensidade máxima da corrente do circuito.65 — 104 40. ( ) Os e ementos citados no enunciado. UFMS Dois chuveiros e étricos são insta ados em uma residência. Dê. como resposta. (04) o chuveiro conectado em 220V é mais seguro. o custo mensa de energia e étrica nesta residência. Cada um de es é conectado a um disjuntor de 30A. enquanto o outro é insta ado em 110V. Considerando que a potência de cada chuveiro é de 4400W. pois assim. Qual é a energi a (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? a) 1. devido exc usivamente a es ses apare hos. ( ) O fusíve insta ado nesta residência não p otege o circuito. (08) o chuveiro conectado em 110V necessita de um disjuntor capaz de suportar pe o menos 40A no ugar do disjuntor de 30A. I. a soma das a ternativas corretas. U.0 A. em jou es. devem ser igados em série.8 kW — h b) 3.

41.100 1.800 1.500 1.200 900 600 300 + + + + + + + + 3.400 2. h (m) h (m) I 2.400 2.800 1.700 2.400 2. Isso cria uma diferença de potencial elétrico entre essas partes das nuvens e o solo.6 x 109 V 10 300 SOLO SOLO . na superfície da Terra. UFRN Na formação de uma tempestade.100 1.2 x 109 V 6. estão esquem atizadas diferentes situações do tipo descrito acima.100 1.700 III 2. Nas figuras a seguir.700 2.500 nuvem + + + + + + + + + 2.100 1.400 2.800 1. ocorre uma separação de cargas elétricas no interi or das nuvens.500 1. cargas de sinal oposto ao das acumuladas nas partes mais baixas das nuvens.500 1.200 nuvem 4.800 1.200 900 600 nuvem IV 2.0 x 10 V 9 900 600 300 + + + + + + + + SOLO + + + + + + + + SOLO h (m) h (m) 2.200 900 600 300 nuvem II 2.4 x 109 V 1.700 2. que induzem.

vale a) 1.33 IMPRIMIR 43.0 c) 2. as quatro situações podem ser interpretadas como capacitores de placas planas e paralelas.0 minuto s.Em primeira aproximação. A carga elétrica que passa por um dos terminais da bateria.5 — 10 c) 6.5 — 103 Voltar FÍSICA .0 — 102 e) 1.0 — 102 d) 9. nas figuras. é aproximadamente 3 x 106 V/m. durante 5. sem ocorrer uma descarga elétrica entre suas placas.0 — 10 b) 2. em ampères. O campo máximo que um capacitor cujo meio isol ante seja o ar pode suportar.0 d) 1. 42. A intensidade da corren te elétrica que atravessa a lâmpada. Estão indicados.0 e) 0 . em coulombs.Eletrodinâmica Avançar . um rádio de 12 V que é percorrido po r corrente de 2.0 b) 3. em paralelo. vale a) 4.0 A e uma lâmpada do tipo (12 V – 36 W). um eixo vertical com med idas de alturas em relação ao solo e a diferença de potencial entre as partes mais bai xas da nuvem e o solo em cada caso. Uma ba teria de automóvel de 12 V alimenta. Qualquer campo maior que esse produz uma faísca (rai o) entre as placas. é possível afirmar que as situações em que ma is provavelmente ocorrerão descargas elétricas são: a) I e IV b) I e III c) II e III d ) II e IV GABARITO UFSE Para responder às questões de números 42 e 43 considere as informações abaixo. Com base nesses dados.

6.75 e) 0. d) 4.0. o vol tímetro marca 10 V e o galvanômetro G garante que não há passagem de corrente no ramo em que está inserido.0 Ω R Pode-se afirmar que o va or da resistência R. é a) 1. apenas. M.0.44.E etrodinâmica Avançar      . F. Triângulo Mineiro-MG No trecho de circuito representado a seguir.0. que atravessa o gerador no circuito abaixo: 2Ω GABARITO r = 0. Este mesmo chuveiro fica ligado nesta ddp t odos os dias durante. Neste caso: a) qual a energia.28 Vo tar FÍSICA . desenvolve uma potência de 2200 W. F. 46. b) 2. 10 minutos. consumida por este chuveiro durante 10 minutos? b) se 1 kWh custa R$ 0. qual a despesa em reais com este chuveiro durante um mês (30 dias)? 45. e) 5.0.5 Ω 1Ω E = 11 V 2Ω 2Ω 2Ω 1Ω 1Ω 1Ω IMPRIMIR 2Ω a) 2 b) 3 c) 5 d) 1. M.20 (vi nte centavos). c) 3.0. em joul e.0 Ω V G 11 4. UFR-RJ Um chuveiro quando ligado a uma diferença de potencial constante de 110 V.0 Ω 3. em ohms. Itajubá-MG Ca cu ar a intensidade da corrente em ampères.

não a tere a inten sidade de corrente e étrica que se deseja medir. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. 1 também. 16) Em 1. Londrina-PR Sobre o funcionamento de vo tímetros e o funcionamento de am perímetros. assina e a a ternativa correta: a) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito pequena para que.5 W.0 V. São conhecidos. cujas resistên cias internas va em r1 = r2 = 1. 04) A eitura no vo tímetro V2 é igua a 2. em sér ie às resistências e étricas de um circuito. quando igado em para e o às resistências e étricas de um circuito.0 h.0 A. temos duas baterias de forças e etromotrizes = 9. não a tere a intensidad e de corrente e étrica que se deseja medir.0 Ω. d) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que. quando igado em para e o às resistências e ét ricas de um circuito. todos id ais. não a tere a tensão e étrica que se deseja med r. os va ores das resistênci as R1 = R2 = 4. não a tere a intensidade de corrente e étrica que se deseja m edir. b) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito a ta para que.E etrodinâmica Avançar                                                             . UFSC No circuito abaixo representa do. 08) A eitura no vo tímetro V1 é igua a 8. e) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito a ta para que . quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. ou gerador de força contrae etromotriz. 48. U.0 V. V1. no ger ador. E. é igua 1.0 Ω e R3 = 2. c) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que . 64) A potência dissipada por efeito Jou e. V2 e V3 são vo tímetros e A é um amperímetro.0 Wh de energia. 02) A eitura no amperímetr o é igua a 1. não a tere a tensão e étrica que se deseja medir.0 Ω.47. 12 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): GABARITO 01) A bateria 1 está funcionando como um gerador de força e etromotriz e a bateria c omo um receptor. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito.0 V. 2 2 consome 4. quando igado. a bateria de força e etromotriz 32) A eitu ra no vo tímetro V3 é igua a 4.0 V.0 V e 2 = 3.

que ocorre ao se igar o chuveiro. significa que a tensão da rede e étrica diminuiu.5A. é correto afirmar: chuveiro resistência e étrica dos fios condutores 13 ( ) O chuveiro está associado em para e o com a âmpada. estão igados como mostra o esquema a seguir. é 100 V. 50.49. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro é 2880 W.0Ω. era 1. U. ( ) A resistência e étrica da âm pada é de 200 Ω. Santa Úrsu a-RJ Liga-se uma âmpada incande scente comum de 60W numa tomada de 120V. Vo tar FÍSICA . antes de o chuveiro ter sido igado. deve-se à inf uência da resistência e étrica do s fios condutores da rede e étrica. Ca cu e a indicação do vo tímetro. UFPR Uma âmpada de resistência R está acesa. R3 = 2Ω e R4 = 8Ω e uma bateria idea de força e etromotriz E = 0 V. A diferença de potencia e étrico sobre a mesma é de 120 V e e a está dissipando potência de 72 W. GABARITO Neste caso. ( ) A tensão e étrica no chuveiro. um de resistência R = 2. IMPRIMIR Considere o vo tímetro idea . for menor que 60W. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potenci a VA – VB = 14V. 51. Liga-se um chuveiro e étrico e percebe-se que a intensidade da uz emitida pe a âmpada diminui um pouco. ( ) A diminuição da potência e étrica da pada. A potên cia agora dissipada pe a âmpada é de 50 W. UFRJ Dois resistores. ( ) A intensidade da corrente e étrica na âmpada. b) A potência dissipada no resist or R4. UFR-RJ O circuito abaixo tem res istência R1 = 6Ω. Sabendo que a resistência e étrica do chuvei ro é de 5 Ω e que o circuito abaixo representa a situação descrita após o chuveiro ter sid o igado. b) A âmpada convert e em 1.2 x 105 Jou es de energia e étrica em uz e ca or.0Ω e outro de resistência R’ = 5. d) A resistência da âmpada acesa é de 240 ohms. Qua das a ternativas abaixo é fa sa? a) A intensidade da corrente que circu a através da âmpada é de 0. nesta situação.0h aproximadamente 2. quer esteja acesa ou apagada.7 A. c) Se a potência medida. quando igado. e) A resistência da âm ada é invariáve .E etrodinâmica Avançar                                             R âmpada                 . ca cu e: a) A resistência equiva ente. R2 = 2Ω. 52.

4. b) apenas II.potência d 480 W. c) nc rad ira. é cons ituída por cinco tomadas d corr nt ond v ntualm nt são ligados alguns tipos d apar lhos abaixo r lacionados. o campo e étrico no condutor atua muito rapidamente. 4 e 5 são idênti cas.potência d 120 0 W. Cefet-PR Considere as seguintes afirmações a respeito do fato de a âmpada bri har quase no mesmo instante em que seu interruptor é acionado. ao s ligar m simultan am nt : a) máquina d lavar roupa aqu c dor. O circuito s rá int rrompido p lo disjuntor (fusív l).potência d 360 W. Máquina d lavar .0 A. Embora os e étrons se jam bastante entos. a quase instantaneidade entre o acionamento do interruptor e o b ri ho da âmpada não poderia ser observada. ) I. II e III. d) Ap nas I II.El trodinâmica Avançar                                                                                                                . UF RS Nos circuitos representados na figura abaixo. Aspirador d pó . 54. do contrário.potência d 720 W. c) apenas II e III. b) Ap nas II. d) aqu c dor aspirador d pó. Os e étrons. O circuito é prot gido por um disjuntor (fusív l) d 15. As lâmpadas 2 3 brilham com m sma int nsidad . 5. d) apenas III. Quais stão corr tas? a) Ap n as I. III. Aqu c dor létrico . 55. b) máquina d lava r roupa. Os interruptores não podem ficar muito distante das âmpadas que deverão acionar. Enc rad ira . aspirador d pó t l visão. 2. 2. II III. T l visão . As lâmpadas 1. I. movem-se muito rapidamente dentro dos condutores. 14 ε 1 2 ε 3 ε 4 5 GABARITO Consid r as s guint s afirmaçõ s sobr o brilho das lâmpadas. cuja t nsão létrica é d 120 V. e) I. II. PUC-PR Um d t rminado circuito létrico d uma r sidência.potência d 240 W. por serem minúscu os. c) Ap nas III. as âmpadas 1. 3. po is. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . nc rad ira t l visão. 4 5 b rilham com m sma int nsidad . ) m n nhum dos casos apr s ntados o circuito s rá int rro mpido. As fontes que a imentam os circuitos são idênticas e ideais. O brilho da lâmpada 4 é maior do qu o da lâmpada 2. II. III . 1. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) a penas I. I. 3.53.

Para que a potência dissipada pe o resi stor de 4 Ω seja 9 W. dissipa uma potência de 16W. pois a d. Quando a associação em para e o for igada à mesma tomada. UFMS Para i uminar me hor o quarto de uma casa. pois a corrente e étri a.d. ITA-SP Um circuito e étrico é constituído por um número infinito de resistores idêntic os. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. como resposta. (04) a corrente e étrica. a soma das a ternativas corretas .E etrodinâmica Avançar                                                  £            .0 57. dobrou. que passa pe o fio que i ga as duas âmpadas na rede e étrica.0 e) 3. dissipará uma potência.56. de: a) 72 b) 30 c) 15 d) 9. A resistência de cada e emento é igua a R. de p otências iguais. pois a resistência equiva ente às duas âmpadas ficou menor que a da âmpada origina . conforme a figura. ficou duas vezes menor. sobre as âmpadas aumentou. Dê. A resistência equiv a ente entre os pontos A e B é a) infinita b) R ( 3 – 1) c) R 3 GABARITO d) R (1 – 3 ) 3 e) R (1 + 3) 59. Quando a associação em série é igada a uma tomada. o va or de R deve ser: 15 a) b) c) d) e) 1Ω 2Ω 3Ω 4Ω 5Ω 58. (16) a potência e étrica d issipada pe as âmpadas aumentou. Mackenzie-SP A intens idade de corrente e étrica no trecho AC é 2 A. em atts.p. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . o proprietário mandou insta ar mais uma âmpada no teto. Fat c-SP Dois r sistor s ôhmicos d r istências R1 = 3Ω e R2 = 6Ω podem ser associad os em série e em para e o. É correto afirmar que (01) a potência e étrica dissipada p e as âmpadas é o dobro da potência dissipada por uma única âmpada. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. ficou duas vezes m enor. O e etricista igou as duas âmpadas incandescentes. em para e o. (02) a potência e étrica dissipada pe as âmpadas aumentou. (08) a corrente e étrica.

