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FÍSICA CINEMÁTICA: MOVIMENTO UNIFORME E MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO REFLEXÃO LUMINOSA – ESPELHOS REFRAÇÃO LENTES CINEMÁTICA VETORIAL: MOVIMENTO

CIRCULAR, QUEDA LIVRE, LANÇAMONTO E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES ÓPTICA EQUILÍBRIO ONDAS E M.H.S. TRABALHO E ENERGIA ELETROSTÁTI CA IMPULSO – QUANTIDADE DE MOVIMENTO – COLISÃO GRAVITAÇÃO ELETROMAGNETISMO HIDROSTÁTICA TER OLOGIA, DILATAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR TERMODINÂMICA ELETROSTÁTICA ELETRODINÂMICA IMPRIMIR Voltar

F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O r 1. UESC-BA Um carrinho de massa m, arremessado com velocidade V contra uma mol a, produz, nessa, uma deformação Dx. r Utilizando-se o sistema internacional de unid ades, as grandezas m, V e ∆x, referidas no texto, são expressas, respectivamente, em : 1) quilograma, centímetro por segundo e centímetro; 1 2) grama, metro por segundo e metro. 3) quilograma, metro por segundo e metro. 4 ) grama, centímetro por segundo e centímetro. 5) quilograma, quilômetro por hora e qui lômetro. 2. U. Católica Dom Bosco-MS A palavra grandeza representa, em Física, tudo o que pode ser medido, e a medida de uma grandeza física pode ser feita direta ou in diretamente. Entre as várias grandezas físicas, há as escalares e as vetoriais. A alte rnativa que apresenta apenas grandezas escalares é: a) temperatura, tempo, quantid ade de movimento e massa. b) tempo, energia, campo elétrico e volume. c) área, massa , energia, temperatura e impulso. d) velocidade, aceleração, força, tempo e pressão. e) massa, área, volume, energia e pressão. 3. UFR-RJ Leia atentamente o quadrinho abaix o: GABARITO Com base no relatório do gari, calcule a ordem de grandeza do somatório do número de f olhas de árvores e de pontas de cigarros que ele recolheu. IMPRIMIR 4. FEI-SP O perímetro do Sol é da ordem de 1010 m e o comprimento de um campo de fut ebol é da ordem de 100 m. Quantos campos de futebol seriam necessários para dar uma volta no Sol se os alinhássemos: a) 100.000 campos b) 10.000.000 campos c) 100.000 .000 campos d) 10.000.000.000 campos e) 1.000.000.000 campos Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

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5. PUC-RS O tempo é uma das grandezas físicas fundamentais e sua medição ou contagem é dec isiva na descrição da maioria dos fenômenos. Relógios atômicos e cronômetros precisos, em m itos casos, não bastam para medir o tempo: deve-se empregar, também, um calendário. Po r calendário, entende-se um conjunto de regras utilizadas com a finalidade de agru par os dias para facilitar a contagem do tempo. Nosso calendário, e de grande part e do mundo, é o Gregoriano, instituído no pontificado do papa Gregório XIII, a partir do ano de 1582. O principal objetivo do Calendário Gregoriano era fazer coincidir o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de março, pois esta data s ervia (e serve) como referência para determinar a Páscoa. Algumas das regras emprega das no Calendário Gregoriano são: • mantém-se a Era Cristã, que já havia sido adotada no an de 525 da referida era, e que tem no nascimento de Cristo o início de sua contage m, com o primeiro ano sendo o ano um (o ano imediatamente antes foi designado um antes de Cristo e não existiu o ano zero); • omitiram-se dez dias no mês de outubro d e 1582, de modo que a quinta-feira, dia 4, seguisse a sexta-feira, dia 15 (com i sso se recoincidia o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de ma rço); • os anos da Era Cristã múltiplos de 100 (anos centenários) deixariam de ser bissext os, exceto quando fossem também múltiplos de 400 (com isso, retirava-se um dia a cad a 100 anos e adicionava-se um dia a cada 400 anos, permitindo uma melhor aproxim ação entre as datas do Calendário e os eventos astronômicos). Com base nessas informações, feitas três afirmativas: I. O ano de 1600 e o ano 2000 são bissextos. II. O Terceir o Milênio da Era Cristã iniciou no dia 1º. da janeiro do ano 2000. III. O Terceiro Milên io da Era Cristã iniciará no dia 1º. de janeiro de 2001. Analisando as afirmativas aci ma, conclui-se que: a) somente I é correta; d) I e II são corretas; b) somente II é co rreta; e) I e III são corretas. c) somente III é correta; 6. I.F. Viçosa-MG Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas c arteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a p rova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do a luno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na supe rfície da Terra. GABARITO

b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em re lação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nen referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação aos meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um r eferencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 7. U. Católica-DF Para buscar um vestido, Linda tem que percorrer uma distância total de 10 km, assim distribuída: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos próximos 5 km, supondo pista livre, gastará 3 minutos. No per curso restante mais 6 minutos, já que se trata de um caminho com ruas muito estrei tas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual será sua velocidade média ao longo de todo o percurso? a) 50 km/h d) 11 m/s b) 1,2 km/h e) 60 km/h c) 20 m/s IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

8. FEI-SP Devido às chuvas, a vazão de água em um rio em função do tempo obedece ao gráfico abaixo. À jusante do rio existe uma usina hidrelétrica com uma represa de capacidade total de 500.000 m3 de água, que se encontra com 40% de sua capacidade. Quanto te mpo será necessário para que a represa fique em sua cota máxima se suas máquinas estiver em paradas para manutenção? Q (m3/h) a) 14 dias b) 10 dias c) 08 dias d) 06 dias e) 05 dias 280 t (h) 100 1.000

9. Unifor-CE Um intervalo de tempo igual a duas horas pode ser expresso em segun dos, com dois algarismos significativos e notação científica, por: d) 7,20 . 103 a) 72 ,0 . 102 b) 72 . 103 e) 7,2 . 103 c) 0,72 . 104 10. U.E. Londrina-PR Sabe-se que o cabelo de uma pessoa cresce em média 3 cm a cada dois meses. Supondo que o cabe lo não seja cortado e nem caia, o comprimento total, após terem se passado 10 anos s erá: a) 800 mm d) 1800 mm b) 1200 mm e) 150 mm c) 1000 mm 11. U. Católica-DF Em uma prova de resistência de 135 km, um ciclista percorreu 30 km nos primeiros 15 minut os, 27 km nos 15 minutos seguintes, 24 km nos 15 minutos subseqüentes, e assim suc essivamente. O tempo que o ciclista levou para terminar a prova foi: a) 75 minut os. d) 95 minutos. b) 45 minutos. e) 170 minutos. c) 90 minutos. 12. Vunesp Mulher dá à luz bebê gerado no intestino “CAPÃO BONITO - Carmen Abreu, de 29 anos, deu à lu um menino de 2,3 quilogramas, gerado no intestino. O parto foi realizado no dia 8, na Santa Casa de Capão Bonito, a 230 quilômetros da capital. O caso raro de grav idez extra-uterina só foi ontem divulgado pelo hospital. O óvulo fecundado, em vez d e descer pela trompa e alojar-se no útero, entrou na cavidade abdominal, fixando-s e na alça intestinal. Mãe e bebê passam bem.” 3 GABARITO Neste artigo, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 06/03/2001, aparecem várias grandezas físicas das quais podem-se destacar: a) tempo, distância e massa. d) data, distância e peso. b) data, distância e massa. e) tempo, data e distância. c) te mpo, distância e peso. IMPRIMIR 13. UFPE O fluxo total de sangue na grande circulação, também chamado de débito cardíaco, faz com que o coração de um homem adulto seja responsável pelo bombeamento, em média, de 20 litros por minuto. Qual a ordem de grandeza do volume de sangue, em litros, bombeado pelo coração em um dia? a) 102 d) 105 3 b) 10 e) 106 c) 104 Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

14. UFR-RJ Considere uma aeronave viajando a 900 km/h em movimento retilíneo e uni forme na rota Rio-Salvador. Num dado trecho, o tempo médio gasto é de aproximadament e 75 minutos. Entre as alternativas abaixo, a que melhor representa a distância pe rcorrida pela aeronave no determinado trecho é: a) 1025 km d) 975 km b) 675 km e) 1125 km c) 1875 km 15. U.E. Londrina-PR Um pequeno animal desloca-se com velocid ade média igual a 0,5 m/s. A velocidade desse animal em km/dia é: a) 13,8 b) 48,3 c) 43,2 d) 1,80 e) 4,30 16. FEI-SP Um trem de 200 m de comprimento atravessa compl etamente um túnel de 1.000 m em 1 min. Qual é a velocidade média do trem? a) 20 km/h b ) 72 km/h c) 144 km/h d) 180 km/h e) 200 km/h 17. UFMT O gráfico abaixo ilustra a marcação de um sinaleiro eletrônico. Nesse tipo de equipamento, dois sensores são ativad os quando o carro passa. Na figura, os pulsos vazios correspondem à marcação do primei ro sensor, e os pulsos cheios à marcação do segundo sensor. Considere que a distância en tre os dois sensores seja de 1 m. 4 GABARITO Qual(is) veículo(s) teria(m) sido multado(s), considerando que a velocidade máxima p ermitida no local seja de 30 km/h? 01. Os carros 2 e 4. 02. Os carros 1 e 2. 04. Os carros 1 e 4. 08. Os carros 1 e 3. 16. Nenhum carro seria multado. Dê, como re sposta, a soma das afirmativas corretas. 18. Unifor-CE Certo fabricante de tinta garante cobertura de 16m2 de área por galão de seu produto. Sendo 1 galão = 3,6 litro s, o volume de tinta necessário para cobrir um muro de 2,0 m de altura e extensão 14 0 m é, em litros, a) 6,0 b) 10 c) 18 d) 25 e) 63 19. ITA-SP Uma partícula, partindo do repouso, percorre no intervalo de tempo t, uma distância D. Nos intervalos de t empo seguintes, todos iguais a t, as respectivas distâncias percorridas são iguais a 3 D, 5 D, 7 D etc. A respeito desse movimento pode-se afirmar que IMPRIMIR a) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento cresce exponen cialmente com o tempo. b) a velocidade da partícula cresce exponencialmente com o tempo. c) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento é diretam ente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. d) a velocidade da partícula é diret amente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. e) nenhuma das opções acima está cor reta. Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

20. UFR-RJ “Maurice Greene, o homem mais rápido do Planeta”. Ex-vendedor de hambúrger bate o record e mundial dos 100 metros em Atenas. Não faz muito tempo, Maurice Greene era um dos muitos adolescentes americanos que reforçavam o orçamento familiar vendendo hambúrger es em Kansas City, sua cidade. Mas ele já corria desde os 8 anos e não demorou a des cobrir sua verdadeira vocação. Trocou a lanchonete pela pista de atletismo e ontem t ornou-se o homem mais rápido do planeta ao vencer os 100 metros do meeting de Aten as, na Grécia, estabelecendo um novo recorde mundial para a prova. Greene, de 24 a nos, correu a distância em 9 s 79, superando em cinco centésimos de segundo a marca anterior (9 s 84), que pertencia ao canadense Dono Van Bailey desde a final olímpi ca de Atlanta, em julho de 1996. Jamais um recordista conseguira tal diferença des de a adoção da cronometragem eletrônica, em 1978. O Globo, 17 de junho de 1999. 5 Com base no texto acima, pode-se afirmar que a velocidade média do homem mais rápido do planeta é de aproximadamente: a) 10,21 m/s d) 10,40 m/s b) 10,58 m/s e) 10,96 m/s c) 10,62 m/s O enunciado a seguir refere-se às questões 5 e 6. Antônia vai correr a maratona (42,195 km) e o números de sua camiseta é 186. 21. Vunesp Nas provas dos 200 m rasos, no atletismo, os atletas partem de marcas localizadas em posições difer entes na parte curva da pista e não podem sair de suas raias até a linha de chegada. Dessa forma, podemos afirmar que, durante a prova, para todos os atletas, o a) espaço percorrido é o mesmo, mas o deslocamento e a velocidade vetorial média são difere ntes. b) espaço percorrido e o deslocamento são os mesmos, mas a velocidade vetorial média é diferente. c) deslocamento é o mesmo, mas o espaço percorrido e a velocidade ve torial média são diferentes. d) deslocamento e a velocidade vetorial média são iguais, m as o espaço percorrido é diferente. e) espaço percorrido, o deslocamento e a velocidad e vetorial média são iguais. 22. Univali-SC No grande prêmio da Austrália de 1999, na ci dade de Melbourne, o piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz da escuderia SAUBER foi o 12 . colocado. Em uma das voltas alcançou a velocidade de 1800 metros em 16 segun dos. Neste caso, a sua velocidade em km/h foi de: a) 450 b) 210 c) 405 d) 380 e) 360 23. UEMS Com base no gráfico, referente ao movimento de um móvel, podemos afirm ar que: a) a função horária do movimento é S = 40 + 4 t; b) o móvel tem velocidade nula em t = 20 s; c) o móvel passa pela origem em 20 s; d) a velocidade é constante e vale 4 m/s; e) o móvel inverte o sentido do movimento no instante t = 10 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

24. Unifor-CE Um livro de Física tem 800 páginas e espessura 4,0 cm. A espessura de uma folha do livro vale, em mm: a) 0,025 d) 0,15 b) 0,050 e) 0,20 c) 0,10 25. UF RS Um automóvel, A, faz o percurso de ida e de volta sobre o mesmo trecho, de 20 k m, de uma rodovia. Na ida sua velocidade média é de 60 km/h e na volta sua velocidad e média é de 40 km/h, sendo t A o intervalo de tempo para completar a viagem. Outro automóvel, B, faz o mesmo percurso, mas vai e volta com a mesma velocidade média, de 50 km/h, completando a viagem em um intervalo de tempo tB. Qual é a razão tA / tB e ntre os citados intervalos de tempo? a) 5 4 b) 25 24 c) 1 d) 25 28 e) 5 6 6

26. UFSE Numa cidade, uma pessoa deseja chegar a um ponto situado a 1,0 km de su a localização atual, numa direção a 53 ao norte do leste. Todas as ruas que permitem levál ao destino têm direção norte-sul ou direção leste-oeste. A distância mínima que a pessoa d percorrer para chegar ao ponto desejado é, em km: Dados: sen 53 = 0,80 cos 53 = 0,6 0 a) 1,0 b) 1,2 c) 1,4 d) 1,6 e) 1,8 27. Cesgranrio Antonio vai correr a maraton a (42,195 km). Se Antônio completa a corrida em 4h5min, a ordem de grandeza de sua velocidade média é de: d) 10–2 m/s a) 101 m/s b) 100 m/s e) 10–3 m/s c) 10–1 m/s 28. U.F. Santa Maria-RS No gráfico, representam-se as posições ocupadas por um corpo que se de sloca numa trajetória retilínea, em função do tempo. Pode-se, então, afirmar que o módulo d velocidade do corpo: a) aumenta no intervalo de 0 s a 10 s; b) diminui no inter valo de 20 s a 40 s; c) tem o mesmo valor em todos os diferentes intervalos de t empo; d) é constante e diferente de zero no intervalo de 10 s a 20 s; e) é maior no intervalo de 0 s a 10 s. 29. F.M. Itajubá-MG Considerem-se dois pontos A e B, se m ovimentando sobre uma mesma reta, num mesmo sentido. Na origem dos tempos eles d istam 2 000 m. Sendo a velocidade escalar de A igual a 100 km/h e a de B igual a 50 km/h, constantes, em quantas horas A encontra B? a) 0,40 b) 0,25 c) 0,04 d) 2,40 e) 40,00 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

 

 

vários sepultamentos foram feitos. c) 0. Unifor-CE Um trem parte às 16 h de uma sexta-feira para uma viagem de 500 km. Sabe-se que esse trem.F. é possível obter-se a pro fundidade de cada sepultamento. c) 16 h de sábado. 33. em unidades arbitrárias. d) 1.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . camad as de sedimento foram cobrindo as sepulturas e. Com o passar do tempo. é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 1 2 e) 1 3 GABARITO 32. ficou parado no meio do percur so durante 12 horas. a sua aceleração será neces sariamente nula neste mesmo instante. sem haver necessariamente mudança no sentido da veloci dade. Voltar FÍSICA .7 30. Os pontos assinalados representam restos de típicos homens de Neandertal que foram ali depositados há dezenas de milhares de anos. devido ao descarrilamento de outro trem. UFRS O gráfico de velocidad e (v) contra tempo (t). IMPRIMIR b) sua aceleração nunca pode mudar de direção sem a mudança simultânea de direção da veloci c) quando sua velocidade é nula em um determinado instante. percorr ida pela partícula no intervalo de tempo (∆t1). Com base nisso e nos dados da figura. a taxa média com que ocorreu a deposição de sedimentos nessa região foi cerca de: a) 2. há cerca de 70 000 anos) e os restos mais superficiais correspondam aos últimos seres dessa espéci e (que viveram há cerca de 30. percorrida pela partíc ula no intervalo de tempo (∆t2).75 metro a cada 10 000 anos.25 metro a cada 10 000 anos. e) quando sua velocidade é constante. 31. e a distância d2. Nessas condições. e) 2 h de sábado. praticamente uns sobre os outros. o trem chegou ao destino às: a) 12 h de domingo . dessa forma. d) 14 h de sábado. é pos sível estimar que. mantém uma média de velocidade de 50 km/ h e que. d) um aumento no módulo da sua aceleração acarre ta o aumento do módulo de sua velocidade. b) 2 h de domingo. a su a aceleração também é constante e não nula. quando em movimento. b) 2. no intervalo de tempo entre o primeiro e o último sepultamento. Viçosa-MG Em relação ao movimento de uma partícula. UFRN A figura abaixo mostra um corte vertical de uma escavação feita no Oriente Médio. mostrado ao lado. é correto afirmar que: a) sua aceleraçã unca pode mudar de sentido. O quociente d1 / d2 entre a distância d1.25 metros a c ada 10 000 anos. o m ovimento retilíneo de uma partícula.000 anos). Da figura. U. Suponha que os restos mais profundos encontrados sejam da época em que a espécie Neandertal típica surgiu na Terra (isto é. representa.50 metros a cada 10 000 anos.

como resposta. Não podemos calcular o comprimento da ponte. de 500 met ros de comprimento. No instante t = 10 s o ratinho encon tra-se a 10 m da sua toca.5 GABARITO 36. A velocidad e do trem A. tanto na ida como na volta. Dê. O ratinho parou duas vezes no seu trajeto de ida e volta até a toca.0 e) 2. em relação ao trem A. em menor tempo. O comprimento da ponte é 200 metros. isto é. Dê. O ratinho deslocou -se com velocidade constante entre os instantes t = 5. inicia a travessia da po nte. U m observador. O comprimento d a ponte é 125 metros e os trens a atravessam em 15 segundos.50 c) 1. no mesmo instante em que um outro trem B. do seu ponto de partida. Supondo que o s freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante.0 metros do ratinho quando começou a persegui-lo. 37.25 b) 0. O gato encontrava-se a 5. 04. isto é. percorrendo uma trajetória retilínea. da sua toca. considerando que no instante t = 0. 32. em relação ao trem B. No instante t = 11 s.0 s. é de 108 km/h. em m/s. Como o trem B tem o dobro da velocidade do trem A. observa que os trens com pletam a travessia da ponte ao mesmo tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . O maquinista do trem A observa que o mesmo se desloca com velocidade consta nte de 36 km/h. 02. 16.0 segundo antes do gato que. 64. ambas as velocidades medidas em relação ao solo. deslocando-se do sul para o norte. 08. um gato pula sobre o caminho do ratinho e ambos disparam a correr: o ratinho retornando sobre a mesma trajetória em busca da segurança da toca e o gato atrás do ratinho. 35 . 64. é de 108 km/h. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. O mov imento do ratinho foi sempre retilíneo e uniforme. por isso alcança-o antes que ele possa chegar à toca. 32. enquanto o maquinista do trem B verifica que o seu trem está a uma velocidade constante de 72 km/h. calcule a velocidad e do carro no instante em que o piloto pisou o freio. O ratinho c hega 1.0 s e t = 7. Os trens atravessam a ponte em 35 segundos . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . de 150 metros de comprimento. UFRJ Numa competição automobilística. UFSC Um trem A.0 d) 2. 04. 16. Unifor-CE Sendo fornecido o gráfico das posições em função do tempo para certo movimento . O gráfico da figura representa as posições do ratinho e do gato. A velocidade do trem B. um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade.0 s vale. não consegue alcançá-lo. 02. começa a atravessar uma ponte férrea de pista dupla. pois não foi fornecido o tempo gasto pelos trens para atravessá-la. ele leva a metade do temp o para atravessar a ponte independentemente do comprimento dela. que se desloca do norte para o sul. então.8 34. situado em uma das extremidades da ponte. 08. a soma das alternativas corretas. em função do tempo. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocid ade do carro para 30 m/s. como resposta. UFSC Um ratinho afasta-se de sua toca em busca de alimento. a) 0. a so ma das alternativas corretas. Durante a freada o carro percorre 160 m. o rat inho partiu da posição d = 0. O piloto. O gato perc orre uma distância maior que a do ratinho. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s) sobre o movimento do ratinho e do gato: 01. a velocidade escalar média entre 0 e 8. portanto.

F. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de C aruaru para o Recife. e prata nos 100 m com barreira nos Jogos Panamericanos de Winnipeg. U. Juiz de Fora-MG Numa corrida de 100 m rasos.35 metros é o espaço que Maurren deve percorrer com 19 passadas e num tempo máximo de 4. percorrem uma pista retilínea com velocidades constantes Va = 15 m/s e Vb = 10 m/s.50 segundos” IMPRIMIR Supondo que Maurren percorra os 37. O móvel “ m movimento uniformemente acelerado de 6 m/s2. Qual é a aceleração aproximada do v elocista. entre os dois móveis será de: a) 400 b) 250 c) 700 d) 500 e) 50 42.47 m/s2 d) 1. Maurren entrou no Estádio de Atletismo da Universidade de Manitoba para o aquecim ento e sobretudo para os arranjos de pista que combinara com o treinador. PUC-PR Dois motociclistas. A e B. a mínima aceleração que a atleta deve imprimir é de.09 m/s2 c) 2. em km. UFPE O gráfico abaixo mostra as posições. As distâncias são medidas a partir do Recife. O móvel “A” tem velocidade constante de 40 m/s.47 m/s2 e) 1. PUC-PR Um automóvel parte de Curitiba com destino a Cascavel com velocidade de 60 km/h. ocorre o encontro entre os dois ônibus? a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 70 39. 9 Depois de quanto tempo o 2º automóvel alcançará o 1º ? . 25 minutos antes do início da disputa com as outras 11 atletas. um velocista cobre o p ercurso no intervalo de tempo aproximado de 9.35 m em movimento uniformemente variado e par ta da marca feita com fita adesiva. a distância. F.69 m/s2 b) 3. Os 37. 20 minutos depois parte outro automóvel de C uritiba com o mesmo destino à velocidade 80 km/h. de dois ônibus que partir m simultaneamente. Itajubá-MG Suponha dois móveis “A” e “B” partindo do repouso de um ponto “0” e seg em direções ortogonais entre si. supondo que esta seja constante durante o percurso? b) 10 m/s2 c) 5.25 metro s. Zelosa como uma costureira. marcou à margem da pista também o ponto 31. U. em função do tempo. Um terceiro bloco a auxiliou na marcação de 10. Com o auxílio de um bloco vermelho ce dido pelos organizadores do Pan. Alfenas-MG A revista Época de 2 de agosto de 1999 trouxe uma reportagem sobre a atleta brasil eira Maurren Higa Maggi. . mediu 37. No início da contagem dos tempos suas posições são Xa = 20 m e Xb = 300 m.38. Segue um pequeno trecho da rep ortagem: “Às 18 horas.M. a) 60 min b) 70 min c) 80 min d ) 90 min e) 56 min 41. A que distância do Recife. em met ros.0 m/s2 d) 2.5 m/s2 a) 12 m/s2 40. aproximadamente: a) 3.35 metros a partir da marca que antecede a caixa de salto e marcou o chão com uma fita adesiva. Depois de 10 s.95 metros.08 m/ s2 Voltar FÍSICA . A B B A GABARITO O tempo decorrido em que o motociclista A ultrapassa e fica a 100 m do motocicli sta B é: a) 56 s b) 86 s c) 76 s d) 36 s e) 66 s 43. medalha de ouro no salto em distância.0 s.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .

Qual é o tempo mínimo para es vaziar o estádio em um dia onde 2/3 de seus lugares estão ocupados: 1 1 1 3 a) 4 h b ) 3 h c) 2 h d) 4 h e) 1 h 45. aqueles que melhor representam esse fato d escrito estão na alternativa: a) b) 10 c) d) GABARITO 46. Dos gráficos po sição tempo e velocidade tempo seguintes. Podemos afirmar que a aceleração do corpo é de: IMPRIMIR a) 6 m/s2 b) 3 m/s2 c) 2 m/s2 d) –2 m/s2 e) –6 m/s2 Voltar FÍSICA . num local onde se pode desprezar a resistência do ar. FEI-SP Um estádio de futebol com capacidade para 150. U. em função do tempo. Santa Úrsula-RJ O gráfico abaixo representa a velocidade de um corpo ao longo de uma reta.44.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . por onde passam em média 500 pessoas por minuto.000 espectadores possui 1 0 saídas. Unimontes.MG Um estudante jogou uma esfera de fe rro para cima.

O movimento de A é uniforme e o de B é uniformemente variado. 49. Para isto seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. pode-se afirmar que: a) em t = 2 s e t = 9 s a velocidade do móvel A é igual a velocidade do móvel B. 55 B.47.0 m/s2 e do móvel B é –3. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som. 45 C. c) a aceleração do móvel A é –1.0 D. um pesquisador anotou as posições de dois móveis A e B.I. UFRJ Um paraquedista rad ical pretende atingir a velocidade do som. 12. b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. 60 48. em metros. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . A velocidade do som nessa altitude é 300 m/ s. d) a velocidade do móvel A em t = 9 s é 7 m/s. e) em t = 0 s a aceleração do móvel A é 16 m/s2. no instante t = 6 segundos. c) a velocidade do móvel B em t = 2 s é nula. Determine: a) A aceleração do móvel B é. 50 D. 11 b) nos 10 primeiros segundos o móvel A percorre 50 m e o móvel B 100 m. corres ponde a: A. UERJ Durante um experimento. Suponha que a vel ocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravid ade seja igual a 10 m/s2. GABARITO Observando o gráfico. a força de resistência do ar é desprezível. 10 .5 Tempo (t) em segundos 0 1 2 3 4 Posição em metros A –5 0 5 10 15 B 15 0 –5 0 15 b) A distância. igual a: A. b) a aceleração do móvel A é sempre maior que a d el B. no S. 50. Neste caso. Como nessa alti tude o ar é muito rarefeito. equipado com roupas pressurizadas. entre os móveis A e B. 2. d) os móveis A e B têm movimento retrógrad s equações das velocidades. UFR-RJ O gráfico ao lado mostra as velocidade s em função do tempo de dois móveis A e B. em m/s2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . UFR-RJ O gráfico abaixo r epresenta os movimentos de dois móveis A e B.0 C. pode-se afirmar que: a) a acele ração do móvel A é maior que a do móvel B.0 m/s2. 5.. são VA = t e VB = 3t.5 B. elaborando a tabela ao lado.

respectivamente.51. b) II é correta. Um observador fixo na terra poderá afirmar. e) vale 15 m/s. Fatec-SP Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua. e) II e III são corretas. III. 53. 52. Com relação aos tempos gastos pelo atleta nos dois treinos para percorrer os 100 m. e) no treino A e no treino B o at leta levou o mesmo tempo. c) III é correta. quanto ao módulo do vetor velocidade. c) no treino B o atleta levou 1.0 s a menos que no treino B.4 m/s. Qual o valor da aceleração em m/s2? 55. que: a) no treino B o atleta levou 0. UFMT Partindo do repouso. possui uma veloci dade escalar de 10 m/s.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme . Não há aceleração. II. que o módulo do vetor: a ) depende da massa do corpo.4 s a menos que no trein o B. b) 50 segundos. E. Santa Casa/Vitória-ES Na figura. c) é proporcional ao quadrado do tempo. UFR-RJ Um corpo é abandonado de uma altura H (em relação ao solo) e m queda livre e. 12 IMPRIMIR GABARITO x(m) t(s) 800 700 200 –700 0 10 20 30 A equação horária do movimento da partícula no SI é: a) x = 400 + 5t – 2t2 d) x = 800 .10t . e) 1. no mesmo sentido. ao passar por um ponto A da trajetória retilínea. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória. d) no treino A o atleta levou 1. 56. som e: a) I é correta. 54. Dessas afirmações. c) 10 minutos. para uma corrida d e 100 m rasos.4t2 2 b) x = 400 + 20t + 2t e) x = 800 . d) é um vetor cujo módulo é constante. com velocidades const antes de 4. em um ponto B situado a 2.20t + t2 c) x = 800 + 10t + 2t2 Voltar FÍSICA . d) 40 minutos. b) no treino A o atleta levou 0.4 s a menos que no treino A. Unifor-CE Consid ere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I. pois não há do vetor velocidade. d) I e II são corretas. estão representadas as velocidades. A aceleração é um vetor de intensidade constante. de forma aproximada.M. um avião percorre a pista de decolagem com aceleração constante e atinge a velocidade de 360 km/h em 25 segundos. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: a) 30 segundos. desenvolvidas por um atleta. podemos afirmar. em dois treinos A e B.0 s a menos que no treino A.0 hora. b) é de 12 m/s. em função do tempo. Acafe-SC A tabela abaixo relaciona as posições ocupadas por uma pa rtícula em relação a um mesmo referencial que realiza um movimento retilíneo uniformemen te variado.2 m/s e 5.2 m de A.

Avançar .

( ) A velocidade média entre os instantes t = 1 s e t = 3 s é 64 m/s. em função do tempo t). UFSE A função horária das posições de uma partícula é dada. ( ) Essas equações repres entam o movimento de uma partícula em queda livre. UEMS É dado o gráfico da posição de um móvel em função do tempo. Santa Maria-RS A função horária para uma partícula em movimento r etilíneo é x = 1 + 2t + t2 onde x representa a posição (em m) e t. d) A velocidade do móv el A é sempre maior do que a do B.0 s é. em m/s.0 t2. tem módulo igual a: a) 4 d) 10 b) 6 e) 12 c) 8 5 8. ao atingi r o solo. o tempo (em s). ( ) No instante t = 2 s a velocidade da partícula está diminuindo. sua velocidade. 60. U. a velocidade (v) e a ac eleração (a) de uma partícula que se move ao longo do eixo y são dadas. que se movem segundo trajetória retilínea. U. ( ) A velocidade instantânea em t = 2 s é igual a 60 m/s.57. Católica de Salvador-BA A figura representa os gráficos espaço X tempo para doi s móveis. em m/s: a) 43 d) – 7 b) 25 e) – 16 c) 18 59. 62. entre os instantes t = 1 s e t = 3 s .Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em unidades do SI . Considerando esses dados. é correto afi mar: a) A aceleração do móvel A é maior do que do B. e) Os dois móveis possuem velocidades iguais em c ada instante. Nessas condições. UFPR A posição (y). é correto afirmar: ( ) O deslocamento da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2 s é 44 m. b) A aceleração do móvel B é maior do do A. é: a) 2 d) 12 b) 4 e) 16 c) 6 GABARITO Voltar FÍSICA . no Sistema Internacional de dades. O módul o da velocidade média (em m/s) dessa partícula.F. c) A velocidade do móvel B é sempre maior do que a do A. A velocidade da partícula no instante t = 3. A função horária que melhor representa o movimento do móvel é S = –3 t2 –12t –12 b) S = 12 t2 – 3t +12 c) S = 4 t2 + 2t + 6 d) S = –3 t2 + 12t – 12 e) S –4t2 + 2t – 6 13 IMPRIMIR 61. pelas equações:y = 2 + 3t2 + 4t3. U. Católica Dom Bosco-MS Um corpo é abandonado de uma altura de 5 m e. A e B. por s = 40 – 25 t + 3. v = 6t + 12t2 e a = 6 + 24t.

a velocidade do carro aumenta a uma taxa de 6 km/h em cad a hora. 04. Considerando que o carro é equipado com um limitador de velocidade que não permite que ele ultrapasse os 100 km/h e que no instante t = 0h o carro passa exatamente em frente ao radar. 08. em função do tempo. UFPE O gráfico abaixo represe nta a velocidade de um ciclista.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar tempo t (em s) para uma partícul de uma força resultante não-nula s a 1 s e 4 s a 6 s c s . em km/h. é corr eto afirmar que: 01. a soma das afirmativas corretas. Santa Maria-RS d) 25 e) 30 GABARITO A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do num movimento retilíneo. o condutor será multado por exce sso de velocidade. como resposta. U. se a ve locidade máxima permitida no trecho for de 60 km/h. que se enco ntra a 73 km do mesmo. a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 ) 2 s a 3 s d) 0 s a 1 s. 64. Qual a velocidade média do ciclista. após 1 hora o carro passará pela cidade mais próxima do radar. 2 s a 3 s e 4 s a 6 s e) 1 s a 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Essa partícula esteve sob a ação no(s) intervalo(s) de tempo. 16. no percurso considerado? 14 a) 10 b) 15 c) 20 65. após 5 horas o controlador de velocidade será acionado.F. onde x é medido em km e t em horas.63. Dê. O computador ligado ao radar afere que a equação horária obedecida pelo carro é dada por: x(t) = 2 + 70t + 3t2. o radar está a 2 km do início da estrada (km zero). em um determinado percurso reti líneo. 02. UFMT Um carro passa por um radar colocado em uma estrada longa e retilínea.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Quando o sinal abre. ( ) O carro alcançará a motocicleta no instante t = 14 s. UEMS Um arqueólogo descobriu um poço pré-histórico numa cidade de Mato Grosso do Sul . ( ) O carro alcançará a motocicleta na posição x = 64 m. considere a posição inicial do carro como orig em dos deslocamentos e o instante em que o sinal abre como origem dos tempos. Nos gráficos abaixo. ( ) As velo cidades do carro e da motocicleta. UFPR Um carro está parado diante de um sinal fechado.9 s depois. É correto afirmar: ( ) O carro alcançará a motocicleta quando suas velocidades forem i guais. Para calcular a profundidade do poço o arqueólogo deixa cair uma pedra que é ouvida 3. Desse modo. Os espaço percorridos pelos automóveis 1 e 2 até o instante T são. I.66. As velocidades des envolvidas pelos automóveis. neste instante. no mesmo instante t = 0. o c arro começa a mover-se com aceleração constante de 2. podem ser representadas pelo gráfico III. respectivamente. em função do tempo. podem ser representados pelo gráfico I. II. UFPB Dois automóveis 1 e 2. a) 65 m b) 57 m c) 53 m 67. a profundidade do poço é: Considere g = 10m/s2. em função do tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . s1 e s2. são descritas no gráfico abaixo. inicia m o movimento. Em cada gráfico. é correto afirm ar que: d) 45 m e) 35 m 15 a) s1 > s2 e a1 = a2 b) s1 < s2 e a1 < a2 c) s1 > s2 e a1 < a2 d) s1 = s2 e a1 < a2 e) s1 < s2 e a1 > a2 GABARITO 68.0 m/s2 e. uma curva refere-se ao movimento do carro e a outra ao movimento da motocicleta. numa avenida retilínea. Sabendo-se que o poço é rico de um gás raro e que a velocidade em que o som se propaga neste gás é de 50m/s. ( ) As acelerações do carro e da motocicleta. Su as correspondentes acelerações nesse instante T são a1 e a2. em função do tempo. em função d tempo. colocados lado a lado. III. ( ) Os deslocamentos do carro e d a motocicleta. passa p or ele uma motocicleta com velocidade constante de módulo 14 m/s. movendo-se na me sma direção e sentido. podem ser representadas pelo gráfico II.

5 m/s2 d) 2. 04. 16 70.69. em função do tempo.54 s d) infinito. de: a ) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 Voltar FÍSICA . 05/02. PUC-SP Ao iniciar a travessia de um túnel retilíneo de 200 metros de comprimento . ITA-SP Um elevador está descendo com velocidade constante.0 m/s2 pág.0 s.5 m/s2 71. um automóvel de dimensões desprezíveis movimenta-se com velocidade de 25 m/s. só acelerou. UFSE A velocidade escalar de um corpo esta representada. uma lâmpada. Sabendo que o teto está a 3. pode-s e afirmar que o ciclista: 01. 02. a soma das afirmativas corretas.61 s b) 0.5 m/s2 b) 1. manteve sempre a velocidade constante. d esprende-se do teto e cai.0 m de altura acima do piso do elevador. O módulo de sua aceleração escalar. Durante este movimento. em metros. como resposta. saindo do túnel com velocidade de 5 m/s.0 m/s2 e) 2. que o iluminava. e) indeterminado. nesse percurso. 72.78 s c) 1. pelo gráfico: IMPRIMIR GABARITO No intervalo de 0 a 3.tif c) 1. acelerou 3 vezes e freou 2 v ezes. UFMT Pelo gráfico (abaixo) da velocidade de um ciclista em função do tempo. nunca freou. pois não se conhece a velocidade do elevador. pois a lâmpada só atingirá o piso se o elevador sofrer uma des aceleração. no fi nal. o tempo que a lâmpada demora para atingir o piso é a) 0. Durant e a travessia. foi de a) 0. 16. manteve a velocidade constante por 5 períodos de tempo distintos. estava com a velocidade menor que no início.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . 08. o deslocamento escalar do corpo foi. desacelera uniformemente. Dê.

d) 10 m e 10 m. e) 20 m e 20 m. ( ) Considerando uma margem de e rro de 50%. em sentidos opostos. pode-se afirmar que a velocidade final do carro é de 20 m/s. Sabese que no intervalo de tempo de 10s ela pass a duas vezes pelo mesmo ponto dessa reta. julgue os itens. A velocidade média do corpo no trecho AC é. Voltar FÍSICA . A aceleração do corpo no trecho AB é igual a 4 m/s2. v = 4. a aceleração do corpo é 1. 02. b) 0. como respos ta. a distância p ercorrida pelo corpo é 200 m e sua aceleração é nula. 17 01. 04. mas depois de 30 s diminui.7 m/s2.0 m. U. O módulo do deslocamento e o espaço percorrido pela partícu la nesse intervalo de tempo são.0 m e 10 m.F. com velocidades de mesmo módulo. a soma das alternativas corretas. IMPRIMIR GABARITO A partir das informações do gráfico. Ponta Grossa-PR Sobre um corpo que se movimenta conforme o gráfico abaixo . respectivamente. c) 10 m e 5. No trecho CD. que parte do repouso. aproximadamente. Dê. é nula.5 m/s2.E. de um carro de Fórmula 1. 16. A distância total percorrida pel o corpo no trecho AD é 2200 m. em função do tempo.São Carlos-SP Uma partícula se move em uma reta com aceleração constante. No trecho BC. ao percorrer uma pista de testes destituída de curvas. U. assinale o que for correto. UFMT O gráfico abaixo repre senta a aceleração. 08. 75. 46. a) 0.0 m/s.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .73. ( ) A aceleração média do carro é 30 m/s2. ( ) A vel ocidade do carro aumenta inicialmente.0 m e 20 m . em t = 60 s. 74. ( ) A velocid ade do carro.

É co rreto afirmar que: IMPRIMIR a) b) c) d) e) sua aceleração é máxima entre os instantes t1 e t2. O instante em que a posição do móvel é –30 m.5 v. Cefet-PR O diagrama é representativo da velocidade de um móvel em horizontal. O gráfico representa a posição x. em função do t empo t. sobre o eixo x durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s. no instante t0 o móvel parte da posição igual a 0 m. em segundos. em movimento uniforme. Unifor-CE Um móvel se desloca. Desprezando-se a resistência do ar. volta ao ponto de partida. o móvel ap resenta uma velocidade média igual a 0.0 s.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . para o intervalo de t = 0 a t = 5. é: a) 10 d) 25 b) 15 e) 30 c) 20 77. entre os instantes t0 e t2.76. o gráfico que pode representar a velocidade da pedra em função do te mpo é o: a) d) 18 b) e) c) GABARITO 78. entre os in stantes t0 e t1 o móvel está recebendo o impulso de uma força não nula. Ela sobe e. o movimento é retilíneo e acelerado entre os instantes t1 e t2. Unifor-CE Atira-se uma pedra verticalmente. a seguir. Voltar FÍSICA .

foi de: v (km / min) IMPRIMIR 1. UFBA A figura ao lado apresenta um arranjo experimental construído para determ inar o valor da aceleração da gravidade g local.00 m c) 20.00 m GABARITO 81. determine.0 t (min) 0 2 b) 45 km/h 22 24 c) 54 km/h 43 45 d) 72 km/h e) 80 km/h a) 36 km/h Voltar FÍSICA . M ackenzie-SP O gráfico abaixo mostra a variação da velocidade de um automóvel com o tempo .50 m/s2 2.35 m. Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C são ambos de 1. 19 Com base no enunciado responda os itens 1 e 2.25 m d) 22.5 s. sendo ligado. o desvio relativo percentual da medida de g. A velocidade desse corpo.00 m/s2 c) 1. 80.79. separada s de 1. que pode ser acionado com incidência do feixe de luz.5 1. marca ndo 0. será igual a: v 2v a) 2v b) 2v c) 3 d) e) 2 2 82. A velocidade escalar média desse automóvel. U. 1. um suporte e duas lanternas. Considerando-se o valor médio da ac eleração da gravidade local como sendo 10. ness a viagem. um tubo de vi dro transparente.00 m/s2 b) 2.75 m /s2 e) 0. ao com pletar a primeira metade de h. ao percorrer uma distância h. em %.50 m e) 27. Sabendo-se que os intervalos d e tempo A e C são ambos de 1. ao passar pelo primeiro feixe de luz e desligado. ao passar pelo segundo feixe.5 segundo.50 m b) 18. Católica de Salvador-BA Um corpo em repouso é abandonado em queda livre e ati nge a velocidade v. uma em cada extremidade. sobe e pára. Estando as lanternas acesas. UFRS Os gráficos de velocidade (v) e aceleração (a) contra o tempo (t) representam o movimento “ideal” de um elevador que parte do repouso.0 m/s2. Consiste em um cronômetro digital de grande precisão.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . o cronômetro é abandonado na parte superio r do tubo.50 m/s2 d) 0. durante uma viagem de 45 minutos. qual a distância total percorrida pelo elevador? a) 13. qual é o módulo de a0 da aceleração com que o elevador s e move durante esses intervalos? a)3.5 s e que o interval o B é de 6 s.

c) 250 m. quando comparada com a aceleração da gravidade (g = 10 m/s2). que alguns a tletas conseguem uma impulsão que lhes permite atingir 1. em metro s.0 c) 4.0m/s. Vunesp O gráfico ao lad o mostra como varia a velocidade v em função do tempo t de um corpo que se desloca s obre uma trajetória retilínea e horizontal. Caxias do Sul-RS Um corpo desloca-se com aceleração constante e negativa.0 m/s e) 2.8 m /s2 c) 0.5 m/s 90. vale: a) 25 b) 30 c) 45 d) 50 e) 55 85. é: a) 7.0 4. a velocidade inicial do centro de massa do atleta. Fatec-SP Uma partícula passa pelo ponto A. Sua aceleração tangencial.4 m/s2 e) 0 m/s2 a) 1. Univali-SC Num jogo de futebol. A 0 1. O espaço percorrido por este corpo.5 m/s2 d) 0. no int ervalo de tempo de 0 a 14 s. a partícula passa p elo ponto B com velocidade de 20m/s. ela descreverá uma trajetória : a) retilínea horizontal b) retilínea vertical c) parabólica d) círculo e) quadrática 84. vale a) 140 m. e) 420 m. FEI-SP Um trem com velocidade constante.0 B s (m) Sabendo-se que o seu movimento é uniformemente variado.5 b) 5. 2 segundos depois de lançada.0 2. Sendo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. FEI-SP Um garoto joga uma chave para um amigo que se encontra em uma janela 5 m acima.5 m/s d) 5.0s. v = 72 km/h faz uma curva no p lano horizontal com 500 m de raio. Se a bola não bater na barreira. U. PUC-RS A velocidade de um carro de Fórm ula Um é reduzida de 324 km/h para 108 km/ h num intervalo de tempo igual a 1. Ele chuta dando um impulso na bola par a cima e para a frente. O gráfico correspondente à posição x do corpo em função do tempo t.0 3.5 87.83. instantes após. estando inicialmente numa posição positiva e.0 m/s2 Voltar FÍSICA . é: a) 3 g b) 4 g c) 6 g d) 8 g e) 12 g 20 86. da trajetória esquematizada abaixo. PUC-RS É possível observar durante o desenrolar de partidas de vôlei. é: a) b) c) d) e) IMPRIMIR 89. b) 210 m.0 s. d) 270 m. v (m/s) 30 20 10 0 4 8 12 t (s) GABARITO 88. Qual é a veloc idade de lançamento da chave? a) 12.5 d) 3.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . que melhor iden ifica seu movimento.25 m acima do solo. com velocidade de 8. A chave é agarrada pelo amigo. em módulo. um jogador vai cobrar uma falta tentando enc obrir a barreira formada pelos adversários.5 m/s b) 10. No instante t = 3. Qual é o módulo da aceleração total do trem? b) 0. em m/s. a posição do ponto B.0 e) 1. no i nstante t = 0. invertendo o sentido de seu mov imento.0 m/s c) 7.

e) A velocidade da sombra em relação ao ponto C independe da velocidade do avião. b) A velocidade do avião é nula em relação à sua sombra jetada no solo. projetada no solo em relação ao mesmo ponto. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sement   . c) A velocidade do avião em relação ao ponto C é igual à velocidade de sua sombra. de e spécies diferentes. variaram. que mergulha fazendo um ângulo de 30 com a h orizontal. seguindo uma trajetória retilínea entre os pontos A e B. conside rado como plano horizontal. Fuvest-SP As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. projetada vert icalmente. e um ponto de referência C. está representada a sombra da aeronave. Considere as afirmativas que se referem ao movimento da aeronave no trecho AB. No solo. e assinale a alternativa correta: a) A veloc idade do avião em relação ao ponto C é maior que a velocidade de sua sombra.21 91. em relação ao mesmo ponto. projetada n o solo. PUC-PR A figura representa um avião. d) A velocidade do avião em relação à sua sombra projetada no solo é maior que a velocidade de sua sombra em relação ao pont o C. 92. FEI-SP Em qual dos gráficos abaixo temos: no intervalo de 0 a t1 movimento un iformemente variado e no intervalo de t1 a t2 movimento retardado com aceleração var iada: a) v b) v c) v d) v e) v t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t 93.

a) Determine a mínima aceleração constante que o car o deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado. A e B atingem a mesma altura no instante t0. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o moment o em que realiza alguma ação) é 0. A e B mantêm altura constante entre os ins tantes t1 e t2. b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem se r multado. o sinal muda de ver de para amarelo. Este sinal permanece amarelo por 2. IMPRIMIR 94.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . como mostra o gráfico.5 s.es. Voltar FÍSICA . Quand o o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento. v (cm/semana) A t0 t1 B t2 t(semana) GABARITO É possível afirmar que: a) b) c) d) e) A atinge uma altura final maior do que B.2 s. A e B atingem a mesma altura final. Unicamp-SP Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma ave nida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar pa ra vermelho. B a tinge uma altura final maior do que A.

com aceleração constante de módulo 5.95. freando seu veículo. Vunesp Uma norma de segurança sugerida pela concessionária de uma auto-estrada r ecomenda que os motoristas que nela trafegam mantenham seus veículos separados por uma “distância” de 2. para veículos que percorre m a estrada com a velocidade constante de 90 km/h? b) Suponha que. expressa adequadamente em metros. Mackenzie-SP Uma partícula em movimento retilíneo uniformemente variado descreve sua trajetória segundo o gráfico ao lado. medido a partir do instante zero. no qual podemos ver sua posição assumida (x) em função do tempo (t). GABARITO a) Qual é essa distância. e o motorista de trás só reaja.0 m/s2. nessas condições. Dos gráficos abaixo. depois de 0.50 s. aquele que representa a velocidade escalar da partícula em função do tempo citado é o da altern ativa: x (m) 10 3 1 2 34 5 6 78 0 –2 –5 –6 t (s) a) 2 0 v (m/s) b) 1 0 v (m/s) v (m/s) c) 10 t (s) 5 t (s) 2. Qual deve ser a aceleração mínima do veículo de trás para não colidir com o da frente? . um motorista freie bruscamente seu veículo até parar.5 0 4 8 t (s) –8 –4 – 10 22 10 v (m/s) 10 v (m/s) d) 4 0 t (s) e) 4 0 8 t (s) –6 – 10 96.0 segundos.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA .Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .

a 66.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . b) 2. a 92. c 86. 50m/s 37. d 61. c 16. e 36. c 23. d 88. d 58. b 56. e 6. e 49. b 52. b 17. d 47. b 53. d 67. a) –3 m/s2. b 94. b 26. 58 38. c 41.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O 1 1. a 62. F – V – F – F – F – V 69. c 32. d 24.5k m 51. c 5. d 59. a 9. c 12. b) a = 3. a 45. c 43. 01 + 02 + 04 + 08 +16 64. c 71. c 30. c 84. 4m/s2 55. b 91. a 78. e 82. a 96. b 87. b 72. 56 35. 1) b 2) d 81. d 40. c 20. a) 30s. e 19. 105 4. d 77. a 44. c 14. a) c.125 m/s2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . e 29. b 7. a 8. 8% 80. e 10. b 50.4 m/s2 95. b 28. d 83. a 13. e 39. 04 + 08 + 16 70. c 25. e 79. 03 2. a) d = 50 m. a 21. c 27. e 3. d 31. 4. 08 18. a 34. c 46. b 75. a 89. b 73. a 57. c 68. 26 74. b) b 48. c 93. e 15 . b 54. a 65. c 63. V – F – F – F 76. a 90. d 11. c 85. V – V – V – F – F 60. d 42. a 22. d 33.

( ) no instante de 4 s. As pessoas responsáveis pelas placas não precisam se preocupar p orque essa maneira de indicar a velocidade também está correta. para o carro de trás. A distância entre as duas cidades é de 153 km. o projétil possui um movimento acelerado. ao atingir a altura máxima. podemos dizer que o vetor que liga Pires do Rio a Anápolis e o vet or que liga Iporá a Santa Helena são paralelos entre si. 2. c) Uma representação gráfica qualitativa da função horária da velocidade do car d) Um carro reboca um outro numa parte retilínea e sem inclinação de uma dessas estrad as a uma velocidade constante. Voltar FÍSICA . ( ) sabendo que o projétil foi lançado da origem. ( ) a velocidade do projétil. têm sentidos opostos e têm o me smo módulo.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . é de 40 m/s. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. No meio do caminho houve um imprevisto q ue durou meia hora. Q U E D A L I V R E . ( ) o projéti l atingiu a altura máxima em 3s. Com base nos referidos gráficos. 1 a) Por causa do imprevisto. GABARITO e) Na rodovia entre Anápolis e Goiânia há várias placas de limite de velocidade indicand o a velocidade em “km”. o carro chegou com um atraso de 15 minutos. UEGO Um carro parte de Pires do Rio para Anápolis às 7:00 h para um compromisso às 9:00 h a uma velocidade média de 90 km/h. a resultante é a tração exercida pelo cabo que liga os carros. Unicap-PE IMPRIMIR Os gráficos das figuras 01 e 02 representam as componentes horizontal e vertical d a velocidade de um projétil. podemos afirmar: ( ) o projétil foi lançado com uma velocidade inicial de módulo igual a 50 m/s. b) Obser vando a figura. seu alcance é 180 m.Cinemática vetorial Avançar . A resultante das forças aplicadas no carro da frent e é nula mas.

como resposta. remando contra a correnteza do rio.Cinemática vetorial Avançar           . A velocidade da correnteza do rio é 1. ela mantém seu guarda-chuva inclinado como m ostra a figura. UFSC Descendo um rio em sua canoa. a velocidade da cano a. na mesma margem do rio e em trajetória retilín ea. tocando o solo decorridos aproximadamente 2 s. 08. em relação ao rio. num ângulo de 53 acima da horizontal. igual a 2. quando os pescadores remaram rio abaixo. a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m. sem remar dois pescadores levam 300 segund os para atingir o seu ponto de pesca. foi de 1. Partindo da mesma posição e remando.5 m a altura de cada a ndar.0 m/s c) 3. Calcule o valor da velocidade com que as gotas estão caindo em relação à pessoa. o módulo da velocidade do projétil no instante t = 4.00 m/s. em relação ao rio.8 m/s. 02. 64. 32. sendo a velocidade da canoa. 16. em m/s: a) zero d) 40 b) 20 e) 50 c) 30 → IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .60) a) 1. num dia chuvoso. 2 Considerando que a velocidade da correnteza V CR é constante. Após a pescar ia. eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos.0 s é. Não é possível calcular a velocidade com ue os pescadores retornaram ao ponto de partida. o número de andares do edifício é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) indeterminado pois a v elocidade horizontal de arremesso da bola não foi fornecida. Quando os pescadores remaram rio acima. 5.0 m/s.60. foi igual a 4. a trajetória das gotas é vertical. sen 53 = 0.50 m/s.00 m/ s. assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. ITA-SP Uma bola é lançada horizontalmente do alto de um edifício. Dê.3. mas sem ven to. Sendo de 2. Em relação ao solo.0 m/s d) 18.80 e cos 53 = 0. Como a velocidade da canoa foi de 2. O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida. mas em relação à pes é inclinada como mostram as linhas tracejadas. UEMS Uma pessoa ca minha em solo horizontal com velocidade de 1. porque a velocidade da corrente za não é conhecida. eles gastam 600 segundos para retornar a o ponto de partida.6 m/s 6. 4. UFSE Um pro jétil é lançado com velocidade inicial de 50 m/s. a soma das altern ativas corretas. (ângulo de inclinação do guarda-chuva: 53 . Para melhor se proteger da chuva.20 m/s e) 1. em relação à margem. 04.2 m/s b) 2. Quando os pescadores remaram rio acima. 3 = 0. a velocidade da cano a.0 m/s. A dotando g = 10 m/s2. Não é possível dete rminar a distância do ponto de partida até ao ponto de pesca. então.

A posição das duas bó as e o sentido da correnteza estão indicados nesta figura: Considere que a velocid ade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio.8 m/s2 a) 28. 8. como resposta.0 km/h e) 784 km/h c) 72.8 km/h b) 40. Como conseqüência. a segunda à sua retaguarda. 04. 32.Cinemática vetorial Avançar . que é avistado por uma vaca que está no meio dos trilhos? Calcule. para alcançar a s egunda bóia. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: a) K b) L c) M d) N 1 1. também está descendo com a correnteza. o peso da vaca. UFSC Alguma vez já lhe propuseram a questão sobre “um trem trafegando numa via férrea . que flutua no mesmo rio a uma certa distância do menino. O movimento de um barco em um rio é uma composição de movimento s. Mackenzie-SP Uma pe ssoa esbarrou num vaso de flores que se encontrava na mureta da sacada de um apa rtamento. Se o barco sobe um rio com velocidade constante de 10 m/s. U. em relação às margens. a p otência do motor da locomotiva. 64. situada a 40. Acafe-SC Uma pessoa está tendo dificuldades em um rio.00 m de altura. b) a bóia da frente. dentre outras coisas. c) a bóia de trá pois a alcançará primeiro. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFMG Um menino flutua em uma bóia que está se moviment ando. a largura do trem. d) a bóia da esquerda. Dê.” É claro que esta pergunta tem por sua imediata reação: “Calcular o quê?” “E você recebe como resposta: O susto que a vaca vai levar!” Mas será que ela realme te se assustaria? Para responder a esta questão. mas observa que existem quatro bóias flutuando livremente em torno de si. pois a alcançará primeiro. a terceira à sua direita e a quarta à sua esquerda. e desce com velocidade constante de 30 m/s. 02. Católica Dom Bosco-MS O movimento de um corpo pode ser o resultado da composição de vários movimentos reali zados simultaneamente. em relação à calçada. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 9. seria necessário conhecer: 01.0 km/h 10. a distância entre a vaca e a locomotiva quando e sta é avistada. com velocidade constante de 100 km/h. Todas elas estão a uma mesma distânc ia desta pessoa: a primeira à sua frente.7. a soma das alternativas corretas. e) qualquer u ma das bóias. o vaso caiu verticalmente a partir do repouso e. pode-se concluir que a velocidade da correnteza. 08. pois a alcançará primeiro. o peso do maquinis ta. Uma outra bóia. o comprimento da vaca. 16. desprezando-se os problemas pesso ais e psicológicos da vaca. A pessoa deverá nadar para: a) a bóia da direita. o vetor velocidade média com que a vaca se d esloca. livre da resistência do ar. pois a alcançará primeiro. em m/s. levada pela correnteza de um rio. Nesse caso. atingiu a calçada c om uma velocidade de: Dado: g = 9.0 km/h d) 100. pois as alcançará ao mesmo tempo.

. a velocidade da pedra é diferente de zero...... o barco percorreu aproximadamente .. Considere desprezível a resistência do ar.. A pedra descreve a trajetória representada em linha pontilhada... 24.5 x + 2x2 14. U....... formando. no sentido Leste/Oeste. l h 58 min b) nordeste. l h 36 min d) noroeste.... Pelotas-RS Um barco de passeio fez a seguinte rota turística. 13.Cinemática vetorial Avançar           ... a) y = 0..12. fazendo um ângulo de 45 com a horizontal. (deslocamentos em metros e tempos em segundos). em torno de .. 24 km.. com uma velocidade inicial V0. em formato de triângulo retângulo: Partiu de um ponto A sobre a margem de um rio.57 Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. 10 x – 0.. atingindo o ponto B.. l h 36 min e) no rdeste. um ângulo de 30 . Parte da trajetória seguida pela bo la está representada nesta figura: 4 GABARITO Considerando a resistência do ar.F.. Católica-GO Julgue os itens A e B.... cos 30 = 0.5. portanto.010x e) y = x – 0..400 km. assinale a alternativa cujo diagrama melhor repr esenta as forças que atuam sobre a bola no ponto P dessa trajetória.000 m.. e. U... tem valor maior que V0. conforme esquema. 24 km. sendo o módulo de ambas as componentes da velocidade inicial.. 240 m . l h 58 min IMPRIMIR Voltar FÍSICA .. Desse ponto.05 x – 0. de um ponto A. no sentido . 2. a) b) c) d) 15. UFSE Um projétil inicia um movimento em lançamento oblíquo. Do ponto C retornou ao ponto de p artida A. em metros e segundos.. até atingir um ponto B.. deslocou-se 5 km perpendicularmente. no sentido No rte/Sul. com a margem.. V0x e V0y.87 e tan 30 = 0.5 x2 d) y = 5 x + 2x2 2 b) y = 0.. b) ( ) A velocidade da p edra ao atingir o ponto B. até atingir um ponto C. considerando o enunciado a seguir: Na fi gura ao lado está representada a trajetória de uma pedra que foi atirada de um plano horizontal. Essas informações permitem deduzir a equação da trajetória do movime nto que é... Considere que o projétil está submetido somente à ação da força peso. Considere sen 30 = 0. a) ( ) No ponto de a ltura máxima.. l h 58 min c) noroeste. os deslocamentos horizontal e verti cal podem ser descritos por x = 10 t e y = 10 t – 5 t2.05 x2 c) y = 0. igual a 10 m/s. a) nordeste. H. Com uma velocidade média de 15 km/h. UFMG Uma jogadora de basquet e arremessa uma bola tentando atingir a cesta..

tem o módulo igu l zero. U. Considerando g = 10m/s2 e desprezand o a resistência oferecida pelo ar. d) No ponto de ltur máxim .5 m e) 5 m 17. é função do ângulo de la mento α. determine. U. campus da Salgado Filho. Uberaba-MG/Pias Em um jogo de fu tebol. t segundos após o lançamento. b) A trajetória descrita pela bol a pode ser analisada através da composição dos movimentos uniforme e uniformemente var iado. é de: 5 a) 3 rpm b) 6 rpm c) 30 rpm d) 40 rpm e) 75 rpm 18. Fuvest-SP Um motociclista de motocross move-se com velocidade v = 10 m/s. como indicado na figura.16. Assinale a alternativa incorreta. Supondo que o cilindro menor tenha uma freqüência de rotação f1 = 150 r pm. co nforme a figura. Potiguar-RN Em um experim ento realizado no alto do edifício da UnP. um jogador lança a bola para o seu companheiro. o módulo de sua velocidade vertica l diminui durante a subida e aumenta na descida. UEMS Uma correia acopla dois cilindros de raios R1 = 20 cm e R2 = 100 cm. em um movimento como o esquematizado na Figura ao lado. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . so bre uma superfície plana. a) 10 m/s b) 100 m/s c) 10 km/h d) 1. c) O alcance da bola. aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m v g A H 45° D d) 7. e a escala utilizada para representar esse vetor (as linhas verticais do quadriculado são par alelas à direção do vetor aceleração da gravidade g). até atingir uma rampa (em A). inclinada de 45° com a horizon tal. a) Durante todo o movimento da bola. A figura ao lado mostra a velocid ade v da esfera em um ponto P da trajetória.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . localizado a certa distância. distância máxima percorrida no eixo x. uma pequena es fera é lançada horizontalmente com velocidade V0 . do ponto A.0 km/s 19. A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D (D = H). a partir da figura o módulo de v0. velocid de d bol sempre t ngente à tr jetóri . A freqüência de rotação do cilindro maior.

n ecessário p r que esses ponteiros fiquem ex t mente um sobre o outro. UFMS Um disco gir com velocid de ngul r const nte de 60 rot ções por minuto. A r zão e ntre os módulos d s respectiv s velocid des t ngenci is dess s p rtícul s é: 2 3 3 ) 2 b) 2 2 c) d) 2 e) 2 2 21. outr p rtícul move-se com mesm velocid de ngul r. A velocid de ngul r do disco é de 1. 02. como respost .0 r d/s.5 minutos 180 c) minutos 11 23. o menor interv lo de tempo. A celer ção centrípet sobre formig depende d su m ss . c minh sem desliz r n direção r di l com velocid de const nte em rel ção o disco. Um formig sobre o disco. é: 360 ) 15 minutos d) minutos 21 b) 16 minutos e) 17. A formig re liz . qu l(is) d (s) firm tiv (s) b ixo é(são) corret (s)? 01. UFPR U m v gão de 15 m de comprimento move-se com velocid de const nte de módulo vv = 10 m/ s em rel ção o solo. ( ) Para nenhum valor de θ a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo C. A forç centrípet que tu n formig é proporcion d pelo trito entre f ormig e o disco. é correto firm r: ( ) P r qu lquer 0º < θ < 90º a bola cairá dentro do . sendo A e C p r bólic s e B vertic l. m ior forç cen trípet que tu sobre el . com velocid de de módulo vb = 10 m/ s em rel ção o v gão.20. sem componentes l ter is. Um bol é rremess d de su extremid de nterior. Supo ndo que velocid de d formig sej 0. ITA-SP Um p rtícul move-se o longo de um circunferênci circunscrit em um q u dr do de l do L com velocid de ngul r const nte. ( ) Somente para θ = 90º a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo A. num direção que form um ângulo q com nt l. um volt co mplet . A tr jetóri d formig p r um observ dor fixo n Terr é m ostr d n figur b ixo: 6 Dê. p rtindo do centro do disco. às 3 h pontu lmente.0 cm. A p rtir desse inst nte. 32. ( ) Para um certo valor de a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo B. conforme figur I. té cheg r à bord do disco. vemos que o ângulo form do entre o ponteiro dos minu tos e o d s hor s mede 90°. N circunferênci inscrit nes se mesmo qu dr do. Qu nto m is formig se proxim d bord do disco. ( ) Para θ = 30º a bola cai sobre o vagão após 1 s do seu lançamento. som d s firm tiv s corret s. Con sidere nul resistênci do r.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ hor . 16.15 m/s e o r io do disco igu l 15. 04. 08. Voltar FÍSICA . 22. M ckenzie-SP Num relógio con vencion l. GABARITO IMPRIMIR figur 1 figur 2 Nest s condições. N figur II estão represent d s três diferentes tr jetóri s p r bol .

16. UESC-BA Uma partícula é lançada. ele resolve medir o tempo de ueda dessas bol as. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lineares. Seu relógio marca 10 horas 4 minutos e l segundo ao soltar uma determinada bol a e ela bate. b) mesma fre üência. conforme figura. No ponto A.24. Dê. uando esse relógio marca 10 horas 4 minutos e 3 segundos. PUC-SP Leia a tira ao lado. 04. e) diferentes fre üências. GABARITO 01. UFPB Um garoto está brincando de soltar bolas de gude pela janela de seu apart amento. a velocidade resultante da bola é nula. d) diferentes fre üências. é muito pe ueno para entender ue pontos situados a diferentes distâncias do centro de um dis co em rotação têm: a) mesma fre üência. diferentes velocidades angulares e diferentes velocidades linear es. nas proximidades da superfície ter restre onde a intensidade do campo gravitacional é igual a g. c ) mesma fre üência. IMPRIMIR 27. No ponto A. a soma das alternativas corretas. Calvin. Para ue a partícula a tinja a altura máxima h. tgθ 1 25. como resposta. No ponto A. Baseado nestes dados. no solo. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lin eares. o garoto sabe calcular a altura de onde está soltando as bol as. a energia total da b ola é maior ue no ponto B. U. a resultante das forças ue atua sobre a bola é para a direita e par a cima. diferentes velocidades angulares e mesma velocidad e linear. a velocidade resultante da bola é para a direita e para cima. O resultado deste cálculo é: a) 80 m b) 45 m c) 30 m d) 20 m e) 5 m Voltar FÍSICA . No pon to B. O Estado de São Paulo 7 26.E. A partir de certo momento. Despreze a resistência do ar e assinale o ue for correto (o ponto B corresponde ao instante em ue a bola atinge o solo ). ignorando a resistência do ar. 08. Maringá-PR O goleiro de um time de futebol bate um tiro de meta e a bola percorre a trajetória es uematizada abaixo. 02. a resultante das forças ue atua sobre a bola é nula. o módulo da velocidade de lançamento deve ser igual a: 1) gh 2 2) 2gh 3) (2gh) 2 cosθ 1 4) (2gh) 2 senθ 1 5) (gh ) 2 . o garotinho assustado da tira. mesma velocidade angular e mesma velocidade linear .Cinemática vetorial ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . No ponto B.

Avançar .

distância. respectivamente.0 cm. 20 e 45 05. em m. todos referentes a partículas de mesma m assa percorrendo a mesma trajetória. são iguais. 10 e 20 03. têm natureza vetorial: 01. II.28. Sabendo-se ue a polia maior completa 4 voltas a cada segundo. ace eração e tempo. aos movimentos I. 1 2 . 02. 04. um corpo ue cai durante 3 segundos. R W = R Y = R Z = R X⋅ e a fre üência da polia W vale 2 2Hz. 1 2 e 2 e 2 1 4 d) 16. 1 Nele. a: 01. 4 e 16 . b) Com base na informação. Ness as condições. ligadas por uma correia. UESC-BA Desprezando-se a força de resistência do ar. igual a 10m/s2. velocidade e distância. executam movimentos 20 cm cir culares solidários e seus raios medem 20 cm e 8. v locidade. 2. tempo. aceleração.5 b) 2 c) 5 d) 10 8 cm e) 16 8 30. aproximadamente. 10 e 30 04. Fatec-SP Duas polias. c) 1 4 . e) 1 16 . Movimento I II III IV V GABARITO Período (s) 1/4 1/2 1 2 3 Fre üência (Uz) 1 IMPRIMIR Qual das alternativas apresenta os valores da fre üência correspondentes. Com base nesses dados. 1 4 1 4 e 1 16 b) 4. 4. respectiva mente. Cefet-PR Considere o sistema de polias representado. o número de voltas ue a menor completará nesse mesmo intervalo de tempo é: a) 0. em Hz: a) 1 8 b) 1 4 c) 1 2 d) 1 e) 2 29. 2 e 4 Voltar FÍSICA . 1 2 . em m /s. tempo e aceleração. no ar. UFRS Foi determinado o período de cinco di ferentes movimentos circulares uniformes. 05. força e distância. A tabela apresenta uma coluna com os valores do período desses movimentos e uma coluna (incompleta) com os correspondentes valo res da fre üência. os valores da velocidade v. após percorrer. é possível dizer ue a fre üência da polia Z vale. e da distância h. a aceleração de ueda de um cor po nas proximidades da superfície terrestre é. a) Das grandezas físicas citadas. atinge o sol o com velocidade igual a v. uma distância h. a partir do repouso. velocidade e força. força. IV e V? a) 1 2 .Cinemática vetorial Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 30 e 45 31. 03. 45 e 10 02. respectivamente.

a 20 m de altura sobre um rio. T/(2π) e) arctg (L/R) .32.0 b) 6. O tempo necessário p r o feixe f rol de luz “v rrer” a praia. efetua um movimento circular unifo rme em torno desse planeta. e) é indeterminada já ue não se conhece o diâmetro da roda traseira da bicicleta .0 e) 1. Unifor-CE Do alto de uma ponte. em cada volta. T/π d) arctg (L/2R) . de raios R1 e R2 (R1 < R2) e 2 catracas R3 e R4 (R3 < R4 ). com 2 coroas. ITA-SP Em um f rol de sin liz ção.5 Dado: g = 10m/s2 34. sem deslizamento. a força ue mantém o satélite Ganimedes na trajetória c ircular está dirigida: a) para o centro do Sol. b) retilíneo com celer ção de módulo const nte. é: a) arctg (L/R) . por um motivo qu lquer. em rel ção à Terr . e) circul r sujei to um celer ção gr vit cion l nul . ITA-SP No sistema convencional de tração de bicicletas. O f rol se encontr um distânci R do centro de um pr i de compri mento 2 L. a corrente só toca uma coroa e uma catraca de cada vez. é: a) coroa R1 e cat raca R3.5 d) 3. a partir do repouso. solt -se d n ve. conforme o comando da alavanca de câmbio. c) circul r com celer ção de módulo st nte.0 c) 4. respectivamente. acoplada ao eixo traseiro da bicicleta. por sua vez . em metros. No instante em ue a laranja inicia a ueda. deixa-se ca ir uma laranja. ) retilíneo unifo rme. 2 T/π L L 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 37. A laranja cai dentro de uma canoa ue desce o rio com velocidade constante de 3. o ciclista impele os ped ais. Obviamente.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ £ . conforme figur . e) tangente à trajetória. o stron ut execut um movimento. T/(2π) R b) arctg (2L/R) . d) para o centro de Ganimedes. ligando-as através de uma corrente. i gual a: a) 9. com fre üênci a f2 e velocidade angular w2. a canoa deve estar a uma distância máxima da vertical da ueda. é correto afirmar: ω 1 f2 01) f1 = f2 02) f1 > f2 03) 1 = 2 04) 1 < 2 05) = ω 2 f1 36. A combinação ue permite máxima velocida de da bicicleta. b) para o centro de Júpiter. para uma velocidade angular dos pedais fixa. 33. aciona a corrente responsável pela transmissão do movimento a outra roda dentada ( catraca). PUC-RS Um stron ut está consert ndo um equip mento do l do de for d n ve esp ci l que se encontr em órbit circul r em torno d Terr . Considere agora um sistema dup lo de tração. UES C-BA É possível efetuar a transmissão de movimento circular entre duas rodas de diâmetro s diferentes.0m/s. c) coroa R2 e catraca R3. T/(2π) c) arctg ( L/R) . b) coroa R1 e catraca R4. FURG-RS Suponha ue Ganimedes. cujo eixo movimenta a roda dentada (coroa) a ele solidária. se a roda maior girar com fre üência f1 e velocidade angular w1 e a menor. d) coroa R2 e catra ca R4. d) circul r com vetor velocid de t ngenci l const nte. 35. o feixe d e luz está copl do um mec nismo rot tivo que re liz um volt complet c d T segundos. Nessas condições. c) para o centro da Terra. qu ndo. Esta. Então. uma das grandes luas de Júpiter. pode-s e firm r que. T l como está.

0 cm d) 6. a velocidade de um móvel varia linearme nte com o tem o. Se a roda traseir a ossui uma freqüência 12 Hz. Podemos concluir que o módulo da aceleração a licado elos freios é de 4m/s2.0 IMPRIMIR 0.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) O tem o gasto or um trem. cujo com rimento é idêntico ao do t rem. é de 10 s.R. ara atravessar uma onte.0 cm e) 4.V.6 Altura (m) 0. a altura em relação ao chão de um onto localizado na borda de uma das rodas de um automóvel em movimento. de com rimento igual a 100 m.U. c) a com onente horizontal da velocidade média do onto em relação ao chão. de raio rA = 30 cm. 0. ( ) Um ciclista executa 4 edaladas or segundo.2 0. Considere uma volta com leta da roda e determine: a) a velocidad e angular da roda. A olia A é aco lada a uma terceira olia B de raio rB = 20 cm ela correia C. Unicam -SP O gráfico abaixo re resenta. sem que ocorra deslizamento das correias? a) 12 cm b) 10 cm c) 8. concêntrica a B e rigidamente resa a ela. GABARITO 40. UFPE A olia A’ de raio r’A = 12 cm é concêntrica à olia A. Qual deve ser o raio da olia B’. b) a com onente vertical da velocidade média do onto em relação ao chão.4 0. odemos concluir que o raio da catraca é um terço do raio da coroa.2 tem o (s) 0.38. A r oxime i = 3.. e está rigidamente resa a ela.C. em função do tem o. ( ) Um carro com 72 km/h é freiado uniformemente e ara a ós ercor rer 50 m. de modo que A’ e B’ ossam ser conectada s or uma outra correia C’.1 0. com uma velocidade constante de 36 km/h.U. ossuí uma aceleração diretamente ro orcional a o quadrado da velocidade. Unica -PE ( ) Um cor o com M. conforme indicado na figura.0 cm 10 39.0 0.1. ( ) No M.3 Voltar FÍSICA .

0.31 0.31.4 1. proxim d mente: ) 2.76 0. Em um toc -fit s.76. U. 42. Alfenas-MG Um bloco de massa m descreve um movimento circular numa mesa h orizontal lisa. A mola não deformada tem c om rimento l.0 2. Cesgr nrio Enqu nto fit é tot lmente tr nsferid do c rretel A p r o c rre tel B. Cesgr nrio Se fit demor 30 min p r p ss r do c rret el A p r o c rretel B.0 cm. e quando osta a girar em movimento uniforme.4 cm b) 2. O módulo da velocidade angular w do sistema é: a) ω = kx m kx m d) ω = kx ( +x m ) b) ω = e) ω = kx +x k ( +x mx ) c) ω = m ( ) 11 O enunci do seguir refere-se às questões de 2 4. o do c rretel B v lerá. o r io externo do conjunto fit -c rretel v le 2. d) decresce de 0.8 cm e) 1. fit do c s sete p ss em frente d c beç de leitur C com um velocid de const nte v = 4. Cesgr nrio Qu ndo o r io externo do conjunto fit -c rretel no c rretel A v l er 1.8 c m/s.5 cm.41.5 cm. GABARITO 43. sofre uma deformação x. reso a uma mola de constante elástica k.4. e) perm nece const nte. O r io do núcleo dos c rretéis v le 1. Com fit tot lmente enrol d num dos c rretéis. c) decresce de 2.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ . o comprimento d fit desenrol d é proxim d mente igu l : IMPRIMIR ) 86 m b) 75 m c) 64 m d) 45 m e) 30 m Volt r FÍSICA .2 cm c) 2. b) cres ce de 0.0 cm d) 1.6 cm 44. o número de rot ções por segundo do c rretel A: ) cresce de 1.

.

p r que o vião sub ou desç . IMPRIMIR 48. por um br ço AC. UERJ Em outro momento. Se v2 é a cidade escalar do mesmo ponto uando o ângulo θ corresponde v2 a 60º.85 GABARITO c) 0.0 s Voltar FÍSICA . o ponto A tem velocidade escalar v1.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¤ ¤ ¤ ¡ ¢ ¤ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¤ ¡ ¡ do ângulo θ. O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm. como ilustr figur b ixo: Enqu nto o eixo gir com um velocid de ngul r de módulo const nte. um eixo centr l gir tório CD. f zendo o âng ulo q v ri r. o monociclo começa a se mover a artir do re ouso com a celeração constante de 0. então a a: v1 a) 0. UERJ-RJ Quando o perpendicular ao eixo central. 47. π≅3 Dados: AC = 6 m 12 BC = CD = 2 m 2 m ≤ BD ≤ 2 3 m 3 ≅ 1.50 m/s2. considerando o movimento uniforme. Em um p rque de diversões há um brinquedo que tem como modelo um vião. Determine o número de edaladas. no início de sua apresentação. UERJ O e uilibrista percorre. em função e uivale a: a) 6 sen θ b) 4 sen θ c) 3 sen θ d) 2 sen θ 46. braço AC está velo razão é igual .UERJ-RJ Utilize s inform ções b ixo p r responder às questões de números 5 e 6. Uma das atrações típicas do circo é o e uilibrista sobre monociclo.00 UERJ Utilize os dados abaixo para resolver as uestões de números 7 e 8. necessárias ara que ele ercorra es sa distância em 30 s.75 b) 0.90 d) 1. UERJ-RJ A medida do raio r da trajetória descrita elo onto A. o piloto dispõe de um com ndo que pode exp ndir ou contr ir o cilindro hidráulico BD. or segundo.7 45. e o movimento do e uilibrista é retilíneo. uma distância de 24 π metros . Esse brinquedo está lig do. Calcule a velocidade média do equilibrista no trajet o ercorrido nos rimeiros 6.

32.E. vale. exatamente do alto de um oço. Com base a enas nestes dados. No instante t = 3 s. tal estudante ode concluir que: 01. e III. a aceleração da gravidade. b) A enas I II. d) O objeto mais leve ercorrerá dis tância maior. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando a acele ração da gravidade igual a 10 m/s2. de massas di ferentes. Quais afirmativas estão corretas? a) A enas II. 51. O estudante observa que a edra g asta 10.49. Cefet-PR Um cor o d e massa 2 kg é lançado verticalmente ara cima a artir do solo. e) As acelerações de cada objeto serão diferentes.55 m acima do nível da água. Considerando a origem no solo. a) O cor o erman ecerá no ar durante 8 s. U. abandona verticalmente uma edra. 02. como res osta. b) O objeto de menor massa atingirá o solo rimeir o. Considere des rezíveis as forças de resistência do ar. 64.814 m/s2. c) A enas I e II. realizando um trabalho ex erimental. Unioeste-PR Um estud ante. 80 m acima da su erfíc ie terrestre. Londrina-PR O que acontece com o movimento de dois cor os. a equação horária do mo vimento é h = 80 . c) Os dois atingirão o solo simultaneamente. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 352. 04. ele está exatamente a 490. com velocidade inic ial de 80 m/s. II. naquele local. FURG-RS No instante t = 0 s. Dê. a energia otencial e mecânica do cor o aumentam.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . vale. 52. exatamente. d) A enas I e III. 16. assinale a afirmativa correta. são feitas três afirmativas. vale. e) I. não tem dados suficientes ara chegar a uma conclusão recisa a res eito do valor da aceleração da gravidade no local. 0.5t2. de uma mesma a ltura e ao mesmo tem o. a artir do re ouso. nas condições do seu ex erimento. b) Durante a subida. I. o eso do cor o realiza um trabalho motor. c) Ao atingir a altura máxima. 08. quando a resistência do ar é des rezada? a) O objeto de maio r massa atingirá o solo rimeiro. nas condições do seu ex erimento.677 m/ s.55 m acima do nível da águ a.0 s ara atingir a camada inicial da água e que o som do baque da edra na água foi ouvido 1. a aceleração do movimento vale 20 m/ s2. No instante t = 2 s. a velocidade e a aceleração do cor o serão nulas. tem dados suficientes ara chegar a um valor m uito reciso da velocidade do som no ar. ele está a uma distância inferior a 490. nas condições de seu ex erimento. 9. a soma das alternativas corretas. exatamente. des rezando o atrito da edra com o ar e considera ndo que o estudante desconhece tanto o valor da aceleração da gravidade no local de seu ex erimento como a velocidade do som no ar. a roximadamente. a vel ocidade do som no ar. a relação aceleração da gravidade/velocidade do som no ar (g/vs). 50.028/s. II. a artir do re ouso. e) Durante a subida. ao serem lançados horizontalmente com a mesma velocidade.40 s a ós o momento no qual ele observa que a edra atinge a água. 13 d) A velocidade média do cor o no ercurso de subida é igual a 40 m/s. Para esse movimen to. um cor o de massa 1 kg é largado. a velocidade do cor o é 30 m/ s e está dirigida ara baixo. III.

o gráfi co que re resenta a osição da edra em função do tem o é: a) d) b) e) 14 c) IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .F. a ós 6 s. U. Des rezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s2.53. Pelotas-RS Uma edra é lançada ara cima. retorna ao solo. como mostra na figura e.

b 47. F – V – V – F – F 2. b 16. 12 27. c 3 3. c 38.c 42. c 2 3.6 m/s 41.Cinemática vetorial Avançar . d 28. c) VH = 18. 02 + 04 + 16 + 32 22. e – F 13. d 30.5m/s 49. b 35. d 29. c 6. 33 52. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. V – F – V – V – F 24. a 21. b) VV = 0. a 11. c 50. c 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . e 14. b 26.b 43.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . e 9. d 10. b 15. c 18. 04 36. c 7. a 19. Q U E D A L I V R E .1. a 37.b 44. a) 01 b) 05 31. V – V – F – V – V 3.a 45. c 53. d 20. a 17. 04 25.a 46. d 51. c 39. V – V – V – F – V 40. b 34. 58 8. a) 62 rad/s. 56 4.2 voltas/seg 48. b 32. c 5.

ode-se afirmar que. V unes Num jogo de boliche. Isso faz aumentar o tem o de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo. numa colisão fron tal. agem sobre um cor o de 2 kg que se encontra sobre uma su erfície lan a e horizontal. um ouco antes dela atingir os inos. c) maior será a variação d a quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. As forças que agem sobre a bola. quanto maior fo r o tem o de colisão: a) menor será a força média que os ocu antes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. ocorra o amassamento da arte dianteira da lataria de maneira a reservar a cabine.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1. Des rezando os atritos. er endiculares entre si e de intensidade s 6 N e 8 N. 2. d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. estão melhor re resentadas elo esquema: velocidade 1 Dados: — des rezar qualquer efeito do ar sobre a bola e considerar o movimento da esquerda ara a direita. b) maior será a força média que os ocu antes d o automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. Mackenzie-SP Duas forças horizontais. — as intensidades das forças não estão re resentadas em escala. o módulo da aceleração adquirida or esse cor o é: a) 1 m/s2 d) 4 m/s2 2 b) 2 m/s e) 5 m/s2 c) 3 m/s2 Voltar FÍSICA . Com base nessas informações. uma bola é lançada na horizontal contra uma barreira de inos com o objetivo de derrubá-los.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a) GABARITO b) c) d) e) IMPRIMIR 3. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que.

São Carlos-SP Os módulos dos com onentes ortogonais do eso P de um cor o → val em 120 N e 160 N. Qual é o mínimo coeficiente de atrito ara que o automóvel ermaneça ado? Dados: sen (37°) = 0.0 b) µ = 0. UFSE Uma caixa de massa 50 kg é arrastada sobre uma su erfície hor izontal or uma GABARITO força F .0 e) 3. de intensidade 100 N.20 a) 0. em joules: a) 80 d) 1. a aceleração do ca ixote é. Sobre cada balança.50 e) µ = 1.0 5.75 Voltar FÍSICA . 20000 N e 10000 N.8. Pode-se afirmar que o módulo de P é: a) 140 N b) 200 N c) 280 N d) 40 N e) 340 N 7.0 c) 1.0 m. 5 c) µ = 0. Dados: sen 37º = 0. Fuvest-SP Na esagem de um caminhão. são osicionadas todas a s rodas de um mesmo eixo.25 d) µ = 1.50 b) 1.5 d) 2.0 . o trabalho da força F vale. Dados: g = 10m/s2 Coeficiente de atrito cinético µ = 0. 10 IMPRIMIR 8.0 .4. 102 e) 8.80 Num deslocamento de 2. UFSE Um caixote de massa 50 kg é em urrado horizontalmente sobre um assoalho ho rizontal.6 .60 cos: 37º = 0.6 . As balanças indicaram 30000 N. A art ir desse rocedimento.6 e cos (37°) = 0.F. Nessas condições. é ossível concluir que o eso do caminhão é de: 2 a) b) c) d) e) 20000 N 25000 N 30000 N 50000 N 60000 N → 6. 103 2 c) 8. são utilizadas três balanças. a) µ = 0.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . FEI-SP Um automóvel de massa 1375 kg encontra-se em uma ladeira que forma 37° em relação à horizontal. or meio de uma força de intensidade 150 N. no osto fiscal de uma estrada. formando angulo de 37º com a horizontal. U. 1 03 b) 1. em m/s2.

deve-se esperar que ele adquira aceleração de módulo: a) 4a b) 2a c) a a d) 2 ω e) 1 ω2 3 11. a arece a seguinte informação: “O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) vem sendo construído desde a década de 80 e está atualmente re arado ara lançar foguetes de sondagem e veículos lançadores de satélites de equeno orte. Esse fio passa por cima de uma roldana. FEI-SP No esquema de polias ao lado. estão em repouso sobre uma mesa horizontal. sem atrito. Se as mesmas três forças forem aplicadas simultaneamente ao corpo B.gov. GABARITO É correto afirmar que a força que o corpo B exerce sobre o solo e a tração nesse fio.São Carlos-SP No site www. respectivamente: Dado: g = 10 m/s2 a) 0 e 40 d) 50 e 10 b) 40 e 10 e) 50 e 50 c) 40 e 60 12. c) a velocidade tangencial da su perfície da Terra é igual à velocidade orbital do satélite. b) a velocidade tangencial da supe rfície da Terra é menor do que em outras latitudes.” Um dos fatores determinantes dessa redução de custos se deve à inércia do movimento de r otação da Terra.F.9. a osição geográfica do CLA aumenta as condições de segurança e ermite menores custos de ançamento. e) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é maior do que em outras latitudes.0 kg. como mostra a figura. que adquire aceleração de módulo a. nas proxi midades do Equador. Graças a essa inércia. 10. d) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é menor do que em outras latitudes. respectivamente. UFSE Dois corpos A e B. Localizado na costa do nordeste brasileiro. e o corpo B está apoiado no chão. estão unidos por meio de um fio.Leis de Ne ton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ . Fatec-SP Dois objetos A e B de massas 1. Isso ocorre porque. o veículo lançador consome menos energia para fazer com que o satélite adquira a sua velocidade orbital. sabe-se que a máxima força F que uma pessoa pode fazer é F = 30 N. da Agência Es acial Brasileira. medem. Qual é a carga máxima que ela conseg uirá erguer? a) 30 N d) 180 N b) 90 N e) 240 N c) 120 N IMPRIMIR CARGA Voltar FÍSICA . onde se encontra o CLA: a) a velocidade tangencial da superfíc ie da Terra é maior do que em outras latitudes.0 kg e 5. róximo ao Equador. Três forças horizontais são aplicadas simultaneamente no corpo A. em ne tons. U. de massas m e 2 m respectivamente.ages acial.br.

O motorista aplica os freios imprimindo uma desaceleração co nstante. que está em cima d e uma mesa horizontal. de acordo com o princípio da inércia. o caixote não desliza sobre a carroceria do caminhão.Leis de Ne ton Avançar £ ¥ 13. b) sempre acontece porque a força aplicada à moeda. a reação normal da superfície N e a força de atrito f.a) b) c) d) e) 4 14. Sabendo-se que as forças que atuam sobre o caixote são: o peso do caixote P. d) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel fo r menor que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel. Vunesp Uma moeda está deitada. da e squerda para a direita. Alguém lhe diz que. se você puxar a folha de papel. transmitida pelo atrito com a folha de papel. Durante a fase de desaceleração. é sempre menor que a força apl icada à folha de papel. qual dos diagramas abaixo repres enta as forças que agem sobre o caixote durante a desaceleração? GABARITO a) d) IMPRIMIR b) e) c) Voltar FÍSICA . UESC-BA De acordo com a 3 Lei de Ne ton. em cima de uma folha de papel. UFPE Um caminhão t ransporta um caixote em uma estrada reta e horizontal com uma velocidade v. 15. e) só acontece se o coeficiente de atrito estático entre a folha de papel e a moeda for menor que o co eficiente de atrito estático entre a folha de papel e a mesa. Pode-se afirmar que isso: a) sempre acontece porque. a moeda tende a manter-se na mesma po sição em relação a um referencial fixo na mesa. tem-se um par ação-reação representado em: £ . c) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel for maior que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel . a moeda v ai escorregar e ficar sobre a mesa.

num dos dentes caninos. Fuvest-SP Um carrinho é largado do alto de uma mont anha russa.0 N d) Figura 2 e 10. foi passado. U. corretamente. d) três forças. um de cada lado da arcada.F. c ) três forças. III. em trajetória retilínea. II. 17. sem atrito e sem soltar-se dos trilhos. mas só uma realiza trabalho. conforme a figura a baixo. Está correto apenas o que se afirma em: a) I d) I e II b) II e) II e III c) III IMPRIMIR Voltar FÍSICA . No ponto A.1 N b) Figura 2 e 14. o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força nor mal que o trilho exerce sobre ele. que está atuando sobre o referido dente canino. a figura que representa FR e o val or de sua intensidade. conforme a figura.Leis de Ne ton Avançar £   .São Carlos-SP O bloco da figura desce espontaneamente o plano inclinado co m velocidade constante. e todas realizam trabalho.16. b) duas forças.0 N 18. A tensão no elástico é de 10.0 N e o ângulo formado pelas duas partes do elástico é e 90 . FR. Desprezando-se qualquer ação do ar. e ambas realizam trabalho. a) Figura 1 e 14. estão representadas duas possibilidades para a direção e o sen tido da força resultante. atuam sobre o bloco: a) duas forças. As extremidades desse elástic o foram amarradas a dois molares. mas só uma realiza trabalho. até atingir o plano horizontal. No ponto B. Nas figuras 1 e 2. a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para bai xo. A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B.1 N c) Figura 1 e 1 0. Considere as seguintes afirmações: B A g I. e) três forças. durante esse movimento. mas só uma realiza trabalho. Sabe-se que os raios de curvatura da pist a em A e B são iguais. UFRN Na correção ortodôntica de uma arcada de tária. Ele se movimenta. 5 GABARITO Assinale a opção na qual se indica. um elástico.

19. 21.20 x 104 N d) 2. forças de mesmo r módulo (F1 = F2). com função aerodinâmica) ara uma determinada configuração dos aerofólios. a) Calcul e a velocidade tangencial do astronauta representado na figura. um barco.Leis de Ne ton Avançar £ . na ausência de campos gravitacionais ex ternos. então o valor de F1 é: a) 1. navega co ntra a corrente de um trecho retilíneo de um rio. Eles verificam que esta força depende da velocidade v do carro e de um fator b qu e varia conforme a posição dos aerofólios (peças na forma de asas.92 x 10 N 20. Um filme que se preocupa com esta questão é “2001. gira com velocidade angular constante de 0.80 e cosq = 0. Os tratores exercem. mostrada abaixo. A estação espacial. puxado por dois tratores. uma Odisséia no Espaço”. conclui-se que a força de resistência do ar F. de Stanle Kubrick. que cria um peso efetivo agindo sobre o astronauta. enquanto a corrente atua com uma força Fc cujo módulo é 1.92 x 104 N. eles mediram o valor b = 230 kg/m. eles se movem como se existisse uma força que os prendesse ao chão das espaçon aves. UFPB Uma equipe de corrida de Fórmula 1 está testando um novo carro e realiza várias medidas da força de resistência do ar com o carro em alta velocidade. que se nq = 0. 84 x 104 N 4 c) 1. Nesse filme a gravidade é simulada pela rotação da estação espacial.60 x 104 N e) 3. GABARITO b) Determine a força de reação que o chão da espaçonave aplica no astronauta que tem massa m = 80 kg. Mesmo estando no espaço sideral. sobre o bar co. 6 Sabendo-se que o barco e os tratores movem-se com velocidades constantes. UFPB Conforme a figura abaixo.2 rad/s em torno de um eixo horizontal E perpendicular à página.40 x 104 N b) 1 .60. An alisando-se as unidades do fator b. d entre as alternativas abaixo. Unicamp-SP Algo muito comum no s filmes de ficção científica é o fato dos personagens não flutuarem no interior das naves espaciais. só poderá ser: v d) F = 2 a) F = bv2 b b) F = b2v e) F = bv v2 c) F = b IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em forma de cilindro oc o. O raio R da espaçonave é 40 m.

