FÍSICA CINEMÁTICA: MOVIMENTO UNIFORME E MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO REFLEXÃO LUMINOSA – ESPELHOS REFRAÇÃO LENTES CINEMÁTICA VETORIAL: MOVIMENTO

CIRCULAR, QUEDA LIVRE, LANÇAMONTO E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES ÓPTICA EQUILÍBRIO ONDAS E M.H.S. TRABALHO E ENERGIA ELETROSTÁTI CA IMPULSO – QUANTIDADE DE MOVIMENTO – COLISÃO GRAVITAÇÃO ELETROMAGNETISMO HIDROSTÁTICA TER OLOGIA, DILATAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR TERMODINÂMICA ELETROSTÁTICA ELETRODINÂMICA IMPRIMIR Voltar

F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O r 1. UESC-BA Um carrinho de massa m, arremessado com velocidade V contra uma mol a, produz, nessa, uma deformação Dx. r Utilizando-se o sistema internacional de unid ades, as grandezas m, V e ∆x, referidas no texto, são expressas, respectivamente, em : 1) quilograma, centímetro por segundo e centímetro; 1 2) grama, metro por segundo e metro. 3) quilograma, metro por segundo e metro. 4 ) grama, centímetro por segundo e centímetro. 5) quilograma, quilômetro por hora e qui lômetro. 2. U. Católica Dom Bosco-MS A palavra grandeza representa, em Física, tudo o que pode ser medido, e a medida de uma grandeza física pode ser feita direta ou in diretamente. Entre as várias grandezas físicas, há as escalares e as vetoriais. A alte rnativa que apresenta apenas grandezas escalares é: a) temperatura, tempo, quantid ade de movimento e massa. b) tempo, energia, campo elétrico e volume. c) área, massa , energia, temperatura e impulso. d) velocidade, aceleração, força, tempo e pressão. e) massa, área, volume, energia e pressão. 3. UFR-RJ Leia atentamente o quadrinho abaix o: GABARITO Com base no relatório do gari, calcule a ordem de grandeza do somatório do número de f olhas de árvores e de pontas de cigarros que ele recolheu. IMPRIMIR 4. FEI-SP O perímetro do Sol é da ordem de 1010 m e o comprimento de um campo de fut ebol é da ordem de 100 m. Quantos campos de futebol seriam necessários para dar uma volta no Sol se os alinhássemos: a) 100.000 campos b) 10.000.000 campos c) 100.000 .000 campos d) 10.000.000.000 campos e) 1.000.000.000 campos Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

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5. PUC-RS O tempo é uma das grandezas físicas fundamentais e sua medição ou contagem é dec isiva na descrição da maioria dos fenômenos. Relógios atômicos e cronômetros precisos, em m itos casos, não bastam para medir o tempo: deve-se empregar, também, um calendário. Po r calendário, entende-se um conjunto de regras utilizadas com a finalidade de agru par os dias para facilitar a contagem do tempo. Nosso calendário, e de grande part e do mundo, é o Gregoriano, instituído no pontificado do papa Gregório XIII, a partir do ano de 1582. O principal objetivo do Calendário Gregoriano era fazer coincidir o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de março, pois esta data s ervia (e serve) como referência para determinar a Páscoa. Algumas das regras emprega das no Calendário Gregoriano são: • mantém-se a Era Cristã, que já havia sido adotada no an de 525 da referida era, e que tem no nascimento de Cristo o início de sua contage m, com o primeiro ano sendo o ano um (o ano imediatamente antes foi designado um antes de Cristo e não existiu o ano zero); • omitiram-se dez dias no mês de outubro d e 1582, de modo que a quinta-feira, dia 4, seguisse a sexta-feira, dia 15 (com i sso se recoincidia o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de ma rço); • os anos da Era Cristã múltiplos de 100 (anos centenários) deixariam de ser bissext os, exceto quando fossem também múltiplos de 400 (com isso, retirava-se um dia a cad a 100 anos e adicionava-se um dia a cada 400 anos, permitindo uma melhor aproxim ação entre as datas do Calendário e os eventos astronômicos). Com base nessas informações, feitas três afirmativas: I. O ano de 1600 e o ano 2000 são bissextos. II. O Terceir o Milênio da Era Cristã iniciou no dia 1º. da janeiro do ano 2000. III. O Terceiro Milên io da Era Cristã iniciará no dia 1º. de janeiro de 2001. Analisando as afirmativas aci ma, conclui-se que: a) somente I é correta; d) I e II são corretas; b) somente II é co rreta; e) I e III são corretas. c) somente III é correta; 6. I.F. Viçosa-MG Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas c arteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a p rova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do a luno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na supe rfície da Terra. GABARITO

b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em re lação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nen referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação aos meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um r eferencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 7. U. Católica-DF Para buscar um vestido, Linda tem que percorrer uma distância total de 10 km, assim distribuída: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos próximos 5 km, supondo pista livre, gastará 3 minutos. No per curso restante mais 6 minutos, já que se trata de um caminho com ruas muito estrei tas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual será sua velocidade média ao longo de todo o percurso? a) 50 km/h d) 11 m/s b) 1,2 km/h e) 60 km/h c) 20 m/s IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

8. FEI-SP Devido às chuvas, a vazão de água em um rio em função do tempo obedece ao gráfico abaixo. À jusante do rio existe uma usina hidrelétrica com uma represa de capacidade total de 500.000 m3 de água, que se encontra com 40% de sua capacidade. Quanto te mpo será necessário para que a represa fique em sua cota máxima se suas máquinas estiver em paradas para manutenção? Q (m3/h) a) 14 dias b) 10 dias c) 08 dias d) 06 dias e) 05 dias 280 t (h) 100 1.000

9. Unifor-CE Um intervalo de tempo igual a duas horas pode ser expresso em segun dos, com dois algarismos significativos e notação científica, por: d) 7,20 . 103 a) 72 ,0 . 102 b) 72 . 103 e) 7,2 . 103 c) 0,72 . 104 10. U.E. Londrina-PR Sabe-se que o cabelo de uma pessoa cresce em média 3 cm a cada dois meses. Supondo que o cabe lo não seja cortado e nem caia, o comprimento total, após terem se passado 10 anos s erá: a) 800 mm d) 1800 mm b) 1200 mm e) 150 mm c) 1000 mm 11. U. Católica-DF Em uma prova de resistência de 135 km, um ciclista percorreu 30 km nos primeiros 15 minut os, 27 km nos 15 minutos seguintes, 24 km nos 15 minutos subseqüentes, e assim suc essivamente. O tempo que o ciclista levou para terminar a prova foi: a) 75 minut os. d) 95 minutos. b) 45 minutos. e) 170 minutos. c) 90 minutos. 12. Vunesp Mulher dá à luz bebê gerado no intestino “CAPÃO BONITO - Carmen Abreu, de 29 anos, deu à lu um menino de 2,3 quilogramas, gerado no intestino. O parto foi realizado no dia 8, na Santa Casa de Capão Bonito, a 230 quilômetros da capital. O caso raro de grav idez extra-uterina só foi ontem divulgado pelo hospital. O óvulo fecundado, em vez d e descer pela trompa e alojar-se no útero, entrou na cavidade abdominal, fixando-s e na alça intestinal. Mãe e bebê passam bem.” 3 GABARITO Neste artigo, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 06/03/2001, aparecem várias grandezas físicas das quais podem-se destacar: a) tempo, distância e massa. d) data, distância e peso. b) data, distância e massa. e) tempo, data e distância. c) te mpo, distância e peso. IMPRIMIR 13. UFPE O fluxo total de sangue na grande circulação, também chamado de débito cardíaco, faz com que o coração de um homem adulto seja responsável pelo bombeamento, em média, de 20 litros por minuto. Qual a ordem de grandeza do volume de sangue, em litros, bombeado pelo coração em um dia? a) 102 d) 105 3 b) 10 e) 106 c) 104 Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

14. UFR-RJ Considere uma aeronave viajando a 900 km/h em movimento retilíneo e uni forme na rota Rio-Salvador. Num dado trecho, o tempo médio gasto é de aproximadament e 75 minutos. Entre as alternativas abaixo, a que melhor representa a distância pe rcorrida pela aeronave no determinado trecho é: a) 1025 km d) 975 km b) 675 km e) 1125 km c) 1875 km 15. U.E. Londrina-PR Um pequeno animal desloca-se com velocid ade média igual a 0,5 m/s. A velocidade desse animal em km/dia é: a) 13,8 b) 48,3 c) 43,2 d) 1,80 e) 4,30 16. FEI-SP Um trem de 200 m de comprimento atravessa compl etamente um túnel de 1.000 m em 1 min. Qual é a velocidade média do trem? a) 20 km/h b ) 72 km/h c) 144 km/h d) 180 km/h e) 200 km/h 17. UFMT O gráfico abaixo ilustra a marcação de um sinaleiro eletrônico. Nesse tipo de equipamento, dois sensores são ativad os quando o carro passa. Na figura, os pulsos vazios correspondem à marcação do primei ro sensor, e os pulsos cheios à marcação do segundo sensor. Considere que a distância en tre os dois sensores seja de 1 m. 4 GABARITO Qual(is) veículo(s) teria(m) sido multado(s), considerando que a velocidade máxima p ermitida no local seja de 30 km/h? 01. Os carros 2 e 4. 02. Os carros 1 e 2. 04. Os carros 1 e 4. 08. Os carros 1 e 3. 16. Nenhum carro seria multado. Dê, como re sposta, a soma das afirmativas corretas. 18. Unifor-CE Certo fabricante de tinta garante cobertura de 16m2 de área por galão de seu produto. Sendo 1 galão = 3,6 litro s, o volume de tinta necessário para cobrir um muro de 2,0 m de altura e extensão 14 0 m é, em litros, a) 6,0 b) 10 c) 18 d) 25 e) 63 19. ITA-SP Uma partícula, partindo do repouso, percorre no intervalo de tempo t, uma distância D. Nos intervalos de t empo seguintes, todos iguais a t, as respectivas distâncias percorridas são iguais a 3 D, 5 D, 7 D etc. A respeito desse movimento pode-se afirmar que IMPRIMIR a) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento cresce exponen cialmente com o tempo. b) a velocidade da partícula cresce exponencialmente com o tempo. c) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento é diretam ente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. d) a velocidade da partícula é diret amente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. e) nenhuma das opções acima está cor reta. Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

20. UFR-RJ “Maurice Greene, o homem mais rápido do Planeta”. Ex-vendedor de hambúrger bate o record e mundial dos 100 metros em Atenas. Não faz muito tempo, Maurice Greene era um dos muitos adolescentes americanos que reforçavam o orçamento familiar vendendo hambúrger es em Kansas City, sua cidade. Mas ele já corria desde os 8 anos e não demorou a des cobrir sua verdadeira vocação. Trocou a lanchonete pela pista de atletismo e ontem t ornou-se o homem mais rápido do planeta ao vencer os 100 metros do meeting de Aten as, na Grécia, estabelecendo um novo recorde mundial para a prova. Greene, de 24 a nos, correu a distância em 9 s 79, superando em cinco centésimos de segundo a marca anterior (9 s 84), que pertencia ao canadense Dono Van Bailey desde a final olímpi ca de Atlanta, em julho de 1996. Jamais um recordista conseguira tal diferença des de a adoção da cronometragem eletrônica, em 1978. O Globo, 17 de junho de 1999. 5 Com base no texto acima, pode-se afirmar que a velocidade média do homem mais rápido do planeta é de aproximadamente: a) 10,21 m/s d) 10,40 m/s b) 10,58 m/s e) 10,96 m/s c) 10,62 m/s O enunciado a seguir refere-se às questões 5 e 6. Antônia vai correr a maratona (42,195 km) e o números de sua camiseta é 186. 21. Vunesp Nas provas dos 200 m rasos, no atletismo, os atletas partem de marcas localizadas em posições difer entes na parte curva da pista e não podem sair de suas raias até a linha de chegada. Dessa forma, podemos afirmar que, durante a prova, para todos os atletas, o a) espaço percorrido é o mesmo, mas o deslocamento e a velocidade vetorial média são difere ntes. b) espaço percorrido e o deslocamento são os mesmos, mas a velocidade vetorial média é diferente. c) deslocamento é o mesmo, mas o espaço percorrido e a velocidade ve torial média são diferentes. d) deslocamento e a velocidade vetorial média são iguais, m as o espaço percorrido é diferente. e) espaço percorrido, o deslocamento e a velocidad e vetorial média são iguais. 22. Univali-SC No grande prêmio da Austrália de 1999, na ci dade de Melbourne, o piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz da escuderia SAUBER foi o 12 . colocado. Em uma das voltas alcançou a velocidade de 1800 metros em 16 segun dos. Neste caso, a sua velocidade em km/h foi de: a) 450 b) 210 c) 405 d) 380 e) 360 23. UEMS Com base no gráfico, referente ao movimento de um móvel, podemos afirm ar que: a) a função horária do movimento é S = 40 + 4 t; b) o móvel tem velocidade nula em t = 20 s; c) o móvel passa pela origem em 20 s; d) a velocidade é constante e vale 4 m/s; e) o móvel inverte o sentido do movimento no instante t = 10 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

24. Unifor-CE Um livro de Física tem 800 páginas e espessura 4,0 cm. A espessura de uma folha do livro vale, em mm: a) 0,025 d) 0,15 b) 0,050 e) 0,20 c) 0,10 25. UF RS Um automóvel, A, faz o percurso de ida e de volta sobre o mesmo trecho, de 20 k m, de uma rodovia. Na ida sua velocidade média é de 60 km/h e na volta sua velocidad e média é de 40 km/h, sendo t A o intervalo de tempo para completar a viagem. Outro automóvel, B, faz o mesmo percurso, mas vai e volta com a mesma velocidade média, de 50 km/h, completando a viagem em um intervalo de tempo tB. Qual é a razão tA / tB e ntre os citados intervalos de tempo? a) 5 4 b) 25 24 c) 1 d) 25 28 e) 5 6 6

26. UFSE Numa cidade, uma pessoa deseja chegar a um ponto situado a 1,0 km de su a localização atual, numa direção a 53 ao norte do leste. Todas as ruas que permitem levál ao destino têm direção norte-sul ou direção leste-oeste. A distância mínima que a pessoa d percorrer para chegar ao ponto desejado é, em km: Dados: sen 53 = 0,80 cos 53 = 0,6 0 a) 1,0 b) 1,2 c) 1,4 d) 1,6 e) 1,8 27. Cesgranrio Antonio vai correr a maraton a (42,195 km). Se Antônio completa a corrida em 4h5min, a ordem de grandeza de sua velocidade média é de: d) 10–2 m/s a) 101 m/s b) 100 m/s e) 10–3 m/s c) 10–1 m/s 28. U.F. Santa Maria-RS No gráfico, representam-se as posições ocupadas por um corpo que se de sloca numa trajetória retilínea, em função do tempo. Pode-se, então, afirmar que o módulo d velocidade do corpo: a) aumenta no intervalo de 0 s a 10 s; b) diminui no inter valo de 20 s a 40 s; c) tem o mesmo valor em todos os diferentes intervalos de t empo; d) é constante e diferente de zero no intervalo de 10 s a 20 s; e) é maior no intervalo de 0 s a 10 s. 29. F.M. Itajubá-MG Considerem-se dois pontos A e B, se m ovimentando sobre uma mesma reta, num mesmo sentido. Na origem dos tempos eles d istam 2 000 m. Sendo a velocidade escalar de A igual a 100 km/h e a de B igual a 50 km/h, constantes, em quantas horas A encontra B? a) 0,40 b) 0,25 c) 0,04 d) 2,40 e) 40,00 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

 

 

UFRN A figura abaixo mostra um corte vertical de uma escavação feita no Oriente Médio. dessa forma.25 metros a c ada 10 000 anos. d) 14 h de sábado. e a distância d2. a sua aceleração será neces sariamente nula neste mesmo instante. e) quando sua velocidade é constante. 33. Voltar FÍSICA . Com base nisso e nos dados da figura. camad as de sedimento foram cobrindo as sepulturas e. ficou parado no meio do percur so durante 12 horas. d) um aumento no módulo da sua aceleração acarre ta o aumento do módulo de sua velocidade.75 metro a cada 10 000 anos. Da figura. praticamente uns sobre os outros. em unidades arbitrárias. sem haver necessariamente mudança no sentido da veloci dade.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . o trem chegou ao destino às: a) 12 h de domingo . O quociente d1 / d2 entre a distância d1. a taxa média com que ocorreu a deposição de sedimentos nessa região foi cerca de: a) 2.7 30. vários sepultamentos foram feitos. é correto afirmar que: a) sua aceleraçã unca pode mudar de sentido. c) 0. é pos sível estimar que. e) 2 h de sábado. Viçosa-MG Em relação ao movimento de uma partícula. é possível obter-se a pro fundidade de cada sepultamento. 31. b) 2 h de domingo.F. IMPRIMIR b) sua aceleração nunca pode mudar de direção sem a mudança simultânea de direção da veloci c) quando sua velocidade é nula em um determinado instante.000 anos). b) 2. Nessas condições. U. Os pontos assinalados representam restos de típicos homens de Neandertal que foram ali depositados há dezenas de milhares de anos. há cerca de 70 000 anos) e os restos mais superficiais correspondam aos últimos seres dessa espéci e (que viveram há cerca de 30. mantém uma média de velocidade de 50 km/ h e que. Unifor-CE Um trem parte às 16 h de uma sexta-feira para uma viagem de 500 km. devido ao descarrilamento de outro trem.25 metro a cada 10 000 anos. mostrado ao lado. percorrida pela partíc ula no intervalo de tempo (∆t2). quando em movimento. Sabe-se que esse trem. Com o passar do tempo. é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 1 2 e) 1 3 GABARITO 32. UFRS O gráfico de velocidad e (v) contra tempo (t). d) 1. a su a aceleração também é constante e não nula. percorr ida pela partícula no intervalo de tempo (∆t1).50 metros a cada 10 000 anos. representa. c) 16 h de sábado. no intervalo de tempo entre o primeiro e o último sepultamento. Suponha que os restos mais profundos encontrados sejam da época em que a espécie Neandertal típica surgiu na Terra (isto é. o m ovimento retilíneo de uma partícula.

enquanto o maquinista do trem B verifica que o seu trem está a uma velocidade constante de 72 km/h. então. O ratinho c hega 1. 02. começa a atravessar uma ponte férrea de pista dupla.0 s e t = 7. a velocidade escalar média entre 0 e 8. No instante t = 10 s o ratinho encon tra-se a 10 m da sua toca. pois não foi fornecido o tempo gasto pelos trens para atravessá-la. A velocidade do trem B. não consegue alcançá-lo. O comprimento d a ponte é 125 metros e os trens a atravessam em 15 segundos. O gato perc orre uma distância maior que a do ratinho. ele leva a metade do temp o para atravessar a ponte independentemente do comprimento dela. 35 . a so ma das alternativas corretas. Dê.8 34. UFRJ Numa competição automobilística. Não podemos calcular o comprimento da ponte. No instante t = 11 s. é de 108 km/h. Como o trem B tem o dobro da velocidade do trem A.0 segundo antes do gato que. como resposta. O ratinho deslocou -se com velocidade constante entre os instantes t = 5. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s) sobre o movimento do ratinho e do gato: 01. portanto. isto é. A velocidad e do trem A.0 s. Dê. 16. calcule a velocidad e do carro no instante em que o piloto pisou o freio. U m observador.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . observa que os trens com pletam a travessia da ponte ao mesmo tempo. Durante a freada o carro percorre 160 m.0 metros do ratinho quando começou a persegui-lo. como resposta. O mov imento do ratinho foi sempre retilíneo e uniforme.0 s vale. 64. Supondo que o s freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante. 37. 16. em função do tempo. a soma das alternativas corretas. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .50 c) 1. em relação ao trem A. O comprimento da ponte é 200 metros. a) 0. ambas as velocidades medidas em relação ao solo. situado em uma das extremidades da ponte. Unifor-CE Sendo fornecido o gráfico das posições em função do tempo para certo movimento . tanto na ida como na volta. O gráfico da figura representa as posições do ratinho e do gato. do seu ponto de partida.5 GABARITO 36.0 d) 2. que se desloca do norte para o sul. em m/s. UFSC Um trem A. O maquinista do trem A observa que o mesmo se desloca com velocidade consta nte de 36 km/h. 64. 04. o rat inho partiu da posição d = 0. 08. considerando que no instante t = 0. em relação ao trem B. de 150 metros de comprimento. O gato encontrava-se a 5. em menor tempo. O piloto. da sua toca. 32. um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade. 04. UFSC Um ratinho afasta-se de sua toca em busca de alimento. de 500 met ros de comprimento. um gato pula sobre o caminho do ratinho e ambos disparam a correr: o ratinho retornando sobre a mesma trajetória em busca da segurança da toca e o gato atrás do ratinho. por isso alcança-o antes que ele possa chegar à toca. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. deslocando-se do sul para o norte. 08. 32. no mesmo instante em que um outro trem B. percorrendo uma trajetória retilínea. é de 108 km/h. inicia a travessia da po nte. isto é. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocid ade do carro para 30 m/s. O ratinho parou duas vezes no seu trajeto de ida e volta até a toca.0 e) 2. 02. Os trens atravessam a ponte em 35 segundos .25 b) 0.

A que distância do Recife.47 m/s2 e) 1. Segue um pequeno trecho da rep ortagem: “Às 18 horas. de dois ônibus que partir m simultaneamente. UFPE O gráfico abaixo mostra as posições.0 m/s2 d) 2. PUC-PR Um automóvel parte de Curitiba com destino a Cascavel com velocidade de 60 km/h.5 m/s2 a) 12 m/s2 40.95 metros. a mínima aceleração que a atleta deve imprimir é de. U.69 m/s2 b) 3. A B B A GABARITO O tempo decorrido em que o motociclista A ultrapassa e fica a 100 m do motocicli sta B é: a) 56 s b) 86 s c) 76 s d) 36 s e) 66 s 43. em km. a distância. em met ros. um velocista cobre o p ercurso no intervalo de tempo aproximado de 9.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . PUC-PR Dois motociclistas.08 m/ s2 Voltar FÍSICA . entre os dois móveis será de: a) 400 b) 250 c) 700 d) 500 e) 50 42. U.38. marcou à margem da pista também o ponto 31. e prata nos 100 m com barreira nos Jogos Panamericanos de Winnipeg. Qual é a aceleração aproximada do v elocista. F. 9 Depois de quanto tempo o 2º automóvel alcançará o 1º ? .35 metros a partir da marca que antecede a caixa de salto e marcou o chão com uma fita adesiva. Zelosa como uma costureira. Itajubá-MG Suponha dois móveis “A” e “B” partindo do repouso de um ponto “0” e seg em direções ortogonais entre si. As distâncias são medidas a partir do Recife.35 m em movimento uniformemente variado e par ta da marca feita com fita adesiva. Os 37.35 metros é o espaço que Maurren deve percorrer com 19 passadas e num tempo máximo de 4. Juiz de Fora-MG Numa corrida de 100 m rasos.25 metro s. Um terceiro bloco a auxiliou na marcação de 10. .47 m/s2 d) 1. a) 60 min b) 70 min c) 80 min d ) 90 min e) 56 min 41. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de C aruaru para o Recife. Depois de 10 s. Com o auxílio de um bloco vermelho ce dido pelos organizadores do Pan.M. 20 minutos depois parte outro automóvel de C uritiba com o mesmo destino à velocidade 80 km/h. supondo que esta seja constante durante o percurso? b) 10 m/s2 c) 5.50 segundos” IMPRIMIR Supondo que Maurren percorra os 37. mediu 37.F. em função do tempo. O móvel “ m movimento uniformemente acelerado de 6 m/s2. O móvel “A” tem velocidade constante de 40 m/s.09 m/s2 c) 2. percorrem uma pista retilínea com velocidades constantes Va = 15 m/s e Vb = 10 m/s. Maurren entrou no Estádio de Atletismo da Universidade de Manitoba para o aquecim ento e sobretudo para os arranjos de pista que combinara com o treinador. No início da contagem dos tempos suas posições são Xa = 20 m e Xb = 300 m. Alfenas-MG A revista Época de 2 de agosto de 1999 trouxe uma reportagem sobre a atleta brasil eira Maurren Higa Maggi. ocorre o encontro entre os dois ônibus? a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 70 39.0 s. medalha de ouro no salto em distância. A e B. 25 minutos antes do início da disputa com as outras 11 atletas. aproximadamente: a) 3.

por onde passam em média 500 pessoas por minuto. Podemos afirmar que a aceleração do corpo é de: IMPRIMIR a) 6 m/s2 b) 3 m/s2 c) 2 m/s2 d) –2 m/s2 e) –6 m/s2 Voltar FÍSICA . aqueles que melhor representam esse fato d escrito estão na alternativa: a) b) 10 c) d) GABARITO 46.000 espectadores possui 1 0 saídas.MG Um estudante jogou uma esfera de fe rro para cima. em função do tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . num local onde se pode desprezar a resistência do ar. Qual é o tempo mínimo para es vaziar o estádio em um dia onde 2/3 de seus lugares estão ocupados: 1 1 1 3 a) 4 h b ) 3 h c) 2 h d) 4 h e) 1 h 45. Santa Úrsula-RJ O gráfico abaixo representa a velocidade de um corpo ao longo de uma reta.44. Unimontes. U. FEI-SP Um estádio de futebol com capacidade para 150. Dos gráficos po sição tempo e velocidade tempo seguintes.

entre os móveis A e B. 55 B. 12. e) em t = 0 s a aceleração do móvel A é 16 m/s2.5 B. elaborando a tabela ao lado. d) os móveis A e B têm movimento retrógrad s equações das velocidades. 2. c) a velocidade do móvel B em t = 2 s é nula. 11 b) nos 10 primeiros segundos o móvel A percorre 50 m e o móvel B 100 m.0 m/s2 e do móvel B é –3. b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. 50 D. em metros. Determine: a) A aceleração do móvel B é. 50. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UERJ Durante um experimento. são VA = t e VB = 3t. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som. Para isto seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. 49. UFRJ Um paraquedista rad ical pretende atingir a velocidade do som. um pesquisador anotou as posições de dois móveis A e B.0 C.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .I. 5. 10 . pode-se afirmar que: a) a acele ração do móvel A é maior que a do móvel B. O movimento de A é uniforme e o de B é uniformemente variado. 60 48. pode-se afirmar que: a) em t = 2 s e t = 9 s a velocidade do móvel A é igual a velocidade do móvel B.0 D. c) a aceleração do móvel A é –1. igual a: A. Neste caso.5 Tempo (t) em segundos 0 1 2 3 4 Posição em metros A –5 0 5 10 15 B 15 0 –5 0 15 b) A distância. a força de resistência do ar é desprezível. d) a velocidade do móvel A em t = 9 s é 7 m/s. b) a aceleração do móvel A é sempre maior que a d el B. GABARITO Observando o gráfico. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/ s. equipado com roupas pressurizadas. UFR-RJ O gráfico ao lado mostra as velocidade s em função do tempo de dois móveis A e B. no instante t = 6 segundos. em m/s2. 45 C. UFR-RJ O gráfico abaixo r epresenta os movimentos de dois móveis A e B.. Como nessa alti tude o ar é muito rarefeito.0 m/s2. no S. corres ponde a: A.47. Suponha que a vel ocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravid ade seja igual a 10 m/s2.

e) 1. Fatec-SP Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua. e) II e III são corretas. de forma aproximada.4 m/s.4 s a menos que no treino A. ao passar por um ponto A da trajetória retilínea. Acafe-SC A tabela abaixo relaciona as posições ocupadas por uma pa rtícula em relação a um mesmo referencial que realiza um movimento retilíneo uniformemen te variado. e) no treino A e no treino B o at leta levou o mesmo tempo. Santa Casa/Vitória-ES Na figura. pois não há do vetor velocidade. c) no treino B o atleta levou 1. b) II é correta. no mesmo sentido. b) é de 12 m/s. em um ponto B situado a 2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme . E. que: a) no treino B o atleta levou 0. UFR-RJ Um corpo é abandonado de uma altura H (em relação ao solo) e m queda livre e. II. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória.0 hora. possui uma veloci dade escalar de 10 m/s. e) vale 15 m/s. 53. 56.2 m/s e 5.4t2 2 b) x = 400 + 20t + 2t e) x = 800 . 52. A aceleração é um vetor de intensidade constante. d) 40 minutos. quanto ao módulo do vetor velocidade. Não há aceleração. em dois treinos A e B. Qual o valor da aceleração em m/s2? 55. que o módulo do vetor: a ) depende da massa do corpo. respectivamente.0 s a menos que no treino A. d) no treino A o atleta levou 1. desenvolvidas por um atleta. c) é proporcional ao quadrado do tempo. c) III é correta. Dessas afirmações. som e: a) I é correta.0 s a menos que no treino B. Um observador fixo na terra poderá afirmar.M.51. b) no treino A o atleta levou 0. Unifor-CE Consid ere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I. com velocidades const antes de 4. um avião percorre a pista de decolagem com aceleração constante e atinge a velocidade de 360 km/h em 25 segundos.10t . d) é um vetor cujo módulo é constante.2 m de A. III. em função do tempo. estão representadas as velocidades. 12 IMPRIMIR GABARITO x(m) t(s) 800 700 200 –700 0 10 20 30 A equação horária do movimento da partícula no SI é: a) x = 400 + 5t – 2t2 d) x = 800 . Com relação aos tempos gastos pelo atleta nos dois treinos para percorrer os 100 m. c) 10 minutos. UFMT Partindo do repouso. 54. b) 50 segundos. d) I e II são corretas.20t + t2 c) x = 800 + 10t + 2t2 Voltar FÍSICA . podemos afirmar. para uma corrida d e 100 m rasos.4 s a menos que no trein o B. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: a) 30 segundos.

Avançar .

O módul o da velocidade média (em m/s) dessa partícula. 60. Santa Maria-RS A função horária para uma partícula em movimento r etilíneo é x = 1 + 2t + t2 onde x representa a posição (em m) e t.0 s é. UFPR A posição (y). 62. A velocidade da partícula no instante t = 3. o tempo (em s). UEMS É dado o gráfico da posição de um móvel em função do tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . que se movem segundo trajetória retilínea. a velocidade (v) e a ac eleração (a) de uma partícula que se move ao longo do eixo y são dadas. ( ) Essas equações repres entam o movimento de uma partícula em queda livre. no Sistema Internacional de dades. U. por s = 40 – 25 t + 3. ao atingi r o solo. b) A aceleração do móvel B é maior do do A. A função horária que melhor representa o movimento do móvel é S = –3 t2 –12t –12 b) S = 12 t2 – 3t +12 c) S = 4 t2 + 2t + 6 d) S = –3 t2 + 12t – 12 e) S –4t2 + 2t – 6 13 IMPRIMIR 61. A e B.57. Católica Dom Bosco-MS Um corpo é abandonado de uma altura de 5 m e. d) A velocidade do móv el A é sempre maior do que a do B. U. sua velocidade. pelas equações:y = 2 + 3t2 + 4t3. ( ) A velocidade instantânea em t = 2 s é igual a 60 m/s. entre os instantes t = 1 s e t = 3 s . ( ) No instante t = 2 s a velocidade da partícula está diminuindo. em m/s: a) 43 d) – 7 b) 25 e) – 16 c) 18 59. é: a) 2 d) 12 b) 4 e) 16 c) 6 GABARITO Voltar FÍSICA . tem módulo igual a: a) 4 d) 10 b) 6 e) 12 c) 8 5 8. em função do tempo t). é correto afirmar: ( ) O deslocamento da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2 s é 44 m.F. ( ) A velocidade média entre os instantes t = 1 s e t = 3 s é 64 m/s.0 t2. UFSE A função horária das posições de uma partícula é dada. e) Os dois móveis possuem velocidades iguais em c ada instante. c) A velocidade do móvel B é sempre maior do que a do A. v = 6t + 12t2 e a = 6 + 24t. Católica de Salvador-BA A figura representa os gráficos espaço X tempo para doi s móveis. é correto afi mar: a) A aceleração do móvel A é maior do que do B. Nessas condições. em m/s. Considerando esses dados. em unidades do SI . U.

em km/h. Santa Maria-RS d) 25 e) 30 GABARITO A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do num movimento retilíneo. 2 s a 3 s e 4 s a 6 s e) 1 s a 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 08. O computador ligado ao radar afere que a equação horária obedecida pelo carro é dada por: x(t) = 2 + 70t + 3t2. como resposta. em função do tempo. Essa partícula esteve sob a ação no(s) intervalo(s) de tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar tempo t (em s) para uma partícul de uma força resultante não-nula s a 1 s e 4 s a 6 s c s . 16. no percurso considerado? 14 a) 10 b) 15 c) 20 65. Considerando que o carro é equipado com um limitador de velocidade que não permite que ele ultrapasse os 100 km/h e que no instante t = 0h o carro passa exatamente em frente ao radar. a soma das afirmativas corretas. se a ve locidade máxima permitida no trecho for de 60 km/h. a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 ) 2 s a 3 s d) 0 s a 1 s. é corr eto afirmar que: 01. 64. Dê.63. a velocidade do carro aumenta a uma taxa de 6 km/h em cad a hora. que se enco ntra a 73 km do mesmo. U. UFPE O gráfico abaixo represe nta a velocidade de um ciclista. após 1 hora o carro passará pela cidade mais próxima do radar. 02. UFMT Um carro passa por um radar colocado em uma estrada longa e retilínea. 04. Qual a velocidade média do ciclista. o condutor será multado por exce sso de velocidade. após 5 horas o controlador de velocidade será acionado.F. onde x é medido em km e t em horas. o radar está a 2 km do início da estrada (km zero). em um determinado percurso reti líneo.

Para calcular a profundidade do poço o arqueólogo deixa cair uma pedra que é ouvida 3. uma curva refere-se ao movimento do carro e a outra ao movimento da motocicleta. UFPB Dois automóveis 1 e 2. Sabendo-se que o poço é rico de um gás raro e que a velocidade em que o som se propaga neste gás é de 50m/s. Su as correspondentes acelerações nesse instante T são a1 e a2. Desse modo. podem ser representadas pelo gráfico II.66. Os espaço percorridos pelos automóveis 1 e 2 até o instante T são. I. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em função do tempo. numa avenida retilínea. s1 e s2. o c arro começa a mover-se com aceleração constante de 2. III. ( ) As acelerações do carro e da motocicleta. ( ) As velo cidades do carro e da motocicleta. em função d tempo. Em cada gráfico. no mesmo instante t = 0. é correto afirm ar que: d) 45 m e) 35 m 15 a) s1 > s2 e a1 = a2 b) s1 < s2 e a1 < a2 c) s1 > s2 e a1 < a2 d) s1 = s2 e a1 < a2 e) s1 < s2 e a1 > a2 GABARITO 68. ( ) Os deslocamentos do carro e d a motocicleta.9 s depois. ( ) O carro alcançará a motocicleta na posição x = 64 m. em função do tempo. considere a posição inicial do carro como orig em dos deslocamentos e o instante em que o sinal abre como origem dos tempos. a profundidade do poço é: Considere g = 10m/s2. movendo-se na me sma direção e sentido. a) 65 m b) 57 m c) 53 m 67.0 m/s2 e. passa p or ele uma motocicleta com velocidade constante de módulo 14 m/s. Nos gráficos abaixo. ( ) O carro alcançará a motocicleta no instante t = 14 s. respectivamente. inicia m o movimento. colocados lado a lado. neste instante. UFPR Um carro está parado diante de um sinal fechado. são descritas no gráfico abaixo. em função do tempo. É correto afirmar: ( ) O carro alcançará a motocicleta quando suas velocidades forem i guais.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Quando o sinal abre. UEMS Um arqueólogo descobriu um poço pré-histórico numa cidade de Mato Grosso do Sul . podem ser representados pelo gráfico I. As velocidades des envolvidas pelos automóveis. II. podem ser representadas pelo gráfico III.

UFSE A velocidade escalar de um corpo esta representada. PUC-SP Ao iniciar a travessia de um túnel retilíneo de 200 metros de comprimento . d esprende-se do teto e cai. UFMT Pelo gráfico (abaixo) da velocidade de um ciclista em função do tempo. uma lâmpada. 02.69.0 m de altura acima do piso do elevador. pode-s e afirmar que o ciclista: 01. 16 70. desacelera uniformemente.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em função do tempo. e) indeterminado.5 m/s2 d) 2. acelerou 3 vezes e freou 2 v ezes. no fi nal. Durant e a travessia.5 m/s2 b) 1. em metros. estava com a velocidade menor que no início. que o iluminava.5 m/s2 71. o deslocamento escalar do corpo foi. Durante este movimento. manteve a velocidade constante por 5 períodos de tempo distintos.tif c) 1. 05/02. ITA-SP Um elevador está descendo com velocidade constante. nesse percurso.0 m/s2 e) 2. pelo gráfico: IMPRIMIR GABARITO No intervalo de 0 a 3. foi de a) 0. nunca freou. 04. Sabendo que o teto está a 3. a soma das afirmativas corretas. pois a lâmpada só atingirá o piso se o elevador sofrer uma des aceleração. de: a ) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 Voltar FÍSICA . como resposta.78 s c) 1. pois não se conhece a velocidade do elevador. o tempo que a lâmpada demora para atingir o piso é a) 0.54 s d) infinito. só acelerou. 16. 08. saindo do túnel com velocidade de 5 m/s. O módulo de sua aceleração escalar. 72.0 m/s2 pág. manteve sempre a velocidade constante. um automóvel de dimensões desprezíveis movimenta-se com velocidade de 25 m/s.61 s b) 0.0 s. Dê.

com velocidades de mesmo módulo. ( ) Considerando uma margem de e rro de 50%. Voltar FÍSICA . U. que parte do repouso. No trecho BC. 46. Dê. a distância p ercorrida pelo corpo é 200 m e sua aceleração é nula. a aceleração do corpo é 1. 75. a) 0. em sentidos opostos. é nula. 04. a soma das alternativas corretas. c) 10 m e 5. e) 20 m e 20 m. respectivamente.7 m/s2.0 m e 10 m.73. assinale o que for correto.0 m.São Carlos-SP Uma partícula se move em uma reta com aceleração constante. julgue os itens. 74. UFMT O gráfico abaixo repre senta a aceleração. U.E. 16. aproximadamente. No trecho CD. de um carro de Fórmula 1. A velocidade média do corpo no trecho AC é.0 m/s.0 m e 20 m . A distância total percorrida pel o corpo no trecho AD é 2200 m. v = 4. A aceleração do corpo no trecho AB é igual a 4 m/s2. ( ) A vel ocidade do carro aumenta inicialmente. em t = 60 s.5 m/s2. ( ) A velocid ade do carro. b) 0.F. 02. ( ) A aceleração média do carro é 30 m/s2. Sabese que no intervalo de tempo de 10s ela pass a duas vezes pelo mesmo ponto dessa reta.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . como respos ta. pode-se afirmar que a velocidade final do carro é de 20 m/s. O módulo do deslocamento e o espaço percorrido pela partícu la nesse intervalo de tempo são. ao percorrer uma pista de testes destituída de curvas. IMPRIMIR GABARITO A partir das informações do gráfico. mas depois de 30 s diminui. Ponta Grossa-PR Sobre um corpo que se movimenta conforme o gráfico abaixo . 08. d) 10 m e 10 m. em função do tempo. 17 01.

a seguir. é: a) 10 d) 25 b) 15 e) 30 c) 20 77.0 s. no instante t0 o móvel parte da posição igual a 0 m. É co rreto afirmar que: IMPRIMIR a) b) c) d) e) sua aceleração é máxima entre os instantes t1 e t2. Ela sobe e. para o intervalo de t = 0 a t = 5. Unifor-CE Atira-se uma pedra verticalmente. entre os in stantes t0 e t1 o móvel está recebendo o impulso de uma força não nula. em movimento uniforme. em segundos. o gráfico que pode representar a velocidade da pedra em função do te mpo é o: a) d) 18 b) e) c) GABARITO 78. Unifor-CE Um móvel se desloca. entre os instantes t0 e t2. Desprezando-se a resistência do ar. O gráfico representa a posição x.76. o móvel ap resenta uma velocidade média igual a 0. volta ao ponto de partida.5 v. o movimento é retilíneo e acelerado entre os instantes t1 e t2. O instante em que a posição do móvel é –30 m. em função do t empo t.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Cefet-PR O diagrama é representativo da velocidade de um móvel em horizontal. Voltar FÍSICA . sobre o eixo x durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s.

que pode ser acionado com incidência do feixe de luz. ao passar pelo primeiro feixe de luz e desligado. A velocidade escalar média desse automóvel. o cronômetro é abandonado na parte superio r do tubo.00 m/s2 c) 1. ao percorrer uma distância h.5 1.75 m /s2 e) 0.00 m GABARITO 81. o desvio relativo percentual da medida de g.79. ao passar pelo segundo feixe.5 segundo. Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C são ambos de 1.50 m/s2 2. ness a viagem.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . U.50 m e) 27.5 s. UFBA A figura ao lado apresenta um arranjo experimental construído para determ inar o valor da aceleração da gravidade g local. Católica de Salvador-BA Um corpo em repouso é abandonado em queda livre e ati nge a velocidade v.0 t (min) 0 2 b) 45 km/h 22 24 c) 54 km/h 43 45 d) 72 km/h e) 80 km/h a) 36 km/h Voltar FÍSICA . um suporte e duas lanternas. Sabendo-se que os intervalos d e tempo A e C são ambos de 1. Consiste em um cronômetro digital de grande precisão. Estando as lanternas acesas. uma em cada extremidade. 80. marca ndo 0.50 m b) 18. sendo ligado. ao com pletar a primeira metade de h. separada s de 1. será igual a: v 2v a) 2v b) 2v c) 3 d) e) 2 2 82. durante uma viagem de 45 minutos. Considerando-se o valor médio da ac eleração da gravidade local como sendo 10. em %. A velocidade desse corpo.25 m d) 22. UFRS Os gráficos de velocidade (v) e aceleração (a) contra o tempo (t) representam o movimento “ideal” de um elevador que parte do repouso. qual é o módulo de a0 da aceleração com que o elevador s e move durante esses intervalos? a)3. um tubo de vi dro transparente. M ackenzie-SP O gráfico abaixo mostra a variação da velocidade de um automóvel com o tempo .5 s e que o interval o B é de 6 s. 1.50 m/s2 d) 0. sobe e pára.35 m. 19 Com base no enunciado responda os itens 1 e 2.00 m c) 20. qual a distância total percorrida pelo elevador? a) 13. foi de: v (km / min) IMPRIMIR 1. determine.0 m/s2.00 m/s2 b) 2.

da trajetória esquematizada abaixo.0 3. b) 210 m.0 2. invertendo o sentido de seu mov imento.5 m/s2 d) 0.0 m/s2 Voltar FÍSICA . PUC-RS É possível observar durante o desenrolar de partidas de vôlei. Vunesp O gráfico ao lad o mostra como varia a velocidade v em função do tempo t de um corpo que se desloca s obre uma trajetória retilínea e horizontal. ela descreverá uma trajetória : a) retilínea horizontal b) retilínea vertical c) parabólica d) círculo e) quadrática 84.0s. que alguns a tletas conseguem uma impulsão que lhes permite atingir 1. Sendo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. No instante t = 3. em módulo.0 m/s c) 7. é: a) 7. e) 420 m. no i nstante t = 0. Se a bola não bater na barreira. a velocidade inicial do centro de massa do atleta.4 m/s2 e) 0 m/s2 a) 1.0m/s. PUC-RS A velocidade de um carro de Fórm ula Um é reduzida de 324 km/h para 108 km/ h num intervalo de tempo igual a 1. Ele chuta dando um impulso na bola par a cima e para a frente.5 m/s 90.5 d) 3. A chave é agarrada pelo amigo. é: a) b) c) d) e) IMPRIMIR 89.5 b) 5.5 m/s b) 10. a partícula passa p elo ponto B com velocidade de 20m/s. O espaço percorrido por este corpo.0 s. U.5 m/s d) 5. Qual é a veloc idade de lançamento da chave? a) 12.0 4. que melhor iden ifica seu movimento.8 m /s2 c) 0. vale: a) 25 b) 30 c) 45 d) 50 e) 55 85. c) 250 m. é: a) 3 g b) 4 g c) 6 g d) 8 g e) 12 g 20 86.0 B s (m) Sabendo-se que o seu movimento é uniformemente variado. Univali-SC Num jogo de futebol.0 m/s e) 2. O gráfico correspondente à posição x do corpo em função do tempo t. d) 270 m. v (m/s) 30 20 10 0 4 8 12 t (s) GABARITO 88. no int ervalo de tempo de 0 a 14 s. Fatec-SP Uma partícula passa pelo ponto A. quando comparada com a aceleração da gravidade (g = 10 m/s2). Qual é o módulo da aceleração total do trem? b) 0. estando inicialmente numa posição positiva e. A 0 1.25 m acima do solo.5 87. FEI-SP Um garoto joga uma chave para um amigo que se encontra em uma janela 5 m acima. Caxias do Sul-RS Um corpo desloca-se com aceleração constante e negativa.0 c) 4.83. em m/s. vale a) 140 m. a posição do ponto B.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . FEI-SP Um trem com velocidade constante. Sua aceleração tangencial. um jogador vai cobrar uma falta tentando enc obrir a barreira formada pelos adversários. em metro s. instantes após. com velocidade de 8.0 e) 1. 2 segundos depois de lançada. v = 72 km/h faz uma curva no p lano horizontal com 500 m de raio.

b) A velocidade do avião é nula em relação à sua sombra jetada no solo. No solo. c) A velocidade do avião em relação ao ponto C é igual à velocidade de sua sombra. que mergulha fazendo um ângulo de 30 com a h orizontal. variaram. PUC-PR A figura representa um avião. conside rado como plano horizontal. projetada no solo em relação ao mesmo ponto. seguindo uma trajetória retilínea entre os pontos A e B. está representada a sombra da aeronave. em relação ao mesmo ponto. e assinale a alternativa correta: a) A veloc idade do avião em relação ao ponto C é maior que a velocidade de sua sombra.21 91. e) A velocidade da sombra em relação ao ponto C independe da velocidade do avião. Considere as afirmativas que se referem ao movimento da aeronave no trecho AB. 92. FEI-SP Em qual dos gráficos abaixo temos: no intervalo de 0 a t1 movimento un iformemente variado e no intervalo de t1 a t2 movimento retardado com aceleração var iada: a) v b) v c) v d) v e) v t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t 93. d) A velocidade do avião em relação à sua sombra projetada no solo é maior que a velocidade de sua sombra em relação ao pont o C. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sement   . projetada n o solo. Fuvest-SP As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. de e spécies diferentes. e um ponto de referência C. projetada vert icalmente.

Unicamp-SP Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma ave nida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. A e B mantêm altura constante entre os ins tantes t1 e t2.2 s.5 s. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o moment o em que realiza alguma ação) é 0.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . a) Determine a mínima aceleração constante que o car o deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado. A e B atingem a mesma altura final.es. IMPRIMIR 94. Voltar FÍSICA . B a tinge uma altura final maior do que A. v (cm/semana) A t0 t1 B t2 t(semana) GABARITO É possível afirmar que: a) b) c) d) e) A atinge uma altura final maior do que B. O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar pa ra vermelho. Quand o o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento. b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem se r multado. como mostra o gráfico. o sinal muda de ver de para amarelo. Este sinal permanece amarelo por 2. A e B atingem a mesma altura no instante t0.

Mackenzie-SP Uma partícula em movimento retilíneo uniformemente variado descreve sua trajetória segundo o gráfico ao lado. freando seu veículo. Qual deve ser a aceleração mínima do veículo de trás para não colidir com o da frente? . depois de 0.0 m/s2. com aceleração constante de módulo 5. GABARITO a) Qual é essa distância.5 0 4 8 t (s) –8 –4 – 10 22 10 v (m/s) 10 v (m/s) d) 4 0 t (s) e) 4 0 8 t (s) –6 – 10 96. Vunesp Uma norma de segurança sugerida pela concessionária de uma auto-estrada r ecomenda que os motoristas que nela trafegam mantenham seus veículos separados por uma “distância” de 2. expressa adequadamente em metros.50 s. aquele que representa a velocidade escalar da partícula em função do tempo citado é o da altern ativa: x (m) 10 3 1 2 34 5 6 78 0 –2 –5 –6 t (s) a) 2 0 v (m/s) b) 1 0 v (m/s) v (m/s) c) 10 t (s) 5 t (s) 2. nessas condições. no qual podemos ver sua posição assumida (x) em função do tempo (t).0 segundos. para veículos que percorre m a estrada com a velocidade constante de 90 km/h? b) Suponha que. medido a partir do instante zero.95. um motorista freie bruscamente seu veículo até parar. e o motorista de trás só reaja. Dos gráficos abaixo.

Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

c 20. c 14. d 33.125 m/s2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . c 86. 01 + 02 + 04 + 08 +16 64. a 34. b 52. c 85. b 26. a 96.5k m 51. e 6. c 93. a 62. a 44. b 94. d 40. d 61. a) d = 50 m. a 45. b 87. a 89. c 23. e 3. a 22. b 72. c 84. e 39. e 49. b 75. c 68. b 54. a 13. c 71. 58 38. c 16. a) c. a) –3 m/s2. c 27. d 59. a 66. b 56. b 28. a 57. b 91. e 15 .F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O 1 1. b) 2. 08 18. 4. 04 + 08 + 16 70. c 43. V – F – F – F 76. d 42. 56 35. c 46. a) 30s. d 58. 26 74. d 88. d 31. d 83. e 29. c 63. 03 2. c 12. b 50. a 21. e 10. 50m/s 37. 4m/s2 55. b 53. V – V – V – F – F 60. c 25. a 9. d 77. e 82. b 73. 8% 80. c 5. b) b 48. b 17. b 7. a 90. c 41. c 30. a 8. 1) b 2) d 81. d 11. d 24. F – V – F – F – F – V 69. d 47. e 19. a 92. c 32. e 79. d 67.4 m/s2 95. a 78. 105 4. e 36. b) a = 3. a 65.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .

As pessoas responsáveis pelas placas não precisam se preocupar p orque essa maneira de indicar a velocidade também está correta. 2. A resultante das forças aplicadas no carro da frent e é nula mas. o carro chegou com um atraso de 15 minutos. ( ) sabendo que o projétil foi lançado da origem. o projétil possui um movimento acelerado. c) Uma representação gráfica qualitativa da função horária da velocidade do car d) Um carro reboca um outro numa parte retilínea e sem inclinação de uma dessas estrad as a uma velocidade constante. é de 40 m/s. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. UEGO Um carro parte de Pires do Rio para Anápolis às 7:00 h para um compromisso às 9:00 h a uma velocidade média de 90 km/h. ( ) a velocidade do projétil. Q U E D A L I V R E . ( ) no instante de 4 s. b) Obser vando a figura. podemos dizer que o vetor que liga Pires do Rio a Anápolis e o vet or que liga Iporá a Santa Helena são paralelos entre si. Com base nos referidos gráficos. Unicap-PE IMPRIMIR Os gráficos das figuras 01 e 02 representam as componentes horizontal e vertical d a velocidade de um projétil. para o carro de trás. têm sentidos opostos e têm o me smo módulo.Cinemática vetorial Avançar . seu alcance é 180 m. podemos afirmar: ( ) o projétil foi lançado com uma velocidade inicial de módulo igual a 50 m/s. Voltar FÍSICA . GABARITO e) Na rodovia entre Anápolis e Goiânia há várias placas de limite de velocidade indicand o a velocidade em “km”.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . 1 a) Por causa do imprevisto. ao atingir a altura máxima. A distância entre as duas cidades é de 153 km. No meio do caminho houve um imprevisto q ue durou meia hora. a resultante é a tração exercida pelo cabo que liga os carros. ( ) o projéti l atingiu a altura máxima em 3s.

Sendo de 2.6 m/s 6.5 m a altura de cada a ndar. eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos. Não é possível dete rminar a distância do ponto de partida até ao ponto de pesca. 02. A velocidade da correnteza do rio é 1. a velocidade da cano a. remando contra a correnteza do rio. 32. Quando os pescadores remaram rio acima. porque a velocidade da corrente za não é conhecida. o número de andares do edifício é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) indeterminado pois a v elocidade horizontal de arremesso da bola não foi fornecida. foi de 1. Após a pescar ia. ela mantém seu guarda-chuva inclinado como m ostra a figura.0 m/s. 04. A dotando g = 10 m/s2. Como a velocidade da canoa foi de 2. o módulo da velocidade do projétil no instante t = 4. Dê. em m/s: a) zero d) 40 b) 20 e) 50 c) 30 → IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .2 m/s b) 2. mas sem ven to. em relação ao rio. em relação ao rio. em relação à margem. 64. Calcule o valor da velocidade com que as gotas estão caindo em relação à pessoa.3. então.20 m/s e) 1. sendo a velocidade da canoa. tocando o solo decorridos aproximadamente 2 s.8 m/s. 16.60) a) 1.00 m/ s. num ângulo de 53 acima da horizontal. eles gastam 600 segundos para retornar a o ponto de partida. mas em relação à pes é inclinada como mostram as linhas tracejadas. 08. a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m. (ângulo de inclinação do guarda-chuva: 53 . Para melhor se proteger da chuva.0 m/s. O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida. Não é possível calcular a velocidade com ue os pescadores retornaram ao ponto de partida. UEMS Uma pessoa ca minha em solo horizontal com velocidade de 1. Em relação ao solo.60. na mesma margem do rio e em trajetória retilín ea. 4.00 m/s.0 m/s c) 3.80 e cos 53 = 0. a trajetória das gotas é vertical.50 m/s. como resposta. Partindo da mesma posição e remando. UFSE Um pro jétil é lançado com velocidade inicial de 50 m/s. sem remar dois pescadores levam 300 segund os para atingir o seu ponto de pesca. 5. 2 Considerando que a velocidade da correnteza V CR é constante.0 s é.Cinemática vetorial Avançar           . Quando os pescadores remaram rio acima. 3 = 0. quando os pescadores remaram rio abaixo. igual a 2. ITA-SP Uma bola é lançada horizontalmente do alto de um edifício. a soma das altern ativas corretas. a velocidade da cano a. foi igual a 4. sen 53 = 0. UFSC Descendo um rio em sua canoa. assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. num dia chuvoso.0 m/s d) 18.

08. Mackenzie-SP Uma pe ssoa esbarrou num vaso de flores que se encontrava na mureta da sacada de um apa rtamento. Uma outra bóia. atingiu a calçada c om uma velocidade de: Dado: g = 9. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 9. Dê. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: a) K b) L c) M d) N 1 1. U. pois a alcançará primeiro.8 m/s2 a) 28. dentre outras coisas. a terceira à sua direita e a quarta à sua esquerda. 16. em relação às margens. para alcançar a s egunda bóia. com velocidade constante de 100 km/h.7. A pessoa deverá nadar para: a) a bóia da direita. o peso do maquinis ta. 64.00 m de altura. como resposta. mas observa que existem quatro bóias flutuando livremente em torno de si.0 km/h e) 784 km/h c) 72. livre da resistência do ar.8 km/h b) 40.Cinemática vetorial Avançar . que é avistado por uma vaca que está no meio dos trilhos? Calcule.0 km/h 10. Todas elas estão a uma mesma distânc ia desta pessoa: a primeira à sua frente. o comprimento da vaca. Como conseqüência. em relação à calçada. também está descendo com a correnteza. 02. a segunda à sua retaguarda. c) a bóia de trá pois a alcançará primeiro. A posição das duas bó as e o sentido da correnteza estão indicados nesta figura: Considere que a velocid ade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio. a p otência do motor da locomotiva. a distância entre a vaca e a locomotiva quando e sta é avistada. b) a bóia da frente. o vetor velocidade média com que a vaca se d esloca. Católica Dom Bosco-MS O movimento de um corpo pode ser o resultado da composição de vários movimentos reali zados simultaneamente. pois a alcançará primeiro. levada pela correnteza de um rio. 04. a soma das alternativas corretas. UFSC Alguma vez já lhe propuseram a questão sobre “um trem trafegando numa via férrea . situada a 40. e desce com velocidade constante de 30 m/s. d) a bóia da esquerda. a largura do trem. seria necessário conhecer: 01. Nesse caso. Acafe-SC Uma pessoa está tendo dificuldades em um rio. pois as alcançará ao mesmo tempo. e) qualquer u ma das bóias. o peso da vaca. 32. o vaso caiu verticalmente a partir do repouso e. Se o barco sobe um rio com velocidade constante de 10 m/s. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 8. em m/s. pois a alcançará primeiro. pode-se concluir que a velocidade da correnteza. UFMG Um menino flutua em uma bóia que está se moviment ando. O movimento de um barco em um rio é uma composição de movimento s.0 km/h d) 100. desprezando-se os problemas pesso ais e psicológicos da vaca. que flutua no mesmo rio a uma certa distância do menino.” É claro que esta pergunta tem por sua imediata reação: “Calcular o quê?” “E você recebe como resposta: O susto que a vaca vai levar!” Mas será que ela realme te se assustaria? Para responder a esta questão.

até atingir um ponto B. no sentido . a) y = 0. l h 58 min c) noroeste..... formando.. Desse ponto. 24 km. cos 30 = 0..Cinemática vetorial Avançar           . a) nordeste. l h 58 min b) nordeste... um ângulo de 30 . 2. U. b) ( ) A velocidade da p edra ao atingir o ponto B. a velocidade da pedra é diferente de zero.F. em metros e segundos.5. atingindo o ponto B. deslocou-se 5 km perpendicularmente.12.... 10 x – 0. U... no sentido Leste/Oeste.. Católica-GO Julgue os itens A e B. 13... Considere sen 30 = 0. até atingir um ponto C.. assinale a alternativa cujo diagrama melhor repr esenta as forças que atuam sobre a bola no ponto P dessa trajetória. e.57 Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. no sentido No rte/Sul. em torno de . 24 km.. de um ponto A.400 km.. l h 36 min e) no rdeste..87 e tan 30 = 0.. Parte da trajetória seguida pela bo la está representada nesta figura: 4 GABARITO Considerando a resistência do ar. UFSE Um projétil inicia um movimento em lançamento oblíquo.. fazendo um ângulo de 45 com a horizontal. l h 58 min IMPRIMIR Voltar FÍSICA . H. igual a 10 m/s..000 m..... A pedra descreve a trajetória representada em linha pontilhada. considerando o enunciado a seguir: Na fi gura ao lado está representada a trajetória de uma pedra que foi atirada de um plano horizontal.....5 x2 d) y = 5 x + 2x2 2 b) y = 0... V0x e V0y. com uma velocidade inicial V0.010x e) y = x – 0.. com a margem. 240 m .05 x2 c) y = 0. UFMG Uma jogadora de basquet e arremessa uma bola tentando atingir a cesta.. os deslocamentos horizontal e verti cal podem ser descritos por x = 10 t e y = 10 t – 5 t2. em formato de triângulo retângulo: Partiu de um ponto A sobre a margem de um rio.. Pelotas-RS Um barco de passeio fez a seguinte rota turística.... Considere que o projétil está submetido somente à ação da força peso.. portanto.... conforme esquema. (deslocamentos em metros e tempos em segundos). Do ponto C retornou ao ponto de p artida A. tem valor maior que V0. Considere desprezível a resistência do ar.5 x + 2x2 14. sendo o módulo de ambas as componentes da velocidade inicial. a) b) c) d) 15. l h 36 min d) noroeste.. 24. a) ( ) No ponto de a ltura máxima. Essas informações permitem deduzir a equação da trajetória do movime nto que é. Com uma velocidade média de 15 km/h.05 x – 0. o barco percorreu aproximadamente .

c) O alcance da bola. velocid de d bol sempre t ngente à tr jetóri .Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Fuvest-SP Um motociclista de motocross move-se com velocidade v = 10 m/s. até atingir uma rampa (em A). so bre uma superfície plana. A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D (D = H). inclinada de 45° com a horizon tal. determine. aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m v g A H 45° D d) 7. t segundos após o lançamento. a partir da figura o módulo de v0. Supondo que o cilindro menor tenha uma freqüência de rotação f1 = 150 r pm. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA .5 m e) 5 m 17. d) No ponto de ltur máxim . Uberaba-MG/Pias Em um jogo de fu tebol. campus da Salgado Filho. do ponto A. a) Durante todo o movimento da bola. UEMS Uma correia acopla dois cilindros de raios R1 = 20 cm e R2 = 100 cm.0 km/s 19. A freqüência de rotação do cilindro maior. é de: 5 a) 3 rpm b) 6 rpm c) 30 rpm d) 40 rpm e) 75 rpm 18. uma pequena es fera é lançada horizontalmente com velocidade V0 . U. Assinale a alternativa incorreta. o módulo de sua velocidade vertica l diminui durante a subida e aumenta na descida. distância máxima percorrida no eixo x. em um movimento como o esquematizado na Figura ao lado. tem o módulo igu l zero. um jogador lança a bola para o seu companheiro.16. localizado a certa distância. como indicado na figura. b) A trajetória descrita pela bol a pode ser analisada através da composição dos movimentos uniforme e uniformemente var iado. A figura ao lado mostra a velocid ade v da esfera em um ponto P da trajetória. é função do ângulo de la mento α. e a escala utilizada para representar esse vetor (as linhas verticais do quadriculado são par alelas à direção do vetor aceleração da gravidade g). Potiguar-RN Em um experim ento realizado no alto do edifício da UnP. a) 10 m/s b) 100 m/s c) 10 km/h d) 1. co nforme a figura. U. Considerando g = 10m/s2 e desprezand o a resistência oferecida pelo ar.

02. M ckenzie-SP Num relógio con vencion l. A formig re liz . qu l(is) d (s) firm tiv (s) b ixo é(são) corret (s)? 01. o menor interv lo de tempo. outr p rtícul move-se com mesm velocid de ngul r. ( ) Para θ = 30º a bola cai sobre o vagão após 1 s do seu lançamento. m ior forç cen trípet que tu sobre el . com velocid de de módulo vb = 10 m/ s em rel ção o v gão. GABARITO IMPRIMIR figur 1 figur 2 Nest s condições. UFPR U m v gão de 15 m de comprimento move-se com velocid de const nte de módulo vv = 10 m/ s em rel ção o solo.5 minutos 180 c) minutos 11 23. Supo ndo que velocid de d formig sej 0.20. som d s firm tiv s corret s. p rtindo do centro do disco. Voltar FÍSICA . n ecessário p r que esses ponteiros fiquem ex t mente um sobre o outro. sem componentes l ter is. Um bol é rremess d de su extremid de nterior. num direção que form um ângulo q com nt l. é correto firm r: ( ) P r qu lquer 0º < θ < 90º a bola cairá dentro do . 08. té cheg r à bord do disco. é: 360 ) 15 minutos d) minutos 21 b) 16 minutos e) 17. ( ) Para um certo valor de a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo B.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ hor . A forç centrípet que tu n formig é proporcion d pelo trito entre f ormig e o disco. conforme figur I.0 cm. vemos que o ângulo form do entre o ponteiro dos minu tos e o d s hor s mede 90°.0 r d/s. ITA-SP Um p rtícul move-se o longo de um circunferênci circunscrit em um q u dr do de l do L com velocid de ngul r const nte. A r zão e ntre os módulos d s respectiv s velocid des t ngenci is dess s p rtícul s é: 2 3 3 ) 2 b) 2 2 c) d) 2 e) 2 2 21. Um formig sobre o disco. 16. A tr jetóri d formig p r um observ dor fixo n Terr é m ostr d n figur b ixo: 6 Dê. A celer ção centrípet sobre formig depende d su m ss . como respost . Con sidere nul resistênci do r. às 3 h pontu lmente. Qu nto m is formig se proxim d bord do disco. ( ) Somente para θ = 90º a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo A. ( ) Para nenhum valor de θ a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo C. um volt co mplet . sendo A e C p r bólic s e B vertic l. N figur II estão represent d s três diferentes tr jetóri s p r bol . UFMS Um disco gir com velocid de ngul r const nte de 60 rot ções por minuto.15 m/s e o r io do disco igu l 15. c minh sem desliz r n direção r di l com velocid de const nte em rel ção o disco. N circunferênci inscrit nes se mesmo qu dr do. A velocid de ngul r do disco é de 1. 32. A p rtir desse inst nte. 04. 22.

UESC-BA Uma partícula é lançada.E. ele resolve medir o tempo de ueda dessas bol as. No ponto A. o módulo da velocidade de lançamento deve ser igual a: 1) gh 2 2) 2gh 3) (2gh) 2 cosθ 1 4) (2gh) 2 senθ 1 5) (gh ) 2 . d) diferentes fre üências. a resultante das forças ue atua sobre a bola é nula. A partir de certo momento. b) mesma fre üência. mesma velocidade angular e mesma velocidade linear . mesma velocidade angular e diferentes velocidades lin eares. Calvin. O Estado de São Paulo 7 26. o garoto sabe calcular a altura de onde está soltando as bol as.Cinemática vetorial ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . No pon to B. 02. Dê. ignorando a resistência do ar. 04. é muito pe ueno para entender ue pontos situados a diferentes distâncias do centro de um dis co em rotação têm: a) mesma fre üência. O resultado deste cálculo é: a) 80 m b) 45 m c) 30 m d) 20 m e) 5 m Voltar FÍSICA . 16. Despreze a resistência do ar e assinale o ue for correto (o ponto B corresponde ao instante em ue a bola atinge o solo ). como resposta. conforme figura. No ponto B. a energia total da b ola é maior ue no ponto B. diferentes velocidades angulares e mesma velocidad e linear. c ) mesma fre üência. U. no solo. e) diferentes fre üências. IMPRIMIR 27. No ponto A. Seu relógio marca 10 horas 4 minutos e l segundo ao soltar uma determinada bol a e ela bate. PUC-SP Leia a tira ao lado. Baseado nestes dados. UFPB Um garoto está brincando de soltar bolas de gude pela janela de seu apart amento. Maringá-PR O goleiro de um time de futebol bate um tiro de meta e a bola percorre a trajetória es uematizada abaixo. o garotinho assustado da tira. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lineares. tgθ 1 25. uando esse relógio marca 10 horas 4 minutos e 3 segundos. 08. GABARITO 01. a velocidade resultante da bola é para a direita e para cima. a soma das alternativas corretas. diferentes velocidades angulares e diferentes velocidades linear es. Para ue a partícula a tinja a altura máxima h. a velocidade resultante da bola é nula. No ponto A.24. a resultante das forças ue atua sobre a bola é para a direita e par a cima. nas proximidades da superfície ter restre onde a intensidade do campo gravitacional é igual a g.

Avançar .

tempo e aceleração.Cinemática vetorial Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . A tabela apresenta uma coluna com os valores do período desses movimentos e uma coluna (incompleta) com os correspondentes valo res da fre üência. velocidade e força. 03. 05. 04. tempo. força. ligadas por uma correia. uma distância h. igual a 10m/s2. aproximadamente. um corpo ue cai durante 3 segundos.5 b) 2 c) 5 d) 10 8 cm e) 16 8 30. é possível dizer ue a fre üência da polia Z vale. Com base nesses dados. em m /s. Movimento I II III IV V GABARITO Período (s) 1/4 1/2 1 2 3 Fre üência (Uz) 1 IMPRIMIR Qual das alternativas apresenta os valores da fre üência correspondentes. e) 1 16 . Sabendo-se ue a polia maior completa 4 voltas a cada segundo. 30 e 45 31. atinge o sol o com velocidade igual a v. são iguais. e da distância h. velocidade e distância. R W = R Y = R Z = R X⋅ e a fre üência da polia W vale 2 2Hz. v locidade. os valores da velocidade v. 10 e 20 03. 1 2 e 2 e 2 1 4 d) 16. ace eração e tempo. a) Das grandezas físicas citadas. em Hz: a) 1 8 b) 1 4 c) 1 2 d) 1 e) 2 29. 2.0 cm. c) 1 4 .28. respectivamente. em m. UFRS Foi determinado o período de cinco di ferentes movimentos circulares uniformes. b) Com base na informação. a partir do repouso. executam movimentos 20 cm cir culares solidários e seus raios medem 20 cm e 8. distância. têm natureza vetorial: 01. Ness as condições. força e distância. Fatec-SP Duas polias. respectivamente. 45 e 10 02. 4. aceleração. o número de voltas ue a menor completará nesse mesmo intervalo de tempo é: a) 0. II. a: 01. 1 4 1 4 e 1 16 b) 4. 1 2 . Cefet-PR Considere o sistema de polias representado. 4 e 16 . após percorrer. 2 e 4 Voltar FÍSICA . a aceleração de ueda de um cor po nas proximidades da superfície terrestre é. respectiva mente. 1 Nele. aos movimentos I. IV e V? a) 1 2 . 20 e 45 05. 02. todos referentes a partículas de mesma m assa percorrendo a mesma trajetória. UESC-BA Desprezando-se a força de resistência do ar. 10 e 30 04. no ar. 1 2 .

2 T/π L L 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) circul r com vetor velocid de t ngenci l const nte.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ £ . O tempo necessário p r o feixe f rol de luz “v rrer” a praia. com fre üênci a f2 e velocidade angular w2.0 c) 4. Unifor-CE Do alto de uma ponte. T l como está. é: a) arctg (L/R) . T/(2π) c) arctg ( L/R) . b) para o centro de Júpiter. Considere agora um sistema dup lo de tração. efetua um movimento circular unifo rme em torno desse planeta. ) retilíneo unifo rme. respectivamente. conforme o comando da alavanca de câmbio. o ciclista impele os ped ais. O f rol se encontr um distânci R do centro de um pr i de compri mento 2 L. c) para o centro da Terra. A combinação ue permite máxima velocida de da bicicleta. Então. a 20 m de altura sobre um rio. No instante em ue a laranja inicia a ueda. em rel ção à Terr . Nessas condições. T/(2π) e) arctg (L/R) . para uma velocidade angular dos pedais fixa. e) circul r sujei to um celer ção gr vit cion l nul . Obviamente. c) circul r com celer ção de módulo st nte. 35. se a roda maior girar com fre üência f1 e velocidade angular w1 e a menor. Esta. 33. a força ue mantém o satélite Ganimedes na trajetória c ircular está dirigida: a) para o centro do Sol. d) coroa R2 e catra ca R4. d) para o centro de Ganimedes. e) é indeterminada já ue não se conhece o diâmetro da roda traseira da bicicleta . de raios R1 e R2 (R1 < R2) e 2 catracas R3 e R4 (R3 < R4 ). por sua vez .32. por um motivo qu lquer. a canoa deve estar a uma distância máxima da vertical da ueda. o feixe d e luz está copl do um mec nismo rot tivo que re liz um volt complet c d T segundos. cujo eixo movimenta a roda dentada (coroa) a ele solidária. b) coroa R1 e catraca R4.5 d) 3. ITA-SP Em um f rol de sin liz ção. aciona a corrente responsável pela transmissão do movimento a outra roda dentada ( catraca).0 e) 1. é: a) coroa R1 e cat raca R3. em cada volta. acoplada ao eixo traseiro da bicicleta. sem deslizamento. pode-s e firm r que. c) coroa R2 e catraca R3. o stron ut execut um movimento. com 2 coroas. solt -se d n ve. 37. b) retilíneo com celer ção de módulo const nte. e) tangente à trajetória. uma das grandes luas de Júpiter. em metros. é correto afirmar: ω 1 f2 01) f1 = f2 02) f1 > f2 03) 1 = 2 04) 1 < 2 05) = ω 2 f1 36. FURG-RS Suponha ue Ganimedes. T/π d) arctg (L/2R) . qu ndo. ligando-as através de uma corrente. A laranja cai dentro de uma canoa ue desce o rio com velocidade constante de 3. i gual a: a) 9. UES C-BA É possível efetuar a transmissão de movimento circular entre duas rodas de diâmetro s diferentes.0m/s. a corrente só toca uma coroa e uma catraca de cada vez.0 b) 6. a partir do repouso. ITA-SP No sistema convencional de tração de bicicletas. deixa-se ca ir uma laranja. T/(2π) R b) arctg (2L/R) . PUC-RS Um stron ut está consert ndo um equip mento do l do de for d n ve esp ci l que se encontr em órbit circul r em torno d Terr . conforme figur .5 Dado: g = 10m/s2 34.

U. odemos concluir que o raio da catraca é um terço do raio da coroa.4 0.0 0. Se a roda traseir a ossui uma freqüência 12 Hz. a velocidade de um móvel varia linearme nte com o tem o. ara atravessar uma onte. ( ) No M.0 cm d) 6. a altura em relação ao chão de um onto localizado na borda de uma das rodas de um automóvel em movimento. b) a com onente vertical da velocidade média do onto em relação ao chão. em função do tem o.R.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . GABARITO 40.U.. Considere uma volta com leta da roda e determine: a) a velocidad e angular da roda. Podemos concluir que o módulo da aceleração a licado elos freios é de 4m/s2. ( ) O tem o gasto or um trem. cujo com rimento é idêntico ao do t rem. de com rimento igual a 100 m. Qual deve ser o raio da olia B’. ( ) Um ciclista executa 4 edaladas or segundo. c) a com onente horizontal da velocidade média do onto em relação ao chão. Unica -PE ( ) Um cor o com M. com uma velocidade constante de 36 km/h.0 cm e) 4. ossuí uma aceleração diretamente ro orcional a o quadrado da velocidade.0 IMPRIMIR 0.38.C. Unicam -SP O gráfico abaixo re resenta.3 Voltar FÍSICA . A r oxime i = 3.0 cm 10 39. concêntrica a B e rigidamente resa a ela. 0. de modo que A’ e B’ ossam ser conectada s or uma outra correia C’. UFPE A olia A’ de raio r’A = 12 cm é concêntrica à olia A.V.1. é de 10 s.6 Altura (m) 0.2 tem o (s) 0. e está rigidamente resa a ela. ( ) Um carro com 72 km/h é freiado uniformemente e ara a ós ercor rer 50 m.1 0. de raio rA = 30 cm. A olia A é aco lada a uma terceira olia B de raio rB = 20 cm ela correia C. conforme indicado na figura.2 0. sem que ocorra deslizamento das correias? a) 12 cm b) 10 cm c) 8.

0 cm d) 1. O r io do núcleo dos c rretéis v le 1. Alfenas-MG Um bloco de massa m descreve um movimento circular numa mesa h orizontal lisa.76 0. c) decresce de 2. proxim d mente: ) 2. GABARITO 43.0 cm. d) decresce de 0. Em um toc -fit s.0 2. o número de rot ções por segundo do c rretel A: ) cresce de 1.76. e) perm nece const nte. 42.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ . A mola não deformada tem c om rimento l. Cesgr nrio Qu ndo o r io externo do conjunto fit -c rretel no c rretel A v l er 1.4 1. o do c rretel B v lerá. Com fit tot lmente enrol d num dos c rretéis. reso a uma mola de constante elástica k. e quando osta a girar em movimento uniforme.6 cm 44. b) cres ce de 0.5 cm.5 cm.4.41. sofre uma deformação x.2 cm c) 2.0. Cesgr nrio Se fit demor 30 min p r p ss r do c rret el A p r o c rretel B.31. o r io externo do conjunto fit -c rretel v le 2. U.4 cm b) 2. o comprimento d fit desenrol d é proxim d mente igu l : IMPRIMIR ) 86 m b) 75 m c) 64 m d) 45 m e) 30 m Volt r FÍSICA .31 0. O módulo da velocidade angular w do sistema é: a) ω = kx m kx m d) ω = kx ( +x m ) b) ω = e) ω = kx +x k ( +x mx ) c) ω = m ( ) 11 O enunci do seguir refere-se às questões de 2 4.8 c m/s. Cesgr nrio Enqu nto fit é tot lmente tr nsferid do c rretel A p r o c rre tel B.8 cm e) 1. fit do c s sete p ss em frente d c beç de leitur C com um velocid de const nte v = 4.

.

por um br ço AC. braço AC está velo razão é igual . Calcule a velocidade média do equilibrista no trajet o ercorrido nos rimeiros 6. Em um p rque de diversões há um brinquedo que tem como modelo um vião. o monociclo começa a se mover a artir do re ouso com a celeração constante de 0. como ilustr figur b ixo: Enqu nto o eixo gir com um velocid de ngul r de módulo const nte. Determine o número de edaladas. O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm.85 GABARITO c) 0. Uma das atrações típicas do circo é o e uilibrista sobre monociclo. UERJ O e uilibrista percorre.75 b) 0. UERJ Em outro momento. UERJ-RJ A medida do raio r da trajetória descrita elo onto A.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¤ ¤ ¤ ¡ ¢ ¤ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¤ ¡ ¡ do ângulo θ.00 UERJ Utilize os dados abaixo para resolver as uestões de números 7 e 8. considerando o movimento uniforme. f zendo o âng ulo q v ri r. 47. Se v2 é a cidade escalar do mesmo ponto uando o ângulo θ corresponde v2 a 60º.50 m/s2. p r que o vião sub ou desç . uma distância de 24 π metros .90 d) 1. necessárias ara que ele ercorra es sa distância em 30 s. o ponto A tem velocidade escalar v1. então a a: v1 a) 0. e o movimento do e uilibrista é retilíneo. π≅3 Dados: AC = 6 m 12 BC = CD = 2 m 2 m ≤ BD ≤ 2 3 m 3 ≅ 1. um eixo centr l gir tório CD. no início de sua apresentação.0 s Voltar FÍSICA . em função e uivale a: a) 6 sen θ b) 4 sen θ c) 3 sen θ d) 2 sen θ 46. or segundo. UERJ-RJ Quando o perpendicular ao eixo central. Esse brinquedo está lig do.UERJ-RJ Utilize s inform ções b ixo p r responder às questões de números 5 e 6. o piloto dispõe de um com ndo que pode exp ndir ou contr ir o cilindro hidráulico BD. IMPRIMIR 48.7 45.