( ) Diferença de Potencia é medida em ohms.p. Portanto. ( ) Uma pi ha é um gerador de corrente a ternada. (16) na posição temos a posição inverno do chuveiro.Chave 16 É correto afirmar que quando a chave está (01) na posição A. Dê. verão (ou morno) e inverno (ou quente). (02) na posição B. A B C                                                                        . (16) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é igua à corrente e étr ica que passa pe a âmpada de 100W/127V. com tensão de traba ho de 127V. Dê. (04) a resistência e étrica da âmpada de 100W/120V é menor q ue a resistência e étrica da âmpada de 100W/127V. I. como resposta. Essa chave contro a a resistência. o chuveiro entra em curto c ircuito. em uma rede e étrica de 110V. Em boa parte desses processos são uti izados meios que requerem energia e étrica para seu funcionamento. que são conectados por um meio condutor. em vez de uma âmpad a de 100W.Superior de Brasí ia-DF A iberdade de expressão deve ser garantida — em todas as nações do p aneta — como forma d e se preservar o direito do cidadão de manifestar ivremente seus pensamentos a re speito de todo e qua quer assunto ao qua queira se referir.  60. d. a soma das a ternativas corretas. Uma das formas de s e obter energia e étrica é através da diferença de potencia entre dois metais diferente s. ( ) Uma pi ha é um objeto dentro do qua ocorre uma reação qua quer de e etró ise. temos a posição verão do chuveiro. UFMS No comércio. e ntre outras tantas ap icações. Se usarmos. u ma âmpada incandescente de 100W. (02) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é maior que a que pass a pe a âmpada de 100W/127V. em qua quer das pos síveis formas de comunicação ega mente reconhecidas. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . 61. (08) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é menor que a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/1 27V. a soma das a ternativas corret as. UFMS A maior parte dos chuveiros e étricos possui três posições da chave que contro a a temperatura: frio. do chuveiro. temos a posição verão do chuveiro. atribuindo a essa resistência um comprimento míni mo ou máximo. ( ) Energia e étrica é aque a criada por um resistor. variáve .E etrodinâmica Avançar  Uti izando o texto acima como referência ju gue os itens. (04) na posição B. é correto afirmar que (01) a potência dissi pada pe a âmpada de 100W/120V é maior que a potência dissipada pe a âmpada de 100W/127 V. ( ) A diferença de potencia citada no texto pode ser uti izada para formar pi has. (08) na posição C.d.) de traba ho. temos a p inverno do chuveiro. encontramos âmpadas incandescentes de diversas potências e tensões (vo tagens.E. 62. como resposta. com tensão de traba ho de 120V. pode-se dizer que a energia e étrica é necessária também par garantir o direito de o ser humano se expressar ivremente. conforme a posição da chave (veja a figura desta questão). formado por dois metais e um condutor.

( ) Quando igada corretamente. Em 5 s. A resistência equiva ente do circuito é 20 W. o chuveiro consome 15000 J de e nergia. é correto afirmar que (01) a corrente e étrica é mais intensa no resistor R1 do que no resistor R2. (16) a soma das dife renças de potencia entre os pontos I e II com a diferença de potencia entre os pon tos II e III é em módu o. ( ) A resistência e étrica de um condutor é diretamente proporciona ao seu co mprimento e inversamente proporciona à sua área transversa . durante cinco minutos. (08) as duas resistências R1 e R 2 podem ser substituídas por uma única resistência de va or 11R1.63. sendo a constante de p roporciona idade um número independente do materia chamado de resistividade e étric a. a corrente começa a f uir na bateria B e então se propaga em direção das resistências R1 e R2.E etrodinâmica Avançar     £                           . Unicap-PE No circuit o abaixo. igua a V. como resposta. ( ) Qu ando igado corretamente. todos os resistores ficam submetidos à mesma diferença de potencia . Dê. A corrente I2 é menor do que a c orrente I3. ( ) Sua resistência é 11 W. UFMS Considere o circuito abaixo: B + V R2 = 10 R1 I R1 II R2 III S 17 Após fechar a chave S. passa através do gerador uma carga tota de 1 C. a corrente I1 é igua a 5 A. GABARITO 65. a corrente no chuveiro é 20 A. O gerador e os fios de igação são ideais. (04) imediatamente após a chave S ser fechada. Unicap-CE Um chuveiro e étrico apresenta a inscrição 220 V – 4400 atts. I2 3Ω 8Ω A 6Ω 10Ω B I1 I3 ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) O potencia do ponto A é maior do que o do ponto B. A potência tota dissipada n o circuito é 500 W. (02) há mais dissipação de energia no resistor R2. a diferença de potencia na bateria B. ( ) Em uma igação em série. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 64. a soma das a ternativas corretas. suposta id ea .

p através do resistor de 2 W é 16 vo ts. a que cada uma das âmpadas está submetida na segunda situação é o dobro da d. S A 2Ω 32V 6Ω 3Ω B ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Com a chave S aberta.d. Juiz de Fora-MG Manue tem duas âmpadas de as de 1. a chave S é idea . é 256 atts.p. b) Manue tem razão porque deve-se considerar a resis tência interna das pi has. a d. U. João acha que são equiva entes. verifica que ambas re discutir com seu amigo João s Manue acha o contrário. £                       . Fechando-se a chave S. F.p entre os pontos A e B é zero.d. A potência tota dissipada nos resistores. Nesta situação o circuito adequado para a me hor uti ização das âmpadas é: a) 220 V R2 R R1 com R = R1 + R2 b) 220 V R R1       67.d. a que e stá submetida cada uma das âmpadas é a mesma. pois a corrente no cir cuito é nu a. d) Manue tem razão porque a d. Fechando -se a chave S. a d.d.66. bem como os fios de igação e o gerador.d.5 V.p. a corrente no resistor de 6 W é 8 A. quanto S está fechada. verificada n a primeira situação. Unirio É necessário igar três âmpadas em tensão igua a 110 V com uma fonte de 220 V . GABARITO 68. Unicap-CE Na figura. Fechando-se a chave S. mas anterna idênticas e duas pi h abaixo. 3 18 + + W W + + – – W W – – Marque a a ternativa correta: a) João tem razão porque a mesma corrente está passando pe as âmpadas nos dois casos. c) João tem razão porque em ambos os casos a d.p. E e faz as duas associações representadas su tam aparentemente na mesma uminosidade e então vai obre os circuitos. passará através do gerador uma corrente de 8 A.

R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) c) 220 V R R1 R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) IMPRIMIR d) R 220 V R2 R1 com Req = (R.R2 / (R.R1 + RR2 + R1.E etrodinâmica Avançar   .R1.R2)) R2 e) 220 V R R1 com R = R1 R2 2 R2 + R2 1 2 Vo tar FÍSICA .

R2 = R3 = 10 Ω e R4 = 50 Ω. e) 3 A. 70.8 A. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. assina e o que for correto: 01) Estando conectados ao circuito apenas R1 e R3. E. c) 5 A. 08) A vo tagem entre A e B va e 20 V. d) 6 A. assina e o que for correto. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .69. 2Ω A 12 Ω 40 Ω 40 Ω 10 Ω B UAB = 200 V Para este caso. Ponta Grossa-PR Sobre as diferentes intensidades de corrente que são possív eis no circuito seguinte. 16) A eitura no amperímetro A2 é de 2 A. UFR-RJ No circuito abaixo os resistores estão associados em série e para e o. a inten sidade da corrente é 1. Considerando desprezíve a resistência i nterna da bateria. conforme os resistores que se encontrem conectados a e e. R2 e R3. 02) Estando conectado ao circuito apenas R1. 32) A potência dissipada em R1 é o dob ro da potência dissipada em R2. U. R2 e R3 impõem ao circ uito uma intensidade de corrente igua a 0. = 270 V. E.92 A.6 A. b) 8 A. A diferença de potencia entre os pontos A e B é igua a 200 V. é 1.E etrodinâmica Avançar                           . igua a 1. 7 1. indicada no amperímetro.09 A. 02) A resistência tota do circui to va e 60 Ω. a intensidade da corrente e étrica no resistor de 2 Ω é: a) 2 A. 16) Estando conectados ao circu ito apenas R1 e R2. 04) A eitura do amperímetro A1 é de 5 A. R1 = 20 Ω. e es he impõem uma intensidade de corrente. in dicada no amperímetro. a intensidade da corrente. é 0. U. a inte nsidade da corrente. 08) R1.2 A. 19 GABARITO 01) R2 e R3 estão igadas em série e R1 em para e o. indicada no amperím etro. Maringá-PR No circuito esquematizado a seguir . 04) Estando conectados ao circuito R1.

Caxias do Su -RS A figura mostra um circuito e étrico com um gerador de 9 V . eia as afirmativas abaixo I. E=9V R1 R3 R2 É correto afirmar que: a) as correntes e étricas que passam em R1 e em R3 são de mesmo va or. Assina e a a ternativa correta. a) Apenas I e II são verdadeiras. 73. O disjuntor desarmará quando só a máquina d e avar ouças estiver funcionando.700 W). b) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R2 é duas vezes maior do que nos extremos de R1. Vo tar FÍSICA . IV. d) a corrente e étrica que passa em R2 é de mesmo v a or do que a que passa em R3. U. O disj untor desarmará quando só o freezer estiver funcionando. II. R1 = 10 Ω. c) Apenas III e IV são verdade iras. três resistores. b) Apenas II e III são verdadeiras. um estuda nte armou o circuito abaixo. e) Nenhuma das afirmativas é verdadeira. O disjuntor não de sarmará quando os dois apare hos estiverem funcionando simu taneamente. D A B C GABARITO Considerando os dados fornecidos. e fios para conexões. em que A é uma máquina de avar ouça (2.72. B é um fre ezer (700 W). R3 = 10 Ω. O disjuntor não desarmará quando só o freezer estiver funcionando. 20 e) a corrente e étrica que passa em R1 é quatro vezes maior do que a que passa em R2 . R2 = 40 Ω.E etrodinâmica Avançar                           . III. Cefet-RJ Ao rea izar simu ações de efeitos e étricos em um computador. IMPRIMIR d) Todas as afirmativas são verdadeiras. c) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R1 e no s extremos de R3 é de mesmo va or. C é uma fonte de 110V e D é um disjuntor de 20A.

Uberaba-MG Ana ise as afirmações abaixo e responda de acordo com o código que s e segue. é d 4 V. INSTRUÇÃO: R spond r à qu stõ s 75 76 com bas na figura informaçõ s abaixo. P 21 III. PUC-RS Com os dois int rruptor s f chados.74. b) Ap nas I é INCORRETA. c) I III são INCORRETAS. qu val a) 4W d) 10W b) 6W ) 12W c) 8W IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a dif r nça d pot ncial ntr os pontos B C val a)10 V d) 17 V b)12 V ) 20 V c)15 V 76. II. 75. O va or de ε para qu a corr nt no circuito s ja d 2 A. U. S um bastão carr gado l tricam nt atrai um p qu no obj to. I. Consid rando qu a única força atuant sobr l s ja a x rcida p lo r f rido campo.El trodinâmica Avançar                                                                                                           . Um próton é abandonado no ponto P d uma r gião ond xist um campo létrico (visua lizado p las linhas d força). GABARITO A figura r pr s nta um g rador id al d t nsão. ind p nd nt do s ntido (horário ou anti-horário) da corr nt . PUC-RS Com os int rruptor s CH1 f chado CH2 ab rto. pod -s afirmar qu o próton não s guirá a traj tória coi ncid nt com a linha d força do campo. o r sistor d 10 ohms é o qu dissipa m aior potência. a) I II são INCORRETAS. d) Ap nas III é INCORRETA. três r sistor s dois int rruptor s (chav s). ntão o obj to s tá carr gado com carga d sinal oposto à do bastão.

(01) (02) (04) IMPRIMIR (08) (16) (32) Dê. b) bobina. a uma m sma t mp ratura. assinal aqu l (s) qu po d (m) r pr s ntar r sistência ôhmica. Voltar FÍSICA . a soma das alt rnativas corr tas. obs rv ar-s á qu : a) aqu c rá mais. ntr os pontos A B do circuito. UFSC Dados os gráficos abaixo. PUC-RS Uma força l tromotriz contínua s conform r pr s nta o squ ma abaixo. constant é aplicada sobr dois r sistor                                                                                                       . d) r gulador d voltag m. val a) 20 b) 15 c) 10 d) 8 ) 6 80. 78. ) alt rnador . C f t-PR Quando dois fios condutor s (“X” “Y”) d substâncias d tamanhos dif r nt s são associados m paral lo são ligados a uma font d l tricidad . b) o aqu cim nto s rá igua l para ambos.El trodinâmica Avançar                79. ) o aqu cim nto maior s rá o do fio mais fino.77. como r sposta. PUC-RS O dispos itivo do automóv l qu transforma n rgia m cânica m n rgia létrica d nomina-s a) bat ria. m volts. no ntanto ss s condutor s for m associados m séri o circuito formado for ligado à m sma font d t nsão. o fio d maior r sistividad . c) o fio d m nor r sistência ficará mais aqu cido. c) motor d partida. 22 GABARITO A dif r nça d pot ncial. S . obs rva-s qu o aqu cim nto do fio “X” é maior qu o do fio “Y”. d) o fio “X” aqu c m nos qu o fio “Y”.

Pod s afirmar qu . f chando a chav . ) 2i 4P. iguais. d) 2i 2P. D ntr ssas. U. aqu la qu apr s nta a ma ior r sistência létrica ntr s us t rminais é a) b) c) d) ) 23 a) b) c) d) ) 3/8 8/3 5/8 8/5 1 GABARITO IMPRIMIR Os r sistor s têm r sistência R. a) i P . foram montadas as con xõ s apr s ntadas abaixo. a int nsidad da corr nt létrica qu p rcorr o circuito é i a potência n l dissipa da é P. 2 2 c) i P. r sp ctivam nt .81. R2 R3 conform indicado.El trodinâmica Avançar                  83. 2 4 b) i P . Sab -s qu . os vários l m ntos têm r sistências R1. F. quando a chav C stá ab rta. São Carlos-SP No circuito da figura. Sab ndo qu R3 = R1/2. a font tência int rna d spr zív l. Fuv st-SP Dispondo d p daços d fios 3 r sistor s d m sma r sistência. t m f m constant r sis  82. Voltar FÍSICA . os valor s da int nsidad da corr nt da potência dissipada s rão. ITA-SP No circuito létrico da figura. para qu a r sistência quival nt ntr os pontos A B da associação da figura s ja igual a 2 R2 a razão r = R2/R1 d v s r                                                                                       .