Tal afirmação é um exemplo de: a) lei c) modelo b) teoria d) hipótese Voltar FÍSICA . mas a força da gravidade permanece constante e i gual a mg. são. antes mesmo de realizar seu famoso experim ento da torre de Pisa. várias forças atuam. a uma velocidade de 60 km/h. Para que o lançamento seja feito com sucesso. Analise esse tema e jul gue os itens. Lembrando a equação de Torricelli. ( ) Supondo que a fo rça de propulsão do foguete constante. para obedecer à sinalização e evitar multa. pois a atmosfera é mais r arefeita quanto maior a altitude. a 55 m. A massa to tal (carro + motorista) é mT = 1296 kg. UERJ 7 GABARITO IMPRIMIR Com base neste conhecimento. sua aceleração deve aumentar com tempo. supondo ambas constantes naqueles 55 m. ( ) A massa do foguete diminui com o tempo . pois boa parte de sua massa total é constituída de combustível. tais como a força de propulsão do motor. quando percebe que há. pela B R-101. ultrapassando a lombada com a velocidade máxima permitida. a força de atrito com o ar e a própria força da gravidade.Leis de Newton Avançar . deveriam levar o mesmo tempo para chegar ao solo. UFMT Foguetes lançadores como os do Projeto Apolo são utilizados há décadas para col ocar satélites em órbita da Terra ou para levar a outros planetas dispositivos const ruídos pelo homem.22. pode-se concluir que os módulos da aceleração e da força de at rito. indicando a velocidade máxima permitida: 50 km/h. UFRN O Sr. os engenheiros aero espaciais têm que conhecer as forças que atuam nos foguetes. onde m é a massa do foguete. No mesmo instante. Galileu. 24. ( ) À medida que o foguete sobe. v2 = V02 + 2a∆x e a Segunda Lei de Newton. ( ) À medi da que o foguete sobe. um redutor el etrônico de velocidade (“lombada eletrônica”). respectivamente: a) 5000 km/h2 e 3600 N c) 5000 km/h2 e 5500 N b) 10000 km/h2 e 5000 N d) 10000 km/h2 e 1000 N 23. em linha reta (direção do eixo x). a força de atrito com o ar diminui. aciona os freios do automóvel. afirmou que uma pedra leve e outra pesada. Nilson dirige distraidamente. F = m a . para as com ponentes da velocidade e da aceleração ao longo do eixo x. quando abandon adas livremente de uma mesma altura.

os operários transportam verticalmente mater iais usando roldanas. e es te adquire uma velocidade v.25. porque. 08.0 8 27. pois.5 e) 3. pois. se os moto res forem desligados. 04.0 c) 1. a nave seguirá até o destino com velocidade constante.Leis de Newton Avançar . 28. movendo-se para a direita sob a ação de uma força horizontal de 100 N. vale: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 26. não se justifica. Então a nova vel ocidade do bloco é: a) v b)2 v c) v 2 d) 4v e) v 4 GABARITO 29. UFMT É comum. a nave seguirá até o seu destino sem desviar-se da rota. a tração T no fio intermediário tem int ensidade. a velocidade da nave diminuirá com o tempo até parar. conforme a figura ao lado. ligadas por fios de massa desprezível.50 b) 1. agindo sobre o blo co a partir do repouso. UFSE A figura mostra um móbile de três peças. se j ustifica. de forma gradativa. pois. em m/s2. a soma das afirmativas corretas. PUC-RS Instrução: Responder à questão com base na figura ao lado. mesmo quando l onge de qualquer planeta ou estrela. PU C-RJ Um bloco de gelo está inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito d e um lago congelado. durante tempo idêntico ao do caso anterior. porque. como resposta. que representa doi s blocos independentes sobre uma mesa horizontal. a força F deve ser um pouco superior a: a) P/4 b) P/2 c) P d) 2P e) 4P IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Esse fato: 01. que as naves espaciais. se os motores forem desligados. em filmes de ficção científica. Supõe-se o atrito desprezível e o p eso das roldanas e da corda muito pequeno. adquirida p elos blocos. Uma força é exercida sobre o bloco durante um certo tempo. Suponha agora que a força é dobrada.5 d) 2. Para elevar um material de peso P. 02. não se justifica. uma vez colocada no seu rumo. é necessária a ação de uma força sobre e le. Supondo-se que a força de atrito externo atuand o sobre os blocos seja 25 N. Dê. para que qualquer objeto se mova. é correto concluir que a aceleração. de sua rota. Adote g = 10 m/s2. PUC-RS Numa obra de construção civil. a nave será desviada . se justifica. 16. permaneçam com os motores ligados durante tod o o tempo de percurso da viagem. uma vez atingida a velocidade de cruzeiro. Quando estiver em repouso. se justifica. em newtons: a) 0.

em newtons: a) 18 b) 24 c) 30 d) 36 e) 50 31. Sabe ndo que a atração gravitacional na Lua é seis vezes menor que na Terra. onde a é a aceleração do sistema. A resultante das forças que atua sobre o sistema é m2g. 04. a t no fio que une os dois corpos vale. não seria p ossível caminhar. Católica de Salvador-BA Um bloco de massa igual a 5 kg. a aceleração do sistema duplica. existente entre a superfície e o bloco é igual a: a) 6 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 35. de 25 N sobre uma superfície plana horizontal.0 m/s2. U. Maringá-PR Considere que no sistema representado na figura abaixo não atua qualquer força dissipativa. realizou uma experiência que consis tia em largar. e assina le o que for correto. é puxado por uma força.Leis de Newton Avançar . 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . c) dois corpos ficaram flutua ndo em repouso. qu e o fio que une as massas é inextensível e que a polia tem massa desprezível. havia dois astronautas.E. afastando-se da superfície lunar. A resultante das forças que atua sobre o sistema é (m1 + m2) a. julgue os itens. e) dois corp os começaram a subir. são presos por um fio de massa desprezível. d) dois corpos tocaram o solo lunar ao mesmo tempo. UFMT Na superfície da Lua. e observou que o(s): a) martelo caiu e a pe na subiu. ( ) Como na Lua todos os objetos caem com a mesma aceleração. O sistema é acelerado verticalmente para cima com acel eração de 2. sem sair efetivamente do lugar.0 kg. ( ) Não é po ssível um indivíduo erguer-se. em N. em 1969. Dê. ao mesmo tempo e a partir do repouso. 34. 32. b) martelo caiu mais rápido do que a pena. de massas mA = 2. que o acertou no peito. 33. Se duplicarmos o valor de m2. 01. por isso jogou-lhe uma pedra de 20 kg. 16. deix ando-os cair sobre a superfície lunar. ( ) Para que um corpo passe a se mover. ( ) O impacto que o astronauta sentiu no peito é o mesmo que ele sentiria n a Terra se a pedra o atingisse com a mesma velocidade. puxando o próprio cabelo. deve necessariamente empurrar ou puxar outro no sentido inverso. Um astronauta ficou com rai va do outro. 02 . Unirio O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na superfície da Lua. ( ) Sem o atrito. UFMT Em relação às manifestações das Leis de Newton nos fenômenos do cotidiano. Unifor-CE Os corpos A e B. A força de atrito. apenas mover as pernas.0 kg e mB = 3. ( ) A pedra pode ser arremessada horizontalmente mais facilmente na Lua do que na Terra. a soma das alternativas corre tas. constante e horizontal. Na ocasião. Nessas condições. A aceleração local da gravidade adotada é 10m/s2. julgue as afir mativas.30. a velocidade do sistema é constante. Se duplicarmos o valor de m1 a aceleração do sistema reduz-se à metade. com a celeração constante de 3m/s2. o impacto provocado pela pedra arremessada inde pende de sua massa. Se m1 = m2. como resposta. 08. ( ) A pedra pode ser erguida mais facilmente na Lua do que na Terra. um martelo e uma pena. U.

o motorist a continua tendo a dirigibilidade do veículo en uanto freia. as rodas têm sua ad erência no solo aumentada fazendo com ue o carro pare mais rápido. Aumentando-se gradativamente a massa m2 até o rompimento da(s) corda(s). 10 O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e o plano. simultan eamente nos trechos A. o mesmo de F1 e F2 . c) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é 60º. Unifor-CE A inclinação do plano representado abaixo é tal que um corpo. possuem massas m1. 16. continua se ndo dinâmico. B e C.M.M. 02. a soma das afirmativas corret as. n o trecho B. conforme figura ao lado. no trecho C. Maringá-PR Três corpos. a) 8 b) 2 6 c) 2 3 d) 0. também. Essa situação física: só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é nulo. 40. a soma das alternativas corretas. nessas condições.36. a frenagem é mais rápida. têm co mo resultante uma força F cujo módulo é. Triângulo Mineiro-MG Duas forças concorrentes F1 e F2 . o a trito entre as rodas e o solo seria menor. entre as rodas e o solo. nele aban donado. desliza para baixo mantendo constante a sua velocidade. 37. Itajubá-MG A aceleração ad uirida pelo corpo com massa de 2 kg da figura abaixo vale A. Dê. e) é impossível. uando acionado. É certo afirmar ue: 01. dessa maneira.E.5 e) 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . F. como o atrit o. não deixa ue as rodas parem en uanto o carro está em movimento. simultaneamente nos trechos A e B. U. 04. esse rompimento ocorrerá: 01. 38. como resposta. ual deverá ser a nova massa do corpo em kg. 08. 04. entre as rodas e o solo. 16. Dê. d) só ocorre quando o ângulo ent e F2 é 120º. sob a ação das mesmas forças. como resposta. como o atrito. a frenagem é mais rápida. e estão presos por cordas idênticas no teto de um laboratório. no trecho A. é igual a: a ) sen θ b) cos θ c) tg θ d) secθ e) cotg θ GABARITO 39. de mesmo módulo. 08. b) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F 2 é 45º. UFMT O sistema de freios ABS. continua sendo estático. m2 e m3. F. esta aceleração seja uadruplicada. sob a ação do campo gravita l terrestre. se as rodas parassem en uanto o carro estivesse em movimento. 02. Para ue.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .

conforme a figura abaixo. ambos em repouso sobre uma mesa horizontal. acha-se esquematizada uma “máquin a de At ood”. sem a presença do fio. d) É uma força de atrito estático de sentido igual ao do movimento do livr o. Considere g = 10m/s2. o resultado se conhece: o bloco A. ( ) a tensão do fio é menor que o peso de B. o colocou em movimento? a) É uma força de atrito cinético de sentido contrári o ao do movimento do livro. em cujas extremida des se acham suspensos dois blocos A e B. 11 Podemos afirmar ue: ( ) a força normal é igual ao peso do bloco. Para aproximá-lo de si.0 N GABARITO 44. UEMS No sistema. ( ) partindo-s e o fio. UFR-RJ Um corpo de massa m = 2 kg encontra-se apoiado em uma superfície horizo ntal. 45. ao ser exercida sobr e o livro. Católica-GO Na figura dada. pela mecânica. por meio de u m fio. é 20 N. Qual é a alternativa ue melhor descreve a força ue. no fio. b) É uma força de atrito cinético de sentido igual ao do m ovimento do livro.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ ¢ £ . Unicap-PE Um bloco de 4 kg encontra-se em e uilíbrio. sobe e o B. é necessário ue. um estudante puxa a folha em s ua direção. ( ) se o fio se romper.5 N c) 80.41. c) É uma força de atrito estático contrário de sentido ao do moviment o do livro. Ela consiste em uma polia fixa leve (de massa desprezível) que gira li vre de atrito. Considere g = 10 m/s2 e F = 10 N. e) É uma força ue não pode ser caracterizada como força de atrito. Em um dado instante. de baixo. como mostra a figur a ao lado: Determine o valor da aceleração do corpo na direção “x”. o bloco chegará à base do plano em 2 s. o bloco chegará à base do plano com uma velocidade de 10 m/s. Aplica-se a esse corpo uma força F . ( ) a aceleração do bloco A é d e 2m/s2 (considere a aceleração da gravidade g = 10m/s2). IMPRIMIR Voltar FÍSICA . sem tocar no livro. UFRS Um livro encontra-se deitado sobre uma folha de papel. exista atrito cujo coeficiente seja m ≥ tg30º. U. o sistema é abandonado. abaixo. ficando livre para s e mover. 43. 42. ( ) para o bl oco ficar em e uilíbrio. (Polias ideais) a) 50. Por esta polia passa um fio leve e inextensível.0 N d) 70. em um plano inclinado liso. ( ) a tração. A partir de então. O livro acompanha o movimento da folha e não desliza s obre ela.2 N e) 82. perfeitamente lisa.0 N b) 62. de massas respectivamente dadas mA = 3 kg e mB = 2 kg. desce. entre o bloco e o plan o. de cima. ue força deverá ser aplicada na corda 2 para manter em e uilíbrio estático o corpo suspenso de 500 k g? Os fios são considerados inestensíveis e de massas desprezíveis: entre os fios e as polias não há atrito. pode-se afirmar que: ( ) o sistema sai de sua situação ini cial e.

estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. O caminhão se imobiliza após percorrer 62. representados n a figura.000 N . Assinale a(s) proposição(ões) correta(s ): 01. de 1 kg. atr ito e normal. b) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloc o 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo. O caminhão é submetido a uma desaceleração de módulo igual a 5. ue podem se identificadas. peso e atrito. 08. UESC-BA Na figura. colidindo c om a cabina do motorista. respectivamente. 32. 02. Eles são acelerados pela força horizontal F . respectivamente. e) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0. d) o peso do bloco é igual a 20 N.8. 04) atrito. A caixa A não escorrega porq ue a inércia da caixa B a impede. 0. de módulo igual a 10 N. 04.0 m/s2. A caixa A não escorrega e.80 e 0. GABARITO a) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. O velocímetro indica 90 km/h quando o motorista.12 46. normal e atrito. é correto afirmar ue: a) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal é nula. U Caxias do Sul-RS O bloco A de mass a m = 4 kg desloca-se com velocidade constante v = 2 m/s sobre uma superfície hori zontal. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . pe so e normal. As caixas escorregariam sobre a superfície da carroceria. e o bloco 2.50. c) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal vale menos do ue 20 N. a força que ela exerce sobre a caixa B é nula. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível. UFSC Um caminhão trafega num trecho reto de uma rodovia. UFRJ O bloco 1. 49. dispostas c onforme a figura. observando perigo na pista. a soma das alternativas correta s. Dê. o bloco B encontra-se em iminência de movimento de desci da sobre a rampa de inclinação θ. Os coeficientes de atrito estático e de atrito dinâmico entre as s uperfícies da carroceria e das caixas são. Somente a caixa B escorrega sobre a carroceria por que. se o módulo da desaceleração do caminhão fosse maior do que 8. pisa no freio. como: 01) peso. F2 e F3 . 05) normal. b) a força resu ltante das forças ue atuam sobre o bloco é nula. 64. 47. além da desaceleração do caminhão.000 kg. 48. 03) peso. atrito e peso. transportando sobre a carroceria duas caixas A e B de massas mA = 600 kg e mB = 1.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . permanecendo em repouso com relação à carroceria do caminhão. de 4 kg. As duas caixas não escorregam. mas a inércia das caixas faz com que elas continuem em movimento. O caminhã pára. como mostra a figura. sob ação exclusiva das forças F1 . assim. 16. Com ajuda dos dados e da figura. 02) normal. como resposta.5 metros.0 m/s2. a caixa A exerce uma força sobre ela igual 3.

desprezando-se a resistência do ar e considerando-se ue o bloco A está na iminência da descida. A mola ideal se encontra deformada de 20 cm e é ligada ao bloco A através do fio ideal ue passa pela roldana sem atrito. ue forma um ângulo de 30° com a horizontal. Nessas condições. determine a constante elástica da mola.02 c) 0. Sendo fa a força de atrito ue atua no corpo A. sem depender do atrito. o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a mesa é: a) 10 b) 1 c) 0.F.01 b) 0. UFBA A figura apresenta um bloco A. As massas dos corpos são mA = mB = m.03 d) 0. Católica-DF Na cons trução de uma estrada o engenheiro projetista tem a seguinte imposição: fazer uma curva de 50 m de raio com uma inclinação tal ue ual uer veículo possa fazê-la com a velocida de máxima de 60 km/h. 2m GABARITO 53. demonstre ue a = mg .Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . o men or coeficiente de atrito entre os pneus e a pista.fa . de peso igual a 10N. em N/m. A força resultante sobre o corpo.2 N d) 40 N e) 50 N 52.60.01 e) zero 54. 13 51. Considerando a aceleração da gravidade i gual a 10 m/s2. de ve ser igual a: a) 0. Sendo 0. sob a ação de uma força horizontal de módulo 10 N. UEMS Um corpo de massa 10 kg é abandonado do repouso num plano inclinado perfe itamente liso. Santa Maria-RS Um corpo de massa igual a 10 kg desliza. sobre uma mesa horizontal. cos = 0. como mostra a figura. em Movimento Re tilíneo Uniforme. U.05 55. UFR-RJ Na figura abaixo o fio ue une os corpos A e B é i nextensível e tem massa desprezível.2 o coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano. é de: (considere g = 10 m/s2) a) 100 N b) 80 N c) 64 . Considerando a aceleração gravitacional com módulo g = 10 m/s2. sen = 0.80. para não ocorrer derrapagem. a inclinação da curva deverá ser de aproximadamente: a) 15º b) 30º c) 45º d 60º e) 75º IMPRIMIR Voltar FÍSICA . U. Católica Dom Bosco-MS Um carro com massa m = 1000 kg percorre uma curva de raio 20 0 m. sobre um plano de i nclinação em relação à superfície horizontal.50.1 d) 0. U.04 e) 0. g a aceleração da gravidade e a aceler ação do conjunto. com velocidade de 36 km/h. em uma estrada sem sobrelevação.

em módul o. Sendo a tábua de fórmica. sua massa mais a massa da tábua) é de 60 kg. d) indique se a veloc idade com que o conjunto chegará à base da duna será maior. em nenhum momento da descida. em m/s e em km/h. (Observe que. e o plano inclinado representa a duna. B e C iguais a 10 kg. após ter assistido a uma aula de Física sobre plano inclinado. a força que o corpo A exerce sobre o corpo B é: a) nula.0 kg.0 kg e 4.F. b) reproduza. se o atrito entre a tábua e a areia for levado em conta.) 14 c) calcule o valor da força resultante que atua no conjunto. b) igual à força que B exerc e sobre A. de cide fazer uma aplicação prática do assunto: analisar o ue ocorre com ele e sua tábua d e morro (usada no “es uibunda”). Santa Maria-RS A figura mostra dois corpos de mesmo material que estão em pilhados e em repouso sobre uma superfície horizontal. UFR-RJ Na figura abaixo. d) menor do que a força que B exerce sobre A. 2. 57. os atritos desprezíveis e as massas dos corpos A. UFRN Paulinho. e) aumentada à medida que o tempo vai passando. Inicialmente. com que o co njunto (Paulinho com a tábua) chegará à base da duna. na figura. ele decide. Paulinho coloca os pés em contato com a areia. bastante lisa e lubrificada com parafina. do conjunto (isto é. Admitindo que. o bloco represe nta o conjunto. colocando essas forças no centro de massa do bloco. do estado de repouso. Justifique. desprezar o atrito entre a tábua e a areia da duna bem como a r esistência do ar. igual ou menor que a veloc idade determinada no subitem A. considerando que a aceleração da gravidade é 10 m/s2 e lembr ando que sen 1 30 = : 2 a) determine a velocidade. na moldura destinada às respostas. supondo que ele tenha partido. numa primeira aproximação. inclinada de 30 em relação à horizont l e cuja extensão é de 40 m. d o topo. ao descer uma duna. a roldana e os fios que ligam os corpos são ideais.56. c) maior do que a força que B exerce sobre A. U. Pode-se afirmar que. a f igura abaixo e faça o diagrama das forças externas que atuam no conjunto. pode-se afirmar que a reação do plano sobre o bloco A tem intensidade igual a: a) 160 N b) 100 N c) 60 N d) 40 N e) 50 N GABARITO 58. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . mT.Leis de Ne ton Avançar   ¢ ¢ £   . Paulinho passa numa farmácia e verifica que a massa total. res pectivamente.

0 kg b) 10 N e 3. são respectivamente: a) 10 N e 2.0 kg 61 . conforme a figura. a.0 kg c) 12 N e 2. o peso do homem indicado pela balança é igual a zero.0 m/s 2. Com o elevador parad o. Um caminhão de massa 10 toneladas.0 . se o balde estiver com velo cidade constante. Assim sendo. Desprezando-se todos os atritos. Considera-se desprezível a resistência do ar.0 . Unirio Duas esferas A e B estão interlig adas por uma corda inextensível e de massa desprezível que passa por polias ideais. Quando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g. Quando o elevador está subind o com velocidade constante igual a v.0 tonelada fazer uma curva de raio 100 m com velocidade de 20 m/s é de 4. esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal . em kg. Dê. em N. 08. z ero. a d eformação da mola é ( m H g) igual a . como re sposta. a. entre a horizontal e a superfície livre da água. se o balde estiver em repouso. a potência desenvolvida pelo motor é igual a ( mE + mB + mH) vg.Leis de Ne ton Avançar £ £ . Maringá-PR Um balde com água é colocado sobre um plano inclinado que forma um âng ulo a com a horizontal.0 kg. se o balde estiver em repouso. 103 N. a soma das alternativas corretas. 105 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 04. e seu deslocamento é controlado pelo motor M. Sabe-se que a esfera B é de ferro. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). 02.15 59. o sistema está em repouso. 02. de massa mB. no interior de um elevador de massa mE. se o balde estiver com velocidade constante.0 . 62. o módulo d a força F. Dê. g é o módulo da ac leração gravitacional local. As esferas estão na presença de um ímã. zero. a soma das alternativas corretas. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). Quando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g. UFSE A força centrípeta necessária para um automóvel de massa 1. 104 e) 6. a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o ho em se encontra. é: 01. Quando o ímã é retirado. O ângulo de inclinação.0 . o peso do homem indicado na balança é igual a 2mHg. 32. o sistema passa a se mover com aceleração uniforme e igual a 2.0 . um homem de massa mH encontra-s e sobre a balança de mola B. Nessa situação. A mola tem constante elástica K e es tá no seu regime elástico. a. zero.E.0 kg e) 50 N e 2. U. 104 d) 9. 04. 60. necessita de força centrípeta de intens idade. em ne tons: a) 6. UFBA Conforme representado na figura abaixo.0 .5 kg d) 12 N e 3. 103 b) 9. O campo gravitacional local é de 10 m/s2. pode-se concluir: 01. e o valor da massa da esfera A. Quando o elevador está subindo com velocidade constante. 103 c) 6. para realizar a mesma c urva de raio 100 m com velocidade de 30 m/s. o qual aplica sobre a B uma força vertical de intensidade F. 16. 08. e que a soma das massas das esferas é igual a 5. como respos ta. K 16.

São dados sen 30º = 0. em ue g = 10 m/s2. UERJ Uma balança na portaria de um prédio indica ue o peso de Chi uinho é de 600 newtons. encontrase apoiado. no interior de um elevador. conforme figura acima. a direção e o sentido da força ue a ma sa de água exerce sobre o navio.500 e cos 30º = 0. A seguir. de 10 cm x 20 cm x 30 cm. ue a inclinação máxima para ue a caixa não deslize seja de 30º. 2 1 16 64. c) Qual o valor do coeficiente de atrito entre a caixa e o plano. a s uestões ue se seguem: a) Represente graficamente as forças ue atuam sobre a cai xa.866 A força de atrito entre a rampa e o bloco vale: a) 100 N b) 141 N c) 150 N d) 170 N e) 200 N IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFRJ Um navio de massa igual a 1000 toneladas deve F ser rebocado ao longo d e um canal estreito por dois tratores que se movem sobre trilhos retos.50. U.F. Supondo ue o navio esteja i nicialmente em repouso em relação às margens do canal. para a situação proposta. Dados sen 30º = 0. considerando . b) Qual a intensidade da força resultante na direção do plano de apoio? Justifi ue . em repouso. Resolva. ue têm mesmo módulo. nessas condições. igual a 10 000 N. calcule: b) o módulo.87. Após um determinado intervalo de tempo. com os tratores ainda exercendo força como no início do movimento. representada pela reta AB da figura. conforme é mosθ θ trado na figura abaixo. Pelotas-RS Uma empresa de transportes faz a entrega de produtos para um supermercado. Um desses produtos é de dimensões consideráveis e peso elevado.63. outra pesagem é feita na mesma balança. cos 30º ≅ 0. e formam um ângulo de 30 graus com a direção do movim ento do navio. calcule: a) o módulo. Nessa nova situação. o ponteiro d a balança aponta para o valor ue está indicado corretamente na seguinte figura: a) b) c) d) GABARITO 66. não seja suficiente par provocar o deslizamento da caixa rampa abaixo. ue sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceler ação da gravidade e módulo a = g/10. em relação à horizontal. a velocidade do navio passa a ser constante. pesando 300 N. sobre uma rampa. F F Os tratores exercem forças T1 e T2 constantes. para facilitar a descarga.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . a direção e o entido da aceleração inicial. o ue r e uer o uso de uma má uina simples (plano inclinado). S uponha ue a inclinação do plano de apoio. para este caso. 65. PUC-RS Um bloco de pedra.

Ao atingir o solo. a força de resistência do ar aumenta. a força de re sistência do ar sobre o pára. c) Apenas III.uedista e seu pára uedas apresenta valores maiores do u e a força peso do conjunto. a aceleração do pára. Analise as seguintes afirmações a respeito dessa situação.uedista é co nstante e igual à aceleração da gravidade. a ene rgia cinética do pára. na sua ausência. b) Apenas II. Uma dessas forças necessariamente é cent eta. desde zero até um valor igual ao da força peso.uedista abandona o avião (t = 0) até o instante t1. 32. O gráfico abaixo representa a velocidade ve rtical do pára. II. a soma das alternativ as corretas. a força de resistência do ar apresentou mai or intensidade do ue a da força peso do pára. pois.uedista em função do tempo. III. Só há movime uando há atrito estático. Pode acontecer ue nenhuma dessas forças seja centrípeta. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .uedas.uedista tem valor const nte. Entre os instantes t2 e t3. A aceleração do pára. 04.uedista. um corp o executa movimento circular uniforme sob a ação exclusiva de duas forças. e) Apenas II e III. Cai livremente – submetido somente à força de resistência do ar e à força peso – instante t2. as rodas de tração patinam sobre o solo.uedista abandona o avião e inicia sua ueda. d) Apenas I e III. 08. Durante toda a ueda. como resposta. em pleno ar no instan te t = 0. 16. UFRS Do ponto de vista de um certo observador inercial. O diagrama ue representa corretamente as forças de atrito estático ue o solo exerce sobre as rodas é: a) b) c) d) 68.ue das abre (t = t2). 02. I. 69. Em nenhum instante.uedista.67. desde o instante em ue abandona o avião (t = 0) até o instante em ue o pára. como acontece em um terreno enlameado. UERJ Considere um carro de tração dianteira ue acelera no sentido indicado na f igura abaixo. O motor é capaz de impor às rodas de tração um determinado sentido de rotação. A resultante dessas forças é centrípeta. Dê. Entre os instantes t1 e t2.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . UFSC Um pára. uando abre o pára. por ue a energia mecânica se conserva. 17 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. Desde o instante em ue o pára.uedista é igual à energia potencial gravitacional ao abandonar o avião. e a força resultante tem sentido contrário ao do movimento do pára. Quais estão corretas? a) Apenas I. 64. a força de resistência do ar tem valor igual ao da força peso.

retilínea e horizontal. é mostrada na figura a seguir: Admita ue a trajetória não é uma parábola perfeita e ue existe atrito da bola com o ar durante a sua trajetória. A figura a seguir represe nta.E. UFRJ Um caminhão está se de slocando numa estrada plana.30. GABARITO Num dado instante. a caixa permanece em repou so em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. Maringá-PR Um carro se move com velocidade constante em uma estrada curva num plano horizontal. 02. o motorista do caminhão pisa o freio. uma força na mesma direção e no mesmo sentido do movimento do carro . Verifi ue se. Ele transporta uma caixa de 1 00 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria. uma força perpendi cular à trajetória e dirigida para cima. como resposta. Desprezando-se a resistência do ar. No ponto A.UFR-RJ No último jogo do Vasco contra o Flamengo. 08.70. pode-se afirmar correta mente ue sobre o carro atua: 18 01. 04. 16. uma força de atrito na mesma direção e no mesmo sentido do centro da curva. Voltar FÍSICA . um certo jogador chutou a bol a e a trajetória vista por um repórter.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . como mostra a figura. uma força perpendicular à trajetória e dirigi da para baixo. Justifi ue sua respos ta. durante a freada. uma força na mesma direção e em sentido contrário ao centro da curva. U. Dê. C onsidere g = 10 m/s2. o segmento de reta orientado ue melhor rep resenta a força de atrito atuante na bola é: a) b) c) d) e) 71. em gráfico cartesiano. a soma das alternativas corretas. ue estava parado em uma das laterais do cam po. IMPRIMIR O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. 72. como a velocidade do caminhão variam em função do tempo.

invariável. Pedro começa a levantar a tábua pela extremidade B. portanto. 75. 74. ela descreverá uma trajetória espiralada até encon trar a superfície terrestre. são feitas as afirmações a seguir: I.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ . Nestas condições são efetuadas algumas considerações: I. pois a direção do vetor velocidade é constante. Um ocupante desta nave não terá a sensação de “ausência de peso”. o tijolo começa a deslizar. b) expli ue o tipo de movimento ad uirido pelo objeto em função da força resultante. II. s o campo gravitacional da Terra. II e III. pois o módulo da v dade é constante. c) som ente a III. II e III. III e IV. IV. A velocidade escalar dela é.73. Com respeito às afirmações pode-se dizer que: a) somente estão corretas I. e) somente estão corretas II. A aceleração centrípeta é nula. com as dimensões indicadas acima. d) todas estão corretas. Admitindo ue não haja atrito entre o plano e o objeto e considera ndo g = 10 m/s2: a) faça um esboço es uematizando todas as forças atuantes no objeto. A força resultante ue atua na nave está voltada par a o centro da Terra. nesta órbita. é colocado na extremidade B de uma tábua como mostra a Figura 1. UFR-RJ B Figura 1 Um tijolo. Pedro repete a experiência colocando o tijolo em outra posição como mostra a Figura 2. É(são) correta(s) a(s) afir mação(ões): a) somente a I. 7 6. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A força centrípeta ue atua na partícula é a resultante das forças na direção perpendicular ao vetor velocidade. A aceleração tangencial é constante e dife rente de zero. Cefet-PR Com relação ao movimento circular e uniforme efetuado por uma partícul a. fisicamente. II. d) somente I e II. Cefet-PR Uma nave espacial orbita a Terra com uma trajetória circular a uma alt itude igual ao raio terrestre. c) soment e está correta II. Expli ue. e) somente a II. UFR-RJ Um objeto desliza sobre um longo plano inclinado de 30º em relação à horizontal. III. b) I. com clareza por ue o ângulo aumentou em 6º. ainda existe. 19 Figura 2 Pedro constata ue o tijolo começa a deslizar uando a tábua forma um ângulo de 32º com o plano horizontal. Se a velocidade dela for reduzi da em um determinado ponto da órbita. b) somente estão corretas I e III. Quando a tábua forma um ângulo de 26º com a horizontal. III.

2. T3 e T4 . U. is to é. O coeficiente de at rito entre o bloco e a superfície é µ. b) C omo a força motriz do movimento do bloco é um componente do seu peso. aos blocos. mostrado na figura abaixo. U. associada ao seu movimento decresce com o decorrer do tempo. e T1. 78. contrária ao movimento. A força tenso ra T no fio vária de ponto para ponto de sua trajetória. 79. Desprezando os atritos e sabendo ue a massa m2 é o dobro da massa m1. respectivamente. para chegarem ao solo. d) T1 > T3 > T4 > T2. A alternativa que expressa a relação correta entre as forças sensora s é: a) T1 < T3 < T4 < T2. Considerando os atritos desprezíveis. T2 . Considerando a aceleração da gravidade igual a g. respectivamente. no qual os blocos de massas m1 e m2 estão em equilíbrio estático. Uberaba-MG O bloco. e) T3 > T4.77. a nalise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: a) A energia ci nética do bloco. como mostra a figura. 3 e 4 indic am posições ocupadas pela pedra no seu movimento sob as respectivas forças tensoras T1 . podemos afirmar ue: 20 GABARITO a) T1 > T2 e θ = 30º b) T1 = T2 e θ = 45º c) T1 < T2 e θ = 60º d) T1 = T2 e θ = 30º e) T1 < T2 e θ = 45º 80. T2 os módul s trações ue a corda transmite. UFRJ Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo.Leis de Newton Avançar   ¢ ¢ ¢ ¢ . b) T1 > T2. A força que mantém a pedra em movimento é chamada força tensora. não havendo perdas por calor. Os pontos 1. UFES A figura mostra um plano inclinado. tem massa igual a m e é aban donado no topo de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é de θ. Caxias do Sul-RS Uma pedra presa por um fio ideal descreve uma trajetória circular num plan o vertical. este movimento pode ser considerado como ueda livre. calcule a razão t1/t2 entre os tempos gastos p elas esferas (1) e (2). A esfera (1) cai verticalmente. interferindo na aceleração do bloco. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30 com a h orizontal. d) A energia potencia l armazenada no bloco é convertida em energia cinética. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . c) T2 < T 4. Seja θ o ângulo de inclinação do plano. c) A força de atrito é do tipo resistiva.

diferente de zero . 08. 32. m ss do vião = 10000 kg. A forç centrípet é. → 21 Assin le (s) proposição(ões) corret (s). São conhecidos os v lores: α = 45º.81. pen s s forç s indic d s n figur . 16. como respost . R é o r io de tr jetóri . em c d ponto d tr jetóri . Se o vião re liz movimento circul r uniforme. result nte d s forç s extern s que tu m no vião. n direção do r io d tr jetóri . A forç centr t sobre o vião tem intensid de igu l 100000 N. 02. necess ri mente. A forç result nte que tu sobre o vião não depende do ângulo de inclin ção d s s s em rel ção o pl no horizont l. α é o ângulo de inclin ção d s s ção o pl no horizont l. A velocid de do vião tem v l or igu l 360 km/h. 04. som d s lte rn tiv s corret s. Se o vião descreve um tr jetóri curvilíne .Leis de Ne ton Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . conforme está representado na figura. Dê. R = 00 metros. num plano horizontal. consider ndo. resu lt nte d s forç s extern s que tu m sobre ele é. p r efeito de cálculos. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . onde F é a força de sustentação. perpendicular às asas. P é a força peso. 01. UFSC Um avião descreve uma curva em trajetória circular com velocidade escalar c ons→ tante. result nte d s forç s que t u m sobre ele é nul .

d 58. m. d 42. c 27. 16. b 56 . 10. b 50. 57 47. 12. 04 + 08 = 12 60. V – V – V 36. pois p rte d energi seri dissip d pelo trito entre tábu e rei . 28 62. 17. 13. 2. c IMPRIMIR Volt r FÍSICA . d 63. 02 48. e 55.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 14.f 2m 53. b 59. 18. d 31. V – F – V – F 32. 15. 0 34.5m/s 45. b 30. d 25. 8. 01 + 04 + 08 40. b 1. d 41.5 65. o que diminuiri e nergi cinétic logo velocid de fin l do conjunto. 22. 01 38. d 23. b 29. 8 + 16 28. 11.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1 e e b e c b c b d b e d d d d e b ) V = 8 m/s. d 33. 7. e 52. 22 51. ) Direção AB. 3. ) 72km/h b) N Pt G A B A R IT O F t Pn c) 300N d) A velocid de seri menor do que encontr d no item A. 26. d 37. 9. V – F – V – V 24. b) F = 128 N 21. 5. F – V – V – V – V 3.g –T = m . F – F – V 46. b 35. Som ndo mg – f = 2m 2m = mg – f = mg . ) 2N. c 54. 2. 20. b) Px = f t c) µ = 0. T–f = m. 4. b) – 2N 49. sentido de A p r B b) 0. b 61. 6.017 m/s2 64. 44. 57. d 66. 19. c 39.

a) = 2 73.ax mgsen30º = m. 100 . d 80.1/2 = 5m/s2 Py = 0 → ay = 0 76. A1 = 10 × 30cm2 A2 = 30 × 18cm2 Como o coeficiente de atrito é diretamente proporc ional a área de contato. 14 72. E b) O movimento é retílineo uniformemente acelerado.por isso o ângulo sofreu um aumento de 6º. b 68.3 . 10 = 4m/s2 2. F t = F F t = m.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ 67. 1/2 78.ax ax = g. 5 Assim. F tm x = µmg → 0. significa que a força de atrito será maior na posição da figura 2 .sen30º ≅ 10. e 75. e 70. 10 = 300N Conclusão: p r que c ix perm neç em repouso sobre o c minhão é necessário que F t = 400N. 22 69. c 81. pois desce o plano ao longo de u ma reta com uma ax dada por: Px = m. F t = 100 × 4 = 400N or . 74. com F tm x = 300N c ix desliz rá. a 79. b 77. c 71. = ∆t ∆v ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 29 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .

para nenhum dos lados (figura II). PUC-RJ Um alpinista de 700 N de peso está em equilíbrio agarrado ao meio de uma corda. portanto. o dedo que estiver mais próximo do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor força de a trito. UFRN A professora Marília tenta estimular os alunos com experiências simples. pois estão sujeitos à mesma força de atrito. A experiência m ostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo ponto no qual a vassoura fica em eq uilíbrio. 2. os dois pedaços terão o mesmo peso. aproximam-se esses dedos um do outro. o dedo que suporta maior peso é o que está mai s próximo do centro de gravidade da vassoura. inclusive em casa. vale: a) 700/ 3 b) 1400 c) 350 d) 1400/ 3 e) 700 Voltar FÍSICA . Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indica dores de ambas as mãos. separadas (figura I). A figura abaixo ilustra isso. 1 GABARITO Da experiência.E uilíbrio Avançar ¢ . sendo θ = 30º. d) Duran te o processo de aproximação. pos síveis de ser realizadas facilmente. mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizontal. IMPRIMIR A tensão na corda. não caindo. em Newtons. pode-se concluir: a) Quando as mãos se aproximam. Em seguida. b) Quando as mãos estão separadas. os dedos deslizam sempre com a mesma facilidade.F ÍS IC A E Q U IL ÍB R IO 1. c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se encontram.

A dependência entre o peso de P e o ân ao atingir o e uilíbrio. O corpo P tem seu peso v ue se observe a alteração do ângulo a. uanto R apresentam um peso igual a 1 N.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ 3. é melhor representada pelo diagrama contido na ¢ . Tanto ariado para gulo citado opção: a) Os corpos P.b) 2 c) GABARITO d) e) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Q e R fazem parte da estrutura composta de cabos e rold Q. Cefet-PR anas.

e) o impulso. 3 GABARITO A grandeza física ue aumentou b) o tor ue. em ue as cordas estão sujeitas a maior ten são é: A B C D E a) b) c) d) e) A B C D E 5. Somente consegue soltá-la uando empresta de outro motorista uma chave com o braço mais comprido. c) a força. F.4. Observe o es uema das duas chaves. A situação.E uilíbrio Avançar com o uso da chave de braço maior foi: a) o trabalho. d) a abendo-se ue o sistema abaixo s ideais (sem atrito). Unifor-CE Um motorista não consegue soltar o parafuso da roda do carro com uma chave de rodas em L. Fuvest-SP Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias man eiras. ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . dentre as apresentadas. calcule IMPRIMIR a) 40 b) 40 c) 10 3 d) 20 e) 10 3 3 Voltar FÍSICA . energia potencial. Itajubá-MG S está em e uilíbrio e ue ele é formado por fios e polia o valor do peso M em kgf.M. 6.

e a uma distância desse ponto apr oximadamente igual a: a) b) c) d) e) 1. 4 Desprezando o peso da rede e sabendo ue Chico Bento pesa 280 N. Pode-se afirmar ue a prancha desencostará do chão (em A).E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Rosinha segura a rede. a fo a em uilograma força (Kgf) e 1N ≅ 10 Kgf. durante um intervalo d e tempo igual a um período.0 m 1. Uma pessoa. como mostra a figura abaixo.0 m GABARITO 9.m. Pelotas-RS Para garantir o sono tran üilo de Chico Bento. U. C. observamos ue Rosinha terá grande dificuldade para permanecer segurando a rede. O impulso ue a força centrípeta exerce sobre a partícula. é zero. de comprimen to igual a 1 m. Unicap-PE A figura abaixo representa uma barra homogênea de peso igual a 200 N.5 m 2.7.7 sen 37º = 0. Voltar FÍSICA . de 8 m de comprimento. a partir de A. ( ) Uma partícula de massa m descreve um M.5 m 3. Fuvest-SP Uma prancha rígida .8 8. está apoiada no chão (em A) e em um suporte P.E.6 cos 37º = 0. ue pesa metade do peso da prancha.0 m 2. pois precisa exe rcer sobre ela uma força de: a) 392 N d) 140 N b) 280 N e) 214 N c) 200 N Consider e: sen 45º = 0. ( ) A tração no fio é 100 2 N ( ) A reação na articulação é 100 N ( ) No sistema técnico. como na figu ra. articulada em A e mantida em e uilíbrio por meio de um fio ideal BC.U. IMPRIMIR ( ) O momento do peso da barra em relação ao ponto A é 50 2 N.7 cos 45º = 0. começa a caminhar lentamente s obre ela. exercendo sobre ela uma força inclinada de 37º em relação à horizontal. no sentido horário. uando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P.

8. a tração no cabo tem módulo aproximadamente igual a: Dados: sen 10º = 0. 5 11.5 kg 8. Mackenzie-SP No sistema abaixo. o corpo A tem massa 12.M. Se os fios e a roldana são ideais. PUC-PR Um funcionário está realizando manutenção em uma linha de transmissão de energi a elétrica.6 e sen α = 0. 3 O pe so do corpo P é 400 N.a) b) c) d) e) O peso do corpo P é 300 N. nso tir E. em C é suspe um peso P.5 kg 7. Santa Casa/Vitória-ES Uma corda (de peso desprezível) passa por duas roldan B e D. 500 N e 300 N.0 kg 7. Uma das extremidades é presa em A. e em E é aplicada uma força F de 200 N. é correto afirmar ue: ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ .0 kg. IMPRIMIR GABARITO ) b) c) d) e) 9.Equilíbrio Av nç r ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ 10.0 kg 8. O peso do co rpo P e a força de tração desconhecida valem. A par destes dados. respectivamente. as.17 e cos 10º = 0. A força de tração exercida pela corda fixa é de 200 N.98 a) 1000 N b) 8000 N c) 5900 N d) 2950 N e) 10000 N 12. vale: Dados: cos α = 0. em e uilíbrio. conforme a figura abaixo. a massa do corpo B. Dispõe de um e uipamento ue está ligado à linha. conforme mostra a figura a baixo: Desprezando o peso do cabo e considerando ue o peso do conjunto funcionário-e uip amento é igual a 1000 N.0 kg Volt r FÍSICA . 200 3 A força de tração exercida pela corda fixa é de N. As roldanas não têm atrito.

M r observ que pedr gir c d vez m is r pid mente. el pár de impulsion r o b rb nte e. à medid que o b rb nte se enrol em seu dedo. UERJ Um fotogr fi tir d mo indic o esquem b ixo. M r está gir ndo sobre su c beç .8 m d) 2. IMPRIMIR O v lor de X p r que o sistem perm neç em equilíbrio n horizont l é: ) 1. N extremid de A.0 m e) 1. PUC-PR A figur represent um b rr rígid homogêne de peso 200 N e comprimento 5 m. em um pl no horizont l. de cim mostr posição de 4 leões dentro d j ul . 15. não mexendo m is n posição d mão.0 m Volt r FÍSICA . do centro de m ss desses leões. respectiv mente. no pl no xy. o mesmo tempo. té o fio enrol r-se todo no dedo indic dor. está preso um corpo de pes o 50 N.2 m b) 2 . co ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .Equilíbrio Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 14.5 m c) 1. m 1 = m 3 = 200 kg e m 2 = m determine s coorden d s.13. esti c o dedo indic dor d mão que segur o b rb nte. Num d do momento. Isso pode ser expli c do pelo princípio de conserv ção do( ): ) momento line r b) momento ngul r c) ener gi mecânic d) energi tot l 6 GABARITO S bendo que s m ss s são. 4 = 250 kg. conforme se vê n figur b ixo. um b r b nte que tem um pedr m rr d n outr extremid de. UFRN Com mão. pres o teto por um fio vertic l.

16. PUC-SP Podemos brir um port plic ndo um forç F em um ponto loc liz do pró→ x imo à dobr diç (figur 1) ou exercendo mesm forç F em um ponto loc liz do longe d dobr diç (figur 2). Sobre o descrito, é correto firm r que: →

) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é menor. → b) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é m ior. → c) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é menor. → d) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é m ior. e) não há d ferenç entre plic rmos forç m is perto ou m is longe d dobr diç , pois → o momento de F independe d distânci d entre o eixo de rot ção e o ponto de plic ção d forç . → 7 17. UFRN Num di de chuv , Anísio vinh press do no seu fusc qu ndo notou pres enç de um ônibus p r do no meio d pist . Com pist escorreg di , b tid foi in evitável. O fusc p rou imedi t mente pós colisão, enqu nto o ônibus s iu desliz ndo e gir ndo livremente. O cidente e su s conseqüênci s ocorrer m num trecho pl no e h orizont l d pist . P ss do o susto, Anísio procurou entender o ocorrido. Su prim Is ur , perit do Dep rt mento de Trânsito, formulou lgum s hipóteses simplific d or s p r lhe explic r o que ocorreu. No modelo de Is ur , ilustr do n s figur s b ixo, o fusc é represent do por um pequeno disco, de m ss m e velocid de vF, enqu nto o ônibus p rece como um b rr homogêne , de m ss M (El explicou que ess e modelo ssemelh v -se um moed desliz ndo de encontro à extremid de de um régu , sobre um mes horizont l, lis ). O fusc tingiu o ônibus um distânci d do c entro de m ss (C.M.), o qu l, no modelo de Is ur , coincide com o centro geométri co d b rr . El supôs t mbém que não houve dissip ção de energi no processo descrito. GABARITO ILUSTRAÇÃO DO MODELO DE ISAURA Is ur definiu, ind , s seguintes gr ndez s: I é o mo mento de inérci d b rr homogêne (ônibus) em rel ção um eixo que p ss pelo seu centr o, perpendicul r o pl no d mes (pist ); L = I . é o momento ngul r dess b r r , qu ndo el gir com velocid de ngul r em torno do referido eixo; LF = m.v F.d é o momento ngul r do disco (fusc ) em rel ção o centro d b rr , no inst nte im edi t mente nterior à colisão. N s condições descrit s por Anísio, Is ur considerou desp rezível o trito n quel p rte d estr d . Tendo por b se s inform ções fornecid s e físic envolvid : ) Explicite, sucint mente, tod s s hipóteses simplific dor s q ue Is ur formulou o mont r um modelo d colisão. b) Especifique s gr ndez s físic s que se conserv m ness colisão. Justifique su respost . c) Obtenh um expressão liter l p r velocid de de tr nsl ção, V, que o ônibus dquire imedi t mente pós c olisão, em função de m, M e vF. d) Obtenh um expressão liter l p r velocid de ngul r, , que o ônibus dquire imedi t mente pós colisão, em função de m, vF, I e d. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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18. U.F. Juiz de For -MG Pode-se us r um prolong dor p r ument r o comprimento do c bo de um ch ve de rod m nu l, p r retir r p r fusos emperr dos de rod s de utomóveis. O uso do prolong dor é necessário p r : ) ument r o torque d forç p lic d ; b) ument r o módulo d forç plic d ; c) mud r direção d forç plic d ; d) r eduzir o tr b lho re liz do pel forç plic d . 19. Vunesp As figur s seguir re present m esquem tic mente, à esquerd , um bridor de g rr f s e, à direit , esse b ridor brindo um g rr f .

8

b) Supondo que ess s forç s tuem perpendicul rmente o bridor, qu l o v lor mínimo Fp → d r zão entre o módulo d forç exercid pel pesso , Fp, e o módulo d forç F → F ue retir t mp e bre g rr f ? 20. U.E. Pont Gross -PR N figur b ixo, A , B e C são c bos inextensíveis que, junt mente com h ste metálic D – indeformável e de peso desprezível –, sustent m um corpo de peso P, em equilíbrio. Com rel ção às forç s que u m nos diferentes elementos desse sistem , ssin le o que for correto. GABARITO Adote: Ângulos Seno 30º 1 2 45º 2 2 2 2 1 60º 3 2 1 2 3 3 N. Cosseno 3 2 T ngente 3 2 01. A e B são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 N e 50

02. C e D são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 25 N e 25 3 N. 04. E m B tu um forç de tr ção e em D, um forç de compressão. Os módulos dess s forç s são, ectiv mente, igu is 50 N e 25 N. 08. Em B tu um forç de tr ção e em C, um forç d e compressão. Os módulos dess s forç s são, respectiv mente, igu is 50 3 N e 25 3 N. 1 6. A e C são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 3 N e 25 3 N. Dê, c mo respost , som d s ltern tiv s corret s. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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Em mb s s figur s, M é ponto de plic ção d forç que um pesso exerce no bridor p r brir g rr f . ) Copie no c derno figur d direit e nel represente s forç s que tu m sobre o bridor enqu nto pesso bre g rr f . Nomeie s forç s represent d s e f ç um legend explic ndo quem s exerce. Não considere o peso do bridor.

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21. UFR-RJ N figur o l do suponh que o menino estej empurr ndo port com um forç F1 = 5 N, tu ndo um distânci d1 = 2 metros d s dobr diç s (eixo de rot ção) e que o homem exerç um forç F2 = 80 N um distânci de 10 cm do eixo de rot ção. 9 Nest s condições, pode firm r que: ) port est ri gir ndo no sentindo de ser fe ch d ; b) port est ri gir ndo no sentido de ser bert ; c) port não gir em nenhum sentido; d) o v lor do momento plic do à port pelo homem é m ior que o v l or do momento plic do pelo menino; e) port est ri gir ndo no sentido de ser fech d pois m ss do homem é m ior que m ss do menino. 22. U.F. S nt M ri - RS

GABARITO

→ IMPRIMIR Um b rr homogêne e horizont l de 2 m de comprimento e 10 kg de m ss tem um ex tremid de poi d e outr suspens por um fio ide l, conforme figur . Consid er ndo celer ção gr vit cion l como 10 m/s2, o módulo d tensão no fio (T, em N) é: ) 20 b) 25 c) 50 d) 100 e) 200 Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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O módulo d forç i -RS

F v le, em N: ) 50 b) 100 c) 200 d) 300 e) 400 23. U.F. S nt M r

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A figur mostr um b rr homogêne com peso de módulo 200 N e comprimento de 1 m, poi d 0,2 m d extremid de A, onde se plic um forç F que equilibr . →

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24. UFRJ Um jovem e su n mor d p ssei m de c rro por um estr d e são surpreend idos por um furo num dos pneus. O jovem, que pes 75 kgf, pis extremid de de um ch ve de rod , inclin d em rel ção à horizont l, como mostr figur 1, m s só con segue solt r o p r fuso qu ndo exerce sobre ch ve um forç igu l seu peso. A n mor d do jovem, que p ss 51 kgf, enc ix mesm ch ve, m s n horizont l, em outro p r fuso, e pis extremid de d ch ve, exercendo sobre el um forç i gu l seu peso, como mostr figur 2.

10 Supondo que este segundo p r fuso estej tão pert do qu nto o primeiro, e lev ndo em cont s distânci s indic d s n s figur s, verifique se moç consegue solt r e sse segundo p r fuso. Justifique su respost . 25. Cefet-PR Um menino que pes 2 00 N, c minh sobre um vig homogêne , de secção const nte, peso de 600 N e poi d s implesmente n s rest s de dois corpos prismáticos. Como ele c minh p r direit , é possível prever que el rod rá em torno do poio “B”. A distância de “B” em que tal fa ontece, é, em metros, igual a: GABARITO a) 0,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3

26. UFR-RJ A figura ao lado apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pesso a normal. A força potente F1 , exercida pelo bíceps atua a uma distância de 4 cm da ar ticulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentado pela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nesta situação, pode-se afirmar que: a) o va lor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf; b) o v lor do torque da força F1 é 20 N; c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças F1 e F2 são iguais; d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

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27. UERJ As figuras abaixo mostram dois tipos de alavanca: a alavanca interfixa (I) e a alavanca inter-resistente (II). Estão indicadas, em ambas as figuras, a fo rça no apoio N, a força de resistência R e a força de ação F. Esses dois tipos de alavanca são, respectivamente, a base para o funcionamento das seguintes máquinas simples: a) alicate e pinça; b) tesoura e quebra-nozes; c) carri nho de mão e pegador de gelo; d) expremedor de alho e cortador de unha. 28. U. Alf enas-MG Um garoto caminha de uma extremidade a outra de uma prancha homogênea de p eso 300 N, que se encontra apoiada sobre dois pontos A e B conforme a figura aba ixo. A prancha tem um comprimento de 10 m, e a distância entre A e B é de 8 m. Deter mine a máxima massa que o garoto deve ter para que a prancha não tombe. 11 8m a) 20 kg b) 30 kg c) 35 kg d) 40 kg e) 45 kg

29. Unicamp-SP O bíceps é um dos músculos envolvidos no processo de dobrar nossos braços . Esse músculo funciona num sistema de alavanca como é mostrado na figura abaixo. O simples ato de equilibrarmos um objeto na palma da mão, estando o braço em posição verti cal e o antebraço em posição horizontal, é o resultado de um equilíbrio das seguintes força : o peso P do objeto, a força F que o bíceps exerce sobre um dos ossos do antebraço e a força C que o osso do braço exerce sobre o cotovelo. A distância do cotovelo até a pal ma da mão é a = 0,30 m e a distância do cotovelo ao ponto em que o bíceps está ligado a um dos ossos do antebraço é de d = 0,04 m. O objeto que a pessoa está segurando tem mass a M = 2,0 kg. Despreze o peso do antebraço e da mão. Ossos do antebraço F GABARITO Bíceps Osso do braço IMPRIMIR d Cotovelo d a C a P a) Determine a força F que o bíceps deve exercer no antebraço. b) Determine a força C qu e o osso do braço exerce nos ossos do antebraço. Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

F ÍS IC A

E Q U IL ÍB R IO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. b e a a b d c c V–V–F–F–V c d a b x = 1/18 e y = 2/9 d d a) Hipóteses formuladas por Isaura. 1 - O trecho onde ocorreu a batina era sem atrito. 2 - O fusca é tratado como um pequeno disco de ma ssam. 3 - O ônibus é tratado como uma barra hoogênea de massa M. 4 - O centro de massa do ônibus coincide com o seu centro geométrico. 5 - Não houve dissipação de energia na co lisão e não foi levado em consideração as deformações dos objetos. b) Grandezas conservadas 1 - Energia mecânica total (ausência de for’cas não conservativas) 2 - Momento linear p (força resultante externa atuando no sistema é nula) 3 - Momento angular L (o toque externo atuando no sistema é nulo) c) Da conservação do momento linear mv f mvf = MV portanto V = M d) Da conservação do momento angular em relação ao centro da barra mv f d mvfd = Iω logo ω = I 18. a 19. a) 1 IMPRIMIR G A B A R IT O b) Fp = 1 Fa 6 Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

cm Portanto. 25. 26. 24.cm e e b e a) F = 150 N.cm Para o caso da moça Meixo = 51 × 30 = 1 530Kgf.20. b) C = 130 N 2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 21. 27. 20 b d e Para o caso do jovem Meixo = 75 × 20 = 1 500Kgf. 23.cm > 1 5 00Kgf. 29. o parafuso s e solta se Meixo ≥ 1 500Kgf.Equilíbrio Avançar . 22. 28.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA . qual é o módulo da velocidade adquiri da pelo corpo em conseqüência do trabalho realizado sobre ele? a) b) 5 m/s 10 m/s d) 10 m/s e) 20 m/s 1 c) 5 m/s 2. pode-se afirmar que o trabalho: a) resultan te realizado sobre o bloco é negativo. em joules. O gráfico ab aixo mostra a variação da intensidade da resultante F das forças aplicadas sobre o nó. c) realizado pela força F é nulo. que se encontra inicialmente em repouso. Considerando a massa total do veículo como sendo 1000 kg. PUC-RS Um bloco de massa m está sendo arrastado por uma força constante F. Vunesp Deslocando-se por uma rodovia a 108 km/h (30 m/s). b) resultante realizado sobre o bloco é posit ivo. numa trajetória retilínea. sobre um plano horizontal c om velocidade constante.0 e 9. No mesmo sistema de referência. Determine o tra balho realizado por F no deslocamento entre 2. UERJ Na brincadeira conhecida como cabo-de-guerra. 3. e m função da sua posição x. é exercida uma força resultante sobre um c orpo de massa igual a 0. o módul o do trabalho realizado pelas forças de atrito que agem sobre o carro.2 kg.0 m. produzindo nele apenas movi mento de translação. percorrendo 150 m.Trabalho e energia Avançar . dois grupos de pa lhaços utilizam uma corda ideal que apresenta um nó no seu ponto mediano. UFRS Num sistema de referência inercial. até a parada do veículo. Essa força resultante realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J. é: a) 30 000 d) 1 500 000 b) 150 000 e) 4 500 000 c) 450 000 4. Nessa situação.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1. e) realizad o pela força F é igual à variação de energia cinética do bloco. d) realizado pela força F é positivo. GABARITO Considere que a força resultante e o deslocamento sejam paralelos. um motorista chega à praça de pedágio e passa a frear o carro a uma taxa constante.

3 J B. assinale a altern ativa correta: a) O trabalho realizado para elevar a motocicleta verticalmente é m aior. d) O trabalho r ealizado para elevar a motocicleta ao longo da rampa é menor. Aplicam-se sobre o ob jeto duas forças horizontais. 12 N B.0 m/s para 12 m/s.0 m abaixo do ponto de início da qued a.E. UFR-RJ O gráfico ab aixo representa a potência de um sistema em função do tempo. b) O trabalho realizado pelo motociclista. 9 J D. cujos módulos variam de acordo com o gráfico.9 J d) 78. U.1 W c) 25. Londrina-PR Uma força constante age sobre um objeto de 5.0 s. Se a aceleração da gravidade for 9. Considerando desprezíveis as perdas por atrito. Londrina-PR Um motociclista resolve ir para a praia e pretende levar a sua motocicleta em uma caminhonete. 0 J C.1 W e) 40. o objeto estava em repouso.8 m/s2. Viçosa-MG Um objeto de ma ssa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito.0 W Voltar FÍSICA .4 J b) 19. é: A. U. em ambas as situações. No instant e t = 0. c) A potência aplicada pelo motociclista. UFR-RJ Um corpo de massa 2. e) A força aplicada pa ra elevar a motocicleta ao longo da rampa é maior. 9.0 m/s e m um intervalo de tempo de 4.0 kg cai da janela de um apartamento até uma laje que está 4.0 W d) 36.8 J c) – 39.0 kg e eleva a sua velocidade de 3.8 W b) 11.Trabalho e energia Avançar . no instante em que o objeto inverte o sentido do movimento é: A. 2 Calcule o trabalho realizado entre 0 e 5 s. 8. GABARITO IMPRIMIR a) O módulo de F1. U.E. P ara colocar a motocicleta na caminhonete ele pode erguêla verticalmente ou empurrá-l a por uma rampa.E. Determine o trabalho realizado pela re sultante desse conjunto de forças. em ambas as situações. U. Londrina-PR Um objeto de 2. 6. 8 N D. é a mesma. é o mesmo. 6 J 10. o trabalho realizado pela força gravitac ional será: a) – 4. Qual a potência devido à força? a) 29.0 kg sofre a ação de um conjunto de forças e sua velocid ade varia em módulo de 2.5.2 J 7. 9 N b) A energia cinética do objeto no instante em que sua a celeração é nula. 6 N C.6 J e) 156.F.0 m/s para 7.

de massas iguais. ITA-SP Uma partícula está submetida a uma força com as seguintes características: se u módulo é proporcional ao módulo da velocidade da partícula e atua numa direção perpendicu ar àquela do vetor velocidade. pode-se afirmar que: a) a energia p otencial é máxima. UFR-RJ Um goleiro chuta uma bola que descreve um arco de parábola. andar de um edifício. a energia cinética da partícula deve: a) crescer linearmente com o tempo.11. movem-se com velocidades constantes de 20 km/h e 30 km/h. respectivamente: a) 8000 e 8000 b) 800 e 8000 c) 0 e 80 0 d) 8000 e 0 e) 8000 e 800 14. d) a energia cinética é máxima. e) a energia ci nética for máxima. um corpo terá energia mecânica igual à energia p otencial gravitacional. Voltar FÍSICA . c) 20 . dois objetos A e B . e) permanecer inalterada.Trabalho e energia Avançar         . andar de um edifício. A energia cinética desse veiculo é equivalente ao trabalho realizado pel a força-peso de um corpo de massa 50 kg que cai de uma altura aproximada a uma que da do: a) 4 . re spectivamente. b) 1 . Alfenas-MG Uma p essoa de massa 80 kg está parada sobre uma plataforma que se encontra a 10 m do chão . Para o mesmo observador qual a razão EA/ EB entre as energias cinétic as desses objetos? a) 1 3 b) 4 9 c) 2 3 d) 3 2 e) 9 4 GABARITO 15. c) a energia cinética é nula. b) a velocidade escalar do corpo for negativa. 13. d) a velocidade escalar do corpo for nula. andar de um edifício. b) a energia mecânica é nula. c) o módulo da velocidade do corpo aumen tar com relação ao tempo. pois não conhecemos a mass a da bola. d) diminuir quadraticamente com o tempo. b) cre scer quadraticamente com o tempo. No ponto em que a bola atinge a altura máxima. andar de um edifíc o. e) nada se pode afirmar sobre as energias. c) diminuir linearme nte com o tempo. UFR-RJ Desprezando-se os atritos. como mostra a figura abaixo. e) alto de um poste de 6 m. PUC-PR Uma motocicleta de massa 100 kg se desloca a uma velocidade constante de 10 m/s. se: a) a velocidade escalar do corpo for positiva. Os valores do trabalho realizado por essa pessoa e da sua energia potencial em relação ao chão – em Joules – são. IMPRIMIR 16. d) 50 . 3 12. Nestas condições. UFRS Para um dado observador. U.

18. III. O gráfico abaixo mostra como varia a energia cinética com a velocidade. e) apenas as afirmativas I. Durante o processo de frenagem. UFMG Na figura. Pelotas-RS Um carro de massa 1000 kg.17.F. A intensidade da força de atrito é 5900 N. Os pontos L e N estão a uma mesma altura. II. Supondo que o carro pare em 5 s. b) apenas as afirmativas II e III. a aceleração de frenagem é. III e IV.6 m/s2. está representado o perfil de uma mont anha coberta de neve. b) a energia mecânica em K é igual à energia mecânica em M. GABARITO IMPRIMIR Um trenó. a 100 km/h. 19. c) a energia mecânica em M é menor que a energia mecânica em L.Trabalho e energia Avançar . solto no ponto K com velocidade nula. seria necessário largar esse chaveiro de uma altura maior. ao ponto N. Com base nessas informações. em módulo. Para que a velocidade de impacto dobrasse de valor. 06. precisa de pelo menos 5 s para que o trab alho das forças frenantes consiga baixar até zero sua energia cinética. p. 4 Analise as afirmativas que seguem. c) apenas as afirmativas I e IV. com velocidade nula. 5. d) a energia potencial gravitacional em L é mai or que a energia potencial gravitacional em N. igual a: a) 2 h b) 3 h c) 4 h d) 6 h Voltar FÍSICA . é corre to afirmar que: a) a energia cinética em L é igual à energia potencial gravitacional e m K. largado de uma varanda de altura h. UERJ Um chaveiro. Fiat: Fórmulas no Trânsito. Estão corr etas: a) apenas as afirmativas I e II. U. IV.9 m. atinge a calçada com velocidade u. A altura da montanha no ponto M é menor que a alt ura em K. d) apenas as afirmativas II. III e IV. A velocidade cuja energia cinética corresponde à meta de da inicial é 72 km/h. passa pelos pontos L e M e chega. trabalhando com uma casa decimal e obedecendo às regras de arredondamento: I. a distância percorrida f oi de aproximadamente 6.

escorregar ela tromba do elefante. sendo as forças dissipativas desprezíveis e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2? 22. U. deixou seu cha éu. entre os instantes t = 0 e t = t1. As forças resultante s em ambas as partículas. em t = t1. 5 A realiza um movimento retilíneo e uniforme. Como a aceleração gravitacional vale g. abandona do do repouso de um ponto A.0 m/s. Maringá-PR Duas partículas A e B com massas idênticas (mA = mB) deslocam-se a partir da mesma posição em uma trajetória retilínea. como ilustra a figura abaixo. Suas velocidades em função do tempo s representadas na figura a seguir. de massa igual a 50 g. UFR-RJ A figura ao lado mostra um carrinho de massa igual a 100 kg. em t = t1. 08. é (mA v2)/2. UERJ Um mico. Dê.2 m. cuja altura equivale a 7. a soma das alternativas corretas. 32. O espaço percorrido por A é o dobro do espaço percorrido por B entre os instantes t = 0 e t = t1. 04. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Cefet-PR Um esquiador (massa = m) parte do rep ouso no ponto A e desliza sem atrito pela encosta de secção circular de raio R. que fazia iruetas sobre a cabeça de um elefante.Trabalho e energia Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . determine a energia dissi ada elo atrito no erc urso entre A e B. com o resposta. 16. B realiza um movimento uniformemente variado. de uma altura h igual a 2.0 m.20. as partículas estão na mesma posição. 02. são iguais. 21. 01. As en ergias cinéticas de ambas as partículas. No instante t = t1. Sabendo que a ve locidade v no onto B é 2. Nessas condições. O trabalho realizado pela força r esultante sobre a partícula B. são iguais. a expressão que permite determinar o valor da velo cidade dele ao passar pelo ponto B da encosta é: GABARITO a) v = m 2 gR b) v = 2 mgR m g d) v = 2 gR e) v = 2π mgR c) v = 2π 23. Qual a velocidade do carrinho ao atingir o ponto B. assinale o que for correto. 64. a artir do re ous o.E.

A energia cinética no onto C é nula. 26. artindo do re ouso em A e arando em C.24. 0 m/s2. Um outr o tijolo. d) a uantidade de movimento da esfera não varia durante o movimento. e considerando que a energia otencial em A é nula. ( ) O módulo da aceleração durante a descida (trajeto AB) é constante e igual a 1. uma essoa desliza el a encosta de uma duna. Qua ndo este segundo tijolo atingir o solo. ( ) O módulo da aceleração na arte lana (trajeto BC) é constante e maior que 3 . assinale o que for correto. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 2 02. é largado de uma altura duas vezes maior. 2 08. Ponta Grossa-PR A artir da análise do esquema abaixo. 2 IMPRIMIR 04. A energia otencial no onto D é m ⋅ g ⋅ f . como resposta. será: a) um quarto b) a metade c) o dobro d) quatro vezes maior e) a mesma GABARITO 27.5 m/s2. 2 2 16. U. sua energia cinética. em relação à do rimeiro. A energia mecânica no onto B é m ⋅ v . O trabalho realizado ara deslo car a bala do onto A ao onto D é − m ⋅ g ⋅ f . 2 Dê. de massa duas vezes menor. Sentada sobre uma laca de madeira. e) a velocidade da esfera no ponto B é dada por VB = g ⋅ hA . ( ) A velocidade da essoa na base da duna ( osição B) é de 15 m/s. A energia mecânica no ponto E é m ⋅ v . seja de 100 m. ercorrida na descida da duna. ( ) A força de atrito na arte lana é de 2 00 N. Considere que a massa da essoa em conjunto c om a laca seja de 50 kg e que a distância AB. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando como sendo “g” a intensidade do campo gravitacional.E. Su onha que o co eficiente de atrito cinético entre a madeira e a areia seja constante e igual a 0. b) enquanto a esfera vai de A até B. c) a aceleração centrípeta no ponto B é nula. 25. é correto afirmar que: a) a energia cinética da esfera é máxima no ponto B. é correto afirmar: ( ) A força de atrito ao longo do traje de descida (AB) é menor que a força de atrito ao longo do trajeto horizontal (BC). a soma das alternativ as corretas. 01. 40. PUC-RJ Um tijolo e largado de uma certa altura e cai no chão. 6 Em relação às informações acima. Cefet-PR Uma equena esfera é solta do onto A e desliza no interior da canale ta semicircular re resentada ao lado. ( ) A distância erco rrida ela essoa no trajeto BC é de 80 m. que re resenta a t rajetória de uma bala de canhão de massa m em um cam o gravitacional su osto uniform e e no vácuo. ao longo de todo o trajeto AC. sua energia mecânica aumenta. UFPR Na figura abaixo está esquematizada uma diversão muito comum em áreas onde ex istem dunas de areia.

2 .0 m de altura é. o quociente entre as respectivas energias elásticas acumula das.50 29. 104 b) 1. Dê. a soma d as alternativas corretas. O trabalho realizado pelos três carregadores é o mesmo. 10 Voltar FÍSICA . PUC-RS Têm-se duas molas metálicas iguais. 16. conforme a figura acima. FA > FC . ele utiliza um pêndulo com uma haste rígida de massa desp rezível e comprimento L = 0. inic ialmente sem deformação. como ilustram as figuras a seguir. Unirio Um baterista de uma banda de rock decide tocar um gongo no acorde fin al de uma música. 02. vale: IMPRIMIR GABARITO a) 4 b) 2 c)1 d) 1 2 e) 1 4 31.8 . qual é. FA = Mg. 04. 103 a) 1. em segundos. igua l a: d) 1. No acorde final. 2.15 b) 0. B e C precisam colocar caixas idênticas de massa M em uma plataforma de altura H. bem como o a trito na polia são nulos. C onsiderando se g = 10 m/s2 e desprezando se os atritos. O carregador A utiliza uma roldana e uma corda levantando a caixa verticalmente. WA / WB. respectivamente. 01. assinale o ue for correto. Para isso. 104 e) 1. A e B. FB e FC a intensidade das forças aplicadas pelos carregadores A.Trabalho e energia Avançar ¦ ¢ ¢ ¦ ¦ ¢ ¢ . o intervalo de tempo gasto.5 m. FA > FB.8 . U. Com isso. As duas são comprimidas de modo que A sofra deformação x e B sofr a deformação 2x.32 d) 0. 7 Sendo FA. o carregador B utiliza uma rampa com inclinação qB . B e C. e logo a seguir atinge o gongo. como resposta. FB = FC . o pêndulo é abandonado a partir do r epouso na horizontal. e o carregador C utiliza uma rampa com inclinação θC < θB . 103 3 c) 1.28. desde o momento em que o pêndulo é abandonad o até aquele em que o gongo é atingido? a) 0.45 e) 0. em joules. então ∆EP (A) > ∆EP (B) > ∆EP (C). Unifor-CE A energia cinética do container aos 9.22 c) 0. 30. 08.5 .2 . Maringá PR Três carregadores A. Se ∆Ep é a v ariação da energia potencial gravitacional no processo.E. n a ual g é a aceleração da gravidade no local. considerando ue os três processos são realizados a velocidade cons tante. e ue as forças de atrito entre a caixa e a superfície da rampa. aproximadamente.

quando passar pelo ponto O.. atinge o ponto B.. em relação ao ponto A.. a massa... a resultante das forças que atuam sobre a massa será nula.6 J.. 02. independente da posição em que ela estiver.. UFRS A figura abaixo representa um bloco que.. a aceleração da m assa será nula.. se houver força de atrito entre as superfícies.. por isso não houve conservação da energia mecânica do bloco. Selecione a al ternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo. A energia mecânica total do bloco. como resposta. durante o seu movimento. no ponto A. se não houver força de atrito entre as superfícies. A energia potencial elástica do bloco. e soltando-a imediatamente depois. No percurs o entre os pontos A e B.. Durante a etapa de compressão da mola... a força de atrito da superfície sobre o bloco dissipa 20% d a energia mecânica inicial no ponto A.. O trabalho r ealizado pela força de atrito sobre o bloco. 08. 16. mantido encostado em uma mola comprimida de X = 20 cm. poderá parar numa posição diferente do ponto O.. cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida. se não houver força de atrito entre as superfícies. 34. se houver força de atrito entre as superfícies. na ordem em qu e elas aparecem..32. . pode-se afir mar corretamente que: 01... a ene rgia do sistema não se conservará.. a soma das alternativas corretas. Na situação descrita. .0 J. como resposta.. se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola id eal.. 04. U.. Afastando a massa m do ponto O.. Maringá-PR Duas molas dênticas e ideais são associadas como mostra a figura a seguir. 32. A constante elástica da mola é K = 400 N/m. A energia mecânica do bloco no ponto B é igual a 6. a energia cinética do bloco . onde pára.. Dê. O ponto B situa-se a 80 cm de altura. e a energia potencial elástica armazenada no sistema massa-mola .. a massa oscilará infinitamente em torno do ponto O. no ponto B. 16.. Dê.. . IMPRIMIR Voltar FÍSICA .. depois de oscilar. no pont o A. 04. partindo do repouso no ponto A... foi 1... sua posição de equilíbrio. não há conservação da e mecânica..Trabalho e energia Avançar .E. A força peso não rea lizou trabalho no deslocamento do bloco entre os pontos A e B. A mola é solta e empurra o bloco que... 64. UFSC A figu ra mostra um bloco. se não ho uver força de atrito entre as superfícies. de massa m = 500 g. a soma das alternativas corretas. 8 GABARITO Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01.4 J. é totalme nte transformada na energia potencial gravitacional do bloco. a) aumenta – diminui – zero d) diminui – aumenta – zero b) diminui – aumenta – má a e) diminui – diminui – zero c) aumenta – diminui – máxima 33. deslizando sem atrito sobre um a superfície horizontal. a velocidade do bloco é zero e sua aceleração é . 02. é igual a 8.. N o ponto de inversão do movimento... 0 8....

( ) No S. e ele atinge o solo com uma velocidade de 5. A quantidade de energia dissipada durante a queda pelo pára-quedista é superior a 400 kJ. kW Voltar FÍSICA . energia eletromagnética . realiza moviment o retilíneo uniformemente variado com aceleração de módulo igual a 2m/s2. a) A potência média desenvolvida pela força resultante que atuou sobre o corpo d urante o movimento foi igual a: 01) 9 W 02) 12 W 03) 20 W 04) 38 W 05) 45 W b) A energia cinética do corpo. ( ) Um saltador olím pico executa um salto recorde de 2. no da eletricid ade para iluminação e aparelhos eletrodomésticos. quando a mola estiver d eformada de 15 cm. no ponto de alt ura máxima. não apena s na ciência contemporânea. kgf. de 50 kg de massa. ( ) Uma partícula descreve uma trajetóri a circular em movimento uniforme. erg. o trabalho é medido em Joule.35. UEMS No sistema internacional são unidades de massa. I. força. a quantidade total de energia permanece sempre constante . ( ) A energia cinética inicial de uma pedra lançada para cima no vácuo . J. inicialmente em repouso. energia química. então a potência elétrica desse motor é superior a 140 k . Se necessário use o módulo da aceleração da gravidade de 10 m/s2. sobre ela atua uma força centrípeta dirigida para o centro da trajetória. a energia potencial da mola será de 5 J. O módulo da ve locidade com que o saltador deve pular para conseguir tal êxito é superior a 20 km/h . Superior de Brasília-DF O conceito de energia é um dos conceitos físicos mais importantes. 37. No dia-a-dia. 36. N. kW d) kg. de massa 5 kg. J. ( ) A energia potencial elásti ca de uma mola deformada de 30 cm é de 10 J.E. kWh e) g. Se apenas 35% da potência elétrica fornecida ao motor é convertida em energia mecânica. é transformada integralmente em energia potencial gravitacional. dina. kWh. ao final dos 2 segundos de movimento. durante 2 segu ndos. W c) kg. julgue as afirmações a seguir. J. I. N. mas também na prática da engenharia. W b) g. UESC-BA Um corpo. ( ) O trabalho realizado pela força resultante para parar um carro com u ma velocidade de 80 km/h independe da maneira como o carro foi freado. Concluímos que. energia e potência. e também no custo dos alimentos que co nsumimos. Com base nos estudos sobre energia. próxima a superfície terrestre. e 1 joule eqüivale a 10–7 erg.3 m sobre um sarrafo horizontal. foi igual a: 01) 5 02) 7 03) 10 04) 20 05) 40 9 IMPRIMIR GABARITO 38. kgf. realizando um trabalho motor sobre a partícula.0 m/s.Trabalho e energia Avançar . A energia aparece em várias formas – energia mecânica. O pára-quedas se a bre. Unicap-PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). a uma taxa uniforme. energia térmica e energia nuclear. re spectivamente: a) kg. ( ) Quando lançamos uma pedra para cima . ( ) O ponto mais alto de uma montanha russa corresponde ao ponto máximo de energia potencial gravitacion al do carrinho. ( ) Um pára-qu edista. a energia cinética que fornecemos a pedra. ( ) Um guindaste deve levantar uma carga de 2000 kg até uma altura de 150 m em u m minuto. é convertida integralmente em energia potencial gravitacional para que a pedra atinja uma determinada altura. salta de um avião. em J.. a 1000 m de altura. pensamos sobre energia em termos de custo do combustível para o transporte. As diversas formas de energia se relacionam entre si. no instan te do lançamento.

b) Parte da energia térmica que o prego possuía armazenada até o instante anterior ao go lpe foi liberada quando o martelo o atingiu. para valores de E próximos de U0. no instante anterior ao golpe. para o prego. no instante do golpe. Para esse sistema. UnB-DF A energia potencial U de u ma molécula diatômica formada pelos átomos P e Q depende somente da posição relativa r ent re esses átomos. tais 10 GABARITO VB que V seja igual a: A 01) 1 5 02) 5 5 03) 5 04) 5 05) 5 5 IMPRIMIR 42. então. b]. para valores de r próximos de r0. A e B.39. a distância r entre os átomos a um intervalo [ a. b) a energia cinét ica e potencial do carrinho na posição x = 7 m. transformação da energia potencial gravitaci onal do martelo em energia térmica no prego. para levá-lo ao repouso em 5 m. como mo stra a figura a seguir: Sabe-se que em x = 2 m. b] de oscilação da molécula a umentará. 40. c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. a partir da posição x = 7 m. no instante do golpe. a soma das ene rgias cinética e potencial dos átomos constitui a energia total E da molécula. UFGO A energia potencial de um carrinho em uma montanha russa varia. de massas mA = 5mB. foi transformada em energia térmica no prego. ( ) Diminuindo-se a energia total E. armazenada no martelo. limitando.Trabalho e energia Avançar . a energia cinética é igual a 2J. A respeito desse sistema. ( ) Considerando que. entre as posições x = 0 e x = 7 m. conforme mostra o gráfico abaixo. sobre o carrinho. adquirem a mesm a energia cinética quando se movimentam com velocidades de módulos constantes VA e V B. c) Parte da energia cinética que o ma rtelo possuía. Esta en ergia é constante. a energia poten cial desse sistema molecular se comportará de maneira análoga à de um sistema mecânico m assa-mola. Voltar FÍSICA . determine: a) a energia mecânica total do carrinho. UESC-BA Dois automóveis. portanto. a energia potencial U(r) será máxima quando r for igual a a ou b. transferência da energia térmica. a curva U(r) aprox ima-se muito de uma parábola. Desprezando a res istência do ar. 41. e q ue não há atrito. o intervalo [a. UFRN Flávia foi colocar um prego numa parede e percebeu que ele esquentou após s er golpeado com o martelo. julgue os itens seguintes. d) Houve. A explicação física para esse fenômeno é: a) Houve. ( ) Para uma determi nada energia total E.

com uma v F força F. Logo a seguir. o bloco chegará à posição D com velocidade nula. Adote 1. 08. eles perdem o contato e o b loco se desloca sobre um plano horizontal com um coeficiente de atrito cinético 0. Um dia. represente a esteira. a velocidade d o bloco em uma posição C localizada entre a posição B e a posição D. O trabalho realizado pela f orça F é igual a F v ∆t II. a distância BC é igual a: a) h 4 b) H 2 c) h d) 2h e) 4h 44. Admitindo que o consum o de energia assinalado pela esteira é o trabalho realizado pelo jovem para movime ntá-la. o jove m e força F que ele exerce sobre a esteira para movimentá-la. Nessa posição o bloco est m repouso. UFMS Um bloco de 500 g comprime uma mola. na presença do campo gra vitacional terrestre. no trecho BC. supondo que toda energia dissipada s ja na forma de calor. ao longo de uma rampa inclinada de 30° com a horizo ntal. Vunesp Um jovem exercita-se numa academia andando e movimentando uma esteira rolante horizontal.0 cal = 4. o bloco é solto e. Sa bendo-se que o bloco pára no ponto C. A e ergia potencial gravitacional varia de m g v ∆t/2 Está correto apenas o que se afirm a em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. Dê. na posição B. Salvador-BA O bloco de massa m da figura é abandonado. 02. do alto da rampa de altura h. supondo que toda energia dissipada seja na forma de calo r. de acordo com o medidor da esteira. O trecho AB do percurso é bastante polido e. de constante elástica k = 200 N/m. de massa m. a energia mecânica do sistema massa-mola na posição A vale 4 J. 16. A compressão da mola é de 20 cm na posição A (veja figura abaixo). como resposta. ele andou 40 minutos com velocidade constante de 7. após 2 segundos decorridos desde o momento em que o bloco passa pela posição B e terá. 2. o sentido do movimento da esteira. é correto afirmar que: 11 01. o bloco fica sujeito a uma força de atrito equivalente à quarta parte do seu peso. 04. Considere as seguintes afirmações: I. determine o módulo dessa força.43. 45. U. O trabalho realizado pela força F é igual a m g v ∆t/2 III. II e III g GABARITO IMPRIMIR 46. percorrid o uma distância de 4 m. suposta constante.Trabalho e energia Avançar . A resp ito desse sistema e considerado g = 10 m/s2. a) Qual a distância percorrida pelo jovem? Qual o deslocamento do jovem? b) Nu m esquema gráfico.2 km/h e consumiu 300 quilocalori as. toda a energia mecânica do sistema na posição A foi transfor mada em calor na posição D. Na posição B a velocidade do bloco é de 4 m/s e na posição D a velocidade é nula.5 J. conforme a figura. como apresentado na fi ura acima. sem motor. então. desloca-se com velocidade v constante. durante um certo in tervalo de tempo ∆t. a partir do repouso e livre da resistência do ar. também será de 4 m/s. O 3 0° caixote.0 J. Fuvest Uma pessoa puxa um caixote. Voltar FÍSICA . sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. a quantidade de calor gerada durante o deslocam ento do bloco da posição A até a posição B é de 8. a soma das afirmativas corretas.

00 to neladas é içado a partir do solo. IMPRIMIR GABARITO Despreze a resistência do ar e adote g = 10 m/s2. Instruções: Para responder às questões de números 49 a 50 utilize as in formações que seguem. Desprezando o atrito entre o corpo e a pista. ( ) Ao fi nal dos cinqüenta segundos representados no gráfico. valores positivos de velocidade indicam que o elevador está subindo.0 m/s2 e que cada andar meça 2. que a aceleração da g ravidade possa ser aproximada para 10. ( ) Todo o movimento de descida foi acelerado. O movimento de um elevador é representado pelo gráfico de sua velocidade escalar em função do tempo.0 kg. UFSE Um corpo. como as escadas rolantes e os elevadores. julgue cada afirmativa abaixo. a) 12 Admitindo que o elevador parta do térreo (tomado como referência). é abandonado a partir do repouso no ponto A de uma pista no plano vertical.0 m. usando-se um cabo de aço sob tração de 4.20 .0 s.47. pode m ser usados como interessantes equipamentos de laboratórios de Física. Tal processo também alavancou o desenvolvimento dos mei os de elevação. ( ) O edifício possui mais de dez andares. como mostra o desenho. Católica-DF O aumento populacional e a melhoria das técnicas de engenharia civil impulsionaram a crescen te verticalização das construções. conforme Verdadeira (V) ou Falsa (F). um container de massa 4. o valor da energia cinétic a do elevador sofreu aumento. ( ) Um passageiro de 60. além de muito úteis. até altura de 9. de massa m.50 m de altur a. Voltar FÍSICA . sobre uma balança de molas (destas que comumente encontramos em farmácias) graduada em new tons e funcionando perfeitamente. a sua velocidade ao passar pelo po nto B é: 3 3 d) gh b) 1 3gh c) 2 3gh e) 3gh gh 4 2 2 2 48.Trabalho e energia Avançar . veria uma marcação superior a 600 N entre os insta ntes 0 s e 10. Num intervalo de tempo de 6. 104 N. ( ) Em q ualquer trecho do movimento de subida que se considere.0 s. que. No gráfico. U. o elevador retorna ao térreo.

em joules.2 . 0 d) 2. a o longo do percurso. 102 d) 3.0 . 102 56.5 b) 10 c) 5. N.5 . 104 51. está com velocidade de 10.0 m/s movendo-se sobre trilhos na parte horizontal e elevada do seu percurso representado parcialmente no esquema.2 . estime a potência dessa queda d’água. 53. 103 e) 2.8 .5 e) 0. Q e R indicados no esquema.Trabalho e energia Avançar . 104 b) 1.1 . 104 c) 2. desprezando as perdas que ocorrem na parte inferior. 102 b) 2. Ela começa a deslizar . igual a: a) 6. em watts. de uma altura de 2. com velocidade de 8 m/s.3 . Sabendo-se que. P. Voltar FÍSICA . em joules. Suponha uma queda d’água de 25 m de altura. que está 0. a energia cinética desse carri nho. 102 c) 6. fornecida através da força de tração no ca o de aço. U. Fatec-SP A figura mostra um objeto de 4 kg que desliza por uma pis ta que para ele não apresenta atrito. um carrinho com dois jovens. com uma velocidade de: a) 6 m/s b) 8 m/s c) 10 m/s d) 12 m/s e) 14 m/s 13 Instruções: Para responder as questões de números 53 a 55 utilize as informações abaixo.4 . igual a: a) 1. Unifor-CE A potência média.8 . Para estimar a capacidade de geração de energia elétrica de uma queda d’água avaliamos a energia potencial armazenada no sistema queda – Terra.0 . Unifor-CE Durante a descida e a 15 m de altura. Nu parque de diversões. 103 e) 6. Unifor -CE A energia mecânica do conjunto em relação ao solo. em megawatt. quando está na posição indicada no e quema.2 . em m/s2.2 . 102 e) 1. é igual: a) 10. a força de reação dos trilhos sobre o carrin ho tem maior módulo nas proximidades do ponto: a) M b) N c) P d) Q e) R 54. com uma vazão constante de 300 m3 por segundo.3 . Católica-DF Usinas hidrelétricas convertem energia mecânica em ene rgia elétrica. sendo a massa do conjunto 120 k g. 104 d) 6. Unifor-CE Quando o carrinho passa pelos po ntos M. O objeto passa pelo ponto B. 103 IMPRIMIR 55. GABARITO Considere desprezíveis as forças de atrito e a resistência do ar no trecho representad o no esquema e adote g = 10 m/s2.50 50. essa garota chegará ao final do escorregador. a partir do repouso. 104 c) 1. 104 b) 3.49. 104 d) 1. o atrito entre a menina e o escorregador consome 140 J de e nergia. é. é igual a: a) 3. 52.0 . UFPB Uma menina de 20 Kg de massa brinca no escorregador de um parque de diversões. por aquecimento.30 m acima do solo.5 . Considerando a acel eração normal da gravidade (g = 10 m/s) e a água com densidade igual a 1000 quilograma s por m3. Unifor-CE O módulo da aceleração do container. que é o ponto mai s baixo da pista.80 m em relação ao solo. é.

8 m hC ? hA 2. respectivamente: C Dado: g = 10 m/ s2 A a) 8 m/s e 2. 14 58. R. a velocidade da conta será igual a 2g( h − R ) . que desliza sem atrito ao longo do fio curvilíneo. a energia potencial ganha pela m ola durante essa compressão. No ponto C. 10–1 e) 11 .4 m b) 6. UFBA A figura abaixo apresenta uma conta de massa m. Nessas condições. UFC Uma bala de massa m e velocidade V0 atravessa. 16. 10–1 b) 7. Nessa colisão a bala perde de sua energia cinética inicial.0 m e) 4 m/s e 3. 04. Ao longo do trecho circular.2 m B 57. U. o módulo da aceleração centrípeta da conta será constante . A maioria dos atletas olímpicos. alcançada pelo pêndulo. q ue é o ponto mais alto atingido pelo objeto. Católica de Salvador BA Um bloco desloca se sobre um plano horizontal liso e co lide com uma mola horizontal. é: a) 4 . A partir do ponto B.A velocidade com a qual esse objeto passou pelo ponto A e a altura do ponto C. Vunesp No lançamento do martelo. de massa desprezível e constante elástica 10 N/m. os atletas lançam obliquamente uma esfe ra de metal de pouco mais de 7 kg. Dos valores dados a seguir. a) 3 J b) 30 J c) 300 J d) 3000 J e)30000 J IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ . 10–1 d) 10 .4 m c) 6 m/s e 2. o módulo da aceleração da gravidade local e despreze as forças dissipativas. u m bloco de massa M. quando consegu e lançar o martelo com um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal. 10–1 c) 8 . é correto afirmar: 01. d e massa 3 desprezível. o raio do trecho circular. g. 10–1 60. quase instantaneamente. são.4 m d) 4 m/s e 6. abandonada a partir do ponto A. Considere h a altura d o ponto A. a energia mecânica da conta será igual a mgh. GABARITO 02. em J. pendurado por um fio flexível. assinale o que mais se aproxim a da energia cinética que esses atletas conseguem fornecer ao martelo (adote g = 1 0 m/s2). que se encontrava em repouso. No ponto D.4m. Det ermine a 4 altura h. atinge distânc ias de cerca de 80 m.0 m/s e 2.5 . No ponto C. a conta descreverá movimento circular uniforme. Sabe ndo se que o bloco comprime a mola de 0 a 0. 59. a in tensidade da força que o fio exerce sobre a conta será igual a mg R 1 (2h – 5R). 08.

a) O módulo da aceleração do bloco quando passa pela posição A.5 m/s (ver figura). ola . 10 d2 B. 250 d A. Os dois blocos medem 1. 25 d2 C. em joules. 75 d2 E. Teto fio A B fio Solo 15 62. conforme e stá indicado no esquema. b) Os três fios são cortados simultaneamente. com o objetivo de impedir que os vagões saiam desses trilhos. As massas dos blocos A e B são respectiva mente iguais a 5.4 m de espessura.61. há um batente com uma mola no final dos trilhos. em m/s2. 50 d2 D. como mostra a figura ao lado. 500 d d é. igual a: D. Ao ser libertado carrinho sobe a rampa até a altura máxima de 30 cm (figura 2). UFSE Considere um bloco de massa 100 g. 300 d E. oscilando entre os pontos d e +d. Despreze a resistência do ar. em joules. o ade PUC SP O carrinho da figura tem massa 100 g e encontra se encostado em uma m de constante elástica 100 N/m comprimida de 10 cm (figura 1). 100 d B. a) Calcule a energia mecânica de cada bloco em relação ao solo. Um vagão.4 m de largura por 0. 200 d C.2 64. igual a: 2 b) A energia potencial máxima do bloco é. Considere desprezível o atrito entre o bloco e a superfície. Sabendo se que a constante elástica da mola do baten te vale 1 x 106 N/m e desprezandose qualquer atrito.8 e) 0. a máxima compressão da mola pro vocada pelo vagão vale: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ 63. O módulo da quantid de energia mecânica dissipada no processo. D e 5. c) Determine o tempo de queda de cada bloco. aproxima se do batente com velocidade v constante e igual a 1. Unicamp SP Dois blocos homogêneos estão presos ao teto de um galpão por meio de fi os. é: ¦ ¦ ¦ .0 kg e 50 kg. UFPB Num pátio de manobras de uma ferrovia.0 termine as velocidades dos blocos imediatamente antes de tocarem o solo.0 m de comprimento por 0. 100 d2 GABARITO figura 1 figura 2 a) 25000 b) 4970 c) 4700 d) 0. que está preso a uma mola helicoidal d e constante elástica igual a 50 N/m. de massa igual 4 x 104 kg.

.

Desprez ndo m ss d mol . Qual é a máxima deformação sof rida pela mola quando o carrinho é abandonado do repouso na posição indicada. inici lmente em repouso.8 00 m K 66. O módulo da força que faz o bloco parar no ponto C é dado por F = mg (senα + µcosα). dAB. a) 0. de inclinação a. 2 Kx 08. como respost . Nest s condições.48 m d) 0.20 m sobre um mol cuj const nte de forç é k = 19.20 kg.650 m d) 0. 02. ITA-SP Um bloco com m ss de 0. 32. no plano horizontal. pode e afirmar: 01.65.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . A energia mecânica do bloco se conserva no percurso ABC.750 m e) 0. 67.500 m c) 0. c d colisão su energi decresce de um f tor k. é aplicada pela superfície sobre o bloco. A distância percorrida pelo bloco entre os pontos A e B. 16. o v lor do f tor k é: 9 2 5 4 3 5 ) b) c) d) e) 10 5 5 4 8 68. som d s ltern tiv s corret s.6 N/m. Obs. p rtir do repouso. A reação ao peso do bl oco. de um ltur h. FEI SP Em um parque de diversões. O bloc o atinge o ponto B com velocidade VB = 2m/s.32 m c) 0. ITA-SP Um bol c i . comprimida de x = 2 cm. S bemos que pós 4 choques com o solo. 04. Nessas condições. g o módulo da aceleração da gravidade local e desprezível a resistência do ar.64 h. UFBA Um pequeno bloco de massa m = 4g encontra se inicialmente encostado à ext remidade livre de uma mola ideal. conforme figur a abaixo. até parar no ponto C. o bloco percorre a superfície horizontal lisa AB e s obe o plano inclinado rugoso BC.24 m b) 0. Dê. é dada por dAB = mv 2 B . O módulo da re ação normal que o plano inclinado aplica sobre o bloco é numericamente igual ao peso d o bloco.250 m b) 0.0 kg percorre um tril ho e atinge uma 4m mola de constante elástica K = 6400 N/m. Assim. é derrub do de um ltur de h = 1.60 m IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . Após a liberação da mola. bol repic té um ltur de 0.54 m e) 0. de constante elástica K = 40 N/m. distânci máxim que mol será comprimid é: ) 0. 16 Considere a o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado. um carrinho de massa 5.: de sprezar os efeitos do atrito. perdendo p rte de su energi o colidir com o solo.