Para esse movimen to. Considerando a origem no solo. ao serem lançados horizontalmente com a mesma velocidade. a vel ocidade do som no ar. a relação aceleração da gravidade/velocidade do som no ar (g/vs). U. como res osta. III. abandona verticalmente uma edra. des rezando o atrito da edra com o ar e considera ndo que o estudante desconhece tanto o valor da aceleração da gravidade no local de seu ex erimento como a velocidade do som no ar. com velocidade inic ial de 80 m/s. Considere des rezíveis as forças de resistência do ar. d) O objeto mais leve ercorrerá dis tância maior. realizando um trabalho ex erimental. um cor o de massa 1 kg é largado. tal estudante ode concluir que: 01. a artir do re ouso. b) A enas I II. ele está a uma distância inferior a 490. nas condições de seu ex erimento. c) Os dois atingirão o solo simultaneamente. exatamente. de massas di ferentes. 80 m acima da su erfíc ie terrestre. ele está exatamente a 490. 02. FURG-RS No instante t = 0 s. d) A enas I e III. e) Durante a subida. 9.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Com base a enas nestes dados. e III. e) I. tem dados suficientes ara chegar a um valor m uito reciso da velocidade do som no ar.49. nas condições do seu ex erimento. e) As acelerações de cada objeto serão diferentes. I. quando a resistência do ar é des rezada? a) O objeto de maio r massa atingirá o solo rimeiro. a soma das alternativas corretas. 04. o eso do cor o realiza um trabalho motor. 08.E. b) O objeto de menor massa atingirá o solo rimeir o. O estudante observa que a edra g asta 10. 51. No instante t = 3 s. 16. 0. Quais afirmativas estão corretas? a) A enas II. c) A enas I e II. II. Cefet-PR Um cor o d e massa 2 kg é lançado verticalmente ara cima a artir do solo. não tem dados suficientes ara chegar a uma conclusão recisa a res eito do valor da aceleração da gravidade no local. vale.677 m/ s. Unioeste-PR Um estud ante. Dê. são feitas três afirmativas. 50. a roximadamente. de uma mesma a ltura e ao mesmo tem o. exatamente.814 m/s2. No instante t = 2 s. 352. a) O cor o erman ecerá no ar durante 8 s. II. a artir do re ouso. a aceleração do movimento vale 20 m/ s2. nas condições do seu ex erimento. 52. exatamente do alto de um oço.0 s ara atingir a camada inicial da água e que o som do baque da edra na água foi ouvido 1. a aceleração da gravidade. 64. assinale a afirmativa correta. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .5t2. a velocidade do cor o é 30 m/ s e está dirigida ara baixo. naquele local.028/s.40 s a ós o momento no qual ele observa que a edra atinge a água. 13 d) A velocidade média do cor o no ercurso de subida é igual a 40 m/s. a energia otencial e mecânica do cor o aumentam. 32. Londrina-PR O que acontece com o movimento de dois cor os. vale.55 m acima do nível da águ a. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando a acele ração da gravidade igual a 10 m/s2. b) Durante a subida. vale. c) Ao atingir a altura máxima.55 m acima do nível da água. a equação horária do mo vimento é h = 80 . a velocidade e a aceleração do cor o serão nulas.

a ós 6 s.F. Des rezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s2. U.53. como mostra na figura e. Pelotas-RS Uma edra é lançada ara cima. o gráfi co que re resenta a osição da edra em função do tem o é: a) d) b) e) 14 c) IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . retorna ao solo.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .

b 15. b 35.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . a) 62 rad/s. c 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .6 m/s 41. V – F – V – V – F 24. c 5.b 43. d 51. 58 8.b 44. d 20. V – V – V – F – V 40. b 26. 33 52. 02 + 04 + 16 + 32 22.Cinemática vetorial Avançar .a 45.b 47. F – V – V – F – F 2. a 37. b) VV = 0. 04 36. a 19. c 53. 04 25. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. a) 01 b) 05 31. c) VH = 18. a 11. b 16. c 39. c 3 3. 12 27. e – F 13. e 14. d 10. c 38.c 42. b 34. c 50. d 28. d 29. c 6.1. c 18.5m/s 49.a 46. V – V – F – V – V 3.2 voltas/seg 48. c 2 3. b 32. e 9. a 17. a 21. Q U E D A L I V R E . c 7. 56 4. d 30.

As forças que agem sobre a bola.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1. Mackenzie-SP Duas forças horizontais. uma bola é lançada na horizontal contra uma barreira de inos com o objetivo de derrubá-los. 2. o módulo da aceleração adquirida or esse cor o é: a) 1 m/s2 d) 4 m/s2 2 b) 2 m/s e) 5 m/s2 c) 3 m/s2 Voltar FÍSICA . er endiculares entre si e de intensidade s 6 N e 8 N. numa colisão fron tal. — as intensidades das forças não estão re resentadas em escala. ode-se afirmar que. a) GABARITO b) c) d) e) IMPRIMIR 3. Isso faz aumentar o tem o de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que. c) maior será a variação d a quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. Com base nessas informações. agem sobre um cor o de 2 kg que se encontra sobre uma su erfície lan a e horizontal. estão melhor re resentadas elo esquema: velocidade 1 Dados: — des rezar qualquer efeito do ar sobre a bola e considerar o movimento da esquerda ara a direita. V unes Num jogo de boliche. d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. b) maior será a força média que os ocu antes d o automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. quanto maior fo r o tem o de colisão: a) menor será a força média que os ocu antes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. um ouco antes dela atingir os inos.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Des rezando os atritos. ocorra o amassamento da arte dianteira da lataria de maneira a reservar a cabine.

8. FEI-SP Um automóvel de massa 1375 kg encontra-se em uma ladeira que forma 37° em relação à horizontal.0 b) µ = 0. 102 e) 8. Fuvest-SP Na esagem de um caminhão. UFSE Uma caixa de massa 50 kg é arrastada sobre uma su erfície hor izontal or uma GABARITO força F . 10 IMPRIMIR 8. de intensidade 100 N. Dados: g = 10m/s2 Coeficiente de atrito cinético µ = 0.80 Num deslocamento de 2. Sobre cada balança. formando angulo de 37º com a horizontal.20 a) 0.5 d) 2.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a aceleração do ca ixote é.São Carlos-SP Os módulos dos com onentes ortogonais do eso P de um cor o → val em 120 N e 160 N. U.0 . 5 c) µ = 0. 1 03 b) 1. em joules: a) 80 d) 1. A art ir desse rocedimento.50 b) 1. 20000 N e 10000 N.0 e) 3.6 .6 e cos (37°) = 0. Qual é o mínimo coeficiente de atrito ara que o automóvel ermaneça ado? Dados: sen (37°) = 0.0 m. o trabalho da força F vale. Dados: sen 37º = 0.4.F.0 5. no osto fiscal de uma estrada.0 c) 1.0 .60 cos: 37º = 0.75 Voltar FÍSICA . a) µ = 0. em m/s2. Nessas condições. As balanças indicaram 30000 N. UFSE Um caixote de massa 50 kg é em urrado horizontalmente sobre um assoalho ho rizontal.25 d) µ = 1.50 e) µ = 1. são osicionadas todas a s rodas de um mesmo eixo. or meio de uma força de intensidade 150 N. 103 2 c) 8. é ossível concluir que o eso do caminhão é de: 2 a) b) c) d) e) 20000 N 25000 N 30000 N 50000 N 60000 N → 6. são utilizadas três balanças.6 . Pode-se afirmar que o módulo de P é: a) 140 N b) 200 N c) 280 N d) 40 N e) 340 N 7.

onde se encontra o CLA: a) a velocidade tangencial da superfíc ie da Terra é maior do que em outras latitudes. como mostra a figura. estão em repouso sobre uma mesa horizontal. medem. FEI-SP No esquema de polias ao lado. estão unidos por meio de um fio.ages acial. e) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é maior do que em outras latitudes. Três forças horizontais são aplicadas simultaneamente no corpo A. 10. b) a velocidade tangencial da supe rfície da Terra é menor do que em outras latitudes. a arece a seguinte informação: “O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) vem sendo construído desde a década de 80 e está atualmente re arado ara lançar foguetes de sondagem e veículos lançadores de satélites de equeno orte.Leis de Ne ton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ . Esse fio passa por cima de uma roldana. nas proxi midades do Equador.” Um dos fatores determinantes dessa redução de custos se deve à inércia do movimento de r otação da Terra.0 kg e 5. respectivamente: Dado: g = 10 m/s2 a) 0 e 40 d) 50 e 10 b) 40 e 10 e) 50 e 50 c) 40 e 60 12. respectivamente.9. Localizado na costa do nordeste brasileiro. Isso ocorre porque. que adquire aceleração de módulo a. Graças a essa inércia. róximo ao Equador. d) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é menor do que em outras latitudes. U.0 kg. GABARITO É correto afirmar que a força que o corpo B exerce sobre o solo e a tração nesse fio. UFSE Dois corpos A e B. da Agência Es acial Brasileira. sabe-se que a máxima força F que uma pessoa pode fazer é F = 30 N. c) a velocidade tangencial da su perfície da Terra é igual à velocidade orbital do satélite. Se as mesmas três forças forem aplicadas simultaneamente ao corpo B. em ne tons. o veículo lançador consome menos energia para fazer com que o satélite adquira a sua velocidade orbital. Fatec-SP Dois objetos A e B de massas 1. de massas m e 2 m respectivamente. e o corpo B está apoiado no chão. deve-se esperar que ele adquira aceleração de módulo: a) 4a b) 2a c) a a d) 2 ω e) 1 ω2 3 11. Qual é a carga máxima que ela conseg uirá erguer? a) 30 N d) 180 N b) 90 N e) 240 N c) 120 N IMPRIMIR CARGA Voltar FÍSICA .gov. sem atrito. a osição geográfica do CLA aumenta as condições de segurança e ermite menores custos de ançamento.F.São Carlos-SP No site www.br.

tem-se um par ação-reação representado em: £ . em cima de uma folha de papel. d) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel fo r menor que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel. O motorista aplica os freios imprimindo uma desaceleração co nstante. a reação normal da superfície N e a força de atrito f. e) só acontece se o coeficiente de atrito estático entre a folha de papel e a moeda for menor que o co eficiente de atrito estático entre a folha de papel e a mesa. que está em cima d e uma mesa horizontal. se você puxar a folha de papel. UFPE Um caminhão t ransporta um caixote em uma estrada reta e horizontal com uma velocidade v. Vunesp Uma moeda está deitada.a) b) c) d) e) 4 14. qual dos diagramas abaixo repres enta as forças que agem sobre o caixote durante a desaceleração? GABARITO a) d) IMPRIMIR b) e) c) Voltar FÍSICA .Leis de Ne ton Avançar £ ¥ 13. Alguém lhe diz que. transmitida pelo atrito com a folha de papel. a moeda v ai escorregar e ficar sobre a mesa. Sabendo-se que as forças que atuam sobre o caixote são: o peso do caixote P. Pode-se afirmar que isso: a) sempre acontece porque. 15. é sempre menor que a força apl icada à folha de papel. b) sempre acontece porque a força aplicada à moeda. de acordo com o princípio da inércia. UESC-BA De acordo com a 3 Lei de Ne ton. c) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel for maior que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel . Durante a fase de desaceleração. a moeda tende a manter-se na mesma po sição em relação a um referencial fixo na mesa. da e squerda para a direita. o caixote não desliza sobre a carroceria do caminhão.

Leis de Ne ton Avançar £   . A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B. d) três forças.0 N d) Figura 2 e 10. c ) três forças. 17. U.São Carlos-SP O bloco da figura desce espontaneamente o plano inclinado co m velocidade constante.1 N c) Figura 1 e 1 0. UFRN Na correção ortodôntica de uma arcada de tária. foi passado. estão representadas duas possibilidades para a direção e o sen tido da força resultante.1 N b) Figura 2 e 14.F. conforme a figura a baixo. b) duas forças. mas só uma realiza trabalho. 5 GABARITO Assinale a opção na qual se indica. a figura que representa FR e o val or de sua intensidade. corretamente. A tensão no elástico é de 10. um de cada lado da arcada. Ele se movimenta. atuam sobre o bloco: a) duas forças. conforme a figura. Nas figuras 1 e 2. até atingir o plano horizontal.0 N 18. em trajetória retilínea. Considere as seguintes afirmações: B A g I. III. Fuvest-SP Um carrinho é largado do alto de uma mont anha russa. Está correto apenas o que se afirma em: a) I d) I e II b) II e) II e III c) III IMPRIMIR Voltar FÍSICA . um elástico. II. sem atrito e sem soltar-se dos trilhos. o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força nor mal que o trilho exerce sobre ele.16. num dos dentes caninos. No ponto B. a) Figura 1 e 14. Desprezando-se qualquer ação do ar. FR. As extremidades desse elástic o foram amarradas a dois molares. e todas realizam trabalho.0 N e o ângulo formado pelas duas partes do elástico é e 90 . e) três forças. mas só uma realiza trabalho. a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para bai xo. mas só uma realiza trabalho. e ambas realizam trabalho. Sabe-se que os raios de curvatura da pist a em A e B são iguais. No ponto A. durante esse movimento. que está atuando sobre o referido dente canino.

na ausência de campos gravitacionais ex ternos. Mesmo estando no espaço sideral. An alisando-se as unidades do fator b. Os tratores exercem. que cria um peso efetivo agindo sobre o astronauta. mostrada abaixo. com função aerodinâmica) ara uma determinada configuração dos aerofólios. GABARITO b) Determine a força de reação que o chão da espaçonave aplica no astronauta que tem massa m = 80 kg. navega co ntra a corrente de um trecho retilíneo de um rio. então o valor de F1 é: a) 1. conclui-se que a força de resistência do ar F. UFPB Conforme a figura abaixo.60 x 104 N e) 3. eles se movem como se existisse uma força que os prendesse ao chão das espaçon aves. um barco.40 x 104 N b) 1 . Nesse filme a gravidade é simulada pela rotação da estação espacial. O raio R da espaçonave é 40 m. Eles verificam que esta força depende da velocidade v do carro e de um fator b qu e varia conforme a posição dos aerofólios (peças na forma de asas.92 x 10 N 20. só poderá ser: v d) F = 2 a) F = bv2 b b) F = b2v e) F = bv v2 c) F = b IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a) Calcul e a velocidade tangencial do astronauta representado na figura.20 x 104 N d) 2. sobre o bar co.Leis de Ne ton Avançar £ .80 e cosq = 0. puxado por dois tratores.2 rad/s em torno de um eixo horizontal E perpendicular à página. forças de mesmo r módulo (F1 = F2). Um filme que se preocupa com esta questão é “2001. eles mediram o valor b = 230 kg/m. 6 Sabendo-se que o barco e os tratores movem-se com velocidades constantes. 21. UFPB Uma equipe de corrida de Fórmula 1 está testando um novo carro e realiza várias medidas da força de resistência do ar com o carro em alta velocidade. gira com velocidade angular constante de 0. uma Odisséia no Espaço”.60.19. de Stanle Kubrick. Unicamp-SP Algo muito comum no s filmes de ficção científica é o fato dos personagens não flutuarem no interior das naves espaciais.92 x 104 N. d entre as alternativas abaixo. 84 x 104 N 4 c) 1. que se nq = 0. em forma de cilindro oc o. A estação espacial. enquanto a corrente atua com uma força Fc cujo módulo é 1.

UFRN O Sr. para as com ponentes da velocidade e da aceleração ao longo do eixo x. supondo ambas constantes naqueles 55 m. deveriam levar o mesmo tempo para chegar ao solo. são. ( ) A massa do foguete diminui com o tempo . pela B R-101. Galileu. ultrapassando a lombada com a velocidade máxima permitida. Lembrando a equação de Torricelli. indicando a velocidade máxima permitida: 50 km/h. v2 = V02 + 2a∆x e a Segunda Lei de Newton. a força de atrito com o ar e a própria força da gravidade. antes mesmo de realizar seu famoso experim ento da torre de Pisa. Analise esse tema e jul gue os itens. a uma velocidade de 60 km/h. os engenheiros aero espaciais têm que conhecer as forças que atuam nos foguetes. pois boa parte de sua massa total é constituída de combustível. a força de atrito com o ar diminui. UFMT Foguetes lançadores como os do Projeto Apolo são utilizados há décadas para col ocar satélites em órbita da Terra ou para levar a outros planetas dispositivos const ruídos pelo homem. ( ) Supondo que a fo rça de propulsão do foguete constante. Para que o lançamento seja feito com sucesso. a 55 m. No mesmo instante. Nilson dirige distraidamente. para obedecer à sinalização e evitar multa. ( ) À medi da que o foguete sobe. aciona os freios do automóvel.22. várias forças atuam. 24. onde m é a massa do foguete. afirmou que uma pedra leve e outra pesada. Tal afirmação é um exemplo de: a) lei c) modelo b) teoria d) hipótese Voltar FÍSICA . em linha reta (direção do eixo x). quando abandon adas livremente de uma mesma altura. F = m a . sua aceleração deve aumentar com tempo.Leis de Newton Avançar . mas a força da gravidade permanece constante e i gual a mg. quando percebe que há. respectivamente: a) 5000 km/h2 e 3600 N c) 5000 km/h2 e 5500 N b) 10000 km/h2 e 5000 N d) 10000 km/h2 e 1000 N 23. pois a atmosfera é mais r arefeita quanto maior a altitude. um redutor el etrônico de velocidade (“lombada eletrônica”). tais como a força de propulsão do motor. ( ) À medida que o foguete sobe. UERJ 7 GABARITO IMPRIMIR Com base neste conhecimento. A massa to tal (carro + motorista) é mT = 1296 kg. pode-se concluir que os módulos da aceleração e da força de at rito.

28.5 e) 3. que representa doi s blocos independentes sobre uma mesa horizontal. se os motores forem desligados. não se justifica. os operários transportam verticalmente mater iais usando roldanas. movendo-se para a direita sob a ação de uma força horizontal de 100 N. PUC-RS Numa obra de construção civil. e es te adquire uma velocidade v. Dê.Leis de Newton Avançar . como resposta. a nave seguirá até o seu destino sem desviar-se da rota. a soma das afirmativas corretas. porque. PUC-RS Instrução: Responder à questão com base na figura ao lado. Supõe-se o atrito desprezível e o p eso das roldanas e da corda muito pequeno. agindo sobre o blo co a partir do repouso. Supondo-se que a força de atrito externo atuand o sobre os blocos seja 25 N. é correto concluir que a aceleração. pois. Quando estiver em repouso. Então a nova vel ocidade do bloco é: a) v b)2 v c) v 2 d) 4v e) v 4 GABARITO 29. 08. a tração T no fio intermediário tem int ensidade. que as naves espaciais. 04. Esse fato: 01. se justifica. a força F deve ser um pouco superior a: a) P/4 b) P/2 c) P d) 2P e) 4P IMPRIMIR Voltar FÍSICA . mesmo quando l onge de qualquer planeta ou estrela. porque. UFSE A figura mostra um móbile de três peças. vale: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 26.50 b) 1.5 d) 2. não se justifica. para que qualquer objeto se mova. a nave seguirá até o destino com velocidade constante. em filmes de ficção científica.25. pois. em m/s2. Para elevar um material de peso P. de forma gradativa. a nave será desviada . 02.0 8 27. é necessária a ação de uma força sobre e le. Adote g = 10 m/s2. PU C-RJ Um bloco de gelo está inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito d e um lago congelado. conforme a figura ao lado. pois. a velocidade da nave diminuirá com o tempo até parar. se justifica. permaneçam com os motores ligados durante tod o o tempo de percurso da viagem. Suponha agora que a força é dobrada. se os moto res forem desligados. de sua rota. 16. uma vez atingida a velocidade de cruzeiro. uma vez colocada no seu rumo. adquirida p elos blocos. se j ustifica. durante tempo idêntico ao do caso anterior. ligadas por fios de massa desprezível. UFMT É comum. em newtons: a) 0. Uma força é exercida sobre o bloco durante um certo tempo.0 c) 1.

sem sair efetivamente do lugar. 33. 32. c) dois corpos ficaram flutua ndo em repouso. julgue os itens. de 25 N sobre uma superfície plana horizontal. 08. em 1969.E. Sabe ndo que a atração gravitacional na Lua é seis vezes menor que na Terra. A resultante das forças que atua sobre o sistema é m2g. de massas mA = 2. b) martelo caiu mais rápido do que a pena. existente entre a superfície e o bloco é igual a: a) 6 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 35. ( ) Para que um corpo passe a se mover. ( ) Não é po ssível um indivíduo erguer-se. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . qu e o fio que une as massas é inextensível e que a polia tem massa desprezível. ( ) A pedra pode ser erguida mais facilmente na Lua do que na Terra. julgue as afir mativas. O sistema é acelerado verticalmente para cima com acel eração de 2. Nessas condições. d) dois corpos tocaram o solo lunar ao mesmo tempo. Se duplicarmos o valor de m2.0 kg e mB = 3. UFMT Na superfície da Lua. 04. Unifor-CE Os corpos A e B.0 m/s2. a soma das alternativas corre tas. Católica de Salvador-BA Um bloco de massa igual a 5 kg. U. U. UFMT Em relação às manifestações das Leis de Newton nos fenômenos do cotidiano. realizou uma experiência que consis tia em largar. e assina le o que for correto. e) dois corp os começaram a subir. Se duplicarmos o valor de m1 a aceleração do sistema reduz-se à metade. deix ando-os cair sobre a superfície lunar. Se m1 = m2. deve necessariamente empurrar ou puxar outro no sentido inverso. por isso jogou-lhe uma pedra de 20 kg. são presos por um fio de massa desprezível. a t no fio que une os dois corpos vale.Leis de Newton Avançar . 01. em N. A resultante das forças que atua sobre o sistema é (m1 + m2) a. não seria p ossível caminhar. a aceleração do sistema duplica. em newtons: a) 18 b) 24 c) 30 d) 36 e) 50 31. 34.0 kg. Um astronauta ficou com rai va do outro. que o acertou no peito. 02 . afastando-se da superfície lunar. apenas mover as pernas. Dê.30. o impacto provocado pela pedra arremessada inde pende de sua massa. constante e horizontal. Maringá-PR Considere que no sistema representado na figura abaixo não atua qualquer força dissipativa. onde a é a aceleração do sistema. 16. como resposta. um martelo e uma pena. A força de atrito. a velocidade do sistema é constante. é puxado por uma força. ( ) Como na Lua todos os objetos caem com a mesma aceleração. e observou que o(s): a) martelo caiu e a pe na subiu. ( ) O impacto que o astronauta sentiu no peito é o mesmo que ele sentiria n a Terra se a pedra o atingisse com a mesma velocidade. ao mesmo tempo e a partir do repouso. A aceleração local da gravidade adotada é 10m/s2. ( ) A pedra pode ser arremessada horizontalmente mais facilmente na Lua do que na Terra. puxando o próprio cabelo. com a celeração constante de 3m/s2. Na ocasião. havia dois astronautas. Unirio O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na superfície da Lua. ( ) Sem o atrito.

entre as rodas e o solo. F. de mesmo módulo. continua sendo estático. como o atrito.36. entre as rodas e o solo. B e C. 04. e estão presos por cordas idênticas no teto de um laboratório. as rodas têm sua ad erência no solo aumentada fazendo com ue o carro pare mais rápido. esse rompimento ocorrerá: 01.M. 38. possuem massas m1. e) é impossível. 08. 37. sob a ação do campo gravita l terrestre. Aumentando-se gradativamente a massa m2 até o rompimento da(s) corda(s). Essa situação física: só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é nulo. a frenagem é mais rápida. no trecho A. 10 O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e o plano. uando acionado. não deixa ue as rodas parem en uanto o carro está em movimento. F. como resposta. sob a ação das mesmas forças. 02. Unifor-CE A inclinação do plano representado abaixo é tal que um corpo.E. b) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F 2 é 45º. esta aceleração seja uadruplicada. simultaneamente nos trechos A e B. o a trito entre as rodas e o solo seria menor. se as rodas parassem en uanto o carro estivesse em movimento. nessas condições. 16. continua se ndo dinâmico. UFMT O sistema de freios ABS. a frenagem é mais rápida. d) só ocorre quando o ângulo ent e F2 é 120º. Dê. a) 8 b) 2 6 c) 2 3 d) 0. a soma das alternativas corretas. 02. 40. simultan eamente nos trechos A. m2 e m3. como resposta. nele aban donado. c) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é 60º.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . ual deverá ser a nova massa do corpo em kg. o mesmo de F1 e F2 . Para ue. U.5 e) 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA .M. também. 04. Maringá-PR Três corpos. dessa maneira. têm co mo resultante uma força F cujo módulo é. conforme figura ao lado. o motorist a continua tendo a dirigibilidade do veículo en uanto freia. é igual a: a ) sen θ b) cos θ c) tg θ d) secθ e) cotg θ GABARITO 39. desliza para baixo mantendo constante a sua velocidade. Itajubá-MG A aceleração ad uirida pelo corpo com massa de 2 kg da figura abaixo vale A. 16. a soma das afirmativas corret as. É certo afirmar ue: 01. como o atrit o. 08. Dê. no trecho C. n o trecho B. Triângulo Mineiro-MG Duas forças concorrentes F1 e F2 .

Em um dado instante. c) É uma força de atrito estático contrário de sentido ao do moviment o do livro. Para aproximá-lo de si. ficando livre para s e mover. Considere g = 10m/s2. O livro acompanha o movimento da folha e não desliza s obre ela. em cujas extremida des se acham suspensos dois blocos A e B. 11 Podemos afirmar ue: ( ) a força normal é igual ao peso do bloco. U. por meio de u m fio. pela mecânica. ( ) a tração. como mostra a figur a ao lado: Determine o valor da aceleração do corpo na direção “x”. o bloco chegará à base do plano com uma velocidade de 10 m/s. ao ser exercida sobr e o livro. e) É uma força ue não pode ser caracterizada como força de atrito. b) É uma força de atrito cinético de sentido igual ao do m ovimento do livro. perfeitamente lisa. sobe e o B. conforme a figura abaixo. exista atrito cujo coeficiente seja m ≥ tg30º. A partir de então. ( ) para o bl oco ficar em e uilíbrio. abaixo. d) É uma força de atrito estático de sentido igual ao do movimento do livr o.0 N b) 62.2 N e) 82. Qual é a alternativa ue melhor descreve a força ue. Unicap-PE Um bloco de 4 kg encontra-se em e uilíbrio. 45. ( ) partindo-s e o fio. é necessário ue. no fio. Ela consiste em uma polia fixa leve (de massa desprezível) que gira li vre de atrito. UEMS No sistema. sem a presença do fio. pode-se afirmar que: ( ) o sistema sai de sua situação ini cial e. UFRS Um livro encontra-se deitado sobre uma folha de papel. ambos em repouso sobre uma mesa horizontal. o colocou em movimento? a) É uma força de atrito cinético de sentido contrári o ao do movimento do livro. ( ) se o fio se romper.0 N d) 70. ue força deverá ser aplicada na corda 2 para manter em e uilíbrio estático o corpo suspenso de 500 k g? Os fios são considerados inestensíveis e de massas desprezíveis: entre os fios e as polias não há atrito. é 20 N. o resultado se conhece: o bloco A. ( ) a tensão do fio é menor que o peso de B. 42. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o bloco chegará à base do plano em 2 s. um estudante puxa a folha em s ua direção.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ ¢ £ . de massas respectivamente dadas mA = 3 kg e mB = 2 kg. sem tocar no livro. em um plano inclinado liso. desce. Considere g = 10 m/s2 e F = 10 N.5 N c) 80. (Polias ideais) a) 50. de cima.41. o sistema é abandonado. acha-se esquematizada uma “máquin a de At ood”. 43.0 N GABARITO 44. Por esta polia passa um fio leve e inextensível. UFR-RJ Um corpo de massa m = 2 kg encontra-se apoiado em uma superfície horizo ntal. de baixo. Católica-GO Na figura dada. ( ) a aceleração do bloco A é d e 2m/s2 (considere a aceleração da gravidade g = 10m/s2). entre o bloco e o plan o. Aplica-se a esse corpo uma força F .

respectivamente. mas a inércia das caixas faz com que elas continuem em movimento. Dê. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s ): 01.8. b) a força resu ltante das forças ue atuam sobre o bloco é nula. pe so e normal. As duas caixas não escorregam. é correto afirmar ue: a) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal é nula. 02) normal. o bloco B encontra-se em iminência de movimento de desci da sobre a rampa de inclinação θ. A caixa A não escorrega e. assim. Com ajuda dos dados e da figura. A caixa A não escorrega porq ue a inércia da caixa B a impede. como mostra a figura. a caixa A exerce uma força sobre ela igual 3. As caixas escorregariam sobre a superfície da carroceria. b) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloc o 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo. observando perigo na pista. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. dispostas c onforme a figura.80 e 0. pisa no freio.5 metros. respectivamente. c) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal vale menos do ue 20 N. UFRJ O bloco 1. como resposta.0 m/s2. de 1 kg. UESC-BA Na figura. UFSC Um caminhão trafega num trecho reto de uma rodovia. a soma das alternativas correta s.000 kg. 48. Eles são acelerados pela força horizontal F .12 46. colidindo c om a cabina do motorista. U Caxias do Sul-RS O bloco A de mass a m = 4 kg desloca-se com velocidade constante v = 2 m/s sobre uma superfície hori zontal.50. sob ação exclusiva das forças F1 . 16. se o módulo da desaceleração do caminhão fosse maior do que 8. atrito e peso. Os coeficientes de atrito estático e de atrito dinâmico entre as s uperfícies da carroceria e das caixas são. ue podem se identificadas. 03) peso.000 N . O caminhão se imobiliza após percorrer 62.0 m/s2. e o bloco 2. 08. O caminhão é submetido a uma desaceleração de módulo igual a 5. de 4 kg. 05) normal. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 02. O velocímetro indica 90 km/h quando o motorista. permanecendo em repouso com relação à carroceria do caminhão. 04. 0. Somente a caixa B escorrega sobre a carroceria por que. 47. GABARITO a) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. atr ito e normal. 04) atrito. 32. normal e atrito. representados n a figura. 64. transportando sobre a carroceria duas caixas A e B de massas mA = 600 kg e mB = 1. F2 e F3 . a força que ela exerce sobre a caixa B é nula. peso e atrito. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . e) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0. d) o peso do bloco é igual a 20 N. de módulo igual a 10 N. 49. além da desaceleração do caminhão. O caminhã pára. como: 01) peso.

como mostra a figura. U. Católica Dom Bosco-MS Um carro com massa m = 1000 kg percorre uma curva de raio 20 0 m.F. UFR-RJ Na figura abaixo o fio ue une os corpos A e B é i nextensível e tem massa desprezível. de peso igual a 10N. a inclinação da curva deverá ser de aproximadamente: a) 15º b) 30º c) 45º d 60º e) 75º IMPRIMIR Voltar FÍSICA .05 55. demonstre ue a = mg . 13 51. ue forma um ângulo de 30° com a horizontal. sen = 0. As massas dos corpos são mA = mB = m. Santa Maria-RS Um corpo de massa igual a 10 kg desliza. sobre um plano de i nclinação em relação à superfície horizontal. Sendo fa a força de atrito ue atua no corpo A. sob a ação de uma força horizontal de módulo 10 N. U. em N/m. 2m GABARITO 53.2 o coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano.80. determine a constante elástica da mola. UFBA A figura apresenta um bloco A. Sendo 0.50.60. Nessas condições.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . sem depender do atrito.2 N d) 40 N e) 50 N 52.03 d) 0.01 e) zero 54. cos = 0. sobre uma mesa horizontal.1 d) 0. Considerando a aceleração gravitacional com módulo g = 10 m/s2. o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a mesa é: a) 10 b) 1 c) 0. A força resultante sobre o corpo. o men or coeficiente de atrito entre os pneus e a pista. desprezando-se a resistência do ar e considerando-se ue o bloco A está na iminência da descida. Considerando a aceleração da gravidade i gual a 10 m/s2. para não ocorrer derrapagem.01 b) 0.fa . com velocidade de 36 km/h. UEMS Um corpo de massa 10 kg é abandonado do repouso num plano inclinado perfe itamente liso. Católica-DF Na cons trução de uma estrada o engenheiro projetista tem a seguinte imposição: fazer uma curva de 50 m de raio com uma inclinação tal ue ual uer veículo possa fazê-la com a velocida de máxima de 60 km/h. em uma estrada sem sobrelevação. em Movimento Re tilíneo Uniforme. A mola ideal se encontra deformada de 20 cm e é ligada ao bloco A através do fio ideal ue passa pela roldana sem atrito. é de: (considere g = 10 m/s2) a) 100 N b) 80 N c) 64 . U.02 c) 0.04 e) 0. g a aceleração da gravidade e a aceler ação do conjunto. de ve ser igual a: a) 0.

pode-se afirmar que a reação do plano sobre o bloco A tem intensidade igual a: a) 160 N b) 100 N c) 60 N d) 40 N e) 50 N GABARITO 58. d) indique se a veloc idade com que o conjunto chegará à base da duna será maior. igual ou menor que a veloc idade determinada no subitem A. Sendo a tábua de fórmica. em módul o. e o plano inclinado representa a duna. na figura. supondo que ele tenha partido. B e C iguais a 10 kg. Paulinho coloca os pés em contato com a areia. c) maior do que a força que B exerce sobre A. do conjunto (isto é. 57. b) igual à força que B exerc e sobre A. d) menor do que a força que B exerce sobre A. Santa Maria-RS A figura mostra dois corpos de mesmo material que estão em pilhados e em repouso sobre uma superfície horizontal. a força que o corpo A exerce sobre o corpo B é: a) nula. colocando essas forças no centro de massa do bloco. sua massa mais a massa da tábua) é de 60 kg. em nenhum momento da descida. bastante lisa e lubrificada com parafina. ao descer uma duna. res pectivamente. UFR-RJ Na figura abaixo. Pode-se afirmar que. de cide fazer uma aplicação prática do assunto: analisar o ue ocorre com ele e sua tábua d e morro (usada no “es uibunda”). a roldana e os fios que ligam os corpos são ideais. na moldura destinada às respostas. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. e) aumentada à medida que o tempo vai passando. desprezar o atrito entre a tábua e a areia da duna bem como a r esistência do ar. considerando que a aceleração da gravidade é 10 m/s2 e lembr ando que sen 1 30 = : 2 a) determine a velocidade. U. os atritos desprezíveis e as massas dos corpos A. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ele decide. a f igura abaixo e faça o diagrama das forças externas que atuam no conjunto. Inicialmente. Justifique. 2.Leis de Ne ton Avançar   ¢ ¢ £   . (Observe que. UFRN Paulinho. o bloco represe nta o conjunto. b) reproduza. em m/s e em km/h.56. mT.0 kg e 4.F.0 kg.) 14 c) calcule o valor da força resultante que atua no conjunto. numa primeira aproximação. d o topo. Admitindo que. se o atrito entre a tábua e a areia for levado em conta. do estado de repouso. Paulinho passa numa farmácia e verifica que a massa total. com que o co njunto (Paulinho com a tábua) chegará à base da duna. inclinada de 30 em relação à horizont l e cuja extensão é de 40 m. após ter assistido a uma aula de Física sobre plano inclinado.

Quando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g. a. em N. Quando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g. 16. em kg.0 .0 . a soma das alternativas corretas. Maringá-PR Um balde com água é colocado sobre um plano inclinado que forma um âng ulo a com a horizontal. g é o módulo da ac leração gravitacional local. Um caminhão de massa 10 toneladas. 02. Com o elevador parad o. esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal . Dê. um homem de massa mH encontra-s e sobre a balança de mola B. K 16.0 tonelada fazer uma curva de raio 100 m com velocidade de 20 m/s é de 4.0 kg c) 12 N e 2. Nessa situação. Quando o elevador está subind o com velocidade constante igual a v. 02. 60. de massa mB. e o valor da massa da esfera A. como respos ta. entre a horizontal e a superfície livre da água.0 kg 61 . e seu deslocamento é controlado pelo motor M. z ero. no interior de um elevador de massa mE. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a).0 . As esferas estão na presença de um ímã. 08. 103 b) 9. O ângulo de inclinação. Considera-se desprezível a resistência do ar.0 m/s 2. o peso do homem indicado na balança é igual a 2mHg. Desprezando-se todos os atritos. a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o ho em se encontra. O campo gravitacional local é de 10 m/s2. necessita de força centrípeta de intens idade. como re sposta. a potência desenvolvida pelo motor é igual a ( mE + mB + mH) vg. UFSE A força centrípeta necessária para um automóvel de massa 1. conforme a figura. 62. zero.0 kg. Quando o elevador está subindo com velocidade constante. Unirio Duas esferas A e B estão interlig adas por uma corda inextensível e de massa desprezível que passa por polias ideais. o qual aplica sobre a B uma força vertical de intensidade F. se o balde estiver com velo cidade constante. pode-se concluir: 01. zero. UFBA Conforme representado na figura abaixo.0 kg e) 50 N e 2. Assim sendo.0 . se o balde estiver com velocidade constante. A mola tem constante elástica K e es tá no seu regime elástico. para realizar a mesma c urva de raio 100 m com velocidade de 30 m/s. o peso do homem indicado pela balança é igual a zero. se o balde estiver em repouso. Quando o ímã é retirado.5 kg d) 12 N e 3. 04. em ne tons: a) 6.15 59. 104 d) 9. 103 N. o módulo d a força F.0 . e que a soma das massas das esferas é igual a 5. 32. se o balde estiver em repouso. 08. é: 01. 103 c) 6. a soma das alternativas corretas.0 . se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). a. 105 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Leis de Ne ton Avançar £ £ . são respectivamente: a) 10 N e 2. a. 04.0 kg b) 10 N e 3. Dê. a d eformação da mola é ( m H g) igual a . 104 e) 6. U. Sabe-se que a esfera B é de ferro. o sistema passa a se mover com aceleração uniforme e igual a 2.E. o sistema está em repouso.

63. de 10 cm x 20 cm x 30 cm. para facilitar a descarga. 2 1 16 64. c) Qual o valor do coeficiente de atrito entre a caixa e o plano. conforme figura acima.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . calcule: a) o módulo. Um desses produtos é de dimensões consideráveis e peso elevado. Dados sen 30º = 0. ue sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceler ação da gravidade e módulo a = g/10. sobre uma rampa. São dados sen 30º = 0. para a situação proposta. em repouso. o ue r e uer o uso de uma má uina simples (plano inclinado). 65. a s uestões ue se seguem: a) Represente graficamente as forças ue atuam sobre a cai xa. A seguir. outra pesagem é feita na mesma balança. Pelotas-RS Uma empresa de transportes faz a entrega de produtos para um supermercado. PUC-RS Um bloco de pedra.50. Resolva. Após um determinado intervalo de tempo. em ue g = 10 m/s2. ue têm mesmo módulo.87. conforme é mosθ θ trado na figura abaixo. ue a inclinação máxima para ue a caixa não deslize seja de 30º. para este caso. com os tratores ainda exercendo força como no início do movimento. Supondo ue o navio esteja i nicialmente em repouso em relação às margens do canal. igual a 10 000 N. nessas condições. pesando 300 N. UERJ Uma balança na portaria de um prédio indica ue o peso de Chi uinho é de 600 newtons. calcule: b) o módulo. a velocidade do navio passa a ser constante. F F Os tratores exercem forças T1 e T2 constantes. representada pela reta AB da figura. não seja suficiente par provocar o deslizamento da caixa rampa abaixo. b) Qual a intensidade da força resultante na direção do plano de apoio? Justifi ue . o ponteiro d a balança aponta para o valor ue está indicado corretamente na seguinte figura: a) b) c) d) GABARITO 66.500 e cos 30º = 0. Nessa nova situação. encontrase apoiado. U. no interior de um elevador.F. considerando . a direção e o entido da aceleração inicial. S uponha ue a inclinação do plano de apoio. em relação à horizontal. e formam um ângulo de 30 graus com a direção do movim ento do navio.866 A força de atrito entre a rampa e o bloco vale: a) 100 N b) 141 N c) 150 N d) 170 N e) 200 N IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFRJ Um navio de massa igual a 1000 toneladas deve F ser rebocado ao longo d e um canal estreito por dois tratores que se movem sobre trilhos retos. cos 30º ≅ 0. a direção e o sentido da força ue a ma sa de água exerce sobre o navio.

69. Só há movime uando há atrito estático.uedista é igual à energia potencial gravitacional ao abandonar o avião. Ao atingir o solo. III. Entre os instantes t2 e t3.uedista é co nstante e igual à aceleração da gravidade. O motor é capaz de impor às rodas de tração um determinado sentido de rotação. b) Apenas II. a força de resistência do ar tem valor igual ao da força peso. desde zero até um valor igual ao da força peso. a força de resistência do ar apresentou mai or intensidade do ue a da força peso do pára. UFSC Um pára. como resposta. c) Apenas III.ue das abre (t = t2). 08. a ene rgia cinética do pára. 16.uedista tem valor const nte. a aceleração do pára. Analise as seguintes afirmações a respeito dessa situação. e a força resultante tem sentido contrário ao do movimento do pára. pois.67. 17 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. uando abre o pára. O gráfico abaixo representa a velocidade ve rtical do pára. A aceleração do pára.uedista. por ue a energia mecânica se conserva. Desde o instante em ue o pára. UFRS Do ponto de vista de um certo observador inercial. Dê. Uma dessas forças necessariamente é cent eta. Entre os instantes t1 e t2. O diagrama ue representa corretamente as forças de atrito estático ue o solo exerce sobre as rodas é: a) b) c) d) 68. Quais estão corretas? a) Apenas I. 32. um corp o executa movimento circular uniforme sob a ação exclusiva de duas forças. 04. a força de resistência do ar aumenta.uedista abandona o avião e inicia sua ueda. I. d) Apenas I e III. a soma das alternativ as corretas. Durante toda a ueda.uedista abandona o avião (t = 0) até o instante t1. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .uedista.uedista e seu pára uedas apresenta valores maiores do u e a força peso do conjunto. Cai livremente – submetido somente à força de resistência do ar e à força peso – instante t2. II. a força de re sistência do ar sobre o pára. em pleno ar no instan te t = 0. como acontece em um terreno enlameado. Pode acontecer ue nenhuma dessas forças seja centrípeta.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . as rodas de tração patinam sobre o solo. 64. 02. Em nenhum instante. e) Apenas II e III.uedas. A resultante dessas forças é centrípeta.uedista em função do tempo. na sua ausência. UERJ Considere um carro de tração dianteira ue acelera no sentido indicado na f igura abaixo. desde o instante em ue abandona o avião (t = 0) até o instante em ue o pára.

04. o segmento de reta orientado ue melhor rep resenta a força de atrito atuante na bola é: a) b) c) d) e) 71. como mostra a figura. é mostrada na figura a seguir: Admita ue a trajetória não é uma parábola perfeita e ue existe atrito da bola com o ar durante a sua trajetória. uma força de atrito na mesma direção e no mesmo sentido do centro da curva. Justifi ue sua respos ta. Voltar FÍSICA .30. uma força perpendicular à trajetória e dirigi da para baixo. pode-se afirmar correta mente ue sobre o carro atua: 18 01. Desprezando-se a resistência do ar. como resposta. C onsidere g = 10 m/s2. Maringá-PR Um carro se move com velocidade constante em uma estrada curva num plano horizontal. 72. Verifi ue se.70. ue estava parado em uma das laterais do cam po. um certo jogador chutou a bol a e a trajetória vista por um repórter. como a velocidade do caminhão variam em função do tempo. 08.E. IMPRIMIR O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. A figura a seguir represe nta. U. o motorista do caminhão pisa o freio. GABARITO Num dado instante. Ele transporta uma caixa de 1 00 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria. uma força na mesma direção e em sentido contrário ao centro da curva. em gráfico cartesiano. a soma das alternativas corretas. durante a freada. a caixa permanece em repou so em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. uma força perpendi cular à trajetória e dirigida para cima. 02. uma força na mesma direção e no mesmo sentido do movimento do carro . UFRJ Um caminhão está se de slocando numa estrada plana. 16.UFR-RJ No último jogo do Vasco contra o Flamengo.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . No ponto A. retilínea e horizontal. Dê.

II e III. pois o módulo da v dade é constante. o tijolo começa a deslizar. Cefet-PR Uma nave espacial orbita a Terra com uma trajetória circular a uma alt itude igual ao raio terrestre. b) I. ainda existe. Pedro começa a levantar a tábua pela extremidade B. III e IV. são feitas as afirmações a seguir: I. II. c) soment e está correta II. invariável. pois a direção do vetor velocidade é constante. Se a velocidade dela for reduzi da em um determinado ponto da órbita. Admitindo ue não haja atrito entre o plano e o objeto e considera ndo g = 10 m/s2: a) faça um esboço es uematizando todas as forças atuantes no objeto. ela descreverá uma trajetória espiralada até encon trar a superfície terrestre. com as dimensões indicadas acima. UFR-RJ B Figura 1 Um tijolo. fisicamente. Com respeito às afirmações pode-se dizer que: a) somente estão corretas I.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ . e) somente a II. UFR-RJ Um objeto desliza sobre um longo plano inclinado de 30º em relação à horizontal. com clareza por ue o ângulo aumentou em 6º. A aceleração centrípeta é nula. e) somente estão corretas II. b) expli ue o tipo de movimento ad uirido pelo objeto em função da força resultante. é colocado na extremidade B de uma tábua como mostra a Figura 1. A velocidade escalar dela é. IV. Quando a tábua forma um ângulo de 26º com a horizontal. III. 7 6. d) todas estão corretas. A aceleração tangencial é constante e dife rente de zero. II. b) somente estão corretas I e III. Um ocupante desta nave não terá a sensação de “ausência de peso”. nesta órbita.73. 75. 74. A força centrípeta ue atua na partícula é a resultante das forças na direção perpendicular ao vetor velocidade. portanto. II e III. Nestas condições são efetuadas algumas considerações: I. Expli ue. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) somente I e II. Pedro repete a experiência colocando o tijolo em outra posição como mostra a Figura 2. É(são) correta(s) a(s) afir mação(ões): a) somente a I. A força resultante ue atua na nave está voltada par a o centro da Terra. III. c) som ente a III. Cefet-PR Com relação ao movimento circular e uniforme efetuado por uma partícul a. s o campo gravitacional da Terra. 19 Figura 2 Pedro constata ue o tijolo começa a deslizar uando a tábua forma um ângulo de 32º com o plano horizontal.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 2. T3 e T4 . e) T3 > T4. Considerando a aceleração da gravidade igual a g. T2 . Caxias do Sul-RS Uma pedra presa por um fio ideal descreve uma trajetória circular num plan o vertical. no qual os blocos de massas m1 e m2 estão em equilíbrio estático. este movimento pode ser considerado como ueda livre. T2 os módul s trações ue a corda transmite. contrária ao movimento. respectivamente. Uberaba-MG O bloco. A alternativa que expressa a relação correta entre as forças sensora s é: a) T1 < T3 < T4 < T2.Leis de Newton Avançar   ¢ ¢ ¢ ¢ . interferindo na aceleração do bloco. A força tenso ra T no fio vária de ponto para ponto de sua trajetória. d) T1 > T3 > T4 > T2. Os pontos 1. Desprezando os atritos e sabendo ue a massa m2 é o dobro da massa m1. tem massa igual a m e é aban donado no topo de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é de θ. UFES A figura mostra um plano inclinado. calcule a razão t1/t2 entre os tempos gastos p elas esferas (1) e (2). e T1. UFRJ Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30 com a h orizontal. Seja θ o ângulo de inclinação do plano. b) C omo a força motriz do movimento do bloco é um componente do seu peso. c) A força de atrito é do tipo resistiva. b) T1 > T2. is to é. 79. aos blocos. para chegarem ao solo. d) A energia potencia l armazenada no bloco é convertida em energia cinética. 78. 3 e 4 indic am posições ocupadas pela pedra no seu movimento sob as respectivas forças tensoras T1 . A esfera (1) cai verticalmente. U. podemos afirmar ue: 20 GABARITO a) T1 > T2 e θ = 30º b) T1 = T2 e θ = 45º c) T1 < T2 e θ = 60º d) T1 = T2 e θ = 30º e) T1 < T2 e θ = 45º 80.77. A força que mantém a pedra em movimento é chamada força tensora. c) T2 < T 4. como mostra a figura. Considerando os atritos desprezíveis. O coeficiente de at rito entre o bloco e a superfície é µ. a nalise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: a) A energia ci nética do bloco. não havendo perdas por calor. associada ao seu movimento decresce com o decorrer do tempo. respectivamente. U. mostrado na figura abaixo.

como respost . 01. → 21 Assin le (s) proposição(ões) corret (s). Dê. perpendicular às asas. diferente de zero .Leis de Ne ton Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . em c d ponto d tr jetóri . conforme está representado na figura. 04. Se o vião descreve um tr jetóri curvilíne . São conhecidos os v lores: α = 45º. R é o r io de tr jetóri . A velocid de do vião tem v l or igu l 360 km/h. pen s s forç s indic d s n figur . 16. num plano horizontal.81. UFSC Um avião descreve uma curva em trajetória circular com velocidade escalar c ons→ tante. P é a força peso. A forç centr t sobre o vião tem intensid de igu l 100000 N. A forç centrípet é. m ss do vião = 10000 kg. 08. consider ndo. 02. onde F é a força de sustentação. result nte d s forç s extern s que tu m no vião. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . A forç result nte que tu sobre o vião não depende do ângulo de inclin ção d s s s em rel ção o pl no horizont l. R = 00 metros. resu lt nte d s forç s extern s que tu m sobre ele é. α é o ângulo de inclin ção d s s ção o pl no horizont l. som d s lte rn tiv s corret s. Se o vião re liz movimento circul r uniforme. 32. result nte d s forç s que t u m sobre ele é nul . n direção do r io d tr jetóri . p r efeito de cálculos. necess ri mente.

13. c IMPRIMIR Volt r FÍSICA . c 27. b 50. 5.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1 e e b e c b c b d b e d d d d e b ) V = 8 m/s. 3. 44. b 35. V – F – V – F 32. 17.5 65. 16. V – V – V 36.g –T = m . F – V – V – V – V 3. d 37. c 54. d 33. 11. 04 + 08 = 12 60. 02 48. 7. 9. ) 2N. 57 47. d 25. ) Direção AB. 8.017 m/s2 64. 19. 0 34. Som ndo mg – f = 2m 2m = mg – f = mg . e 52. pois p rte d energi seri dissip d pelo trito entre tábu e rei . 2. 6. b 61. 10. V – F – V – V 24. d 63. T–f = m. d 58. b 30. m. 2. sentido de A p r B b) 0. b) – 2N 49. 01 38. 4. 28 62. e 55. 14. 26. o que diminuiri e nergi cinétic logo velocid de fin l do conjunto. d 41. 8 + 16 28. b 56 . 18. d 23. d 31. c 39. b 59. ) 72km/h b) N Pt G A B A R IT O F t Pn c) 300N d) A velocid de seri menor do que encontr d no item A. 15. b 29. 20.f 2m 53. 01 + 04 + 08 40. d 42. 57. b 1. 22. b) Px = f t c) µ = 0.5m/s 45. 12. F – F – V 46. b) F = 128 N 21. 22 51. d 66.

3 . 5 Assim.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ 67. 14 72. b 77. 10 = 4m/s2 2.sen30º ≅ 10. 29 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 22 69. b 68. pois desce o plano ao longo de u ma reta com uma ax dada por: Px = m. a) = 2 73. e 75. c 71. E b) O movimento é retílineo uniformemente acelerado.ax ax = g. = ∆t ∆v ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 1/2 78. F tm x = µmg → 0. c 81. com F tm x = 300N c ix desliz rá. A1 = 10 × 30cm2 A2 = 30 × 18cm2 Como o coeficiente de atrito é diretamente proporc ional a área de contato. d 80. significa que a força de atrito será maior na posição da figura 2 . F t = F F t = m. a 79. e 70. F t = 100 × 4 = 400N or .ax mgsen30º = m. 10 = 300N Conclusão: p r que c ix perm neç em repouso sobre o c minhão é necessário que F t = 400N.1/2 = 5m/s2 Py = 0 → ay = 0 76. 100 .por isso o ângulo sofreu um aumento de 6º. 74.

o dedo que suporta maior peso é o que está mai s próximo do centro de gravidade da vassoura. c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se encontram. A experiência m ostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo ponto no qual a vassoura fica em eq uilíbrio. A figura abaixo ilustra isso. sendo θ = 30º. d) Duran te o processo de aproximação. os dedos deslizam sempre com a mesma facilidade. 2. os dois pedaços terão o mesmo peso.F ÍS IC A E Q U IL ÍB R IO 1.E uilíbrio Avançar ¢ . vale: a) 700/ 3 b) 1400 c) 350 d) 1400/ 3 e) 700 Voltar FÍSICA . pode-se concluir: a) Quando as mãos se aproximam. pois estão sujeitos à mesma força de atrito. para nenhum dos lados (figura II). UFRN A professora Marília tenta estimular os alunos com experiências simples. em Newtons. mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizontal. não caindo. portanto. Em seguida. PUC-RJ Um alpinista de 700 N de peso está em equilíbrio agarrado ao meio de uma corda. 1 GABARITO Da experiência. aproximam-se esses dedos um do outro. inclusive em casa. pos síveis de ser realizadas facilmente. o dedo que estiver mais próximo do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor força de a trito. Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indica dores de ambas as mãos. IMPRIMIR A tensão na corda. separadas (figura I). b) Quando as mãos estão separadas.

é melhor representada pelo diagrama contido na ¢ . Tanto ariado para gulo citado opção: a) Os corpos P. O corpo P tem seu peso v ue se observe a alteração do ângulo a.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ 3. A dependência entre o peso de P e o ân ao atingir o e uilíbrio. Cefet-PR anas. Q e R fazem parte da estrutura composta de cabos e rold Q. uanto R apresentam um peso igual a 1 N.b) 2 c) GABARITO d) e) IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

6. Unifor-CE Um motorista não consegue soltar o parafuso da roda do carro com uma chave de rodas em L. d) a abendo-se ue o sistema abaixo s ideais (sem atrito). Somente consegue soltá-la uando empresta de outro motorista uma chave com o braço mais comprido. Fuvest-SP Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias man eiras. dentre as apresentadas. energia potencial. e) o impulso. Itajubá-MG S está em e uilíbrio e ue ele é formado por fios e polia o valor do peso M em kgf. calcule IMPRIMIR a) 40 b) 40 c) 10 3 d) 20 e) 10 3 3 Voltar FÍSICA . F. A situação. Observe o es uema das duas chaves. 3 GABARITO A grandeza física ue aumentou b) o tor ue.M.E uilíbrio Avançar com o uso da chave de braço maior foi: a) o trabalho. c) a força. em ue as cordas estão sujeitas a maior ten são é: A B C D E a) b) c) d) e) A B C D E 5. ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .4.

U. Uma pessoa. como na figu ra. U.0 m 2.0 m GABARITO 9.7. articulada em A e mantida em e uilíbrio por meio de um fio ideal BC. uando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P. é zero. Unicap-PE A figura abaixo representa uma barra homogênea de peso igual a 200 N. Rosinha segura a rede.5 m 3.7 cos 45º = 0. pois precisa exe rcer sobre ela uma força de: a) 392 N d) 140 N b) 280 N e) 214 N c) 200 N Consider e: sen 45º = 0. Pode-se afirmar ue a prancha desencostará do chão (em A). exercendo sobre ela uma força inclinada de 37º em relação à horizontal. de 8 m de comprimento. a partir de A.5 m 2. ( ) A tração no fio é 100 2 N ( ) A reação na articulação é 100 N ( ) No sistema técnico. C. no sentido horário.6 cos 37º = 0. ( ) Uma partícula de massa m descreve um M. está apoiada no chão (em A) e em um suporte P. 4 Desprezando o peso da rede e sabendo ue Chico Bento pesa 280 N. começa a caminhar lentamente s obre ela. Voltar FÍSICA . Pelotas-RS Para garantir o sono tran üilo de Chico Bento.8 8. O impulso ue a força centrípeta exerce sobre a partícula. como mostra a figura abaixo.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . ue pesa metade do peso da prancha. e a uma distância desse ponto apr oximadamente igual a: a) b) c) d) e) 1.E. Fuvest-SP Uma prancha rígida . IMPRIMIR ( ) O momento do peso da barra em relação ao ponto A é 50 2 N. durante um intervalo d e tempo igual a um período. a fo a em uilograma força (Kgf) e 1N ≅ 10 Kgf. observamos ue Rosinha terá grande dificuldade para permanecer segurando a rede. de comprimen to igual a 1 m.7 sen 37º = 0.0 m 1.m.

17 e cos 10º = 0.5 kg 7. 3 O pe so do corpo P é 400 N. conforme mostra a figura a baixo: Desprezando o peso do cabo e considerando ue o peso do conjunto funcionário-e uip amento é igual a 1000 N.0 kg 8.5 kg 8. A par destes dados. e em E é aplicada uma força F de 200 N. A força de tração exercida pela corda fixa é de 200 N.6 e sen α = 0.0 kg Volt r FÍSICA . Se os fios e a roldana são ideais. é correto afirmar ue: ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ .a) b) c) d) e) O peso do corpo P é 300 N. respectivamente.0 kg 7. a massa do corpo B. o corpo A tem massa 12. PUC-PR Um funcionário está realizando manutenção em uma linha de transmissão de energi a elétrica. Mackenzie-SP No sistema abaixo. a tração no cabo tem módulo aproximadamente igual a: Dados: sen 10º = 0. Santa Casa/Vitória-ES Uma corda (de peso desprezível) passa por duas roldan B e D. Dispõe de um e uipamento ue está ligado à linha. 200 3 A força de tração exercida pela corda fixa é de N. As roldanas não têm atrito. nso tir E. as. IMPRIMIR GABARITO ) b) c) d) e) 9. em C é suspe um peso P. O peso do co rpo P e a força de tração desconhecida valem.0 kg. em e uilíbrio. conforme a figura abaixo. 5 11. 8.98 a) 1000 N b) 8000 N c) 5900 N d) 2950 N e) 10000 N 12. 500 N e 300 N.M. vale: Dados: cos α = 0. Uma das extremidades é presa em A.Equilíbrio Av nç r ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ 10.

0 m e) 1. N extremid de A. té o fio enrol r-se todo no dedo indic dor.0 m Volt r FÍSICA . M r observ que pedr gir c d vez m is r pid mente. está preso um corpo de pes o 50 N. não mexendo m is n posição d mão. em um pl no horizont l. respectiv mente. um b r b nte que tem um pedr m rr d n outr extremid de. el pár de impulsion r o b rb nte e. 4 = 250 kg. à medid que o b rb nte se enrol em seu dedo.5 m c) 1. pres o teto por um fio vertic l. de cim mostr posição de 4 leões dentro d j ul . UFRN Com mão. IMPRIMIR O v lor de X p r que o sistem perm neç em equilíbrio n horizont l é: ) 1. M r está gir ndo sobre su c beç . PUC-PR A figur represent um b rr rígid homogêne de peso 200 N e comprimento 5 m. esti c o dedo indic dor d mão que segur o b rb nte. Isso pode ser expli c do pelo princípio de conserv ção do( ): ) momento line r b) momento ngul r c) ener gi mecânic d) energi tot l 6 GABARITO S bendo que s m ss s são. o mesmo tempo.2 m b) 2 .Equilíbrio Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 14. do centro de m ss desses leões. co ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . UERJ Um fotogr fi tir d mo indic o esquem b ixo. Num d do momento.8 m d) 2. 15. m 1 = m 3 = 200 kg e m 2 = m determine s coorden d s.13. conforme se vê n figur b ixo. no pl no xy.

16. PUC-SP Podemos brir um port plic ndo um forç F em um ponto loc liz do pró→ x imo à dobr diç (figur 1) ou exercendo mesm forç F em um ponto loc liz do longe d dobr diç (figur 2). Sobre o descrito, é correto firm r que: →

) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é menor. → b) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é m ior. → c) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é menor. → d) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é m ior. e) não há d ferenç entre plic rmos forç m is perto ou m is longe d dobr diç , pois → o momento de F independe d distânci d entre o eixo de rot ção e o ponto de plic ção d forç . → 7 17. UFRN Num di de chuv , Anísio vinh press do no seu fusc qu ndo notou pres enç de um ônibus p r do no meio d pist . Com pist escorreg di , b tid foi in evitável. O fusc p rou imedi t mente pós colisão, enqu nto o ônibus s iu desliz ndo e gir ndo livremente. O cidente e su s conseqüênci s ocorrer m num trecho pl no e h orizont l d pist . P ss do o susto, Anísio procurou entender o ocorrido. Su prim Is ur , perit do Dep rt mento de Trânsito, formulou lgum s hipóteses simplific d or s p r lhe explic r o que ocorreu. No modelo de Is ur , ilustr do n s figur s b ixo, o fusc é represent do por um pequeno disco, de m ss m e velocid de vF, enqu nto o ônibus p rece como um b rr homogêne , de m ss M (El explicou que ess e modelo ssemelh v -se um moed desliz ndo de encontro à extremid de de um régu , sobre um mes horizont l, lis ). O fusc tingiu o ônibus um distânci d do c entro de m ss (C.M.), o qu l, no modelo de Is ur , coincide com o centro geométri co d b rr . El supôs t mbém que não houve dissip ção de energi no processo descrito. GABARITO ILUSTRAÇÃO DO MODELO DE ISAURA Is ur definiu, ind , s seguintes gr ndez s: I é o mo mento de inérci d b rr homogêne (ônibus) em rel ção um eixo que p ss pelo seu centr o, perpendicul r o pl no d mes (pist ); L = I . é o momento ngul r dess b r r , qu ndo el gir com velocid de ngul r em torno do referido eixo; LF = m.v F.d é o momento ngul r do disco (fusc ) em rel ção o centro d b rr , no inst nte im edi t mente nterior à colisão. N s condições descrit s por Anísio, Is ur considerou desp rezível o trito n quel p rte d estr d . Tendo por b se s inform ções fornecid s e físic envolvid : ) Explicite, sucint mente, tod s s hipóteses simplific dor s q ue Is ur formulou o mont r um modelo d colisão. b) Especifique s gr ndez s físic s que se conserv m ness colisão. Justifique su respost . c) Obtenh um expressão liter l p r velocid de de tr nsl ção, V, que o ônibus dquire imedi t mente pós c olisão, em função de m, M e vF. d) Obtenh um expressão liter l p r velocid de ngul r, , que o ônibus dquire imedi t mente pós colisão, em função de m, vF, I e d. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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18. U.F. Juiz de For -MG Pode-se us r um prolong dor p r ument r o comprimento do c bo de um ch ve de rod m nu l, p r retir r p r fusos emperr dos de rod s de utomóveis. O uso do prolong dor é necessário p r : ) ument r o torque d forç p lic d ; b) ument r o módulo d forç plic d ; c) mud r direção d forç plic d ; d) r eduzir o tr b lho re liz do pel forç plic d . 19. Vunesp As figur s seguir re present m esquem tic mente, à esquerd , um bridor de g rr f s e, à direit , esse b ridor brindo um g rr f .

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b) Supondo que ess s forç s tuem perpendicul rmente o bridor, qu l o v lor mínimo Fp → d r zão entre o módulo d forç exercid pel pesso , Fp, e o módulo d forç F → F ue retir t mp e bre g rr f ? 20. U.E. Pont Gross -PR N figur b ixo, A , B e C são c bos inextensíveis que, junt mente com h ste metálic D – indeformável e de peso desprezível –, sustent m um corpo de peso P, em equilíbrio. Com rel ção às forç s que u m nos diferentes elementos desse sistem , ssin le o que for correto. GABARITO Adote: Ângulos Seno 30º 1 2 45º 2 2 2 2 1 60º 3 2 1 2 3 3 N. Cosseno 3 2 T ngente 3 2 01. A e B são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 N e 50

02. C e D são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 25 N e 25 3 N. 04. E m B tu um forç de tr ção e em D, um forç de compressão. Os módulos dess s forç s são, ectiv mente, igu is 50 N e 25 N. 08. Em B tu um forç de tr ção e em C, um forç d e compressão. Os módulos dess s forç s são, respectiv mente, igu is 50 3 N e 25 3 N. 1 6. A e C são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 3 N e 25 3 N. Dê, c mo respost , som d s ltern tiv s corret s. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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Em mb s s figur s, M é ponto de plic ção d forç que um pesso exerce no bridor p r brir g rr f . ) Copie no c derno figur d direit e nel represente s forç s que tu m sobre o bridor enqu nto pesso bre g rr f . Nomeie s forç s represent d s e f ç um legend explic ndo quem s exerce. Não considere o peso do bridor.

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21. UFR-RJ N figur o l do suponh que o menino estej empurr ndo port com um forç F1 = 5 N, tu ndo um distânci d1 = 2 metros d s dobr diç s (eixo de rot ção) e que o homem exerç um forç F2 = 80 N um distânci de 10 cm do eixo de rot ção. 9 Nest s condições, pode firm r que: ) port est ri gir ndo no sentindo de ser fe ch d ; b) port est ri gir ndo no sentido de ser bert ; c) port não gir em nenhum sentido; d) o v lor do momento plic do à port pelo homem é m ior que o v l or do momento plic do pelo menino; e) port est ri gir ndo no sentido de ser fech d pois m ss do homem é m ior que m ss do menino. 22. U.F. S nt M ri - RS

GABARITO

→ IMPRIMIR Um b rr homogêne e horizont l de 2 m de comprimento e 10 kg de m ss tem um ex tremid de poi d e outr suspens por um fio ide l, conforme figur . Consid er ndo celer ção gr vit cion l como 10 m/s2, o módulo d tensão no fio (T, em N) é: ) 20 b) 25 c) 50 d) 100 e) 200 Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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O módulo d forç i -RS

F v le, em N: ) 50 b) 100 c) 200 d) 300 e) 400 23. U.F. S nt M r

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A figur mostr um b rr homogêne com peso de módulo 200 N e comprimento de 1 m, poi d 0,2 m d extremid de A, onde se plic um forç F que equilibr . →

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24. UFRJ Um jovem e su n mor d p ssei m de c rro por um estr d e são surpreend idos por um furo num dos pneus. O jovem, que pes 75 kgf, pis extremid de de um ch ve de rod , inclin d em rel ção à horizont l, como mostr figur 1, m s só con segue solt r o p r fuso qu ndo exerce sobre ch ve um forç igu l seu peso. A n mor d do jovem, que p ss 51 kgf, enc ix mesm ch ve, m s n horizont l, em outro p r fuso, e pis extremid de d ch ve, exercendo sobre el um forç i gu l seu peso, como mostr figur 2.

10 Supondo que este segundo p r fuso estej tão pert do qu nto o primeiro, e lev ndo em cont s distânci s indic d s n s figur s, verifique se moç consegue solt r e sse segundo p r fuso. Justifique su respost . 25. Cefet-PR Um menino que pes 2 00 N, c minh sobre um vig homogêne , de secção const nte, peso de 600 N e poi d s implesmente n s rest s de dois corpos prismáticos. Como ele c minh p r direit , é possível prever que el rod rá em torno do poio “B”. A distância de “B” em que tal fa ontece, é, em metros, igual a: GABARITO a) 0,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3

26. UFR-RJ A figura ao lado apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pesso a normal. A força potente F1 , exercida pelo bíceps atua a uma distância de 4 cm da ar ticulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentado pela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nesta situação, pode-se afirmar que: a) o va lor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf; b) o v lor do torque da força F1 é 20 N; c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças F1 e F2 são iguais; d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

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27. UERJ As figuras abaixo mostram dois tipos de alavanca: a alavanca interfixa (I) e a alavanca inter-resistente (II). Estão indicadas, em ambas as figuras, a fo rça no apoio N, a força de resistência R e a força de ação F. Esses dois tipos de alavanca são, respectivamente, a base para o funcionamento das seguintes máquinas simples: a) alicate e pinça; b) tesoura e quebra-nozes; c) carri nho de mão e pegador de gelo; d) expremedor de alho e cortador de unha. 28. U. Alf enas-MG Um garoto caminha de uma extremidade a outra de uma prancha homogênea de p eso 300 N, que se encontra apoiada sobre dois pontos A e B conforme a figura aba ixo. A prancha tem um comprimento de 10 m, e a distância entre A e B é de 8 m. Deter mine a máxima massa que o garoto deve ter para que a prancha não tombe. 11 8m a) 20 kg b) 30 kg c) 35 kg d) 40 kg e) 45 kg

29. Unicamp-SP O bíceps é um dos músculos envolvidos no processo de dobrar nossos braços . Esse músculo funciona num sistema de alavanca como é mostrado na figura abaixo. O simples ato de equilibrarmos um objeto na palma da mão, estando o braço em posição verti cal e o antebraço em posição horizontal, é o resultado de um equilíbrio das seguintes força : o peso P do objeto, a força F que o bíceps exerce sobre um dos ossos do antebraço e a força C que o osso do braço exerce sobre o cotovelo. A distância do cotovelo até a pal ma da mão é a = 0,30 m e a distância do cotovelo ao ponto em que o bíceps está ligado a um dos ossos do antebraço é de d = 0,04 m. O objeto que a pessoa está segurando tem mass a M = 2,0 kg. Despreze o peso do antebraço e da mão. Ossos do antebraço F GABARITO Bíceps Osso do braço IMPRIMIR d Cotovelo d a C a P a) Determine a força F que o bíceps deve exercer no antebraço. b) Determine a força C qu e o osso do braço exerce nos ossos do antebraço. Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

F ÍS IC A

E Q U IL ÍB R IO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. b e a a b d c c V–V–F–F–V c d a b x = 1/18 e y = 2/9 d d a) Hipóteses formuladas por Isaura. 1 - O trecho onde ocorreu a batina era sem atrito. 2 - O fusca é tratado como um pequeno disco de ma ssam. 3 - O ônibus é tratado como uma barra hoogênea de massa M. 4 - O centro de massa do ônibus coincide com o seu centro geométrico. 5 - Não houve dissipação de energia na co lisão e não foi levado em consideração as deformações dos objetos. b) Grandezas conservadas 1 - Energia mecânica total (ausência de for’cas não conservativas) 2 - Momento linear p (força resultante externa atuando no sistema é nula) 3 - Momento angular L (o toque externo atuando no sistema é nulo) c) Da conservação do momento linear mv f mvf = MV portanto V = M d) Da conservação do momento angular em relação ao centro da barra mv f d mvfd = Iω logo ω = I 18. a 19. a) 1 IMPRIMIR G A B A R IT O b) Fp = 1 Fa 6 Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

26. 21.cm > 1 5 00Kgf. 27. 23. 22.cm e e b e a) F = 150 N.cm Portanto. 29. o parafuso s e solta se Meixo ≥ 1 500Kgf. 25. 28.cm Para o caso da moça Meixo = 51 × 30 = 1 530Kgf.Equilíbrio Avançar . 24. b) C = 130 N 2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .20. 20 b d e Para o caso do jovem Meixo = 75 × 20 = 1 500Kgf.

PUC-RS Um bloco de massa m está sendo arrastado por uma força constante F. c) realizado pela força F é nulo. b) resultante realizado sobre o bloco é posit ivo.2 kg. Essa força resultante realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1. dois grupos de pa lhaços utilizam uma corda ideal que apresenta um nó no seu ponto mediano. o módul o do trabalho realizado pelas forças de atrito que agem sobre o carro. que se encontra inicialmente em repouso. um motorista chega à praça de pedágio e passa a frear o carro a uma taxa constante. GABARITO Considere que a força resultante e o deslocamento sejam paralelos. pode-se afirmar que o trabalho: a) resultan te realizado sobre o bloco é negativo. numa trajetória retilínea.Trabalho e energia Avançar . O gráfico ab aixo mostra a variação da intensidade da resultante F das forças aplicadas sobre o nó. UERJ Na brincadeira conhecida como cabo-de-guerra. produzindo nele apenas movi mento de translação. e) realizad o pela força F é igual à variação de energia cinética do bloco. é: a) 30 000 d) 1 500 000 b) 150 000 e) 4 500 000 c) 450 000 4. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . No mesmo sistema de referência. qual é o módulo da velocidade adquiri da pelo corpo em conseqüência do trabalho realizado sobre ele? a) b) 5 m/s 10 m/s d) 10 m/s e) 20 m/s 1 c) 5 m/s 2. Nessa situação. sobre um plano horizontal c om velocidade constante. d) realizado pela força F é positivo. em joules. Considerando a massa total do veículo como sendo 1000 kg. e m função da sua posição x. UFRS Num sistema de referência inercial. percorrendo 150 m.0 e 9. até a parada do veículo. Vunesp Deslocando-se por uma rodovia a 108 km/h (30 m/s). é exercida uma força resultante sobre um c orpo de massa igual a 0.0 m. Determine o tra balho realizado por F no deslocamento entre 2. 3.

8 J c) – 39. 6 J 10. Aplicam-se sobre o ob jeto duas forças horizontais.8 m/s2. c) A potência aplicada pelo motociclista.2 J 7.1 W e) 40. 8. U. 9 J D. Londrina-PR Um motociclista resolve ir para a praia e pretende levar a sua motocicleta em uma caminhonete. b) O trabalho realizado pelo motociclista. 6 N C.0 kg e eleva a sua velocidade de 3. é a mesma.4 J b) 19.0 m/s para 12 m/s. e) A força aplicada pa ra elevar a motocicleta ao longo da rampa é maior. Determine o trabalho realizado pela re sultante desse conjunto de forças. U. 6. 8 N D. em ambas as situações.0 W d) 36. UFR-RJ Um corpo de massa 2. d) O trabalho r ealizado para elevar a motocicleta ao longo da rampa é menor.0 W Voltar FÍSICA .E. Qual a potência devido à força? a) 29. No instant e t = 0. 2 Calcule o trabalho realizado entre 0 e 5 s. é: A. 3 J B. no instante em que o objeto inverte o sentido do movimento é: A. o trabalho realizado pela força gravitac ional será: a) – 4. UFR-RJ O gráfico ab aixo representa a potência de um sistema em função do tempo.5. U. 9 N b) A energia cinética do objeto no instante em que sua a celeração é nula. Considerando desprezíveis as perdas por atrito. em ambas as situações.0 m abaixo do ponto de início da qued a.Trabalho e energia Avançar . 12 N B.0 m/s e m um intervalo de tempo de 4.0 kg cai da janela de um apartamento até uma laje que está 4. Londrina-PR Um objeto de 2.E. Se a aceleração da gravidade for 9.0 m/s para 7. P ara colocar a motocicleta na caminhonete ele pode erguêla verticalmente ou empurrá-l a por uma rampa. Viçosa-MG Um objeto de ma ssa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito.8 W b) 11. o objeto estava em repouso.F. 0 J C.9 J d) 78.1 W c) 25. 9. Londrina-PR Uma força constante age sobre um objeto de 5.0 s. GABARITO IMPRIMIR a) O módulo de F1. é o mesmo. cujos módulos variam de acordo com o gráfico.0 kg sofre a ação de um conjunto de forças e sua velocid ade varia em módulo de 2. U. assinale a altern ativa correta: a) O trabalho realizado para elevar a motocicleta verticalmente é m aior.6 J e) 156.E.

Nestas condições. e) permanecer inalterada. No ponto em que a bola atinge a altura máxima. b) 1 . dois objetos A e B . d) 50 . UFR-RJ Desprezando-se os atritos. andar de um edifício. se: a) a velocidade escalar do corpo for positiva. andar de um edifíc o. Os valores do trabalho realizado por essa pessoa e da sua energia potencial em relação ao chão – em Joules – são. Voltar FÍSICA . c) 20 . e) alto de um poste de 6 m. UFR-RJ Um goleiro chuta uma bola que descreve um arco de parábola. b) a energia mecânica é nula. U. d) a velocidade escalar do corpo for nula. d) diminuir quadraticamente com o tempo. um corpo terá energia mecânica igual à energia p otencial gravitacional. 3 12. IMPRIMIR 16. como mostra a figura abaixo. pode-se afirmar que: a) a energia p otencial é máxima. andar de um edifício. ITA-SP Uma partícula está submetida a uma força com as seguintes características: se u módulo é proporcional ao módulo da velocidade da partícula e atua numa direção perpendicu ar àquela do vetor velocidade. de massas iguais. c) diminuir linearme nte com o tempo. movem-se com velocidades constantes de 20 km/h e 30 km/h. e) nada se pode afirmar sobre as energias. 13. Para o mesmo observador qual a razão EA/ EB entre as energias cinétic as desses objetos? a) 1 3 b) 4 9 c) 2 3 d) 3 2 e) 9 4 GABARITO 15. andar de um edifício.Trabalho e energia Avançar         . b) a velocidade escalar do corpo for negativa. c) a energia cinética é nula. a energia cinética da partícula deve: a) crescer linearmente com o tempo. PUC-PR Uma motocicleta de massa 100 kg se desloca a uma velocidade constante de 10 m/s. d) a energia cinética é máxima. pois não conhecemos a mass a da bola. b) cre scer quadraticamente com o tempo.11. UFRS Para um dado observador. A energia cinética desse veiculo é equivalente ao trabalho realizado pel a força-peso de um corpo de massa 50 kg que cai de uma altura aproximada a uma que da do: a) 4 . respectivamente: a) 8000 e 8000 b) 800 e 8000 c) 0 e 80 0 d) 8000 e 0 e) 8000 e 800 14. c) o módulo da velocidade do corpo aumen tar com relação ao tempo. Alfenas-MG Uma p essoa de massa 80 kg está parada sobre uma plataforma que se encontra a 10 m do chão . e) a energia ci nética for máxima. re spectivamente.

4 Analise as afirmativas que seguem. precisa de pelo menos 5 s para que o trab alho das forças frenantes consiga baixar até zero sua energia cinética. Pelotas-RS Um carro de massa 1000 kg. seria necessário largar esse chaveiro de uma altura maior. com velocidade nula. trabalhando com uma casa decimal e obedecendo às regras de arredondamento: I. Durante o processo de frenagem. Com base nessas informações. A intensidade da força de atrito é 5900 N. Fiat: Fórmulas no Trânsito. III. largado de uma varanda de altura h. 06. GABARITO IMPRIMIR Um trenó. a distância percorrida f oi de aproximadamente 6. d) a energia potencial gravitacional em L é mai or que a energia potencial gravitacional em N. Supondo que o carro pare em 5 s. Estão corr etas: a) apenas as afirmativas I e II. em módulo. a 100 km/h. c) apenas as afirmativas I e IV. a aceleração de frenagem é. b) a energia mecânica em K é igual à energia mecânica em M. está representado o perfil de uma mont anha coberta de neve. U. UERJ Um chaveiro. atinge a calçada com velocidade u. A velocidade cuja energia cinética corresponde à meta de da inicial é 72 km/h. p.Trabalho e energia Avançar . d) apenas as afirmativas II. A altura da montanha no ponto M é menor que a alt ura em K.6 m/s2. III e IV. 5. c) a energia mecânica em M é menor que a energia mecânica em L. III e IV. ao ponto N. b) apenas as afirmativas II e III.F. 19. é corre to afirmar que: a) a energia cinética em L é igual à energia potencial gravitacional e m K. e) apenas as afirmativas I. 18. IV. Os pontos L e N estão a uma mesma altura. II. solto no ponto K com velocidade nula.9 m.17. UFMG Na figura. passa pelos pontos L e M e chega. Para que a velocidade de impacto dobrasse de valor. igual a: a) 2 h b) 3 h c) 4 h d) 6 h Voltar FÍSICA . O gráfico abaixo mostra como varia a energia cinética com a velocidade.

abandona do do repouso de um ponto A. entre os instantes t = 0 e t = t1. cuja altura equivale a 7.20. Como a aceleração gravitacional vale g. 16. Qual a velocidade do carrinho ao atingir o ponto B. Maringá-PR Duas partículas A e B com massas idênticas (mA = mB) deslocam-se a partir da mesma posição em uma trajetória retilínea. as partículas estão na mesma posição. são iguais. 32. como ilustra a figura abaixo.Trabalho e energia Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . que fazia iruetas sobre a cabeça de um elefante. 08. No instante t = t1. Dê. sendo as forças dissipativas desprezíveis e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2? 22. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . com o resposta. As en ergias cinéticas de ambas as partículas. 04. O espaço percorrido por A é o dobro do espaço percorrido por B entre os instantes t = 0 e t = t1. Nessas condições. Sabendo que a ve locidade v no onto B é 2. assinale o que for correto. determine a energia dissi ada elo atrito no erc urso entre A e B. UFR-RJ A figura ao lado mostra um carrinho de massa igual a 100 kg. a expressão que permite determinar o valor da velo cidade dele ao passar pelo ponto B da encosta é: GABARITO a) v = m 2 gR b) v = 2 mgR m g d) v = 2 gR e) v = 2π mgR c) v = 2π 23.2 m. 5 A realiza um movimento retilíneo e uniforme. 64. UERJ Um mico. a artir do re ous o. 01. 21. As forças resultante s em ambas as partículas. 02. em t = t1. a soma das alternativas corretas. Cefet-PR Um esquiador (massa = m) parte do rep ouso no ponto A e desliza sem atrito pela encosta de secção circular de raio R. O trabalho realizado pela força r esultante sobre a partícula B.0 m.E. em t = t1. escorregar ela tromba do elefante. U. B realiza um movimento uniformemente variado. é (mA v2)/2. deixou seu cha éu. Suas velocidades em função do tempo s representadas na figura a seguir. de uma altura h igual a 2. são iguais. de massa igual a 50 g.0 m/s.