Com uma ddp m nor qu 9. ( ) O motor e étrico M é um receptor.25 Ω A M 1. UEMS No circuito abaixo.                                                                                                            . e a tensão e étrica entre seus terminais va e 1.5 V 1. a int nsidad d corr nt i2 val 125 mA. O t stador é fo rmado por 3 r sistor s m paral lo como mostrado squ maticam nt na figura abai xo. o qu faz os 3 indicador s “ac nd r m”. portanto. não contr ibui para a resistência tota .ddp 100 Ω 200 Ω 300 Ω a) Qua a potência tota dissipada em um teste com uma pi ha nova? b) Quando o ind icador do resistor de 200 deixa de “ac nd r”. U.0 V. constituído d e duas pi has secas de 1. os r sistor s dissipam potência s aqu c m.25 Ω 0. quando em operação. Considere o circuito operando com todos os va ores nominais. Uma pilha nova é capaz d forn c r uma dif r nça d pot ncial (ddp) d 9. um motor e étrico (M) e um amperímetro (A). em operação norma . uma vo tagem ao circuito igua a 3. ( ) A corrente e étrica que percorre cada pi ha tem intens idade igua a 0.0 V Ana ise as afirmações a seguir e escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas fa sas.10 W. A pa rtir d qual ddp a pilha é consid rada d scarr gada? 85. as resistências dos fios de igação nu as e o amperímetro idea .0 V. qu é o m smo para os três indicador s.Cató ica-DF O esquema representa um circuito de corrente contínua. indica 0. A ddp da pilha vai diminuindo à m dida qu a pilha vai s ndo usada. fornecendo.0 Ω. Com a passag m d corr nt . Unicamp-SP Algumas pilhas são v ndidas com um t stador d carga.0 V 0V 4.5 V + 10 Ω GABARITO 0. cuja eitura.0 V 100 Ω i2 20 Ω 10 V 50 Ω E1 86. 1. o indicador d 300 Ω já não “ac d ”. a pilha é consid rada d scarr gada. insta ado corretamente em série com o circuito.0 V. O valor d E1 é: 24 a) b) c) d) ) 2. uma âmpada incandescente.0 V.10 A.10 ampère. cuja resistência interna va e 5. ( ) A âmpada c onsome uma potência e étrica igua a 0. ( ) O amperímetro.5 V + 1.5 V. IMPRIMIR Vo tar  84. ( ) Os dois geradores do circuito estão associados em série . não dissipando energia por Efeito Jou e. Sobr cada r sistor é aplicado um mat rial qu muda d cor (“ac nd ”) s mpr qu a potência n l dissipada passa d um c rto valor.6 V 3.

FÍSICA .E etrodinâmica Avançar  .

A f m no g rador é 15 V. A partir dessas infor mações. G.87. serão a) 2 e 10 d) 3 e 15 b) 2 e 15 e) 3 e 30 c) 3 e 10 Vo tar FÍSICA . respectivamente.E etrodinâmica Avançar                                                  chav                                                                               . com os faróis ligados ou não. d st tipo . a fc m na bat ria é 12 V. acionado p lo motor.5 A. U. UFGO Nos automóv is xist um g rador (dín amo) qu . a corr nt létr ica no g rador é a m sma qu passa m cada lâmpada. ( ) o princípio da cons rvação da n rgia xig qu a potência forn cida p la bat ria s ja dissipada nas r sistências pr s nt s no circuito. 88. R1 = 8Ω GABARITO E = 30V M R2 = 5Ω N IMPRIMIR R = 2Ω Ligando os pontos M e N. ou s ja. ( ) Ao f charmos a chav . produz uma corr nt contínua usada para mant r a ba t ria constant m nt carr gada. pode-se afirmar que: V R ε A r ( ) a l itura no amp rím tro é d 10 A a l itura no voltím tro é d 2 V. sucessivamente. ( ) O s ntido da corr nt no ramo CD é o m smo com a chav ab rta ou f chada. ( ) N st tipo d ligação. 89.Cató ica-GO Na figura dada acha-se esquematizado um circuito contendo: um ge rador de força e etromotriz ε = 12V com r sistência int rna r = 1Ω. suas indicações em ampères e em vo ts. UFSE Consid r o circuito létrico squ matizado aba ixo. uma bat ria r c b ndo carga duas lâmpadas. um resistor de resis tência R = 5Ω. a outra ac nd rá m smo assim. A figura abaixo mostra um g rador. L1 L2. as cargas létricas ganham n rgia létrica. Suponha d spr zív is as r sistências in t rnas do g rador da bat ria. stab l c ndo uma corr nt m um circuito ond xist uma r sistência R. s uma lâmpa da qu imar. C ada lâmpada t m 60 W d potência. um amperímetro e um vo tímetro considerados ideais. 25 R A G B D + C + L1 L2 ( ) Ao passar m p lo int rior do g rador da bat ria. por um amperímetro idea e por um vo tímetr o idea . ( ) Ao f charmos a chav . a corr nt m cada lâmpada é 2.

a corr nt . III IV II S I IMPRIMIR b) II. faz rmos um d t rminado s rviço létrico. c) III. pois. d) IV. UFRN A figura abaixo representa parte do circuito e étrico idea de uma residênc ia. S. todos os outros co mpon nt s l tro l trônicos ficarão s m pod r funcionar. os dois fios recebem os nomes de “fas s” (F) “n utro” (N) ou “t rra” ( não “positivo” “n gativo”. d) O fusív l ou disjuntor J stá ligado m séri com o conjunto dos quipam ntos xist nt s na casa. Na corrente a terna da das residências (chamada monofásica). a r sistência létrica quival nt da r sidência aum nta. para. com a guns dos componentes e etrodomésticos identificados. F N J 26 Das quatro afirmativas abaixo ap nas uma stá ERRADA. aum ntando. O fio fas m pot ncial létrico d aproximadam nt 220 V m r lação ao n utro ou m r lação a nós m sm s (também somos condutor s d l tricidad ). a) Quando todos os quipam ntos stão funcionando. c) O disjuntor J d v s r colocado no fio fas (F) não no n utro (N).90. qu ando o d sligarmos. também. pois. ind p nd nt m nt d os outros star m funcionando ou não . o consumo d n rgia.El trodinâmica Avançar           Ao ligar-s a chav a) I. UERJ A figura abaixo mostra quatro passarinhos pousados m um circuito no qu al uma bat ria d automóv l alim nta duas lâmpadas. . Assinal -a. como m corr nt contínua). Voltar FÍSICA . a c asa ficará compl tam nt s m n rgia. pois cada um d l s pod funcionar. s stiv rmos d scalços m contato co m o chão. s o d sligarmos. por cons guint . por x mplo. GABARITO 91. o passarinho qu pod r c b r um choqu létrico é o d núm ro:                                                                                                                                        . liminando-s qualqu r possibilidad d risc o d um choqu létrico. b) Todos os quipam ntos d d ntro da r sidência stão m paral lo ntr si.

determine: a) A intensidade da corrente e étrica i. R1 A i E R4 A R2 R3 Neste caso. UFR-RJ No circuito létrico abaixo. um va or igua a: a) 15 d) 35 b) 20 e) 50 c) 25 IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . do gerador é 180 V. U. O fusíve recomendado para proteg er o circuito deverá apresentar. e m. 94. 8.0 Ω Ca cu e a indicação do vo tímetro. 08) A en ergia consumida no resistor R6 = 5 Ω em 2 segundos é 160 J.0 Ω 6.0 Ω V 3. O amperímetro indica 2. 1 aquecedor de 2500W. Ne e são igados: I. E. 93.E etrodinâmica Avançar                              .92. 04) A tensão no resistor R1 = 15 Ω é 40 V. A força e etromo triz tem va or igua a 18 vo ts. b) A ddp entre A e B. Cef et-PR Um circuito e étrico de uma residência é servido pe a rede de energia e étrica que apresenta uma tensão igua a 127V. 4 âmpadas de 100W. II. em ampères. assina e o que for correto: GABARITO 01) A intensidade da corrente e étrica que circu a no resistor R5 = 20 Ω é 1 A. 1 microcomputador de 180W.0 A. III. no mínimo. 02) O va or da f. 95. Ponta Grossa-PR Sobre o circuito de corre nte contínua representado abaixo. 16) A potência tota forne cida ao circuito é 900 W. UFRJ No circuito esquematizado na figura. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. sabendo que a resistência interna do gerador é despr ezíve . R1 = R2 = 12 Ω e R3 = R4 = 6 Ω.0 Ω A 27 2. o vo tímetro e o amperímetro são ide ais.

este teria que suportar correntes até 40 A.060 V). ss conjunto d células é capaz d g rar t nsõ s d até 480 V. o consumo de energia das âmpadas é menor do que o consumo da ge ade ira. Cada cé u a tem uma fem ε = 60 mV (0. 04) É possíve economizar 32 . Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. Para proteção da insta ação e étrica da residência. estando igados em uma mesma rede e com um único disjuntor. n ss s qu ma. por uni dade de equipamento. diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro. isto é. Num spéc im típico.96. uma chave que abre. o consumo de energia da ge adeira é menor do q ue o consumo tota dos dois te evisores. 02) Considerando os equipamentos re acionados. com d scargas qu produz m corr nt s létricas d int nsidad máxima d até 1. é R$ 16. a) Faça um squ ma r pr s ntando a associação d ssas células létricas na cauda do poraquê. UFSC O quadro abaixo apresenta os equipamentos e étricos de maior uti ização em um a certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. 08) Se os dois chuveiros forem usados simu taneamente. o cons umo tota de energia e étrica em 30 dias é igua a 396 kWh. e a e tá igada a um disjuntor. enfi eiradas em sua cauda.5 kWh em trinta dias. Todos os equipamentos estão igados em uma única rede e étrica a imentada com a vo tagem de 220 V.El trodinâmica Avançar                                                                                            . 32) Em 30 dias. quan do a corrente u trapassa um certo va or. Justifiqu a sua avaliação. b) Qual a potência létrica máxima qu o poraquê é capaz d g rar? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Indiqu .20. interrompendo o circuito. GABARITO 64) Em 30 dias. 16) Em tr inta dias. a despesa correspondente apenas ao consumo da s âmpadas.32. Tempo médio Energia de uso ou diária Quantidade Equipamento Potência funcionamento con sumida diário 04 03 04 03 02 02 01 01 âmpada âmpada âmpada âmpada te evisor chuveiro e étrico máquina de avar ferro e étrico secador de cabe o ge adeira 25 W 40 W 60 W 100 W 80 W 6500 W 300 W 1200 W 1200 W 600 W 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h 200 Wh 28 01 01 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) Somente os dois chuveiros e étricos consom em 195 kWh em trinta dias.0 A. Vunesp O poraquê (e etro phorus e ectricus) é um peixe provido de cé u as e étricas (e etrocitos) dispostas em série. se o kWh custa R$ 0. o núm ro n d células létricas qu um poraquê pod t r. 97.

supondo que o s fios e o amperímetro não tenham resistência e étrica e a resistência e étrica do vo tímet seja infinita. em que as resistências e étricas da bateria.0. 99. c) 11 8.98. Vunesp No circuito da figura.4 A. ) 3. do am perímetro e do vo tímero são r = 1. coloca o tr cho AB m curto. A força e etromotriz e do gerador idea va e: 29 a) b) c) d) e) 12 V 10 V 8V 6V 4V 100. (Nos seus cá cu os. Mack nzi -SP No circuito ao lado.0 2. a fonte é uma bateria de fem ε = 12 V. a corr nt létrica qu passa p lo r sistor d 20 Ω tem intensidade 0. 4400W/6050W.0. r sp ctivam nt d a) 19 15. RA = 50 Ω e RV = 10000 Ω. não é necessário uti izar s de três a garismos significativos. despreza do apenas a resistência dos fios de igação. GABARITO Determine a eitura desses medidores: a) em condições ideais.0 Ω. Os t rminais A C são ligad os à t nsão da r d a chav K. Vun sp A figura r pr s nta squ maticam nt o circuito int rno d um chuv ir o létrico cujos valor s nominais são: 220V.0. respectivamente.0 5. b) em condições reais. V representa um vo tímetro e A um amperímetro. Pod -s afirmar qu as r sistências létricas dos tr chos AC BC d ss fio são. o r sistor t m r sistência R = 1000 Ω. ou seja. b) 13 11. m oh ms.) IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . quando ligada.E etrodinâmica Avançar                                                                         . d) 8.

o circuito acima.10–7 C d) 4.10–9 C e) 4. a d. e e verificou que o capacitor C estav a carregado.p.0.5 V 102. entre as armaduras do capacitor de     .10–6 C 103.5 V c) 6.0 V d) 9. ( ) a potência dissipada pe o resistor de 30 Ω era menor do que a potência dissipada pe o resistor de 20 Ω situado entre os pontos B e G.d. IMPRIMIR ( ) a corrente entre os pontos C e F era nu a. Vo tar FÍSICA .10–8 C c) 3. Uti i zando instrumentos de medidas apropriados.0.5. e que ( ) a resistência equiva ente do circuito era 15.5.E etrodinâmica Avançar          101. UEMS A carga armazenada pe o capacitor do circuito é: 5 ηF 30 9V 2Ω a) 4. UFGO 8Ω A B C D GABARITO 20 Ω 60 V 20 Ω C 30 Ω H G F E Um estudante encontrou.10–8 C b) 4.a) 3. Mackenzie-SP Na associação ao 4 µF é: ado. ( ) a ddp entre os pontos A e B e ra igua a ddp entre os pontos D e E. em um aboratório de e etricidade.5 Ω.0 V b) 4.0 V e) 13.0.