é 3 Mg. ( ) o coeficiente de trito dinâmico entre o bloco e o pl no é de 0. 103 b) 1.Tr b lho e energi ¡ 69. o tr b lho d forç exercid pelo homem. 70. Unic p-PE P r responder est questão. o tempo g sto ness oper ção. UFSE Certo motor consome potênci de 500 W e possui rendimento de 40%. rr st ndo. 105 e) 7. em joules: ) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . de 5 m de ltur p rtir do repouso. do topo té b se do pl no.17 71.8 . cheg ndo à b se d r mp com velocid de d e 4. em joules. observe figur o l do.0 x 102 N de peso o longo do pl no inclin do que form 30º com horizont l. foi de proxim d mente: Considere g = 10 m/s2 ) 950 J b) 1000 J c) 1120 J d) 1050 J e) 1250 J 72. Em 1. um c ix de 6. Desprez ndo-se s forç s dissip tiv s. desce o pl no inclin do com um velocid de const nte de 2m/s .8 . ( ) o tr b lho re liz do pel forç norm l no desloc mento do bloco. o tr b lho re liz do pel forç peso do menino v le. Podemos firm r que: ( ) o tempo que o bloco g st p r cheg r à b se do pl no é 1 0s. U.0 m de ltur em rel ção à rei de um t nque. 104 c) 7 .2 . O tr b lho d s forç s resistentes. em módulo.0 m/s. UFMA Um menino com m ss de 25 kg escorreg num r mp cujo perfil é de um tob ogã. 104 d) 1. Consider -se que s forç s de trito e resistênci do r são d esprezíveis.0 hor de funcion mento . em movimento uniforme. ( ) fo rç de trito que tu no bloco é igu l 0.75. 73. Unifor-CE Um me nino de m ss 20 kg desce por um escorreg dor de 3. Adot ndo g = 10 m/s2. UFBA A figur b ixo represent um homem que pux um cord tr vés de um rol d n .2 . 105 74. O bloco d figur . o tr b lho re liz do pelo motor. n b se do escorreg dor.0 m e velocid de const nte. é numeric mente igu l o tr b lho d forç result nte que tu no bloco. ( ) o tr b lho re liz do pelo pes o. com um forç const nte. em 102 J . em segundos. é de: ) 7.75 Mg. C tólic de S lv dor-BA Um motor de potênc i igu l 1000 W é utiliz do p r elev r um bloco de peso 100 N um ltur de 1 50 m. que cord e rold n são ide is e que 1 3 sen 30º = .2 . e cos 30º = 2 2 De termine. foi de: ) 3 b) 6 c) 10 d) 15 e) 20 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . com desloc mento de 6. de m ss M. p r desloc r o bloco do topo té b se do pl no.

II.6 W c) 0.Tr b lho e energi ¡ 75.5 W b) 0. II. Assin le ordem crescente d s potênci s que o motor do elev dor deverá desenvolver p r o tr nsporte de: I. UFMA Num edifício.8 W d) 1. II d) II. UFPB Um livro de m ss m = 0. A potênci médi mínim necessári p r re liz r t ref é: ) 0. III b) I. I c) III. 0 W 76. águ e cimento) os diversos p vimentos. II e) II. I. 150 kg 20 m de ltur em 10 s. A bibliotecári mud o livro p r um pr teleir m is lt .18 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .: Considere m ss do elev dor incluíd n c rg ser tr nsport d e g = 10 m/s2.3 W e) 2. III. III. 350 kg 15 m de ltur em 30 s. g st ndo 2 segundos ness oper ção. II.4 kg está num pr teleir d bibliotec do colégio. 250 kg 10 m de ltur em 20 s. I ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Obs. um ltur de 1 m do chão.30 m cim do chão. ) I. em construção. é inst l do um elev dor externo p r tr nsport r rg m ss (mistur de rei . III. situ d 1.

d 7. d 72. c 65. e 74. b) F = 250 N. d 23.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1 1. b 2.6 N 43. e 64. 12 m/s 22. e 46. F – V – F – F – V 49. b 68. 02 + 32 = 34 67. V – F – F – V – F – V 26. e 69. b 76. 47. 75 52. e 17. 12. V – F – V 41. F – V – F – V – V 70. b 55. 5. 0. d 61. d 75. 60 J 8. 25. F – V – V – V – F 36. ) 03 b) 05 38. ) d = 4800 m. c 29. 13. ) EMA = 275 J e EMB = 2600 J b) VA = VB = 10 m/s c) tA = tB = 1 s 62. b) C 10. c 20.g 0 58. e 27. 32. b 9. 190J 3. 91 21. c 56. c 4. b 33. c 54. 53. 29 28. 01 + 08 + 16 45. 48. 39 35 . ) c b) b 63. e 57. 02 + 08 + 16 = 26 59.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . e 31. d 39. b 15. c 19. 66. d 16. e IMPRIMIR G A B A R IT O Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 29 34. c 40. e 51. F – F – V – V – V 37. ) D. 140 J 6. e 44. 71. e 50.9 J 24 . c 11. h = m2 V2 /8m2. 18. 03 J b) 8 J c) 1. c 14. 18 73. 46 30. c 60.

103 N.8 x 105 c) 5. Considere a massa da bola ap roximadamente igual a 20 g. Consider ndo que bol utiliz d no jogo v li do estej b st nte chei e tenh m ss de 300 g. intensid de do impulso plic do o corpo no interv lo de tempo mencion do. ssin l ndo V p r s fir m tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s.6 x 105 e) 4 . É correto concluir que o impulso recebido pel bol tem módulo de 6 .F ÍS IC A IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1 1. que o desloc 20 m dur nte 5 s. em N s. no SI. Nesse caso.6 x 103 d) 5. em que o voleibol de pr i . ( ) Ainda sobre a “medalha” c itada. lo go a seguir informou se pelo alto falante que o módulo da velocidade da bola ating ira aproximadamente 179 km/h. a velocidade inicial da bola seja desprezível. é de: ) 2. ( ) Dur nte um s que.8 x 103 b) 2.2 x 104 2. que result no choque d bol com o peito do jog dor d defes dversári (um jog d conhecid como “med lh ”).0 m/s. UFMA Um corpo com m ss de 350 kg repous sobre um pl no horizont l liso. na “medalha” citada no item acima. conquist ndo simp ti do povo br sileiro com gr ndes vitóri s . pes r de não tr zer Med lh de Ouro. Determine. Admita que.s. n lise s firm tiv s b ixo. conseguiu um res ult do expressivo. o que provoc nel um v ri ção no módulo de su velocid de de 20. Gib dá um violent cort d . IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . UFR RJ Em recent e partida internacional de tênis. logo forç médi que bol fez sobre mão do jog dor tem intensid de menor que 300 N. C tólic -DF Recentemente for m disput d s s Olimpí d s de Sidney. o tempo de inter ção entre bol e mão do jog dor foi de três centésimos de segundo. é correto afirmar que a variação quantida de de movimento e o impulso recebidos por ele são nulos. direção e sentido que a força que o jogador aplicou na bola. Apl ic se sobre o corpo um forç const nte. horizont l. ( ) Dur nte o jogo. lgum s jog d s podem ser n lis d s à luz dos princípios d Físic . não se desloque após o choque com a bola. a aceleração adquirida p bola e a adquirida pelo jogador da defesa terão módulos iguais. ( ) Caso o jogador da defesa. Ness situ ção. um jo g dor plic um forç n bol . U. o valor médio do módulo do impulso apl icado à bola. um dos jogadores lançou a bola com sua raquete.00. Dur nte s p rtid s. ( ) Dur nte o s que cit do no item nterior. no momento do contato da raquete com a bola. por se tratar de forças que formam um par de ação e reação. 3. a força que a b ola aplicou no jogador da defesa tem o mesmo módulo.

12 de junho de 2000. a soma das alternativas corretas. pela sua b rilhante vitória e conquista do título de bicampeão do Torneio de Roland Garros. A força média exercida pela raquete sobre a bola é igual a 290 N. Entre as muitas informações sobre a partida final do Torneio. imprimindo lhe uma ve locidade horizontal de 180 km/h (50 m/s). Entende se. a uma altura h acima do solo. e tomando se o solo como referencial. 02. ITA SP Uma certa grandeza física A é definida como o produto da variação de energia d e uma partícula pelo intervalo de tempo em que esta variação ocorre. o estudante poderá calcular apenas: a) I d) I e III b) II e) II e III c) III 7. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . os jornais afirmavam que o saque mais rápido de Gustavo Kuerten foi de 195 km/h. Tendo esquecido de trazer um relógio. pois.01 s. II. Ele deseja calcular. Anota também a massa total do automóvel. 16. UFGO Os princípios de conservação da energia e da quantidade de movimento são fundamentais na compreensão da dinâmica de interação entr e corpos.2 4. a veloci dade horizontal inicial da bola é considerada nula. a quantidade de moviment o do sistema não se altera. ( ) considerando se uma pessoa saltando sobre uma cama elás tica. Dê. o estudante não regi stra nenhum valor sobre o tempo gasto no percurso. incluindo os passageiros. O impulso total exercido sobre a bola é igual a 2. toda a energia mecânica da pessoa é convertida em energia potencial elástica. o “Guga”. que: ( ) na ausência de forças externas em uma colisão. as páginas esportivas dos jornais n acionais eram dedicadas ao tenista catarinense Gustavo Kuerten. 04. 32. A com binação que resulta em uma grandeza adimensional é: a) A B d) A2/B b) A/B e) A2 B 2 c) A/B 6. um estudante anota. movimentos de planetas e satélites. tais como: colisões.s. 5. há conservação da energia mecânica do sist ema (bola + raquete). incluindo os passageiros. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeir a(s): 01. III. UFSC Na segunda feira. porque a resultante das forças externas é nula durante a colisão . Consideremos uma partida de tênis com o “Guga” sacando: lança a bola para o ar e atinge com a raquete. Em uma partida de tênis. B . o impulso total das fo rças que atuam sobre o veículo. como resposta. 08. Outra grandeza. tanto assim que a raquete recua com velocidade de módul o muito menor que a da bola. é igual àquela exercida pela raquete sobre a bola. etc. pode se dizer que no instante em que a cama atinge o ponto mais baixo. é o produto da quantidade de movimento da partícula pela distância percorrida. O impulso total exercido pela raquete sobre a bola é igual à variação da quantidade de movimento d a bola. os valores da velocidade do carro de seu pa i. ( ) a energia cinética de um planeta em órbita elíptica em t orno do Sol é constante. a bol a atinge velocidades superiores a 200 km/h. a variação da energia cinética do automóvel. a velocidade média do automóvel. as pequenas deformações permanentes d a bola e da raquete e o aquecimento de ambas. O impulso exercido pela raquete sobre a bola é maior do que aquele exercido pela bola sobre a raquete.9 N. para cad a 100 metros rodados: I. a cada 100 metros. UFPB Durante um longo trajeto numa rua retilínea e plana até o seu colégio. A força média exercida pela bola sobre a raquete. Mesmo considerando o ruído da colisão. Usando somente suas anotações. A massa da bola é igual a 58 gra mas e o tempo de contato com a raquete é 0. registrados nos instrumentos do painel. Ao ser atingida pela raquete.

é igual a: a) 1. U. ocorre o recuo da arma. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). a esfe ra 5 começa a se movimentar. IMPRIMIR GABARITO Ao suspendermos a esfera 1 e soltá la. a partir do chão. do pei xe maior.. a quantidade de m ovimento é constante. Ao atingir sua altura máxima. Um do s fragmentos. que esta va em repouso. b) A quantidade de movimento do sistema nem sempre é conservada. Com base nessas informações. e que a esfera l é solta de uma altura de 5 cm (Figura B) em r elação à posição de equilíbrio das demais esferas (h = 0) e solta de um estado de repouso. lançados horizontalmente. possui uma velocidade de 72 km/h.U. produz indo dois fragmentos com massa total igual a 5 kg. 12. com uma quantidade de movimento de 2 x 102 kg. esta bate na esfera 2 e. com aceleração constante. Suponha que num determinado instante ele emita uma partícula d e massa igual a 6. ( ) Em uma co nstrução. UFMS Um dispositivo decorativo bastante comum é composto por um c onjunto de esferas suspensas por fios e presas a um suporte (veja a Figura A aba ixo). é aproximadamente de: a) 900 J d) 6000 J g b) 1500 J e) 9000 J c) 3000 J 11. e) Após a emissão da partícula. que o atrito em todo o sist ema seja desprezível. ( ) No M. em m/s.E. ( ) Um carro de 1 tonelada.m/s. imediatamente após a ingestão. em seguida. concluímos que a potên cia desenvolvida é 100 W. um operário levanta. Pode se afirmar que a parte da energia liberada na explo são.C. caiu a 300 m. Supondo que todas as esferas tenham a mesma massa m. 10 s após o lançamento. que todas estão em repouso na situação inicial (Figura A). ao Sul do ponto de lançamento. um saco de cimento de 20 kg. engole um peixe de 1 kg. ( ) Um fabricante de automóvel diz que o seu carro de mass a 1000 kg consegue atingir a velocidade de 72 km/h em uma reta horizontal de 100 m.4 3 10. é correto afirmar: a) O vetor quantidade de movimento do núcleo é igual ao vetor quantidade de movimento da partícula emitida. Londrina PR Um átomo possui uma massa de 3. UERJ Um peixe de 4 kg. A velocidade. partindo do repouso. e transformada em energia cinética dos fragmentos. a uma altura de 10m.6 x 10–27 kg. a quantida de de movimento do sistema é nula. 105 W. gastando 20 s. através de uma polia. Fuvest SP Uma granada foi lançada verticalmente.0 b) 0. inicia lmente. logo.0 m/s. A potência média que ele desenvolve é d e 2 . em repouso. alcule a velocidade (em m/s) com que a esfera 5 (Figura C) começa a se movimentar em relação à posição de equilíbrio das demais esferas. ( ) Quando uma arma dispara e lança um projétil. d) Não é possíve eterminar a quantidade de movimento do átomo. com uma velocidade de módulo igual a 1. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Esse fenômeno é explicado pelo princípio da conservação da energia.6 d) 0.5 x 107 m/s.8. nadando com velocidad e de 1. a granada explodiu.8 x 10–25kg e encontra se. 9. e continua nadando no mesmo sentido. em uma região p lana.8 c) 0. com velocidade constante. c) O módulo da quantidade de movime nto da partícula é maior que o módulo da quantidade de movimento do átomo. no sentido indicado pela figura. considerando g = 10 m/s2. com massa igual a 2 kg. 10 s depois da explosão.

UERJ A figura mostra uma mes a de bilhar sobre a qual encontram se duas bolas de mesma massa. É possível encontrar uma situação na qual o momen o linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética tot al do sistema não seja conservada. Suponha que isso ocorra n uma das quatro situações representadas esquematicamente a seguir. Dê. que se encontra em repouso. Para que um corpo tenha uma certa quantidad e de movimento. que é o plano vertical perpendi cular à trave superior do gol. em função de vo. e) ig ual nas quatro situações. Unioeste PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica. 14. c) maior em III. Calcule. b) maior em II. É impossível encontrar uma situação na ual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energi a mecânica total não seja conservada. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo. a soma das alternativas corretas. É impossível acelerar tal c orpo com uma força que seja inferior ao seu peso. Em certas situações. I. 4 Considere o choque perfeitamente elástico e despreze os atritos. 04. d) maior em IV. 16. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ . Uma fo rça horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. as velocidades que as bolas (1) e (2) adquirem após o choque. 02. 32. 15.13. III e IV. A bola (1) é lançad a em linha reta com uma velocidade vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2 ). Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca. 64. GABARITO Sabendo que o módulo da velocidade com que a bola atinge e é rebatida pela trave é o m esmo em todas as situações. II. o vetor vel ocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula. 01. c omo resposta. necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potenci al. Vunesp Num jogo de futebol. a bola bate na trave superior do gol. 08. assinale a(s) altern ativa(s) correta(s). pode se se afirmar que o impulso exercido pela trave sob re a bola é: a) maior em I. A trajetória da bola está contida no plano das figuras.

A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que ca i de uma altura igual a 0. maior será o trabalho realizado pela força resultante. ( ) o que mantém um satélite em órbita circular em torno da Terra é a sua aceleração tangencial. b) a c ompresão máxima da mola.16. conf orme mostra a figura. é perpendicular a esta.0 x 104 kg.5 x 104 kg. Suponha a colisão elástica e g = 10 m/s2. A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). e denominada força normal. a quantidade de movimento se conserva. Inicialmente a esfera encontra se em repouso e a mola no s eu comprimento natural.5 m/s. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . UFRS Dois vagões de trem. sobre uma linha férrea retilínea. ( ) para dois corpos d iferentes.m/s c) 5. ( ) Uma queda d’água de 50 m de altura tem uma vazão de 30 m3/min. Assinale verd adeiro ou falso. ( ) a força de reação ao peso de um bloco. 5 IMPRIMIR GABARITO Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão. ( ) Quanto maior for a variação da energia cinética. 18. e prende se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elás tica igual a 9 N/m. o corpo de maior massa ficará submetido a uma maior variação da quantidade de movimento.m /s 19. 17.5 x 104 kg. atuando durante o mesmo intervalo de tempo. deslizando sobre uma superfície. é uma linha reta paralela ao eixo dos tempos. Em dado momento. num sistema. movendo se com uma velocidade de 0. que a força normal é a reação do peso. às 12 horas de um dia ensolarado (sol a pino). ( ) Sabemos que um livro fica em equilíbrio sobre uma me sa porque a força normal equilibra o peso do livro. após ser chutada por um jogador. a mesm a direção e o sentido contrário ao do peso do livro.m/s d) 7. ( ) Quando. ( ) Quanto maior for o impulso. Concluímos pela 3 Lei de Newton. ( ) o gráfico v x t da sombra de uma bola. a quantidade de movimento do sistema formado pelos dois vagões é: a) 3. A velocidade do outro é 1 m/ s.5 x 104 kg. se chocam e permanecem acoplados imediatamente após o choque. conseqüências e utiliza se de leis e princípios para descrevê lo. sob a ação de uma mesma força resultante.m/ s b) 5. UFRJ Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal s em atrito.m/s e) 10. de massas 4 x 104 kg e 3 x 104 kg. tem o mesmo módulo.5 m. maior será a variação da quantidade de movimento. UFGO A mecânica estuda o movimento dos corpos suas causas. isto é. des locam se no mesmo sentido. Concluímos que a potência gerada por ela é de 250 KW. só at uam forças conservativas. O vagão de menor massa es tá na frente.0 x 104 kg.

impulsiona um corpo. a partir do repouso. Após a colisão. durante 5.0 segundos de movimento. Levando em con ta esse intervalo de tempo. UFSE Sobre um corpo de massa m é aplicado uma força resultante F . do sistema carro + c aminhão imediatamente após a colisão.0 m. Vunesp Uma esfera de aço de massa 0. e que se desloca com uma velocidade Vc = 60 km/h na mesma direção e sentido do automóvel. Tal força.20 kg é abandonada de uma altura de 5. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. 2 2 4. para a direita. que se desloca com velocidade VA = 80 km/h em uma estrada. em km/h. Adote g = 10 m/s2.050 s. o automóvel continua em movimento. Cefet PR Uma bola de bilhar que se movimenta para a direita com velocidade igual a 2 m/s. de d ireção constante e de intensidade variável. fica mais preso ao caminhão.0 s.8 m. Unicamp SP Um canhão de massa M = 300 kg dispara na horizontal uma bala de mass a m = 15 kg com uma velocidade de 60 m/s em relação ao chão. em Ns. 23. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da e sfera com o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0. b) a primeir a retrocederá a 1 m/s e a segunda mover se á a 1 m/s para a direita. atinge o solo e volta. c) a primeira r eduzirá sua velocidade a 1 m/s e a segunda assumirá. a) Qual a velocidade de r ecuo do canhão em relação ao chão? b) Qual a velocidade de recuo do canhão em relação à bal Qual a variação da energia cinética no disparo? IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Após a colisão. é viável prever q a) a primeira irá parar e a segunda mover se á a 2 m/s para a direita. colide com a traseira de um caminhão de massa Mc = 10000 kg. fazendo um arredondamento para o valor superior mais próximo. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera. UFMS Um automóvel de massa MA = 1500 kg. d) a primeira retrocederá a 2 m/s e a segunda irá parar. igual a: a) 10 b) 15 c) 20 d) 30 e) 40 21. 1 e) a primeira r eduzirá sua velocidade para m/s e a segunda mover se á para a direita 2 1 a m/s. 6 Ao completar 5. representada graficamente em função do tempo. 22. alcançand o a altura máxima de 1.20. uma velocidade de 3 m/s. colide frontal e elasticamente contra uma segunda. exa tamente igual à primeira e em posição inicial de repouso. o impulso aplicado ao corpo tem intensid ade. Determine a velocidade.

move se numa superfície horizontal sem atrito.0 kg é aban donada de uma altura h1 = 2.0 m acima do solo. próximo a uma parede.0 26. Num dado instante ela colide com ou tra caixa. em m/s.0 m. desloca se para a direita com velo cidade constante de 5 m/s. que estava parada.0 c) 2.0 m/s. Ao bater em uma parede. ela retorna com velocidade de 3 m/s.8 c) 4. UFSE Dois patinadores estão numa pista de gelo em movimentos uniformes numa me sma direção quando o maior. Após todas as colisões. uma bola de massa M = 1. com velocidade escalar constante de 10 m/s. passando a moverem se juntas. com velocidade V0. de massa 200 g. Estando i nicialmente A parado. A diminuição da velocidade do patinador maior. de massa 3. é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: g GABARITO IMPRIMIR Parede A B Vo a) b) c) d) e) VA = V0 VA = V0/2 VA = 0 VA = V0/ 2 VA = 0 VB = 0 VB = 2 V0 VB = 2 V0 VB = V0/ 2 VB = V0 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . deve ser igual a: a) 0. 67 d) 4. Unifor CE Uma caixa de madeira.0 d) 14 e) 2 28. podem movimentar se sobre uma superfície plana. a intensidade da força aplicada p ela parede à bola foi de: a) 40 N d) 210 N b) 80 N e) 600 N c) 160 N 27. em m/s.5 e) 9. Supondo que o choque entre a par ede e a bola tenha durado um centésimo de segundo. empurra o menor. Cefet PR 7 Uma pequena bola de borracha.0 29.25. de massa igual a 60 kg.0 kg. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura.0 d ) 3. podemos afirmar que a energia dissipada ne ssa colisão (expressa em Joules) é: a) 10 b) 4.3 b) 4. como indica a figura anterior. o caixote B aproxima se perpendicularm ente à parede. A e B. Sabendo se que após o choque a altu ra máxima que a bola atinge é h2 = 1. de massa 2. onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2. sem atrito. UFR RJ Em um local. A velocidade do conjunto. após a colisão. mantendo se na mesma trajetória ret ilínea. vale: a) 5. em módulo. de massa igual a 40 kg.0 c) 6.3 e) 2. uni das por um encaixe.0 kg.5 b) 1. Fuvest SP Dois caixotes de mesma altura e mesma m assa. Este aumenta a velocidade em 3.

de massas desprezíveis e de mesmo comprimento. porque não houve conservação da energia mecânica durante seu movimento de descid a e também porque não conhecemos a sua massa. com velocidade v. a s oma das alternativas corretas. ela desce. a soma das alternativas corretas. Após a colisão. 08. na direção defin ida pelo ângulo a. Desprezam-se os efeitos da resistência do ar. na qual ∆t é o tempo em que ocorre a colisão. 16. 32. 16. chocando se com uma parede. é maior que a intensidade da força do disco sobre a parede. o módulo d v ri ção do momento line r é ∆p = 2 m v cos θ.0 m/s. 04. Imediatamente após a colisão. a inten ade da força da parede sobre o disco.0 m/s. no instante em que colidiu com a es fera B. UFSC As esferas A e B da figura têm a mesma massa e estão presas a fios inextensív eis. as esfer as encontram-se em repouso e mantidas nas posições indicadas. θ = α. U. no ponto mais baixo da trajetória. 08. com a esfera B. como resposta. sem a trito. Maringá PR Um disco de massa m escorrega sobre uma mesa horizontal. é de (2 m v cos θ / ∆t). GABARITO Soltando-se a esfera A.0 m/s. 64. como resposta. Assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. 8 31. invertendo o sentido do seu movimento inicial. é 4. Durante o movimento de descida da esfera A. Dê. pode-se afirmar corretamente ue: 01. ntes e depois d colisão (pi = pf). indo colidir. 02. podemos afirmar que há conservação da quantidade de movim ento total e da energia cinética total do sistema. é co nstante. a esfera A permanece em repouso. imediatamente antes de colidir com a esfera B. a esfera A volta com velocidade de 4. 02. em se tratando de um choque perfeitamente elástico. de forma perfeitamente elástica. Considerando a colisão perfeita mente elástica e ue a força exercida pela parede sobre o disco. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . segundo um ângulo θ com a norma l à parede. durante a colisão. v > u .E. a intensidade da força da parede sobre o disco. sua energia mecâni ca permanece constante e é possível afirmar que sua velocidade no ponto mais baixo d a trajetória. Após a colisão.30. Após a colisão. Considerando o sistema constituído pelas esferas A e B. durante a colisão.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¦ ¡ ¢ ¦ ¡ . sendo L a distância do ponto de suspensão até o centro de massa das esferas e igual a 0. o disco afasta-se da parede com velocidade u. 32. Dê. durante a colisão. Não é possível calcular o valor da velocidade da esfera A. A velocidade da esfera A. o momento line r d disco é o mesmo. é 3. 04.0 m/s.80 m. a esfera B se afasta da esfera A com velocidade igual a 4. Inicialmente. imediatamente antes de colidir com a esfera B. como indicado na figura a seguir.

de massa mB = m. com ve locidade de módulo v. A e B. duas esferas de massas diferentes recuam em sentidos contrários. b) as acelerações de recuo são diferentes e as forças de ação e reaçã choque são iguais em módulo e direção. de massas m e 2 m. d) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H. Logo após a colisão perfeitamente inelástica entre A e B. ele colide com outro corpo idêntico B . Na parte mais baixa da pista. Salvador BA Duas esferas. UFPE Um pequeno corpo A de massa mA = m desliza sobre uma pista sem atrito. imediatamente após a colisão perfeitamente inelástica. b) Os dois corpos aderem um ao outro e se elevam até a altura H/2. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s.2 d) 0. Sabe se que B se encontrava inicialmente em repouso e A. em movimento. d) as velocidades de re iguais e constantes e as forças de ação e reação durante o choque são iguais em módulo e d e) as velocidades de recuo são diferentes e as forças de ação e reação durante o choque sã iferentes em módulo e direção. podemos afirmar que: a) Os dois corpos aderem um ao outr o e se elevam até a altura H. 4 kg. U. De acordo com a 3 . respectivamente.32. c) as acelerações de recuo são diferentes e as forç ação e reação durante o choque são diferentes em módulo e direção. a energi a cinética do conjunto é igual a: 1 1 01) 04) mv2 mv2 18 4 1 1 2 02) mv2 06) mv 9 3 1 03) mv2 6 36. que se encontra inicialmente em repouso no ponto P. U. conforme indicado na figura abaixo. Lei de Newton.06 c) 0. UFR-RJ Depois de se chocarem frontalmente. colidem frontalmente entre si.02 b) 0. pode-se afirmar q ue: a) as acelerações de recuo são iguais e as forças de ação e reação durante o choque são em módulo e direção. O módulo da velocidade do conjunto. e) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H/2. UESC-BA Duas esferas. colidem frontalmente entre s i. parada. deslocando-se em sentidos contrários com velocidades de módulos VA > VB. Se a força sobre a bol a tem uma intensidade média de 600 N. tem módulo igual a: vA vA − vB 01) 04) vB 2 vA + vB 05) 02) vA – vB 2 03) vA + vB 35. Santa Maria-RS Um jogador chuta uma bola de 0.6 e) 0. de massas iguais. o tempo de contato do pé do jogador com a bola . c) O corpo A retorna até a altura H/2 e o corpo B se eleva até a altura H/2. Se a coli são é perfeitamente elástica.F. em s.8 34. 33. a partir do repouso. partindo de uma altura H. A e B . respectivamente. é de: a) 0. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¥ ¦ .

A quantidade de movimento dissipada no choque foi igual a 1/2 mBvB Está corre to apenas o que se afirma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ . que vinha com velocidade vB. o carro B paro u enquanto a caminhonete A adquiriu uma velocidade vA = vB/2. no momento da batida. A descrição d choque não está correta. A energia mecânica dissipada na deformação dos veículos foi igual a 1/2 mAv2A III. foi atingida por um ca rro B. Consta no boletim de ocorrência que. Fuvest SP Uma caminhonete A. com massa mB = mA/2.37. pode se concluir que o choque não foi totalmente elástico. na mesma direção de vB . pois é incompatível com a lei da conservação da quantidade de mov mento II. parada em uma rua plana. Considere estas afirmações de algumas pessoas que comentaram a situação: I. B VB A 10 Como os veículos ficaram amassados.

8. 12. b IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 19. 4. 9. 3. b 33. 14. 16. 6. d 37. vertical p/ cima 22. V1 = 0 a F–V–V–V–F V–F–F–F c a) 10 m/s. 11.s 15 b e V–F–F e b b F–F–F–V–F 1 m/s 68 V2 = V0. 03 36. 26 31.99N .2 kg m/s b) Fm = 66 N. e 30. 2. 10. c 29. b ) ∆Q = 3. 18. 20. a 28. c 26. 60 32. 5. 17. 15.F ÍS IC A 1 IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar . a F–V–F–V–F 0. 04 35. a) –3 m/s b) 63 m/s c) ∆EC = 28 350 J 25. 13. 7. a 24. 63 km/h 23. c 27. a 3 4.

( ) O período de revolução do planeta Marte em torno do Sol é inferior a um ano terrestre. e) possui períod o de revolução maior que outro planeta mais distante. a) descreve órbitas circular es. ( ) Usando a terceira L ei de Kepler verificamos que triplicando o raio médio da órbita de um satélite em torn o da Terra. A2 e A3 – apresentam a seguinte relação: a) A1 = A2 A3 b) A1 > A2 = A3 c) A1 < A2 < A3 d) A1 > A2 > A3 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ . Eles t ríodo de translação igual ao período de rotação da Terra e sua órbita é circular contida no o equatorial. um planeta girando em torno do Sol. de 9.E. e objetos no interior da nave. b) tem velocidade linear constante. O sistema Solar inclui nove planetas. então as áreas – A1. os astronautas. 1 IMPRIMIR GABARITO Se os tempos gastos para o planeta se deslocar de A para B . UERJ A figura ilustra o mov imento de um planeta em torno do sol. seu período de revolução fica nove vezes maior. Isso ocorre pois durante seu movimento em órbita circu lar da Terra. UESC BA De acordo com a s leis de Kepler. de C para D e de E para F são iguais. 3. uma das centen as de milhões de estrelas de nossa galáxia. julgue-as quanto à veracidade. a Via Láctea. c) é mais veloz ao passar pelo afélio.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. mais de mil cometas já observados e milhares de c orpos menores (os asteróides e os meteoros).8 N/kg. aproximadamente. não estão sujeitos a fo rças gravitacionais. I. ( ) Os satélites de telecomunicações são geo estacionários pelo fato d apresentarem “parados” em relação a um referencial solidário à superfície da Terra. pelo menos 54 satélites. d) é lo calizado por um raio vetor que varre áreas iguais em tempos iguais. Superior de Brasília-DF O Sistema solar é um grupo de corpos celestes (entre os quais inclui-se a Terra) que orbitam ao redor da estrela Sol. 2. ( ) A intensidade do campo gravitacional terrestre independe da po sição considerada e tem valor. ( ) Você já deve ter visto filmes mostrando astronautas “flutuando” dent ro de suas naves espaciais. Com base nas leis que descrevem o mov imento dos corpos celestes no espaço são feitas as afirmações a seguir.

no trecho CD a aceleração tangenci al do planeta tem sentido contrário ao de sua velocidade. 7. ( ) O peso de um corpo de 12 kg que se encontra a uma altura i gual ao raio da Terra é de 60 N. os tempos necessários par a percorrer cada um dos trechos sombreados são iguais. é aproximadamente de: a) 0. 08. é correto afirmar que: 01. como resposta. o módulo da velocidade v1 é menor do que o módulo da velocidade v2. ( ) Se um corpo rígido está sob a ação de duas forças de mes . Fuvest SP A Est ação Espacial Internacional.05 c) 0. e) ao fato de estarem a grande altitude. afirma que os planetas descrevem uma órbita circular em torno do Sol.10 d) 0.90 2 6. que está sendo construída num esforço conjunto de diversos paí es. no trecho GH a aceleração tangencial do p laneta tem o mesmo sentido de sua velocidade. Univali SC Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm se flutuando em órbita em t orno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra. d) ao fato de se encontrarem no vácuo. a soma das afirmati vas corretas. ( ) A 1 Lei de Kepler. v2. mesma direção e sentidos contrários. quanto mais longe do Sol estiver o planeta maior se rá o seu período de revolução. GABARITO Considerando as leis de Kepler. logo. 02. b) aos equipamentos especia is de que dispõem. que se encontra em um dos focos da elipse . As áreas sombreadas são todas iguais e os vetores v1. 04. concluímos que a resultante das forças é zero.02 b) 0. c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço. Em cada trecho. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¥ ¥ ¦ ¦ . os módulos das velocid ades v1. ele está em equilíbrio. deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F).05 do raio médio da Te rra. ( ) A lei da gravitação universal diz que a matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa da di stância entre elas. 5.50 e) 0. v2 e v3 seguem a relação v1 > v2 > v3. UFMT Considere que o esboço da elipse abaixo representa a t rajetória de um planeta em torno do Sol. entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. Dê. o planeta é representado no ponto médio da trajetória naquele trecho . conhecida como a lei das órbi tas. ( ) De acordo com a 3 Lei de Kepler.4. v3 e v4 representam as v elocidades do planeta nos pontos indicados. A razão R = Fe/F. 16.

Sendo F a intensidade da força de atração entre o planeta e o satélite. é possível identificar o conceito básico dessa lei na seguinte citação: a) “Trate a natureza em termos do cilindro.. A constante de proporcionalidade.34 . PUC RS As telecomunicações atuais dep endem progressivamente do uso de satélites geo estacionários. e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2. 10. A respeito desses satéli tes.16 03) 16 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . 10–7 d) 5. que embora tocada por uma grande orquestra. a beleza (.20 . e) se mantêm no espaço devido à energia solar. a lei da Gravitação Universal pode ser recon ecida na expressão: T3 a) 2 = constante D T2 b) = Mm D Mm c) = constante F Mm = co nstante d) FD 2 MmF e) = constante D2 3 GABARITO 11.67 . UFSE Con sidere um satélite de massa m que orbita em torno de um planeta de massa M. 10–11 N.20 . Uma garota e u m rapaz.) é o único meio qu e nos manifesta puramente a força universal que todas as coisas contêm.8. Alfenas MG A força de atração gravitacional entre dois corpos é diretamente propo rcional ao produto das massas dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.. F2 Nessas c ondições.” (Goethe) d) “Ocorre na natureza alguma coisa semelhante ao que acontece na música de Wagner. A força de atração gravitacional entre eles tem valor. de massas respectivamente iguais a 60 kg e 80 kg encontram se a um metr o de distância um do outro. U.” (Paul Cézane) b) “Hoje. a uma distância D do centro do planeta e com período de revolução T. 10 e) 5. a razão 1 é igual a: F 01) 160 0 04) 1. abaixo ou acima. UERJ Segundo a lei da gravitação universal de Newton.20 . Cavendish mediu tal força em laboratório e encontrou para G.m2/kg2. 10–13 –15 c) 3.” (Van Gogh) 9. ao lado. UESC BA A distância média da Terra à Lua é cerca de 4. em N. A distância média da Terra ao Sol é rca de 1011m. c) a altura em relação ao nível do ma epende da massa do satélite. da esfera e do cone. a força gravitacional entre d ois corpos é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente pro porcional ao quadrado da distância entre seus centros de gravidade. é correto dizer que: a) seus planos orbitais podem ser quaisquer. 10 12. d) os que servem os países do hemisfério norte estão vertic almente acima do Pólo Norte. o valor 6. 10–9 –11 b) 3. e o val or da força de interação gravitacional entre elas é F1. todos em perspectiva. cem anos após Isaac Ne wton ter comprovado a existência da força de atração gravitacional. Mesmo que não se ja obrigatoriamente conhecido pelos artistas. é intimista. foi descoberta por Henry Cavendish. denominada constante u niversal da gravitação (G). b) todos se encontram à mesma altura em relação ao nível do mar. mas tudo sempre em conexão com algo que lhe está diante.108 m. se a massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua.” (Piet Mondria n) c) “Na natureza jamais vemos coisa alguma isolada.6 02) 160 05) 0. aproximadamente igual a: a) 3.34 .

b) a mesma velocidade a ngular e o mesmo período de rotação. b) As trajetórias dos planeta s são elipses. que não está de acordo com as idéias de Kepler e Newton: a) A força gravitacional entre os corpos é sempre atrativa. com módu lo de velocidade v2. Isaac Newton corroborou e com plementou as leis de Kepler com sua lei de gravitação universal. e) Ao longo de uma órbita. a velocidade do planeta. amplif icam e retransmitem ondas eletromagnéticas. quando ele está mais próximo ao Sol (periélio). 16. 08. em torno do Sol. com massa m. os motores são acionados de modo que o satélite a ssuma uma nova órbita distante 2r1 da Terra. baseando se em observações astronômicas feitas por Tycho Brahe. é correto afirmar que: 1 2 01. mas períodos de rotação diferentes. c) a mesma velocidade angular. estacionária sobre Campo Grande. 2 2 02. o tra balho efetuado pelos motores do satélite é dado por T = m v 2 − v1 . v1. A razão (FSat/FT) entre a força gravitacional com que o Sol atrai Saturno e a força gravitac ional com que o Sol atrai a Terra é de aproximadamente: a) 1000 b) 10 c) 1 d) 0. Fuvest SP No Sistema Solar. de modo a poder monitorar as queimadas na região Ce ntro Oeste. quando Johannes Kepler enunciou três leis que descrevem como os p lanetas se movimentam ao redor do Sol. Nessa órbita a sua velocidade é. a soma das afirmativas corretas. d) A força gravitaci onal entre duas partículas é diretamente proporcional ao produto de suas massas e in versamente proporcional ao cubo da distância entre elas.13. A partir do que foi descrito.1 e) 0. estacionária sobre Campo Grande. 4 GABARITO ( ) 16. c) O quadrado do período orbital de um planeta é proporcional ao cubo de sua distância média ao Sol. é lançado da Base de Alcântara e é colocado em uma órbita com raio r1. Eles são normalmente operados em órbitas q ue lhes possibilitam permanecer imóveis em relação às antenas transmissoras e receptoras fixas na superfície da Terra. a força centrípeta na órbita final é menor que na órbita inicial Dê. Cerca de cinqüenta anos mais tarde. tendo o Sol como um dos seus focos. 14. é maior do que quando ele está mais longe dele (afélio). a velocidade angular na órbita final é maior q ue a velocidade angular na órbita inicial. o planeta Saturno tem massa cerca de 100 vezes m aior do que a da Terra e descreve uma órbita. a uma distância média 1 0 vezes maior do que a distância média da Terra ao Sol (valores aproximados). a força centrípeta na órbita final é maior que na órbita inicial. A respeito desse satélite. d) a mesma velocidade linear e o mesmo período de rotação.\ 15. PUC PR O movimento planetário começou a ser compreendido matematicamente no inic io do século XVII. pode se afir mar que. 04. dentre as seguintes. como resposta. Essas órbitas são chamadas geoestacionárias e situam se a uma distância fixa do centro da Terra. a velocid ade v2 é maior que a velocidade v1. em relação ao centro da Terra. mas períodos de rotação diferentes. em módulo. UFRN Satélites de comunicação captam. Assinale a alternat iva.001 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . UFMT Um sa télite. Seguindo o comando do Cent ro de Controle da Base de Alcântara. esse tipo de satélite e essas antenas terão: a) a mesma velocidade linear.

( ) Dois satélites artificiais de massas diferentes. Unimontes MG Observe os s eguintes dados: em relação a Terra • tem massa em torno de 6.058 0.378 1. ( ) Sabendo que a lei das áreas de Kepler estabelece que a reta que liga um planeta ao Sol va rre áreas iguais em tempos iguais. é correto afirmar: ( ) No SI. Dê. 20. PLANETA MERCÚRIO VÊNUS TERRA MARTE JÚPITER SATURNO T2 0. 02. a distância do quasar à Terra é igua1 a aproximadamente 1x1010 an os luz.00 3. O período é medido em anos e a distância em unidades as ronômicas (UA).5 1024 kg. Verificou se. o evento será percebido na Terra somente após 1x1010 anos. 18. 19. como resposta. são os corpos mais distantes d a Terra já observados. b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra. em relação a Júpiter • tem massa cerca de 290 vezes maior que a Terra. é correto afirmar que a acele ração gravitacional de Júpiter é em torno de: a) 38 m/s2 b) 29 m/s2 c) 19 m/s2 d) 25 m/s 2 5 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ § ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ § ¦ ¦ .m3 / kg. conclui se que quando o planeta está próximo do Sol ele move se mais rapidamente do que quando está mais afastado. O período estimado do planeta X é de 125 anos. isso significa que. ( ) As forças gravitacionais da Terra sobre a Lua e da Lua sobre a Terra têm módulos diferent es.5 141 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. se esse quasar desaparecer.5x1015 km.378 1. a luz emitida pelo quasar leva aproximadamente 9x109 anos pa ra chegar à Terra. 1 ano luz é igual a aproximadamente 9.5 10–11 N. têm velocidades escalares iguais. através de medidas astronômicas. sendo que o Sol ocupa um dos focos da elipse. ( ) De acordo com as leis de Kepler. objetos celestes semelhantes às estrelas. Considere: constante gra vitacional 6.058 0. 08. os planetas descrevem órbita s elípticas em torno do Sol. • seu raio é cerca de 10 vezes maior que o da Terra. a soma das afirmativas corretas. é correto afirmar que: 01. 1 ano luz é igual a aproximadamen te 9.5x1015 m. descrevendo órbitas circula res de mesmo raio em torno da Terra. ( ) A aceleração da gr avidade na superfície de um planeta de massa M e raio R é dada por GM/R2.17. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra.m2/kg2 A partir dessas informações. Calcule: a) a distânci a do planeta X ao Sol em UA.5 141 868 D3 0. UFMS O s quasares. • seu raio tem a proximadamente 6500 km. a unidade da constante de gravitação universal G pod e ser N. que a distância en tre um determinado quasar e a Terra é de 9. UFPR Considerando as leis e conceitos da grav itação. 04. Sabendo se que a velocidade da luz no vácuo é de 3x108 m/s e que 1 ano luz é a distância percorrida pela luz no vácuo du rante 1 ano (365 dias).1022 km.00 3. Supo ha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. UERJ A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão e ntre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revol ução T em torno do Sol é constante.

10–11 N m2 kg–2. Sabendo se que a distância entr e um cometa e a Terra diminui à metade. maior a força peso do corpo. conc lui se que: a) Quanto maior a altura. Considerando se a figura.m/r2. M a massa da Terra e r a distância do centro de massa do corpo ao centro da Terra. c) O valor da aceleração da gravidade não varia com a altura.) Do que foi exposto. o módulo da força p so de um corpo de massa m é P = m. O movimento dos planetas e m torno do Sol obedece à trajetória que todos os corpos tendem a seguir por inércia. a soma das a lternativas corretas. UFBA 6 GABARITO Planeta Mercúrio Vênus Terra Raio Médio da órbita (em milhões de km) 58 108 150 Massa (em km) 3. na superfície de Mercúrio. Dê. sob a ação exclusiva de forças gravitacio nais desses corpos. e) é multiplicada por 4. 02. UFRN A força peso de um corpo é a força de atração gravitacional que a Terra exerce so bre esse corpo. 08.21. A constante de gravitação universal. Num local onde o módulo da aceleração da gravidade é g. então. é FG = G. A aceleração da gravidade. é igual a 6. 23. Católica DF A força de atração gravitacional entre dois corpos celestes é inversamen te proporcional ao quadrado da distância entre eles. como resposta. (Nota: r é igual à soma do raio da Terra com a altura na qual o corpo se encontra em relação à superfície da Terra.M.3. d) dimi nui à metade.9. a força de atração exercida pela Terra sobre o c ometa: a) é multiplicada por 2.67 . 0 4.g e o módulo da força gravitacional que age sobre es se corpo. b) é dividida por 4. expressa em unidades do sistema internaciona l. P ode se. U. menor a força peso do corpo.1023 4. 32. localiza se mais próximo da Lua. escrever: P = FG. nessa situação.10–11 unidades do SI. O ponto de equilíbri de um objeto situado entre a Terra e a Lua. A massa da Ter ra é cerca de 18 vezes maior que a massa de Mercúrio. os dados apresentados na tabela e a constante de gravi tação universal igual a 6. sendo G a constante de gravitação universal. c) permanece constante.1024 6. 2 2. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . O período de revolução da Terra é maior que o de V 16.1024 GUIMARÃES & FONTE BOA.67. é correto afirmar: 01. é nula.0. d) O valor da aceleração da gravidade depende da massa (m) do corpo. p. b) Quanto maior a altura.224.

ao longo de vários anos.10–11 Nm2kg–2 e utiliza ndo se a tabela acima. 25. Nessas condições. como resposta. 16.9 Planeta Marte Vênus GABARITO Terra Saturno Júpiter IMPRIMIR Considerando se a constante de gravitação universal igual a 6. 569.1024kg e 57. 32. A velocidade de translação da Terra em sua órbita aumenta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à medida que ela se afasta. UFSC Durante aproximados 20 anos. em intervalos de tempo iguais. da qual o Sol ocupa um dos focos. 64. pode se identificar o planeta do sistema solar.8 11. Dê. maior será o período de seu movimento. tend o descoberto três leis para o movimento dos planetas. o planeta citado é: a) Marte b) Vênus c) Terra d) Saturno e) Júpite r Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¥ ¥ ¥ ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .7 8. U. A 2 . A razão entre os quadrados dos p eríodos de translação dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios de suas órb itas apresenta um valor constante. analiso u cuidadosamente os dados coletados por Tycho Brahe. a seguir. em valores aproximados. O período de translação dos planetas em torn o do Sol não depende da massa dos mesmos. lei de Kepler: O raio vetor (segmento de reta imaginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais. 04. Apresentamos. A velocidade média de translação de um planeta em torno do Sol é diretamente proporcional ao raio médio de sua órbita. lei de Kep ler assegura que o módulo da velocidade de translação de um planeta em torno do Sol é co nstante. 3 .6 9.7 24.67. são. Kepler. Os planetas situados à mesma distância do Sol devem ter a mesma massa. Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclusão(ões) correta(s) das leis de K epler: 01.3. a soma das alternativas corr etas. por seu discípulo.1 06m. Salvador BA Aceleração gravitacional na superfície (m/s2) 3. 08. respectivamente. 3 25. o en unciado das três leis de Kepler. reunindo dados que serviram de base p ara o trabalho desenvolvido. possuidor de grande habilidade matemática. cuja mass a e raio médio. 2 . 02. Quanto maior o raio médio da órbita de u m planeta em torno do Sol. o astrônomo alemão Johan nes Kepler (1571 1630). 1 . o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe realizou r igorosas observações dos movimentos planetários. lei de Kepler: Os quadrados dos períodos de translação d os planetas em torno do Sol são proporcionais aos cubos dos raios médios de suas órbit as. lei de Kepler: Cada planeta descreve uma órbita e líptica em torno do Sol. após sua morte.97.

b 01 + 02 + 08 c a ) 25∪A. 16. 6. 22. 13. 9. 5. 3. b) 1/5 F–V–F–V–V–V 02 + 04 + 08 b b e 01 + 04 + 08 = 13 86 04 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação . F–F–V–F–F 05 a a e F – F – F –V – F 01 + 04 + 08 c b d a 02 d 14. 4. 20. 21. 2. 24. 12. 23. 18. 10.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. 19. 11. 8. 7. 15. 25. 17.

de fora para dentro. 02. ( ) Ao aplicar u ma injeção. para evitar o surgimento de bolhas na corrente sangüínea. ( ) Num sistema de abastecimento de água on de nenhuma bomba está presente. navegando em água doce. o agente físico responsável pela pressão da água nos canos é a força da gravidade. est iverem as residências. em média. 16. UFR RJ A janela de uma casa possui dimensões iguais a 3. subir muito lentamente.5. como resposta. pois a essa profundidade não são causados quaisquer tipos de danos à sua saúde. d) 9. enquanto a pressão do lado interno manteve se em 1 atm. fica submetido a uma pressão.0. prevenindo um a pneumonia por entrada de água nos pulmões. situado em um ponto a 20 m de profundidade. é correto afirmar que ele deveria: 01. b) 4. subir muito lentamente. Supondo que a força aplicada seja sempre a mesma. ( ) A densidade de um bloco d e madeira de massa 200 g e volume 500 cm3 é 400 kg/m3. Para voltar à superfície e exibir o resultado de sua pescaria.4.0. aproximadamente. uma enfermeira insere uma agulha na pele do paciente. UFMT Ao projetar o sistema de fornecimento de água de uma cidade.96 atm. levando em conta as leis da Física. subir rapidamente. pois o seu organismo reage de f orma idêntica na subida e na descida. ( ) Um mergulhador. de dentro para fora. 4 . a pressão do lado de fora da janela caiu p ara 0.0 m 2. A cerca da maneira mais adequada de desenvolver tal projeto. de dentro para fora. para evitar a de scompressão rápida. 08. (1 atm = 105 N/m2) 1 2. UFSC Um mergulhador atinge uma profundidade de 60 m quando parte no encalço de u m peixe que lhe daria a vitória numa competição de caça submarina. subir muito lentamente. podemos concluir que. 04. de dentro para fora. Em função de um vento forte. Dê. evitando descompressão rápida. quanto mais grossa é a agulha. para evitar o af ogamento pela entrada de água nos pulmões. a soma das alternativas corretas. o que poderia causar a vaporização de elementos do sangue. pela redução da temperatura de transição de fa e de alguns elementos. um técnico tem que dimensionar as caixas d’água de cada bairro. ( ) O empuxo que atua em um barco. O módulo (expr esso em 104 N) e o sentido da força resultante sobre a janela é igual a: Dado: 1 atm = 1 105 N/m2 a) 6. julgue os itens. subir à mesma velocidade com que desceu. ( ) A pressão da água no interior da tubulação de uma residência i pende do diâmetro dos canos. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). maior é a pressão exercida sobre a pele do paciente. ( ) O técnico deve projetar caixas d’água tanto mais largas quanto mais longe. gerando u ma embolia. ( ) O princípio de Pascal estabelece que o aumento de pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio transmite se parcialmente a todos os pontos do líquido.0 m. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ § § . é maior do que quando ele navega em água salgada. c) 2.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. d e 2 atm. e) 2. 32. subir rapidamente. de fora para dentro. 3. ( ) Caixas d’água de diferentes formatos apresentam diferentes eficiência quanto ao fornecimento de água.6.

8. já que a sua área superficial é da ordem de 1m2.5 atm d) 0. 05) faz afundar. julgue as assertivas. 03) impede o aumento da pressão hidrostática com a profundidade. p. 2 Além de não favorecer à vida.M. 7.500 g/cm3 são misturados a 6 (seis) litr os de outro líquido com densidade igual a 0. aproximadamente. UFMT A pressão atmosférica a nível do mar corresponde a 1 x l0 5 N/m2. São Paulo: Moderna. Se na mistura não ocorreu con tração de volume. determine. objetos com densidades igu ais à da água desse mar. com reduzido volume submerso. Toledo. 455. Itajubá MG 2 (dois) l itros de um líquido com densidade igual a 0.800 g/cm3. 1. v. Os Fundamentos da Física.415 d) 0.01 atm 6. Nicolau. Isso faz com que o cotidiano na superfície da Terra tenha características qu e não seriam possíveis caso esse valor fosse significativamente diferente. Essa unidade corresponde à pressão exercida por uma força igual ao peso d massa de 1 libra. Em relação a tais características. distribuída sobre uma área de 1 polegada quadrada. Fuvest SP Um motorista pára em um posto e pede ao frentista para regular a pres são dos pneus de seu carro em 25 “libras” (abreviação da unidade “libra força por polegada drada” ou “psi”). ( ) Considerando que a pressão máxima suportável ao corpo humano é de 4 atm. ( ) A pressão interna do corpo humano tende a se equilibrar com a pressão atmosférica. justificando o seu nome. o excesso de sal na água do Mar Morto: 01) anula a conduti vidade elétrica do meio. UESC BA O Mar Morto.5 kg e 1 polegada a 25 x 10–3 m. qual a densidade do líquido resultante da mistu ra acima descrita. em movimento acelerado. 04) f az flutuar. F. é o reservatório natural de água de maior salinidade d o mundo. a) 0. aquelas 25 “libras” pedidas pelo m otorista equivalem aproximadamente a: a) 2 atm b) 1 atm c) 0. Ramalho. objetos com densidades inferiores à da águ a desse mar. ( ) O fato de suportar a pressão de 1 at m implica que a estrutura do corpo humano é capaz de suportar o peso de um corpo d e 10 toneladas colocado sobre ele. 7. Uma libra corr esponde a 0. A excessiva concentração de sal dissolvida na água impede a sobrevivência de qu alquer ser vivo no seu interior. ( ) A condição idea l para o corpo humano é a da ausência de pressão (0 atm).725 b) 0.615 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ .300 c) 0.2 atm e) 0. situado na Jordânia. ed. em g/cm3.5. Como 1 atm correspon de a cerca de 1 x 105 Pa no SI (e 1 Pa = 1 N/m2).375 e) 0. 02) torna a densidade da água menor do que em outros ambien tes marinhos. é possível mergu har na água sem equipamentos especiais até uma profundidade de 30 m.

cheias de A B água até a borda. Dê. presos sem tensão. UFRN Na casa de Petúnia há uma cai xa d’água cúbica. mas não o contrário. Esse objeto deposita se no fundo da jarra. esta não desce. não conseguiriam empinar pipa. o vento é capaz de arrancar o telhado. não conseg uiriam engolir nada. e) não há tensão em nenhum dos dois fios. os telhados são preparados para suportar grande s pressões de fora para dentro. A balança permanece na mesma posição horizontal devido à ação dos fios. UFSC Suponha que existissem lunáticos. devido a sua força. b) a força da gravidade não atua na água e. pode se afirmar que: a) há s iguais e diferentes de zero nos dois fios. então. Sobre tais habitantes. pela impossibilidade de aplicar e feitos na bola. 04. e a tendência é a água subir. 08. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). Depois de a caixa estar cheia. Nessa nova situação.0 m. 11. ele cria uma zona de baixa pressão sobre o telhado e este então é empurrado para fora pela pressão interna. veda a completamente. semelhantes aos terráqu eos. c) há tensão apenas no fio f1. pela inexistência de atmosfera. de d ensidade maior que a da água. são mantidas em equilíbrio nos → g braços de uma balança. é comum que telhados sejam arrancados durante tempestades com vento. torna se vácuo. apoiada centro. 02. descer. de lado igual a 2. mas não frouxos. inclusive os sangradouros. mas não o contrário. como resposta. que o mosquito transmissor da dengue põe ovos também em água limpa. Petúnia ouve. porta . na superfície lunar é correto afirmar que: 01.0 m de altura. 04. numa partida de futebol. como o vento tem uma grande v elocidade. não. Fuvest SP Duas jarras iguais A e B. como resposta. os telhados são preparados para suportar grandes pressões de dentro para fora. abre a torneir a do chuveiro para um banho. numa partida de futebo l. 32. d) há tensão apenas n o fio f2. ela espera a caixa encher o máximo possível e. Em seguida. a soma das afirmativas corretas. 08. poderiam apreciar o alaranjado do pôr do Sol como um terráqueo. cuja a base está a 4. habitantes da Lua. mas a água não sai. como o vento tem uma grande velocidade. 16. d) a pres são atmosférica na saída da água no chuveiro é maior que a pressão dentro da caixa d’água. fazendo c om que o excesso de água transborde para fora da balança. 02. Coloca se na jarra B um objeto metálico. FMT Em locais descampados e planos. c) não há nem gravidade nem pressão interna dentro da caixa. 16. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Preocupada com esse fato. Isso ocorre porque. uma bóia veda a entrada da água. Isso acontece porque: 01. não poderia m beber líquidos através de um canudinho. 64. b) há tensão nos dois fios. no noticiário. conforme a f1 f2 figura. como a caixa es tá toda vedada: a) a parte acima do nível da água. em relação ao huveiro. teriam menos opções de chutes. teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens. poderiam fazer lançamentos mais longos do que se estivessem na Terra. 10. a soma das alternativas corretas. dentro da caixa. e. Num certo d ia. Dê. sendo a ten são no fio f1 maior do que no fio f2.9. cria uma zona de alta pressão sobre o telhado e este então é puxado para fora. Geralmente o telhado não é empurrado pelo vento em direção ao chão da casa.

até mesmo em casa. A seguir. Uma experiência simple s pode ser realizada. As duas esferas recebem da água empuxos de mesma intensidade. mas de volumes diferentes. determine o valor do empuxo que o bloco recebe da água. Os pesos das duas esfera a mesma intensidade. d) I e II. todos do mesmo diâmetro. Considerando g = 10 m/s2. enche se a garrafa com água. um médico usa um manômetro no braço de um paciente. sobre uma superfície horizontal. para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. na altura do coração que pontos situados no mesmo nível de um líquido estão à mesma pressão. na v ertical.13. II. Fatec SP Du as esferas A e B. Esta é uma aplicaçã princípio de: a) Pascal d) Newton b) Stevin e) Joule c) Arquimedes 15. Assinale a opção c orrespondente ao que ocorrerá na prática. com um deles a meia distância dos outros dois. e stão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. c) a III. Dentre essas afirmações está(ão) cor reta(s) apenas: a) a I. GABARITO a) c) IMPRIMIR b) d) Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . A seguir. quando colocadas nu m tanque com água. Acafe SC Para medir a pressão arterial. III. As densidades das duas esferas são iguais. ao ser abando nado. Dado: densidade da água é 1 g/cm3 14. São feitos três furos. após efetuarem se todos esses procedimentos. 16. até um determinado nível acima do furo superior. e) I e III. e coloca se a mesma em pé. tampa se a garrafa. ficam em equilíbrio nas posições indicadas: 4 Com relação a essa situação são feitas as seguintes afirmações: I. UFR RJ Um bloco de massa igual a 400 g e volume 500 cm3 foi totalmente mergu lhado na água contida em um recipiente. ao nível do coração. de mesma massa. sendo abandonado em seguida. UFRN O pri ncípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integra lmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém. na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. b) a II. vedando se totalment e o gargalo.

0 m 2. consiste de uma braçadeira inflável cuja parte interna está conecta da a uma pequena bomba manual e a um manômetro. Um aparelho comum para essa medida. Considerando π igual a 3. a pressão diastólica é sempre maior que a pressão sistólica. Continuando o lento vazamento. causaria. com o uso da bomba.5 m 0.5 m IMPRIMIR Caixa 4 a) b) c) d) e) somente a caixa 1. ( ) Para u ma pessoa saudável. Voltar FÍSICA . ( ) A “primeira pulsação” ouvida está relac ntração ventricular. ( ) A pres que se mede pelo manômetro é a pressão do ar no interior da braçadeira inflada. Um queno vazamento é provocado na braçadeira. a medida. uma segunda leitura. mas o p rocedimento permite igualar essa pressão com a pressão sangüínea no interior da artéria.0 m GABARITO Largura 1.5 m 2. Imergindo se to talmente um bloco cúbico no recipiente. Essa braçadeira é posta de modo a envo lver o braço direito do paciente na altura do coração e.0 m 0. Bombeando se ar para o interior da braçadeira. Para aumentar es sa ressão. somente a caixa 2.5 m 1. fazendo que o ar escape lentamente. da aresta do cubo colocado na água é igual a: a) 10 b) 10 3 2 2 c) 10 d) 10 3 12 12 19.0 m 2.5 m 1. os médi os seguem um procedimento padrão. é inflada. as caixas 1 e 2. sofre aumento de sua temperatura. A lei tura do manômetro no instante em que a primeira pulsação é ouvida corresponde à pressão sis ica. Na altura da parte interna do cotovelo do p ciente. correspondente a pressão diastólica. em cm.Hidrostática ¦ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¦ ¦ ¤ ¦ ¤ . uma ressão maior que nas tornei ras? Com rimento Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 3. Com o auxílio dessas informações. e a “segunda leitura”.5 m Altura 0. Q ual ou quais das 4 caixas – re resentadas elas suas dimensões no quadro a seguir – qu ando totalmente cheias. as caixas 3 e 4. 18. é colocado um estetoscópio que permite ouvir a pulsação sangüínea nessa artéria. PUC-PR A caixa-d’água de uma residência tem a forma cúbica com aresta de 1.0 m 0. o nível da água sobe 25%.0 m 1.0 m. julgue os itens que se seguem. UERJ Um recipiente cilí o de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizo ntal e contém água até a altura de 40 cm. à contração atrial. ( ) Quando a pressão do ar no interior da braçadeira é maior que a pressão sangüínea na arté . as pulsações não são ouvidas no estetoscópio. somente a caixa 4. enquanto é bo mbeado para o interior da braçadeira. conforme indicado na figura. Com a caixa totalmente cheia. no braço. ( ) O ar. ou causariam. ela exerce uma pressão que bloqueia a circulação sangüínea em uma artéria. é feita no momento em que as pulsações deixam de ser ouvidas no estetoscópio. UnB DF Para medir as pressões sistólica e diastólica do coração de um paciente. conhecido co mo esfigmomanômetro.5 17. a ressão de saída da água nas torneiras é . sugeriu-se substituir a caixa or outra na forma de um aralele í edo.

Avançar .

Cefet-PR Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I.0 mm. a pressão ficará igual a 2p.0 mm. d) somente II e III. a soma das afirmativas corretas. V. em sua base d e a oio. 16. como re s osta. o desnível dos ramos do tubo em U será ma ior que 2. se o diâmetro do ramo do lado direito do tubo em U for maior d o que o diâmetro do ramo do lado esquerdo. uma ressão “ ”. 23. UESC-BA Um co o destam ado contém água e óleo em equilíbrio. com a rofundidade. um desnível de 2. c omo mostra a figura abaixo. Sendo Po a ressão atmosfé ica local e tomando-se como referência a su erfície livre do óleo. Um cubo maciço de ferro exerce. se a velocidade do ar . com que a essoa so ra for aumentada. . 04.0 m e a largura 0. A pr ssão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém. ois o barco afundaria com o eso deste tri ulante. UFMS Uma essoa so ra ar transversalmente através de um dos ramos de um tubo em U que contém água. b) somente I e II. observa-se o nível da água a 20 cm acima do fundo do barco.20. as ressões nas su erfícies dos líquidos em cada ramo são iguais. é: 01) 04) 02) 05) 03) 6 21. II e III. Dê. 0 2. Des rezando os efeitos de desnível devidos a tensões su erficiais da água. I.23 m. 08. ITA-SP Um equeno barco de massa igual a 60 kg tem o formato de uma caixa de base retangular cujo com rimento é 2. h. III. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Dobrandose suas dimensões. Posto ara flutuar em uma lagoa.80 m.0 mm é mantido entre os níveis de água nos ramos do tubo. é independe nte do tipo de líquido considerado. A rofundidade do ba rco é de 0. o gráfico que ex ress a a variação da ressão. O valor que mel hor re resenta a massa do lastro em kg é: a) 260 b) 210 c) 198 d) 150 e) Indetermi nado. com um tri ulante de 1078 N e um lastro. as ressões nos ontos a e b são iguais. c) somente II. Descontando o atrito caixote/ iso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. II. a ressão na su e rfície do ramo da esquerda é menor que a ressão no onto b. o desnível será menor que 2. é correto afirmar que: 01. e) I. Devid o ao so ro. 22.

onde a aceler ação gravitacional é de aproximadamente g/3. podese concluir que. V e T são respectivamente.0 m. o empuxo é igual e a tensão aumenta. UFRN Um mergulhador que faz manutenção numa plataforma de exploração de petróleo está a uma profundidade de 15. d) o empuxo sobre o bloco (1) é igual ao empuxo sobre o bloco (2). a pressão aumenta cerca de 1. estão em repouso na superfície d’água. considere que: a temperatura dentro da bolha permanece constante e nquanto esta existir. E m relação aos valores das forças observadas na Terra.5 Vi IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . o empuxo diminui e a tensão é igual. Na si tuação apresentada. o empuxo diminui e a tensão diminui. o volume e a temperatura do ar dentro da bolha. já que as massas são desconhecidas. Fuvest SP Um objeto menos denso que a água está preso por um fio fino. pode se afirmar que: a) o empuxo sobre o bloco (2) é maior que o empuxo sobre o bloco (1). fixado no fundo de um aquário cheio de água . é libera da e sobe até a superfície. Para efeito d sse problema. UFR RJ Dois blocos de gelo (1) e (2).5 Vi c) 1. 7 g GABARITO a) b) c) d) e) o empuxo é igual e a tensão é igual. como mostra a figura abaixo: De acordo com o princípio de Arquimedes. será aproximadamente: a) 4. sendo g a aceleração da gravidade na Terra.0 m de profundi dade. quando ela estiver prestes a chegar à superfície. onde a pressão é a pressão atmosférica (1. o empuxo diminui e a tensão au menta. o volume da bolha. de volume Vi. quando uma pequena bolha de ar. b) o empuxo sobre o bloco (1) é ma ior que o empuxo sobre o bloco (2). conforme a figura.0 atm). T onde P. o ar da bolha é um gás ideal e obedece à relação: PV = constante. 25. Sobre esse objeto atuam as forças peso. sendo a massa do bloco (2) maior que a massa do bloco (1). constituídos de água pura. e) nada se pode concluir.5 Vi b) 3. empuxo e tensão no fio.0 atm a cada 10.5 Vi d) 2. c) o peso do bloco (1) é igual ao peso do bloc o (2). 26. em Marte. a pressão.24. Imagine que tal aquário seja transportado para a superfície de Marte.

Considerando que a torneira e steja fechada.0. A superfície livre da água no res ervatório encontra se 15 m acima do nível da torneira.0 atm c) 2.5 atm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . a massa específica da água e 10m/s2 a aceleração da gravidade.104 N/m2 2. a pressão p no ponto P: 8 a) b) c) d) e) 1. será igual a: GABARITO a) b) c) d) e) 80 N 90 N 100 N 110 N 120 N 29.0 atm e) 3. existe ar rarefeito so b pressão de 8. Posteriormente. Se o corpo permanecer em equilíbrio durante todo o experimento e a massa do fio for desprezível. na segunda situação.0. o corpo é colocado dentr o de um recipiente com água.27. o qual está sendo tracion ado por uma força de intensidade T = 100 N.E.0 g/cm3.10–4 N/m2 20. cuja densidade é 1000 kg/m3. UEMS Sobre a água do reservatório representado na figura. fazendo deslocar 1000 cm3 de água. Londrina PR A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um re servatório instalado no último pavimento de um edifício. U.10–4 N/m2 28. Alfenas MG Um corpo está ligado ao teto por um fio.5 a tm b) 2. Sendo µ = 1000 kg/m3. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1.0. a pressão que a água exerce sobre a torneira é: a) 1. U.104 N/m2 2. de sprezando o atrito no êmbolo. e um êmbolo de peso 80 N. a tração no fio. com faces de área 400 cm2.10–4 N/m2 3.103 N/m2. calcule.8.0.5 atm d) 3.

preso ao fundo do reservatório por uma mola. Inse indo-se o sistema em uma fonte de água. Sendo a expe iência ealiz ada ao nível do ma . e gi ando-se a e spi al de fo ma adequada. o pa afuso de A quimedes é eficaz mesmo nos casos em que a distância ve tical ent e a ext emidade mais alta do tubo e o nível da água é muito g ande. Vunesp Um peixin ho de massa 50 g está flutuando em epouso no inte io de um aquá io. pode á se aumentada inse indo-se o pa afuso até que o nível da água cub a completamente a p imei a osca dele. Desse modo. a dife ença de altu a ente as colunas de me cú io é 40 cm.30. 31. após inicia -se o movimento da manivela pa a bombea água. adqui indo uma velocidad e de 10 cm/s.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 32. pa a cada volta completa. ( ) Se a mola está defo mada de 4 cm. conforme a figura. que pode se gi ado po meio de uma manivela. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 9 Com base nessas info mações. pode-se afi ma que a p essão absoluta do gás é 2 atm. em to no de um eixo. a quant idade de água que é bombeada po esse mecanismo. ( ) O p incípio no qual se baseiam os f eios h id áulicos dos veículos foi estabelecido po Stevin. b) Qual o impulso necessá io pa a que o peixinho adqui a essa veloci dade? Quem exe ce esse impulso? Dado: densidade da água: dágua = 1000 kg/m3. Um de seus famosos invento s é o chamado pa afuso de A quimedes. ( ) O funcionamento do pa afu so deve-se ao p incípio de A quimedes. o sistema funciona como uma bo mba d’água. em fo ma de espi al. UnB-DF A quimedes foi out o conhecido sábio que t abalhou no antigo Museu de Alexand ia. ( ) O e mpuxo que atua no co po é de 20 N. ( ) A densidade do co po é 0. T ata-se de um tubo en olado. julgue os itens a segui . se o movimento fo inte ompido. ( ) Em um manômet o de tubo abe t o. saindo pela ext emidade supe io . concluímos qu e a cte elástica da mola é de 2. cujo desenho esquemático é ap esentado na figu a abaixo. ( ) Na situação indicada na figu a.) Que volume de água o peixinho desloca pa a equilib a -se? Num dete minado momento. a água no inte io do pa afuso escoa á de volta pa a a fonte. mantendo-se a velocidade de otação da manivela. ( ) Dife entemente das bombas que se baseiam na p essão atmosfé ica. a água que está nessa fonte é t anspo tada no inte io do tu bo.5 N/cm.5 kg/L. e igidamente ligado a este. o peixinho m ovimenta-se ho izontalmente pa a um dos lados do aquá io. ( ) O pa afuso de A quimedes tem maio end imento quando o seu eixo de otação está alinhado ve ticalmente. E le estudou o funcionamento de máquinas simples e foi esponsável pelo desenvolviment o de p incípios do que hoje se conhece como hid ostática. como most ado na figu a. a) Que fo ças at uam sob e o peixinho? (Desc eva-as ou as ep esente g aficamente. [ρ0 = 103 kg/m3 = 1 kg/L] Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). ( ) Na posição indicada n a figu a. Unicap PE Um corpo de volume 2 litros e massa 1 kg fica imerso em água.

a) 8 g/cm3 c) 6 g/cm3 b) 4 g/cm3 d) 2 g/cm3 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ve ifica-se que a int odução da esfe a na água p ovocou um ac éscimo de p essão ∆p no fundo do recipiente.0 atm = 1.0 g/cm3 36.4 c) 7. o desnível entre as colunas de Hg é de 20 mm.E. 10 GABARITO Quando a temperatura está em 35º.0 . Potiguar-RN Em uma experiência de Física realizada em laboratór io da UnP. na água.Hidrostática Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFRJ Um ecipiente cilínd ico contém água em equilíb io hid ostático (figu a 1). Medindo-se a massa do recip iente com a água e a pedra. qual a temperatura do nitrogênio líquido.33.8 b) 14 e) 1. no seu interior encontraram-se 1290 g. Unifor-CE Um mergulh ador que submerge até uma profundidade de 28 m. em Kelvin? 35. enchese um recipiente com água até a borda. em atmosferas. experimenta um aumento de p ressão. A densidade da água é igual a 1. 34. Maringá-PR A figura a seguir mostra um b ulbo de vidro contendo gás He conectado a um tubo em forma de U contendo Hg. Na pa rte superior do tubo foi feito vácuo. ao a fundar.0 × 10–3m2. Calcule esse acréscimo de pressão ∆p. a massa total (água + recipient e) é de 1 200 g. provoca o transbordamento de parte do líquido.0 g/c m3. 0 × 103kg/m3 e a área da base do recipiente é igual a 2. igual a: a) 28 d) 2. o desnível da coluna passa a ser de 5 mm. sabendo que a massa específica da água é 1.0 × 10–5m3 suspensa po um f io ideal de volume desp ezível a um supo te exte no. Restabelecido o equilíb io hid ostático. U. Int o duz-se na água uma esfe a metálica maciça de volume igual a 5. Considere g = 10 m/s2. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3. A esfe a fica totalmente subm e sa na água sem toca as pa edes do ecipiente (figu a 2). U. Se o bul bo é mergulhado em nitrogênio líquido. 105 N/m2 Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 Densidade da água : d = 1.0 Dados: Pressão atmo sférica: 1. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que. Nessas condições.

GABARITO a) Qual a massa desse ecipiente? Suponha que uma estudante coloque. ( ) a va iação da ene gia potencial da esfe a é toda dissipada du ante o movimento. (Suponha que densidade e estado físico da águ a pe maneçam inalte ados. é co eto afi ma que o empux o: a) é igual à tensão no fio pa a as duas esfe as. Vunesp A figu a ep esenta um ecipiente cilínd ico vazio flutuando na água. de 12 g cada. devido ao fluido. 38. A á e a da base desse ecipiente é 80 cm2. de mesmo aio. Se essa expe iência fosse feita em Ma te. c) é maio que o peso na esfe a I.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ch umbinhos de pesca iguais. 39. b) Qual o núme o máximo de chumbinhos que podem se colocados nesse ecipiente sem que ele afunde? Ultimamente. têm sido detectados fo tes indício s de que já houve água no estado líquido em Ma te. ( ) o empuxo exe cido pelo flu ido na esfe a é ρVg. o empuxo e a fo ça de at ito. Atuam sob e a esfe a a fo ça peso. 11 Sendo a acele ação g avitacional igual a g. em epouso. UFMG Na figu a. UFGO Uma esfera de massa m e volume V está em movimento dentro de um tubo que contém um fluido de densidade ρ. As esfe as são mantidas nas posições indicadas po meio d e fios que estão tensionados.) IMPRIMIR FÍSICA . e conside ando-se o movimento da esfe a ao longo da distância L com velocidade constante v. I e II. estão ep esentadas duas esfe as. Dados: dágua = 1000 kg/m3. ( ) a fo ça de at ito sob e a esfe a é maio que mg. um a um. gTe a = 10 m/s2. d) é maio que o peso na esfe a II. dent o desse ecipiente. ( ) o t abalho ealizado pela fo ça peso sob e a esfe a é mgL. confo me a figu a. mantendo sua ba se semp e ho izontal.7 m/s2. seus esultados muda iam? Justifique. feitas de mate iais dife entes e ime sas e m um ecipiente contendo água. Com base nessas info mações. b) é maio na esfe a de maio massa. 1 m3 = 1000 . gMa te = 3.37.

Pa a epeti a expe iência ealizada po Evangelista To icelli. Dê. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . no vácuo) e “empu a ia” as moléculas pa a fo a do co po. Sendo co eta a info mação de que São Joaquim se situa a uma altitude de 1353 m e que Itajaí está ao nível do ma (altitude = 1 m). int oduzi am um fu o no seu ce nt o. selado com plástico. ( ) O peso e o empuxo fo mam um pa ação. 32. pois a p essão exe cida po uma coluna líquida depende do seu volume.0 kg e 0. ao eti a o selo. UFRJ Um tubo em U. 04. podemos conclui que a p essão atmosfé ica é maio em São Joaquim. abe to em ambos os amos. Usando um canudinho. compa ando a p essão atmosfé ica com a p essão exe cida po uma coluna de me cú io. com velo e constante. ( ) A fo ça do vento sob e as velas. então ele tende á a vi a sob a ação de um to que p oduzido pelo vento. o peso e a fo ça de at ito do casco com a água são fo ças que atuam sob e o velei o.010 m3 de volume. necessá ia pa a içá-la at avés da água. ( ) Se o ponto de aplicação do empuxo coincidi com o cent o de ma sa do velei o. Obse ve. já que ela aume nta com a altitude. 16. como indicado na figu a? a) 750 N d) 90 0 N b) 800 N e) 950 N c) 850 N 42. Em elação a essa situação.eação. pa a facilita a eti ada da tampa dos copos de equeijão e de out os p odutos. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. po que a fo ça de at ação g a vitacional na Lua é meno .80 g/cm3. F. usando uma oldana simples.12 40.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Conside e a densidade do líquido (1) igual a 0. que a altu a da coluna do líquid o (1) é de 34 cm e que a dife ença de nível ent e a supe fície liv e do líquido (2). Qual a fo ça. se ia muit o mais fácil toma um ef ige ante na Lua do que na Te a. Quando se int oduz a agulha de uma se inga numa veia do b aço. este passa da veia pa a a se inga devido à dife ença de p essão ent e o sangue na veia e o inte io da se inga. Uma pessoa explodi ia se fosse eti ada da atmosfe a te e st e pa a o vácuo. Calcule a densidade do líq uido (2). é necessá io conhece o diâmet o do tubo. e a supe fície de sepa ação dos líquidos. ( ) O empuxo é a fo ça exe cida pela água sob e o velei o. como esposta. Este é um dos motivos pelos quais os ast onautas usam oupas especiais pa a missões fo a do ambiente p e ssu izado de suas naves. também. de dent o pa a fo a. 08. a soma das alte nativas co etas. está ime sa no fundo de uma piscina cheia d’água. 41. 4 3. julgue os itens a segui . como most a a figu a.0 cm. Isso facilita ti a a tampa po que. 02. no a mo da di eita. UnB-DF/PAS Ped inho ficou imp essionado ao ve como um velei o consegue mante se equilib ado mesmo sob fo tes ventos e imagin ou que esse equilíb io pode ia se entendido do ponto de vista mecânico se fossem co nside ados as fo ças e os to ques envolvidos. UFPE Uma caixa metálica fechada de 90. é de 2. cujo módulo é igual a o peso da água deslocada. pe mitimos que o a penet e no copo e a p essão atmosfé ica atue. pa a s e eti a sangue. contém dois líquidos não miscíveis em eq uilíb io hid ostático. É possível a medida ap oximada da altitude pela va iação da p essão atmosfé ica. Vá ios fab icantes. A p essão inte na do co po se ia muito maio do que a p essão exte na (nula. no amo da esque da. 64.

b) os dois líquidos têm a mesma densidade. de intensidade igual ao peso do volume do fluido po ele deslocado”. ime sos em um fluido. d) a p essão no ponto C e meno do que no ponto D. ( ) um ba co. ( ) co pos ime sos em gases não ficam sujeitos ao empuxo. de densidad es iguais.F. 47. Pelotas-RS Um me gulha do cuidadoso me gulha. C e D a p essão e a mesma. UFPE O casco de um subma ino su po ta uma p essão exte na de até 12. flutuando em u m lago de água doce. atuante em co pos total ou pa cialmente ime sos em líquidos. Em um dete minado instante. conside e os se guintes dados: • massa específica da água = 1 g/cm3 • p essão atmosfé ica = 105 N/m2 • acel da g avidade = 10 m/s2 a) 36 m b) 6 m c) 30 m d) 16 m e) 24 m 46. ficam sujeitos a empuxos de igual intensidade. ( ) um co po não maciço. du ante o me gulho. é co eto afi ma que: a) a p essão no ponto B maio que a atmosfé ica. ( ) dois co pos. B.6 x 105 N/m2. U. além do ponto em que se encont a. Católica-GO O P incípio de A quimedes (filósofo g ego. ( ) o empuxo d epende da densidade do líquido em que o co po é ime so. em met os. o casco se ompe á? a) 100 b) 11 0 c) 120 d) 130 e) 140 IMPRIMIR FÍSICA . sem conseqüências danosas. Sabendo que o o ganismo humano pode se submet ido. Se. pode flutua na água. Analisando esse p incipio.C. a uma p essão de 4 x 105 N/m2. o ap a elho está ma cado 1. B. C e D são pontos das supe fícies dos líquidos. levando no pulso um apa elho capaz de egist a a p essão total a que esta submetido. c) a p essão no pont o B e maio do que no ponto C. ime so em um fluido. ( Dado: a água salgada é mais densa do que a água doce). é u ma p essão. Pelotas-R S A figu a abaixo ep esenta dois tubos abe tos contendo líquidos dife entes.0 atm sem se ompe . de chumbo. o me gulhado pode á desc e . 13 GABARITO Em elação às condições most adas na figu a. mais: Pa a esolve a questão.44. U. fica sujeito a um empuxo ve tical.) pode se assim enunciado: “Todo co po. de baixo pa a cima. a que p ofundidade.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . sof e á um empuxo meno do que se a água do lago fosse salgada. e) nos pontos A. Uma manguei a inte liga os dois. nascido em Si acusa po volta do ano 287 a. 45. com uma to nei a que pe mite ent ada ou saída de a . po acidente. conclui-se que: ( ) o empuxo. A. U. o subma i no afunda no ma .F.

a densidade da bola B é maio que a densidade da bola A. a soma das afi mativas co etas. IMPRIMIR GABARITO Calcule o peso do elefante. UFC Uma haste cilínd ica homogênea está suspensa po uma co da. cuja á ea é igual a 25 cm2.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Dê. o empuxo sob e a bola A é igual ao se u peso e sua densidade é maio que a densidade do liquido. que é maio que a densidade da bola C. na supe fície da água. A bola C eto na à supe fíc ie. 04. o empuxo sob e a bo la B é meno que seu peso e sua densidade é maio que a densidade do líquido. Com elação ao empuxo e à den idade de cada bola. em equilíb io. exe cendo uma fo ça ve tical F equivalente a 200 N. em um tanque de água . III. 02. é co eto afi ma que: 01. Obse vam-se as seg uintes situações: 14 I. Se a co da fo co tada que f ação do volume da ba a fica á subme sa? 49. ficando em epouso no fundo do ecipiente. sob e o out o pistão da p ensa. de cima pa a baixo.48. consegue equilib a o elefante sob e um pistão de 2000 cm2 de á ea. 50. o em puxo sob e a bola C é maio que seu peso e sua densidade é meno que a densidade do líquido. II. UER J Um adest ado que sabe o peso de um elefante. FÍSICA . confo me most a a figu a ao lado. passando a flutua . A bola A pe manece em epouso no luga onde é abandonada. A bola B afunda n o líquido. como esposta. com metade de seu comp imento subme sa. 08. Utilizando uma p ensa hid áulica . UFMT T ês bolas de dife entes mate iais são totalmente me gulhadas no inte io d e um ecipiente que contém um líquido e em seguida são abandonadas.

se ia necessá ia pa a que a balança fosse eequilib ada. • Em III. A fo ça medida no dinamômet o se ia nula.25 m2 Dete mine o módulo da fo ça F aplicada n o A. com um vaso contendo água. e uma massa M no p ato P2. D. • Em II. caso o co p o A descansasse sob e o fundo do vaso. A fo ça-peso exe cida pela Te a sob e o co po A se i a tanto meno quanto maio fosse a po ção de A ime sa na água. Dê. 08. de fo ma a não toca o fundo do vaso. levando a balança ao dese quilíb io. 04. no p ato P1. IMPRIMIR FÍSICA . pa a que o sistema esteja em equilíb io. o co po A. A fo ça medida no dinamômet o se ia meno do que a fo ça medida em III. de aco do com a seqüência: GABARITO • Em I.51. 02. ao invés de u ma de 50 g. Uma out a massa de 200 g. 32. a balança é eequilib ada com adição de uma massa de 50 g ao p ato P2. a) 800 N d) 3200 N b) 1600 N e) 8000 N c) 200 N 15 52. a soma das alte nativas co etas. Á ea da secção A = 1 m2 Á ea da secção B = 0. PUC-PR A figu a ep esenta uma p ensa hid áulica. é completamen te me gulhado na água. 16. O dinamômet o deve esta indicando uma leitu a de 50 gf. de massa 200g.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . se A descansass e sob e o fundo do vaso. p eso a um dinamômet o. é co eto afi ma : 01. como esposta. Nessas condições. uma balança encont a-se em equilíb io. caso o co po A estivesse pa c ialmente me gulhado na água. UFBA O expe imento ilust ado abaixo visa medi a intensidade do empuxo exe c ido pela água sob e um co po A. O empuxo da água sob e o co po A é igual a 150 gf .

Ao jogar uma dessas esferas no mar . é co eto afi ma : 01. a força de empuxo. o aumento de pressão provoca a diminuição do volu e da esfera. a pa tícula me gulha num ecipiente abe to. cheio de óleo de densidade d. Em conseqüência a esfera fica achatada. Ao atingi a supe fície do óleo. a velocidade da pa tícula é igual a gh − 2(g − a )x .53. entre 2 e 3 minutos. Quando a partícula pára. aumenta a pressão exercida pela própr ua do mar. uma distância igual à metade da altu a. 54. A pa tícula atinge a supe fície do óleo no instante t = 2h . ( ) Quanto maior for a massa da esfera. feita com um material flexível mais denso que a água. g 02. a ene gia cinética da pa tícula é igual a sua ene gia mecânica no início da queda. mas depois a sua profundidade varia de acordo com o gráfico. o cientista observa que ela inicialmente afunda. Trata se de um movimento não uniforme. 2 dgh 16. num local onde o módulo do campo g avitacional é g. Submetida a um a desacele ação a. UFBA A figu a abaixo ep esenta uma pa tícula de massa m. ( ) O movimento somente pode s er compreendido se a força resultante que atua sobre a esfera não for constante em r elação ao tempo. medida a pa ti de um efe encial com o igem no so lo. é utilizada por um cientista para estudar as correntes marinhas. como resposta. a esfera afunda. a soma das alternativas corretas. a pressão sobre ela. que cai de uma altu a h. maior deve ser a influência dos efeitos perturbatórios. e a p essão atmosfé ica é P0. Desp ezando-se a esistência do a . no tempo t. Após pe co e a distância x. Dessa forma. 08. diminuindo. é p = p0 + . depois de pe co e a distância x no inte io do ecipiente. inicialmente em epo uso. ( ) À proporção que a esfera afunda. analise as afirmações. a pa tícula atinge a velocidade v. ( ) De acordo com o gráfico. no fundo do recipiente. a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é d ghA . 16 04. conseqüentemente. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ . pois a pressão atua de cima para ba ixo. ( ) À proporção que a esfera afunda. com á ea da base A. Antes do impacto da partícula. Após e co e . UFMT Uma esf era homogênea. GABARITO Em relação ao movimento da esfera. a esfera passa a afundar cada vez mais rápido. 2 Dê.

a leitu a do dinamômet o sof e um dec éscimo de 30%. e cada perna com a mesma secção reta. 1 ( ) Se um objeto flutua na água com do seu volume submerso. 01. com a face supe io fo a da água. ( ) A pres são em um ponto no fundo de um tanque que contém água em equilíbrio depende da altura da coluna de água situada acima desse ponto.U.0 g c) 10 g d) 20 g e) 30 g 17 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .33 b) 2. 56. ( ) Dadas duas ba nquetas de mesma massa.55. A fo ça que um fluido exe ce sob e as pa edes de um ecipiente é semp e pe pendicula a elas. ( ) Numa piscina cheia de água.UFPR Considerando os conceitos de pressão e empuxo. se a p essão atmosfé ica va ia de 1. ( ) O volume de um corpo maciço de forma irregular pode ser determinado mergulhando o completamente num recipiente cheio de água e medindo se o volume de água extravasado. Sendo de 1.UFRS Quando uma ped a de 200 g. o freio hidráulico e a direção hidráulica são exemplos de aplicação do Princípio d medes. ap oximadamente.E. 04.33 e) 5. que se acha suspensa em um dinamômet o. então sua densidade 3 1 é igual a da densidade da água. 08. sua dens idade elativa é meno que l. ) a) 1.0 cm. a in tensidade do empuxo é menor que a intensidade do peso do objeto. 3 ( ) Qua ndo um objeto se encontra em repouso no fundo de um reservatório contendo água.PUC-RS Cada uma das bases de um cil ind o que flutua ve ticalmente e em equilíb io na água tem 10. ( ) A pressão hidrostática no fundo de um tanque que contém um líquido de densidade ρ independe do valo de ρ. como esposta. 58.0 g/cm3 a massa específica da água. ve ifica-se que o mesmo afunda mais 2. ( ) Se uma pessoa que está fora de uma piscina entrar num barco q ue nela flutua. ( ) Num líquido em equilíbrio hidrostáti o. uma com três pernas e outra com quatro.33 c) 3.5 x 103 Pa.33 59. Dê. Qual é. Colocando um pe queno disco metálico na face supe io do cilind o. a p essão em todos os p ontos da água va ia á da mesma quantidade. pe manecendo na ve tical e em equilíb io. todos os seus pontos estão sob igual pressão.UFPR Com base nas propriedades dos líquidos. A p essão exte na exe cida sob e um líquido é t ansmitida integ almente a todo o seu volume. em g/cm3? (Conside e a massa específica da água igual a 1 g/cm3.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Se um co po se encont a totalmente s ubme so em um líquido.0 cm2. 16. da densidade do líquido. é correto afirmar. o seu empuxo independe da p ofundidade. o nível da água da piscina subirá. 57. é me gulhada intei amente na água. a massa específica da ped a. é correto afirmar: ( ) Se um corpo parcialmente submerso num fluido está em equilíbrio hidrostático. Quando um objeto flutua na água. A p essão no inte io de um líquido depende.33 d) 4. ent e o ut as g andezas.0 g b) 5. 02. assinale o que fo co eto. Ponta G ossa-PR Sob e a física dos fluidos. a soma das alte nativas co etas. ( ) A prensa hid ráulica. a de três pernas exercerá menor pressão sobre o solo. o empuxo sobre ele é nulo. é co eto afi ma que a massa do d isco metálico é de: a) 2.

e) A bolinha continua á flutuando da mesma fo ma que an tes. A flutuação d e um subma ino é egida. a t agédia oco ida com o subma ino nuclea usso Ku sk. o subma ino tende a eme gi . a balança esta em equilíb io na posição ho izontal. pode-se conclui que. Na ext emidade esque da está suspenso um pequeno cub o de metal. e e xpulsando água das mesmas. c) Ela oscila ia indefinidamente em to no da posição ho iz ontal. da hid ostática. d) As densidades da água e da bolinha aumenta ão. pelo p incípio de A quimedes. ou velocidade limite. Assinale a alte nativa inc o eta: a) Quando o subma ino mantém-se pa ado à p ofundidade constante.60. b) Ela oscila ia algumas vezes e volta ia à posição ho izontal. e) Ela acaba ia inclinada pa a a esque da. e na ext emidade di eita esta suspenso um cubo maio . de madei a bem leve. após alguns centímet os. b) A bolinha fica á. abandona-se uma esfe a m etálica no topo de um tubo de vid o cheio de água. PUC-PR Recentemente. O que acontece ia com a balança se o a eto nasse pa a o inte io da campânula? a) Ela pe manece ia na posição ho izontal. PUC-RS Numa expe iência de labo ató io de Física. o empuxo so b e ele tem o mesmo módulo do peso do subma ino. atinge velocidade const ante. FÍSICA . Cefet-PR Conside e um ecipiente com água colocado dent o de um elevado em e pouso. c) Estando as câma as de flutuação cheias de água. e a fo ça de at ito viscoso A (também chamada fo ça de a asto). basicamente. Quando o elevado estive subindo com velocidade constante: a) O empuxo sob e ela fica á maio que seu peso. UFRS Uma balança de b aços iguais encont a-se no inte io de uma campânula de vid o. c) O peso da bolinha diminui mas a sua massa não. d) Ela acaba ia inclinada pa a a di eita. e sabendo que os módulos das única s fo ças que agem sob e ela são o seu peso P. o empuxo sob e o subma ino to na-se meno em módulo que se u peso. o subma ino tende a subme gi . quando atingida a velocid ade limite: a) P = E b) E = 2A c) A = 2E d) P = 2A e) P = A 18 GABARITO IMPRIMIR 63. mas. na ve tical. conf o me a quantidade de água que a mazena em seu inte io . d) Admitindo água do ma nas câma as de flutuação. pa cialmente. Nesse ecipiente existe uma bolinha flutuando com metade de seu volume su bme so. Conside ando-s e a esfe a com massa específica duas vezes a da água. No vácuo. comoveu o mundo. U m subma ino pode navega numa p ofundidade constante. A esfe a cai. o empuxo E. que afundou no ma de Ba ents com toda a t ipulação. 62. po isso chamada velocidade te minal. de onde foi eti ado o a . eme gi ou subme gi . e) Expulsando a água do ma de den t o das câma as de flutuação.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . inicia lmente em movimento acele ado. b) O empuxo sob e o subma ino é igu al ao peso da água que ele desloca. mais subme s a que antes. confo me ep esentado na figu a. 61.