2 Dê.5 m/s2. c) a aceleração centrípeta no ponto B é nula. que re resenta a t rajetória de uma bala de canhão de massa m em um cam o gravitacional su osto uniform e e no vácuo. d) a uantidade de movimento da esfera não varia durante o movimento. Considere que a massa da essoa em conjunto c om a laca seja de 50 kg e que a distância AB. Su onha que o co eficiente de atrito cinético entre a madeira e a areia seja constante e igual a 0. 6 Em relação às informações acima. ao longo de todo o trajeto AC. Um outr o tijolo. 2 2 16. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando como sendo “g” a intensidade do campo gravitacional. ( ) A distância erco rrida ela essoa no trajeto BC é de 80 m.24. PUC-RJ Um tijolo e largado de uma certa altura e cai no chão. A energia mecânica no onto B é m ⋅ v . 26. ( ) O módulo da aceleração durante a descida (trajeto AB) é constante e igual a 1. sua energia cinética. ( ) O módulo da aceleração na arte lana (trajeto BC) é constante e maior que 3 . e) a velocidade da esfera no ponto B é dada por VB = g ⋅ hA . seja de 100 m. uma essoa desliza el a encosta de uma duna. 2 IMPRIMIR 04. ercorrida na descida da duna. sua energia mecânica aumenta. ( ) A velocidade da essoa na base da duna ( osição B) é de 15 m/s. 25. Cefet-PR Uma equena esfera é solta do onto A e desliza no interior da canale ta semicircular re resentada ao lado. UFPR Na figura abaixo está esquematizada uma diversão muito comum em áreas onde ex istem dunas de areia. é largado de uma altura duas vezes maior. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 01. artindo do re ouso em A e arando em C. será: a) um quarto b) a metade c) o dobro d) quatro vezes maior e) a mesma GABARITO 27. b) enquanto a esfera vai de A até B. de massa duas vezes menor. é correto afirmar: ( ) A força de atrito ao longo do traje de descida (AB) é menor que a força de atrito ao longo do trajeto horizontal (BC). assinale o que for correto. ( ) A força de atrito na arte lana é de 2 00 N. 2 02. A energia otencial no onto D é m ⋅ g ⋅ f . 2 08. é correto afirmar que: a) a energia cinética da esfera é máxima no ponto B. O trabalho realizado ara deslo car a bala do onto A ao onto D é − m ⋅ g ⋅ f . A energia cinética no onto C é nula. Ponta Grossa-PR A artir da análise do esquema abaixo. U. 40. a soma das alternativ as corretas. Sentada sobre uma laca de madeira. Qua ndo este segundo tijolo atingir o solo. como resposta. em relação à do rimeiro.E. 0 m/s2. e considerando que a energia otencial em A é nula. A energia mecânica no ponto E é m ⋅ v .

Com isso.28.15 b) 0. WA / WB. 7 Sendo FA. 2. Dê.5 m. e logo a seguir atinge o gongo. a soma d as alternativas corretas.2 . Unirio Um baterista de uma banda de rock decide tocar um gongo no acorde fin al de uma música. 10 Voltar FÍSICA . ele utiliza um pêndulo com uma haste rígida de massa desp rezível e comprimento L = 0. A e B. como ilustram as figuras a seguir. assinale o ue for correto.50 29.2 .5 . bem como o a trito na polia são nulos. B e C precisam colocar caixas idênticas de massa M em uma plataforma de altura H.22 c) 0.45 e) 0. C onsiderando se g = 10 m/s2 e desprezando se os atritos.E. O carregador A utiliza uma roldana e uma corda levantando a caixa verticalmente. PUC-RS Têm-se duas molas metálicas iguais. 16. o quociente entre as respectivas energias elásticas acumula das. e ue as forças de atrito entre a caixa e a superfície da rampa. desde o momento em que o pêndulo é abandonad o até aquele em que o gongo é atingido? a) 0. o pêndulo é abandonado a partir do r epouso na horizontal. e o carregador C utiliza uma rampa com inclinação θC < θB . 01. considerando ue os três processos são realizados a velocidade cons tante. 02. inic ialmente sem deformação. Maringá PR Três carregadores A. o intervalo de tempo gasto. 08. 103 a) 1.8 . como resposta. n a ual g é a aceleração da gravidade no local. U. B e C. 04.0 m de altura é. FA > FB. FB = FC . vale: IMPRIMIR GABARITO a) 4 b) 2 c)1 d) 1 2 e) 1 4 31. respectivamente. Para isso. FA = Mg. então ∆EP (A) > ∆EP (B) > ∆EP (C). 104 b) 1. qual é. conforme a figura acima.32 d) 0. 104 e) 1.Trabalho e energia Avançar ¦ ¢ ¢ ¦ ¦ ¢ ¢ . O trabalho realizado pelos três carregadores é o mesmo. igua l a: d) 1. Se ∆Ep é a v ariação da energia potencial gravitacional no processo. aproximadamente. As duas são comprimidas de modo que A sofra deformação x e B sofr a deformação 2x. em joules. FB e FC a intensidade das forças aplicadas pelos carregadores A. o carregador B utiliza uma rampa com inclinação qB . Unifor-CE A energia cinética do container aos 9. em segundos. 30. FA > FC .8 . No acorde final. 103 3 c) 1.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA .. 04. a massa oscilará infinitamente em torno do ponto O.. foi 1. se não ho uver força de atrito entre as superfícies.. Durante a etapa de compressão da mola... Maringá-PR Duas molas dênticas e ideais são associadas como mostra a figura a seguir. sua posição de equilíbrio. a resultante das forças que atuam sobre a massa será nula. é totalme nte transformada na energia potencial gravitacional do bloco. como resposta.. poderá parar numa posição diferente do ponto O. a velocidade do bloco é zero e sua aceleração é . se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola id eal..0 J. . No percurs o entre os pontos A e B. A força peso não rea lizou trabalho no deslocamento do bloco entre os pontos A e B. e soltando-a imediatamente depois. no ponto B. de massa m = 500 g. é igual a 8. Dê.. 34... 64.. . a ene rgia do sistema não se conservará.. 0 8. no pont o A. ... UFRS A figura abaixo representa um bloco que. como resposta. UFSC A figu ra mostra um bloco.. 8 GABARITO Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. A mola é solta e empurra o bloco que... U.. se houver força de atrito entre as superfícies. se não houver força de atrito entre as superfícies.. durante o seu movimento. independente da posição em que ela estiver. 08. depois de oscilar.... a força de atrito da superfície sobre o bloco dissipa 20% d a energia mecânica inicial no ponto A. 02....6 J.. se houver força de atrito entre as superfícies. não há conservação da e mecânica. a aceleração da m assa será nula. a soma das alternativas corretas.. partindo do repouso no ponto A. pode-se afir mar corretamente que: 01. atinge o ponto B.4 J. a energia cinética do bloco . e a energia potencial elástica armazenada no sistema massa-mola . 02. Afastando a massa m do ponto O. 16. quando passar pelo ponto O.. Selecione a al ternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo... mantido encostado em uma mola comprimida de X = 20 cm. na ordem em qu e elas aparecem. Dê.. no ponto A. 04. O trabalho r ealizado pela força de atrito sobre o bloco.. A energia mecânica do bloco no ponto B é igual a 6.. por isso não houve conservação da energia mecânica do bloco.. O ponto B situa-se a 80 cm de altura. A energia potencial elástica do bloco. a) aumenta – diminui – zero d) diminui – aumenta – zero b) diminui – aumenta – má a e) diminui – diminui – zero c) aumenta – diminui – máxima 33. cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida.. a soma das alternativas corretas.. em relação ao ponto A. onde pára.Trabalho e energia Avançar ...32.. Na situação descrita. A constante elástica da mola é K = 400 N/m. a massa. N o ponto de inversão do movimento. deslizando sem atrito sobre um a superfície horizontal.E. se não houver força de atrito entre as superfícies.. 32. 16.. A energia mecânica total do bloco.

kgf. N. realiza moviment o retilíneo uniformemente variado com aceleração de módulo igual a 2m/s2. o trabalho é medido em Joule. realizando um trabalho motor sobre a partícula. próxima a superfície terrestre. foi igual a: 01) 5 02) 7 03) 10 04) 20 05) 40 9 IMPRIMIR GABARITO 38. ( ) Um saltador olím pico executa um salto recorde de 2. e ele atinge o solo com uma velocidade de 5. salta de um avião. ( ) Um pára-qu edista.Trabalho e energia Avançar . kWh e) g. pensamos sobre energia em termos de custo do combustível para o transporte. dina. energia química. A quantidade de energia dissipada durante a queda pelo pára-quedista é superior a 400 kJ. re spectivamente: a) kg. ( ) A energia potencial elásti ca de uma mola deformada de 30 cm é de 10 J. ( ) Uma partícula descreve uma trajetóri a circular em movimento uniforme. quando a mola estiver d eformada de 15 cm. a energia potencial da mola será de 5 J. I. e também no custo dos alimentos que co nsumimos. ( ) No S. UEMS No sistema internacional são unidades de massa. mas também na prática da engenharia. então a potência elétrica desse motor é superior a 140 k . é transformada integralmente em energia potencial gravitacional.35. em J. Com base nos estudos sobre energia. Se apenas 35% da potência elétrica fornecida ao motor é convertida em energia mecânica. No dia-a-dia. de massa 5 kg. 36. julgue as afirmações a seguir. ( ) O ponto mais alto de uma montanha russa corresponde ao ponto máximo de energia potencial gravitacion al do carrinho. J. O módulo da ve locidade com que o saltador deve pular para conseguir tal êxito é superior a 20 km/h . kW Voltar FÍSICA . força.. inicialmente em repouso. N. sobre ela atua uma força centrípeta dirigida para o centro da trajetória. não apena s na ciência contemporânea. a uma taxa uniforme. 37. Se necessário use o módulo da aceleração da gravidade de 10 m/s2. e 1 joule eqüivale a 10–7 erg. W c) kg. As diversas formas de energia se relacionam entre si. Concluímos que. Superior de Brasília-DF O conceito de energia é um dos conceitos físicos mais importantes. ( ) Quando lançamos uma pedra para cima . kWh. J. no instan te do lançamento.E. ( ) A energia cinética inicial de uma pedra lançada para cima no vácuo . Unicap-PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). energia eletromagnética . ao final dos 2 segundos de movimento. ( ) O trabalho realizado pela força resultante para parar um carro com u ma velocidade de 80 km/h independe da maneira como o carro foi freado. energia e potência. O pára-quedas se a bre. é convertida integralmente em energia potencial gravitacional para que a pedra atinja uma determinada altura. J. W b) g.3 m sobre um sarrafo horizontal. no da eletricid ade para iluminação e aparelhos eletrodomésticos. energia térmica e energia nuclear.0 m/s. kW d) kg. no ponto de alt ura máxima. A energia aparece em várias formas – energia mecânica. I. ( ) Um guindaste deve levantar uma carga de 2000 kg até uma altura de 150 m em u m minuto. de 50 kg de massa. a 1000 m de altura. UESC-BA Um corpo. erg. a energia cinética que fornecemos a pedra. durante 2 segu ndos. a quantidade total de energia permanece sempre constante . kgf. a) A potência média desenvolvida pela força resultante que atuou sobre o corpo d urante o movimento foi igual a: 01) 9 W 02) 12 W 03) 20 W 04) 38 W 05) 45 W b) A energia cinética do corpo.

a energia potencial U(r) será máxima quando r for igual a a ou b. limitando. julgue os itens seguintes. para levá-lo ao repouso em 5 m. A explicação física para esse fenômeno é: a) Houve. c) Parte da energia cinética que o ma rtelo possuía. Desprezando a res istência do ar. Para esse sistema. Voltar FÍSICA . UnB-DF A energia potencial U de u ma molécula diatômica formada pelos átomos P e Q depende somente da posição relativa r ent re esses átomos. armazenada no martelo.39. transformação da energia potencial gravitaci onal do martelo em energia térmica no prego. para valores de E próximos de U0. UFGO A energia potencial de um carrinho em uma montanha russa varia. 40. A e B. no instante anterior ao golpe. b]. conforme mostra o gráfico abaixo.Trabalho e energia Avançar . UFRN Flávia foi colocar um prego numa parede e percebeu que ele esquentou após s er golpeado com o martelo. para o prego. para valores de r próximos de r0. e q ue não há atrito. d) Houve. como mo stra a figura a seguir: Sabe-se que em x = 2 m. a soma das ene rgias cinética e potencial dos átomos constitui a energia total E da molécula. ( ) Para uma determi nada energia total E. ( ) Diminuindo-se a energia total E. entre as posições x = 0 e x = 7 m. adquirem a mesm a energia cinética quando se movimentam com velocidades de módulos constantes VA e V B. no instante do golpe. foi transformada em energia térmica no prego. b) a energia cinét ica e potencial do carrinho na posição x = 7 m. Esta en ergia é constante. tais 10 GABARITO VB que V seja igual a: A 01) 1 5 02) 5 5 03) 5 04) 5 05) 5 5 IMPRIMIR 42. a partir da posição x = 7 m. então. no instante do golpe. determine: a) a energia mecânica total do carrinho. b] de oscilação da molécula a umentará. 41. A respeito desse sistema. de massas mA = 5mB. a energia poten cial desse sistema molecular se comportará de maneira análoga à de um sistema mecânico m assa-mola. UESC-BA Dois automóveis. ( ) Considerando que. o intervalo [a. b) Parte da energia térmica que o prego possuía armazenada até o instante anterior ao go lpe foi liberada quando o martelo o atingiu. a distância r entre os átomos a um intervalo [ a. a energia cinética é igual a 2J. transferência da energia térmica. portanto. sobre o carrinho. c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. a curva U(r) aprox ima-se muito de uma parábola.

Dê. de massa m. 04. a soma das afirmativas corretas. U. sem motor. conforme a figura.2 km/h e consumiu 300 quilocalori as. Sa bendo-se que o bloco pára no ponto C. eles perdem o contato e o b loco se desloca sobre um plano horizontal com um coeficiente de atrito cinético 0. a energia mecânica do sistema massa-mola na posição A vale 4 J. na presença do campo gra vitacional terrestre. o sentido do movimento da esteira. sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. Voltar FÍSICA . com uma v F força F. 08.5 J. II e III g GABARITO IMPRIMIR 46. A e ergia potencial gravitacional varia de m g v ∆t/2 Está correto apenas o que se afirm a em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. Considere as seguintes afirmações: I. a partir do repouso e livre da resistência do ar. O trabalho realizado pela força F é igual a m g v ∆t/2 III. percorrid o uma distância de 4 m. Logo a seguir. supondo que toda energia dissipada seja na forma de calo r. de acordo com o medidor da esteira. o bloco chegará à posição D com velocidade nula. como apresentado na fi ura acima. suposta constante. 2. a) Qual a distância percorrida pelo jovem? Qual o deslocamento do jovem? b) Nu m esquema gráfico. Um dia. o bloco é solto e. 45. na posição B. Na posição B a velocidade do bloco é de 4 m/s e na posição D a velocidade é nula. ao longo de uma rampa inclinada de 30° com a horizo ntal. A resp ito desse sistema e considerado g = 10 m/s2. determine o módulo dessa força. a quantidade de calor gerada durante o deslocam ento do bloco da posição A até a posição B é de 8. ele andou 40 minutos com velocidade constante de 7. Adote 1. supondo que toda energia dissipada s ja na forma de calor. Vunesp Um jovem exercita-se numa academia andando e movimentando uma esteira rolante horizontal.Trabalho e energia Avançar . o jove m e força F que ele exerce sobre a esteira para movimentá-la.43. UFMS Um bloco de 500 g comprime uma mola. o bloco fica sujeito a uma força de atrito equivalente à quarta parte do seu peso. Fuvest Uma pessoa puxa um caixote.0 J. após 2 segundos decorridos desde o momento em que o bloco passa pela posição B e terá. 16. O trabalho realizado pela f orça F é igual a F v ∆t II. toda a energia mecânica do sistema na posição A foi transfor mada em calor na posição D. de constante elástica k = 200 N/m. no trecho BC. como resposta. O 3 0° caixote. do alto da rampa de altura h. Admitindo que o consum o de energia assinalado pela esteira é o trabalho realizado pelo jovem para movime ntá-la. 02. durante um certo in tervalo de tempo ∆t. é correto afirmar que: 11 01. Salvador-BA O bloco de massa m da figura é abandonado. a velocidade d o bloco em uma posição C localizada entre a posição B e a posição D. A compressão da mola é de 20 cm na posição A (veja figura abaixo). também será de 4 m/s. a distância BC é igual a: a) h 4 b) H 2 c) h d) 2h e) 4h 44. Nessa posição o bloco est m repouso. O trecho AB do percurso é bastante polido e. então. desloca-se com velocidade v constante.0 cal = 4. represente a esteira.

0 m/s2 e que cada andar meça 2. Voltar FÍSICA . é abandonado a partir do repouso no ponto A de uma pista no plano vertical. como mostra o desenho. valores positivos de velocidade indicam que o elevador está subindo. além de muito úteis. que a aceleração da g ravidade possa ser aproximada para 10. pode m ser usados como interessantes equipamentos de laboratórios de Física. ( ) Ao fi nal dos cinqüenta segundos representados no gráfico. IMPRIMIR GABARITO Despreze a resistência do ar e adote g = 10 m/s2. ( ) Em q ualquer trecho do movimento de subida que se considere. sobre uma balança de molas (destas que comumente encontramos em farmácias) graduada em new tons e funcionando perfeitamente. usando-se um cabo de aço sob tração de 4. ( ) O edifício possui mais de dez andares. Num intervalo de tempo de 6.0 s. 104 N.47. a sua velocidade ao passar pelo po nto B é: 3 3 d) gh b) 1 3gh c) 2 3gh e) 3gh gh 4 2 2 2 48. até altura de 9. julgue cada afirmativa abaixo. ( ) Um passageiro de 60. Desprezando o atrito entre o corpo e a pista. a) 12 Admitindo que o elevador parta do térreo (tomado como referência).00 to neladas é içado a partir do solo. que. como as escadas rolantes e os elevadores. U. UFSE Um corpo. Instruções: Para responder às questões de números 49 a 50 utilize as in formações que seguem. Católica-DF O aumento populacional e a melhoria das técnicas de engenharia civil impulsionaram a crescen te verticalização das construções.20 . O movimento de um elevador é representado pelo gráfico de sua velocidade escalar em função do tempo.50 m de altur a.Trabalho e energia Avançar .0 s. veria uma marcação superior a 600 N entre os insta ntes 0 s e 10. de massa m.0 kg. um container de massa 4. ( ) Todo o movimento de descida foi acelerado. o elevador retorna ao térreo.0 m. o valor da energia cinétic a do elevador sofreu aumento. Tal processo também alavancou o desenvolvimento dos mei os de elevação. No gráfico. conforme Verdadeira (V) ou Falsa (F).

Unifor -CE A energia mecânica do conjunto em relação ao solo.8 . P. 0 d) 2. a energia cinética desse carri nho.5 b) 10 c) 5. com uma velocidade de: a) 6 m/s b) 8 m/s c) 10 m/s d) 12 m/s e) 14 m/s 13 Instruções: Para responder as questões de números 53 a 55 utilize as informações abaixo.2 .1 . a o longo do percurso.5 . Para estimar a capacidade de geração de energia elétrica de uma queda d’água avaliamos a energia potencial armazenada no sistema queda – Terra.0 m/s movendo-se sobre trilhos na parte horizontal e elevada do seu percurso representado parcialmente no esquema. 104 c) 2.50 50. é igual a: a) 3. essa garota chegará ao final do escorregador. em megawatt. Fatec-SP A figura mostra um objeto de 4 kg que desliza por uma pis ta que para ele não apresenta atrito. 104 c) 1. 103 IMPRIMIR 55. desprezando as perdas que ocorrem na parte inferior. 102 d) 3. 104 d) 6.80 m em relação ao solo. 104 b) 3. em m/s2.4 .2 . Voltar FÍSICA . 103 e) 2. Unifor-CE Quando o carrinho passa pelos po ntos M. 104 51. por aquecimento. que está 0. 103 e) 6. 53. GABARITO Considere desprezíveis as forças de atrito e a resistência do ar no trecho representad o no esquema e adote g = 10 m/s2.49. em watts. Q e R indicados no esquema.2 . com uma vazão constante de 300 m3 por segundo.Trabalho e energia Avançar . 104 d) 1. em joules. um carrinho com dois jovens. está com velocidade de 10. a força de reação dos trilhos sobre o carrin ho tem maior módulo nas proximidades do ponto: a) M b) N c) P d) Q e) R 54. Unifor-CE Durante a descida e a 15 m de altura. Unifor-CE O módulo da aceleração do container. Nu parque de diversões. Ela começa a deslizar . a partir do repouso. em joules. N. igual a: a) 6. que é o ponto mai s baixo da pista. UFPB Uma menina de 20 Kg de massa brinca no escorregador de um parque de diversões.3 .30 m acima do solo.3 . Sabendo-se que. O objeto passa pelo ponto B. Unifor-CE A potência média. estime a potência dessa queda d’água. Considerando a acel eração normal da gravidade (g = 10 m/s) e a água com densidade igual a 1000 quilograma s por m3. 102 56. com velocidade de 8 m/s. 102 b) 2. sendo a massa do conjunto 120 k g.8 . é igual: a) 10.5 . Católica-DF Usinas hidrelétricas convertem energia mecânica em ene rgia elétrica. o atrito entre a menina e o escorregador consome 140 J de e nergia. de uma altura de 2.0 . 104 b) 1. quando está na posição indicada no e quema. 102 c) 6.2 .5 e) 0. é. U.0 .0 . fornecida através da força de tração no ca o de aço. Suponha uma queda d’água de 25 m de altura. 52. igual a: a) 1. é. 102 e) 1.

de massa desprezível e constante elástica 10 N/m. que desliza sem atrito ao longo do fio curvilíneo. 04.5 . é correto afirmar: 01. d e massa 3 desprezível. Considere h a altura d o ponto A. 08. 16. U.8 m hC ? hA 2. No ponto C. Católica de Salvador BA Um bloco desloca se sobre um plano horizontal liso e co lide com uma mola horizontal. 10–1 e) 11 . q ue é o ponto mais alto atingido pelo objeto.0 m e) 4 m/s e 3. No ponto C. 10–1 d) 10 . os atletas lançam obliquamente uma esfe ra de metal de pouco mais de 7 kg. No ponto D. Det ermine a 4 altura h. UFC Uma bala de massa m e velocidade V0 atravessa. que se encontrava em repouso. 10–1 b) 7. quando consegu e lançar o martelo com um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal. Sabe ndo se que o bloco comprime a mola de 0 a 0.A velocidade com a qual esse objeto passou pelo ponto A e a altura do ponto C.2 m B 57. o módulo da aceleração da gravidade local e despreze as forças dissipativas. A maioria dos atletas olímpicos. 14 58. abandonada a partir do ponto A. Vunesp No lançamento do martelo. é: a) 4 . a velocidade da conta será igual a 2g( h − R ) . 10–1 c) 8 . a conta descreverá movimento circular uniforme. são. em J.0 m/s e 2. 10–1 60. g. assinale o que mais se aproxim a da energia cinética que esses atletas conseguem fornecer ao martelo (adote g = 1 0 m/s2). Nessa colisão a bala perde de sua energia cinética inicial. o raio do trecho circular. A partir do ponto B. u m bloco de massa M. a in tensidade da força que o fio exerce sobre a conta será igual a mg R 1 (2h – 5R). respectivamente: C Dado: g = 10 m/ s2 A a) 8 m/s e 2. pendurado por um fio flexível. a) 3 J b) 30 J c) 300 J d) 3000 J e)30000 J IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ . Nessas condições. Ao longo do trecho circular. GABARITO 02.4m. 59.4 m b) 6.4 m d) 4 m/s e 6. o módulo da aceleração centrípeta da conta será constante .4 m c) 6 m/s e 2. quase instantaneamente. a energia mecânica da conta será igual a mgh. Dos valores dados a seguir. atinge distânc ias de cerca de 80 m. UFBA A figura abaixo apresenta uma conta de massa m. alcançada pelo pêndulo. a energia potencial ganha pela m ola durante essa compressão. R.

com o objetivo de impedir que os vagões saiam desses trilhos. como mostra a figura ao lado. 25 d2 C. em joules. 75 d2 E. 50 d2 D. é: ¦ ¦ ¦ .0 m de comprimento por 0.61.0 termine as velocidades dos blocos imediatamente antes de tocarem o solo. o ade PUC SP O carrinho da figura tem massa 100 g e encontra se encostado em uma m de constante elástica 100 N/m comprimida de 10 cm (figura 1). igual a: 2 b) A energia potencial máxima do bloco é. há um batente com uma mola no final dos trilhos. oscilando entre os pontos d e +d. 300 d E. em joules. Considere desprezível o atrito entre o bloco e a superfície. igual a: D. de massa igual 4 x 104 kg. em m/s2. D e 5. Um vagão. a) Calcule a energia mecânica de cada bloco em relação ao solo. 500 d d é.0 kg e 50 kg. 200 d C. ola .4 m de espessura.5 m/s (ver figura). 10 d2 B. As massas dos blocos A e B são respectiva mente iguais a 5. 100 d B. Os dois blocos medem 1.2 64. a) O módulo da aceleração do bloco quando passa pela posição A. Ao ser libertado carrinho sobe a rampa até a altura máxima de 30 cm (figura 2). c) Determine o tempo de queda de cada bloco. conforme e stá indicado no esquema. 250 d A. b) Os três fios são cortados simultaneamente. O módulo da quantid de energia mecânica dissipada no processo. Unicamp SP Dois blocos homogêneos estão presos ao teto de um galpão por meio de fi os.8 e) 0. UFSE Considere um bloco de massa 100 g. a máxima compressão da mola pro vocada pelo vagão vale: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ 63. UFPB Num pátio de manobras de uma ferrovia. que está preso a uma mola helicoidal d e constante elástica igual a 50 N/m. Teto fio A B fio Solo 15 62.4 m de largura por 0. 100 d2 GABARITO figura 1 figura 2 a) 25000 b) 4970 c) 4700 d) 0. Sabendo se que a constante elástica da mola do baten te vale 1 x 106 N/m e desprezandose qualquer atrito. Despreze a resistência do ar. aproxima se do batente com velocidade v constante e igual a 1.

.

500 m c) 0. no plano horizontal. Qual é a máxima deformação sof rida pela mola quando o carrinho é abandonado do repouso na posição indicada.65. 32. A energia mecânica do bloco se conserva no percurso ABC. o v lor do f tor k é: 9 2 5 4 3 5 ) b) c) d) e) 10 5 5 4 8 68.6 N/m. é dada por dAB = mv 2 B . som d s ltern tiv s corret s.750 m e) 0. perdendo p rte de su energi o colidir com o solo. até parar no ponto C. 16 Considere a o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado. 2 Kx 08.650 m d) 0.20 m sobre um mol cuj const nte de forç é k = 19. de constante elástica K = 40 N/m. 04. A reação ao peso do bl oco. pode e afirmar: 01. comprimida de x = 2 cm. é aplicada pela superfície sobre o bloco. o bloco percorre a superfície horizontal lisa AB e s obe o plano inclinado rugoso BC.48 m d) 0. inici lmente em repouso. Nest s condições. c d colisão su energi decresce de um f tor k. a) 0. A distância percorrida pelo bloco entre os pontos A e B.60 m IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .: de sprezar os efeitos do atrito. conforme figur a abaixo. ITA-SP Um bol c i . é derrub do de um ltur de h = 1. Assim. um carrinho de massa 5. FEI SP Em um parque de diversões. S bemos que pós 4 choques com o solo. 02.32 m c) 0.20 kg. Dê.24 m b) 0. O bloc o atinge o ponto B com velocidade VB = 2m/s.0 kg percorre um tril ho e atinge uma 4m mola de constante elástica K = 6400 N/m.64 h. O módulo da força que faz o bloco parar no ponto C é dado por F = mg (senα + µcosα). 16. bol repic té um ltur de 0. p rtir do repouso. O módulo da re ação normal que o plano inclinado aplica sobre o bloco é numericamente igual ao peso d o bloco. de um ltur h.8 00 m K 66. UFBA Um pequeno bloco de massa m = 4g encontra se inicialmente encostado à ext remidade livre de uma mola ideal. g o módulo da aceleração da gravidade local e desprezível a resistência do ar.250 m b) 0. de inclinação a. dAB.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Nessas condições. como respost . Após a liberação da mola.54 m e) 0. 67. Obs. Desprez ndo m ss d mol . distânci máxim que mol será comprimid é: ) 0. ITA-SP Um bloco com m ss de 0.

( ) o tr b lho re liz do pelo pes o. rr st ndo.75.Tr b lho e energi ¡ 69.0 m de ltur em rel ção à rei de um t nque. o tr b lho re liz do pel forç peso do menino v le. é 3 Mg. com um forç const nte.8 . foi de: ) 3 b) 6 c) 10 d) 15 e) 20 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . UFBA A figur b ixo represent um homem que pux um cord tr vés de um rol d n .2 . o tempo g sto ness oper ção. 104 c) 7 .2 . foi de proxim d mente: Considere g = 10 m/s2 ) 950 J b) 1000 J c) 1120 J d) 1050 J e) 1250 J 72.8 .0 m e velocid de const nte. n b se do escorreg dor. é numeric mente igu l o tr b lho d forç result nte que tu no bloco. 104 d) 1. UFMA Um menino com m ss de 25 kg escorreg num r mp cujo perfil é de um tob ogã.0 m/s. Unic p-PE P r responder est questão. o tr b lho re liz do pelo motor. com desloc mento de 6. de m ss M. em joules. observe figur o l do. que cord e rold n são ide is e que 1 3 sen 30º = . Em 1. O bloco d figur . um c ix de 6. O tr b lho d s forç s resistentes. ( ) fo rç de trito que tu no bloco é igu l 0. do topo té b se do pl no. em movimento uniforme.17 71. Desprez ndo-se s forç s dissip tiv s. de 5 m de ltur p rtir do repouso. cheg ndo à b se d r mp com velocid de d e 4. Adot ndo g = 10 m/s2. em joules: ) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Unifor-CE Um me nino de m ss 20 kg desce por um escorreg dor de 3. Consider -se que s forç s de trito e resistênci do r são d esprezíveis. em módulo.2 . 103 b) 1. Podemos firm r que: ( ) o tempo que o bloco g st p r cheg r à b se do pl no é 1 0s.75 Mg. 105 e) 7. C tólic de S lv dor-BA Um motor de potênc i igu l 1000 W é utiliz do p r elev r um bloco de peso 100 N um ltur de 1 50 m.0 hor de funcion mento . 70. 73. ( ) o coeficiente de trito dinâmico entre o bloco e o pl no é de 0. ( ) o tr b lho re liz do pel forç norm l no desloc mento do bloco. em segundos. 105 74. U. e cos 30º = 2 2 De termine. em 102 J .0 x 102 N de peso o longo do pl no inclin do que form 30º com horizont l. o tr b lho d forç exercid pelo homem. é de: ) 7. desce o pl no inclin do com um velocid de const nte de 2m/s . p r desloc r o bloco do topo té b se do pl no. UFSE Certo motor consome potênci de 500 W e possui rendimento de 40%.

II. situ d 1. I ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Obs.6 W c) 0. 0 W 76.: Considere m ss do elev dor incluíd n c rg ser tr nsport d e g = 10 m/s2. UFMA Num edifício.18 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 150 kg 20 m de ltur em 10 s.3 W e) 2. em construção. II. A bibliotecári mud o livro p r um pr teleir m is lt . 350 kg 15 m de ltur em 30 s. ) I.4 kg está num pr teleir d bibliotec do colégio. III b) I. A potênci médi mínim necessári p r re liz r t ref é: ) 0. Assin le ordem crescente d s potênci s que o motor do elev dor deverá desenvolver p r o tr nsporte de: I. III. II e) II. III. um ltur de 1 m do chão. UFPB Um livro de m ss m = 0. é inst l do um elev dor externo p r tr nsport r rg m ss (mistur de rei . águ e cimento) os diversos p vimentos. I c) III. g st ndo 2 segundos ness oper ção. II d) II.8 W d) 1. II. 250 kg 10 m de ltur em 20 s.Tr b lho e energi ¡ 75.30 m cim do chão. III.5 W b) 0. I.

F – V – V – V – F 36. 60 J 8. 91 21. 02 + 08 + 16 = 26 59. b 2. e 69. b 68. b 15. F – V – F – F – V 49. b 55. c 54. c 11. 32. ) EMA = 275 J e EMB = 2600 J b) VA = VB = 10 m/s c) tA = tB = 1 s 62. ) 03 b) 05 38.9 J 24 . 140 J 6. 29 34. b) C 10. e 44.g 0 58. d 61. ) c b) b 63. ) d = 4800 m. e 51. 190J 3. 29 28. 01 + 08 + 16 45.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1 1. c 19. d 39. 12.6 N 43. 18. 71. e IMPRIMIR G A B A R IT O Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . e 74. e 31. c 56. d 16. d 75. V – F – F – V – F – V 26. b 33. c 40. c 14. c 29. e 50. e 64.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . e 46. c 20. 0. d 72. c 60. 12 m/s 22. 66. c 4. d 23. 13. b) F = 250 N. h = m2 V2 /8m2. e 57. 75 52. 39 35 . e 27. c 65. F – V – F – V – V 70. 03 J b) 8 J c) 1. 48. 46 30. 18 73. b 9. b 76. ) D. 02 + 32 = 34 67. 53. d 7. e 17. 5. F – F – V – V – V 37. 47. 25. V – F – V 41.

Apl ic se sobre o corpo um forç const nte. que result no choque d bol com o peito do jog dor d defes dversári (um jog d conhecid como “med lh ”). C tólic -DF Recentemente for m disput d s s Olimpí d s de Sidney. Nesse caso.s. não se desloque após o choque com a bola. a força que a b ola aplicou no jogador da defesa tem o mesmo módulo. que o desloc 20 m dur nte 5 s. em N s. UFMA Um corpo com m ss de 350 kg repous sobre um pl no horizont l liso. a aceleração adquirida p bola e a adquirida pelo jogador da defesa terão módulos iguais. o tempo de inter ção entre bol e mão do jog dor foi de três centésimos de segundo. um jo g dor plic um forç n bol .6 x 105 e) 4 . Gib dá um violent cort d . um dos jogadores lançou a bola com sua raquete. o que provoc nel um v ri ção no módulo de su velocid de de 20. pes r de não tr zer Med lh de Ouro. lgum s jog d s podem ser n lis d s à luz dos princípios d Físic . a velocidade inicial da bola seja desprezível. 3. na “medalha” citada no item acima. Dur nte s p rtid s. Admita que. ( ) Ainda sobre a “medalha” c itada. n lise s firm tiv s b ixo.8 x 105 c) 5.6 x 103 d) 5. horizont l.2 x 104 2. é de: ) 2. em que o voleibol de pr i . Ness situ ção. UFR RJ Em recent e partida internacional de tênis. logo forç médi que bol fez sobre mão do jog dor tem intensid de menor que 300 N. U.00. no momento do contato da raquete com a bola. ssin l ndo V p r s fir m tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. conquist ndo simp ti do povo br sileiro com gr ndes vitóri s . o valor médio do módulo do impulso apl icado à bola. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .0 m/s. ( ) Caso o jogador da defesa. ( ) Dur nte um s que. por se tratar de forças que formam um par de ação e reação. no SI.F ÍS IC A IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1 1.8 x 103 b) 2. ( ) Dur nte o jogo. ( ) Dur nte o s que cit do no item nterior. É correto concluir que o impulso recebido pel bol tem módulo de 6 . Consider ndo que bol utiliz d no jogo v li do estej b st nte chei e tenh m ss de 300 g. é correto afirmar que a variação quantida de de movimento e o impulso recebidos por ele são nulos.103 N. Considere a massa da bola ap roximadamente igual a 20 g. Determine. intensid de do impulso plic do o corpo no interv lo de tempo mencion do. lo go a seguir informou se pelo alto falante que o módulo da velocidade da bola ating ira aproximadamente 179 km/h. direção e sentido que a força que o jogador aplicou na bola. conseguiu um res ult do expressivo.

Ele deseja calcular. O impulso total exercido sobre a bola é igual a 2. ( ) a energia cinética de um planeta em órbita elíptica em t orno do Sol é constante. a soma das alternativas corretas. etc.s. o impulso total das fo rças que atuam sobre o veículo. movimentos de planetas e satélites. pois. os jornais afirmavam que o saque mais rápido de Gustavo Kuerten foi de 195 km/h. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Mesmo considerando o ruído da colisão. as páginas esportivas dos jornais n acionais eram dedicadas ao tenista catarinense Gustavo Kuerten. A força média exercida pela bola sobre a raquete. pela sua b rilhante vitória e conquista do título de bicampeão do Torneio de Roland Garros. Anota também a massa total do automóvel. 16. para cad a 100 metros rodados: I. Outra grandeza. que: ( ) na ausência de forças externas em uma colisão. um estudante anota. imprimindo lhe uma ve locidade horizontal de 180 km/h (50 m/s). 02. Tendo esquecido de trazer um relógio. pode se dizer que no instante em que a cama atinge o ponto mais baixo. a bol a atinge velocidades superiores a 200 km/h.01 s. as pequenas deformações permanentes d a bola e da raquete e o aquecimento de ambas. é o produto da quantidade de movimento da partícula pela distância percorrida. porque a resultante das forças externas é nula durante a colisão . 04. O impulso total exercido pela raquete sobre a bola é igual à variação da quantidade de movimento d a bola. 12 de junho de 2000. toda a energia mecânica da pessoa é convertida em energia potencial elástica. como resposta.9 N. B . a velocidade média do automóvel. e tomando se o solo como referencial.2 4. 32. a quantidade de moviment o do sistema não se altera. 08. UFGO Os princípios de conservação da energia e da quantidade de movimento são fundamentais na compreensão da dinâmica de interação entr e corpos. é igual àquela exercida pela raquete sobre a bola. incluindo os passageiros. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeir a(s): 01. II. incluindo os passageiros. O impulso exercido pela raquete sobre a bola é maior do que aquele exercido pela bola sobre a raquete. Usando somente suas anotações. ( ) considerando se uma pessoa saltando sobre uma cama elás tica. tais como: colisões. o estudante poderá calcular apenas: a) I d) I e III b) II e) II e III c) III 7. Ao ser atingida pela raquete. Dê. UFSC Na segunda feira. o estudante não regi stra nenhum valor sobre o tempo gasto no percurso. 5. a cada 100 metros. A força média exercida pela raquete sobre a bola é igual a 290 N. há conservação da energia mecânica do sist ema (bola + raquete). UFPB Durante um longo trajeto numa rua retilínea e plana até o seu colégio. a veloci dade horizontal inicial da bola é considerada nula. registrados nos instrumentos do painel. Entende se. Entre as muitas informações sobre a partida final do Torneio. o “Guga”. III. Em uma partida de tênis. A massa da bola é igual a 58 gra mas e o tempo de contato com a raquete é 0. tanto assim que a raquete recua com velocidade de módul o muito menor que a da bola. a uma altura h acima do solo. A com binação que resulta em uma grandeza adimensional é: a) A B d) A2/B b) A/B e) A2 B 2 c) A/B 6. a variação da energia cinética do automóvel. Consideremos uma partida de tênis com o “Guga” sacando: lança a bola para o ar e atinge com a raquete. os valores da velocidade do carro de seu pa i. ITA SP Uma certa grandeza física A é definida como o produto da variação de energia d e uma partícula pelo intervalo de tempo em que esta variação ocorre.

Com base nessas informações. IMPRIMIR GABARITO Ao suspendermos a esfera 1 e soltá la. a esfe ra 5 começa a se movimentar. ( ) No M. Supondo que todas as esferas tenham a mesma massa m. é correto afirmar: a) O vetor quantidade de movimento do núcleo é igual ao vetor quantidade de movimento da partícula emitida. é igual a: a) 1. d) Não é possíve eterminar a quantidade de movimento do átomo. 10 s depois da explosão. e) Após a emissão da partícula. que todas estão em repouso na situação inicial (Figura A).m/s. alcule a velocidade (em m/s) com que a esfera 5 (Figura C) começa a se movimentar em relação à posição de equilíbrio das demais esferas. produz indo dois fragmentos com massa total igual a 5 kg.5 x 107 m/s. que o atrito em todo o sist ema seja desprezível. a granada explodiu. com uma quantidade de movimento de 2 x 102 kg. inicia lmente. esta bate na esfera 2 e. caiu a 300 m. e transformada em energia cinética dos fragmentos. A velocidade.0 b) 0. em m/s. partindo do repouso.4 3 10. com velocidade constante. um operário levanta.8 x 10–25kg e encontra se. possui uma velocidade de 72 km/h. Pode se afirmar que a parte da energia liberada na explo são. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). ( ) Quando uma arma dispara e lança um projétil. ( ) Em uma co nstrução. 10 s após o lançamento.8. e continua nadando no mesmo sentido. b) A quantidade de movimento do sistema nem sempre é conservada. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . UERJ Um peixe de 4 kg. no sentido indicado pela figura. gastando 20 s. Ao atingir sua altura máxima.6 x 10–27 kg. considerando g = 10 m/s2. a uma altura de 10m. e que a esfera l é solta de uma altura de 5 cm (Figura B) em r elação à posição de equilíbrio das demais esferas (h = 0) e solta de um estado de repouso. A potência média que ele desenvolve é d e 2 . ( ) Um carro de 1 tonelada.8 c) 0. com massa igual a 2 kg. com aceleração constante.U. através de uma polia.C. 12. com uma velocidade de módulo igual a 1. c) O módulo da quantidade de movime nto da partícula é maior que o módulo da quantidade de movimento do átomo. concluímos que a potên cia desenvolvida é 100 W. em repouso. a partir do chão. Suponha que num determinado instante ele emita uma partícula d e massa igual a 6. Londrina PR Um átomo possui uma massa de 3. ao Sul do ponto de lançamento. em seguida. Fuvest SP Uma granada foi lançada verticalmente. ocorre o recuo da arma. 9. em uma região p lana. imediatamente após a ingestão. U. que esta va em repouso.0 m/s. Um do s fragmentos. 105 W. do pei xe maior. um saco de cimento de 20 kg. a quantida de de movimento do sistema é nula. lançados horizontalmente.. nadando com velocidad e de 1. é aproximadamente de: a) 900 J d) 6000 J g b) 1500 J e) 9000 J c) 3000 J 11.6 d) 0.E. Esse fenômeno é explicado pelo princípio da conservação da energia. engole um peixe de 1 kg. UFMS Um dispositivo decorativo bastante comum é composto por um c onjunto de esferas suspensas por fios e presas a um suporte (veja a Figura A aba ixo). ( ) Um fabricante de automóvel diz que o seu carro de mass a 1000 kg consegue atingir a velocidade de 72 km/h em uma reta horizontal de 100 m. a quantidade de m ovimento é constante. logo.

que se encontra em repouso. assinale a(s) altern ativa(s) correta(s). 32. II. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo. c omo resposta. a bola bate na trave superior do gol. 15. d) maior em IV. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ . III e IV. A bola (1) é lançad a em linha reta com uma velocidade vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2 ). 04. Calcule. 01. pode se se afirmar que o impulso exercido pela trave sob re a bola é: a) maior em I. I. Dê. em função de vo. É impossível encontrar uma situação na ual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energi a mecânica total não seja conservada. GABARITO Sabendo que o módulo da velocidade com que a bola atinge e é rebatida pela trave é o m esmo em todas as situações. necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potenci al. Para que um corpo tenha uma certa quantidad e de movimento. Vunesp Num jogo de futebol. que é o plano vertical perpendi cular à trave superior do gol. A trajetória da bola está contida no plano das figuras. Unioeste PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica.13. É impossível acelerar tal c orpo com uma força que seja inferior ao seu peso. 4 Considere o choque perfeitamente elástico e despreze os atritos. as velocidades que as bolas (1) e (2) adquirem após o choque. b) maior em II. Uma fo rça horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. É possível encontrar uma situação na qual o momen o linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética tot al do sistema não seja conservada. 08. Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca. Em certas situações. o vetor vel ocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula. UERJ A figura mostra uma mes a de bilhar sobre a qual encontram se duas bolas de mesma massa. 16. 14. c) maior em III. 64. a soma das alternativas corretas. Suponha que isso ocorra n uma das quatro situações representadas esquematicamente a seguir. e) ig ual nas quatro situações. 02.

o corpo de maior massa ficará submetido a uma maior variação da quantidade de movimento. movendo se com uma velocidade de 0. sob a ação de uma mesma força resultante. tem o mesmo módulo.0 x 104 kg.5 x 104 kg. des locam se no mesmo sentido.m/s e) 10. isto é.16. UFGO A mecânica estuda o movimento dos corpos suas causas. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . maior será a variação da quantidade de movimento. 5 IMPRIMIR GABARITO Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão.m/s c) 5.5 x 104 kg. ( ) Quando. Em dado momento. a mesm a direção e o sentido contrário ao do peso do livro. maior será o trabalho realizado pela força resultante. após ser chutada por um jogador. ( ) para dois corpos d iferentes. ( ) Quanto maior for a variação da energia cinética. UFRJ Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal s em atrito. conseqüências e utiliza se de leis e princípios para descrevê lo. deslizando sobre uma superfície.5 x 104 kg. A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que ca i de uma altura igual a 0. e denominada força normal.5 m/s. ( ) Quanto maior for o impulso. a quantidade de movimento se conserva.m/ s b) 5. às 12 horas de um dia ensolarado (sol a pino).5 m. só at uam forças conservativas.m /s 19.0 x 104 kg. sobre uma linha férrea retilínea. Concluímos pela 3 Lei de Newton. ( ) Sabemos que um livro fica em equilíbrio sobre uma me sa porque a força normal equilibra o peso do livro. A velocidade do outro é 1 m/ s. ( ) Uma queda d’água de 50 m de altura tem uma vazão de 30 m3/min. é uma linha reta paralela ao eixo dos tempos. O vagão de menor massa es tá na frente.m/s d) 7. de massas 4 x 104 kg e 3 x 104 kg. Inicialmente a esfera encontra se em repouso e a mola no s eu comprimento natural. ( ) o que mantém um satélite em órbita circular em torno da Terra é a sua aceleração tangencial. e prende se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elás tica igual a 9 N/m. Suponha a colisão elástica e g = 10 m/s2. 18. ( ) a força de reação ao peso de um bloco. A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo. conf orme mostra a figura. ( ) o gráfico v x t da sombra de uma bola. UFRS Dois vagões de trem. se chocam e permanecem acoplados imediatamente após o choque. b) a c ompresão máxima da mola. num sistema. é perpendicular a esta. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). atuando durante o mesmo intervalo de tempo. a quantidade de movimento do sistema formado pelos dois vagões é: a) 3. Assinale verd adeiro ou falso. 17. Concluímos que a potência gerada por ela é de 250 KW. que a força normal é a reação do peso.

0 segundos de movimento. em km/h. colide frontal e elasticamente contra uma segunda.0 m. exa tamente igual à primeira e em posição inicial de repouso.20. fazendo um arredondamento para o valor superior mais próximo. Levando em con ta esse intervalo de tempo. 22. colide com a traseira de um caminhão de massa Mc = 10000 kg.0 s. Após a colisão. alcançand o a altura máxima de 1. Tal força. d) a primeira retrocederá a 2 m/s e a segunda irá parar. do sistema carro + c aminhão imediatamente após a colisão. para a direita. b) a primeir a retrocederá a 1 m/s e a segunda mover se á a 1 m/s para a direita. impulsiona um corpo. Após a colisão. UFSE Sobre um corpo de massa m é aplicado uma força resultante F .8 m. o impulso aplicado ao corpo tem intensid ade. durante 5. a) Qual a velocidade de r ecuo do canhão em relação ao chão? b) Qual a velocidade de recuo do canhão em relação à bal Qual a variação da energia cinética no disparo? IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . de d ireção constante e de intensidade variável. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da e sfera com o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0. que se desloca com velocidade VA = 80 km/h em uma estrada. Cefet PR Uma bola de bilhar que se movimenta para a direita com velocidade igual a 2 m/s. Determine a velocidade. 1 e) a primeira r eduzirá sua velocidade para m/s e a segunda mover se á para a direita 2 1 a m/s. 2 2 4. representada graficamente em função do tempo.20 kg é abandonada de uma altura de 5. em Ns. o automóvel continua em movimento. uma velocidade de 3 m/s. fica mais preso ao caminhão. e que se desloca com uma velocidade Vc = 60 km/h na mesma direção e sentido do automóvel. Adote g = 10 m/s2. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera. Vunesp Uma esfera de aço de massa 0. 6 Ao completar 5. UFMS Um automóvel de massa MA = 1500 kg. é viável prever q a) a primeira irá parar e a segunda mover se á a 2 m/s para a direita. a partir do repouso. Unicamp SP Um canhão de massa M = 300 kg dispara na horizontal uma bala de mass a m = 15 kg com uma velocidade de 60 m/s em relação ao chão. igual a: a) 10 b) 15 c) 20 d) 30 e) 40 21. c) a primeira r eduzirá sua velocidade a 1 m/s e a segunda assumirá.050 s. 23. atinge o solo e volta.

0 26. de massa igual a 60 kg. de massa 2. move se numa superfície horizontal sem atrito.0 m. com velocidade V0. Supondo que o choque entre a par ede e a bola tenha durado um centésimo de segundo. que estava parada. UFSE Dois patinadores estão numa pista de gelo em movimentos uniformes numa me sma direção quando o maior.0 m/s. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura.0 c) 2. Sabendo se que após o choque a altu ra máxima que a bola atinge é h2 = 1.0 d) 14 e) 2 28. sem atrito. A e B. podemos afirmar que a energia dissipada ne ssa colisão (expressa em Joules) é: a) 10 b) 4. em m/s. Fuvest SP Dois caixotes de mesma altura e mesma m assa. Num dado instante ela colide com ou tra caixa. UFR RJ Em um local. 67 d) 4. vale: a) 5. de massa 200 g. onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2.0 29. desloca se para a direita com velo cidade constante de 5 m/s. em módulo. mantendo se na mesma trajetória ret ilínea. de massa 3. passando a moverem se juntas. o caixote B aproxima se perpendicularm ente à parede.25. Após todas as colisões.0 m acima do solo.3 b) 4.0 c) 6. após a colisão.3 e) 2.0 kg é aban donada de uma altura h1 = 2.5 b) 1. deve ser igual a: a) 0. empurra o menor. Ao bater em uma parede. ela retorna com velocidade de 3 m/s.0 kg. próximo a uma parede.0 kg. Estando i nicialmente A parado. Unifor CE Uma caixa de madeira. Este aumenta a velocidade em 3. uni das por um encaixe. é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: g GABARITO IMPRIMIR Parede A B Vo a) b) c) d) e) VA = V0 VA = V0/2 VA = 0 VA = V0/ 2 VA = 0 VB = 0 VB = 2 V0 VB = 2 V0 VB = V0/ 2 VB = V0 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .0 d ) 3. A diminuição da velocidade do patinador maior.5 e) 9. de massa igual a 40 kg. em m/s. como indica a figura anterior. A velocidade do conjunto. Cefet PR 7 Uma pequena bola de borracha. com velocidade escalar constante de 10 m/s. uma bola de massa M = 1. podem movimentar se sobre uma superfície plana. a intensidade da força aplicada p ela parede à bola foi de: a) 40 N d) 210 N b) 80 N e) 600 N c) 160 N 27.8 c) 4.

Desprezam-se os efeitos da resistência do ar. 16. 02. durante a colisão. podemos afirmar que há conservação da quantidade de movim ento total e da energia cinética total do sistema. Considerando a colisão perfeita mente elástica e ue a força exercida pela parede sobre o disco. porque não houve conservação da energia mecânica durante seu movimento de descid a e também porque não conhecemos a sua massa. Não é possível calcular o valor da velocidade da esfera A. durante a colisão. com velocidade v. Considerando o sistema constituído pelas esferas A e B. 64. a inten ade da força da parede sobre o disco. a esfera A volta com velocidade de 4. chocando se com uma parede. imediatamente antes de colidir com a esfera B. a soma das alternativas corretas. sendo L a distância do ponto de suspensão até o centro de massa das esferas e igual a 0.80 m. 8 31. de massas desprezíveis e de mesmo comprimento. sem a trito. na qual ∆t é o tempo em que ocorre a colisão. o momento line r d disco é o mesmo.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¦ ¡ ¢ ¦ ¡ . é maior que a intensidade da força do disco sobre a parede. Durante o movimento de descida da esfera A. como resposta.30. GABARITO Soltando-se a esfera A. 02. é de (2 m v cos θ / ∆t).0 m/s. é 4. a esfera A permanece em repouso. o disco afasta-se da parede com velocidade u. segundo um ângulo θ com a norma l à parede. o módulo d v ri ção do momento line r é ∆p = 2 m v cos θ. Após a colisão. é co nstante. 16. no instante em que colidiu com a es fera B. U. ela desce. as esfer as encontram-se em repouso e mantidas nas posições indicadas. 08. indo colidir. como resposta. a s oma das alternativas corretas.0 m/s. 04. a intensidade da força da parede sobre o disco. 08. θ = α. A velocidade da esfera A.E. na direção defin ida pelo ângulo a. Inicialmente. imediatamente antes de colidir com a esfera B. Dê. em se tratando de um choque perfeitamente elástico. sua energia mecâni ca permanece constante e é possível afirmar que sua velocidade no ponto mais baixo d a trajetória. como indicado na figura a seguir. com a esfera B.0 m/s. Assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. é 3. 32. Dê. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ntes e depois d colisão (pi = pf). 32. durante a colisão. Após a colisão. a esfera B se afasta da esfera A com velocidade igual a 4. invertendo o sentido do seu movimento inicial. Após a colisão. 04. UFSC As esferas A e B da figura têm a mesma massa e estão presas a fios inextensív eis. v > u . de forma perfeitamente elástica. Maringá PR Um disco de massa m escorrega sobre uma mesa horizontal.0 m/s. no ponto mais baixo da trajetória. Imediatamente após a colisão. pode-se afirmar corretamente ue: 01.

O módulo da velocidade do conjunto. imediatamente após a colisão perfeitamente inelástica. 33.2 d) 0.F. e) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H/2.32.06 c) 0. de massas m e 2 m. podemos afirmar que: a) Os dois corpos aderem um ao outr o e se elevam até a altura H. respectivamente. c) as acelerações de recuo são diferentes e as forç ação e reação durante o choque são diferentes em módulo e direção. A e B . com ve locidade de módulo v. De acordo com a 3 . é de: a) 0. Na parte mais baixa da pista. Se a força sobre a bol a tem uma intensidade média de 600 N. ele colide com outro corpo idêntico B .02 b) 0. Lei de Newton. partindo de uma altura H. U. Salvador BA Duas esferas. U. tem módulo igual a: vA vA − vB 01) 04) vB 2 vA + vB 05) 02) vA – vB 2 03) vA + vB 35. A e B. em s. respectivamente. b) Os dois corpos aderem um ao outro e se elevam até a altura H/2. de massa mB = m. Logo após a colisão perfeitamente inelástica entre A e B.8 34. 4 kg. c) O corpo A retorna até a altura H/2 e o corpo B se eleva até a altura H/2. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¥ ¦ . a partir do repouso. UESC-BA Duas esferas. UFR-RJ Depois de se chocarem frontalmente. que se encontra inicialmente em repouso no ponto P. UFPE Um pequeno corpo A de massa mA = m desliza sobre uma pista sem atrito. Se a coli são é perfeitamente elástica. d) as velocidades de re iguais e constantes e as forças de ação e reação durante o choque são iguais em módulo e d e) as velocidades de recuo são diferentes e as forças de ação e reação durante o choque sã iferentes em módulo e direção. de massas iguais. b) as acelerações de recuo são diferentes e as forças de ação e reaçã choque são iguais em módulo e direção. duas esferas de massas diferentes recuam em sentidos contrários. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. d) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H. pode-se afirmar q ue: a) as acelerações de recuo são iguais e as forças de ação e reação durante o choque são em módulo e direção. Sabe se que B se encontrava inicialmente em repouso e A. Santa Maria-RS Um jogador chuta uma bola de 0. o tempo de contato do pé do jogador com a bola . conforme indicado na figura abaixo.6 e) 0. deslocando-se em sentidos contrários com velocidades de módulos VA > VB. parada. em movimento. a energi a cinética do conjunto é igual a: 1 1 01) 04) mv2 mv2 18 4 1 1 2 02) mv2 06) mv 9 3 1 03) mv2 6 36. colidem frontalmente entre s i. colidem frontalmente entre si.

Consta no boletim de ocorrência que. Fuvest SP Uma caminhonete A.37. Considere estas afirmações de algumas pessoas que comentaram a situação: I. com massa mB = mA/2. foi atingida por um ca rro B. A energia mecânica dissipada na deformação dos veículos foi igual a 1/2 mAv2A III. parada em uma rua plana. pois é incompatível com a lei da conservação da quantidade de mov mento II. pode se concluir que o choque não foi totalmente elástico. no momento da batida. B VB A 10 Como os veículos ficaram amassados. que vinha com velocidade vB. A descrição d choque não está correta. na mesma direção de vB . A quantidade de movimento dissipada no choque foi igual a 1/2 mBvB Está corre to apenas o que se afirma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ . o carro B paro u enquanto a caminhonete A adquiriu uma velocidade vA = vB/2.

c 27. vertical p/ cima 22. a 3 4. c 26. 17. a 28. V1 = 0 a F–V–V–V–F V–F–F–F c a) 10 m/s. 10. 60 32.F ÍS IC A 1 IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1. 5. 20. a) –3 m/s b) 63 m/s c) ∆EC = 28 350 J 25. 03 36. a 24. 12. 04 35.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar . c 29. 19. b IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 18. 3.2 kg m/s b) Fm = 66 N. 6. b ) ∆Q = 3. 8.s 15 b e V–F–F e b b F–F–F–V–F 1 m/s 68 V2 = V0. a F–V–F–V–F 0. 16. 9. 14. 11.99N . d 37. 15. 26 31. e 30. 4. 13. b 33. 2. 7. 63 km/h 23.

I. pelo menos 54 satélites. 1 IMPRIMIR GABARITO Se os tempos gastos para o planeta se deslocar de A para B . ( ) Você já deve ter visto filmes mostrando astronautas “flutuando” dent ro de suas naves espaciais. de 9. 2. ( ) A intensidade do campo gravitacional terrestre independe da po sição considerada e tem valor. UESC BA De acordo com a s leis de Kepler. UERJ A figura ilustra o mov imento de um planeta em torno do sol. Com base nas leis que descrevem o mov imento dos corpos celestes no espaço são feitas as afirmações a seguir. d) é lo calizado por um raio vetor que varre áreas iguais em tempos iguais.E. não estão sujeitos a fo rças gravitacionais. O sistema Solar inclui nove planetas. os astronautas. Isso ocorre pois durante seu movimento em órbita circu lar da Terra. uma das centen as de milhões de estrelas de nossa galáxia. e) possui períod o de revolução maior que outro planeta mais distante. 3.8 N/kg. ( ) Os satélites de telecomunicações são geo estacionários pelo fato d apresentarem “parados” em relação a um referencial solidário à superfície da Terra. ( ) Usando a terceira L ei de Kepler verificamos que triplicando o raio médio da órbita de um satélite em torn o da Terra. b) tem velocidade linear constante. aproximadamente. a Via Láctea. julgue-as quanto à veracidade. seu período de revolução fica nove vezes maior. Eles t ríodo de translação igual ao período de rotação da Terra e sua órbita é circular contida no o equatorial. e objetos no interior da nave. a) descreve órbitas circular es.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. de C para D e de E para F são iguais. um planeta girando em torno do Sol. ( ) O período de revolução do planeta Marte em torno do Sol é inferior a um ano terrestre. Superior de Brasília-DF O Sistema solar é um grupo de corpos celestes (entre os quais inclui-se a Terra) que orbitam ao redor da estrela Sol. mais de mil cometas já observados e milhares de c orpos menores (os asteróides e os meteoros). então as áreas – A1. A2 e A3 – apresentam a seguinte relação: a) A1 = A2 A3 b) A1 > A2 = A3 c) A1 < A2 < A3 d) A1 > A2 > A3 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ . c) é mais veloz ao passar pelo afélio.

( ) A lei da gravitação universal diz que a matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa da di stância entre elas. c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço. UFMT Considere que o esboço da elipse abaixo representa a t rajetória de um planeta em torno do Sol. o planeta é representado no ponto médio da trajetória naquele trecho . é aproximadamente de: a) 0.90 2 6. 5. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). ( ) O peso de um corpo de 12 kg que se encontra a uma altura i gual ao raio da Terra é de 60 N. mesma direção e sentidos contrários. GABARITO Considerando as leis de Kepler. o módulo da velocidade v1 é menor do que o módulo da velocidade v2. os tempos necessários par a percorrer cada um dos trechos sombreados são iguais. ( ) Se um corpo rígido está sob a ação de duas forças de mes . concluímos que a resultante das forças é zero. v2. ele está em equilíbrio. d) ao fato de se encontrarem no vácuo. afirma que os planetas descrevem uma órbita circular em torno do Sol. quanto mais longe do Sol estiver o planeta maior se rá o seu período de revolução. que se encontra em um dos focos da elipse .4. Em cada trecho. 04. a soma das afirmati vas corretas.10 d) 0. A razão R = Fe/F. no trecho GH a aceleração tangencial do p laneta tem o mesmo sentido de sua velocidade.05 c) 0. conhecida como a lei das órbi tas.05 do raio médio da Te rra. 7. deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¥ ¥ ¦ ¦ . b) aos equipamentos especia is de que dispõem. e) ao fato de estarem a grande altitude. ( ) De acordo com a 3 Lei de Kepler.50 e) 0. As áreas sombreadas são todas iguais e os vetores v1. 08. v2 e v3 seguem a relação v1 > v2 > v3. ( ) A 1 Lei de Kepler. Dê. Univali SC Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm se flutuando em órbita em t orno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra. v3 e v4 representam as v elocidades do planeta nos pontos indicados. logo. Fuvest SP A Est ação Espacial Internacional. que está sendo construída num esforço conjunto de diversos paí es. como resposta. é correto afirmar que: 01. entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. os módulos das velocid ades v1.02 b) 0. no trecho CD a aceleração tangenci al do planeta tem sentido contrário ao de sua velocidade. 16. 02.

m2/kg2. b) todos se encontram à mesma altura em relação ao nível do mar. e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2. Cavendish mediu tal força em laboratório e encontrou para G. de massas respectivamente iguais a 60 kg e 80 kg encontram se a um metr o de distância um do outro.” (Paul Cézane) b) “Hoje. 10–11 N.6 02) 160 05) 0. e) se mantêm no espaço devido à energia solar. Alfenas MG A força de atração gravitacional entre dois corpos é diretamente propo rcional ao produto das massas dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles. a força gravitacional entre d ois corpos é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente pro porcional ao quadrado da distância entre seus centros de gravidade. ao lado. em N. A constante de proporcionalidade. 10–9 –11 b) 3. que embora tocada por uma grande orquestra. é intimista. a razão 1 é igual a: F 01) 160 0 04) 1. 10 e) 5. Uma garota e u m rapaz. abaixo ou acima. e o val or da força de interação gravitacional entre elas é F1. U. A força de atração gravitacional entre eles tem valor. PUC RS As telecomunicações atuais dep endem progressivamente do uso de satélites geo estacionários. aproximadamente igual a: a) 3. é correto dizer que: a) seus planos orbitais podem ser quaisquer.” (Piet Mondria n) c) “Na natureza jamais vemos coisa alguma isolada. UESC BA A distância média da Terra à Lua é cerca de 4..20 .108 m. foi descoberta por Henry Cavendish. A respeito desses satéli tes. A distância média da Terra ao Sol é rca de 1011m. Mesmo que não se ja obrigatoriamente conhecido pelos artistas. 10 12. a lei da Gravitação Universal pode ser recon ecida na expressão: T3 a) 2 = constante D T2 b) = Mm D Mm c) = constante F Mm = co nstante d) FD 2 MmF e) = constante D2 3 GABARITO 11.8. F2 Nessas c ondições. o valor 6.67 .20 . a uma distância D do centro do planeta e com período de revolução T.16 03) 16 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .” (Van Gogh) 9. a beleza (. 10–13 –15 c) 3. se a massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua. c) a altura em relação ao nível do ma epende da massa do satélite.. cem anos após Isaac Ne wton ter comprovado a existência da força de atração gravitacional. é possível identificar o conceito básico dessa lei na seguinte citação: a) “Trate a natureza em termos do cilindro.” (Goethe) d) “Ocorre na natureza alguma coisa semelhante ao que acontece na música de Wagner. denominada constante u niversal da gravitação (G). UERJ Segundo a lei da gravitação universal de Newton.) é o único meio qu e nos manifesta puramente a força universal que todas as coisas contêm. todos em perspectiva. mas tudo sempre em conexão com algo que lhe está diante. 10–7 d) 5. Sendo F a intensidade da força de atração entre o planeta e o satélite. d) os que servem os países do hemisfério norte estão vertic almente acima do Pólo Norte.34 . UFSE Con sidere um satélite de massa m que orbita em torno de um planeta de massa M.34 . da esfera e do cone.20 . 10.

Fuvest SP No Sistema Solar. A respeito desse satélite. Seguindo o comando do Cent ro de Controle da Base de Alcântara. em relação ao centro da Terra. como resposta. a velocidade do planeta. em módulo.\ 15. UFRN Satélites de comunicação captam.001 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . o planeta Saturno tem massa cerca de 100 vezes m aior do que a da Terra e descreve uma órbita. Essas órbitas são chamadas geoestacionárias e situam se a uma distância fixa do centro da Terra. é maior do que quando ele está mais longe dele (afélio). de modo a poder monitorar as queimadas na região Ce ntro Oeste.13. d) a mesma velocidade linear e o mesmo período de rotação. A razão (FSat/FT) entre a força gravitacional com que o Sol atrai Saturno e a força gravitac ional com que o Sol atrai a Terra é de aproximadamente: a) 1000 b) 10 c) 1 d) 0. com massa m. a velocidade angular na órbita final é maior q ue a velocidade angular na órbita inicial. Assinale a alternat iva. Nessa órbita a sua velocidade é. 16. que não está de acordo com as idéias de Kepler e Newton: a) A força gravitacional entre os corpos é sempre atrativa. c) O quadrado do período orbital de um planeta é proporcional ao cubo de sua distância média ao Sol. tendo o Sol como um dos seus focos. estacionária sobre Campo Grande. v1. é correto afirmar que: 1 2 01. amplif icam e retransmitem ondas eletromagnéticas. 14.1 e) 0. em torno do Sol. esse tipo de satélite e essas antenas terão: a) a mesma velocidade linear. quando Johannes Kepler enunciou três leis que descrevem como os p lanetas se movimentam ao redor do Sol. Cerca de cinqüenta anos mais tarde. A partir do que foi descrito. a velocid ade v2 é maior que a velocidade v1. com módu lo de velocidade v2. baseando se em observações astronômicas feitas por Tycho Brahe. c) a mesma velocidade angular. os motores são acionados de modo que o satélite a ssuma uma nova órbita distante 2r1 da Terra. estacionária sobre Campo Grande. pode se afir mar que. 08. dentre as seguintes. mas períodos de rotação diferentes. 4 GABARITO ( ) 16. PUC PR O movimento planetário começou a ser compreendido matematicamente no inic io do século XVII. mas períodos de rotação diferentes. e) Ao longo de uma órbita. Isaac Newton corroborou e com plementou as leis de Kepler com sua lei de gravitação universal. d) A força gravitaci onal entre duas partículas é diretamente proporcional ao produto de suas massas e in versamente proporcional ao cubo da distância entre elas. a força centrípeta na órbita final é menor que na órbita inicial Dê. é lançado da Base de Alcântara e é colocado em uma órbita com raio r1. quando ele está mais próximo ao Sol (periélio). UFMT Um sa télite. 04. 2 2 02. a soma das afirmativas corretas. a força centrípeta na órbita final é maior que na órbita inicial. b) a mesma velocidade a ngular e o mesmo período de rotação. a uma distância média 1 0 vezes maior do que a distância média da Terra ao Sol (valores aproximados). b) As trajetórias dos planeta s são elipses. o tra balho efetuado pelos motores do satélite é dado por T = m v 2 − v1 . Eles são normalmente operados em órbitas q ue lhes possibilitam permanecer imóveis em relação às antenas transmissoras e receptoras fixas na superfície da Terra.

058 0. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra.00 3. Supo ha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. se esse quasar desaparecer. 1 ano luz é igual a aproximadamen te 9. como resposta. ( ) De acordo com as leis de Kepler. 1 ano luz é igual a aproximadamente 9. 04.m2/kg2 A partir dessas informações. a soma das afirmativas corretas. 18. o evento será percebido na Terra somente após 1x1010 anos.00 3. 02.378 1. descrevendo órbitas circula res de mesmo raio em torno da Terra. ( ) Sabendo que a lei das áreas de Kepler estabelece que a reta que liga um planeta ao Sol va rre áreas iguais em tempos iguais. O período é medido em anos e a distância em unidades as ronômicas (UA). objetos celestes semelhantes às estrelas. que a distância en tre um determinado quasar e a Terra é de 9. têm velocidades escalares iguais. Considere: constante gra vitacional 6. sendo que o Sol ocupa um dos focos da elipse. são os corpos mais distantes d a Terra já observados. UFMS O s quasares. 19. Verificou se. Dê. 08. a luz emitida pelo quasar leva aproximadamente 9x109 anos pa ra chegar à Terra.058 0. UFPR Considerando as leis e conceitos da grav itação.378 1. é correto afirmar que a acele ração gravitacional de Júpiter é em torno de: a) 38 m/s2 b) 29 m/s2 c) 19 m/s2 d) 25 m/s 2 5 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ § ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ § ¦ ¦ . ( ) A aceleração da gr avidade na superfície de um planeta de massa M e raio R é dada por GM/R2. • seu raio é cerca de 10 vezes maior que o da Terra. a unidade da constante de gravitação universal G pod e ser N.5 1024 kg. UERJ A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão e ntre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revol ução T em torno do Sol é constante. através de medidas astronômicas. • seu raio tem a proximadamente 6500 km. b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra. PLANETA MERCÚRIO VÊNUS TERRA MARTE JÚPITER SATURNO T2 0.5 141 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. é correto afirmar: ( ) No SI.1022 km. Unimontes MG Observe os s eguintes dados: em relação a Terra • tem massa em torno de 6. ( ) Dois satélites artificiais de massas diferentes. é correto afirmar que: 01.17.m3 / kg.5x1015 km.5x1015 m. conclui se que quando o planeta está próximo do Sol ele move se mais rapidamente do que quando está mais afastado. ( ) As forças gravitacionais da Terra sobre a Lua e da Lua sobre a Terra têm módulos diferent es. isso significa que. 20. O período estimado do planeta X é de 125 anos. em relação a Júpiter • tem massa cerca de 290 vezes maior que a Terra. a distância do quasar à Terra é igua1 a aproximadamente 1x1010 an os luz. os planetas descrevem órbita s elípticas em torno do Sol. Sabendo se que a velocidade da luz no vácuo é de 3x108 m/s e que 1 ano luz é a distância percorrida pela luz no vácuo du rante 1 ano (365 dias).5 10–11 N.5 141 868 D3 0. Calcule: a) a distânci a do planeta X ao Sol em UA.

(Nota: r é igual à soma do raio da Terra com a altura na qual o corpo se encontra em relação à superfície da Terra. nessa situação. M a massa da Terra e r a distância do centro de massa do corpo ao centro da Terra. é igual a 6. na superfície de Mercúrio. c) permanece constante. Considerando se a figura.1023 4.21. Sabendo se que a distância entr e um cometa e a Terra diminui à metade. Dê. P ode se. a força de atração exercida pela Terra sobre o c ometa: a) é multiplicada por 2. os dados apresentados na tabela e a constante de gravi tação universal igual a 6.1024 GUIMARÃES & FONTE BOA.224. o módulo da força p so de um corpo de massa m é P = m. O período de revolução da Terra é maior que o de V 16.0. 02. a soma das a lternativas corretas. UFRN A força peso de um corpo é a força de atração gravitacional que a Terra exerce so bre esse corpo. 2 2. 08. 23.10–11 unidades do SI. e) é multiplicada por 4.g e o módulo da força gravitacional que age sobre es se corpo.67. d) dimi nui à metade. 10–11 N m2 kg–2. sob a ação exclusiva de forças gravitacio nais desses corpos. c) O valor da aceleração da gravidade não varia com a altura. A constante de gravitação universal. d) O valor da aceleração da gravidade depende da massa (m) do corpo. localiza se mais próximo da Lua. U. O ponto de equilíbri de um objeto situado entre a Terra e a Lua. é nula.M. menor a força peso do corpo. 32. Católica DF A força de atração gravitacional entre dois corpos celestes é inversamen te proporcional ao quadrado da distância entre eles. expressa em unidades do sistema internaciona l. escrever: P = FG. é FG = G. Num local onde o módulo da aceleração da gravidade é g. p.m/r2. b) Quanto maior a altura.) Do que foi exposto. 0 4.3. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . b) é dividida por 4.9. maior a força peso do corpo. como resposta. UFBA 6 GABARITO Planeta Mercúrio Vênus Terra Raio Médio da órbita (em milhões de km) 58 108 150 Massa (em km) 3.1024 6. então. sendo G a constante de gravitação universal.67 . A massa da Ter ra é cerca de 18 vezes maior que a massa de Mercúrio. O movimento dos planetas e m torno do Sol obedece à trajetória que todos os corpos tendem a seguir por inércia. conc lui se que: a) Quanto maior a altura. A aceleração da gravidade. é correto afirmar: 01.

o planeta citado é: a) Marte b) Vênus c) Terra d) Saturno e) Júpite r Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¥ ¥ ¥ ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .7 8.1024kg e 57. após sua morte. 3 25. U. 3 .67. pode se identificar o planeta do sistema solar. Kepler. tend o descoberto três leis para o movimento dos planetas. A 2 . reunindo dados que serviram de base p ara o trabalho desenvolvido. 04. O período de translação dos planetas em torn o do Sol não depende da massa dos mesmos.8 11. A razão entre os quadrados dos p eríodos de translação dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios de suas órb itas apresenta um valor constante. em valores aproximados. 08.3. o astrônomo alemão Johan nes Kepler (1571 1630). cuja mass a e raio médio. 32. A velocidade média de translação de um planeta em torno do Sol é diretamente proporcional ao raio médio de sua órbita.10–11 Nm2kg–2 e utiliza ndo se a tabela acima. Os planetas situados à mesma distância do Sol devem ter a mesma massa. lei de Kepler: Os quadrados dos períodos de translação d os planetas em torno do Sol são proporcionais aos cubos dos raios médios de suas órbit as. o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe realizou r igorosas observações dos movimentos planetários. Salvador BA Aceleração gravitacional na superfície (m/s2) 3. lei de Kepler: Cada planeta descreve uma órbita e líptica em torno do Sol. 16. o en unciado das três leis de Kepler. 1 . por seu discípulo.6 9. ao longo de vários anos.97. 569. 2 . A velocidade de translação da Terra em sua órbita aumenta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à medida que ela se afasta.9 Planeta Marte Vênus GABARITO Terra Saturno Júpiter IMPRIMIR Considerando se a constante de gravitação universal igual a 6. 64. a soma das alternativas corr etas. Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclusão(ões) correta(s) das leis de K epler: 01. lei de Kep ler assegura que o módulo da velocidade de translação de um planeta em torno do Sol é co nstante. analiso u cuidadosamente os dados coletados por Tycho Brahe. da qual o Sol ocupa um dos focos. em intervalos de tempo iguais. 25. são. Nessas condições. a seguir. lei de Kepler: O raio vetor (segmento de reta imaginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais. como resposta. 02. maior será o período de seu movimento. Dê.7 24. Apresentamos. possuidor de grande habilidade matemática.1 06m. respectivamente. Quanto maior o raio médio da órbita de u m planeta em torno do Sol. UFSC Durante aproximados 20 anos.