Dê. 02) A eitura de A1 é igua à soma das eituras de A2 e A3. o f uxo do campo magnético. (08) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. como resposta. (16) a corrente e étrica induzida no paine é uma corrente contínua. a intensidade a. A2 e A3. induz uma corrente e étrica no paine . induz uma corrente e étric a no paine . UFMT Sabe-se que é proibido co ocar painéis metá icos embaixo das inhas de a ta tensão. (16) A p otência dissipada pe a âmpada L1 é igua a Ri2. L1. causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . o f uxo do c ampo e étrico. (04) quando o paine é erguido para e o ao fio. cada uma de as com resistência e étrica ôhmica igua a R. U i 31 A1 L2 A2 L1 L3 L4 A3 CH GABARITO Sendo assim. A1. compõe-se de uma fonte de tensão U. o f uxo do campo magnético. um vo tímetro V. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o p aine . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. L2. induz uma corrente e étrica no paine . uma chave disjuntora CH. o f uxo do campo e étrico. (04) A resistência interna do vo tímetro é infinitamente pequena. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato co m o paine . podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . induz uma corrente e étrica no paine . Dê. L3 e L4. O motivo para essa proibição é que (01) quando o paine é erguido para e o ao fio. (08) A eitura de A2 é a mesma de A3. percorrido pe a corrente i. como respost                                                                            . 105. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio.104. a soma das a ternativas corretas. conc ui-se: (01) A queda de tensão provocada pe o conjunto das quatro âmpadas equiva e à provocada por uma única 5R âmpada de resistência e étrica igua a Ω. UFBA O circuito esquem atizado abaixo. três amperímetros. uminosa de L3 diminui. podendo. a soma das a ternativas corretas. Adm ite-se que a resistência e étrica dos fios de igação é desprezíve e que os medidores são ais.E etrodinâmica Avançar  (32) Abrindo-se a chave CH. p or esse motivo. e quatro âmpadas iguais. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. (02) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio.

O amperímetro A tem resistência R = 3 Ω. b) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora fechada. comprimento 3 m e área de seção transversa S = 2 x 10-4 m2.m.e. A ssina e a a ternativa correta.                         . b) Apenas I. d) II e III. a um fio de resistividade ρ = 20 X 10-5 Ω. III. a) I e III. Des ocando-se o cursor na direção do ponto B. O vo tímetro está igado em para e o com uma das resistências. a eitura no ampe rímetro é de 5 A. a potência dissipada no fio é de 50 W. U. a eitura no amperímet ro diminui. ε = 30 V r sistência int rna r = 1 Ω está ig ada. como mostra a figura. 1Ω 2A 1Ω V 32 107. UFRJ O esquema da figura mostra uma parte de um circuito e étrico de corrente contínua.106. Com o cursor na posição indicada. F. Na posição indicada do cursor. II.E etrodinâmica Avançar   a) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora aberta. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências va em 1 Ω cad a uma.m. Viçosa-MG Uma bateria de f. c) I e II. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 2m B fio cursor 1m A R r GABARITO As seguintes afirmações são feitas: I.

um r sistor “R”. s R1 = R. c) a t nsão ntr os pontos W S é d 2. C f t-PR Dois condutor s isolados. d) a t nsão ntr os pontos W S é d 16 V. b) a carga létrica no ca pacitor é nula. ass ntado nas ar stas d um t tra dro. ) n n uma das r spostas a cima é corr ta. o int rruptor mantém o circuito ab rto o capacitor. construído com 3 r sistor s d r sistência R. ) 40 V. pod -s afirmar qu IMPRIMIR GABARITO a) a carga létrica no capacitor é d 2.108. Inicialm nt . um cap acitor “C” um int rruptor “I”. s R1 = 3 R. Voltar FÍSICA . m volts. s R1 = 3 R. ITA-SP Consid r o circuito da figura. c) 0 V. VB = 100 V. d) 50 V. d scarr gado. Supondo qu o circuito st ja m r gim stacionário. W T.0 V. Cefet-PR O circuito representado contém um gerador idea “E”. 110 . O ponto S stá fora do plano d finido p los pontos P. o pot ncial comum s rá: a) 100 V. possu m as s guint s caract rística s: CA = 12 µF. a t nsão no capacitor t nd rá. S colocarmos st s condutor s m contato. após t r d corrido um c rto t mpo. um r sistor d r sistência R1. b) 60 V.0 10–6 F. Acionando-s o int rruptor. VA = 100 V CB = 8 µF. A B. s R1 = 3 R. a fixar-s m: a) 0 b) 3 c) 6 d) 9 ) 12 33 109. uma bat r ia d t nsão U um capacitor d capacitância C.El trodinâmica Avançar                                                                                                  .

é a) b) c) d) ) 34 4qEMa m(M + m) 2qEMa m(M + m) qEa (M + m) 4qEma M(M + m) 4qEa m GABARITO g d 2 a) q V d qV b) d c) q V d qV d) d ) q V d < 15 m g 2 IMPRIMIR < 4 (m g)2 2 < 15 (m g)2 2 < 16 (m g)2 2 > 15 m g Voltar FÍSICA . O fio é rompido subitam nt a partícula mov -s m dir ção à outra placa. A distância ntr a r nça d pot ncial ntr as m smas é V o sforço máximo qu o fio po ao quádruplo do p so da sf ra. g rando m s u int rior um campo létrico uniform E. a dif d suportar é igual m quilíbrio stáv ra d massa m carga q stá susp nsa por um fio frágil in xt mat rial l tricam nt isolant . vista por um obs rvador fixo ao solo.111. s paradas ntr si d uma distância 2 a. Para qu a sf ra p rm n ça imóv l. é n c ssário qu                                                                           . O c apacitor stá rigidam nt fixado m um carrin o qu s ncontra inicialm nt m r pouso. A sf ra s ncontra ntr as um capacitor plano. ITA-SP Uma sf nsív l. l.El trodinâmica Avançar                                                    112. A v locidad da partícula no mom nto do impacto r sultant . como mostra a figura. Na fac int rna d uma das placas ncontra-s uma partícula d massa m ca rga q pr sa por um fio curto in xt nsív l. f ito d um placas paral las d s placas é d. Consid r qu não aja atritos outras r sistências a qualqu r movim nto qu s ja M a massa do conjunto capacitor mais carrin o. consid r ainda a in xistência da ação da gravidad sobr a partícula. ITA-SP Um capacitor plano é formado por duas placas paral las. Por simplicidad .

A r lação ntr as corr nt s I1. B C. A resistência equiv a ente da associação. são associados. vista pe os terminais A e B.a) I1 = I2 = I3 b) I1 = 2 I2 = 2 I3 c) I1 = 2 I2 = 4 I3 d) I2 = 2 I1 = 4 I3 ) I 3 = 2 I1 = 4 I2 I R R I2 R I I3 R 114. UFPE No circuito abaixo. I2 I3. i2 e i3. é: R I1                                 . em ohms. UFSE Cinco resistores são associados como mostra o esquema. UFRN O circuito da figura abaixo i ustra uma associação mista de re+ sistores a imentados por uma bateria que produz as correntes i1. A resistência e étrica equiva ente ao trecho do c ircuito. O princípio imp icitamente uti izado no estabe ecime nto dessa equação foi o da a) conservação do campo e étrico. Salvador-BA Três fios idênticos. é igua a 1) 1 2) 2 3) 3 4) 4 5) 5 A B C 35 115. U. m cada um dos ramos do circuito. cada r sistor t m uma r sistência létrica igual a R a corr nt total do circuito é igual a I. conforme a figura. em Ω. va e a) 270 b) 180 c) 90 d) 45 e) 30 40 Ω 50 Ω A 90 Ω B 40 Ω i1 50 Ω GABARITO 116. d r sistência létrica igual a 3Ω cada . as quais se re a cionam pe a equação i1 = i2 + i3. b) conservação da energia e ét − i2 i1 i2 i3 i3   113. A.

c) menor que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. Isso acontece porque a corrrente que circula no “relógio medid or de luz”. d) maior que a corrente que circulava antes e a tensão é menor que 220 V. duas lâmpadas.UFRN A figura ao lado representa um ramo de uma instalação elétrica residencial al imentada com uma tensão de 220 V. e um interruptor desligado. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrodinâmica . S2. R. d) conservação da carga elétrica. 220V 117. observa que o “relóR gio” passa a mar car mais rapidamente. é: a) igual à corrente que circulava antes e a tensão é maior que 220 V. um interruptor ligado. Toda vez que Clara S1 S2 liga o interruptor S2. após o interruptor S2 ser ligado. S1. b) maior que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. Compõem esse ramo um “relógio L1 L2 medidor de luz”. L1 e L2.i1 c) conservação do potencial elétrico.

os resistores são ôhmic os e os fios de igação e o gerador são ideais. o rendimento da uminária cairá um pouco em re ação ue e obtido quando a uminária é igada na rede convenciona . enI3 tre as intensidades de corrente elétrica nos resistores R2 e R3. Sua idéia é tirar energia da tomada do te efone (o que é proibido por ei) e usá a numa situação de emergência. estudante do ensino médio. pe a ei de Faraday. fechando-se a chave K por 5 segun dos. Pode-se dizer que o objetivo de Joãozinho. em jou es. não. é a) b) c) d) e) 0. e funciona de forma independente da rede e étrica convenciona . 5 ) a energia química que se transforma em energia e étrica é de 15J para cada 1C de car ga que atravessa a bateria. U. U. mas. UFRN A inha te efônica fixa residencia é movida a corrente e étrica contínua (CC) . e evada.0 50Ω R1 40Ω R3 I2 10Ω R2 I3 20Ω R4 60V 36 119. e. para usar na uminária de sua mesa de estudo. d) não será a cançado.25 1. 2) a resistência interna da bateria é de 15Ω. pe o menos. Unifor CE Considere o esquema ao lado. pe a impossibi i dade de se e evar tensão contínua para tensão a ternada somente com um transformador. Determine.20 0. a quantidade de ca or que pode ser produzida pe os resistores. com tensão de 45 V. a razão . 120. 110 V. 4) é necessária uma força de intensidade igua a 15N para cada 1C de carga que atravessa a bateria. c) não será a cançado.0 4. que é de corrente a ternada (CA) e com tensão de 220 V. Sa vador-BA Sendo a força e etromotriz de uma bateria igua a 15V. 3) a potência fornecida pe a bateria para o circuito externo é de 15W. GABARITO Vo tar FÍSICA .0 5. a) se rá a cançado. Sa vador-BA No circuito.E etrodinâmica Avançar                                         ¦          . Joãozinho. b) só será a cançado se a i nha te efônica tiver tensão de. Devido a uma freqüente fa ta de energia na inha convenciona de sua casa. pensou em fazer um transformador e evador de tensão.118. porque tensão só pode ser baixada. I2 No circuito representado. 6Ω 2Ω 3Ω K 6V IMPRIMIR 121. 1) a co rrente fornecida pe a bateria é de 15A.

A fig ura abaixo mostra o squ ma inicial d Nicéia para ss circuito. tanto na parte de baixo como na de cima da escada (através do s interruptores 1 e 2. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Essa insta ação deveria conter uma âmpada. UFRN Nicéia estava aprendendo a fazer insta ações e étricas residenciais e foi enca rregada de fazer uma insta ação na parede atera a uma escada.) 37 GABARITO Quando Nicéia apr s ntou à sup rvisora o squ ma inicial do trabal o. sta concluiu qu . para s faz r um cons rto na instalação. ra pr ciso qu . por t r uma dif r nça d p ot ncial m r lação à T rra. conhecidos como interruptores “t r -way”). o circuito não of r c ss p rigo d c oqu a qu m fiz ss o r paro. d forma incorr ta. para as finalidad s pr t ndidas. uma tomada e um disjuntor. nquanto qu o fio d nominado “n utro” não apr s nta p rigo. b)a tomada o disjuntor. stavam instalados.122.El trodinâmica Avançar                                                                                              . Por outro lado. quando o disjuntor foss d sligado. c) o disjuntor o int rr uptor 2. p is stá no m smo pot ncial da T rra. d)os int rruptor s 1 2. a) o int rruptor 1 a tomada. (L mbr -s d qu o fio d nominado “fas ” pod apr s ntar p rigo d c oqu . Era preciso que a âmpada pudesse ser igada e des igada.

F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1 1. D 32.E etrodinâmica Avançar   . a) 0. D 17. D 21. A 47. a) 1. D 27. E 40. E 11. D 78. F-V-V-F-V 38. D 13. D 77. 1 + 4 + 8 22. a) 2A b) 32W 52.20 45. A 54. 06 62. E 59. B 70. E 79. B 43. 05 9. 52 37. C 74. C IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA . E 73. V-F-F-F 4. C 75. A 33. B 46. B 69. 1 + 2 + 8 + 16 49. V-V-F-F-F 66. 15 3. D 56. V-V-F-V-F 10. a) R = 100Ω b) 1Ω 24. E 44. B 80. 20 6. 13 61. D 16. 20 60. C 58. B 68. U = 10V 53. F-F-V-F-F 63. C 34. V-V-F-F 35. E 51. A 12. F-V-V-V-V 67. B 31. A 25. A 8. A 15. 04 2 8. A 42. D 41. 26 64. F-V-F-F 5. E 55. V-V-F-V-F 19. 2 + 4 + 16 72. C 18. A 30. V-V-F-V-F-V 50. a) 55Ω b) 2A 23. A 57.32. 50 36.25 Ω b) 225 W 14. 1 3 39. 31 2.106 J b) R$ 2. 4 + 8 + 16 71. B 29. C 76. E 26. F-V-V-V-F 20. D 4 8. 37 81. V-F-V-V-F 65. 55 7.

1 + 2 + 16 106. A 110. A 1 08. C 92. 01 105. A 112. 1 + 2 + 4 + 16 97. D 86. E 114. D 117. a)LV = 12 V LA = 12 — 10–3 A b)LA’ = 12. 2 115. 90 121. a) P = 1. 5 120. C 96.2 82. C 90. E 102.5 — 10–3 A LV’ = 11. D 84. 1 + 2 + 8 + 16 95. 36 V 94. B Voltar FÍSICA . C 119. B 100. D 116.5 W b) U’ = 7.3 V 85. B 111. A 83. F-V-V-F -F 89. C 99. B 118. a) 1 A b) 6 V 93. C 113. A 91. V-F-F-V-V 87. a) U m = = 8000 cé u as e étricas ε 1 2 3 n IMPRIMIR G A B A R IT O b) P = 480 W 98. B 103. E 109.Eletrodinâmica Avançar    . F-V-F-V 104.4 V 101. a) 1 V b) V = O 107. C 122. F-V 88.