E a g aças à g ande potência dos seus moto es que o di igível “Hindenbu g” mantinha-se no a . assim. a soma das espostas co etivas. Deixando escapa pa te do gás contido nos ba lões. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 08. i sto é. o di igível pode ia desce .30 kg/m3).UFSC Leia com atenção o texto abaixo. Alcançava a velocidade de 13 5 km/h e sua massa total – incluindo o combustível e quat o moto es de 1.2 met os de diâmet o na pa te mais la ga.60 x 105 N. Se conside a mos a massa específica do a igual a 1. 04.30 kg/m3.09 kg/m3 e a = 1. O empuxo que qualque co po ecebe do a é causado pela va iação da p essão atmosfé ica com a altitude. po is é igual ao peso do volume de gás Hid ogênio contido no seu inte io . como espo sta. dent o da est utu a. Dê. O maio e mais f amoso deles foi o “Hindenbu g LZ 129” di igível cuja est utu a tinha 245 met os de com p imento e 41. que continham um volume total de 20. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Chamados popula mente de “zeppelins” em homenagem ao famoso invento e ae onauta ale mão Conde Fe dinand von Zeppelin. O P incípio de A quimedes somente é vál do pa a co pos me gulhados em líquidos e não se ve pa a explica po que um balão sobe .000 m3 de gás Hid ogên io e deslocavam igual volume de a ( Hid ogênio = 0. 02. 16. estes últimos alojados em cama otes com água co ente e ene gia elét ica. O “Hindenbu g” ascendia e mantinha-se no a g aças aos 17 balões meno es instalados no seu bojo.19 Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. É possível calcula o empuxo que o di igível ecebia do a . T anspo tava 45 t ipulantes e 50 passagei os . e a possível eduzi o empuxo e. os di igíveis de est utu a ígida constituí am-se no p incipal meio de t anspo te aé eo das p imei as décadas do século XX. 32.100 HP de p otência cada um – e a de 214 toneladas. o empuxo que o di igível ecebia do a e a igual a 2. A fo ça ascensional do di igível dependia única e exclusivamente dos seus moto es. 64.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ 64.

Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta . b 48. 14. 27. 8. 54 41. 11. 08 + 16 = 24 54. V – F – V – F – F 55. 84 33. a 47. 3. 21. 39. 9.40 Kg b) n = 20 chumbinhos 40. 36. 25. 08 + 16 = 24 53. d 63. e 62. 37. 24. 26. 1 IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . V – V – V – F – F 56. F – V – V – F – F – V 57. 12. F – F – V – F – V – F e 46. 2 3. 28. 13.6 x 104N 51. 2. 1. d 52. b 42. 15. 32. e 64. 7. 35. 02 + 04 + 08 50. 34. 16. 38. 18. 22. 6. 20. 4.6g/cm3 44. V–F–F–F–F F–F–V–V c 36 a 04 F–V–F–V a 29 c d 04 + 08 V–F–V–V–V d b 02 d 01 + 04 + 08 b a d d b b c V–V–V–F–F F–F–V–V–V a) V = 5 • 1-–5 m3 b) I ntal e mesmo sentido do movimento do peixinho 250N/m2 77 d b V–F–V–V d a) M = 0. V – V – F – V 43. 31 e 61. 17.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. 19. 31. 3/4 49. 10. 5. 29. 13. 30.

F ÍS IC A T E R M O L O G IA . Po possuí em constituição dive sa. ( ) As folhas.0 d) 11. Alfen as-MG Pa a comemo a os 500 anos do B asil. estão em equilíb io té mico podemos afi ma que: 1 a) ambos possuem a mesma capacidade té mica. Isso possibilita ao solo e às folhas aquece em-se mais que o a du ante o dia e. o vapo d’água contido no a ent a em con tato com supe fícies que estejam a tempe atu a mais baixa – abaixo do ponto de o val ho – e se condensa. U. na escala Fah enheit. ( ) À m edida que se sobe na atmosfe a. c) ambos possuem a mesma tempe atu a. nas noites de vento não há fo mação de o valho. da mesma fo ma. esolvi c ia um te mômet o. a tempe atu a diminui e a p essão aumenta. e são esf iados du ante a noi te. I. impedindo o ponto de o valho no solo. o nevoei o. Esse p ocesso é análogo à condensação do vapo d’água em to no de copos a afas gelados. ( ) O p ocesso de va po ização da água. a dife ença ent e a maio e a men tempe atu a egist ada no B asil fo de 15 g aus Celsius.E.4 e) 40 2. a geada. esf ia em-se mais que o a du ante a noite. que é a sua passagem da fase líquida pa a a fase gasosa.Te mologia. Cefet-PR Qu ando dois co pos. o solo e a s folhas são aquecidos du ante o dia pela adiação sola . citadas no texto. devido à adiação sola . g aduado na escala Celsius. 3. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) ambos possuem a mesma va iação té mica. mas que só oco em sob dete minadas condições na atmosfe a. oco e. é: a) – 25 b) – 11. Supe io de B asília-DF O o v alho. na escala Celsius. 4. O texto acima cita alguns p ocessos té mico que oco em com a água na natu eza. a neve e o g anizo são p ocessos que fazem pa te do cic lo da água. pois o vent o favo ece a t oca de calo com o meio. A inve são té mica impe de essa dispe são. há fluxo de calo pa a cima. o ponto de fusão do gelo é 1500 B. esses mate iais se aquecem ou se esf iam dife entemente. b) ambos possuem a mesmo calo específi co. e ) ambos possuem a mesma quantidade de calo . Esses fat o es p opiciam a fo mação do o valho. Com ba se nesses fenômenos. Unifo -CE Mediu-se a tempe atu a de um co po com dois te mômet os: um. têm meno calo espe cífico que o a atmosfé ico po isso se aquece e se esf iam mais apidamente. em g a nde pa te. ( ) A p esença de g avidade na Te a é essencial pa a que oco a o ciclo da água.4 c) 6. pe mitindo o acúmulo da poluição continuamente p oduzida. cuja esca la batizei de “B asil” (B). ou seja. Se. no dia 22 de ab il de 2000. Ge almente. julgue a ve acidade das afi mações a segui . Ve ificou-se que as indicações na s duas escalas e am iguais em valo absoluto. O a . e o ponto de e bulição da água é 2000 B. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S à O D E C A L O R 1. Na escala B. aumentand a p essão de vapo sob e o líquido. de mate iais dife entes e massas iguais. que dispe sa a fumaça indust ial e u bana. e out o. essa dife ença egist ada no meu te mômet o se á de: a) 1625 B b) 1525 B c) 75 B d) 15 B e) 3 B IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . ( ) Os ventos facilitam a evapo ação da água. Um possível valo pa a a tempe atu a do co po.

Se estes pontos fossem utilizados pa a calib a um te mômet o na escal a Celsius. os dois últimos pontos co esponde iam a 0°C e 35. como a massa de B é o dob o da massa do co po A. UFSE Compa ando-se um te mômet o g aduado em uma escala X com out o g aduado na escala Celsius. dent o de um ecipiente isolado te micamente: 01. co espondente a 96°.5.0 kg e MB = 2. espectivamente.4°C. Na escala X as tempe atu as de fusão do gelo e e bulição da água. GABARITO 9. ao qual estabeleceu a tempe atu a de 32°. e) – 273°C. ap oximadamente. Ponta G ossa-PR Com elação ao modelo cinético. A tempe atu a mede a quantidade de calo que um co po ecebe ou doa. a: a) – 17. segundo o qual a tempe atu a d e um co po é p opo cional à ene gia cinética de suas moléculas. como espo sta. 16. 2 7. –250°C. a ene g ia em fo ma de calo flui á do co po B pa a o co po A. obtido c om uma mistu a de gelo. co espondendo a 0°. 02 . Dê.0 kg. como esposta.Te mologia. d) 0. obteve-se: t1 = 20 X ou 10 C e t2 = 40 X ou 70 C. os possíveis valo es enc ados pelo cientista fo am: a) 32°F e –250°C d) –100 K e –250°C b) 32°F e –290°C e) –290°C F e 32°F 10. e o te ce i o ponto. 16. Unifo -CE Uma escala de tempe atu a a bit á ia X se elaciona com a escala Cels ius de aco do com o g áfico abaixo. obtido mi stu ando água e gelo.E.6°C. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . espectivamente. 01. em X. 04. c) – 57. assinale o que fo co e to. 02. 32 °F. água e sal-amoníaco. Dê. A tempe atu a de qualque escala te momét ica é associada ao ponto de fusão da água. a) – 40 e 60 b) – 40 e 100 c) 0 e 120 d) 0 e 80 e) 0 e 100 8. U. UFMT Dois co pos de fe o A e B estão. com as tempe atu a s TA = 120 C e TB = 80 C. b) – 32°C. –290°C. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po B pa a o co po A. Fatec-SP Em um labo ató io um cientista dete minou a tempe atu a de uma substânci a. sem o sal. valem. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po A pa a o co po B. inicialmente. Vunesp Pa a c ia a sua escala te momét ica. A tempe atu a não diminui indefinidamente. a tempe atu a d os dois co pos tende á a se iguala . e o p imei o ponto co esponde ia. sob p essão no mal. Quando colocados em contato té mico. As massas dos co pos são: MA = 1. a soma das afi mativas co etas. Conside ando-se as tempe atu as: –100 K. 08. a soma das alte nativas co etas.8°C. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 04. colocando o te mômet o na boca ou axilas de uma pes soa saudável. 08.6°C. A tempe atu a em que a ene gia cinética méd ia das moléculas é nula é o ze o absoluto. Gab iel Daniel Fa h enheit (1686-1736) te ia se utilizado de t ês pontos fixos: o p imei o. o segundo. é: a) 50 b) 60 c 70 d) 80 e) 110 6. Esses dados nos pe mi tem conclui que a tempe atu a da água em ebulição ao nível do ma . Tempe atu a absoluta é qualque escala associada ao ponto t íplice da água. pa a o equilíb io té mico s e alcançado o co po B cede á ene gia em fo ma de calo pa a o co po A.

c) 74. pois calo é ene gia em t ânsito. U. não podendo se a mazenado em co po algum.5°C. UFR-RJ Um co po de massa m tem tempe atu a t0. UESC-BA Dois ou mais co pos. pois o ef ige ado vai t ansfe i calo da cozinha pa a a p óp ia cozinha. o auto das f ases utiliza o conceito de caló i co pa a defini o que seja calo . isto é. atingido o equilíb io té mico. e isso não constitui um p ocesso de ef ige ação. b) 28. o p imei o ponto fixo definido po ele. 08. Dê. que a va iação de tempe atu a Dt = t – t0 = 15 C. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta   ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .9°C. pois há casos em que isso não acontece. suas pa tículas se movem apidamente e sua tempe atu a fica maio . O calo cont ibui pa a a va iação de tempe atu a dos co pos. d) –8. 15. e) –28. Qual é esta tempe atu a na escala Celsius? a) 32 C b) –273 C c) 37.7 C ¨ Avança ¨ FÍSICA . nas escalas: a) Kelvin b) Fa enheit 14. o s valo es de 0 (ze o) e 10 (dez) co espondem espectivamente a 37°C e 40°C. A espeito dessa s f ases. c) se á alcançado. Pa a não senti tanto calo . Neste caso. o auto das f ases está e ado ao afi ma que o co po se dilata quando abso ve calo . 03) o mesmo calo especifico.5°C.E. com a tempe atu a ambiente na ma ca d os 38 C. GABARITO 16. Seu Onó io te ia de pe manece bastante tempo na cozinha de sua casa. A tempe atu a no inte io da geladei a é de ap oximadamente 0 C. é co eto afi ma que: 01. o auto das f ases confunde calo com o conceito de ene gia cinética média das molécula s. pois calo e tempe atu a são entidades completamente dife entes e não elacionadas de fo ma alguma. dete mine quanto co esponde esta va iação de tempe atu a. se eleva. então. b) não se á atingido. tanto a cozinha como o seu p óp io ef ige ado te ão suas tempe atu as elevadas. A análise dessa situação pe mite dize que o objetivo de Seu Onó io: a) se á alcançad pois o ef ige ado vai faze o mesmo papel de um condicionado de a diminuindo a tempe atu a da cozinha. espectivamente. o 0 F. A tempe atu a de mesmo valo numé ico em ambas escalas é ap oximadamente a) 52.5°C. UFMT Conside e as seguinte afi mativas: a) Tempe atu a é a quantidade de calo existente em um co po. Este co po é aquecido até atingi uma tempe atu a t. Dete mine a tempe atu a qu e nesta escala co esponde a 313 K.3°C. 02. UFRN Num dia quente de ve ão. a soma das afi m ativas co etas. ao atingi em o equilíb i té mico ent e si. com a po ta do ef ige ado abe ta. 16. pois. a cozinha te á sua tempe atu eduzida pa a 19 C. 3 13. ele esquenta e dilata.11. Lond ina-PR Quando Fah enheit definiu a escala te momét ica que hoje leva o seu nome. o conceito de tempe atu a está e ado. ap esentam: 01) a mesma ene gia té mica. Ve ifica-se. um estudante de medicina c iou sua p óp ia escala linea de tempe atu as. 04. 04) a mesma capacidade té mica. o auto das f ases está e ado ao afi ma que os co pos possuem cal o . ITA-SP Pa a medi a feb e de pacientes.7 C 212 C e) –17. Nessa nova escala. como esposta.Te mologia. 17. esolveu deixa a po ta do ef ige ado abe ta. 05) a mesma tempe atu a. pois. b) Quando o calo de um co po aumenta. sem vento. IMPRIMIR d) não se á atingido. 02) a mesma quantidade de calo . co espondia à tempe atu a obtida ao se mistu a uma po ção de clo eto de amônia com t ês po ções de ne à p essão de 1 atm. 12. no intuito de esf ia a cozinha. ao ecebe em calo de Seu Onó io. UFR-RJ Uma escala a bit á ia adota os valo es –10 X e 190 X pa a os pontos de fusão do gelo e ebulição da água.

Um fu o feito na base das g a afas pe mitiu-lhe at avessá-las com a manguei a. suposto constan o comp imento da ba a a 70 C se á: a) 100. b) o p ocesso d e t ansfe ência de ene gia de um co po pa a out o. Santa Ma ia-RS Calo é: a) a ene gia contida em um co po. d) faz sentido. num dia de calo . alguém suge e que sejam envolvidas num g osso cobe to pa a evita que de etam demais. ( ) As ga afas plásticas no dispositivo do S . ( ) Em um dia nublado. U.4. Luno funcionam como uma supe fície efleto a pa a as adiações inf a-ve melhas o iundas da manguei a aquecida. não alte ando a apidez com que o gelo de ete.Te mologia. a caixa d’água de sua casa. eta dando o seu de etimento. de etendo-o ainda mais dep essa. em um dia sem nuvens.060 cm d) 10 0. pois o cobe to não f o nece nem abso ve calo ao gelo. fo mando um longo cola . como most a a figu a abaixo. p eocupado com a necessidade de abastece sua esidência com água aquecida pa a se usada na pia da cozinha e pa a o banho das pess oas de sua família. 21. Pa a seu o gulho e aleg ia. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. c) um fluido invisível e sem peso. d) a t ansfe ência de tempe atu a de um co po pa a out o . Essa sugestão a) é absu da. 19. Com uma das pontas da manguei a me gulhada em um lago p óx imo à esidência e a out a ext emidade atingindo.680 cm e) 100.10–5 C–1. fazendo com que ele de eta ainda mais dep essa. Como as ba as chegam com algumas ho as de antecedência. U. ele pôde ve ifica que a tempe atu a da água ao sai pelas to nei as atingia 45 C.168 cm b) 100. eta dando o seu de etimento. ( ) A tempe atu a da água na saída das to nei as pode ia se maio que 45 C se a caixa d’água fosse evestida exte na mente com uma camada g ossa de isopo .São Ca los-SP Um g upo de amigos comp a ba as de g elo pa a um chu asco. a 7 m de altu a. 4 b) é absu da.240 cm c) 100. o mesmo esultado se ia esp e ado caso fosse usada uma manguei a de co cla a. Dado o coeficiente de dilatação linea do alumínio 2. ele conseguiu o sup imento de água aquecida de que necessitava. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . e) o p ocesso espontâneo de t ansfe ência de ene gia do co po de meno tempe atu a pa a o de maio tempe atu a. ( ) Pa a pode eleva a água de sde o nível do lago até a ent ada da caixa d’água. po que o cobe to dificult a a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. e) faz sentido. GABARITO Com elação à situação ap esentada. po que existe uma dife ença de te mpe atu a ent e eles. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gel o. UnB-DF O ag iculto Luno Russo.18. que e t ansmitido po con dução de um co po pa a out o. c) é inócua.F.200 cm 20. const uiu um dispositivo valendo-se de uma manguei a longa de co p eta e ga afas plásticas vazias de ef ige ante. po que o cobe to vai aquece o ge lo.F. UEMS O comp imento de uma ba a de alumínio é 100 cm a 0 C. é necessá io o uso de um sistema de bomb amento. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . julgue os seguintes itens.

impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. Itajubá-MG Uma escala termométrica “T” elaciona-se com a escala Celsius (C) confo me o g áfico ao lado. b) a lã é bom isolante té mico.10–6 25. usam oupas de lã b anca. d) a lã é natu almente quente (embo a esteja abaixo de 50 C) e. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. pa a se p otege em do intenso ca lo da atmosfe a. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ajudando a esf iá-los ainda mais. UESC-BA Substância Cob e Alumínio Inva Zinco Chumbo Coefici ente de dilatação linea ∝ ( C–1) 17.57 e) –20 e 100 5 GABARITO 24.M.10–6 29. UFRN Ce tos povos nômades que vivem no dese to. con tudo.10–6 23. espectivamente. assinala 2°C pa a a f usão da água e 107°C pa a sua ebulição. Sendo θE o valor lido no termôm mal graduado e θC o valor correto da temperatura. a função de correção do valor lido é: 50 0 (θE – 2) d) θC = (θE – 2) a) θC = 51 21 20 21 b) θC = (2θE – 1) e) θC = (θE – 4) 22 20 30 5 23. O p ocedimento dos povos do dese to pode.43 e 63. se explicado pelo fato de que: a) a lã é natu almente quente (acima de 50 C) e.10–6 IMPRIMIR Um fio de 5 m de comp imento. e o b anco abso ve bem a luz em todas a s co es. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. enquanto o b anco é uma “co f i a”. pois. 25. A pa ti dessas info mações e da tabela acima. sob p essão no mal. À p essão no mal quais são. usamo s a lã pa a nos p otege mos do f io. e o b anco eflete bem a luz em todas as co es. Essa atitude pode pa ece -nos est anha. c) a lã é bom isolante té mico. ajudando a efleti o cal o que vem de fo a. no B asil. F. ap esenta uma dilatação de 10. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. no dese to. Mackenzie-SP Um te mômet o mal g aduado na escala Celsius.7. onde as tempe atu as du ante o dia podem chega a 50 C. no dese to.Te mologia. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15.51 d) 11. constata-se que o fio é de: 01) cob e 04) zinco 02) alumínio 05) chumbo 03) inva ¨ Avança ¨ FÍSICA . os valo es da t empe atu a de fusão do gelo e ebulição da água na escala T. 67 e 70.22. quando submetido a uma va iação de tempe atu a igual a 120 C. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais.10–6 0. e o b anco também é uma “co quente”.2 mm.

d) gelo e água e) apenas gelo a 0°C. ap oximadamente . Qual e a.2 g 27. Dado: c = 1.18 J/(g. em g amas. contendo água à tempe atu a ambiente (25°C). são colocados 2 cubos de gelo a 0°C. oco e am t ês t ansições de fase. 29. Um ce to tempo após ecebe 16.Te mologia. pode-se afi ma que: ( ) no p imei o minuto. UFRS Uma mistu a de gelo e água em estado líquido. b) cada passo co esponde a 1 m e a elevação do co po a 1 0 cm.3 g c) 47.8 g d) 72. que o calo de t ansfo mação tem o valo de Lf = 333 x 103 J/kg e que o siste ma está pe feitamente isolado. 2) Conside e que 1 cal eqüivale a 4 J. a mistu a acha-se completamente t ansfo mada em água líquida a 20 C. A tempe atu a da água passa a se . ao se atingido o equilíb io. have ia no copo: a) apenas água acima de 0°C. UFMT Calcule o núme o mínimo necessá io de ba as de chocolate pa a p ove o co po de uma pessoa de 70 kg de ene gia suficiente pa a anda 10 km. dete mina a massa. c) gelo a 0°C e água acima de 0°C. ( ) a tempe atu a da ág a pa a t = 2 min é 80 C. não oco eu ab so ção de calo .0 cal/g C. ( ) a potência da fonte té mica é de 16 kcal/min. Unioeste -PR Uma amost a de gelo.26. ap oxim adamente. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFGO No g áfico.. a massa de gelo contida na mistu a inicial? Dados: • calo de fusão do gelo = 334. • calo específico da água = 4. Suponha ue a fonte fo neceu ene gia té mica a uma potência constante desde o instante t = 0. 28. enc ont a-se à tempe atu a de 0 C. A pa ti desta quantida de de calo . fossem colocados 4 cubos de ge lo iguais aos ante io es. está ep e sentada a va iação da tempe atu a em função do tempo de uma massa de 200 g d’água.000 J de calo . 4 J/g. Nas mesmas condições se. com massa total de 100 g. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . C). de massa m igual a 30 g. Conside a que o calo específico do gelo tem o valo constante de cgelo = 2220 J/ (kgK). te micamente isolado.8 g e) 77. de 1°C. 30. a) 22.8 g b) 38. do gelo que pe manece á neste estado. b) apenas água a 0°C. está i nicialmente à tempe atu a de -10°C e ecebe 2997 J de calo . e que toda essa ene gia foi utilizada pa a aquece a água. em vez de 2. GABARITO Analisando-se o g áfico. ( ) de 0 a 9 minutos. conside ando-se que: a) a pessoa gasta ene gia exclusivamente pa a vence a fo ça da g avidade. Fuv est-SP Em um copo g ande. 6 Dados: 1) Conside e que cada ba a de chocolate p opo ciona um sup imento ene géti co de 500 kcal.

c) O disco passa pelo o ifício. nessa situação. a densidade da água aumenta. d) Nem o disco nem o anel se encaixam mais no o ifício. ( ) Os ecipientes de v id o fechados com tampas metálicas são mais facilmente destampados. Inicialmente. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma geladei a até alcança em o equilíb io té mico com ela.Te mologia. sob p essão no mal. todos os co pos encont avam-se à mesma t empe atu a e. sob p essão no mal. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitament e no o ifício da placa. Em seguida. UnicapPE Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). podemo s conclui que. Depois de eti a o mat e ial da geladei a. ( ) Ao passa d e 1 C pa a 4 C. quando o conjunt o é subme so em água quente. não. pois ambos aumenta am de tamanho. Juiz de Fo a-MG A umidade elativa do a pode se avaliada at avés de med idas simultâneas da tempe atu a ambiente. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel co ntinuam encaixando-se no o ifício na placa.F. e) Nem o disco ne m o anel se encaixam mais no o ifício. U. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . O p imei o te mômet o é exposto di etamente ao ambiente. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate ial da placa. 32. ap oximadamente. Em seguida. d) O te mômet o de bulbo úmido in dica á uma tempe atu a mais baixa que o de bulbo seco quando a umidade elativa do a fo baixa. 33. Isso se deve ao fato de o vid o dilata -se mais que o m etal. 7 b) O te mômet o de bulbo seco indica á semp e uma tempe atu a mais baixa que o de bu lbo úmido. concluímos que os co pos B e C possuem a mesma tempe atu a. a dilatação sof ida po uma ba a de a lumínio é semp e maio do que a va iação sof ida po uma ba a de fe o. quando ambos são sujeitos à mesma va iação de tempe atu a. b) O anel encaixa-se no o ifício. a placa. podemos afi ma que: a) Os dois te mômet os indica ão semp e a mesma tem pe atu a. c) O te mômet o de bulbo úmido indica á uma tempe atu a mais alta que o de bu lbo seco quando a umidade elativa do a fo alta. mas o segundo tem seu bul bo (onde fica a mazenado o me cú io) envolvido em algodão umedecido em água (veja a fi gu a). mas o anel. Nesse caso. 373 K. pois ambos diminuí am de tamanho. ( ) A tempe atu a de ebulição da água. não. IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . ( ) Como o coeficiente de dilatação do alumínio é maio do que o do fe o. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou u m disco de aio . obtidas usando dois te mômet os dife entes . pa a uma va iação de tempe atu a. é de. mas o disco.31. ( ) Se um co po A encont a-se em equilíb i o té mico com os co pos B e C.

em quilocalo ias. enquanto o fu o diminui. UEMS Um estudante bebe 2 lit os de água a 10 C po dia. Conside e que todo o calo ge ado pelo at ito no movimento seja gasto na fusão da neve.Te mologia. Co m o aumento da tempe atu a. (Tempe atu a do co po humano: 37 C) a) 54000 kcal b) 5400 cal c) 74 kcal d) 5 kcal e) 54 kcal 39. espectivamente. d) a chapa tende a aumenta . ambos a -1 C.°C) e 8000 0 J/kg. 35. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ . e suponha a acele ação da g avidade igual a 10 m/s2. cujo calo latente de fusão é 3. Pa a isso. Robe to p etende toma um copo de água b em gelada. ambos a 0 C. Sabese que o calo específico e o calo latente de fusão do gálio são. como indica o g áfico. Des p ezando-se a evapo ação antes da fe vu a. Unifo -CE Uma chapa de fe o. U.0 cal/g C. com um fu o cent al. 410 J/(kg. Dete mine a massa de neve fundida após o es quiado desce 90 m na encosta. toda a água te á se esgotado? T (°C) (Conside e que o calo de vapo ização da água é a de 540 cal/g) 60 a) 18 minutos b) 27 minutos c) 36 minutos d) 45 minutos e) 54 minutos 1 2 3 4 5 t(min) 50 40 30 IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . 36. po dia. quanto à á ea: a) tanto a chapa com o o fu o tendem a aumenta . d) 1200 g de água a 0 C. e nquanto o fu o se mantém. enquanto o fu o diminui. com velocidade const ante. coloca. é int oduzida num fo no. devido unicamen te à ingestão de água. abso ve pa a fundi -se integ almente quando colocado na mão de uma pessoa? b) Const ua o g áfico t (°C) x Q (J) que ep esenta esse p ocesso. Robe to obte á: São dados: • calo específico da água = 1 cal/g C • calo espec o gelo = 0. b) 1180 g de água e 20 g de gelo. c) 1100 g de águ a e 100 g de gelo. o bse vando-se uma va iação da tempe atu a da água com o tempo. Espe ando pelo equilíb io té mico.F. b) tanto a chapa como o fu o tendem a diminui . ele pode liquefa -se intei amente quando colocado na palma da mão de uma pessoa. num ecipiente te micamente isolado e de capacidad e té mica desp ezível. uma encosta com inclinação de 30 em elação à ho izontal. a) Qual a quantidade de calo que um f agmento de gálio de massa 25 g. supondo que ele comece a 10°C e te mine quando o f agmento de gálio se funde integ almente. 1000 g de água a 15 C e 200 g de gelo a -6 C. é co eto afi ma que.6 x 105 J/kg. à p essão no mal. 8 GABARITO 38. e) a chapa se mantém. ini cialmente a 10°C. dete mine a qua ntidade de calo pe dido pela pessoa. e) 1200 g de água a 1 C. ambos a 0 C. Conside ando que um lit o de água eqüivale a 1000 g amas e que seu calo específico é 1. Vunesp O gálio é um metal cujo ponto de fusão é 30°C. em quanto tempo. Pelotas-PR Num dia muito quente. UFPR Um esquiado desce. po isso. aquece-se água.34. a pa ti do começo da ebul ição. Exp esse o esultado em g amas. c) a chapa tende a aumenta . Fuvest-SP Em uma panela abe ta. A massa do esquiado e de eu equipamento é 72 kg.5 cal/g C • calo latente de fusão do gelo = 80 cal/g a) 1020 g de água e 180 g de gelo. 37.

d) I. A e B podem te calo es específicos dife entes e a mesma capacidade té mica. A va iação no volume de gasolina foi de 0. O efeito de dilatação nos sólidos é um esultado do aumento da distância ent e os átomos que os constituem. todos os co pos encont avam-se à mesma tempe atu a e. 41. UFMA A va iação de tempe atu a de um co po (sólido.40. b) Somente II é ve dadei a. U. com capacidade pa a 60 lit os de gasolina. em média. Em seguida. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel continuam encaixa ndo-se no o ifício na placa.Te mologia. apenas. pa a cada va iação de 1 C. c) O disco passa pelo o ifício. A e B podem te o mesmo calo específ ico e dife entes capacidades té micas. apenas. Depois de um ce to tempo. ve ificou que . II. mas o anel. e) Todas são fal sas. A dilatação eal da gasoli na foi meno que a dilatação do tanque.0 d) 2. na p opo ção de 1/100000. Inicialmente. analise as afi mativas a segui : I. pois ambos aumenta am de tamanho. líquido ou gasoso) p oduz vá ios efeitos impo tantes que inte fe em em nossa vida diá ia. em centímet os. II e III são ve dadei as. 43. c) Apenas II e III são ve dadei as. c) Somente I e II são ve dadei as. linea mente.5 42. c) III. pois ambos diminuí am de tamanho. n essa situação. II e III 9 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . d) Nem o disco nem o anel se encaixam ma is no o ifício. À noite. apenas. Conside e que o aço dilata-se. UERJ Uma to e de aço. e) Nem o disco nem o anel se enc aixam mais no o ifício. Em seguida. a va iação de mp imento da to e. III. d) I. II. Estão co etas: a) I e II. Ma que a alte nativa co eta: a) Soment e I é ve dadei a. tem altu a de 50 m quando a tempe atu a ambiente é de 40 C. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate i al da placa. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitamente no o ifício da placa. PUC-PR Conside e as afi mações abaixo sob e dois co pos A e B de massas dife entes: I. b) O anel encaixa-se no o ifício. se elevou de 10 C e uma quantidade de gasolina havia ento nado. Sabendo que o coeficiente de dilatação volumét ica da gasolina é igual a 0. supondo que a tempe atu a caia pa a 20 C. se á de: a) 1. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou um disco de aio .5 4 lit os. Como a aio ia das substâncias líquidas. uma pes soa deixou o automóvel estacionado ao sol. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma gelad ei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. a água diminui sua densidade quando aquecida de ze o a 100 C.0009 C –1. não. Ube aba-MG/Pias Tendo enchido complet amente o tanque de seu ca o. II. men o é a capacidade do co po abso ve calo . Quanto maio a capacidade té mica de um co po. Depois de eti a o mate ial da gelade i a. b) Apenas I e III são ve dadei as. não. III. Pode-se afi ma : a) Apenas I e II são ve dadei as.0 b) 1. A quantidade de combustível que ext avasou do tanque ep esenta a dilatação eal que a gasolina sof eu. mas o disco. b) II e III. III. 44. d) Todas são ve dadei as. A e B podem te o mesmo calo específico e a mesma capacidade té mica.5 c) 2. u sada pa a t ansmissão de televisão. e) Apenas I é ve dadei a . a placa. Em elação às seguintes afi mações: I. tempe atu a ambiente.

Em um dese to a tempe atu a é mui to elevada du ante o dia e sof e g ande edução du ante a noite. 48. 1 m3 = 1000 . pois a evapo ação do suo consome ene gia do co po humano. a água pá a de fe ve e a estudante nota que esta am 0. o c alo é t ansmitido po condução. A água é usada pa a ef ige a os m oto es de automóveis. os pontos co espondentes à tempe atu a inicial. A convecção. cujo cal o latente é de 2. ( ) A maio ia dos líquidos e gases possui baixa conduti vidade.45. calcule quantas vezes o lago Pa anoá. Tempe atu a de ebulição da água na egião: te = 10 0°C. a soma das alte nativas co etas. a) Faça o esboço do g áfico x Q (J) que ep esenta esse aquecimento. é a fo ma p edominante de t ansmissão de calo nesses meios. como esposta. 46. Conside ando que essa ene gia é p oveniente da condensação de vapo d’água. supondo que esse lago é capaz d e a mazena 1012 kg de água. Calo latente de vapo ização da água: Lv = 2300000 J/kg.Te mologia. a sua dilatação e a dilatação da água. ou seja.0 de águ a num ecipiente g aduado. 47. po que a a eia tem um calo específico muito elevado. ( ) Se as moléculas de um meio mate ial vib am. a tempe atu a ambiente de 20°C. IMPRIMIR b) Suponha que toda a água que falta tenha sido vapo izada. em média. Densidade (massa específica) da água: dA = 1000 kg/m3. em B asília. ( ) A condução é o modo pelo qual o calo é t ansfe ido at avés de um meio mate ial com t ansfe ência simultânea de maté ia. Desp eze o calo abs o vido pelo ecipiente. temos uma lâmina bimetálica composta de chumbo e b onze. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. 49. UFMT Sob e as dive sas fo mas de p opagação de calo . pode s e p eenchido pela água condensada em um fu acão típico. 16. ¨ Avança ¨ FÍSICA . e o coloca pa a fe ve num fogão de potência constante. caso exi sta. a lâmina bimetálica ap esenta a cu vatu a ao lado: Explique po que a lâmina se encu va.80 de água no ecipiente. São dados: Calo específico da água: ca = 4200 J/(kg. 08.5 x 106 milhões de kWh (1. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . coladas à tempe atu a T0. cujos coefici entes médios de dilatação linea são espectivamente ∝p = 2.°C) . UnB-DF Sabe-se que a ene gia associada a um fu acão típico é. po que o seu calo específico é maio do que o das out as substânc ias. as va iações de tempe atu a ent e o dia e a noite são p equenas ou bem meno es do que em um dese to. à tempe atu a e quantidade de ca lo abso vida no início da ebulição e à tempe atu a e quantidade de calo quando a água é ti ada do fogo.257 kJ/kg. em Flo ianópolis. 04. l/g°C. Quando eti a o ecipiente do fogão. Vunesp Uma estudante põe 1. Qual a ene gia despe d içada nesse p ocesso? Justifique. Devido à p oximidade de g andes massas de água. po oco e somente nos líquidos e gases. a água numa panela fe ve a uma tempe atu a maio se ela estive destampada. Desp eze a pa te f acioná ia de seu esultado. pelo meno s. Dê. UFR-RJ Nas ilust ações das figu as.26 x 1016 kJ). julgue as afi mativas . o seu volume aumenta e a sua densidade diminui. A t anspi ação é um mecanismo de cont ole de temp e atu a. Em um mesmo local. equivalente ao consumo anual de ene gia elét ica nos Estados Unidos da Amé ica.9 × 10–5 cal/g°C e ∝b onze = 1. 02. Coloque. Quando uma ce ta massa de água é aquecida de ze o g au a 4 g aus Celsius. 32. 3. b 10 GABARITO Ao se aquecida até uma tempe atu a T > T0. onde t (°C) é a tempe atu a da água contida n o ecipiente e Q (J) é a quantidade de calo abso vida pela água.

o álcool etílico é líquido. concluímos que o comprimento d tubul ção v riou de 60 mm. o mercúrio é vapor. Se o de coeficiente de dilatação té mica do aço va le 1. quando a tempe atu a é de 20 C. podemos concluir que a barra A é m ais comprida do que a barra B. diminui. em função da temperatura T. ( ) Se as barras são feitas do mesmo material. ( ) Uma tubu lação de vapor de aço (α ço = 1. Ponto de Ebulição (ºC) 357 184 100 78 59 −196 −269 11 Substância Mercúrio Iodo Água Álcool Etílico Calor de Vaporização (cal/g) 65 24 540 200 44 48 6 GABARITO Bromo Nitrogênio Hélio Analisando a tabela podemos concluir que: a) o bromo passa de líquido para vapor e m 44 C. UFPB Um poste de iluminação pública. Ao meio-dia. UFGO A temperatura é uma das grandezas termodinâmicas cuja variação pode alterar as propriedades térmicas de substâncias.2 x 10–5 ºC–1) com 50 m de comprimento sofre um v ri ção d tur de 100 k. um grama de nitrogênio requer o dobro de calorias que um grama de iodo. Unicap-PE O g áfico da figu a ao lado ep esenta a va iação do comp imento (∆ ) de duas barras A e B.50. o processo de propagação de calor ocorre por convecção térmica. c) para vaporizar 50 g de hélio. e) na temperatura ambie nte. FURG-RS A t bel seguir mostr os pontos de ebulição e os c lores de v poriz ção (à pressão de 1 tm) p r 7 substânci s diferentes. ( ) Nos ferros elétricos. b) para passar para vapor. 09 0 m b) 20. a te mpe atu a do poste se eleva pa a 50 C. ( ) a temperatura é a medi da da quantidade de calor de uma substância. se á: a) 20.150 m e) 21. Assinale verdadeira ou fa lsa: ( ) devido a uma diferença de densidade entre as partes de um fluido (líquidos. sob a ação do sol.500 m c) 20. d) na temperatura em que a água ferve. ( ) Ao ser quecid de 1ºC 6ºC. tem um comp imento de 20.000 m du ante a mad ugada. 009 m 51. umen t e. densid de d águ . então o comp imento do poste. dilatação e transmissão de calor ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡   ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡   ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ .5 x 10–5/ C. feito de aço. ( ) Os cabos metálicos usados na construção civil devem possuir coeficiente de dilatação aproximadamente igual ao do concreto. que se b sei n dil t ção de lâmin s bimetálic s.015 m d) 20. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. 52. utiliz -se um dispositivo ch m do de termost to. ( ) a c apacidade térmica depende do estado de agregação da substância. p r control r temper tur . ao meio-dia. inici lmente. em seguid . 53. são necessárias 600 calorias. sob pressão norm l. logo. gases e vapores).

e. a temperatura é uma das m enos conhecidas. é correto concluir que. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. ( ) Considerando que a condutividade térmica é a mesma em qu alquer ponto da crosta da Terra.030 d) 0. sólido. em cal/g C: a) 0. aparece como uma tira delgada no canto esque rdo do gráfico. A crosta.0 d) 11 e) 13 55.040 e) 0. basicamente.0 b) 7. Depois. que é a camada mais externa. não existiu fl uxo de calor do interior para a crosta terrestre. nesse período.010 b) 0. líqui do. O estudante conclui corretamente que o calor específico do chumbo. de ferro. limite do núcleo exterior. UnB DF De todas as propriedades físicas da Terra. Essa temperatura é de aproximadamente 6000 C.050 12 2. um estudante verificou que cert a chama de um bico de Bunsen eleva de 10 C a temperatura de 200 g de água em 4. pode se estimar que a temperatura no interior d a crosta aumenta com a profundidade em mais de 10 C/km. Com base no texto. O calor latente de fusão do chumbo.54. ( ) É correto inferir que e xistem correntes de convecção no núcleo exterior da Terra.E. Haja vista existirem muitas evidências de que o núcleo da Terra é formad o. 1. O gráfico ao lado é uma estimativa de como varia a temperatura no i nterior da Terra em função da profundidade. obteve dados para a construção da curva de aquec imento de 500 g de pequenas esferas de chumbo.020 c) 0. ju lgue os itens a seguir. só te m 30 km de espessura média. é correto inferir que a temperatura de fusão do ferro aumenta com a pressão. em cal/g. Londrina PR Para ter um padrão de comparação. antes de se fundir vale. U.0 c) 9. UEMS Uma pessoa agachada perto de uma fogueira de festa junina é aquecida mais significativamente por: a) condução d) condução e irradiação b) convecção e) condução e co radiação 56. ( ) Sabendo que as temperaturas mostradas no gráfico têm se mantido constantes no d ecorrer dos últimos milhões de anos. usando a mesma chama. dilatação e transmissão de calor   ¦     ¦   ¦ ¦ . a temperatura do ponto A.0 min utos. ( ) Sabendo que tanto o núcle o exterior quanto o interior são formados de ferro e que a pressão cresce com a prof undidade. e do núcleo interior. assim. é igual a: a) 5. deve ser igual à do ponto de fusão do ferro sob a pres são aí predominante.

de comprimento inicial L0 e área de seção reta A (ve r figura a). uma delas é que a temperatura da água com a qual os copos foram lavados: a) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de d entro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. UFC Uma barra de aço. que o tanque dilatou e que a gasolina custou R$ 1. em função da temperatura T. com temperatura de 10 C. a) Calcule o valor da con tante E para o aço em que tão e expre e ua unidade . Ttriângulo Mineiro MG ona de casa lava dois copos de materiais diferentes e. mas o copo de dentro tem coeficiente de dilat ação maior que o de fora.00 x 10–5 c) 3. O ponto R. 13 d) era igual à temperatura ambiente. UFR RJ Pela manhã. c) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação menor que o de fora. cilíndrica. Sabendo se que o combustível extravasou. deformação relativa) para o qual há ruptura da barra.1 10–3 C–1 58. Depois de algum tempo em que a temperatura ambiente permanece constante.00 x 10–5 GABARITO 60.Termologia.00 x 10–5 e . Logo após o abastecimento deixou o carro no mesmo local. F. aplicada conforme mostrado na igura b.M. b) Qual a porc entagem de alongamento da barra no ponto em que ela atinge o rompimento? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em C–1? a) 1. dada por σ = E Lo módulo de ela tici dade ou módulo de Young. O gráfico da figura c mostra como varia a tensão s (força de tração por ∆L L − L o idade de área de seção reta) versus deformação relativa.00 x 10–5 b) 2.00. só voltando para buscá lo mais tarde. dilatação e tran mi ão de calor Avançar ¦ © © ¦ © ©   ©© §   © ©© ©   © ¦ ¦ © ©   © ¦ . coloca u m dentro do outro. logo em seguida. quanto João perdeu em dinheiro? Dado: Coeficien te de dilatação térmica da gasolina igual a 1. mas o copo de dentro te m coeficiente de dilatação menor que o de fora.10 o litro. Qual o coefic iente de dilatação linear da barra. = . ela nota que eles estão presos e não consegue separá los. indica o pa r de valore (ten ão. b) era mais alta que a tempe ratura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. é deformada pela ação de uma força de tração F. 59. quando a temperatura atingiu a marca de 30 C. João encheu completamente o tanque de seu carro com gasolina e pagou R$ 33. UFPE O gráfico abaixo apresenta a variação do comprimento L de uma barra metálica. marcado obre a curva da figura c. e) era igual à temperatura ambiente.00 x 10–5 d) 4. Dentre as muitas explicações possíveis para esse fato. em que a constante E é conhecida como e deformação relativa. O trecho da Lo Lo curva compr eendido entre os pontos O e P corresponde a uma relação linear entre tensão ∆L .57.

maior erá a quantidade de calor que poderá er cedida ao macarrão e.14 61. pelo meno . pode er tran f erida de um corpo a outro de vária forma . como re po ta. poi a capacidade térmica da água não depende da ma a. con eqüentemente.Termologia. O macarrão cozinha tão rapidamente em 1 litro como em 5 litro de água. feita de barro. UFMT Caju. ( ) No interior do Paí é muito comum a utilização de moringa . a alegação do u uário é que ela mantêm a água fre quinha. predominantemente por meio do proce o de condução térmica. julgue a propo içõe . o grau de a gitação molecular tende a permanecer con tante. 63. Depoi de derretido. Quanto maior a quantidade de água ferv ente na panela. a temperatur a do chumbo varia. expo ta à radiação olar direta durante algum tempo. o que importa é a temperatura e não a ma a da água. 62. a cau a de e aquecimento é a conver ão de energia lumino a em energia tér mica. da temperatura inicial e do calor e pecífico do macarrão. para manter ua temperatura de ebulição e ceder energia para o macarrão e para o mei o ambiente. 02 . 32. Para fazer i o. a oma da alternativa correta . A argumentação apre entada é pro cedente. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © ©© © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © ©© ©© © © © ©© © © ©© © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © . A quantidade de calor que deverá er cedida pela água fervente para o macarrão atingir a temperatura de equilíbrio depende da ma a. o chumbo líquido é colocado dentro de uma forma. co tuma moldar eu próprio chumbo de pe caria. a umindo a forma de ejada. ( ) Quando colocamo um ovo para cozinhar. ou bilha d’á . atravé da panela . o ovo e a quece devido à tran ferência de calor da água para ele. a águ e aquece. podendo provocar variado efeito no corpo que a recebem ou perdem. ao e cozinhar macarrão. Para o cozimento d o macarrão. 5 litro de água. o macarrão recebe calor e ua temperatura aume nta até ficar em equilíbrio térmico com a água. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A im. ( ) Durante a olidificação.e novamente. em muito rigor denominada genericamente calor. em uma panela de tampada em Florianópoli . 16. que go ta de pe car. i o e deve ao fato de que o metai ão mai frio que a madeira . poi a t emperatura máxima de cozimento erá 100ºC. ( ) O chumbo cede calor para o ambiente e olidifica . e creva V para a afirmativa v erdadeira ou F para a afirmativa fal a . A água ganha calor da chama do fogão. Ao er colocado na água fervente. em nece idade de geladeira. 04. a temperatu a inferior à do ambiente. A re peito do a unto a inale a( ) propo ição(õe ) correta( ) : 01. coloca um pedaço de cano de chumbo dentro de uma lata e deixa-o por algum tempo na chama forte de um fogão . Dê. ( ) Durante a olidificação. ( ) Quando uma garrafa de vidro tran parente conte ndo água é colocada ao ar livre. UFSC Recomendam algun livro de culinária que. Católica-DF A energia térmica. ( ) Quando e levanta. A e e re peito. deve. 08. A capacidade térmica do macarrão varia com a quantidade de água u ada no cozimento. coex i tem a fa e líquida e ólida do chumbo. mai rápido cozinhará. uma pe oa ju lga (ao contato do pé nu ) que o chão de madeira do quarto apre enta temperatura uperior à da maçaneta metálica (ao toque da mão). de acordo com a receita para 500 g de macarrão ão nece ário . ( ) No proce o de olidificação. 64. A partir de a fa e. para que cozinhe rapidamente e fiqu e firme.e fazê-lo em ba tante água – não meno do que um litro de água para cada 100 g – e omente p o macarrão na água quando e ta e tiver fervendo. e e ju tifica pela evaporação. U. perdendo calor para o ambiente. imer o em água quente. ( ) O aumento de temperatura que a água ofre ao pa ar po r um chuveiro elétrico funcionando adequadamente e deve à pa agem da corrente elétri ca pela água.

o e tanho não ab orve calor. o e tanho e apre enta totalmente no e tado líquido. Calor latente é o calor cedido ou ab orvido. IV. ( ) Entre 100 e 200 do início da experiência. O calor e pecífico da água vale 1 cal/g.Termologia. d) III e IV e tão correta . III e IV e tão correta . num recipiente que contém um termômetro e o aquece ob pre ão con tante. c) do caminho livre médio.7 kcal. ( ) A temperatura do e tanho no in tante 300 do início d a experiência é igual a 673 K.ºC. Capacidade térmica é o quociente entre a ma a do corpo e o calor e pecífico. Calor en ível é o calor cedido ou ab orvido. Com ba e no enunciado e no gráfico .4 W e ó ão gerado enquanto o u uário fala a telefone. ão feita a eguinte afirmaçõe : I. ( ) Entre 100 e 20 0 do início da experiência. b) condutividade térmica. d) c alor e pecífico. Então. uma potência de 0. UFR-RJ Sobre calorimetria de uma dada ub tância. podem te r o(a) me mo(a): a) capacidade térmica. 65. Con iderando que o corpo huma no é formado ba icamente por água.e afirmar que: a) I e I I e tão correta . pode. b) I e III e tão correta . provocando um corre pondente aumento da temperatura do corpo. c) den idade. I II. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © . e time o tempo total de conver ação nece ário para que um u uário de 60 kg tenha um acré cimo de temperatura de 1ºC. provocando mudança de fa e. Sobre a afirmativa acima. 15 GABARITO 68. é correto afirmar: ( ) A temperatura de fu ão do e tanho é 232ºC. no primeiro 100 da experiência. O inai emitido pelo celulare têm. Con idere que apena 50% da ene rgia emitida pelo celular eja re pon ável pelo referido aumento de temperatura (1 cal = 4. A quantidade de calor cedida ou recebida é o quociente entre a capacidade térmica e a variação de temperatura. a OMS de taca que inai emitido p or e te aparelho con eguem penetrar em até 1 cm no tecido humano . UFRN Quantidade de ma a diferente de água pura e óleo comum de cozinha (amba na me ma condiçõe de pre ão e temperatura). provocando apena variação de tempera tura. b) da energia cinética média da mo lécula . e) do número de molécula por centímetro cúbico. c) II e IV e tão correta . UFSE A temperatura ab oluta de um gá perfeito é uma indicação direta : a) da quantidade de movimento média da molécula . o pedaço de e tanho ab orvem uma quantida de de calor igual a 20. 66. Depoi de vár ia mediçõe . e) II. UFPR Um e tudante coloca pedaço de e tanho. que e tão a uma temperatura de 25ºC. PUC-RJ A Organização Mundial de Saúde (O MS) divulgou recentemente um relatório obre o impacto na aúde humana da radiação emiti da pelo telefone celulare . em média. 67. que repre enta a tempera tura do e tanho em função do tempo de aquecimento. II. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) Suponha que a capacidade calorífica do pedaço de e tanho eja igual a 100 cal/ ºC.64. o e tudante elabora o gráfico mo trado abaixo. d) da velocidade máxima da molécula . Ne te relatório.2 J).

( ) ua.69. 71. A dilatação ________________ do líquido é dada ela ________________ da dilatação do fra co e da dilatação ________________ . ou e ta em gá . Sob pre ão normal. a oma da alternativa correta . é chama o Calor Latente. Com ba e no gráfico e na inform açõe dada acima. a pa agem para a fa e ga o a aconteceu entre o in tant e t4 e t5. 04. UFMT Ob erve o gráfico a eguir. ca minhou durante uma hora. gá e a té atingir o e tado de pla ma. entre o in tante t1 e t2 . e a pe oa. ele vira líquido. ( ) O calor nece ário para tran formar gelo em água líquida. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © © © © © ©© © ©© © ©© ©© © © © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © ©© © © © © © © © ©© © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © . Con idere o calor e pecífic o da água igual a 1 cal/gºC. UFMT Como a maioria da ub tância . como re po ta. ordenadamente. Dê. normalmente 0ºC. 70. UERJ Suponha que uma pe oa preci e de 2400 kcal/dia para uprir ua nece idade de energia . A energia ga ta ne a caminhada é a me ma nece ária para p roduzir um aumento de temperatura de 80ºC em 3 kg de água. a ub tância ofreu dua mudança de fa e. a água pode exi tir como ólido. E a mudança ocorre a uma determinada temperatura. mai baixo erá o eu ponto de fu ão. 0 2. a fa e líquida aconteceu entre o in tante t2 e t3. 16. vira pla ma. em kcal. ( ) Quanto maior for a pre ão que atua ob re um ólido.Termologia. é equivalente a: a) 2480 b) 2520 c) 2600 d) 2640 72. E a ub tância pre ci a receber 50 cal/ g para pa ar do e tado ólido para o e tado líquido e 100 cal/ g para pa ar do e tado líquido para o e tado de gá . ( ) Quando e aquece um ólido uficientem ente. o gelo pode e tran formar em água líquida. Mackenzie-SP Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido. Num determinado dia. A nece idade de energia de a pe oa. a) aparente — real — oma — aparente b) real — aparente — oma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — apare aparente — real — diferença — real 16 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a parte que tran borda repre enta ua dilatação ________________ . a ub tância pa ou da fa e ólida para a fa e líquida e recebeu 250 cal. o alimento é cozido rapidamente porque a alta pre ão permite que a temperatura da água e mante nha acima do eu ponto de ebulição normal. a água e mantém líquida até 00ºC. que mo tra a evolução temporal da temper atura de 5 g de uma ub tância cujo calor e pecífico é de 0. Em cada uma de a pa agen . Sobre o e tado fí ico da água. quando o gá é aquecido uficientemente. quando não uficientemente quente para ferver ob pre ão normal. a matéria em que tão ganha energia. no me mo dia. julgue a afirmativa . preenche de modo corr eto a lacuna do texto acima. é correto afirmar que: 01. pode entrar em ebulição ao er reduzida a pre ão ambiente.5 cal/gºC. líquido. ( ) Aquecido. de modo que o quarto e tado é o mai energizado d e todo . quando e e quenta uficientemente e e líquido. a ub tância recebeu 500 cal entre o in tant e t3 e t4. além de executar ua atividade regulare . e a água não con titui uma exceção. 08. ( ) No interior da panela de pre ão de u o domé tico. Com relação à latação do líquido . ele vira gá . a inale a alternativa que. para pa ar da fa e líquida para a fa e ga o a.

Magno Urbano de & Carvalho. encontram. I. à temperatura de 80 ºC. o calor (Q) ab orvido pela amo tra. Antônio. Sabendo. e o eu calor e pecífico é de 1cal/gºC (. em abor e em cheiro.5 02) 1 03) 2 04) 5 05) 10 74. ma que a ume a cor azul-e verdeada em lugare profundo . referentes a esse gráfico. o i tema atinge o equilíbrio térmico a 75 ºC.: Supor o calor específico do sangue igual ao calor específico da água.. a ma a de água ingerida diari amente por e a pe oa. FEI-SP A oxidação de 1g de gordura. 1998.Termologia. b) Apena s II. UESC-BA A água e tá difundida na natureza no e tado líquido.. O calor específico da substânc ia tem um valor constante na etapa entre A e B e outro valor constante na etapa entre C e D. Se o nosso corpo possu i 5300g de sangue. 17 O valor de Dq. p. quanto de gordura deve ser metabolizado para fornecer o calor necessário para elevar a temperatura do sangue da temperatura ambiente (25°C) até a t emperatura de nosso corpo (37°C)? Obs.e 300 g de um líq uido. Salvador-BA No interior de um calorímetro ideal. 76.). Ana lise as seguintes afirmações. UFRS Calor é ab orvido por uma amo tra de certa ub tância. e) Apenas II e III. 224-5. Acre centando. dilatação e transmissão de calor Avançar © © ©© © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © ©© ©© © © © © © © © © . é igual a: 01) 0. A linha vertical que aparece no gráfico entre os pontos B e C indica que nessa etap a a amostra sofre uma mudança de estado. o valor da temperatura na qual a água po ui den idade máxima é igual a: 01) 180 02) 212 03) 269 04) 277 05) 378 c) Ao receber 1kcal de energia térmica. 75.à temperatura de 15 ºC. como função da variação de temperatura (∆T) que este calor provoca na mesma. em ºC. a) Se uma pe oa bebe 3.65g d) 68g b) 6.e ao calorímetro 100 g de outro líquido . L2. III. São Paulo: IBEP. em co ndiçõe na quai ua ma a é mantida con tante e é nulo o trabalho realizado pela amo t ra.e a e cala Kelvin.5 kg de água apre enta uma variação de temperatura Dq. O calor específico da substância tem valor crescente tanto na etapa entre A e B como na etapa entre C e D.). Química. Em eu e tado natural mai comum. ólido e ga o o obre 73% do plan eta (. Macedo. é igual a: 01) 35000 02) 3500 03) 350 04) 35 05 ) 3..5 b) Utilizando. num organismo humano libera 9300 calorias. c) Apenas III d) Apenas I e III.8g e) nenhuma das anteriores c) 65g IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Quais estão corretas? a) Apenas I. O gráfico abaixo repre enta. é um líquido tran parente. U. L1. Po ui um a den idade máxima de 1g/cm3 a 4ºC.10–2 cal/gºC.73. sendo menor na etapa entre A e B. 0..5 litro de água a 4ºC por dia. em grama . II.e que o calor e pecífico de L 1 é igual a 1 cal/gºC e o de L2 é igual a x. a) 0. em unidade arbitrária . determin o valor de x.

. 79.6 cal/g ºC e) 1. U.103 cal/ºC... I.. Isso ocorre em virtude do ..5 cal/gºC. A transferência de calor do Sol para a Terra é feita p elo processo de ... dilatação e transmissão de calor Avançar . de um determinado material..... a soma das alternativas corretas. III... UFPB Para uma análise das propriedades térmicas deum sólido.4 cal/g ºC d) 1 . e duran te a noite sofre uma grande redução. 16.. 08. quantidade de radiação que uma roupa clara. Durante o dia a temperatura no deserto é muito elevada..... 18 01. O material passa para o estado gasoso a 500ºC.. Ponta Grossa-PR O gráfico abaixo representa a relação entre a variação de tempera tura de um corpo de 200 g de massa.E... 04. Os resultados es tão apresentados no gráfico ao lado.. A capacidade térmica do material é 8... 02..8 cal/g ºC 78. assinale o que for correto.. inicialmente no estado sólido....Termologia... A alternativa que completa corretamente as lacu nas das frases é: a) menor – grande – maior – convecção b) menor – pequeno – maior – radiaç – pequeno – igual – convecção d) maior – pequeno – menor – radiação e) maior – grande – me IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .. Q uanto maior a altitude..2 cal/g ºC c) 0.0 cal/g ºC b) 0. Dê. O calor específico do material no estado líquido é 0.. IV...... mediu-se a quantidade de calor Q (em calorias) que ele absorvia para atingir diferentes temperaturas T (em graus Celsius).... como resposta..... calor específico da areia.. II. e a quantidade de calor absorvido pelo mesmo. concl ui-se que o calor específico do material de que ele é feito vale: a) 0. menor é a pressão atmosférica e .. Sabendo-se que a massa do sólido vale 50 g. Com base nesse gráfico... FURG-RS Selecione a alternativa que complete corretamente as frases abaixo.. O calor específico do material no estado sólido é 200 cal/gºC. O calor latente de fu são do material é 800 cal/g....77.... Uma roupa escura absorve . é a temperatura de ebulição da água. a partir de uma temperatura inicial fixa.

Católica-GO Um ebulidor (aparelho elétrico para ferver água).Termologia. Unifor-CE Uma fonte térmica fornece calor com potência constante. e constrói o gráfico ao lado. vale: a) 0. 102 c) 9. correspondem. 102 b) 6. Um bloco de gelo. em 3. a p artir da temperatura ambiente. 103 e) 6. então o instante T do gráfico. Univali-SC Você certamente já deve ter queimado os dedos ao tentar s egurar uma colher de alumínio parcialmente mergulhada em uma panela que continha c há ou café bem quente. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde. o do metal. mesmo não estando em contato direto com o líqui do quente. 102 d) 2. em segundo s. Para aquecer 250 g de um metal. é utilizado para aquecer 2 kg de água.3 . a: a) 25 e 2500 b) 39 e 3900 c) 25 e 5200 d) 39 e 6400 e) não ocorre transferência de calo r.50 cal/gºC Calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g Calor específico da água = 1.0 min.36 × 105 J/kg e considerando g = 10 m/s2. Se o chumbo tem calor específico igual a 0. b) transferência de calor por conduçã transferência de calor por irradiação. em joules. a partir da temperatur a de 27ºC Ele anota os dados da variação da temperatura em função do tempo. vale: a) 3. de 25 ºC a 40 ºC.3 .3 . Esta situação é um exemplo típico de: a) transferência de calor p r convecção. sem perdas.5 . d) correntes de convecção em um líquido. Sendo o calor específico da água igual a 1. ao longo da ex periência. Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. de 20 ºC até 50 ºC. quando pára. O calor J específico da água é igual a 4200 kg. 84. utilizando uma fonte térmica de potênci a eficaz igual a 100 W. nas mesmas unidades .0 cal/gºC. de potência igual a 420 W.80.20 e) 0. pode-se afirmar que: a água deverá ter elevad o sua temperatura em 15 ºC.13 J /gºC e calor latente de fusão igual a 25 J/ g. O calo r necessário para aquecer o sistema de 270 K a 300 K.°C . a 0ºC. dilatação e transmissão de calor Avançar .3 . Ao fi nal de 5 minutos. UERJ Um técnico.30 d) 0.40 c) 0.0 cal/gºC 83.10 19 82. U. admitindo-se que toda a energia liberada pelo ebulidor tenha s ido transferida para a água. Ela aquece 100 g de água. é abandonado a 1. O cabo da colher. 85. 103 Dados: Calor específico do gelo = 0. e a energia total consumida.50 b) 0. em calorias. também aquece. ela gasta 45 s.68 × 10–1m de altu ra e desliza até atingir a base do calorímetro. UFRJ Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes incl inada como mostra a figura. respectivamente. 81. Unifor-CE Um calorímetro de capacidade térmica 11 cal/ºC contém 20 g de gelo. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . realiza uma experiência para determinar a quantidade de en ergia necessária para fundir completamente 100 g de chumbo.

cada uma com 1 kg de água armazenado em seu interior e munid a de termômetro que permitia medir a temperatura da água. ( ) Estando sob a sombra de um a árvore. em seguida. em cal/gºC.0 g de gelo flutuando na água. as latas. Uma das latas foi pintada externamente com tinta de cor preta e a outra. independentemente de sua cor. 0 .8 . ( ) A máxima diferença de temperatura entre a água no interior da lata preta e a água no interior da lata branca foi maior que 20ºC. 104 4 b) 2. No equilíbrio térmico ficam 6. 20 Com o auxilio das informações apresentadas e considerando o calor específico da água igu al a 1 kcal/(kg ºC). exceto por ter sido polida externamente até que se tivesse uma superfíc ie prateada espelhada. As variações da temperatura da água em função do tempo enco am-se registradas no gráfico abaixo.0 . uma equipe de alunos usou duas latas fechadas.190 d) 0. foi.4 . ( ) Se uma terceira lata fosse acrescentada à experiência nas m esmas condições. F.050 88 . aproximadamente: d) 2.4 . as duas latas foram expostas ao Sol. GABARITO 87.86.800 b) 0.0 ºC. de 400 g de uma su bstância cuja relação entre a temperatura (T) em função da quantidade de calor absorvida ( Q) está expressa no gráfico ao lado: a) 0.0 cal/gºC Calor latente de fu são do gelo = 80 cal/g Calor específico do gelo = 0. 103 Dados: Calor específico da água = 1.075 c) 0. de cor branca. UnB-DF No experimento ilustrado na figura ao lado. A quantidade de calor que o gelo recebeu. 103 a) 4. a curva de variação da temperatura da água no seu interior em f unção do tempo teria seus pontos entre as duas curvas apresentadas no gráfico acima.M. em calorias.500 e) 1. rec olhidas à sombra de uma árvore. em um dia sem nebulosidade. ( ) O valor da máxi ma energia térmica absorvida pela água no interior da lata preta durante a experimen tação é maior que 19 kcal. UFSE Misturam-se 100 g de água a 20 ºC com 30 g de gelo a – 5. Itajubá-MG Calcular o calor específico sensível. Primeiramente. 10 e) 2. absorverão as mesmas quantidades d e energia luminosa. julgue os itens que se seguem.50 cal/gºC IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e. 102 c) 2.Termologia. dilatação e transmissão de calor Avançar .

II e III. I. III. b) a capacidade térmica do corpo. em cal/gºC. em cal/ºC. uma geladeira com porta aberta para diminuir a temperatura média da cozinha. Fuvest-SP O processo de pasteurização do leite consiste em aquecê-lo a altas tempe raturas. UFR-RJ O gráfico abaixo mostra como a temperatura de um corpo varia em função do tempo. II. sendo aquecido (no trocador de calor B) pelo leite que já f oi pasteurizado e está saindo do sistema. 21 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . III.89. o leite quente é resfriado pelo leite frio que entra por A. Num dia de muito calor. Quando 1 kg de água à 100ºC se tra nsforma em vapor de água sem alteração de temperatura e sob pressão atmosférica normal. e) I. 91. Em seguida. e supondo que o sistema seja bem isolado termicamente. a en ergia interna aumenta. o sistema recebe calor e realiza trabalho. II. saindo do sistema (através de C).Termologia. Para isso. Durante a fusão e a vaporização de uma substância. Novamente em B. Com essa temperatura. passando por três etapas: I. d) I somente. e resfriálo em seguida. a 5°C. Em condições de funcionamento estáveis. Quais estão correta s? a) Apenas I. e) Apenas II e III. III. a 20°C. que monitora a temperatura do leite na saída de B. completa-se o aqueciment o do leite. b) I e III somente. através da resistência R. é aproximadamente de: a) 20°C b) 25°C c) 60°C d) 65°C e) 75°C 90. em fluxo constante. A convecção é um processo de transferência de energia que ocorre em meios fluidos. b) Apenas II. O leite entra no sist ema (através de A). determine: a) o calor específico do corpo. quando aquecido por uma fonte de fluxo constante de 90 calorias por minuto. Sendo a mas sa do corpo igual a 100 g. dilatação e transmissão de calor Avançar . d) Apenas I e II. até que ele atinja 80°C. por alguns segundos. o leite percorre um sistema. deixa-se fu ncionar. A radiação é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem no vácuo. Cefet-PR Considere as afirmativas abaixo: I. É(são) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) I e II somente. A condução é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem à mesma temperatura. c) II e III somente. II. UFRS A seg são feitas três afirmações sobre processos termodinâmicos envolvendo transferência de ener ia de um corpo para outro. em uma cozinha fechada. o l eite retorna a B. c) Apenas II I. 92. pode-se afirmar que a temperatura indicada pelo termômetro T.

recebe calor na razão de 1000 calorias por minuto.93. UFSE O gráfico representa a quantidade de calor absorvida pelos corpos X e Y e m função da temperatura desses mesmos corpos. igual a: a) 10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 100 94. dilatação e transmissão de calor Avançar . igual a: a) 30 b) 40 c) 50 d) 70 e) 90 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFR-RJ Dois recipientes com volumes V1 e V2 de água. contém 200 g de água a 50ºC. e) II para III. O volume de água V1 é misturado a V2. UFSE O gráfico representa a temperatura de um corpo de massa 200 g que. O corpo X a 65ºC foi colocado em contato com corpo Y a 40ºC até entrarem em equilíbrio térmico. e sendo V1 = 3V2. Em seguida. m seu interior é introduzido um bloco de ferro com massa de 200 g a 50ºC. em calor ias. inicia lmente no estado sólido. iguais a 16ºC e 64ºC. GABARITO 95. Supondo que somente há troca de ca lor entre eles. de capacidade térmica desprezível.Termologia. Cefet-PR A geada é um fenômeno que ocorre durante a estação fria no Sul do Brasil. em ºC? a) 0 b) 10 c) 20 d) 30 e) 40 96.11 cal/gºC. um bloco de gelo de 500 g a 0ºC é também colo ado dentro do calorímetro. respecti vamente. na transformação de: 22 a) I para II. qual a temperatura de equilíbrio deste sistema. b) V para IV. Esse fenômeno pode ser ilustrado no diagrama de esta do da água. d) I para V. Unirio Um calorímetro. têm temperaturas. O calor es pecífico do ferro é 0. Nestas circunstâncias. O Calor latente de fusão do material que constitui esse corpo é. em cal/g. c) III para IV. O calor específico da água é de 1 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g. qual a temperatura que se es tabelece no equilíbrio térmico? 97. Não há trocas de calor com o ambiente. o corpo X cedeu para o corpo Y uma quantidade de calor. Supondo haver troca de calor apenas entre os líquidos.

∆L é diretamente proporcional a ∆T.) 23 99. ocorre a maior variação de temperatura. L é o comprimen do material. a ene gia fo necida po : a) uma latinha de ef ige ante light – 350 mL (2. a quantidade de calo total que o co po cede á à água pa a eleva a sua tempe atu a até 36. n um dia. Dê. Vunesp Após assistir a uma aula sobre calorimetria. U. d) uma ga afa de bebida isotônica – 473 mL (113 kcal). UFBA Conside em-se dois co pos. Em relação ao centro de massa. Depois. A temperatura de e uilíbrio é igual a cA + cB 16. 1 o gráfico L x T é um ret cujo coeficiente line r é L0(1 − αT0). bastaria tomar água gelada. a ene rgia cinética média das moléculas de B é maior do ue a de A. c A θ A + c Bθ B . a uma tempe atu a de 6. já que água “não tem caloria”. 02.E. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . a soma da s alternativas corretas. A e B . Nessas condições. Conside ando que ela beba. à temperatura T. b) uma caixinha de água de coco – 300 mL (60 kcal). é correto afirm r: 01. com tempe atu as i niciais θA e θB.5°C. esta água seria eliminada levando consigo toda essa energia e sem fornecer nenhuma energia para o corpo. ap oxi madamente. uma aluna concluiu que.5 kcal).Termologi . 32. uma po ção de batata f ita e um ef ige ante de 300 mL (530 kcal). 100. α é um const nte dimension l. Dê. 08 . ∆L = L − L0. 02. ( Conside e o calo específico da água = 1 cal/g°C e sua densidade = 1 g/mL. som d s ltern tiv s corret s . e) um hambú gue . à temperatura T0. como respost . após certo tempo. pa ra emagrecer sem fazer muito esforço. No corpo de maio r capacidade térmica. A e B. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo coeficiente angular é αL0. A energia cedida por A é igual à energia recebida por B. 08. 04. dil t ção e tr nsmissão de c lor Av nç r ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¢ ¨ ¡ ¦ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¢ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . atingem o e uilíbrio térmico. c) t ês biscoitos do t ipo água e sal – 18g (75 kcal). sendo θA > θB. e com calores específicos CA e CB diferentes entre si e co nstantes no intervalo de temperatura considerado. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo eficiente linear é nulo. Colocados em um calorímetro idea l. ∆T = T − T0.98. 04. de massas iguais. já que isso obrigari a seu corpo a ceder calor para a água até que esta atingisse a temperatura de 36. o gráfico L x T é um t cujo coeficiente ngul r é αL0. 8 copos de 250 mL de água.5°C.5°C equivale. como resposta. Pode se afirmar corretamente que: 01. O aumento da tempera tura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. Maringá-PR O coeficiente linear de expansão térmica (coeficiente de dilatação) d e um material é dado pela e uação: GABARITO α= n qu l 1 0 ∆L L ∆T L0 é o comprimento do material.

U. o vidro 2 se romperá. isto é. mas a mesa de metal parece mais ria do que a de ma deira devido ao ato da condutividade térmica do metal ser menor do que a da madei ra. e outr .Termologia. ssin le o que for correto. Sendo (αt) m ior qu e (αv). Um d s qu ntid des tem m ss m e temper tur T. dilatação e transmissão de calor Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡  . mbos com t mp s de um mesmo m teri l indeformável. um intern mente e outr extern mente. devido ao ato da condutividade térmica do metal ser maior do que a da madeira. d) O estudante está errado. As du s t mp s estão plen mente just d s os fr scos. c) O estudante está errado. Viçosa-MG Uma mesa de madeira e uma de metal são colocadas em uma mesma sa la echada. As duas mesas estão à mesma temperatura mas a mesa de metal parece mais ria do que a de madeira. então. 102. b) O estudante está correto. Em relação a esta a irmação pode-se dizer: a) O es tudante está correto. 08. v zios. e à temperatura ambiente de 25ºC. e consider ndo que (αv) é o coeficiente de exp nsão dos dois vidros e que (αt) é o coeficiente de exp nsão d s du s t mp s. se diminuirmos temper tur dos dois conjuntos. Sendo (αt) m ior que (αv). mbos se romp erão. A condutividade térmica do metal é maior do que a d a madeira e portanto. um estudante entra na sala e coloca uma das mãos na mesa de madeira e a outra na de metal.E. o vidro l se romperá. 103. e) a capacidade térmica do mármore tem valores muito di erentes para pequenas variações de temperatura. No que respeit à dil t bilid de desses m teri is. porque: a) a madeira está sempre acima da temperatura am biente. b) o mármore não alcança a temperatura ambiente. o mármore parece ma is rio do que a madeira. A condutividade térmica do metal é menor do que a da madeira e p ortanto. Qu lquer que sej v ri ção que submetermos os dois conju ntos. Pont Gross -PR A figur o l do mostr dois fr scos de vidro ( l e 2) . e) O estudante está errado. U. m ss 2 m e temper tur 3T/2 . se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. 02. Sen do (αt) menor que (αv). 16. n d ocorrerá com os fr scos e com s t mp s. Santa Úrsula-RJ Ao contato da mão. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da madeira. b) C lcule r zão entre os módulos d s v ri ções de temper tur d m ss menor em rel ção o d m ss m ior. Depois de alguns dias. mas isto só poderá ser veri icado com o uso de um termômetro p reciso. com temperatura constante. o vidro l se romperá. c) o calor da mão se escoa rapi damente para o mármore em virtude da grande condutibilidade térmica desse material.101. UFRJ Du s qu ntid des dif erentes de um mesm substânci líquid são mistur d s em um c lorímetro ide l. que a mesa de metal está mais ria do que a mesa de madeira. As duas mesas estão à mesma temperatura. Sendo (αt) menor que (αv). onde a e b são constantes. medid s em um no v esc l de temper tur definid por Tφ = aT + b. O estudan te a irma. 24 GABARITO 104.F. d) a madeira possui maior condutibilidade térmica do que o mármore. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ) C lcule temper tur fin l d mistur . U . nesse caso. que é diferente do vid ro. 01. nesse caso. A mesa de madeira sempre estará mais ria do que a de metal. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da mad eira. a uma temperatura menor do que esta. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. 04.

que o “simpático” u so da figu a tente ga anti sua efeição. a variação do comprimento da régua é: a) 0. U. A garra a térmica mantém a temperatura de seu conteúdo praticamente constante por algum tempo. a água dimin i de volume e. que cede g andes quantidades de calo ao passa ao estado sólido. Ponta Grossa-PR Sobre o enômeno ísico da d ilatação térmica. d) à tempe atu a de solidificação da água. Suponha que a régua tenha sido colocada e m um local cuja temperatura é 120ºC. quando aquecida. Uma lâmina bimetálica. 02. 107. esquemati camente. super ície s interna e externa espelhadas. Pelotas-RS Todos sabemos que é essencial a presença de água p ara assegurar a existência de vida em nosso planeta. que cede g andes quantidades de calo ao sof e esf iamento.088 cm b) 0. c) à g ande condutividade té mica do gelo. um corte transversal de uma garra a térmica. de orma retangular.105. Isso ocorre porque: a) as trocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas e calor por convecção são reduzidas devido às super ícies espelhadas. deve-se: a) à dilat ação i egula da água. independ ente da p essão a que ela está submetida. b) ao elevado cal específico da água. De 0ºC a 4ºC. abaixo da camada de g elo. tampa de material isolante térmico e revestimento externo protetor. assinale o que or correto. c) as t rocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas pelas super ícies e pelhadas e as trocas de calor por convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as pared es.0935 cm e) 0. e) ao elevado calo latente de solidificação d a água. que pe mite ao sol continua a aquece a ág ua do lago. Considerando o coe iciente de dilatação térmica linea r do aço 11 x 10–6 ºC–1. UFRN A igura ao lado. U. A fo mação dessa camada de gelo na supe fície do lago. curva-se para o lado da lâmina de menor coe iciente de dilatação linear. Dê.Te mologia.0055 cm c) 5 cm d) 0. como resposta.123 cm 106. que atinge densidade máxima à tempe atu a de 4 C. Os corpos ocos se dilatam de orma di erente da dos corpos maciços. mostra as principais caracte rísticas do objeto: parede dupla de vidro (com vácuo entre as duas partes). que representa. Um relógio de pêndulo atrasa quando so r e um aumento de temperatura.F. tem 80 cm de compriment o e 5. b) as trocas de calo r com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido às super ícies espelhada as trocas de calor por radiação são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes. a soma das alternativas corretas. d) as trocas de calor com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas de calor por radiação são reduzidas pelas super íci es espelhadas. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta     ¨  ¨   ¨   ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨  ¨ ¨     ¨  ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 108. 16. 08. por exemplo.E. consequentemente.E. apanhando o peixinho que nada em um lago. U. 04. Londrina-PR Uma régua de aço. que pe manece igual a 0 C. O coe iciente de dilatação super i cial é igual a duas vezes o coe iciente de dilatação linear. pe mitin do que a fauna e a flo a pe maneçam vivas em seu inte io líquido. Física e Realidade. sua densidade aumenta. Um comportamento especí ico des sa importante substância garante. 01. 25 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA .0 cm de largura à temperatura de 20ºC.

dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . de 0 a 4 C. II. o diâmet o do o ifício : a) aumenta continuamente. Uni io A figu a ao lado ep esenta um co te t ansve sal numa ga afa té mica he meticamente fechada. 26 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . o fu o diminui. b) As faces espelhadas da pa ede inte n a impedem totalmente a p opagação do calo po condução. impedindo. d ) aumenta e depois diminui. e a egião de vácuo evita a p opagação do calo at avés da condução e convecção. FURG-RS Uma chapa metálica te o ifício ci cula . A chapa é aqu ecida até uma tempe atu a de 50 C. O aumento na densidade oco e inclusive na fase líquida. 112. e) dilatação apa ente. PUC-PR Sob e a dilatação té mica dos co pos.109. b) evapo ação. c) dilatação anômala.Te mologia. d) As afi mativas II e III são ve dadei as. A água. c) Somente a afi mativa III é ve dadei a. ocasionando edução no volume da substância. e) Qual ue mate ial plástico é um isolante té mico pe feito. po tanto. como most a a figu a. FURG-RS As moléculas da água no estado c istalino (gelo) se o ganizam em est utu as hexagonais com g andes espaços vazios. e está a uma tempe atu a de 10 C. ela eflete o calo que chega po i adiação. toda e qual que p opagação de calo at avés dele. semp e diminui de volume. Como se explica o fato de que a tempe atu a de um fluído no inte io da ga afa mantém-se quase que inalte ad a du ante um longo pe íodo de tempo? a) A tempe atu a só pe manece á inalte ada. Ela é constituída po duas pa edes. c) Como a pa ede inte na é duplam ente espelhada. ao se aqu ecida. a) Somente a afi mativa I é ve dadei a. se o líquido estive com uma baixa tempe atu a. Quando uma chapa metálica com um fu o se dila ta. e) As afi mativas I e III são ve dadei a s. A pa ede inte na é espelhada em suas duas faces e ent e ela e a pa ede exte na existe uma egião com vácuo. O texto acima explica o conceito de: a) calo especifico. 111. 110. Ao oco e a fusão. b) diminui continuamente. Enquanto oco e o aquecimento. c) pe manece inalte ado. III. essas est utu as são ompidas e as moléculas se ap oximam umas das out as. b) Somente a afi mativa II é ve dadei a. é co eto afi ma : I. e) diminui e depois aumenta. o líquido não pe de calo pa a o ambiente at avés de adiação elet omagnética. d) capacidade té mica. d) Devido à existência de vácuo ent des. O aumento do comp imento de uma haste metálica é di etament e p opo cional ao seu comp imento inicial.

a 8. 05 16. d 32 a 33. a 42. d 31. Quando a lâmina bimetálica é submetida a uma va iação de tempe atu a. e 18. V – F – V – F – F 4. e 21. c 45. 01 26. 10 5 7. 10 29. c 5.73 58. F – F – V 48.36 . V – V – F – V 22. a) 15K. b 19. 10 5 Q (J) 10 205 2205 Q (J) b) E = 4. a 15. V – F – V – V 64. 92 62. a) t (°C) 100 20 0 0 3. 01 + 04 + 08 + 16 12. c 51. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S Ã O D E C A L O R 1. F – V – V – F 30. 23 28. 5 vezes 47. b) 27°F 14. a) Q = 2205J b) t (°C) 30 1 G A B A R IT O 36.6 • 105 J 50. 70 X 13. e 60. e 2. se á fo cu va -se. a 59. b 44.96 . a 6. a 27. V – V – V – V – V 52. R$ 0. b 37. pois os metais não se dilata ão igualmente. a 10. V – V – F 54. c 3. 02 + 04 11. 18 9. a 41. c 25. a) 1010N/m2 b) 20% de L0 61. – V – F 57. pois o coefiente de dilatação do chumbo é dife ente do coeficiente de dilatação do b onze 49. 90g 38.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . e 39. b 53. b 17. V – V – F – V – F 34. 1) c 2) c 55. c 56. d 23. a 35. e 40. 21 46. F – F – V – F – V 3. b 43. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ .Te mologia. a IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . b 24. A 7. a 20.

a) 02 b) 04 c) 03 74. d 89. 29 107. b 88. b 77. d 108. 62 101. 01 + 02 + 08 + 16 2. V – V – V – F – V – V 70. b 84. F – F – V – F 87.2 IMPRIMIR G A B A R IT O 65. 25 75. ∆m/m = 5 . c 95. e 91. dilatação e transmissão de calor Avançar . 01 + 08 = 09 100. c 98. b) 10cal/ºC 93. a 112. b 94. d 90. 28ºC 97. a 96. a 106. d 86. V – F – V – F – V 69. a 73. c 76. a) 4/3T. d 92.Termologia. d 105. a 109. 350h 66. d 82. c 110. a) 0. 24 79. sim 85. b) 2 103. b 99. 10–6 81. a 78. c 111.1cal/gºC. 11 102. c 104. c Voltar FÍSICA . a 68. b 80. d 83. b 67.

e) densidade. U. UEM S Analise as afirmações e assinale a alternativa correta: a) A toda força de ação sempre c orresponde uma força de reação. b) deve coincidir com o ponto t = 0ºC.F. b) Um estudante despeja areia lent amente sobre o êmbolo de um cilindro que contém oxigênio. em função d a temperatura Celsius e à pressão constante. b) O trabalho realizado por uma força qualquer independe da trajetória. d) densidade. c) Convecção térmica. comprimindo-o. 1 2. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ocorre uma diminuição na média de colisões das moléculas de gás com as paredes da garraf . processo que consiste no transporte de energia térmica a través do deslocamento de camadas do material. pois o volume do gás varia i versamente à pressão exercida sobre ele. 4. massa e volume. e) só pode estar em um determinado ponto da porção negativa desse eixo. 3. começa a aumentar. ocorre nos fluídos (líquidos e gases). e) A energia interna de uma dada quantidade de um gás perfeito não é função exclusiva de sua temperatura. pressão e calor. Sua temperatura. trata-se de uma transformação isotérmica. é uma reta.F. d) U ma transformação gasosa na qual a pressão p e a temperatura T varia e o volume V é mantido constante é chamada transformação isobár ica. UFMT Considere as seguintes situações que ocorrem no laboratório de uma esco la: a) Uma garrafa bem arrolhada cheia de gás sulfídrico é tirada do armário e exposta a o Sol. Em relação ao com portamento dos gases. o volume permanece constante. Santa Maria-RS As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mo l de gás ideal são: a) calor. mas de sentido oposto. o que caracteriza uma transformação isovolumétrica. Santa Maria-RS O gráfico do comportamento do volume de um gás ideal. d) deve estar em um ponto qualquer da porção negativa desse eixo . ( ) Na situação B. ( ) Os gases reais podem ser considerados gase s perfeitos sempre que submetidos a grandes temperaturas e baixas pressões. c) temperatura. é es e o princípio da inércia. de mesma intensidade e direção. devido à diferença de densidade entre e las. julgue os itens. m as a pressão vai aumentando. ( ) Em A.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1. pressão e volume. U. massa e calor. ( ) A equação pV = nRT descreve exatamente os c omportamentos dos gases em A e B. b) temperatura. ( ) Em A. então. A interseção do prolongamento des sa reta com o eixo das temperaturas: a) deve estar em um ponto qualquer da porção po sitiva desse eixo.Termodinâmica Avançar . densidade e pressão. c) pode estar em qualque r ponto desse eixo.

Após a apresentação. É aquecida a pressão con e até que sua temperatura atinja o valor 3T0.5. Calcule a pressão interna f inal da bola. necessariamente. Para chegar à essa relação. 03) trabalho e pressão. U. É resfriada a volume constante até q ue a temperatura atinja o valor inicial T0. UER J Um equilibrista se apresenta sobre uma bola.46 kg de oxigênio. à temperatura ambiente. O trabalho realizado pelo ar para encher essa bexiga. Joule considerou que: 01) o aquecimento leva um sólido a dilatarse em todas as direções.mol–1. 02) temperatura e quantidade de cal or. realizado contra a pressão atmosférica.Termodinâmica Avançar . b) 26 kg de oxigênio. 8. UESC-BA Num processo termodinâmico. Santa Úrsula-RJ O ar é uma mistura contendo aproximadamente 21% de oxigênio. 04) volume e temperatura. e) 40000 J. 10.082 L. inicialmente a pressão P0. 7. num lugar onde o seu valor é constante e vale 1. se operar em ciclo de carnot. medido por James P Joule em 1843. pode ser 100%. essa temperatura elevou-se par a 306 K. existirão aproximada mente: (R = 0. 03) o calor e a energia mecânica têm a mesma natureza. isto é. calibrada para ter uma pressão de 2 . elevação da tempe atura de um corpo. c) nunca será inferior a 80%.5 kg de oxigênio.18J. UFR-RJ Uma máquina térmi ca opera entre duas temperaturas. Pode-se afirmar que seu rendimento: a ) máximo. c) 6. podemos afirm ar que o volume final do gás será igual a: a) V0 /9 d) 3V0 b) V0 /3 e) 9V0 c) V0 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . b) pode ser maior que 100%. Vunes p Uma bexiga vazia tem volume desprezível. e) será máximo. 9. b) 40 J. c) 400 J. d) 4000 J. é no mínimo de a) 4 J. volume V0 e temp eratura T0. 6.0 — 105 Pa.atm. a variação da energia interna sofrida por um gás é conseqüência do balanço energético entre as grandez s físicas: 01) quantidade de calor e trabalho. II. T1 e T2.K–1) a) 13 kg de oxigênio. 05) o calor é capaz de realizar trabalho mecân ico no interior de uma máquina térmica. e) 5. d ) será máximo. cheia. 11. é submetida á seguinte seqüência de transformações: I. 1cal = 4. o seu volume pode atingir 4.73 kg de oxigênio. UESC-BA O equivalente mecânico do calor. Ao final destes três processos.0 atm a uma temperatura de 300 K. Em 5000 litros de ar a 27ºC e 2 atmosferas de pressão. 02) a absorção de calor produz. d) 2. III. refe re-se à relação entre as unidades de medida caloria e joule. 05) pressão e volume. É comprimida a temperatura consta nte até que atinja a pressão inicial P0.0 • 10–3 m3. 04) o calo r pode ser usado para produzir vapor. Considere desprezível a variação no volume da bola. FU RG-RS Uma certa quantidade de gás ideal. se operar em ciclos.

) Revista Veja . exerc endo pressão P.. (.31 de março de 1999. Atua lmente. quase três vezes mais do que a gasolina ou o gás natural. descreve o estado do sistem a. 13. U. quando a temperatura T. 15. A solução de torná-lo líquido trouxe outra dificuldade.12. 02. em cujo interior se encontra um gás encerrado em equilíbrio.E. 08. UFGO Um gás ideal está encerrado em um cilindro provido de um êmbolo. ( ) sua energia in terna diminuirá. U. Dê. U..Termodinâmica Avançar . O gás contido no sistema é v eículo para a realização de trabalho. Se o gás sofrer uma expansão rápida. ( ) Tomando-se uma certa amost ra de hidrogênio nas condições normais de temperatura e pressão e iniciando-se um proces so de resfriamento isobárico para condensálo a 10 K a amostra ainda se encontra no e stado gasoso. analise as afirmações a seguir e escreva V para as verdadeiras ou F p ara as falsas. No segundo momento. o aumento do volume do gás torna o trabalho nulo... ( ) a velocidade média das moléculas aumentará. ( ) a quantidade de calor. Sobre este evento. Tanta energia. foi um dos desafios que a tecnologia precisou vencer para conseguir armazená-lo com segurança. ( ) A análise do texto permite concluir que o hidrogênio não se mantém no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão. 01. Também produz mui ta energia. A fonte é inesgotável: ele é o elemento químico mais simples e mais abundante na natureza. Salvador-BA Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. ( ) a pressão p e o volume V irão variar de tal modo que o produto pV permanece constante. No segundo momento.) De todas as possibilidades já imaginadas e testadas. o hidrogênio já é usado para movimentar foguetes e ônibus espaciais (. As variáveis de estado (PVT) descrevem os estados de equilíbrio do sistema. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: V 01) 0 4) 2V 4 V 02) 05) 4V 3 03) V IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 14. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade. O cal or e o trabalho descrevem as transformações do sistema. a fonte alternativa de energia com mais chances de substituir a gasolina é o hidrogênio. ( ) Uma forma de condensar o hidrogênio seria manter sua temper atura constante e diminuir a pressão a que ele está submetido. as sinale o que for correto. a soma das alternativas correta s. O calor. 3 Com o auxílio do texto e considerando que as informações fornecidas referem-se à pressão n ormal (1 atm). que pode se deslocar livremente. ( ) A análise do texto per mite concluir que para a utilização segura do hidrogênio como substituto da gasolina é n ecessário condensá-lo. será des prezível. isoladamente. Católica-DF Leia o texto a seguir. como resposta. 16. trocada entre ele e a vizinhança. 0 4. Se numa transformação. só venc com muita pesquisa (o hidrogênio se liquefaz a 253 graus Celsius negativos). no entanto. é correto afirmar que o cal or de combustão do hidrogênio é inferior a 20000 cal/g. ( ) Sabendo que o cal or de combustão da gasolina é aproximadamente 11000 cal/g. o gás recebe uma quantidade de calor Q. Ponta Grossa-PR A figura ao lado mostra dois momentos de um cilindro me tálico dotado de um êmbolo.

o valor d e h variará de. abso vendo 75 J de calo .16. É possível fo nece calo a um gás e este fica mais f io. fazendo diminui a te mpe atu a. a va iação de ene gia é igual a: a) – 125 J b) – 75 J c) – 50 J d) 75 J e) 200 18. Alfenas-MG Conside e as p oposições abaixo: I.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ Sendo VA e VB os volumes co espondentes aos estados indicados. aproximadamente: a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% 17. pois a ene gia inte na diminui. II. Os pontos A e B indicam dois estados desta amo st a. U. Potiguar-RN O cilindro da figura ao lado é fechado por um êmbolo que pode des lizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser cons iderado como ideal. Num sistema que ealiza um t abalho de 125 J. a temperatura passará a ser 60ºC. denominada Lei da Conservação da Energia estabelece: “A energia do Universo é constante”. II e III d) somente I. Numa t ansfo mação qualque . Se mant idas as demais características do sistema. UFR-RJ A primeira Lei da Termodinâmica. III. Estão co etas: a) todas b) somente I e IV c) somente I. pa a uma amost a de gás ideal. IMPRIMIR FÍSICA . É possível aquece um gás sem fo nece -lhe calo . UFRS O diag ama abaixo ep esenta a p essão (p) em função da tempe atu a absoluta (T). IV. À temperatura de 30ºC. O pe fume comp imido num sp a y esf ia quando expandido. o t abalho é num e icamente igual à á ea co espondente num diag ama da tempe atu a pelo volume. U. podemos afi ma que a azão VB / VA é: 1 a) d) 2 4 1 e) 4 b) 2 c) 1 ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura: h se refere à superfície inferior do êmbolo). III e IV e) somente II e IV 4 GABARITO 19.

em C. este ealiza t abalho. 23. o t abalho total ealizado pelo gás é nulo. e) a ene gia inte na de um sistema depende da quantidade de pa tículas que ele possui. a p essão do gás não va ia e sua ene gia inte na aumenta. UFGO 5 O diag ama acima. nesse t echo. a nova tem pe atu a do gás. Desse modo. como esp osta.5 e) 400 c) 207 IMPRIMIR FÍSICA . Assim. 08. ( ) na expansão adiabática (t echo BC). se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o e stado B. a quantidade de calo t ocada com o ambiente é igual ao t abalho ealizado pelo gás. se o gás passa po um p ocesso te modinâmico pa tindo do estad o A. da p essão em função do volume. most a as t ansfo mações te modinâmicas s f idas po n moles de um gás ideal. independentemente da fase em que ela se encont e. o t a balho ealizado pelo gás é di etamente p opo cional a T0 – T1.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o gás abso ve calo .0 atmosfe as e tempe atu a de 47 C.0 atmosfe as. 21. 22.20. ( ) as va iações de ene gia inte na do gás no s t echos ABC e ADC são dife entes. UFMS O g áfico abaixo ep esenta duas cu vas isoté micas elacionadas a um gás ideal contido em um ecipiente que pode va ia o seu volume. é co eto afi ma que: GABARITO 01. b) o calo específico de uma substância é constante. 16. é co et o afi ma que: a) dois co pos de mesma massa semp e têm a mesma capacidade té mica. passando pelos estados D e C e eto nando ao estado A. Dê. a soma das afi mativas co etas. Unifo -CE Cinco mols de um gás pe feito ocupam um volume de 5m3 sob p essão de 2. a sua ene gia inte na não va ia. a tempe atu a do gás não va ia e não have á t oca de calo com o ambiente. se o gás passa p o um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C e eto nando ao estado A pelo mesmo caminho. 02. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C. se o gás fo subm etido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado D. ( ) tanto no t echo AD quanto no t echo DC. d) na t ansfo mação isovolumét ica de um gás. vale: a) 24. Sof en do uma t ansfo mação isocó ica até que a p essão passe a se de 3.6 d) 320 b) 70. PUC-RS Em elação a compo tamentos te modinâmicos de mate iais e substâncias. sua ene gia inte na pe manece constante. c) na comp essão adiabática de um gás. 04. ( ) o calo abso vido no t echo AB é igual ao t abalho ealizado pelo gás.