12. 6. 21. 23. 8. 25. 5. 16. 17. F–F–V–F–F 05 a a e F – F – F –V – F 01 + 04 + 08 c b d a 02 d 14. b) 1/5 F–V–F–V–V–V 02 + 04 + 08 b b e 01 + 04 + 08 = 13 86 04 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação .F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. 18. 13. 10. 19. 4. 3. 20. 22. 2. 15. 11. 24. b 01 + 02 + 08 c a ) 25∪A. 7. 9.

pela redução da temperatura de transição de fa e de alguns elementos. o agente físico responsável pela pressão da água nos canos é a força da gravidade. UFSC Um mergulhador atinge uma profundidade de 60 m quando parte no encalço de u m peixe que lhe daria a vitória numa competição de caça submarina. O módulo (expr esso em 104 N) e o sentido da força resultante sobre a janela é igual a: Dado: 1 atm = 1 105 N/m2 a) 6. em média. 4 .4. ( ) Ao aplicar u ma injeção.0 m 2.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. subir à mesma velocidade com que desceu. é maior do que quando ele navega em água salgada.6. de dentro para fora. subir muito lentamente. Para voltar à superfície e exibir o resultado de sua pescaria. quanto mais grossa é a agulha. a pressão do lado de fora da janela caiu p ara 0. uma enfermeira insere uma agulha na pele do paciente. d e 2 atm. 16. para evitar o surgimento de bolhas na corrente sangüínea. ( ) O princípio de Pascal estabelece que o aumento de pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio transmite se parcialmente a todos os pontos do líquido. para evitar o af ogamento pela entrada de água nos pulmões. d) 9. Em função de um vento forte. ( ) A pressão da água no interior da tubulação de uma residência i pende do diâmetro dos canos.0. o que poderia causar a vaporização de elementos do sangue. UFMT Ao projetar o sistema de fornecimento de água de uma cidade. de dentro para fora. de fora para dentro. para evitar a de scompressão rápida. subir rapidamente. pois a essa profundidade não são causados quaisquer tipos de danos à sua saúde. evitando descompressão rápida. ( ) A densidade de um bloco d e madeira de massa 200 g e volume 500 cm3 é 400 kg/m3. subir rapidamente. ( ) O técnico deve projetar caixas d’água tanto mais largas quanto mais longe. navegando em água doce. est iverem as residências. de dentro para fora. maior é a pressão exercida sobre a pele do paciente.0 m. subir muito lentamente. podemos concluir que. e) 2. fica submetido a uma pressão. situado em um ponto a 20 m de profundidade. gerando u ma embolia. ( ) O empuxo que atua em um barco. levando em conta as leis da Física. Supondo que a força aplicada seja sempre a mesma. de fora para dentro. como resposta. A cerca da maneira mais adequada de desenvolver tal projeto. 04. 08. prevenindo um a pneumonia por entrada de água nos pulmões. 3. UFR RJ A janela de uma casa possui dimensões iguais a 3. é correto afirmar que ele deveria: 01. a soma das alternativas corretas.96 atm. pois o seu organismo reage de f orma idêntica na subida e na descida. c) 2.5. subir muito lentamente. aproximadamente. ( ) Um mergulhador. enquanto a pressão do lado interno manteve se em 1 atm. ( ) Num sistema de abastecimento de água on de nenhuma bomba está presente.0. um técnico tem que dimensionar as caixas d’água de cada bairro. b) 4. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ § § . Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). (1 atm = 105 N/m2) 1 2. julgue os itens. ( ) Caixas d’água de diferentes formatos apresentam diferentes eficiência quanto ao fornecimento de água. 02. 32. Dê.

a) 0. Se na mistura não ocorreu con tração de volume. A excessiva concentração de sal dissolvida na água impede a sobrevivência de qu alquer ser vivo no seu interior.415 d) 0. ( ) A condição idea l para o corpo humano é a da ausência de pressão (0 atm). UFMT A pressão atmosférica a nível do mar corresponde a 1 x l0 5 N/m2. 7. UESC BA O Mar Morto. 03) impede o aumento da pressão hidrostática com a profundidade. 455. 7. aproximadamente. Isso faz com que o cotidiano na superfície da Terra tenha características qu e não seriam possíveis caso esse valor fosse significativamente diferente. 8. objetos com densidades inferiores à da águ a desse mar. 02) torna a densidade da água menor do que em outros ambien tes marinhos. justificando o seu nome. Toledo. 2 Além de não favorecer à vida. julgue as assertivas. objetos com densidades igu ais à da água desse mar. é o reservatório natural de água de maior salinidade d o mundo. ( ) Considerando que a pressão máxima suportável ao corpo humano é de 4 atm. ( ) O fato de suportar a pressão de 1 at m implica que a estrutura do corpo humano é capaz de suportar o peso de um corpo d e 10 toneladas colocado sobre ele. São Paulo: Moderna. 1. Ramalho.300 c) 0. é possível mergu har na água sem equipamentos especiais até uma profundidade de 30 m.800 g/cm3. Em relação a tais características.5 kg e 1 polegada a 25 x 10–3 m. 05) faz afundar. 04) f az flutuar. situado na Jordânia.M.5. ( ) A pressão interna do corpo humano tende a se equilibrar com a pressão atmosférica. Os Fundamentos da Física. Como 1 atm correspon de a cerca de 1 x 105 Pa no SI (e 1 Pa = 1 N/m2).2 atm e) 0.01 atm 6. Essa unidade corresponde à pressão exercida por uma força igual ao peso d massa de 1 libra. Nicolau. ed. em movimento acelerado. em g/cm3. Uma libra corr esponde a 0. Fuvest SP Um motorista pára em um posto e pede ao frentista para regular a pres são dos pneus de seu carro em 25 “libras” (abreviação da unidade “libra força por polegada drada” ou “psi”).375 e) 0.725 b) 0. determine. o excesso de sal na água do Mar Morto: 01) anula a conduti vidade elétrica do meio. distribuída sobre uma área de 1 polegada quadrada. aquelas 25 “libras” pedidas pelo m otorista equivalem aproximadamente a: a) 2 atm b) 1 atm c) 0. com reduzido volume submerso.5 atm d) 0. qual a densidade do líquido resultante da mistu ra acima descrita. já que a sua área superficial é da ordem de 1m2. Itajubá MG 2 (dois) l itros de um líquido com densidade igual a 0.500 g/cm3 são misturados a 6 (seis) litr os de outro líquido com densidade igual a 0.615 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . v. p. F.

e. Coloca se na jarra B um objeto metálico. 02. Preocupada com esse fato. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . fazendo c om que o excesso de água transborde para fora da balança. FMT Em locais descampados e planos. poderiam fazer lançamentos mais longos do que se estivessem na Terra. não conseguiriam empinar pipa. sendo a ten são no fio f1 maior do que no fio f2. é comum que telhados sejam arrancados durante tempestades com vento. e) não há tensão em nenhum dos dois fios. Em seguida. Isso acontece porque: 01. torna se vácuo. como o vento tem uma grande v elocidade. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). numa partida de futebol. mas não o contrário. presos sem tensão. c) não há nem gravidade nem pressão interna dentro da caixa. b) há tensão nos dois fios. Esse objeto deposita se no fundo da jarra. Petúnia ouve. a soma das afirmativas corretas. a soma das alternativas corretas. cria uma zona de alta pressão sobre o telhado e este então é puxado para fora. UFSC Suponha que existissem lunáticos. uma bóia veda a entrada da água. d) a pres são atmosférica na saída da água no chuveiro é maior que a pressão dentro da caixa d’água. 08. 08. dentro da caixa. em relação ao huveiro. cuja a base está a 4. 64. cheias de A B água até a borda. 02. ela espera a caixa encher o máximo possível e. teriam menos opções de chutes. são mantidas em equilíbrio nos → g braços de uma balança. no noticiário. Dê. esta não desce. como a caixa es tá toda vedada: a) a parte acima do nível da água. mas não o contrário. não conseg uiriam engolir nada. Isso ocorre porque. os telhados são preparados para suportar grandes pressões de dentro para fora. mas não frouxos. pela inexistência de atmosfera. como resposta. Nessa nova situação. 32. veda a completamente. Geralmente o telhado não é empurrado pelo vento em direção ao chão da casa. 04. não. c) há tensão apenas no fio f1.0 m. Fuvest SP Duas jarras iguais A e B. como o vento tem uma grande velocidade. teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens. Sobre tais habitantes. poderiam apreciar o alaranjado do pôr do Sol como um terráqueo. o vento é capaz de arrancar o telhado. e a tendência é a água subir. d) há tensão apenas n o fio f2. numa partida de futebo l. 16. pode se afirmar que: a) há s iguais e diferentes de zero nos dois fios. Depois de a caixa estar cheia. A balança permanece na mesma posição horizontal devido à ação dos fios. UFRN Na casa de Petúnia há uma cai xa d’água cúbica. ele cria uma zona de baixa pressão sobre o telhado e este então é empurrado para fora pela pressão interna. Num certo d ia. Dê. conforme a f1 f2 figura. 04. então. habitantes da Lua. abre a torneir a do chuveiro para um banho. na superfície lunar é correto afirmar que: 01.0 m de altura. pela impossibilidade de aplicar e feitos na bola. 16. devido a sua força. descer.9. semelhantes aos terráqu eos. não poderia m beber líquidos através de um canudinho. b) a força da gravidade não atua na água e. como resposta. os telhados são preparados para suportar grande s pressões de fora para dentro. que o mosquito transmissor da dengue põe ovos também em água limpa. 10. mas a água não sai. porta . apoiada centro. de d ensidade maior que a da água. de lado igual a 2. inclusive os sangradouros. 11.

um médico usa um manômetro no braço de um paciente.13. e stão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. A seguir. Acafe SC Para medir a pressão arterial. determine o valor do empuxo que o bloco recebe da água. As densidades das duas esferas são iguais. São feitos três furos. GABARITO a) c) IMPRIMIR b) d) Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. sendo abandonado em seguida. c) a III. ao nível do coração. Os pesos das duas esfera a mesma intensidade. na v ertical. Esta é uma aplicaçã princípio de: a) Pascal d) Newton b) Stevin e) Joule c) Arquimedes 15. ficam em equilíbrio nas posições indicadas: 4 Com relação a essa situação são feitas as seguintes afirmações: I. e coloca se a mesma em pé. vedando se totalment e o gargalo. A seguir. até mesmo em casa. Dado: densidade da água é 1 g/cm3 14. Dentre essas afirmações está(ão) cor reta(s) apenas: a) a I. b) a II. com um deles a meia distância dos outros dois. até um determinado nível acima do furo superior. enche se a garrafa com água. III. de mesma massa. todos do mesmo diâmetro. Uma experiência simple s pode ser realizada. UFR RJ Um bloco de massa igual a 400 g e volume 500 cm3 foi totalmente mergu lhado na água contida em um recipiente. UFRN O pri ncípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integra lmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém. As duas esferas recebem da água empuxos de mesma intensidade. Assinale a opção c orrespondente ao que ocorrerá na prática. Fatec SP Du as esferas A e B. ao ser abando nado. 16. e) I e III. Considerando g = 10 m/s2. na altura do coração que pontos situados no mesmo nível de um líquido estão à mesma pressão. quando colocadas nu m tanque com água. na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. mas de volumes diferentes. II. após efetuarem se todos esses procedimentos. d) I e II. sobre uma superfície horizontal. tampa se a garrafa.

no braço. enquanto é bo mbeado para o interior da braçadeira. consiste de uma braçadeira inflável cuja parte interna está conecta da a uma pequena bomba manual e a um manômetro. A lei tura do manômetro no instante em que a primeira pulsação é ouvida corresponde à pressão sis ica. Bombeando se ar para o interior da braçadeira. somente a caixa 4. à contração atrial. ( ) Para u ma pessoa saudável. as pulsações não são ouvidas no estetoscópio. julgue os itens que se seguem. Na altura da parte interna do cotovelo do p ciente. os médi os seguem um procedimento padrão. e a “segunda leitura”. a ressão de saída da água nas torneiras é . com o uso da bomba. conforme indicado na figura. as caixas 1 e 2. fazendo que o ar escape lentamente. UnB DF Para medir as pressões sistólica e diastólica do coração de um paciente.0 m 2. Imergindo se to talmente um bloco cúbico no recipiente. é inflada. a medida.0 m. uma segunda leitura. Um aparelho comum para essa medida. somente a caixa 2. causaria. conhecido co mo esfigmomanômetro.5 m 2. Continuando o lento vazamento. da aresta do cubo colocado na água é igual a: a) 10 b) 10 3 2 2 c) 10 d) 10 3 12 12 19. ( ) A pres que se mede pelo manômetro é a pressão do ar no interior da braçadeira inflada. Um queno vazamento é provocado na braçadeira.5 m IMPRIMIR Caixa 4 a) b) c) d) e) somente a caixa 1.Hidrostática ¦ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¦ ¦ ¤ ¦ ¤ . Para aumentar es sa ressão. Q ual ou quais das 4 caixas – re resentadas elas suas dimensões no quadro a seguir – qu ando totalmente cheias.5 m 1. é colocado um estetoscópio que permite ouvir a pulsação sangüínea nessa artéria. Voltar FÍSICA .0 m GABARITO Largura 1. PUC-PR A caixa-d’água de uma residência tem a forma cúbica com aresta de 1.5 m 1.5 17. o nível da água sobe 25%.0 m 2. é feita no momento em que as pulsações deixam de ser ouvidas no estetoscópio. mas o p rocedimento permite igualar essa pressão com a pressão sangüínea no interior da artéria. ( ) Quando a pressão do ar no interior da braçadeira é maior que a pressão sangüínea na arté .0 m 0. Com a caixa totalmente cheia.0 m 0. ( ) O ar.5 m 0. sugeriu-se substituir a caixa or outra na forma de um aralele í edo.0 m 1. UERJ Um recipiente cilí o de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizo ntal e contém água até a altura de 40 cm. sofre aumento de sua temperatura. ( ) A “primeira pulsação” ouvida está relac ntração ventricular. a pressão diastólica é sempre maior que a pressão sistólica. ou causariam.5 m Altura 0. ela exerce uma pressão que bloqueia a circulação sangüínea em uma artéria. uma ressão maior que nas tornei ras? Com rimento Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 3. Essa braçadeira é posta de modo a envo lver o braço direito do paciente na altura do coração e. Considerando π igual a 3. correspondente a pressão diastólica. 18. em cm. as caixas 3 e 4. Com o auxílio dessas informações.

Avançar .

h. 0 2. V. Sendo Po a ressão atmosfé ica local e tomando-se como referência a su erfície livre do óleo. observa-se o nível da água a 20 cm acima do fundo do barco.0 m e a largura 0. UESC-BA Um co o destam ado contém água e óleo em equilíbrio. b) somente I e II. III. Des rezando os efeitos de desnível devidos a tensões su erficiais da água. II. Posto ara flutuar em uma lagoa. 04. com que a essoa so ra for aumentada. em sua base d e a oio.23 m. e) I.80 m. o gráfico que ex ress a a variação da ressão. a ressão na su e rfície do ramo da esquerda é menor que a ressão no onto b. A rofundidade do ba rco é de 0. se o diâmetro do ramo do lado direito do tubo em U for maior d o que o diâmetro do ramo do lado esquerdo. as ressões nas su erfícies dos líquidos em cada ramo são iguais.0 mm. se a velocidade do ar . . 23. II e III.0 mm é mantido entre os níveis de água nos ramos do tubo.0 mm. c omo mostra a figura abaixo. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I. UFMS Uma essoa so ra ar transversalmente através de um dos ramos de um tubo em U que contém água. ITA-SP Um equeno barco de massa igual a 60 kg tem o formato de uma caixa de base retangular cujo com rimento é 2. a soma das afirmativas corretas. A pr ssão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém. 22. é: 01) 04) 02) 05) 03) 6 21. Cefet-PR Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. Dê. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . uma ressão “ ”. o desnível será menor que 2. ois o barco afundaria com o eso deste tri ulante. com a rofundidade. Devid o ao so ro. 08. d) somente II e III. com um tri ulante de 1078 N e um lastro. as ressões nos ontos a e b são iguais. O valor que mel hor re resenta a massa do lastro em kg é: a) 260 b) 210 c) 198 d) 150 e) Indetermi nado. é independe nte do tipo de líquido considerado. a pressão ficará igual a 2p. como re s osta. Um cubo maciço de ferro exerce. c) somente II. Descontando o atrito caixote/ iso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. um desnível de 2. o desnível dos ramos do tubo em U será ma ior que 2. é correto afirmar que: 01. I. 16. Dobrandose suas dimensões.20.

onde a pressão é a pressão atmosférica (1. sendo a massa do bloco (2) maior que a massa do bloco (1). o volume e a temperatura do ar dentro da bolha. será aproximadamente: a) 4. UFRN Um mergulhador que faz manutenção numa plataforma de exploração de petróleo está a uma profundidade de 15. 26. 25. já que as massas são desconhecidas.24. pode se afirmar que: a) o empuxo sobre o bloco (2) é maior que o empuxo sobre o bloco (1). Sobre esse objeto atuam as forças peso. o empuxo é igual e a tensão aumenta. o ar da bolha é um gás ideal e obedece à relação: PV = constante. e) nada se pode concluir. Na si tuação apresentada. b) o empuxo sobre o bloco (1) é ma ior que o empuxo sobre o bloco (2). d) o empuxo sobre o bloco (1) é igual ao empuxo sobre o bloco (2).5 Vi b) 3.5 Vi IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . o empuxo diminui e a tensão au menta. onde a aceler ação gravitacional é de aproximadamente g/3. o empuxo diminui e a tensão é igual.0 atm a cada 10. é libera da e sobe até a superfície. 7 g GABARITO a) b) c) d) e) o empuxo é igual e a tensão é igual. Para efeito d sse problema. E m relação aos valores das forças observadas na Terra. Fuvest SP Um objeto menos denso que a água está preso por um fio fino.0 m. T onde P. c) o peso do bloco (1) é igual ao peso do bloc o (2). Imagine que tal aquário seja transportado para a superfície de Marte. estão em repouso na superfície d’água.5 Vi d) 2. o empuxo diminui e a tensão diminui. sendo g a aceleração da gravidade na Terra. quando uma pequena bolha de ar. considere que: a temperatura dentro da bolha permanece constante e nquanto esta existir. podese concluir que. quando ela estiver prestes a chegar à superfície. V e T são respectivamente. a pressão aumenta cerca de 1. UFR RJ Dois blocos de gelo (1) e (2). fixado no fundo de um aquário cheio de água . em Marte. empuxo e tensão no fio.5 Vi c) 1. a pressão.0 atm). constituídos de água pura. como mostra a figura abaixo: De acordo com o princípio de Arquimedes.0 m de profundi dade. o volume da bolha. conforme a figura. de volume Vi.

10–4 N/m2 20. o corpo é colocado dentr o de um recipiente com água. calcule.27. U. a pressão que a água exerce sobre a torneira é: a) 1.0. existe ar rarefeito so b pressão de 8. Posteriormente.104 N/m2 2.10–4 N/m2 28. e um êmbolo de peso 80 N. Londrina PR A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um re servatório instalado no último pavimento de um edifício. Alfenas MG Um corpo está ligado ao teto por um fio. Sendo µ = 1000 kg/m3. com faces de área 400 cm2.5 atm d) 3. fazendo deslocar 1000 cm3 de água. na segunda situação. A superfície livre da água no res ervatório encontra se 15 m acima do nível da torneira.103 N/m2. cuja densidade é 1000 kg/m3.E.0. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1.8. a tração no fio. Considerando que a torneira e steja fechada.0 atm e) 3. a massa específica da água e 10m/s2 a aceleração da gravidade. de sprezando o atrito no êmbolo.5 a tm b) 2.5 atm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . será igual a: GABARITO a) b) c) d) e) 80 N 90 N 100 N 110 N 120 N 29.0.10–4 N/m2 3.0 g/cm3. Se o corpo permanecer em equilíbrio durante todo o experimento e a massa do fio for desprezível.0 atm c) 2. UEMS Sobre a água do reservatório representado na figura. a pressão p no ponto P: 8 a) b) c) d) e) 1. o qual está sendo tracion ado por uma força de intensidade T = 100 N.104 N/m2 2.0. U.

( ) Se a mola está defo mada de 4 cm. ( ) Na situação indicada na figu a. ( ) O funcionamento do pa afu so deve-se ao p incípio de A quimedes.5 N/cm. ( ) A densidade do co po é 0. Inse indo-se o sistema em uma fonte de água. ( ) Dife entemente das bombas que se baseiam na p essão atmosfé ica. e igidamente ligado a este.5 kg/L. Um de seus famosos invento s é o chamado pa afuso de A quimedes. b) Qual o impulso necessá io pa a que o peixinho adqui a essa veloci dade? Quem exe ce esse impulso? Dado: densidade da água: dágua = 1000 kg/m3. em fo ma de espi al. julgue os itens a segui . pode á se aumentada inse indo-se o pa afuso até que o nível da água cub a completamente a p imei a osca dele. pode-se afi ma que a p essão absoluta do gás é 2 atm. 32. [ρ0 = 103 kg/m3 = 1 kg/L] Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). Vunesp Um peixin ho de massa 50 g está flutuando em epouso no inte io de um aquá io. se o movimento fo inte ompido. o pa afuso de A quimedes é eficaz mesmo nos casos em que a distância ve tical ent e a ext emidade mais alta do tubo e o nível da água é muito g ande. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . UnB-DF A quimedes foi out o conhecido sábio que t abalhou no antigo Museu de Alexand ia. ( ) O pa afuso de A quimedes tem maio end imento quando o seu eixo de otação está alinhado ve ticalmente. que pode se gi ado po meio de uma manivela. concluímos qu e a cte elástica da mola é de 2. ( ) Em um manômet o de tubo abe t o. o sistema funciona como uma bo mba d’água. a) Que fo ças at uam sob e o peixinho? (Desc eva-as ou as ep esente g aficamente. 9 Com base nessas info mações. saindo pela ext emidade supe io . E le estudou o funcionamento de máquinas simples e foi esponsável pelo desenvolviment o de p incípios do que hoje se conhece como hid ostática. T ata-se de um tubo en olado. Desse modo. Unicap PE Um corpo de volume 2 litros e massa 1 kg fica imerso em água.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a água no inte io do pa afuso escoa á de volta pa a a fonte. após inicia -se o movimento da manivela pa a bombea água. como most ado na figu a. a água que está nessa fonte é t anspo tada no inte io do tu bo. o peixinho m ovimenta-se ho izontalmente pa a um dos lados do aquá io. adqui indo uma velocidad e de 10 cm/s. ( ) Na posição indicada n a figu a. ( ) O e mpuxo que atua no co po é de 20 N. preso ao fundo do reservatório por uma mola. a dife ença de altu a ente as colunas de me cú io é 40 cm.) Que volume de água o peixinho desloca pa a equilib a -se? Num dete minado momento. pa a cada volta completa. mantendo-se a velocidade de otação da manivela. conforme a figura. 31.30. em to no de um eixo. a quant idade de água que é bombeada po esse mecanismo. Sendo a expe iência ealiz ada ao nível do ma . e gi ando-se a e spi al de fo ma adequada. ( ) O p incípio no qual se baseiam os f eios h id áulicos dos veículos foi estabelecido po Stevin. cujo desenho esquemático é ap esentado na figu a abaixo.

0 × 10–5m3 suspensa po um f io ideal de volume desp ezível a um supo te exte no. 10 GABARITO Quando a temperatura está em 35º. qual a temperatura do nitrogênio líquido. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que.E. Calcule esse acréscimo de pressão ∆p. Unifor-CE Um mergulh ador que submerge até uma profundidade de 28 m. 105 N/m2 Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 Densidade da água : d = 1. 34.0 g/c m3. o desnível entre as colunas de Hg é de 20 mm. experimenta um aumento de p ressão.Hidrostática Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . sabendo que a massa específica da água é 1. Restabelecido o equilíb io hid ostático. Na pa rte superior do tubo foi feito vácuo. Considere g = 10 m/s2. ve ifica-se que a int odução da esfe a na água p ovocou um ac éscimo de p essão ∆p no fundo do recipiente. igual a: a) 28 d) 2. U.4 c) 7. a) 8 g/cm3 c) 6 g/cm3 b) 4 g/cm3 d) 2 g/cm3 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Maringá-PR A figura a seguir mostra um b ulbo de vidro contendo gás He conectado a um tubo em forma de U contendo Hg.0 g/cm3 36. Potiguar-RN Em uma experiência de Física realizada em laboratór io da UnP. no seu interior encontraram-se 1290 g.0 . em atmosferas. A esfe a fica totalmente subm e sa na água sem toca as pa edes do ecipiente (figu a 2).0 atm = 1. 0 × 103kg/m3 e a área da base do recipiente é igual a 2. enchese um recipiente com água até a borda. provoca o transbordamento de parte do líquido. Int o duz-se na água uma esfe a metálica maciça de volume igual a 5.8 b) 14 e) 1. na água. UFRJ Um ecipiente cilínd ico contém água em equilíb io hid ostático (figu a 1). a massa total (água + recipient e) é de 1 200 g. em Kelvin? 35. ao a fundar. Se o bul bo é mergulhado em nitrogênio líquido. o desnível da coluna passa a ser de 5 mm. U. Medindo-se a massa do recip iente com a água e a pedra.0 Dados: Pressão atmo sférica: 1. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3. A densidade da água é igual a 1.33.0 × 10–3m2. Nessas condições.

37.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . confo me a figu a. seus esultados muda iam? Justifique. c) é maio que o peso na esfe a I.7 m/s2. Com base nessas info mações. feitas de mate iais dife entes e ime sas e m um ecipiente contendo água. gMa te = 3. estão ep esentadas duas esfe as. devido ao fluido. d) é maio que o peso na esfe a II. 11 Sendo a acele ação g avitacional igual a g. gTe a = 10 m/s2. é co eto afi ma que o empux o: a) é igual à tensão no fio pa a as duas esfe as. de mesmo aio. Atuam sob e a esfe a a fo ça peso. Se essa expe iência fosse feita em Ma te. em epouso. UFGO Uma esfera de massa m e volume V está em movimento dentro de um tubo que contém um fluido de densidade ρ. ch umbinhos de pesca iguais. um a um. As esfe as são mantidas nas posições indicadas po meio d e fios que estão tensionados. dent o desse ecipiente. ( ) o t abalho ealizado pela fo ça peso sob e a esfe a é mgL. e conside ando-se o movimento da esfe a ao longo da distância L com velocidade constante v. A á e a da base desse ecipiente é 80 cm2. I e II. (Suponha que densidade e estado físico da águ a pe maneçam inalte ados. mantendo sua ba se semp e ho izontal. o empuxo e a fo ça de at ito. de 12 g cada. b) é maio na esfe a de maio massa. ( ) a va iação da ene gia potencial da esfe a é toda dissipada du ante o movimento. GABARITO a) Qual a massa desse ecipiente? Suponha que uma estudante coloque. b) Qual o núme o máximo de chumbinhos que podem se colocados nesse ecipiente sem que ele afunde? Ultimamente. Dados: dágua = 1000 kg/m3. 39. têm sido detectados fo tes indício s de que já houve água no estado líquido em Ma te. ( ) a fo ça de at ito sob e a esfe a é maio que mg. 1 m3 = 1000 .) IMPRIMIR FÍSICA . 38. Vunesp A figu a ep esenta um ecipiente cilínd ico vazio flutuando na água. UFMG Na figu a. ( ) o empuxo exe cido pelo flu ido na esfe a é ρVg.

Este é um dos motivos pelos quais os ast onautas usam oupas especiais pa a missões fo a do ambiente p e ssu izado de suas naves.12 40. necessá ia pa a içá-la at avés da água. é de 2. 41. pois a p essão exe cida po uma coluna líquida depende do seu volume. 32. Usando um canudinho. UFRJ Um tubo em U. Dê. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . F. no amo da esque da. ( ) O peso e o empuxo fo mam um pa ação. julgue os itens a segui . Qual a fo ça. o peso e a fo ça de at ito do casco com a água são fo ças que atuam sob e o velei o. contém dois líquidos não miscíveis em eq uilíb io hid ostático. compa ando a p essão atmosfé ica com a p essão exe cida po uma coluna de me cú io. UnB-DF/PAS Ped inho ficou imp essionado ao ve como um velei o consegue mante se equilib ado mesmo sob fo tes ventos e imagin ou que esse equilíb io pode ia se entendido do ponto de vista mecânico se fossem co nside ados as fo ças e os to ques envolvidos. como esposta. Vá ios fab icantes. e a supe fície de sepa ação dos líquidos. Quando se int oduz a agulha de uma se inga numa veia do b aço. com velo e constante. É possível a medida ap oximada da altitude pela va iação da p essão atmosfé ica. Isso facilita ti a a tampa po que. no vácuo) e “empu a ia” as moléculas pa a fo a do co po. podemos conclui que a p essão atmosfé ica é maio em São Joaquim. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. A p essão inte na do co po se ia muito maio do que a p essão exte na (nula. ao eti a o selo. já que ela aume nta com a altitude. Calcule a densidade do líq uido (2). a soma das alte nativas co etas. 4 3. está ime sa no fundo de uma piscina cheia d’água. ( ) A fo ça do vento sob e as velas. 08. que a altu a da coluna do líquid o (1) é de 34 cm e que a dife ença de nível ent e a supe fície liv e do líquido (2). usando uma oldana simples. de dent o pa a fo a. no a mo da di eita. pa a s e eti a sangue.0 kg e 0. Sendo co eta a info mação de que São Joaquim se situa a uma altitude de 1353 m e que Itajaí está ao nível do ma (altitude = 1 m). Conside e a densidade do líquido (1) igual a 0. Em elação a essa situação. pe mitimos que o a penet e no copo e a p essão atmosfé ica atue. cujo módulo é igual a o peso da água deslocada. Uma pessoa explodi ia se fosse eti ada da atmosfe a te e st e pa a o vácuo. como indicado na figu a? a) 750 N d) 90 0 N b) 800 N e) 950 N c) 850 N 42. ( ) O empuxo é a fo ça exe cida pela água sob e o velei o. é necessá io conhece o diâmet o do tubo. então ele tende á a vi a sob a ação de um to que p oduzido pelo vento.eação. este passa da veia pa a a se inga devido à dife ença de p essão ent e o sangue na veia e o inte io da se inga. Obse ve. int oduzi am um fu o no seu ce nt o. como most a a figu a. pa a facilita a eti ada da tampa dos copos de equeijão e de out os p odutos. ( ) Se o ponto de aplicação do empuxo coincidi com o cent o de ma sa do velei o. selado com plástico. 16.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .010 m3 de volume. 02. também. abe to em ambos os amos.80 g/cm3. 04. UFPE Uma caixa metálica fechada de 90. 64. Pa a epeti a expe iência ealizada po Evangelista To icelli. se ia muit o mais fácil toma um ef ige ante na Lua do que na Te a.0 cm. po que a fo ça de at ação g a vitacional na Lua é meno .

U. flutuando em u m lago de água doce. Pelotas-R S A figu a abaixo ep esenta dois tubos abe tos contendo líquidos dife entes. c) a p essão no pont o B e maio do que no ponto C. a uma p essão de 4 x 105 N/m2. levando no pulso um apa elho capaz de egist a a p essão total a que esta submetido. Sabendo que o o ganismo humano pode se submet ido. A. Em um dete minado instante. o ap a elho está ma cado 1. 47. du ante o me gulho. ( ) o empuxo d epende da densidade do líquido em que o co po é ime so. sof e á um empuxo meno do que se a água do lago fosse salgada. B. é co eto afi ma que: a) a p essão no ponto B maio que a atmosfé ica. pode flutua na água.C.6 x 105 N/m2. mais: Pa a esolve a questão. Uma manguei a inte liga os dois. Analisando esse p incipio.) pode se assim enunciado: “Todo co po. a que p ofundidade. Católica-GO O P incípio de A quimedes (filósofo g ego. o casco se ompe á? a) 100 b) 11 0 c) 120 d) 130 e) 140 IMPRIMIR FÍSICA .F. o me gulhado pode á desc e . de densidad es iguais. ( Dado: a água salgada é mais densa do que a água doce). ( ) um co po não maciço. além do ponto em que se encont a. o subma i no afunda no ma . po acidente. conclui-se que: ( ) o empuxo. ime so em um fluido. fica sujeito a um empuxo ve tical. 45. b) os dois líquidos têm a mesma densidade. com uma to nei a que pe mite ent ada ou saída de a .F. ficam sujeitos a empuxos de igual intensidade. de baixo pa a cima.44.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ime sos em um fluido. ( ) um ba co. conside e os se guintes dados: • massa específica da água = 1 g/cm3 • p essão atmosfé ica = 105 N/m2 • acel da g avidade = 10 m/s2 a) 36 m b) 6 m c) 30 m d) 16 m e) 24 m 46. d) a p essão no ponto C e meno do que no ponto D. ( ) dois co pos. B. nascido em Si acusa po volta do ano 287 a.0 atm sem se ompe . Pelotas-RS Um me gulha do cuidadoso me gulha. sem conseqüências danosas. ( ) co pos ime sos em gases não ficam sujeitos ao empuxo. e) nos pontos A. U. em met os. de chumbo. é u ma p essão. U. C e D a p essão e a mesma. 13 GABARITO Em elação às condições most adas na figu a. UFPE O casco de um subma ino su po ta uma p essão exte na de até 12. Se. de intensidade igual ao peso do volume do fluido po ele deslocado”. atuante em co pos total ou pa cialmente ime sos em líquidos. C e D são pontos das supe fícies dos líquidos.

a soma das afi mativas co etas. ficando em epouso no fundo do ecipiente. Se a co da fo co tada que f ação do volume da ba a fica á subme sa? 49. FÍSICA .48. o em puxo sob e a bola C é maio que seu peso e sua densidade é meno que a densidade do líquido. em um tanque de água . a densidade da bola B é maio que a densidade da bola A. II. exe cendo uma fo ça ve tical F equivalente a 200 N. IMPRIMIR GABARITO Calcule o peso do elefante. 02.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . em equilíb io. que é maio que a densidade da bola C. Obse vam-se as seg uintes situações: 14 I. o empuxo sob e a bo la B é meno que seu peso e sua densidade é maio que a densidade do líquido. Com elação ao empuxo e à den idade de cada bola. consegue equilib a o elefante sob e um pistão de 2000 cm2 de á ea. Utilizando uma p ensa hid áulica . sob e o out o pistão da p ensa. passando a flutua . 04. A bola A pe manece em epouso no luga onde é abandonada. Dê. A bola B afunda n o líquido. A bola C eto na à supe fíc ie. III. na supe fície da água. com metade de seu comp imento subme sa. UER J Um adest ado que sabe o peso de um elefante. confo me most a a figu a ao lado. o empuxo sob e a bola A é igual ao se u peso e sua densidade é maio que a densidade do liquido. 50. 08. UFMT T ês bolas de dife entes mate iais são totalmente me gulhadas no inte io d e um ecipiente que contém um líquido e em seguida são abandonadas. como esposta. de cima pa a baixo. é co eto afi ma que: 01. UFC Uma haste cilínd ica homogênea está suspensa po uma co da. cuja á ea é igual a 25 cm2.

a) 800 N d) 3200 N b) 1600 N e) 8000 N c) 200 N 15 52. A fo ça-peso exe cida pela Te a sob e o co po A se i a tanto meno quanto maio fosse a po ção de A ime sa na água. de aco do com a seqüência: GABARITO • Em I. é co eto afi ma : 01. Dê. o co po A. A fo ça medida no dinamômet o se ia nula. p eso a um dinamômet o. é completamen te me gulhado na água. como esposta. a soma das alte nativas co etas. no p ato P1. 08. uma balança encont a-se em equilíb io. 16.25 m2 Dete mine o módulo da fo ça F aplicada n o A. a balança é eequilib ada com adição de uma massa de 50 g ao p ato P2. se ia necessá ia pa a que a balança fosse eequilib ada. IMPRIMIR FÍSICA . Nessas condições. ao invés de u ma de 50 g. O empuxo da água sob e o co po A é igual a 150 gf . A fo ça medida no dinamômet o se ia meno do que a fo ça medida em III.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFBA O expe imento ilust ado abaixo visa medi a intensidade do empuxo exe c ido pela água sob e um co po A. de massa 200g. pa a que o sistema esteja em equilíb io. se A descansass e sob e o fundo do vaso. 02. levando a balança ao dese quilíb io. 04. caso o co p o A descansasse sob e o fundo do vaso. • Em III. 32. PUC-PR A figu a ep esenta uma p ensa hid áulica. de fo ma a não toca o fundo do vaso. Uma out a massa de 200 g.51. caso o co po A estivesse pa c ialmente me gulhado na água. O dinamômet o deve esta indicando uma leitu a de 50 gf. • Em II. Á ea da secção A = 1 m2 Á ea da secção B = 0. e uma massa M no p ato P2. D. com um vaso contendo água.

a pressão sobre ela. inicialmente em epo uso. como resposta. 2 Dê. Quando a partícula pára. 2 dgh 16. pois a pressão atua de cima para ba ixo. feita com um material flexível mais denso que a água. Submetida a um a desacele ação a. Trata se de um movimento não uniforme. Desp ezando-se a esistência do a . é utilizada por um cientista para estudar as correntes marinhas. 16 04. ( ) Quanto maior for a massa da esfera. Após e co e . a força de empuxo. o cientista observa que ela inicialmente afunda. entre 2 e 3 minutos. ( ) À proporção que a esfera afunda. 08. Ao atingi a supe fície do óleo. que cai de uma altu a h. ( ) À proporção que a esfera afunda. a esfera passa a afundar cada vez mais rápido. UFMT Uma esf era homogênea. cheio de óleo de densidade d. a pa tícula atinge a velocidade v. uma distância igual à metade da altu a. a pa tícula me gulha num ecipiente abe to. Após pe co e a distância x. a ene gia cinética da pa tícula é igual a sua ene gia mecânica no início da queda. ( ) De acordo com o gráfico. o aumento de pressão provoca a diminuição do volu e da esfera. Antes do impacto da partícula. com á ea da base A. aumenta a pressão exercida pela própr ua do mar. UFBA A figu a abaixo ep esenta uma pa tícula de massa m. no tempo t. Em conseqüência a esfera fica achatada. g 02. no fundo do recipiente. Ao jogar uma dessas esferas no mar . é p = p0 + . GABARITO Em relação ao movimento da esfera. maior deve ser a influência dos efeitos perturbatórios. conseqüentemente. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ . A pa tícula atinge a supe fície do óleo no instante t = 2h . num local onde o módulo do campo g avitacional é g.53. diminuindo. e a p essão atmosfé ica é P0. ( ) O movimento somente pode s er compreendido se a força resultante que atua sobre a esfera não for constante em r elação ao tempo. medida a pa ti de um efe encial com o igem no so lo. 54. a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é d ghA . é co eto afi ma : 01. analise as afirmações. a esfera afunda. depois de pe co e a distância x no inte io do ecipiente. a velocidade da pa tícula é igual a gh − 2(g − a )x . mas depois a sua profundidade varia de acordo com o gráfico. a soma das alternativas corretas. Dessa forma.

ap oximadamente. é correto afirmar: ( ) Se um corpo parcialmente submerso num fluido está em equilíbrio hidrostático. com a face supe io fo a da água. a p essão em todos os p ontos da água va ia á da mesma quantidade. 02. a de três pernas exercerá menor pressão sobre o solo. em g/cm3? (Conside e a massa específica da água igual a 1 g/cm3. todos os seus pontos estão sob igual pressão. que se acha suspensa em um dinamômet o. o empuxo sobre ele é nulo. 04.5 x 103 Pa. Colocando um pe queno disco metálico na face supe io do cilind o. o freio hidráulico e a direção hidráulica são exemplos de aplicação do Princípio d medes. Qual é.33 59. ( ) A pres são em um ponto no fundo de um tanque que contém água em equilíbrio depende da altura da coluna de água situada acima desse ponto. é co eto afi ma que a massa do d isco metálico é de: a) 2.U. A fo ça que um fluido exe ce sob e as pa edes de um ecipiente é semp e pe pendicula a elas. como esposta. sua dens idade elativa é meno que l. ( ) Numa piscina cheia de água. ve ifica-se que o mesmo afunda mais 2. ( ) Se uma pessoa que está fora de uma piscina entrar num barco q ue nela flutua. da densidade do líquido. pe manecendo na ve tical e em equilíb io. 58. o seu empuxo independe da p ofundidade. então sua densidade 3 1 é igual a da densidade da água.33 e) 5. assinale o que fo co eto. é correto afirmar. Ponta G ossa-PR Sob e a física dos fluidos.UFRS Quando uma ped a de 200 g. 16. 08. Dê.0 g/cm3 a massa específica da água. Se um co po se encont a totalmente s ubme so em um líquido. a in tensidade do empuxo é menor que a intensidade do peso do objeto.33 c) 3. e cada perna com a mesma secção reta. ( ) A pressão hidrostática no fundo de um tanque que contém um líquido de densidade ρ independe do valo de ρ. ( ) A prensa hid ráulica. ) a) 1. 01. Sendo de 1. ent e o ut as g andezas.E.UFPR Com base nas propriedades dos líquidos. 1 ( ) Se um objeto flutua na água com do seu volume submerso.0 g b) 5.0 cm. se a p essão atmosfé ica va ia de 1. A p essão no inte io de um líquido depende. o nível da água da piscina subirá.0 cm2.UFPR Considerando os conceitos de pressão e empuxo.33 d) 4.0 g c) 10 g d) 20 g e) 30 g 17 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . a leitu a do dinamômet o sof e um dec éscimo de 30%.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A p essão exte na exe cida sob e um líquido é t ansmitida integ almente a todo o seu volume.33 b) 2. ( ) O volume de um corpo maciço de forma irregular pode ser determinado mergulhando o completamente num recipiente cheio de água e medindo se o volume de água extravasado. Quando um objeto flutua na água.PUC-RS Cada uma das bases de um cil ind o que flutua ve ticalmente e em equilíb io na água tem 10. a massa específica da ped a. a soma das alte nativas co etas.55. 56. 57. ( ) Dadas duas ba nquetas de mesma massa. 3 ( ) Qua ndo um objeto se encontra em repouso no fundo de um reservatório contendo água. é me gulhada intei amente na água. uma com três pernas e outra com quatro. ( ) Num líquido em equilíbrio hidrostáti o.

e) Ela acaba ia inclinada pa a a esque da. quando atingida a velocid ade limite: a) P = E b) E = 2A c) A = 2E d) P = 2A e) P = A 18 GABARITO IMPRIMIR 63. e) A bolinha continua á flutuando da mesma fo ma que an tes. que afundou no ma de Ba ents com toda a t ipulação. e sabendo que os módulos das única s fo ças que agem sob e ela são o seu peso P. b) A bolinha fica á. d) Admitindo água do ma nas câma as de flutuação. Assinale a alte nativa inc o eta: a) Quando o subma ino mantém-se pa ado à p ofundidade constante. e na ext emidade di eita esta suspenso um cubo maio . No vácuo. da hid ostática. FÍSICA . de onde foi eti ado o a . abandona-se uma esfe a m etálica no topo de um tubo de vid o cheio de água. mais subme s a que antes. 62. PUC-RS Numa expe iência de labo ató io de Física. A esfe a cai. Quando o elevado estive subindo com velocidade constante: a) O empuxo sob e ela fica á maio que seu peso. o empuxo E. atinge velocidade const ante. eme gi ou subme gi . o empuxo sob e o subma ino to na-se meno em módulo que se u peso. O que acontece ia com a balança se o a eto nasse pa a o inte io da campânula? a) Ela pe manece ia na posição ho izontal. na ve tical. de madei a bem leve. c) O peso da bolinha diminui mas a sua massa não. o subma ino tende a eme gi . ou velocidade limite. PUC-PR Recentemente. e a fo ça de at ito viscoso A (também chamada fo ça de a asto). U m subma ino pode navega numa p ofundidade constante. c) Ela oscila ia indefinidamente em to no da posição ho iz ontal.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . após alguns centímet os. Cefet-PR Conside e um ecipiente com água colocado dent o de um elevado em e pouso. comoveu o mundo. confo me ep esentado na figu a. A flutuação d e um subma ino é egida. b) Ela oscila ia algumas vezes e volta ia à posição ho izontal. pelo p incípio de A quimedes. pa cialmente. b) O empuxo sob e o subma ino é igu al ao peso da água que ele desloca. Nesse ecipiente existe uma bolinha flutuando com metade de seu volume su bme so. conf o me a quantidade de água que a mazena em seu inte io . basicamente. a t agédia oco ida com o subma ino nuclea usso Ku sk. UFRS Uma balança de b aços iguais encont a-se no inte io de uma campânula de vid o. e e xpulsando água das mesmas. e) Expulsando a água do ma de den t o das câma as de flutuação. o subma ino tende a subme gi . inicia lmente em movimento acele ado. 61. po isso chamada velocidade te minal. o empuxo so b e ele tem o mesmo módulo do peso do subma ino. c) Estando as câma as de flutuação cheias de água. pode-se conclui que. d) Ela acaba ia inclinada pa a a di eita. d) As densidades da água e da bolinha aumenta ão. a balança esta em equilíb io na posição ho izontal. mas.60. Conside ando-s e a esfe a com massa específica duas vezes a da água. Na ext emidade esque da está suspenso um pequeno cub o de metal.

30 kg/m3. É possível calcula o empuxo que o di igível ecebia do a .100 HP de p otência cada um – e a de 214 toneladas. 16. 04. o di igível pode ia desce .19 Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. dent o da est utu a.2 met os de diâmet o na pa te mais la ga. T anspo tava 45 t ipulantes e 50 passagei os . O empuxo que qualque co po ecebe do a é causado pela va iação da p essão atmosfé ica com a altitude. a soma das espostas co etivas. o empuxo que o di igível ecebia do a e a igual a 2. Alcançava a velocidade de 13 5 km/h e sua massa total – incluindo o combustível e quat o moto es de 1.30 kg/m3).000 m3 de gás Hid ogên io e deslocavam igual volume de a ( Hid ogênio = 0. E a g aças à g ande potência dos seus moto es que o di igível “Hindenbu g” mantinha-se no a .60 x 105 N. e a possível eduzi o empuxo e. 02. O “Hindenbu g” ascendia e mantinha-se no a g aças aos 17 balões meno es instalados no seu bojo. Deixando escapa pa te do gás contido nos ba lões. O P incípio de A quimedes somente é vál do pa a co pos me gulhados em líquidos e não se ve pa a explica po que um balão sobe . os di igíveis de est utu a ígida constituí am-se no p incipal meio de t anspo te aé eo das p imei as décadas do século XX. Dê. 64. po is é igual ao peso do volume de gás Hid ogênio contido no seu inte io . A fo ça ascensional do di igível dependia única e exclusivamente dos seus moto es. que continham um volume total de 20. estes últimos alojados em cama otes com água co ente e ene gia elét ica. Se conside a mos a massa específica do a igual a 1. O maio e mais f amoso deles foi o “Hindenbu g LZ 129” di igível cuja est utu a tinha 245 met os de com p imento e 41.09 kg/m3 e a = 1. Chamados popula mente de “zeppelins” em homenagem ao famoso invento e ae onauta ale mão Conde Fe dinand von Zeppelin. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . i sto é. 32.UFSC Leia com atenção o texto abaixo. assim. 08. como espo sta.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ 64.

5.6g/cm3 44. e 62. 32. 16. d 52. 15. 10. 3/4 49. 29. 36. 2. 20. 2 3. 08 + 16 = 24 54. 3. 37. 19. 1 IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 13. 31 e 61. 27. V–F–F–F–F F–F–V–V c 36 a 04 F–V–F–V a 29 c d 04 + 08 V–F–V–V–V d b 02 d 01 + 04 + 08 b a d d b b c V–V–V–F–F F–F–V–V–V a) V = 5 • 1-–5 m3 b) I ntal e mesmo sentido do movimento do peixinho 250N/m2 77 d b V–F–V–V d a) M = 0. 7. 28. 02 + 04 + 08 50. 54 41.40 Kg b) n = 20 chumbinhos 40. 12. 84 33. 08 + 16 = 24 53. 4. F – V – V – F – F – V 57. 21. 13. 14.6 x 104N 51. e 64. 34. 30. 25. 39. 31. 6. 9. d 63. 24. 22. b 48. 38. 18. V – V – V – F – F 56. 8. b 42. F – F – V – F – V – F e 46. V – F – V – F – F 55. 17. V – V – F – V 43. 35. 11. 1. 26.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. a 47.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta .

e ) ambos possuem a mesma quantidade de calo . esolvi c ia um te mômet o. ( ) As folhas. Na escala B. c) ambos possuem a mesma tempe atu a. O texto acima cita alguns p ocessos té mico que oco em com a água na natu eza. há fluxo de calo pa a cima. aumentand a p essão de vapo sob e o líquido. pois o vent o favo ece a t oca de calo com o meio.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . têm meno calo espe cífico que o a atmosfé ico po isso se aquece e se esf iam mais apidamente. 3. estão em equilíb io té mico podemos afi ma que: 1 a) ambos possuem a mesma capacidade té mica.4 e) 40 2. que é a sua passagem da fase líquida pa a a fase gasosa. Com ba se nesses fenômenos. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) O p ocesso de va po ização da água. devido à adiação sola . Po possuí em constituição dive sa. a neve e o g anizo são p ocessos que fazem pa te do cic lo da água. da mesma fo ma. nas noites de vento não há fo mação de o valho. é: a) – 25 b) – 11. que dispe sa a fumaça indust ial e u bana. Alfen as-MG Pa a comemo a os 500 anos do B asil. a geada. Esse p ocesso é análogo à condensação do vapo d’água em to no de copos a afas gelados. julgue a ve acidade das afi mações a segui . e out o. na escala Fah enheit. Esses fat o es p opiciam a fo mação do o valho. e o ponto de e bulição da água é 2000 B. ou seja. Supe io de B asília-DF O o v alho. Um possível valo pa a a tempe atu a do co po. cuja esca la batizei de “B asil” (B). citadas no texto. Cefet-PR Qu ando dois co pos. mas que só oco em sob dete minadas condições na atmosfe a. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S à O D E C A L O R 1. esses mate iais se aquecem ou se esf iam dife entemente. Isso possibilita ao solo e às folhas aquece em-se mais que o a du ante o dia e. essa dife ença egist ada no meu te mômet o se á de: a) 1625 B b) 1525 B c) 75 B d) 15 B e) 3 B IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . pe mitindo o acúmulo da poluição continuamente p oduzida. I. O a .E. Ge almente. de mate iais dife entes e massas iguais. na escala Celsius. Unifo -CE Mediu-se a tempe atu a de um co po com dois te mômet os: um. Ve ificou-se que as indicações na s duas escalas e am iguais em valo absoluto. em g a nde pa te. b) ambos possuem a mesmo calo específi co. a tempe atu a diminui e a p essão aumenta. a dife ença ent e a maio e a men tempe atu a egist ada no B asil fo de 15 g aus Celsius. Se. o ponto de fusão do gelo é 1500 B.0 d) 11. U. no dia 22 de ab il de 2000. o vapo d’água contido no a ent a em con tato com supe fícies que estejam a tempe atu a mais baixa – abaixo do ponto de o val ho – e se condensa. impedindo o ponto de o valho no solo. o nevoei o. 4. esf ia em-se mais que o a du ante a noite. o solo e a s folhas são aquecidos du ante o dia pela adiação sola . A inve são té mica impe de essa dispe são.4 c) 6. ( ) À m edida que se sobe na atmosfe a. e são esf iados du ante a noi te.Te mologia. d) ambos possuem a mesma va iação té mica. oco e. ( ) A p esença de g avidade na Te a é essencial pa a que oco a o ciclo da água. g aduado na escala Celsius. ( ) Os ventos facilitam a evapo ação da água.

A tempe atu a mede a quantidade de calo que um co po ecebe ou doa. a soma das afi mativas co etas. com as tempe atu a s TA = 120 C e TB = 80 C.8°C. Se estes pontos fossem utilizados pa a calib a um te mômet o na escal a Celsius. A tempe atu a não diminui indefinidamente. obtido c om uma mistu a de gelo. em X. é: a) 50 b) 60 c 70 d) 80 e) 110 6. 04. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . espectivamente. obtido mi stu ando água e gelo. Ponta G ossa-PR Com elação ao modelo cinético. Na escala X as tempe atu as de fusão do gelo e e bulição da água. Tempe atu a absoluta é qualque escala associada ao ponto t íplice da água. 2 7. Esses dados nos pe mi tem conclui que a tempe atu a da água em ebulição ao nível do ma .6°C.6°C. co espondendo a 0°. como a massa de B é o dob o da massa do co po A.0 kg. a ene g ia em fo ma de calo flui á do co po B pa a o co po A. sob p essão no mal. a tempe atu a d os dois co pos tende á a se iguala . 32 °F. a soma das alte nativas co etas. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po A pa a o co po B. obteve-se: t1 = 20 X ou 10 C e t2 = 40 X ou 70 C. os dois últimos pontos co esponde iam a 0°C e 35. As massas dos co pos são: MA = 1. colocando o te mômet o na boca ou axilas de uma pes soa saudável. –250°C. como esposta. 16. ap oximadamente. como espo sta. espectivamente. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po B pa a o co po A. a) – 40 e 60 b) – 40 e 100 c) 0 e 120 d) 0 e 80 e) 0 e 100 8. os possíveis valo es enc ados pelo cientista fo am: a) 32°F e –250°C d) –100 K e –250°C b) 32°F e –290°C e) –290°C F e 32°F 10. pa a o equilíb io té mico s e alcançado o co po B cede á ene gia em fo ma de calo pa a o co po A. o segundo.Te mologia. segundo o qual a tempe atu a d e um co po é p opo cional à ene gia cinética de suas moléculas. –290°C. Quando colocados em contato té mico. Fatec-SP Em um labo ató io um cientista dete minou a tempe atu a de uma substânci a.5. GABARITO 9. 02 .4°C. água e sal-amoníaco. a: a) – 17. 08. A tempe atu a de qualque escala te momét ica é associada ao ponto de fusão da água. Conside ando-se as tempe atu as: –100 K. UFMT Dois co pos de fe o A e B estão. sem o sal. 04. Vunesp Pa a c ia a sua escala te momét ica. valem. UFSE Compa ando-se um te mômet o g aduado em uma escala X com out o g aduado na escala Celsius. ao qual estabeleceu a tempe atu a de 32°. Dê. dent o de um ecipiente isolado te micamente: 01. A tempe atu a em que a ene gia cinética méd ia das moléculas é nula é o ze o absoluto.0 kg e MB = 2. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . Unifo -CE Uma escala de tempe atu a a bit á ia X se elaciona com a escala Cels ius de aco do com o g áfico abaixo. 02. 16. assinale o que fo co e to. co espondente a 96°. e o p imei o ponto co esponde ia. Gab iel Daniel Fa h enheit (1686-1736) te ia se utilizado de t ês pontos fixos: o p imei o. d) 0.E. 08. e) – 273°C. inicialmente. b) – 32°C. 01. Dê. c) – 57. U. e o te ce i o ponto.

pois.5°C. o auto das f ases está e ado ao afi ma que o co po se dilata quando abso ve calo . 12. tanto a cozinha como o seu p óp io ef ige ado te ão suas tempe atu as elevadas.E. c) 74. e) –28. Ve ifica-se. UFR-RJ Uma escala a bit á ia adota os valo es –10 X e 190 X pa a os pontos de fusão do gelo e ebulição da água. UFMT Conside e as seguinte afi mativas: a) Tempe atu a é a quantidade de calo existente em um co po. espectivamente. o auto das f ases confunde calo com o conceito de ene gia cinética média das molécula s. pois calo e tempe atu a são entidades completamente dife entes e não elacionadas de fo ma alguma.11. se eleva. c) se á alcançado. d) –8. b) não se á atingido. suas pa tículas se movem apidamente e sua tempe atu a fica maio . com a tempe atu a ambiente na ma ca d os 38 C. UESC-BA Dois ou mais co pos. pois calo é ene gia em t ânsito. que a va iação de tempe atu a Dt = t – t0 = 15 C. pois. Dê. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta   ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A análise dessa situação pe mite dize que o objetivo de Seu Onó io: a) se á alcançad pois o ef ige ado vai faze o mesmo papel de um condicionado de a diminuindo a tempe atu a da cozinha. UFR-RJ Um co po de massa m tem tempe atu a t0. ap esentam: 01) a mesma ene gia té mica. o s valo es de 0 (ze o) e 10 (dez) co espondem espectivamente a 37°C e 40°C. b) 28. Este co po é aquecido até atingi uma tempe atu a t. 3 13. no intuito de esf ia a cozinha. U.7 C 212 C e) –17. ao atingi em o equilíb i té mico ent e si. a cozinha te á sua tempe atu eduzida pa a 19 C. ao ecebe em calo de Seu Onó io.Te mologia. GABARITO 16. esolveu deixa a po ta do ef ige ado abe ta.7 C ¨ Avança ¨ FÍSICA . Dete mine a tempe atu a qu e nesta escala co esponde a 313 K. sem vento. o p imei o ponto fixo definido po ele.3°C.9°C. 02. não podendo se a mazenado em co po algum. UFRN Num dia quente de ve ão. dete mine quanto co esponde esta va iação de tempe atu a. 15. isto é. A tempe atu a de mesmo valo numé ico em ambas escalas é ap oximadamente a) 52.5°C. o 0 F. co espondia à tempe atu a obtida ao se mistu a uma po ção de clo eto de amônia com t ês po ções de ne à p essão de 1 atm. 02) a mesma quantidade de calo . é co eto afi ma que: 01. Pa a não senti tanto calo . pois há casos em que isso não acontece. IMPRIMIR d) não se á atingido. o conceito de tempe atu a está e ado. 17. Nessa nova escala. O calo cont ibui pa a a va iação de tempe atu a dos co pos. um estudante de medicina c iou sua p óp ia escala linea de tempe atu as. ITA-SP Pa a medi a feb e de pacientes.5°C. então. pois o ef ige ado vai t ansfe i calo da cozinha pa a a p óp ia cozinha. o auto das f ases utiliza o conceito de caló i co pa a defini o que seja calo . Neste caso. como esposta. 04. A espeito dessa s f ases. 04) a mesma capacidade té mica. Seu Onó io te ia de pe manece bastante tempo na cozinha de sua casa. 08. 05) a mesma tempe atu a. e isso não constitui um p ocesso de ef ige ação. b) Quando o calo de um co po aumenta. atingido o equilíb io té mico. A tempe atu a no inte io da geladei a é de ap oximadamente 0 C. Qual é esta tempe atu a na escala Celsius? a) 32 C b) –273 C c) 37. 03) o mesmo calo especifico. a soma das afi m ativas co etas. Lond ina-PR Quando Fah enheit definiu a escala te momét ica que hoje leva o seu nome. com a po ta do ef ige ado abe ta. 16. ele esquenta e dilata. nas escalas: a) Kelvin b) Fa enheit 14. o auto das f ases está e ado ao afi ma que os co pos possuem cal o .

19. UEMS O comp imento de uma ba a de alumínio é 100 cm a 0 C. num dia de calo . po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. Santa Ma ia-RS Calo é: a) a ene gia contida em um co po. Um fu o feito na base das g a afas pe mitiu-lhe at avessá-las com a manguei a. Dado o coeficiente de dilatação linea do alumínio 2. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .168 cm b) 100.Te mologia. po que existe uma dife ença de te mpe atu a ent e eles. alguém suge e que sejam envolvidas num g osso cobe to pa a evita que de etam demais. em um dia sem nuvens. GABARITO Com elação à situação ap esentada. ele conseguiu o sup imento de água aquecida de que necessitava. Como as ba as chegam com algumas ho as de antecedência. c) um fluido invisível e sem peso. eta dando o seu de etimento. b) o p ocesso d e t ansfe ência de ene gia de um co po pa a out o. de etendo-o ainda mais dep essa.18. a 7 m de altu a.10–5 C–1. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gel o. Essa sugestão a) é absu da. 21.F. o mesmo esultado se ia esp e ado caso fosse usada uma manguei a de co cla a. Luno funcionam como uma supe fície efleto a pa a as adiações inf a-ve melhas o iundas da manguei a aquecida. a caixa d’água de sua casa. que e t ansmitido po con dução de um co po pa a out o.4. po que o cobe to vai aquece o ge lo.060 cm d) 10 0. d) a t ansfe ência de tempe atu a de um co po pa a out o . p eocupado com a necessidade de abastece sua esidência com água aquecida pa a se usada na pia da cozinha e pa a o banho das pess oas de sua família. como most a a figu a abaixo. U. ( ) A tempe atu a da água na saída das to nei as pode ia se maio que 45 C se a caixa d’água fosse evestida exte na mente com uma camada g ossa de isopo . suposto constan o comp imento da ba a a 70 C se á: a) 100. ( ) As ga afas plásticas no dispositivo do S .680 cm e) 100. fo mando um longo cola . const uiu um dispositivo valendo-se de uma manguei a longa de co p eta e ga afas plásticas vazias de ef ige ante. Pa a seu o gulho e aleg ia. eta dando o seu de etimento.F. não alte ando a apidez com que o gelo de ete. d) faz sentido. julgue os seguintes itens.São Ca los-SP Um g upo de amigos comp a ba as de g elo pa a um chu asco. fazendo com que ele de eta ainda mais dep essa.200 cm 20. 4 b) é absu da. e) faz sentido. UnB-DF O ag iculto Luno Russo. ( ) Pa a pode eleva a água de sde o nível do lago até a ent ada da caixa d’água. é necessá io o uso de um sistema de bomb amento. Com uma das pontas da manguei a me gulhada em um lago p óx imo à esidência e a out a ext emidade atingindo. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . pois o cobe to não f o nece nem abso ve calo ao gelo. U. ele pôde ve ifica que a tempe atu a da água ao sai pelas to nei as atingia 45 C. c) é inócua.240 cm c) 100. ( ) Em um dia nublado. po que o cobe to dificult a a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. e) o p ocesso espontâneo de t ansfe ência de ene gia do co po de meno tempe atu a pa a o de maio tempe atu a.

e o b anco também é uma “co quente”. UESC-BA Substância Cob e Alumínio Inva Zinco Chumbo Coefici ente de dilatação linea ∝ ( C–1) 17. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. pois. c) a lã é bom isolante té mico. con tudo.2 mm.57 e) –20 e 100 5 GABARITO 24. no dese to. ajudando a esf iá-los ainda mais. usam oupas de lã b anca. UFRN Ce tos povos nômades que vivem no dese to.10–6 0. F. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15. os valo es da t empe atu a de fusão do gelo e ebulição da água na escala T.M. quando submetido a uma va iação de tempe atu a igual a 120 C. pa a se p otege em do intenso ca lo da atmosfe a. no B asil.10–6 IMPRIMIR Um fio de 5 m de comp imento. Mackenzie-SP Um te mômet o mal g aduado na escala Celsius. sob p essão no mal.43 e 63. enquanto o b anco é uma “co f i a”. d) a lã é natu almente quente (embo a esteja abaixo de 50 C) e. ajudando a efleti o cal o que vem de fo a. Sendo θE o valor lido no termôm mal graduado e θC o valor correto da temperatura. e o b anco eflete bem a luz em todas as co es. se explicado pelo fato de que: a) a lã é natu almente quente (acima de 50 C) e.51 d) 11. e o b anco abso ve bem a luz em todas a s co es.7. O p ocedimento dos povos do dese to pode.10–6 29. À p essão no mal quais são. ajuda a esf ia os co pos das pessoas.10–6 25. ap esenta uma dilatação de 10.10–6 23. a função de correção do valor lido é: 50 0 (θE – 2) d) θC = (θE – 2) a) θC = 51 21 20 21 b) θC = (2θE – 1) e) θC = (θE – 4) 22 20 30 5 23. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. no dese to. constata-se que o fio é de: 01) cob e 04) zinco 02) alumínio 05) chumbo 03) inva ¨ Avança ¨ FÍSICA . impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas.Te mologia. b) a lã é bom isolante té mico. 67 e 70. assinala 2°C pa a a f usão da água e 107°C pa a sua ebulição. 25. espectivamente. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. Itajubá-MG Uma escala termométrica “T” elaciona-se com a escala Celsius (C) confo me o g áfico ao lado. A pa ti dessas info mações e da tabela acima.22. onde as tempe atu as du ante o dia podem chega a 50 C. Essa atitude pode pa ece -nos est anha. usamo s a lã pa a nos p otege mos do f io. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais.

Conside a que o calo específico do gelo tem o valo constante de cgelo = 2220 J/ (kgK). ( ) a tempe atu a da ág a pa a t = 2 min é 80 C. Unioeste -PR Uma amost a de gelo. A pa ti desta quantida de de calo .Te mologia.8 g b) 38. d) gelo e água e) apenas gelo a 0°C.8 g e) 77. não oco eu ab so ção de calo . 29. Um ce to tempo após ecebe 16. Fuv est-SP Em um copo g ande.000 J de calo . a massa de gelo contida na mistu a inicial? Dados: • calo de fusão do gelo = 334. oco e am t ês t ansições de fase. com massa total de 100 g. fossem colocados 4 cubos de ge lo iguais aos ante io es. GABARITO Analisando-se o g áfico. te micamente isolado. UFGO No g áfico. Qual e a. UFRS Uma mistu a de gelo e água em estado líquido. ( ) de 0 a 9 minutos. UFMT Calcule o núme o mínimo necessá io de ba as de chocolate pa a p ove o co po de uma pessoa de 70 kg de ene gia suficiente pa a anda 10 km. • calo específico da água = 4. b) cada passo co esponde a 1 m e a elevação do co po a 1 0 cm.2 g 27. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . enc ont a-se à tempe atu a de 0 C.3 g c) 47. Suponha ue a fonte fo neceu ene gia té mica a uma potência constante desde o instante t = 0. 28.0 cal/g C. em g amas. do gelo que pe manece á neste estado. Dado: c = 1. 2) Conside e que 1 cal eqüivale a 4 J. A tempe atu a da água passa a se . 4 J/g. 30.8 g d) 72. ao se atingido o equilíb io. b) apenas água a 0°C. está ep e sentada a va iação da tempe atu a em função do tempo de uma massa de 200 g d’água. contendo água à tempe atu a ambiente (25°C). e que toda essa ene gia foi utilizada pa a aquece a água. que o calo de t ansfo mação tem o valo de Lf = 333 x 103 J/kg e que o siste ma está pe feitamente isolado. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA .26.. pode-se afi ma que: ( ) no p imei o minuto. são colocados 2 cubos de gelo a 0°C. have ia no copo: a) apenas água acima de 0°C. ap oximadamente . 6 Dados: 1) Conside e que cada ba a de chocolate p opo ciona um sup imento ene géti co de 500 kcal. conside ando-se que: a) a pessoa gasta ene gia exclusivamente pa a vence a fo ça da g avidade. ( ) a potência da fonte té mica é de 16 kcal/min.18 J/(g. ap oxim adamente. a mistu a acha-se completamente t ansfo mada em água líquida a 20 C. dete mina a massa. em vez de 2. de 1°C. de massa m igual a 30 g. está i nicialmente à tempe atu a de -10°C e ecebe 2997 J de calo . a) 22. C). Nas mesmas condições se. c) gelo a 0°C e água acima de 0°C.

( ) A tempe atu a de ebulição da água. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitament e no o ifício da placa. c) O te mômet o de bulbo úmido indica á uma tempe atu a mais alta que o de bu lbo seco quando a umidade elativa do a fo alta. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma geladei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. 373 K. a placa. Isso se deve ao fato de o vid o dilata -se mais que o m etal. ( ) Ao passa d e 1 C pa a 4 C. é de. pa a uma va iação de tempe atu a. ( ) Os ecipientes de v id o fechados com tampas metálicas são mais facilmente destampados. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou u m disco de aio . ( ) Como o coeficiente de dilatação do alumínio é maio do que o do fe o. não. a dilatação sof ida po uma ba a de a lumínio é semp e maio do que a va iação sof ida po uma ba a de fe o. pois ambos diminuí am de tamanho. 32. quando ambos são sujeitos à mesma va iação de tempe atu a. d) O te mômet o de bulbo úmido in dica á uma tempe atu a mais baixa que o de bulbo seco quando a umidade elativa do a fo baixa. a densidade da água aumenta.F. Em seguida. mas o disco. b) O anel encaixa-se no o ifício. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate ial da placa. Juiz de Fo a-MG A umidade elativa do a pode se avaliada at avés de med idas simultâneas da tempe atu a ambiente. d) Nem o disco nem o anel se encaixam mais no o ifício. quando o conjunt o é subme so em água quente. ap oximadamente. mas o anel. 33. sob p essão no mal. e) Nem o disco ne m o anel se encaixam mais no o ifício. U. O p imei o te mômet o é exposto di etamente ao ambiente. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel co ntinuam encaixando-se no o ifício na placa. podemo s conclui que. obtidas usando dois te mômet os dife entes . 7 b) O te mômet o de bulbo seco indica á semp e uma tempe atu a mais baixa que o de bu lbo úmido. podemos afi ma que: a) Os dois te mômet os indica ão semp e a mesma tem pe atu a. não. pois ambos aumenta am de tamanho. c) O disco passa pelo o ifício. concluímos que os co pos B e C possuem a mesma tempe atu a. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . sob p essão no mal. ( ) Se um co po A encont a-se em equilíb i o té mico com os co pos B e C. nessa situação. Em seguida. UnicapPE Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . mas o segundo tem seu bul bo (onde fica a mazenado o me cú io) envolvido em algodão umedecido em água (veja a fi gu a). Inicialmente. Depois de eti a o mat e ial da geladei a. todos os co pos encont avam-se à mesma t empe atu a e.Te mologia.31. Nesse caso.

Sabese que o calo específico e o calo latente de fusão do gálio são. 36. Robe to p etende toma um copo de água b em gelada. uma encosta com inclinação de 30 em elação à ho izontal. enquanto o fu o diminui. como indica o g áfico. a) Qual a quantidade de calo que um f agmento de gálio de massa 25 g. a pa ti do começo da ebul ição. num ecipiente te micamente isolado e de capacidad e té mica desp ezível. 8 GABARITO 38. UEMS Um estudante bebe 2 lit os de água a 10 C po dia. o bse vando-se uma va iação da tempe atu a da água com o tempo. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ . dete mine a qua ntidade de calo pe dido pela pessoa. em quanto tempo.6 x 105 J/kg. b) 1180 g de água e 20 g de gelo. Fuvest-SP Em uma panela abe ta. supondo que ele comece a 10°C e te mine quando o f agmento de gálio se funde integ almente. e) 1200 g de água a 1 C. aquece-se água. Conside e que todo o calo ge ado pelo at ito no movimento seja gasto na fusão da neve. (Tempe atu a do co po humano: 37 C) a) 54000 kcal b) 5400 cal c) 74 kcal d) 5 kcal e) 54 kcal 39.F. Espe ando pelo equilíb io té mico. e) a chapa se mantém. 410 J/(kg. Vunesp O gálio é um metal cujo ponto de fusão é 30°C. enquanto o fu o diminui. Dete mine a massa de neve fundida após o es quiado desce 90 m na encosta. UFPR Um esquiado desce. A massa do esquiado e de eu equipamento é 72 kg. 1000 g de água a 15 C e 200 g de gelo a -6 C. ambos a 0 C. Co m o aumento da tempe atu a. Pa a isso.Te mologia. d) 1200 g de água a 0 C.5 cal/g C • calo latente de fusão do gelo = 80 cal/g a) 1020 g de água e 180 g de gelo. c) a chapa tende a aumenta . e nquanto o fu o se mantém. ele pode liquefa -se intei amente quando colocado na palma da mão de uma pessoa. cujo calo latente de fusão é 3. b) tanto a chapa como o fu o tendem a diminui . espectivamente. Robe to obte á: São dados: • calo específico da água = 1 cal/g C • calo espec o gelo = 0. d) a chapa tende a aumenta . Conside ando que um lit o de água eqüivale a 1000 g amas e que seu calo específico é 1.0 cal/g C. com um fu o cent al. à p essão no mal. toda a água te á se esgotado? T (°C) (Conside e que o calo de vapo ização da água é a de 540 cal/g) 60 a) 18 minutos b) 27 minutos c) 36 minutos d) 45 minutos e) 54 minutos 1 2 3 4 5 t(min) 50 40 30 IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . c) 1100 g de águ a e 100 g de gelo.34. com velocidade const ante. ini cialmente a 10°C. po dia. ambos a -1 C. coloca. U. Unifo -CE Uma chapa de fe o. é int oduzida num fo no. 37. Des p ezando-se a evapo ação antes da fe vu a. devido unicamen te à ingestão de água. Pelotas-PR Num dia muito quente. e suponha a acele ação da g avidade igual a 10 m/s2. abso ve pa a fundi -se integ almente quando colocado na mão de uma pessoa? b) Const ua o g áfico t (°C) x Q (J) que ep esenta esse p ocesso.°C) e 8000 0 J/kg. em quilocalo ias. 35. po isso. quanto à á ea: a) tanto a chapa com o o fu o tendem a aumenta . Exp esse o esultado em g amas. é co eto afi ma que. ambos a 0 C.

apenas. A dilatação eal da gasoli na foi meno que a dilatação do tanque. tem altu a de 50 m quando a tempe atu a ambiente é de 40 C. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitamente no o ifício da placa.0009 C –1. apenas. n essa situação. II e III 9 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . men o é a capacidade do co po abso ve calo . e) Nem o disco nem o anel se enc aixam mais no o ifício. c) III. Em elação às seguintes afi mações: I. II. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel continuam encaixa ndo-se no o ifício na placa. Ma que a alte nativa co eta: a) Soment e I é ve dadei a. Pode-se afi ma : a) Apenas I e II são ve dadei as. na p opo ção de 1/100000. 43.5 4 lit os. Depois de um ce to tempo. mas o disco. mas o anel. d) I. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate i al da placa. UERJ Uma to e de aço. em centímet os. 44.Te mologia. a água diminui sua densidade quando aquecida de ze o a 100 C. A e B podem te calo es específicos dife entes e a mesma capacidade té mica. apenas. uma pes soa deixou o automóvel estacionado ao sol. c) O disco passa pelo o ifício. À noite. supondo que a tempe atu a caia pa a 20 C. III. b) Apenas I e III são ve dadei as. 41. e) Apenas I é ve dadei a . a va iação de mp imento da to e. U. Conside e que o aço dilata-se. O efeito de dilatação nos sólidos é um esultado do aumento da distância ent e os átomos que os constituem. não. se elevou de 10 C e uma quantidade de gasolina havia ento nado. Estão co etas: a) I e II. Ube aba-MG/Pias Tendo enchido complet amente o tanque de seu ca o. Em seguida. Sabendo que o coeficiente de dilatação volumét ica da gasolina é igual a 0. b) II e III. pa a cada va iação de 1 C.5 c) 2. Depois de eti a o mate ial da gelade i a. Em seguida. III. u sada pa a t ansmissão de televisão. em média. não. c) Somente I e II são ve dadei as. c) Apenas II e III são ve dadei as.5 42. tempe atu a ambiente. Quanto maio a capacidade té mica de um co po. Como a aio ia das substâncias líquidas. II. Inicialmente. A e B podem te o mesmo calo específ ico e dife entes capacidades té micas. pois ambos diminuí am de tamanho. líquido ou gasoso) p oduz vá ios efeitos impo tantes que inte fe em em nossa vida diá ia.0 b) 1. d) Todas são ve dadei as. d) Nem o disco nem o anel se encaixam ma is no o ifício. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou um disco de aio . A e B podem te o mesmo calo específico e a mesma capacidade té mica. se á de: a) 1. II. A quantidade de combustível que ext avasou do tanque ep esenta a dilatação eal que a gasolina sof eu. b) Somente II é ve dadei a. b) O anel encaixa-se no o ifício. e) Todas são fal sas. analise as afi mativas a segui : I. pois ambos aumenta am de tamanho. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . III. com capacidade pa a 60 lit os de gasolina. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma gelad ei a até alcança em o equilíb io té mico com ela.40. ve ificou que . II e III são ve dadei as. todos os co pos encont avam-se à mesma tempe atu a e. linea mente. A va iação no volume de gasolina foi de 0. UFMA A va iação de tempe atu a de um co po (sólido. PUC-PR Conside e as afi mações abaixo sob e dois co pos A e B de massas dife entes: I. a placa. d) I.0 d) 2.

Tempe atu a de ebulição da água na egião: te = 10 0°C.26 x 1016 kJ). Qual a ene gia despe d içada nesse p ocesso? Justifique. 47. UnB-DF Sabe-se que a ene gia associada a um fu acão típico é. os pontos co espondentes à tempe atu a inicial. a água numa panela fe ve a uma tempe atu a maio se ela estive destampada.°C) . São dados: Calo específico da água: ca = 4200 J/(kg. Em um dese to a tempe atu a é mui to elevada du ante o dia e sof e g ande edução du ante a noite. calcule quantas vezes o lago Pa anoá. 08. ( ) A maio ia dos líquidos e gases possui baixa conduti vidade. à tempe atu a e quantidade de ca lo abso vida no início da ebulição e à tempe atu a e quantidade de calo quando a água é ti ada do fogo. supondo que esse lago é capaz d e a mazena 1012 kg de água. a água pá a de fe ve e a estudante nota que esta am 0. é a fo ma p edominante de t ansmissão de calo nesses meios. em média. 49. UFMT Sob e as dive sas fo mas de p opagação de calo . o seu volume aumenta e a sua densidade diminui. ( ) Se as moléculas de um meio mate ial vib am. coladas à tempe atu a T0.45. 32. pelo meno s. 48. Desp eze o calo abs o vido pelo ecipiente. po que o seu calo específico é maio do que o das out as substânc ias. a lâmina bimetálica ap esenta a cu vatu a ao lado: Explique po que a lâmina se encu va. A convecção.9 × 10–5 cal/g°C e ∝b onze = 1. 16. po que a a eia tem um calo específico muito elevado. Devido à p oximidade de g andes massas de água. como esposta. em B asília.Te mologia. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. a sua dilatação e a dilatação da água. as va iações de tempe atu a ent e o dia e a noite são p equenas ou bem meno es do que em um dese to. Densidade (massa específica) da água: dA = 1000 kg/m3. l/g°C. Em um mesmo local. 46.5 x 106 milhões de kWh (1. UFR-RJ Nas ilust ações das figu as. pois a evapo ação do suo consome ene gia do co po humano. cujo cal o latente é de 2. ( ) A condução é o modo pelo qual o calo é t ansfe ido at avés de um meio mate ial com t ansfe ência simultânea de maté ia. 02. b 10 GABARITO Ao se aquecida até uma tempe atu a T > T0. 3. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A t anspi ação é um mecanismo de cont ole de temp e atu a. o c alo é t ansmitido po condução. julgue as afi mativas . 1 m3 = 1000 . temos uma lâmina bimetálica composta de chumbo e b onze. em Flo ianópolis. A água é usada pa a ef ige a os m oto es de automóveis. a) Faça o esboço do g áfico x Q (J) que ep esenta esse aquecimento. a soma das alte nativas co etas. cujos coefici entes médios de dilatação linea são espectivamente ∝p = 2. Conside ando que essa ene gia é p oveniente da condensação de vapo d’água. Calo latente de vapo ização da água: Lv = 2300000 J/kg. Quando eti a o ecipiente do fogão. Quando uma ce ta massa de água é aquecida de ze o g au a 4 g aus Celsius. po oco e somente nos líquidos e gases. pode s e p eenchido pela água condensada em um fu acão típico. e o coloca pa a fe ve num fogão de potência constante. a tempe atu a ambiente de 20°C. equivalente ao consumo anual de ene gia elét ica nos Estados Unidos da Amé ica.0 de águ a num ecipiente g aduado. Dê. Coloque. caso exi sta. ¨ Avança ¨ FÍSICA . ou seja. Vunesp Uma estudante põe 1.257 kJ/kg.80 de água no ecipiente. 04. IMPRIMIR b) Suponha que toda a água que falta tenha sido vapo izada. onde t (°C) é a tempe atu a da água contida n o ecipiente e Q (J) é a quantidade de calo abso vida pela água. Desp eze a pa te f acioná ia de seu esultado.

densid de d águ . Unicap-PE O g áfico da figu a ao lado ep esenta a va iação do comp imento (∆ ) de duas barras A e B. c) para vaporizar 50 g de hélio. concluímos que o comprimento d tubul ção v riou de 60 mm.2 x 10–5 ºC–1) com 50 m de comprimento sofre um v ri ção d tur de 100 k.150 m e) 21. quando a tempe atu a é de 20 C. feito de aço. ( ) Se as barras são feitas do mesmo material. podemos concluir que a barra A é m ais comprida do que a barra B. sob a ação do sol. gases e vapores). tem um comp imento de 20. Assinale verdadeira ou fa lsa: ( ) devido a uma diferença de densidade entre as partes de um fluido (líquidos. que se b sei n dil t ção de lâmin s bimetálic s. 009 m 51. umen t e. dilatação e transmissão de calor ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡   ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡   ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ . ( ) Nos ferros elétricos.5 x 10–5/ C.015 m d) 20. a te mpe atu a do poste se eleva pa a 50 C. Ponto de Ebulição (ºC) 357 184 100 78 59 −196 −269 11 Substância Mercúrio Iodo Água Álcool Etílico Calor de Vaporização (cal/g) 65 24 540 200 44 48 6 GABARITO Bromo Nitrogênio Hélio Analisando a tabela podemos concluir que: a) o bromo passa de líquido para vapor e m 44 C. 53. UFGO A temperatura é uma das grandezas termodinâmicas cuja variação pode alterar as propriedades térmicas de substâncias. ao meio-dia. sob pressão norm l. em função da temperatura T.50. ( ) Uma tubu lação de vapor de aço (α ço = 1. FURG-RS A t bel seguir mostr os pontos de ebulição e os c lores de v poriz ção (à pressão de 1 tm) p r 7 substânci s diferentes.000 m du ante a mad ugada. logo. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. inici lmente. o álcool etílico é líquido. utiliz -se um dispositivo ch m do de termost to. UFPB Um poste de iluminação pública.500 m c) 20. ( ) Os cabos metálicos usados na construção civil devem possuir coeficiente de dilatação aproximadamente igual ao do concreto. Se o de coeficiente de dilatação té mica do aço va le 1. são necessárias 600 calorias. então o comp imento do poste. se á: a) 20. diminui. ( ) a temperatura é a medi da da quantidade de calor de uma substância. em seguid . p r control r temper tur . e) na temperatura ambie nte. um grama de nitrogênio requer o dobro de calorias que um grama de iodo. o mercúrio é vapor. 52. ( ) Ao ser quecid de 1ºC 6ºC. 09 0 m b) 20. Ao meio-dia. ( ) a c apacidade térmica depende do estado de agregação da substância. d) na temperatura em que a água ferve. o processo de propagação de calor ocorre por convecção térmica. b) para passar para vapor.