Unirio T rês barras de ferro de mesma forma são identificadas pelas letras A. e) A e C.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O 1. em relação a estas barras. e) perdem a imantação na primeira sugestão e se atraem na segunda. d) A e B. N’ S GABARITO IMPRIMIR 3. podemos afirmar. B e C. UFR-RJ Abaixo. na primeira sug estão e se atrair na segunda. c) vão se repelir. M. d) o campo magnético é mais intenso no equador. na direção normal.4 B. c) só C. Quando estas barras são aproximadas vemos que as extremidades A1 e B1 sofrem atração. d) vão se atrair.2 B. mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geog ráficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos. qual s rá. a segunda. o valor do v tor indução magnética. t m módulo “B duplicarmos a corr nt létrica. b) am bos vão se atrair. n S N 1 Suponha que se pretenda dividir esse ímã em dois e que haja duas sugestões para fazer essa divisão. M. na primeira sugestão e se repelir na s egunda. Suas ext remidades são identificadas por A1 e A2. as extremidades A1 e C 2 sofrem repulsão. c) 0. F. A primeira. ) 2. b) 2 B. m módulo. Voltar FÍSICA . F. em quaisquer das duas sugestões. as extremidades A1 e B2 sofrem atração e as extremidades A1 e C1 so frem atração. Itajubá-MG Um fio condutor retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica “I”. num ponto distant “d” do fio. Assim. em relação aos ímãs resultante pode-se afirmar que: a) ambos vão se repelir. Logo em seguida a essa divisão. c) elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. d) 0. 2. B1 e B2 e C1 e C2. de efetuá-la na direção longitudinal. da linha . o valor do v tor indução magnética um ponto distant “5d” do fio? a) 4 B. em quaisquer das duas sugestões. com os pólos magnéticos nas extremidades. Sobre as linhas do campo magnético é c rreto afirmar que: a) elas são paralelas ao equador.El tromagn tismo Avançar                . c nstant . da linha n. Triângulo Mineiro-MG A figura representa um ímã em forma de barra.5 B. b) elas são radiais ao centro d a terra. que é(são) ímã(s) permanen : a) só A b) só B. e) o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfic N S’ 4.

Assina l a alt rnativa corr ta. são capturados p lo campo ma gnético t rr str . já utilizada p los c in s s d sd o século X. b) I II. (1) GABARITO (2) A partir das informaçõ s acima. i III .El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                                                                                                                                . U. mostradas na figura. qu é lançado à dir ita dos fios no m smo plano d l s. prov ni nt s do spaço cósmico. xplica qu a ori ntação da agul a magnética s d v ao fato d a T rra s comportar como um im nso ímã. indica qu o pólo nort magnético stá localizado pró imo ao pólo nort g ográfico. v v II. s gundo os istoriador s. O magn tismo t rr str l vou à inv nção da bússola. Os dois condutor s t nd m a s afastar. qu é lançado no m io ntr os fios no m smo plano d l s. com v locidad quas paral la às lin as d indução do campo mag nético t rr str . Os condutor s são p rcorridos por corr nt s létricas d m sma int nsidad .2 5. atuant sobr as partículas l trizadas qu ating m a T rra nos pólos Sul Nort g ográficos. r sponda as p rguntas propostas: a) Em qu condição a fo rça magnética ntr os condutor s s rá d atração? b) Em qu condição a força magnética nt ondutor s s rá d r pulsão? 7. à m dida qu s afasta da sup r fíci da T rra. indica qu o pólo sul magnético stá localizado próximo ao pólo nort g ográfico. instrum nto ss ncial para as grand s nav g açõ s d scobrim ntos do século XV . ( 2) O pólo nort da agul a d uma bússola aponta s mpr para o pólo sul magnético da T rr a. Dê. com v locidad p rp ndicular ao campo magnético t rr str . a soma das alt rnativas corr tas. ao passar m nas proximidad s da T rra. sab mos qu f ix s d partículas l t rizadas ( létrons prótons). A força magnética sobr o létron . Ub rlândia-MG Dois condutor s longos paraA B l los. como r sposta. c) I III. (04) As lin as d indução do campo magnético da T rra mostra m qu la s comporta como um gigant sco ímã. Assinal a(s) proposição(õ s ) corr ta(s): (01) O s ntido das lin as d indução. apr s ntando dois pólos magnéticos. são p rcorridos por corr nt s iguais opostas. constituindo bom x mplo d movim nto d partículas carr gadas m um campo magnético. t nd a d slocar o próton no s ntido da corr nt do fio da squ rda (A). 6. (08) A força magnética. (64) O módulo do campo magnético t rr str aum nta. (02) O s ntido das l n as d indução. UFR-RJ Dois condutor s m tálicos omogên os (1) (2) r tos xt nsos são colocados m paral lo. mostradas na figura. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . William Gilb rt. Atualm nt . a) II III. (16) Quando par tículas l trizadas ating m a T rra no plano do quador. F. A força magnética sobr o próton p. apr s ntando dois pólos magnéticos. situados no plano do pap l. d) Ap nas I. é m nor do qu sobr as partículas qu ating m a T rra no plano do quador. Em 1600. t nd i a aproximar o létron do fio da dir ita (B). com v locidad p rp ndicu lar ao campo magnético t rr str . são f itas as afirmaçõ s: + I. Muitos são os f nôm nos r lacionad s com o campo magnético t rr str . las não são d sviadas porqu a força magnética é nula. p – N stas circunstâncias. m sua obra d nominada D Magn t . UFSC A figura r pr s nta as lin as d indução do campo magnético t rr str .

b) ap nas II. PUC-PR A figura r pr s nta dois condutor s r tilín os colocados paral lam nt . d ) s rá o d uma licóid com o ixo paral lo ao campo létrico. b) z ro. c) têm a m sma v locidad d propagação na água. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A corr spond à soma das int nsidad s dos campos criados p la corr nt létrica m cada condutor. pod mos afirmar qu o módulo da força magnética atuand o no próton é a) 8 x 10-16 N. É corr ta ou são corr tas: a) I IV. UFRN Com r lação às ondas l tromagnéticas às ondas sonoras.0 x 105 m/s B = 5. ) s rá o d um movim n to armônico simpl s. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . b) pod m s difratar. c) 18 x 10-16 N. Os dois condutor s stão subm tidos a uma corr nt létrica d m sma int nsidad i. ) ap nas I. c) ap nas III. III. O movim nto d scrito por ss f ix : a) s rá o d um movim nto circular uniform . S ndo v = 1. mas com a v locidad progr ssivam nt d cr sc nt .0 x 10-2 T sla. c) d scr v rá um arco d parábola. Os condutor s ficam suj it os a forças d orig m magnética. pois as corr nt s létricas têm s ntidos opostos. 9. d) são polarizáv is. pois as corr nt s létricas não g ram campo magnético. → → GABARITO 11. d) 16 x 10-16 N. A int ns idad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. A I. b) continuará r tilín o. i Consid r as afirmativas. C f t-PR Um f ix r tilín o d létrons apr s nta uma v locidad constant igua l a 105 m/s. Em c rta r gião do spaço p n tra m um campo létrico uniform qu apr s nta a m sma dir ção s ntido do movim nto dos létrons.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                               . con form a figura abaixo: → → 3 B → V A v locidad V o campo magnético B têm m sma dir ção m smo s ntido. 10.8. ) 12 x 1016 N. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. é c to afirmar qu ambas a) s propagam no vácuo. II. conform figura. d) II III. IV. (UFR-RJ) Um próton é lançado com cidad constant V numa r gião ond xist → ap nas um campo magnético uniform B.

ficando s mpr à dir ita la. Inicialm nt . como mostrado. Juiz d Fora-MG Um ímã é movim ntado p rp ndicularm nt ao plano d uma spi ra. carr gadas com cargas d m smo valor absoluto d sinais contrários. situado ntr as plac as. stão r pr s ntadas duas placas m tálicas paral las. UFMG Na figura. U. d pois pára por um instant ntão é afastado. Entr ssas placas. Consid rando ssas informaçõ s. III. – – – – – – – 4 P B → + + + + + + + Uma partícula com carga létrica positiva é colocada no ponto P. m função do t mpo (t)? G a) b) i i IMPRIMIR t t c)                                                                       d) I  c) II  b) I   II. a) b) c) P d) P GABARITO P P 14. na figura. xi st um cam→ po magnético uniform B.a) som nt II. p lo símbolo .    . p rp ndicular ao plano da página dirigido para d ntro d sta. III. F. assinal a alt rnativa m qu m l or stá r pr s n tada a traj tória da partícula após s r solta no ponto P. o ímã é aproximado da spira. como mostra a figura. 13. O ímã não c ga a ntrar na spira. N S Qual dos gráficos abaixo pod ria r pr s ntar o valor absoluto da corr t ( i ) obs rvada no galvanôm tro G.

F. Viçosa-MG A figura mostra um fio r tilín o muito longo p rcorrido por um a corr nt i uma (A) spira r tangular p rcorrida por uma corr nt I. a spira t nd a s afastar do fio.El tromagn tismo Avançar ○ ○ I 12.i d) i t t Voltar FÍSICA . Afirma-s : I. a spira t nd a girar no s ntii do orário. São corr tas: ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○                                . II. U. III. a força magnética no ramo v rtical dir ito fio (A) da spira é orizontal dirigida para a squ rda. situados num plano.

Pod -s supor qu o plano da spira s ja mantido p rp nd icular às lin as d indução magnética durant o movim nto r lativo. de 1. con hecidas como mésons. B. a) A enas I é cor reta. A idéia básica na qual se fundamenta a leitura magnética é a seguinte: va riações nas intensidades de cam os . Na r alidad . que ficavam geralmente no convés. calcule a força eletro motriz induzida na es ira.0 T em 0. d) A enas II é correta. Considerand o as informações acima. as tem estades eram muito temidas. Um feixe de artículas eletricamente carregadas. Se desligarmos o cam o elétrico +x (E = 0) o feixe descreverá uma trajetória circular contida no lano xz. 16.40 s. Dê como res osta a soma das alternativas corretas.0 • 108 m/s). Materiais com ro riedades magnéticas es eciais têm a el muito im ortante na tecnologia moderna. Com esse ex erimento ode-s e dizer que a carga do méson é ositiva. a) magnéticos – magnetização b) magnéticos – correntes elétricas létricos – correntes elétricas d) elétricos – magnetização e) elétricos – cargas elétricas 5 GABARITO 18. 16) as gotas de chuva elet rizadas elos relâm agos odiam danificar a bússola. qu s iluminam p rman c m iluminadas nquanto é mantido o m ovim nto r lativo ntr os dois obj tos.F. Sobre esse fato. Entre inúmeras a licações.0 • 10–2 T. E. na direção +y. corria-se o ri sco de ter a bússola danificada no meio do oceano. 17. dando origem a sinais qu e são de ois am lificados. desloca-se com velocidade c/3 (c é a velocidade da luz no vácuo. I. 08) o cam o mag nético roduzido elo raio odia desmagnetizar a bússola. Viçosa-MG Conforme re resentado na figura abaixo. II. +z IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Além da fragilidade dos navios. U. nesta região também há → um cam gnético uniforme. Consid rando π 3 e adm itindo que o cam o magnético varie de zero a 1. E III. atraía raios que a danificavam. induzem em uma bobina existente no cabeçote de leitura.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤   ¤  ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤   ¤ ¤                       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ . O cam o magnético tem módulo B 1. UFSC No início do eríodo das grandes navegações euro éias. em uma região do es aço há → um cam o elétrico uniforme. 32) a forte luz roduzida nos r elâm agos desmagnetizava as bússolas. usadas em fitas magnéticas e discos de com utadores. b) I II são corretas. UFRS Selecione a alternativa que reenche corretamente as lacunas no texto abaixo. é CORRETO afirma r que: 01) a agitação do mar odia danificar ermanentemente a bússola. UERJ Um mágico passa uma b ngala por d ntro d um aro. a ssim como os metais (facas e tesouras).15. cujo valor é 3. a b ngala é um ímã o aro é uma spira m tálica circular. e assa nesta região em linha reta na direção +z. c/3 c) I e II são corretas. od emos mencionar a gravação e a leitura magnéticas. anali+y se as seguintes afirmativas e res onda de acordo com o código.0 • 106V/m na direção +x. 04) o aque cimento do ar roduzido elos raios odia desmagnetizar a bússola. d 40 m d raio. roduzidos ela fita ou elo disco em movimento . 02) a bússola. cont n do p qu nas lâmpadas.

caso exista. assinale o que for correto. no onto P. U. e) Correntes elétricas em condutores não ge ram cam os magnéticos ao seu redor. 02) O cam o magnético. de forma que a agulha tende a orientar-se er endicularmente a ele. Pelotas-RS Pedro realiza ex eriên– + cias no Laboratório de Física de sua esco la. 04) Se o elétron estiver se movendo no lano do f io. 20. a força magn ca sobre o elétron. Maringá-PR Um fio retilíneo longo trans orta uma corrente de 100 A.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Para ajudá-lo a com reende o que está acontecendo. são circunferências concêntricas com io e em lanos ortogonais. d e forma que uma corrente elétrica ercorra o fio. c) Sobre os fios condutores a arecem forças re ulsivas. U. F. no onto P.0 cm deste fio. a agulha movimenta-se e orientase. c) geram um cam o elétrico que interfere com o cam o magnético d a agulha.6 19. você ex lica que as cargas elétricas em movimento no fio a) g eram um cam o magnético cujas oscilações rovocam desvios em todos os ímãs nas roximidade s do fio. A ermeabilid ade magnética do vácuo é de 4π x 10-7 T. os módulos dos cam os magnéticos gerados elos dois fios condutores são somados. Pedro acha estranho que uma corrente elétrica ossa influenciar a orientação de um ímã. sofrerá ação de uma força radial em direção ao fio.4 mT e di reção er endicular ao lano do fio. b) No onto A. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. ocasionando desvio. devido à corrente. orém de sentidos o ostos. E. 16 Se a velocidade do elétron estiver dirigida ortogonalmente ao lano do fio. 21. Fechando o circuito. é correto afirmar: A I B I GABARITO a) Sobre os fios condutores a arecem forças atrativas. er endicularmente e em direção a este. que se encontra exatamente e ntre os dois fios. 32) Em qualquer situação. 08) Se a velocidade do elétron for aralela ao fio e no sentido da corrente.0 x 107 m/s.m/A. U. utilizando a montagem mostrada na figura abaixo. será er endicular à sua velocidade e ao cam o magnétic o. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . b) geram um cam o elétrico uniforme que tende a anular o efeito do cam o magnético terrestre. sofrerá ação de uma força de sentido contrário rente e de módulo 6. numa direção er endicular ao condutor. assando em um onto P a 5. Londrina-PR Dois longos fios condutores retilíneos e aralelos são ercorridos or correntes elétricas de mesma intensidade.6 x 10-19C) está se movendo com veloci dade v = 1. Um elétron (e = 1. a roximadamente. ele verifica que a agulha magnética orientase na direção Norte-Sul. Considerando qu e os fios estejam róximos um do outro. e) geram um cam o magnético que se soma ao cam o magnético terrestre.4 x 10-16N. tem módulo 0. d) No onto B. rovocando o desvio da agulha. Com o circuito aberto. ao assar elo onto P. 1) As linhas de indução magnética. d) geram um cam o magnético uniforme. então o elétron não sofrerá desvio. E. Nessas condições. o cam o magnético é nulo.