.. contém uma ce ta quantidade de gás à t mpe atu a absoluta T...... UFRS Um ecipiente he meticamente fechado.... Viçosa-MG Uma máquina té mica executa o ciclo esentado no g áfico seguinte: 6 Se a máquina executa 10 ciclos po segundo.. a) calo – t abalho b) t abalho – calo c) fo ça – calo d) fo ça – impulso e) t abalho – impulso IMPRIMIR GABARITO FÍSICA ... ap oximadamente: a) 75 C b ) 450 C c) 300 C d) 846 C e) 573 C 27. Unifo -CE A elação co eta ent e as tempe atu as absolutas TA. em quilowatt. e sua ene gia inte na ..5 atmosfe as. no estado final C....... pode t ansfo ma em ... a) diminui á – diminui á b) dim inui á – pe manece á constante c) pe manece á constante – aumenta á d) aumenta á – aumenta menta á – pe manece á constante 29. . na o dem em que elas apa ecem.. é: d) TC = 3TA a) 2TC = 3TA b) TC = TA e) TC = 6TA c ) TC = 2TA 25... todo o .. Selecione a alte nativa que p eenche co etamente as lacun as no pa ág afo abaixo.... ope ando em ciclo. Se a tempe atu a desse gás aumenta 100 K. Se o ecipiente fo me gulh ado em um tanque contendo um líquido à tempe atu a absoluta 2T. a potência desenvolvida. Viçosa-MG Um gás ideal encont a-se inicialmente a uma tem pe atu a de 150 C e a uma p essão de 1... PUC-RS O Segundo P incípio da Te modinâmica pode se e nunciado da seguinte fo ma: “Nenhuma máquina té mica...F.. a tempe atu a do gás ...24. U. no estado inicia l A.... é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0.. e TC..... UFSE Um ecipiente ígido contém gás pe feito à p essão P e tempe atu a 300 K.... de pa edes ígidas e pe meáveis à passagem de calo .8 e) 800 28.F... Mantendo-se a p essão constante. a p essão do gás se á: 4P 5P a) d) 3 2 3P b) e) 3P 2 c) 2P 26. a ela fo necido”... U..Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨    ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .... seu volume se á dob ado se sua tempe atu a aumenta pa a...

d) e ada. a água de dent o do f asco fe ve á” 7 GABARITO A hipótese do p ofesso Rugoso é: a) co eta. contido em um cilind o. ao invés disso.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . então. Analisando essas afi mativas pode-se conclui que: a) s omente I é co eta. p ofesso Samuel Rugoso quis testa a capacidade de seus alunos de p eve os esultados de uma expe iência po ele imaginada. d) I e II são co etas. em p incípio. com o esf iamento do f asco. b) e ada. a seguinte hipótese: “Se p ossegui mos com a expe iência. de amando água f e vendo sob e o f asco. em seu limite máximo. po que. ao se comp imido adiabaticamen te. sob e o fogo. o que to n a impossível a edução da tempe atu a de ebulição da água. em p incípio. que a água fe va a uma tempe atu a infe io a cem g aus centíg ados. O p ofesso Rugoso fo mulou. pois o esf iamento do f asco eduzi á a p essão em seu inte io pe mitindo. diminui de volume isote micamente. a água contida no mesmo não fe ve á. have á uma violação da lei de conse vação da ene g co eta. que pode move -se sem at ito e que pode até. necessa iamente muda de fase. à p essão atmosfé ica. II. III. Espe a-se um ce to tempo até que a água pa e de fe ve . se. necessa iamente aquece. a p essão do gás no cilind o deve á se: a) metade da p essão a mosfé ica b) igual à p essão atmosfé ica v0 c) duas vezes a p essão atmosfé ica d) t ês vez a p essão atmosfé ica e) quat o vezes a p essão atmosfé ica 32. pois a ent opia do sistema fica á oscilando. até a água fe ve . IMPRIMIR FÍSICA . pois. 31. mas. fazendo com qu e o pistão seja empu ado ao máximo e também com que a tempe atu a do gás atinja quat o vezes T0. I. Na situação final. c) somente III é co eta. pois o p ocesso acima desc ito é isobá ico. PUC-RS Um gás contido em um cilind o com pistão. a água não fe ve á. à tempe atu a ambiente T0 (em kelvin). b) somente II é co eta. ocupa um volume V0. como é p evisto pela segunda l ei da te modinâmica.30. duplica o volume inicial do gás. Em seguida. de massa desp ezível. e) II e III são co etas. o f asco é eti ado da chama e tampado com uma olha que lhe pe mite fica com a boca pa a baixo sem que a água vaze. Ap esentou-lhes a seguinte situação: N um local ao nível do ma coloca-se um f asco de vid o ( esistente ao fogo) com água até a metade. UFRN P eocupado com a in clusão dos aspectos expe imentais da Física no p og ama do P ocesso Seletivo da UFRN . de ama mos água gelada. O cilind o contém um pistão. Esse gás é aquecido. Fuvest-SP Um gás.

tem tempe atu a de –73°C. III. GABARITO a) Calcule o t abalho ealizado pelo gás du ante este ciclo. A va iação da ene gia inte na no ciclo completo (A Æ B Æ C Æ A) é nula. sob p essão de 38 cm de Hg.3 J/mol. analise as afi mativas abaixo e esponda de aco do com o código. (A → B → C → A). um ciclo de um gás ideal. O valo que mais se a p oxima do aumento de ene gia inte na da água é: a) 498 cal b) 2082 cal c) 498 J d) 3082 J e) 2424 J 34. Pa a que a p essão do gás nesse ecipiente seja de 1. b) Calcule a azão ent e a mais alta e a mais baixa tempe atu a do gás (em Kelvin) du ante este ciclo. Mackenzie-SP Ce ta massa de gás pe feito. a) I e III são co etas. expe imentado po um mol de gás ideal. de volume 1 lit o. b) I e II são co etas. Viçosa-MG O g áfico abaixo ep esenta um ciclo te modinâmico eve sível.K 8 De aco do com o g áfico.F. 35.5 J de calo no sistema. II. Em u iclo completo ent ou 124.0 atm. contida em um ecipiente de volume 2 l it os. c) II e III são co etas.33. Essa massa gasosa é totalme nte t ansfe ida pa a out o ecipiente. A tempe atu a do sistema no ponto A é 300 K. 36 . Dado: Constante unive sal dos gases R = 8. UFRJ A figu a ep esenta. I.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . devemos eleva sua tempe atu a de: a) 50°C b) 10 0°C c) 200°C d) 250°C e) 300°C IMPRIMIR FÍSICA . U. num g áfico p essão × volume . O calo de vapo ização a essa p essão é de 539 cal/g. ITA-SP Um centímet o cúbico de água passa a ocupa 1671 cm3 quando evapo ado à p essão de 1.5 atm. d) Apenas I é co eta.

Conside e po a p essão atmosfé ica. 52 g. 04. O gás ideal sof eu uma t ansfo mação is omét ica. a massa específica do me cú io. antes de en t a em contato com o ese vató io. pode-se afi ma : 01. 38.L/(mol.K) Patmosfé ica = 1 atm ≈ 1 x 105 Pa (1 Pa = 1 N/m2) 3 1 m = 1000 L a) 13 m3 b) 6. A p essão do gás ideal é dada po (po + mgh).98 m3 e) 0. As t ansfo mações que compõem o ciclo de Ca not são todas eve síveis. Calo e t abalho podem se exp essos na mesma unidade de medida.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . à p essão atmosfé ica e à tempe atu a de 300K.1 m3 d) 0. e a q0 < qe. a soma das alte nativas co etas. à tempe atu a qe. na t ansfo mação isobá ica. A máquina té mica que ope a em ciclo de Ca not ap esenta á endimento máximo. 16. 08. o desní el ent e as supe fícies do me cú io. g. 16. 02. Fuvest-SP Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito. se á usado exclusivamente pa a aumenta sua ene gia inte n a. Dê.2 m3 c) 3. à alta p es são. 02. é co eto afi ma : 01. o módulo da acele ação da g avidade local e h. em equilíb io té mico com a substância cont ida num ese vató io adiabático.K ) ou R = 0. o volu me final do balão se ia ap oximadamente de: Constante dos gases R R = 8. UFBA A figu a abaixo ap esenta um bulbo contendo gás ideal. Pa te do calo cedido pela substância foi utili zada pa a aumenta a ene gia inte na do gás. 9 Nestas condições.3 J/(mol. e a meno do que a tempe atu a do gás. o qual é pa te integ ante do manômet o de me cú io de tubo abe to.082 atm.27 m3 39. antes do contato com o bulbo. como esposta. Os gases ideais obedecem simultaneame nte à lei de Boyle-Ma iotte e às leis de GayLussac. 08.37. A tempe atu a do bulbo. ap oximadamente. Se todo o conteúdo do bujão f osse utilizado pa a enche um balão. usando-se vapo de água como agente de t ansfo mação. m . 04. Um mol desse gás tem massa de. A temp e atu a da substância é p opo cional à ene gia cinética média de t anslação das moléculas d deal. A tempe atu a da substânci a. O calo fo necido ao sistema . UFBA Com base n os conhecimentos da Te modinâmica.

UFRN Num ecipiente de ae ossol. UFMG Um gás ideal. 4 etapa (D → A): comp essão isomét ica. São quat o as etapas do ciclo de funcionamento d e uma máquina té mica: 1 etapa (A → B): expansão isobá ica. po tanto. Com base nessas info mações. Isso acontece po q ue há uma diminuição da ene gia inte na do fluido expelido devido ao t abalho ealizad o pela expansão do mesmo. Potigua -RN Um dos amos da Física bastante consistente é a teo ia que t ata dos fenômenos do calo – Te modinâmica. U. WII e WIII os módulos dos t abalhos ealizados pelo gás nos p ocessos I. Quando se usa um de sodo ante do tipo ae ossol. I I e III. é co eto afi ma que: a) WI < WII < WIII b) WI = WII = WIII c) WI = WIII > WII d) WI > WII > WIII 42.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ . que está à p essão a tmosfé ica. Assinale o a P xV (p essão ve sus volume) co espondente a esse ciclo. a) c) b) d) 10 41. ep esentados neste diag ama de p essão ve su s volume: Sejam WI.40. ap oximadam ente. II e III. em tempe atu a ambiente. Ao se expelido pa a o meio exte no. 2 etapa (B → C): expansão iso 3 etapa (C → D): cont ação isobá ica. Pode-se conclui . a) adiabática b) isoté mica c) isovolumét ica d) isobá ica IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . pode se levado a um estado final f po meio dos p ocessos I. o jato de fluido que sai do ecipiente está a uma temp e atu a meno que a do fluido que ficou dent o do ecipiente. a alta p essão inte na mantém pa te do conteúdo no estado líqui do. em um estado inicial i. espectivamente. esse líquido passa apidamente pa a o estado gasoso. que essa expansão é.

du ante o p ocesso. como esposta.2 .0 . A va iação da ene gia inte na de um siste ma te modinâmico é dada pela dife ença ent e a ene gia t ocada com a vizinhança. a tempe atu a do sistema aumenta. conve te todo o calo ecebido em t abalho. A fo ça exe cida pelo gá sob e o êmbolo vale 2 x 105 N. Um ef ige ado funciona como uma máq uina té mica. Uma máquina té mica. Se dividi mos o end imento da segunda máquina pelo endimento da p imei a máquina. UFBA Um cilind o. 08. at avés de t abalho ealizado sob e ele. eti a calo da fonte f ia e. ope ando segundo o Ciclo de Ca not. sua tempe atu a sof e um ac éscimo. Em uma t ansf o mação isoté mica o sistema não t oca calo com o meio exte no. foi de: a) 1. isto é. e o t abalho ealizado pelo sistema. 44. 104 b) 3. 64.0 .5 m2. está sob a ação de p essão atmosfé ica constante e igual a 105 N/m2. obtém um endimento de 100%. O gás ealiza t abalho de 50J sob e a vizinhança. 104 e) 1. como esposta. 02. pode-se afi ma : 01. até a tempe atu a T2. 08. Dê. contém um gás ideal que ocupa um volume de 3 L.00 d) 0. quando pa ssa a ocupa um volume de 3. ejeita pa a a fonte quente. lentamente. a soma das alte nativas co etas.33 c) 1. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . UFRS Uma máquina té mica ideal ope a ecebendo 450 J de uma fonte de calo e libe ando 300 J no ambiente. 104 c) 4.0 . Dê.5 L. S emp e que um gás ecebe calo . Numa comp essão adiabá ica. a soma das alte nativas co etas. 16. Du ante o p ocesso. O volume do gá . 105 45. O moto de combustão inte na de um automóvel não é uma máquina té mica.75 e) 0. O gás é aquecido.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . 02. 104 d) 9. 11 O t abalho ealizado na t ansfo mação ABC. ou sob e o sistema. O p ocesso é isobá ico. 04. munido de um êmbolo móvel.43. 32. 32. em joules. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01.50 b) 1. 04. à tempe atu a T1. po que não ope a ent e uma nte quente e uma fonte f ia e em ciclos. ope ando em sentido inve so. A velocid ade média das moléculas do gás é a mesma no início e no fim do p ocesso. 16.0 . Unifo -CE Uma ce ta massa de gás pe feito sof e a t ansfo mação ABC ep esentada pelo g áfico p x V. Nessas condições. aumenta linea mente com a tempe atu a. Uma segunda máquina té mica ideal ope a ecebendo 600 J e libe ando 450 J. obte emos: a) 1.25 46. isto é. A ene gia inte na do gás pe manece constante du ante o p ocesso. na fo m a de calo . a supe fície exte na do êmbolo cuja á ea vale 0.

espectivamente. na p ática. ep esentado na figu a ao lado.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ 47. 02. o t abalho que ela ealiza po ciclo. No pe cu so CD. ( ) Em uma máquina té mica. Dê. o t abalho ealizado é nulo. B e C. às tempe atu as de 300 K e 500 K. Cefet-PR T ansfo mação gasosa adiabática é uma t ansfo mação em ue o gás passa de um estado a out o sem ecebe ou cede calo pa a o ambiente. Ao completa cada ci clo. 50. o t abalho ealizado pelo gás é igual a 4 x 102J. a soma das alte nativas co etas.12 De aco do com a Te modinâmica. como esposta. a tempe atu a do gás aumenta. c) Em uma comp essão adiabática. não é possível const ui apenas a(s) máquina(s): a) A d) A e B b) B e) B e C c) C 49. 48. uma tabela ap esentada abaixo. No pe cu so BC. MÁQUINA A B C Q 10kJ 12kJ 8kJ W 10kJ 6kJ 3kJ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Nessa tabela. num catálogo. ( ) Calo flui espontaneamente de sistemas mais f ios pa a sistemas mais quentes. d) Em uma t ansfo mação adiabática. há conve são de calo em t abalho. todas ope ando ent e fontes de calo . b) Numa t ansfo mação adiabática o gás não se es ia nem esquenta. a va iação da ene gia inte na do sistema é inve samente p opo cional ao t abalho. FURG-RS Analise cada uma das s eguintes afi mativas elacionadas à segunda lei da te modinâmica e indique se são V (v e dadei a) ou F (falsa). 08. a t ansfo mação de ene gia té mica em t abalho nunca se dá totalmente. A. pode-se conclui : 01. 16. e) Em qualque t ansfo mação a. a p essão exe cida pelo gás se mantém constante. Quais são. ( ) Ca not idealizou um ciclo totalmente eve sível com o qual se obte ia o máximo endimento possível. as indicações co etas? a) F – F – V d) V – F – V b) F – V – F e) V – V – F c) F – V – V IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . UFBA Uma ce ta quantidade de gás ideal ealiza o ciclo ABCDA. 04. efe ente a t ês máquinas té micas. oco e aumento da ene gia inte na. Nessas condições. UFPB Um inve nto publica. Utilizando-se esse ciclo em uma máquina. a potência dessa máquina se á igual a 8 x 102 W. Q ep esenta o calo que a máquina abso ve po ciclo e W. No pe cu so AB. Baseado nessas info mações. não há ealização de t abalho. Es sa t ansfo mação pode se obtida. assinale a afi mativa co eta: a) Numa t ansfo mação adiabática. d e modo que o gás ealize quat o ciclos po segundo. se isola mos te micamente o sistema ou s e a t ansfo mação fo ealizada apidamente.

expe imentados po uma dete minada massa gasosa. 08. 02. a pressão exercida pelo gás se mantém consta te. a t ansfo mação CD sof ida pelo gás é uma t ansfo mação isovolum o t abalho ealizado pelo gás no ciclo é dado pela á ea do etângulo ABCD. 04. se isolarmos termicamente o sistema ou se a transformação for realizada rapidamente. não há realização de alho. 54. Com base nessas info mações. a soma das alternativas corretas.2 . Com espeito a esses p ocessos. Ponta G ossa-PR O g áfico abaixo ep esenta uma sucessão de p ocessos quase estáticos. 10 Dado: 1 cal = 4. GABARITO 01. Ba seado nessas informações. seu volume.5 . na prática. O p ocesso AB é uma expansão isobá ica e obedece à Lei de Cha les. Caxias do Sul-RS Uma massa de um gás ideal desc eve o ciclo ABCDA do diag ama. com potência constante de 200 cal/min.E.2 J 52. U. O p ocesso BC é uma expansão is té mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. P ep esent a a p essão do gás e V.Termodinâmica Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .2 . como resposta. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . O t abalho que a máquina ealiza e m 1. Essa transformação pode ser obtida. assinale a alternativa correta: a) Numa transformação adiabática . O p ocesso DA é uma comp essão isoté mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte.6 . c) Em uma compressão adia ica. U.0 ho a de funcionamento. o t abalho total ealizado pelo gás no ciclo é dado p á ea do etângulo AP2P1D. 105 4 b) 1. O p ocesso ABCDA é denominado p ocesso cíclico. e) Em qualquer transformação adiabática. b) Numa transformação adiabática o gás não se resfria nem esquenta.8 . 103 a) 2. a variação da energia interna do sistema é inversamente proporcional ao trabalho. a temperatura do gás aumenta. Unifo -CE Uma caldei a fo nece calo . em joule. a t ansfo mação BC sof ida pe lo gás é uma t ansfo mação isobá ica. a uma ce ta máquina té mica cujo endimento é de 0. 53. e ∆ U = 0. é co eto afi ma que: 13 a) b) c) d) e) o t abalho ealizado pelo gás na t ansfo mação AB vale ze o. 103 3 c) 7. Cefet-PR Transfo rmação gasosa adiabática é uma transformação em que o gás passa de um estado a outro sem re er ou ceder calor para o ambiente. No diag ama. Dê. 16.15. 10 e) 1. vale: d) 4. d) Em uma transformação adiabática. assinale o que fo co eto. O p ocesso CD é uma comp essão isocó ica e obedece à Lei de Cha les.51.

voltando depois a caminh a .55. de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ d) 420 kJ e) 480 kJ IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . ap oximadamente.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . quant idade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias di etéticas”/minuto). Em dado momento. o jovem utilizou uma quantidade de ene gia a mais do que se tiv esse apenas caminhado du ante todo o tempo. o jovem passa a co e . um jovem consome 1 litro de O2 por minuto. Fuvest-SP Em uma caminhada. Consumo de O2 2 ( /min) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t(minuto) 14 Po te co ido. O g áfico ep esenta seu consumo de oxigênio em função do tempo.

45. 2 3. b) 4. 33. 52. 37. 14. 34. 17. 46. 41. 26. 15. 54. b a c a a a a) 1. 49. 39. 28. 9. 43. 18.10–7J. 7.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ .5 b 0 1 + 04 + 16 = 21 b 01 + 02 + 08 = 11 c d a 01 + 08 + 32 = 41 a d 44 01 + 02 + 08 + 16 = 27 d c d c e 28 c c IMPRIMIR G A B A R IT O Volta FÍSICA . 55. 24. 2. 27. 42. 5. 10.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1 1. 44. 48. 3. 20. 6. 4. 22. 12. d c V–F–V–F–V c 03 01 c 2. 21. 47. 38. 40. 11. 19.04atm d d c 26 F–V–V–F V–V–F–F–V 01 b c c 08 + 16 c e a e b d 29. 53. 51. 25. 30. 32. 13. 16. 35. 36. 8. 50. 31.

UFRN Uma das aplicações tecnológicas mode nas da elet ostática foi a invenção da imp ess a a jato de tinta. 02) po contato. II. e) Apenas as afi mativas II. ca egada positivam ente e ca egada negativamente. dois co pos neut os. III e V são ve dadei as . U. ficando A e B com ca gas de sinais opo stos. 04) po at ito. neut a e ca egada positivamente. c) Apenas as afi mativas I e IV são ve dadei as. 05) po indução. de mate iais dife entes. que são lançadas pa a baixo. então está elet izado. Após at avessa a egião ent e as placas. o papel pa a fo ma as let as. Ao se em at itados. neut a e ca egada n egativamente. Pelos desvios so f idos.Elet ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a 2 e a 3 estão. c) ca egada positivamente.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. b) neut a. Tais choques são devidos ao fato de esta em os automóveis ele t icamente ca egados. t o nando-se neut o o co po B. a pa ti de um co po B. IV e V são v e dadei as. Na elet ização po indução. con side e as afi mativas a segui : I. a) Apenas as afi mativas I. devido ao p incípio de conse vação das ca gas elét icas. atingindo. pode oco e : 01) po at ito. é possível obte -se co pos elet izados com quantidades dife entes e ca gas. Se um co po tem ca gas elét icas. ca egada negativamente e neut a. então o núme o de ca g as elét icas negativas e positivas não é o mesmo. Esse tipo de imp esso a utiliza pequenas gotas de tinta. d) Apenas as afi mati vas II. egião onde existe um c ampo elét ico unifo me E . Lond ina-PR Campos elet izados oco em natu almente no nosso cotidiano. 2. 03) po indução. Sob e as afi mativas acima. IMPRIMIR FÍSICA . A figu a a segui most a t ês gotas de tinta. que podem se elet icamente neut as ou elet izadas positiva ou negativamente. ficando A e B com ca gas de sinais opostos. pode-se dize que a gota 1. d) ca egada positivamente. IV. Se um co po está elet izado. a pa ti do emisso . assinale a alte nativa co eta. U.E. IV e V são ve dadei as. (O camp o elét ico unifo me está ep esentado po apenas uma linha de fo ça). então. espectivamente: a) ca egada negativamente. to nam-se elet iz ados com ca gas opostas. Um co po neut o é aquele que não tem ca gas elét icas. Essas gotas são jogadas ent e as placas defleto as da imp esso a. Salvado -BA A elet ização de um co po A. b) Apenas as afi mativas I. ficando A e B co m ca gas de mesmo sinal. 1 GABARITO 3. to nando-se neut o o co po B. V. Sob e a natu eza dos co pos (elet izados ou neut os). inicialmente neut o. essas gotas vão imp egna o papel. II e III são ve dadei as. Um exemplo disso é o fato de algumas vezes leva mos pequenos choques elét icos ao en costa mos em automóveis. III. p eviamente elet izado.

( ) O a em uma egião onde exist e um campo elét ico unifo me de intensidade supe io a 10 000 V/cm é um péssimo condut o de elet icidade. 04. 08.10F b) F c) 5 F d) 10 F e) 100 F IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrostática ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 7. a soma das afi mativas co etas. a igidez dielét ica do a aumenta . Unifo -CE Cons ide e o sistema constituído po duas ca gas elét icas. de módulo: a) 0. ao sai mos de um ca o ou pega mos o co imão de um ônibus.4. de módulo F. como esposta. sepa ados po uma distância de um centímet o. Uma faísca elét ica oco e ent e dois c o pos isolados no a . na época da seca. de mesmo sinal. Dê. 6. 01. UFMT Em Campo G ande. uma ve z que a umidade do a é mínima. sendo sua variação dada por k Q q r − r 2 1 1 1 c) aumentará iação dada por k Q q r 2 − r 2 2 1 1 1 d) diminuirá. na época da seca. esses funcionam como te a desca egando a elet icidade acumulada em nossos co pos. UnB-DF Nos p e íodos de estiagem em B asília. 02. abso vemos mais ca gas elét icas positivas po ind ução. sobre outra carga q2 = 20 µC . Com o auxílio do texto a cima. julgue os itens que se seguem. Q e q. uma vez que a umidade do a é mínima. sendo sua va iação dada po k Q q − r 2 1 2 GABARITO 1 1 b) diminuirá. ( ) O valo absoluto do potencial elét ico da ca oce ia de um ca o aumenta devido ao a mazenamento de ca gas elet ostáticas. ( ) Os choques elét icos efe i dos no texto são pe igosos po que são p ovenientes de ca gas estáticas que acumulam g ande quantidade de ene gia.0 µC exerce fo . ca egamo-nos negativamente po at ito. 5. é comum oco e o choque elét ico ao se toca a ca oce ia de um ca o ou a maçaneta de uma po ta em um local onde o piso é ecobe to po c a pete. a ene gia potencia l do sistema: 1 1 a) aumenta á. sendo 1 a distância ent e elas. em média. ao toca mos o ca o ou o co i mão do ônibus. quando a dife ença de potencial elét ico ent e eles atinge. ( ) O choque elét ico é sentido po uma pessoa devido à passagem de co ente elét ica pelo seu co po. Unifor CE Uma carga elétrica q1 = 2. 16. sintamos um pequeno choque na ponta dos dedos. Ess e fenômeno se explica po que. sendo sua variação dada por 2 1 2 e) permanecerá constante. ( ) O p ocesso de elet ização po indução é o p incipal espon sável pelo su gimento do fenômeno desc ito no texto. Se aumenta mos essa distância pa a 2. é f eqüente que. Centelhas ou faíscas elét icas de ce ca de um centímet o de comp imento saltam ent e os dedos das pessoas e esses objetos. Pode se concluir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força. a igidez dielét ica do a diminui. 10 000 V.

8. Determine a expressão para a carga elétrica q: (Considere a constante e letrostática igual a k) IMPRIMIR a) x 2 mg tan θ 4 k tan θ 4 mg k x2 1/ 2 mg tan θ 1/ 2 b) e) tan θ kmg Voltar FÍSICA . UEMS Em um ponto do espaço uma carga de 6m C cria um campo elétrico de 6 . perman ecendo separadas. entre as alternativas e melhor representa a distribuição final de cargas nas duas b) c) 3 d) e) carga elétrica positiva.103 N/ C. devido a força de repulsão elétrica. então.Eletrostática Avançar c) x d) x. Uma esfera condutora oximada da esfera isolante. UFRS A superfície de uma esfera isolante é carregada com oncentrada em um dos seus hemisférios. a) 9. Assinale.2 m e) 5 m c) 3 m GABARITO 10. apr abaixo. A distância entre esse ponto do espaço e a carga. Então são eletrizadas.1 09 ) C2 a) 2 m d) 0. segundo a fi gura abaixo. c descarregada é. k kmgx tan θ .4 m b) 3. é de: Nm 2 O meio é o vácuo (k0 = 9. por uma distância x. UEMS Duas esferas metálicas de mesma massa m e mesmo raio r são presas a um ante paro horizontal. de forma a ficarem sob ação da gravidade. o esquema qu esferas.

ue está corretamente representada na alternativa: a) b) c) d) e) GABARITO 14.0 cm. vale: a) 2.0 x 10–10 m. Observações: 1 m (1 mili) = 11–3. em unidades de 10–9 N? a) 13 d) 23 b) 18 e) 28 c) 20 13. então Q2.0 . no vácuo. 12. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 10–7.0 . positiva. 10–8C. A resultante das forças ue atuam na esfera de carga 1 é nula. devido às uatro cargas. a um a força. negativa.E. –9 1 n (1 nano) = 10 .0 . O tipo de e uilíbrio da esfera de carga 2 é in stável. As esferas de car gas 1 e 3 são negativas. 04.11. 1 m (1 micro) = 10–6. e a esfera de carga 3 é negativa e vale -140 µC. PUC-RS Quatro p e uenas cargas elétricas encontram-se fixas nos vértices de um uadrado. positiva. 10–8.0 . Qual o módulo da força elétrica ue um exerce sobre o outro. A esfe ra de carga 1 é positiva e vale 400 µC.0 . 01. b) 2. Dê. Ponta Grossa-PR O es uema abaixo representa três esferas pe uenas de carg as 1. As esferas de cargas 1 e 3 têm valores algébricos igu ais. uando estão separadas por uma distância de 3.0 . 1 p (1 pico ) = 10–12 A partir destes dados. no vácuo. d) 2. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem. conforme fi gura abaixo. a soma das alternativas corretas. e) 2. com uma força de inten sidade 4. e a distância (d) ue as separa é 12 cm. as uais se encontram em e ui líbrio.0 . assinale o ue for correto. 109 S. U. 10–6. 10–2 N.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Se Q1 = 2. 10–7. 2 e 3. em coulombs. como resposta. 08. 4 Um elétron no centro desse uadrado ficaria submetido. e seus módulos valem 1. c ) 2. 02. 16.I. sendo 2 positiva e de valor 270 µC. Dado: Consta nte eletrostática do vácuo = 9.08 mC. positiva. sobre a mesma reta.0 . negativa. 10–8. UFPE Dois prótons de uma molécula de hid rogênio distam cerca de 1.

UFGO Uma esfera metálica neutra de raio R. ( ) O campo elétrico. ( ) é acelerada por uma força proporcional ao campo elétrico . 04. no ponto médio ent re Q1 e Q2. embora sua carga total permaneça nula. 18. também positiva. de modo ue ela fi ue em e uilíbrio. inale verdadeiro (V) ou falso (F). mantidas fixas. ( ) Par a estabelecer a configuração da figura. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1. am bas positivas e Q1 > Q2. s obre a reta ue passa pelas duas cargas. entre Q1 e Q2 e mais próxima de Q1. entre Q 1 e Q2 e mais próxima de Q2. Q1 Q 2 + + Para isso. d. Dê. 17. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3. ( ) No interior de um condutor em e uilíbrio eletrostático. 08. um agente externo realizou um trabalho posit ivo.10–3C. Deseja-se colocar uma carga puntual . 16. 02. inserida em uma região de campo elétrico u niforme de intensidade E. no ponto médio da reta ue une as cargas. O meio é o vácuo. são colocadas as cargas QA = 2µC e QB – 2µC. F.109Nm2C–2 e com base na informação.15.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 16.5. ( ) possui um potencial elétrico constante em sua superfície. é nulo. em função da dis tância. como resposta. é correto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as cargas tem natureza atrativa. a carga deve ser colocada: 01. ( ) fica polarizada. ( ) O potencial do ponto C. é 18000 volts. é nulo para d = 1 m. a soma das afirmativas corretas. Unicap-PE No vértices A e B do triângulo e uilátero da figura abaixo. entre duas cargas pontuais idênticas. Considerando-se a constante eletros tática do meio igual a 9. é igual a 9.109 N/C para d = 3 m. à es uerda de Q1.103N para d = 2 m. no ponto médio da reta ue une as carga s. UESC-BA 5 O gráfico representa o comportamento da intensidade da força elétrica. relati vo ao infinito. UFMT A figura abaixo mostra duas cargas puntuais Q1 e Q2. o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância. ( ) possui em seu interior um campo elétrico constante de módulo igual a E. 04) O módulo do campo elétrico. no ponto C. 05) O potencial elétrico. à direita de Q2. já ue as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. em relação ao centro do condutor.

separadas pela distância 2a e simétricas em relação ao eixo x. Londrina-PR A figura abaixo mostra duas c argas elétricas + e . 20.F. dirigindo-se para a carga. b) O potencial elétrico no ponto O é diferente de zero. e) circunferências concêntric as. c) A força elétrica ue atuaria em uma carga + colocada em B teria direção verti cal com sentido para cima. 21. b) semi-retas. e sentido horário. d) A força elétrica ue atuaria em uma carga . 6 Seus conhecimentos de eletricidade permitem-lhe afirmar ue ocorrem descargas elét ricas entre nuvens e a Terra uando: a) o ar se torna condutor por ue foi ultrap assado o valor de sua rigidez dielétrica. devido ao acúmulo de cargas elétricas nas nuvens. c) se torna nula a diferença de potencial entre as nuvens e a Terra por ue estão carregadas com cargas de sinais c ontrários. e) o valor do campo elétrico na região oscila fortemente. assim como no humor de Luís Fernando Veríssimo. É c rreto afirmar: IMPRIMIR GABARITO a) O campo elétrico no ponto O é nulo. os raios são apresentados como manifestações da irritação dos deuses. Voltar FÍSICA . b) cresce muito a rigidez dielétrica do ar . devido à eletrização da superfície terres por indução. UFSE As linhas de força de um campo elétrico. são: a) semi-retas.E. deslocando-se verticalmente para baixo. Pelotas-PR Na mitologia dos povos da antigüidade. d) circunferênci as concêntricas. com a carga no centro e sentido anti-horário.19. U. c) curvas parabólicas com a carga no foco. d) diminui o campo elétrico na região. devido ao acumulo de cargas elétricas nas nuvens. e) Uma carga + colocada em B apresentará trajetória r etilínea. rad iais. U..colocada em B teria sentido para cima. com a carga no centro. gerado por uma carga puntiforme ne gativa. partindo da carga. radiais.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .

8 . U. 24. c) fora do centro e tem módulo 9. 25.8 . Unicap-PE Na fig ura abaixo QA = 32µc e QB = 18µc [O meio é o vácuo] Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) . e suas cavidades internas se acham vazi as. totalmente fechados. três objetos de formas geo métricas diferentes. I II III 7 IMPRIMIR GABARITO Em uais desses objetos o campo elétrico é nulo em ual uer ponto da cavidade intern a? a) Apenas em I.22. Voltar FÍSICA . é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. d) fora do centro e tem módulo 1. é co nstante. portanto. de raio 50 cm e uniformemente carregado com carga Q = 2. 23. está em e uilíbrio elétrico no ar.8 . ue se encontram em repouso. e) Em I. por um campo elétrico uniforme.0 m do centro da esfera. feitos de material bom condutor. no ponto C. ( ) O potencial elétrico. ( ) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial el etrostática do sistema.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . b) o centro e tem módulo 1. a força coulombiana sentida por ela terá módulo crescente. A superfície de cada um dos objetos está carregada com carga elétrica estática de me smo valor Q. de 220 joules. b) Apenas em II. 104 V/m. então. UFRS A figura abaixo representa. um elétron é acelerado por uma diferença de pote ncial de 220 volts. em e uilíbrio eletrostático. é uma superfície e uipotencial.3 x 104 v. ( ) Toda super fície metálica. está co ncentrada em seu centro. é nulo. O ganho de energia cinética é. numa região de campo elétrico uniforme. ( ) O potencial.0. 1 04 V/m. II e III. e) fora do centro e tem módulo 1. em corte. em e uilíbrio eletrostático. no ponto C . em unidades coerentes. assim. escreva V para as afirmativa s verdadeiras ou F para as afirmativas falsas. 10–3 V/m. ( ) O campo elétrico no centro de u ma esfera de alumínio uniformemente carregada. ( ) Em um tubo de imagem de um televisor. d) Apenas em II e III. 10 N . ( ) Uma gota de óleo eletricamente carregada é mantida em suspensão. c) Apenas em I e II. é 6.0 . ( ) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA. U nifor-CE Um condutor esférico.0 . Católica-DF A respeito da eletricidade estática.0 µC. ( ) A carga de um condutor. 10–3 V/m. a uma certa distância do so lo. afirmar ue o módulo da razão entr e a carga e a massa da gota de óleo é igual ao módulo da razão entre o campo gravitacion al local e o campo elétrico. m2/C2. Os objetos são ocos. o vetor campo elétrico aponta para: a) o centro e tem módulo 9. por onde flui uma corrente elétrica. A constante eletrostática do ar é k = 9. 1010 V/m. Pode-se. Num ponto situado a 1. ( ) Suponha ue uma carga de p rova seja deslocada no sentido em ue a densidade das linhas de campo elétrico é cre scente.

26. a soma das alternativas corretas. Voltar FÍSICA . a) E2 = 4E1 d) E2 = E1 / 2 b) E2 = 2E1 e) E2 = E1 / 4 c) E2 = E1 27. como resposta. Essa distribuição de c arga produz no ponto P1. II. um campo elétri co de intensidade E1. UFMS Uma esfera metálica de raio R está eletrizada positivamente com uma carga Q. uma casca esférica de ra io 2R. IMPRIMIR Dê. 16. melhor representa o campo elétrico (E) dessa esfera? 01. contendo carga elétrica Q. 04. Qual dos gráficos E x r. 8 Selecione a alternativa ue expressa corretamente a relação entre as intensidades de campo elétrico E1 e E2. I. um campo elétrico de intensidade E2. Essa distribuição de carga produz no ponto P2. uma esfera maciça de raio R. GABARITO 02. A figura (II) representa.Eletrostática Avançar ¢ . UFRS A figura (I) representa. contendo a mesma carga elétrica Q. porém uniformemente distribuída sobre sua su perfície. 08. a uma distância d do centro da esfera maciça. onde r é a distância de um ponto P ao centro da esf era. em corte. à mesma distância d do centro da casca esférica. em corte. uniformemente distribuída em todo o seu volume.

Dê. sua capacidade eletro stática duplicará. c) A força eletrostática resulta nte sobre a carga de prova é dobrada. Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezíve l.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . a soma das alternativas corretas. estão separados por uma distância d ual uer . Salvador-BA Uma carga Q. de raios R. 03) a constante eletrostática do meio. num ponto P à sua vol ta. o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. As três esferas apresentam a mesma capacidad e eletrostática. e a 3. o potencial elétri co resultante é nulo. o sistema se neutralizará. Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade.28. s erá igual a . 32.E. como resposta. Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera co m carga + . As esfe ras 1 e 2 estão neutras. e) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é dobrado. uma carga de prova . a razão fornecerá: E 01) o valor de Q. U. O módulo do vetor campo elétrico. Colocamos no ponto médio. a força resultante sobre e la será nula. Se for colocada uma outra carga + . Cefet-PR Doi s objetos com cargas iguais. ue une os dois objetos carregados. um campo elétrico de intensidade E e um potencial elétrico V. S e colocarmos uma outra esfera com carga + . afastando-as e. No ponto P. 16. 31. a) O potencial elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. afastando-a e. puntiforme e positiva. conforme a fig ura. 02) a distância entre P e Q. no ponto P. Colocando-se a esfera 1 em contato com a 3. d) A energia potencial eletrostática resultant e sobre a carga de prova é nula. 04. 05) o trabalho da força elétrica para manter Q na posição considerada. eletrizadas. como resposta. 2 e 3 . 9 GABARITO 01. Nessas condições. 08. 04) a intensidade da força elétrica entre Q e uma carga de prova colocada em P. 08. V Considerando-se a carga Q em repouso. 3 02. colocando a 3 em contato com a 2. 1. a soma das alternat ivas corretas. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o potencial de Q e uilíbrio entre elas será igual a C + C . Nessas condições. é igual a zero. positivas. Dê. assinale o ue for correto. a carga elétrica da esfera 1. é correto afi rmar: 01. 29. b) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se a vizinharão a ela. 02. U. 16. No ponto P. colocando-a Q em contato com a 2. 04. Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1. o campo elétrico resultante é nulo. após os contatos. em seguid a. cria. UFBA Três esferas metálicas idênticas. 32. em seguida. no interior da esfera 3. eletrizada com carga Q . no ponto P. 30. no ponto P. encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K0). sendo C1 e C3 as capa cidades eletrostáticas 1 3 das esferas 1 e 3. A energia potencial do sistema formado pelas duas esfera s eletrizadas é inversamente proporcional ao uadrado da distância entre elas. duas esferas idênticas. sendo P o ponto médio entre elas. Maringá-PR Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em r epouso. sob ação de forças externas.

Os vetores campo elétrico E1 e E3 se a nulam. 10–6 C 1 . Num ponto situ ado no vácuo (K = 9.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . 02. assin ale o ue for correto. em função da distância aos pontos do campo. 10–8 C 2 . como r esposta. é diferente de zero. a 4 m de distância de uma carga geradora ue mede 48 mC. Ponta Grossa-PR Duas cargas elétric as de mesmo valor e de sinais contrários criam um campo elétrico E no ponto O. É uma grandeza escalar. Com relação aos vetores desse campo elétrico. Dê.103N/C. 04.E. assinale o ue for correto. 04. U. Quando gerad o por várias cargas elétricas puntiformes. como respos ta. U. tem valor de 27. 10–6 C Voltar FÍSICA . Pode ser medido em Volt por metro. O valor da carga é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 2 . E1 e E2 determinam o vetor campo elétrico resultante. 16. confo rme mostra a figura abaixo.32. UEMS O gráfico representa o potenci al produzido por uma carga elétrica puntiforme no vácuo. 10–8 C 3 .109 unidades MKS). 01. 16. 10 01. No interior de um condutor esférico em e uilíbrio eletrostático. a soma das alternativas corretas. E4 é o vetor campo elétrico resultante. 08. 02. 08. é nulo num determinado ponto. O vetor campo elétrico resultante é nulo. Ponta Grossa-PR Sobre o campo elétrico gerado por uma carga elétrica. a soma das alternativas corretas. Dê. 34. 33.E. 10–7 C 4 . Os vetores campo elétrico E2 e E4 se anulam.

no int erior de um condutor eletrizado. como resposta. voltada para a Terra. UFSC A garota possui um a uário de 60L. a so ma das alternativas corretas. há uma concentração de cargas elétricas maior do ue numa região plana. UF PR Um físico realiza experimentos na atmosfera terrestre e conclui ue há um campo e létrico vertical e orientado para a superfície da Terra. fazendo com ue a parte inferior desta. distantes 2 m entre si e situados a uma mesma a ltitude. O campo elétrico. com um a uecedor de 60 W ligado constantem ente. en uanto ue ânions tendem a mover-se para a superfície t errestre. ( ) Cátions existentes na atmosfera te ndem a mover-se para cima. um a uecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora. Dê. 32. caso não houvesse troca de água. ( ) A diferença de potencial elétrico. na atmosfera. com carga elétrica negativa em excesso. alguns peixes morrerão. seja carregada positivame nte. O campo elétrico. a potência mínima do a uecedor deverá ser 100 W. por is so a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do ue na s proximidades de regiões mais planas. Dê. Como a rigidez dielétrica do ar é 3 x 106 N /C. no interior de um condutor eletrizado em e uilíbrio eletrostático. situado 2 m abaixo de A. 04. com módulo E = 100 N/C.5ºC p or hora. ut iliza um a uecedor com termostato. Consi derando ue para uma pe uena região da superfície terrestre o campo elétrico é uniforme. ( ) Este campo elétrico induzirá cargas elétricas em uma nuvem. mesmo com um a uecedor de 500 W. 16. 08. a carga ue podemos transferir a um corp o condutor pontiagudo é menor ue a carga ue podemos transferir para uma esfera c ondutora ue tenha o mesmo volume. Numa região pontiaguda de u m condutor. é 200 µJ. 11 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . muito sensíveis a baixas temperaturas. UFSC Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. 64. fazendo com ue o exc esso de carga se localize na superfície do condutor. 37. é correto afirmar: ( ) A Terra é um corpo eletrizado. 02. 16. é de 200 V. Sabendo-se ue alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperatur as inferiores a 23ºC e ue na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8ºC. com um a uecedor de 200 W havendo troca de água no inverno. 02. por ue uma estrutura metálica blin da o seu interior contra efeitos elétricos externos. Tendo observado o funcionamento desse tipo de a uário. ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Devido ao poder das pontas. é nulo. entre um ponto A e um ponto B. ( ) O trabalho realizado pela força elétrica para deslocar uma carga elétric a de 1µC entre dois pontos. alguns peixes morreriam se a a uarista prec isasse trocar a água no inverno. no interior de um con dutor carregado. com peixes tropicais de água doce. ao longo de um ano. 04. é sempre diferente de zero. é nulo. desde ue ela não seja trocada. a carga máxima ue podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é 10 microco ulombs. A e C. a temperatura da água pode ser mantida em 20ºC. Uma pessoa dentro de um c arro está protegida de raios e descargas elétricas. como resposta. O potencial elétrico. Para mantê-los na temperatura ideal de 23ºC. desde ue não haja troca de água.35. a soma das alternativas corretas. é corre to afirmar ue: Dado: 1 cal = 4J 01. 36. 08.

33. 11. 12. 7. 36. 4. 16. b 03 c 01 + 0 8 + 16 V–F–F–F–V b b e c d d d c 15 16 F–V–V–F 03 F–F–V–F–F a 20. 10. 37. 34. 17.Eletrostática Avançar . 15. 3. 23. 24. 13. 22.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 32. 2 30. 19. 35. 8. 14. 25. 9. 6. 2. 5. 31. 26. 21. a c V–F–V–V–F d V–V–F–F–F e c 08 02 02 + 04 + 08 + 32 = 46 03 01 a 45 V–V–F–F–V 19 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 18.

Ano 8. os obse vado es podem v e o eclipse pa cial do Sol. n 10. ( ) O tempo estimado de du ação do eclipse é de quat o mi nutos. (16) a velocidade da luz. Em ual uer dia normal. mas esse não foi um dia normal (…) Durante o eclipse. Dê. julgue as afi mações como ve dadei as ou f lsas. o sol da primavera já estaria brilhando bem acim a do horizonte. 2. ( ) A Lua se coloca ent e o Sol e a Te a. como está indicado na figu a ao lado. é a mesma em todos os sistemas de referência inerciais. so bre a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul”. localizado no mesmo lado da supe fície em que o feixe de luz incide. é co eto afi ma que (01) um obse vado só ve á a luz da lante na se estive posicionado sob e uma eta fazendo um ângu lo igual a î com elação à no mal N. impedindo que a luz atinja uma pa te da supe fície te est e. Entrou no Brasil por Foz do Iguaçu e saiu para o Oceano Atlântico. 1994. cada aio de luz incidente e efletido e a sua espectiva no mal à supe fíci e estão contidos em um mesmo plano. (02) a luz tem uma natureza de partícula. no Paraná. (16) devido ao fenômeno de ef ação da luz. a som a das alternativas corretas. 3. O N (02) o ângulo que o feixe de luz efletido fo ma com o espelho é igual a î.F ÍS IC A R E F L E X à O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1. Outub o. UFMT 1 “O último eclipse total do sol neste século para o hemisfério sul aconteceu na manhã de 3 de novembro de 1994. na cidade de Foz do Iguaçu. Faltavam 15 minutos para as 10 h. 46) GABARITO Em elação ao fenômeno físico desc ito no texto. p. é correto afirmar ue (01) a luz é uma onda e letromagnética. UFMS Uma lante na emite um feixe de luz cilínd ico que incide em um espelho plano no ponto O. (08) uma vez que a supe fície em que o feixe de luz da lante na incide é totalmente polida. (08) a velocidade da luz. p ojetan do sua somb a na Lua. IMPRIMIR FÍSICA . podemos ve os co pos sem luz p óp ia quando iluminados. no vácuo. UFMS A respeito da natureza da luz. (04) se a supe fície em que o feixe de luz da lante na inc ide não fosse totalmente polida.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¢   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Dê. com 200 km de diâmetro progrediu a 3000 km por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul. (Revista Supe inte essante. Sendo que o ângulo d e incidência desse feixe com a no mal ao espelho é î. como resposta. ( ) Os eclipses são explicados geomet icamente pelo p incípio de p opagação etilín ea da luz. a gigantesca s ombra. (04) a velocidade da luz é u ma constante independente do meio em ue se propaga. n o vácuo. como esposta. passando pelo ponto O e no mesmo plano fo mado pelo aio inî cidente e a no mal N. a soma das alte nativas co etas. ( ) No t echo onde passa a somb a. o obse vado pode ia ve a luz da lante na de qua lque ponto. ( ) A Te a se coloca ent e a Lua e o Sol. estabelece um limite superior de velocidade.

Quando uma pessoa se ap oxima de um espel ho. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. 04) eal. Salvado -BA Utilizando-se o disco de Newton é possível comp ova expe imentalm ente 01) os p incípios de eve sibilidade e de independência dos aios de luz.75 x 106 km. de 40 m de diâmet o. mais p óxima do espelho e maio que o obje to.4. caso as obse vações fossem ealmente feitas. 6. 02) o aumento linea t ansve sal p oduzido po um espelho esfé ico. U. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Fa ia as obse vações. que 5 imagens de meu osto fo am fo madas. b) 45°. sabendo-se que a distânci a da Te a ao Sol é de 150 x 108 km e que o aio do Sol é 0. que oculta ia o Sol quando segu o po uma co da a uma altu a de 200 m. p otegendo devidamente sua vista. O balão é pequeno demais: o estudante continua ia a ve di etamente p a tes do Sol. O céu fica ia escu o pa a o estudante. U. eqüidistante do espelho e meno que o objeto. A imagem de um objeto ea l é semp e vi tual. o ângulo ent e as duas po tas é igual a a) 30°. e) 90°. em s entido anti-ho á io. como se fosse noite. II. III. Quando o objeto se afasta de uma distância d do espelho. UESC-BA A imagem de um objeto eal vista po eflexão em um espelho plano é 01) eal. então. 7. c) 60°. d) somente I e II. O balão oculta ia todo o Sol: o estudante não ve ia di etamente nenhuma pa te do Sol. 05) a natu eza polic omática da l uz b anca. Fuvest-SP Em agosto de 1999. 03) vi tual. U. Conside e as afi mações abaixo. 02) vi tual. pa a tenta obse v a a minha o elha. Pensou em usa um balão esfé ico e opaco. Como uma gi a em sentido ho á io e a out a. Um e studante imaginou. o tamanho da sua imagem não se alte a. b) somente II. mais p óxima do espelho e meno que o objeto. uma fo ma de simula eclipses. d) 72°. A(s) p osição(ões) co eta(s) é(são): a) somente I. em elação aos possíveis esultados dessa p oposta. conside e as p oposições: I. 04) a eflexão total a pa ti de um diopt o plano. Nest a situação. possui duas po tas espelhadas as qu ais têm as dob adiças no mesmo luga . 8. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. oco eu o último eclipse sola total do século. c) somente III. ap oximadam ente. e) somente I e III. II. então. a i magem também se afasta d do objeto. 03) o desvio de um aio luminoso ao at avessa a supe fície de sepa ação ent e dois meios t anspa entes.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . quand o o cent o do Sol e o cent o do balão estivessem ve ticalmente colocados sob e ele . num dia de céu cla o. 05) vi tual. III. Alfenas-MG A espeito dos espelhos planos. A lfenas-MG O a má io do banhei o de minha casa. I. Pe cebi. ab i as duas e coloquei a cabeça ent e elas. Está co eto apenas o que se afi ma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III 2 5.

entre o foco V C F e o vértice. 3 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . a imagem sof e á um deslocamento igual ao dob o do deslocame nto do espelho. 02 ) Se um novo espelho fo conjugado ao espelho. Utiliz ndo-se de um lente esféric biconvex e coloc ndo c beç do p lito de fósforo no foco d lente. um espelho convexo de distânci P foc l 1 m no lto d port . assinale o que fo co eto: 01 ) A distância focal de um espelho esfé ico côncavo é igual à metade do aio de cu vatu a d o espelho.9. 12. UFGO A figur seguir é um esquem de um s l de ginástic c om dois espelhos C F esteir pl nos que ocup m p rede tod e são perpendicul res A B D E entre si. t mbém. E. conve gem em um ponto F.(x) tid e de t m nho m ior que o d vel . Sob e isto.0 cm. a i magem se á do mesmo tamanho e se localiza á no foco. 02) Raios de luz pa alelos e p óximos ao eixo p incipal do espelho côncav o. ele deverá conseguir cendêlo.Reflexão luminos – espelhos ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ . Coloque V p r firm ções verd deir s e F p r s f ls s. ( ) O professor P e stá de frente p r o espelho com o luno A à su direit . ( ) Um luno n esteir e o professor se vêem t r vés do espelho convexo por c us do princípio de prop g ção retilíne d luz. de distância focal 10. Ma ingá-PR Um objeto de 5. tendo 2. ( ) O lun o n esteir está 4 m do espelho convexo sobre seu eixo. 08) A imagem somente pode á se obse vada se ela estive fo a do c ampo visual do espelho. ( ) Im gens re is são sempre invertid s em rel ção o objeto. Ponta G ossa-PR Conside ando a situação em que um objeto é colocado em f ente a um espelho plano. im gem rot cion rá de 2α no mesmo sentido. 11. U. 04) Ao dob a -se a distância do objeto ao espelho côncavo. 1 0. Um vel ces é c oloc d em frente o espelho. assinale o que fo co eto: 01) A imagem obtida é di eita. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. U.5 cm de a ltu a. ( ) As 7 pesso s n s l de ginástic form m 21 im gens nos dois espelhos pl nos. en qu nto im gens virtu is são sempre direit s. 16) Se o espelho fo otacionado de um ângulo α em rel ção à posiçã nici l.00 cm de altu a é colocado 30 cm à f ente de um esp elho côncavo. Espelho cônc vo ( ) Um estud nte pretende cender um p lito de fósforo v lendo-se do c lor c pt do dos r ios sol res.C tólic -GO Foco ( ) Considere um espelho esférico cônc vo. e a distância ent e a imagem e o espelho é o dob o da distância do objeto ao espelho. Há. Então su im gem está 80 cm dentro do espelho. denominado foco p incipal do espel ho. A im gem form d será virtu l. E. Isto v le p r qu lquer tipo de espel ho. Dê como respost som d s lter n tiv s corret s. o núme o de imagens fo madas depend e á do ângulo que os espelhos fize em ent e si. 08) A imagem do objeto se á inve tida. por volt do meio-di . A im gem do luno A t mbém e stá à direit d im gem do professor. 16) Se o objeto fo colocado no cent o de cu vatu a do espelho côncavo. a distância da sua imag em ao espelho também dob a. inver. U. 04) Se o espelho fo deslocado pa al elamente à posição inicial. 32) A imagem do objeto situa-se a 15 cm do vé tice do espelho. ao se efleti em.

Consider ndo os objetos A. UFRJ Um espelho cônc vo de 50 cm de r io e um pequeno espelho pl no estão frente frente. onde A C é o centro de curv tur . som d s ltern tiv s corret s. ) 38 e 1. A distânci do espelho té um ntep ro onde se pode c pt r im gem nítid do objeto e o t m nho d im gem são.0 e) 150 e 6. trás o espelho de mão e 1. A stá im gem do prendedor? ) 1.0 m 16. PUC-RJ Um menin us um prendedor de r bo pelho gr nde e segur um espelho de mão. UFMT A figur b ixo represent um espelho cônc vo.40 m ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . P r isso deverá utiliz r um espelho cônc vo com r io de ) 120 cm b) 80 cm c) 160 c m d) 4. Se o observ dor se f st r do espelho d ndo dois p ssos p r trás. como mostr figur . F é o foco e V é o vértice do espelho. El está di nte de um es de su c beç .0 m d) 3.10 m e) 2. de 50 cm c d .80 m b) 1. qu ndo su distânci té o espelho for de 30 cm. é correto firm r que im gem de (01) A se form à esquerd de C. à distânci de 50 cm do espelho. O espelho pl no está disposto perpendicul rmente o eixo princip l do côn c vo. refletem-se t mbém no espelho pl no e torn m-se convergentes num ponto do eixo princip l dis8 cm t nte 8 cm do espelho pl no.5 b) 50 e 2.0 cm e) 30 cm 4 15. C lcule distânci do espelho pl no o vértice V do espelho cônc vo. como respost . B C F D V 14. Dê. de t m nho 2. (32) D se form à direit d e V.C tólic -DF Você desej f zer um espelho p r limpez de pele que forneç um im gem direit e qu tro vezes m ior. UFSE Um observ dor se encontr 50 cm de um espelho pl no coloc do vertic l mente. Unifor-CE Dispõe-se um objeto.13. em seguid . (02) A se form entre C e F. (04) B se form à esquerd de C. B e D coloc do s nos pontos indic dos n figur . em cm.0 GABARITO 18.4 d) 75 e 3. perpendicul rmente o eixo p rincip l de um espelho esférico cônc vo de r io de curv tur 60 cm. O prendedor está 30 cm d que distânci trás do espelho gr nde e c) 1. U. su im gem se f st rá dele ) 0.20 m do espelho gr nde.0 cm.20 m de c v lo.Reflexão luminos – espelhos ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 17.0 m c) 2.0 c) 60 e 2. (16) D se form entre F e V.50 m d) 2. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . R ios luminosos p r leV los o eixo princip l são refletidos pelo espelho cônc vo.0 m e) 4.50 m b) 1. respectiv mente. (08 ) B se form entre C e F.

5 20. d) II e III somente . d) será gir d de um ângulo α. Gir -se.V 19. proxim ndo-se d vertic l V. fim de ver os s p tos que está c lç ndo. b) I e II somente. b) será gir d de um ângulo α. UFRS A figur b ixo represent um r io luminoso R R incidindo obliqu ment e sobre um espelho pl no que se encontr n posição horizont l E. A flech que melhor represen t direção p r qu l el deve dirigir seu olh r. conforme figur . então. c) será gir d de um ângul o 2α. f st ndo-se d verti c l V. III. m ntendo se u olh r n direção horizont l. e os r ios retornem pel mesm tr jetóri que incidir m. e) será gir d de um ângulo 2α. É (são) corret (s) (s) f irm ção(ões): ) I somente. A im gem do Sol. II e III. é necessário que o ângulo  sej de Å GABARITO ) 15° b) 30° c) 45° d) 60° e) 75° 22. P r que el vej im gem de seus olhos. form d por um espelho cônc vo. com respeito à vertic l V. form m entre si um ângulo Â. pós reflexões nos dois espelhos (com p en s um reflexão no espelho horizont l). o espelho de um ângulo α (em torno de um E O eixo que p ss pelo ponto O) p r posição E’. No ponto de incidênc i O. Fuvest-SP Um espelho pl no. em posição inclin d . pois c d ponto im gem é vértice de um pincel divergente. conE’ forme indic figur . c) I e III somente. f st ndo-se d vertic l V. II. Fuvest-SP Dois espelhos pl nos. A im gem de um objeto re l refletid em um espelho pl no é sempre vir tu l. podese f irm r que direção do r io refletido: ) t mbém não será lter d . sendo um deles m ntido n horizont l. proxim ndo-se d vertic l V. Não send o lter d direção do r io luminoso incidente R com respeito à vertic l V. Um pesso observ -se tr vés do espelho inclin do. Qu ndo um in divíduo encontr -se em frente um determin do espelho e not que su im gem é direi t e reduzid . foi tr ç d vertic l V. ele conclui que o espelho só pode ser cônc vo. 21. form um ângulo de 45° com o chão. é: A B C D IMPRIMIR E 45° ) A b) B c) C ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . e) I. loc liz -se no foco do espelho. U m pesso observ -se no espelho. Cefet-PR Com rel ção o estudo dos espelhos pl nos e esféricos são feit s s firm ções seguir: I.

d) D e) E Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .Reflexão luminos ¡ ¡ ¡ – espelhos .

que é perpend icul r o Im gem em rel ã primeiro. virtu is e direit s. U. ( ) Ao coloc rmos um lápis de 2. vários tipos de espelhos estão à vend p os sobre espelhos. ma que a alte nativa co eta sob e o espelho utiliza do e sob e a distância do dente ao espelho: a) b) c) d) e) É plano e a distância é meno que a distância focal. 04) As bolas metalizadas que são usadas em o namentações de Natal têm as mesmas p op iedades desse tipo de espelho. situado a 10 cm do vé tice do espelho côncavo. Ponta G o ssa-PR Sob e o espelho esfé ico com foco eal.0 cm de ltur . c) v1 = 1 m/s e v2 = 1 m/s. É côncavo e tância é maio que a distância focal. i m gem form d terá 4. b) v1 = 0 m/s e v2 = 2 m/s. com ampliação i gual a 2. ap esent a um ponto b ilhante sob e a egião do foco. que amplifica a imagem. “José So iso”. conjug d pelo espelho E1. pa a exam na melho os dentes de João. ( ) Espelhos pl nos produzem. produzem im gens sempre virtu is. respectiv me nte.C tólic -DF O senhor “João Boc Abert ” compa e ceu ao consultó io odontológico pa a sua evisão semest al. 02) eal. pri ncip lmente. d) v1 = 1 m/s e v2 = 2 m/s. É convexo e a distância é meno que a distância focal onvexo e a distância é maio que a distância focal. meno e di eita. 27. assinale o que fo co eto: 01) A i magem eal de um objeto colocado sob e seu cent o de cu vatu a é eal.0 cm de r io. U.E. em módulo.0 cm de ltu r um distânci de 8. maio e di eita. que tem espelhos pl nos fix dos Im ge m em em tod extensão d s su s p redes e r p z v = 1 m/ rel ã 2 c minh com vel ocid de de 1 m/s. 05) vi tual. ( ) Espelhos convex os. o fenômeno d refr ção regul r d luz. de objetos re is. 04) vi tual. meno e di eita. Vunesp Um r p z entr num l nchonete. As velocid des v1 e v2. Utilizando seus conceitos sob e o compo t amento e a natu eza da luz. julgue os itens como verd ntig que um jovem ch m do N rciso. tent ndo br ç r su im gem. do mesm o tamanho do objeto e di eita. se desloc m. gem refletid n superfície de um l go. im gens sempre simétric s. é 01) eal. Dê como esposta a soma das alte nativa s co etas. maio e inve tida. GABARITO 26. com que su s im gens O’1. 16) Quando apontado na di eção do Sol. ) v1 = 0 m/s e v2 = 1 m/s. Atu lmen r diversos fins. I. U. co njug d pelo espelho E2. 08) Pode se utilizado como espelho et oviso em automóveis. de 30 cm de aio de cu vatu a. p r lel mente o espelho E1. menores e invertid s em rel ção um objeto re l. O D . e O’2. utiliza dois inst umentos básicos: um pequeno espelho. 25. IMPRIMIR FÍSICA .23. 03) vi tual. de 16. v lem.Superior de Br síli -DF Diz um lend muito belo. se p ixonou por su própri im Su p ixão foi t nt que ele morreu fog do te.0 cm do vértice de um espelho cônc vo. conforme represent do no esquem b ixo. Salvado -BA A ca acte ística da imagem do objeto eal. e uma espátula. Us ndo seus conheciment deiros ou f lsos: ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ . como os utiliz dos em elev dores. e) v1 = 2 m/s e v2 = 2 m/s. E. em direção o espelho E2. em rel ção o próprio r p z.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ 24. 02) Não p oduz imagem vi tual a pa ti de um objeto eal coloca do sob e seu eixo p incipal. 6 ( ) O f to de N rciso observ r su própri im gem n superfície do l go deve-se. É côncavo e a distância é meno que a distância focal.

UERJ Na ent ada do ci co existe um espelho convexo. capta. b) aio de cu vatu a do espelho vale 5 cm. e manda-os. A pa ti destas info mações. o objeto está a 6 cm do espelho. c) Os sinais são am plificados po que a antena os pola iza e. 29. Uma menina de 1. no foco d a mesma. I. III. a imagem é inve tida. A e lação ent e os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. II. faz com que os elét ons a ancados atinjam o foco da mesma. amplificam-nos e o s et ansmitem pa a a Te a. em seguida. Uni io Um objeto é colocado diante de um espelho. então. As posições do objeto e de sua imagem estão ep esentadas na figu a ao lado: A posição co eta do espelho. c) distância focal do espelho vale 2. no metal da antena.0 m de a ltu a vê sua imagem efletida quando se encont a a 1.28. que. chegam ao seu foco com uma intensidade maio . Uma antena pa abólica metálica. Calcule a distância focal do espelho da ent ada do ci co. 30. d) imagem do objeto é vi tual. joga-os em fase. pois eles têm um alcance limitado na supe fície da Te a. UFPB Um objeto luminoso. vindos di etamente do satélite distante. Os satélites et ansmisso es vie am soluciona ess e p oblema. instalada em qualque esidência. p aticamente pa alelos. A eficácia da antena pa abólica deve-se ao seguinte fato: a) O e feito fotoelét ico causado pelas ondas elet omagnéticas. tem uma imagem. Conside e os seguintes fatos efe entes ao objeto e à sua imagem: I. po condução elét ica. e) imagem está situada a 30 cm do espelho. UFRN Muitas cidades b asilei as não são cobe ta s pelos sinais et ansmitidos pelas emisso as de televisão. fo mad a po um espelho plano com apenas uma face espelhada. O. Eles captam os sinais di etamente das “emisso as-mães”.2 m do vé tice do espelho. po eflexão. onde eles se concent am e aumentam a intensidade do sinal. o aume nto t ansve sal da imagem é 5. b) Ela funciona como um espelho em elação a esses aios pa alelos. cuja face não espelhada está inO dicada po um t acejado. efletindo-os pa a o fo co. d) Ela abso ve os sinais. é a da figu a: a) c) e) 7 I I I I O b) O I d) O GABARITO I O O 31. e stá co eto afi ma que o(a): a) espelho é convexo. amplificando o sinal.5 cm. IMPRIMIR ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . os aios elet omagnéticos. pa a um ecepto localizado no foco da antena.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .FÍSICA .

Fatec-SP A figu a abaixo most a um objeto AB de 30 cm de comp imento colocado em f ente a um espelho plano E. confo me ep esentado e squematicamente na figu a abaixo. tomou um susto. e a potênc ia i adiada e a de 80 W. 34. e a potência i adiada e a de 80 W. Se um espelho plano t anslada de u ma distância d ao longo da di eção pe pendicula a seu plano. O ponto O ep esenta o globo ocula do obse vado . A lâmpada tinha uma potência de 40 W e inicialment e estava desligada.2 m d) 40 cm e) 50 cm GABARITO 35. habilmente colocado pa a que a imagem da lâmpada pudesse se fo mada na pa te supe io da caixa. ITA-SP Conside e as seguintes afi mações: I. 8 33. a imagem eal de um obje to fixo t anslada á de 2 d. b) apenas I e III são ve dadei as. Se um espelho plano gi a de um ângulo a em to no de um eixo fixo pe pendicula à di eção de incidência da luz. c) Apenas I e II. I. II e III. indep endentemente da distância deste ao espelho. c) uma i magem vi tual. II. Com base na figu a e no que foi desc ito. e a potência i adiada e a de 40 W. III. d) uma imagem vi tual. igual à altu a da pessoa. este deve te de comp imento. Quando Ma y ligou o inte upto escondido. II. abe ta em um dos lados. a altu a deste deve se de no mínimo 2 h/3. Pa a que uma pessoa consiga obse va sua imagem po intei o em um espelho etangula plano. fez a mágica conheci da como lâmpada fantasma. o aio efletido gi a á de um â gulo 2 a. b) Ap enas II. di eita e meno do que o objeto. IMPRIMIR ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . Então. podemos dize que a) apenas I e II são ve dadei as. caixa A pa te abe ta da caixa estava Josué Ma y v oltada pa a a f ente de um espelho côncavo. Pa a que esse obse vado con siga enxe ga o objeto intei amente po eflexão no espelho. pode-se conclui qu e. Instalou uma lâmpada incandescente no inte io de uma lâmpad a caixa. no mínimo. pa alelamente a este. A 60 cm E B O 1. e a potência i ad iada e a de 40 W. oco eu a fo mação de a) uma imagem eal. c) apenas II e III são ve dadei as. UFRS Conside e as afi mações seguintes. Quais estão co etas? a) Apenas I. Pa a que uma pessoa de altu a h possa obse va seu co po intei o em um espelho plano. o comp imento do espelho deve se . e) I. III. e Josué. ao se ligada a lâmpada. Reflexão total pode oco e quando aios luminosos que se p opagam em um dado meio atingem a supe fície que sepa a es se meio de out o com meno índice de ef ação. a lâmpada acendeu. UFRN Ma y Scondy. uma iluespelho imagem sionista amado a. d) Apenas II e III. e) todas são falsas. A imagem de um objeto eal fo neci da po um espelho convexo é semp e vi tual. no mínimo: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) todas são ve dadei as.32. pois viu uma lâmpada apa ece magicame nte sob e a caixa. um dos espectado es. b) uma imagem eal.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .FÍSICA .

confo me ilust ado ao lado: Nas co ndições ap esentadas. Uma lante na lase é colocada de fo ma a emiti um aio luminosos pa alel o ao eixo p incipal.1 A imagem é eal. D0 a) Calcule a que distância desse esp elho et oviso esta á a imagem do ca o que vem at ás. indique a azão pela qual a indúst ia auto mobilística opta po esse tipo de espelho.3 A imagem é inve tida. ou mesmo em agências bancá ias ou supe me cados). Vunesp Uma pessoa obse va a imagem de seu osto efletida numa concha de coz inha semi-esfé ica pe feitamente polida em ambas as faces. c) Especifique se tal imagem se á di eita ou inve tida. b) Especifique se tal imagem se á eal ou vi tual. UFRN Os espelhos et oviso es do lado di eito dos veículos são. Conside e que esse ca o está se movendo numa ua etilínea. 38. Enquanto na face côncava a imagem do osto dessa pessoa apa ece a) inve tida e situada na supe fície da con cha. 2 . O ca o de Dona Beat iz tem um espelho et oviso convexo cujo aio de cu vatu a med e 5 m.0 A distância focal do espelho é de 12 cm. Unicap-PE Um espelho côncavo possui aio de cu vatu a igual a 24 cm. IMPRIMIR FÍSICA . E1 e E2. No instante em que Dona Beat iz o lha po aquele et oviso . comum aos dois espelhos. Justifique. com velocidade c onstante. na face convexa ela apa ece á inve tida e at ás da supe fície. c) di eita e situada na supe fície da concha. é dado po m = – i . Sej a D0 a distância do objeto ao espelho (que é uma g andeza positiva). e) inve tida e at ás na sup e fície da concha. Di a distância da imagem ao espelho (conside ada positiva se a imagem fo eal e negativa se a im agem fo vi tual) e o aio de cu vatu a do espelho (conside ado negativo. mas à f ente da supe fície. na face convexa ela apa ece á di eita e à f ente da supe fície. I .II 0 . 1 . convexos (como os espelhos u sados dent o de ônibus u banos.2 A altu a da ima gem é 2 vezes a altu a do objeto. na face convexa ela apa ece á di eita. e o aumento linea Di D0 D t ansve sal.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . 3 . e) Do ponto de vista da Física. na face con vexa ela apa ece á também di eita. d) Especifique se tal imagem se á maio ou meno que o objeto. na face convexa ela apa ece á di eita e at ás da su pe fície. Justifique. Justifique. também situada na supe fície. a azão ent e os aios de R cu vatu a 1 é igual a: R2 1 1 2 a) b) c) d) 2 3 3 2 9 E1 8 cm 20 cm E2 GABARITO e) 3 39. o ca o de t ás está a 10 m de distância desse espelho. ap esentam aios de cu vatu as espectivamente iguais a R1 e R2.36. 37. A equação dos pontos conjugados é + = . m. e se fo ma a 12 cm do espelho. vem um out o ca o. at ás dele. coaxiais. Cefet-RJ Dois espelhos esfé icos cônca vos. d) di eita e at ás da supe fície da concha. em ge al. Um objeto eal se encont a a 6 cm do espelho. e que. b) inve tida e à f ente da supe fície da concha. pa a espelhos conve1 1 2 xos).

40. Mackenzie-SP Algumas pessoas utilizam em espelho “dupla face”, o qual p opo ciona, de um lado uma imagem di eita e de tamanho igual ao do objeto que está à sua f ente, e do out o la do uma imagem de tamanho maio que o do objeto. Ent etanto, sabe-se que não se t a ta efetivamente de um espelho de face dupla, mas sim de dois espelhos independen tes um do out o. O espelho que nos p opo ciona uma imagem de tamanho igual ao do objeto é um espelho ———— e aquele que nos p opo ciona uma imagem maio que o objeto é um e pelho ————. Po ém, além da imagem se maio que o objeto, pa a que ela seja di eita, o obje o deve á se colocado —————. A alte nativa que contém info mações satisfató ias pa a o p eenchimento das lacunas acim a, na o dem de leitu a, sem cont a ia os p incípios da Óptica Geomét ica é: a) plano, côn cavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. b) convexo, cônca vo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. c) plano, convexo, muito p óximo do espelho. d) convexo, côncavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. e) plano, côncavo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. 41. PUCPR Um objeto eal, ep esentado pela seta, é colocado em f ente a um espelho poden do se plano ou esfé ico confo me as figu as. A imagem fo necida pelo espelho se á v i tual: I II 10 C F III IV C F C F V C F GABARITO a) apenas no caso I. b) apenas no caso II. c) apenas nos casos I e II. d) nos casos I e IV e V. e) nos casos I, II e III. 42. UFSC Conside e um espelho esfé ico côncavo com um objeto à sua f ente, situado a u ma distância do foco igual a duas vezes a distância focal, confo me está eF p esentad o na figu a ao lado. objeto foco Em elação à imagem fo necida pelo espelho, assinale a(s) p oposição(ões) CORRETA(S): 01) Como não foi fo necida a distância focal, não podemos fi ma nada sob e a posição da imagem. 02) A distância da imagem ao foco é igual à metade da distância focal. 04) A imagem é eal, inve tida e seu tamanho é igual à metade do tam anho do objeto. 08) A distância da imagem ao espelho é igual a uma vez e meia a distân cia focal. 16) A distância da imagem ao espelho é igual a duas vezes a distância focal . 32) A imagem é eal, di eita e seu tamanho é igual a um te ço do tamanho do objeto.

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64) A distância da imagem ao foco é igual à distância focal e a imagem é Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.

eal e inve tida.

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43. ITA-SP Um objeto linea de altu a h está assentado pe pendicula mente no eixo p incipal de um espelho esfé ico, a 15 cm de seu vé tice. A imagem p oduzida é di eita e tem altu a de h/5. Este espelho é a) côncavo, de aio 15 cm. b) côncavo, de aio 7, 5 cm. c) convexo, de aio 7,5 cm. d) convexo, de aio 15 cm. e) convexo, de aio 10 cm. 44. Unicamp-SP Uma das p imei as aplicações milita es da ótica oco eu no século III a.C . quando Si acusa estava sitiada pelas fo ças navais omanas. Na véspe a da batalha, A quimedes o denou que 60 soldados polissem seus escudos etangula es de b onze , medindo 0,5 m de la gu a po 1,0 m de altu a. Quando o p imei o navio omano s e encont ava a ap oximadamente 30 m da p aia pa a ataca , à luz do sol nascente, f oi dada a o dem pa a que os soldados se colocassem fo mando um a co e empunhasse m seus escudos, como ep esentado esquematicamente na figu a abaixo. Em poucos m inutos as velas do navio estavam a dendo em chamas. Isso foi epetido pa a cada navio, e assim não foi dessa vez que Si acusa caiu. Uma fo ma de entende mos o que oco eu consiste em t ata o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. Suponh a que os aios do sol cheguem pa alelos ao espelho e sejam focalizados na vela d o navio. 11 a) Qual deve se o aio do espelho côncavo pa a que a intensidade do sol concent a do seja máxima? b) Conside e a intensidade da adiação sola no momento da batalha com o 500 W/m2. Conside e que a efletividade efetiva do b onze sob e todo o espect o sola é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade incidente é efletida. Estime a potência total incidente na egião do foco. IMPRIMIR GABARITO

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A R E F L E X Ã O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1 1. 27 2. V-F-F-V-V 3. 13 4. a 5. 05 6. 03 7. e 8. c 9. 1 + 2 + 8 + 32 10. 2 + 4 + 16 11. F-F-V-V-V 12. F-V 13. 38 14. b 15. c 16. d 17. a 18. 17 cm 19. c 20. b 21. c 22. b 23. b 24. F-V-F-F 25. b 26. 05 27. 16 28. -0,40 m 29. b 30. d 31. e 32. d 33. a 34. b 35. a 36. V-F-V-F 37. a) –2 m b) vi tual c) di eita d) meno e) aumenta o campo de visão 38. a 39. b 40. e 41. d 42. 2 + 4 + 8 43. c 44. a) 60 m b ) 9000 W IMPRIMIR G A B A R IT O

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A

REFR AÇ ÃO 1. U.Católica Dom Bosco-MS A eflexão e a ef ação da luz obedecem a leis bem definidas e dependem do tipo de supe fície na qual incidem os aios luminosos. De aco do com os P incípios da Óptica, é co eto afi ma : a) A luz monoc omática é o esultado da supe posição de luzes de co es dife entes. b) A eflexão egula oco e quando, sob e uma s upe fície pe feitamente polida, incide um feixe de aios pa alelos e se mantêm pa al elos após a eflexão. c) No vácuo, a velocidade da luz ve melha é maio do que a da luz violeta. d) O ângulo de ef ação é igual ao ângulo de incidência. e) Quando um feixe de luz incide em uma supe fície que sepa a dois meios dife entes, oco em apenas os fenômen os eflexão e ef ação. 2. UEMS Um aio de luz, p opagando-se no a incide sob e uma p laca de vid o confo me most a a figu a. Sendo o índice de ef ação do a na = 1, qual é o índice de ef ação do vid o? N 1

45° vid o GABARITO a) 3 b) 6 c) 4 2 d) 2 e) 6 2 3. Unifo -CE No vácuo, ou no a , a velocidade da luz é de 3,0 .108 m/s. Num vid o, c ujo índice de ef ação é 1,50, a velocidade da luz é, em m/s, a) 1,0 . 108 b) 1,5 . 108 c) 2,0 . 108 d) 3,0 . 108 e) 4,5 . 108 IMPRIMIR

FÍSICA - Ref ação

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4. UESC-BA O fato de a água se ap esenta em seu estado natu al mais comum como um líquido t anspa ente possibilita que um feixe de aios sola es pa alelos, que ati nge a supe fície de um lago de águas límpidas e mais ef ingentes que o a , sob ângulo d e incidência α, 01) tenh um p rcel d luz incidente tr vess ndo superfície, sob ân gulo de refr ção β > α. 02) tenh um p rcel d luz incidente retorn ndo o r, so ângul o de reflexão θ = α. 03) sej complet mente refletido n superfície, so ângulo de reflexão = 90 – α. 04) sej complet mente refr t do, so ângulo de refr ção β = α. 05) sej complet te sorvido pel superfície do l go, podendo produzir elev ção d temper tur d águ . 5. U. Alfen s-MG Um pesso encontr -se deit d num tr mpolim, situ do três metr os de ltur , olh ndo p r piscin chei , cuj profundid de é de 2,5 m. Nest s c ircunstânci s, profundid de p rente d piscin será ) ex t mente 2,5 m. ) um v lor compreendido entre 2,5 e 3 m. c) um v lor m ior ue 3 m. d) um v lor menor ue 2,5 m. e) ex t mente 3 m. 6. Unirio Considere ue você vive em um mundo onde o ín dice de refr ção do vidro imerso em r é igu l 3. Se o índice de refr ção do r perm nece igu l 1, u ndo e por ue os o jetos serão vistos tr vés de um j nel , sendo es t de vidro e fech d ? ) Sempre, por ue sempre h verá lgum ângulo de incidênci rel tivo à norm l e m ior ue 0º p r o u l h verá refr ção. ) Sempre, por ue o vidro é um m eri l tr nsp rente. c) Apen s se os r ios d luz emitid por eles cheg rem à j nel f zendo um ângulo de 90º com superfície do vidro. d) Nunc , por ue sempre h verá ref lexão tot l n p ss gem do r p r o vidro. e) Nunc , por ue sempre h verá reflexão to t l n p ss gem do vidro p r o r. 7. UFRS Considere um lente com índice de refr ção igu l 1,5 imers complet mente em um meio cujo índice de refr ção pode ser consider do igu l 1. Um feixe luminoso de r ios p r lelos incide so re lente e conve rge p r um ponto P situ do so re o eixo princip l d lente. Sendo lente m nti d em su posição e su stituído o meio no u l el se encontr imers , são feit s s seg uintes firm ções respeito do experimento: I. Em um meio com índice de refr ção igu l o d lente, o feixe luminoso converge p r o mesmo ponto P. II. Em um meio com índi ce de refr ção menor do ue o d lente, porém m ior do ue 1, o feixe luminoso converg e p r um ponto P’ m is f st do d lente do ue o ponto P. III. Em um meio com índi ce de refr ção m ior do ue o d lente, o feixe luminoso diverge o tr vess r len te. Qu is estão corret s? 2 GABARITO IMPRIMIR

Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) Apen s I.

) Apen s II. c) Apen s III. d) Apen s II e III. e) I, II e III.

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8. U. E. Pont Gross -PR Qu ndo um r io luminoso policromático incide em um super fície tr nsp rente, sofrendo refr ção, 01) ele present índices de refr ção diferentes p r c d cor. 02) ele present , p r o p r de meios, um único índice de refr ção p r tod s s cores. 04) luz se reflete difus mente, com m ior dest ue p r cor pred omin nte. 08) ocorre o fenômeno conhecido como dispersão d luz. 16) origin -se um f eixe de luz colorid . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 9. F tecSP A figur ixo mostr um feixe de r ios luminosos monocromáticos ue se prop g tr vés de um meio tr nsp rente A. Ao tingir outro meio tr nsp rente e homogêneo B, um p rte do feixe se reflete (II) e outr refr t (III). 3

A respeito dess situ ção é correto firm r ue: ) el não é possível. ) o meio A pode se o vácuo. c) o meio B pode ser o vácuo. d) velocid de dos r ios luminosos do feixe II é mesm ue dos r ios luminosos do feixe III. e) o ângulo (α) ue o feixe inci dente (I) form com superfície de sep r ção é m ior ue o ângulo ue o feixe refletido ( II) form com mesm superfície (β). 10. UFGO Considere ue um r io de luz prop g se de um meio de índice de refr ção n1, p r um meio de índice de refr ção n2. A superfície sep r ção entre os dois meios é pl n ; então, ( ) se esse r io de luz incidir o li u me nte, ele será refr t do, proxim ndo-se d norm l, c so o índice de refr ção n1 sej men or do ue o índice de refr ção n2. ( ) se r zão entre os senos dos ângulos de incidênci refr ção for igu l 1,5, velocid de do r io de luz no meio de índice de refr ção n1 se rá 50% menor ue no meio de índice de refr ção n2. ( ) se reflexão intern tot l ocorrer p r um ângulo de incidênci igu l 30°, o índice de refr ção deste meio será du s vezes or do ue o do outro meio. ( ) o produto d velocid de do r io de luz pelo índice de refr ção, no mesmo meio, é const nte. 11. UFGO Considere um estreito feixe de luz r nc incidindo so re um loco de vidro. A refr ção desse feixe no vidro dá origem u m espectro colorido, no u l se o serv m s seguintes cores, n ordem decrescent e de su s velocid des de prop g ção: vermelho, l r nj , m relo, verde, zul, nil e violet . O feixe violet refr t do é, então, direcion do um prism . Nesse fenômeno, ( ) dispersão d luz r nc ocorre, por ue o índice de refr ção do loco de vidro é dif erente p r c d um d s cores. ( ) o desvio d luz violet é menor do ue o desvi o d luz vermelh , u ndo m s emergem do loco de vidro. ( ) o feixe violet , o p ss r pelo prism , d rá origem um novo espectro colorido. ( ) se secção princi p l do prism for um triângulo retângulo isósceles, e o feixe violet incidir perpendi cul rmente so re um d s f ces, será o serv d reflexão intern tot l. Nesse c so, considere ue o ângulo limite é igu l 48°. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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um segund refr ção e um reflexão d) um reflex m segund reflexão e um refr ção. os livros didáticos de Físic fre üentement ixo. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 12. (P r não so rec rreg r figu emergentes d s cores violet e vermelh . e r ios d s estão del emergindo. Por isso us mos másc r s de ulho. us ndo um rgumento d Físic . n u l está represent d um got d’águ r nc está incidindo so re got . 15.) ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .Refr ção Av nç r ¡ Pergunt -se: ) Qu l o segmento de ret orient do (1. c) um refr ção. l ntern GABARITO 5 4 IMPRIMIR 3 2 1 Volt r FÍSICA . Ness s condições. são represent dos pen s os r ios luz r nc incidente got d águ rco-íris. o ue interpõe um pe uen c m d de r (n r = 1) entre águ e o olho. UFRN P r explic r form ção do present m um figur como ue vem em suspensão no r. ) um refr ção.0 m de um mergulh dor. Um r io de luz vári s cores ue compõem o rco-íris r . ue o fenômeno do rco-íris ocorre por ue o índice de refr ção v ri com cor d luz e c d cor componente do r io de luz r nc incid ente so re got d’águ sofre. Um pe ixe está um distânci de 2. UFRJ Temos dificuld de em enxerg r com nit z de ixo d águ por ue os índices de refr ção d córne e d s dem is estrutur s do olho são muito próximos do índice de refr ção d águ (nágu = 4/3). de cordo com os r ios mostr dos. 13. n direção d másc r . C lcule ue distânci o mergulh dor vê im gem do peixe. o ângulo de refr ção v le ) 70° d) 30° ) 50° e) 20° c) 40° 14. el present um conjunto de opções p r o sent ido d prop g ção do feixe de luz dentro do uário contendo águ . O ângulo de incidênci v le e os r ios refletido e refr t do são perpendicul res. Suponh o vidr o d másc r pl no e de espessur desprezível. 4 ou 5) ue melhor r epresent o sentido do feixe de luz dentro do uário? ) Justifi ue su respost p r esse tipo de fenômeno. UFSE Um r io de luz incide n superfície de sep r ção de dois meios tr nsp rentes sofrendo reflexão e refr ção. A f igur present o sentido do feixe inici l d l ntern em direção à superfície ue sep r os dois meios ( r e águ ). dess represent ção. UFR -RJ Um curioso pont su l ntern ces p r um uário contendo águ e peixes. Lem re-se de ue p r ângulos pe uenos sen( ) > t n( ). 3. um refr ção e um segund reflexão. Além disso.luz violet emergente luz vermelh emergente 4 Pode-se concluir. um ref e um segund refr ção. 2. seguinte se üênci d e fenômenos: ) um reflexão.

) se n1 < n2. o serv m-se s lentes o jetiv e ocul r e um p r de prism s. e) emerge d câm r ilumin p rte su mers do corpo d s n d dor s. O feixe de luz tr vess os prism s. P r ue isso conteç . p rte superior dificilmente se vê. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . 5 18. então ess pess o veri p is gem invertid . ( ) O inóculo não funcion ri se não existisse o fenômeno d difr ção. ( ) A reflexão intern tot l ue ocorre em c d um dos prism s é fund ment lmente um f enômeno refr tivo. Cefet-PR Um r io luminoso se prop g de um meio de índice de refr ção (n1) p r outro meio de índice de refr ção (n2). Londrin -PR P r determin r o índice de refr ção de um lí uido. U. o ângulo de incidênci do r io luminoso é m ior ue o ângulo de refr ção. e) se n1 > n2. o contrário d luz ue vem d p rte su mers . seguindo tr jetóri mostr d em det lhe n figur . c) se n1 > n2. isso contece por ue luz ue ) vem d p rte su mers d o corpo d s n d dor s tinge câm r . m s luz ue vem de for d águ não tr vess águ . 0 c) 3 d) 2 3 e) 3 2 17. UnB-DF A figur ixo ilustr o fu ncion mento de um inóculo comum. ( ) Se um pesso o serv sse um p is gem com o inóculo descrito . m s do u l tivessem sido retir d s s lentes o jetiv e ocul r. c) vem d p rte do corpo d s n d dor s ue está for d águ é desvi d o tr vess r águ e não converge p r câm r . u se sempre p rece pen s p rte do corpo d s n d dor s ue está so águ . ) vem d p rte su mers do corpo d s n d dor s tin ge câm r . m s p rte de for d águ não. ) A função desempenh d pel lente o jetiv é mesm ue de um espelho convexo. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refr t do est rão em f se. o ângulo de incidênci do r io luminoso é menor ue o ângulo de refr ção. 19. S o o índice de refr ção do r igu l 1. d) se n1 < n2. o ângulo de refr ção o serv do é de 30º.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ lente ocul r prism ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ . d) emerge d câm r ilum in p rte su mers do corpo d s n d dor s. devido o desvio sofrido pel luz n tr vessi d superfície. Vunesp N s fotos d prov de n do sincroniz do. No corte.16. pode ocorrer reflexão tot l e os r ios incidente e refle tido est rão em f se. tir d s com câm r s su mers s n piscin . devido à reflexão tot l. GABARITO prism feixe de luz lente o jetiv tr jetóri d luz Acerc do funcion mento desse instrumento óptico. julgue os itens ixo como verd deiros ou f lsos. f z-se com ue um feixe de luz monocromátic proveniente do r forme um ângulo de 60º em rel ção à norm l no ponto de incidênci . E.0. então o índice de refr ção do lí uido será: ) 0. m s p rte de for d águ não é ilumin d d evido à reflexão tot l ocorrid n superfície. Então podemos firm r ue: ) se n1 > n2. Se ess s fotos são tir d s exclusiv men te com ilumin ção n tur l. m s luz ue vem de for d águ é sorvid pel águ . sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refletido est rão em f se.

é 2. A luz de cor é menos desvi d de su direção de incidênci e de cor é m is desvi d de su direção de incid i . esc p rá de modo surpreendente. será V2 = V1 2 . ue lhe p rece est r 53º cim d horizont l.5 0 0 30 60 90 θ (gr us) 22. de luz monocromátic . o ilusionist vê.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  .0 6 ) ) c) d) 90° 60° 30° 15° 30° 0. tot lmente m rr do e imerso em um t n ue tr nsp rente. Unic p-PE Um r io de luz monocromático prop g -se de um meio 1 p r um meio 2. em um certo inst nte. S e-se ue o ângulo de incidênci é de 45° e o ângulo de refr ção. sep r ndo-se n s co res do espectro visí tr vess r um prism de vidro. proxim d men te: sen θ interf ce 1. então su velocid de. 30°. sofre vel. 23. o r io refr t do f rá com norm l um ângulo de. Du r nte esse número. de modo ue o umento line r tr nsvers l é positivo. n ordem em ue el s p recem. um r io r s nte. ( ) Um o jeto se encontr n frente de um espelho esférico cônc vo. no meio 2. p ss de um meio tr nsp rente p r outro. o . 53° GABARITO S endo ue o índice de refr ção d águ é 4/3. se o o jeto for re l. ) dispersão – vermelh – violet ) dispersão – violet – vermelh c) difr ção – viole elh d) reflexão – vermelh – violet e) reflexão – violet – vermelh IMPRIMIR Volt r FÍSICA . em rel ção o meio 1. ( ) Um o jeto re l de 2 m de ltur se encontr 5 m de um espelho pl no. UFRS Selecione ltern tiv ue preenche corret mente s l cun s no p rágr fo ixo. Podemos firm r ue.20. im gem t m ém será re l. As cores ue compõem lu z r nc podem ser visu liz d s u ndo um feixe de luz. A im gem se form rá 10 m do o jeto e terá t m ém 2 m de ltur . e se retr t num ângu lo de 30° com norm l. um dos holofotes do circo . U. cheio de águ . ( ) Se o r io de luz se prop g no meio 1 com veloc id de V1. 21. UERJ O present dor nunci o número do ilusionist ue. tr vés de um interf ce pl n . Potigu r-RN Em um ex periênci re liz d em l or tório. ( ) O índice de r meio 2. determine o ângulo re l ue o holofote f z om horizont l.

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isto é. 64) A luz sofre desvio. seu índice de refr ção é m ior ue o d águ r um r io de luz monocromátic ue p ss d águ p r o vidro e cheg nov mente à águ (figur ). Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) A lâmin vidro torn -se op c à luz. o gráfico ue melhor represent v ri ção de su velocid de de prop g ção em unção do tempo é ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ d  . dest p r o meio lí uido. o p ss r do lí uido p r lâmin e. UFSC Um lâmin de vidro de f ces p r lel s. t m ém. 16) A luz não sofre refr ção. fic difícil distingui-l no lí uido. 08) Qu ndo luz p ss do lí ui do p r o vidro. é mergulh d complet mente em um lí uido tr nsp rente de índice de refr ção t u l n. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vid ro. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro e. 32) A luz ue se prop g no meio lí uido não sofre reflexão o incidir n lâmin de vidro. 25. por ue velocid de d luz nos dois meios é diferente. perfeit mente lis s. ocorre mud nç no seu comprimento de ond . 04) A luz sofre forte refr ção. 02) A luz.Refr ção Av nç r  ¡ m ¡ . so re reflexão tot l. dest p r o lí uido. de índice de r efr ção n.7 ) ) GABARITO c) d) IMPRIMIR e) Volt r FÍSICA . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. S e-se ue o vidro é um m eio m is refringente ue águ e. f ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 24. PUC-S P Um lâmin de vidro de f ces p r lel s está imers n águ . o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro. port nto. O serv -se ue lâmin de vidro torn -se pr tic mente invisível.