( ) É correto inferir que e xistem correntes de convecção no núcleo exterior da Terra. UEMS Uma pessoa agachada perto de uma fogueira de festa junina é aquecida mais significativamente por: a) condução d) condução e irradiação b) convecção e) condução e co radiação 56.54. é correto concluir que. líqui do.0 d) 11 e) 13 55. deve ser igual à do ponto de fusão do ferro sob a pres são aí predominante. e do núcleo interior. ( ) Considerando que a condutividade térmica é a mesma em qu alquer ponto da crosta da Terra.050 12 2.0 min utos.0 b) 7. O calor latente de fusão do chumbo. pode se estimar que a temperatura no interior d a crosta aumenta com a profundidade em mais de 10 C/km. não existiu fl uxo de calor do interior para a crosta terrestre. e. a temperatura é uma das m enos conhecidas. Depois. em cal/g.020 c) 0. Com base no texto. limite do núcleo exterior. ( ) Sabendo que tanto o núcle o exterior quanto o interior são formados de ferro e que a pressão cresce com a prof undidade.010 b) 0. em cal/g C: a) 0. é igual a: a) 5. O gráfico ao lado é uma estimativa de como varia a temperatura no i nterior da Terra em função da profundidade. ( ) Sabendo que as temperaturas mostradas no gráfico têm se mantido constantes no d ecorrer dos últimos milhões de anos. UnB DF De todas as propriedades físicas da Terra. Haja vista existirem muitas evidências de que o núcleo da Terra é formad o. Londrina PR Para ter um padrão de comparação. de ferro. é correto inferir que a temperatura de fusão do ferro aumenta com a pressão. U. dilatação e transmissão de calor   ¦     ¦   ¦ ¦ .0 c) 9. assim.030 d) 0. antes de se fundir vale. um estudante verificou que cert a chama de um bico de Bunsen eleva de 10 C a temperatura de 200 g de água em 4. ju lgue os itens a seguir. 1.E. usando a mesma chama. aparece como uma tira delgada no canto esque rdo do gráfico. Essa temperatura é de aproximadamente 6000 C. O estudante conclui corretamente que o calor específico do chumbo. a temperatura do ponto A. A crosta. obteve dados para a construção da curva de aquec imento de 500 g de pequenas esferas de chumbo. nesse período. que é a camada mais externa. sólido.040 e) 0. só te m 30 km de espessura média. basicamente. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia.

e) era igual à temperatura ambiente. marcado obre a curva da figura c. UFPE O gráfico abaixo apresenta a variação do comprimento L de uma barra metálica. b) Qual a porc entagem de alongamento da barra no ponto em que ela atinge o rompimento? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Logo após o abastecimento deixou o carro no mesmo local.Termologia. com temperatura de 10 C. quanto João perdeu em dinheiro? Dado: Coeficien te de dilatação térmica da gasolina igual a 1. coloca u m dentro do outro.00 x 10–5 GABARITO 60. O ponto R. em C–1? a) 1. aplicada conforme mostrado na igura b. Dentre as muitas explicações possíveis para esse fato. de comprimento inicial L0 e área de seção reta A (ve r figura a).1 10–3 C–1 58. Qual o coefic iente de dilatação linear da barra.M. Ttriângulo Mineiro MG ona de casa lava dois copos de materiais diferentes e. é deformada pela ação de uma força de tração F. só voltando para buscá lo mais tarde.10 o litro. João encheu completamente o tanque de seu carro com gasolina e pagou R$ 33.00 x 10–5 d) 4. O trecho da Lo Lo curva compr eendido entre os pontos O e P corresponde a uma relação linear entre tensão ∆L . deformação relativa) para o qual há ruptura da barra.57. c) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação menor que o de fora. 13 d) era igual à temperatura ambiente. cilíndrica. logo em seguida. mas o copo de dentro te m coeficiente de dilatação menor que o de fora. quando a temperatura atingiu a marca de 30 C. uma delas é que a temperatura da água com a qual os copos foram lavados: a) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de d entro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. Depois de algum tempo em que a temperatura ambiente permanece constante. a) Calcule o valor da con tante E para o aço em que tão e expre e ua unidade .00 x 10–5 e . ela nota que eles estão presos e não consegue separá los.00.00 x 10–5 c) 3. O gráfico da figura c mostra como varia a tensão s (força de tração por ∆L L − L o idade de área de seção reta) versus deformação relativa. UFC Uma barra de aço. mas o copo de dentro tem coeficiente de dilat ação maior que o de fora.00 x 10–5 b) 2. 59. F. UFR RJ Pela manhã. dilatação e tran mi ão de calor Avançar ¦ © © ¦ © ©   ©© §   © ©© ©   © ¦ ¦ © ©   © ¦ . que o tanque dilatou e que a gasolina custou R$ 1. em função da temperatura T. b) era mais alta que a tempe ratura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. indica o pa r de valore (ten ão. dada por σ = E Lo módulo de ela tici dade ou módulo de Young. = . em que a constante E é conhecida como e deformação relativa. Sabendo se que o combustível extravasou.

pelo meno . A e e re peito. A água ganha calor da chama do fogão. ou bilha d’á . da temperatura inicial e do calor e pecífico do macarrão. a águ e aquece. ( ) Quando colocamo um ovo para cozinhar. Quanto maior a quantidade de água ferv ente na panela. predominantemente por meio do proce o de condução térmica. que go ta de pe car. i o e deve ao fato de que o metai ão mai frio que a madeira . UFSC Recomendam algun livro de culinária que. e creva V para a afirmativa v erdadeira ou F para a afirmativa fal a . para manter ua temperatura de ebulição e ceder energia para o macarrão e para o mei o ambiente. 08. Para fazer i o. o grau de a gitação molecular tende a permanecer con tante. O macarrão cozinha tão rapidamente em 1 litro como em 5 litro de água. a oma da alternativa correta . 04. a temperatu a inferior à do ambiente. ao e cozinhar macarrão. ( ) O aumento de temperatura que a água ofre ao pa ar po r um chuveiro elétrico funcionando adequadamente e deve à pa agem da corrente elétri ca pela água.e novamente. Ao er colocado na água fervente. ( ) Durante a olidificação. poi a t emperatura máxima de cozimento erá 100ºC. feita de barro. coloca um pedaço de cano de chumbo dentro de uma lata e deixa-o por algum tempo na chama forte de um fogão . ( ) No interior do Paí é muito comum a utilização de moringa . A partir de a fa e. a cau a de e aquecimento é a conver ão de energia lumino a em energia tér mica. deve.e fazê-lo em ba tante água – não meno do que um litro de água para cada 100 g – e omente p o macarrão na água quando e ta e tiver fervendo. ( ) Quando e levanta. perdendo calor para o ambiente. UFMT Caju. uma pe oa ju lga (ao contato do pé nu ) que o chão de madeira do quarto apre enta temperatura uperior à da maçaneta metálica (ao toque da mão). ( ) O chumbo cede calor para o ambiente e olidifica . U. co tuma moldar eu próprio chumbo de pe caria. em nece idade de geladeira. A argumentação apre entada é pro cedente. 64. poi a capacidade térmica da água não depende da ma a. con eqüentemente. o chumbo líquido é colocado dentro de uma forma. ( ) Quando uma garrafa de vidro tran parente conte ndo água é colocada ao ar livre. ( ) No proce o de olidificação. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © ©© © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © ©© ©© © © © ©© © © ©© © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © .Termologia. o ovo e a quece devido à tran ferência de calor da água para ele. 5 litro de água. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Para o cozimento d o macarrão. a umindo a forma de ejada. 16. julgue a propo içõe . 62. a alegação do u uário é que ela mantêm a água fre quinha. A im. coex i tem a fa e líquida e ólida do chumbo. 63. para que cozinhe rapidamente e fiqu e firme. pode er tran f erida de um corpo a outro de vária forma . A capacidade térmica do macarrão varia com a quantidade de água u ada no cozimento. de acordo com a receita para 500 g de macarrão ão nece ário . imer o em água quente. atravé da panela . o macarrão recebe calor e ua temperatura aume nta até ficar em equilíbrio térmico com a água. em muito rigor denominada genericamente calor. 32. 02 . ( ) Durante a olidificação. Católica-DF A energia térmica. e e ju tifica pela evaporação. expo ta à radiação olar direta durante algum tempo. podendo provocar variado efeito no corpo que a recebem ou perdem. A re peito do a unto a inale a( ) propo ição(õe ) correta( ) : 01. como re po ta. maior erá a quantidade de calor que poderá er cedida ao macarrão e. em uma panela de tampada em Florianópoli . a temperatur a do chumbo varia. Depoi de derretido. o que importa é a temperatura e não a ma a da água. A quantidade de calor que deverá er cedida pela água fervente para o macarrão atingir a temperatura de equilíbrio depende da ma a. mai rápido cozinhará. Dê.14 61.

a OMS de taca que inai emitido p or e te aparelho con eguem penetrar em até 1 cm no tecido humano . c) do caminho livre médio. podem te r o(a) me mo(a): a) capacidade térmica. no primeiro 100 da experiência. Calor latente é o calor cedido ou ab orvido. o pedaço de e tanho ab orvem uma quantida de de calor igual a 20. d) III e IV e tão correta . IMPRIMIR Voltar FÍSICA .4 W e ó ão gerado enquanto o u uário fala a telefone. b) condutividade térmica. UFRN Quantidade de ma a diferente de água pura e óleo comum de cozinha (amba na me ma condiçõe de pre ão e temperatura). O inai emitido pelo celulare têm. b) I e III e tão correta .2 J). num recipiente que contém um termômetro e o aquece ob pre ão con tante. Sobre a afirmativa acima. que repre enta a tempera tura do e tanho em função do tempo de aquecimento. é correto afirmar: ( ) A temperatura de fu ão do e tanho é 232ºC. Calor en ível é o calor cedido ou ab orvido. 67.ºC. 66. I II. e time o tempo total de conver ação nece ário para que um u uário de 60 kg tenha um acré cimo de temperatura de 1ºC. O calor e pecífico da água vale 1 cal/g. Então. ( ) Entre 100 e 20 0 do início da experiência.64. e) do número de molécula por centímetro cúbico. d) da velocidade máxima da molécula . II. b) da energia cinética média da mo lécula . A quantidade de calor cedida ou recebida é o quociente entre a capacidade térmica e a variação de temperatura. UFPR Um e tudante coloca pedaço de e tanho. ( ) Suponha que a capacidade calorífica do pedaço de e tanho eja igual a 100 cal/ ºC. Con iderando que o corpo huma no é formado ba icamente por água. c) den idade. e) II. que e tão a uma temperatura de 25ºC. provocando mudança de fa e. o e tudante elabora o gráfico mo trado abaixo.Termologia. Ne te relatório. provocando apena variação de tempera tura. o e tanho e apre enta totalmente no e tado líquido. UFSE A temperatura ab oluta de um gá perfeito é uma indicação direta : a) da quantidade de movimento média da molécula . pode. UFR-RJ Sobre calorimetria de uma dada ub tância. Depoi de vár ia mediçõe . o e tanho não ab orve calor. Capacidade térmica é o quociente entre a ma a do corpo e o calor e pecífico. III e IV e tão correta . Com ba e no enunciado e no gráfico . IV.e afirmar que: a) I e I I e tão correta . uma potência de 0. PUC-RJ A Organização Mundial de Saúde (O MS) divulgou recentemente um relatório obre o impacto na aúde humana da radiação emiti da pelo telefone celulare . c) II e IV e tão correta . d) c alor e pecífico. 15 GABARITO 68. ( ) A temperatura do e tanho no in tante 300 do início d a experiência é igual a 673 K. Con idere que apena 50% da ene rgia emitida pelo celular eja re pon ável pelo referido aumento de temperatura (1 cal = 4. ão feita a eguinte afirmaçõe : I. ( ) Entre 100 e 200 do início da experiência.7 kcal. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © . 65. provocando um corre pondente aumento da temperatura do corpo. em média.

( ) Aquecido. a inale a alternativa que. além de executar ua atividade regulare . ( ) Quanto maior for a pre ão que atua ob re um ólido. a parte que tran borda repre enta ua dilatação ________________ . é correto afirmar que: 01. ( ) No interior da panela de pre ão de u o domé tico. o gelo pode e tran formar em água líquida. Con idere o calor e pecífic o da água igual a 1 cal/gºC. líquido. a oma da alternativa correta . é equivalente a: a) 2480 b) 2520 c) 2600 d) 2640 72. Com ba e no gráfico e na inform açõe dada acima. no me mo dia. Com relação à latação do líquido . E a mudança ocorre a uma determinada temperatura. 71. ordenadamente. a) aparente — real — oma — aparente b) real — aparente — oma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — apare aparente — real — diferença — real 16 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . julgue a afirmativa . Sob pre ão normal. Em cada uma de a pa agen . ele vira líquido. 0 2. que mo tra a evolução temporal da temper atura de 5 g de uma ub tância cujo calor e pecífico é de 0. quando e e quenta uficientemente e e líquido. ( ) Quando e aquece um ólido uficientem ente. pode entrar em ebulição ao er reduzida a pre ão ambiente. ou e ta em gá . e a pe oa. ( ) O calor nece ário para tran formar gelo em água líquida. A dilatação ________________ do líquido é dada ela ________________ da dilatação do fra co e da dilatação ________________ . como re po ta. UERJ Suponha que uma pe oa preci e de 2400 kcal/dia para uprir ua nece idade de energia . a fa e líquida aconteceu entre o in tante t2 e t3. ele vira gá . dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © © © © © ©© © ©© © ©© ©© © © © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © ©© © © © © © © © ©© © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © . Num determinado dia. Mackenzie-SP Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido. a ub tância pa ou da fa e ólida para a fa e líquida e recebeu 250 cal. e a água não con titui uma exceção. 70. é chama o Calor Latente. a água e mantém líquida até 00ºC. vira pla ma. UFMT Como a maioria da ub tância . A nece idade de energia de a pe oa. a água pode exi tir como ólido. 08. a pa agem para a fa e ga o a aconteceu entre o in tant e t4 e t5.Termologia. 16. a matéria em que tão ganha energia.69. a ub tância ofreu dua mudança de fa e. E a ub tância pre ci a receber 50 cal/ g para pa ar do e tado ólido para o e tado líquido e 100 cal/ g para pa ar do e tado líquido para o e tado de gá . de modo que o quarto e tado é o mai energizado d e todo .5 cal/gºC. Dê. ca minhou durante uma hora. normalmente 0ºC. em kcal. mai baixo erá o eu ponto de fu ão. o alimento é cozido rapidamente porque a alta pre ão permite que a temperatura da água e mante nha acima do eu ponto de ebulição normal. Sobre o e tado fí ico da água. quando não uficientemente quente para ferver ob pre ão normal. a ub tância recebeu 500 cal entre o in tant e t3 e t4. ( ) ua. entre o in tante t1 e t2 . A energia ga ta ne a caminhada é a me ma nece ária para p roduzir um aumento de temperatura de 80ºC em 3 kg de água. 04. quando o gá é aquecido uficientemente. preenche de modo corr eto a lacuna do texto acima. UFMT Ob erve o gráfico a eguir. gá e a té atingir o e tado de pla ma. para pa ar da fa e líquida para a fa e ga o a.

. num organismo humano libera 9300 calorias.à temperatura de 15 ºC. e) Apenas II e III. a) 0. referentes a esse gráfico. encontram. em unidade arbitrária . sendo menor na etapa entre A e B. III. 1998. O gráfico abaixo repre enta.Termologia. U. UFRS Calor é ab orvido por uma amo tra de certa ub tância. c) Apenas III d) Apenas I e III. o valor da temperatura na qual a água po ui den idade máxima é igual a: 01) 180 02) 212 03) 269 04) 277 05) 378 c) Ao receber 1kcal de energia térmica. em ºC.10–2 cal/gºC. São Paulo: IBEP. I. 76..8g e) nenhuma das anteriores c) 65g IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ma que a ume a cor azul-e verdeada em lugare profundo . 0. 17 O valor de Dq. a ma a de água ingerida diari amente por e a pe oa. como função da variação de temperatura (∆T) que este calor provoca na mesma. Acre centando. O calor específico da substânc ia tem um valor constante na etapa entre A e B e outro valor constante na etapa entre C e D. b) Apena s II. é igual a: 01) 0. e o eu calor e pecífico é de 1cal/gºC (. II.. Salvador-BA No interior de um calorímetro ideal. ólido e ga o o obre 73% do plan eta (.: Supor o calor específico do sangue igual ao calor específico da água.73. Magno Urbano de & Carvalho. é um líquido tran parente. Se o nosso corpo possu i 5300g de sangue.5 b) Utilizando. O calor específico da substância tem valor crescente tanto na etapa entre A e B como na etapa entre C e D. 224-5. determin o valor de x. em abor e em cheiro. dilatação e transmissão de calor Avançar © © ©© © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © ©© ©© © © © © © © © © . L1. é igual a: 01) 35000 02) 3500 03) 350 04) 35 05 ) 3. p. UESC-BA A água e tá difundida na natureza no e tado líquido.65g d) 68g b) 6. Química.. Antônio.e 300 g de um líq uido.). Em eu e tado natural mai comum.e ao calorímetro 100 g de outro líquido .5 kg de água apre enta uma variação de temperatura Dq.5 litro de água a 4ºC por dia. em co ndiçõe na quai ua ma a é mantida con tante e é nulo o trabalho realizado pela amo t ra. o calor (Q) ab orvido pela amo tra. A linha vertical que aparece no gráfico entre os pontos B e C indica que nessa etap a a amostra sofre uma mudança de estado. à temperatura de 80 ºC.e que o calor e pecífico de L 1 é igual a 1 cal/gºC e o de L2 é igual a x. o i tema atinge o equilíbrio térmico a 75 ºC. Quais estão corretas? a) Apenas I. Sabendo. Po ui um a den idade máxima de 1g/cm3 a 4ºC. em grama . quanto de gordura deve ser metabolizado para fornecer o calor necessário para elevar a temperatura do sangue da temperatura ambiente (25°C) até a t emperatura de nosso corpo (37°C)? Obs. L2.e a e cala Kelvin. a) Se uma pe oa bebe 3. Macedo. Ana lise as seguintes afirmações.).5 02) 1 03) 2 04) 5 05) 10 74. FEI-SP A oxidação de 1g de gordura. 75.

...... a soma das alternativas corretas. como resposta.6 cal/g ºC e) 1.. IV.4 cal/g ºC d) 1 .103 cal/ºC.. calor específico da areia. concl ui-se que o calor específico do material de que ele é feito vale: a) 0.. Durante o dia a temperatura no deserto é muito elevada........ U.. Ponta Grossa-PR O gráfico abaixo representa a relação entre a variação de tempera tura de um corpo de 200 g de massa... 18 01. FURG-RS Selecione a alternativa que complete corretamente as frases abaixo.. III. O calor latente de fu são do material é 800 cal/g.. O calor específico do material no estado sólido é 200 cal/gºC... A transferência de calor do Sol para a Terra é feita p elo processo de .. A capacidade térmica do material é 8.. quantidade de radiação que uma roupa clara.. Uma roupa escura absorve .. I. O material passa para o estado gasoso a 500ºC. mediu-se a quantidade de calor Q (em calorias) que ele absorvia para atingir diferentes temperaturas T (em graus Celsius)... e duran te a noite sofre uma grande redução... dilatação e transmissão de calor Avançar .. 08. Os resultados es tão apresentados no gráfico ao lado.. é a temperatura de ebulição da água. Dê.. menor é a pressão atmosférica e . 79. UFPB Para uma análise das propriedades térmicas deum sólido.... O calor específico do material no estado líquido é 0... assinale o que for correto. Com base nesse gráfico. inicialmente no estado sólido... Isso ocorre em virtude do ..5 cal/gºC..2 cal/g ºC c) 0........8 cal/g ºC 78. Sabendo-se que a massa do sólido vale 50 g. de um determinado material.77.... Q uanto maior a altitude.0 cal/g ºC b) 0.. e a quantidade de calor absorvido pelo mesmo.. II...Termologia. 16. 02. a partir de uma temperatura inicial fixa.E. A alternativa que completa corretamente as lacu nas das frases é: a) menor – grande – maior – convecção b) menor – pequeno – maior – radiaç – pequeno – igual – convecção d) maior – pequeno – menor – radiação e) maior – grande – me IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 04.

0 cal/gºC 83. O calo r necessário para aquecer o sistema de 270 K a 300 K.3 . correspondem. o do metal. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Termologia. vale: a) 0.3 .0 min. U. em calorias. O calor J específico da água é igual a 4200 kg.20 e) 0. Univali-SC Você certamente já deve ter queimado os dedos ao tentar s egurar uma colher de alumínio parcialmente mergulhada em uma panela que continha c há ou café bem quente.13 J /gºC e calor latente de fusão igual a 25 J/ g. então o instante T do gráfico. mesmo não estando em contato direto com o líqui do quente. em 3. Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. Unifor-CE Um calorímetro de capacidade térmica 11 cal/ºC contém 20 g de gelo.68 × 10–1m de altu ra e desliza até atingir a base do calorímetro. 81. de 20 ºC até 50 ºC.50 b) 0.°C . 102 c) 9. 84. é abandonado a 1. Se o chumbo tem calor específico igual a 0. d) correntes de convecção em um líquido. admitindo-se que toda a energia liberada pelo ebulidor tenha s ido transferida para a água. utilizando uma fonte térmica de potênci a eficaz igual a 100 W. sem perdas. nas mesmas unidades .0 cal/gºC. O cabo da colher. UFRJ Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes incl inada como mostra a figura.50 cal/gºC Calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g Calor específico da água = 1. em segundo s. Unifor-CE Uma fonte térmica fornece calor com potência constante. a partir da temperatur a de 27ºC Ele anota os dados da variação da temperatura em função do tempo. b) transferência de calor por conduçã transferência de calor por irradiação. ela gasta 45 s. pode-se afirmar que: a água deverá ter elevad o sua temperatura em 15 ºC. realiza uma experiência para determinar a quantidade de en ergia necessária para fundir completamente 100 g de chumbo. e a energia total consumida. e constrói o gráfico ao lado. a: a) 25 e 2500 b) 39 e 3900 c) 25 e 5200 d) 39 e 6400 e) não ocorre transferência de calo r. Para aquecer 250 g de um metal. é utilizado para aquecer 2 kg de água. 102 b) 6. ao longo da ex periência. quando pára.30 d) 0. a p artir da temperatura ambiente. dilatação e transmissão de calor Avançar . Católica-GO Um ebulidor (aparelho elétrico para ferver água). em joules.80. UERJ Um técnico. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde. 85. de 25 ºC a 40 ºC. 103 e) 6. também aquece. de potência igual a 420 W. Um bloco de gelo. Sendo o calor específico da água igual a 1.5 . 102 d) 2. a 0ºC. Ela aquece 100 g de água. Ao fi nal de 5 minutos.36 × 105 J/kg e considerando g = 10 m/s2.10 19 82. respectivamente.40 c) 0. vale: a) 3. Esta situação é um exemplo típico de: a) transferência de calor p r convecção.3 .3 . 103 Dados: Calor específico do gelo = 0.

GABARITO 87.190 d) 0. as duas latas foram expostas ao Sol. UnB-DF No experimento ilustrado na figura ao lado. UFSE Misturam-se 100 g de água a 20 ºC com 30 g de gelo a – 5. uma equipe de alunos usou duas latas fechadas.50 cal/gºC IMPRIMIR Voltar FÍSICA . absorverão as mesmas quantidades d e energia luminosa. ( ) O valor da máxi ma energia térmica absorvida pela água no interior da lata preta durante a experimen tação é maior que 19 kcal.0 .800 b) 0. As variações da temperatura da água em função do tempo enco am-se registradas no gráfico abaixo. Uma das latas foi pintada externamente com tinta de cor preta e a outra. exceto por ter sido polida externamente até que se tivesse uma superfíc ie prateada espelhada. ( ) A máxima diferença de temperatura entre a água no interior da lata preta e a água no interior da lata branca foi maior que 20ºC. em cal/gºC. ( ) Se uma terceira lata fosse acrescentada à experiência nas m esmas condições. as latas.8 . independentemente de sua cor. No equilíbrio térmico ficam 6. 0 .M.0 ºC.050 88 . 102 c) 2.500 e) 1. ( ) Estando sob a sombra de um a árvore. F. Itajubá-MG Calcular o calor específico sensível. aproximadamente: d) 2. 103 a) 4.075 c) 0.0 cal/gºC Calor latente de fu são do gelo = 80 cal/g Calor específico do gelo = 0.Termologia.4 . 20 Com o auxilio das informações apresentadas e considerando o calor específico da água igu al a 1 kcal/(kg ºC). em calorias. de 400 g de uma su bstância cuja relação entre a temperatura (T) em função da quantidade de calor absorvida ( Q) está expressa no gráfico ao lado: a) 0. cada uma com 1 kg de água armazenado em seu interior e munid a de termômetro que permitia medir a temperatura da água. em seguida. rec olhidas à sombra de uma árvore. 10 e) 2. 104 4 b) 2. A quantidade de calor que o gelo recebeu. Primeiramente. e. a curva de variação da temperatura da água no seu interior em f unção do tempo teria seus pontos entre as duas curvas apresentadas no gráfico acima. dilatação e transmissão de calor Avançar .86.0 g de gelo flutuando na água. julgue os itens que se seguem.4 . 103 Dados: Calor específico da água = 1. foi. em um dia sem nebulosidade. de cor branca.

em fluxo constante. Novamente em B. o leite quente é resfriado pelo leite frio que entra por A. Fuvest-SP O processo de pasteurização do leite consiste em aquecê-lo a altas tempe raturas. A convecção é um processo de transferência de energia que ocorre em meios fluidos. 21 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Cefet-PR Considere as afirmativas abaixo: I. deixa-se fu ncionar. a en ergia interna aumenta. II. Sendo a mas sa do corpo igual a 100 g. a 20°C. d) I somente. c) II e III somente.89. o l eite retorna a B. determine: a) o calor específico do corpo. é aproximadamente de: a) 20°C b) 25°C c) 60°C d) 65°C e) 75°C 90. 91. e) I. II e III. A condução é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem à mesma temperatura. em uma cozinha fechada. uma geladeira com porta aberta para diminuir a temperatura média da cozinha. sendo aquecido (no trocador de calor B) pelo leite que já f oi pasteurizado e está saindo do sistema. Para isso. Em seguida. a 5°C. d) Apenas I e II. e supondo que o sistema seja bem isolado termicamente. Em condições de funcionamento estáveis. b) I e III somente. Com essa temperatura. I. dilatação e transmissão de calor Avançar . o sistema recebe calor e realiza trabalho. UFR-RJ O gráfico abaixo mostra como a temperatura de um corpo varia em função do tempo. b) Apenas II. III. pode-se afirmar que a temperatura indicada pelo termômetro T. que monitora a temperatura do leite na saída de B. em cal/gºC. III. Num dia de muito calor. 92. até que ele atinja 80°C. Quando 1 kg de água à 100ºC se tra nsforma em vapor de água sem alteração de temperatura e sob pressão atmosférica normal. É(são) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) I e II somente. Durante a fusão e a vaporização de uma substância. em cal/ºC. III. e resfriálo em seguida. o leite percorre um sistema. II. saindo do sistema (através de C). passando por três etapas: I. através da resistência R. II. por alguns segundos. b) a capacidade térmica do corpo. e) Apenas II e III. A radiação é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem no vácuo. UFRS A seg são feitas três afirmações sobre processos termodinâmicos envolvendo transferência de ener ia de um corpo para outro. c) Apenas II I. quando aquecido por uma fonte de fluxo constante de 90 calorias por minuto. completa-se o aqueciment o do leite.Termologia. Quais estão correta s? a) Apenas I. O leite entra no sist ema (através de A).

recebe calor na razão de 1000 calorias por minuto. O corpo X a 65ºC foi colocado em contato com corpo Y a 40ºC até entrarem em equilíbrio térmico. têm temperaturas. O Calor latente de fusão do material que constitui esse corpo é. em ºC? a) 0 b) 10 c) 20 d) 30 e) 40 96. Supondo que somente há troca de ca lor entre eles. qual a temperatura que se es tabelece no equilíbrio térmico? 97. d) I para V. contém 200 g de água a 50ºC. em cal/g. o corpo X cedeu para o corpo Y uma quantidade de calor. O volume de água V1 é misturado a V2. e) II para III. Cefet-PR A geada é um fenômeno que ocorre durante a estação fria no Sul do Brasil.Termologia. na transformação de: 22 a) I para II. UFSE O gráfico representa a temperatura de um corpo de massa 200 g que. dilatação e transmissão de calor Avançar . UFSE O gráfico representa a quantidade de calor absorvida pelos corpos X e Y e m função da temperatura desses mesmos corpos. e sendo V1 = 3V2. inicia lmente no estado sólido. igual a: a) 30 b) 40 c) 50 d) 70 e) 90 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . de capacidade térmica desprezível. m seu interior é introduzido um bloco de ferro com massa de 200 g a 50ºC. UFR-RJ Dois recipientes com volumes V1 e V2 de água. Nestas circunstâncias. O calor específico da água é de 1 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g.93. em calor ias. iguais a 16ºC e 64ºC. um bloco de gelo de 500 g a 0ºC é também colo ado dentro do calorímetro. qual a temperatura de equilíbrio deste sistema. b) V para IV. Não há trocas de calor com o ambiente. Em seguida. GABARITO 95. respecti vamente.11 cal/gºC. Unirio Um calorímetro. O calor es pecífico do ferro é 0. igual a: a) 10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 100 94. Esse fenômeno pode ser ilustrado no diagrama de esta do da água. Supondo haver troca de calor apenas entre os líquidos. c) III para IV.

esta água seria eliminada levando consigo toda essa energia e sem fornecer nenhuma energia para o corpo.) 23 99. uma po ção de batata f ita e um ef ige ante de 300 mL (530 kcal). 02. Pode se afirmar corretamente que: 01. ∆L = L − L0. som d s ltern tiv s corret s . a soma da s alternativas corretas. No corpo de maio r capacidade térmica. atingem o e uilíbrio térmico. de massas iguais. 04. Colocados em um calorímetro idea l. A energia cedida por A é igual à energia recebida por B. b) uma caixinha de água de coco – 300 mL (60 kcal). UFBA Conside em-se dois co pos. já que isso obrigari a seu corpo a ceder calor para a água até que esta atingisse a temperatura de 36. Nessas condições. ocorre a maior variação de temperatura. c) t ês biscoitos do t ipo água e sal – 18g (75 kcal). bastaria tomar água gelada. 02. Depois. Conside ando que ela beba. A e B. a uma tempe atu a de 6. Dê. Maringá-PR O coeficiente linear de expansão térmica (coeficiente de dilatação) d e um material é dado pela e uação: GABARITO α= n qu l 1 0 ∆L L ∆T L0 é o comprimento do material. Vunesp Após assistir a uma aula sobre calorimetria. pa ra emagrecer sem fazer muito esforço. A temperatura de e uilíbrio é igual a cA + cB 16. sendo θA > θB. a ene rgia cinética média das moléculas de B é maior do ue a de A.5°C. O aumento da tempera tura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. é correto afirm r: 01. n um dia.5°C. e com calores específicos CA e CB diferentes entre si e co nstantes no intervalo de temperatura considerado. L é o comprimen do material. uma aluna concluiu que.Termologi . à temperatura T0. a quantidade de calo total que o co po cede á à água pa a eleva a sua tempe atu a até 36. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . 04. como respost . após certo tempo. ∆T = T − T0. α é um const nte dimension l. 100.E. a ene gia fo necida po : a) uma latinha de ef ige ante light – 350 mL (2. A e B . Em relação ao centro de massa.98. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo eficiente linear é nulo. dil t ção e tr nsmissão de c lor Av nç r ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¢ ¨ ¡ ¦ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¢ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo coeficiente angular é αL0. à temperatura T. ap oxi madamente. 08. com tempe atu as i niciais θA e θB. ( Conside e o calo específico da água = 1 cal/g°C e sua densidade = 1 g/mL. Dê. 08 . e) um hambú gue . c A θ A + c Bθ B . U. 1 o gráfico L x T é um ret cujo coeficiente line r é L0(1 − αT0). 8 copos de 250 mL de água.5 kcal).5°C equivale. o gráfico L x T é um t cujo coeficiente ngul r é αL0. 32. já que água “não tem caloria”. como resposta. d) uma ga afa de bebida isotônica – 473 mL (113 kcal). ∆L é diretamente proporcional a ∆T.

e consider ndo que (αv) é o coeficiente de exp nsão dos dois vidros e que (αt) é o coeficiente de exp nsão d s du s t mp s. Sendo (αt) menor que (αv). um estudante entra na sala e coloca uma das mãos na mesa de madeira e a outra na de metal. que a mesa de metal está mais ria do que a mesa de madeira. então. As duas mesas estão à mesma temperatura. e à temperatura ambiente de 25ºC. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. A condutividade térmica do metal é menor do que a da madeira e p ortanto. 24 GABARITO 104. a uma temperatura menor do que esta. Sen do (αt) menor que (αv). o mármore parece ma is rio do que a madeira. e) O estudante está errado. dilatação e transmissão de calor Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡  . A condutividade térmica do metal é maior do que a d a madeira e portanto.101. devido ao ato da condutividade térmica do metal ser maior do que a da madeira. U. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. m ss 2 m e temper tur 3T/2 . U .Termologia. Em relação a esta a irmação pode-se dizer: a) O es tudante está correto. Pont Gross -PR A figur o l do mostr dois fr scos de vidro ( l e 2) . um intern mente e outr extern mente.F. Depois de alguns dias. o vidro l se romperá. 01. O estudan te a irma. Um d s qu ntid des tem m ss m e temper tur T. ) C lcule temper tur fin l d mistur . Santa Úrsula-RJ Ao contato da mão. A mesa de madeira sempre estará mais ria do que a de metal. que é diferente do vid ro. UFRJ Du s qu ntid des dif erentes de um mesm substânci líquid são mistur d s em um c lorímetro ide l.E. e outr . d) O estudante está errado. c) O estudante está errado. nesse caso. b) o mármore não alcança a temperatura ambiente. onde a e b são constantes. se diminuirmos temper tur dos dois conjuntos. isto é. nesse caso. e) a capacidade térmica do mármore tem valores muito di erentes para pequenas variações de temperatura. mbos se romp erão. As duas mesas estão à mesma temperatura mas a mesa de metal parece mais ria do que a de madeira. 04. com temperatura constante. mas isto só poderá ser veri icado com o uso de um termômetro p reciso. Viçosa-MG Uma mesa de madeira e uma de metal são colocadas em uma mesma sa la echada. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da mad eira. porque: a) a madeira está sempre acima da temperatura am biente. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . As du s t mp s estão plen mente just d s os fr scos. b) C lcule r zão entre os módulos d s v ri ções de temper tur d m ss menor em rel ção o d m ss m ior. Sendo (αt) m ior qu e (αv). v zios. mbos com t mp s de um mesmo m teri l indeformável. c) o calor da mão se escoa rapi damente para o mármore em virtude da grande condutibilidade térmica desse material. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da madeira. o vidro 2 se romperá. ssin le o que for correto. 02. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. medid s em um no v esc l de temper tur definid por Tφ = aT + b. 08. d) a madeira possui maior condutibilidade térmica do que o mármore. No que respeit à dil t bilid de desses m teri is. n d ocorrerá com os fr scos e com s t mp s. 16. mas a mesa de metal parece mais ria do que a de ma deira devido ao ato da condutividade térmica do metal ser menor do que a da madei ra. Sendo (αt) m ior que (αv). o vidro l se romperá. U. 103. 102. Qu lquer que sej v ri ção que submetermos os dois conju ntos. b) O estudante está correto.

pe mitin do que a fauna e a flo a pe maneçam vivas em seu inte io líquido. 04.123 cm 106.E. U. Dê. c) as t rocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas pelas super ícies e pelhadas e as trocas de calor por convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as pared es. que atinge densidade máxima à tempe atu a de 4 C. U.F. c) à g ande condutividade té mica do gelo. consequentemente. sua densidade aumenta. Suponha que a régua tenha sido colocada e m um local cuja temperatura é 120ºC. Os corpos ocos se dilatam de orma di erente da dos corpos maciços. De 0ºC a 4ºC. 108. como resposta. Considerando o coe iciente de dilatação térmica linea r do aço 11 x 10–6 ºC–1. abaixo da camada de g elo. Londrina-PR Uma régua de aço. 107. que pe mite ao sol continua a aquece a ág ua do lago.Te mologia.0935 cm e) 0. deve-se: a) à dilat ação i egula da água. a água dimin i de volume e. U. tem 80 cm de compriment o e 5. e) ao elevado calo latente de solidificação d a água. que cede g andes quantidades de calo ao passa ao estado sólido. a variação do comprimento da régua é: a) 0. tampa de material isolante térmico e revestimento externo protetor. Um comportamento especí ico des sa importante substância garante. que representa. Uma lâmina bimetálica. Pelotas-RS Todos sabemos que é essencial a presença de água p ara assegurar a existência de vida em nosso planeta. Física e Realidade. 16. Isso ocorre porque: a) as trocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas e calor por convecção são reduzidas devido às super ícies espelhadas. a soma das alternativas corretas.0 cm de largura à temperatura de 20ºC. b) ao elevado cal específico da água. d) à tempe atu a de solidificação da água. esquemati camente. Ponta Grossa-PR Sobre o enômeno ísico da d ilatação térmica. 01. de orma retangular. curva-se para o lado da lâmina de menor coe iciente de dilatação linear. Um relógio de pêndulo atrasa quando so r e um aumento de temperatura. 25 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . quando aquecida. que cede g andes quantidades de calo ao sof e esf iamento. A fo mação dessa camada de gelo na supe fície do lago. O coe iciente de dilatação super i cial é igual a duas vezes o coe iciente de dilatação linear. por exemplo. 08. mostra as principais caracte rísticas do objeto: parede dupla de vidro (com vácuo entre as duas partes). super ície s interna e externa espelhadas. independ ente da p essão a que ela está submetida. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta     ¨  ¨   ¨   ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨  ¨ ¨     ¨  ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . apanhando o peixinho que nada em um lago.0055 cm c) 5 cm d) 0. A garra a térmica mantém a temperatura de seu conteúdo praticamente constante por algum tempo. assinale o que or correto.E. um corte transversal de uma garra a térmica.105. d) as trocas de calor com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas de calor por radiação são reduzidas pelas super íci es espelhadas. 02. que pe manece igual a 0 C. b) as trocas de calo r com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido às super ícies espelhada as trocas de calor por radiação são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes.088 cm b) 0. UFRN A igura ao lado. que o “simpático” u so da figu a tente ga anti sua efeição.

e) As afi mativas I e III são ve dadei a s. 110. e está a uma tempe atu a de 10 C. toda e qual que p opagação de calo at avés dele. II. d) As afi mativas II e III são ve dadei as. e) diminui e depois aumenta. Ao oco e a fusão. Uni io A figu a ao lado ep esenta um co te t ansve sal numa ga afa té mica he meticamente fechada. c) Como a pa ede inte na é duplam ente espelhada. po tanto. III. c) dilatação anômala. essas est utu as são ompidas e as moléculas se ap oximam umas das out as. o fu o diminui. se o líquido estive com uma baixa tempe atu a. semp e diminui de volume. ocasionando edução no volume da substância. ao se aqu ecida. de 0 a 4 C. e a egião de vácuo evita a p opagação do calo at avés da condução e convecção. O aumento do comp imento de uma haste metálica é di etament e p opo cional ao seu comp imento inicial. d ) aumenta e depois diminui.109. o líquido não pe de calo pa a o ambiente at avés de adiação elet omagnética. O texto acima explica o conceito de: a) calo especifico. A água. b) As faces espelhadas da pa ede inte n a impedem totalmente a p opagação do calo po condução. c) Somente a afi mativa III é ve dadei a. d) capacidade té mica. impedindo. 111. b) evapo ação. como most a a figu a. e) dilatação apa ente. Como se explica o fato de que a tempe atu a de um fluído no inte io da ga afa mantém-se quase que inalte ad a du ante um longo pe íodo de tempo? a) A tempe atu a só pe manece á inalte ada. Quando uma chapa metálica com um fu o se dila ta. A pa ede inte na é espelhada em suas duas faces e ent e ela e a pa ede exte na existe uma egião com vácuo. A chapa é aqu ecida até uma tempe atu a de 50 C.Te mologia. O aumento na densidade oco e inclusive na fase líquida. d) Devido à existência de vácuo ent des. Enquanto oco e o aquecimento. e) Qual ue mate ial plástico é um isolante té mico pe feito. o diâmet o do o ifício : a) aumenta continuamente. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . c) pe manece inalte ado. b) diminui continuamente. 26 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . ela eflete o calo que chega po i adiação. é co eto afi ma : I. FURG-RS As moléculas da água no estado c istalino (gelo) se o ganizam em est utu as hexagonais com g andes espaços vazios. FURG-RS Uma chapa metálica te o ifício ci cula . Ela é constituída po duas pa edes. b) Somente a afi mativa II é ve dadei a. PUC-PR Sob e a dilatação té mica dos co pos. 112. a) Somente a afi mativa I é ve dadei a.

a 59. a 35. V – V – F – V 22.96 . 5 vezes 47. b 37. F – F – V – F – V 3. b 53. c 45.36 . e 2. b 43. 1) c 2) c 55. a 42. a) 1010N/m2 b) 20% de L0 61. a 15. 92 62. b) 27°F 14. V – V – F 54. F – F – V 48. V – V – V – V – V 52. e 18. b 24. Quando a lâmina bimetálica é submetida a uma va iação de tempe atu a. 10 5 7. V – F – V – V 64. 10 29. a 8. a 27. a 20. d 23. 90g 38. c 25. e 39.73 58. b 19. e 60. a 6. b 44.Te mologia. d 31. 01 + 04 + 08 + 16 12. a) Q = 2205J b) t (°C) 30 1 G A B A R IT O 36. c 3.6 • 105 J 50. c 56. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S Ã O D E C A L O R 1. pois os metais não se dilata ão igualmente. V – V – F – V – F 34. 05 16. 70 X 13. V – F – V – F – F 4. 21 46. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ . pois o coefiente de dilatação do chumbo é dife ente do coeficiente de dilatação do b onze 49. a) 15K. 18 9. e 21. d 32 a 33. se á fo cu va -se. b 17. a 10. a) t (°C) 100 20 0 0 3. R$ 0. F – V – V – F 30. 02 + 04 11. a 41. a IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . 23 28. A 7.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . 10 5 Q (J) 10 205 2205 Q (J) b) E = 4. 01 26. – V – F 57. e 40. c 51. c 5.

a 73. e 91.Termologia. V – F – V – F – V 69. c 110. 01 + 08 = 09 100. sim 85. 25 75. a 109. 10–6 81. d 82. b) 2 103. b) 10cal/ºC 93. b 67. c 98. a) 0. 24 79. a 112.2 IMPRIMIR G A B A R IT O 65. a 78. a 68. c 104. b 99. 350h 66.1cal/gºC. F – F – V – F 87. b 80. 01 + 02 + 08 + 16 2. c Voltar FÍSICA . b 77. 11 102. 28ºC 97. a 96. dilatação e transmissão de calor Avançar . c 76. b 94. d 105. V – V – V – F – V – V 70. a 106. d 92. 62 101. b 88. c 111. a) 4/3T. d 89. c 95. d 108. ∆m/m = 5 . d 90. 29 107. d 86. b 84. a) 02 b) 04 c) 03 74. d 83.

3. UFMT Considere as seguintes situações que ocorrem no laboratório de uma esco la: a) Uma garrafa bem arrolhada cheia de gás sulfídrico é tirada do armário e exposta a o Sol. ocorre nos fluídos (líquidos e gases). U. é es e o princípio da inércia. ( ) A equação pV = nRT descreve exatamente os c omportamentos dos gases em A e B. começa a aumentar. d) densidade. ( ) Em A. Em relação ao com portamento dos gases. processo que consiste no transporte de energia térmica a través do deslocamento de camadas do material. b) deve coincidir com o ponto t = 0ºC. ( ) Os gases reais podem ser considerados gase s perfeitos sempre que submetidos a grandes temperaturas e baixas pressões. é uma reta. ocorre uma diminuição na média de colisões das moléculas de gás com as paredes da garraf . massa e volume. b) temperatura. em função d a temperatura Celsius e à pressão constante. Sua temperatura. o volume permanece constante. pressão e calor. A interseção do prolongamento des sa reta com o eixo das temperaturas: a) deve estar em um ponto qualquer da porção po sitiva desse eixo. então. e) A energia interna de uma dada quantidade de um gás perfeito não é função exclusiva de sua temperatura. comprimindo-o. e) densidade. Santa Maria-RS O gráfico do comportamento do volume de um gás ideal. mas de sentido oposto. de mesma intensidade e direção. pressão e volume. e) só pode estar em um determinado ponto da porção negativa desse eixo. UEM S Analise as afirmações e assinale a alternativa correta: a) A toda força de ação sempre c orresponde uma força de reação. densidade e pressão. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .F. c) pode estar em qualque r ponto desse eixo. m as a pressão vai aumentando. pois o volume do gás varia i versamente à pressão exercida sobre ele. julgue os itens. Santa Maria-RS As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mo l de gás ideal são: a) calor. b) Um estudante despeja areia lent amente sobre o êmbolo de um cilindro que contém oxigênio. U.F. massa e calor. ( ) Em A. ( ) Na situação B. c) temperatura. 4. c) Convecção térmica. d) U ma transformação gasosa na qual a pressão p e a temperatura T varia e o volume V é mantido constante é chamada transformação isobár ica. trata-se de uma transformação isotérmica. d) deve estar em um ponto qualquer da porção negativa desse eixo .Termodinâmica Avançar . devido à diferença de densidade entre e las. b) O trabalho realizado por uma força qualquer independe da trajetória. 1 2.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1. o que caracteriza uma transformação isovolumétrica.

02) a absorção de calor produz.46 kg de oxigênio.0 — 105 Pa. é no mínimo de a) 4 J. Vunes p Uma bexiga vazia tem volume desprezível.18J. à temperatura ambiente.0 • 10–3 m3. existirão aproximada mente: (R = 0. O trabalho realizado pelo ar para encher essa bexiga. II.mol–1. 05) o calor é capaz de realizar trabalho mecân ico no interior de uma máquina térmica. realizado contra a pressão atmosférica. 1cal = 4. 02) temperatura e quantidade de cal or. 8. e) 5. necessariamente. e) será máximo.0 atm a uma temperatura de 300 K. Joule considerou que: 01) o aquecimento leva um sólido a dilatarse em todas as direções.73 kg de oxigênio. 11. 9. c) nunca será inferior a 80%. É comprimida a temperatura consta nte até que atinja a pressão inicial P0. 03) trabalho e pressão. medido por James P Joule em 1843. o seu volume pode atingir 4. Para chegar à essa relação. c) 400 J. b) 26 kg de oxigênio. d) 4000 J. se operar em ciclo de carnot. 03) o calor e a energia mecânica têm a mesma natureza.K–1) a) 13 kg de oxigênio. c) 6. b) 40 J. Calcule a pressão interna f inal da bola. T1 e T2. é submetida á seguinte seqüência de transformações: I. a variação da energia interna sofrida por um gás é conseqüência do balanço energético entre as grandez s físicas: 01) quantidade de calor e trabalho. d ) será máximo. isto é. Após a apresentação. Pode-se afirmar que seu rendimento: a ) máximo. 6. É aquecida a pressão con e até que sua temperatura atinja o valor 3T0. Santa Úrsula-RJ O ar é uma mistura contendo aproximadamente 21% de oxigênio. 04) o calo r pode ser usado para produzir vapor. num lugar onde o seu valor é constante e vale 1.082 L. b) pode ser maior que 100%. 05) pressão e volume. elevação da tempe atura de um corpo. UESC-BA Num processo termodinâmico. 7. e) 40000 J. FU RG-RS Uma certa quantidade de gás ideal. Em 5000 litros de ar a 27ºC e 2 atmosferas de pressão. refe re-se à relação entre as unidades de medida caloria e joule. Ao final destes três processos. Considere desprezível a variação no volume da bola. UESC-BA O equivalente mecânico do calor. calibrada para ter uma pressão de 2 . podemos afirm ar que o volume final do gás será igual a: a) V0 /9 d) 3V0 b) V0 /3 e) 9V0 c) V0 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFR-RJ Uma máquina térmi ca opera entre duas temperaturas. d) 2. volume V0 e temp eratura T0. essa temperatura elevou-se par a 306 K.atm.5 kg de oxigênio.5. pode ser 100%.Termodinâmica Avançar . cheia. inicialmente a pressão P0. se operar em ciclos. 04) volume e temperatura. III. U. 10. UER J Um equilibrista se apresenta sobre uma bola. É resfriada a volume constante até q ue a temperatura atinja o valor inicial T0.

( ) Tomando-se uma certa amost ra de hidrogênio nas condições normais de temperatura e pressão e iniciando-se um proces so de resfriamento isobárico para condensálo a 10 K a amostra ainda se encontra no e stado gasoso. 13. O calor. No segundo momento. trocada entre ele e a vizinhança. A fonte é inesgotável: ele é o elemento químico mais simples e mais abundante na natureza.. que pode se deslocar livremente. o hidrogênio já é usado para movimentar foguetes e ônibus espaciais (. 15. O gás contido no sistema é v eículo para a realização de trabalho. 08. ( ) a velocidade média das moléculas aumentará. como resposta. Também produz mui ta energia. U. no entanto.E. (. em cujo interior se encontra um gás encerrado em equilíbrio. ( ) A análise do texto permite concluir que o hidrogênio não se mantém no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão. ( ) A análise do texto per mite concluir que para a utilização segura do hidrogênio como substituto da gasolina é n ecessário condensá-lo. Atua lmente. 02. ( ) Uma forma de condensar o hidrogênio seria manter sua temper atura constante e diminuir a pressão a que ele está submetido. Dê. o aumento do volume do gás torna o trabalho nulo.Termodinâmica Avançar . UFGO Um gás ideal está encerrado em um cilindro provido de um êmbolo. O cal or e o trabalho descrevem as transformações do sistema. a soma das alternativas correta s. Católica-DF Leia o texto a seguir. foi um dos desafios que a tecnologia precisou vencer para conseguir armazená-lo com segurança. exerc endo pressão P.) Revista Veja . As variáveis de estado (PVT) descrevem os estados de equilíbrio do sistema. quase três vezes mais do que a gasolina ou o gás natural. a fonte alternativa de energia com mais chances de substituir a gasolina é o hidrogênio. o gás recebe uma quantidade de calor Q. Ponta Grossa-PR A figura ao lado mostra dois momentos de um cilindro me tálico dotado de um êmbolo. é correto afirmar que o cal or de combustão do hidrogênio é inferior a 20000 cal/g.) De todas as possibilidades já imaginadas e testadas. ( ) a pressão p e o volume V irão variar de tal modo que o produto pV permanece constante. 0 4. analise as afirmações a seguir e escreva V para as verdadeiras ou F p ara as falsas.12. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade. ( ) Sabendo que o cal or de combustão da gasolina é aproximadamente 11000 cal/g. Salvador-BA Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. será des prezível. 14.31 de março de 1999.. Se numa transformação. só venc com muita pesquisa (o hidrogênio se liquefaz a 253 graus Celsius negativos). ( ) sua energia in terna diminuirá. Tanta energia. descreve o estado do sistem a. A solução de torná-lo líquido trouxe outra dificuldade.. ( ) a quantidade de calor. quando a temperatura T. No segundo momento. U. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: V 01) 0 4) 2V 4 V 02) 05) 4V 3 03) V IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . U. 3 Com o auxílio do texto e considerando que as informações fornecidas referem-se à pressão n ormal (1 atm). isoladamente. 01.. Se o gás sofrer uma expansão rápida. 16. as sinale o que for correto. Sobre este evento.

o valor d e h variará de.16. Alfenas-MG Conside e as p oposições abaixo: I. O pe fume comp imido num sp a y esf ia quando expandido. abso vendo 75 J de calo . II e III d) somente I. o t abalho é num e icamente igual à á ea co espondente num diag ama da tempe atu a pelo volume. II. U. pois a ene gia inte na diminui. U. a temperatura passará a ser 60ºC. III e IV e) somente II e IV 4 GABARITO 19. III. Estão co etas: a) todas b) somente I e IV c) somente I. Os pontos A e B indicam dois estados desta amo st a. Num sistema que ealiza um t abalho de 125 J. É possível fo nece calo a um gás e este fica mais f io.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ Sendo VA e VB os volumes co espondentes aos estados indicados. aproximadamente: a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% 17. pa a uma amost a de gás ideal. É possível aquece um gás sem fo nece -lhe calo . UFRS O diag ama abaixo ep esenta a p essão (p) em função da tempe atu a absoluta (T). Numa t ansfo mação qualque . fazendo diminui a te mpe atu a. Se mant idas as demais características do sistema. podemos afi ma que a azão VB / VA é: 1 a) d) 2 4 1 e) 4 b) 2 c) 1 ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . Potiguar-RN O cilindro da figura ao lado é fechado por um êmbolo que pode des lizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser cons iderado como ideal. a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura: h se refere à superfície inferior do êmbolo). IMPRIMIR FÍSICA . IV. UFR-RJ A primeira Lei da Termodinâmica. a va iação de ene gia é igual a: a) – 125 J b) – 75 J c) – 50 J d) 75 J e) 200 18. denominada Lei da Conservação da Energia estabelece: “A energia do Universo é constante”. À temperatura de 30ºC.

a quantidade de calo t ocada com o ambiente é igual ao t abalho ealizado pelo gás. Assim. a nova tem pe atu a do gás. a soma das afi mativas co etas. o t abalho total ealizado pelo gás é nulo. a p essão do gás não va ia e sua ene gia inte na aumenta. 23. é co et o afi ma que: a) dois co pos de mesma massa semp e têm a mesma capacidade té mica. Sof en do uma t ansfo mação isocó ica até que a p essão passe a se de 3. sua ene gia inte na pe manece constante. e) a ene gia inte na de um sistema depende da quantidade de pa tículas que ele possui. Dê. ( ) tanto no t echo AD quanto no t echo DC. 21. d) na t ansfo mação isovolumét ica de um gás. se o gás fo subm etido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado D. como esp osta.20. ( ) as va iações de ene gia inte na do gás no s t echos ABC e ADC são dife entes. 04. a tempe atu a do gás não va ia e não have á t oca de calo com o ambiente. é co eto afi ma que: GABARITO 01. a sua ene gia inte na não va ia. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C. ( ) o calo abso vido no t echo AB é igual ao t abalho ealizado pelo gás. 02. se o gás passa p o um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C e eto nando ao estado A pelo mesmo caminho. independentemente da fase em que ela se encont e. vale: a) 24. c) na comp essão adiabática de um gás. o gás abso ve calo . passando pelos estados D e C e eto nando ao estado A. Desse modo. este ealiza t abalho. most a as t ansfo mações te modinâmicas s f idas po n moles de um gás ideal. UFGO 5 O diag ama acima. Unifo -CE Cinco mols de um gás pe feito ocupam um volume de 5m3 sob p essão de 2.6 d) 320 b) 70. UFMS O g áfico abaixo ep esenta duas cu vas isoté micas elacionadas a um gás ideal contido em um ecipiente que pode va ia o seu volume. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o e stado B. b) o calo específico de uma substância é constante. 16.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .0 atmosfe as e tempe atu a de 47 C. 08. PUC-RS Em elação a compo tamentos te modinâmicos de mate iais e substâncias. 22.5 e) 400 c) 207 IMPRIMIR FÍSICA . o t a balho ealizado pelo gás é di etamente p opo cional a T0 – T1. ( ) na expansão adiabática (t echo BC). em C. se o gás passa po um p ocesso te modinâmico pa tindo do estad o A.0 atmosfe as. da p essão em função do volume. nesse t echo.

..F. a p essão do gás se á: 4P 5P a) d) 3 2 3P b) e) 3P 2 c) 2P 26.. é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0...... Mantendo-se a p essão constante. a potência desenvolvida.... na o dem em que elas apa ecem. Unifo -CE A elação co eta ent e as tempe atu as absolutas TA. a) diminui á – diminui á b) dim inui á – pe manece á constante c) pe manece á constante – aumenta á d) aumenta á – aumenta menta á – pe manece á constante 29.. pode t ansfo ma em .... contém uma ce ta quantidade de gás à t mpe atu a absoluta T....Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨    ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .. UFRS Um ecipiente he meticamente fechado. a ela fo necido”... e TC... Se a tempe atu a desse gás aumenta 100 K. Se o ecipiente fo me gulh ado em um tanque contendo um líquido à tempe atu a absoluta 2T.8 e) 800 28.24. Selecione a alte nativa que p eenche co etamente as lacun as no pa ág afo abaixo. Viçosa-MG Uma máquina té mica executa o ciclo esentado no g áfico seguinte: 6 Se a máquina executa 10 ciclos po segundo. no estado inicia l A..... Viçosa-MG Um gás ideal encont a-se inicialmente a uma tem pe atu a de 150 C e a uma p essão de 1. é: d) TC = 3TA a) 2TC = 3TA b) TC = TA e) TC = 6TA c ) TC = 2TA 25. PUC-RS O Segundo P incípio da Te modinâmica pode se e nunciado da seguinte fo ma: “Nenhuma máquina té mica. seu volume se á dob ado se sua tempe atu a aumenta pa a.. a tempe atu a do gás .. a) calo – t abalho b) t abalho – calo c) fo ça – calo d) fo ça – impulso e) t abalho – impulso IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .... ... U... ope ando em ciclo......F.... ap oximadamente: a) 75 C b ) 450 C c) 300 C d) 846 C e) 573 C 27...5 atmosfe as.. UFSE Um ecipiente ígido contém gás pe feito à p essão P e tempe atu a 300 K... em quilowatt.. no estado final C. e sua ene gia inte na . todo o ..... U.... de pa edes ígidas e pe meáveis à passagem de calo .

c) somente III é co eta. então. à p essão atmosfé ica. b) somente II é co eta. pois o p ocesso acima desc ito é isobá ico. Na situação final. o que to n a impossível a edução da tempe atu a de ebulição da água. O p ofesso Rugoso fo mulou. 31. necessa iamente muda de fase. a seguinte hipótese: “Se p ossegui mos com a expe iência. pois. IMPRIMIR FÍSICA . de amando água f e vendo sob e o f asco. have á uma violação da lei de conse vação da ene g co eta. o f asco é eti ado da chama e tampado com uma olha que lhe pe mite fica com a boca pa a baixo sem que a água vaze. II.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . a água não fe ve á. que a água fe va a uma tempe atu a infe io a cem g aus centíg ados. ocupa um volume V0. Fuvest-SP Um gás. com o esf iamento do f asco. necessa iamente aquece. po que. de massa desp ezível. I. a p essão do gás no cilind o deve á se: a) metade da p essão a mosfé ica b) igual à p essão atmosfé ica v0 c) duas vezes a p essão atmosfé ica d) t ês vez a p essão atmosfé ica e) quat o vezes a p essão atmosfé ica 32. Em seguida. sob e o fogo.30. à tempe atu a ambiente T0 (em kelvin). em p incípio. p ofesso Samuel Rugoso quis testa a capacidade de seus alunos de p eve os esultados de uma expe iência po ele imaginada. fazendo com qu e o pistão seja empu ado ao máximo e também com que a tempe atu a do gás atinja quat o vezes T0. como é p evisto pela segunda l ei da te modinâmica. se. b) e ada. a água de dent o do f asco fe ve á” 7 GABARITO A hipótese do p ofesso Rugoso é: a) co eta. em p incípio. pois o esf iamento do f asco eduzi á a p essão em seu inte io pe mitindo. e) II e III são co etas. ao invés disso. PUC-RS Um gás contido em um cilind o com pistão. duplica o volume inicial do gás. diminui de volume isote micamente. Espe a-se um ce to tempo até que a água pa e de fe ve . d) e ada. a água contida no mesmo não fe ve á. Esse gás é aquecido. O cilind o contém um pistão. III. em seu limite máximo. ao se comp imido adiabaticamen te. mas. que pode move -se sem at ito e que pode até. Ap esentou-lhes a seguinte situação: N um local ao nível do ma coloca-se um f asco de vid o ( esistente ao fogo) com água até a metade. contido em um cilind o. de ama mos água gelada. até a água fe ve . UFRN P eocupado com a in clusão dos aspectos expe imentais da Física no p og ama do P ocesso Seletivo da UFRN . d) I e II são co etas. pois a ent opia do sistema fica á oscilando. Analisando essas afi mativas pode-se conclui que: a) s omente I é co eta.

K 8 De aco do com o g áfico. analise as afi mativas abaixo e esponda de aco do com o código.33. c) II e III são co etas. ITA-SP Um centímet o cúbico de água passa a ocupa 1671 cm3 quando evapo ado à p essão de 1.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A va iação da ene gia inte na no ciclo completo (A Æ B Æ C Æ A) é nula. A tempe atu a do sistema no ponto A é 300 K. 36 . Mackenzie-SP Ce ta massa de gás pe feito. d) Apenas I é co eta. O valo que mais se a p oxima do aumento de ene gia inte na da água é: a) 498 cal b) 2082 cal c) 498 J d) 3082 J e) 2424 J 34. U. tem tempe atu a de –73°C. II. Viçosa-MG O g áfico abaixo ep esenta um ciclo te modinâmico eve sível. a) I e III são co etas. (A → B → C → A). num g áfico p essão × volume . GABARITO a) Calcule o t abalho ealizado pelo gás du ante este ciclo. Dado: Constante unive sal dos gases R = 8. O calo de vapo ização a essa p essão é de 539 cal/g.5 atm. b) I e II são co etas. devemos eleva sua tempe atu a de: a) 50°C b) 10 0°C c) 200°C d) 250°C e) 300°C IMPRIMIR FÍSICA . Pa a que a p essão do gás nesse ecipiente seja de 1. de volume 1 lit o.3 J/mol. Em u iclo completo ent ou 124. I. UFRJ A figu a ep esenta. III. Essa massa gasosa é totalme nte t ansfe ida pa a out o ecipiente. sob p essão de 38 cm de Hg. b) Calcule a azão ent e a mais alta e a mais baixa tempe atu a do gás (em Kelvin) du ante este ciclo. 35. contida em um ecipiente de volume 2 l it os.5 J de calo no sistema. um ciclo de um gás ideal.F.0 atm. expe imentado po um mol de gás ideal.

o módulo da acele ação da g avidade local e h. 04. à tempe atu a qe. o desní el ent e as supe fícies do me cú io. à alta p es são.3 J/(mol. na t ansfo mação isobá ica. 08.K ) ou R = 0. 04. a soma das alte nativas co etas. em equilíb io té mico com a substância cont ida num ese vató io adiabático.2 m3 c) 3. Se todo o conteúdo do bujão f osse utilizado pa a enche um balão.K) Patmosfé ica = 1 atm ≈ 1 x 105 Pa (1 Pa = 1 N/m2) 3 1 m = 1000 L a) 13 m3 b) 6. Um mol desse gás tem massa de. O calo fo necido ao sistema . usando-se vapo de água como agente de t ansfo mação. 9 Nestas condições. Os gases ideais obedecem simultaneame nte à lei de Boyle-Ma iotte e às leis de GayLussac. Dê. Calo e t abalho podem se exp essos na mesma unidade de medida. A temp e atu a da substância é p opo cional à ene gia cinética média de t anslação das moléculas d deal. como esposta. 16. e a meno do que a tempe atu a do gás. UFBA Com base n os conhecimentos da Te modinâmica.1 m3 d) 0. pode-se afi ma : 01. o volu me final do balão se ia ap oximadamente de: Constante dos gases R R = 8.27 m3 39. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . O gás ideal sof eu uma t ansfo mação is omét ica.98 m3 e) 0. Conside e po a p essão atmosfé ica. a massa específica do me cú io. e a q0 < qe. 02. à p essão atmosfé ica e à tempe atu a de 300K. A p essão do gás ideal é dada po (po + mgh). ap oximadamente.082 atm. 52 g. m . g.37. A tempe atu a da substânci a. antes do contato com o bulbo. 16. 02.L/(mol. 38. UFBA A figu a abaixo ap esenta um bulbo contendo gás ideal. As t ansfo mações que compõem o ciclo de Ca not são todas eve síveis. 08. A tempe atu a do bulbo. o qual é pa te integ ante do manômet o de me cú io de tubo abe to. é co eto afi ma : 01. A máquina té mica que ope a em ciclo de Ca not ap esenta á endimento máximo. se á usado exclusivamente pa a aumenta sua ene gia inte n a. antes de en t a em contato com o ese vató io. Pa te do calo cedido pela substância foi utili zada pa a aumenta a ene gia inte na do gás.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Fuvest-SP Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito.

Com base nessas info mações. a) c) b) d) 10 41. em um estado inicial i. em tempe atu a ambiente. 4 etapa (D → A): comp essão isomét ica. U. é co eto afi ma que: a) WI < WII < WIII b) WI = WII = WIII c) WI = WIII > WII d) WI > WII > WIII 42. Potigua -RN Um dos amos da Física bastante consistente é a teo ia que t ata dos fenômenos do calo – Te modinâmica. UFRN Num ecipiente de ae ossol. ap oximadam ente. que está à p essão a tmosfé ica. a alta p essão inte na mantém pa te do conteúdo no estado líqui do. UFMG Um gás ideal. ep esentados neste diag ama de p essão ve su s volume: Sejam WI. I I e III.40. que essa expansão é.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ . 2 etapa (B → C): expansão iso 3 etapa (C → D): cont ação isobá ica. Ao se expelido pa a o meio exte no. WII e WIII os módulos dos t abalhos ealizados pelo gás nos p ocessos I. Quando se usa um de sodo ante do tipo ae ossol. Assinale o a P xV (p essão ve sus volume) co espondente a esse ciclo. pode se levado a um estado final f po meio dos p ocessos I. po tanto. esse líquido passa apidamente pa a o estado gasoso. São quat o as etapas do ciclo de funcionamento d e uma máquina té mica: 1 etapa (A → B): expansão isobá ica. o jato de fluido que sai do ecipiente está a uma temp e atu a meno que a do fluido que ficou dent o do ecipiente. espectivamente. Isso acontece po q ue há uma diminuição da ene gia inte na do fluido expelido devido ao t abalho ealizad o pela expansão do mesmo. a) adiabática b) isoté mica c) isovolumét ica d) isobá ica IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Pode-se conclui . II e III.

ope ando em sentido inve so. ejeita pa a a fonte quente. A ene gia inte na do gás pe manece constante du ante o p ocesso. 104 d) 9. ope ando segundo o Ciclo de Ca not. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. O moto de combustão inte na de um automóvel não é uma máquina té mica.00 d) 0. 44.5 L. Dê. sua tempe atu a sof e um ac éscimo. 64. pode-se afi ma : 01. 104 b) 3. obte emos: a) 1. 32. lentamente. O p ocesso é isobá ico. conve te todo o calo ecebido em t abalho.50 b) 1. O volume do gá . isto é. contém um gás ideal que ocupa um volume de 3 L. 32. S emp e que um gás ecebe calo . A velocid ade média das moléculas do gás é a mesma no início e no fim do p ocesso.5 m2. 04. a tempe atu a do sistema aumenta. Uma máquina té mica. 02. 104 c) 4. está sob a ação de p essão atmosfé ica constante e igual a 105 N/m2. a soma das alte nativas co etas.0 . Um ef ige ado funciona como uma máq uina té mica. como esposta. po que não ope a ent e uma nte quente e uma fonte f ia e em ciclos. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 11 O t abalho ealizado na t ansfo mação ABC. 16. a supe fície exte na do êmbolo cuja á ea vale 0. eti a calo da fonte f ia e.43. isto é. até a tempe atu a T2. aumenta linea mente com a tempe atu a. A va iação da ene gia inte na de um siste ma te modinâmico é dada pela dife ença ent e a ene gia t ocada com a vizinhança. 16. obtém um endimento de 100%.2 . Nessas condições. munido de um êmbolo móvel. 08. UFRS Uma máquina té mica ideal ope a ecebendo 450 J de uma fonte de calo e libe ando 300 J no ambiente. Uma segunda máquina té mica ideal ope a ecebendo 600 J e libe ando 450 J. Unifo -CE Uma ce ta massa de gás pe feito sof e a t ansfo mação ABC ep esentada pelo g áfico p x V. como esposta.0 . em joules. 105 45.75 e) 0. e o t abalho ealizado pelo sistema. Se dividi mos o end imento da segunda máquina pelo endimento da p imei a máquina.33 c) 1. at avés de t abalho ealizado sob e ele. Em uma t ansf o mação isoté mica o sistema não t oca calo com o meio exte no.0 . foi de: a) 1. 04. 104 e) 1. Dê. ou sob e o sistema. O gás ealiza t abalho de 50J sob e a vizinhança. UFBA Um cilind o. 02. du ante o p ocesso.25 46. à tempe atu a T1.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . Du ante o p ocesso.0 . Numa comp essão adiabá ica. A fo ça exe cida pelo gá sob e o êmbolo vale 2 x 105 N. O gás é aquecido. 08. quando pa ssa a ocupa um volume de 3. a soma das alte nativas co etas. na fo m a de calo .

No pe cu so BC. B e C. num catálogo. MÁQUINA A B C Q 10kJ 12kJ 8kJ W 10kJ 6kJ 3kJ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFPB Um inve nto publica. Q ep esenta o calo que a máquina abso ve po ciclo e W. há conve são de calo em t abalho. Cefet-PR T ansfo mação gasosa adiabática é uma t ansfo mação em ue o gás passa de um estado a out o sem ecebe ou cede calo pa a o ambiente. pode-se conclui : 01. c) Em uma comp essão adiabática. 48. espectivamente. efe ente a t ês máquinas té micas. não é possível const ui apenas a(s) máquina(s): a) A d) A e B b) B e) B e C c) C 49. Ao completa cada ci clo. como esposta. A. ( ) Calo flui espontaneamente de sistemas mais f ios pa a sistemas mais quentes. 04. 08. uma tabela ap esentada abaixo. a tempe atu a do gás aumenta. na p ática. b) Numa t ansfo mação adiabática o gás não se es ia nem esquenta. a potência dessa máquina se á igual a 8 x 102 W. 02.12 De aco do com a Te modinâmica. FURG-RS Analise cada uma das s eguintes afi mativas elacionadas à segunda lei da te modinâmica e indique se são V (v e dadei a) ou F (falsa). se isola mos te micamente o sistema ou s e a t ansfo mação fo ealizada apidamente. não há ealização de t abalho. Es sa t ansfo mação pode se obtida. todas ope ando ent e fontes de calo . assinale a afi mativa co eta: a) Numa t ansfo mação adiabática. UFBA Uma ce ta quantidade de gás ideal ealiza o ciclo ABCDA. 16. a p essão exe cida pelo gás se mantém constante. o t abalho ealizado pelo gás é igual a 4 x 102J. No pe cu so AB. Utilizando-se esse ciclo em uma máquina. a t ansfo mação de ene gia té mica em t abalho nunca se dá totalmente. o t abalho ealizado é nulo. Nessa tabela. Baseado nessas info mações. Nessas condições. 50. d e modo que o gás ealize quat o ciclos po segundo. a va iação da ene gia inte na do sistema é inve samente p opo cional ao t abalho. às tempe atu as de 300 K e 500 K. e) Em qualque t ansfo mação a. ( ) Ca not idealizou um ciclo totalmente eve sível com o qual se obte ia o máximo endimento possível. as indicações co etas? a) F – F – V d) V – F – V b) F – V – F e) V – V – F c) F – V – V IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . ep esentado na figu a ao lado.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ 47. ( ) Em uma máquina té mica. o t abalho que ela ealiza po ciclo. d) Em uma t ansfo mação adiabática. Dê. a soma das alte nativas co etas. oco e aumento da ene gia inte na. Quais são. No pe cu so CD.

8 . não há realização de alho. 105 4 b) 1.6 . Caxias do Sul-RS Uma massa de um gás ideal desc eve o ciclo ABCDA do diag ama.E. O t abalho que a máquina ealiza e m 1.2 . U. Essa transformação pode ser obtida. Com base nessas info mações. a t ansfo mação CD sof ida pelo gás é uma t ansfo mação isovolum o t abalho ealizado pelo gás no ciclo é dado pela á ea do etângulo ABCD.2 . é co eto afi ma que: 13 a) b) c) d) e) o t abalho ealizado pelo gás na t ansfo mação AB vale ze o. U. P ep esent a a p essão do gás e V. Com espeito a esses p ocessos. 103 a) 2. em joule. O p ocesso ABCDA é denominado p ocesso cíclico. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o t abalho total ealizado pelo gás no ciclo é dado p á ea do etângulo AP2P1D. como resposta. 53. vale: d) 4. Ponta G ossa-PR O g áfico abaixo ep esenta uma sucessão de p ocessos quase estáticos. O p ocesso BC é uma expansão is té mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. Cefet-PR Transfo rmação gasosa adiabática é uma transformação em que o gás passa de um estado a outro sem re er ou ceder calor para o ambiente. a temperatura do gás aumenta. 16. a uma ce ta máquina té mica cujo endimento é de 0. Unifo -CE Uma caldei a fo nece calo . No diag ama. GABARITO 01. e ∆ U = 0. Ba seado nessas informações. 10 Dado: 1 cal = 4. Dê. 02. expe imentados po uma dete minada massa gasosa. se isolarmos termicamente o sistema ou se a transformação for realizada rapidamente. a t ansfo mação BC sof ida pe lo gás é uma t ansfo mação isobá ica. 08. 10 e) 1. a soma das alternativas corretas. c) Em uma compressão adia ica.5 . assinale o que fo co eto. 54. e) Em qualquer transformação adiabática. 103 3 c) 7. O p ocesso AB é uma expansão isobá ica e obedece à Lei de Cha les.2 J 52.Termodinâmica Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) Em uma transformação adiabática. na prática. assinale a alternativa correta: a) Numa transformação adiabática . a variação da energia interna do sistema é inversamente proporcional ao trabalho. com potência constante de 200 cal/min. a pressão exercida pelo gás se mantém consta te. seu volume.15. O p ocesso CD é uma comp essão isocó ica e obedece à Lei de Cha les. 04. b) Numa transformação adiabática o gás não se resfria nem esquenta.0 ho a de funcionamento.51. O p ocesso DA é uma comp essão isoté mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte.

um jovem consome 1 litro de O2 por minuto.55. ap oximadamente. de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ d) 420 kJ e) 480 kJ IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . o jovem utilizou uma quantidade de ene gia a mais do que se tiv esse apenas caminhado du ante todo o tempo. Em dado momento. voltando depois a caminh a . o jovem passa a co e . quant idade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias di etéticas”/minuto). O g áfico ep esenta seu consumo de oxigênio em função do tempo.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Consumo de O2 2 ( /min) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t(minuto) 14 Po te co ido. Fuvest-SP Em uma caminhada.

2. 43. 2 3. 53. 21. 37. 28. 44. 3. 41. 7. 6. 55. 51. 4.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1 1. 15. 32. 5. 38. 24. 22. 49. 31. 48. 8. 54. 47. 18. 26. 34. 40. 36. 10.04atm d d c 26 F–V–V–F V–V–F–F–V 01 b c c 08 + 16 c e a e b d 29. 30.5 b 0 1 + 04 + 16 = 21 b 01 + 02 + 08 = 11 c d a 01 + 08 + 32 = 41 a d 44 01 + 02 + 08 + 16 = 27 d c d c e 28 c c IMPRIMIR G A B A R IT O Volta FÍSICA . 16. d c V–F–V–F–V c 03 01 c 2. b) 4. 20. 27. 50. 11.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ .10–7J. 17. 33. 19. 13. 46. 35. 52. 9. 14. b a c a a a a) 1. 39. 12. 45. 42. 25.

o papel pa a fo ma as let as. d) Apenas as afi mati vas II. (O camp o elét ico unifo me está ep esentado po apenas uma linha de fo ça). que podem se elet icamente neut as ou elet izadas positiva ou negativamente. a) Apenas as afi mativas I. 02) po contato. 04) po at ito. Um co po neut o é aquele que não tem ca gas elét icas. Na elet ização po indução. Salvado -BA A elet ização de um co po A. II. Sob e as afi mativas acima. então.E. Ao se em at itados. dois co pos neut os. egião onde existe um c ampo elét ico unifo me E . d) ca egada positivamente. c) ca egada positivamente. neut a e ca egada positivamente. con side e as afi mativas a segui : I. Sob e a natu eza dos co pos (elet izados ou neut os). de mate iais dife entes. atingindo. t o nando-se neut o o co po B. Se um co po está elet izado. é possível obte -se co pos elet izados com quantidades dife entes e ca gas. 03) po indução. IMPRIMIR FÍSICA . ficando A e B co m ca gas de mesmo sinal. p eviamente elet izado. espectivamente: a) ca egada negativamente. Um exemplo disso é o fato de algumas vezes leva mos pequenos choques elét icos ao en costa mos em automóveis. 1 GABARITO 3. Após at avessa a egião ent e as placas. V. II e III são ve dadei as. U. neut a e ca egada n egativamente.Elet ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . essas gotas vão imp egna o papel. pode oco e : 01) po at ito. III e V são ve dadei as . inicialmente neut o. UFRN Uma das aplicações tecnológicas mode nas da elet ostática foi a invenção da imp ess a a jato de tinta. devido ao p incípio de conse vação das ca gas elét icas. b) Apenas as afi mativas I. to nam-se elet iz ados com ca gas opostas. b) neut a. Essas gotas são jogadas ent e as placas defleto as da imp esso a. 2. pode-se dize que a gota 1. assinale a alte nativa co eta. e) Apenas as afi mativas II. ca egada positivam ente e ca egada negativamente. Lond ina-PR Campos elet izados oco em natu almente no nosso cotidiano. 05) po indução. ficando A e B com ca gas de sinais opostos. então o núme o de ca g as elét icas negativas e positivas não é o mesmo. a pa ti do emisso . Pelos desvios so f idos. Esse tipo de imp esso a utiliza pequenas gotas de tinta. IV. IV e V são v e dadei as.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. A figu a a segui most a t ês gotas de tinta. Se um co po tem ca gas elét icas. III. então está elet izado. ca egada negativamente e neut a. U. IV e V são ve dadei as. que são lançadas pa a baixo. to nando-se neut o o co po B. c) Apenas as afi mativas I e IV são ve dadei as. a 2 e a 3 estão. a pa ti de um co po B. Tais choques são devidos ao fato de esta em os automóveis ele t icamente ca egados. ficando A e B com ca gas de sinais opo stos.