( ) É a variação do fluxo do cam o magnético nos enrolamentos que ermite a transmissão da energia elétrica. Próximo à b obina. a energia elétrica é transmitida do rimário ara o secundário. de modo a ind uzir nessa es ira uma corrente contínua. a) se o õe – necessária d) é favorável – desnecessária b) se o õe – desnecessária e – desnecessária c) é favorável – necessária IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Quando um ímã é a roximado de uma es ira condutora mantida em re ouso. é correto afirmar: ( ) A corr ente elétrica do enrolamento secundário não influi no funcionamento do rimário. com os ólos norte (N) e sul (S) na osição indicada. 23. assinale o que for correto: 01) A otência elétrica na entrada do enrolame nto rimário desse transformador é igual à otência elétrica na saída do enrolamento secund o. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. ligação elétrica entre o condutor do enrolamento rimário e o do secundário. UFMG Na figura. 25.22. o agente que movimenta o ímã sofre o efeito a o avanço do ímã. 08) As correntes nos enrolamentos rimário e secundário desse transformador são iguais. d) o ímã é re elido ela bobina. E. 04) A energia no enrolamento rimário é igual à energia no enrolamento secundário. está colocado um ímã. UFPR Sabe-se que em um transformador não há. ( ) A difere nça do otencial nos terminais do enrolamento secundário é sem re menor que a diferença de otencial nos terminais do rimário. O ímã e ina estão fixos nas osições mostradas na figura. é CORRETO afirmar que a) a bobina não exerce força sobre o ímã ) a força exercida ela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R. 24. ( ) O t ransformador só funciona com corrente elétrica variável. c) a força exercida ela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida elo ímã sobre a bo a. A artir dest es fatos e dos conhecimentos sobre eletromagnetismo. ( ) A corrente elétrica é sem re a mesma nos e nrolamentos rimário e secundário. caracterizando o rincí io da conservação de en ergia. neces sariamente. U. ter emos uma dd menor no enrolamento secundário. sendo a realização de trabalho de uma força que ara efetuar o deslocament do ímã. 16) A transferência de otência do enrolamento rimário ara o enrolamento se cundário não ocorre or indução. estão re rsentados uma bobina (fio enrolado em torno de um tub o de lástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. N ímã S i R bateria 7 Com base nessas informações. UF RS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo . E ntretanto. 02) Se ligarmos os terminais do enrolamento rimário a uma bateria de 12 V. Ponta Grossa-PR Sobre um transformador ideal em que o número de es iras do enrolamento secundário é menor que o do enrolament o rimário.

Analise as afirmações abaixo e as figuras ao lado. inicialmente em re ouso no lano da ágina. alinhando-se com o Fig. na região do cam o magnético. U. de intensidade B. II e IV 8 27. A es ira assa a girar em torn o do eixo OO’ e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. Os vetores v e B estão no lano XY. vê-se que a limalha de ferro forma linhas aralelas e eqüid istantes dentro do solenóide. I Fig.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . em Newtons. colocada sobre um ímã em forma de bar ra.26. As artículas de ferro. 28. Qual o módulo. er endicular ao lano da ágina. existe um cam o magnético uniforme. atravessarem o a el. U. Figura I: Re resenta a d istribuição da limalha de ferro na folha de a el. II e III. III vetor indução magnética. IV como equenos ímãs. colo cada sobre um ímã em forma de ferradura. ercorrido or corrente contínua. II linhas de indução de u ma região de cam o magnético sal icando limalha de ferro sobre uma folha de a el co locada horizontalmente. Pode-se afirmar que são corretas a enas: a) I e II b) III e IV c) I. Na mesma região. Figura III: Um fio. c) A enas em III. imantamse e com ortam-se Fig. Figura IV: Fazendo as es iras de um solenóide. Em qu ais dessas situações ocorre indução de corrente elétrica na es ira? a) A enas em I. atravessa um edaço de a el e a limalha de ferro se arruma conforme a fi gura. Figura II: Re resenta a distribuição da limalha de ferro na folha de a el. O B O’ Considere as seguintes situações: I. na direção do eixo x . A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético varia no tem o. Potiguar-RN Pode-se obter o as ecto das Fig. Maringá-PR Uma carga Q = -3C desloca-se com velocidade v = 4 m/s. formando um ângulo de 30º com o cam o magnético B de intensidade 15 T. d) A enas em I e III. ercorrido or corrente contínu a. e) Em I. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. III. b) A e nas em II. II e III d) I. II. UFRS A figura abaixo re resenta uma es ira condutora quadrada. da força magnética que atua na carga? 1 Dados: Sen 30º = 2 Cos 30º = 3 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . E.

NÃO atrai a) uma arruela de ferro. 3 0. é diretamente ro orcional à sua resistência e invers amente ro orcional à corrente elétrica que o ercorre. que gira devido ao contato do eixo do rotor com o neu da bicicleta. e) uma caneca de alumínio. num alternador.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ figura I – arte dianteira da bicicleta lâm ada ¤ 29. com certez a. UFRN Numa usina hidrelétrica. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . do dínamo visto or dentro lâm ada dínamo P Q N bobinas (es iras) fixas S ímã rotor ( arte móvel) 9 Face à descrição acima e com o auxílio de conhecimentos de Física. 31. d) uma anela de ferro. (32) A erda de energi a elétrica. c) uma lâmina de barbear. a fim de transitar à noite co m maior segurança. ele colocou em sua bicicleta um dínamo que alimenta uma lâm ada de 12 V. em dado instante.figura II – re resentação esquemática. a arte fixa (estator) é constituída de bobinas (es ira s). ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ e ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . onde existe um ímã rmanente. menor número de es iras na bobina rimária do que na bobina secundária. Unifor-CE Um ímã. em seguida em energia elétrica. ode-se afirmar: a) A e nergia or unidade de tem o emitida ela lâm ada mostrada na figura I não de ende da velocidade da bicicleta. a energia da queda d’água é transformada em energia cinét ica de rotação numa turbina. ara essa transformação. Pedro Pedreiro enfrenta com sereni dade a escuridão das estradas em sua bicicleta orque. b) um rego. onde é gerada a corrente elétrica. (16) Os transformadores conv ertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. d) A velocidade angular do rotor (figura II) tem que ser igu al à velocidade angular do neu da bicicleta (figura I). (04) A resistência elé de um cabo de transmissão é diretamente ro orcional ao seu com rimento e inversame nte ro orcional à sua área de secção transversal. UFRN Ao término da sua jornada de trabalho. e de uma arte móvel (rotor). e finalme nte é distribuída através de cabos de alta tensão. Os rincí ios físicos envolvidos na rod e distribuição de energia ermitem afirmar: (01) A queda d’água rovoca uma erda de ene rgia otencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. c) A conversão de ene rgia mecânica em energia elétrica ocorre devido à variação tem oral do fluxo magnético nas s iras (figura II). num cabo de transmissão. ara a lâm ada funcionar. Num dínamo de bicicleta. (08) Os transformadores situados na u sina têm. b) No instante re resentado na figura II. (02) A ener gia cinética de rotação da turbina é arcialmente transformada em energia elétrica. o sentido co rreto da corrente elétrica induzida é do onto Q ara o onto P. ara efeito da distribuição de energia em cabos de alta tensão. o fenômeno de indução eletromagnética. usando -se.

mantendo-o A nessa osição. b) nos pontos 1.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . o ímã d o conjunto de es iras. 10 34. ( ) Um elétron. que atua sobre o elétron. Nessas c ondições. d) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o elétrico induzido variável. surge em P (na extremidade das es iras) um ólo sul que tende a acelerar o ímã. É correto afirmar que a) a força magnética entre os condutores será de atração se correntes forem de mesmo sentido. é correto afirmar: a) Ao se a roximar o ólo norte do ímã das es iras. em 10–15 N. colocados a pequena distância um do outro. c) A velocidade com que o ímã é a roximado. d) a força nética entre os condutores será de atração se as correntes forem de sentidos opostos. d) nos pontos 2 e 4. exa mine a situação física descrita em cada alternativa e a justificativa (em negrito) que a segue. longos e p aralelos. ( ) Dois fios metálicos a ralelos ercorridos or correntes de mesmo sentido se atraem orque cargas de si nais contrários se atraem. b) a força magnética entre os condutores será sempr e de repulsão. não altera o valor da corren te elétrica induzida. o campo magnético gerado por esses ímãs pode se r nulo SOMENTE a) nos pontos 1 e 3. o módulo da força centrípeta que age sobre cada partícula. b) Ao se osicionar o ímã mu ito róximo das es iras. 2 e 3. com carga elétrica igual a 8 — 10–19 C cada se movem em trajetória circular com velocidade de módulo constante e igual a 3 — 105 m/s. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . GABARITO 35. sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme de intensidade 2 — 10–1 T. ( ) Um transformador funciona com corrente alternada orque a corrente no rimário roduz um fluxo magnético variável que gera uma força eletromotri z induzida no secundário. ( ) Quando dois ca acitores diferentes são ligados em aralelo à mesma bateria. ao assar róximo de um fio ercorrido or uma corrente. a corrente elétrica induzida será máxi a. Considere corretas as alternativas em que a justificativa ex lica a ro riadamente a situação. 2. U.32. 1 2 3 c) no ponto 2. E. e) não aparecerá força magnética entre os condutores. ( ) O motor de um eletrodoméstico funciona quando ligado à t omada orque ocorre dissi ação de energia or efeito Joule. Q a roximando-o da es ira. Salvador-BA Várias artículas idênticas. sofre a ação de uma força er endicular à sua velocidade orque a corrente no fio roduz um cam o magnético ao seu redor. Quanto a esse P ex erimento. Unifor-CE No esquema estão representadas as posições relativas de dois ímãs idênticos c m pólos nas extremidades. continuamente. ou afastado. UFSE Dois fios condutores. Londrina-PR) O ex erimento ao lado ode ser usado ara roduzir ene rgia elétrica. S 33. o de maior ca acitância adquire maior carga orque a carga num ca acitor é igual ao roduto de sua ca acitância ela diferença de otencial entre suas lacas. são percorridos por correntes e létricas. 3 e 4 nas proximidades dos ímãs. c) a força magnética entre os condutores será sempre de atração. e os pontos 1. UFPR Considerando os conceitos e a licações da eletricidade e do magnetismo. determine. (U. Considera ndo apenas os quatro pontos indicados. Nesse ex erimento deve-se a roximar e N afastar. e) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o magnético induzido de intensidade variável. 4 e) no ponto 4. 36.

Eletromagnetismo . conduzindo corrente elétrica i. c) magnético variável e não-paralelo ao plano do condutor. d) elétrico constante e paral elo a plano do condutor.37.e. conforme indicado. A força magnética que age sobre o próton é v +q i a) paralela ao plano da figura e para a direita. uma corrente elétrica é in duzida através dele quando ele é submetido a um campo a) magnético variável e paralelo a o plano do condutor. apenas no intervalo de 0 a 4 s. é sempre uma circunferência. perpendicularmente e para fora do plano da figura. ( ) O módulo do campo magnético representa a força que atua em uma c arga de prova por unidade de velocidade. e) nula. no interior de um campo magnético. como mostra a figura. b) par alela ao plano da figura e para a esquerda. Um próton mo ve-se com velocidade v. e) elétrico constante e perpendicular ao plano do conduto r. ( ) A trajetória descrita por uma partícula carregada. UFS E Aplica-se um campo de indução magnética B. b) crescente. → A intensidade do vetor B varia com o tempo de acordo com o gráfico abaixo. no intervalo de 4 s a 6 s. no plano da figura. e) dec rescente no intervalo de 6 s a 10 s. 38. nos intervalos de 0 a 4 s e 10 s a 12 s.m induzida na espira é a) crescente. ( ) Dois f ios longos percorridos por correntes de mesmo sentido experimentam uma força repul siva. B(T) 4 → B → 11 0 2 4 6 8 10 12 t(S) 4 É correto afirmar que a f. PUC-RS A figura abaixo representa um fio metálico longo e retilíneo. ( ) A força exercida pelo campo magnético sobre uma partícula que se move no int erior é sempre perpendicular à sua velocidade. c) nula. c) perpendicular ao plano da figura e para dentro. 40. Unicap-PE ( ) As regiões de um ímã onde as ações magnéticas são mais intensas denomi -se pólos magnéticos. perpendicular ao plano de uma espira circ ular. d) decrescente. d) perpendicular ao plano da figura e para fora. apenas no intervalo de 6 s a 8 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . b) magnético constante e perpendicular ao plano do condutor. Supondo-se um condutor em forma de espira retangular contido num plano. PUC-RS O fenômeno da indução eletromagnética é us ado para gerar praticamente toda a energia elétrica que empregamos. 39.