26.índice de refr ção do r.77 sen 42° = 0.96 cos 75° = 0. está a 2.67 cos 42° = 0. IMPRIMIR 04) Ao p ss r do r p r o crist l. o “Dour do”.Refr ção Av nç r ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .velocid de d luz no vácuo: 3 x 108 m/s . 75° I 40° J GABARITO Considerem-se os seguintes d dos: .00 m ab aixo da supe fície de um io de águas calmas.64 cos 40° = 0. o r io de luz se f st d norm l. luz sofre reflexão tot l. é verd de: 01) Predomin m os fenômenos de reflexão e refr ção. 02) O ângulo eflexão do r io de luz ue incide no ponto I é igu l 15°.sen 40° = 0. UFBA A figur ixo represent um r io de luz monocromático ue se prop g no r e incide no ponto I d superfície de um loco de crist l tr nsp rent e. Volt r FÍSICA .41. Qual o ângulo θ cim d horizont l em ue o peixe poderá o serv r um ueim d 100 m d m rgem do rio? Considere o índice d e refr ção d águ do rio 1. 16) Ao tingir o ponto J. 08) A vel ocid de de prop g ção d luz no crist l é igu l 2 x 108 m/s.74 sen 75° = 0. UEMS Um peixe muito conhecido em M to Grosso do Sul. θ ) 60° ) 30° c) 90° 8 d) 45° e) 55° 27.25 Ness situ ção. 1 .

sendo menos abso vidas as adiações visíveis d e maio comp imento de onda. p rtir do u l ocorre reflexão 2 intern tot l. Considere o índice de refr ção do vidro nv = 1. é igu l 2. o índice de refr ção do r n r = 1 e velocid de de prop g ção d luz no r c = 3. n águ . ssin le ltern tiv cuj figur melhor represent os r ios refletidos e refr t dos n superfície do l go. f st -se d norm l. I. o ser refr t do p ss ndo do vidro p r o r. ( 08) A velocid de de prop g ção d luz. . loc liz d no interior de um loco de vidro. Está(ão) co eta(s) a(s) afi mativa(s): a) soment ¡ ¡ ¡ ¡ r zul vermelh ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r vermelh ¡ zul zul vermelh ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r nc ¡ ¡ ¡ ¡ vermelh vermelh zul vermelh zul águ águ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . (16) O ângulo crítico θc. UFBA N figur ixo. UFMG Um feixe de luz r nc i ncide o li u mente so re superfície de um l go. S e-se ue. u ndo o r io luminoso incide do r p r o vidro ou do vidro p r o r. A colo ação ave melhada do Sol du ante o enta dece deco e do fato da luz b anca sof e uma abso ção seletiva. zul ) r nc r nc ) GABARITO ¡ ¨ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡  ¡ ¡  c) r nc d) 30. 3 (32) O fenômeno d difr ção ocorre u ndo luz tr vess um orifício de dimensões d ordem de gr ndez do seu comprimento de ond . As color ções v riáv o serv d s em um CD (“comp ct disk”) deco em do mesmo fenômeno que o igina as co es do a co-í is. estão represent dos três r ios luminosos. (02) O r io luminoso. Uma adiação visível monoc omática não se decompõe em co s p imá ias ao at avessa um p isma. III. 29. AR θc c VIDRO s 9 Ness s condições. II. no vidro.0 x 108 m/s. é correto firm r: (01) O ângulo de reflexão ue o r io form com no rm l é diferente do ângulo de incidênci . velocid de de prop g ção d luz zul é menor ue d luz vermelh . (04) A reflexão intern tot l pode oc orrer.0 x 108 m/s. Consider ndo ess s inform ções. é d do por θc = rc sen ( ). emiti dos pel fonte S. e c.5. Cefet-PR An lise s firm ções respeito de fenômenos ópticos.28.

d) somente II e III. IMPRIMIR FÍSICA . II e III. e) I. c) somente III.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta .e I. b) somente II.

em vi tude de ela co es ponde à posição do objeto. dificultando a saída do feixe pelas late ais.31. p aticamente sem sof e pe das (veja a figu a abaixo). a posição da imagem não co esponde à pos objeto. as t ajetó ias fisica mente possíveis são a) I e II b) I e IV c) II e III d) II e IV e) III e IV GABARITO 33. inclusive pa a o homem visualiza at avés dela e. UFPB As figu as abaixo ep esentam secções etas de u m cubo de vid o que tem uma de suas faces atingida po um aio de luz monoc omátic a. pe mite a p opagação de um feixe luminoso e m seu inte io . Pa a isso. assim. de uma ext emidade à out a. postam-se à ma gem dos ios. F. e) abaixo da imagem v isualizada. dificultando a saída do feixe pelas late ais. ace ta ia: a) abaixo da imagem visualizada. Em alguma s t ibos indígenas. pa a neles mi a a lança. em vi tude do fenômeno da ef ação. oco e a eflexão inte na total. po ém. já que ela co esponde à posição do objeto. a ef ação é favo ecida. As t ajetó ias do aio luminoso. 10 I II III IV Sabendo-se que o índice de ef ação do vid o é maio do que o do a . estão no plano dessas figu as. obse vando a passagem dos peixes. uma vez que você e o peixe estão em meios dife entes. devido ao fato de você e o peixe es ta em em meios dife entes. sem sabe . valem-se de um ecu so p ático. a ef ação é favo ecida. há o fenômeno da ef ação. os gue ei os p ovidenciam alimento at avés da pesca po lança. UFRN Uma fib a ótica. U. mesmo encu vada. d) baixo. consegui o seu alimento. b) na posição da imagem. pois. Se você pa ticipasse desse tipo de pesca ia.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Pa a ace tá-los. IMPRIMIR FÍSICA . também ep esentadas. um p incípio da Física. d) acima da imagem visua lizada. po causa do fenômeno da ef ação. 32. pois você e o peixe estão em meios dife entes e. é a) baixo. pois a luz sof e o fenômeno da ef ação. em elação ao índice de ef ação do a . Pelotas-RS A água semp e foi vital pa a a sob evivência humana. apesa de você e o peixe esta em em meios dife entes. p oveniente do a . po tanto. fib a ótica feixe luminoso ep esentação esquemática da p opagação feixe luminoso A explicação física pa a o fato acima desc ito é a seguinte: Como o índice de ef ação da f a ótica. c) alto. c) aci ma da imagem visualizada. oco e a eflexão inte na tota alto. mesmo que você e o peixe estejam em meios dife entes. utilizando.

B 2. C 4. E 3. 37 23. F-F-V-V 20. 1 + 8 + 16 9. V-F-V-F 21. 1. 02 5. A 24. D 27. B 13. V-F-F-F 1 2. E 18. C 10. D 22. D 8. D 30. V-F-V-V 11. A 7. B 33. E 32. C 19. C 17.5 m 15. D 31.F ÍS IC A REFR AÇ ÃO 1 1. E 14. D 6. (2) 16.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta   . 2 + 8 + 16 + 32 29. 16 + 32 25. D 26. 1 + 8 + 16 28. B IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA .

1 GABARITO ( ( ( ( IMPRIMIR FÍSICA . Sabe-se que a i magem fo mada é eal e se encont a a 30 cm da lente e que a distância ent e o objeto e a imagem é 50 cm. e é semp e meno do que 1. Unicap-PE ( ) O índice de ef ação de meio. ( ) As lentes dos óculos modificam a di eção de p opagação a luz que passa at avés delas. ( ) A lente é conve gente.0 cm sob e uma tela situada a 8. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ao incidi sob e uma supe fície. Unicap-PE U m objeto eal se encont a na f ente de uma lente esfé ica delgada. 2. julgue os itens como ve dadei os ou falsos. ^ é constante. ) Em um meio homogêneo. Assim.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 4. ( ) Em um dete minado meio. ) A p op iedade segundo a qual o índice de ef ação va ia com o comp imento de onda é chamada de dispe são.0 cm X 4 . a luz ve um meio independe de luz que se p opaga nesse oduz uma imagem vi tual de um objeto e conve gente é semp e eal. há um a p opo ção di eta ent e o seno do ângulo de incidência î e o seno do ângulo de ef ação . ) O índic e de ef ação absoluto de um meio é inve samente p opo cional à velocidade da luz. ( ) Uma lente dive gente semp e p al. com ângulo de incidência î.5 vezes b) 25 vezes c) 8 vezes d) 31 vezes e) 12 vezes 3. eto na ao meio de o igem com um ângulo . o que ca acte iza o fenômeno da ef ação. ( ) A imagem p oduzida po uma lente io é um sistema de lentes que p oduz uma to.0 m do p ojeto . no me io. a luz semp e se p opaga em linha eta.F ÍS IC A L ENTE S 1. As dimensões na tela esta ão aumen tadas a) 6. desc itos pela óptica geomét ica. sendo que î = . ( ) A eflexão é um fenômeno no qual a luz . ( ) Um mic oscóp imagem eal e ampliada de um pequeno obje melha é a que possui maio velocidade. U. UFMT Sob e os fenômenos de eflexão e ef ação da luz.Católica-DF Um p ojeto de 25 cm de distância focal p ojeta a imagem de um slide de 3. sen ( ) A p óp ia leitu a desta p ova é possível devido ao fenômen o de eflexão especula da luz. ( ) Quando a luz passa de um meio pa a out o. ) Sua distância focal é de 12 cm.

U. b) a lente II. c) as lentes I e II I. Ponta G ossaPR Sob e o compo tamento óptico das lentes. Em elação às lentes delgadas fo am feitas as seguintes afi mativas: I. a ve gência é negativa. ele pode usa apenas a) a lente I. pode-se dize que a) apena s a I é ve dadei a. c) II e III somente. III. b) I e II somente. III. 8. lentes de bo das delgadas são conve gentes e lentes de bo das e spessas são dive gentes. Pa a isso. Cefet-PR Com elação ao estudo das lentes. e) apenas I e III são ve dadei as. Lentes delgadas podem se conve gentes ou dive gentes.5. está ep esentado o pe fil de t ês lentes de vid o: I II III Rafael que usa essas lentes pa a queima uma folha de papel com a luz do Sol.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 7. d) I e III somente. O funcionamento das lentes comuns é explicado pelo fenômeno da ef ação da luz . Dê como esposta a soma das alte n ativas co etas. são dadas as afi mações a s egui : I. UFR-RJ Po definição. É(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões): a) I somente. indepen dente de seu índice de ef ação. 2 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . II e III. lentes delgadas são aquelas que pos suem a pa te pe ifé ica menos espessa que a pa te cent al. 6. 04) Uma lente de bo da delgada e índice de ef ação n. 02) Qualque lente pode se conve gente ou dive gente. uma vez que seus focos são vi tuais. qua do colocada num meio de índice de ef ação maio que n. c) apenas a III é ve dadei a. 08) Qua ndo ime sas no a . 16) A associação de uma lente plano côncava de aio R com uma l ente plano convexa de mesmo aio R é conve gente. Na lente dive gente. é uma lente conve gente. assinale o que fo co eto: 01) Uma le nte é chamada conve gente quando os aios luminosos que nela incidem conco em pa a um mesmo ponto. d) as lentes II e III. Analisando tais alte nativas. A distância focal de uma lente depende do índice de ef ação do mate ial de que el a é feita. b) apenas a II é ve dadei a. e) I. II. UFMG Nesta figu a. II. d) apen as I e II são ve dadei as. Lentes delgadas são semp e dive gentes. Lentes delgadas são semp e conve gentes. E.

UFMA Um p ojeto cinematog áfico possui lente objetiva. Potigua -RN Em um labo ató io mode no de óptica tem-se um obje to luminoso situado num dos focos p incipais de uma lente conve gente. que funciona como uma lente conve gen te bicôncava simét ica e que pode te seus aios de cu vatu a alte ados. pela pupila. pa a pode m os foca as imagens a distâncias distintas. p. que cont ola a ent ada de luz. ( ) Quando se olha pa a um objeto dist ante.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Se o p ojeto possui objetiva com distância focal de 20 c m e a tela localiza-se a 20 m de distância da objetiva. ( ) O c istalino é uma l ente bicôncava e flexível que p ojeta na etina uma imagem eal e inve tida do objet o visualizado. (04) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se afasta do olho. à medida que ele se movimenta: 3 objeto F da lente D F (∞) imagem imp óp ia GABARITO a) b) c) d) passa de vi tual pa a eal. 10. 12. ( ) A luz emitida pelos olhos incide nos objetos à volta e a eles eto na.9. a soma das alt e nativas co etas. ana lise os itens como ve dadei os ou falsos. complementando o fenômeno conhecido po capacidade visual. como esposta. 11. afasta-se cada vez mais da lente. ( ) A luz at avessa a có nea localizada na pa te cent al da supe fície do globo ocula e passa. cuja função é inve te e amp lia a imagem p ojetada. (16) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se ap oxima do olho. Pode-se afi ma qu e a imagem do objeto. O objeto afasta-se da lente. (02) te á seus a ios de cu vatu a diminuídos se um objeto se afasta do olho. a imagem fo ma-se na etina sem que seja necessá io nenhum esfo ço de acomodação v isual. em seguida. UFMT O Olho Humano possui o c istalino. dilatando-se quando o ambiente exte no tem pouca luz e cont aindo-se na p esença de muita luz. UFMT A espeito da capacidade de visão do olho humano. U. então a distância. (08) te á seus aios de cu vatu a diminuídos se um objeto se ap oxima do olho. Dê. ap oxima-se do out o foco p incipal da lente. do filme ao cent o óptico da objetiva é ap oximadamente: 20 m 99 89 b) m 20 99 c) m 20 20 d) m 89 94 e) m 20 a) IMPRIMIR FÍSICA . É co eto afi ma que o c istalino (01) não se alte a quando um objeto se ap oxima ou se afasta do olho. movimentando-se sob e seu eixo p incipal. passa de eal pa a vi tual.

Sendo assim. c) dispe são.13. Qual das figu as abaixo ep esenta co etamente a imagem O’ do objeto O e a t ajetó ia dos aios luminosos que at avessam a lente? O’ L O a) F F L O b) F F L GABARITO c) O O’ F F L O O’ d) F F L O O’ e) IMPRIMIR F ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 14. e) ef ação luminosa. d) difusão. b) dif ação luminosa. o fenômeno físico que está envolvido quando a luz at avessa as lentes é a a) eflexão especu la . UFR-RJ É sabido que lentes desca táveis ou lentes usadas nos óculos t adicionais s e vem pa a co igi dificuldades na fo mação de imagens no globo ocula e que desvia m a t ajetó ia inicial do feixe de luz incidente na di eção da etina. Uni io O L F F 4 A figu a acima ep esenta uma lente biconvexa delgada L. seus focos F e um objet o O.

F FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

55 m. E. que mede 0. e a distância da tela ao espelho é de 45 cm. p ojeta a imagem da tela da sua televisão.51). utilizando uma le nte.36 m da pa ede. O tamanho da imagem obtida é igual a duas vezes o tamanho do objeto que se encont a a 15 cm do inst umento óptico. e a distância da tela à lente é de 30 cm. F. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . e a distância da tela ao espelho é de 30 cm. Vunesp Um estudante. 08) A lente A pode amplia a imagem de um objeto ime so no a . utilizando um único inst umento óptico “escondido” pelo etângulo somb eado. Ponta G ossa-PR Sob e duas lentes. Dê como espo sta a soma das alte nativas co etas. 02) O foco imagem da lente B é vi tual quando ela está ime sa no a . 17. assinale o que fo co eto: A B 01) A lente A é semp e conve gente. Ele obtém uma imagem plana e nítida com a lente localizada a 1. U. 16) A associação das duas lentes aumenta a distância focal da lente A. podemos afi ma que o etângulo esconde: GABARITO a) um espelho côncavo. A e B. 04) Pa a p oj eta a imagem ampliada de um objeto sob e uma pa ede b anca. b) uma lente conve gente. é necessá io um disposi tivo dotado somente da lente B.42 m x 0. e a distância da tela à lente é de 45 cm.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ a) Quais as dimensões da tela p ojetada na pa ede? Qual a b) Como a imagem apa ece na tela p ojetada na pa ede: sem tida apenas na ve tical (de cabeça pa a baixo)? Inve tida tal (de cabeça pa a baixo e t ocando o lado esque do pelo distância focal da lente? qualque inve são? Inve na ve tical e na ho izon di eito)? Justifique. IMPRIMIR FÍSICA . independente do meio em que se encont e ime sa . 5 16.15. na pa ed e oposta da sala. d) uma lente conve gente. U. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. Nessas condições. ambas fei tas com vid o c own (índice de ef ação igual a 1.8 m da tela da televisão e a 0. desenhadas abaixo. Pelotas-RS O esquema abaixo most a a imagem p ojetada sob e uma tela. c) uma lente dive gente. e) um espelho côncavo. e a distância da tela à lente é de 30 cm.

( ) A l upa ou lente de aumento é constituída apenas po uma lente dive gente que conjuga um a imagem vi tual. em dio pt ias.0 b) 2. ( ) A eceita de óculos pa a uma pessoa indica que el a deve usa “lentes de 4. GABARITO 20. Com b ase nos seus conhecimentos sob e as lentes e a sua impo tância pa a o desenvolvime nto da humanidade. o aio ef atado e a e ta no mal à supe fície de sepa ação. onde o antepa o que cap a e g ava a imagem vi tual é um filme fotossensível. cada inst umento óptico tem po finalidade: fo nece imagens muito pequenas (mic oscópio) ou imagens ap oximadas de objetos a fastados (luneta) ou. egist a imagens de objetos (máquina fotog áfica). julgue as afi mações a segui como ve dadei as ou falsas.18. di eita e ampliada em elação ao objeto. passando pelo ponto de incidência.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . Idealizado pelo homem. ( ) A máquina fotog áfica é um inst umento óptico de p ojeção. então. e) A hipe met opia é um defeito do olho humano que deve se co igido com uso de lentes esfé icas dive gentes. inve tida. c) A imagem de uma vela p ojetada sob e uma tela é vi tual e di eita.0 g aus”. 6 ( ) Um objeto situa-se a 60 cm de uma lente conve gente de 20 cm de distância foca l.0 IMPRIMIR FÍSICA . UEMS Assinale a alte nativa co eta: a) Em uma lente esfé ica delgada. Pa a a co eção da miopia deve-se aumenta a distância focal do sistema associando-se ao globo ocula uma lente dive gente. nas máquinas fotog áficas e em inúme os inst umentos ópticos. todo a io de luz que incide numa di eção que passa pelo foco objeto p incipal ef ata-se pa alelamente ao eixo p incipal. b) A imagem de uma vela fo mada na etina de um o lho humano é vi tual e inve tida. ( ) O míope ap esenta como defeito o achatamento do globo ocula pe pendicula mente ao eixo óptico. vale a) 5.50 d) – 2. o aio incidente. Essa lente conjuga pa a esse objeto uma imagem eal.E. p ismas e lentes. A sua ve gência. isto é. Denominam-se in st umentos ópticos toda combinação conveniente de dispositivos ópticos como espelhos. pe tencem a planos distintos.0 c) – 0.0 e) – 5. I. Se esta pessoa tem dificuldade pa a enxe ga obje tos afastados.Supe io de B asília-DF As lentes semp e estão p esentes no nosso dia-a-dia: nos óculos. p opicia uma eação química en e os sais que compõem a película e a luz incidente. UFSE Uma lente conve gente tem distância focal de 20 cm. eduzida em elação ao objeto. 19. e situada a 30 cm do cent o óptico da lente. d) Na ef ação da luz. ela deve usa óculos com lentes conve gentes de distância focal de 25 cm.

va iando a posição da lente ajuste a focalização. F3 e F4) estão na mesma escala. F. quat o lentes (L1. estão indicados t ês aios luminosos pa alelos incidentes e a conve gência dos mesmos pa a o espectivo foco. Pa a obte um sistema equivalente p ode-se substitui estas lentes po uma que possua a distância focal. Ube lândia-MG Um sistema ótico é fo mado po duas lentes conve gentes delg adas em contato. Na fig u a. quando a pessoa lê u m liv o a 35 cm? IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . a lente que Betânia deve escolhe é a: a) L2 b) L3 c) L1 d) L 4 22. UFR-RJ Conside e o sistema óptico do olho humano como uma lente delgada situada a 20 mm da etina. os cinco quilômet os não estão em escala. A figu a abaixo ep esent a a máquina. UFRN A máquina fotog áfica de Betânia não pe mite que esta. L2. Máquina fotog áfica Local pa a coloca a lente 5 km L1 L2 Posição do filme F1 F2 L3 F3 L4 7 F4 Com base nesses dados. o qual ela p etende fotog afa com a melho nitidez da imagem possível. de distâncias focais f1 e f2. ao passo que a máquina. U. f. dada po f +f a) f = 1 2 f1 f2 f1 f2 b) f = f1 + f 2 f –f c) f = 1 2 f1 + f 2 2 f1 f2 d) f = f1 – f2 23. após at avessa em a lente. L3 e L4) e um ba co (a cinco quilômet os da máquin a). F2. Isso só é possível com a t oca de lentes.21. Qual a distância focal dessa lente.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Pa a cada lente. as lentes e as di stâncias destas aos focos (F1.

o objeto e a imagem são de mesma natu eza. à distância VB = 12 cm.a) F F’ I O b) F F’ I O I c) F F’ 8 d) I O F F’ O e) F F’ I GABARITO 25. 08) Na situação ap esentada. 16) O módulo da distância focal do sistema é de 30 cm. ep esenta-se um objeto de tamanho O = 10 cm à distância VA = 20 cm de um sistema ótico S. U. assinale o que fo co eto: S O I A B V 01) O sistema S pode se tanto uma lente como um espelho. 02) Conside ando o obj eto eal. O sistema ótico fo nece uma imagem I. E. 04) O sistema S pode se uma lent e convexa. Que alte nativa ep esenta co etamente a fo mação da imagem (I)? O ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . do objeto. 32) O tamanho da imagem é de 5 cm. IMPRIMIR FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ 24. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. a imagem most ada na figu a é vi tual. Nessas condições. Lond ina-PR Um objeto (O) encont a-se em f ente a uma lente. Ma ingá-PR Na figu a a segui . U. E.

obse v ando os óculos de um amigo. um dos maio es avanços p áticos de todos os tempos. Os óculos. 27. de 450 mm de distância focal. a imagem desse lust e. concent ando os aios sola es n um único ponto a 20 cm da lupa. como a miopia. diminui os olhos de quem os usava. po que seu olho conjuga a esses objetos imagens vi tuais. Ela nota que a imagem desse lust e. d) nt e a lente e o lust e. UFRJ Um e scotei o usa uma lupa pa a acende uma foguei a.Católica-DF Os olhos. 9 GABARITO IMPRIMIR 29. U. que a lente usada deve se esfé ica. U. São Ca los-SP Uma estudante obse va um lust e de lâmpadas fluo escentes ac esas no teto da sala de aula at avés de uma lente conve gente delgada. fo am c iados pa a ajuda pessoas com alguns tipos de p oblemas da visão. a) ent e a lente e o olho da estudante. na coluna efe ente ao olho esque do. estão se to nando co iquei as as ci u gias co etivas. Sua conclusão foi ace tada. especialmente com o auxílio de Lase . em cm.50 m c) 2. Mais ecentemente. F. mantém-se nessa egião. mantém-se na supe fície e semp e é inve tida. se ela continua a afasta a lente. Utilizando a mesma lupa. M. esse defeito da visão pode te como causa um globo ocula mais cu t o que o no mal. ela coloca a lente junto aos seus olhos. mas muda de o ientação. j untamente com o cé eb o. b) ent e a lente e o olho da estudante. o escotei o obse va os de talhes da asa de uma bo boleta ampliada quat o vezes. ( ) Uma pessoa hipe mét o pe tem dificuldades de ve nitidamente as imagens dos objetos p óximos pa a os qua is olha. ( ) Numa eceita de óculos lê-se. e concluiu que o amigo ce tamente não pode ia sof e de miopia. basicamente modelado as da cu vatu a da có nea. pa a que a imagem seja p ojetada sob e a tela? a) 1. que se localizava. ve ificou que eles p oduziam o efeito de. mas muda de o ientação. Julgue cada afi mativa a se gui . A pa ti daí. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida.00 m b) 0. Qual a meno distância ent e a lente do p ojeto . Esta info mação significa que a lente efe ida foi eceitada pa a uma pe ssoa que ap esenta 3 g aus de miopia. Lentes como essas podem se utilizadas pa a co igi o defeito da p esbiopia (ou “vista cansada”). e o slide . Viçosa-MG Um slide encont a-se a 5 m da tela de p ojeção. começa a apa ece inve tida e nítida . de um antepa o.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a pa ti de ce ta distância. ( ) Os hipe mét opes têm dificuldades em ve o bjetos p óximos. mantém-se nessa egião. e) ent e a lent e e o lust e. b) Calcule a que distância da asa da bo boleta o escotei o está posicionando a lupa. a hipe met opia e o astigmatismo. c) na supe fície da lente. ( ) Ce tas lentes de óculos podem se usadas pa a concent a os a ios sola es e queima uma folha de papel. apa entement e. ( ) Uma pessoa de visão no mal. F. deve-se coloca uma len te de distância focal 9 cm pa a que uma fonte luminosa puntifo me localizada a 1 m do antepa o p oduza neste uma imagem nítida e eduzida da fonte. com – 3 di ( diopt ias).26. 28. a) Qual a distância focal da lente? Justifique sua esposta. confo me Ve dadei a (V) ou Falsa (F). constituem um fascinante conjunto capaz de fo ma e inte p eta imagens nas mais dive sas condições.00 m d ) 4. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. U. afastando-a lentamente.50 m FÍSICA . a) 10 b) 50 c) 2 0 d) 18 e) 9 30. Pa a isso. F. Itajubá-MG A que distância.

Fuvest-SP Um disco é colocado diante de uma lente conve gente. espec tivamente. esse obse vado di ige o olha pa a P at avés da lente).0 cm e) 60. UFRS A distância focal de uma lente conve gente é de 10. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente. A imagem P do disco é f o mada confo me a figu a. com nitidez.0 cm d) 50.5 c) 25 FÍSICA .5 cm b) 12. sob e uma folha de papel. sua ve gência (V). que é conseqüência do cans dos músculos que acomodam a visão às va iadas distâncias.0 b) 50 e) 0. um obse vado coloca-se. B e C. Cesg an io João. essa imagem pode á se vista (imagem P) (disco) C A B GABARITO a) b) c) d) e) somente da posição A somente da posição B somente da posição C somente das posições B ou C alque das posições A. IMPRIMIR 34. convexas e cilínd icas. se ele quise p ojeta . ou seja.0 cm 32. UFSC As t ês doenças de visão mais comuns são miopia. A que distância da l ente deve se colocada uma vela pa a que sua imagem seja p ojetada. O g au das lentes. as pessoas com hipe met opia (dificuldade de ve de pe to) cont aem mais out o p oblema: a p esbiopia. em c entímet os. B ou C Utilize o texto abaixo pa a esponde aos enunciados 34 e 35: À medida que a idade avança.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . É nesse momento que ent am em c ena os “óculos de leitu a”. de idade avançada.0 di. po lentes conve gentes e dive gentes. com o eixo que passa po seu cent o coincidindo com o eixo óptico da lente. 04) no míope a imagem se fo ma à f ente da etina. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. hipe met op ia e astigmatismo. O g au das lentes dos óculos d e João é + 2. nas posições A. tem p esbiopia.31. 16) as duas p imei as podem se co igidas. P ocu ando ve essa imagem. igual a: a)100 d) 5.5 cm c) 30. sob e um antepa o situado a 0.0 cm. é medido em dio pt ias (di) e é igual ao inve so da distância focal (f) da lente (medida em met os): V = 1/f. 08) o hip e mét ope enxe ga mal de longe. a imagem do Sol. 10 33. 02) podem se co igidas espectivamente po lentes côncavas . As sim. Assim. s ucessivamente.5 m da lente? a) 5. também chamada de “vista cansada”. ele deve á posiciona as lentes de seus óculos a uma distância da folha. (Estando em A. É CORRETO afi ma que: 01) as t ês têm o igem em anomalias na est u tu a do globo ocula .

pa a o qual a imagem de um objeto p óximo é maio que o p óp io objeto. ( ) Um espelho de maquiagem. a) hipe met opia e lente s conve gentes. um oftalmologista eceitou-lhe óculos com lentes e sfé icas de ve gência –1. a pessoa necessita de óculos de “g au”: a) 3. d) miopia e lentes dive gentes. c) miopia e lentes conve gentes. ( ) Uma lupa é constituída po uma lente dive gente.5 di. ( ) Óculos de sol (usados apenas pa a eduzi a intensidade luminosa) são constituídos po lentes conve gentes. Supondo que o texto a se li do seja colocado a 25 cm de distância. c) 2.5 di.d) V 0 f 0 f b) V e) V 0 f 0 f c) V 0 f 11 36.5 di. d) 0.5 diopt ias. e) 4. ela necessita de óculos de leitu a. Vunesp Após examina um paciente. 38. o “g au” de uma lente de óculos é a sua conve gência ou potência . Cesg an io O g áfico que ep esenta co etamente o valo da distância focal (f) é: a) V da ve gência (V) em função ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . é co eto afi ma : ( ) A supe fície efleto a em um fa ol de automóvel é um espelho plano. a con ve gência é dada em diopt ias (di). e) astigmatismo e lentes conve gentes. b) hipe met opia e lentes dive gentes. 37. ( ) O c istalino do olho humano co mpo ta-se como uma lente conve gente. UFPR Conside ando elementos ópti cos e os objetos ou situações ap esentados. Se f é dada em met os. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 35. espectivamente. ( ) Alguns p ism as podem se utilizados como espelho po pe miti em a eflexão inte na total. PUC-PR Em optomet ia. é um espelho esfé ico.0 di.5 di . Se o ponto p óximo de uma pessoa se encont a a 2.0 m de seus olhos. b) 2. O p ovável p oblema visual ap esentado po esta pe ssoa e o tipo das lentes eceitadas são. dada pelo inve so da sua distância focal f (p = 1/f).

Lentes ¨ Avança ¨ Volta .IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

B 35. V-V-F-V 2.9 mm 24. a) 0. A 20. A 13. C 6. 2 + 8 16. 12 10. 4 + 8 8. D 17. B 23.084m 0. C 27. F-F-V-V-F-V 38.3 m b) A < 0 — Imagem se á inve tida.F ÍS IC A L ENTE S 1 1.11 f = 0. F-V-F-F-F 5. C 34. B 31. D IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . E 9. B 22. 1 + 2 + 4 33. E 14. A 2 5.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ . C 7. C 36. C 12. 18. A 37. E 15. 18. F-F-V-F-V 19. 2 + 4 + 16 26. V-V-V-F-F 4. V-V-V-V-F 28. D 3. B 32. A 30. A 21. V-FV-V 11. 20 cm // 15 cm 29.

Apenas a afi mativa II é ve dadei a.1 .3 ) 2 .4 .1 . U.3 .5 e) 2 . é co eto afi ma : ( ) Luz é uma onda de nat u eza elet omagnética.Optic ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¢ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨  ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ .1 . O a é um meio t anspa ente. ( ) A p opagação etilínea da luz é evidenciada du ante um eclipse luna .2 .2 . ( ) A dif ação é um fenômeno que oco e exclusivamente com a luz. 1 2.5 .1 . III.4 .3 . deve ser: ) 5 . assinale a alte nativa co eta. a) b) c) d) e) Apenas a afi m ativa I é ve dadei a. ( ) Uma pessoa pode eduzi a intensidade da luz que atinge os seus olhos utilizan do pola izado es. E. na ve ificação de conhecimentos de Óptica: (1)ângulo de incidência = ângulo de eflexão (2)n1senθ1 = n2senθ2 (3)distânci d im gem o espelho = distânci do o jeto o espelho (4)distânci foc l = met de do r io de curv tur (5)distânci foc l positiv ( ) espelho pl no ( ) lente convergente ( ) lei d refr ção ( ) lei d refl exão ( ) espelho esférico A se üênci numéric . ( ) Quando a luz se p opaga num meio mate ial com índice de ef ação igual a 2. o seu comp imento de onda pe manece inalte ado. ( ) Quando um feixe de luz monoc omática é t ansmitido de um meio pa a out o.1 c) 3 . O vid o fosco é um meio opaco. A água pu a é um meio t ans lúcido.2 . sua velocidade de p opagação é eduzida à metade do seu co espondente valo no vácuo. Sob e as afi mativas acima.4 . Apenas as afi mativas I e a III são ve dadei as. Apenas as afi mativas II e a III são ve dadei as. II.5 . Apenas a afi mativa III é v e dadei a. 3.4 d) 3 . Acafe-SC Co elacione a coluna da di ei ta com a da esque da.5 . Lond ina Conside e as seguintes afi mativas: I. de cim p r ixo.F ÍS IC A Ó P T IC A 1. UFPR Com base nos conceitos da óptica.4 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .

ue ele m ntém em próxim do olho. como respost . diver gente ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Dê. II. Então. (16) im gem do relógio será virtu l. ) O ponto B é um ponto im gem re l p r o si stem S1 e um ponto o jeto virtu l p r o sistem S2. e lente é —— ———. se o relojoeiro tr lh r em tmosfer de r . p r o tr lho de conserto de relógios. num tel . e) Tod s são verd deir s. tr vés d o módulo d r zão entre s distânci s d im gem o vértice d lente e do o jeto o vértice d lente. é correto firm r: A (∞) ) O ponto A é um o jeto re l p r o D s istem S1 e um im gem re l p r S2. (32) o umento line r d im gem pode ser o tido. é correto firm r ue (01) lente us d deverá ser um lente divergente. d) O ponto D é um ponto im gem virtu l p r o sistem S3 e n d represent p r os dem is sistem s. ) Somente firm tiv II é verd deir . n d tendo ver com o sis tem S3. (02) velocid de d luz ue incide so re o r elógio será de 2/3 do seu v lor no vácuo. (08) o relógio deve fic r entre o pl no do fo co princip l e lente convergente. PUC-RS Um lente fo rm im gem de um o jeto. temos. O crist lino se c omport como um lente. um lente de 8 cm de distânci foc l. A íris se comport como um di fr gm . direit . c) Somente III é verd deir . se lente us d for convergente e o relógio estiver entre o f oco e o vértice d lente. convergente o jeto nvergente im gem c) re l. podemos firm r: I. divergente d 3d e) m ior. pode-se concluir ue im gem é —————. Pel o serv ção d figur . U. som d s ltern tiv s corret s. (04) lente us d será convergente. Assim sendo. 6. ) re l. A retin corresponde o filme d câm r . divergente d) virtu l. III. conforme figur ixo. m ior ue o o jeto. e) O ponto A é um o jeto impróprio p r o sistem S1 e um o jeto virtu l p r os dem is sistem s.Optic  4. 5. B So re eles. Cefet-PR A figur represent três sisS2 S3 tem s ópticos em ue dois são refr S1 C tores e um ref letor.2 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . fic n do o relógio so re o foco princip l. E. M ringá-PR Um relojoeiro de vist norm l us . c) O ponto C é um ponto im gem re l p r o sistem S2 e um ponto o jeto v irtu l p r o sistem S3. d) Somen te s firm tiv s II e III são verd deir s. PUC-PR Se comp r rmos o olho hum no um câm r fotográfic . ) Somente firm tiv I é verd d eir . 7.

pós encontr r superfície de sep r ção dos meios. d) comprov ção de ue luz se prop g em linh ret . F. 3) refr ção. c) difr ção d luz contorn ndo o prism . pós refr ção. n u l se contest v m os v l ores mediev is. S Dependendo d posição em ue é o serv d . e) dispersão d luz r nc tr vés d refr ção. o Iluminismo. A Com se n s propried des d luz. 2) reflexão. movimento intelec tu l ue representou o ápice d s tr nsform ções cultur is inici d s com o Ren scimento . vigente no século XVIII. um piscin chei d’águ pode p rent r ser m i s r s devido o fenômeno luminoso identific do por 1) dispersão. ) comprov ção de ue luz r nc . o Hum nismo. o índice de refr ção do meio B em rel ção o meio A é 3. 4) pol riz ção. o Iluminismo. ( Se θ1 = 60° e θ3 = 30°. v i refletir-se em um n tep ro. ( ) O comprimento de ond d luz no meio A é menor ue no meio B.8. U. Reform Protest nte. ( ) A velocid de de prop g ção d lu no meio A é m ior ue no meio B. ( ) A fre üênci d luz no meio A é igu l à fre üênci d luz no meio B. ue se estendeu do século XIV o sécul o XVI. ue defendi m o teocentrismo e predestin ção preg dos pel Igrej C tólic . o Ren scimento. 9. é correto firm r: B ( ) Os ângulos θ1 e θ2 são igu is. movimento ue m rcou os séculos XIII. é form d de um espectro de luz colorid . UFPR N figur ixo represent -se reflexão e refr ção de um feixe de luz mo nocromátic ue incide so re superfíθ1 θ 2 cie de sep r ção de dois meios.Optic  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ . θ3 ( ) índice de refr ção do meio A é m ior ue o do meio B. U. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . respectiv mente: ) reflexão d luz so re um prism . movi mento cultur l de tendênci l ic e irr cion l. em ue el . 10. 5) interferênci . Pelot s-RS 3 A figur retr t historic mente o cientist inglês Is c Newton (1642-1727) f zend o um experiênci com luz. XIV e XV. É correto firm r-se ue o fenômeno físico demonstr do n f igur e o período histórico são. em ue c d cor tem o seu própri o desvio. A e B.

Esse conceito é vá ido a) sempre. compatíve com a ei de Sne . a qua faz com que o raio de uz retorne à atmosfera e produz a o efeito característico do arco-íris. é correto firm r ue ˆ (01) o ângulo de incidênci î e o de reflexão r serão igu is. ao passar por um prisma. 13.Optica Avançar ¡   ¡      ¡     ¡ ¡ ¡    ¡   ¡ ¡  ¢ ¡        ¡ ¡   ¡ ¡    ¡  ¡  ¡ ¡ ¡        ¡    ¡  ¡ ¡  ¡ ¡          ¡    ¡          ¢ ¡   ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡      ¡     ¡     ¡  . não sofrerá desvio (refr ção). (64) A decomposição da uz branca. que penetra em seu interior. é possíve impe ir tota mente a incidência da uz sobre uma determinada região. Isso é o que ocorre. Um r io luminoso ue emerge desse o jeto incide so re superfície do m teri l. então. Dê. 4 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . já que para outros materiais o fenômeno não acontece. b) sempre. por exemp o. Este fenômeno ocorre devido às dive rsas refrações que o raio de uz so ar sofre no interior da gota de chuva e devido à r ef exão interna tota . (02) O efeito da cor azu no céu está re acionad o com a presença da atmosfera em torno da Terra. (04) O fenômeno da refração da uz está p resente nos espe hos esféricos nos casos de formação de imagens virtuais. se o ín e de refr ção do meio onde se encontr o o jeto for igu l o índice de refr ção do m teri l. U.11. como resposta. a soma das a terna tivas corretas. (02) um r io luminoso. Então. (32) Através da uti ização de entes po arizadas. dá-se pe a presença de impurezas ou irregu arida des no vidro. uti iza-se o conceito da propagação do raio de uz em inha reta. 12. (08) a ve ocidade da uz no interior da âmina será diferente da ve ocidade da uz que emerge do objeto pu ntiforme. d) somente para objetos (obstácu os ou fendas) cujas dimensõe s re evantes sejam muito maiores que o comprimento de onda da uz. (32) se o objeto puntiforme for rea . assina e a(s) correta(s). UFRN Na ótica geométrica. M ringá-PR Um o jeto puntiforme encontr -se um ltur h so re um lâmin de m teri l homogêneo. pois a formação da imagem virtua se dá atrás desses espe hos. independentement e da re ação entre a dimensão re evante do objeto (obstácu o ou fenda) e o comprimento d e onda da uz. como resposta. a sua imagem será virtua e eqüidistará h da superfície do materia . ou não. polido e tr nsp rente. independentemente de a superfíc ie ref etora ser. (01) Em a guns dias de chuva pode-se ver no céu o arco-íris. E. form ndo um ângulo î com norm l. (16) A fibra óptica permite uma e evada eficiência na transmissão devido ao fenômeno da ref exão tota . re a tivas a situações que envo vem conceitos de óptica. Unioeste-PR Dentre as a ternativas abaixo apresentadas. Este fenômeno ocorre pe o fato de um f eixe de uz. p rtindo do o jeto e incidindo perpendicul rmente so r e lâmin . (04) o comprimento de ond (λ) do raio uminoso ue emerge da âmina independe do meio onde este se propaga. a soma das a ternativas corretas. no estu do da ei da ref exão. ˆ (16) existe uma razão constante entre o seno do ângu o de refração R e o seno do ângu o ˆ de ref exão r. atingir as paredes internas com ângu o m aior que o ângu o imite. (08) O nascer e o pôr-do-so são vistos q uando o So se encontra acima da inha do horizonte. Dê. Isto ocorre devido à refração da uz ao penetrar na atmosfera. c) somente para espe hos cujas superfícies ref etoras sejam compatíve is com a ei de Sne .

d) P r correção d hipermetropi é necessári utiliz ção de lentes convergentes. LANÇA ÍNDIO AR I II III IV ÁGUA 5 A figura acima é apenas esquemática. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertica . C onsidere que o peixe está praticamente parado nessa posição. e) o fenômeno citado encontra exp icação na re f exão tota da uz. mo stre que. U. para qi = 45°. Usando a Lei de Sne e. para todas as cores. Sobre a te a S é medida a distância y entre os raios de uz que chegam após ref exão na superfície superior da âmina e os raios que chegam após serem ref etidos na superfície inferior.33. para cada uma das cores . o índio deve jogar sua ança em direção ao ponto: a) I b) II c) III d) IV s y 16. no Brasi . ) Um pesso c om visão norm l. U er -MG Assin le ltern tiv FALSA. Esse arranjo permite determinar o índice de refração da âmina de vidro. 15. conseguem fazer a sua pesca. c) A v ri ção do d iâmetro d pupil tem como o jetivo control r entr d de luz no olho. A faixa de uz emergente.o. O fenômeno pe rmite conc uir que a) o índice de refração do vidro é diferente. a partir da experiê cia do seu dia-a-dia. recebe o nome de espectro visíve . Para acertá. à medid ue se proxim de um o jeto. a ei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e.14. sofrendo duas refrações consecutivas. com anças pontiagudas. Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igua a 1. ) O crist lino do olho de um p esso de visão norm l ge como um lente convergente ue produz um im gem re l. mais espessa e co orida. E a representa a visão que o índio tem da posição em q e está o peixe. c) a ve o cidade da uz no prisma é a mesma. considerando o índice de refração do ar igua a 1. UFRN Ainda hoje. feitas de madeira. i nvertid e ument d u ndo pesso o serv um o jeto dist nte. Unifor-CE Um fino feixe de uz branca (por exemp o. uz so ar) incide num pr isma de vidro de seção triangu ar. o índice de refração da âmina é dado por n= 2t2 1 + y2 2 1 2 GABARITO θi n θr x t 17. O feixe incidente faz um ângu o qi com a direção norma à superfície da âmina ( eja figura). tem o r io de curv tur de s eu crist lino diminuído p r ue el continue foc liz ndo o o jeto. para a cor que sofre menor desvio. e es conhecem. e e enxerga o peixe como estando na profundidade III. d) a uz se desvia mais pa ra a cor de maior ve ocidade no prisma. IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . b) o índice de refração do vidro é maior. por isso. a guns índios pescam em rios de águas c aras e crista inas. II. UFCE Um feixe de aser incide sobre uma âmina de vidro de índice de refração n e es pessura t. Isto é.Optic       ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡   ¡   ¡    ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¢    ¡   ¡  ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡       ¡           ¡  . As pos ições I.

Av nç r ¡ ¡ .

ument energi dos átomos excit dos. co mo respost . um r io de luz do feixe F2 é refr t do o p ss r d o r p r o espelho. (02) Consider ndo-se ue o espelho e o r têm índices de refr ção diferentes. som d s ltern tiv s corret s.18. UFPE Qu l d s figur s ixo melhor represent tr jetóri de um r io de luz monocromátic . penum r . F é um fonte de luz extens e A um ntep ro op co. som r . UFBA Em Biologi . é re fletido no espelho E e excit os m rc dores fluorescentes d mostr A. penum r . som r e penum r . (32) A l uz ue incide n mostr tem m ior energi do ue luz emitid pós excit ção. som r e som r . regiões de F GABARITO A I II III IMPRIMIR ) ) c) d) e) e penum r . um fe ixe de luz incidente F1. II e III são. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . penum r e som r . de comprimento filtro de ond entre 450 nm e 490 nm. respectiv mente. UFR-RJ N figur ixo. penum r e som r . utiliz ção de m rc dores fluoO rescentes permite o estudo de célul s tr vés do microscópio de fluorescênci . ue p ss tr vés do F1 espelho e tr vess um filtro ntes de cheg r o o serv do r O. A mostr excit d emite o feixe de luz F2.Optic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡  ¡  . de compriE mento de ond superior 510 nm. (16) Os elétrons dos átomos excit dos p ss m de níveis de menor energi p r níveis de m ior energi n emissão de luz pel mostr . Pode-se firm r ue I. o tr vess r um j nel de vidro (imers no r) de espessur d? ) ) c) d) e) d d d d d 6 19. o excit r os m rc dores fluorescentes. é corre to firm r: F2 (01) Os ângulos de incidênci e de reflexão form dos A entre um r io do feixe F1 e norm l o espelho são igu is. som r som r . No es uem simplific do o l do. som r . Dê. 20. (08) A luz incidente. Com se nos princípios físicos envolvidos no funcion mento do microscópio. m s não é refr t do o p ss r do espelho p r o r. (04) A so rção de p rte d luz ue não p ss pelo filtro tr nsform energi luminos em energi térmic .

.

7 I II III IV Deseja-se incendiar um pedaço de pape . pes uis dores dos EUA desco rir m existênci de um sistem pl netário semelh nte o Sistem Sol r. como é ch m d . em qui ômetros.F. d) A uz emitida pe a estre a Úpsi on é instan taneamente percebida na Terra. concentrando a uz do so sobre e e. U erlândi -MG-P ies “Pel primeir vez n históri d explor ção esp ci l. c) Um ano. pois viaja à ve ocidade 3 x 108 m/s. b) A distância. (…) estrel Úpsilon de ndrômed .Optica Avançar ¡ ¡   ¡   ¡ ¡    ¡   ¡ ¡ ¡   ¢   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡          ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ .5 x 1012. (Fo ha de São Pau o. U.21.u z é aproximadamente 9. fic 44 nos-luz de distânci d Terr ”. que a uz percorre durante um ano.uz corresponde a distância que a uz perc orre no vácuo durante um ano terrestre. A en te que seria mais efetiva para essa fina idade é a de número: a) I b) II c) III d) I V IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . UERJ As fi guras abaixo representam raios so ares incidentes sobre quatro entes distintas. 16/04/99) Assina e a a ternativa incorreta: a) A uz da estre a Úpsi on demora 44 anos para chegar a Terra. um est rel com pelo menos três pl net s em su ór it . ou sej . 22.

B IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . D 14. 3 11. A 18. C 21. V-V-V-V-F-F 3. E 9. A 8.F ÍS IC A Ó P T IC A 1.Óptic ¡ ¡ ¡ . C 2. E 6. A 15. temos: y = x = 2t . D 16. Como θi = 45°. B 19. 45 20. tg θr y tg θr = 2y sen θr 1 sen θi = ⇉n= sen θi n sen θr n= 1 2 sen θr sen2θr sen2θr = cos2 θr 1-sen2 θr tg2θr 1 e n= 2t2 1 + y2 2 1 + tg2θr tgθr 1 G A B A R IT O tg2θr = Assim: sen2θr = n= 1 2 y2 + 1 4t2 y 2t = 17. D 22. 26 1 2. A 4. V-F-V-F-V-V 10. 50 13. 60 5. C 7.

Ond s e M.0 m.0. S.S . IMPRIMIR Volt r FÍSICA .0 Hz té 20. ( ) energi mecânic d m ss m. tem igu l v lor. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. 1 ( ) Por se tr t r de um ond tr nsvers l. com um velocid de de 340 m/s. H. prop g ção do som t m ém é de c ráter ondul tório. ixo rel cion d s. ( ) No r. ( ) fre üênci de oscil ção do pêndu lo não será lter d se m ss m for modific d . um temper tur de 20. com comprimento de ond de 2. pode ser consider d como um ultr ssom. O p relho uditivo hum no norm l é c p z de perce er ond s num f ix de 20.H . ( ) O desvio p r o vermelho (import nte indício em f vor d exp nsão do Universo) é um exemplo d ocorrênci do efeito Doppler-Fize u p r luz. suspens por um fio de comprimento s. ( ) tensão no fio. U. o comprimento de ond do som m is gudo ue o ouvido hum no pode perc e er mede 17.F ÍS IC A O N D A S E M . ( ) n posição C. inextensível e de m ss desprezível (ver figur ). no inst nte em ue esfer p ss por C. ( ) A lu z e o som têm o módulo de su velocid de de prop g ção ument do u ndo p ss m d águ p r o r. B e C.C tólic -GO O s g m A C B GABARITO O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um esfer de m ss m.0 kHz ( s ond s ne ss f ix constituem o ue ch m mos som).C tólic -DF Como d luz. A celer ção d gr vid o loc l v le g. So re o pêndulo simples pode-se fi rm r ue: ( ) o período de oscil ção do pêndulo é m ior em um loc l cuj celer ção d gr v de é m ior. esse tipo de ond se prop g no r. Desprez -se resistênci do r. nos pontos A.0°C. U. ( ) Um ond longitudin l.0°C. 2. 1. 20. luz não pode ser pol riz d . Muito noss percepção do mundo em redor se deve o sentido d udição. 20°C. simétric s em rel ção à vertic l OC. prop g ndo-se no r. ( ) o movimento oscil tório d esfer é uniformemente celer do. é igu l o peso d esfer . celer ção d esfer tem componente t ngenci l nul . Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ .10–2m. A esfer oscil entre s posições A e B.

e) A rec amação dos artistas é infundada porque o que e es ouvem é o retorno do som que e es mesmo produzem e qu e hes permite ava iar o que estão tocando. ) A energi do sistem é 3 J. em tese. e v le 30 cm/s.Ondas e M. ) A sens ção sonor é estimul d em n ossos ouvidos por um ond tr nsvers l cuj fre üênci está compreendid entre 20 Hz e 20000 Hz. p r emitirem not s diferentes. 2 ( ( 4. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . e u nto m ior o comprimento d cord . Avançar  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ 3. u nto m ior o comprimento de ond . Unic p-PE ( ( ( ( ( ) P r um ond ue se prop g em um certo meio. GABARITO 5. ) A velocid de máxim ocorre no inst nte em ue celer ção é máxim .-10 0 10 x(cm) -30 ( ( ( ) A mplitude do movimento é 20 cm. não podemos e iminar o eco. d) A rec amação dos artist as é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. ) Se o l oco tem m ss de 3 Kg. ) A const nte elástic d mol é 3 N/cm. a) Os materiais usados na construção da sa a de espetácu os não são suficientemente absorvedores de ondas sonoras para evitar o e co. b) Os materiais são adequados. m is gudo será o som. e o v lor lgé rico d forç result nte ue tu no loco v ri com sciss x. Unirio Em recente espetácu o em São Pau o. ) Um ond sonor se prop g no r (V r = 340 m/s). Unic p-PE Um sistem constituído por um loco preso à extremid de de um mol osc il livremente em um pl no horizont l. é um infra-som. mas devido à superposição das ondas sonoras sempre ha verá eco. menor é fre üênci . F(N) 30 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡   ¡   ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡     ¡ . Considerando a natureza das ondas son oras e o fato de o espetácu o se dar em um recinto fechado. H. podemos firm r ue fre üênci ngul r do movimento é 10 r d/ s. de cordo com o gráfico d figur ixo. e assim. diversos artistas rec amaram do eco re f etido pe a arquitetura da sa a de concertos que os incomodava e. mas as ondas estacionárias formadas na sa a não podem ser e iminadas. indique a opção que aprese nta uma possíve exp icação para o acontecido. c) Os materiais são adequados. ) A direção d prop g ção de um ond não lter u ndo el p ss o li u mente de um meio p r outro. S. cujo comprimento de ond é λ = 34 m. ) As cord s de um h rp possuem comprimentos diferentes. atra pa haria o púb ico que apreciava o espetácu o.

8. possui seu interior preenchido por gases. com e) menos. e) Apenas I e III. apenas. ref exão. Ondas transversais podem ser po ari zadas e ondas ongitudinais não. 5) a direção de propagação da onda. apresentam em comum 1) o período. S. refração. porém. propagand o-se em uma corda homogênea sob tração constante. Avançar                                       . pois. sem d) menos. ref exão. produ zem-se ondas de freqüências diversas. Quais estão corretas? a) Apenas I. apen as. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas ongitudinais não.6. refração. UFRS Considere as seguintes afirmações a respei to de ondas transversais e ongitudinais: I. ocorre inversão de fase. H. b) Apenas II. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . que todas essas ondas. com b) mai s. II. Londrina-PR Quando um pu so se propaga de uma corda outra espessa. 10. sendo a nave tripu ada. 2) a ve ocidade de propagação da onda. 2) a ve ocidade de propagação. uma vez que o so m se propagará junto com a imagem da mesma. Sa vador-BA No fenômeno da refração da onda. d) isto ocorre na rea idade. 4) o comprimento de onda da onda. 4) a am p itude e o período. U. mais. com c) menos. ref exão. III. U. Ondas transversais podem apresentar efeito Dopp er e ondas ongitudinais não. UESC-BA Variando-se a freqüência com que se movimenta uma corda tracionada. b) isto ocorre na rea idade. Em re ação a este f ato é correto afirmar que: a) isto não ocorre na rea idade. U. necessariamente permanece const ante 1) a freqüência da onda. 5) o comprimento de onda. F. d) Apenas I e II. menos. e) sto ocorre na rea idade e o som será ouvido inc usive com maior nitidez. Sabe-se. 3) o comprimento de onda. 7. por não hav er meio materia no espaço sidera . c) Apena s III. apenas. pois as c ondições de propagação do som no espaço sidera são diferentes daque as daqui da Terra. mais. c) isto ocorre na rea idade. mesmo estando ambas no vácuo do espaço sidera . 3) a amp itude da o nda. Que a ternativa p reenche corretamente as acunas da frase acima? a) mais. mais. a amp itude e a ve ocidade de propa gação. Viçosa-MG Em a guns fi mes de ficção científica a exp osão de uma nave espacia é uvida em outra nave. pois não é possíve a propagaçã o som no vácuo. menos. E. com espessa para 3 9.Ondas e M.

b) o comprimento de onda aumenta. sem que se mude o meio. b) II. e) o período diminui. d) o período a umenta. b) A variação da freqüência de uma o nda. oco rre o fenômeno chamado refração.Ondas e M. podemos afirmar que a) a ve ocidade aumenta. II. S. c) III. d) Quanto maior for a freqüência de uma fon te de uma onda sonora. 13. É(são) correta(s) somente a(s) afirmação(õe a) I. c) a ve ocidade diminui. pois são ondas ongitudinais. causada pe o movimento do observador em re ação à fonte de onda. menor será a energia transportada por e a. Avançar                      . com a teração da freqüência da onda. 14. U. são feitas a s seguintes afirmações: I. é denominada de ef eito Dopp er. O fenômeno da decomposição da uz branca em seu espectro é denominado dispersão. UFR-RJ Uma f onte produz ondas de freqüência f e período T em um determinado meio. Unifor-CE Os esquemas a seguir são norma mente usados para representar a propa gação de ondas na superfície da água em uma cuba de ondas. d) I e II. As ondas sonoras em ser po arizadas. III. obedecem as mesmas eis de ref exão e de refração da uz. Quando uma onda passa de um meio materia para outro. c) As ondas mecânicas. Se a freqüência da f onte for aumentada. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ao se ref etirem e se refratarem. H.11. Uberaba-MG Assina e a a ternativa FALSA. e) I e III. a) A intensidade de um som é tanto maior quanto maior for a amp itude da onda sonora. O esquema que representa a di fração de ondas é o a) b) c) d) 4 e) GABARITO 12. Cefet-PR Com re ação ao estudo das ondas.

A freqüência da onda audíve deverá ser apro ximadamente de: a) 110 Hz b) 1033 Hz c) 11. que per mite saber. c) Dopp er. PUC-RS Em ocais baixos como num va e. Fuves t-SP Uma onda e etromagnética propaga-se no ar com ve ocidade praticamente igua à d a uz no vácuo (c = 3 x 108 m/s). e) na produção de ondas uminosas que vibram num único p ano que contenha a direção de propagação. para criar a i usão da 3ª dimensão. é denom inado de efeito a) Jou e. F uvest-SP Considerando o fenômeno de ressonância. em média. se uma estre a se afasta ou se aproxima da Terra. captam-se ma sinais de TV e de te ef one ce u ar. PUCRS Ondas sonoras e uminosas emitidas por fontes em movimento em re ação a um observ ador são recebidas por este com freqüência diferente da origina . 18. b) Orsted. duas imagens iguais. no a r.000 Hz d) 108 Hz e) 9 x 1013 Hz 19. a visão tridimensiona .5 cm. 2.Ondas e M. b) na separação das cores que compõem a uz incidente devido à dispersão desta uz. o ouvido humano deveria ser mais se nsíve a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o compriment o do cana auditivo externo. a) ref etem b) refratam c) difratam d) po arizam e) reverberam 16. c) na interferência entre o feixe de uz incidente e o mesmo feixe de uz ref etido por um obstácu o. enquanto o som propaga-se no ar com ve ocidade a proximada de 330 m/s. por exemp o. que são sinais de freqüências a tas. H. 5 17.15. Vunesp Nos cinemas 3D. d) na formação de franja s c aras e escuras devido às microfendas dos fi tros po arizadores. onde a ve ocidade de propagação do som é 340 m/s. e) Faraday. Com o auxí io de ócu os com fi tros po arizador es. são projetadas simu taneamente na te a do cinema de man eira a não sobrepor uma sobre a outra. o ouvido humano seria mais sensíve a sons com freqüências em torno de a) 34 Hz b) 1320 Hz c) 1700 Hz d) 3400 Hz e) 680 0 Hz IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . mas captam-se bem sinais de rádio de f reqüências baixas. Os sinais de rádio de freqüências baixas são me hor captados porque ——— i mente. S. que mede. fo rmadas por uz po arizada. Este fenômeno. assim. Deseja-se produzir uma onda audíve que se propague no ar co m o mesmo comprimento de onda daque as uti izadas para transmissões de rádio em freqüênc ia modu ada (FM) de 100 Mhz (100 x 106 Hz). d) Vo ta. A po arização da uz consiste a) na passagem da uz de um meio para outro em que a ve ocidade de propagação é diferente. obtendo. Avançar                                                              . Segundo esse mode o. o espectador enxerga cada uma das imagens com um o ho.

(02) modifica a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) Uma co da vib ando em seu segundo ha mônico possui o dob o de nós a p esentados pelo p imei o ha mônico. espectivamente.33 m e 600 m c ) 3.5 m e 200 m e) 6. ( ) A onda sono a emitida po uma co da.5 d) 1. UFSE Com uma égua. p oduzindo-se uma onda de pulsos etos. Ao co e a mão esque da. tem comp imento de onda igual ao dob o do comp i mento da co da. Dê. na situação desc ita. o violei o define as notas musicais que ti a á d o inst umento ao dedilha . as co das de tonalidades mais g aves são as de maio densidade line a de massa. UnB-DF As vibrações transversais de cordas de instrumentos musicais causam variações na densidade do ar ao seu redor. de 90 MHz a 120 MHz. o meno e o maio comp imento de onda que podem se captado s po este apa elho valem. (04) modifica a f eqüência da s vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. em m/s. L é o comp imento ρ é a densidade linea de massa da co da. de 0. ( ) No modo fundamental. a freqüência de vibração f de uma corda com as ext emidades fixas é descrita pe a expressão: 1 T 2L ρ na qual T é a tensão. Com base nessas info mações. julgue os itens a segui como ve dadei os ou falsos. como esposta. S. Fisicamente. AM. 22. A velocidade de p opagação da onda. UFMT Suponha um violei o dest o que dedilhe uma viola de 10 co das com a mão d i eita e escolha as notas com a mão esque da. bate-se na supe fície da água de um tanque.0 m e 1500 m IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . (08) modifica o comp imento de onda das vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.33 m e 500 m d) 2. a soma d as alte nativas co etas. ( ) Em um inst umento de vá ias co das. é co eto afi ma que o violei o (01) modi fica a velocidade das ondas nas co das da viola ao p essiona em dife entes pont os da co da sob e o b aço da viola.Ondas e M.40 23. Lemb ando que 1 kHz = 1 x 103 Hz e 1 MHz = 1 x 106 Hz e sabendo-se que a velocidade de p opagação das ondas de ádio é 3 x 108 m/s. tal que a d istância ent e suas c istas consecutivas seja de 10 cm. FM. a f eqüência de vib ação da co da se á eduzida p ela metade se a tensão fo aumentada em 25%. pr opagando-se no ar.20. também chamado primeiro harmônico. a) 2. vale a) 25 b) 4. 6 21. todas mantidas sob a mesma tensão e com o mesm o comp imento. ondas sonoras propagantes.25 s em 0.5 m e 500 m b) 1.25 s. constituirão. UFPB Um ádio ecepto ope a em duas modalidades: uma. provocando compressões e rarefações periódicas que. vi b ando em seu modo fundamental. H. assim.0 c) 2. fixando ce t os pontos sob e a co da da viola. No modo fundame nta . ( ) Uma mesma nota musical emitida po inst umentos musicais dife entes possui a mesma f eqüência fundamental de vib ação.0 e) 0. (16) modifica tanto a velocidade das ondas nas co das da viola como a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. que cob e a faixa de f eqüência de 600 kHz a 1500 kHz e out a.

¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ Conside ando essas info mações. 04) A luz pola izada pode se obtida po eflexão e po dupla ef ação. dete mine: a) A f eqüência em he tz. S. b) A amplitude. se ap oxima de u ma ba ei a. que é pe pend cula à di eção em que a onda se p opaga. A seta indica a di eção de p opagação da onda. todas as pa tículas do meio vib am numa única di eção. 08) Numa ond a mecânica pola izada. H. está ep esenta uma onda que. UFMG Na figu a. em um ce to momento. x (cm) 40 1 2 3 4 t (s) GABARITO –40 Analisando a figu a. assinale a alte nativa em que melho estão as as c istas dessa onda após ela te passado pela ba ei a. assinale o que fo co eto: 01) As ondas sono as não se pola izam po que são longitudinais. a intensidade da onda pola izada to na-se nula. 16) Quando o analisado gi a 90 em elação ao po a izado . UFR-RJ A figu a abaixo most a o g áfico de um movimento ha mônico simples. 26. A posição das c istas dessa onda. a) c) ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ep esentad ¨ ¨ . está ep esentada pelas linhas ve ticais. 02) O olho humano é i ncapaz de analisa a luz pola izada po que não consegue distinguila da luz natu al . Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 7 b) d) 25. ao se p opaga . Ponta G ossa-PR Sob e o fenômeno da pola ização.Ondas e M. exis te uma abe tu a etangula de la gu a ligei amente maio que o comp imento de on da da onda. E. U.24. IMPRIMIR FÍSICA . Na ba ei a.

Ele é fixado no chão e emite um feixe de mic oondas que incide sob e o veículo e. assinale o que fo co eto: 01) Qu ando uma onda se ef ata. é de 60 m/s. d) I . 30. 32) Ondas t anspo tam ene gia e quantidade de movimento. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. O eco é um fenômeno causado pela eflexão do som num antepa o. c) a d i eção em que o meio de p opagação vib a enquanto cada uma das ondas passa po ele. 16) Somente temos supe posição de ondas quando elas possuem a mesma f eqüência e a mesma amplitude. II e III. H. Po out o lado. d) efeito Dopple . quanto meno a dimensão do obstác ulo ou fenda. U. 04) Na dif ação de ondas. S. é efletido pa a o apa elho. UFRN Quando falamos . 08) Pa a uma onda estacioná ia de f eqüência 100 Hz. U. são ap esentadas as seguintes obse vações com elação aos fe nômenos acústicos: I. II. Timb e é a qualidade que pe mite distingui dois sons de mesma altu a e intensidade emitidos po fontes dife entes. c) lei da eflexão. A pa ti dessa dife ença de f eqüências.Ondas e M. 8 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . c) apenas a I e a III. Potigua -RN No Labo ató io de Física Acústica da UnP. d) a di eção do plano de pola ização de cada uma das ondas enquanto elas se p opagam no meio . Ma ingá-PR Em elação ao conteúdo de ondas. 02) Ondas sono as são t ansve sais e ondas e m uma co da são longitudinais. UFRN O ada é um dos equipamentos usados pa a cont ola a velocid ade dos veículos nas est adas. confo me o sentido de p opagação. E. a onda p oduzida é um exemplo de um tipo de onda mecânica t ansve sal que se p opaga na supe fície da água. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o som p oduzido é um exemplo de um tipo de onda mecânica longitudinal que se p opa ga no a .27. é possível medi a velocidade do automóvel. quando jogamos uma ped a na água contida em um tanque. O som g ave é um som de baixa f eqüência. São co etas as afi mações: a) apenas a I. O ada mede a dif e ença ent e a f eqüência do feixe emitido e a do feixe efletido. b) efeito fotoelét ico. em uma aula expe imenta l do Cu so de Fonoaudiologia. 64) Toda onda necessita de um meio mate ial pa a se p opaga . a velocidade de p opagação da o nda. mais acentuada é a dif ação. O que fundamenta o uso do ada pa a essa finalidade é o(a) a) lei da ef ação. a f eqüência pe manece constante e o comp imento de onda pode aumenta ou di minui . b) apenas a I e a II. 28. b) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de dif ação. se a distância ent e dois nós consecutivos é de 6 cm. no meio conside ado. em pa te. O que distingue onda mecânica longitudinal de onda mecânica t ans ve sal é a) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de inte fe ênc ia. 29. ao encont a a supe fície de sepa ação de dois meios t anspa entes. III.

Sabendo-se que a velocidade do som é v. verificase que dentre elas existe(m): a) uma única onda mecânica. Qua ndo essa onda passa para um outro fio.0 • 10 –3 W/m 2. d) quatro ondas mecânicas. e) cinco ondas mecânicas. UFR-RJ Uma ce ta emisso a de ádio t ansmite sua p og amação com uma f eqüência de 600 kHz. calcule o com p imento de onda das ondas desta emisso a. Ube aba-MG Um mo cego voando c om velocidade v0 em di eção a uma supe fície plana.5 — 10–3 d) 1. 34. a va iação de f eqüência ouvida pelo mo cego se á a) ∆f = f0 v v0 b) ∆f = f0 v0 v c) ∆f = f0 2v0 v – v0 d) ∆f = f0 v + v0 v – v0 33. Sabendo-se que a velocidade das ondas de ádio é de 3 x 108 m/s. Cefet-PR A 20 m de uma buzina a intensidade sono ra do som que ela emite vale 2.0 — 10–3 e) 1.1 — 10–3 b) 0. 32. porém com 1/4 do diâmetro do primeiro.2 — 10–3 c) .Ondas e M.31. muda para: a) 80 b) 600 c) 25 d) 1600 e) 400 35. constituído do mesmo material. em W/m 2: a) 0.5 — 10–3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . infravermelho ondas de radio raio X microondas raios gama ultra-som ondas lumin osas ultravioleta 9 Quanto ao critério de classificação das ondas em mecânicas e eletromagnéticas. Acafe-SC A v elocidade escalar de uma onda transversal que se propaga num fio é de 100 m/s. a velocidade de propagação da onda. U. c) três ondas mecânicas. Cefet-PR Considere a listagem de ondas citada a seguir. Como não existe nenhum obstáculo à propagaç a intensidade sonora a 40 m de distância valerá. H. b) duas ondas mecânicas. em m/s. Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . S. emite uma onda ult a-sônica de f eqüênc a f0.

40 8 e 16 b) 396. e e terá a freqüência de: a) 600 Hz d) 300 Hz b) 500 Hz e) 200 Hz c) 400 Hz 39.8 m e v = 180 m/s λ = 1. O comprimento de onda e a ve locidade de propagação dessa onda são 10 a) b) c) d) e) λ = 0. freqüência aparente das ond as sonoras que alcançam o observador depois de refletidas pela parede e f3. f2. à deriva. respectivamente. 404 e 8 c) 398.2 m e v = 120 m/s 38. a freqüência aparente das on das não-refletidas.8 m e v = 120 m/s λ = 0. em direção a uma p rede plana.7 m/s. Mackenzie-SP Uma onda sonora de comprimento de onda 68 cm se propaga no ar c om ve ocidade de 340 m/s. UEMS Um trem de ondas periódica s. com velocidade de 1. vindas diretamente até o observador. 396 e 4 37. são a) 392. os valores que me lhor expressam as freqüências em hertz de f1. de comprimento de onda λ = 100 m. Avançar        . PUC-S P Uma onda senoidal que se propaga por uma corda (como mostra a figura) é produzid a por uma fonte que vibra com uma freqüência de 150 Hz. se propaga no oceano com uma ve ocidade de 30 m/s. São nominadas: f1. a freqüênc ia dos batimentos. ITA-SP Um diapasão de freqüência 400 Hz é afastado de um observador. 398 e 4 e) 404.8 m e v = 80 m/s λ = 0.2 m e v = 180 m/s λ = 1. Se esse som se propagar na água.Ondas e M. para executar uma osci ação comp eta é: a) 25 s 3 3 s 20 10 s 3 3 s 10 1 s 3 IMPRIMIR b) c) d) e) Vo tar FÍSICA . S. Sabendo que a velocidade do som é de 340 m/s. 402 e 4 d) 402. H. 30 m/s GABARITO λ=100 m O tempo que eva o bote de um náufrago.36. f2 e f3.

um movimento harmônico sim les de eríodo igual a T. 05) do eso do cor o. Com base nessa informação. U.5m 0. que se propaga com ve ocidade d e 50 cm/s. UERJ O dono do circo anuncia o início do es etáculo usa ndo uma sirene. conc uímos que a corda está tracionada com 40 N. 04) da deformação máxima da mol a. Sabendo que a freqüência do som da sirene é de 104 Hz. √ 11 0.Ondas e M. é igua a a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 41. e que a velocid ade de ro agação do som no ar é a roximadamente de 335 m/s. pode-se conc uir que o período dessa onda. e seu período va e 0.5m ( ( ( ( ( ) A onda que se propaga nessa corda é mecânica e transversa . 43. calcule o com rimento de onda do som. Avançar ¤  ¤  ¤ ¤ ¤     ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ . tem-se representada uma onda periódica. o roduto k( ) fornece a medida 2π 01) da massa do cor o.Cató ica Dom Bosco-MS 150 cm Na figura. sob re um lano horizontal sem atrito. em se gundos.5 sen(πx + 20 πt). UESC-BA Um cor o ligado a uma mola ideal de constante elástica K. ) A ve ocidade de propagação da onda é 72 km/h. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . I. ) A amp itude da onda é 1 m.40. ) Se a de nsidade inear da corda é µ = 100 g/m. é y = 0. GABARITO 42. 03) da ulsação do movimento. 02 ) da am litude do movimento. S. H. T 2 Nessas condições. Unicap-PE A figura abaixo represent a uma onda que se propaga em uma corda de freqüência f = 10 Hz.1 s . realiza. ) A equação da onda no S.

gerando o efeito estufa. dos sons fundamentais de notas musicais produzidas por diapasões que vibram no ar. 1998. S. e) 2. c om 1) ve ocidades distintas. Física v. d) o som fá é m ais agudo do que o som ré. Avançar    ¤    ¤   ¤    ¤       ¤ ¤         ¤            . mas sua ve ocidade de propagação é menor. c) 1. embora seus comprimentos de onda sejam igua is. onde sua ve ocidade é de 1450 m/s. os c orof uorcarbo nos. São Pau o: Ática. (Paraná. 2) o mesmo comprimento de onda. o va or do comprimento de onda λ será. ed.dessa radiação no vidro e no ar. H. Entre outros. ro agando-se no ar com velocidade var enetra numa lâmina de vidro e sua velocidade 2 é reduzida ara vvidro = 3 var Sabendo que. mas ambos propagamse com a mesma ve ocidade. d) 1. fazem parte do espectro e etromagnético. 3) a mesma freqüência d a uz visíve . 47. p. Tais radiações propagam-se. e es cont ribuem para o efeito estufa e.44. num mesmo ambiente.51 m. UESC-BA Não é apenas o CO2 que causa estragos na atmosfera. mas ambos têm o mesmo comprimento de onda. 2. 4) a mesma ve ocidade e a mesma freqüência. e) o som á tem maior ve ocidade de propagação do que o som dó. do S.86 m.Ondas e M. U. A fenas-MG Uma onda sonora de freqüência 960 Hz é e mitida no ar.66 m.35 m. 6. UERJ Um feixe de laser. 5) freqüência e comprimento de onda diferentes. U. acima de 15000 m de a titude. destroem a camada d e ozônio que protege a Terra dos raios u travio eta do So . no vácuo. λvidro / λar . a freqüência da radiação não se altera ao assar de um meio ara outro. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . b) o som si é mais grave do que o som mi. b) 0. onde sua ve ocidade é de 340 m/s. Quando atingem a baixa atmosfera.82 m. aproximadame nte. F. são dup amente prejudiciais. aprisionada pe a atmosfera terrestre. é dada por : 1 a) 3 2 b) 3 c) 1 3 d) 2 45. 46. Pe otas-RS A tabe a abaixo apresenta as freqüências. no ca so descrito.. a razã entre os com rimentos ded onda. em hertz. c) o som so é mais a to do que o som dó e se propagam com maior ve ocidade. podemos afirmar que a) o comprimento de onda do som á é menor do que o do som ré. dó 264 ré 297 mi 330 fá 352 so 396 á 440 si 495 12 GABARITO A partir das informações fornecidas. CFC. a) 0. 121) A radiação u travio eta que atinge a Terra como conseqüência da destruição da camada de ozô e a radiação infraverme ha. Dja ma N. Quando essa onda passa para a água.

5 5.5 Comprimento de onda (10–7 m) IMPRIMIR a) b) c) d) verme ha vio eta aranja verde Vo tar aranja vio eta verde  azu                                     . pe a sua forma.5 6.48. 50.0 7. assina e a opção correspondente à cor da uz dos fogos d e artifício que contêm compostos de níque .0 4.5 GABARITO amare a 3. b ) Apenas a ve ocidade. em esca as ineares e unidades arb itrárias. e) A freqüência e a ve ocidade.0 x 1014 H que a ve ocidade da uz é 3 x 108 m • s–1.5 4. c) A freqüência e o comprimento de onda.0 5. Com base nesses dados e no espectro visíve fornecido pe a figura abaixo. assina e aque e que. a) d) b) e) c) 13 49. UFRS Entre os gráficos apresentados abaixo. Sabe-se que a freqüência da uz emitida pe a combustão do níque é 6.0 6. me hor apresenta a re ação entre período (T) e comprimento de onda (λ) da uz ao propagar-se no vácuo. freqüência e ve ocida de — muda(m) de va or quando a uz passa do ar para o vidro? a) Apenas a freqüência. verme ha 7. UFRN As cores de uz exibid as na queima de fogos de artifício dependem de certas substâncias uti izadas na sua fabricação. UFPE Qua (ais) característica(s) da uz — comprimento de onda. d) A ve ocidade e o comprimento de onda.

FÍSICA . H. S. Avançar .Ondas e M.

com a forma indicada. odendo a haste mover-se a enas na vertical. Sabendo-se que a ve ocidade do som no ar é de 340 m/s. Cada modo de osci ação da onda estacionária que se forma em uma corda esticada pode ser considerado o resu tado da ————— de duas ondas senoidais idênticas que se propagam ————— . a freqüência do som que o pedestre irá ouvir será de: a ) 500 Hz b) 680 Hz c) 720 Hz d) 765 Hz e) 789 Hz 52. S. gira em torno de um eixo h orizonta P.Ondas e M.75 Hz e) 0. Uma mola mantém uma haste a oiada sobre a eça. com ve ocidade angu ar constante e igua a π rad/s. Fuvest-SP Uma peça. a extremidade da haste sobe e desce. 53. A freqüência do som emitido pe a buzina é de 720 Hz. com o assar do tem o.5 Hz IMPRIMIR Voltar FÍSICA . c) se propagam com a mesma ve ocidade. b) têm a mesma intensidade. a) interferência – em sentidos contrários b) interferência – no mes o c) po arização – no mesmo sentido d) dispersão – no mesmo sentido e) dispersão – em senti contrários 54. PUC-PR Um automóve com ve ocidade constante de 72 km/h se aproxima de um pede stre parado. descreven do.0 Hz b) 1. a freqüência do movimento da extremidade da haste será de a) 3. PUC-PR No vácuo. H.0 Hz d) 0. enquanto ela gira. 14 GABARITO Assim. um movimento harmônico sim les Y(t) como indicado no gráf ico.51. d) se propagam com ve ocidades menores que a da uz. Avançar    ¤ ¤          ¤ ¤ ¤    ¤ ¤     ¤ . e) são po arizadas. A forma da eça é tal que. UFRS Assina e a a ternativa que preenche corretamente as acu nas do parágrafo abaixo.5 Hz c ) 1. todas as ond as e etromagnéticas a) têm a mesma freqüência.

o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas. ela ercebe que o seu violino recisa ser afinado novamente. c) cinco nós e quatro ventres. tornando os sons mais agudos. quando a freqüência atingir 400 Hz. quando a freqüência atingir 540 Hz. Lá. Vunes A freqüência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada ela ex res são f= n 2 T . c) irradiação. formada or a) quatro nós e quat ro ventres. T é tensão à qual a corda está submet e µ é a sua densidade linear. tornando os sons mais agudos. b) condução. A extre midade B é fixa e a tração na corda é constante. Uma violinista afina seu instrumento iluminado e o le va ao alco. ( ) as freqüências dos sons gerados serão menores quan to menor for o com rimento da corda. tornando os sons mais graves. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. d) cinco nós e cinco ventres. b) quatro nós e cinco ventres. tornando os sons mais graves. O com rimento das cordas define a faixa de freqüência e m cada um desses instrumentos. U. ( ) os sons são gerados or ondas estacionária s. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . o que costuma acontecer habitualmente. e) convecção. or exem lo. ( ) a onda mecânica transversal na corda uz uma onda sonora transversal. e) seis nós e oi to ventres. a freqüência do oscilador é 360 Hz. o que aument a a tensão a que elas estão submetidas. quando a freqüência atingir 440 Hz. A extremidade A está resa a um oscilador que vibra com equena am litude.Ondas e M. d) irradiação. 15 56. como. observa-se que essa configuração se desfaz até a arecer. o cont rabaixo. o que reduz a tensão a que elas estão subme tidas. roduzidas nas cordas. UFGO Sons musicais odem ser gerados or instrumentos de cordas. onde a arecem três tres (V) e quatro nós (N). é o com rimento da corda. Uma justifi cativa correta ara esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes or a) irradiação. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . uma nova configuração de ondas estacionárias. H. 57. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. Na situação da figura.55. Neles. ( ) cada corda vibra originando uma onda sonora com fr eqüência igual à freqüência de oscilação da corda. quando a freqüência atingir 720 Hz. etc. S. violão. violino. Aumentando-se gradativame nte a freqüência do oscilador. em seguida. São Carlos-SP A figura re resenta uma configuração de ondas estacionárias numa corda. iluminado or otentes holofotes. µ onde n é um número inteiro. tornando os sons mais agudos. quando a freqüência atingir 48 0 Hz. F.

3 0. roduzimos uma outra onda como indicado na figura (iii).6 t(s) 16 -5 (ii) y (cm) 10 5 20 -5 40 60 ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . UFGO Uma onda roduzida na su erfície de um tanque de água está esquematizada na f igura (i).5 0. y (cm) 5 0 20 40 60 80 100 120 x(cm) -5 (i) y (cm) 5 0 0.1 0. como indicado na figura (ii). De ois.58. Essa onda faz com que uma equena rolha sofra deslocamentos verticais .4 0.2 0.

H. enquanto as ondas eletromagnéticas. trans ortam energia. o que oscila é a ressão numa c erta osição. 59.80 100 120 x(cm) -10 (iii) GABARITO ( ( ( ( O com rimento de onda é 40 cm. de ois da segunda onda. no mínimo. como a luz. como as ondas no tanque e as ondas numa corda. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .10 s. ( ) Na onda no tanque. A velocidade do som no ar é de 3. o que oscila é a osição vertical d a rolha. S. trans ortam matéria. Uma pessoa produz um som a certa distância de uma par ede.5 cm.Ondas e M. 0. Unifor-CE Para se erceber dois sons distintamente. é necessário que a parede esteja à distânci a mínima de a) 10 m b) 17 m c) 30 m d) 42 m e) 70 m ) ) ) ) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Já ara as ondas sonoras se ro agando no ar. será 7. Para que a pessoa ouça nitidamente o eco. A am litude de oscilação da rolha . A velocidade é 200 m/s. é necessário que e les sejam se arados or um intervalo de tem o de.4 — 102 m/s. As ondas mecânicas.

750 m/s. ainda.450 1.000 1. julgue os itens a seguir como verdadeiros ou falsos.60. ( ) Considerando que dois pontos possam ser distinguidos com um aparelho de ultra-som quando estiverem separados por uma distância maior ou igu al a um comprimento de onda do ultra-som.750 vidros 6. a ima gem mostrada em um monitor é o resultado do processamento das informações originadas d as inúmeras reflexões captadas.650 pele otrobro 5. UnB-DF A ultra-sonografia é um método já bastante comum de diagnóstico médico no qual ecos produzidos por reflexões de ondas sonoras são utilizados para construir uma ima gem que descreve a posição e a forma dos obstáculos responsáveis pelas reflexões. então as moléculas do meio no qual ela se propaga movem-se perpendicularmente a essa direção com a passagem da on da.500 1. uma parte do coração estiver afastando-se do emi ssor quando for atingida pela onda de ultra-som. é pouco mais de três vezes mais longo q ue aquele produzido pelo mesmo objeto quando ele está imerso em água. que é produzido e captado por um mesmo dispositivo. coloca-se tal dispositivo e m contato com a pele do paciente previamente untada com um gel à base de água. conhecer a v elocidade de partes móveis internas do corpo.700 1.600 1.300 1.250 Quadro II 0 Quadro I Em relação a esse assunto e com base nos dados fornecidos.1 mm de diâmetro.000 2.000 1. em um exame cardiológico. qu ando ele está inserido em uma matriz de vidro. O quadro II corresponde a uma ampliação do trecho de velocidades entre 1. e a diferença de freqüência permitirá a determinação da velocid de de afastamento. então a onda refletida terá freqüência menor que a onda incidente. o tempo entre a emissão e a recepção do eco produzido pelo objeto. imerso em um tecido gorduroso. Em aplicações médicas. então é correto dizer que.350 ar seco velocidade (m/s) sangue velocidade (m/s) 4. 1. Na indúst ia. . tais como as paredes do coração ou o flu xo sangüíneo. nessas condições. pod erá ser observado com distinção utilizando-se um aparelho com freqüência de 5 MHz. O quadro I abaixo mostra como a velocidade do som varia em diversos me ios.000 1.550 1. é possível. Usando o efeito Doppler. ( ) Se.000 aço 1. O ul tra-sonógrafo registra o tempo entre a emissão e a recepção do ultra-som. u m corpo esférico estranho com 0. esse método também pode ser utilizado para localizar fraturas em peças sólidas. ( ) Para uma dada distância entre um emissor de ultrasom e um objeto.250 m/ s e 1.000 ossos água godura pulmões 17 3. ( ) Se uma ond a de ultra-som propaga-se em uma direção paralela ao solo.400 1.

IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Ondas e M. S. H. Avançar .

UFRN Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Pau lo. ao passarem pel a quina do barranco.61. UFR-RJ Considere duas frentes de ondas senoidais distintas. nenhum outro obstáculo. 2. 1 e fig. 1 e λ2 o va or do comprimento de onda na fig. que está na parte de cima (ver figura). b) Qua das ondas tem menor freqüência? IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . as ondas sonoras sofrem a) convecção. Fig. 2. nas proximid ades. não existe. c) polarização. S. 18 d) difração. b) reflexão. Paulo não vê Pedro. mas escuta-o muito bem porque. Além do barranco. H. 62. 1 x GABARITO Fig. Paulo Pedro Quina do barranco Do local onde está.Ondas e M. 2 2x Admita que as ondas da fig. 2 viajam com velocidades escala res iguais (10 m/s e para direita). propagando-se pa ra direita. λ a) Ca cu e o va or aproximado para a re ação r = 1 λ2 sendo λ1 o va or do comprimento de onda na fig. Avançar         . Veja fig. 1 e as ondas da fig.

indicado nos gráficos. a) freqüência c) freqüência 0 posição 0 posição b) freqüência d) freqüência 0 posição 0 posição 19 64.63. O interva o de tempo que separa a chegada dos dois sons é de 0. Na extremidade oposta do tri ho. é correto afirmar: ( ) A s ondas emitidas pe as duas fontes são do tipo transversa . parada junto à ca çada. As ondas emitidas têm freqüência de 1700 Hz e ve ocidade de propagação igua a 340 m/s.28 s. U. e a pessoa se encontra parada no ponto O. A1 GABARITO 30 m O 40 m A2 Com base nas informações acima e nas propriedades ondu atórias. qua é o va or aproximado d a ve ocidade com que o som se propaga no tri ho? a) 5100 m/s b) 1760 m/s c) 364 m/s d) 176 m/s e) 51 m/s 65. Para uma pessoa que esteja observando a ambu ância. F. uma pessoa escuta dois sons: um de es produzido pe a onda que se propagou no tri ho e o outro produzido pe a onda que se propag ou pe o ar. Juiz de Fora-MG Uma ambu ância. UFRS Percute-se a extremidade de um tri ho reti íneo de 102 m de comprimento. com ve ocidade constante. qua dos gráficos freqüência x posição me hor represent freqüências do som da sirene? Considere que a ambu ância se movimenta da esquerda para a direita. com a sirene igada. UFPR Na figura abaixo. A1 e A2 representam duas fon tes sonoras que emitem ondas com a mesma freqüência e em fase. No ponto O está oca iz ado um observador. C onsiderando a ve ocidade do som no ar igua a 340 m/s. ( ) O comprimento de o                                 . movimenta-se com gr ande ve ocidade. numa rua reta e p ana.

10 s para atingi r o observador.nda das ondas emitidas pe as fontes é 0.20 m. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .Ondas e M. ( ) Frentes de onda emitidas por qua quer uma das fontes evarão menos que 0. S. ( ) a interferência das ondas no ponto O é destrutiva. H. ( ) A diferença entre as distâncias perc orridas pe as ondas de cada fonte até o observador é igua a um número inteiro de comp rimentos de onda. Avançar       . ( ) O fenômeno da interferência entre duas ondas é uma conseqüência do pri ncípio da superposição.

66. UFMA Dois re ógios (A e B) de pêndu o estão no mesmo oca e foram acertados às 17 h . Os pêndu os têm comprimentos iguais a 30 cm, porém suas massas são: mA = 60 g e mB = 9 0 g. Após 12 h, podemos afirmar que: a) O re ógio A estará atrasado em re ação ao re ógio B b) O re ógio B estará atrasado em re ação ao re ógio A. c) O re ógio A marcará a mesma hor o re ógio B. d) O re ógio A estará adiantado 30 min em re ação ao re ógio B. e) O re ógio B tará adiantado 30 min em re ação ao re ógio A. 67. UFBA A figura abaixo representa uma p artícu a igada a uma mo a idea , que rea iza movimento harmônico simp es em torno d o ponto x = 0, comp etando um cic o a cada 4 segundos. No instante t = 0, o des ocamento da partícu a é x = 0,37 cm e sua ve ocidade é nu a. 20

Desprezando-se as forças dissipativas que atuam no sistema, é correto afirmar: (01) O des ocamento da partícu a, medido em cm, no instante arbitrário t, é dado por x(t) = 0,37 cos ( π t). 4 (02) O módulo da velocidade máxima da artícula é vmax ≈ 0,58 cm/s. (04 O módulo da aceleração máxima da artícula é amax ≈ 0,91 cm/s2. (08) A energia mecânica da ula, em t = 3s, é igual à sua energia otencial elástica. (16) A energia cinética da ar tícula aumenta, quando ela se desloca de x = 0 até x = – 0,37 cm. (32) Considerando-se o atrito, o fenômeno da ressonância é verificado, reanimando-se o movimento com uma f orça externa de freqüência angular π rad/s. 2 Dê, como res osta, a soma das alternativas c orretas. 68. UFRS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo. As emissoras de rádio emitem ondas ————— que são sintonizadas elo radio tor. No rocesso de transmissão, essas ondas devem sofrer modulação. A sigla FM adota da or certas emissoras de rádio significa ————— modulada. a) eletromagnéticas – freqüência omagnéticas – fase c) sonoras – faixa d) sonoras – fase e) sonoras – freqüência 69. UFRS Um nda mecânica senoidal ro aga-se em um certo meio. Se aumentarmos o com rimento de onda desa oscilação, sem alterar-lhe a am litude, qual das seguintes grandezas também aumentará? a) A velocidade de ro agação da onda. b) A freqüência da onda. c) A freqüência gular da onda. d) O eríodo da onda. e) A intensidade da onda.