Centelhas ou faíscas elét icas de ce ca de um centímet o de comp imento saltam ent e os dedos das pessoas e esses objetos. 16. Unifor CE Uma carga elétrica q1 = 2. na época da seca. sintamos um pequeno choque na ponta dos dedos. é f eqüente que.4. 04. é comum oco e o choque elét ico ao se toca a ca oce ia de um ca o ou a maçaneta de uma po ta em um local onde o piso é ecobe to po c a pete. Q e q. sendo sua variação dada por k Q q r − r 2 1 1 1 c) aumentará iação dada por k Q q r 2 − r 2 2 1 1 1 d) diminuirá. ao toca mos o ca o ou o co i mão do ônibus. de módulo F. uma vez que a umidade do a é mínima. Se aumenta mos essa distância pa a 2. 10 000 V. de módulo: a) 0. como esposta. 02. Uma faísca elét ica oco e ent e dois c o pos isolados no a . a igidez dielét ica do a diminui. ( ) O p ocesso de elet ização po indução é o p incipal espon sável pelo su gimento do fenômeno desc ito no texto. ca egamo-nos negativamente po at ito. 01. sendo 1 a distância ent e elas. na época da seca. ( ) O valo absoluto do potencial elét ico da ca oce ia de um ca o aumenta devido ao a mazenamento de ca gas elet ostáticas. ao sai mos de um ca o ou pega mos o co imão de um ônibus. sepa ados po uma distância de um centímet o. uma ve z que a umidade do a é mínima. abso vemos mais ca gas elét icas positivas po ind ução. UFMT Em Campo G ande. em média. ( ) O a em uma egião onde exist e um campo elét ico unifo me de intensidade supe io a 10 000 V/cm é um péssimo condut o de elet icidade. UnB-DF Nos p e íodos de estiagem em B asília. Dê. 6.10F b) F c) 5 F d) 10 F e) 100 F IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrostática ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 5. quando a dife ença de potencial elét ico ent e eles atinge. esses funcionam como te a desca egando a elet icidade acumulada em nossos co pos. 7.0 µC exerce fo . Com o auxílio do texto a cima. a ene gia potencia l do sistema: 1 1 a) aumenta á. Ess e fenômeno se explica po que. a igidez dielét ica do a aumenta . ( ) O choque elét ico é sentido po uma pessoa devido à passagem de co ente elét ica pelo seu co po. sobre outra carga q2 = 20 µC . julgue os itens que se seguem. 08. Unifo -CE Cons ide e o sistema constituído po duas ca gas elét icas. sendo sua va iação dada po k Q q − r 2 1 2 GABARITO 1 1 b) diminuirá. sendo sua variação dada por 2 1 2 e) permanecerá constante. Pode se concluir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força. de mesmo sinal. ( ) Os choques elét icos efe i dos no texto são pe igosos po que são p ovenientes de ca gas estáticas que acumulam g ande quantidade de ene gia. a soma das afi mativas co etas.

1 09 ) C2 a) 2 m d) 0. Então são eletrizadas.103 N/ C. Assinale. então. Determine a expressão para a carga elétrica q: (Considere a constante e letrostática igual a k) IMPRIMIR a) x 2 mg tan θ 4 k tan θ 4 mg k x2 1/ 2 mg tan θ 1/ 2 b) e) tan θ kmg Voltar FÍSICA . o esquema qu esferas. é de: Nm 2 O meio é o vácuo (k0 = 9.2 m e) 5 m c) 3 m GABARITO 10. UEMS Duas esferas metálicas de mesma massa m e mesmo raio r são presas a um ante paro horizontal.Eletrostática Avançar c) x d) x. por uma distância x. a) 9. segundo a fi gura abaixo. entre as alternativas e melhor representa a distribuição final de cargas nas duas b) c) 3 d) e) carga elétrica positiva. A distância entre esse ponto do espaço e a carga.8. apr abaixo. Uma esfera condutora oximada da esfera isolante. k kmgx tan θ . de forma a ficarem sob ação da gravidade. devido a força de repulsão elétrica. perman ecendo separadas.4 m b) 3. UFRS A superfície de uma esfera isolante é carregada com oncentrada em um dos seus hemisférios. UEMS Em um ponto do espaço uma carga de 6m C cria um campo elétrico de 6 . c descarregada é.

0 . no vácuo. em unidades de 10–9 N? a) 13 d) 23 b) 18 e) 28 c) 20 13. e) 2. sendo 2 positiva e de valor 270 µC. 1 m (1 micro) = 10–6. positiva. b) 2. As esferas de cargas 1 e 3 têm valores algébricos igu ais. c ) 2.0 . PUC-RS Quatro p e uenas cargas elétricas encontram-se fixas nos vértices de um uadrado. ue está corretamente representada na alternativa: a) b) c) d) e) GABARITO 14.11. 10–8. 12.I. 10–2 N. 10–7. Ponta Grossa-PR O es uema abaixo representa três esferas pe uenas de carg as 1. vale: a) 2. 10–6. uando estão separadas por uma distância de 3. 109 S.0 x 10–10 m. 2 e 3. Dê. –9 1 n (1 nano) = 10 . UFPE Dois prótons de uma molécula de hid rogênio distam cerca de 1. 08. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem. negativa. assinale o ue for correto. 04.0 cm.0 . e seus módulos valem 1. a soma das alternativas corretas. As esferas de car gas 1 e 3 são negativas. no vácuo. 1 p (1 pico ) = 10–12 A partir destes dados.0 .0 . 01. U. e a distância (d) ue as separa é 12 cm. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .0 . 4 Um elétron no centro desse uadrado ficaria submetido.E. então Q2. Qual o módulo da força elétrica ue um exerce sobre o outro. como resposta. as uais se encontram em e ui líbrio. 10–8C. Observações: 1 m (1 mili) = 11–3. com uma força de inten sidade 4.0 . a um a força. d) 2. negativa.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . em coulombs. 02. e a esfera de carga 3 é negativa e vale -140 µC.0 . O tipo de e uilíbrio da esfera de carga 2 é in stável. positiva. 10–8. 16. devido às uatro cargas. Dado: Consta nte eletrostática do vácuo = 9.08 mC. A esfe ra de carga 1 é positiva e vale 400 µC. conforme fi gura abaixo. Se Q1 = 2. A resultante das forças ue atuam na esfera de carga 1 é nula. positiva. sobre a mesma reta. 10–7.

03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1. 04) O módulo do campo elétrico. são colocadas as cargas QA = 2µC e QB – 2µC. ( ) é acelerada por uma força proporcional ao campo elétrico . ( ) O campo elétrico. Q1 Q 2 + + Para isso. UFMT A figura abaixo mostra duas cargas puntuais Q1 e Q2. em função da dis tância. entre Q1 e Q2 e mais próxima de Q1. O meio é o vácuo. é 18000 volts. relati vo ao infinito. Unicap-PE No vértices A e B do triângulo e uilátero da figura abaixo. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. é correto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as cargas tem natureza atrativa. de modo ue ela fi ue em e uilíbrio. d. 04. o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância.103N para d = 2 m. é nulo para d = 1 m. a carga deve ser colocada: 01. no ponto C. como resposta. em relação ao centro do condutor. 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3.10–3C. F. ( ) Par a estabelecer a configuração da figura. s obre a reta ue passa pelas duas cargas. Dê. no ponto médio ent re Q1 e Q2. inale verdadeiro (V) ou falso (F). entre Q 1 e Q2 e mais próxima de Q2.15. no ponto médio da reta ue une as cargas.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 17. 18. mantidas fixas. embora sua carga total permaneça nula. ( ) fica polarizada. é igual a 9. entre duas cargas pontuais idênticas. ( ) No interior de um condutor em e uilíbrio eletrostático. Considerando-se a constante eletros tática do meio igual a 9. também positiva. ( ) possui em seu interior um campo elétrico constante de módulo igual a E. à direita de Q2. am bas positivas e Q1 > Q2. ( ) O potencial do ponto C. 16. inserida em uma região de campo elétrico u niforme de intensidade E. 02.5. um agente externo realizou um trabalho posit ivo. 16. Deseja-se colocar uma carga puntual . já ue as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. 05) O potencial elétrico.109 N/C para d = 3 m. ( ) possui um potencial elétrico constante em sua superfície. a soma das afirmativas corretas. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .109Nm2C–2 e com base na informação. 08. UESC-BA 5 O gráfico representa o comportamento da intensidade da força elétrica. no ponto médio da reta ue une as carga s. UFGO Uma esfera metálica neutra de raio R. é nulo. à es uerda de Q1.

É c rreto afirmar: IMPRIMIR GABARITO a) O campo elétrico no ponto O é nulo.F. dirigindo-se para a carga. Londrina-PR A figura abaixo mostra duas c argas elétricas + e . d) diminui o campo elétrico na região. com a carga no centro. 6 Seus conhecimentos de eletricidade permitem-lhe afirmar ue ocorrem descargas elét ricas entre nuvens e a Terra uando: a) o ar se torna condutor por ue foi ultrap assado o valor de sua rigidez dielétrica. U. U. b) semi-retas. rad iais. devido ao acumulo de cargas elétricas nas nuvens. são: a) semi-retas. b) O potencial elétrico no ponto O é diferente de zero. c) se torna nula a diferença de potencial entre as nuvens e a Terra por ue estão carregadas com cargas de sinais c ontrários. gerado por uma carga puntiforme ne gativa. Pelotas-PR Na mitologia dos povos da antigüidade. assim como no humor de Luís Fernando Veríssimo..Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . partindo da carga. deslocando-se verticalmente para baixo. separadas pela distância 2a e simétricas em relação ao eixo x. e) circunferências concêntric as. e) Uma carga + colocada em B apresentará trajetória r etilínea. b) cresce muito a rigidez dielétrica do ar . c) curvas parabólicas com a carga no foco. UFSE As linhas de força de um campo elétrico. os raios são apresentados como manifestações da irritação dos deuses.E. c) A força elétrica ue atuaria em uma carga + colocada em B teria direção verti cal com sentido para cima. devido ao acúmulo de cargas elétricas nas nuvens.colocada em B teria sentido para cima. devido à eletrização da superfície terres por indução. com a carga no centro e sentido anti-horário. 20. d) A força elétrica ue atuaria em uma carga . radiais. Voltar FÍSICA .19. d) circunferênci as concêntricas. 21. e sentido horário. e) o valor do campo elétrico na região oscila fortemente.

Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . d) fora do centro e tem módulo 1. no ponto C . por onde flui uma corrente elétrica. em corte. feitos de material bom condutor.0. ( ) Uma gota de óleo eletricamente carregada é mantida em suspensão. ( ) O campo elétrico no centro de u ma esfera de alumínio uniformemente carregada. é nulo. A constante eletrostática do ar é k = 9. Pode-se. a força coulombiana sentida por ela terá módulo crescente. numa região de campo elétrico uniforme. 10 N . é uma superfície e uipotencial. e) Em I. a uma certa distância do so lo. afirmar ue o módulo da razão entr e a carga e a massa da gota de óleo é igual ao módulo da razão entre o campo gravitacion al local e o campo elétrico. 25. está em e uilíbrio elétrico no ar. 1 04 V/m. 1010 V/m. A superfície de cada um dos objetos está carregada com carga elétrica estática de me smo valor Q.8 . é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. em unidades coerentes. ( ) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial el etrostática do sistema. 23. Num ponto situado a 1. 104 V/m. escreva V para as afirmativa s verdadeiras ou F para as afirmativas falsas. totalmente fechados. assim.0 . de raio 50 cm e uniformemente carregado com carga Q = 2. I II III 7 IMPRIMIR GABARITO Em uais desses objetos o campo elétrico é nulo em ual uer ponto da cavidade intern a? a) Apenas em I. ( ) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA. ( ) O potencial. c) Apenas em I e II. b) o centro e tem módulo 1. U nifor-CE Um condutor esférico.8 . ( ) O potencial elétrico. e suas cavidades internas se acham vazi as.3 x 104 v.0 m do centro da esfera. II e III. por um campo elétrico uniforme.0 µC.0 . ( ) Toda super fície metálica. então. é co nstante. está co ncentrada em seu centro.8 . Unicap-PE Na fig ura abaixo QA = 32µc e QB = 18µc [O meio é o vácuo] Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) .22. e) fora do centro e tem módulo 1. é 6. ( ) Em um tubo de imagem de um televisor. UFRS A figura abaixo representa. b) Apenas em II. no ponto C. ue se encontram em repouso. U. Voltar FÍSICA . O ganho de energia cinética é. 10–3 V/m. um elétron é acelerado por uma diferença de pote ncial de 220 volts. Os objetos são ocos. ( ) Suponha ue uma carga de p rova seja deslocada no sentido em ue a densidade das linhas de campo elétrico é cre scente. c) fora do centro e tem módulo 9. portanto. d) Apenas em II e III. m2/C2. o vetor campo elétrico aponta para: a) o centro e tem módulo 9. de 220 joules. em e uilíbrio eletrostático. três objetos de formas geo métricas diferentes. 24. 10–3 V/m. ( ) A carga de um condutor. Católica-DF A respeito da eletricidade estática. em e uilíbrio eletrostático.

como resposta.Eletrostática Avançar ¢ . 04. Voltar FÍSICA . UFMS Uma esfera metálica de raio R está eletrizada positivamente com uma carga Q. Qual dos gráficos E x r. I. uniformemente distribuída em todo o seu volume.26. uma casca esférica de ra io 2R. um campo elétrico de intensidade E2. contendo a mesma carga elétrica Q. contendo carga elétrica Q. 8 Selecione a alternativa ue expressa corretamente a relação entre as intensidades de campo elétrico E1 e E2. A figura (II) representa. porém uniformemente distribuída sobre sua su perfície. IMPRIMIR Dê. a soma das alternativas corretas. 08. UFRS A figura (I) representa. onde r é a distância de um ponto P ao centro da esf era. em corte. uma esfera maciça de raio R. Essa distribuição de carga produz no ponto P2. Essa distribuição de c arga produz no ponto P1. GABARITO 02. a) E2 = 4E1 d) E2 = E1 / 2 b) E2 = 2E1 e) E2 = E1 / 4 c) E2 = E1 27. 16. em corte. a uma distância d do centro da esfera maciça. melhor representa o campo elétrico (E) dessa esfera? 01. II. à mesma distância d do centro da casca esférica. um campo elétri co de intensidade E1.

a carga elétrica da esfera 1. Dê. Colocamos no ponto médio. 04. estão separados por uma distância d ual uer . 2 e 3 . 02. o campo elétrico resultante é nulo. V Considerando-se a carga Q em repouso. a razão fornecerá: E 01) o valor de Q. e) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é dobrado. ue une os dois objetos carregados. 16. no ponto P. uma carga de prova . 04. como resposta. Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade. Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera co m carga + . As três esferas apresentam a mesma capacidad e eletrostática. sua capacidade eletro stática duplicará. A energia potencial do sistema formado pelas duas esfera s eletrizadas é inversamente proporcional ao uadrado da distância entre elas. U. a força resultante sobre e la será nula. Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezíve l. d) A energia potencial eletrostática resultant e sobre a carga de prova é nula. cria. No ponto P. 29. a) O potencial elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. 05) o trabalho da força elétrica para manter Q na posição considerada. no ponto P. colocando-a Q em contato com a 2. encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K0). esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se a vizinharão a ela. b) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. como resposta. 31. o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. puntiforme e positiva. Cefet-PR Doi s objetos com cargas iguais. 02) a distância entre P e Q. 1. Nessas condições. c) A força eletrostática resulta nte sobre a carga de prova é dobrada. um campo elétrico de intensidade E e um potencial elétrico V. a soma das alternativas corretas. é igual a zero. eletrizada com carga Q . Se for colocada uma outra carga + . no ponto P. 08. O módulo do vetor campo elétrico. afastando-a e. Maringá-PR Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em r epouso. Dê. o potencial de Q e uilíbrio entre elas será igual a C + C . 32. s erá igual a . a soma das alternat ivas corretas. eletrizadas. sob ação de forças externas. de raios R. U. 9 GABARITO 01.28. no interior da esfera 3. 03) a constante eletrostática do meio. 16. Salvador-BA Uma carga Q. Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1. o potencial elétri co resultante é nulo. Nessas condições. conforme a fig ura. UFBA Três esferas metálicas idênticas. duas esferas idênticas. o sistema se neutralizará. 08. colocando a 3 em contato com a 2. 04) a intensidade da força elétrica entre Q e uma carga de prova colocada em P.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 30. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e a 3. é correto afi rmar: 01. As esfe ras 1 e 2 estão neutras. afastando-as e. em seguida. No ponto P. sendo P o ponto médio entre elas. 3 02. positivas. após os contatos. assinale o ue for correto. S e colocarmos uma outra esfera com carga + . sendo C1 e C3 as capa cidades eletrostáticas 1 3 das esferas 1 e 3.E. 32. num ponto P à sua vol ta. Colocando-se a esfera 1 em contato com a 3. em seguid a.

como respos ta. Num ponto situ ado no vácuo (K = 9. é nulo num determinado ponto.32. U. Os vetores campo elétrico E1 e E3 se a nulam. 04. 10 01.E. 34. UEMS O gráfico representa o potenci al produzido por uma carga elétrica puntiforme no vácuo. Dê. como r esposta. E4 é o vetor campo elétrico resultante. é diferente de zero. Ponta Grossa-PR Duas cargas elétric as de mesmo valor e de sinais contrários criam um campo elétrico E no ponto O. a soma das alternativas corretas. O vetor campo elétrico resultante é nulo. 04. 10–6 C 1 . U. 08. No interior de um condutor esférico em e uilíbrio eletrostático. 02. tem valor de 27. 10–7 C 4 .109 unidades MKS). assinale o ue for correto. em função da distância aos pontos do campo. 16. confo rme mostra a figura abaixo. Os vetores campo elétrico E2 e E4 se anulam. Quando gerad o por várias cargas elétricas puntiformes.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . Com relação aos vetores desse campo elétrico. 01. 16. O valor da carga é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 2 . Dê. Ponta Grossa-PR Sobre o campo elétrico gerado por uma carga elétrica. 10–8 C 2 .103N/C. É uma grandeza escalar. Pode ser medido em Volt por metro. a 4 m de distância de uma carga geradora ue mede 48 mC. assin ale o ue for correto. 08.E. a soma das alternativas corretas. E1 e E2 determinam o vetor campo elétrico resultante. 10–8 C 3 . 10–6 C Voltar FÍSICA . 02. 33.

08. por is so a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do ue na s proximidades de regiões mais planas. situado 2 m abaixo de A. por ue uma estrutura metálica blin da o seu interior contra efeitos elétricos externos. a potência mínima do a uecedor deverá ser 100 W. ut iliza um a uecedor com termostato. com um a uecedor de 60 W ligado constantem ente. 04. é nulo. a carga ue podemos transferir a um corp o condutor pontiagudo é menor ue a carga ue podemos transferir para uma esfera c ondutora ue tenha o mesmo volume. UF PR Um físico realiza experimentos na atmosfera terrestre e conclui ue há um campo e létrico vertical e orientado para a superfície da Terra. a carga máxima ue podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é 10 microco ulombs. 16. a temperatura da água pode ser mantida em 20ºC. Devido ao poder das pontas. en uanto ue ânions tendem a mover-se para a superfície t errestre. O potencial elétrico. é correto afirmar: ( ) A Terra é um corpo eletrizado. 64. voltada para a Terra. mesmo com um a uecedor de 500 W. Como a rigidez dielétrica do ar é 3 x 106 N /C. um a uecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora. UFSC A garota possui um a uário de 60L. O campo elétrico. Uma pessoa dentro de um c arro está protegida de raios e descargas elétricas.35. ao longo de um ano. a so ma das alternativas corretas. no int erior de um condutor eletrizado. Tendo observado o funcionamento desse tipo de a uário. 02. Dê. com carga elétrica negativa em excesso. seja carregada positivame nte. ( ) A diferença de potencial elétrico. ( ) Este campo elétrico induzirá cargas elétricas em uma nuvem. O campo elétrico. é sempre diferente de zero. 11 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1. é 200 µJ. é nulo. a soma das alternativas corretas. na atmosfera. 08. é de 200 V. Sabendo-se ue alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperatur as inferiores a 23ºC e ue na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8ºC.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . caso não houvesse troca de água. alguns peixes morrerão. 16. é corre to afirmar ue: Dado: 1 cal = 4J 01. com um a uecedor de 200 W havendo troca de água no inverno. 36. como resposta. Dê. como resposta. A e C. 32. 02. fazendo com ue o exc esso de carga se localize na superfície do condutor. muito sensíveis a baixas temperaturas. alguns peixes morreriam se a a uarista prec isasse trocar a água no inverno. distantes 2 m entre si e situados a uma mesma a ltitude. com módulo E = 100 N/C. UFSC Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. entre um ponto A e um ponto B. desde ue não haja troca de água. 37. desde ue ela não seja trocada. há uma concentração de cargas elétricas maior do ue numa região plana. fazendo com ue a parte inferior desta. com peixes tropicais de água doce.5ºC p or hora. no interior de um condutor eletrizado em e uilíbrio eletrostático. ( ) Cátions existentes na atmosfera te ndem a mover-se para cima. Para mantê-los na temperatura ideal de 23ºC. Numa região pontiaguda de u m condutor. Consi derando ue para uma pe uena região da superfície terrestre o campo elétrico é uniforme. ( ) O trabalho realizado pela força elétrica para deslocar uma carga elétric a de 1µC entre dois pontos. 04. no interior de um con dutor carregado.

32. 37. 9. 10. 22. 5. 31.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 26. 24. 4. 19. 35. 8. 18. 33. 2 30. 16. 21. 6.Eletrostática Avançar . 11. 12. 2. 14. 15. 23. b 03 c 01 + 0 8 + 16 V–F–F–F–V b b e c d d d c 15 16 F–V–V–F 03 F–F–V–F–F a 20. 13. 34. 3. 7. 17. 25. 36. a c V–F–V–V–F d V–V–F–F–F e c 08 02 02 + 04 + 08 + 32 = 46 03 01 a 45 V–V–F–F–V 19 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .

O N (02) o ângulo que o feixe de luz efletido fo ma com o espelho é igual a î. so bre a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul”. localizado no mesmo lado da supe fície em que o feixe de luz incide. cada aio de luz incidente e efletido e a sua espectiva no mal à supe fíci e estão contidos em um mesmo plano. o obse vado pode ia ve a luz da lante na de qua lque ponto. UFMT 1 “O último eclipse total do sol neste século para o hemisfério sul aconteceu na manhã de 3 de novembro de 1994. Dê. Sendo que o ângulo d e incidência desse feixe com a no mal ao espelho é î. UFMS Uma lante na emite um feixe de luz cilínd ico que incide em um espelho plano no ponto O. (16) devido ao fenômeno de ef ação da luz. Faltavam 15 minutos para as 10 h. ( ) O tempo estimado de du ação do eclipse é de quat o mi nutos. como esposta. a som a das alternativas corretas. podemos ve os co pos sem luz p óp ia quando iluminados. Entrou no Brasil por Foz do Iguaçu e saiu para o Oceano Atlântico. 3. mas esse não foi um dia normal (…) Durante o eclipse. os obse vado es podem v e o eclipse pa cial do Sol. (04) a velocidade da luz é u ma constante independente do meio em ue se propaga. como resposta. com 200 km de diâmetro progrediu a 3000 km por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul. a soma das alte nativas co etas. estabelece um limite superior de velocidade. é a mesma em todos os sistemas de referência inerciais. julgue as afi mações como ve dadei as ou f lsas. Outub o. p. a gigantesca s ombra. n o vácuo. 1994. Ano 8. IMPRIMIR FÍSICA . no Paraná. ( ) A Lua se coloca ent e o Sol e a Te a. (04) se a supe fície em que o feixe de luz da lante na inc ide não fosse totalmente polida. na cidade de Foz do Iguaçu. n 10. 46) GABARITO Em elação ao fenômeno físico desc ito no texto. (08) a velocidade da luz. (02) a luz tem uma natureza de partícula. o sol da primavera já estaria brilhando bem acim a do horizonte. Em ual uer dia normal. 2. é co eto afi ma que (01) um obse vado só ve á a luz da lante na se estive posicionado sob e uma eta fazendo um ângu lo igual a î com elação à no mal N. passando pelo ponto O e no mesmo plano fo mado pelo aio inî cidente e a no mal N. (Revista Supe inte essante. é correto afirmar ue (01) a luz é uma onda e letromagnética. ( ) No t echo onde passa a somb a. ( ) Os eclipses são explicados geomet icamente pelo p incípio de p opagação etilín ea da luz.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¢   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .F ÍS IC A R E F L E X à O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1. (08) uma vez que a supe fície em que o feixe de luz da lante na incide é totalmente polida. (16) a velocidade da luz. impedindo que a luz atinja uma pa te da supe fície te est e. UFMS A respeito da natureza da luz. como está indicado na figu a ao lado. p ojetan do sua somb a na Lua. Dê. ( ) A Te a se coloca ent e a Lua e o Sol. no vácuo.

p otegendo devidamente sua vista. a i magem também se afasta d do objeto. 7. sabendo-se que a distânci a da Te a ao Sol é de 150 x 108 km e que o aio do Sol é 0. mais p óxima do espelho e maio que o obje to. 05) a natu eza polic omática da l uz b anca. II.75 x 106 km. Um e studante imaginou. mais p óxima do espelho e meno que o objeto. caso as obse vações fossem ealmente feitas. e) 90°. UESC-BA A imagem de um objeto eal vista po eflexão em um espelho plano é 01) eal. que 5 imagens de meu osto fo am fo madas. possui duas po tas espelhadas as qu ais têm as dob adiças no mesmo luga . ab i as duas e coloquei a cabeça ent e elas. III. então. c) somente III. d) somente I e II. A lfenas-MG O a má io do banhei o de minha casa. 02) vi tual. como se fosse noite. Nest a situação. U. eqüidistante do espelho e meno que o objeto. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . II. Alfenas-MG A espeito dos espelhos planos. I. O céu fica ia escu o pa a o estudante. então. 05) vi tual. de 40 m de diâmet o. 04) eal. ap oximadam ente. 03) o desvio de um aio luminoso ao at avessa a supe fície de sepa ação ent e dois meios t anspa entes. 8. pa a tenta obse v a a minha o elha. o tamanho da sua imagem não se alte a. d) 72°. uma fo ma de simula eclipses. III. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. Pensou em usa um balão esfé ico e opaco. e) somente I e III.4. b) 45°. oco eu o último eclipse sola total do século. que oculta ia o Sol quando segu o po uma co da a uma altu a de 200 m. O balão oculta ia todo o Sol: o estudante não ve ia di etamente nenhuma pa te do Sol. O balão é pequeno demais: o estudante continua ia a ve di etamente p a tes do Sol. Quando o objeto se afasta de uma distância d do espelho. num dia de céu cla o. Salvado -BA Utilizando-se o disco de Newton é possível comp ova expe imentalm ente 01) os p incípios de eve sibilidade e de independência dos aios de luz. Está co eto apenas o que se afi ma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III 2 5. c) 60°. 03) vi tual. Fuvest-SP Em agosto de 1999. quand o o cent o do Sol e o cent o do balão estivessem ve ticalmente colocados sob e ele . 6. em elação aos possíveis esultados dessa p oposta. conside e as p oposições: I. o ângulo ent e as duas po tas é igual a a) 30°. Pe cebi.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . U. A(s) p osição(ões) co eta(s) é(são): a) somente I. 02) o aumento linea t ansve sal p oduzido po um espelho esfé ico. U. Quando uma pessoa se ap oxima de um espel ho. em s entido anti-ho á io. Como uma gi a em sentido ho á io e a out a. A imagem de um objeto ea l é semp e vi tual. b) somente II. Fa ia as obse vações. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. 04) a eflexão total a pa ti de um diopt o plano. Conside e as afi mações abaixo.

32) A imagem do objeto situa-se a 15 cm do vé tice do espelho. en qu nto im gens virtu is são sempre direit s.0 cm. 3 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . de distância focal 10. Dê como respost som d s lter n tiv s corret s. um espelho convexo de distânci P foc l 1 m no lto d port . e a distância ent e a imagem e o espelho é o dob o da distância do objeto ao espelho. 16) Se o espelho fo otacionado de um ângulo α em rel ção à posiçã nici l. a distância da sua imag em ao espelho também dob a. Um vel ces é c oloc d em frente o espelho. U. 12. conve gem em um ponto F. Há. 08) A imagem do objeto se á inve tida. 11.Reflexão luminos – espelhos ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ . A im gem form d será virtu l. Ma ingá-PR Um objeto de 5. 04) Se o espelho fo deslocado pa al elamente à posição inicial. ao se efleti em. Coloque V p r firm ções verd deir s e F p r s f ls s. ( ) O lun o n esteir está 4 m do espelho convexo sobre seu eixo.(x) tid e de t m nho m ior que o d vel . o núme o de imagens fo madas depend e á do ângulo que os espelhos fize em ent e si. im gem rot cion rá de 2α no mesmo sentido.00 cm de altu a é colocado 30 cm à f ente de um esp elho côncavo. ( ) Um luno n esteir e o professor se vêem t r vés do espelho convexo por c us do princípio de prop g ção retilíne d luz.9. t mbém. ( ) Im gens re is são sempre invertid s em rel ção o objeto. Isto v le p r qu lquer tipo de espel ho. ( ) As 7 pesso s n s l de ginástic form m 21 im gens nos dois espelhos pl nos. Ponta G ossa-PR Conside ando a situação em que um objeto é colocado em f ente a um espelho plano. U.C tólic -GO Foco ( ) Considere um espelho esférico cônc vo. 02 ) Se um novo espelho fo conjugado ao espelho. denominado foco p incipal do espel ho. E. Utiliz ndo-se de um lente esféric biconvex e coloc ndo c beç do p lito de fósforo no foco d lente. assinale o que fo co eto: 01 ) A distância focal de um espelho esfé ico côncavo é igual à metade do aio de cu vatu a d o espelho. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. assinale o que fo co eto: 01) A imagem obtida é di eita. ( ) O professor P e stá de frente p r o espelho com o luno A à su direit . UFGO A figur seguir é um esquem de um s l de ginástic c om dois espelhos C F esteir pl nos que ocup m p rede tod e são perpendicul res A B D E entre si. inver. Sob e isto. E. ele deverá conseguir cendêlo. 02) Raios de luz pa alelos e p óximos ao eixo p incipal do espelho côncav o.5 cm de a ltu a. Então su im gem está 80 cm dentro do espelho. entre o foco V C F e o vértice. Espelho cônc vo ( ) Um estud nte pretende cender um p lito de fósforo v lendo-se do c lor c pt do dos r ios sol res. tendo 2. A im gem do luno A t mbém e stá à direit d im gem do professor. 1 0. a imagem sof e á um deslocamento igual ao dob o do deslocame nto do espelho. por volt do meio-di . 08) A imagem somente pode á se obse vada se ela estive fo a do c ampo visual do espelho. a i magem se á do mesmo tamanho e se localiza á no foco. 16) Se o objeto fo colocado no cent o de cu vatu a do espelho côncavo. U. 04) Ao dob a -se a distância do objeto ao espelho côncavo.

UFSE Um observ dor se encontr 50 cm de um espelho pl no coloc do vertic l mente. perpendicul rmente o eixo p rincip l de um espelho esférico cônc vo de r io de curv tur 60 cm. refletem-se t mbém no espelho pl no e torn m-se convergentes num ponto do eixo princip l dis8 cm t nte 8 cm do espelho pl no. como respost . Dê. P r isso deverá utiliz r um espelho cônc vo com r io de ) 120 cm b) 80 cm c) 160 c m d) 4.40 m ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . em cm. A stá im gem do prendedor? ) 1. F é o foco e V é o vértice do espelho.0 GABARITO 18. som d s ltern tiv s corret s. Se o observ dor se f st r do espelho d ndo dois p ssos p r trás. (32) D se form à direit d e V. onde A C é o centro de curv tur .13. PUC-RJ Um menin us um prendedor de r bo pelho gr nde e segur um espelho de mão. de t m nho 2. (16) D se form entre F e V. UFRJ Um espelho cônc vo de 50 cm de r io e um pequeno espelho pl no estão frente frente. C lcule distânci do espelho pl no o vértice V do espelho cônc vo.0 m 16. à distânci de 50 cm do espelho. R ios luminosos p r leV los o eixo princip l são refletidos pelo espelho cônc vo. Consider ndo os objetos A.20 m do espelho gr nde. su im gem se f st rá dele ) 0. (02) A se form entre C e F.0 cm e) 30 cm 4 15. B C F D V 14. El está di nte de um es de su c beç . trás o espelho de mão e 1.0 cm.0 m d) 3. de 50 cm c d .4 d) 75 e 3. UFMT A figur b ixo represent um espelho cônc vo.0 m e) 4. ) 38 e 1.50 m d) 2.Reflexão luminos – espelhos ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 17. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .0 c) 60 e 2.10 m e) 2. (08 ) B se form entre C e F.80 m b) 1. qu ndo su distânci té o espelho for de 30 cm.5 b) 50 e 2.20 m de c v lo. respectiv mente.50 m b) 1. é correto firm r que im gem de (01) A se form à esquerd de C. (04) B se form à esquerd de C. Unifor-CE Dispõe-se um objeto. U.0 e) 150 e 6. O espelho pl no está disposto perpendicul rmente o eixo princip l do côn c vo. B e D coloc do s nos pontos indic dos n figur . A distânci do espelho té um ntep ro onde se pode c pt r im gem nítid do objeto e o t m nho d im gem são. como mostr figur .C tólic -DF Você desej f zer um espelho p r limpez de pele que forneç um im gem direit e qu tro vezes m ior.0 m c) 2. em seguid . O prendedor está 30 cm d que distânci trás do espelho gr nde e c) 1.

é necessário que o ângulo  sej de Å GABARITO ) 15° b) 30° c) 45° d) 60° e) 75° 22. conE’ forme indic figur . d) será gir d de um ângulo α. Um pesso observ -se tr vés do espelho inclin do. com respeito à vertic l V. É (são) corret (s) (s) f irm ção(ões): ) I somente. Qu ndo um in divíduo encontr -se em frente um determin do espelho e not que su im gem é direi t e reduzid . em posição inclin d . III. o espelho de um ângulo α (em torno de um E O eixo que p ss pelo ponto O) p r posição E’. pós reflexões nos dois espelhos (com p en s um reflexão no espelho horizont l). II. c) será gir d de um ângul o 2α. conforme figur . No ponto de incidênc i O. P r que el vej im gem de seus olhos. d) II e III somente . podese f irm r que direção do r io refletido: ) t mbém não será lter d . form um ângulo de 45° com o chão. e os r ios retornem pel mesm tr jetóri que incidir m. b) será gir d de um ângulo α. é: A B C D IMPRIMIR E 45° ) A b) B c) C ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . sendo um deles m ntido n horizont l. II e III. form m entre si um ângulo Â. 21. 5 20. pois c d ponto im gem é vértice de um pincel divergente.V 19. Fuvest-SP Dois espelhos pl nos. UFRS A figur b ixo represent um r io luminoso R R incidindo obliqu ment e sobre um espelho pl no que se encontr n posição horizont l E. proxim ndo-se d vertic l V. Cefet-PR Com rel ção o estudo dos espelhos pl nos e esféricos são feit s s firm ções seguir: I. e) será gir d de um ângulo 2α. então. c) I e III somente. form d por um espelho cônc vo. A im gem do Sol. Fuvest-SP Um espelho pl no. Gir -se. Não send o lter d direção do r io luminoso incidente R com respeito à vertic l V. A im gem de um objeto re l refletid em um espelho pl no é sempre vir tu l. foi tr ç d vertic l V. m ntendo se u olh r n direção horizont l. ele conclui que o espelho só pode ser cônc vo. proxim ndo-se d vertic l V. loc liz -se no foco do espelho. A flech que melhor represen t direção p r qu l el deve dirigir seu olh r. e) I. b) I e II somente. f st ndo-se d vertic l V. fim de ver os s p tos que está c lç ndo. U m pesso observ -se no espelho. f st ndo-se d verti c l V.

Reflexão luminos ¡ ¡ ¡ – espelhos .d) D e) E Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .

se p ixonou por su própri im Su p ixão foi t nt que ele morreu fog do te. 03) vi tual. situado a 10 cm do vé tice do espelho côncavo. IMPRIMIR FÍSICA . de 30 cm de aio de cu vatu a. As velocid des v1 e v2. ap esent a um ponto b ilhante sob e a egião do foco. U. com ampliação i gual a 2. maio e inve tida. e uma espátula. Us ndo seus conheciment deiros ou f lsos: ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ . ma que a alte nativa co eta sob e o espelho utiliza do e sob e a distância do dente ao espelho: a) b) c) d) e) É plano e a distância é meno que a distância focal. menores e invertid s em rel ção um objeto re l. 08) Pode se utilizado como espelho et oviso em automóveis. em módulo.23. É côncavo e a distância é meno que a distância focal. im gens sempre simétric s. como os utiliz dos em elev dores. conforme represent do no esquem b ixo. 02) Não p oduz imagem vi tual a pa ti de um objeto eal coloca do sob e seu eixo p incipal. É côncavo e tância é maio que a distância focal. é 01) eal. produzem im gens sempre virtu is. Ponta G o ssa-PR Sob e o espelho esfé ico com foco eal. ( ) Espelhos convex os. c) v1 = 1 m/s e v2 = 1 m/s. 04) As bolas metalizadas que são usadas em o namentações de Natal têm as mesmas p op iedades desse tipo de espelho. O D . gem refletid n superfície de um l go. b) v1 = 0 m/s e v2 = 2 m/s. respectiv me nte. GABARITO 26. v lem. maio e di eita. p r lel mente o espelho E1. U. conjug d pelo espelho E1. i m gem form d terá 4. co njug d pelo espelho E2. que amplifica a imagem. ( ) Espelhos pl nos produzem.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ 24. o fenômeno d refr ção regul r d luz. Atu lmen r diversos fins. que tem espelhos pl nos fix dos Im ge m em em tod extensão d s su s p redes e r p z v = 1 m/ rel ã 2 c minh com vel ocid de de 1 m/s.Superior de Br síli -DF Diz um lend muito belo. e) v1 = 2 m/s e v2 = 2 m/s. 02) eal. utiliza dois inst umentos básicos: um pequeno espelho. meno e di eita. assinale o que fo co eto: 01) A i magem eal de um objeto colocado sob e seu cent o de cu vatu a é eal. se desloc m. Dê como esposta a soma das alte nativa s co etas. 16) Quando apontado na di eção do Sol. 04) vi tual.C tólic -DF O senhor “João Boc Abert ” compa e ceu ao consultó io odontológico pa a sua evisão semest al. julgue os itens como verd ntig que um jovem ch m do N rciso. em rel ção o próprio r p z. vários tipos de espelhos estão à vend p os sobre espelhos. Salvado -BA A ca acte ística da imagem do objeto eal. com que su s im gens O’1. pa a exam na melho os dentes de João. 27. virtu is e direit s.0 cm de r io. É convexo e a distância é meno que a distância focal onvexo e a distância é maio que a distância focal. 25. Utilizando seus conceitos sob e o compo t amento e a natu eza da luz. meno e di eita. de 16. e O’2. que é perpend icul r o Im gem em rel ã primeiro.0 cm do vértice de um espelho cônc vo. de objetos re is. d) v1 = 1 m/s e v2 = 2 m/s.0 cm de ltu r um distânci de 8. “José So iso”. ( ) Ao coloc rmos um lápis de 2. 05) vi tual. U. do mesm o tamanho do objeto e di eita. pri ncip lmente. ) v1 = 0 m/s e v2 = 1 m/s.0 cm de ltur .E. tent ndo br ç r su im gem. 6 ( ) O f to de N rciso observ r su própri im gem n superfície do l go deve-se. E. em direção o espelho E2. Vunesp Um r p z entr num l nchonete. I.

faz com que os elét ons a ancados atinjam o foco da mesma. Eles captam os sinais di etamente das “emisso as-mães”. instalada em qualque esidência. no foco d a mesma. o aume nto t ansve sal da imagem é 5. Conside e os seguintes fatos efe entes ao objeto e à sua imagem: I. Os satélites et ansmisso es vie am soluciona ess e p oblema. no metal da antena. As posições do objeto e de sua imagem estão ep esentadas na figu a ao lado: A posição co eta do espelho. po condução elét ica. A pa ti destas info mações. os aios elet omagnéticos. Calcule a distância focal do espelho da ent ada do ci co. é a da figu a: a) c) e) 7 I I I I O b) O I d) O GABARITO I O O 31. pa a um ecepto localizado no foco da antena. c) Os sinais são am plificados po que a antena os pola iza e. UFRN Muitas cidades b asilei as não são cobe ta s pelos sinais et ansmitidos pelas emisso as de televisão. UFPB Um objeto luminoso. e) imagem está situada a 30 cm do espelho. efletindo-os pa a o fo co. 29. cuja face não espelhada está inO dicada po um t acejado. b) aio de cu vatu a do espelho vale 5 cm. Uma menina de 1. a imagem é inve tida. 30. chegam ao seu foco com uma intensidade maio . em seguida. amplificando o sinal. II. UERJ Na ent ada do ci co existe um espelho convexo. III. b) Ela funciona como um espelho em elação a esses aios pa alelos. po eflexão.5 cm. então. o objeto está a 6 cm do espelho. onde eles se concent am e aumentam a intensidade do sinal.0 m de a ltu a vê sua imagem efletida quando se encont a a 1. e manda-os. capta. e stá co eto afi ma que o(a): a) espelho é convexo. O. pois eles têm um alcance limitado na supe fície da Te a. que. d) Ela abso ve os sinais. A eficácia da antena pa abólica deve-se ao seguinte fato: a) O e feito fotoelét ico causado pelas ondas elet omagnéticas.28. A e lação ent e os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. vindos di etamente do satélite distante.2 m do vé tice do espelho. c) distância focal do espelho vale 2. d) imagem do objeto é vi tual. joga-os em fase. tem uma imagem. fo mad a po um espelho plano com apenas uma face espelhada. Uni io Um objeto é colocado diante de um espelho. Uma antena pa abólica metálica. p aticamente pa alelos. IMPRIMIR ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . amplificam-nos e o s et ansmitem pa a a Te a. I.

FÍSICA .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .

abe ta em um dos lados. uma iluespelho imagem sionista amado a. a imagem eal de um obje to fixo t anslada á de 2 d. UFRS Conside e as afi mações seguintes. UFRN Ma y Scondy. Pa a que uma pessoa de altu a h possa obse va seu co po intei o em um espelho plano. Instalou uma lâmpada incandescente no inte io de uma lâmpad a caixa. e) todas são falsas. Então. d) uma imagem vi tual. d) Apenas II e III. e Josué. ITA-SP Conside e as seguintes afi mações: I. 34. II. e) I. igual à altu a da pessoa. c) apenas II e III são ve dadei as. e a potênc ia i adiada e a de 80 W. Quais estão co etas? a) Apenas I. o aio efletido gi a á de um â gulo 2 a. o comp imento do espelho deve se . c) uma i magem vi tual. e a potência i adiada e a de 80 W. A lâmpada tinha uma potência de 40 W e inicialment e estava desligada. confo me ep esentado e squematicamente na figu a abaixo. Fatec-SP A figu a abaixo most a um objeto AB de 30 cm de comp imento colocado em f ente a um espelho plano E. II e III. II. pode-se conclui qu e. c) Apenas I e II. pa alelamente a este. I. no mínimo. O ponto O ep esenta o globo ocula do obse vado . III. b) apenas I e III são ve dadei as. tomou um susto. Com base na figu a e no que foi desc ito. Se um espelho plano gi a de um ângulo a em to no de um eixo fixo pe pendicula à di eção de incidência da luz. b) uma imagem eal. 8 33. habilmente colocado pa a que a imagem da lâmpada pudesse se fo mada na pa te supe io da caixa. di eita e meno do que o objeto. podemos dize que a) apenas I e II são ve dadei as. III. um dos espectado es. e a potência i ad iada e a de 40 W. indep endentemente da distância deste ao espelho. ao se ligada a lâmpada. pois viu uma lâmpada apa ece magicame nte sob e a caixa. fez a mágica conheci da como lâmpada fantasma. b) Ap enas II. no mínimo: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) todas são ve dadei as. este deve te de comp imento. IMPRIMIR ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . Se um espelho plano t anslada de u ma distância d ao longo da di eção pe pendicula a seu plano. A imagem de um objeto eal fo neci da po um espelho convexo é semp e vi tual. A 60 cm E B O 1.2 m d) 40 cm e) 50 cm GABARITO 35. Pa a que uma pessoa consiga obse va sua imagem po intei o em um espelho etangula plano. e a potência i adiada e a de 40 W. Reflexão total pode oco e quando aios luminosos que se p opagam em um dado meio atingem a supe fície que sepa a es se meio de out o com meno índice de ef ação. caixa A pa te abe ta da caixa estava Josué Ma y v oltada pa a a f ente de um espelho côncavo. a lâmpada acendeu. a altu a deste deve se de no mínimo 2 h/3. Quando Ma y ligou o inte upto escondido. Pa a que esse obse vado con siga enxe ga o objeto intei amente po eflexão no espelho.32. oco eu a fo mação de a) uma imagem eal.

FÍSICA .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .

comum aos dois espelhos. em ge al. 2 . ap esentam aios de cu vatu as espectivamente iguais a R1 e R2. m. na face con vexa ela apa ece á também di eita. é dado po m = – i . Cefet-RJ Dois espelhos esfé icos cônca vos. Um objeto eal se encont a a 6 cm do espelho. Justifique. a azão ent e os aios de R cu vatu a 1 é igual a: R2 1 1 2 a) b) c) d) 2 3 3 2 9 E1 8 cm 20 cm E2 GABARITO e) 3 39. c) Especifique se tal imagem se á di eita ou inve tida. No instante em que Dona Beat iz o lha po aquele et oviso . 1 .2 A altu a da ima gem é 2 vezes a altu a do objeto. pa a espelhos conve1 1 2 xos). I . Enquanto na face côncava a imagem do osto dessa pessoa apa ece a) inve tida e situada na supe fície da con cha. b) inve tida e à f ente da supe fície da concha. confo me ilust ado ao lado: Nas co ndições ap esentadas. vem um out o ca o. E1 e E2. Di a distância da imagem ao espelho (conside ada positiva se a imagem fo eal e negativa se a im agem fo vi tual) e o aio de cu vatu a do espelho (conside ado negativo.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ .II 0 . e) Do ponto de vista da Física.36. e) inve tida e at ás na sup e fície da concha. Justifique.0 A distância focal do espelho é de 12 cm. D0 a) Calcule a que distância desse esp elho et oviso esta á a imagem do ca o que vem at ás. d) di eita e at ás da supe fície da concha. UFRN Os espelhos et oviso es do lado di eito dos veículos são. o ca o de t ás está a 10 m de distância desse espelho. 37. mas à f ente da supe fície. na face convexa ela apa ece á inve tida e at ás da supe fície. e se fo ma a 12 cm do espelho. convexos (como os espelhos u sados dent o de ônibus u banos. na face convexa ela apa ece á di eita. com velocidade c onstante. coaxiais. O ca o de Dona Beat iz tem um espelho et oviso convexo cujo aio de cu vatu a med e 5 m. Conside e que esse ca o está se movendo numa ua etilínea. Unicap-PE Um espelho côncavo possui aio de cu vatu a igual a 24 cm. Vunesp Uma pessoa obse va a imagem de seu osto efletida numa concha de coz inha semi-esfé ica pe feitamente polida em ambas as faces. 38. c) di eita e situada na supe fície da concha. Sej a D0 a distância do objeto ao espelho (que é uma g andeza positiva).3 A imagem é inve tida. IMPRIMIR FÍSICA . também situada na supe fície. Uma lante na lase é colocada de fo ma a emiti um aio luminosos pa alel o ao eixo p incipal. e o aumento linea Di D0 D t ansve sal. d) Especifique se tal imagem se á maio ou meno que o objeto. A equação dos pontos conjugados é + = . b) Especifique se tal imagem se á eal ou vi tual. e que. at ás dele. ou mesmo em agências bancá ias ou supe me cados). Justifique. 3 . indique a azão pela qual a indúst ia auto mobilística opta po esse tipo de espelho. na face convexa ela apa ece á di eita e à f ente da supe fície. na face convexa ela apa ece á di eita e at ás da su pe fície.1 A imagem é eal.

40. Mackenzie-SP Algumas pessoas utilizam em espelho “dupla face”, o qual p opo ciona, de um lado uma imagem di eita e de tamanho igual ao do objeto que está à sua f ente, e do out o la do uma imagem de tamanho maio que o do objeto. Ent etanto, sabe-se que não se t a ta efetivamente de um espelho de face dupla, mas sim de dois espelhos independen tes um do out o. O espelho que nos p opo ciona uma imagem de tamanho igual ao do objeto é um espelho ———— e aquele que nos p opo ciona uma imagem maio que o objeto é um e pelho ————. Po ém, além da imagem se maio que o objeto, pa a que ela seja di eita, o obje o deve á se colocado —————. A alte nativa que contém info mações satisfató ias pa a o p eenchimento das lacunas acim a, na o dem de leitu a, sem cont a ia os p incípios da Óptica Geomét ica é: a) plano, côn cavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. b) convexo, cônca vo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. c) plano, convexo, muito p óximo do espelho. d) convexo, côncavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. e) plano, côncavo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. 41. PUCPR Um objeto eal, ep esentado pela seta, é colocado em f ente a um espelho poden do se plano ou esfé ico confo me as figu as. A imagem fo necida pelo espelho se á v i tual: I II 10 C F III IV C F C F V C F GABARITO a) apenas no caso I. b) apenas no caso II. c) apenas nos casos I e II. d) nos casos I e IV e V. e) nos casos I, II e III. 42. UFSC Conside e um espelho esfé ico côncavo com um objeto à sua f ente, situado a u ma distância do foco igual a duas vezes a distância focal, confo me está eF p esentad o na figu a ao lado. objeto foco Em elação à imagem fo necida pelo espelho, assinale a(s) p oposição(ões) CORRETA(S): 01) Como não foi fo necida a distância focal, não podemos fi ma nada sob e a posição da imagem. 02) A distância da imagem ao foco é igual à metade da distância focal. 04) A imagem é eal, inve tida e seu tamanho é igual à metade do tam anho do objeto. 08) A distância da imagem ao espelho é igual a uma vez e meia a distân cia focal. 16) A distância da imagem ao espelho é igual a duas vezes a distância focal . 32) A imagem é eal, di eita e seu tamanho é igual a um te ço do tamanho do objeto.

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FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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64) A distância da imagem ao foco é igual à distância focal e a imagem é Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.

eal e inve tida.

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43. ITA-SP Um objeto linea de altu a h está assentado pe pendicula mente no eixo p incipal de um espelho esfé ico, a 15 cm de seu vé tice. A imagem p oduzida é di eita e tem altu a de h/5. Este espelho é a) côncavo, de aio 15 cm. b) côncavo, de aio 7, 5 cm. c) convexo, de aio 7,5 cm. d) convexo, de aio 15 cm. e) convexo, de aio 10 cm. 44. Unicamp-SP Uma das p imei as aplicações milita es da ótica oco eu no século III a.C . quando Si acusa estava sitiada pelas fo ças navais omanas. Na véspe a da batalha, A quimedes o denou que 60 soldados polissem seus escudos etangula es de b onze , medindo 0,5 m de la gu a po 1,0 m de altu a. Quando o p imei o navio omano s e encont ava a ap oximadamente 30 m da p aia pa a ataca , à luz do sol nascente, f oi dada a o dem pa a que os soldados se colocassem fo mando um a co e empunhasse m seus escudos, como ep esentado esquematicamente na figu a abaixo. Em poucos m inutos as velas do navio estavam a dendo em chamas. Isso foi epetido pa a cada navio, e assim não foi dessa vez que Si acusa caiu. Uma fo ma de entende mos o que oco eu consiste em t ata o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. Suponh a que os aios do sol cheguem pa alelos ao espelho e sejam focalizados na vela d o navio. 11 a) Qual deve se o aio do espelho côncavo pa a que a intensidade do sol concent a do seja máxima? b) Conside e a intensidade da adiação sola no momento da batalha com o 500 W/m2. Conside e que a efletividade efetiva do b onze sob e todo o espect o sola é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade incidente é efletida. Estime a potência total incidente na egião do foco. IMPRIMIR GABARITO

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A R E F L E X Ã O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1 1. 27 2. V-F-F-V-V 3. 13 4. a 5. 05 6. 03 7. e 8. c 9. 1 + 2 + 8 + 32 10. 2 + 4 + 16 11. F-F-V-V-V 12. F-V 13. 38 14. b 15. c 16. d 17. a 18. 17 cm 19. c 20. b 21. c 22. b 23. b 24. F-V-F-F 25. b 26. 05 27. 16 28. -0,40 m 29. b 30. d 31. e 32. d 33. a 34. b 35. a 36. V-F-V-F 37. a) –2 m b) vi tual c) di eita d) meno e) aumenta o campo de visão 38. a 39. b 40. e 41. d 42. 2 + 4 + 8 43. c 44. a) 60 m b ) 9000 W IMPRIMIR G A B A R IT O

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A

REFR AÇ ÃO 1. U.Católica Dom Bosco-MS A eflexão e a ef ação da luz obedecem a leis bem definidas e dependem do tipo de supe fície na qual incidem os aios luminosos. De aco do com os P incípios da Óptica, é co eto afi ma : a) A luz monoc omática é o esultado da supe posição de luzes de co es dife entes. b) A eflexão egula oco e quando, sob e uma s upe fície pe feitamente polida, incide um feixe de aios pa alelos e se mantêm pa al elos após a eflexão. c) No vácuo, a velocidade da luz ve melha é maio do que a da luz violeta. d) O ângulo de ef ação é igual ao ângulo de incidência. e) Quando um feixe de luz incide em uma supe fície que sepa a dois meios dife entes, oco em apenas os fenômen os eflexão e ef ação. 2. UEMS Um aio de luz, p opagando-se no a incide sob e uma p laca de vid o confo me most a a figu a. Sendo o índice de ef ação do a na = 1, qual é o índice de ef ação do vid o? N 1

45° vid o GABARITO a) 3 b) 6 c) 4 2 d) 2 e) 6 2 3. Unifo -CE No vácuo, ou no a , a velocidade da luz é de 3,0 .108 m/s. Num vid o, c ujo índice de ef ação é 1,50, a velocidade da luz é, em m/s, a) 1,0 . 108 b) 1,5 . 108 c) 2,0 . 108 d) 3,0 . 108 e) 4,5 . 108 IMPRIMIR

FÍSICA - Ref ação

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4. UESC-BA O fato de a água se ap esenta em seu estado natu al mais comum como um líquido t anspa ente possibilita que um feixe de aios sola es pa alelos, que ati nge a supe fície de um lago de águas límpidas e mais ef ingentes que o a , sob ângulo d e incidência α, 01) tenh um p rcel d luz incidente tr vess ndo superfície, sob ân gulo de refr ção β > α. 02) tenh um p rcel d luz incidente retorn ndo o r, so ângul o de reflexão θ = α. 03) sej complet mente refletido n superfície, so ângulo de reflexão = 90 – α. 04) sej complet mente refr t do, so ângulo de refr ção β = α. 05) sej complet te sorvido pel superfície do l go, podendo produzir elev ção d temper tur d águ . 5. U. Alfen s-MG Um pesso encontr -se deit d num tr mpolim, situ do três metr os de ltur , olh ndo p r piscin chei , cuj profundid de é de 2,5 m. Nest s c ircunstânci s, profundid de p rente d piscin será ) ex t mente 2,5 m. ) um v lor compreendido entre 2,5 e 3 m. c) um v lor m ior ue 3 m. d) um v lor menor ue 2,5 m. e) ex t mente 3 m. 6. Unirio Considere ue você vive em um mundo onde o ín dice de refr ção do vidro imerso em r é igu l 3. Se o índice de refr ção do r perm nece igu l 1, u ndo e por ue os o jetos serão vistos tr vés de um j nel , sendo es t de vidro e fech d ? ) Sempre, por ue sempre h verá lgum ângulo de incidênci rel tivo à norm l e m ior ue 0º p r o u l h verá refr ção. ) Sempre, por ue o vidro é um m eri l tr nsp rente. c) Apen s se os r ios d luz emitid por eles cheg rem à j nel f zendo um ângulo de 90º com superfície do vidro. d) Nunc , por ue sempre h verá ref lexão tot l n p ss gem do r p r o vidro. e) Nunc , por ue sempre h verá reflexão to t l n p ss gem do vidro p r o r. 7. UFRS Considere um lente com índice de refr ção igu l 1,5 imers complet mente em um meio cujo índice de refr ção pode ser consider do igu l 1. Um feixe luminoso de r ios p r lelos incide so re lente e conve rge p r um ponto P situ do so re o eixo princip l d lente. Sendo lente m nti d em su posição e su stituído o meio no u l el se encontr imers , são feit s s seg uintes firm ções respeito do experimento: I. Em um meio com índice de refr ção igu l o d lente, o feixe luminoso converge p r o mesmo ponto P. II. Em um meio com índi ce de refr ção menor do ue o d lente, porém m ior do ue 1, o feixe luminoso converg e p r um ponto P’ m is f st do d lente do ue o ponto P. III. Em um meio com índi ce de refr ção m ior do ue o d lente, o feixe luminoso diverge o tr vess r len te. Qu is estão corret s? 2 GABARITO IMPRIMIR

Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) Apen s I.

) Apen s II. c) Apen s III. d) Apen s II e III. e) I, II e III.

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8. U. E. Pont Gross -PR Qu ndo um r io luminoso policromático incide em um super fície tr nsp rente, sofrendo refr ção, 01) ele present índices de refr ção diferentes p r c d cor. 02) ele present , p r o p r de meios, um único índice de refr ção p r tod s s cores. 04) luz se reflete difus mente, com m ior dest ue p r cor pred omin nte. 08) ocorre o fenômeno conhecido como dispersão d luz. 16) origin -se um f eixe de luz colorid . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 9. F tecSP A figur ixo mostr um feixe de r ios luminosos monocromáticos ue se prop g tr vés de um meio tr nsp rente A. Ao tingir outro meio tr nsp rente e homogêneo B, um p rte do feixe se reflete (II) e outr refr t (III). 3

A respeito dess situ ção é correto firm r ue: ) el não é possível. ) o meio A pode se o vácuo. c) o meio B pode ser o vácuo. d) velocid de dos r ios luminosos do feixe II é mesm ue dos r ios luminosos do feixe III. e) o ângulo (α) ue o feixe inci dente (I) form com superfície de sep r ção é m ior ue o ângulo ue o feixe refletido ( II) form com mesm superfície (β). 10. UFGO Considere ue um r io de luz prop g se de um meio de índice de refr ção n1, p r um meio de índice de refr ção n2. A superfície sep r ção entre os dois meios é pl n ; então, ( ) se esse r io de luz incidir o li u me nte, ele será refr t do, proxim ndo-se d norm l, c so o índice de refr ção n1 sej men or do ue o índice de refr ção n2. ( ) se r zão entre os senos dos ângulos de incidênci refr ção for igu l 1,5, velocid de do r io de luz no meio de índice de refr ção n1 se rá 50% menor ue no meio de índice de refr ção n2. ( ) se reflexão intern tot l ocorrer p r um ângulo de incidênci igu l 30°, o índice de refr ção deste meio será du s vezes or do ue o do outro meio. ( ) o produto d velocid de do r io de luz pelo índice de refr ção, no mesmo meio, é const nte. 11. UFGO Considere um estreito feixe de luz r nc incidindo so re um loco de vidro. A refr ção desse feixe no vidro dá origem u m espectro colorido, no u l se o serv m s seguintes cores, n ordem decrescent e de su s velocid des de prop g ção: vermelho, l r nj , m relo, verde, zul, nil e violet . O feixe violet refr t do é, então, direcion do um prism . Nesse fenômeno, ( ) dispersão d luz r nc ocorre, por ue o índice de refr ção do loco de vidro é dif erente p r c d um d s cores. ( ) o desvio d luz violet é menor do ue o desvi o d luz vermelh , u ndo m s emergem do loco de vidro. ( ) o feixe violet , o p ss r pelo prism , d rá origem um novo espectro colorido. ( ) se secção princi p l do prism for um triângulo retângulo isósceles, e o feixe violet incidir perpendi cul rmente so re um d s f ces, será o serv d reflexão intern tot l. Nesse c so, considere ue o ângulo limite é igu l 48°. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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UFSE Um r io de luz incide n superfície de sep r ção de dois meios tr nsp rentes sofrendo reflexão e refr ção.) ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 15. C lcule ue distânci o mergulh dor vê im gem do peixe. Além disso. l ntern GABARITO 5 4 IMPRIMIR 3 2 1 Volt r FÍSICA . são represent dos pen s os r ios luz r nc incidente got d águ rco-íris. (P r não so rec rreg r figu emergentes d s cores violet e vermelh . de cordo com os r ios mostr dos. um refr ção e um segund reflexão. ) um refr ção. Um pe ixe está um distânci de 2. UFRJ Temos dificuld de em enxerg r com nit z de ixo d águ por ue os índices de refr ção d córne e d s dem is estrutur s do olho são muito próximos do índice de refr ção d águ (nágu = 4/3). O ângulo de incidênci v le e os r ios refletido e refr t do são perpendicul res. e r ios d s estão del emergindo.Refr ção Av nç r ¡ Pergunt -se: ) Qu l o segmento de ret orient do (1. UFR -RJ Um curioso pont su l ntern ces p r um uário contendo águ e peixes. um ref e um segund refr ção. 4 ou 5) ue melhor r epresent o sentido do feixe de luz dentro do uário? ) Justifi ue su respost p r esse tipo de fenômeno. UFRN P r explic r form ção do present m um figur como ue vem em suspensão no r. us ndo um rgumento d Físic . ue o fenômeno do rco-íris ocorre por ue o índice de refr ção v ri com cor d luz e c d cor componente do r io de luz r nc incid ente so re got d’águ sofre. A f igur present o sentido do feixe inici l d l ntern em direção à superfície ue sep r os dois meios ( r e águ ). Suponh o vidr o d másc r pl no e de espessur desprezível. c) um refr ção. n direção d másc r . os livros didáticos de Físic fre üentement ixo. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 12. seguinte se üênci d e fenômenos: ) um reflexão. Ness s condições. 3.0 m de um mergulh dor. dess represent ção. Lem re-se de ue p r ângulos pe uenos sen( ) > t n( ). el present um conjunto de opções p r o sent ido d prop g ção do feixe de luz dentro do uário contendo águ . n u l está represent d um got d’águ r nc está incidindo so re got . Por isso us mos másc r s de ulho. o ângulo de refr ção v le ) 70° d) 30° ) 50° e) 20° c) 40° 14. Um r io de luz vári s cores ue compõem o rco-íris r . 13. um segund refr ção e um reflexão d) um reflex m segund reflexão e um refr ção. o ue interpõe um pe uen c m d de r (n r = 1) entre águ e o olho. 2.luz violet emergente luz vermelh emergente 4 Pode-se concluir.

( ) A reflexão intern tot l ue ocorre em c d um dos prism s é fund ment lmente um f enômeno refr tivo. o serv m-se s lentes o jetiv e ocul r e um p r de prism s. u se sempre p rece pen s p rte do corpo d s n d dor s ue está so águ . m s do u l tivessem sido retir d s s lentes o jetiv e ocul r. d) se n1 < n2. Londrin -PR P r determin r o índice de refr ção de um lí uido. c) se n1 > n2. c) vem d p rte do corpo d s n d dor s ue está for d águ é desvi d o tr vess r águ e não converge p r câm r . P r ue isso conteç . IMPRIMIR Volt r FÍSICA . 19. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refletido est rão em f se. o ângulo de refr ção o serv do é de 30º. ) A função desempenh d pel lente o jetiv é mesm ue de um espelho convexo.0. ) vem d p rte su mers do corpo d s n d dor s tin ge câm r . f z-se com ue um feixe de luz monocromátic proveniente do r forme um ângulo de 60º em rel ção à norm l no ponto de incidênci . m s luz ue vem de for d águ é sorvid pel águ . 5 18. Vunesp N s fotos d prov de n do sincroniz do. e) se n1 > n2. então ess pess o veri p is gem invertid . Cefet-PR Um r io luminoso se prop g de um meio de índice de refr ção (n1) p r outro meio de índice de refr ção (n2). Então podemos firm r ue: ) se n1 > n2. GABARITO prism feixe de luz lente o jetiv tr jetóri d luz Acerc do funcion mento desse instrumento óptico. o ângulo de incidênci do r io luminoso é menor ue o ângulo de refr ção. No corte. e) emerge d câm r ilumin p rte su mers do corpo d s n d dor s. isso contece por ue luz ue ) vem d p rte su mers d o corpo d s n d dor s tinge câm r .Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ lente ocul r prism ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ . m s luz ue vem de for d águ não tr vess águ . ) se n1 < n2. S o o índice de refr ção do r igu l 1. m s p rte de for d águ não é ilumin d d evido à reflexão tot l ocorrid n superfície. tir d s com câm r s su mers s n piscin . m s p rte de for d águ não. devido o desvio sofrido pel luz n tr vessi d superfície. seguindo tr jetóri mostr d em det lhe n figur . o ângulo de incidênci do r io luminoso é m ior ue o ângulo de refr ção. julgue os itens ixo como verd deiros ou f lsos. Se ess s fotos são tir d s exclusiv men te com ilumin ção n tur l. d) emerge d câm r ilum in p rte su mers do corpo d s n d dor s. ( ) Se um pesso o serv sse um p is gem com o inóculo descrito . então o índice de refr ção do lí uido será: ) 0. devido à reflexão tot l. O feixe de luz tr vess os prism s.16. ( ) O inóculo não funcion ri se não existisse o fenômeno d difr ção. o contrário d luz ue vem d p rte su mers . U. E. UnB-DF A figur ixo ilustr o fu ncion mento de um inóculo comum. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refr t do est rão em f se. 0 c) 3 d) 2 3 e) 3 2 17. pode ocorrer reflexão tot l e os r ios incidente e refle tido est rão em f se. p rte superior dificilmente se vê.

U. e se retr t num ângu lo de 30° com norm l. tr vés de um interf ce pl n . um r io r s nte. ) dispersão – vermelh – violet ) dispersão – violet – vermelh c) difr ção – viole elh d) reflexão – vermelh – violet e) reflexão – violet – vermelh IMPRIMIR Volt r FÍSICA . no meio 2.0 6 ) ) c) d) 90° 60° 30° 15° 30° 0. será V2 = V1 2 . sep r ndo-se n s co res do espectro visí tr vess r um prism de vidro. de modo ue o umento line r tr nsvers l é positivo. 21. o . UERJ O present dor nunci o número do ilusionist ue. n ordem em ue el s p recem. 53° GABARITO S endo ue o índice de refr ção d águ é 4/3. As cores ue compõem lu z r nc podem ser visu liz d s u ndo um feixe de luz. 23. em rel ção o meio 1.5 0 0 30 60 90 θ (gr us) 22. um dos holofotes do circo .Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  . o r io refr t do f rá com norm l um ângulo de. S e-se ue o ângulo de incidênci é de 45° e o ângulo de refr ção. p ss de um meio tr nsp rente p r outro. cheio de águ . ( ) Um o jeto re l de 2 m de ltur se encontr 5 m de um espelho pl no. então su velocid de. esc p rá de modo surpreendente. ( ) O índice de r meio 2. ue lhe p rece est r 53º cim d horizont l. im gem t m ém será re l. Du r nte esse número. sofre vel. em um certo inst nte. A luz de cor é menos desvi d de su direção de incidênci e de cor é m is desvi d de su direção de incid i . ( ) Se o r io de luz se prop g no meio 1 com veloc id de V1. tot lmente m rr do e imerso em um t n ue tr nsp rente. Unic p-PE Um r io de luz monocromático prop g -se de um meio 1 p r um meio 2. Podemos firm r ue. UFRS Selecione ltern tiv ue preenche corret mente s l cun s no p rágr fo ixo. é 2. 30°. proxim d men te: sen θ interf ce 1. A im gem se form rá 10 m do o jeto e terá t m ém 2 m de ltur . se o o jeto for re l. determine o ângulo re l ue o holofote f z om horizont l. ( ) Um o jeto se encontr n frente de um espelho esférico cônc vo.20. Potigu r-RN Em um ex periênci re liz d em l or tório. o ilusionist vê. de luz monocromátic .

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por ue velocid de d luz nos dois meios é diferente. 02) A luz. o p ss r do lí uido p r lâmin e. UFSC Um lâmin de vidro de f ces p r lel s. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro. seu índice de refr ção é m ior ue o d águ r um r io de luz monocromátic ue p ss d águ p r o vidro e cheg nov mente à águ (figur ). 32) A luz ue se prop g no meio lí uido não sofre reflexão o incidir n lâmin de vidro. f ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 24. 16) A luz não sofre refr ção. O serv -se ue lâmin de vidro torn -se pr tic mente invisível. fic difícil distingui-l no lí uido. dest p r o meio lí uido. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vid ro. o gráfico ue melhor represent v ri ção de su velocid de de prop g ção em unção do tempo é ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ d  . S e-se ue o vidro é um m eio m is refringente ue águ e.7 ) ) GABARITO c) d) IMPRIMIR e) Volt r FÍSICA . 25.Refr ção Av nç r  ¡ m ¡ . de índice de r efr ção n. isto é. 08) Qu ndo luz p ss do lí ui do p r o vidro. dest p r o lí uido. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. ocorre mud nç no seu comprimento de ond . é mergulh d complet mente em um lí uido tr nsp rente de índice de refr ção t u l n. t m ém. 04) A luz sofre forte refr ção. so re reflexão tot l. PUC-S P Um lâmin de vidro de f ces p r lel s está imers n águ . 64) A luz sofre desvio. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro e. Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) A lâmin vidro torn -se op c à luz. port nto. perfeit mente lis s.

luz sofre reflexão tot l. Qual o ângulo θ cim d horizont l em ue o peixe poderá o serv r um ueim d 100 m d m rgem do rio? Considere o índice d e refr ção d águ do rio 1.26. o r io de luz se f st d norm l.00 m ab aixo da supe fície de um io de águas calmas.77 sen 42° = 0.25 Ness situ ção. 75° I 40° J GABARITO Considerem-se os seguintes d dos: . 1 .41.índice de refr ção do r.velocid de d luz no vácuo: 3 x 108 m/s . Volt r FÍSICA . 02) O ângulo eflexão do r io de luz ue incide no ponto I é igu l 15°. está a 2.74 sen 75° = 0.Refr ção Av nç r ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . θ ) 60° ) 30° c) 90° 8 d) 45° e) 55° 27.67 cos 42° = 0. o “Dour do”. IMPRIMIR 04) Ao p ss r do r p r o crist l.96 cos 75° = 0.64 cos 40° = 0. é verd de: 01) Predomin m os fenômenos de reflexão e refr ção. 16) Ao tingir o ponto J. 08) A vel ocid de de prop g ção d luz no crist l é igu l 2 x 108 m/s. UEMS Um peixe muito conhecido em M to Grosso do Sul.sen 40° = 0. UFBA A figur ixo represent um r io de luz monocromático ue se prop g no r e incide no ponto I d superfície de um loco de crist l tr nsp rent e.

f st -se d norm l. Está(ão) co eta(s) a(s) afi mativa(s): a) soment ¡ ¡ ¡ ¡ r zul vermelh ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r vermelh ¡ zul zul vermelh ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r nc ¡ ¡ ¡ ¡ vermelh vermelh zul vermelh zul águ águ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . A colo ação ave melhada do Sol du ante o enta dece deco e do fato da luz b anca sof e uma abso ção seletiva. ssin le ltern tiv cuj figur melhor represent os r ios refletidos e refr t dos n superfície do l go. no vidro. estão represent dos três r ios luminosos. ( 08) A velocid de de prop g ção d luz. é correto firm r: (01) O ângulo de reflexão ue o r io form com no rm l é diferente do ângulo de incidênci .28. u ndo o r io luminoso incide do r p r o vidro ou do vidro p r o r. I. é igu l 2. n águ . (02) O r io luminoso. As color ções v riáv o serv d s em um CD (“comp ct disk”) deco em do mesmo fenômeno que o igina as co es do a co-í is. 29.0 x 108 m/s. velocid de de prop g ção d luz zul é menor ue d luz vermelh . sendo menos abso vidas as adiações visíveis d e maio comp imento de onda. Considere o índice de refr ção do vidro nv = 1. é d do por θc = rc sen ( ). e c. Cefet-PR An lise s firm ções respeito de fenômenos ópticos. 3 (32) O fenômeno d difr ção ocorre u ndo luz tr vess um orifício de dimensões d ordem de gr ndez do seu comprimento de ond . zul ) r nc r nc ) GABARITO ¡ ¨ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡  ¡ ¡  c) r nc d) 30. Consider ndo ess s inform ções. III. (04) A reflexão intern tot l pode oc orrer. AR θc c VIDRO s 9 Ness s condições. p rtir do u l ocorre reflexão 2 intern tot l. (16) O ângulo crítico θc. . o índice de refr ção do r n r = 1 e velocid de de prop g ção d luz no r c = 3.0 x 108 m/s. UFMG Um feixe de luz r nc i ncide o li u mente so re superfície de um l go. UFBA N figur ixo. emiti dos pel fonte S. loc liz d no interior de um loco de vidro. S e-se ue. Uma adiação visível monoc omática não se decompõe em co s p imá ias ao at avessa um p isma. II.5. o ser refr t do p ss ndo do vidro p r o r.

b) somente II.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta . e) I. IMPRIMIR FÍSICA .e I. c) somente III. II e III. d) somente II e III.

assim. a ef ação é favo ecida. a posição da imagem não co esponde à pos objeto. inclusive pa a o homem visualiza at avés dela e. po ém. postam-se à ma gem dos ios. UFRN Uma fib a ótica. p aticamente sem sof e pe das (veja a figu a abaixo). pa a neles mi a a lança. ace ta ia: a) abaixo da imagem visualizada. dificultando a saída do feixe pelas late ais. c) alto. UFPB As figu as abaixo ep esentam secções etas de u m cubo de vid o que tem uma de suas faces atingida po um aio de luz monoc omátic a. a ef ação é favo ecida. em elação ao índice de ef ação do a . mesmo que você e o peixe estejam em meios dife entes. Pelotas-RS A água semp e foi vital pa a a sob evivência humana. po causa do fenômeno da ef ação. b) na posição da imagem. apesa de você e o peixe esta em em meios dife entes. pe mite a p opagação de um feixe luminoso e m seu inte io . um p incípio da Física. p oveniente do a . pois a luz sof e o fenômeno da ef ação. c) aci ma da imagem visualizada. em vi tude do fenômeno da ef ação. pois você e o peixe estão em meios dife entes e. 32. consegui o seu alimento.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) acima da imagem visua lizada. 10 I II III IV Sabendo-se que o índice de ef ação do vid o é maio do que o do a . em vi tude de ela co es ponde à posição do objeto. pois. de uma ext emidade à out a. Em alguma s t ibos indígenas. já que ela co esponde à posição do objeto. oco e a eflexão inte na tota alto. po tanto. as t ajetó ias fisica mente possíveis são a) I e II b) I e IV c) II e III d) II e IV e) III e IV GABARITO 33. os gue ei os p ovidenciam alimento at avés da pesca po lança. utilizando. Pa a ace tá-los. As t ajetó ias do aio luminoso. Pa a isso. valem-se de um ecu so p ático. dificultando a saída do feixe pelas late ais. também ep esentadas. estão no plano dessas figu as. d) baixo. fib a ótica feixe luminoso ep esentação esquemática da p opagação feixe luminoso A explicação física pa a o fato acima desc ito é a seguinte: Como o índice de ef ação da f a ótica. IMPRIMIR FÍSICA . F. devido ao fato de você e o peixe es ta em em meios dife entes.31. obse vando a passagem dos peixes. é a) baixo. mesmo encu vada. uma vez que você e o peixe estão em meios dife entes. oco e a eflexão inte na total. sem sabe . U. e) abaixo da imagem v isualizada. há o fenômeno da ef ação. Se você pa ticipasse desse tipo de pesca ia.

C 17. B 33. 37 23. 1 + 8 + 16 28. A 24. E 32. D 22. D 31. B IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 1. D 8.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta   . V-F-V-F 21. C 4. D 6.5 m 15. C 19. B 2. A 7.F ÍS IC A REFR AÇ ÃO 1 1. 2 + 8 + 16 + 32 29. C 10. B 13. F-F-V-V 20. 1 + 8 + 16 9. E 18. V-F-V-V 11. (2) 16. 16 + 32 25. E 14. D 27. 02 5. V-F-F-F 1 2. D 30. D 26. E 3.

) Em um meio homogêneo. a luz semp e se p opaga em linha eta. Assim. Unicap-PE ( ) O índice de ef ação de meio. Unicap-PE U m objeto eal se encont a na f ente de uma lente esfé ica delgada.0 cm sob e uma tela situada a 8.0 m do p ojeto . ) Sua distância focal é de 12 cm. no me io. ( ) Uma lente dive gente semp e p al.5 vezes b) 25 vezes c) 8 vezes d) 31 vezes e) 12 vezes 3. ( ) Em um dete minado meio.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 4. desc itos pela óptica geomét ica. ( ) Um mic oscóp imagem eal e ampliada de um pequeno obje melha é a que possui maio velocidade. ( ) Quando a luz passa de um meio pa a out o.F ÍS IC A L ENTE S 1.0 cm X 4 . ( ) As lentes dos óculos modificam a di eção de p opagação a luz que passa at avés delas. Sabe-se que a i magem fo mada é eal e se encont a a 30 cm da lente e que a distância ent e o objeto e a imagem é 50 cm. As dimensões na tela esta ão aumen tadas a) 6. U. ( ) A imagem p oduzida po uma lente io é um sistema de lentes que p oduz uma to. julgue os itens como ve dadei os ou falsos. ao incidi sob e uma supe fície. ( ) A eflexão é um fenômeno no qual a luz . 1 GABARITO ( ( ( ( IMPRIMIR FÍSICA . eto na ao meio de o igem com um ângulo . ( ) A lente é conve gente. há um a p opo ção di eta ent e o seno do ângulo de incidência î e o seno do ângulo de ef ação . com ângulo de incidência î. 2. ) A p op iedade segundo a qual o índice de ef ação va ia com o comp imento de onda é chamada de dispe são. ^ é constante. UFMT Sob e os fenômenos de eflexão e ef ação da luz. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o que ca acte iza o fenômeno da ef ação. sen ( ) A p óp ia leitu a desta p ova é possível devido ao fenômen o de eflexão especula da luz.Católica-DF Um p ojeto de 25 cm de distância focal p ojeta a imagem de um slide de 3. sendo que î = . ) O índic e de ef ação absoluto de um meio é inve samente p opo cional à velocidade da luz. a luz ve um meio independe de luz que se p opaga nesse oduz uma imagem vi tual de um objeto e conve gente é semp e eal. e é semp e meno do que 1.

7. está ep esentado o pe fil de t ês lentes de vid o: I II III Rafael que usa essas lentes pa a queima uma folha de papel com a luz do Sol. Em elação às lentes delgadas fo am feitas as seguintes afi mativas: I. é uma lente conve gente. lentes delgadas são aquelas que pos suem a pa te pe ifé ica menos espessa que a pa te cent al. d) apen as I e II são ve dadei as. b) I e II somente. a ve gência é negativa. 02) Qualque lente pode se conve gente ou dive gente. É(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões): a) I somente. d) I e III somente. E. 04) Uma lente de bo da delgada e índice de ef ação n. e) apenas I e III são ve dadei as. Lentes delgadas podem se conve gentes ou dive gentes.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Cefet-PR Com elação ao estudo das lentes. b) apenas a II é ve dadei a. e) I. Lentes delgadas são semp e dive gentes. Ponta G ossaPR Sob e o compo tamento óptico das lentes. III. Na lente dive gente. c) as lentes I e II I. II. Analisando tais alte nativas. UFMG Nesta figu a. lentes de bo das delgadas são conve gentes e lentes de bo das e spessas são dive gentes. 2 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Lentes delgadas são semp e conve gentes. U. 8. ele pode usa apenas a) a lente I. II e III. Dê como esposta a soma das alte n ativas co etas. indepen dente de seu índice de ef ação.5. O funcionamento das lentes comuns é explicado pelo fenômeno da ef ação da luz . UFR-RJ Po definição. qua do colocada num meio de índice de ef ação maio que n. pode-se dize que a) apena s a I é ve dadei a. A distância focal de uma lente depende do índice de ef ação do mate ial de que el a é feita. c) II e III somente. Pa a isso. 08) Qua ndo ime sas no a . assinale o que fo co eto: 01) Uma le nte é chamada conve gente quando os aios luminosos que nela incidem conco em pa a um mesmo ponto. d) as lentes II e III. são dadas as afi mações a s egui : I. uma vez que seus focos são vi tuais. b) a lente II. 6. II. c) apenas a III é ve dadei a. III. 16) A associação de uma lente plano côncava de aio R com uma l ente plano convexa de mesmo aio R é conve gente.

Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . como esposta. ( ) A luz at avessa a có nea localizada na pa te cent al da supe fície do globo ocula e passa. O objeto afasta-se da lente. (02) te á seus a ios de cu vatu a diminuídos se um objeto se afasta do olho.9. UFMT O Olho Humano possui o c istalino. passa de eal pa a vi tual. U. É co eto afi ma que o c istalino (01) não se alte a quando um objeto se ap oxima ou se afasta do olho. afasta-se cada vez mais da lente. (16) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se ap oxima do olho. a imagem fo ma-se na etina sem que seja necessá io nenhum esfo ço de acomodação v isual. ( ) Quando se olha pa a um objeto dist ante. 10. (04) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se afasta do olho. cuja função é inve te e amp lia a imagem p ojetada. à medida que ele se movimenta: 3 objeto F da lente D F (∞) imagem imp óp ia GABARITO a) b) c) d) passa de vi tual pa a eal. que cont ola a ent ada de luz. dilatando-se quando o ambiente exte no tem pouca luz e cont aindo-se na p esença de muita luz. UFMA Um p ojeto cinematog áfico possui lente objetiva. (08) te á seus aios de cu vatu a diminuídos se um objeto se ap oxima do olho. a soma das alt e nativas co etas. ap oxima-se do out o foco p incipal da lente. ( ) A luz emitida pelos olhos incide nos objetos à volta e a eles eto na. Dê. 11. que funciona como uma lente conve gen te bicôncava simét ica e que pode te seus aios de cu vatu a alte ados. Potigua -RN Em um labo ató io mode no de óptica tem-se um obje to luminoso situado num dos focos p incipais de uma lente conve gente. ( ) O c istalino é uma l ente bicôncava e flexível que p ojeta na etina uma imagem eal e inve tida do objet o visualizado. pa a pode m os foca as imagens a distâncias distintas. Se o p ojeto possui objetiva com distância focal de 20 c m e a tela localiza-se a 20 m de distância da objetiva. então a distância. p. complementando o fenômeno conhecido po capacidade visual. UFMT A espeito da capacidade de visão do olho humano. ana lise os itens como ve dadei os ou falsos. Pode-se afi ma qu e a imagem do objeto. pela pupila. do filme ao cent o óptico da objetiva é ap oximadamente: 20 m 99 89 b) m 20 99 c) m 20 20 d) m 89 94 e) m 20 a) IMPRIMIR FÍSICA . movimentando-se sob e seu eixo p incipal. em seguida. 12.

d) difusão. b) dif ação luminosa. UFR-RJ É sabido que lentes desca táveis ou lentes usadas nos óculos t adicionais s e vem pa a co igi dificuldades na fo mação de imagens no globo ocula e que desvia m a t ajetó ia inicial do feixe de luz incidente na di eção da etina. Uni io O L F F 4 A figu a acima ep esenta uma lente biconvexa delgada L. seus focos F e um objet o O. c) dispe são. e) ef ação luminosa. o fenômeno físico que está envolvido quando a luz at avessa as lentes é a a) eflexão especu la . 14. Qual das figu as abaixo ep esenta co etamente a imagem O’ do objeto O e a t ajetó ia dos aios luminosos que at avessam a lente? O’ L O a) F F L O b) F F L GABARITO c) O O’ F F L O O’ d) F F L O O’ e) IMPRIMIR F ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .13. Sendo assim.

F FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

ambas fei tas com vid o c own (índice de ef ação igual a 1.42 m x 0. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A e B.36 m da pa ede. IMPRIMIR FÍSICA . U. e a distância da tela ao espelho é de 30 cm.55 m. Nessas condições. b) uma lente conve gente. Vunesp Um estudante. que mede 0. d) uma lente conve gente. Pelotas-RS O esquema abaixo most a a imagem p ojetada sob e uma tela. 08) A lente A pode amplia a imagem de um objeto ime so no a . U. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 17.51). e a distância da tela à lente é de 30 cm. c) uma lente dive gente. Dê como espo sta a soma das alte nativas co etas. utilizando um único inst umento óptico “escondido” pelo etângulo somb eado. e a distância da tela ao espelho é de 45 cm.15.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ a) Quais as dimensões da tela p ojetada na pa ede? Qual a b) Como a imagem apa ece na tela p ojetada na pa ede: sem tida apenas na ve tical (de cabeça pa a baixo)? Inve tida tal (de cabeça pa a baixo e t ocando o lado esque do pelo distância focal da lente? qualque inve são? Inve na ve tical e na ho izon di eito)? Justifique. independente do meio em que se encont e ime sa . 16) A associação das duas lentes aumenta a distância focal da lente A. utilizando uma le nte. e a distância da tela à lente é de 45 cm. e a distância da tela à lente é de 30 cm. desenhadas abaixo. E. podemos afi ma que o etângulo esconde: GABARITO a) um espelho côncavo.8 m da tela da televisão e a 0. 5 16. é necessá io um disposi tivo dotado somente da lente B. 02) O foco imagem da lente B é vi tual quando ela está ime sa no a . e) um espelho côncavo. O tamanho da imagem obtida é igual a duas vezes o tamanho do objeto que se encont a a 15 cm do inst umento óptico. Ponta G ossa-PR Sob e duas lentes. 04) Pa a p oj eta a imagem ampliada de um objeto sob e uma pa ede b anca. F. p ojeta a imagem da tela da sua televisão. na pa ed e oposta da sala. Ele obtém uma imagem plana e nítida com a lente localizada a 1. assinale o que fo co eto: A B 01) A lente A é semp e conve gente.

( ) O míope ap esenta como defeito o achatamento do globo ocula pe pendicula mente ao eixo óptico. então. onde o antepa o que cap a e g ava a imagem vi tual é um filme fotossensível. ela deve usa óculos com lentes conve gentes de distância focal de 25 cm.0 c) – 0. UEMS Assinale a alte nativa co eta: a) Em uma lente esfé ica delgada. d) Na ef ação da luz. b) A imagem de uma vela fo mada na etina de um o lho humano é vi tual e inve tida. p opicia uma eação química en e os sais que compõem a película e a luz incidente. ( ) A eceita de óculos pa a uma pessoa indica que el a deve usa “lentes de 4.0 e) – 5. o aio ef atado e a e ta no mal à supe fície de sepa ação. 6 ( ) Um objeto situa-se a 60 cm de uma lente conve gente de 20 cm de distância foca l. inve tida.50 d) – 2. UFSE Uma lente conve gente tem distância focal de 20 cm. isto é. e situada a 30 cm do cent o óptico da lente. cada inst umento óptico tem po finalidade: fo nece imagens muito pequenas (mic oscópio) ou imagens ap oximadas de objetos a fastados (luneta) ou. Pa a a co eção da miopia deve-se aumenta a distância focal do sistema associando-se ao globo ocula uma lente dive gente. Se esta pessoa tem dificuldade pa a enxe ga obje tos afastados. A sua ve gência. di eita e ampliada em elação ao objeto. em dio pt ias. I. ( ) A máquina fotog áfica é um inst umento óptico de p ojeção. 19. Idealizado pelo homem. egist a imagens de objetos (máquina fotog áfica).E. vale a) 5.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . c) A imagem de uma vela p ojetada sob e uma tela é vi tual e di eita. passando pelo ponto de incidência. Essa lente conjuga pa a esse objeto uma imagem eal.0 IMPRIMIR FÍSICA .18. o aio incidente. pe tencem a planos distintos. todo a io de luz que incide numa di eção que passa pelo foco objeto p incipal ef ata-se pa alelamente ao eixo p incipal.0 g aus”. nas máquinas fotog áficas e em inúme os inst umentos ópticos. Com b ase nos seus conhecimentos sob e as lentes e a sua impo tância pa a o desenvolvime nto da humanidade.Supe io de B asília-DF As lentes semp e estão p esentes no nosso dia-a-dia: nos óculos. julgue as afi mações a segui como ve dadei as ou falsas. Denominam-se in st umentos ópticos toda combinação conveniente de dispositivos ópticos como espelhos. ( ) A l upa ou lente de aumento é constituída apenas po uma lente dive gente que conjuga um a imagem vi tual. GABARITO 20. e) A hipe met opia é um defeito do olho humano que deve se co igido com uso de lentes esfé icas dive gentes. eduzida em elação ao objeto.0 b) 2. p ismas e lentes.

Qual a distância focal dessa lente. UFRN A máquina fotog áfica de Betânia não pe mite que esta. Isso só é possível com a t oca de lentes. de distâncias focais f1 e f2. Na fig u a.21. F3 e F4) estão na mesma escala. os cinco quilômet os não estão em escala. UFR-RJ Conside e o sistema óptico do olho humano como uma lente delgada situada a 20 mm da etina. estão indicados t ês aios luminosos pa alelos incidentes e a conve gência dos mesmos pa a o espectivo foco. dada po f +f a) f = 1 2 f1 f2 f1 f2 b) f = f1 + f 2 f –f c) f = 1 2 f1 + f 2 2 f1 f2 d) f = f1 – f2 23. Máquina fotog áfica Local pa a coloca a lente 5 km L1 L2 Posição do filme F1 F2 L3 F3 L4 7 F4 Com base nesses dados. quat o lentes (L1. L2. a lente que Betânia deve escolhe é a: a) L2 b) L3 c) L1 d) L 4 22. U. após at avessa em a lente. o qual ela p etende fotog afa com a melho nitidez da imagem possível. Pa a cada lente. A figu a abaixo ep esent a a máquina. f. Ube lândia-MG Um sistema ótico é fo mado po duas lentes conve gentes delg adas em contato. F2. ao passo que a máquina. as lentes e as di stâncias destas aos focos (F1. va iando a posição da lente ajuste a focalização. F. Pa a obte um sistema equivalente p ode-se substitui estas lentes po uma que possua a distância focal. quando a pessoa lê u m liv o a 35 cm? IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . L3 e L4) e um ba co (a cinco quilômet os da máquin a).Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .

à distância VB = 12 cm. O sistema ótico fo nece uma imagem I. E. U. 08) Na situação ap esentada. Nessas condições. ep esenta-se um objeto de tamanho O = 10 cm à distância VA = 20 cm de um sistema ótico S. U. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. IMPRIMIR FÍSICA . Lond ina-PR Um objeto (O) encont a-se em f ente a uma lente. 02) Conside ando o obj eto eal. 32) O tamanho da imagem é de 5 cm. o objeto e a imagem são de mesma natu eza. E. a imagem most ada na figu a é vi tual.a) F F’ I O b) F F’ I O I c) F F’ 8 d) I O F F’ O e) F F’ I GABARITO 25. assinale o que fo co eto: S O I A B V 01) O sistema S pode se tanto uma lente como um espelho. Que alte nativa ep esenta co etamente a fo mação da imagem (I)? O ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 04) O sistema S pode se uma lent e convexa. Ma ingá-PR Na figu a a segui . do objeto. 16) O módulo da distância focal do sistema é de 30 cm.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ 24.

mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. mantém-se na supe fície e semp e é inve tida. b) ent e a lente e o olho da estudante. confo me Ve dadei a (V) ou Falsa (F). ( ) Uma pessoa hipe mét o pe tem dificuldades de ve nitidamente as imagens dos objetos p óximos pa a os qua is olha. Itajubá-MG A que distância.00 m d ) 4. M. ela coloca a lente junto aos seus olhos. F. mas muda de o ientação. mantém-se nessa egião. mantém-se nessa egião.Católica-DF Os olhos. e) ent e a lent e e o lust e. ( ) Os hipe mét opes têm dificuldades em ve o bjetos p óximos. a) 10 b) 50 c) 2 0 d) 18 e) 9 30. deve-se coloca uma len te de distância focal 9 cm pa a que uma fonte luminosa puntifo me localizada a 1 m do antepa o p oduza neste uma imagem nítida e eduzida da fonte. ( ) Uma pessoa de visão no mal. Utilizando a mesma lupa. de 450 mm de distância focal. 9 GABARITO IMPRIMIR 29. como a miopia. F. de um antepa o.50 m FÍSICA . São Ca los-SP Uma estudante obse va um lust e de lâmpadas fluo escentes ac esas no teto da sala de aula at avés de uma lente conve gente delgada. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. estão se to nando co iquei as as ci u gias co etivas. Viçosa-MG Um slide encont a-se a 5 m da tela de p ojeção. Esta info mação significa que a lente efe ida foi eceitada pa a uma pe ssoa que ap esenta 3 g aus de miopia. se ela continua a afasta a lente. o escotei o obse va os de talhes da asa de uma bo boleta ampliada quat o vezes. começa a apa ece inve tida e nítida . 28. mas muda de o ientação. diminui os olhos de quem os usava.00 m b) 0. Lentes como essas podem se utilizadas pa a co igi o defeito da p esbiopia (ou “vista cansada”). ve ificou que eles p oduziam o efeito de. ( ) Numa eceita de óculos lê-se. com – 3 di ( diopt ias). na coluna efe ente ao olho esque do. c) na supe fície da lente. U. U. afastando-a lentamente. j untamente com o cé eb o. concent ando os aios sola es n um único ponto a 20 cm da lupa. ( ) Ce tas lentes de óculos podem se usadas pa a concent a os a ios sola es e queima uma folha de papel. b) Calcule a que distância da asa da bo boleta o escotei o está posicionando a lupa.50 m c) 2. a) Qual a distância focal da lente? Justifique sua esposta. esse defeito da visão pode te como causa um globo ocula mais cu t o que o no mal. F. a pa ti de ce ta distância. apa entement e. po que seu olho conjuga a esses objetos imagens vi tuais.26. UFRJ Um e scotei o usa uma lupa pa a acende uma foguei a. e concluiu que o amigo ce tamente não pode ia sof e de miopia. especialmente com o auxílio de Lase . U. Julgue cada afi mativa a se gui . Mais ecentemente. 27. Qual a meno distância ent e a lente do p ojeto . pa a que a imagem seja p ojetada sob e a tela? a) 1. que a lente usada deve se esfé ica. obse v ando os óculos de um amigo. em cm. a) ent e a lente e o olho da estudante. Sua conclusão foi ace tada. Ela nota que a imagem desse lust e. a imagem desse lust e. que se localizava. um dos maio es avanços p áticos de todos os tempos. a hipe met opia e o astigmatismo. constituem um fascinante conjunto capaz de fo ma e inte p eta imagens nas mais dive sas condições. Os óculos. d) nt e a lente e o lust e. basicamente modelado as da cu vatu a da có nea.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A pa ti daí. fo am c iados pa a ajuda pessoas com alguns tipos de p oblemas da visão. Pa a isso. e o slide .

a imagem do Sol. convexas e cilínd icas. IMPRIMIR 34. um obse vado coloca-se. Fuvest-SP Um disco é colocado diante de uma lente conve gente. 02) podem se co igidas espectivamente po lentes côncavas . em c entímet os. P ocu ando ve essa imagem. com nitidez. de idade avançada. sob e uma folha de papel. UFSC As t ês doenças de visão mais comuns são miopia. O g au das lentes dos óculos d e João é + 2.0 cm. esse obse vado di ige o olha pa a P at avés da lente). sua ve gência (V). também chamada de “vista cansada”. O g au das lentes. as pessoas com hipe met opia (dificuldade de ve de pe to) cont aem mais out o p oblema: a p esbiopia. ou seja. É nesse momento que ent am em c ena os “óculos de leitu a”. com o eixo que passa po seu cent o coincidindo com o eixo óptico da lente.0 cm e) 60. Assim. tem p esbiopia.0 b) 50 e) 0. 08) o hip e mét ope enxe ga mal de longe. sob e um antepa o situado a 0. 04) no míope a imagem se fo ma à f ente da etina. se ele quise p ojeta . B ou C Utilize o texto abaixo pa a esponde aos enunciados 34 e 35: À medida que a idade avança.5 cm c) 30. As sim.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .5 c) 25 FÍSICA . s ucessivamente. A imagem P do disco é f o mada confo me a figu a. essa imagem pode á se vista (imagem P) (disco) C A B GABARITO a) b) c) d) e) somente da posição A somente da posição B somente da posição C somente das posições B ou C alque das posições A.31. po lentes conve gentes e dive gentes. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 16) as duas p imei as podem se co igidas. nas posições A. que é conseqüência do cans dos músculos que acomodam a visão às va iadas distâncias. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente.0 cm d) 50. ele deve á posiciona as lentes de seus óculos a uma distância da folha. hipe met op ia e astigmatismo.5 cm b) 12. A que distância da l ente deve se colocada uma vela pa a que sua imagem seja p ojetada.0 di. 10 33.5 m da lente? a) 5. é medido em dio pt ias (di) e é igual ao inve so da distância focal (f) da lente (medida em met os): V = 1/f. UFRS A distância focal de uma lente conve gente é de 10. espec tivamente. B e C. Cesg an io João. É CORRETO afi ma que: 01) as t ês têm o igem em anomalias na est u tu a do globo ocula . (Estando em A.0 cm 32. igual a: a)100 d) 5.

Se o ponto p óximo de uma pessoa se encont a a 2. UFPR Conside ando elementos ópti cos e os objetos ou situações ap esentados.5 di .5 diopt ias. d) 0. ( ) O c istalino do olho humano co mpo ta-se como uma lente conve gente. é um espelho esfé ico.d) V 0 f 0 f b) V e) V 0 f 0 f c) V 0 f 11 36. Supondo que o texto a se li do seja colocado a 25 cm de distância. Cesg an io O g áfico que ep esenta co etamente o valo da distância focal (f) é: a) V da ve gência (V) em função ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .0 di. e) 4.5 di. 38.5 di. a pessoa necessita de óculos de “g au”: a) 3. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 35. é co eto afi ma : ( ) A supe fície efleto a em um fa ol de automóvel é um espelho plano. pa a o qual a imagem de um objeto p óximo é maio que o p óp io objeto. a con ve gência é dada em diopt ias (di). ( ) Uma lupa é constituída po uma lente dive gente. e) astigmatismo e lentes conve gentes. ( ) Alguns p ism as podem se utilizados como espelho po pe miti em a eflexão inte na total.5 di.0 m de seus olhos. a) hipe met opia e lente s conve gentes. c) miopia e lentes conve gentes. o “g au” de uma lente de óculos é a sua conve gência ou potência . ( ) Óculos de sol (usados apenas pa a eduzi a intensidade luminosa) são constituídos po lentes conve gentes. d) miopia e lentes dive gentes. b) hipe met opia e lentes dive gentes. ( ) Um espelho de maquiagem. espectivamente. 37. Vunesp Após examina um paciente. ela necessita de óculos de leitu a. c) 2. dada pelo inve so da sua distância focal f (p = 1/f). um oftalmologista eceitou-lhe óculos com lentes e sfé icas de ve gência –1. PUC-PR Em optomet ia. b) 2. O p ovável p oblema visual ap esentado po esta pe ssoa e o tipo das lentes eceitadas são. Se f é dada em met os.

IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

1 + 2 + 4 33. a) 0.9 mm 24.3 m b) A < 0 — Imagem se á inve tida. B 23. V-V-F-V 2. C 12. V-V-V-V-F 28. C 27. V-V-V-F-F 4. 4 + 8 8. B 22. C 7. F-F-V-F-V 19. A 20.F ÍS IC A L ENTE S 1 1. B 31. 2 + 8 16. E 9. A 37. A 21. A 30. A 2 5. E 14.11 f = 0. D 3. 18.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ . 18. C 36. 2 + 4 + 16 26. A 13. C 6.084m 0. C 34. B 32. B 35. F-V-F-F-F 5. V-FV-V 11. D IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . F-F-V-V-F-V 38. E 15. 20 cm // 15 cm 29. 12 10. D 17.

3. é co eto afi ma : ( ) Luz é uma onda de nat u eza elet omagnética. ( ) A p opagação etilínea da luz é evidenciada du ante um eclipse luna . ( ) Quando um feixe de luz monoc omática é t ansmitido de um meio pa a out o.3 ) 2 .1 . Apenas a afi mativa III é v e dadei a. 1 2. Apenas a afi mativa II é ve dadei a.1 . O vid o fosco é um meio opaco.4 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .F ÍS IC A Ó P T IC A 1. Acafe-SC Co elacione a coluna da di ei ta com a da esque da. U. O a é um meio t anspa ente.Optic ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¢ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨  ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ . III.1 .4 .4 d) 3 .2 .5 e) 2 . na ve ificação de conhecimentos de Óptica: (1)ângulo de incidência = ângulo de eflexão (2)n1senθ1 = n2senθ2 (3)distânci d im gem o espelho = distânci do o jeto o espelho (4)distânci foc l = met de do r io de curv tur (5)distânci foc l positiv ( ) espelho pl no ( ) lente convergente ( ) lei d refr ção ( ) lei d refl exão ( ) espelho esférico A se üênci numéric .1 c) 3 . assinale a alte nativa co eta. E. Lond ina Conside e as seguintes afi mativas: I. sua velocidade de p opagação é eduzida à metade do seu co espondente valo no vácuo. ( ) Uma pessoa pode eduzi a intensidade da luz que atinge os seus olhos utilizan do pola izado es.3 . Apenas as afi mativas I e a III são ve dadei as. ( ) A dif ação é um fenômeno que oco e exclusivamente com a luz. o seu comp imento de onda pe manece inalte ado.5 .5 . UFPR Com base nos conceitos da óptica.2 .1 .5 . de cim p r ixo. II. a) b) c) d) e) Apenas a afi m ativa I é ve dadei a. Apenas as afi mativas II e a III são ve dadei as.2 .4 . Sob e as afi mativas acima.4 . deve ser: ) 5 . ( ) Quando a luz se p opaga num meio mate ial com índice de ef ação igual a 2. A água pu a é um meio t ans lúcido.3 .

é correto firm r ue (01) lente us d deverá ser um lente divergente. pode-se concluir ue im gem é —————. conforme figur ixo. Cefet-PR A figur represent três sisS2 S3 tem s ópticos em ue dois são refr S1 C tores e um ref letor. ) Somente firm tiv I é verd d eir . (16) im gem do relógio será virtu l. ) re l.2 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . é correto firm r: A (∞) ) O ponto A é um o jeto re l p r o D s istem S1 e um im gem re l p r S2. temos. 6. II. III. ue ele m ntém em próxim do olho. um lente de 8 cm de distânci foc l. se lente us d for convergente e o relógio estiver entre o f oco e o vértice d lente. divergente d) virtu l. B So re eles. tr vés d o módulo d r zão entre s distânci s d im gem o vértice d lente e do o jeto o vértice d lente.Optic  4. (04) lente us d será convergente. divergente d 3d e) m ior. (02) velocid de d luz ue incide so re o r elógio será de 2/3 do seu v lor no vácuo. convergente o jeto nvergente im gem c) re l. M ringá-PR Um relojoeiro de vist norm l us . A retin corresponde o filme d câm r . U. Pel o serv ção d figur . n d tendo ver com o sis tem S3. Dê. p r o tr lho de conserto de relógios. se o relojoeiro tr lh r em tmosfer de r . Assim sendo. c) O ponto C é um ponto im gem re l p r o sistem S2 e um ponto o jeto v irtu l p r o sistem S3. m ior ue o o jeto. c) Somente III é verd deir . num tel . A íris se comport como um di fr gm . como respost . O crist lino se c omport como um lente. fic n do o relógio so re o foco princip l. e) Tod s são verd deir s. ) O ponto B é um ponto im gem re l p r o si stem S1 e um ponto o jeto virtu l p r o sistem S2. ) Somente firm tiv II é verd deir . Então. e) O ponto A é um o jeto impróprio p r o sistem S1 e um o jeto virtu l p r os dem is sistem s. som d s ltern tiv s corret s. d) Somen te s firm tiv s II e III são verd deir s. (32) o umento line r d im gem pode ser o tido. d) O ponto D é um ponto im gem virtu l p r o sistem S3 e n d represent p r os dem is sistem s. E. 7. e lente é —— ———. PUC-RS Um lente fo rm im gem de um o jeto. (08) o relógio deve fic r entre o pl no do fo co princip l e lente convergente. PUC-PR Se comp r rmos o olho hum no um câm r fotográfic . diver gente ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . direit . 5. podemos firm r: I.

( ) A velocid de de prop g ção d lu no meio A é m ior ue no meio B. θ3 ( ) índice de refr ção do meio A é m ior ue o do meio B. respectiv mente: ) reflexão d luz so re um prism . 5) interferênci . A Com se n s propried des d luz. 2) reflexão. UFPR N figur ixo represent -se reflexão e refr ção de um feixe de luz mo nocromátic ue incide so re superfíθ1 θ 2 cie de sep r ção de dois meios. ue se estendeu do século XIV o sécul o XVI. ue defendi m o teocentrismo e predestin ção preg dos pel Igrej C tólic . o Iluminismo. d) comprov ção de ue luz se prop g em linh ret . S Dependendo d posição em ue é o serv d . pós encontr r superfície de sep r ção dos meios. ( ) A fre üênci d luz no meio A é igu l à fre üênci d luz no meio B. v i refletir-se em um n tep ro. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 4) pol riz ção. É correto firm r-se ue o fenômeno físico demonstr do n f igur e o período histórico são. o Iluminismo. F. e) dispersão d luz r nc tr vés d refr ção. pós refr ção. em ue c d cor tem o seu própri o desvio.Optic  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ . um piscin chei d’águ pode p rent r ser m i s r s devido o fenômeno luminoso identific do por 1) dispersão. Pelot s-RS 3 A figur retr t historic mente o cientist inglês Is c Newton (1642-1727) f zend o um experiênci com luz. Reform Protest nte. é correto firm r: B ( ) Os ângulos θ1 e θ2 são igu is. 3) refr ção. U. ) comprov ção de ue luz r nc . vigente no século XVIII. o Hum nismo. em ue el . 10. o Ren scimento. movimento ue m rcou os séculos XIII.8. n u l se contest v m os v l ores mediev is. 9. é form d de um espectro de luz colorid . A e B. movi mento cultur l de tendênci l ic e irr cion l. XIV e XV. movimento intelec tu l ue representou o ápice d s tr nsform ções cultur is inici d s com o Ren scimento . o índice de refr ção do meio B em rel ção o meio A é 3. c) difr ção d luz contorn ndo o prism . ( Se θ1 = 60° e θ3 = 30°. U. ( ) O comprimento de ond d luz no meio A é menor ue no meio B.

Dê. a soma das a ternativas corretas. 13. (32) se o objeto puntiforme for rea . não sofrerá desvio (refr ção). como resposta. re a tivas a situações que envo vem conceitos de óptica. no estu do da ei da ref exão. é correto firm r ue ˆ (01) o ângulo de incidênci î e o de reflexão r serão igu is. a soma das a terna tivas corretas. Este fenômeno ocorre devido às dive rsas refrações que o raio de uz so ar sofre no interior da gota de chuva e devido à r ef exão interna tota . UFRN Na ótica geométrica. form ndo um ângulo î com norm l. que penetra em seu interior. atingir as paredes internas com ângu o m aior que o ângu o imite. independentement e da re ação entre a dimensão re evante do objeto (obstácu o ou fenda) e o comprimento d e onda da uz. como resposta. ˆ (16) existe uma razão constante entre o seno do ângu o de refração R e o seno do ângu o ˆ de ref exão r. Isso é o que ocorre. Um r io luminoso ue emerge desse o jeto incide so re superfície do m teri l. d) somente para objetos (obstácu os ou fendas) cujas dimensõe s re evantes sejam muito maiores que o comprimento de onda da uz. Dê. (64) A decomposição da uz branca. p rtindo do o jeto e incidindo perpendicul rmente so r e lâmin . (04) o comprimento de ond (λ) do raio uminoso ue emerge da âmina independe do meio onde este se propaga. b) sempre. (01) Em a guns dias de chuva pode-se ver no céu o arco-íris. Unioeste-PR Dentre as a ternativas abaixo apresentadas. (02) O efeito da cor azu no céu está re acionad o com a presença da atmosfera em torno da Terra. Então. a sua imagem será virtua e eqüidistará h da superfície do materia . uti iza-se o conceito da propagação do raio de uz em inha reta. Isto ocorre devido à refração da uz ao penetrar na atmosfera. compatíve com a ei de Sne . pois a formação da imagem virtua se dá atrás desses espe hos.11. 4 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . (16) A fibra óptica permite uma e evada eficiência na transmissão devido ao fenômeno da ref exão tota . Este fenômeno ocorre pe o fato de um f eixe de uz. assina e a(s) correta(s).Optica Avançar ¡   ¡      ¡     ¡ ¡ ¡    ¡   ¡ ¡  ¢ ¡        ¡ ¡   ¡ ¡    ¡  ¡  ¡ ¡ ¡        ¡    ¡  ¡ ¡  ¡ ¡          ¡    ¡          ¢ ¡   ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡      ¡     ¡     ¡  . já que para outros materiais o fenômeno não acontece. a qua faz com que o raio de uz retorne à atmosfera e produz a o efeito característico do arco-íris. ao passar por um prisma. por exemp o. M ringá-PR Um o jeto puntiforme encontr -se um ltur h so re um lâmin de m teri l homogêneo. c) somente para espe hos cujas superfícies ref etoras sejam compatíve is com a ei de Sne . Esse conceito é vá ido a) sempre. (04) O fenômeno da refração da uz está p resente nos espe hos esféricos nos casos de formação de imagens virtuais. (08) O nascer e o pôr-do-so são vistos q uando o So se encontra acima da inha do horizonte. E. (32) Através da uti ização de entes po arizadas. U. (08) a ve ocidade da uz no interior da âmina será diferente da ve ocidade da uz que emerge do objeto pu ntiforme. se o ín e de refr ção do meio onde se encontr o o jeto for igu l o índice de refr ção do m teri l. independentemente de a superfíc ie ref etora ser. ou não. dá-se pe a presença de impurezas ou irregu arida des no vidro. (02) um r io luminoso. 12. polido e tr nsp rente. então. é possíve impe ir tota mente a incidência da uz sobre uma determinada região.

14. e e enxerga o peixe como estando na profundidade III.33. Sobre a te a S é medida a distância y entre os raios de uz que chegam após ref exão na superfície superior da âmina e os raios que chegam após serem ref etidos na superfície inferior. por isso. C onsidere que o peixe está praticamente parado nessa posição. a partir da experiê cia do seu dia-a-dia. no Brasi . a ei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e. O feixe incidente faz um ângu o qi com a direção norma à superfície da âmina ( eja figura). sofrendo duas refrações consecutivas. Esse arranjo permite determinar o índice de refração da âmina de vidro. com anças pontiagudas. E a representa a visão que o índio tem da posição em q e está o peixe. i nvertid e ument d u ndo pesso o serv um o jeto dist nte. mais espessa e co orida. c) A v ri ção do d iâmetro d pupil tem como o jetivo control r entr d de luz no olho. à medid ue se proxim de um o jeto. para cada uma das cores . d) a uz se desvia mais pa ra a cor de maior ve ocidade no prisma. UFRN Ainda hoje. feitas de madeira. para qi = 45°. ) Um pesso c om visão norm l. Usando a Lei de Sne e. c) a ve o cidade da uz no prisma é a mesma. O fenômeno pe rmite conc uir que a) o índice de refração do vidro é diferente. As pos ições I. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertica . Isto é. o índio deve jogar sua ança em direção ao ponto: a) I b) II c) III d) IV s y 16. a guns índios pescam em rios de águas c aras e crista inas. para a cor que sofre menor desvio. Unifor-CE Um fino feixe de uz branca (por exemp o.Optic       ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡   ¡   ¡    ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¢    ¡   ¡  ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡       ¡           ¡  . 15. LANÇA ÍNDIO AR I II III IV ÁGUA 5 A figura acima é apenas esquemática. para todas as cores. mo stre que. UFCE Um feixe de aser incide sobre uma âmina de vidro de índice de refração n e es pessura t. recebe o nome de espectro visíve . uz so ar) incide num pr isma de vidro de seção triangu ar. b) o índice de refração do vidro é maior.o. e) o fenômeno citado encontra exp icação na re f exão tota da uz. II. tem o r io de curv tur de s eu crist lino diminuído p r ue el continue foc liz ndo o o jeto. ) O crist lino do olho de um p esso de visão norm l ge como um lente convergente ue produz um im gem re l. U er -MG Assin le ltern tiv FALSA. Para acertá. considerando o índice de refração do ar igua a 1. IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igua a 1. o índice de refração da âmina é dado por n= 2t2 1 + y2 2 1 2 GABARITO θi n θr x t 17. e es conhecem. A faixa de uz emergente. U. d) P r correção d hipermetropi é necessári utiliz ção de lentes convergentes. conseguem fazer a sua pesca.

Av nç r ¡ ¡ .

ument energi dos átomos excit dos. som d s ltern tiv s corret s. Com se nos princípios físicos envolvidos no funcion mento do microscópio. F é um fonte de luz extens e A um ntep ro op co. respectiv mente. de comprimento filtro de ond entre 450 nm e 490 nm.18. penum r . Pode-se firm r ue I. som r . UFPE Qu l d s figur s ixo melhor represent tr jetóri de um r io de luz monocromátic . regiões de F GABARITO A I II III IMPRIMIR ) ) c) d) e) e penum r . II e III são. UFR-RJ N figur ixo. penum r e som r . Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . A mostr excit d emite o feixe de luz F2. (16) Os elétrons dos átomos excit dos p ss m de níveis de menor energi p r níveis de m ior energi n emissão de luz pel mostr . No es uem simplific do o l do. penum r . 20. m s não é refr t do o p ss r do espelho p r o r. som r e penum r . é corre to firm r: F2 (01) Os ângulos de incidênci e de reflexão form dos A entre um r io do feixe F1 e norm l o espelho são igu is. Dê. o excit r os m rc dores fluorescentes. o tr vess r um j nel de vidro (imers no r) de espessur d? ) ) c) d) e) d d d d d 6 19. co mo respost . de compriE mento de ond superior 510 nm. ue p ss tr vés do F1 espelho e tr vess um filtro ntes de cheg r o o serv do r O. é re fletido no espelho E e excit os m rc dores fluorescentes d mostr A. som r . utiliz ção de m rc dores fluoO rescentes permite o estudo de célul s tr vés do microscópio de fluorescênci . som r som r . (08) A luz incidente. UFBA Em Biologi . som r e som r .Optic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡  ¡  . (32) A l uz ue incide n mostr tem m ior energi do ue luz emitid pós excit ção. penum r e som r . um r io de luz do feixe F2 é refr t do o p ss r d o r p r o espelho. (02) Consider ndo-se ue o espelho e o r têm índices de refr ção diferentes. (04) A so rção de p rte d luz ue não p ss pelo filtro tr nsform energi luminos em energi térmic . um fe ixe de luz incidente F1.

.

5 x 1012. fic 44 nos-luz de distânci d Terr ”.F. d) A uz emitida pe a estre a Úpsi on é instan taneamente percebida na Terra. como é ch m d . 22. concentrando a uz do so sobre e e.Optica Avançar ¡ ¡   ¡   ¡ ¡    ¡   ¡ ¡ ¡   ¢   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡          ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ . um est rel com pelo menos três pl net s em su ór it . (Fo ha de São Pau o. 7 I II III IV Deseja-se incendiar um pedaço de pape . U erlândi -MG-P ies “Pel primeir vez n históri d explor ção esp ci l. em qui ômetros. 16/04/99) Assina e a a ternativa incorreta: a) A uz da estre a Úpsi on demora 44 anos para chegar a Terra. pes uis dores dos EUA desco rir m existênci de um sistem pl netário semelh nte o Sistem Sol r. c) Um ano. UERJ As fi guras abaixo representam raios so ares incidentes sobre quatro entes distintas.21. U. ou sej . b) A distância. que a uz percorre durante um ano.u z é aproximadamente 9. pois viaja à ve ocidade 3 x 108 m/s. (…) estrel Úpsilon de ndrômed .uz corresponde a distância que a uz perc orre no vácuo durante um ano terrestre. A en te que seria mais efetiva para essa fina idade é a de número: a) I b) II c) III d) I V IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .

E 6. 26 1 2. E 9. D 14. 50 13. 3 11.Óptic ¡ ¡ ¡ . B IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . V-F-V-F-V-V 10. A 4. Como θi = 45°. A 18. C 7. tg θr y tg θr = 2y sen θr 1 sen θi = ⇉n= sen θi n sen θr n= 1 2 sen θr sen2θr sen2θr = cos2 θr 1-sen2 θr tg2θr 1 e n= 2t2 1 + y2 2 1 + tg2θr tgθr 1 G A B A R IT O tg2θr = Assim: sen2θr = n= 1 2 y2 + 1 4t2 y 2t = 17. A 15. C 21. V-V-V-V-F-F 3. 60 5. B 19. D 16. A 8. 45 20.F ÍS IC A Ó P T IC A 1. temos: y = x = 2t . D 22. C 2.

0°C. 1 ( ) Por se tr t r de um ond tr nsvers l. prop g ndo-se no r. ( ) Um ond longitudin l. ( ) fre üênci de oscil ção do pêndu lo não será lter d se m ss m for modific d . Desprez -se resistênci do r. no inst nte em ue esfer p ss por C. 20°C. com um velocid de de 340 m/s.S . Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ . é igu l o peso d esfer .H .C tólic -DF Como d luz. inextensível e de m ss desprezível (ver figur ). celer ção d esfer tem componente t ngenci l nul . 20. o comprimento de ond do som m is gudo ue o ouvido hum no pode perc e er mede 17.0 m. U. prop g ção do som t m ém é de c ráter ondul tório.0 Hz té 20. O p relho uditivo hum no norm l é c p z de perce er ond s num f ix de 20. A esfer oscil entre s posições A e B. simétric s em rel ção à vertic l OC. com comprimento de ond de 2. esse tipo de ond se prop g no r.Ond s e M. So re o pêndulo simples pode-se fi rm r ue: ( ) o período de oscil ção do pêndulo é m ior em um loc l cuj celer ção d gr v de é m ior. A celer ção d gr vid o loc l v le g.10–2m. suspens por um fio de comprimento s.F ÍS IC A O N D A S E M . pode ser consider d como um ultr ssom.0. luz não pode ser pol riz d . ( ) O desvio p r o vermelho (import nte indício em f vor d exp nsão do Universo) é um exemplo d ocorrênci do efeito Doppler-Fize u p r luz. S. ( ) n posição C. 2. tem igu l v lor. ( ) tensão no fio. ( ) o movimento oscil tório d esfer é uniformemente celer do. um temper tur de 20. ( ) A lu z e o som têm o módulo de su velocid de de prop g ção ument do u ndo p ss m d águ p r o r.0 kHz ( s ond s ne ss f ix constituem o ue ch m mos som). 1. U.0°C. ( ) energi mecânic d m ss m. B e C. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) No r. nos pontos A.C tólic -GO O s g m A C B GABARITO O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um esfer de m ss m. ixo rel cion d s. Muito noss percepção do mundo em redor se deve o sentido d udição. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. H.

Considerando a natureza das ondas son oras e o fato de o espetácu o se dar em um recinto fechado. ) A energi do sistem é 3 J. F(N) 30 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡   ¡   ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡     ¡ .-10 0 10 x(cm) -30 ( ( ( ) A mplitude do movimento é 20 cm. Unic p-PE ( ( ( ( ( ) P r um ond ue se prop g em um certo meio. ) Se o l oco tem m ss de 3 Kg. a) Os materiais usados na construção da sa a de espetácu os não são suficientemente absorvedores de ondas sonoras para evitar o e co. b) Os materiais são adequados. diversos artistas rec amaram do eco re f etido pe a arquitetura da sa a de concertos que os incomodava e. ) A const nte elástic d mol é 3 N/cm. mas as ondas estacionárias formadas na sa a não podem ser e iminadas. atra pa haria o púb ico que apreciava o espetácu o. indique a opção que aprese nta uma possíve exp icação para o acontecido. ) As cord s de um h rp possuem comprimentos diferentes. em tese. Unirio Em recente espetácu o em São Pau o. é um infra-som. m is gudo será o som. ) A velocid de máxim ocorre no inst nte em ue celer ção é máxim . IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . podemos firm r ue fre üênci ngul r do movimento é 10 r d/ s. c) Os materiais são adequados. de cordo com o gráfico d figur ixo. Unic p-PE Um sistem constituído por um loco preso à extremid de de um mol osc il livremente em um pl no horizont l. GABARITO 5. e u nto m ior o comprimento d cord . e) A rec amação dos artistas é infundada porque o que e es ouvem é o retorno do som que e es mesmo produzem e qu e hes permite ava iar o que estão tocando.Ondas e M. cujo comprimento de ond é λ = 34 m. Avançar  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ 3. ) A direção d prop g ção de um ond não lter u ndo el p ss o li u mente de um meio p r outro. mas devido à superposição das ondas sonoras sempre ha verá eco. ) A sens ção sonor é estimul d em n ossos ouvidos por um ond tr nsvers l cuj fre üênci está compreendid entre 20 Hz e 20000 Hz. e o v lor lgé rico d forç result nte ue tu no loco v ri com sciss x. H. S. não podemos e iminar o eco. 2 ( ( 4. u nto m ior o comprimento de ond . d) A rec amação dos artist as é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. menor é fre üênci . e assim. p r emitirem not s diferentes. e v le 30 cm/s. ) Um ond sonor se prop g no r (V r = 340 m/s).

d) Apenas I e II. F. sendo a nave tripu ada. pois as c ondições de propagação do som no espaço sidera são diferentes daque as daqui da Terra. menos. produ zem-se ondas de freqüências diversas. com b) mai s. 3) o comprimento de onda. UFRS Considere as seguintes afirmações a respei to de ondas transversais e ongitudinais: I. b) isto ocorre na rea idade. pois. U. U. apenas. refração. 5) o comprimento de onda. pois não é possíve a propagaçã o som no vácuo. c) Apena s III. Ondas transversais podem ser po ari zadas e ondas ongitudinais não. 4) a am p itude e o período. b) Apenas II. Quais estão corretas? a) Apenas I. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas ongitudinais não. possui seu interior preenchido por gases. com e) menos. Que a ternativa p reenche corretamente as acunas da frase acima? a) mais. porém. ref exão. 2) a ve ocidade de propagação da onda. apenas.6. 7. Viçosa-MG Em a guns fi mes de ficção científica a exp osão de uma nave espacia é uvida em outra nave. 3) a amp itude da o nda. 10. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . II. d) isto ocorre na rea idade. mais. mesmo estando ambas no vácuo do espaço sidera . com c) menos. Sabe-se. refração. uma vez que o so m se propagará junto com a imagem da mesma. mais. Ondas transversais podem apresentar efeito Dopp er e ondas ongitudinais não. c) isto ocorre na rea idade. Em re ação a este f ato é correto afirmar que: a) isto não ocorre na rea idade. Avançar                                       . apen as. que todas essas ondas. necessariamente permanece const ante 1) a freqüência da onda. sem d) menos. S. ref exão. com espessa para 3 9. apresentam em comum 1) o período. Londrina-PR Quando um pu so se propaga de uma corda outra espessa. U. propagand o-se em uma corda homogênea sob tração constante. Sa vador-BA No fenômeno da refração da onda. H.Ondas e M. 4) o comprimento de onda da onda. III. E. mais. ocorre inversão de fase. e) Apenas I e III. 8. e) sto ocorre na rea idade e o som será ouvido inc usive com maior nitidez. 2) a ve ocidade de propagação. ref exão. a amp itude e a ve ocidade de propa gação. menos. 5) a direção de propagação da onda. UESC-BA Variando-se a freqüência com que se movimenta uma corda tracionada. por não hav er meio materia no espaço sidera .

IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . a) A intensidade de um som é tanto maior quanto maior for a amp itude da onda sonora. II. obedecem as mesmas eis de ref exão e de refração da uz. causada pe o movimento do observador em re ação à fonte de onda. com a teração da freqüência da onda. pois são ondas ongitudinais. O esquema que representa a di fração de ondas é o a) b) c) d) 4 e) GABARITO 12. Quando uma onda passa de um meio materia para outro. e) I e III. S. As ondas sonoras em ser po arizadas. b) A variação da freqüência de uma o nda. é denominada de ef eito Dopp er. 14. Se a freqüência da f onte for aumentada. U. É(são) correta(s) somente a(s) afirmação(õe a) I. sem que se mude o meio. Uberaba-MG Assina e a a ternativa FALSA. ao se ref etirem e se refratarem. oco rre o fenômeno chamado refração. 13. são feitas a s seguintes afirmações: I. b) II. Avançar                      . H. menor será a energia transportada por e a. e) o período diminui. O fenômeno da decomposição da uz branca em seu espectro é denominado dispersão. d) I e II.11.Ondas e M. Unifor-CE Os esquemas a seguir são norma mente usados para representar a propa gação de ondas na superfície da água em uma cuba de ondas. III. UFR-RJ Uma f onte produz ondas de freqüência f e período T em um determinado meio. d) o período a umenta. c) III. podemos afirmar que a) a ve ocidade aumenta. d) Quanto maior for a freqüência de uma fon te de uma onda sonora. c) a ve ocidade diminui. c) As ondas mecânicas. b) o comprimento de onda aumenta. Cefet-PR Com re ação ao estudo das ondas.

é denom inado de efeito a) Jou e. se uma estre a se afasta ou se aproxima da Terra. b) Orsted. b) na separação das cores que compõem a uz incidente devido à dispersão desta uz. Este fenômeno. A freqüência da onda audíve deverá ser apro ximadamente de: a) 110 Hz b) 1033 Hz c) 11. mas captam-se bem sinais de rádio de f reqüências baixas. no a r. que são sinais de freqüências a tas. enquanto o som propaga-se no ar com ve ocidade a proximada de 330 m/s. que per mite saber. A po arização da uz consiste a) na passagem da uz de um meio para outro em que a ve ocidade de propagação é diferente. para criar a i usão da 3ª dimensão. S. são projetadas simu taneamente na te a do cinema de man eira a não sobrepor uma sobre a outra. que mede.Ondas e M. assim. Avançar                                                              . o ouvido humano seria mais sensíve a sons com freqüências em torno de a) 34 Hz b) 1320 Hz c) 1700 Hz d) 3400 Hz e) 680 0 Hz IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . onde a ve ocidade de propagação do som é 340 m/s. 2. Vunesp Nos cinemas 3D. e) Faraday. e) na produção de ondas uminosas que vibram num único p ano que contenha a direção de propagação. duas imagens iguais. a) ref etem b) refratam c) difratam d) po arizam e) reverberam 16. obtendo.5 cm. d) na formação de franja s c aras e escuras devido às microfendas dos fi tros po arizadores. d) Vo ta. H.000 Hz d) 108 Hz e) 9 x 1013 Hz 19. F uvest-SP Considerando o fenômeno de ressonância. c) na interferência entre o feixe de uz incidente e o mesmo feixe de uz ref etido por um obstácu o. Deseja-se produzir uma onda audíve que se propague no ar co m o mesmo comprimento de onda daque as uti izadas para transmissões de rádio em freqüênc ia modu ada (FM) de 100 Mhz (100 x 106 Hz). a visão tridimensiona . fo rmadas por uz po arizada. c) Dopp er. PUC-RS Em ocais baixos como num va e. Segundo esse mode o. Os sinais de rádio de freqüências baixas são me hor captados porque ——— i mente. Com o auxí io de ócu os com fi tros po arizador es. em média. o ouvido humano deveria ser mais se nsíve a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o compriment o do cana auditivo externo. por exemp o. 18.15. captam-se ma sinais de TV e de te ef one ce u ar. 5 17. Fuves t-SP Uma onda e etromagnética propaga-se no ar com ve ocidade praticamente igua à d a uz no vácuo (c = 3 x 108 m/s). o espectador enxerga cada uma das imagens com um o ho. PUCRS Ondas sonoras e uminosas emitidas por fontes em movimento em re ação a um observ ador são recebidas por este com freqüência diferente da origina .

H. (02) modifica a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. fixando ce t os pontos sob e a co da da viola. pr opagando-se no ar. 22.0 m e 1500 m IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . espectivamente. ( ) A onda sono a emitida po uma co da. (04) modifica a f eqüência da s vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. AM. vi b ando em seu modo fundamental. que cob e a faixa de f eqüência de 600 kHz a 1500 kHz e out a. em m/s. constituirão. UFSE Com uma égua. também chamado primeiro harmônico. na situação desc ita. o meno e o maio comp imento de onda que podem se captado s po este apa elho valem. o violei o define as notas musicais que ti a á d o inst umento ao dedilha .0 c) 2. ( ) No modo fundamental.5 m e 200 m e) 6. p oduzindo-se uma onda de pulsos etos. UnB-DF As vibrações transversais de cordas de instrumentos musicais causam variações na densidade do ar ao seu redor. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Ao co e a mão esque da. todas mantidas sob a mesma tensão e com o mesm o comp imento. é co eto afi ma que o violei o (01) modi fica a velocidade das ondas nas co das da viola ao p essiona em dife entes pont os da co da sob e o b aço da viola. ondas sonoras propagantes. Com base nessas info mações. UFMT Suponha um violei o dest o que dedilhe uma viola de 10 co das com a mão d i eita e escolha as notas com a mão esque da. UFPB Um ádio ecepto ope a em duas modalidades: uma. como esposta. tem comp imento de onda igual ao dob o do comp i mento da co da. a) 2. a f eqüência de vib ação da co da se á eduzida p ela metade se a tensão fo aumentada em 25%. Fisicamente. Dê. (16) modifica tanto a velocidade das ondas nas co das da viola como a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. S. julgue os itens a segui como ve dadei os ou falsos. provocando compressões e rarefações periódicas que.25 s em 0. assim. de 0.25 s. as co das de tonalidades mais g aves são as de maio densidade line a de massa. vale a) 25 b) 4. de 90 MHz a 120 MHz.5 m e 500 m b) 1.33 m e 600 m c ) 3. ( ) Em um inst umento de vá ias co das. bate-se na supe fície da água de um tanque. ( ) Uma mesma nota musical emitida po inst umentos musicais dife entes possui a mesma f eqüência fundamental de vib ação.20. Lemb ando que 1 kHz = 1 x 103 Hz e 1 MHz = 1 x 106 Hz e sabendo-se que a velocidade de p opagação das ondas de ádio é 3 x 108 m/s. No modo fundame nta . tal que a d istância ent e suas c istas consecutivas seja de 10 cm. (08) modifica o comp imento de onda das vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. ( ) Uma co da vib ando em seu segundo ha mônico possui o dob o de nós a p esentados pelo p imei o ha mônico.Ondas e M. FM. 6 21. a soma d as alte nativas co etas.33 m e 500 m d) 2.5 d) 1. A velocidade de p opagação da onda.0 e) 0.40 23. L é o comp imento ρ é a densidade linea de massa da co da. a freqüência de vibração f de uma corda com as ext emidades fixas é descrita pe a expressão: 1 T 2L ρ na qual T é a tensão.

26. está ep esentada pelas linhas ve ticais. todas as pa tículas do meio vib am numa única di eção. b) A amplitude.24.Ondas e M. IMPRIMIR FÍSICA . assinale o que fo co eto: 01) As ondas sono as não se pola izam po que são longitudinais. dete mine: a) A f eqüência em he tz. assinale a alte nativa em que melho estão as as c istas dessa onda após ela te passado pela ba ei a. a) c) ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ep esentad ¨ ¨ . UFR-RJ A figu a abaixo most a o g áfico de um movimento ha mônico simples. U. a intensidade da onda pola izada to na-se nula. se ap oxima de u ma ba ei a. 16) Quando o analisado gi a 90 em elação ao po a izado . 08) Numa ond a mecânica pola izada. A seta indica a di eção de p opagação da onda. Na ba ei a. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. em um ce to momento. que é pe pend cula à di eção em que a onda se p opaga. 02) O olho humano é i ncapaz de analisa a luz pola izada po que não consegue distinguila da luz natu al . S. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ Conside ando essas info mações. x (cm) 40 1 2 3 4 t (s) GABARITO –40 Analisando a figu a. exis te uma abe tu a etangula de la gu a ligei amente maio que o comp imento de on da da onda. 7 b) d) 25. UFMG Na figu a. Ponta G ossa-PR Sob e o fenômeno da pola ização. A posição das c istas dessa onda. está ep esenta uma onda que. 04) A luz pola izada pode se obtida po eflexão e po dupla ef ação. E. H. ao se p opaga .

mais acentuada é a dif ação. U. a onda p oduzida é um exemplo de um tipo de onda mecânica t ansve sal que se p opaga na supe fície da água. Timb e é a qualidade que pe mite distingui dois sons de mesma altu a e intensidade emitidos po fontes dife entes. Po out o lado. O ada mede a dif e ença ent e a f eqüência do feixe emitido e a do feixe efletido. 08) Pa a uma onda estacioná ia de f eqüência 100 Hz. 16) Somente temos supe posição de ondas quando elas possuem a mesma f eqüência e a mesma amplitude. 02) Ondas sono as são t ansve sais e ondas e m uma co da são longitudinais. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a f eqüência pe manece constante e o comp imento de onda pode aumenta ou di minui . 32) Ondas t anspo tam ene gia e quantidade de movimento. UFRN Quando falamos . ao encont a a supe fície de sepa ação de dois meios t anspa entes. assinale o que fo co eto: 01) Qu ando uma onda se ef ata. 29. c) a d i eção em que o meio de p opagação vib a enquanto cada uma das ondas passa po ele. é possível medi a velocidade do automóvel. em uma aula expe imenta l do Cu so de Fonoaudiologia. O eco é um fenômeno causado pela eflexão do som num antepa o. b) efeito fotoelét ico. III. b) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de dif ação. é de 60 m/s. b) apenas a I e a II. d) efeito Dopple . c) lei da eflexão. U. Ma ingá-PR Em elação ao conteúdo de ondas. 04) Na dif ação de ondas. Potigua -RN No Labo ató io de Física Acústica da UnP. 64) Toda onda necessita de um meio mate ial pa a se p opaga . Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 30. a velocidade de p opagação da o nda. d) a di eção do plano de pola ização de cada uma das ondas enquanto elas se p opagam no meio . 28. quando jogamos uma ped a na água contida em um tanque.27. II e III. quanto meno a dimensão do obstác ulo ou fenda. d) I . A pa ti dessa dife ença de f eqüências. se a distância ent e dois nós consecutivos é de 6 cm. 8 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . em pa te. é efletido pa a o apa elho. S.Ondas e M. II. o som p oduzido é um exemplo de um tipo de onda mecânica longitudinal que se p opa ga no a . c) apenas a I e a III. O que distingue onda mecânica longitudinal de onda mecânica t ans ve sal é a) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de inte fe ênc ia. São co etas as afi mações: a) apenas a I. H. E. no meio conside ado. são ap esentadas as seguintes obse vações com elação aos fe nômenos acústicos: I. confo me o sentido de p opagação. Ele é fixado no chão e emite um feixe de mic oondas que incide sob e o veículo e. O som g ave é um som de baixa f eqüência. O que fundamenta o uso do ada pa a essa finalidade é o(a) a) lei da ef ação. UFRN O ada é um dos equipamentos usados pa a cont ola a velocid ade dos veículos nas est adas.

Ube aba-MG Um mo cego voando c om velocidade v0 em di eção a uma supe fície plana. calcule o com p imento de onda das ondas desta emisso a. Qua ndo essa onda passa para um outro fio. UFR-RJ Uma ce ta emisso a de ádio t ansmite sua p og amação com uma f eqüência de 600 kHz. S. Como não existe nenhum obstáculo à propagaç a intensidade sonora a 40 m de distância valerá. em m/s. Cefet-PR A 20 m de uma buzina a intensidade sono ra do som que ela emite vale 2. constituído do mesmo material.5 — 10–3 d) 1. a va iação de f eqüência ouvida pelo mo cego se á a) ∆f = f0 v v0 b) ∆f = f0 v0 v c) ∆f = f0 2v0 v – v0 d) ∆f = f0 v + v0 v – v0 33. porém com 1/4 do diâmetro do primeiro.5 — 10–3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . e) cinco ondas mecânicas. 34. Sabendo-se que a velocidade do som é v.0 • 10 –3 W/m 2. a velocidade de propagação da onda. 32. H. Cefet-PR Considere a listagem de ondas citada a seguir. em W/m 2: a) 0.Ondas e M. b) duas ondas mecânicas.2 — 10–3 c) . c) três ondas mecânicas. infravermelho ondas de radio raio X microondas raios gama ultra-som ondas lumin osas ultravioleta 9 Quanto ao critério de classificação das ondas em mecânicas e eletromagnéticas. muda para: a) 80 b) 600 c) 25 d) 1600 e) 400 35. emite uma onda ult a-sônica de f eqüênc a f0.0 — 10–3 e) 1.1 — 10–3 b) 0. verificase que dentre elas existe(m): a) uma única onda mecânica.31. d) quatro ondas mecânicas. Acafe-SC A v elocidade escalar de uma onda transversal que se propaga num fio é de 100 m/s. U. Sabendo-se que a velocidade das ondas de ádio é de 3 x 108 m/s. Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .

2 m e v = 180 m/s λ = 1. 30 m/s GABARITO λ=100 m O tempo que eva o bote de um náufrago. Avançar        . a freqüênc ia dos batimentos. e e terá a freqüência de: a) 600 Hz d) 300 Hz b) 500 Hz e) 200 Hz c) 400 Hz 39. se propaga no oceano com uma ve ocidade de 30 m/s. 402 e 4 d) 402.7 m/s. freqüência aparente das ond as sonoras que alcançam o observador depois de refletidas pela parede e f3. em direção a uma p rede plana. para executar uma osci ação comp eta é: a) 25 s 3 3 s 20 10 s 3 3 s 10 1 s 3 IMPRIMIR b) c) d) e) Vo tar FÍSICA . de comprimento de onda λ = 100 m. Se esse som se propagar na água. UEMS Um trem de ondas periódica s. Sabendo que a velocidade do som é de 340 m/s. S.Ondas e M. 40 8 e 16 b) 396.8 m e v = 80 m/s λ = 0. são a) 392. respectivamente. PUC-S P Uma onda senoidal que se propaga por uma corda (como mostra a figura) é produzid a por uma fonte que vibra com uma freqüência de 150 Hz. H. 398 e 4 e) 404.8 m e v = 180 m/s λ = 1. 404 e 8 c) 398. com velocidade de 1. São nominadas: f1. f2. a freqüência aparente das on das não-refletidas. à deriva. ITA-SP Um diapasão de freqüência 400 Hz é afastado de um observador.2 m e v = 120 m/s 38. os valores que me lhor expressam as freqüências em hertz de f1. Mackenzie-SP Uma onda sonora de comprimento de onda 68 cm se propaga no ar c om ve ocidade de 340 m/s. vindas diretamente até o observador.36.8 m e v = 120 m/s λ = 0. 396 e 4 37. f2 e f3. O comprimento de onda e a ve locidade de propagação dessa onda são 10 a) b) c) d) e) λ = 0.

02 ) da am litude do movimento. 04) da deformação máxima da mol a. 03) da ulsação do movimento. ) Se a de nsidade inear da corda é µ = 100 g/m. GABARITO 42. I. um movimento harmônico sim les de eríodo igual a T. H. que se propaga com ve ocidade d e 50 cm/s.40.5m 0. em se gundos. ) A amp itude da onda é 1 m. pode-se conc uir que o período dessa onda. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .Ondas e M. ) A equação da onda no S. calcule o com rimento de onda do som. é y = 0. realiza. ) A ve ocidade de propagação da onda é 72 km/h. Com base nessa informação. UESC-BA Um cor o ligado a uma mola ideal de constante elástica K. sob re um lano horizontal sem atrito.5 sen(πx + 20 πt).1 s . e seu período va e 0. UERJ O dono do circo anuncia o início do es etáculo usa ndo uma sirene. T 2 Nessas condições. é igua a a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 41. √ 11 0. U. conc uímos que a corda está tracionada com 40 N. Avançar ¤  ¤  ¤ ¤ ¤     ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ . Sabendo que a freqüência do som da sirene é de 104 Hz. tem-se representada uma onda periódica. o roduto k( ) fornece a medida 2π 01) da massa do cor o.5m ( ( ( ( ( ) A onda que se propaga nessa corda é mecânica e transversa . 43. e que a velocid ade de ro agação do som no ar é a roximadamente de 335 m/s. S. 05) do eso do cor o. Unicap-PE A figura abaixo represent a uma onda que se propaga em uma corda de freqüência f = 10 Hz.Cató ica Dom Bosco-MS 150 cm Na figura.

fazem parte do espectro e etromagnético. λvidro / λar . 46. Avançar    ¤    ¤   ¤    ¤       ¤ ¤         ¤            . A fenas-MG Uma onda sonora de freqüência 960 Hz é e mitida no ar. é dada por : 1 a) 3 2 b) 3 c) 1 3 d) 2 45. d) o som fá é m ais agudo do que o som ré.51 m. mas ambos propagamse com a mesma ve ocidade. gerando o efeito estufa. do S. dos sons fundamentais de notas musicais produzidas por diapasões que vibram no ar. em hertz. 3) a mesma freqüência d a uz visíve .44. 4) a mesma ve ocidade e a mesma freqüência. b) o som si é mais grave do que o som mi. Quando essa onda passa para a água. os c orof uorcarbo nos. p. mas ambos têm o mesmo comprimento de onda. 1998. a freqüência da radiação não se altera ao assar de um meio ara outro. CFC. (Paraná. 2) o mesmo comprimento de onda. Entre outros. acima de 15000 m de a titude. d) 1. ed. 2. 5) freqüência e comprimento de onda diferentes. UERJ Um feixe de laser. a razã entre os com rimentos ded onda.Ondas e M. no vácuo. São Pau o: Ática. são dup amente prejudiciais.. Pe otas-RS A tabe a abaixo apresenta as freqüências.35 m. onde sua ve ocidade é de 340 m/s. 6.82 m. destroem a camada d e ozônio que protege a Terra dos raios u travio eta do So . no ca so descrito. Física v. Dja ma N. 47.86 m. num mesmo ambiente. Tais radiações propagam-se. o va or do comprimento de onda λ será. a) 0. U. Quando atingem a baixa atmosfera. embora seus comprimentos de onda sejam igua is. 121) A radiação u travio eta que atinge a Terra como conseqüência da destruição da camada de ozô e a radiação infraverme ha. b) 0. H. mas sua ve ocidade de propagação é menor. e) 2. dó 264 ré 297 mi 330 fá 352 so 396 á 440 si 495 12 GABARITO A partir das informações fornecidas.dessa radiação no vidro e no ar. F. aproximadame nte. c) 1. e es cont ribuem para o efeito estufa e. aprisionada pe a atmosfera terrestre. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .66 m. S. c om 1) ve ocidades distintas. e) o som á tem maior ve ocidade de propagação do que o som dó. onde sua ve ocidade é de 1450 m/s. U. c) o som so é mais a to do que o som dó e se propagam com maior ve ocidade. ro agando-se no ar com velocidade var enetra numa lâmina de vidro e sua velocidade 2 é reduzida ara vvidro = 3 var Sabendo que. podemos afirmar que a) o comprimento de onda do som á é menor do que o do som ré. UESC-BA Não é apenas o CO2 que causa estragos na atmosfera.

0 x 1014 H que a ve ocidade da uz é 3 x 108 m • s–1. em esca as ineares e unidades arb itrárias. UFPE Qua (ais) característica(s) da uz — comprimento de onda. 50. freqüência e ve ocida de — muda(m) de va or quando a uz passa do ar para o vidro? a) Apenas a freqüência. verme ha 7.5 GABARITO amare a 3.5 6.0 4.5 4. Sabe-se que a freqüência da uz emitida pe a combustão do níque é 6. pe a sua forma.0 6. assina e aque e que. me hor apresenta a re ação entre período (T) e comprimento de onda (λ) da uz ao propagar-se no vácuo.0 7. e) A freqüência e a ve ocidade.5 Comprimento de onda (10–7 m) IMPRIMIR a) b) c) d) verme ha vio eta aranja verde Vo tar aranja vio eta verde  azu                                     . Com base nesses dados e no espectro visíve fornecido pe a figura abaixo. UFRS Entre os gráficos apresentados abaixo. a) d) b) e) c) 13 49. assina e a opção correspondente à cor da uz dos fogos d e artifício que contêm compostos de níque .0 5. d) A ve ocidade e o comprimento de onda. UFRN As cores de uz exibid as na queima de fogos de artifício dependem de certas substâncias uti izadas na sua fabricação.48. c) A freqüência e o comprimento de onda. b ) Apenas a ve ocidade.5 5.

H. S. Avançar .Ondas e M.FÍSICA .

gira em torno de um eixo h orizonta P. Uma mola mantém uma haste a oiada sobre a eça. a freqüência do som que o pedestre irá ouvir será de: a ) 500 Hz b) 680 Hz c) 720 Hz d) 765 Hz e) 789 Hz 52. com ve ocidade angu ar constante e igua a π rad/s. com a forma indicada. Avançar    ¤ ¤          ¤ ¤ ¤    ¤ ¤     ¤ . a freqüência do movimento da extremidade da haste será de a) 3. a) interferência – em sentidos contrários b) interferência – no mes o c) po arização – no mesmo sentido d) dispersão – no mesmo sentido e) dispersão – em senti contrários 54.5 Hz c ) 1. A freqüência do som emitido pe a buzina é de 720 Hz. 14 GABARITO Assim. e) são po arizadas.75 Hz e) 0. Fuvest-SP Uma peça. A forma da eça é tal que. d) se propagam com ve ocidades menores que a da uz.Ondas e M. odendo a haste mover-se a enas na vertical.51. enquanto ela gira. a extremidade da haste sobe e desce. todas as ond as e etromagnéticas a) têm a mesma freqüência. descreven do. Cada modo de osci ação da onda estacionária que se forma em uma corda esticada pode ser considerado o resu tado da ————— de duas ondas senoidais idênticas que se propagam ————— .0 Hz d) 0. com o assar do tem o. c) se propagam com a mesma ve ocidade.5 Hz IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFRS Assina e a a ternativa que preenche corretamente as acu nas do parágrafo abaixo. Sabendo-se que a ve ocidade do som no ar é de 340 m/s. um movimento harmônico sim les Y(t) como indicado no gráf ico. PUC-PR No vácuo. 53. S. b) têm a mesma intensidade. H. PUC-PR Um automóve com ve ocidade constante de 72 km/h se aproxima de um pede stre parado.0 Hz b) 1.

O com rimento das cordas define a faixa de freqüência e m cada um desses instrumentos. or exem lo. d) irradiação. o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas. ( ) a onda mecânica transversal na corda uz uma onda sonora transversal. observa-se que essa configuração se desfaz até a arecer. H. São Carlos-SP A figura re resenta uma configuração de ondas estacionárias numa corda. T é tensão à qual a corda está submet e µ é a sua densidade linear. Uma violinista afina seu instrumento iluminado e o le va ao alco.55. 57. como. UFGO Sons musicais odem ser gerados or instrumentos de cordas. é o com rimento da corda. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A extre midade B é fixa e a tração na corda é constante. Uma justifi cativa correta ara esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes or a) irradiação. Na situação da figura. tornando os sons mais graves. b) condução. onde a arecem três tres (V) e quatro nós (N). e) convecção. tornando os sons mais agudos. roduzidas nas cordas. b) quatro nós e cinco ventres. A extremidade A está resa a um oscilador que vibra com equena am litude. uma nova configuração de ondas estacionárias. c) irradiação. ( ) cada corda vibra originando uma onda sonora com fr eqüência igual à freqüência de oscilação da corda. o que reduz a tensão a que elas estão subme tidas. ela ercebe que o seu violino recisa ser afinado novamente. tornando os sons mais agudos. etc. Vunes A freqüência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada ela ex res são f= n 2 T . ( ) os sons são gerados or ondas estacionária s. quando a freqüência atingir 48 0 Hz. iluminado or otentes holofotes. formada or a) quatro nós e quat ro ventres. Aumentando-se gradativame nte a freqüência do oscilador. quando a freqüência atingir 540 Hz. 15 56. o cont rabaixo. c) cinco nós e quatro ventres. d) cinco nós e cinco ventres. violão. a freqüência do oscilador é 360 Hz. quando a freqüência atingir 720 Hz. e) seis nós e oi to ventres. quando a freqüência atingir 400 Hz. Neles. quando a freqüência atingir 440 Hz.Ondas e M. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. tornando os sons mais agudos. U. S. tornando os sons mais graves. em seguida. ( ) as freqüências dos sons gerados serão menores quan to menor for o com rimento da corda. F. µ onde n é um número inteiro. violino. o que aument a a tensão a que elas estão submetidas. Lá. o que costuma acontecer habitualmente.

6 t(s) 16 -5 (ii) y (cm) 10 5 20 -5 40 60 ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .3 0.4 0.1 0.5 0.2 0. Essa onda faz com que uma equena rolha sofra deslocamentos verticais .58. De ois. como indicado na figura (ii). UFGO Uma onda roduzida na su erfície de um tanque de água está esquematizada na f igura (i). y (cm) 5 0 20 40 60 80 100 120 x(cm) -5 (i) y (cm) 5 0 0. roduzimos uma outra onda como indicado na figura (iii).

A velocidade do som no ar é de 3. como as ondas no tanque e as ondas numa corda. S.Ondas e M. como a luz. 59.80 100 120 x(cm) -10 (iii) GABARITO ( ( ( ( O com rimento de onda é 40 cm. A am litude de oscilação da rolha . o que oscila é a osição vertical d a rolha. H. Uma pessoa produz um som a certa distância de uma par ede. trans ortam matéria. de ois da segunda onda.5 cm. Unifor-CE Para se erceber dois sons distintamente. é necessário que e les sejam se arados or um intervalo de tem o de. As ondas mecânicas. A velocidade é 200 m/s.4 — 102 m/s. ( ) Na onda no tanque. Para que a pessoa ouça nitidamente o eco. trans ortam energia. Já ara as ondas sonoras se ro agando no ar. é necessário que a parede esteja à distânci a mínima de a) 10 m b) 17 m c) 30 m d) 42 m e) 70 m ) ) ) ) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . enquanto as ondas eletromagnéticas.10 s. no mínimo. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . será 7. o que oscila é a ressão numa c erta osição. 0.

1. ( ) Considerando que dois pontos possam ser distinguidos com um aparelho de ultra-som quando estiverem separados por uma distância maior ou igu al a um comprimento de onda do ultra-som. ( ) Se.000 1.000 1.600 1. esse método também pode ser utilizado para localizar fraturas em peças sólidas. conhecer a v elocidade de partes móveis internas do corpo. O ul tra-sonógrafo registra o tempo entre a emissão e a recepção do ultra-som.000 2. .250 Quadro II 0 Quadro I Em relação a esse assunto e com base nos dados fornecidos.1 mm de diâmetro. nessas condições.000 1.550 1. é possível.250 m/ s e 1. então é correto dizer que.400 1.000 ossos água godura pulmões 17 3. tais como as paredes do coração ou o flu xo sangüíneo. uma parte do coração estiver afastando-se do emi ssor quando for atingida pela onda de ultra-som. UnB-DF A ultra-sonografia é um método já bastante comum de diagnóstico médico no qual ecos produzidos por reflexões de ondas sonoras são utilizados para construir uma ima gem que descreve a posição e a forma dos obstáculos responsáveis pelas reflexões.60. é pouco mais de três vezes mais longo q ue aquele produzido pelo mesmo objeto quando ele está imerso em água. a ima gem mostrada em um monitor é o resultado do processamento das informações originadas d as inúmeras reflexões captadas.300 1. qu ando ele está inserido em uma matriz de vidro. coloca-se tal dispositivo e m contato com a pele do paciente previamente untada com um gel à base de água. Usando o efeito Doppler. o tempo entre a emissão e a recepção do eco produzido pelo objeto. O quadro I abaixo mostra como a velocidade do som varia em diversos me ios. ( ) Para uma dada distância entre um emissor de ultrasom e um objeto.700 1.350 ar seco velocidade (m/s) sangue velocidade (m/s) 4. pod erá ser observado com distinção utilizando-se um aparelho com freqüência de 5 MHz. imerso em um tecido gorduroso. que é produzido e captado por um mesmo dispositivo.500 1. u m corpo esférico estranho com 0.750 m/s.750 vidros 6. ( ) Se uma ond a de ultra-som propaga-se em uma direção paralela ao solo. em um exame cardiológico. Em aplicações médicas. então as moléculas do meio no qual ela se propaga movem-se perpendicularmente a essa direção com a passagem da on da. então a onda refletida terá freqüência menor que a onda incidente.650 pele otrobro 5. Na indúst ia. e a diferença de freqüência permitirá a determinação da velocid de de afastamento.000 aço 1. O quadro II corresponde a uma ampliação do trecho de velocidades entre 1. julgue os itens a seguir como verdadeiros ou falsos. ainda.450 1.

Ondas e M.IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Avançar . S. H.

1 x GABARITO Fig. propagando-se pa ra direita. c) polarização. 2. nas proximid ades. λ a) Ca cu e o va or aproximado para a re ação r = 1 λ2 sendo λ1 o va or do comprimento de onda na fig. Veja fig. H. ao passarem pel a quina do barranco.61.Ondas e M. b) Qua das ondas tem menor freqüência? IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 18 d) difração. 1 e as ondas da fig. Fig. 2 viajam com velocidades escala res iguais (10 m/s e para direita). mas escuta-o muito bem porque. que está na parte de cima (ver figura). Além do barranco. 62. 1 e fig. 1 e λ2 o va or do comprimento de onda na fig. UFRN Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Pau lo. 2 2x Admita que as ondas da fig. as ondas sonoras sofrem a) convecção. Paulo não vê Pedro. Avançar         . UFR-RJ Considere duas frentes de ondas senoidais distintas. nenhum outro obstáculo. S. não existe. 2. b) reflexão. Paulo Pedro Quina do barranco Do local onde está.

A1 GABARITO 30 m O 40 m A2 Com base nas informações acima e nas propriedades ondu atórias. UFRS Percute-se a extremidade de um tri ho reti íneo de 102 m de comprimento. com a sirene igada. parada junto à ca çada. ( ) O comprimento de o                                 . No ponto O está oca iz ado um observador. numa rua reta e p ana.63. UFPR Na figura abaixo. As ondas emitidas têm freqüência de 1700 Hz e ve ocidade de propagação igua a 340 m/s. com ve ocidade constante. Na extremidade oposta do tri ho. O interva o de tempo que separa a chegada dos dois sons é de 0. U. uma pessoa escuta dois sons: um de es produzido pe a onda que se propagou no tri ho e o outro produzido pe a onda que se propag ou pe o ar.28 s. e a pessoa se encontra parada no ponto O. A1 e A2 representam duas fon tes sonoras que emitem ondas com a mesma freqüência e em fase. é correto afirmar: ( ) A s ondas emitidas pe as duas fontes são do tipo transversa . Juiz de Fora-MG Uma ambu ância. indicado nos gráficos. C onsiderando a ve ocidade do som no ar igua a 340 m/s. movimenta-se com gr ande ve ocidade. a) freqüência c) freqüência 0 posição 0 posição b) freqüência d) freqüência 0 posição 0 posição 19 64. qua é o va or aproximado d a ve ocidade com que o som se propaga no tri ho? a) 5100 m/s b) 1760 m/s c) 364 m/s d) 176 m/s e) 51 m/s 65. Para uma pessoa que esteja observando a ambu ância. F. qua dos gráficos freqüência x posição me hor represent freqüências do som da sirene? Considere que a ambu ância se movimenta da esquerda para a direita.

10 s para atingi r o observador. ( ) A diferença entre as distâncias perc orridas pe as ondas de cada fonte até o observador é igua a um número inteiro de comp rimentos de onda. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) a interferência das ondas no ponto O é destrutiva. H. Avançar       .20 m.Ondas e M.nda das ondas emitidas pe as fontes é 0. S. ( ) O fenômeno da interferência entre duas ondas é uma conseqüência do pri ncípio da superposição. ( ) Frentes de onda emitidas por qua quer uma das fontes evarão menos que 0.

66. UFMA Dois re ógios (A e B) de pêndu o estão no mesmo oca e foram acertados às 17 h . Os pêndu os têm comprimentos iguais a 30 cm, porém suas massas são: mA = 60 g e mB = 9 0 g. Após 12 h, podemos afirmar que: a) O re ógio A estará atrasado em re ação ao re ógio B b) O re ógio B estará atrasado em re ação ao re ógio A. c) O re ógio A marcará a mesma hor o re ógio B. d) O re ógio A estará adiantado 30 min em re ação ao re ógio B. e) O re ógio B tará adiantado 30 min em re ação ao re ógio A. 67. UFBA A figura abaixo representa uma p artícu a igada a uma mo a idea , que rea iza movimento harmônico simp es em torno d o ponto x = 0, comp etando um cic o a cada 4 segundos. No instante t = 0, o des ocamento da partícu a é x = 0,37 cm e sua ve ocidade é nu a. 20

Desprezando-se as forças dissipativas que atuam no sistema, é correto afirmar: (01) O des ocamento da partícu a, medido em cm, no instante arbitrário t, é dado por x(t) = 0,37 cos ( π t). 4 (02) O módulo da velocidade máxima da artícula é vmax ≈ 0,58 cm/s. (04 O módulo da aceleração máxima da artícula é amax ≈ 0,91 cm/s2. (08) A energia mecânica da ula, em t = 3s, é igual à sua energia otencial elástica. (16) A energia cinética da ar tícula aumenta, quando ela se desloca de x = 0 até x = – 0,37 cm. (32) Considerando-se o atrito, o fenômeno da ressonância é verificado, reanimando-se o movimento com uma f orça externa de freqüência angular π rad/s. 2 Dê, como res osta, a soma das alternativas c orretas. 68. UFRS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo. As emissoras de rádio emitem ondas ————— que são sintonizadas elo radio tor. No rocesso de transmissão, essas ondas devem sofrer modulação. A sigla FM adota da or certas emissoras de rádio significa ————— modulada. a) eletromagnéticas – freqüência omagnéticas – fase c) sonoras – faixa d) sonoras – fase e) sonoras – freqüência 69. UFRS Um nda mecânica senoidal ro aga-se em um certo meio. Se aumentarmos o com rimento de onda desa oscilação, sem alterar-lhe a am litude, qual das seguintes grandezas também aumentará? a) A velocidade de ro agação da onda. b) A freqüência da onda. c) A freqüência gular da onda. d) O eríodo da onda. e) A intensidade da onda.