Avançar .

UFRN Em alguns equipamentos eletroeletrônicos costuma-se torcer. c) uma carga elétrica em movimento cria em torno de si um c ampo magnético. Esses ef eitos magnéticos indesejáveis serão evitados com maior eficácia. Unifor-CE A experiência de Oersted comprovou que a) dividindo-se um ímã ao meio. d) se magnetiza e o pólo norte é o la do MN. Acafe Uma partícula eletrizada negativamente descreve um movimento circular un iforme de raio R em um campo magnético uniforme. 44. UFSE Uma chapa de ferro quadrada é submetida a um campo magnético uniforme de → in dução B.o dobro . é: V V a) a metade . d) uma carga elétrica sofre desvio quando se desloca num campo magnéti co.o dobro x x x x d) o dobro . com correntes em sentidos opo stos.o dobro . na mesma direção do campo.Eletromagnetismo Avançar . a tela fluorescente de um televisor. perpendicular ao plano da página. se os fios a serem torc idos forem percorridos por correntes de a) mesmo valor e mesmo sentido. e) dois fios paralelos. b) se magnetiza e o pólo norte é o la do PQ. como mostra a figura. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . senão ocorreriam distorções ou interferências na imagem. juntos. se atraem.o dobro . b) Imantar um corpo é fornecer elétrons a um de seus pólos e prótons ao outro.o dobro R c) o dobro . c) Ao edor de qualquer carga elétrica. M N É correto afirmar que a chapa a) não se magnetiza. c ada metade constitui um pólo magnético. os fios que transportam correntes elét ricas. b) mesmo valor e sentidos contrários. Para que a partícula descreva o movimento circular unifo rme de raio 2R é necesário que tenha ————— da massa ou ————— do módulo da velocidade ou ain ga elétrica. c) se magnetiza e o pólo norte é o lado QM. U. B Q P 12 42. Por exemplo.o dobro x x x x b) o dobro . na qua l incidem elétrons.41. A alternativa que completa o enunciado acima.a metade V e) a metade . c onforme o esquema abaixo. d) valore s diferentes e mesmo sentido. não deve sofrer influência magnética das correntes que fluem em outr as partes do aparelho. assinale a opção que apresenta a afirmativa correta: a) É possível isolar os pólos de um ímã. em x x x x B seqüência.a metade x V x x x 43. Potiguar-RN Com base nos estudos da teoria eletromagnética .o dobro .a metade . existe um campo elétrico e um campo magnético. b) um campo magnético é capaz de acelerar uma ca rga elétrica estacionária. c) valores diferentes e sentidos contrários. para se evitarem efeitos magnéticos em pontos distantes do equipamento. 45. d) Car gas elétricas em movimento geram um campo magnético. ond e há outros dispositivos. e) se magnetiza e o pólo norte é o lado NP.

x x x x x x x x x x x x x x x x B 13 Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): (01) Como a espira recebe energia do campo m agnético. Se a carga q é lançada com velocidade v perpendicular a B. II e III são corret as. como resposta. A força magnética fará com que a partícula descreva um movimento circular. IV. com carga q é lançada em → uma região com campo magnético uniforme (B) e → vel dade v como mostra a figura abaixo. c) Somente IV é correta. perpendicular ao seu plano de os cilação. → q GABARITO → → v B Em relação ao efeito do campo magnético sobre a partícula quando se movimenta nessa região .Eletromagnetismo Avançar . (08) A espira levará menos t empo para atingir o repouso. UFSC Uma espira retangular de fio condutor é posta a oscilar. (02) O campo magnético não influencia o movimento da espira. conforme está representado na figura abaixo.46. III. A força magnética tem direção perpendicular à direção da v cidade. atravessa ndo em seu movimento um campo magnético uniforme. (16) O sentido d a corrente induzida enquanto a espira está entrando na região do campo magnético. a soma das alternativas corretas. Ao oscilar. 47. podemos afirmar que: I. a força magnética fará com que elas descrevam um movimento circular uniforme. (04) Parte da en ergia mecânica será convertida em calor por efeito Joule. IMPRIMIR Em relação às afirmativas acima: a) Somente I é correta. UFMA Um a partícula. Voltar FÍSICA . cujo raio seja a metade do lado maior d a espira retangular. ela levará mais tempo para atingir o repouso do que se oscilasse na ausência dos ímãs. Dê. (32) Os valores das correntes induzidas não se alteram se substituímos a es pira retangular por uma espira circular. (64) As correntes induzidas que aparecem na espira têm sempre o mesmo sentido. d) Todas são corretas. é opos to ao sentido da corrente induzida enquanto a espira está saindo da região do campo magnético. II. pois será freada pelo campo magnético. b) Somente I. a espira não sofre rot ação (o plano da espira é sempre perpendicular ao campo magnético) e atravessa a região do campo magnético nos dois sentidos do seu movimento. no ar. mas a direção e se ntido mudam a cada instante. e) Todas são falsas. O módulo da velocidade mantém-se constante.

orientada para dentro dessa fo ha. Dê. as quais são orientadas. um campo magnético de inhas de f uxo circu ares. o f uxo do campo magnético gerado pe o ímã através da esp ra é nu o. no fio CD. no qua B é a intensidade do campo magnético devido ao ímã e λ é o comprimento do fio AC. para dentro da fo ha de pape . é correto afirmar: (01) O segmento AC da espira está submetido a uma força magnética de módulo Biλ. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . para fora da fo ha de pape e.48. submetida a uma difer ença de potencial entre os pontos P e Q. (04) A corrente i gera.E etromagnetismo Avançar                      . com o resposta. UFBA A figura abaixo mostra a seção frontal dos pólos norte (N) e sul (S) de um ímã. N A B P 14 L Q C S D M De acordo com a situação descrita. acima de CD. o que corresponde ao princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua. devido à ddp VPQ e pode girar livremente em torno do seu eixo cent ral LM. VPQ = VP – VQ > O. haverá uma corrente e étrica induzida. abaixo de CD. (32) À medida que a espira gire. com centro em CD. (02) O segmento AB está submetido a uma força agnética perpendicu ar ao p ano da fo ha de pape . a soma das a ternativas corretas. (16 ) Na situação mostrada na figura. A espira é percorrida por uma corrente i. (08) As forças magnéticas q ue atuam nos segmentos AB e CD evam a espira a girar em torno do segmento LM. e ntre os quais se encontra uma espira condutora retangular.

seria me hor representada pe a reta GABARITO IMPRIMIR a) b) c) d) e) A A’ B B’ C C’ D D’ perpendicu ar ao p ano do pape . A área do circuito é perpendicu ar ao campo de indução magnética uniforme B.225 T 0.E etromagnetismo Avançar                             . como na figura abaixo desenhada no p ano. nos vértices de um triângu o isósce es. passa uma mesma corrente que sai do p ano do pape e pe o terceiro (X).75 10–3 N a intensidade da força con stante ap icada à barra. o módu o de B é: 15 a) b) c) d) e) 0. fechando-o. Por dois de es (•).49.150 T 0.a em movimento uniforme com ve ocidade v = 2.00 m/s. Nessas condições.300 T 0. A resistência do circuito é R = 3.0 cm faz contato com um circui to. co ocada eqüidistante de es. Fuvest-SP Três fios verticais e muito ongos atravessam uma superfície p ana e h orizonta . ITA-SP Uma barra metá ica de comprimento L = 50. para mantê. Desprezando-se os efeitos d o campo magnético terrestre.100 T 50. sendo de 3.200 T 0.00 Ω. a direção da agu ha de uma bússo a. Vo tar FÍSICA . uma corrente que entra nesse p ano.

conforme a figura abaixo. constante e perpendi cu ar ao p ano da página. Na segunda. perpendicu armente. a esfera foi ançada a                    . como mostram as figuras a seguir: +++++++++++++++ d/2 v d E Terra B v g v GABARITO d/2 A primeira figura esquematiza um capacitor cuja distância entre as p acas é d e a es fera foi ançada a uma distância d/2 de cada p aca. V0 B0 Qua dos gráficos abaixo me hor representa o módu o da ve ocidade V da partícu a em fu nção do tempo t após a mesma ter penetrado na região onde existe o campo magnético: (01) (01) V (02) (02) V (04) (04) V 16 (08) V0 V0 V0 t (08) V t (16) V t (16) V0 V0 t t Dê.51. UFGO Uma esfera de massa m e carga q<0 é ançada. UFMT Suponha que uma partícu a. com ve ocidade V0. como resposta. contida no p ano da página. 52. num campo gravitacion a e num campo magnético. p enetre em uma região do espaço onde exista um campo magnético B0. num campo e étrico. a soma das a ternativas corretas.

uma distância d. ( ) O traba ( ) Para os campos e étrico. ( ) As trajetórias seguidas pe as esfe ras em cada um dos campos são as indicadas nas figuras abaixo: g parábo a E parábo a semicírcu o B IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ciona e magnético. eti íneo uniforme. a força tem a mesma direção po os campos e étrico e gravitaciona indicados ona devida a e es tiverem a mesma intensidade. pe a força e étrica foi qEd. o traba ho rea izado ho rea izado pe a força gravitaciona foi mgd.E etromagnetismo Avançar     ( ) Para a situação acima. ( ) Se atuarem ao mesmo tem acima e as forças e étrica e gravitaci a esfera descreverá um movimento r                   . próxima da superfície da Terra. gravita que o campo.

a ca acitância de C3 será maior que C2. U. ficam associados em aralelo entre si. é correto afirmar que: 01) a ca acidade resultante de ende dos valores numéricos de K2 e K3 . Dê como res osta a soma das alternativas corretas.10–5 T 3. UFPR Considere um ca acitor com osto or duas lacas condutoras aralelas q ue está sujeito a uma diferença de otencial de 100 V.10–5 T 2. 55.5. 02) a equação dimensional da energia armazenada no ca acitor C2 é dada or [L]2 [M] [T]-2 04) a energia fornecida elo gerador de força eletromotriz é igual à soma da ene rgia dissi ada nos condutores e à soma das energia armazenadas nos ca acitores C1. E. Maringá-PR Considere a associação de ca acitores re resentada na figura abai xo. 17 GABARITO Sendo K2 e K3 constantes dielétricas e des rezando-se os efeitos de borda. 16) se C2 e C3 forem idênticos e K2 e K 3 reencherem todo o es aço entre as lacas dos ca acitores.0 Ampéres.53. se K3 > K2. no sentido horário.10–5 T 54.10–5 T 2. Qua a intensidade do ve tor indução magnética no centro da espira? µ0 = 4π.10–5 T 5. 08) C2 e C3 estão submetidos a uma mesma diferença de otencial elétrico.10–7 Tm A i a) b) c) d) e) 4. percorrida por u ma corrente de intensidade 4. C2 e C3. lo go. re resentado na figura abaixo : + + + + + + + + + + A – – – – – – ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . UEMS A figura representa uma espira circu ar de raio 4p cm. então.

00 µF. ( ) Se a distância entre as lacas for reduzida à metade. a carga elétrica em cada laca te rá módulo igual a 10. ( ) Se a ca acitância deste ca acitor for igual a 1. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a c a acitância do ca acitor irá du licar.0 µC.– – – – B É correto afirmar: ( ) O otencial elétrico na laca A é maior que na laca B. ( ) Um elétron que estiver localizado entre as lacas. ( ) Ent re as lacas há um cam o elétrico cujo sentido vai da laca B ara a laca A. será ace lerado em direção à laca A. ( ) Este ca acitor ode ser usado como um ele mento ara armazenar energia.

Sabendo-se que a força magnética equilibra o eso da artícula. As condições que ermitem que se anule o cam o de indução magnética no centro d a es ira. res ectivamente GABARITO a) b) c) d) e) (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido horário. ode-se afirmar que a velocidade da artícula tem direção: B P IMPRIMIR a) b) c) d) e) horizontal e sentido ara a direita. A uma distância 2 R de seu centro encontrase um condutor retilíneo muito longo que é ercorrido or uma corrente i1 (conforme a figura). Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocida de V. 58. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido ho rário. são. encontra-se um longo ímã B. horizontal e sentido ara a esquerda. Fuvest-SP Um ímã cilíndrico A. vertical e se ntido ara baixo. (i1 / i) = 2 e a c orrente na es ira no sentido horário. II e III 57. com velocidade V er endicular ao vetor indução magnética B.UEMS Uma artícula carregada negativamente movimenta-se no cam o magnético mostra do na figura. Voltar FÍSICA . (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido anti-horário. vertical e sentido ara cima. com um equeno orifício ao longo de seu eixo.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . desde que er endicular ao vetor B.56. cujo ólo S encontra-se muito longe e não está re resentado na figura. ode de slocar-se sem atrito sobre uma fina barra de lástico horizontal. da esquerda ara a direita. o conjunto de todos os gráficos que odem re res entar a velocidade V do ímã A. 18 Des rezando efeitos dissi ativos. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido anti-horário. qualquer. em função da osição x de seu centro P. Próximo à barra e fi xo verticalmente. ITA-SP Uma es ira circular de raio R é ercorrida or uma corrente i. é constituído or a) ) I e II c) II e III d) I e III e) I.