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70. Vunes O gráfico da figura indica, no eixo das ordenadas, a intensidade de uma fonte sonora, I, em watts or metro quadrado (W/m2), ao lado do corres ondente nível de intensidade sonora, β, em deci éis (dB), perce ido, em médi , pelo ser hum no. No eixo d s sciss s, em esc l log rítmic , estão represent d s s fre üênci s do som emitido. A linh superior indic o limi r d dor — cim dess linh , o som c us dor e pode provoc r d nos o sistem uditivo d s pesso s. A linh inferior most r o limi r d udição — ixo dess linh , m iori d s pesso s não consegue ouvir o som emitido. 21

Suponh ue você ssessore o prefeito de su cid de p r uestões m ient is. ) Qu l o nível de intensid de máximo ue pode ser toler do pel municip lid de? Que f ix de fre üênci s você recomend ue ele utilize p r d r visos sonoros ue sej m ouvid os pel m ior p rte d popul ção? ) A rel ção entre intensid de sonor , I, em W/m2, e o nível de intensid de, β, em dB, é β = 10 — log I , onde I0 = 10–12 W/m2. I0 Qual a inten idade de um som, em W/m2, num lugar onde o seu nível de intensidade é 50 dB? Consult ando o gráfico, você confirma o resultado que obteve? 71. UFMT Sons de diferentes na turezas podem ser produzidos por aparelhos ou seres vivos devido a algumas de su as propriedades físicas. Mesmo num ambiente repleto de ruídos, o ouvido humano é capaz de distinguir seletivamente sons de diferentes freqüências. A propósito das diferente s formas de produzir e captar sons, julgue as afirmações como verdadeiras ou falsas. ( ) O ouvido humano possui uma espécie de “caixa de ressonância” com dimensões que podem ser a teradas pe o cérebro. ( ) O ronco do motor de um carro de Fórmu a I, andando a 300 km/h, deve ter um comprimento de onda maior que o de um carro de passeio an dando a 100 km/h. ( ) O atido de um cachorro grande deve ser mais grave que o d e um cachorro pequeno, devido ao maior tamanho de suas cavidades ressonantes (in terior da boca e garganta). 72. UFMT Observe as situações: I. Numa oja de CDs toca uma música de que você gosta. Você vem pe a rua, de carro, aproximando-se da oja, pas sa em frente a e a e continua seu caminho, afastando-se daque a fonte sonora. II . Você está na jane a de sua casa. Um automóve de propaganda po ítica vem pe a rua anun ciando um candidato, passa em frente a sua casa e afasta-se até que você não ouve mais o que é dito e até se sente a iviado. Em ambos os casos você nota que o som ouvido mo difica-se ao ongo do tempo. A esse respeito, ju gue os itens como verdadeiros o u fa sos. ( ) A freqüência rea da onda emitida pe a fonte sonora pode não coincidir c om a freqüência aparente percebida pe o ouvinte. Esse fenômeno é conhecido como Efeito D opp er. ( ) O Efeito Dopp er pode ocorrer para qua quer tipo de fenômeno ondu atório . ( ) O som emitido por uma fonte sonora que se aproxima de um observador em rep ouso é percebido com uma freqüência maior que a emitida. ( ) O som percebido por um ob servador que se aproxima de uma fonte em repouso possui uma freqüência maior que a e mitida pe a fonte. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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73. UFBA A figura abaixo mostra, esquematicamente, as frentes de ondas p anas, g eradas em uma cuba de ondas, em que duas regiões, nas quais a água tem profundidades diferentes, são separadas pe a superfície imaginária S. As ondas são geradas na região 1, com freqüência de 4 Hz, e se des ocam em direção à região 2. Os va ores medidos, no experi ento, para as distâncias entre duas cristas consecutivas nas regiões 1 e 2 va em, re spectivamente, 1,25 cm e 2,00 cm. cristas cristas região 1 22 S região 2

Com base nessas informações e na aná ise da figura, pode-se afirmar: (01) o experiment o i ustra o fenômeno da difração de ondas. (02) A freqüência da onda na região 2 va e 4 Hz. (04) Os comprimentos de onda, nas regiões 1 e 2, va em, respectivamente, 2,30 cm e 4,00 cm. (08) A ve ocidade da onda, na região 2, é maior do que na região 1. (16) Ser ia correto esperar-se que o comprimento de onda fosse menor nas duas regiões, caso a onda gerada tivesse freqüência maior do que 4 Hz. 74. UFBA A figura a seguir repr esenta o comportamento de um feixe de uz monocromática, que se propaga no ar e in cide sobre um diafragma, que contém as fendas F1 e F2. As medidas d, e ∆x representa m, respectivamente, as distâncias entre as fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo. GABARITO diafragma F1 d F2 ∆X

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar: (01) A luz é cons ituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com grande velocidade . (02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas. (04) A largura da s fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente. (08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo. (16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas das grandezas d, e ∆x. IMPRIMIR Voltar anteparo FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar           

75. F. M. Itajubá-MG Um tubo sonoro aberto, soprado com ar, emite seu 5º (quinto) ha rmônico com freqüência de 1700 Hz. Qual o comprimento, em metros, do tubo, sabendo-se que a velocidade do som no ar é igual a 340 m/s. a) 0,85 b) 0,65 c) 0,50 d) 0,90 e ) 0,40 76. U. F. Juiz de Fora-MG O “conduto auditivo” humano pode ser representado d a forma aproximada por um tubo ci índrico de 2,5 cm de comprimento (veja a figura) . (Dado: ve ocidade do som no ar: 340 m/s) 2,5 cm abertura do ouvido timpano 23 A freqüência fundamenta do som que forma ondas estacionárias nesse tubo é: a) 340 Hz. b ) 3,4 kHz. c) 850 Hz. d) 1,7 kHz. 77. Unioeste-PR Um b oco de massa m = 420 g es tá preso a uma determinada mo a, a qua se deforma de acordo com a Lei de Hooke, c om constante de e asticidade K = 65 N/m. A mo a é a ongada de maneira que o b oco se des oca para a posição x = +8 cm a partir da posição de equi íbrio marcada em x = 0, so bre uma superfície sem atrito. O b oco é então iberado a partir do repouso no instant e t = 0. Isto posto, assina e a(s) a ternativa(s) correta(s): 01) O sistema pode ser considerado um osci ador harmônico simp es, pois uma partícu a de massa m está su jeita a uma força que é proporciona ao va or do quadrado do des ocamento. GABARITO

02) A força que a mo a exerce sobre o b oco, imediatamente antes de ser so ta, qua ndo se encontra em x = +8 cm, estará acompanhada de um sina positivo, que indica a existência de uma força resu tante no mesmo sentido do des ocamento, a partir da p osição de equi íbrio x = 0. 04) A energia mecânica do sistema massa-mo a é conservada porq ue o sistema é suposto sem atrito. Esta energia mecânica é sempre igua a zero no pont o de equi íbrio x = 0. 08) Como o b oco é iberado do repouso a 8 cm de seu ponto de equi íbrio, sua energia cinética é nu a toda vez que estiver no ponto de des ocamento máximo. 16) A ve ocidade máxima é de aproximadamente vm = 1 m/s e ocorre quando o b o co em osci ação está passando pe o ponto de equi íbrio x = 0. 32) A ace eração máxima ocorr uando o b oco está nos extremos de sua trajetória e esta ace eração tem va or aproximado de am = 12,4 m/s2. 64) A freqüência angu ar da osci ação é aproximadamente igua a 0,4 ra d/s. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar        

 

  

                                     

78. U. E. Maringá-PR Uma esfera puntiforme de borracha é arremessada perpendicu arme nte sobre um sistema constituído por duas paredes rígidas, p anas, infinitas e para e as. Nessas condições, assina e o que for correto: 01) A esfera executará um moviment o harmônico simp es (MHS), mesmo que sofra sucessivos choques, perfeitamente ine ást icos com as paredes. 02) Sendo o choque entre a esfera e as paredes perfeitament e e ásticos, não haverá conservação da quantidade de movimento da esfera, após 1.500 pares e co isões. 04) A esfera só executará MHS, se, e somente se, a sua energia cinética for infinita. 08) Se a freqüência angu ar da esfera ω for de 18 π rad/s, então, ela estará suje ta a uma freqüência de 9 Hz. 16) Se a esfera executa um MHS com uma freqüência de 2 x 10 3 Hz, então, o eríodo das revoluções será de 5 x 10-4s. 32) A energia cinética da esfera, ós um choque erfeitamente inelástico, será o dobro da energia cinética inicial. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 79. UEMS Um instrumento musical rodu z ondas sonoras, corres ondentes a uma nota musical. O com rimento desta onda so nora é de 80 cm e ro aga-se com velocidade de 340 m/ s. Caso o músico deseje roduz ir um som com freqüência de uma oitava acima desta, qual deve ser esta freqüência em Hz? a) 425 d) 850 b) 525 e) 650 c) 325 80. UFMS Um automóvel, conduzindo uma sirene, está se deslocando com velocidade de 18 m/s em relação ao ar, que está em re ouso. Saben do-se que a freqüência do som emitido ela sirene é de 550 Hz e que a velocidade de r o agação do som no ar é de 340 m/s, é correto afirmar que (01) o com rimento de onda do som emitido ela sirene é de a roximadamente 0,6 m. (02) a freqüência e o com rimento de onda do som, ara um observador em re ouso localizado à frente do automóvel, são ma iores do que aqueles emitidos ela sirene. (04) ara um observador em re ouso lo calizado à frente do automóvel, o com rimento de onda do som é menor e a freqüência é maior do que aqueles emitidos ela sirene. (08) ara um observador em re ouso localiza do atrás do automóvel, o com rimento de onda do som é maior e a freqüência é menor do que a ueles emitidos ela sirene. (16) ara um observador em re ouso, estando ele loca lizado à frente ou atrás do automóvel, o com rimento de onda e a freqüência do som são igua s àqueles emitidos ela sirene. Dê, como res osta, a soma das alternativas corretas. 81. UFPR Sobre os conceitos e a licações da acústica e dos fenômenos ondulatórios, é corre o afirmar: ( ) A velocidade de ro agação da onda em duas cordas de violão de mesmas d imensões, uma de aço (ρ = 8 g/cm3) e out a de náilon (ρ = 1,5 g/cm3), submetidas à mesma t é maio na co da de náilon. ( ) Em ondas sono as, a vib ação das pa tículas do meio oco e pa alelamente à sua di eção de p opagação. ( ) Conside ando a velocidade do som no a ig ual a 340 m/s, se uma pessoa ouve o t ovão 2 s após ve o aio então este oco eu a um a distância supe io a 1 km da pessoa. ( ) Quando um diapasão soando ap oxima-se de um obse vado , o som que este pe cebe p oveniente do diapasão é mais g ave do que aq uele que ele pe cebe ia se o diapasão estivesse em epouso. ( ) A f eqüência fundament al num tubo sono o de 20 cm de comp imento tem o mesmo valo , seja o tubo abe to ou fechado. ( ) Pa a se p oduzi uma onda estacioná ia de comp imento de onda λ num a corda esticada e fixa nas duas extremidades, o comprimento da corda deverá ser u m mú tip o inteiro de λ/2. 24 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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82. UFSC Sobre as emissões de estações de rádio, é CORRETO afirmar: (01) as recepções em AM pouco prejudicadas por co inas e montanhas, pois são ref etidas pe a atmosfera. (0 2) não são inf uenciadas pe as ondas uminosas, devido à natureza ondu atória diferente. (04) as emissões em FM têm pequeno a cance, pois não se ref etem na atmosfera. (08) a s ondas curtas, emitidas por a gumas rádios AM, têm grande a cance, devido à sua grand e ve ocidade. (16) nunca poderiam ser captadas por um astronauta no espaço. (32) n unca poderiam ser emitidas a partir da Lua. Dê, como resposta, a soma das a ternat ivas corretas. 83. Cesgranrio Pitágoras já havia observado que duas cordas cujos com primentos estivessem na razão de 1 para 2 soariam em uníssono. Hoje sabemos que a ra zão das freqüências dos sons emitidos por essas cordas é igua à razão inversa dos seus com rimentos. A freqüência da nota á-padrão (o á centra do piano) é 440 Hz, e a freqüência d guinte, mais agudo, é 880 Hz. A esca a cromática (ou bem-temperada), usada na música o cidenta de J. S. Bach (sécu o XVIII) para cá, divide esse interva o (dito de oitava ) em doze semitons iguais, isto é, tais que a razão das freqüências de notas consecutiva s é constante. Essas notas e suas respectivas freqüências (em Hz e aproximadas para in teiros) estão na tabe a a seguir. Lá Lá# (Si b) 25 Si Dó Dó# Ré Ré# Mi (Ré b) (Mi b) Fá Fá# So So # Lá (So b) (Lá b) 440 466 494 523 554 587 622 659 698 740 784 831 880 A corda mi de um vio ino usado em um conjunto de música renascentista está afinada p ara a freqüência de 660 Hz. Para tocar a nota á, de freqüência 880 Hz, prende-se a corda com um dedo, de modo a uti izar apenas uma fração da corda. Que fração é essa? 1 a) 4 1 b) 3 1 c) 2 2 d) 3 3 e) 4 84. Cefet-PR Os fenômenos naturais podem depender ou não de diversos fatores. Dentre os fenômenos naturais citados nas a ternativas, o único dep endente da massa do corpo é o da a ternativa: a) A freqüência fundamenta emitida por uma corda vibrante como as de um vio ão. b) A pressão máxima que um vapor exerce sobre as paredes do recipiente que o contém. c) A ve ocidade máxima que um veícu o pode ati ngir ao fazer uma curva sem derrapar. d) O tempo gasto para um pêndu o executar um a osci ação comp eta. e) O empuxo que atua sobre um corpo mergu hado em um íquido. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar       

    

      

                    

F ÍS IC A O N D A S E M .H .S . 1. F-F-F-F-V 2. F-V-F-F-V-V 3. F-V-V-F-F 4. V-F-F-F-V 5. A 6. A 7. A 8. D 9. 2 1 0. 1 11. A 12. D 13. E 14. C 15. C 16. C 17. E 18. A 19. D 20. F-F-V-V-F 21. 14 22. E 23. A 24. D 25. 0,5 Hz // 0,4 m 26. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 27. 1 + 4 28. C 29. D 30. D 31. = 500 m 32. C 33. A 34. B 35. C 36. C 37. B 38. B 39. C 40. B 41. V-F-V-V-F 42. 01 43. 3,35 cm 44. B 45. C 46. A 47. 5 48. B 49. D 50. D 51. D 52 . C 53. A 54. B 55. D 56. A 57. V-V-F-F 58. V-F-F-F-V 59. B 60. F-F-V-F 61. D 62 . 1/2 // 1/2 f1 63. C 64. A 65. F-V-V-F-F-V 66. C 67. 38 68. A 69. D 70. a) O máxi mo to erado é 110 dB, abaixo da inha da dor. A faixa de freqüência entre 2000 Hz e 40 00 Hz a intensidade sonora necessária para a audição é menor. b) I = 10–7 W/m2 71. V-F-V 7 2. V-V-V-V 73. 2 + 8 + 16 74. 4 + 8 + 16 75. C 76. B 77. 8 + 16 + 32 78. 8 + 16 79. D 80. 13 81. V-V-F-F-F-V 82. 05 83. E 84. A 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar    

F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. I.E.Superior de Brasí ia-DF Considere o esquema abaixo, no qua nos vértices de u m triângu o equi átero, de ado 20 cm, foram co ocados nos pontos A e B duas cargas idênticas de 4 µC, como mostra a figura. Sendo k = 9.109 (SI), determine o campo e étr ico resu tante em N/C gerado pe as cargas no ponto C. Considere o meio como send o o vácuo. Mu tip ique sua resposta por 10–5 e despreze a parte fracionária, caso exis ta. B A C 1

2. PUC-SP Leia com atenção a tira do gato Garfie d mostrada abaixo e ana ise as afir mativas que se seguem. I. Garfie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adqui re carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por atrito. II. Garf ie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adquire carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por indução. III. O esta o e a eventua faísca que Garf e d pode provocar, ao encostar em outros corpos, são devidos à movimentação da carga acu mu ada no corpo do gato, que f ui de seu corpo para os outros corpos. Estão certas a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) apenas I. GABARITO Fo ha de São Pau o 3. U.Cató ica Dom Bosco-MS O excesso de carga e étrica em um condutor em equi íbrio se situa em sua superfície, que é uma superfície equipotencia . Se uma esfera metá ica de 20 cm de raio for carregada a um potencia de 1800V, a quantidade de carga e étric a da esfera será igua a a) 0,01 µC b) 0,02 µC c) 0,03 µC d) 0,04 µC e) 0,05 µC IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar      

       

           

    

  

   

4. U.Cató ica-GO Assina e verdadeiro ou fa so: ( ) A força de atração entre um corpo neu tro e outro e etrizado ocorre devido ao fenômeno da indução e etrostática. ( ) Duas esfe ras condutoras idênticas, com cargas Q1 = +5 C e Q2 = –5 C, são co ocadas em contato. Considere-se o sistema formado pe as duas esferas como um sistema iso ado. Saben do-se que após o contato as duas esferas ficaram descarregadas, podemos afirmar qu e, neste processo, não houve conservação das cargas e étricas. ( ) Um corpo de massa m = 8.10–2 kg encontra-se em equi íbrio próximo à superfície da Terra, sob a ação do campo gra aciona e de um campo e étrico com intensidade E = 2.106 N/C, na mesma direção e senti do da força gravitaciona que atua sobre o corpo. Para este caso, a carga do corpo deve ser negativa e de módu o q = 4.10–7 C. (g = 10 m/s2) ( ) O traba ho rea izado pe a força e étrica para evar um corpo com carga negativa de um ponto A até um ponto B, pertencentes a uma mesma superfície eqüipotencia , não depende da trajetória seguida pe o corpo e é sempre negativo. ( ) Durante uma tempestade, para nos protegermos d os raios, devemos evitar a proximidade de árvores a tas. ( ) Em um resistor ôhmico o va or de sua resistência é diretamente proporciona à diferença de potencia ap icada a e e. 2 V GABARITO

da gota 5. UFGO Em uma impressão a jato de tinta, as etras são d formadas por peque nas 2 gotas de tinta que incidem Eixo x sobre o pape . A figura d 2 mostra os pr incipais e e- Gerador Unidade mentos desse tipo de im- de gotas de carga L Pape Sistema de pressora. As gotas, após def exão serem e etrizadas na unidade de carga, têm suas trajetórias modificadas no sistema de def exão (p acas carregadas), atingind o o pape em posições que dependem de suas cargas e étricas. Suponha que uma gota de m assa m e de carga e étrica q, entre no sistema de def exão com ve ocidade v0 ao ong o do eixo x. Considere a diferença de potencia , V, entre as p acas, o comprimento , L, das p acas e a distância, d, entre e as. Se a gota descrever a trajetória mostr ada na figura, pode-se afirmar que ( ) sua carga e étrica é positiva. ( ) L/v0 é o tem po necessário para e a atravessar o sistema de def exão. ( ) o módu o de sua ace eração é q /md. ( ) ocorre um aumento de sua energia potencia e étrica. Trajetória

7. U. Sa vador-BA A e etrização de um corpo A, inicia mente neutro, a partir de um c orpo B, previamente e etrizado, pode ocorrer 01) por atrito, ficando A e B com c argas de mesmo sina . 02) por contato, ficando A e B com cargas de sinais oposto s. 03) por indução, ficando A e B com cargas de sinais opostos. 04) por atrito, torn ando-se neutro o corpo B. 05) por indução, tornando-se neutro o corpo B. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar 

6. Fatec-SP Uma pequena esfera metá ica está e etrizada com carga de 8,0 x 10–8 C. Co ocando-a em contato com outra idêntica, mas e etricamente neutra, o número de e étrons que passa de uma esfera para a outra é: Dado: carga e ementar e = 1,6 x 10–19 C a) 4,0 x 1012 b) 4,0 x 1011 c) 4,0 x 1010 d) 2,5 x 1012 e) 2,5 x 1011                  

   

     

 

  

         

  

             

 

 

8. UFRN Uma das ap icações tecno ógicas EMISSORA DE GOTAS modernas da e etrostática foi a invenção da PLACA E impressora a jato de tinta. Esse tipo de impressora uti iza pe quenas gotas de tinta, que PLACA podem ser e etricamente neutras ou e etrizadas positiva ou negativamente. Essas gotas PAPEL são jogadas entre as p acas def etora s da impressora, região onde existe um campo e é→ 3 2 1 trico uniforme E, atingindo, e ntão, o pape para formar as etras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta, q ue são ançadas para baixo, a partir do emissor. Após atravessar a região entre as p aca s, essas gotas vão impregnar o pape . (O campo e étrico uniforme está representado por apenas uma inha de força.) Pe os desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a 2 e a 3 estão, respectivamente, a) carregada negativamente, neutra e carregada po sitivamente. b) neutra, carregada positivamente e carregada negativamente. c) ca rregada positivamente, neutra e carregada negativamente. d) carregada positivame nte, carregada negativamente e neutra. 9. Fuvest-SP Duas esferas metá icas A e B e stão próximas uma da outra. A esfera A está igada à Terra, cujo potencia é nu o, por um fio condutor. A esfera B está iso ada e carregada com carga +Q. Considere as segui ntes afirmações: I. O potencia da esfera A é nu o II. A carga tota da esfera A é nu a III. A força e étrica tota sobre a esfera A é nu a. Está correto apenas o que se afirma em a) I b) I e II c) I e III d) II e III 3 B +Q A e) I, II e III

10. Unifor-CE Considere o sistema constituído por duas cargas e étricas, de mesmo si na , Q e q, sendo r1 a distância entre e as. Se aumentarmos essa distância para r2, a energia potencia do sistema 1 1 a) aumentará, sendo a variação dada por k Q q ( – ) r 2 r1 1 1 – ) r2 r1 1 1 c) aumentará, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 1 1 d) diminuirá, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 b) diminuirá, sendo sua v ariação dada por k Q q ( e) permanecerá constante. 11. Vunesp Três esferas metá icas idênti as, A, B, C, inicia mente iso adas, estão carregadas com cargas e étricas positivas de intensidade QA = 6q, QB = 4q, QC = 2q, e uma quarta esfera D, idêntica às anterio res, encontra-se neutra. Encosta-se a esfera A na esfera D e a esfera B na esfer a C, sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unidas por a guns instantes e depois separando-as novamente. Em seguida, encosta-se a esfera A na esfera B e a esfera C na esfera D, também sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unida s. Ao fina do processo, as cargas e étricas totais do grupo formado pe as esferas A e B e do grupo formado pe as esferas C e D va em, respectivamente, a) 0q e 12 q. b) 2q e 10q. c) 4q e 8q. d) 6q e 6q. e) 10q e 2q. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar        

 

 

    

    

             

  

    



12. Unifor-CE Uma carga e étrica q1 = 2,0 µC exerce força, de módu o F, sobre outra carg a q2 = 20 µC. Pode-se conc uir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força, de módu o a ) 0,10 F b) F c) 5 F d) 10 F e)100 F

13. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem, no vácuo, com uma força e étrica d e intensidade 4,0 — 10-2 N, quando estão separadas por uma distância de 3,0 cm. Se Q1 = 2,0 — 108 C, então Q2, em coulombs, vale: Dado: Constante eletrostática do vácuo = 9,0 — 109 S.I. a) 2,0 — 10–8, positiva. b) 2,0 — 10–7, positiva. c) 2,0 — 10–6, positiva. d) 2 10–7, negativa. e) 2,0 — 10–8, negativa. 14. UFPE Dois prótons de uma molécula de hidrogênio distam cerca de 1,0 x 10–10 m. Qual o módulo da força elétrica que um exerce sobre o outro, em unidades de 10–9 N? a) 13 b) 18 c) 20 d) 23 e) 28 4 15. Mackenzie-SP vácuo, cria a 50 ova de 2µC nesse 576 — 10–3 N. O GABARITO

Um corpúsculo eletrizado com carga elétrica Q, fixo em um ponto do cm dele um campo elétrico tal que, quando colocamos uma carga de pr ponto, ele fica sujeita a uma força elétrica de repulsão de intensidade valor de Q é: Dado: k0 = 9 — 109 Nm2/C2 a) 4µC b) 6µC c) 8µC d) 10µC e) 12

16. UESC-BA O gráfico representa o comportamento da inF (103 N) tensidade da força e létrica, F, em função da distância, d, entre duas cargas pontuais idênticas. 9 Considerand o-se a constante eletrostática do meio igual a 9 — 109Nm2C–2 e com base na informação, é co reto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as car1 gas tem natureza atrativa. 0 1 2 3 d(m) 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3,5 — 103 N par = 2 m. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1 — 10–3 C. 04) O módulo do campo elé co, no ponto médio da reta que une as cargas, é igual a 9 — 109 N/C para d = 3 m. 05) O potencial elétrico, no ponto médio da reta que une as cargas, é nulo para d = 1 m. 1 7. U. F. São Carlos-SP Na figura está representada uma linha de força de um campo elétri co, um ponto P e os → → → → → vetores A, B, C, D e E. Se uma partícula de carga elétrica po iva, suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico, for c olocada nesse ponto P, ela sofre a → ação de uma força F, melhor representada pelo vetor : a) A. → b) B. → c) C. → d) D. → e) E. A E IMPRIMIR → D P B C Voltar FÍSICA - Eletrostática Avançar     

18. Unicap-PE Nos vértices A e B do triângulo eqüilátero da figura, são colocadas as carga s QA = 2 µC e QB = –2 µC. O meio é o vácuo. C 2m 2m A 1m D 1m B QA QB 5

( ) O campo elétrico, no ponto C, é nulo, já que as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O potencial do ponto C, relativo ao infinito, é 18000 volts. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. ( ) Para estabelecer as configurações da figu a, um agente externo realizou um trabalho positivo. ( ) No interior de um condut or em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância, em relação ao centro do condutor. 19. UFSE As linhas de força de um campo e létrico, gerado por uma carga puntiforme negativa, são a) semi-retas, radiais, dirig indo-se para a carga. b) semi-retas, radiais, partindo da carga. c) curvas paraból icas com a carga no foco. d) circunferências concêntricas, com a carga no centro, e sentido horário. e) circunferências concêntricas, com a carga no centro e sentido anti -horário. 20. Unifor-CE Um condutor esférico, de raio 50 cm e uniformemente carregad o com carga Q = 2, 0 µC, está em equilíbrio elétrico no ar. A constante eletrostática do a r é k = 9,0 — 109 N — m2 / C2. Num ponto situado a 1,0 m do centro da esfera, o vetor campo elétrico aponta para a) o centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. b) o centro e tem módu lo 1,8 — 104 V/m. c) fora do centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1,8 — 104 V/m. e) fora do centro e tem módulo 1,8 — 1010 V/m. 21. ITA-SP Duas pa rtículas têm massas iguais a m e cargas iguais a Q. Devido a sua interação eletrostática, elas sofrem uma força F quando estão separadas de uma distância d. Em seguida, estas p artículas são penduradas, a partir de um mesmo ponto, por fios de comprimento L e fi cam equilibradas quando a distância entre elas é d1. A cotangente do ângulo a que cada fio forma com a vertical, em função de m, g, d, d1, F e L, é a) m g d1 / (F d) b) m g L d1 / (F d2) L c) m g d21 / (F d2) 2 2 d) m g d / (F d 1) α 2 2 e) (F d ) / (m g d 1) d1 IMPRIMIR GABARITO Volt r

Av nç r

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FÍSICA - Eletrostátic

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2. pós os cont to s. c rg elétric d esfer 1. ( ) O potenci l elétrico.s e.Eletrostátic ¡ (08) As três esfer s present m mesm c p cid de eletrostátic . r zão E fornecerá 01) o v lor de Q. 23. está conc entr d em seu centro. 05) o tr lho d forç elétric p r m n ter Q n posição consider d . puntiforme e positiv . o potenci l de e uilí rio entr e el s será igu l Q . e 3. e 3. sendo C1 e C3 s c p cid des C1 + C3 eletrostátic s d s esfe r s 1 e 3. f st ndo. será igu l (04) Coloc ndo-se esfer 3 em cont to com 1. encontr m-se isol d s um s d s outr s no vácuo (const nte eletrostátic K0). em e uilí rio eletrostático.3 x 104 V. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ixo QA = 32 µC e QB = 18 µC [O meio é o vácuo] ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . coloc ndo em cont to com 2.s e. no ponto C.22. o potenci l elétrico no interior d e sfer 3 será const nte e diferente de zero. 1. no ponto C. cri . é 6. U. 24. e m seguid . S lv dor-BA Um c rg Q. (16) Reduzindo-se o r io d esfer 3 à met de. em s eguid . V Consider ndo-se c rg Q em repouso. um c mpo elétrico de intensid de E e um potenci l elétrico V. Ness s condições. ( ) A c rg de um condutor. UFBA Três esfer s metálic s idêntic s. num região de c mpo elétrico uniforme. GABARITO IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . no interior d esfer 3. Unic p-PE N figur QA 5m D 6m 5m 8m C QB 6 ( ) O módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QA. é corret o firm r: (01) Coloc ndo-se esfer 1 em cont to com 3. coloc ndo 3 em cont to com 2. (32) Lig ndo-se s esfer s 1 e 3 por um fio de c p citânci desprezível. 3 (02) O módulo do vetor c mpo elétrico. ( ) O potenci l. f st ndo. 04) intensid de d forç elétric e ntre Q e um c rg de prov coloc d em P. Q . 02) distânci ent re P e Q. ( ) O tr lho necessário p r se desloc r um c rg de prov de C p r D é independente do v lor d c rg e é numeric mente igu l à energi potenci l elet rostátic do sistem . 03) const nte eletrostátic do meio. su c p cid de eletrostátic duplic rá. A s esfer s 1 e 2 estão neutr s. num ponto P à su volt . de r i os R. é cons t nte. é igu l zer o. eletriz d com c rg Q. é igu l o módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QB no ponto C.

Qu l gráfico melh or represent o módulo do c mpo elétrico. no pl no ue contém o centro d s du s esfer s. utiliz d t uecer 100 g de águ . ) direções diferentes e me m intensid de. possui. produzido pel esfer ? ) E d) E 7 0 o r 0 o r ) E e) E 0 o r 0 o r c) E 0 o r GABARITO ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¢¡ 27. n s du s situ ções indic d s. UFPE As figur s ixo mostr m gráficos de vári s funções versus distânci r. P P ) mesm direção e intensid de. dur nte 1 minuto. como n situ ção II. de r io 0. d) direções diferentes e m io r intensid de em I. são inici lmente coloc d s como descrito n situ ção I. p roxim -se um d s esfer s de P. reduzindo-se à met de su distânci té esse ponto. O c mpo elétrico em P. E. Qu l v ri ção de temper tur ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . o mesmo tempo em ue se duplic distânci entre outr esfer e P. Situ ção I Situ ção I 26. com c rg s elétric s igu is. c) mesm direção e m ior intensid de em I.25. medid p rtir do centro de um esfer metálic c rreg d . Em seguid . e) direções diferentes e m ior intensid de em II. lig d s por um rr isol nte. PUC-SP Um ot lmente p r uecedor de imersão (e ulidor) dissip 200 W de potênci . Fuvest-SP Du s pe uen s esfer s.

M. nov distânci entre s c rg s 1 e 2 deverá ser: IMPRIMIR ) Qu tro vezes m ior. c) Dezesseis vezes m ior. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .28. It ju á-MG Du s c rg s elétric s 1 e 2 se tr em com um forç F. ) Qu tro vezes menor. e) Oito vezes menor. d) Oito vezes m ior. P r u e est forç sej 16 (dezesseis) vezes m ior.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ sofrid pel águ ? Considere 1 c l = 4 J e cágu = 1 c l/g°C. F. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ .

c rreg do neg tiv mente com c rg Q. então. ) su c rg tot l é nul e su m ss tot l nul . en u nto o nêutron é fo do próton é igu l 1 u d v lem. como mostr do n fi gur III. e) su c r g tot l é nul e su m ss tot l é 2M. 33. c) um forç de cont to. s esfer s estão sep r d s um d outr . el s se tr em. s esfer s se tr em e em III. ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 31. ) proporci on l o u dr do d distânci entre s c rg s. Viços -MG Um sistem é constituído por um corpo de m ss M. firm r ue lgum outro o jet o ) torn -se neg tiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg –Q. d) um forç d e c mpo. ) em I.29. F. respectiv m – 3 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . O próton é form do de 2 u rks do tipo u e 1 u rk do tipo rm do de 2 u rks do tipo d e 1 do tipo u. é correto fi ue: ) em I. então. e por outro corpo de m ss M. d III. não há forç entre s esfer s. mostr d n figur I. As esfer s são. podemos. U. s esfer s são coloc d s em cont to. d) su c rg tot l é +Q e su m ss tot l é nul . Em rel ção este sistem pode-se dizer ue: ) su c rg tot l é –Q e su m ss tot l é 2M. 30.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ I II rm r sfer ) em ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ III Consider ndo-se s situ ções represent d s n s figur s I e III. como se vê n figur II. s c rg s de u e ente: 2 1 2 1 c) – 3 e 3 ) 3 e 3 2 1 ) – 3 e – 3 2 1 d) 3 e m d s u rks: os u rks u e d. Em seguid . PUC-RJ Se lgum o jeto d uire um c rg elétric positiv Q. d) torn -se positiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg Q. Se c rg elétric nid de de c rg e do nêutron igu l zero. ) torn -se c rreg do com c rg Q. em III. corpos eletriz dos com c rg s de m esmo sin l se repelem e com sin is contrários se tr em. f st d s um d outr . c rreg do positi v mente com c rg Q. So re est forç é correto firm r ue el é ) invers mente proporcion l o produto d s c rg s. comp r d com forç d gr vid de. e) fr c . 8 GABARITO 32. c) torn -se c rreg do com c rg –Q. O módulo d forç de tr ção ou r epulsão mencion do cim é c lcul do tr vés d lei de Coulom . UFR-RJ Segundo o princípio d tr ção e repulsão. UFMG Du s esfer s metálic s idêntic s – um c rreg d com c rg elétric neg tiv e outr eletric mente desc rreg d – estão mont d s so re suportes isol ntes. c) su c rg tot l é +2 Q e su m ss tot l é 2M. N situ ção inici l. el s se repelem. não há forç entre s esfer s. UERJ Prótons e nêutrons são constituídos de p rtícul s ch d. e) torn -se m gnetiz do. c) em I. s e s se repelem e.

Em um certo inst nte. ue tu so r e c rg ue se move. no ent nto. Consider ndo ess s inform ções. e) A diferenç de potenci l elétrico ent ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ 34. m s dentro d g iol este potenci l não re liz tr lho. UFMG Du s c rg s elétri c s idêntic s estão fix s. existe um c mpo elétrico não nulo. 35.1 2 O serv ndo figur cim . UFR-RJ A figur ixo mostr du s c rg s 1 e 2. introduziu o conceito de c mpo n Filosofi N tur l. 9 ) F ) F L d L d c) F d) F L d L d 36. sep r d s por um distânci L. d) O v lor do potenci l elétrico e do c mpo e létrico são const ntes dentro e for d g iol . en u nto s pesso s for d g iol podi m lev r cho ues? ) O potenci l elétrico dentro e for d g iol é diferente de zero . ssin le ltern tiv cujo gráfico melhor represent o módulo d forç elétric F. em função d distânci d entre s c rg s. um d s c rg s é solt e fic livre p r se mover. respond : ) u is os sin is de c rg s 1 e 2? ) forç eletrostátic entre s c rg s é de repulsão? Justifi ue. for d g iol . en u nto uem de for encost sse n s gr des sem est r devid mente isol do sofri um desc rg elétric doloros . c) O c mpo elétrico não é c p z de produzir cho ues em pesso s pres s em lug res fech dos. . ) O c mpo elétrico no i nterior de um condutor em e uilí rio eletrostático é nulo. Unirio Mich el F r d y. p rtir do inst nte em ue c rg é solt . Lá el e se tr ncou dentro d g iol e ordenou seus jud ntes ue c rreg ssem de el etricid de e se f st ssem. Um de su s demonstr ções d e xistênci do c mpo elétrico se re lizou d seguinte m neir : F r d y construiu um g iol metálic perfeit mente condutor e isol d do chão e levou p r um pr ç . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ f st d s um distânci d ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢  . um dos fund dores d modern teori d eletricid de. Com g iol c rreg d . Por ue F r d y n d sofreu. F r d y c minh v sem sentir u l uer efeito d eletricid de rm zen d em su s gr des. e s linh s de c mpo do c mpo eletrostático cri do.

em um circuito fech do. C lcule: ) o r io d menor esfer ue pode ser c rreg d té o potenci l de 106 volts sem risco de desc rreg r tr vés do r seco. m s.Eletrostátic ¢ ¡ re pontos dentro d g iol e entre pontos d g iol com pontos do exterior é mes m . u ntid de de c rg ue é retir d é igu l à uel ue é post . ) c rg Q rm zen d nest esfer . UFRJ S e-se ue u ndo o c mpo elétrico tinge o v lor de 3 X 106 v olts/metro o r seco torn -se condutor e ue nest s condições um corpo eletriz do pe rde c rg elétric .IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . Use ke = 9 X 109 Nm2/C2 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 37.

c) 5. eletriz d s com c rg s 4Q e –Q estão f ix s nos pontos e conforme mostr figur ixo.0 X 10-3 N/C.0 X 103 N/C. O módulo deste c mpo elétrico é just do té ue gotícul p sse c ir com movimento retilíneo e uniforme. Considere c rg de um elétron igu l 1. conforme ilustr figur ixo.p r 25°C. Seus centros estão dist ntes entre si 20 20 cm cm. Cor f (101 4 Hz) vermelh 3. 10 40. d) 8.8 l r nj 4.109 Nm2/C2. A e B. Nest situ ção.8-4. E.0 X 105 N/C.6-7.0. c i vertic lmente no vácuo. ) 2. U. Inic i lmente temper tur no interior do escritório é de 25°C.38. p r u l é nec ssári energi d luz do Sol. F. Vunesp A fotossíntese é um re ção io uímic ue ocorre n s pl nt s.7 GABARITO ) S endo ue fotossíntese ocorre predomin ntemente n s folh s verdes. Se áre de um fo lh expost o Sol é de 50 cm2 e 20% d r di ção incidente é proveit d n fotossíntese.0 X 107 N/C. ) O p relho de r condicion do é cion do utom tic mente u ndo t emper tur do m iente tinge 27°C. ) II.106 elétrons são retir dos d esfer A e tr nsferidos p r esfer B. e c d um lig seu microcomput dor.10-19 C e const nte dielétric do meio igu l 9.2 kg/m3. de m ss m = 9. d) IV. cujo espectro de fre üênci s é d do seguir. de u l ou u is f ix s de fre üênci s do espectro d luz sol r s pl nt s sorvem menos en ergi nesse processo? Justifi ue. vertic l e pont ndo p r i xo. com s pesso s presentes e os micros lig dos.6 x 10-15 kg e c rreg d com c rg elétric = -3. T nto um pesso como um microcomput dor dissip m em médi 100 W c d n form de c lor.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ d d x I 4Q d x III –Q d x IV ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Unic mp-SP U m escritório tem dimensões igu is 5m x 5m x 3m e possui p redes em isol d s. u l energi sorvid por ess folh em 10 minutos de insol ção? 42. x II d xV 39.72 N/C c) 1. u l o v lor do módulo do c mpo elétrico? ) 3.2-6.0 . 10-13 N/C 41.8-5.2 verde 5. ) Num determin do loc l.1-6. Cerc de 5.44 N/C d) 16. e) V. A eficiênci do p r elho é de 50%. lig se nest região um c mpo elétrico uniforme.0.0-5. energi r di nte d o Sol tinge superfície d Terr com intensid de de 1000 W/m2.2 x 10-19 c. O c mpo elétrico result nte será nulo no ponto ) I. ) Determine potênci elétric consumid pelo p relho de r co ndicion do.6. c) III. desc rreg d s e P isol d s um d outr . Qu l é o v lo r do c mpo elétrico no ponto médio (P) d distânci ue sep r os centros d s esfer s? ) 0 ) 0. Num certo ins t nte. Qu nto tempo depois d ch eg d d s pesso s no escritório o p relho é cion do? IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA .0 m rel 5. 10-13 N/C e) 8.0 . Cheg m então s 4 pesso s u e nele tr lh m. S nt C s -Vitóri -ES Tem-se du s pe ueA B n s esfer s. O p relho de r c ondicion do inst l do tem c p cid de de diminuir em 5°C temper tur do escritóri o em mei hor .1 zul 6. UFR-RJ Du s pe uen s esfer s puntiformes. ix ndo. Juiz de For -MG Um gotícul de óleo. condutor s. 6 violet 6. Considere o c lor específico do r igu l 1000 J/kg°C e su densid de igu l 1.

Av nç r ¡ ¡ .

ssin le ltern tiv corret : ) Apen s s firm tiv s I. v le. IV. t m ém. c onsidere s firm tiv s seguir: I. As esfer s se encontr m sep r d s por um distânci de 10 m. Um corpo neutro é uele ue não tem c rg s elétric s. proxim d mente. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 04) O potenci l elétrico. possuindo. v le. E. então o número de c rg s elétric s neg tiv s e positiv s não é o mesmo.2.2. ) O potenci zero. proxim d mente. N eletriz ção por indução.Ao serem trit dos. IV e V são verd deir s. U. sep r d s pel distânci 2 e simétric s em rel ção o eixo x. U. 0 8) Ao do r r-se o r io d s esfer s. So re n turez dos corpos (eletriz dos ou neutros). forç elétric result nte so re ess esfer v lerá. 45. intensid de d forç el etrostátic p ss rá v ler.0. Londrin -PR A figur ixo mostr du s c r g s elétric s + e – . Um exemplo disso é o f to de lgum s vezes lev rmos pe uenos cho ues elétricos o encost rmos em utomóveis. 7. 11 GABARITO 44. III. c) Apen s s firm tiv s I e IV são verd deir s.109 Nm2/C2. 2. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s.109 N/C. ) Apen s s firm tiv s I. respectiv mente. torn m-se eletri z dos com c rg s opost s. d) A forç elétric ue B teri sentido p r cim .0. então está eletriz do. 9. É cor o firm r: Y – B x O IMPRIMIR ) O c mpo elétrico no ponto O é nulo. V. III e V são verd deir s. devido o princípio de conserv ção d s c rg s elétric s. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. U. e) Apen s s firm tiv s II. se um terceir esfer for coloc d no ponto médio d distânci entr e s du s já existentes. Se um corpo tem c rg s elétric s . 32) Consider ndo o enunci do dest uestão.43.1010 N. de m teri is diferentes. proxim d mente. So re s firm tiv s cim . E. E. ssin le o ue for correto. dois corpos neutros. T is cho ues são devidos o f to de est rem os utomóveis e letric mente c rreg dos. 7. II.109 N. intensid de d forç eletrostátic entre el s ument rá 4 vezes. 01) A intensid de d forç elétric .Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ + l elétrico no ponto O é diferente de + coloc d em B teri direção verti tu ri em um c rg – coloc d em em B present rá tr jetóri ret ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . proxim d mente. com r ios igu is 10 cm e c rg s de +10 C e -10 C. c) A forç elétric ue tu ri em um c rg c l com sentido p r cim . desloc ndo-se vertic lmente p r ixo. M ringá-PR Considere du s esfer s condutor s. Us ndo K = 9. d) Apen s s firm t iv s II.109 N. 02) A intensid de do c mpo elétrico result nte.25. Se um corpo está eletriz do. um c rg de + 10 C. 16) Ao retir r-se 5 C de c rg d esfer neg tiv mente c rreg d e deposit r-se so re esfer positiv mente c rreg d . Londrin -PR C mpos eletriz dos ocorrem n tur lmente no nosso cotidi no . IV e V são verd deir s. é nulo. ue tu so re c d um d s esfer s. II e III são verd deir s. é possível o ter-se corpos eletriz dos com u ntid des diferentes de c rg s. e) Um c rg + coloc d ilíne .

c) Apen s em I e II. Juiz de For -MG Um c rg elétric . um c sc esféric de r io 2R. em corte. 16) Retir ndo-se s forç s extern s e coloc ndo-se um outr esfer co m c rg + . o sistem se neutr liz rá.) Apen s em I. d) Apen s em II e III. U. três o jetos de form s geo métric s diferentes. Ess distri uição de c rg produz no ponto P2. porém uniformemente distri uíd so re su super fície. eletriz d s. um c mpo elétrico de intensid de E2. UFRS A figur (I) represent . contendo c r g elétric Q. produz um fluxo do vetor c mpo elétrico igu l F tr vés d superfície d c sc . U. no ponto P. M ringá-PR So re um pl c horizont l fix são m ntid s em repouso. UFRS A figur ixo represent . Em u is desses o jetos o c mpo elétrico é nulo em u l uer ponto d c vid de intern ? ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. ) Apen s em II. sendo P o ponto médio entre el s. so ção d e forç s extern s.F. d) F/2. Os o jetos são ocos. uniformemente distri uíd em todo o seu volume. 32) Se for coloc d um outr c rg + . um esfer m ciç de r io R. o c mpo elétrico result nte é nulo. Se outr c rg . em corte. est esfer perm necerá onde está e s esfer s extern s se vizinh rão el . for t m ém introduzid no inte rior dest c sc . o fluxo do vetor c mpo elétrico tr vés d superfície terá v lor: ) 2 F. no ponto P. conforme figur . o potenci l elétri co result nte é nulo. ue se encontr m em reesfer cu o pirâmide pouso. ) Dependente d posição d nov c rg no interior d c sc . c) Nulo. 08) S e coloc rmos um outr esfer com c rg + . um c mpo elétrico de intensid de E1. tot lmente fech dos. de mesmo módulo e sin l contrário. e) Em I. A figur (II) represent . no ponto P. 48. 02) No ponto P. IMPRIMIR Volt r ¡ ¡ ¢ I II III 46. coloc d no interior de um c sc e sféric . E. feitos de m teri l om condutor. 12 47. A superfície de c d um dos o jetos está c rreg d com c rg elétric estátic de mesmo v lor Q. ssin le o ue for correto: – P – 01) No ponto P. forç result nte so re e l será nul . II e III. Ess distri uição de c rg produz no ponto P1. 04) A energi potenci l do sistem form do pel s du s esfer s eletriz d s é invers mente proporcion l o u dr do d distânci entre el s. Ness s condições. um distânci d do centro d esfer m ciç . em corte. e su s c vid des int ern s se ch m v zi s. contendo mesm c rg elétric Q. (I) R (II) d 2R P 1 P 2 d GABARITO Selecione ltern tiv ue express corret mente rel ção entre s intensid des de c mpo elétrico E1 e E2: ) E2 = 4 E1 ) E2 = 2 E1 c) E2 = E1 d) E2 = E1/2 e) E2 = E1/4 49. du s esfer s idêntic s. à mesm distânci d do centro d c s c esféric .

Eletrostátic ¡ ¡ .Av nç r ¡ FÍSICA .

+ E2 0 E1 E3 – E4 M IMPRIMIR GABARITO 54. 08) No interior de um condutor esférico em e uilí rio eletrostático. serão o tidos Joules de energi c lorífic e luminos .M. pode-se firm r ue )EM e VM ument m. 4 m de distânci de um c rg ger dor ue mede 48 µC. com c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrários. Pont Gross -PR So re o c mpo elétrico ger do por um c rg elétric . C xi s do Sul-RS Ap relhos elétricos convertem energi elétric em outros tip os de energi . e)EM não se lter e VM ument . é diferente de zero. tem v lor de 27. 02) Os vetores c mpo elétrico E1 e E3 se nul m. F. U. 04) E1 e E2 de termin m o vetor c mpo elétrico result nte. 04) É um gr ndez esc l r.109 unid des MKS). 51. d)EM ument e VM não se lter . O gráfico ue melhor express v ri ção do módulo d forç eletrostátic F entre el s. Triângulo Mineiro A figur represent du s esfer s co ndutor s idêntic s. ssin le o ue for correto: 01) E4 é o vetor c mpo elétrico result nte. Com rel ção os vetores desse c mpo elétrico. conforme mostr figur ixo. Dê como respost som d s lt ern tiv s corret s. Ass in le ltern tiv ue complet corret mente l cun d inform ção cim . é: ) ) c) d) 13 52.000 Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 08) O vetor c mpo elétrico result nte é nu lo.103 N/C. em função de r. Considere o ponto médio M ue se m ntém e üidist nte de seus centros e suponh ue s esfer s sej m proxim d s. como c lorífic e luminos . c)EM e VM não se lter m. U. Pont Gross -PR Du s c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrário s cri m um c mpo elétrico E no ponto O. sendo EM o módulo do vetor c mpo elétrico em M e VM o v lor do potenci l elétrico e m M. é nulo num determin do ponto. Ness s cond ições.50. UERJ Du s p rtícul s eletric mente c rreg d s estão sep r d s por um distânci r.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 16) Qu ndo ger d o por vári s c rg s elétric s puntiformes. Lig ndo-se. ) 100 ) 600 c) 1000 d) 6000 e 60. ssi n le o ue for correto: 01) Pode ser medido em Volt por metro. E. )EM e VM diminuem. E. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. poi d s em suportes isol ntes. U. dur nte 10 min utos. por exemplo. 16) Os vetores c mpo elétrico E2 e E4 se nul m. um lâmp d de 100 W. m s não se toc m. 02) Num ponto sit u do no vácuo (K = 9. 53.

) lt rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. 04) Um pesso dentro de um c rro está protegid de r ios e desc rg s elétric s. é sempre diferente de zero. Dê como respos t som d s ltern tiv s corret s. é nulo. du s d s preoc up ções d indústri dizem respeito o dielétrico ue é us do p r envolver resistênci . 14 64) O potenci l elétrico. 08) Num região ponti gud de u m condutor. no interior de um condutor eletriz do em e uilí rio eletrostático. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . A segund é us r um m teri l cujo est do físico não sej lter do . é nulo. volt d p r Terr . c rg máxim ue podemos tr nsferir um esfer de 30 cm de r io é 10 microCo ulom s. por is so intensid de do c mpo elétrico próximo às pont s do condutor é muito m ior do ue n s proximid des de regiões m is pl n s. d) ix rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. f zendo com ue p rte inferior dest . no interior de um condutor c rreg do. entre um ponto A e um ponto B. Em vist disso e sendo mic o dielétrico preferido dos f ric ntes desse utensílio doméstico. com módulo E = 100 N/C. GABARITO IMPRIMIR 57. ( ) Cátions existentes n tmosfer tendem mover-se p r cim . A primeir del s é impedir ue h j v z mento de corrente elétric d resistênci p r c rc ç do p relho. conclui-se ue el deve ter ) lt rigidez die létric e lto ponto de fusão. é 200 µJ. 56. dist ntes 2 m entre si e situ dos um mesm ltitude. n tmosfer . c) i x rigidez dielétric e lto ponto de fusão. A e C. sej c rreg d positiv mente. como uel s ue podem existir num ferro de engom r. evit ndo. 32) Devido o poder d s pont s. ( ) Este c mpo elétrico induzirá c rg s elétric s em um nuvem. 16) Como rigidez dielétric do r é 3 x 106 N /C. mesmo u ndo su metido temper tur s elev d s. com c rg elétric neg tiv em excesso. há um concentr ção de c rg s elétric s m ior do ue num região pl n . situ do 2 m ixo de A. c rg ue podemos tr nsferir um corp o condutor ponti gudo é menor ue c rg ue podemos tr nsferir p r um esfer c ondutor ue tenh o mesmo volume. 02) O c mpo elétrico. en u nto ue ânions tendem mover-se p r superfície terrestre. UFRN N f ric ção de ferros de engom r (ferros de p ss r roup ). o ris co de cho ue elétrico. é de 200 V.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . UFPR Um físico re liz experimentos n t mosfer terrestre e conclui ue há um c mpo elétrico vertic l e orient do p r sup erfície d Terr . f zendo com ue o exc esso de c rg se loc lize n superfície do condutor. no int erior de um condutor eletriz do. Consider ndo ue p r um pe uen região d superfície terrestre o c mpo elétrico é uniforme. UFSC Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) O c mpo elétrico. ssim. é correto firm r: ( ) A Terr é um corp o eletriz do. por ue um estrutur metálic lin d o seu interior contr efeitos elétricos externos. esponsável pelo uecimento do ferro. ( ) O tr lho re liz do pe l forç elétric p r desloc r um c rg elétric de 1µC entre dois pontos.55. ( ) A diferenç de potenci l e létrico.

e e ouve.Eletrostátic ¡  ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡     ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¢ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  £  ¡ . tendo em vista sua preocupação econôm ica? Justifique. Ajude o Sr. determine. N e ton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. em ohms. onde t represent tempo. comuns ) para a vo tagem (V) do Rio G. A ém disso. 59. o Sr. O Sr.2 c l. por conseguinte. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . em um interv lo d e 20 minutos. ∆θ = θfin l – θinici l é v ri ção d temper tur nici l e θfin l. Newton v i o comércio e solicit do vendedo r um chuveiro de pouc potênci (P). do Norte. b) Após fazer sua esco ha. que toda a energia e étrica (E) é dissipada na forma de ca or (Q) pe o resistor do chuveiro. no rádio. temper tur c i um pouco em vári s cid des d o Rio Gr nde do Norte. com o a umento da sua conta mensa . na marca dos 23°C. respectiv mente. Q = mc∆q. Ne ton supõe . Ne ton a fazer a estimativa da temperatrua (θfin l) em ue ele tom rá seu nho morno. Isso f z com ue lgum s f míli s p ssem utiliz r o chuve iro elétrico p r um nho morno. UFRN Nos meses de m io e junho. que a temperatura na sua cidade permanece estáve . A partir do diâmetro do cano que eva água ao chuveiro. s temper tur s inici l e fin l d águ . elev temper tur de 5 de águ de 20 °C p r 70 °C. Lem re ue: E = P • t.15 58.0 Ω por onde circu a a corrente (i) que aquece a água. Lembre que: P = V • i e V = R • i.0 Ω e outro de 10. O Sr. O vendedor he oferece dois chuveiros (ôhmicos. Admitindo-se ue tod energi elétric é tr nsform d em energi térmic e consider ndo-se ue águ tem densid de de 1 g/cm3 e c lor específico de 4J/g • °C. resistênci elétric do uecedor. a) Qua dos dois chuveiros o Sr. oper ndo à ddp de 100 V. UFBA Um uecedor. Ne ton deve esco her. pois está preoc upado com o aumento do consumo de energia e étrica (E) e. ue podem ser medid s em gr us Celsius e 1 Joule ≅ 0. que é 220 V: um com resistência e étrica (R) de 20. ue pen s “ ue re friez ” da água. como primeira aproximação. sendo tota mente absorvida pe a água. onde = 1cal/g °C é o calor específico da água. e e sabe que a quant idade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30.25 g.

03 17. C 9. 02 24. C 46. A 58.Eletricidade Avançar ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢ ¡  . D 4. E 7. C 3. C 16. D 12. D 30. 03 8. C 33. D 21. 15 2. C 48. A 40. 2 + 4 + 8 + 32 25. B 37. F-V-V-F 6. B 29. C 41. C 36. E 28. E 18. F-F-V-F-F 19. D 32. 1 + 2 + 4 + 16 + 32 45. B 11.) tr ção 35. C 31.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. A 20. D 39. 1 + 4 + 8 + 32 56. A 27. E 55. C 49. C 52. ) N s f ix s d s cores verde e m rel ue são refletid s pel s folh s . 1 + 8 + 16 50.10-3 C 38. ) P = 2100 W ) ∆t = 225 s 43. 1 53. ) E = 600 J 42. D 15. a) 20 W b) 39 °C 59. D 14. B 44. B 26. E 47. V-F-V-F-V-F 5. 1 + 3 51. 12 W IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . ) 1 . B 13. C 22. A 10. A + 34. V-V-F-F-V 57. 2. V-V-F-F-F 23 . A 54. ) 1/3 m ) 1/27 (1/27).

1 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1. a interrupção da corrente e étrica em um de es acarretaria o des igam ento de todos os outros. menor será a resistência tota do circuito e étrico da sua casa e. ( ) A corrente e étrica não varia ao ongo de um fio e nem se a tera ao passar por um resistor. UFMS Quando em sua casa vários apare hos e etrodomésticos estão em funcionamento. (02) a igação desses apare hos. pois assim o chuveiro ainda poderia continuar a funcio nar com metade da resistência origina . Despreze a parte fr acionária de seu resu tado. no percurso da corrente elétrica. Constatou que apenas metade da resistência estava da nificada. ( ) A corrente e étrica que chega às residências é contínua. aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresenta uma diferença de potencial de 10000 V com relação ao solo. um estudante de e etrotécnica reso veu desmontá. conectando a metade intacta novamente. Sabendo que a resistência do corpo da pessoa. UFMT A energia e étrica que supre as residências pode ser produzida de muitas formas diferentes. atingirá o solo. ( ) A diferença de potencia na resistência se tornou maior. Reso veu. 4. na época da seca. (16) para uma rede e étrica com tensão de en trada 120 V e um disjuntor de 30 A. é possíve des igar um de es e os demais conti nuarem em operação norma . não há perda de energia no processo da passagem da corrente e étrica por fios e resistores. uma vez que as âmpadas têm bri ho constante. é de 2 000 Ω e que uma corrente de 300 mA causará a sua morte. ( ) A função dos transformadores insta ados nos postes das ruas é converter a tensão da rede e étrica externa num va or compatíve com a tensão idea para os e etrodomésticos. em kΩ.E etrodinâmica Avançar                      £                                             . UnB-DF Suponha que uma pessoa em Brasília. Assim sendo. ( ) Qui o att-hora é unidade de potência. ( ) A corrente e étrica através da resistênci a do chuveiro se tornou menor. pelo corpo da pessoa e. 3. na rede e étrica da sua casa. como resposta. ca cu e. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro se tornou maior. a resistência míni ma que o ar deve ter para que a descarga não mate essa pessoa. No instante em que a mão estiver suficientemente próxima ao carro. conseqüentemente. caso exista. UFMT Ao verificar que o seu chuveiro não mais funcionava. 2. não é feita em série pois se assim fosse. Suponha que toda a rede da sua casa seja igada a um disj untor que imita a corrente de entrada para evitar um superaquecimento dos fios e étricos da rede.o. A respeito. Diante disso. fluirá uma co rrente que passará pelo ar. (08) quanto maior for o número de apare hos igado s. ( ) A energia consumida pe o chuveiro se tornou menor. remover a metade danificada da resistência. maior será a corrente tota que entra na sua casa e maior será o va or da conta de e nergia e étrica a ser pago no fina do mês. (04) todos os apare hos estão submetidos à mesma tensão de en trada da rede (120 V ou 220 V). ju gue os itens. ju gue os itens. é correto afirmar que (01) para a igação desses apare hos na rede e étrica da sua casa é feita uma associação de resistências e étricas em para e o. através do seu pé. Em re ação a esse tema. a soma das a ternativas correta s. Dê. então. m ediante processos de captação e transformação de energia. o mínimo va or que se pode ter da resistência e ét rica da rede da sua casa é de 40 Ω.

U. Pode-se afirmar que SOMENTE a) I é correta . III.7 — 10–2 Ωmm2/m a resistividade do cobre. por onde corre um rio com v azão de 25000 itros por segundo.E etrodinâmica Avançar                          £  £                 £     . Quando submetido a 300 V. igados em par a e o. Unicap-PE Assina e verdadeiro ( V) ou fa so (F): ( ) O resistor é um dispositivo capaz de transformar energia e étri ca em ca or. Unifor-CE Para certo dispositivo foi representada a curva corrente x tensão e foram feitas três afirmações. é 1. UFMT Engenheiros de uma companhia hidre étrica pretendem projetar uma pequena u sina aproveitando um desníve de terreno de 80 metros.0 — 103 Ω. b) II é correta. a parce a dessa conta correspondente apenas à uti ização do chuveiro e étric o.d. i(mA) 100 80 60 40 20 2 GABARITO 0 100 200 300 V(V) I. Despreze a parte fracionária da respost a. Qua a corrente do feixe em unidades de 10–4? a) 13 d) 19 b) 15 e) 23 c) 17 8. a p otência dissipada no dispositivo é de 30 W. onde residem 7 pessoas. é percorrido por uma corrente e étrica de intensidade 4A. em p orcentagem. 10 banhos de 15 minutos cada. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .5 Ω. evando em conta os va ores informados. Quando os terminais do dispositivo estão submetidos a 100 V. verifica-se que o va or médio do qui o att-hora (kWh) é de R$ 0. d) I e II são corretas.20 e que o tota da conta foi R$ 145. que essa usina poderia gerar sem perdas signi ficativas de energia? 6. quando submetido a uma tensão de 34V. Nessa casa são tomados. Sa vador-BA Um fio de co bre. ( ) A resistência equiva ente de dois resistores de 3 Ω. ( ) A associação do item anterior. Qua o número inteiro que mais se aproxima do va o r da potência máxima. Ca cu e.90. em metros. UFPE Suponha que o feixe de e étrons em um tubo de imagens de t e evisão tenha um f uxo de 8. é igu a a 01) 200 04) 800 02) 400 05) 1000 03) 600 9. U. Observand o a conta de energia e étrica do mês de novembro. ( ) O chuveiro e étrico é uma ap icação do efeito Jo e. II.Cató ica-DF Uma residência de c asse média. 7. Supondo-se constante e ig ua a 1.5. O dispositivo obedece à ei de Ohm. em MW – mega atts. por dia.P de 2 vo ts. cuja área da secção transversa é igua a 2mm2. quando submetida a uma d. caso exista. o comprimento do fio. ( ) A resistência de um condutor é inversamente proporciona ao seu comprimento. c) III é correta. e) II e III são corretas. em média. 10. é equipada com um chuveiro e étrico cujas especificações nominais são 220 V –5400 .1 x 1015 e étrons por segundo. sua resistência é de 5. dissipará uma potência de 6 atts.

III. em um resistor ôhmi o. a) nenhuma de a s. cuja vo tagem da rede é 220V. c) a III está correta. 3 13. Corrente e étrica é o movimento de íons em uma so ução e etro ítica.5 e 10 12. é inversamente proporciona a ddp ap icada e diretamente proporciona à resistência e étrica do resistor. d) a I e a II estão corre tas. respectivamente. que passa por e as.0 e 16 b) 2. U. b) a II está correta.E etrodinâmica Avançar                                           . iga-se um resistor de 8. a corrente e étrica. Corr ente e étrica é o movimento ordenado de e étrons em um condutor.0 Ω. em µA. a ddp em cada u a das âmpadas será de 110V. I. c) apenas II. Considerando as âmpadas resistores ôhmicos. e) a I e a III estão corretas. UERJ Num detector de mentiras. Unifor-CE A uma bateria. II. de: a) 5 c) 15 b) 10 d) 20 15. A fenas-MG Numa casa.0 Ω. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . UFR-RJ As afirmações abaixo referem-se à corrente e étrica. havi a apenas âmpadas de 60W.0 e 8. U (V) 15 60 i (A) Quando o motorista iga o carro tem-se a corrente máxima ou corrente de curto circ uito. Considerando ta situação. A corrente e étrica que passa pe as duas âmpadas assoc iadas é a mesma. Neste caso: a) qua a resistência interna da bateria? b) qua a máxima potência desta bateria? GABARITO 14. em vo ts. Nessas condições. b) apenas I. de força e etromotriz 20 V e resistência interna 2. e) todas. UFR-RJ O gráfico abaixo representa a curva de uma bateria de certa marca de au tomóve .11. a idéia de associar em série duas âmpadas idênticas entre aque as que possuí . é igua à corrente que passaria por cada uma. são. d) apenas III. Podemos afirmar que está(ão) incorreta(s). a) 2. em ampères. III. então. se a associação tivess e sido feita em para e o. a corrente no detector apresentou variação. e a t ensão nos terminais da bateria. pode-se conc uir que apenas a) a I está correta. uma tensão de 6 V é ap icada entre os dedos de um a pessoa. ana ise as proposições: I. Ao responder a uma pergunta. Sobre as afirmativas acima. O dono da casa teve. Feita a associação. a corrente no circuito. II. a resistência entre os seus dedos caiu de 4 00 kΩ para 300 kΩ. fabricadas para serem uti izadas em 110V. Corrente e étrica. Nesse caso.0 c) 2.

( ) A ene g ia dissipada no co po do pássa o em um inte valo de tempo t é igual ao p oduto da di fe ença de potencial ent e seus pés pelo inte valo t. b) A esistência elét ica do d ositivo é independente do comp imento L. é co eto afi ma : ( ) Supondo que a esistência do fio ent e os pés do pássa o seja muito meno que a esistência de seu co po.4 Ω. a potência dissipada po B é m aio que a dissipada po A. se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de contat os situados nas duas ext emidades do dispositivo.4 Ω. ganhou de seu marid o um forno e étrico para sua cozinha. é a soma das esistências do pássa o e do pedaço de fio ent e seus pés. E. Com base nestes dados. é co eto afi ma : a) A esistência do dispositivo é dada pela elação R = ρ A/L. ( ) A esistência do fio ent e os pés do pássa o se á maio se o diâmet o do fio fo meno . FÍSICA . UFPR Pássa os são comumente vistos pousados em fios de al ta tensão desencapados. é a) 0. U. a co ente elét ica que passa po A é igu al à co ente elét ica que passa po B. traba hando nas condições fornecidas pe o fabricante . ( ) Quando ligados em sé ie. ( ) A esistência equivalente do conjunto pás sa o e fio. e) Se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de c ontatos situados na supe fície late al e diamet almente opostos. ( ) Quando ligados em pa alelo. têm o mesmo comp imento. a co ente que pas sa pelo co po do pássa o se á desp ezível. c) A esistência elét ica do dispositivo se á d ada pela elação R = ρ L/A. Sob e este fato e usando os conc eitos da elet icidade. c) 1. As especificações do fabricante do forno eram: p otência 1800 W e vo tagem 110 V.76 Ω. 17. mas a esistência elét ica de A é a metade da esistência de B. no t echo em que o pássa o está pousado. 18. o que me hor representa a resistência e étrica do apare ho. d) A esistência do dispositivo independe de sua fo ma. uma mãe que gosta muito de e etrodomésticos. b) 16. Entre os va ores abaixo. é co eto afi ma : ( ) A á ea da secção t ansve sal de A é quat o vezes meno que a á ea da secção t ansve sal de B.98 Ω. a tensão elét ica em B é maio que a tensão elé ica em A. 4 GABARITO IMPRIMIR ( ) Quando submetidos à mesma tensão elét ica.16. 19. a quantidade de ca ga que passa pelo pássa o é igual a 6 x 10-4 C. UFPR Dois fios conduto es etos A e B. Londrina-PR Um materia de resistividade ρ é utilizado pa a const ui um dispositivo esistivo cilínd ico de c omp imento L e secção eta t ansve sal A. a esistência elét ic a se á dada po R = ρ A/L. de mesmo mate ial. a potência dissipada po A é maio que a di ssipada po B. Sob e tais fios. ( ) Quando pe co idos po co ente elét ica de igual intensidade.Elet odinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFR-RJ Beatriz. sem que nada lhes aconteça. ( ) Supondo que uma co ente contínua de intensidad e 1 x 10-5 A passe pelo co po do pássa o e que ele pe maneça pousado no fio po 1 mi nuto.7 Ω. e) 12. d) 6.

caso e stas sejam associadas em para e o? 24. e o amperímetro.6 cm de comp imento e 0. aproximadam ente. meno se á sua esistência elét ica. uma TV de 60 W e ainda um ferro e étrico de 800 W e que a tensão na rede de distribuição de energia e étrica é de 110 V. quando acesa? b) Qua a resistência equiva ente das âmpadas. Se a dife ença de potencial nos te mi nais do esisto de um chuvei o é mantida constante. de 100W e 100V. que é igado em série ao condutor. c) Se todos os e ementos resistivos estiverem igados em série. c) III. 04) Em torno do condutor forma-se um campo magnético. 1 cal = 4. 22. 5 âmpadas de 60 W. contida em um recipiente adia bático e de capacidade térmica desprezíve . U. UFR-RJ Ao fazer compras. b) a corrente e étrica que perc orre o fi amento dessa âmpada especia . Sob e este evento. Cefet-PR São feitas as afi mações a segui : I. nesse caso. que é igado em para e o ao conduto r. ve ifica-se a passagem de uma co ente elét ica de 3 A pe lo mesmo. quando a mesma está operando de acordo com as características impressas. a temperatura fina da água será 22. um igado ao chuveiro e o outro aos demais e ementos e étricos. um chuveiro de 22 00 W (posição: verão). pergunta-se: a) Qua a resistência e étrica de cada âmpada. UFR-RJ Se um e etricista tem 100 âmpadas. durante 15 min. e) II e III. Estabelecendo-se uma ddp de 30 V(CC) ent e os ext emos desse conduto . b) No padrão de energia no interior da casa é suficiente. 02) Os apare hos usados para fazer as medidas são o vo tímetro. Dete rmine. 21. calor es ecífico da água = 1 cal/gºC) 01) A resistividade do material que con stitui o condutor é 1 µΩm. Ponta G ossa-PR Com um c onduto cilínd ico de dete minada liga metálica que tem 125. devem os diminui o comp imento do esisto . II. Uberaba-MG-Pias Considerando que em um a casa estejam funcionando. a resistência equiv a ente dos mesmos é de 3.14. para a proteção do circuito e étrico. assinale o que fo co eto: (Adote π = 3.186 J. b) II.58 C. d) I e II.20. 23. 1 kΩ. em 1 kg de água a 20 C. todos os e ementos e étricos da casa estejam igados. pa a aquece mais a água. 08) Se o resistor for ime rso tota mente. a co ocação de dois d sjuntores de 10 A. o va or da resistência equiva ente dos mesmos é de. uma senhora adq uiriu uma âmpada especia com as seguintes características impressas: “220W-110V”. U. Quanto maio a á ea da seção t ansve sal de um esisto . por 2 minutos. A esistência elét ica de um esis to independe do mate ial de que ele é feito. a) a resistência e étrica da âmpada. para i uminar uma festa junina. Somente é(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões) a) I. isto corresponderá a um consumo de energia e étrica de 0. III. d) Como todos os e ementos resistivos em uma casa são se mpre igados em série.7 Ω. Assina e a a ternativa CORRETA: a) Caso. E. 5 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .E etrodinâmica Avançar ¨ ¨    ¨ ¨ ¨    ¨  ¨  ¨    ¨   ¨ ¨ ¨¨    ¨    ¨ ¨  ¨¨  ¨ ¨     ¨¨      ¨ ¨ ¨       ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¤ ¨  ¨ ¨  ¨ ¨ ¨      ¨   ¨  ¨ ¨ ¨   . Dê como respos a a soma das a ternativas corretas. simu taneamente.84 kWh. 16) O fenômeno e étrico produzido – aquecimento do fio – é chamado efeito Pe tier. 4 mm de diâmet o é feito um esisto .

10 b) 0. é CORRETO afirmar qu : (01) l pod rá r solv r o probl ma com um transformador. que traz as especificações 0. (02) não s rá ossív l r solv r o probl ma d alim ntação. (04) l pod rá ligar o apar lho no ac nd do r d cigarro com um r sistor d 2. a soma das a ternativas corretas.25kΩ em série. A potência dissipada no resistor de 3 Ω é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 64 W 48 W 50 W 80 W 30 W Vo tar FÍSICA . qua é aproximadamente. (08) e e poderá igar o apare ho com um resistor de 0. ntr primário s cundário. (16) e e poderá igar o apare ho com um capacitor de 12µF em série. O circuito é a imentado por uma fonte de tensão idea e.60 c) 1. a intensidade da corrente e étrica atra vés do resistor de 2 Ω é de 2 A. Dê. 28.o para todo ado. encontramos o va or R0 = 4 Ω. 1 Ω 3 ε 2A 1 Ω 3 2Ω 4Ω 6 Qua o va or da diferença de potencia entre os terminais da fonte? a) 4 V d) 6 V b) 14/3 V e) 40/3 V c) 16/3 V 27. tem seu fi a mento projetado para operar a a ta temperatura.66 e) 10. PUC-PR O c ircuito representado abaixo é constituído de uma fonte de fem 28 V. Sendo R o va or da resistência do fi amento à temperatura de operação. como resposta. com r lação 4/1. Medindo a resistência e étrica do fi amento à temperatura ambiente (isto é: estando a âmpada des igada).25. resistência intern a nu a e de três resistores. UFRS No circuito representado na figura abaixo.E etrodinâmica Avançar                                                                                    . Um dos probl mas é p rmitir qu l possa s r alim ntado l tricam nt através do ac nd dor d cigarro.25kΩ em para e o.00 d) 1. cuja t nsão é 12V. Sab ndo-s qu o “walk-man” traz as s guint s informaçõ s: 3V 12 mW. reso veu adaptar seu pequeno “walk-man” para ouvir música no carro. UFSC Um rapaz cansado de ter seu rádio roubado o u ter de carregá. UFRS Uma âmpada de anterna.9 W e 6 V. a razão R/R0? a) 0.00 26.

está esquematizado abaixo. e) A corrente e étrica que circu a nos fios de a ta tensão é muito baix a. mesmo pousando sobre fios condutores desencapados de a ta tensão. simu taneamente. sendo A – em uma rede e étrica de 130 V B – em uma rede e étrica de 100 V Ao fina desse tempo. igado à rede de 110 V e protegido p or um fusíve F de 15 A. foi aproximadamente de: I(A) 1. a uma âmpada de 150 W. d) O corpo do passarinho é um bom condutor de co rrente e étrica.hora (Wh). desse mesmo tipo. não estão sujeitos a choques e étricos que possam causar. sem que o fusíve interrompa o circuito. 30. a diferença entre o consumo de energia e étrica das duas âmpadas. Suponha q e duas âmpadas (A e B).29. em função da tensão (V).E etrodinâmica Avançar  £                                       . em at t. PUC-SP Os passarinhos. 7 A potência máxima de um ferro de passar roupa que pode ser igado.1 1. forma uti izadas. c) A resistência e étrica do corpo do pássaro é praticamente nu a. b) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio (pontos A e B) é muito e evada.3 1. apresent a a re ação da corrente (I). Q ua das a ternativas indica uma exp icação correta para o fato? A B a) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio ( pontos A e B) é quase nu a. indicada no gráfico abaixo. é aproximadamente de a) 1100 W b) 1500 W c) 1650 W d) 2250 W e) 2500 W 31. Fuvest-SP Um certo tipo de âmpada incandescente comum. cada uma. Fuvest-SP Um circuito doméstico simp es.hes a gum dano. de potência nomina 170W e tensão nomina 130V.0 IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 0 Wh 10Wh 40Wh 50 Wh 70Wh V(V) 80 100 130 150 Vo tar FÍSICA .2 1. durante 1 h ora.

d) 120 A. Mediante uma adequada igação das resistências em série e/ou para e o. dispõ d quatro r sistências d 242 Ω que. 34. Nessa perspectiva. c) 0. considere que um dispositivo seja construído para extr air o ca or do radiador de um refrigerador e uti izá. UnB-DF Com o progresso crescente das atividades industriais e com o aumento da popu ação. sendo que a t ensão da tomada de que e e dispõe é de 110 V. b) 7 W. ( ) s a ddp da r d létrica for r duzida à m tad . A principa vantagem desta opção é a de aumentar a vida úti da âmpada que. mas de mesma tensão que a da rede e étrica. e) 40 W. a parte fracionária do va or ca cu ado. e) 120 MA. Nas residências. mant ndo-s constant a vazão d água qu sai do chuv iro. ( ) com o chuv iro m funcionam nto. ( ) com a chav na posição “Inv rno”. c) 10 W. a intensidade da corrente e étrica que atravessará o seu corpo será de a) 0. a potência máxima dissipad a é 4400 W. em kWh. b) 120 mA. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . evar um choque. Ligando uma âmpada de 40 W .0 MΩ. caso exista. a máxima economia de energia e étrica que o refer ido dispositivo poderá proporcionar no período de 30 dias. a potência dissipada por esta âmpada será de a) 5 W. suportam.12 mA. Para isso. uma economia substancia de energia e étrica seria obtida se o ca or gerado pe o refrigerador pudesse ser uti izado no aquecimento da água para o banho. uma corrente e étrica máxima de 0. 8 GABARITO 35. atendendo especificações d o fabricante? 36.o para aumentar em 10°C a temp eratura de 150 L de água a ser consumida diariamente em uma residência. Vunesp Para ob ter uma i uminação pouco intensa. ca cu e. UFGO Considere um chuveiro cuja chave se et ora de temperatura a terna-se entre as posições “Inv rno” (água qu nt ) “V rão” (água mor corr nt máxima n ss chuv iro é 20 A. Para que a vida úti de cada resistência sej a a mesma. em função sso. cada uma. a economia de energia e étrica tem sido uma preocupação consta nte.E etrodinâmica Avançar                                        £                                                                              . d) 20 W. o co nsumo d n rgia létrica é 1. descuidadamente. qua será a potência máxima desse dispositivo (em atts). ( ) o valor da r sistência létrica é m nor com a chav a posição “V rão”. UFMT Um studant n c ssita construir um dispositivo para squ ntar a água con tida num r cipi nt . estando desca ça sobre uma superfície condutora. a dif r nça d pot ncial (ddp) da r d létrica local é 220 V. com um potencia e étrico de 120 V em re ação à superfície e.220 V numa rede e étrica de 110 V e considerando que a resistência e étrica da âmpa da não varia com a temperatura.32.1 kWh. Se esta pess oa. em c ndições nominais. Despreze. pode-se uti izar uma âmpada de 220 V igando-a em 1 10 V.12 A. em vez de usar uma âmpada de baixa potência. o dispositivo deve ser montado de forma que cada uma das resistências d issipe a mesma potência. Assim. para um banho qu nt d 15 minutos. Considerando que a densidade da água seja igua a 1 kg/L e que o ca or específico da água seja igu a a 4200 J/(kg°C). 33. segundo o fabricante. é projetada para uma vida úti de 1000 horas. a variação d t mp ratura d a água diminuirá na m sma proporção. encostar a mão n um fio desencapado. Vunesp A resistência e étrica do corpo de uma certa pessoa é de 1.4 A.

I. ( ) Se todos esses apare hos ficam i gados em média quatro horas por dia e sabendo que cada 1 kWh de energia custa R$ 0 .8 kW — h d) 7. é corret o afirmar que (01) o tempo que ambos evam para aquecer a mesma quantidade de água até a mesma temperatura é o mesmo. UFMS Dois chuveiros e étricos são insta ados em uma residência. Potiguar-RN Um satélite de telecomunicações d o Brasil em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica. em jou es. Dê. estão em p eno funcionamento os seguintes e ementos: 1 iqüidificador 220 V – 200 W.37.5 c) 165 d) 1. Unifor-CE Um ferro e étrico. Um dos chuveiros é i nsta ado em 220V. devido exc usivamente a es ses apare hos. diminuindo dessa forma os riscos com o superaquecimento dos fios em razão do efeito Jou e. para funcionar com potência máxima. ( ) A resistência e étrica do chuveiro é sup erior a resistência e étrica de uma âmpada. Considerando que a potência de cada chuveiro é de 4400W. pois necessita de correntes menores que o chuveiro conectado em 110V. (04) o chuveiro conectado em 220V é mais seguro. ju gue os itens a seguir co mo verdadeiros ou fa sos.Superior de Brasí ia-DF Uma insta ação residencia que opera sob tensão de 220 V é protegida por um fusíve de 18 A.E. A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com a eficiência de 12%. devem ser igados em série. Num certo instante.0 A. de resistência 22 Ω é igado a uma tomada de 110 V. ( ) O fusíve insta ado nesta residência não p otege o circuito. (08) o chuveiro conectado em 110V necessita de um disjuntor capaz de suportar pe o menos 40A no ugar do disjuntor de 30A. como resposta. 1 máquina de avar 220 V – 600 W.8 kW — h IMPRIMIR Voltar FÍSICA .Eletrodinâmica Avançar                                                .65 — 103 e) 1. U. é de a) 1.8 kW — h b) 3.8 kW — h c) 10. a quantidade de ca or dissipado. ( ) A intensidade de corrente e étrica que atr avessa a máquina de avar é inferior a 3. Cada um de es é conectado a um disjuntor de 30A. o custo mensa de energia e étrica nesta residência. ( ) Os e ementos citados no enunciado.65 — 104 40. (16) a resistência e étrica dos dois chuveiros é a mesma.15. (02) o chuveiro conectado em 220V consome menos energia que o chuveiro conectado em 110V para aquecer a mesma quantidade de água à m esma temperatura.00. GABARITO 39. 2 te evisões 220 V – 90 W cada uma. enquanto o outro é insta ado em 110V. Qual é a energi a (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? a) 1. é superior a R$ 60.65 b) 16 . pois permite a passagem de corrente com intensidade superior a intensidade máxima da corrente do circuito. 9 38. Num interva o de 30 s. Com base nos dados fornecidos acima. a soma das a ternativas corretas. 8 âmpadas 220 V – 60 W cada uma. todos e es são percorridos pe a mesma intensidade de corrente e étrica. 1 chuveiro e étrico 220 V – 2400 W. pois assim.

ocorre uma separação de cargas elétricas no interi or das nuvens.500 nuvem + + + + + + + + + 2.100 1.400 2.700 2.2 x 109 V 6.800 1.200 900 600 300 + + + + + + + + 3.200 900 600 nuvem IV 2.700 2. h (m) h (m) I 2. UFRN Na formação de uma tempestade. que induzem.400 2.4 x 109 V 1.800 1.100 1.6 x 109 V 10 300 SOLO SOLO .700 2. Nas figuras a seguir.400 2.200 nuvem 4.0 x 10 V 9 900 600 300 + + + + + + + + SOLO + + + + + + + + SOLO h (m) h (m) 2.100 1.500 1.500 1.800 1.41.800 1.400 2. na superfície da Terra. estão esquem atizadas diferentes situações do tipo descrito acima.200 900 600 300 nuvem II 2.100 1.700 III 2. Isso cria uma diferença de potencial elétrico entre essas partes das nuvens e o solo. cargas de sinal oposto ao das acumuladas nas partes mais baixas das nuvens.500 1.

0 — 102 d) 9.0 — 102 e) 1.Eletrodinâmica Avançar .0 — 10 b) 2.Em primeira aproximação. A carga elétrica que passa por um dos terminais da bateria. vale a) 1. em coulombs. O campo máximo que um capacitor cujo meio isol ante seja o ar pode suportar. A intensidade da corren te elétrica que atravessa a lâmpada.5 — 103 Voltar FÍSICA .0 e) 0 . nas figuras. vale a) 4. um eixo vertical com med idas de alturas em relação ao solo e a diferença de potencial entre as partes mais bai xas da nuvem e o solo em cada caso.0 b) 3. Estão indicados. Qualquer campo maior que esse produz uma faísca (rai o) entre as placas. é aproximadamente 3 x 106 V/m. um rádio de 12 V que é percorrido po r corrente de 2. 42. sem ocorrer uma descarga elétrica entre suas placas. durante 5. em paralelo.0 minuto s.0 A e uma lâmpada do tipo (12 V – 36 W). Com base nesses dados.5 — 10 c) 6. as quatro situações podem ser interpretadas como capacitores de placas planas e paralelas.0 d) 1. em ampères.0 c) 2.33 IMPRIMIR 43. é possível afirmar que as situações em que ma is provavelmente ocorrerão descargas elétricas são: a) I e IV b) I e III c) II e III d ) II e IV GABARITO UFSE Para responder às questões de números 42 e 43 considere as informações abaixo. Uma ba teria de automóvel de 12 V alimenta.

M.20 (vi nte centavos). UFR-RJ Um chuveiro quando ligado a uma diferença de potencial constante de 110 V. que atravessa o gerador no circuito abaixo: 2Ω GABARITO r = 0. F. o vol tímetro marca 10 V e o galvanômetro G garante que não há passagem de corrente no ramo em que está inserido.E etrodinâmica Avançar      .0.5 Ω 1Ω E = 11 V 2Ω 2Ω 2Ω 1Ω 1Ω 1Ω IMPRIMIR 2Ω a) 2 b) 3 c) 5 d) 1. Itajubá-MG Ca cu ar a intensidade da corrente em ampères. Neste caso: a) qual a energia. b) 2. é a) 1.0 Ω 3.44. consumida por este chuveiro durante 10 minutos? b) se 1 kWh custa R$ 0. 6. 46.28 Vo tar FÍSICA . desenvolve uma potência de 2200 W. M.0 Ω V G 11 4.0. 10 minutos. c) 3. em ohms.0 Ω R Pode-se afirmar que o va or da resistência R.0. Triângulo Mineiro-MG No trecho de circuito representado a seguir. e) 5. F. em joul e.0.75 e) 0. qual a despesa em reais com este chuveiro durante um mês (30 dias)? 45.0. apenas. Este mesmo chuveiro fica ligado nesta ddp t odos os dias durante. d) 4.

5 W. todos id ais. 12 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): GABARITO 01) A bateria 1 está funcionando como um gerador de força e etromotriz e a bateria c omo um receptor. não a tere a tensão e étrica que se deseja med r. c) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que . assina e a a ternativa correta: a) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito pequena para que.47. 2 2 consome 4. não a tere a intensidad e de corrente e étrica que se deseja medir. 1 também.0 Ω.0 Ω. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . quando igado em para e o às resistências e étricas de um circuito. não a tere a inten sidade de corrente e étrica que se deseja medir. os va ores das resistênci as R1 = R2 = 4. 08) A eitura no vo tímetro V1 é igua a 8.0 V. e) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito a ta para que . Londrina-PR Sobre o funcionamento de vo tímetros e o funcionamento de am perímetros. E. temos duas baterias de forças e etromotrizes = 9.0 Wh de energia. 48. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. d) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que.0 V.0 V. quando igado. quando igado em para e o às resistências e ét ricas de um circuito. a bateria de força e etromotriz 32) A eitu ra no vo tímetro V3 é igua a 4. cujas resistên cias internas va em r1 = r2 = 1. 02) A eitura no amperímetr o é igua a 1.0 V. U. 16) Em 1.E etrodinâmica Avançar                                                             . Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. São conhecidos. 04) A eitura no vo tímetro V2 é igua a 2. UFSC No circuito abaixo representa do. ou gerador de força contrae etromotriz. V2 e V3 são vo tímetros e A é um amperímetro. no ger ador. em sér ie às resistências e étricas de um circuito. não a tere a tensão e étrica que se deseja medir. 64) A potência dissipada por efeito Jou e. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. não a tere a intensidade de corrente e étrica que se deseja m edir.0 Ω e R3 = 2.0 h.0 A. b) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito a ta para que. é igua 1.0 V e 2 = 3. V1.

é 100 V. e) A resistência da âm ada é invariáve .E etrodinâmica Avançar                                             R âmpada                 . A potên cia agora dissipada pe a âmpada é de 50 W. for menor que 60W. b) A âmpada convert e em 1. UFPR Uma âmpada de resistência R está acesa. 51. significa que a tensão da rede e étrica diminuiu. antes de o chuveiro ter sido igado.7 A. IMPRIMIR Considere o vo tímetro idea . quando igado. Liga-se um chuveiro e étrico e percebe-se que a intensidade da uz emitida pe a âmpada diminui um pouco. UFRJ Dois resistores. é correto afirmar: chuveiro resistência e étrica dos fios condutores 13 ( ) O chuveiro está associado em para e o com a âmpada. c) Se a potência medida. R3 = 2Ω e R4 = 8Ω e uma bateria idea de força e etromotriz E = 0 V. 50.0h aproximadamente 2. Santa Úrsu a-RJ Liga-se uma âmpada incande scente comum de 60W numa tomada de 120V.0Ω. que ocorre ao se igar o chuveiro. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potenci a VA – VB = 14V.2 x 105 Jou es de energia e étrica em uz e ca or.49. ( ) A resistência e étrica da âm pada é de 200 Ω. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro é 2880 W. U. b) A potência dissipada no resist or R4. Qua das a ternativas abaixo é fa sa? a) A intensidade da corrente que circu a através da âmpada é de 0. era 1. GABARITO Neste caso. estão igados como mostra o esquema a seguir. ( ) A intensidade da corrente e étrica na âmpada.0Ω e outro de resistência R’ = 5. deve-se à inf uência da resistência e étrica do s fios condutores da rede e étrica. ( ) A diminuição da potência e étrica da pada. ( ) A tensão e étrica no chuveiro. Sabendo que a resistência e étrica do chuvei ro é de 5 Ω e que o circuito abaixo representa a situação descrita após o chuveiro ter sid o igado. d) A resistência da âmpada acesa é de 240 ohms. Vo tar FÍSICA . ca cu e: a) A resistência equiva ente. um de resistência R = 2. A diferença de potencia e étrico sobre a mesma é de 120 V e e a está dissipando potência de 72 W. R2 = 2Ω. quer esteja acesa ou apagada.5A. 52. nesta situação. Ca cu e a indicação do vo tímetro. UFR-RJ O circuito abaixo tem res istência R1 = 6Ω.

Cefet-PR Considere as seguintes afirmações a respeito do fato de a âmpada bri har quase no mesmo instante em que seu interruptor é acionado. por serem minúscu os. T l visão . I. III . 2. III. Embora os e étrons se jam bastante entos. 4. Os interruptores não podem ficar muito distante das âmpadas que deverão acionar. I. Enc rad ira . movem-se muito rapidamente dentro dos condutores. 3. b) máquina d lava r roupa. ) I. c) apenas II e III. PUC-PR Um d t rminado circuito létrico d uma r sidência.potência d 240 W. c) Ap nas III. II III. nc rad ira t l visão.potência d 480 W. UF RS Nos circuitos representados na figura abaixo. o campo e étrico no condutor atua muito rapidamente. c) nc rad ira.El trodinâmica Avançar                                                                                                                . Aqu c dor létrico . II.potência d 720 W. do contrário. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . As lâmpadas 1. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) a penas I.potência d 120 0 W. Os e étrons. 1. II e III. Máquina d lavar . e) I. cuja t nsão létrica é d 120 V. as âmpadas 1. O circuito s rá int rrompido p lo disjuntor (fusív l). 4 e 5 são idênti cas. d) apenas III. 2. a quase instantaneidade entre o acionamento do interruptor e o b ri ho da âmpada não poderia ser observada. O circuito é prot gido por um disjuntor (fusív l) d 15. 14 ε 1 2 ε 3 ε 4 5 GABARITO Consid r as s guint s afirmaçõ s sobr o brilho das lâmpadas. 3. ) m n nhum dos casos apr s ntados o circuito s rá int rro mpido. 54. II. As lâmpadas 2 3 brilham com m sma int nsidad . b) Ap nas II.53. 55.potência d 360 W. Aspirador d pó . As fontes que a imentam os circuitos são idênticas e ideais. 5. d) aqu c dor aspirador d pó. 4 5 b rilham com m sma int nsidad . O brilho da lâmpada 4 é maior do qu o da lâmpada 2.0 A. aspirador d pó t l visão. é cons ituída por cinco tomadas d corr nt ond v ntualm nt são ligados alguns tipos d apar lhos abaixo r lacionados. ao s ligar m simultan am nt : a) máquina d lavar roupa aqu c dor. Quais stão corr tas? a) Ap n as I. b) apenas II. d) Ap nas I II. po is.

como resposta. Fat c-SP Dois r sistor s ôhmicos d r istências R1 = 3Ω e R2 = 6Ω podem ser associad os em série e em para e o.d. o proprietário mandou insta ar mais uma âmpada no teto.0 57. sobre as âmpadas aumentou. dobrou. (08) a corrente e étrica. de: a) 72 b) 30 c) 15 d) 9. A resistência equiv a ente entre os pontos A e B é a) infinita b) R ( 3 – 1) c) R 3 GABARITO d) R (1 – 3 ) 3 e) R (1 + 3) 59. Quando a associação em série é igada a uma tomada. (02) a potência e étrica dissipada pe as âmpadas aumentou. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. de p otências iguais. UFMS Para i uminar me hor o quarto de uma casa. Mackenzie-SP A intens idade de corrente e étrica no trecho AC é 2 A. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . A resistência de cada e emento é igua a R. em para e o. Quando a associação em para e o for igada à mesma tomada.p. ITA-SP Um circuito e étrico é constituído por um número infinito de resistores idêntic os. É correto afirmar que (01) a potência e étrica dissipada p e as âmpadas é o dobro da potência dissipada por uma única âmpada. dissipará uma potência.0 e) 3. pois a corrente e étri a. dissipa uma potência de 16W. (04) a corrente e étrica.E etrodinâmica Avançar                                                  £            . pois a resistência equiva ente às duas âmpadas ficou menor que a da âmpada origina .56. em atts. Dê. (16) a potência e étrica d issipada pe as âmpadas aumentou. O e etricista igou as duas âmpadas incandescentes. ficou duas vezes menor. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. ficou duas vezes m enor. que passa pe o fio que i ga as duas âmpadas na rede e étrica. o va or de R deve ser: 15 a) b) c) d) e) 1Ω 2Ω 3Ω 4Ω 5Ω 58. Para que a potência dissipada pe o resi stor de 4 Ω seja 9 W. a soma das a ternativas corretas . pois a d. conforme a figura.

u ma âmpada incandescente de 100W. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . UFMS No comércio. temos a posição verão do chuveiro. a soma das a ternativas corret as. ( ) Diferença de Potencia é medida em ohms. 61. e ntre outras tantas ap icações. variáve . (08) na posição C. o chuveiro entra em curto c ircuito. 62. Uma das formas de s e obter energia e étrica é através da diferença de potencia entre dois metais diferente s. Essa chave contro a a resistência. (16) na posição temos a posição inverno do chuveiro. em qua quer das pos síveis formas de comunicação ega mente reconhecidas.Superior de Brasí ia-DF A iberdade de expressão deve ser garantida — em todas as nações do p aneta — como forma d e se preservar o direito do cidadão de manifestar ivremente seus pensamentos a re speito de todo e qua quer assunto ao qua queira se referir. encontramos âmpadas incandescentes de diversas potências e tensões (vo tagens.  60. (16) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é igua à corrente e étr ica que passa pe a âmpada de 100W/127V. com tensão de traba ho de 127V.p. ( ) Uma pi ha é um objeto dentro do qua ocorre uma reação qua quer de e etró ise. ( ) Energia e étrica é aque a criada por um resistor. como resposta.Chave 16 É correto afirmar que quando a chave está (01) na posição A. em uma rede e étrica de 110V. I. Dê. verão (ou morno) e inverno (ou quente).) de traba ho. ( ) Uma pi ha é um gerador de corrente a ternada. formado por dois metais e um condutor.E. pode-se dizer que a energia e étrica é necessária também par garantir o direito de o ser humano se expressar ivremente. (02) na posição B. como resposta. que são conectados por um meio condutor. temos a posição verão do chuveiro. temos a p inverno do chuveiro.E etrodinâmica Avançar  Uti izando o texto acima como referência ju gue os itens. Portanto. ( ) A diferença de potencia citada no texto pode ser uti izada para formar pi has. UFMS A maior parte dos chuveiros e étricos possui três posições da chave que contro a a temperatura: frio. é correto afirmar que (01) a potência dissi pada pe a âmpada de 100W/120V é maior que a potência dissipada pe a âmpada de 100W/127 V. atribuindo a essa resistência um comprimento míni mo ou máximo. em vez de uma âmpad a de 100W. do chuveiro.d. Em boa parte desses processos são uti izados meios que requerem energia e étrica para seu funcionamento. (04) a resistência e étrica da âmpada de 100W/120V é menor q ue a resistência e étrica da âmpada de 100W/127V. a soma das a ternativas corretas. d. conforme a posição da chave (veja a figura desta questão). com tensão de traba ho de 120V. Se usarmos. Dê. A B C                                                                        . (04) na posição B. (02) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é maior que a que pass a pe a âmpada de 100W/127V. (08) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é menor que a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/1 27V.

a diferença de potencia na bateria B. (04) imediatamente após a chave S ser fechada.63. é correto afirmar que (01) a corrente e étrica é mais intensa no resistor R1 do que no resistor R2. passa através do gerador uma carga tota de 1 C. (02) há mais dissipação de energia no resistor R2. Unicap-CE Um chuveiro e étrico apresenta a inscrição 220 V – 4400 atts. a soma das a ternativas corretas. Dê. GABARITO 65. a corrente começa a f uir na bateria B e então se propaga em direção das resistências R1 e R2. a corrente no chuveiro é 20 A. (16) a soma das dife renças de potencia entre os pontos I e II com a diferença de potencia entre os pon tos II e III é em módu o. Unicap-PE No circuit o abaixo. A corrente I2 é menor do que a c orrente I3. ( ) Qu ando igado corretamente. A resistência equiva ente do circuito é 20 W. como resposta. sendo a constante de p roporciona idade um número independente do materia chamado de resistividade e étric a. ( ) A resistência e étrica de um condutor é diretamente proporciona ao seu co mprimento e inversamente proporciona à sua área transversa . Em 5 s. ( ) Sua resistência é 11 W. igua a V. A potência tota dissipada n o circuito é 500 W. durante cinco minutos. (08) as duas resistências R1 e R 2 podem ser substituídas por uma única resistência de va or 11R1. 64. suposta id ea . todos os resistores ficam submetidos à mesma diferença de potencia . IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) Quando igada corretamente. UFMS Considere o circuito abaixo: B + V R2 = 10 R1 I R1 II R2 III S 17 Após fechar a chave S. o chuveiro consome 15000 J de e nergia. a corrente I1 é igua a 5 A.E etrodinâmica Avançar     £                           . ( ) Em uma igação em série. O gerador e os fios de igação são ideais. I2 3Ω 8Ω A 6Ω 10Ω B I1 I3 ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) O potencia do ponto A é maior do que o do ponto B.

£                       . 3 18 + + W W + + – – W W – – Marque a a ternativa correta: a) João tem razão porque a mesma corrente está passando pe as âmpadas nos dois casos. GABARITO 68.d. pois a corrente no cir cuito é nu a.5 V. a d. A potência tota dissipada nos resistores. bem como os fios de igação e o gerador. Unicap-CE Na figura. verificada n a primeira situação. Nesta situação o circuito adequado para a me hor uti ização das âmpadas é: a) 220 V R2 R R1 com R = R1 + R2 b) 220 V R R1       67.p. c) João tem razão porque em ambos os casos a d. S A 2Ω 32V 6Ω 3Ω B ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Com a chave S aberta.d. a d.p através do resistor de 2 W é 16 vo ts.d. E e faz as duas associações representadas su tam aparentemente na mesma uminosidade e então vai obre os circuitos. U.66. d) Manue tem razão porque a d. quanto S está fechada. Fechando-se a chave S.d. Juiz de Fora-MG Manue tem duas âmpadas de as de 1.p entre os pontos A e B é zero. a que cada uma das âmpadas está submetida na segunda situação é o dobro da d. a chave S é idea . Fechando -se a chave S. verifica que ambas re discutir com seu amigo João s Manue acha o contrário.p. mas anterna idênticas e duas pi h abaixo. passará através do gerador uma corrente de 8 A. a corrente no resistor de 6 W é 8 A. F. a que e stá submetida cada uma das âmpadas é a mesma.d. João acha que são equiva entes.p. é 256 atts. b) Manue tem razão porque deve-se considerar a resis tência interna das pi has. Fechando-se a chave S. Unirio É necessário igar três âmpadas em tensão igua a 110 V com uma fonte de 220 V .

R1.R1 + RR2 + R1.R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) c) 220 V R R1 R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) IMPRIMIR d) R 220 V R2 R1 com Req = (R.R2)) R2 e) 220 V R R1 com R = R1 R2 2 R2 + R2 1 2 Vo tar FÍSICA .R2 / (R.E etrodinâmica Avançar   .

a inte nsidade da corrente. E. c) 5 A. 19 GABARITO 01) R2 e R3 estão igadas em série e R1 em para e o. b) 8 A. Considerando desprezíve a resistência i nterna da bateria. 70. assina e o que for correto. Ponta Grossa-PR Sobre as diferentes intensidades de corrente que são possív eis no circuito seguinte. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas.2 A. indicada no amperímetro.6 A. igua a 1. in dicada no amperímetro. é 0. R2 e R3 impõem ao circ uito uma intensidade de corrente igua a 0. U. 08) A vo tagem entre A e B va e 20 V. 2Ω A 12 Ω 40 Ω 40 Ω 10 Ω B UAB = 200 V Para este caso. é 1. a intensidade da corrente. U. R2 = R3 = 10 Ω e R4 = 50 Ω. 16) A eitura no amperímetro A2 é de 2 A.E etrodinâmica Avançar                           .8 A. A diferença de potencia entre os pontos A e B é igua a 200 V. conforme os resistores que se encontrem conectados a e e. 08) R1.09 A. UFR-RJ No circuito abaixo os resistores estão associados em série e para e o. E.92 A. 04) Estando conectados ao circuito R1. a inten sidade da corrente é 1. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. indicada no amperím etro. R1 = 20 Ω. 04) A eitura do amperímetro A1 é de 5 A. 32) A potência dissipada em R1 é o dob ro da potência dissipada em R2. e es he impõem uma intensidade de corrente. 02) Estando conectado ao circuito apenas R1.69. Maringá-PR No circuito esquematizado a seguir . e) 3 A. 7 1. d) 6 A. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . assina e o que for correto: 01) Estando conectados ao circuito apenas R1 e R3. = 270 V. R2 e R3. 16) Estando conectados ao circu ito apenas R1 e R2. a intensidade da corrente e étrica no resistor de 2 Ω é: a) 2 A. 02) A resistência tota do circui to va e 60 Ω.

20 e) a corrente e étrica que passa em R1 é quatro vezes maior do que a que passa em R2 . R2 = 40 Ω. e) Nenhuma das afirmativas é verdadeira. três resistores. eia as afirmativas abaixo I.E etrodinâmica Avançar                           . U.72. b) Apenas II e III são verdadeiras. Assina e a a ternativa correta. II. em que A é uma máquina de avar ouça (2. b) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R2 é duas vezes maior do que nos extremos de R1. Vo tar FÍSICA . c) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R1 e no s extremos de R3 é de mesmo va or. O disjuntor não desarmará quando só o freezer estiver funcionando. IV. C é uma fonte de 110V e D é um disjuntor de 20A. O disj untor desarmará quando só o freezer estiver funcionando. IMPRIMIR d) Todas as afirmativas são verdadeiras. B é um fre ezer (700 W). d) a corrente e étrica que passa em R2 é de mesmo v a or do que a que passa em R3. a) Apenas I e II são verdadeiras. 73. O disjuntor desarmará quando só a máquina d e avar ouças estiver funcionando. c) Apenas III e IV são verdade iras. III. um estuda nte armou o circuito abaixo. Caxias do Su -RS A figura mostra um circuito e étrico com um gerador de 9 V . O disjuntor não de sarmará quando os dois apare hos estiverem funcionando simu taneamente. E=9V R1 R3 R2 É correto afirmar que: a) as correntes e étricas que passam em R1 e em R3 são de mesmo va or. R3 = 10 Ω. R1 = 10 Ω. D A B C GABARITO Considerando os dados fornecidos. Cefet-RJ Ao rea izar simu ações de efeitos e étricos em um computador.700 W). e fios para conexões.

El trodinâmica Avançar                                                                                                           . PUC-RS Com os int rruptor s CH1 f chado CH2 ab rto. 75. GABARITO A figura r pr s nta um g rador id al d t nsão. II. Um próton é abandonado no ponto P d uma r gião ond xist um campo létrico (visua lizado p las linhas d força). b) Ap nas I é INCORRETA. qu val a) 4W d) 10W b) 6W ) 12W c) 8W IMPRIMIR Voltar FÍSICA . c) I III são INCORRETAS. INSTRUÇÃO: R spond r à qu stõ s 75 76 com bas na figura informaçõ s abaixo. U. pod -s afirmar qu o próton não s guirá a traj tória coi ncid nt com a linha d força do campo. ntão o obj to s tá carr gado com carga d sinal oposto à do bastão. Uberaba-MG Ana ise as afirmações abaixo e responda de acordo com o código que s e segue. ind p nd nt do s ntido (horário ou anti-horário) da corr nt . três r sistor s dois int rruptor s (chav s).74. é d 4 V. I. o r sistor d 10 ohms é o qu dissipa m aior potência. S um bastão carr gado l tricam nt atrai um p qu no obj to. a) I II são INCORRETAS. P 21 III. d) Ap nas III é INCORRETA. Consid rando qu a única força atuant sobr l s ja a x rcida p lo r f rido campo. O va or de ε para qu a corr nt no circuito s ja d 2 A. a dif r nça d pot ncial ntr os pontos B C val a)10 V d) 17 V b)12 V ) 20 V c)15 V 76. PUC-RS Com os dois int rruptor s f chados.

como r sposta. PUC-RS O dispos itivo do automóv l qu transforma n rgia m cânica m n rgia létrica d nomina-s a) bat ria. C f t-PR Quando dois fios condutor s (“X” “Y”) d substâncias d tamanhos dif r nt s são associados m paral lo são ligados a uma font d l tricidad . c) o fio d m nor r sistência ficará mais aqu cido. PUC-RS Uma força l tromotriz contínua s conform r pr s nta o squ ma abaixo. c) motor d partida.77. Voltar FÍSICA . b) o aqu cim nto s rá igua l para ambos. 22 GABARITO A dif r nça d pot ncial. S . obs rv ar-s á qu : a) aqu c rá mais. a uma m sma t mp ratura. 78. no ntanto ss s condutor s for m associados m séri o circuito formado for ligado à m sma font d t nsão.El trodinâmica Avançar                79. ) alt rnador . UFSC Dados os gráficos abaixo. d) r gulador d voltag m. m volts. val a) 20 b) 15 c) 10 d) 8 ) 6 80. b) bobina. o fio d maior r sistividad . ntr os pontos A B do circuito. a soma das alt rnativas corr tas. d) o fio “X” aqu c m nos qu o fio “Y”. (01) (02) (04) IMPRIMIR (08) (16) (32) Dê. obs rva-s qu o aqu cim nto do fio “X” é maior qu o do fio “Y”. assinal aqu l (s) qu po d (m) r pr s ntar r sistência ôhmica. constant é aplicada sobr dois r sistor                                                                                                       . ) o aqu cim nto maior s rá o do fio mais fino.

São Carlos-SP No circuito da figura. R2 R3 conform indicado. D ntr ssas. aqu la qu apr s nta a ma ior r sistência létrica ntr s us t rminais é a) b) c) d) ) 23 a) b) c) d) ) 3/8 8/3 5/8 8/5 1 GABARITO IMPRIMIR Os r sistor s têm r sistência R. t m f m constant r sis  82. para qu a r sistência quival nt ntr os pontos A B da associação da figura s ja igual a 2 R2 a razão r = R2/R1 d v s r                                                                                       . U. F. 2 4 b) i P . os vários l m ntos têm r sistências R1. ITA-SP No circuito létrico da figura. Pod s afirmar qu . Voltar FÍSICA . os valor s da int nsidad da corr nt da potência dissipada s rão. ) 2i 4P. Sab -s qu .81. Sab ndo qu R3 = R1/2. a int nsidad da corr nt létrica qu p rcorr o circuito é i a potência n l dissipa da é P. a font tência int rna d spr zív l. Fuv st-SP Dispondo d p daços d fios 3 r sistor s d m sma r sistência. r sp ctivam nt . f chando a chav . d) 2i 2P. 2 2 c) i P. a) i P .El trodinâmica Avançar                  83. foram montadas as con xõ s apr s ntadas abaixo. quando a chav C stá ab rta. iguais.

25 Ω 0. portanto. ( ) A corrente e étrica que percorre cada pi ha tem intens idade igua a 0.5 V + 1.5 V 1. fornecendo.5 V. Com a passag m d corr nt . ( ) A âmpada c onsome uma potência e étrica igua a 0. as resistências dos fios de igação nu as e o amperímetro idea .ddp 100 Ω 200 Ω 300 Ω a) Qua a potência tota dissipada em um teste com uma pi ha nova? b) Quando o ind icador do resistor de 200 deixa de “ac nd r”. a int nsidad d corr nt i2 val 125 mA. quando em operação. e a tensão e étrica entre seus terminais va e 1.10 ampère. o indicador d 300 Ω já não “ac d ”. Uma pilha nova é capaz d forn c r uma dif r nça d pot ncial (ddp) d 9. A pa rtir d qual ddp a pilha é consid rada d scarr gada? 85. IMPRIMIR Vo tar  84. UEMS No circuito abaixo.25 Ω A M 1. uma âmpada incandescente. cuja resistência interna va e 5.10 W.6 V 3. um motor e étrico (M) e um amperímetro (A). Considere o circuito operando com todos os va ores nominais. Com uma ddp m nor qu 9. uma vo tagem ao circuito igua a 3.0 V. não dissipando energia por Efeito Jou e. ( ) O amperímetro. cuja eitura. a pilha é consid rada d scarr gada. Sobr cada r sistor é aplicado um mat rial qu muda d cor (“ac nd ”) s mpr qu a potência n l dissipada passa d um c rto valor.0 V. A ddp da pilha vai diminuindo à m dida qu a pilha vai s ndo usada.0 V Ana ise as afirmações a seguir e escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas fa sas. ( ) Os dois geradores do circuito estão associados em série . O valor d E1 é: 24 a) b) c) d) ) 2.0 V.0 Ω. constituído d e duas pi has secas de 1.0 V 0V 4.                                                                                                            . em operação norma .5 V + 10 Ω GABARITO 0.Cató ica-DF O esquema representa um circuito de corrente contínua. O t stador é fo rmado por 3 r sistor s m paral lo como mostrado squ maticam nt na figura abai xo. indica 0. Unicamp-SP Algumas pilhas são v ndidas com um t stador d carga. qu é o m smo para os três indicador s. o qu faz os 3 indicador s “ac nd r m”. não contr ibui para a resistência tota . U. 1.10 A.0 V. os r sistor s dissipam potência s aqu c m. ( ) O motor e étrico M é um receptor. insta ado corretamente em série com o circuito.0 V 100 Ω i2 20 Ω 10 V 50 Ω E1 86.

E etrodinâmica Avançar  .FÍSICA .

( ) O s ntido da corr nt no ramo CD é o m smo com a chav ab rta ou f chada. A figura abaixo mostra um g rador. ou s ja.E etrodinâmica Avançar                                                  chav                                                                               . d st tipo . Suponha d spr zív is as r sistências in t rnas do g rador da bat ria.87. UFGO Nos automóv is xist um g rador (dín amo) qu . suas indicações em ampères e em vo ts. uma bat ria r c b ndo carga duas lâmpadas. sucessivamente. por um amperímetro idea e por um vo tímetr o idea .5 A. 25 R A G B D + C + L1 L2 ( ) Ao passar m p lo int rior do g rador da bat ria. R1 = 8Ω GABARITO E = 30V M R2 = 5Ω N IMPRIMIR R = 2Ω Ligando os pontos M e N. serão a) 2 e 10 d) 3 e 15 b) 2 e 15 e) 3 e 30 c) 3 e 10 Vo tar FÍSICA . A partir dessas infor mações. acionado p lo motor. stab l c ndo uma corr nt m um circuito ond xist uma r sistência R. respectivamente. ( ) o princípio da cons rvação da n rgia xig qu a potência forn cida p la bat ria s ja dissipada nas r sistências pr s nt s no circuito. a corr nt létr ica no g rador é a m sma qu passa m cada lâmpada. as cargas létricas ganham n rgia létrica. 88. pode-se afirmar que: V R ε A r ( ) a l itura no amp rím tro é d 10 A a l itura no voltím tro é d 2 V. a outra ac nd rá m smo assim. C ada lâmpada t m 60 W d potência. ( ) Ao f charmos a chav . com os faróis ligados ou não. G. um amperímetro e um vo tímetro considerados ideais. U. um resistor de resis tência R = 5Ω. a corr nt m cada lâmpada é 2. a fc m na bat ria é 12 V. UFSE Consid r o circuito létrico squ matizado aba ixo. L1 L2. ( ) Ao f charmos a chav . ( ) N st tipo d ligação.Cató ica-GO Na figura dada acha-se esquematizado um circuito contendo: um ge rador de força e etromotriz ε = 12V com r sistência int rna r = 1Ω. 89. A f m no g rador é 15 V. produz uma corr nt contínua usada para mant r a ba t ria constant m nt carr gada. s uma lâmpa da qu imar.

também. b) Todos os quipam ntos d d ntro da r sidência stão m paral lo ntr si. d) O fusív l ou disjuntor J stá ligado m séri com o conjunto dos quipam ntos xist nt s na casa. com a guns dos componentes e etrodomésticos identificados. ind p nd nt m nt d os outros star m funcionando ou não . UFRN A figura abaixo representa parte do circuito e étrico idea de uma residênc ia. a c asa ficará compl tam nt s m n rgia. a corr nt .90. Na corrente a terna da das residências (chamada monofásica). c) III. todos os outros co mpon nt s l tro l trônicos ficarão s m pod r funcionar. Assinal -a. a r sistência létrica quival nt da r sidência aum nta. s stiv rmos d scalços m contato co m o chão. s o d sligarmos. F N J 26 Das quatro afirmativas abaixo ap nas uma stá ERRADA. . qu ando o d sligarmos. aum ntando. o consumo d n rgia. para. UERJ A figura abaixo mostra quatro passarinhos pousados m um circuito no qu al uma bat ria d automóv l alim nta duas lâmpadas. o passarinho qu pod r c b r um choqu létrico é o d núm ro:                                                                                                                                        . III IV II S I IMPRIMIR b) II. c) O disjuntor J d v s r colocado no fio fas (F) não no n utro (N). O fio fas m pot ncial létrico d aproximadam nt 220 V m r lação ao n utro ou m r lação a nós m sm s (também somos condutor s d l tricidad ). pois. os dois fios recebem os nomes de “fas s” (F) “n utro” (N) ou “t rra” ( não “positivo” “n gativo”. Voltar FÍSICA . pois cada um d l s pod funcionar. d) IV. pois. como m corr nt contínua). por cons guint . S.El trodinâmica Avançar           Ao ligar-s a chav a) I. por x mplo. faz rmos um d t rminado s rviço létrico. GABARITO 91. liminando-s qualqu r possibilidad d risc o d um choqu létrico. a) Quando todos os quipam ntos stão funcionando.

A força e etromo triz tem va or igua a 18 vo ts. R1 A i E R4 A R2 R3 Neste caso. em ampères. 1 aquecedor de 2500W.E etrodinâmica Avançar                              . II. um va or igua a: a) 15 d) 35 b) 20 e) 50 c) 25 IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . III. E. o vo tímetro e o amperímetro são ide ais. assina e o que for correto: GABARITO 01) A intensidade da corrente e étrica que circu a no resistor R5 = 20 Ω é 1 A. 94. R1 = R2 = 12 Ω e R3 = R4 = 6 Ω. 1 microcomputador de 180W. UFRJ No circuito esquematizado na figura. 93. Ne e são igados: I. U. sabendo que a resistência interna do gerador é despr ezíve . Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. 16) A potência tota forne cida ao circuito é 900 W.0 Ω 6. 8. 4 âmpadas de 100W. UFR-RJ No circuito létrico abaixo. e m. Ponta Grossa-PR Sobre o circuito de corre nte contínua representado abaixo. Cef et-PR Um circuito e étrico de uma residência é servido pe a rede de energia e étrica que apresenta uma tensão igua a 127V.92.0 Ω Ca cu e a indicação do vo tímetro.0 A. b) A ddp entre A e B. do gerador é 180 V. determine: a) A intensidade da corrente e étrica i. O amperímetro indica 2. 08) A en ergia consumida no resistor R6 = 5 Ω em 2 segundos é 160 J. 04) A tensão no resistor R1 = 15 Ω é 40 V. 02) O va or da f.0 Ω A 27 2. 95. no mínimo.0 Ω V 3. O fusíve recomendado para proteg er o circuito deverá apresentar.

por uni dade de equipamento. ss conjunto d células é capaz d g rar t nsõ s d até 480 V. o consumo de energia da ge adeira é menor do q ue o consumo tota dos dois te evisores.20. quan do a corrente u trapassa um certo va or. se o kWh custa R$ 0. 32) Em 30 dias. UFSC O quadro abaixo apresenta os equipamentos e étricos de maior uti ização em um a certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. uma chave que abre. Tempo médio Energia de uso ou diária Quantidade Equipamento Potência funcionamento con sumida diário 04 03 04 03 02 02 01 01 âmpada âmpada âmpada âmpada te evisor chuveiro e étrico máquina de avar ferro e étrico secador de cabe o ge adeira 25 W 40 W 60 W 100 W 80 W 6500 W 300 W 1200 W 1200 W 600 W 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h 200 Wh 28 01 01 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) Somente os dois chuveiros e étricos consom em 195 kWh em trinta dias.96.32. diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro.0 A. isto é. e a e tá igada a um disjuntor. GABARITO 64) Em 30 dias. com d scargas qu produz m corr nt s létricas d int nsidad máxima d até 1. o núm ro n d células létricas qu um poraquê pod t r. Vunesp O poraquê (e etro phorus e ectricus) é um peixe provido de cé u as e étricas (e etrocitos) dispostas em série. o consumo de energia das âmpadas é menor do que o consumo da ge ade ira. a) Faça um squ ma r pr s ntando a associação d ssas células létricas na cauda do poraquê. b) Qual a potência létrica máxima qu o poraquê é capaz d g rar? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Num spéc im típico. é R$ 16. Justifiqu a sua avaliação. interrompendo o circuito. Todos os equipamentos estão igados em uma única rede e étrica a imentada com a vo tagem de 220 V. 97. o cons umo tota de energia e étrica em 30 dias é igua a 396 kWh. 02) Considerando os equipamentos re acionados.5 kWh em trinta dias.El trodinâmica Avançar                                                                                            . estando igados em uma mesma rede e com um único disjuntor. 08) Se os dois chuveiros forem usados simu taneamente. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. Indiqu .060 V). Cada cé u a tem uma fem ε = 60 mV (0. 04) É possíve economizar 32 . enfi eiradas em sua cauda. este teria que suportar correntes até 40 A. n ss s qu ma. Para proteção da insta ação e étrica da residência. 16) Em tr inta dias. a despesa correspondente apenas ao consumo da s âmpadas.

0. ) 3. a fonte é uma bateria de fem ε = 12 V. Vunesp No circuito da figura.E etrodinâmica Avançar                                                                         . A força e etromotriz e do gerador idea va e: 29 a) b) c) d) e) 12 V 10 V 8V 6V 4V 100. c) 11 8.) IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . em que as resistências e étricas da bateria. despreza do apenas a resistência dos fios de igação. Vun sp A figura r pr s nta squ maticam nt o circuito int rno d um chuv ir o létrico cujos valor s nominais são: 220V. d) 8. r sp ctivam nt d a) 19 15. 4400W/6050W.4 A. do am perímetro e do vo tímero são r = 1.98. coloca o tr cho AB m curto. V representa um vo tímetro e A um amperímetro. ou seja. b) em condições reais. o r sistor t m r sistência R = 1000 Ω. quando ligada. Pod -s afirmar qu as r sistências létricas dos tr chos AC BC d ss fio são. 99. supondo que o s fios e o amperímetro não tenham resistência e étrica e a resistência e étrica do vo tímet seja infinita. GABARITO Determine a eitura desses medidores: a) em condições ideais. Os t rminais A C são ligad os à t nsão da r d a chav K. a corr nt létrica qu passa p lo r sistor d 20 Ω tem intensidade 0. respectivamente.0.0 5.0 2.0. Mack nzi -SP No circuito ao lado. b) 13 11.0 Ω. (Nos seus cá cu os. RA = 50 Ω e RV = 10000 Ω. não é necessário uti izar s de três a garismos significativos. m oh ms.

UEMS A carga armazenada pe o capacitor do circuito é: 5 ηF 30 9V 2Ω a) 4.E etrodinâmica Avançar          101.5.10–9 C e) 4.0.10–6 C 103.10–7 C d) 4. o circuito acima. ( ) a potência dissipada pe o resistor de 30 Ω era menor do que a potência dissipada pe o resistor de 20 Ω situado entre os pontos B e G. ( ) a ddp entre os pontos A e B e ra igua a ddp entre os pontos D e E.0 V d) 9.5.0. Vo tar FÍSICA .a) 3. UFGO 8Ω A B C D GABARITO 20 Ω 60 V 20 Ω C 30 Ω H G F E Um estudante encontrou.10–8 C b) 4. Mackenzie-SP Na associação ao 4 µF é: ado.5 Ω.5 V 102.p.0 V b) 4. e que ( ) a resistência equiva ente do circuito era 15.10–8 C c) 3. entre as armaduras do capacitor de     .0 V e) 13.5 V c) 6.d. em um aboratório de e etricidade.0. a d. e e verificou que o capacitor C estav a carregado. IMPRIMIR ( ) a corrente entre os pontos C e F era nu a. Uti i zando instrumentos de medidas apropriados.

induz uma corrente e étrica no paine . a soma das a ternativas corretas. L2. como resposta. a soma das a ternativas corretas. (16) A p otência dissipada pe a âmpada L1 é igua a Ri2. UFMT Sabe-se que é proibido co ocar painéis metá icos embaixo das inhas de a ta tensão. L1.104. o f uxo do campo e étrico. o f uxo do campo magnético. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. induz uma corrente e étrica no paine .E etrodinâmica Avançar  (32) Abrindo-se a chave CH. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . (04) quando o paine é erguido para e o ao fio. UFBA O circuito esquem atizado abaixo. Dê. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . (08) A eitura de A2 é a mesma de A3. A2 e A3. 02) A eitura de A1 é igua à soma das eituras de A2 e A3. como respost                                                                            . O motivo para essa proibição é que (01) quando o paine é erguido para e o ao fio. (02) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. induz uma corrente e étrica no paine . (04) A resistência interna do vo tímetro é infinitamente pequena. conc ui-se: (01) A queda de tensão provocada pe o conjunto das quatro âmpadas equiva e à provocada por uma única 5R âmpada de resistência e étrica igua a Ω. induz uma corrente e étric a no paine . (16) a corrente e étrica induzida no paine é uma corrente contínua. uminosa de L3 diminui. Adm ite-se que a resistência e étrica dos fios de igação é desprezíve e que os medidores são ais. três amperímetros. e quatro âmpadas iguais. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . o f uxo do campo magnético. o f uxo do c ampo e étrico. 105. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o p aine . U i 31 A1 L2 A2 L1 L3 L4 A3 CH GABARITO Sendo assim. Dê. percorrido pe a corrente i. cada uma de as com resistência e étrica ôhmica igua a R. uma chave disjuntora CH. p or esse motivo. compõe-se de uma fonte de tensão U. podendo. um vo tímetro V. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato co m o paine . a intensidade a. L3 e L4. A1. (08) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio.

Com o cursor na posição indicada. b) Apenas I. a um fio de resistividade ρ = 20 X 10-5 Ω. c) I e II. U. como mostra a figura. 2m B fio cursor 1m A R r GABARITO As seguintes afirmações são feitas: I.m. II. UFRJ O esquema da figura mostra uma parte de um circuito e étrico de corrente contínua. ε = 30 V r sistência int rna r = 1 Ω está ig ada. a eitura no amperímet ro diminui. Viçosa-MG Uma bateria de f. a potência dissipada no fio é de 50 W. a) I e III.E etrodinâmica Avançar   a) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora aberta.106. A ssina e a a ternativa correta. 1Ω 2A 1Ω V 32 107. comprimento 3 m e área de seção transversa S = 2 x 10-4 m2. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências va em 1 Ω cad a uma. III. Na posição indicada do cursor. Des ocando-se o cursor na direção do ponto B. a eitura no ampe rímetro é de 5 A. d) II e III. b) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora fechada.m.e. F. O vo tímetro está igado em para e o com uma das resistências. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . O amperímetro A tem resistência R = 3 Ω.                         .

o int rruptor mantém o circuito ab rto o capacitor. b) a carga létrica no ca pacitor é nula. Cefet-PR O circuito representado contém um gerador idea “E”. construído com 3 r sistor s d r sistência R. Acionando-s o int rruptor. VA = 100 V CB = 8 µF. C f t-PR Dois condutor s isolados. s R1 = 3 R. ) n n uma das r spostas a cima é corr ta. S colocarmos st s condutor s m contato. ass ntado nas ar stas d um t tra dro. um r sistor “R”. um cap acitor “C” um int rruptor “I”. d scarr gado. VB = 100 V. a fixar-s m: a) 0 b) 3 c) 6 d) 9 ) 12 33 109.0 10–6 F. m volts. Inicialm nt . possu m as s guint s caract rística s: CA = 12 µF. 110 . ITA-SP Consid r o circuito da figura. uma bat r ia d t nsão U um capacitor d capacitância C. pod -s afirmar qu IMPRIMIR GABARITO a) a carga létrica no capacitor é d 2. W T. após t r d corrido um c rto t mpo. d) 50 V. Supondo qu o circuito st ja m r gim stacionário. ) 40 V. s R1 = 3 R.El trodinâmica Avançar                                                                                                  . A B.108. a t nsão no capacitor t nd rá. Voltar FÍSICA . s R1 = R. o pot ncial comum s rá: a) 100 V. um r sistor d r sistência R1. d) a t nsão ntr os pontos W S é d 16 V. O ponto S stá fora do plano d finido p los pontos P. s R1 = 3 R. b) 60 V.0 V. c) 0 V. c) a t nsão ntr os pontos W S é d 2.

a dif d suportar é igual m quilíbrio stáv ra d massa m carga q stá susp nsa por um fio frágil in xt mat rial l tricam nt isolant . Para qu a sf ra p rm n ça imóv l. Na fac int rna d uma das placas ncontra-s uma partícula d massa m ca rga q pr sa por um fio curto in xt nsív l. A v locidad da partícula no mom nto do impacto r sultant . O fio é rompido subitam nt a partícula mov -s m dir ção à outra placa. l. como mostra a figura. A sf ra s ncontra ntr as um capacitor plano. Consid r qu não aja atritos outras r sistências a qualqu r movim nto qu s ja M a massa do conjunto capacitor mais carrin o. Por simplicidad . ITA-SP Um capacitor plano é formado por duas placas paral las. vista por um obs rvador fixo ao solo. A distância ntr a r nça d pot ncial ntr as m smas é V o sforço máximo qu o fio po ao quádruplo do p so da sf ra. O c apacitor stá rigidam nt fixado m um carrin o qu s ncontra inicialm nt m r pouso. s paradas ntr si d uma distância 2 a. consid r ainda a in xistência da ação da gravidad sobr a partícula. g rando m s u int rior um campo létrico uniform E. ITA-SP Uma sf nsív l. é a) b) c) d) ) 34 4qEMa m(M + m) 2qEMa m(M + m) qEa (M + m) 4qEma M(M + m) 4qEa m GABARITO g d 2 a) q V d qV b) d c) q V d qV d) d ) q V d < 15 m g 2 IMPRIMIR < 4 (m g)2 2 < 15 (m g)2 2 < 16 (m g)2 2 > 15 m g Voltar FÍSICA . é n c ssário qu                                                                           .111.El trodinâmica Avançar                                                    112. f ito d um placas paral las d s placas é d.

m cada um dos ramos do circuito. são associados.a) I1 = I2 = I3 b) I1 = 2 I2 = 2 I3 c) I1 = 2 I2 = 4 I3 d) I2 = 2 I1 = 4 I3 ) I 3 = 2 I1 = 4 I2 I R R I2 R I I3 R 114. Salvador-BA Três fios idênticos. A. B C. A r lação ntr as corr nt s I1. vista pe os terminais A e B. é: R I1                                 . A resistência e étrica equiva ente ao trecho do c ircuito. UFSE Cinco resistores são associados como mostra o esquema. b) conservação da energia e ét − i2 i1 i2 i3 i3   113. em ohms. A resistência equiv a ente da associação. va e a) 270 b) 180 c) 90 d) 45 e) 30 40 Ω 50 Ω A 90 Ω B 40 Ω i1 50 Ω GABARITO 116. I2 I3. U. O princípio imp icitamente uti izado no estabe ecime nto dessa equação foi o da a) conservação do campo e étrico. cada r sistor t m uma r sistência létrica igual a R a corr nt total do circuito é igual a I. é igua a 1) 1 2) 2 3) 3 4) 4 5) 5 A B C 35 115. conforme a figura. as quais se re a cionam pe a equação i1 = i2 + i3. i2 e i3. UFRN O circuito da figura abaixo i ustra uma associação mista de re+ sistores a imentados por uma bateria que produz as correntes i1. em Ω. d r sistência létrica igual a 3Ω cada . UFPE No circuito abaixo.

IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrodinâmica . Toda vez que Clara S1 S2 liga o interruptor S2. d) maior que a corrente que circulava antes e a tensão é menor que 220 V. L1 e L2. observa que o “relóR gio” passa a mar car mais rapidamente. b) maior que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. Compõem esse ramo um “relógio L1 L2 medidor de luz”. um interruptor ligado. c) menor que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. S2. d) conservação da carga elétrica. 220V 117. é: a) igual à corrente que circulava antes e a tensão é maior que 220 V. duas lâmpadas. após o interruptor S2 ser ligado. S1. e um interruptor desligado.i1 c) conservação do potencial elétrico. R. Isso acontece porque a corrrente que circula no “relógio medid or de luz”.UFRN A figura ao lado representa um ramo de uma instalação elétrica residencial al imentada com uma tensão de 220 V.

pe o menos.25 1. que é de corrente a ternada (CA) e com tensão de 220 V. os resistores são ôhmic os e os fios de igação e o gerador são ideais.E etrodinâmica Avançar                                         ¦          . Determine. porque tensão só pode ser baixada. Joãozinho. e. GABARITO Vo tar FÍSICA . 110 V.0 4. U. Sa vador-BA Sendo a força e etromotriz de uma bateria igua a 15V. b) só será a cançado se a i nha te efônica tiver tensão de. com tensão de 45 V.0 50Ω R1 40Ω R3 I2 10Ω R2 I3 20Ω R4 60V 36 119. 6Ω 2Ω 3Ω K 6V IMPRIMIR 121. 120. pensou em fazer um transformador e evador de tensão. o rendimento da uminária cairá um pouco em re ação ue e obtido quando a uminária é igada na rede convenciona .118. pe a impossibi i dade de se e evar tensão contínua para tensão a ternada somente com um transformador. pe a ei de Faraday. d) não será a cançado. para usar na uminária de sua mesa de estudo. c) não será a cançado. não. 5 ) a energia química que se transforma em energia e étrica é de 15J para cada 1C de car ga que atravessa a bateria. e evada. Devido a uma freqüente fa ta de energia na inha convenciona de sua casa. em jou es. estudante do ensino médio. Sa vador-BA No circuito. Pode-se dizer que o objetivo de Joãozinho. a razão . Unifor CE Considere o esquema ao lado. U. e funciona de forma independente da rede e étrica convenciona . 4) é necessária uma força de intensidade igua a 15N para cada 1C de carga que atravessa a bateria. a) se rá a cançado. fechando-se a chave K por 5 segun dos. I2 No circuito representado. mas. 2) a resistência interna da bateria é de 15Ω. UFRN A inha te efônica fixa residencia é movida a corrente e étrica contínua (CC) . enI3 tre as intensidades de corrente elétrica nos resistores R2 e R3. a quantidade de ca or que pode ser produzida pe os resistores. é a) b) c) d) e) 0. 1) a co rrente fornecida pe a bateria é de 15A. Sua idéia é tirar energia da tomada do te efone (o que é proibido por ei) e usá a numa situação de emergência.0 5. 3) a potência fornecida pe a bateria para o circuito externo é de 15W.20 0.

p is stá no m smo pot ncial da T rra. tanto na parte de baixo como na de cima da escada (através do s interruptores 1 e 2. ra pr ciso qu . (L mbr -s d qu o fio d nominado “fas ” pod apr s ntar p rigo d c oqu . stavam instalados. por t r uma dif r nça d p ot ncial m r lação à T rra. quando o disjuntor foss d sligado. para as finalidad s pr t ndidas. UFRN Nicéia estava aprendendo a fazer insta ações e étricas residenciais e foi enca rregada de fazer uma insta ação na parede atera a uma escada. para s faz r um cons rto na instalação. nquanto qu o fio d nominado “n utro” não apr s nta p rigo. o circuito não of r c ss p rigo d c oqu a qu m fiz ss o r paro.) 37 GABARITO Quando Nicéia apr s ntou à sup rvisora o squ ma inicial do trabal o. uma tomada e um disjuntor. a) o int rruptor 1 a tomada. c) o disjuntor o int rr uptor 2. d forma incorr ta. b)a tomada o disjuntor. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . d)os int rruptor s 1 2. Era preciso que a âmpada pudesse ser igada e des igada. conhecidos como interruptores “t r -way”).El trodinâmica Avançar                                                                                              . Por outro lado. Essa insta ação deveria conter uma âmpada. sta concluiu qu .122. A fig ura abaixo mostra o squ ma inicial d Nicéia para ss circuito.

F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1 1. 20 60. 4 + 8 + 16 71. C IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA . F-V-V-V-F 20. C 58. B 69. F-F-V-F-F 63. A 25. A 12. E 11. 04 2 8. U = 10V 53. 1 3 39. 31 2. 1 + 4 + 8 22. 55 7. B 80. D 32. C 18. V-V-F-F-F 66. 1 + 2 + 8 + 16 49. A 42. E 44. A 47. C 75. V-F-F-F 4. A 54. C 34. D 16. a) 0. A 33. 37 81. 05 9. B 68. D 13. 26 64.20 45. 15 3. 13 61. V-V-F-V-F 19. D 41. A 57. a) 55Ω b) 2A 23. E 79. 52 37. A 15. a) 2A b) 32W 52. A 8. C 74. D 56. B 43. V-V-F-V-F-V 50. E 51. 06 62. B 29. B 70. V-F-V-V-F 65. F-V-V-V-V 67. D 77.32.25 Ω b) 225 W 14. 2 + 4 + 16 72.E etrodinâmica Avançar   . 50 36. D 27.106 J b) R$ 2. E 26. B 46. D 4 8. 20 6. E 59. V-V-F-V-F 10. A 30. B 31. a) R = 100Ω b) 1Ω 24. V-V-F-F 35. E 55. F-V-F-F 5. F-V-V-F-V 38. a) 1. D 78. C 76. E 40. D 21. D 17. E 73.

36 V 94. 2 115. A 91. B 111. C 113. D 86. 1 + 2 + 16 106.5 W b) U’ = 7. B Voltar FÍSICA . E 109. A 1 08. a)LV = 12 V LA = 12 — 10–3 A b)LA’ = 12. B 103.Eletrodinâmica Avançar    . A 112.4 V 101. E 102. 1 + 2 + 4 + 16 97. C 92. C 90. 1 + 2 + 8 + 16 95. B 118. 01 105. V-F-F-V-V 87.3 V 85. 90 121. a) U m = = 8000 cé u as e étricas ε 1 2 3 n IMPRIMIR G A B A R IT O b) P = 480 W 98. F-V-V-F -F 89. B 100. E 114. a) 1 A b) 6 V 93. D 116. A 110. F-V 88. a) 1 V b) V = O 107. C 119. A 83. D 84.2 82. C 99. D 117. F-V-F-V 104. C 122. 5 120. C 96.5 — 10–3 A LV’ = 11. a) P = 1.

4 B. da linha . o valor do v tor indução magnética um ponto distant “5d” do fio? a) 4 B. d) 0. t m módulo “B duplicarmos a corr nt létrica. num ponto distant “d” do fio. em relação a estas barras. b) am bos vão se atrair. mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geog ráficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos. qual s rá. na direção normal. b) elas são radiais ao centro d a terra. d) vão se atrair. com os pólos magnéticos nas extremidades. Quando estas barras são aproximadas vemos que as extremidades A1 e B1 sofrem atração. Triângulo Mineiro-MG A figura representa um ímã em forma de barra. e) perdem a imantação na primeira sugestão e se atraem na segunda. na primeira sugestão e se repelir na s egunda. UFR-RJ Abaixo. podemos afirmar. M. M. Voltar FÍSICA . a segunda. da linha n. Itajubá-MG Um fio condutor retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica “I”. e) o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfic N S’ 4. as extremidades A1 e B2 sofrem atração e as extremidades A1 e C1 so frem atração. em relação aos ímãs resultante pode-se afirmar que: a) ambos vão se repelir. c nstant . A primeira. de efetuá-la na direção longitudinal. d) A e B. ) 2. na primeira sug estão e se atrair na segunda. que é(são) ímã(s) permanen : a) só A b) só B. c) vão se repelir. m módulo. 2. Unirio T rês barras de ferro de mesma forma são identificadas pelas letras A. Suas ext remidades são identificadas por A1 e A2. b) 2 B. Assim.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O 1.2 B. c) 0. N’ S GABARITO IMPRIMIR 3. e) A e C.5 B. F. Sobre as linhas do campo magnético é c rreto afirmar que: a) elas são paralelas ao equador. d) o campo magnético é mais intenso no equador. em quaisquer das duas sugestões. o valor do v tor indução magnética. B e C. c) elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. n S N 1 Suponha que se pretenda dividir esse ímã em dois e que haja duas sugestões para fazer essa divisão. c) só C. B1 e B2 e C1 e C2. em quaisquer das duas sugestões. Logo em seguida a essa divisão. as extremidades A1 e C 2 sofrem repulsão.El tromagn tismo Avançar                . F.

s gundo os istoriador s. indica qu o pólo sul magnético stá localizado próximo ao pólo nort g ográfico. b) I II. c) I III. (02) O s ntido das l n as d indução. à m dida qu s afasta da sup r fíci da T rra. p – N stas circunstâncias. (04) As lin as d indução do campo magnético da T rra mostra m qu la s comporta como um gigant sco ímã. d) Ap nas I. UFSC A figura r pr s nta as lin as d indução do campo magnético t rr str . Dê.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                                                                                                                                . i III . ao passar m nas proximidad s da T rra. são capturados p lo campo ma gnético t rr str . (1) GABARITO (2) A partir das informaçõ s acima. William Gilb rt. Atualm nt . t nd a d slocar o próton no s ntido da corr nt do fio da squ rda (A). Assinal a(s) proposição(õ s ) corr ta(s): (01) O s ntido das lin as d indução. já utilizada p los c in s s d sd o século X. Em 1600. com v locidad p rp ndicu lar ao campo magnético t rr str . UFR-RJ Dois condutor s m tálicos omogên os (1) (2) r tos xt nsos são colocados m paral lo. situados no plano do pap l. O magn tismo t rr str l vou à inv nção da bússola. com v locidad p rp ndicular ao campo magnético t rr str . são f itas as afirmaçõ s: + I. Os condutor s são p rcorridos por corr nt s létricas d m sma int nsidad . ( 2) O pólo nort da agul a d uma bússola aponta s mpr para o pólo sul magnético da T rr a. Assina l a alt rnativa corr ta. r sponda as p rguntas propostas: a) Em qu condição a fo rça magnética ntr os condutor s s rá d atração? b) Em qu condição a força magnética nt ondutor s s rá d r pulsão? 7. xplica qu a ori ntação da agul a magnética s d v ao fato d a T rra s comportar como um im nso ímã. (64) O módulo do campo magnético t rr str aum nta.2 5. v v II. las não são d sviadas porqu a força magnética é nula. com v locidad quas paral la às lin as d indução do campo mag nético t rr str . instrum nto ss ncial para as grand s nav g açõ s d scobrim ntos do século XV . constituindo bom x mplo d movim nto d partículas carr gadas m um campo magnético. sab mos qu f ix s d partículas l t rizadas ( létrons prótons). apr s ntando dois pólos magnéticos. mostradas na figura. Os dois condutor s t nd m a s afastar. indica qu o pólo nort magnético stá localizado pró imo ao pólo nort g ográfico. 6. A força magnética sobr o létron . prov ni nt s do spaço cósmico. qu é lançado à dir ita dos fios no m smo plano d l s. Ub rlândia-MG Dois condutor s longos paraA B l los. como r sposta. mostradas na figura. A força magnética sobr o próton p. t nd i a aproximar o létron do fio da dir ita (B). (16) Quando par tículas l trizadas ating m a T rra no plano do quador. Muitos são os f nôm nos r lacionad s com o campo magnético t rr str . U. a) II III. atuant sobr as partículas l trizadas qu ating m a T rra nos pólos Sul Nort g ográficos. F. apr s ntando dois pólos magnéticos. (08) A força magnética. a soma das alt rnativas corr tas. são p rcorridos por corr nt s iguais opostas. é m nor do qu sobr as partículas qu ating m a T rra no plano do quador. qu é lançado no m io ntr os fios no m smo plano d l s. m sua obra d nominada D Magn t . IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

9. pois as corr nt s létricas não g ram campo magnético. O movim nto d scrito por ss f ix : a) s rá o d um movim nto circular uniform .0 x 10-2 T sla. d) 16 x 10-16 N. UFRN Com r lação às ondas l tromagnéticas às ondas sonoras. 10. (UFR-RJ) Um próton é lançado com cidad constant V numa r gião ond xist → ap nas um campo magnético uniform B. PUC-PR A figura r pr s nta dois condutor s r tilín os colocados paral lam nt . A int ns idad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. é c to afirmar qu ambas a) s propagam no vácuo. c) ap nas III. d) II III. b) pod m s difratar. pois as corr nt s létricas têm s ntidos opostos. ) ap nas I. ) 12 x 1016 N. IV. A I. ) s rá o d um movim n to armônico simpl s. d) são polarizáv is. b) continuará r tilín o. S ndo v = 1. Os condutor s ficam suj it os a forças d orig m magnética. É corr ta ou são corr tas: a) I IV. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .0 x 105 m/s B = 5. III. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. i Consid r as afirmativas. Os dois condutor s stão subm tidos a uma corr nt létrica d m sma int nsidad i. b) ap nas II. → → GABARITO 11. pod mos afirmar qu o módulo da força magnética atuand o no próton é a) 8 x 10-16 N. c) têm a m sma v locidad d propagação na água. C f t-PR Um f ix r tilín o d létrons apr s nta uma v locidad constant igua l a 105 m/s. b) z ro. Em c rta r gião do spaço p n tra m um campo létrico uniform qu apr s nta a m sma dir ção s ntido do movim nto dos létrons. d ) s rá o d uma licóid com o ixo paral lo ao campo létrico. c) 18 x 10-16 N. II.8. mas com a v locidad progr ssivam nt d cr sc nt . c) d scr v rá um arco d parábola. con form a figura abaixo: → → 3 B → V A v locidad V o campo magnético B têm m sma dir ção m smo s ntido. conform figura. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A corr spond à soma das int nsidad s dos campos criados p la corr nt létrica m cada condutor.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                               .

Juiz d Fora-MG Um ímã é movim ntado p rp ndicularm nt ao plano d uma spi ra. ficando s mpr à dir ita la. – – – – – – – 4 P B → + + + + + + + Uma partícula com carga létrica positiva é colocada no ponto P. N S Qual dos gráficos abaixo pod ria r pr s ntar o valor absoluto da corr t ( i ) obs rvada no galvanôm tro G. como mostrado. stão r pr s ntadas duas placas m tálicas paral las. U.    . na figura. Consid rando ssas informaçõ s. assinal a alt rnativa m qu m l or stá r pr s n tada a traj tória da partícula após s r solta no ponto P. 13. xi st um cam→ po magnético uniform B. carr gadas com cargas d m smo valor absoluto d sinais contrários. III. Entr ssas placas. o ímã é aproximado da spira. p lo símbolo .a) som nt II. F. UFMG Na figura. m função do t mpo (t)? G a) b) i i IMPRIMIR t t c)                                                                       d) I  c) II  b) I   II. a) b) c) P d) P GABARITO P P 14. Inicialm nt . situado ntr as plac as. III. como mostra a figura. d pois pára por um instant ntão é afastado. O ímã não c ga a ntrar na spira. p rp ndicular ao plano da página dirigido para d ntro d sta.

a força magnética no ramo v rtical dir ito fio (A) da spira é orizontal dirigida para a squ rda. U. Afirma-s : I. F.i d) i t t Voltar FÍSICA . São corr tas: ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○                                . situados num plano.El tromagn tismo Avançar ○ ○ I 12. II. Viçosa-MG A figura mostra um fio r tilín o muito longo p rcorrido por um a corr nt i uma (A) spira r tangular p rcorrida por uma corr nt I. a spira t nd a girar no s ntii do orário. III. a spira t nd a s afastar do fio.

UFRS Selecione a alternativa que reenche corretamente as lacunas no texto abaixo. 32) a forte luz roduzida nos r elâm agos desmagnetizava as bússolas.0 • 106V/m na direção +x.0 • 10–2 T. em uma região do es aço há → um cam o elétrico uniforme. usadas em fitas magnéticas e discos de com utadores. Viçosa-MG Conforme re resentado na figura abaixo. roduzidos ela fita ou elo disco em movimento . con hecidas como mésons. U. qu s iluminam p rman c m iluminadas nquanto é mantido o m ovim nto r lativo ntr os dois obj tos. 08) o cam o mag nético roduzido elo raio odia desmagnetizar a bússola. cont n do p qu nas lâmpadas. Com esse ex erimento ode-s e dizer que a carga do méson é ositiva. II. Além da fragilidade dos navios. od emos mencionar a gravação e a leitura magnéticas. O cam o magnético tem módulo B 1. UFSC No início do eríodo das grandes navegações euro éias. Considerand o as informações acima. Um feixe de artículas eletricamente carregadas. d) A enas II é correta. na direção +y.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤   ¤  ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤   ¤ ¤                       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ . 16) as gotas de chuva elet rizadas elos relâm agos odiam danificar a bússola. calcule a força eletro motriz induzida na es ira. a b ngala é um ímã o aro é uma spira m tálica circular. Consid rando π 3 e adm itindo que o cam o magnético varie de zero a 1. B. e assa nesta região em linha reta na direção +z. a) A enas I é cor reta. Sobre esse fato. Entre inúmeras a licações.F. +z IMPRIMIR Voltar FÍSICA .40 s. Na r alidad . corria-se o ri sco de ter a bússola danificada no meio do oceano. que ficavam geralmente no convés. A idéia básica na qual se fundamenta a leitura magnética é a seguinte: va riações nas intensidades de cam os . Pod -s supor qu o plano da spira s ja mantido p rp nd icular às lin as d indução magnética durant o movim nto r lativo. I. nesta região também há → um cam gnético uniforme. as tem estades eram muito temidas. UERJ Um mágico passa uma b ngala por d ntro d um aro. a) magnéticos – magnetização b) magnéticos – correntes elétricas létricos – correntes elétricas d) elétricos – magnetização e) elétricos – cargas elétricas 5 GABARITO 18.0 • 108 m/s). Se desligarmos o cam o elétrico +x (E = 0) o feixe descreverá uma trajetória circular contida no lano xz. 04) o aque cimento do ar roduzido elos raios odia desmagnetizar a bússola. de 1. E III. d 40 m d raio. E. atraía raios que a danificavam. desloca-se com velocidade c/3 (c é a velocidade da luz no vácuo. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. cujo valor é 3. c/3 c) I e II são corretas. dando origem a sinais qu e são de ois am lificados. 02) a bússola. anali+y se as seguintes afirmativas e res onda de acordo com o código. a ssim como os metais (facas e tesouras).0 T em 0. Materiais com ro riedades magnéticas es eciais têm a el muito im ortante na tecnologia moderna. b) I II são corretas. é CORRETO afirma r que: 01) a agitação do mar odia danificar ermanentemente a bússola.15. 16. induzem em uma bobina existente no cabeçote de leitura. 17.

16 Se a velocidade do elétron estiver dirigida ortogonalmente ao lano do fio. Londrina-PR Dois longos fios condutores retilíneos e aralelos são ercorridos or correntes elétricas de mesma intensidade. e) geram um cam o magnético que se soma ao cam o magnético terrestre. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . utilizando a montagem mostrada na figura abaixo. F. o cam o magnético é nulo. caso exista. sofrerá ação de uma força de sentido contrário rente e de módulo 6. então o elétron não sofrerá desvio. 1) As linhas de indução magnética. 08) Se a velocidade do elétron for aralela ao fio e no sentido da corrente. E. rovocando o desvio da agulha. 20. e) Correntes elétricas em condutores não ge ram cam os magnéticos ao seu redor. no onto P. c) Sobre os fios condutores a arecem forças re ulsivas. Com o circuito aberto. ele verifica que a agulha magnética orientase na direção Norte-Sul. devido à corrente. é correto afirmar: A I B I GABARITO a) Sobre os fios condutores a arecem forças atrativas. d) geram um cam o magnético uniforme. ocasionando desvio. a agulha movimenta-se e orientase. b) geram um cam o elétrico uniforme que tende a anular o efeito do cam o magnético terrestre. será er endicular à sua velocidade e ao cam o magnétic o. er endicularmente e em direção a este. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. assando em um onto P a 5. d) No onto B.6 19. c) geram um cam o elétrico que interfere com o cam o magnético d a agulha. Fechando o circuito.4 x 10-16N. tem módulo 0. U. 02) O cam o magnético. Pelotas-RS Pedro realiza ex eriên– + cias no Laboratório de Física de sua esco la. 32) Em qualquer situação. U. A ermeabilid ade magnética do vácuo é de 4π x 10-7 T. no onto P.m/A. U. orém de sentidos o ostos.0 cm deste fio. Pedro acha estranho que uma corrente elétrica ossa influenciar a orientação de um ímã. 21.6 x 10-19C) está se movendo com veloci dade v = 1. E. a roximadamente. Nessas condições. os módulos dos cam os magnéticos gerados elos dois fios condutores são somados. de forma que a agulha tende a orientar-se er endicularmente a ele. 04) Se o elétron estiver se movendo no lano do f io. Para ajudá-lo a com reende o que está acontecendo. são circunferências concêntricas com io e em lanos ortogonais. você ex lica que as cargas elétricas em movimento no fio a) g eram um cam o magnético cujas oscilações rovocam desvios em todos os ímãs nas roximidade s do fio. que se encontra exatamente e ntre os dois fios. Um elétron (e = 1. sofrerá ação de uma força radial em direção ao fio. ao assar elo onto P. a força magn ca sobre o elétron. b) No onto A.0 x 107 m/s. Maringá-PR Um fio retilíneo longo trans orta uma corrente de 100 A.4 mT e di reção er endicular ao lano do fio. d e forma que uma corrente elétrica ercorra o fio. numa direção er endicular ao condutor.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Considerando qu e os fios estejam róximos um do outro. assinale o que for correto.

U. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. sendo a realização de trabalho de uma força que ara efetuar o deslocament do ímã. assinale o que for correto: 01) A otência elétrica na entrada do enrolame nto rimário desse transformador é igual à otência elétrica na saída do enrolamento secund o. 08) As correntes nos enrolamentos rimário e secundário desse transformador são iguais. ter emos uma dd menor no enrolamento secundário. neces sariamente.22. UF RS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo . 16) A transferência de otência do enrolamento rimário ara o enrolamento se cundário não ocorre or indução. a) se o õe – necessária d) é favorável – desnecessária b) se o õe – desnecessária e – desnecessária c) é favorável – necessária IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Quando um ímã é a roximado de uma es ira condutora mantida em re ouso. 24. c) a força exercida ela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida elo ímã sobre a bo a. A artir dest es fatos e dos conhecimentos sobre eletromagnetismo. caracterizando o rincí io da conservação de en ergia. O ímã e ina estão fixos nas osições mostradas na figura. 25. o agente que movimenta o ímã sofre o efeito a o avanço do ímã. com os ólos norte (N) e sul (S) na osição indicada. 04) A energia no enrolamento rimário é igual à energia no enrolamento secundário. a energia elétrica é transmitida do rimário ara o secundário. Ponta Grossa-PR Sobre um transformador ideal em que o número de es iras do enrolamento secundário é menor que o do enrolament o rimário. ( ) A corrente elétrica é sem re a mesma nos e nrolamentos rimário e secundário. N ímã S i R bateria 7 Com base nessas informações. Próximo à b obina.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) O t ransformador só funciona com corrente elétrica variável. UFMG Na figura. é correto afirmar: ( ) A corr ente elétrica do enrolamento secundário não influi no funcionamento do rimário. E. UFPR Sabe-se que em um transformador não há. d) o ímã é re elido ela bobina. ( ) É a variação do fluxo do cam o magnético nos enrolamentos que ermite a transmissão da energia elétrica. ligação elétrica entre o condutor do enrolamento rimário e o do secundário. é CORRETO afirmar que a) a bobina não exerce força sobre o ímã ) a força exercida ela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R. ( ) A difere nça do otencial nos terminais do enrolamento secundário é sem re menor que a diferença de otencial nos terminais do rimário. estão re rsentados uma bobina (fio enrolado em torno de um tub o de lástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. E ntretanto. de modo a ind uzir nessa es ira uma corrente contínua. está colocado um ímã. 02) Se ligarmos os terminais do enrolamento rimário a uma bateria de 12 V. 23.

imantamse e com ortam-se Fig. atravessarem o a el. Figura II: Re resenta a distribuição da limalha de ferro na folha de a el. Qual o módulo. colocada sobre um ímã em forma de bar ra. U. b) A e nas em II. em Newtons. 28. I Fig. colo cada sobre um ímã em forma de ferradura. U. Pode-se afirmar que são corretas a enas: a) I e II b) III e IV c) I. inicialmente em re ouso no lano da ágina. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético varia no tem o. Figura III: Um fio.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . II e III. E. e) Em I. er endicular ao lano da ágina. IV como equenos ímãs. Figura I: Re resenta a d istribuição da limalha de ferro na folha de a el. Potiguar-RN Pode-se obter o as ecto das Fig. na região do cam o magnético. UFRS A figura abaixo re resenta uma es ira condutora quadrada. Na mesma região. de intensidade B. ercorrido or corrente contínu a. Em qu ais dessas situações ocorre indução de corrente elétrica na es ira? a) A enas em I. Maringá-PR Uma carga Q = -3C desloca-se com velocidade v = 4 m/s. II. c) A enas em III. II e III d) I. Figura IV: Fazendo as es iras de um solenóide. existe um cam o magnético uniforme. ercorrido or corrente contínua. na direção do eixo x . As artículas de ferro. III. O B O’ Considere as seguintes situações: I. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. Analise as afirmações abaixo e as figuras ao lado. da força magnética que atua na carga? 1 Dados: Sen 30º = 2 Cos 30º = 3 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . II e IV 8 27. atravessa um edaço de a el e a limalha de ferro se arruma conforme a fi gura.26. A es ira assa a girar em torn o do eixo OO’ e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. III vetor indução magnética. d) A enas em I e III. Os vetores v e B estão no lano XY. vê-se que a limalha de ferro forma linhas aralelas e eqüid istantes dentro do solenóide. II linhas de indução de u ma região de cam o magnético sal icando limalha de ferro sobre uma folha de a el co locada horizontalmente. alinhando-se com o Fig. formando um ângulo de 30º com o cam o magnético B de intensidade 15 T.

Unifor-CE Um ímã. (16) Os transformadores conv ertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. onde é gerada a corrente elétrica. (02) A ener gia cinética de rotação da turbina é arcialmente transformada em energia elétrica. (04) A resistência elé de um cabo de transmissão é diretamente ro orcional ao seu com rimento e inversame nte ro orcional à sua área de secção transversal. ara efeito da distribuição de energia em cabos de alta tensão. o fenômeno de indução eletromagnética. Num dínamo de bicicleta. num alternador. a fim de transitar à noite co m maior segurança. menor número de es iras na bobina rimária do que na bobina secundária. e) uma caneca de alumínio. ara a lâm ada funcionar. o sentido co rreto da corrente elétrica induzida é do onto Q ara o onto P. é diretamente ro orcional à sua resistência e invers amente ro orcional à corrente elétrica que o ercorre. com certez a. ode-se afirmar: a) A e nergia or unidade de tem o emitida ela lâm ada mostrada na figura I não de ende da velocidade da bicicleta. a arte fixa (estator) é constituída de bobinas (es ira s).Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ figura I – arte dianteira da bicicleta lâm ada ¤ 29. (08) Os transformadores situados na u sina têm.figura II – re resentação esquemática. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ara essa transformação. b) um rego. e finalme nte é distribuída através de cabos de alta tensão. usando -se. UFRN Numa usina hidrelétrica. d) uma anela de ferro. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ e ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . num cabo de transmissão. onde existe um ímã rmanente. 31. c) A conversão de ene rgia mecânica em energia elétrica ocorre devido à variação tem oral do fluxo magnético nas s iras (figura II). b) No instante re resentado na figura II. Pedro Pedreiro enfrenta com sereni dade a escuridão das estradas em sua bicicleta orque. a energia da queda d’água é transformada em energia cinét ica de rotação numa turbina. Os rincí ios físicos envolvidos na rod e distribuição de energia ermitem afirmar: (01) A queda d’água rovoca uma erda de ene rgia otencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. NÃO atrai a) uma arruela de ferro. UFRN Ao término da sua jornada de trabalho. em seguida em energia elétrica. 3 0. do dínamo visto or dentro lâm ada dínamo P Q N bobinas (es iras) fixas S ímã rotor ( arte móvel) 9 Face à descrição acima e com o auxílio de conhecimentos de Física. d) A velocidade angular do rotor (figura II) tem que ser igu al à velocidade angular do neu da bicicleta (figura I). em dado instante. ele colocou em sua bicicleta um dínamo que alimenta uma lâm ada de 12 V. e de uma arte móvel (rotor). que gira devido ao contato do eixo do rotor com o neu da bicicleta. (32) A erda de energi a elétrica. c) uma lâmina de barbear.

o módulo da força centrípeta que age sobre cada partícula. ( ) Quando dois ca acitores diferentes são ligados em aralelo à mesma bateria. e os pontos 1. longos e p aralelos. o ímã d o conjunto de es iras. não altera o valor da corren te elétrica induzida. surge em P (na extremidade das es iras) um ólo sul que tende a acelerar o ímã. e) não aparecerá força magnética entre os condutores. Unifor-CE No esquema estão representadas as posições relativas de dois ímãs idênticos c m pólos nas extremidades. d) nos pontos 2 e 4. 10 34. Nesse ex erimento deve-se a roximar e N afastar. GABARITO 35. colocados a pequena distância um do outro. a corrente elétrica induzida será máxi a. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . b) Ao se osicionar o ímã mu ito róximo das es iras. 3 e 4 nas proximidades dos ímãs. b) a força magnética entre os condutores será sempr e de repulsão. 36. ( ) Dois fios metálicos a ralelos ercorridos or correntes de mesmo sentido se atraem orque cargas de si nais contrários se atraem. ao assar róximo de um fio ercorrido or uma corrente. É correto afirmar que a) a força magnética entre os condutores será de atração se correntes forem de mesmo sentido. UFPR Considerando os conceitos e a licações da eletricidade e do magnetismo. é correto afirmar: a) Ao se a roximar o ólo norte do ímã das es iras. b) nos pontos 1. sofre a ação de uma força er endicular à sua velocidade orque a corrente no fio roduz um cam o magnético ao seu redor. 2. sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme de intensidade 2 — 10–1 T. continuamente. Quanto a esse P ex erimento. Nessas c ondições. c) a força magnética entre os condutores será sempre de atração. ( ) Um elétron. Salvador-BA Várias artículas idênticas. c) A velocidade com que o ímã é a roximado. ( ) Um transformador funciona com corrente alternada orque a corrente no rimário roduz um fluxo magnético variável que gera uma força eletromotri z induzida no secundário. ( ) O motor de um eletrodoméstico funciona quando ligado à t omada orque ocorre dissi ação de energia or efeito Joule. determine. Considera ndo apenas os quatro pontos indicados. em 10–15 N. 1 2 3 c) no ponto 2. são percorridos por correntes e létricas. e) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o magnético induzido de intensidade variável. 2 e 3. mantendo-o A nessa osição. o de maior ca acitância adquire maior carga orque a carga num ca acitor é igual ao roduto de sua ca acitância ela diferença de otencial entre suas lacas. E. d) a força nética entre os condutores será de atração se as correntes forem de sentidos opostos. com carga elétrica igual a 8 — 10–19 C cada se movem em trajetória circular com velocidade de módulo constante e igual a 3 — 105 m/s. UFSE Dois fios condutores. Q a roximando-o da es ira. o campo magnético gerado por esses ímãs pode se r nulo SOMENTE a) nos pontos 1 e 3. que atua sobre o elétron. exa mine a situação física descrita em cada alternativa e a justificativa (em negrito) que a segue.32. S 33. d) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o elétrico induzido variável.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ou afastado. Considere corretas as alternativas em que a justificativa ex lica a ro riadamente a situação. U. (U. 4 e) no ponto 4. Londrina-PR) O ex erimento ao lado ode ser usado ara roduzir ene rgia elétrica.

c) magnético variável e não-paralelo ao plano do condutor. ( ) A trajetória descrita por uma partícula carregada. UFS E Aplica-se um campo de indução magnética B. e) dec rescente no intervalo de 6 s a 10 s. → A intensidade do vetor B varia com o tempo de acordo com o gráfico abaixo. perpendicularmente e para fora do plano da figura. d) perpendicular ao plano da figura e para fora. conduzindo corrente elétrica i. 39. ( ) Dois f ios longos percorridos por correntes de mesmo sentido experimentam uma força repul siva. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ( ) O módulo do campo magnético representa a força que atua em uma c arga de prova por unidade de velocidade. b) par alela ao plano da figura e para a esquerda. c) nula.37. Supondo-se um condutor em forma de espira retangular contido num plano. b) crescente. b) magnético constante e perpendicular ao plano do condutor. como mostra a figura. perpendicular ao plano de uma espira circ ular.Eletromagnetismo . no intervalo de 4 s a 6 s. apenas no intervalo de 6 s a 8 s. nos intervalos de 0 a 4 s e 10 s a 12 s. Um próton mo ve-se com velocidade v.m induzida na espira é a) crescente. d) decrescente. 38. Unicap-PE ( ) As regiões de um ímã onde as ações magnéticas são mais intensas denomi -se pólos magnéticos. B(T) 4 → B → 11 0 2 4 6 8 10 12 t(S) 4 É correto afirmar que a f. e) nula. é sempre uma circunferência. c) perpendicular ao plano da figura e para dentro. d) elétrico constante e paral elo a plano do condutor. PUC-RS A figura abaixo representa um fio metálico longo e retilíneo. e) elétrico constante e perpendicular ao plano do conduto r. uma corrente elétrica é in duzida através dele quando ele é submetido a um campo a) magnético variável e paralelo a o plano do condutor. 40.e. no interior de um campo magnético. PUC-RS O fenômeno da indução eletromagnética é us ado para gerar praticamente toda a energia elétrica que empregamos. conforme indicado. apenas no intervalo de 0 a 4 s. ( ) A força exercida pelo campo magnético sobre uma partícula que se move no int erior é sempre perpendicular à sua velocidade. no plano da figura. A força magnética que age sobre o próton é v +q i a) paralela ao plano da figura e para a direita.

Avançar .

a metade V e) a metade . se atraem.o dobro . B Q P 12 42. UFSE Uma chapa de ferro quadrada é submetida a um campo magnético uniforme de → in dução B. não deve sofrer influência magnética das correntes que fluem em outr as partes do aparelho. com correntes em sentidos opo stos. na qua l incidem elétrons. b) Imantar um corpo é fornecer elétrons a um de seus pólos e prótons ao outro. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . b) um campo magnético é capaz de acelerar uma ca rga elétrica estacionária. d) valore s diferentes e mesmo sentido. d) se magnetiza e o pólo norte é o la do MN.a metade . d) Car gas elétricas em movimento geram um campo magnético.o dobro R c) o dobro .Eletromagnetismo Avançar . e) se magnetiza e o pólo norte é o lado NP. Acafe Uma partícula eletrizada negativamente descreve um movimento circular un iforme de raio R em um campo magnético uniforme.o dobro . d) uma carga elétrica sofre desvio quando se desloca num campo magnéti co. Potiguar-RN Com base nos estudos da teoria eletromagnética .a metade x V x x x 43. para se evitarem efeitos magnéticos em pontos distantes do equipamento. 44. c onforme o esquema abaixo.41. c) se magnetiza e o pólo norte é o lado QM. se os fios a serem torc idos forem percorridos por correntes de a) mesmo valor e mesmo sentido. Esses ef eitos magnéticos indesejáveis serão evitados com maior eficácia. como mostra a figura. 45.o dobro . c) uma carga elétrica em movimento cria em torno de si um c ampo magnético. perpendicular ao plano da página. é: V V a) a metade . UFRN Em alguns equipamentos eletroeletrônicos costuma-se torcer. na mesma direção do campo.o dobro .o dobro x x x x d) o dobro . a tela fluorescente de um televisor. juntos.o dobro x x x x b) o dobro . A alternativa que completa o enunciado acima. c) valores diferentes e sentidos contrários. c) Ao edor de qualquer carga elétrica. os fios que transportam correntes elét ricas. b) mesmo valor e sentidos contrários. assinale a opção que apresenta a afirmativa correta: a) É possível isolar os pólos de um ímã. Para que a partícula descreva o movimento circular unifo rme de raio 2R é necesário que tenha ————— da massa ou ————— do módulo da velocidade ou ain ga elétrica. c ada metade constitui um pólo magnético. U. em x x x x B seqüência. b) se magnetiza e o pólo norte é o la do PQ. Por exemplo. e) dois fios paralelos. ond e há outros dispositivos. M N É correto afirmar que a chapa a) não se magnetiza. existe um campo elétrico e um campo magnético. Unifor-CE A experiência de Oersted comprovou que a) dividindo-se um ímã ao meio. senão ocorreriam distorções ou interferências na imagem.

a força magnética fará com que elas descrevam um movimento circular uniforme. II e III são corret as. A força magnética tem direção perpendicular à direção da v cidade. perpendicular ao seu plano de os cilação. Ao oscilar. UFMA Um a partícula. é opos to ao sentido da corrente induzida enquanto a espira está saindo da região do campo magnético. cujo raio seja a metade do lado maior d a espira retangular. A força magnética fará com que a partícula descreva um movimento circular. Dê. (08) A espira levará menos t empo para atingir o repouso. (32) Os valores das correntes induzidas não se alteram se substituímos a es pira retangular por uma espira circular. no ar. b) Somente I. → q GABARITO → → v B Em relação ao efeito do campo magnético sobre a partícula quando se movimenta nessa região . a espira não sofre rot ação (o plano da espira é sempre perpendicular ao campo magnético) e atravessa a região do campo magnético nos dois sentidos do seu movimento. UFSC Uma espira retangular de fio condutor é posta a oscilar. 47. ela levará mais tempo para atingir o repouso do que se oscilasse na ausência dos ímãs.46. c) Somente IV é correta. pois será freada pelo campo magnético. como resposta. (04) Parte da en ergia mecânica será convertida em calor por efeito Joule. e) Todas são falsas. O módulo da velocidade mantém-se constante. III. IMPRIMIR Em relação às afirmativas acima: a) Somente I é correta. Se a carga q é lançada com velocidade v perpendicular a B. atravessa ndo em seu movimento um campo magnético uniforme. IV.Eletromagnetismo Avançar . Voltar FÍSICA . com carga q é lançada em → uma região com campo magnético uniforme (B) e → vel dade v como mostra a figura abaixo. (02) O campo magnético não influencia o movimento da espira. conforme está representado na figura abaixo. (16) O sentido d a corrente induzida enquanto a espira está entrando na região do campo magnético. (64) As correntes induzidas que aparecem na espira têm sempre o mesmo sentido. II. x x x x x x x x x x x x x x x x B 13 Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): (01) Como a espira recebe energia do campo m agnético. a soma das alternativas corretas. podemos afirmar que: I. d) Todas são corretas. mas a direção e se ntido mudam a cada instante.

submetida a uma difer ença de potencial entre os pontos P e Q. (08) As forças magnéticas q ue atuam nos segmentos AB e CD evam a espira a girar em torno do segmento LM.48. A espira é percorrida por uma corrente i. para dentro da fo ha de pape .E etromagnetismo Avançar                      . abaixo de CD. haverá uma corrente e étrica induzida. (04) A corrente i gera. a soma das a ternativas corretas. (32) À medida que a espira gire. o que corresponde ao princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua. N A B P 14 L Q C S D M De acordo com a situação descrita. no fio CD. as quais são orientadas. Dê. acima de CD. para fora da fo ha de pape e. (16 ) Na situação mostrada na figura. VPQ = VP – VQ > O. com o resposta. e ntre os quais se encontra uma espira condutora retangular. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . UFBA A figura abaixo mostra a seção frontal dos pólos norte (N) e sul (S) de um ímã. com centro em CD. o f uxo do campo magnético gerado pe o ímã através da esp ra é nu o. um campo magnético de inhas de f uxo circu ares. devido à ddp VPQ e pode girar livremente em torno do seu eixo cent ral LM. orientada para dentro dessa fo ha. (02) O segmento AB está submetido a uma força agnética perpendicu ar ao p ano da fo ha de pape . no qua B é a intensidade do campo magnético devido ao ímã e λ é o comprimento do fio AC. é correto afirmar: (01) O segmento AC da espira está submetido a uma força magnética de módulo Biλ.

o módu o de B é: 15 a) b) c) d) e) 0.225 T 0.75 10–3 N a intensidade da força con stante ap icada à barra.300 T 0. Nessas condições.00 m/s. a direção da agu ha de uma bússo a.a em movimento uniforme com ve ocidade v = 2.49.E etromagnetismo Avançar                             . ITA-SP Uma barra metá ica de comprimento L = 50. co ocada eqüidistante de es. passa uma mesma corrente que sai do p ano do pape e pe o terceiro (X). para mantê. Fuvest-SP Três fios verticais e muito ongos atravessam uma superfície p ana e h orizonta . fechando-o. sendo de 3.150 T 0.200 T 0. A área do circuito é perpendicu ar ao campo de indução magnética uniforme B. seria me hor representada pe a reta GABARITO IMPRIMIR a) b) c) d) e) A A’ B B’ C C’ D D’ perpendicu ar ao p ano do pape . como na figura abaixo desenhada no p ano.100 T 50. Por dois de es (•). nos vértices de um triângu o isósce es. Vo tar FÍSICA . uma corrente que entra nesse p ano.0 cm faz contato com um circui to. Desprezando-se os efeitos d o campo magnético terrestre. A resistência do circuito é R = 3.00 Ω.

contida no p ano da página. num campo e étrico.51. p enetre em uma região do espaço onde exista um campo magnético B0. UFMT Suponha que uma partícu a. como resposta. num campo gravitacion a e num campo magnético. constante e perpendi cu ar ao p ano da página. conforme a figura abaixo. 52. UFGO Uma esfera de massa m e carga q<0 é ançada. perpendicu armente. a soma das a ternativas corretas. a esfera foi ançada a                    . com ve ocidade V0. como mostram as figuras a seguir: +++++++++++++++ d/2 v d E Terra B v g v GABARITO d/2 A primeira figura esquematiza um capacitor cuja distância entre as p acas é d e a es fera foi ançada a uma distância d/2 de cada p aca. Na segunda. V0 B0 Qua dos gráficos abaixo me hor representa o módu o da ve ocidade V da partícu a em fu nção do tempo t após a mesma ter penetrado na região onde existe o campo magnético: (01) (01) V (02) (02) V (04) (04) V 16 (08) V0 V0 V0 t (08) V t (16) V t (16) V0 V0 t t Dê.

a força tem a mesma direção po os campos e étrico e gravitaciona indicados ona devida a e es tiverem a mesma intensidade. ( ) As trajetórias seguidas pe as esfe ras em cada um dos campos são as indicadas nas figuras abaixo: g parábo a E parábo a semicírcu o B IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . gravita que o campo. ciona e magnético. ( ) O traba ( ) Para os campos e étrico. pe a força e étrica foi qEd.E etromagnetismo Avançar     ( ) Para a situação acima. ( ) Se atuarem ao mesmo tem acima e as forças e étrica e gravitaci a esfera descreverá um movimento r                   . o traba ho rea izado ho rea izado pe a força gravitaciona foi mgd. próxima da superfície da Terra. eti íneo uniforme.uma distância d.

10–5 T 2. é correto afirmar que: 01) a ca acidade resultante de ende dos valores numéricos de K2 e K3 . 16) se C2 e C3 forem idênticos e K2 e K 3 reencherem todo o es aço entre as lacas dos ca acitores. UEMS A figura representa uma espira circu ar de raio 4p cm. re resentado na figura abaixo : + + + + + + + + + + A – – – – – – ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . UFPR Considere um ca acitor com osto or duas lacas condutoras aralelas q ue está sujeito a uma diferença de otencial de 100 V. no sentido horário.53. Maringá-PR Considere a associação de ca acitores re resentada na figura abai xo.5. a ca acitância de C3 será maior que C2. ficam associados em aralelo entre si. E.10–5 T 5. U. 55.10–5 T 2. lo go. se K3 > K2. Qua a intensidade do ve tor indução magnética no centro da espira? µ0 = 4π. 02) a equação dimensional da energia armazenada no ca acitor C2 é dada or [L]2 [M] [T]-2 04) a energia fornecida elo gerador de força eletromotriz é igual à soma da ene rgia dissi ada nos condutores e à soma das energia armazenadas nos ca acitores C1. 08) C2 e C3 estão submetidos a uma mesma diferença de otencial elétrico. percorrida por u ma corrente de intensidade 4.0 Ampéres. Dê como res osta a soma das alternativas corretas.10–7 Tm A i a) b) c) d) e) 4. C2 e C3. 17 GABARITO Sendo K2 e K3 constantes dielétricas e des rezando-se os efeitos de borda. então.10–5 T 54.10–5 T 3.

a c a acitância do ca acitor irá du licar. ( ) Ent re as lacas há um cam o elétrico cujo sentido vai da laca B ara a laca A.0 µC. ( ) Se a distância entre as lacas for reduzida à metade. a carga elétrica em cada laca te rá módulo igual a 10. ( ) Um elétron que estiver localizado entre as lacas.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .– – – – B É correto afirmar: ( ) O otencial elétrico na laca A é maior que na laca B. será ace lerado em direção à laca A. ( ) Este ca acitor ode ser usado como um ele mento ara armazenar energia. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .00 µF. ( ) Se a ca acitância deste ca acitor for igual a 1.

58. em função da osição x de seu centro P. encontra-se um longo ímã B. Sabendo-se que a força magnética equilibra o eso da artícula. A uma distância 2 R de seu centro encontrase um condutor retilíneo muito longo que é ercorrido or uma corrente i1 (conforme a figura). Fuvest-SP Um ímã cilíndrico A. o conjunto de todos os gráficos que odem re res entar a velocidade V do ímã A. vertical e sentido ara cima. qualquer.UEMS Uma artícula carregada negativamente movimenta-se no cam o magnético mostra do na figura. As condições que ermitem que se anule o cam o de indução magnética no centro d a es ira. com velocidade V er endicular ao vetor indução magnética B. com um equeno orifício ao longo de seu eixo. res ectivamente GABARITO a) b) c) d) e) (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido horário. desde que er endicular ao vetor B. vertical e se ntido ara baixo. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido ho rário. Próximo à barra e fi xo verticalmente. II e III 57. horizontal e sentido ara a esquerda. Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocida de V. (i1 / i) = 2 e a c orrente na es ira no sentido horário. (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido anti-horário. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido anti-horário. ITA-SP Uma es ira circular de raio R é ercorrida or uma corrente i. 18 Des rezando efeitos dissi ativos. ode de slocar-se sem atrito sobre uma fina barra de lástico horizontal.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Voltar FÍSICA . da esquerda ara a direita. ode-se afirmar que a velocidade da artícula tem direção: B P IMPRIMIR a) b) c) d) e) horizontal e sentido ara a direita.56. são. é constituído or a) ) I e II c) II e III d) I e III e) I. cujo ólo S encontra-se muito longe e não está re resentado na figura.

¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ 59. Dê. I B E II 19 III Com base nessas informações. surgirá. B VI E VII VIII resentes cam os elétrico (E) e magnético ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . vindas da esquerda da ágina. as trajetóri as das três artículas são as mostradas na figura abaixo. Em uma secção reta do tubo assam 5 X 1016 íons or segu ndo. cujo raio médio é r. está na direção er endicular ao lano da ágina. constituído de íons (cada um deles ortando uma carga elétrica ositiva i gual a 1. Os íons se deslocam no tubo com velocidade constante v. uma corre nte elétrica no anel de cobre. De ois de alguns instantes. ( ) o cam o magnético no interior do anel. A re resenta um anel circular de cobre. vII e vIII.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ A artir desses dados. no sentido horário. (08) a artícula III ossui carga ositiva. U. ( ) se um cam o magnético externo f or a licado na arte reta do tubo. (16) a artícula III ossui carga negativa.6 X 10–19C). A arte curva é de for ma circular. II e III enetram nessa região. ode-se afirmar que: ( ) a corrente elétrica i no tubo é de 8 mA. com sentido enetrando nela. com vel ocidades vI. v O v r GABARITO A IMPRIMIR Voltar FÍSICA . como res osta. na direção do movimento dos íons. é correto afirmar que (01) a artícula I ossui carga negat iva. Na figura. 60. temos (B) conforme a figura abaixo.Três artículas I.Católica-GO Um gás monoatômico. gerado ela corrente elétrica dos íons . UFMS Em uma certa região do es aço. (02) a artícula I ossui carga ositiva. or indução. então esse cam o ma gnético rovocará uma força magnética sobre esses íons. (04) a artícula II não ossui carga elét rica. na mesma direção de seu movimento. res ectivamente. ( ) se a corrente elétrica no tubo for aumentando gradualmente. flui or um tubo cuja forma se acha esquematizada na figura dada. a soma das alternativas corretas.

mas só funcionam em corrente alternada. U. ( ) Conectando-se uma ilha a um solenóide. ( ) Se no interior de um solenóide houver um ímã ermanente. UFMS A câmara de bolhas é um dis ositivo muito usado em laboratórios ara identifi car artículas atômicas através de sua trajetória. entre nessa câmara onde o sentido do cam o é dado na figura abaixo. (08) a direção de moviment do elétron será desviada ara baixo da direção horizontal e a direção de movimento do nêut ermanecerá inalterada. Os transform adores odem aumentar ou diminuir a tensão a eles fornecida. Su onha.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Nesse sis tema odemos desconsiderar a atuação da força eso sobre as artículas. a) a conservação da carga e o movimento oscil ante dos ortadores de carga elétrica. a corrente tam bém não variará com o tem o. res ectivamente. e) a indução eletromagnética e o movimento oscilante dos ortad ores de carga elétrica. (02) a direção de movimento do on será desviada ara baixo da direção horizontal. ermitindo a adequação do s valores da intensidade da corrente transmitida e reduzindo erdas or efeito J oule. Para se arar as artículas. gerada em usina s elétricas. (16) os raios de curvatura das trajetórias do elétron e do nêut ron são iguais. Um dos fatores decisivos ara essa escolha foi a ossibilidad e da utilização de transformadores na rede de distribuição de eletricidade. 63. ( ) Somente haverá o a arecimento de um cam o magnético nas i mediações de um solenóide se este for alimentado or uma corrente alternada. como res osta. enquanto que a direção de movimento do elétron será desviada ara cima da direção horizontal. b) a indução eletrostática e o movimento contínuo d os ortadores de carga elétrica. direção e sentido). Com relação à tr ajetória das diferentes artículas atômicas que com õem o feixe.61. 62. uma dis uta tecnológica sobre qual a corrente e létrica mais adequada ara transmissão e distribuição da energia elétrica. a soma das alternativas corretas. São Carlos-SP No final do século XIX. que fica marcada no va or que reench e a bolha. F. c) a indução eletrostática e o movimento oscilante dos ortadores de carga elétrica. todas com a mesma velocidade (módulo. julgue as afirm ativas como verdadeiras ou falsas.6 X 10–19 C carga NÊUTRON (01) a direção de movimento do nêutron será desviada ara cima da direção horizontal. enqua to que a direção de movimento do elétron não será alterada. Dê. é a licado um cam o magnético homogêneo de intens idade conhecida e direção er endicular ao lano de trajetória das artículas. (04) as direções de movimento do elé n e do nêutron serão desviadas ara baixo da direção horizontal. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . haverá o a arecimento de u ma corrente. é correto afirmar que B Fexe de artículas 20 Sendo dado: m NÊUTRON ∼ 1840 m ELÉTRON carga ELÉTRON = – e ∼ – 1. O rincí io físico em que se baseia o fu ncionamento dos transformadores e a característica da corrente alternada que satis faz a esse rincí io são. qu e um feixe de artículas. em detrimento d a corrente contínua. d) a indução eletromagnética e o movimento contínuo de orta dores de carga elétrica. sur girá em torno deste um cam o magnético semelhante ao cam o gerado or um ímã ermanente. com osto or elétrons e nêut rons. tornou clara a vantagem do uso da corrente alternada. Sobre esse tema. desl ocando-se na direção horizontal da esquerda ara a direita. UFMT A relação fenomenológica entre correntes elétricas e cam os magnéticos se constitui numa das bas es rinci ais de toda a tecnologia contem orânea. Como a intensidade do cam o do ímã ermanente é constante. então.

Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ θ i rr rr ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ . i i fio fio fio B Vist de frente B Vist de l do 21 Ao circul r um corrente i pelo l nço. c) C lcule intensid de d indução m gnétic B. o ponteiro do g lv nômetro se desloc p r direit e ) ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . Volt r FÍSICA . u ndo o ponteiro volt se d esloc r p r direit por lguns inst ntes e volt à posição centr l. form ndo um ângulo com vertic l (como indic do n vist de l do). B1 e B2 são du s o in s enrol d s num núcleo de ferro doce e G é um g lv nômetro lig do os termin is de B2 ue. sus ensa or dois fios rígidos também de material condutor e de massas des rezíveis. u ndo o ponteiro se desloc p r es u erd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. com o ponteiro n posição centr l. em ue e é um teri de tensão con st nte. ) C lcule intensid de d forç m gnétic ue tu so re rr . ) logo em seguid volt à posição cen r l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . temos: θ = 45° ) F ç o di gr m d s forç s ue gem so re rr . este se inclin . Unicam -SP Uma barra de material condutor de massa igual a 30 g e com riment o 10 cm. 65. u ndo o ponteiro volt à posição centr l. d) p r es ue rd com um oscil ção de fre üênci e mplitude const ntes e ssim se m ntém té ch ve se deslig d . e) p r es uerd com um osci l ção cuj fre üênci e mplitude se reduzem continu mente té ch ve ser deslig d . c) logo em seguid volt à pos ição centr l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . O ângulo depende d intensid de d c orrente i. re resentado na figura abaixo. GABARITO IMPRIMIR Qu ndo ch ve K é lig d . Vunesp A figur represent um d s experiênci s de F r d y ue ilustr m indução eletrom gnétic . é colocada no interior de um cam o magnético. in dic corrente elétric de intensid de nul . P r i = 2 A. u n do o ponteiro volt à posição centr l. formando o chamado balanço magnéti co. K é um ch ve. u ndo o ponteiro se desloc p r es uerd por lguns inst ntes e volt à posição centr l.64.

Qu l(is) d (s) firm ção(ões) seguinte(s) justific (m) esse f to? primário secundário Núcleo de ferro IMPRIMIR (01) (02) (04) (08) Existe um fluxo m gnético no secundário. som d s lt ern tiv s corret s. são produzidos íons de m ss M e c rg + . então.5 T. UFGO C mpos m gnéticos podem est r presentes de form n tur l em lguns m teri is. o serv rá.66. ( ) intensid de do c mpo m gnético. ger do por um corrente i. ue são inseridos em um região onde existe um c mpo elétrico → uniforme E. Volt r FÍSICA .1 m e = 1. de direção perpe dicul r o pl no dest folh de p pel e sentido p r for dest págin . Dê. ( ) um o serv dor. Em seguid . d uirindo um velocid de d d (2 U) 1/2 . os íons penetr m pel expressão v = M → em um região onde existe um c mpo m gnético uniforme B. m ss M de um dess es íons.6 X 10–19 C. no sentido horário. N fonte F. o surgimento de um corrente induzi d . ( ) forç eletromotriz induzid é invers mente proporcion l o interv lo de tempo em ue há v ri ção de fluxo m gnético. como respost . 68. considere 1 um = 1. sendo. con forme ilustr figur . em unid des de m ss tômic (um ). c so exist . nest . Um corrente c ontínu não produz c mpo m gnético no núcleo de ferro. r = 0. P r isso. UFMS Após du s pilh s de 1. não h verá volt gem induzid no secundário. Esse p relho foi us do p r medir m ss de íons. ( ) intensid de do c mpo m gnéti co. celer dos devido um diferenç de potenci l U. UnB-DF A figur ixo mostr o es uem de um espectrômetro de m ss ide liz d o por Dempster. c r reg ndo um ímã com o pólo norte volt do p r um espir circul r e c minh ndo. O c mpo m gnético cri do n o in primári não tr vess o secundário.0 X 103 V. c lcule. no interior de um solenóide. (16) O número de pilh s no primário não é su ficiente p r o surgimento d volt gem induzid . ou podem ser ger dos por meio d circul ção de correntes elétric s em condutores.5 V serem li g d s o primário de um pe ueno tr nsform dor. o long o de seu eixo. S endo ue o módulo d forç m gnétic ue tu so re os íons é d do pel expressão F = vB e consider ndo U = 5. m s ele não v ri com o tempo. conforme mostr figur ixo. O número de espir s d o in do secundário não é sufi nte p r o surgimento d volt gem induzid . B = 0.6 X 10–27 kg e despreze p rte fr cionári de seu result do. percorrendo um fio retilíneo longo. região de c mpo elétrico uniforme tr jetóri 22 U F E região de c mpo elétrico uniforme r j nel de inspeção GABARITO 67. descrevend o um tr jetóri → semi-circul r de r io r. em direção el . é diret ment e proporcion l o v lor d corrente i. é proporcion l o produto do número de espir s por un id de de comprimento pel corrente ue circul n espir . cujo pl no é perpendicul r o c mpo B. Consider ndo-se ger ção ou v ri ção destes no tempo.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ .

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( ) Por dois fios retilíneos e p r lelos p ss m corrent es elétric s idêntic s. ( ) As linh s do c mpo de indução m gnétic . são circunferênci concêntric s com o condutor. S N i R GABARITO A corrente elétric induzid n o in ( ) cri um c mpo m gnético ue se opõe à v ri ção d fluxo m gnético tr vés del .69. como represent do n figur .C tólic -DF As firm ções seguir enfoc m spectos v ri dos de fenômenos estud do s pelo Eletrom gnetismo. com c rg de 1mC se desloc no vácuo. p r lel m ente um c mpo m gnético de 5 T. U. ( ) terá seu sentido invertido u ndo o ímã estiver s indo l . com velocid de de 2 km/s. 23 70. ( ) depende d v elocid de de proxim ção do ímã. é nulo. um p rtícul mic roscópic . O módulo d forç m gnétic ue tu n c rg nesse in st nte v le 10 N. O c mpo m gnético result nte. Ele pode resolver o pro lem utiliz ndo um tr nsform dor de volt gem com rel ção de 2 : 1 entre s o in s do primário e do secundário. Neste c so. ( ) P rtícul s elet riz d s são c p zes de inter gir com um c mpo elétrico.5 V. ( ) terá intensid de proporcion l N. ( ) P r f zer funcion r um rin uedo. ger do pelo co njunto dess s correntes num ponto e uidist nte os fios. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . um estud nte precis de 6 V. UFGO O funcion mento de um ger dor elétrico tem por se o movimento rel tivo entre um ímã e um o in . como o tr nsform dor 220 V – 1 10 V de su c s . de mesmo sentido. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . desde ue estej m em movimen to rel tivo à fonte do c mpo. Considere um ímã proxim ndo-se de um o in form d por N e spir s de um fio condutor. produzid s n s vizinh nç s de um condutor retilíneo gr ç s à corrente elétric ue o percorre. forç m gnétic sofrid pel p rtícul é sempr e perpendicul r o seu vetor velocid de. m s dispõe de pen s du s pilh s de 1. ( ) Num certo inst nte. desprez d s u is uer outr s inter ções.

Com isso. ch ve C é ert e corrente cess . o m rtelo descreve um movimento uniforme. elétric . ( ) N volt p r posição de repouso. M T C A m F S B I + 24 ( ) Qu ndo pert mos o interruptor. ( ) En u nto corrente está circul ndo. produzindo som. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . ( ) P r ument rmos intensid de do c mpo m gnético f orm do en u nto corrente está circul ndo. ( ) Nesse sistem estão presentes pelo menos 6 form s de energi : cinét ic . Qu ndo o m rtelo se move p r frente. devemos ument r o t m nho d s espir s do solenóide. extremid de A do solenóide é um pólo sul e extremid de B é um pólo norte. o u sej . tr i rr de ferro F e o m rtelo M ue te no tímp n o T. UFGO A seguir temos o es uem de um c mp inh . potenci l elástic . o solenóide deix de tr ir rr de ferro e el volt p r posição de repouso pux d pel mol m. sonor e térmic . um corrente p ss circul r no solenóide S e el e se torn um ímã. m gnétic . Qu ndo fech mos ch ve I. circul um corrente no sentido nti-horário.71. Com isso.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . pert mos o interruptor.

5 T 65.Eletromagnetismo Avançar ¡ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  . B 23. V-F-V-F-V 53. 15 31. C 36. ) → T → 1 G A B A R IT O → Fm g P ) Fm = 3 — 10–3 N c) B = 1. D 59. A 12. 01 69. C 44. E 34. 08 52. 40. 2. 1 + 2 + 16 + 32 22. B 46. 6. D 57. D 38. V-F-F-V-V-V 56. V-F-V-V 68. D 50. E 32. E 20. 28 47. 25 67. 4. C 21. V-V-F-F 61. V-F-F-V-V 33. A 37. 08 62. C 1. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 55. E 64. C 39. 1 + 4 25. D 28. C 30. B 18. V-F-F-F-V 41. D 45. B 58. 5. B 9.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O C E C C 45 ) u ndo i1 e i2 tiverem mesmo sentido ) u ndo i1 e i2 tiverem sen tidos opostos 7. 13 60. C 8. 48 35. VV-V-V 71. A 15. 08 17. B 19. 4 + 8 + 16 + 32 49. C 48. E 42. V-F-F-F-F 70. B 66. 3. V-F-F 6 3. C 54. B 10. D 13. 90 N 29. C 43. V-F-F-V-F IMPRIMIR Voltar FÍSICA .2 V 16. –1. B 11. B 14. D 27. A 26. F-V-V-F-F 24. A 51.

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