flui or um tubo cuja forma se acha esquematizada na figura dada. com sentido enetrando nela. res ectivamente. (16) a artícula III ossui carga negativa. ( ) se um cam o magnético externo f or a licado na arte reta do tubo. na direção do movimento dos íons. vindas da esquerda da ágina.6 X 10–19C). cujo raio médio é r. I B E II 19 III Com base nessas informações. as trajetóri as das três artículas são as mostradas na figura abaixo.Católica-GO Um gás monoatômico. A arte curva é de for ma circular. ode-se afirmar que: ( ) a corrente elétrica i no tubo é de 8 mA. como res osta. gerado ela corrente elétrica dos íons . é correto afirmar que (01) a artícula I ossui carga negat iva. (02) a artícula I ossui carga ositiva. De ois de alguns instantes. na mesma direção de seu movimento. a soma das alternativas corretas.Três artículas I. A re resenta um anel circular de cobre. 60. ( ) o cam o magnético no interior do anel. uma corre nte elétrica no anel de cobre. U.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ A artir desses dados. or indução. então esse cam o ma gnético rovocará uma força magnética sobre esses íons. constituído de íons (cada um deles ortando uma carga elétrica ositiva i gual a 1. temos (B) conforme a figura abaixo. Dê. surgirá. ( ) se a corrente elétrica no tubo for aumentando gradualmente. II e III enetram nessa região. (08) a artícula III ossui carga ositiva. está na direção er endicular ao lano da ágina. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ 59. no sentido horário. com vel ocidades vI. (04) a artícula II não ossui carga elét rica. Os íons se deslocam no tubo com velocidade constante v. Na figura. UFMS Em uma certa região do es aço. vII e vIII. Em uma secção reta do tubo assam 5 X 1016 íons or segu ndo. B VI E VII VIII resentes cam os elétrico (E) e magnético ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . v O v r GABARITO A IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

c) a indução eletrostática e o movimento oscilante dos ortadores de carga elétrica. haverá o a arecimento de u ma corrente. (08) a direção de moviment do elétron será desviada ara baixo da direção horizontal e a direção de movimento do nêut ermanecerá inalterada. Para se arar as artículas. (16) os raios de curvatura das trajetórias do elétron e do nêut ron são iguais. São Carlos-SP No final do século XIX. (02) a direção de movimento do on será desviada ara baixo da direção horizontal. a corrente tam bém não variará com o tem o. 63. direção e sentido). e) a indução eletromagnética e o movimento oscilante dos ortad ores de carga elétrica. gerada em usina s elétricas. enqua to que a direção de movimento do elétron não será alterada. sur girá em torno deste um cam o magnético semelhante ao cam o gerado or um ímã ermanente. mas só funcionam em corrente alternada. ( ) Somente haverá o a arecimento de um cam o magnético nas i mediações de um solenóide se este for alimentado or uma corrente alternada. res ectivamente. (04) as direções de movimento do elé n e do nêutron serão desviadas ara baixo da direção horizontal. Como a intensidade do cam o do ímã ermanente é constante. enquanto que a direção de movimento do elétron será desviada ara cima da direção horizontal. Sobre esse tema. UFMT A relação fenomenológica entre correntes elétricas e cam os magnéticos se constitui numa das bas es rinci ais de toda a tecnologia contem orânea. como res osta. Os transform adores odem aumentar ou diminuir a tensão a eles fornecida. d) a indução eletromagnética e o movimento contínuo de orta dores de carga elétrica. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . julgue as afirm ativas como verdadeiras ou falsas.61. é correto afirmar que B Fexe de artículas 20 Sendo dado: m NÊUTRON ∼ 1840 m ELÉTRON carga ELÉTRON = – e ∼ – 1.6 X 10–19 C carga NÊUTRON (01) a direção de movimento do nêutron será desviada ara cima da direção horizontal. a soma das alternativas corretas. Dê. Su onha. Um dos fatores decisivos ara essa escolha foi a ossibilidad e da utilização de transformadores na rede de distribuição de eletricidade. 62. a) a conservação da carga e o movimento oscil ante dos ortadores de carga elétrica.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . UFMS A câmara de bolhas é um dis ositivo muito usado em laboratórios ara identifi car artículas atômicas através de sua trajetória. U. é a licado um cam o magnético homogêneo de intens idade conhecida e direção er endicular ao lano de trajetória das artículas. ( ) Se no interior de um solenóide houver um ímã ermanente. com osto or elétrons e nêut rons. Nesse sis tema odemos desconsiderar a atuação da força eso sobre as artículas. ( ) Conectando-se uma ilha a um solenóide. O rincí io físico em que se baseia o fu ncionamento dos transformadores e a característica da corrente alternada que satis faz a esse rincí io são. em detrimento d a corrente contínua. que fica marcada no va or que reench e a bolha. então. Com relação à tr ajetória das diferentes artículas atômicas que com õem o feixe. entre nessa câmara onde o sentido do cam o é dado na figura abaixo. F. todas com a mesma velocidade (módulo. qu e um feixe de artículas. uma dis uta tecnológica sobre qual a corrente e létrica mais adequada ara transmissão e distribuição da energia elétrica. b) a indução eletrostática e o movimento contínuo d os ortadores de carga elétrica. ermitindo a adequação do s valores da intensidade da corrente transmitida e reduzindo erdas or efeito J oule. tornou clara a vantagem do uso da corrente alternada. desl ocando-se na direção horizontal da esquerda ara a direita.

u n do o ponteiro volt à posição centr l. P r i = 2 A. c) logo em seguid volt à pos ição centr l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . este se inclin . e) p r es uerd com um osci l ção cuj fre üênci e mplitude se reduzem continu mente té ch ve ser deslig d . ) logo em seguid volt à posição cen r l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . ) C lcule intensid de d forç m gnétic ue tu so re rr . re resentado na figura abaixo. o ponteiro do g lv nômetro se desloc p r direit e ) ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . Unicam -SP Uma barra de material condutor de massa igual a 30 g e com riment o 10 cm. Volt r FÍSICA . u ndo o ponteiro se desloc p r es uerd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. formando o chamado balanço magnéti co. 65. Vunesp A figur represent um d s experiênci s de F r d y ue ilustr m indução eletrom gnétic . c) C lcule intensid de d indução m gnétic B. u ndo o ponteiro volt se d esloc r p r direit por lguns inst ntes e volt à posição centr l. d) p r es ue rd com um oscil ção de fre üênci e mplitude const ntes e ssim se m ntém té ch ve se deslig d . com o ponteiro n posição centr l. i i fio fio fio B Vist de frente B Vist de l do 21 Ao circul r um corrente i pelo l nço. temos: θ = 45° ) F ç o di gr m d s forç s ue gem so re rr . é colocada no interior de um cam o magnético. K é um ch ve. u ndo o ponteiro se desloc p r es u erd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. sus ensa or dois fios rígidos também de material condutor e de massas des rezíveis.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ θ i rr rr ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ . O ângulo depende d intensid de d c orrente i. GABARITO IMPRIMIR Qu ndo ch ve K é lig d . B1 e B2 são du s o in s enrol d s num núcleo de ferro doce e G é um g lv nômetro lig do os termin is de B2 ue. form ndo um ângulo com vertic l (como indic do n vist de l do). em ue e é um teri de tensão con st nte. u ndo o ponteiro volt à posição centr l. in dic corrente elétric de intensid de nul .64.

0 X 103 V. ger do por um corrente i. não h verá volt gem induzid no secundário. são produzidos íons de m ss M e c rg + . Um corrente c ontínu não produz c mpo m gnético no núcleo de ferro. Em seguid . ( ) um o serv dor. c r reg ndo um ímã com o pólo norte volt do p r um espir circul r e c minh ndo. Consider ndo-se ger ção ou v ri ção destes no tempo. os íons penetr m pel expressão v = M → em um região onde existe um c mpo m gnético uniforme B. Esse p relho foi us do p r medir m ss de íons. N fonte F. Qu l(is) d (s) firm ção(ões) seguinte(s) justific (m) esse f to? primário secundário Núcleo de ferro IMPRIMIR (01) (02) (04) (08) Existe um fluxo m gnético no secundário. d uirindo um velocid de d d (2 U) 1/2 . O c mpo m gnético cri do n o in primári não tr vess o secundário. de direção perpe dicul r o pl no dest folh de p pel e sentido p r for dest págin . UFGO C mpos m gnéticos podem est r presentes de form n tur l em lguns m teri is. Dê. UnB-DF A figur ixo mostr o es uem de um espectrômetro de m ss ide liz d o por Dempster. cujo pl no é perpendicul r o c mpo B. como respost . S endo ue o módulo d forç m gnétic ue tu so re os íons é d do pel expressão F = vB e consider ndo U = 5. o long o de seu eixo. con forme ilustr figur . região de c mpo elétrico uniforme tr jetóri 22 U F E região de c mpo elétrico uniforme r j nel de inspeção GABARITO 67. O número de espir s d o in do secundário não é sufi nte p r o surgimento d volt gem induzid . conforme mostr figur ixo. r = 0. (16) O número de pilh s no primário não é su ficiente p r o surgimento d volt gem induzid . percorrendo um fio retilíneo longo. B = 0. ( ) forç eletromotriz induzid é invers mente proporcion l o interv lo de tempo em ue há v ri ção de fluxo m gnético. no sentido horário.6 X 10–19 C. ou podem ser ger dos por meio d circul ção de correntes elétric s em condutores.6 X 10–27 kg e despreze p rte fr cionári de seu result do.5 T. som d s lt ern tiv s corret s.1 m e = 1. o surgimento de um corrente induzi d . nest . é proporcion l o produto do número de espir s por un id de de comprimento pel corrente ue circul n espir . então. UFMS Após du s pilh s de 1. ue são inseridos em um região onde existe um c mpo elétrico → uniforme E. ( ) intensid de do c mpo m gnético. sendo. em unid des de m ss tômic (um ). m s ele não v ri com o tempo. P r isso. 68. descrevend o um tr jetóri → semi-circul r de r io r. c so exist . m ss M de um dess es íons.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . celer dos devido um diferenç de potenci l U. c lcule. Volt r FÍSICA .5 V serem li g d s o primário de um pe ueno tr nsform dor. considere 1 um = 1.66. em direção el . no interior de um solenóide. é diret ment e proporcion l o v lor d corrente i. ( ) intensid de do c mpo m gnéti co. o serv rá.

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69. são circunferênci concêntric s com o condutor. forç m gnétic sofrid pel p rtícul é sempr e perpendicul r o seu vetor velocid de. U. de mesmo sentido.5 V. m s dispõe de pen s du s pilh s de 1. ( ) terá intensid de proporcion l N. ( ) depende d v elocid de de proxim ção do ímã. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) P r f zer funcion r um rin uedo. um p rtícul mic roscópic . ( ) terá seu sentido invertido u ndo o ímã estiver s indo l . p r lel m ente um c mpo m gnético de 5 T. como represent do n figur . Considere um ímã proxim ndo-se de um o in form d por N e spir s de um fio condutor. ( ) P rtícul s elet riz d s são c p zes de inter gir com um c mpo elétrico. Neste c so. S N i R GABARITO A corrente elétric induzid n o in ( ) cri um c mpo m gnético ue se opõe à v ri ção d fluxo m gnético tr vés del .C tólic -DF As firm ções seguir enfoc m spectos v ri dos de fenômenos estud do s pelo Eletrom gnetismo. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. 23 70. O módulo d forç m gnétic ue tu n c rg nesse in st nte v le 10 N. O c mpo m gnético result nte. ( ) As linh s do c mpo de indução m gnétic . desde ue estej m em movimen to rel tivo à fonte do c mpo. com c rg de 1mC se desloc no vácuo.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Ele pode resolver o pro lem utiliz ndo um tr nsform dor de volt gem com rel ção de 2 : 1 entre s o in s do primário e do secundário. ( ) Num certo inst nte. desprez d s u is uer outr s inter ções. com velocid de de 2 km/s. é nulo. como o tr nsform dor 220 V – 1 10 V de su c s . produzid s n s vizinh nç s de um condutor retilíneo gr ç s à corrente elétric ue o percorre. ( ) Por dois fios retilíneos e p r lelos p ss m corrent es elétric s idêntic s. um estud nte precis de 6 V. UFGO O funcion mento de um ger dor elétrico tem por se o movimento rel tivo entre um ímã e um o in . ger do pelo co njunto dess s correntes num ponto e uidist nte os fios.

o m rtelo descreve um movimento uniforme. tr i rr de ferro F e o m rtelo M ue te no tímp n o T. um corrente p ss circul r no solenóide S e el e se torn um ímã. ( ) En u nto corrente está circul ndo. M T C A m F S B I + 24 ( ) Qu ndo pert mos o interruptor. elétric . devemos ument r o t m nho d s espir s do solenóide. UFGO A seguir temos o es uem de um c mp inh . ch ve C é ert e corrente cess . ( ) P r ument rmos intensid de do c mpo m gnético f orm do en u nto corrente está circul ndo. o solenóide deix de tr ir rr de ferro e el volt p r posição de repouso pux d pel mol m. circul um corrente no sentido nti-horário. produzindo som. Com isso. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . sonor e térmic . m gnétic . Qu ndo fech mos ch ve I. potenci l elástic . extremid de A do solenóide é um pólo sul e extremid de B é um pólo norte. ( ) Nesse sistem estão presentes pelo menos 6 form s de energi : cinét ic . Com isso. ( ) N volt p r posição de repouso.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . pert mos o interruptor. o u sej . Qu ndo o m rtelo se move p r frente.71.

4 + 8 + 16 + 32 49. B 23. E 20. E 42. 1 + 2 + 16 + 32 22. F-V-V-F-F 24. B 46.5 T 65. D 13. B 10. 08 62. D 57. D 59. V-F-V-F-V 53. C 30. 08 52. 6.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O C E C C 45 ) u ndo i1 e i2 tiverem mesmo sentido ) u ndo i1 e i2 tiverem sen tidos opostos 7. C 39. A 15. 2. D 50. A 12. C 43. C 21. 40. 90 N 29. C 36. 13 60. E 64. B 19. C 44.Eletromagnetismo Avançar ¡ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  . VV-V-V 71. E 34. V-F-F-V-F IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 1 + 2 + 4 + 8 + 16 55. –1. D 45. 48 35. 5. B 58. B 11. C 48. V-F-F-F-V 41. C 54. D 28. E 32. D 38. 1 + 4 25.2 V 16. B 66. B 14. B 18. B 9. V-F-V-V 68. ) → T → 1 G A B A R IT O → Fm g P ) Fm = 3 — 10–3 N c) B = 1. A 37. V-F-F 6 3. 4. 01 69. 28 47. V-F-F-V-V-V 56. D 27. V-V-F-F 61. V-F-F-V-V 33. 08 17. V-F-F-F-F 70. C 8. A 26. 3. 15 31. A 51. C 1. 25 67.

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