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70. Vunes O gráfico da figura indica, no eixo das ordenadas, a intensidade de uma fonte sonora, I, em watts or metro quadrado (W/m2), ao lado do corres ondente nível de intensidade sonora, β, em deci éis (dB), perce ido, em médi , pelo ser hum no. No eixo d s sciss s, em esc l log rítmic , estão represent d s s fre üênci s do som emitido. A linh superior indic o limi r d dor — cim dess linh , o som c us dor e pode provoc r d nos o sistem uditivo d s pesso s. A linh inferior most r o limi r d udição — ixo dess linh , m iori d s pesso s não consegue ouvir o som emitido. 21

Suponh ue você ssessore o prefeito de su cid de p r uestões m ient is. ) Qu l o nível de intensid de máximo ue pode ser toler do pel municip lid de? Que f ix de fre üênci s você recomend ue ele utilize p r d r visos sonoros ue sej m ouvid os pel m ior p rte d popul ção? ) A rel ção entre intensid de sonor , I, em W/m2, e o nível de intensid de, β, em dB, é β = 10 — log I , onde I0 = 10–12 W/m2. I0 Qual a inten idade de um som, em W/m2, num lugar onde o seu nível de intensidade é 50 dB? Consult ando o gráfico, você confirma o resultado que obteve? 71. UFMT Sons de diferentes na turezas podem ser produzidos por aparelhos ou seres vivos devido a algumas de su as propriedades físicas. Mesmo num ambiente repleto de ruídos, o ouvido humano é capaz de distinguir seletivamente sons de diferentes freqüências. A propósito das diferente s formas de produzir e captar sons, julgue as afirmações como verdadeiras ou falsas. ( ) O ouvido humano possui uma espécie de “caixa de ressonância” com dimensões que podem ser a teradas pe o cérebro. ( ) O ronco do motor de um carro de Fórmu a I, andando a 300 km/h, deve ter um comprimento de onda maior que o de um carro de passeio an dando a 100 km/h. ( ) O atido de um cachorro grande deve ser mais grave que o d e um cachorro pequeno, devido ao maior tamanho de suas cavidades ressonantes (in terior da boca e garganta). 72. UFMT Observe as situações: I. Numa oja de CDs toca uma música de que você gosta. Você vem pe a rua, de carro, aproximando-se da oja, pas sa em frente a e a e continua seu caminho, afastando-se daque a fonte sonora. II . Você está na jane a de sua casa. Um automóve de propaganda po ítica vem pe a rua anun ciando um candidato, passa em frente a sua casa e afasta-se até que você não ouve mais o que é dito e até se sente a iviado. Em ambos os casos você nota que o som ouvido mo difica-se ao ongo do tempo. A esse respeito, ju gue os itens como verdadeiros o u fa sos. ( ) A freqüência rea da onda emitida pe a fonte sonora pode não coincidir c om a freqüência aparente percebida pe o ouvinte. Esse fenômeno é conhecido como Efeito D opp er. ( ) O Efeito Dopp er pode ocorrer para qua quer tipo de fenômeno ondu atório . ( ) O som emitido por uma fonte sonora que se aproxima de um observador em rep ouso é percebido com uma freqüência maior que a emitida. ( ) O som percebido por um ob servador que se aproxima de uma fonte em repouso possui uma freqüência maior que a e mitida pe a fonte. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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73. UFBA A figura abaixo mostra, esquematicamente, as frentes de ondas p anas, g eradas em uma cuba de ondas, em que duas regiões, nas quais a água tem profundidades diferentes, são separadas pe a superfície imaginária S. As ondas são geradas na região 1, com freqüência de 4 Hz, e se des ocam em direção à região 2. Os va ores medidos, no experi ento, para as distâncias entre duas cristas consecutivas nas regiões 1 e 2 va em, re spectivamente, 1,25 cm e 2,00 cm. cristas cristas região 1 22 S região 2

Com base nessas informações e na aná ise da figura, pode-se afirmar: (01) o experiment o i ustra o fenômeno da difração de ondas. (02) A freqüência da onda na região 2 va e 4 Hz. (04) Os comprimentos de onda, nas regiões 1 e 2, va em, respectivamente, 2,30 cm e 4,00 cm. (08) A ve ocidade da onda, na região 2, é maior do que na região 1. (16) Ser ia correto esperar-se que o comprimento de onda fosse menor nas duas regiões, caso a onda gerada tivesse freqüência maior do que 4 Hz. 74. UFBA A figura a seguir repr esenta o comportamento de um feixe de uz monocromática, que se propaga no ar e in cide sobre um diafragma, que contém as fendas F1 e F2. As medidas d, e ∆x representa m, respectivamente, as distâncias entre as fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo. GABARITO diafragma F1 d F2 ∆X

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar: (01) A luz é cons ituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com grande velocidade . (02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas. (04) A largura da s fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente. (08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo. (16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas das grandezas d, e ∆x. IMPRIMIR Voltar anteparo FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar           

75. F. M. Itajubá-MG Um tubo sonoro aberto, soprado com ar, emite seu 5º (quinto) ha rmônico com freqüência de 1700 Hz. Qual o comprimento, em metros, do tubo, sabendo-se que a velocidade do som no ar é igual a 340 m/s. a) 0,85 b) 0,65 c) 0,50 d) 0,90 e ) 0,40 76. U. F. Juiz de Fora-MG O “conduto auditivo” humano pode ser representado d a forma aproximada por um tubo ci índrico de 2,5 cm de comprimento (veja a figura) . (Dado: ve ocidade do som no ar: 340 m/s) 2,5 cm abertura do ouvido timpano 23 A freqüência fundamenta do som que forma ondas estacionárias nesse tubo é: a) 340 Hz. b ) 3,4 kHz. c) 850 Hz. d) 1,7 kHz. 77. Unioeste-PR Um b oco de massa m = 420 g es tá preso a uma determinada mo a, a qua se deforma de acordo com a Lei de Hooke, c om constante de e asticidade K = 65 N/m. A mo a é a ongada de maneira que o b oco se des oca para a posição x = +8 cm a partir da posição de equi íbrio marcada em x = 0, so bre uma superfície sem atrito. O b oco é então iberado a partir do repouso no instant e t = 0. Isto posto, assina e a(s) a ternativa(s) correta(s): 01) O sistema pode ser considerado um osci ador harmônico simp es, pois uma partícu a de massa m está su jeita a uma força que é proporciona ao va or do quadrado do des ocamento. GABARITO

02) A força que a mo a exerce sobre o b oco, imediatamente antes de ser so ta, qua ndo se encontra em x = +8 cm, estará acompanhada de um sina positivo, que indica a existência de uma força resu tante no mesmo sentido do des ocamento, a partir da p osição de equi íbrio x = 0. 04) A energia mecânica do sistema massa-mo a é conservada porq ue o sistema é suposto sem atrito. Esta energia mecânica é sempre igua a zero no pont o de equi íbrio x = 0. 08) Como o b oco é iberado do repouso a 8 cm de seu ponto de equi íbrio, sua energia cinética é nu a toda vez que estiver no ponto de des ocamento máximo. 16) A ve ocidade máxima é de aproximadamente vm = 1 m/s e ocorre quando o b o co em osci ação está passando pe o ponto de equi íbrio x = 0. 32) A ace eração máxima ocorr uando o b oco está nos extremos de sua trajetória e esta ace eração tem va or aproximado de am = 12,4 m/s2. 64) A freqüência angu ar da osci ação é aproximadamente igua a 0,4 ra d/s. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar        

 

  

                                     

78. U. E. Maringá-PR Uma esfera puntiforme de borracha é arremessada perpendicu arme nte sobre um sistema constituído por duas paredes rígidas, p anas, infinitas e para e as. Nessas condições, assina e o que for correto: 01) A esfera executará um moviment o harmônico simp es (MHS), mesmo que sofra sucessivos choques, perfeitamente ine ást icos com as paredes. 02) Sendo o choque entre a esfera e as paredes perfeitament e e ásticos, não haverá conservação da quantidade de movimento da esfera, após 1.500 pares e co isões. 04) A esfera só executará MHS, se, e somente se, a sua energia cinética for infinita. 08) Se a freqüência angu ar da esfera ω for de 18 π rad/s, então, ela estará suje ta a uma freqüência de 9 Hz. 16) Se a esfera executa um MHS com uma freqüência de 2 x 10 3 Hz, então, o eríodo das revoluções será de 5 x 10-4s. 32) A energia cinética da esfera, ós um choque erfeitamente inelástico, será o dobro da energia cinética inicial. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 79. UEMS Um instrumento musical rodu z ondas sonoras, corres ondentes a uma nota musical. O com rimento desta onda so nora é de 80 cm e ro aga-se com velocidade de 340 m/ s. Caso o músico deseje roduz ir um som com freqüência de uma oitava acima desta, qual deve ser esta freqüência em Hz? a) 425 d) 850 b) 525 e) 650 c) 325 80. UFMS Um automóvel, conduzindo uma sirene, está se deslocando com velocidade de 18 m/s em relação ao ar, que está em re ouso. Saben do-se que a freqüência do som emitido ela sirene é de 550 Hz e que a velocidade de r o agação do som no ar é de 340 m/s, é correto afirmar que (01) o com rimento de onda do som emitido ela sirene é de a roximadamente 0,6 m. (02) a freqüência e o com rimento de onda do som, ara um observador em re ouso localizado à frente do automóvel, são ma iores do que aqueles emitidos ela sirene. (04) ara um observador em re ouso lo calizado à frente do automóvel, o com rimento de onda do som é menor e a freqüência é maior do que aqueles emitidos ela sirene. (08) ara um observador em re ouso localiza do atrás do automóvel, o com rimento de onda do som é maior e a freqüência é menor do que a ueles emitidos ela sirene. (16) ara um observador em re ouso, estando ele loca lizado à frente ou atrás do automóvel, o com rimento de onda e a freqüência do som são igua s àqueles emitidos ela sirene. Dê, como res osta, a soma das alternativas corretas. 81. UFPR Sobre os conceitos e a licações da acústica e dos fenômenos ondulatórios, é corre o afirmar: ( ) A velocidade de ro agação da onda em duas cordas de violão de mesmas d imensões, uma de aço (ρ = 8 g/cm3) e out a de náilon (ρ = 1,5 g/cm3), submetidas à mesma t é maio na co da de náilon. ( ) Em ondas sono as, a vib ação das pa tículas do meio oco e pa alelamente à sua di eção de p opagação. ( ) Conside ando a velocidade do som no a ig ual a 340 m/s, se uma pessoa ouve o t ovão 2 s após ve o aio então este oco eu a um a distância supe io a 1 km da pessoa. ( ) Quando um diapasão soando ap oxima-se de um obse vado , o som que este pe cebe p oveniente do diapasão é mais g ave do que aq uele que ele pe cebe ia se o diapasão estivesse em epouso. ( ) A f eqüência fundament al num tubo sono o de 20 cm de comp imento tem o mesmo valo , seja o tubo abe to ou fechado. ( ) Pa a se p oduzi uma onda estacioná ia de comp imento de onda λ num a corda esticada e fixa nas duas extremidades, o comprimento da corda deverá ser u m mú tip o inteiro de λ/2. 24 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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82. UFSC Sobre as emissões de estações de rádio, é CORRETO afirmar: (01) as recepções em AM pouco prejudicadas por co inas e montanhas, pois são ref etidas pe a atmosfera. (0 2) não são inf uenciadas pe as ondas uminosas, devido à natureza ondu atória diferente. (04) as emissões em FM têm pequeno a cance, pois não se ref etem na atmosfera. (08) a s ondas curtas, emitidas por a gumas rádios AM, têm grande a cance, devido à sua grand e ve ocidade. (16) nunca poderiam ser captadas por um astronauta no espaço. (32) n unca poderiam ser emitidas a partir da Lua. Dê, como resposta, a soma das a ternat ivas corretas. 83. Cesgranrio Pitágoras já havia observado que duas cordas cujos com primentos estivessem na razão de 1 para 2 soariam em uníssono. Hoje sabemos que a ra zão das freqüências dos sons emitidos por essas cordas é igua à razão inversa dos seus com rimentos. A freqüência da nota á-padrão (o á centra do piano) é 440 Hz, e a freqüência d guinte, mais agudo, é 880 Hz. A esca a cromática (ou bem-temperada), usada na música o cidenta de J. S. Bach (sécu o XVIII) para cá, divide esse interva o (dito de oitava ) em doze semitons iguais, isto é, tais que a razão das freqüências de notas consecutiva s é constante. Essas notas e suas respectivas freqüências (em Hz e aproximadas para in teiros) estão na tabe a a seguir. Lá Lá# (Si b) 25 Si Dó Dó# Ré Ré# Mi (Ré b) (Mi b) Fá Fá# So So # Lá (So b) (Lá b) 440 466 494 523 554 587 622 659 698 740 784 831 880 A corda mi de um vio ino usado em um conjunto de música renascentista está afinada p ara a freqüência de 660 Hz. Para tocar a nota á, de freqüência 880 Hz, prende-se a corda com um dedo, de modo a uti izar apenas uma fração da corda. Que fração é essa? 1 a) 4 1 b) 3 1 c) 2 2 d) 3 3 e) 4 84. Cefet-PR Os fenômenos naturais podem depender ou não de diversos fatores. Dentre os fenômenos naturais citados nas a ternativas, o único dep endente da massa do corpo é o da a ternativa: a) A freqüência fundamenta emitida por uma corda vibrante como as de um vio ão. b) A pressão máxima que um vapor exerce sobre as paredes do recipiente que o contém. c) A ve ocidade máxima que um veícu o pode ati ngir ao fazer uma curva sem derrapar. d) O tempo gasto para um pêndu o executar um a osci ação comp eta. e) O empuxo que atua sobre um corpo mergu hado em um íquido. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar       

    

      

                    

F ÍS IC A O N D A S E M .H .S . 1. F-F-F-F-V 2. F-V-F-F-V-V 3. F-V-V-F-F 4. V-F-F-F-V 5. A 6. A 7. A 8. D 9. 2 1 0. 1 11. A 12. D 13. E 14. C 15. C 16. C 17. E 18. A 19. D 20. F-F-V-V-F 21. 14 22. E 23. A 24. D 25. 0,5 Hz // 0,4 m 26. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 27. 1 + 4 28. C 29. D 30. D 31. = 500 m 32. C 33. A 34. B 35. C 36. C 37. B 38. B 39. C 40. B 41. V-F-V-V-F 42. 01 43. 3,35 cm 44. B 45. C 46. A 47. 5 48. B 49. D 50. D 51. D 52 . C 53. A 54. B 55. D 56. A 57. V-V-F-F 58. V-F-F-F-V 59. B 60. F-F-V-F 61. D 62 . 1/2 // 1/2 f1 63. C 64. A 65. F-V-V-F-F-V 66. C 67. 38 68. A 69. D 70. a) O máxi mo to erado é 110 dB, abaixo da inha da dor. A faixa de freqüência entre 2000 Hz e 40 00 Hz a intensidade sonora necessária para a audição é menor. b) I = 10–7 W/m2 71. V-F-V 7 2. V-V-V-V 73. 2 + 8 + 16 74. 4 + 8 + 16 75. C 76. B 77. 8 + 16 + 32 78. 8 + 16 79. D 80. 13 81. V-V-F-F-F-V 82. 05 83. E 84. A 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar    

F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. I.E.Superior de Brasí ia-DF Considere o esquema abaixo, no qua nos vértices de u m triângu o equi átero, de ado 20 cm, foram co ocados nos pontos A e B duas cargas idênticas de 4 µC, como mostra a figura. Sendo k = 9.109 (SI), determine o campo e étr ico resu tante em N/C gerado pe as cargas no ponto C. Considere o meio como send o o vácuo. Mu tip ique sua resposta por 10–5 e despreze a parte fracionária, caso exis ta. B A C 1

2. PUC-SP Leia com atenção a tira do gato Garfie d mostrada abaixo e ana ise as afir mativas que se seguem. I. Garfie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adqui re carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por atrito. II. Garf ie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adquire carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por indução. III. O esta o e a eventua faísca que Garf e d pode provocar, ao encostar em outros corpos, são devidos à movimentação da carga acu mu ada no corpo do gato, que f ui de seu corpo para os outros corpos. Estão certas a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) apenas I. GABARITO Fo ha de São Pau o 3. U.Cató ica Dom Bosco-MS O excesso de carga e étrica em um condutor em equi íbrio se situa em sua superfície, que é uma superfície equipotencia . Se uma esfera metá ica de 20 cm de raio for carregada a um potencia de 1800V, a quantidade de carga e étric a da esfera será igua a a) 0,01 µC b) 0,02 µC c) 0,03 µC d) 0,04 µC e) 0,05 µC IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar      

       

           

    

  

   

4. U.Cató ica-GO Assina e verdadeiro ou fa so: ( ) A força de atração entre um corpo neu tro e outro e etrizado ocorre devido ao fenômeno da indução e etrostática. ( ) Duas esfe ras condutoras idênticas, com cargas Q1 = +5 C e Q2 = –5 C, são co ocadas em contato. Considere-se o sistema formado pe as duas esferas como um sistema iso ado. Saben do-se que após o contato as duas esferas ficaram descarregadas, podemos afirmar qu e, neste processo, não houve conservação das cargas e étricas. ( ) Um corpo de massa m = 8.10–2 kg encontra-se em equi íbrio próximo à superfície da Terra, sob a ação do campo gra aciona e de um campo e étrico com intensidade E = 2.106 N/C, na mesma direção e senti do da força gravitaciona que atua sobre o corpo. Para este caso, a carga do corpo deve ser negativa e de módu o q = 4.10–7 C. (g = 10 m/s2) ( ) O traba ho rea izado pe a força e étrica para evar um corpo com carga negativa de um ponto A até um ponto B, pertencentes a uma mesma superfície eqüipotencia , não depende da trajetória seguida pe o corpo e é sempre negativo. ( ) Durante uma tempestade, para nos protegermos d os raios, devemos evitar a proximidade de árvores a tas. ( ) Em um resistor ôhmico o va or de sua resistência é diretamente proporciona à diferença de potencia ap icada a e e. 2 V GABARITO

da gota 5. UFGO Em uma impressão a jato de tinta, as etras são d formadas por peque nas 2 gotas de tinta que incidem Eixo x sobre o pape . A figura d 2 mostra os pr incipais e e- Gerador Unidade mentos desse tipo de im- de gotas de carga L Pape Sistema de pressora. As gotas, após def exão serem e etrizadas na unidade de carga, têm suas trajetórias modificadas no sistema de def exão (p acas carregadas), atingind o o pape em posições que dependem de suas cargas e étricas. Suponha que uma gota de m assa m e de carga e étrica q, entre no sistema de def exão com ve ocidade v0 ao ong o do eixo x. Considere a diferença de potencia , V, entre as p acas, o comprimento , L, das p acas e a distância, d, entre e as. Se a gota descrever a trajetória mostr ada na figura, pode-se afirmar que ( ) sua carga e étrica é positiva. ( ) L/v0 é o tem po necessário para e a atravessar o sistema de def exão. ( ) o módu o de sua ace eração é q /md. ( ) ocorre um aumento de sua energia potencia e étrica. Trajetória

7. U. Sa vador-BA A e etrização de um corpo A, inicia mente neutro, a partir de um c orpo B, previamente e etrizado, pode ocorrer 01) por atrito, ficando A e B com c argas de mesmo sina . 02) por contato, ficando A e B com cargas de sinais oposto s. 03) por indução, ficando A e B com cargas de sinais opostos. 04) por atrito, torn ando-se neutro o corpo B. 05) por indução, tornando-se neutro o corpo B. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar 

6. Fatec-SP Uma pequena esfera metá ica está e etrizada com carga de 8,0 x 10–8 C. Co ocando-a em contato com outra idêntica, mas e etricamente neutra, o número de e étrons que passa de uma esfera para a outra é: Dado: carga e ementar e = 1,6 x 10–19 C a) 4,0 x 1012 b) 4,0 x 1011 c) 4,0 x 1010 d) 2,5 x 1012 e) 2,5 x 1011                  

   

     

 

  

         

  

             

 

 

8. UFRN Uma das ap icações tecno ógicas EMISSORA DE GOTAS modernas da e etrostática foi a invenção da PLACA E impressora a jato de tinta. Esse tipo de impressora uti iza pe quenas gotas de tinta, que PLACA podem ser e etricamente neutras ou e etrizadas positiva ou negativamente. Essas gotas PAPEL são jogadas entre as p acas def etora s da impressora, região onde existe um campo e é→ 3 2 1 trico uniforme E, atingindo, e ntão, o pape para formar as etras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta, q ue são ançadas para baixo, a partir do emissor. Após atravessar a região entre as p aca s, essas gotas vão impregnar o pape . (O campo e étrico uniforme está representado por apenas uma inha de força.) Pe os desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a 2 e a 3 estão, respectivamente, a) carregada negativamente, neutra e carregada po sitivamente. b) neutra, carregada positivamente e carregada negativamente. c) ca rregada positivamente, neutra e carregada negativamente. d) carregada positivame nte, carregada negativamente e neutra. 9. Fuvest-SP Duas esferas metá icas A e B e stão próximas uma da outra. A esfera A está igada à Terra, cujo potencia é nu o, por um fio condutor. A esfera B está iso ada e carregada com carga +Q. Considere as segui ntes afirmações: I. O potencia da esfera A é nu o II. A carga tota da esfera A é nu a III. A força e étrica tota sobre a esfera A é nu a. Está correto apenas o que se afirma em a) I b) I e II c) I e III d) II e III 3 B +Q A e) I, II e III

10. Unifor-CE Considere o sistema constituído por duas cargas e étricas, de mesmo si na , Q e q, sendo r1 a distância entre e as. Se aumentarmos essa distância para r2, a energia potencia do sistema 1 1 a) aumentará, sendo a variação dada por k Q q ( – ) r 2 r1 1 1 – ) r2 r1 1 1 c) aumentará, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 1 1 d) diminuirá, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 b) diminuirá, sendo sua v ariação dada por k Q q ( e) permanecerá constante. 11. Vunesp Três esferas metá icas idênti as, A, B, C, inicia mente iso adas, estão carregadas com cargas e étricas positivas de intensidade QA = 6q, QB = 4q, QC = 2q, e uma quarta esfera D, idêntica às anterio res, encontra-se neutra. Encosta-se a esfera A na esfera D e a esfera B na esfer a C, sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unidas por a guns instantes e depois separando-as novamente. Em seguida, encosta-se a esfera A na esfera B e a esfera C na esfera D, também sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unida s. Ao fina do processo, as cargas e étricas totais do grupo formado pe as esferas A e B e do grupo formado pe as esferas C e D va em, respectivamente, a) 0q e 12 q. b) 2q e 10q. c) 4q e 8q. d) 6q e 6q. e) 10q e 2q. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar        

 

 

    

    

             

  

    



12. Unifor-CE Uma carga e étrica q1 = 2,0 µC exerce força, de módu o F, sobre outra carg a q2 = 20 µC. Pode-se conc uir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força, de módu o a ) 0,10 F b) F c) 5 F d) 10 F e)100 F

13. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem, no vácuo, com uma força e étrica d e intensidade 4,0 — 10-2 N, quando estão separadas por uma distância de 3,0 cm. Se Q1 = 2,0 — 108 C, então Q2, em coulombs, vale: Dado: Constante eletrostática do vácuo = 9,0 — 109 S.I. a) 2,0 — 10–8, positiva. b) 2,0 — 10–7, positiva. c) 2,0 — 10–6, positiva. d) 2 10–7, negativa. e) 2,0 — 10–8, negativa. 14. UFPE Dois prótons de uma molécula de hidrogênio distam cerca de 1,0 x 10–10 m. Qual o módulo da força elétrica que um exerce sobre o outro, em unidades de 10–9 N? a) 13 b) 18 c) 20 d) 23 e) 28 4 15. Mackenzie-SP vácuo, cria a 50 ova de 2µC nesse 576 — 10–3 N. O GABARITO

Um corpúsculo eletrizado com carga elétrica Q, fixo em um ponto do cm dele um campo elétrico tal que, quando colocamos uma carga de pr ponto, ele fica sujeita a uma força elétrica de repulsão de intensidade valor de Q é: Dado: k0 = 9 — 109 Nm2/C2 a) 4µC b) 6µC c) 8µC d) 10µC e) 12

16. UESC-BA O gráfico representa o comportamento da inF (103 N) tensidade da força e létrica, F, em função da distância, d, entre duas cargas pontuais idênticas. 9 Considerand o-se a constante eletrostática do meio igual a 9 — 109Nm2C–2 e com base na informação, é co reto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as car1 gas tem natureza atrativa. 0 1 2 3 d(m) 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3,5 — 103 N par = 2 m. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1 — 10–3 C. 04) O módulo do campo elé co, no ponto médio da reta que une as cargas, é igual a 9 — 109 N/C para d = 3 m. 05) O potencial elétrico, no ponto médio da reta que une as cargas, é nulo para d = 1 m. 1 7. U. F. São Carlos-SP Na figura está representada uma linha de força de um campo elétri co, um ponto P e os → → → → → vetores A, B, C, D e E. Se uma partícula de carga elétrica po iva, suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico, for c olocada nesse ponto P, ela sofre a → ação de uma força F, melhor representada pelo vetor : a) A. → b) B. → c) C. → d) D. → e) E. A E IMPRIMIR → D P B C Voltar FÍSICA - Eletrostática Avançar     

18. Unicap-PE Nos vértices A e B do triângulo eqüilátero da figura, são colocadas as carga s QA = 2 µC e QB = –2 µC. O meio é o vácuo. C 2m 2m A 1m D 1m B QA QB 5

( ) O campo elétrico, no ponto C, é nulo, já que as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O potencial do ponto C, relativo ao infinito, é 18000 volts. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. ( ) Para estabelecer as configurações da figu a, um agente externo realizou um trabalho positivo. ( ) No interior de um condut or em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância, em relação ao centro do condutor. 19. UFSE As linhas de força de um campo e létrico, gerado por uma carga puntiforme negativa, são a) semi-retas, radiais, dirig indo-se para a carga. b) semi-retas, radiais, partindo da carga. c) curvas paraból icas com a carga no foco. d) circunferências concêntricas, com a carga no centro, e sentido horário. e) circunferências concêntricas, com a carga no centro e sentido anti -horário. 20. Unifor-CE Um condutor esférico, de raio 50 cm e uniformemente carregad o com carga Q = 2, 0 µC, está em equilíbrio elétrico no ar. A constante eletrostática do a r é k = 9,0 — 109 N — m2 / C2. Num ponto situado a 1,0 m do centro da esfera, o vetor campo elétrico aponta para a) o centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. b) o centro e tem módu lo 1,8 — 104 V/m. c) fora do centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1,8 — 104 V/m. e) fora do centro e tem módulo 1,8 — 1010 V/m. 21. ITA-SP Duas pa rtículas têm massas iguais a m e cargas iguais a Q. Devido a sua interação eletrostática, elas sofrem uma força F quando estão separadas de uma distância d. Em seguida, estas p artículas são penduradas, a partir de um mesmo ponto, por fios de comprimento L e fi cam equilibradas quando a distância entre elas é d1. A cotangente do ângulo a que cada fio forma com a vertical, em função de m, g, d, d1, F e L, é a) m g d1 / (F d) b) m g L d1 / (F d2) L c) m g d21 / (F d2) 2 2 d) m g d / (F d 1) α 2 2 e) (F d ) / (m g d 1) d1 IMPRIMIR GABARITO Volt r

Av nç r

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FÍSICA - Eletrostátic

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su c p cid de eletrostátic duplic rá. 24. ( ) O tr lho necessário p r se desloc r um c rg de prov de C p r D é independente do v lor d c rg e é numeric mente igu l à energi potenci l elet rostátic do sistem . o potenci l de e uilí rio entr e el s será igu l Q . é cons t nte. 04) intensid de d forç elétric e ntre Q e um c rg de prov coloc d em P. em e uilí rio eletrostático. ( ) O potenci l. r zão E fornecerá 01) o v lor de Q. S lv dor-BA Um c rg Q.s e. (16) Reduzindo-se o r io d esfer 3 à met de. V Consider ndo-se c rg Q em repouso. Ness s condições. 3 (02) O módulo do vetor c mpo elétrico. um c mpo elétrico de intensid de E e um potenci l elétrico V. 03) const nte eletrostátic do meio. f st ndo. coloc ndo em cont to com 2. cri . e 3. é corret o firm r: (01) Coloc ndo-se esfer 1 em cont to com 3. e m seguid . encontr m-se isol d s um s d s outr s no vácuo (const nte eletrostátic K0). no ponto C. 2. 05) o tr lho d forç elétric p r m n ter Q n posição consider d . o potenci l elétrico no interior d e sfer 3 será const nte e diferente de zero.Eletrostátic ¡ (08) As três esfer s present m mesm c p cid de eletrostátic . U. num ponto P à su volt . será igu l (04) Coloc ndo-se esfer 3 em cont to com 1. Unic p-PE N figur QA 5m D 6m 5m 8m C QB 6 ( ) O módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QA. Q . eletriz d com c rg Q. é igu l zer o. ( ) O potenci l elétrico. é 6. puntiforme e positiv . num região de c mpo elétrico uniforme. em s eguid . (32) Lig ndo-se s esfer s 1 e 3 por um fio de c p citânci desprezível.3 x 104 V. 02) distânci ent re P e Q. é igu l o módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QB no ponto C.22. coloc ndo 3 em cont to com 2. c rg elétric d esfer 1. A s esfer s 1 e 2 estão neutr s. sendo C1 e C3 s c p cid des C1 + C3 eletrostátic s d s esfe r s 1 e 3. no interior d esfer 3. 1. e 3. UFBA Três esfer s metálic s idêntic s. no ponto C.s e. 23. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ixo QA = 32 µC e QB = 18 µC [O meio é o vácuo] ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . f st ndo. pós os cont to s. GABARITO IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . de r i os R. está conc entr d em seu centro. ( ) A c rg de um condutor.

25. p roxim -se um d s esfer s de P. reduzindo-se à met de su distânci té esse ponto. no pl no ue contém o centro d s du s esfer s. e) direções diferentes e m ior intensid de em II. Situ ção I Situ ção I 26. o mesmo tempo em ue se duplic distânci entre outr esfer e P. Em seguid . O c mpo elétrico em P. c) mesm direção e m ior intensid de em I. como n situ ção II. lig d s por um rr isol nte. dur nte 1 minuto. E. ) direções diferentes e me m intensid de. d) direções diferentes e m io r intensid de em I. Fuvest-SP Du s pe uen s esfer s. são inici lmente coloc d s como descrito n situ ção I. Qu l v ri ção de temper tur ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . medid p rtir do centro de um esfer metálic c rreg d . possui. P P ) mesm direção e intensid de. produzido pel esfer ? ) E d) E 7 0 o r 0 o r ) E e) E 0 o r 0 o r c) E 0 o r GABARITO ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¢¡ 27. de r io 0. UFPE As figur s ixo mostr m gráficos de vári s funções versus distânci r. Qu l gráfico melh or represent o módulo do c mpo elétrico. PUC-SP Um ot lmente p r uecedor de imersão (e ulidor) dissip 200 W de potênci . utiliz d t uecer 100 g de águ . com c rg s elétric s igu is. n s du s situ ções indic d s.

d) Oito vezes m ior. M. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . nov distânci entre s c rg s 1 e 2 deverá ser: IMPRIMIR ) Qu tro vezes m ior. c) Dezesseis vezes m ior. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ . ) Qu tro vezes menor.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ sofrid pel águ ? Considere 1 c l = 4 J e cágu = 1 c l/g°C. It ju á-MG Du s c rg s elétric s 1 e 2 se tr em com um forç F. e) Oito vezes menor.28. P r u e est forç sej 16 (dezesseis) vezes m ior. F.

) torn -se c rreg do com c rg Q. c) torn -se c rreg do com c rg –Q. ) su c rg tot l é nul e su m ss tot l nul . não há forç entre s esfer s. s esfer s estão sep r d s um d outr . c rreg do neg tiv mente com c rg Q. So re est forç é correto firm r ue el é ) invers mente proporcion l o produto d s c rg s. ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 31. podemos. firm r ue lgum outro o jet o ) torn -se neg tiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg –Q. UFMG Du s esfer s metálic s idêntic s – um c rreg d com c rg elétric neg tiv e outr eletric mente desc rreg d – estão mont d s so re suportes isol ntes. Em rel ção este sistem pode-se dizer ue: ) su c rg tot l é –Q e su m ss tot l é 2M. 8 GABARITO 32. s esfer s se tr em e em III. como mostr do n fi gur III. c rreg do positi v mente com c rg Q. el s se repelem. ) proporci on l o u dr do d distânci entre s c rg s. F. e por outro corpo de m ss M. d) um forç d e c mpo. Viços -MG Um sistem é constituído por um corpo de m ss M. comp r d com forç d gr vid de. Se c rg elétric nid de de c rg e do nêutron igu l zero. corpos eletriz dos com c rg s de m esmo sin l se repelem e com sin is contrários se tr em. As esfer s são. respectiv m – 3 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . d) torn -se positiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg Q. s esfer s são coloc d s em cont to. e) su c r g tot l é nul e su m ss tot l é 2M. c) su c rg tot l é +2 Q e su m ss tot l é 2M.29. não há forç entre s esfer s. en u nto o nêutron é fo do próton é igu l 1 u d v lem. 33. em III. d III. N situ ção inici l. ) em I. f st d s um d outr . s e s se repelem e. PUC-RJ Se lgum o jeto d uire um c rg elétric positiv Q. e) fr c . c) um forç de cont to. UERJ Prótons e nêutrons são constituídos de p rtícul s ch d. UFR-RJ Segundo o princípio d tr ção e repulsão.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ I II rm r sfer ) em ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ III Consider ndo-se s situ ções represent d s n s figur s I e III. c) em I. O módulo d forç de tr ção ou r epulsão mencion do cim é c lcul do tr vés d lei de Coulom . U. então. O próton é form do de 2 u rks do tipo u e 1 u rk do tipo rm do de 2 u rks do tipo d e 1 do tipo u. el s se tr em. e) torn -se m gnetiz do. d) su c rg tot l é +Q e su m ss tot l é nul . s c rg s de u e ente: 2 1 2 1 c) – 3 e 3 ) 3 e 3 2 1 ) – 3 e – 3 2 1 d) 3 e m d s u rks: os u rks u e d. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 30. mostr d n figur I. Em seguid . como se vê n figur II. é correto fi ue: ) em I. então.

Lá el e se tr ncou dentro d g iol e ordenou seus jud ntes ue c rreg ssem de el etricid de e se f st ssem. en u nto s pesso s for d g iol podi m lev r cho ues? ) O potenci l elétrico dentro e for d g iol é diferente de zero . existe um c mpo elétrico não nulo. no ent nto. e s linh s de c mpo do c mpo eletrostático cri do. respond : ) u is os sin is de c rg s 1 e 2? ) forç eletrostátic entre s c rg s é de repulsão? Justifi ue. F r d y c minh v sem sentir u l uer efeito d eletricid de rm zen d em su s gr des. Um de su s demonstr ções d e xistênci do c mpo elétrico se re lizou d seguinte m neir : F r d y construiu um g iol metálic perfeit mente condutor e isol d do chão e levou p r um pr ç . 35. Em um certo inst nte. c) O c mpo elétrico não é c p z de produzir cho ues em pesso s pres s em lug res fech dos. introduziu o conceito de c mpo n Filosofi N tur l. Consider ndo ess s inform ções. ssin le ltern tiv cujo gráfico melhor represent o módulo d forç elétric F. sep r d s por um distânci L. 9 ) F ) F L d L d c) F d) F L d L d 36. for d g iol .1 2 O serv ndo figur cim . Unirio Mich el F r d y. Por ue F r d y n d sofreu. Com g iol c rreg d . e) A diferenç de potenci l elétrico ent ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ 34. um d s c rg s é solt e fic livre p r se mover. d) O v lor do potenci l elétrico e do c mpo e létrico são const ntes dentro e for d g iol . p rtir do inst nte em ue c rg é solt . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ f st d s um distânci d ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢  . em função d distânci d entre s c rg s. en u nto uem de for encost sse n s gr des sem est r devid mente isol do sofri um desc rg elétric doloros . um dos fund dores d modern teori d eletricid de. UFR-RJ A figur ixo mostr du s c rg s 1 e 2. m s dentro d g iol este potenci l não re liz tr lho. ) O c mpo elétrico no i nterior de um condutor em e uilí rio eletrostático é nulo. . UFMG Du s c rg s elétri c s idêntic s estão fix s. ue tu so r e c rg ue se move.

Eletrostátic ¢ ¡ re pontos dentro d g iol e entre pontos d g iol com pontos do exterior é mes m . Use ke = 9 X 109 Nm2/C2 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . C lcule: ) o r io d menor esfer ue pode ser c rreg d té o potenci l de 106 volts sem risco de desc rreg r tr vés do r seco. 37. ) c rg Q rm zen d nest esfer . UFRJ S e-se ue u ndo o c mpo elétrico tinge o v lor de 3 X 106 v olts/metro o r seco torn -se condutor e ue nest s condições um corpo eletriz do pe rde c rg elétric . m s. em um circuito fech do.IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . u ntid de de c rg ue é retir d é igu l à uel ue é post .

com s pesso s presentes e os micros lig dos. Juiz de For -MG Um gotícul de óleo.2-6. Nest situ ção.10-19 C e const nte dielétric do meio igu l 9.p r 25°C.1-6. U. Cerc de 5. Considere c rg de um elétron igu l 1. desc rreg d s e P isol d s um d outr .0. A eficiênci do p r elho é de 50%. e) V.106 elétrons são retir dos d esfer A e tr nsferidos p r esfer B. cujo espectro de fre üênci s é d do seguir. UFR-RJ Du s pe uen s esfer s puntiformes. Considere o c lor específico do r igu l 1000 J/kg°C e su densid de igu l 1.1 zul 6. ) O p relho de r condicion do é cion do utom tic mente u ndo t emper tur do m iente tinge 27°C.2 verde 5. O p relho de r c ondicion do inst l do tem c p cid de de diminuir em 5°C temper tur do escritóri o em mei hor . 10 40.8-4. de u l ou u is f ix s de fre üênci s do espectro d luz sol r s pl nt s sorvem menos en ergi nesse processo? Justifi ue. c) 5. eletriz d s com c rg s 4Q e –Q estão f ix s nos pontos e conforme mostr figur ixo. F. de m ss m = 9. Cor f (101 4 Hz) vermelh 3. e c d um lig seu microcomput dor. Se áre de um fo lh expost o Sol é de 50 cm2 e 20% d r di ção incidente é proveit d n fotossíntese.8-5. O c mpo elétrico result nte será nulo no ponto ) I. Num certo ins t nte.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ d d x I 4Q d x III –Q d x IV ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . u l o v lor do módulo do c mpo elétrico? ) 3. A e B. energi r di nte d o Sol tinge superfície d Terr com intensid de de 1000 W/m2.8 l r nj 4. T nto um pesso como um microcomput dor dissip m em médi 100 W c d n form de c lor.0-5. E.6 x 10-15 kg e c rreg d com c rg elétric = -3. c i vertic lmente no vácuo.109 Nm2/C2.6-7. Cheg m então s 4 pesso s u e nele tr lh m. ) Determine potênci elétric consumid pelo p relho de r co ndicion do.0 . d) 8. 10-13 N/C 41. ix ndo. vertic l e pont ndo p r i xo. c) III.0 X 10-3 N/C. p r u l é nec ssári energi d luz do Sol. condutor s. 10-13 N/C e) 8.6. ) 2. u l energi sorvid por ess folh em 10 minutos de insol ção? 42.44 N/C d) 16. Seus centros estão dist ntes entre si 20 20 cm cm. Vunesp A fotossíntese é um re ção io uímic ue ocorre n s pl nt s. Unic mp-SP U m escritório tem dimensões igu is 5m x 5m x 3m e possui p redes em isol d s. ) II.38. d) IV.2 kg/m3.0 X 107 N/C.0 m rel 5. Qu l é o v lo r do c mpo elétrico no ponto médio (P) d distânci ue sep r os centros d s esfer s? ) 0 ) 0. conforme ilustr figur ixo. Inic i lmente temper tur no interior do escritório é de 25°C. ) Num determin do loc l. S nt C s -Vitóri -ES Tem-se du s pe ueA B n s esfer s.72 N/C c) 1. Qu nto tempo depois d ch eg d d s pesso s no escritório o p relho é cion do? IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . lig se nest região um c mpo elétrico uniforme.0 X 103 N/C.0 .7 GABARITO ) S endo ue fotossíntese ocorre predomin ntemente n s folh s verdes.0.0 X 105 N/C.2 x 10-19 c. x II d xV 39. 6 violet 6. O módulo deste c mpo elétrico é just do té ue gotícul p sse c ir com movimento retilíneo e uniforme.

Av nç r ¡ ¡ .

Se um corpo está eletriz do.0. então o número de c rg s elétric s neg tiv s e positiv s não é o mesmo. 16) Ao retir r-se 5 C de c rg d esfer neg tiv mente c rreg d e deposit r-se so re esfer positiv mente c rreg d .109 N/C. se um terceir esfer for coloc d no ponto médio d distânci entr e s du s já existentes. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. proxim d mente.1010 N. e) Um c rg + coloc d ilíne . Se um corpo tem c rg s elétric s . U. 0 8) Ao do r r-se o r io d s esfer s. 11 GABARITO 44. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. v le. ue tu so re c d um d s esfer s.25. E. forç elétric result nte so re ess esfer v lerá. d) A forç elétric ue B teri sentido p r cim . II. IV. dois corpos neutros. c) Apen s s firm tiv s I e IV são verd deir s. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. 04) O potenci l elétrico. é possível o ter-se corpos eletriz dos com u ntid des diferentes de c rg s. proxim d mente. Londrin -PR C mpos eletriz dos ocorrem n tur lmente no nosso cotidi no . devido o princípio de conserv ção d s c rg s elétric s.2. proxim d mente. ssin le o ue for correto. 7. E. III.109 N. ) O potenci zero. IV e V são verd deir s. desloc ndo-se vertic lmente p r ixo. Um exemplo disso é o f to de lgum s vezes lev rmos pe uenos cho ues elétricos o encost rmos em utomóveis.0.109 Nm2/C2. t m ém. d) Apen s s firm t iv s II. torn m-se eletri z dos com c rg s opost s. U.Ao serem trit dos. v le. V. com r ios igu is 10 cm e c rg s de +10 C e -10 C. intensid de d forç eletrostátic entre el s ument rá 4 vezes. um c rg de + 10 C. Us ndo K = 9. e) Apen s s firm tiv s II. c onsidere s firm tiv s seguir: I. c) A forç elétric ue tu ri em um c rg c l com sentido p r cim . sep r d s pel distânci 2 e simétric s em rel ção o eixo x. 01) A intensid de d forç elétric . de m teri is diferentes.109 N. É cor o firm r: Y – B x O IMPRIMIR ) O c mpo elétrico no ponto O é nulo. 02) A intensid de do c mpo elétrico result nte. So re s firm tiv s cim . Londrin -PR A figur ixo mostr du s c r g s elétric s + e – . III e V são verd deir s. então está eletriz do. 45. E.2.43.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ + l elétrico no ponto O é diferente de + coloc d em B teri direção verti tu ri em um c rg – coloc d em em B present rá tr jetóri ret ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . IV e V são verd deir s. intensid de d forç el etrostátic p ss rá v ler. U. respectiv mente. T is cho ues são devidos o f to de est rem os utomóveis e letric mente c rreg dos. proxim d mente. 7. N eletriz ção por indução. So re n turez dos corpos (eletriz dos ou neutros). 9. ssin le ltern tiv corret : ) Apen s s firm tiv s I. Um corpo neutro é uele ue não tem c rg s elétric s. possuindo. M ringá-PR Considere du s esfer s condutor s. é nulo. 2. 32) Consider ndo o enunci do dest uestão. ) Apen s s firm tiv s I. II e III são verd deir s. As esfer s se encontr m sep r d s por um distânci de 10 m.

A superfície de c d um dos o jetos está c rreg d com c rg elétric estátic de mesmo v lor Q. à mesm distânci d do centro d c s c esféric . no ponto P. contendo c r g elétric Q. ue se encontr m em reesfer cu o pirâmide pouso. um esfer m ciç de r io R. de mesmo módulo e sin l contrário.) Apen s em I. E. um c mpo elétrico de intensid de E1. M ringá-PR So re um pl c horizont l fix são m ntid s em repouso. d) Apen s em II e III. U. um distânci d do centro d esfer m ciç . o potenci l elétri co result nte é nulo. Em u is desses o jetos o c mpo elétrico é nulo em u l uer ponto d c vid de intern ? ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . um c sc esféric de r io 2R. c) Apen s em I e II. 12 47. Ess distri uição de c rg produz no ponto P2. ) Dependente d posição d nov c rg no interior d c sc . Ess distri uição de c rg produz no ponto P1. ) Apen s em II. no ponto P. o c mpo elétrico result nte é nulo. d) F/2. Os o jetos são ocos. du s esfer s idêntic s. est esfer perm necerá onde está e s esfer s extern s se vizinh rão el . ssin le o ue for correto: – P – 01) No ponto P. (I) R (II) d 2R P 1 P 2 d GABARITO Selecione ltern tiv ue express corret mente rel ção entre s intensid des de c mpo elétrico E1 e E2: ) E2 = 4 E1 ) E2 = 2 E1 c) E2 = E1 d) E2 = E1/2 e) E2 = E1/4 49. so ção d e forç s extern s. o sistem se neutr liz rá. U. produz um fluxo do vetor c mpo elétrico igu l F tr vés d superfície d c sc . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. uniformemente distri uíd em todo o seu volume. sendo P o ponto médio entre el s. 32) Se for coloc d um outr c rg + . eletriz d s. em corte. em corte. A figur (II) represent . um c mpo elétrico de intensid de E2. c) Nulo. no ponto P. 08) S e coloc rmos um outr esfer com c rg + . for t m ém introduzid no inte rior dest c sc . II e III. tot lmente fech dos. Se outr c rg . 16) Retir ndo-se s forç s extern s e coloc ndo-se um outr esfer co m c rg + .F. 02) No ponto P. UFRS A figur (I) represent . Juiz de For -MG Um c rg elétric . IMPRIMIR Volt r ¡ ¡ ¢ I II III 46. contendo mesm c rg elétric Q. coloc d no interior de um c sc e sféric . feitos de m teri l om condutor. 04) A energi potenci l do sistem form do pel s du s esfer s eletriz d s é invers mente proporcion l o u dr do d distânci entre el s. Ness s condições. e su s c vid des int ern s se ch m v zi s. forç result nte so re e l será nul . o fluxo do vetor c mpo elétrico tr vés d superfície terá v lor: ) 2 F. e) Em I. conforme figur . porém uniformemente distri uíd so re su super fície. em corte. 48. UFRS A figur ixo represent . três o jetos de form s geo métric s diferentes.

Av nç r ¡ FÍSICA .Eletrostátic ¡ ¡ .

pode-se firm r ue )EM e VM ument m. em função de r. é: ) ) c) d) 13 52. 16) Qu ndo ger d o por vári s c rg s elétric s puntiformes. 02) Num ponto sit u do no vácuo (K = 9. poi d s em suportes isol ntes. 4 m de distânci de um c rg ger dor ue mede 48 µC. com c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrários. Triângulo Mineiro A figur represent du s esfer s co ndutor s idêntic s. d)EM ument e VM não se lter .000 Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . por exemplo. como c lorífic e luminos . 16) Os vetores c mpo elétrico E2 e E4 se nul m. é diferente de zero. Ness s cond ições. ssi n le o ue for correto: 01) Pode ser medido em Volt por metro. m s não se toc m. ) 100 ) 600 c) 1000 d) 6000 e 60. 51. Dê como respost som d s lt ern tiv s corret s.50. C xi s do Sul-RS Ap relhos elétricos convertem energi elétric em outros tip os de energi . um lâmp d de 100 W. + E2 0 E1 E3 – E4 M IMPRIMIR GABARITO 54. E.103 N/C. Com rel ção os vetores desse c mpo elétrico. 04) É um gr ndez esc l r.M. Pont Gross -PR Du s c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrário s cri m um c mpo elétrico E no ponto O. é nulo num determin do ponto. O gráfico ue melhor express v ri ção do módulo d forç eletrostátic F entre el s. conforme mostr figur ixo. dur nte 10 min utos.109 unid des MKS). 02) Os vetores c mpo elétrico E1 e E3 se nul m. serão o tidos Joules de energi c lorífic e luminos . sendo EM o módulo do vetor c mpo elétrico em M e VM o v lor do potenci l elétrico e m M.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . U. U. e)EM não se lter e VM ument . )EM e VM diminuem. 08) No interior de um condutor esférico em e uilí rio eletrostático. ssin le o ue for correto: 01) E4 é o vetor c mpo elétrico result nte. tem v lor de 27. c)EM e VM não se lter m. Lig ndo-se. 08) O vetor c mpo elétrico result nte é nu lo. Considere o ponto médio M ue se m ntém e üidist nte de seus centros e suponh ue s esfer s sej m proxim d s. Pont Gross -PR So re o c mpo elétrico ger do por um c rg elétric . F. 53. E. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. Ass in le ltern tiv ue complet corret mente l cun d inform ção cim . UERJ Du s p rtícul s eletric mente c rreg d s estão sep r d s por um distânci r. U. 04) E1 e E2 de termin m o vetor c mpo elétrico result nte.

com c rg elétric neg tiv em excesso. é nulo. mesmo u ndo su metido temper tur s elev d s. 08) Num região ponti gud de u m condutor. n tmosfer . d) ix rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. ssim. UFRN N f ric ção de ferros de engom r (ferros de p ss r roup ). no int erior de um condutor eletriz do. sej c rreg d positiv mente. ( ) Este c mpo elétrico induzirá c rg s elétric s em um nuvem. no interior de um condutor eletriz do em e uilí rio eletrostático. 14 64) O potenci l elétrico. evit ndo. é sempre diferente de zero. entre um ponto A e um ponto B. Consider ndo ue p r um pe uen região d superfície terrestre o c mpo elétrico é uniforme. 56. GABARITO IMPRIMIR 57. Em vist disso e sendo mic o dielétrico preferido dos f ric ntes desse utensílio doméstico. ( ) O tr lho re liz do pe l forç elétric p r desloc r um c rg elétric de 1µC entre dois pontos. c rg ue podemos tr nsferir um corp o condutor ponti gudo é menor ue c rg ue podemos tr nsferir p r um esfer c ondutor ue tenh o mesmo volume. dist ntes 2 m entre si e situ dos um mesm ltitude. A primeir del s é impedir ue h j v z mento de corrente elétric d resistênci p r c rc ç do p relho. ) lt rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. é nulo. A e C. com módulo E = 100 N/C. du s d s preoc up ções d indústri dizem respeito o dielétrico ue é us do p r envolver resistênci . 04) Um pesso dentro de um c rro está protegid de r ios e desc rg s elétric s. é de 200 V. por ue um estrutur metálic lin d o seu interior contr efeitos elétricos externos. como uel s ue podem existir num ferro de engom r. o ris co de cho ue elétrico. situ do 2 m ixo de A. há um concentr ção de c rg s elétric s m ior do ue num região pl n . f zendo com ue p rte inferior dest . volt d p r Terr . Dê como respos t som d s ltern tiv s corret s. c rg máxim ue podemos tr nsferir um esfer de 30 cm de r io é 10 microCo ulom s.55. esponsável pelo uecimento do ferro. A segund é us r um m teri l cujo est do físico não sej lter do . conclui-se ue el deve ter ) lt rigidez die létric e lto ponto de fusão. é 200 µJ. c) i x rigidez dielétric e lto ponto de fusão. 02) O c mpo elétrico. ( ) A diferenç de potenci l e létrico. f zendo com ue o exc esso de c rg se loc lize n superfície do condutor. 32) Devido o poder d s pont s. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . 16) Como rigidez dielétric do r é 3 x 106 N /C. no interior de um condutor c rreg do. é correto firm r: ( ) A Terr é um corp o eletriz do. en u nto ue ânions tendem mover-se p r superfície terrestre. UFPR Um físico re liz experimentos n t mosfer terrestre e conclui ue há um c mpo elétrico vertic l e orient do p r sup erfície d Terr . UFSC Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) O c mpo elétrico. ( ) Cátions existentes n tmosfer tendem mover-se p r cim . por is so intensid de do c mpo elétrico próximo às pont s do condutor é muito m ior do ue n s proximid des de regiões m is pl n s.

Newton v i o comércio e solicit do vendedo r um chuveiro de pouc potênci (P). que é 220 V: um com resistência e étrica (R) de 20. do Norte.25 g. no rádio. Q = mc∆q. na marca dos 23°C. e e ouve. UFRN Nos meses de m io e junho. UFBA Um uecedor. b) Após fazer sua esco ha.2 c l.Eletrostátic ¡  ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡     ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¢ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  £  ¡ . que a temperatura na sua cidade permanece estáve . elev temper tur de 5 de águ de 20 °C p r 70 °C. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . e e sabe que a quant idade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30. Lem re ue: E = P • t. em um interv lo d e 20 minutos. s temper tur s inici l e fin l d águ . onde = 1cal/g °C é o calor específico da água. 59. como primeira aproximação. N e ton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. Isso f z com ue lgum s f míli s p ssem utiliz r o chuve iro elétrico p r um nho morno. respectiv mente. o Sr.0 Ω e outro de 10. a) Qua dos dois chuveiros o Sr. Ajude o Sr. ∆θ = θfin l – θinici l é v ri ção d temper tur nici l e θfin l. que toda a energia e étrica (E) é dissipada na forma de ca or (Q) pe o resistor do chuveiro. Lembre que: P = V • i e V = R • i. Ne ton supõe . Ne ton deve esco her. sendo tota mente absorvida pe a água. com o a umento da sua conta mensa . tendo em vista sua preocupação econôm ica? Justifique. A ém disso. temper tur c i um pouco em vári s cid des d o Rio Gr nde do Norte. Admitindo-se ue tod energi elétric é tr nsform d em energi térmic e consider ndo-se ue águ tem densid de de 1 g/cm3 e c lor específico de 4J/g • °C. O Sr. comuns ) para a vo tagem (V) do Rio G.0 Ω por onde circu a a corrente (i) que aquece a água. O vendedor he oferece dois chuveiros (ôhmicos. Ne ton a fazer a estimativa da temperatrua (θfin l) em ue ele tom rá seu nho morno. O Sr.15 58. por conseguinte. em ohms. determine. A partir do diâmetro do cano que eva água ao chuveiro. ue podem ser medid s em gr us Celsius e 1 Joule ≅ 0. resistênci elétric do uecedor. pois está preoc upado com o aumento do consumo de energia e étrica (E) e. onde t represent tempo. oper ndo à ddp de 100 V. ue pen s “ ue re friez ” da água.

V-F-V-F-V-F 5. A 58. ) P = 2100 W ) ∆t = 225 s 43. C 31. C 46. C 3. C 36. E 55. C 9. ) N s f ix s d s cores verde e m rel ue são refletid s pel s folh s . D 32. D 21. 1 + 3 51. A 54. B 26. ) 1 . D 39. V-V-F-F-F 23 . C 22. 1 + 4 + 8 + 32 56. F-V-V-F 6. E 47. a) 20 W b) 39 °C 59. B 37. B 11. D 12. 2.10-3 C 38. C 49. C 41.) tr ção 35. 2 + 4 + 8 + 32 25. C 16. ) 1/3 m ) 1/27 (1/27). B 44. D 15. A 10. 12 W IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 02 24. D 30. E 18. D 4. A + 34. A 27. 1 + 2 + 4 + 16 + 32 45. D 14. E 7. 03 17. 03 8. E 28. C 52. ) E = 600 J 42. B 29. B 13. A 20. 1 + 8 + 16 50. 15 2. C 33. F-F-V-F-F 19.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 1 53. A 40. C 48.Eletricidade Avançar ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢ ¡  . V-V-F-F-V 57.

( ) Qui o att-hora é unidade de potência. Despreze a parte fr acionária de seu resu tado. ( ) A corrente e étrica não varia ao ongo de um fio e nem se a tera ao passar por um resistor. aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresenta uma diferença de potencial de 10000 V com relação ao solo. (08) quanto maior for o número de apare hos igado s. na época da seca. fluirá uma co rrente que passará pelo ar. A respeito. em kΩ. é correto afirmar que (01) para a igação desses apare hos na rede e étrica da sua casa é feita uma associação de resistências e étricas em para e o. UFMT A energia e étrica que supre as residências pode ser produzida de muitas formas diferentes. na rede e étrica da sua casa. atingirá o solo. (16) para uma rede e étrica com tensão de en trada 120 V e um disjuntor de 30 A. Sabendo que a resistência do corpo da pessoa. 4. No instante em que a mão estiver suficientemente próxima ao carro. no percurso da corrente elétrica. 2. é de 2 000 Ω e que uma corrente de 300 mA causará a sua morte. uma vez que as âmpadas têm bri ho constante. como resposta. ju gue os itens. Reso veu. através do seu pé. 1 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . remover a metade danificada da resistência. maior será a corrente tota que entra na sua casa e maior será o va or da conta de e nergia e étrica a ser pago no fina do mês. ( ) A função dos transformadores insta ados nos postes das ruas é converter a tensão da rede e étrica externa num va or compatíve com a tensão idea para os e etrodomésticos. não é feita em série pois se assim fosse. ju gue os itens. é possíve des igar um de es e os demais conti nuarem em operação norma . Diante disso. então. ( ) A corrente e étrica que chega às residências é contínua. a soma das a ternativas correta s.o.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1. a interrupção da corrente e étrica em um de es acarretaria o des igam ento de todos os outros. ( ) A energia consumida pe o chuveiro se tornou menor. (04) todos os apare hos estão submetidos à mesma tensão de en trada da rede (120 V ou 220 V). conectando a metade intacta novamente. ( ) A corrente e étrica através da resistênci a do chuveiro se tornou menor. a resistência míni ma que o ar deve ter para que a descarga não mate essa pessoa. um estudante de e etrotécnica reso veu desmontá. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro se tornou maior. pelo corpo da pessoa e. Em re ação a esse tema. UFMT Ao verificar que o seu chuveiro não mais funcionava. (02) a igação desses apare hos. Assim sendo. 3. menor será a resistência tota do circuito e étrico da sua casa e. não há perda de energia no processo da passagem da corrente e étrica por fios e resistores. ( ) A diferença de potencia na resistência se tornou maior. m ediante processos de captação e transformação de energia. Dê. UnB-DF Suponha que uma pessoa em Brasília.E etrodinâmica Avançar                      £                                             . o mínimo va or que se pode ter da resistência e ét rica da rede da sua casa é de 40 Ω. Constatou que apenas metade da resistência estava da nificada. Suponha que toda a rede da sua casa seja igada a um disj untor que imita a corrente de entrada para evitar um superaquecimento dos fios e étricos da rede. ca cu e. pois assim o chuveiro ainda poderia continuar a funcio nar com metade da resistência origina . conseqüentemente. UFMS Quando em sua casa vários apare hos e etrodomésticos estão em funcionamento. caso exista.

sua resistência é de 5. d) I e II são corretas. b) II é correta. Despreze a parte fracionária da respost a.5 Ω. em MW – mega atts. por onde corre um rio com v azão de 25000 itros por segundo. 10.7 — 10–2 Ωmm2/m a resistividade do cobre. verifica-se que o va or médio do qui o att-hora (kWh) é de R$ 0. Unicap-PE Assina e verdadeiro ( V) ou fa so (F): ( ) O resistor é um dispositivo capaz de transformar energia e étri ca em ca or.90.20 e que o tota da conta foi R$ 145. Pode-se afirmar que SOMENTE a) I é correta . Quando submetido a 300 V. quando submetido a uma tensão de 34V. UFPE Suponha que o feixe de e étrons em um tubo de imagens de t e evisão tenha um f uxo de 8. em p orcentagem. ( ) A resistência de um condutor é inversamente proporciona ao seu comprimento. evando em conta os va ores informados. igados em par a e o. a p otência dissipada no dispositivo é de 30 W.P de 2 vo ts. que essa usina poderia gerar sem perdas signi ficativas de energia? 6. Qua a corrente do feixe em unidades de 10–4? a) 13 d) 19 b) 15 e) 23 c) 17 8. e) II e III são corretas. é igu a a 01) 200 04) 800 02) 400 05) 1000 03) 600 9.d. Sa vador-BA Um fio de co bre. onde residem 7 pessoas. Observand o a conta de energia e étrica do mês de novembro. Qua o número inteiro que mais se aproxima do va o r da potência máxima. ( ) A associação do item anterior. II. Quando os terminais do dispositivo estão submetidos a 100 V.E etrodinâmica Avançar                          £  £                 £     . ( ) A resistência equiva ente de dois resistores de 3 Ω.5. é equipada com um chuveiro e étrico cujas especificações nominais são 220 V –5400 . caso exista. por dia. cuja área da secção transversa é igua a 2mm2. 10 banhos de 15 minutos cada. U. é 1. III. c) III é correta. U. a parce a dessa conta correspondente apenas à uti ização do chuveiro e étric o. Supondo-se constante e ig ua a 1. Ca cu e. quando submetida a uma d. Unifor-CE Para certo dispositivo foi representada a curva corrente x tensão e foram feitas três afirmações. em metros.0 — 103 Ω. i(mA) 100 80 60 40 20 2 GABARITO 0 100 200 300 V(V) I. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) O chuveiro e étrico é uma ap icação do efeito Jo e. UFMT Engenheiros de uma companhia hidre étrica pretendem projetar uma pequena u sina aproveitando um desníve de terreno de 80 metros. dissipará uma potência de 6 atts. em média. O dispositivo obedece à ei de Ohm. o comprimento do fio.Cató ica-DF Uma residência de c asse média. é percorrido por uma corrente e étrica de intensidade 4A. Nessa casa são tomados.1 x 1015 e étrons por segundo. 7.

III. O dono da casa teve. c) a III está correta. a corrente e étrica. a) 2. b) apenas I. Corr ente e étrica é o movimento ordenado de e étrons em um condutor. b) a II está correta. havi a apenas âmpadas de 60W. são. é inversamente proporciona a ddp ap icada e diretamente proporciona à resistência e étrica do resistor. se a associação tivess e sido feita em para e o. iga-se um resistor de 8. em ampères. Nesse caso. Podemos afirmar que está(ão) incorreta(s). então. a ddp em cada u a das âmpadas será de 110V. I. Corrente e étrica é o movimento de íons em uma so ução e etro ítica. Neste caso: a) qua a resistência interna da bateria? b) qua a máxima potência desta bateria? GABARITO 14. A fenas-MG Numa casa. Unifor-CE A uma bateria. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Considerando as âmpadas resistores ôhmicos. a corrente no circuito. d) a I e a II estão corre tas.0 e 16 b) 2. A corrente e étrica que passa pe as duas âmpadas assoc iadas é a mesma. ana ise as proposições: I. U. em vo ts.0 c) 2. em um resistor ôhmi o. d) apenas III. Feita a associação. uma tensão de 6 V é ap icada entre os dedos de um a pessoa. Considerando ta situação.0 Ω. UERJ Num detector de mentiras. III. II. UFR-RJ As afirmações abaixo referem-se à corrente e étrica.5 e 10 12. que passa por e as. II.0 Ω. UFR-RJ O gráfico abaixo representa a curva de uma bateria de certa marca de au tomóve . pode-se conc uir que apenas a) a I está correta. a) nenhuma de a s. a idéia de associar em série duas âmpadas idênticas entre aque as que possuí . e a t ensão nos terminais da bateria. U (V) 15 60 i (A) Quando o motorista iga o carro tem-se a corrente máxima ou corrente de curto circ uito.11. fabricadas para serem uti izadas em 110V. em µA. cuja vo tagem da rede é 220V. e) a I e a III estão corretas. a resistência entre os seus dedos caiu de 4 00 kΩ para 300 kΩ. Nessas condições. Sobre as afirmativas acima. de força e etromotriz 20 V e resistência interna 2. de: a) 5 c) 15 b) 10 d) 20 15. é igua à corrente que passaria por cada uma.E etrodinâmica Avançar                                           . a corrente no detector apresentou variação. respectivamente. Ao responder a uma pergunta. c) apenas II. Corrente e étrica. 3 13. e) todas.0 e 8.

têm o mesmo comp imento. e) 12. ( ) Supondo que uma co ente contínua de intensidad e 1 x 10-5 A passe pelo co po do pássa o e que ele pe maneça pousado no fio po 1 mi nuto. c) 1. a potência dissipada po A é maio que a di ssipada po B. UFPR Pássa os são comumente vistos pousados em fios de al ta tensão desencapados.16. a tensão elét ica em B é maio que a tensão elé ica em A. no t echo em que o pássa o está pousado. E. a esistência elét ic a se á dada po R = ρ A/L. sem que nada lhes aconteça. traba hando nas condições fornecidas pe o fabricante . 17. ( ) A esistência equivalente do conjunto pás sa o e fio. a co ente que pas sa pelo co po do pássa o se á desp ezível. FÍSICA . Londrina-PR Um materia de resistividade ρ é utilizado pa a const ui um dispositivo esistivo cilínd ico de c omp imento L e secção eta t ansve sal A. é a soma das esistências do pássa o e do pedaço de fio ent e seus pés. uma mãe que gosta muito de e etrodomésticos. a quantidade de ca ga que passa pelo pássa o é igual a 6 x 10-4 C. ganhou de seu marid o um forno e étrico para sua cozinha. o que me hor representa a resistência e étrica do apare ho. ( ) Quando ligados em sé ie.Elet odinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .98 Ω. é co eto afi ma : ( ) A á ea da secção t ansve sal de A é quat o vezes meno que a á ea da secção t ansve sal de B. As especificações do fabricante do forno eram: p otência 1800 W e vo tagem 110 V. UFPR Dois fios conduto es etos A e B.4 Ω. ( ) Quando pe co idos po co ente elét ica de igual intensidade. a co ente elét ica que passa po A é igu al à co ente elét ica que passa po B. Entre os va ores abaixo. c) A esistência elét ica do dispositivo se á d ada pela elação R = ρ L/A.4 Ω. ( ) Quando ligados em pa alelo. se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de contat os situados nas duas ext emidades do dispositivo. U. b) A esistência elét ica do d ositivo é independente do comp imento L. mas a esistência elét ica de A é a metade da esistência de B. 18.76 Ω. a potência dissipada po B é m aio que a dissipada po A. 4 GABARITO IMPRIMIR ( ) Quando submetidos à mesma tensão elét ica. é co eto afi ma : a) A esistência do dispositivo é dada pela elação R = ρ A/L. e) Se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de c ontatos situados na supe fície late al e diamet almente opostos. é co eto afi ma : ( ) Supondo que a esistência do fio ent e os pés do pássa o seja muito meno que a esistência de seu co po.7 Ω. ( ) A esistência do fio ent e os pés do pássa o se á maio se o diâmet o do fio fo meno . de mesmo mate ial. 19. UFR-RJ Beatriz. ( ) A ene g ia dissipada no co po do pássa o em um inte valo de tempo t é igual ao p oduto da di fe ença de potencial ent e seus pés pelo inte valo t. Sob e este fato e usando os conc eitos da elet icidade. b) 16. d) 6. é a) 0. Sob e tais fios. d) A esistência do dispositivo independe de sua fo ma. Com base nestes dados.

a temperatura fina da água será 22. uma TV de 60 W e ainda um ferro e étrico de 800 W e que a tensão na rede de distribuição de energia e étrica é de 110 V. II. meno se á sua esistência elét ica. a resistência equiv a ente dos mesmos é de 3. para i uminar uma festa junina. Ponta G ossa-PR Com um c onduto cilínd ico de dete minada liga metálica que tem 125. a co ocação de dois d sjuntores de 10 A. 22. Uberaba-MG-Pias Considerando que em um a casa estejam funcionando. de 100W e 100V. nesse caso. 1 kΩ. 04) Em torno do condutor forma-se um campo magnético.6 cm de comp imento e 0. Dê como respos a a soma das a ternativas corretas. uma senhora adq uiriu uma âmpada especia com as seguintes características impressas: “220W-110V”. quando a mesma está operando de acordo com as características impressas. U. d) I e II. o va or da resistência equiva ente dos mesmos é de. caso e stas sejam associadas em para e o? 24.14. quando acesa? b) Qua a resistência equiva ente das âmpadas. UFR-RJ Ao fazer compras. a) a resistência e étrica da âmpada. 21. A esistência elét ica de um esis to independe do mate ial de que ele é feito.7 Ω. b) II. por 2 minutos. 4 mm de diâmet o é feito um esisto . 5 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . 02) Os apare hos usados para fazer as medidas são o vo tímetro. um chuveiro de 22 00 W (posição: verão).58 C. Cefet-PR São feitas as afi mações a segui : I. todos os e ementos e étricos da casa estejam igados. que é igado em série ao condutor. Sob e este evento.20. ve ifica-se a passagem de uma co ente elét ica de 3 A pe lo mesmo. 08) Se o resistor for ime rso tota mente. que é igado em para e o ao conduto r.186 J. e) II e III. e o amperímetro. em 1 kg de água a 20 C. pergunta-se: a) Qua a resistência e étrica de cada âmpada. simu taneamente. b) No padrão de energia no interior da casa é suficiente. 5 âmpadas de 60 W. E.84 kWh. U. 1 cal = 4. Somente é(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões) a) I. 16) O fenômeno e étrico produzido – aquecimento do fio – é chamado efeito Pe tier. Dete rmine. UFR-RJ Se um e etricista tem 100 âmpadas. 23. Estabelecendo-se uma ddp de 30 V(CC) ent e os ext emos desse conduto . contida em um recipiente adia bático e de capacidade térmica desprezíve . aproximadam ente. Se a dife ença de potencial nos te mi nais do esisto de um chuvei o é mantida constante. durante 15 min. d) Como todos os e ementos resistivos em uma casa são se mpre igados em série. devem os diminui o comp imento do esisto . c) Se todos os e ementos resistivos estiverem igados em série. isto corresponderá a um consumo de energia e étrica de 0. Quanto maio a á ea da seção t ansve sal de um esisto . III. b) a corrente e étrica que perc orre o fi amento dessa âmpada especia . Assina e a a ternativa CORRETA: a) Caso.E etrodinâmica Avançar ¨ ¨    ¨ ¨ ¨    ¨  ¨  ¨    ¨   ¨ ¨ ¨¨    ¨    ¨ ¨  ¨¨  ¨ ¨     ¨¨      ¨ ¨ ¨       ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¤ ¨  ¨ ¨  ¨ ¨ ¨      ¨   ¨  ¨ ¨ ¨   . pa a aquece mais a água. calor es ecífico da água = 1 cal/gºC) 01) A resistividade do material que con stitui o condutor é 1 µΩm. c) III. para a proteção do circuito e étrico. um igado ao chuveiro e o outro aos demais e ementos e étricos. assinale o que fo co eto: (Adote π = 3.

ntr primário s cundário. (04) l pod rá ligar o apar lho no ac nd do r d cigarro com um r sistor d 2. é CORRETO afirmar qu : (01) l pod rá r solv r o probl ma com um transformador. com r lação 4/1.25.25kΩ em para e o. encontramos o va or R0 = 4 Ω. UFRS Uma âmpada de anterna. reso veu adaptar seu pequeno “walk-man” para ouvir música no carro. (08) e e poderá igar o apare ho com um resistor de 0. Sab ndo-s qu o “walk-man” traz as s guint s informaçõ s: 3V 12 mW. O circuito é a imentado por uma fonte de tensão idea e. A potência dissipada no resistor de 3 Ω é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 64 W 48 W 50 W 80 W 30 W Vo tar FÍSICA . resistência intern a nu a e de três resistores. Sendo R o va or da resistência do fi amento à temperatura de operação. UFRS No circuito representado na figura abaixo.o para todo ado. Um dos probl mas é p rmitir qu l possa s r alim ntado l tricam nt através do ac nd dor d cigarro. (02) não s rá ossív l r solv r o probl ma d alim ntação. UFSC Um rapaz cansado de ter seu rádio roubado o u ter de carregá. como resposta.00 26. PUC-PR O c ircuito representado abaixo é constituído de uma fonte de fem 28 V.25kΩ em série.66 e) 10. a intensidade da corrente e étrica atra vés do resistor de 2 Ω é de 2 A. a razão R/R0? a) 0. Medindo a resistência e étrica do fi amento à temperatura ambiente (isto é: estando a âmpada des igada). qua é aproximadamente.60 c) 1. a soma das a ternativas corretas.9 W e 6 V. (16) e e poderá igar o apare ho com um capacitor de 12µF em série. tem seu fi a mento projetado para operar a a ta temperatura.10 b) 0. 1 Ω 3 ε 2A 1 Ω 3 2Ω 4Ω 6 Qua o va or da diferença de potencia entre os terminais da fonte? a) 4 V d) 6 V b) 14/3 V e) 40/3 V c) 16/3 V 27. que traz as especificações 0. 28.00 d) 1. Dê. cuja t nsão é 12V.E etrodinâmica Avançar                                                                                    .

2 1.E etrodinâmica Avançar  £                                       . simu taneamente.hes a gum dano. d) O corpo do passarinho é um bom condutor de co rrente e étrica. cada uma. PUC-SP Os passarinhos.1 1. está esquematizado abaixo. indicada no gráfico abaixo. Q ua das a ternativas indica uma exp icação correta para o fato? A B a) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio ( pontos A e B) é quase nu a.hora (Wh). Fuvest-SP Um circuito doméstico simp es. de potência nomina 170W e tensão nomina 130V. b) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio (pontos A e B) é muito e evada.3 1. a diferença entre o consumo de energia e étrica das duas âmpadas. não estão sujeitos a choques e étricos que possam causar. foi aproximadamente de: I(A) 1. 30. forma uti izadas. é aproximadamente de a) 1100 W b) 1500 W c) 1650 W d) 2250 W e) 2500 W 31.29. apresent a a re ação da corrente (I). Suponha q e duas âmpadas (A e B). em função da tensão (V). sendo A – em uma rede e étrica de 130 V B – em uma rede e étrica de 100 V Ao fina desse tempo. mesmo pousando sobre fios condutores desencapados de a ta tensão. e) A corrente e étrica que circu a nos fios de a ta tensão é muito baix a. Fuvest-SP Um certo tipo de âmpada incandescente comum. c) A resistência e étrica do corpo do pássaro é praticamente nu a. a uma âmpada de 150 W. durante 1 h ora. 7 A potência máxima de um ferro de passar roupa que pode ser igado. igado à rede de 110 V e protegido p or um fusíve F de 15 A.0 IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 0 Wh 10Wh 40Wh 50 Wh 70Wh V(V) 80 100 130 150 Vo tar FÍSICA . em at t. desse mesmo tipo. sem que o fusíve interrompa o circuito.

b) 120 mA. em c ndições nominais. Para isso. Ligando uma âmpada de 40 W . UFGO Considere um chuveiro cuja chave se et ora de temperatura a terna-se entre as posições “Inv rno” (água qu nt ) “V rão” (água mor corr nt máxima n ss chuv iro é 20 A. d) 20 W.0 MΩ. sendo que a t ensão da tomada de que e e dispõe é de 110 V. uma economia substancia de energia e étrica seria obtida se o ca or gerado pe o refrigerador pudesse ser uti izado no aquecimento da água para o banho. o co nsumo d n rgia létrica é 1. descuidadamente. Vunesp A resistência e étrica do corpo de uma certa pessoa é de 1.E etrodinâmica Avançar                                        £                                                                              . Vunesp Para ob ter uma i uminação pouco intensa. estando desca ça sobre uma superfície condutora. a potência máxima dissipad a é 4400 W. 33.220 V numa rede e étrica de 110 V e considerando que a resistência e étrica da âmpa da não varia com a temperatura. ( ) com o chuv iro m funcionam nto. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . A principa vantagem desta opção é a de aumentar a vida úti da âmpada que. b) 7 W. cada uma. para um banho qu nt d 15 minutos. em função sso. a potência dissipada por esta âmpada será de a) 5 W. segundo o fabricante. d) 120 A. ( ) com a chav na posição “Inv rno”. UFMT Um studant n c ssita construir um dispositivo para squ ntar a água con tida num r cipi nt .32. pode-se uti izar uma âmpada de 220 V igando-a em 1 10 V.o para aumentar em 10°C a temp eratura de 150 L de água a ser consumida diariamente em uma residência. a parte fracionária do va or ca cu ado. em vez de usar uma âmpada de baixa potência. a variação d t mp ratura d a água diminuirá na m sma proporção. UnB-DF Com o progresso crescente das atividades industriais e com o aumento da popu ação. qua será a potência máxima desse dispositivo (em atts). encostar a mão n um fio desencapado. Assim. a máxima economia de energia e étrica que o refer ido dispositivo poderá proporcionar no período de 30 dias. Considerando que a densidade da água seja igua a 1 kg/L e que o ca or específico da água seja igu a a 4200 J/(kg°C). Despreze. a intensidade da corrente e étrica que atravessará o seu corpo será de a) 0. mant ndo-s constant a vazão d água qu sai do chuv iro. mas de mesma tensão que a da rede e étrica.1 kWh. em kWh. Para que a vida úti de cada resistência sej a a mesma. Mediante uma adequada igação das resistências em série e/ou para e o. é projetada para uma vida úti de 1000 horas. suportam. com um potencia e étrico de 120 V em re ação à superfície e. 8 GABARITO 35. evar um choque. a economia de energia e étrica tem sido uma preocupação consta nte. ( ) o valor da r sistência létrica é m nor com a chav a posição “V rão”. ca cu e. c) 10 W. caso exista. Nessa perspectiva. Nas residências. dispõ d quatro r sistências d 242 Ω que. e) 120 MA. ( ) s a ddp da r d létrica for r duzida à m tad . atendendo especificações d o fabricante? 36.12 mA. Se esta pess oa. e) 40 W. a dif r nça d pot ncial (ddp) da r d létrica local é 220 V. considere que um dispositivo seja construído para extr air o ca or do radiador de um refrigerador e uti izá.4 A. uma corrente e étrica máxima de 0. 34. o dispositivo deve ser montado de forma que cada uma das resistências d issipe a mesma potência.12 A. c) 0.

Um dos chuveiros é i nsta ado em 220V. o custo mensa de energia e étrica nesta residência.65 b) 16 . Considerando que a potência de cada chuveiro é de 4400W. 2 te evisões 220 V – 90 W cada uma.65 — 104 40. UFMS Dois chuveiros e étricos são insta ados em uma residência. para funcionar com potência máxima. ju gue os itens a seguir co mo verdadeiros ou fa sos.00. todos e es são percorridos pe a mesma intensidade de corrente e étrica. devem ser igados em série. de resistência 22 Ω é igado a uma tomada de 110 V. 8 âmpadas 220 V – 60 W cada uma. Potiguar-RN Um satélite de telecomunicações d o Brasil em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica. Unifor-CE Um ferro e étrico. Num certo instante. ( ) A resistência e étrica do chuveiro é sup erior a resistência e étrica de uma âmpada. Dê. Num interva o de 30 s. 1 máquina de avar 220 V – 600 W.65 — 103 e) 1. GABARITO 39. (04) o chuveiro conectado em 220V é mais seguro. U.0 A. pois assim. como resposta. é de a) 1. A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com a eficiência de 12%. 9 38.15. é corret o afirmar que (01) o tempo que ambos evam para aquecer a mesma quantidade de água até a mesma temperatura é o mesmo. enquanto o outro é insta ado em 110V.8 kW — h c) 10.8 kW — h IMPRIMIR Voltar FÍSICA . pois permite a passagem de corrente com intensidade superior a intensidade máxima da corrente do circuito. Cada um de es é conectado a um disjuntor de 30A. ( ) A intensidade de corrente e étrica que atr avessa a máquina de avar é inferior a 3.37.5 c) 165 d) 1.8 kW — h b) 3.E. em jou es.Superior de Brasí ia-DF Uma insta ação residencia que opera sob tensão de 220 V é protegida por um fusíve de 18 A. pois necessita de correntes menores que o chuveiro conectado em 110V. I. ( ) Se todos esses apare hos ficam i gados em média quatro horas por dia e sabendo que cada 1 kWh de energia custa R$ 0 . 1 chuveiro e étrico 220 V – 2400 W. (02) o chuveiro conectado em 220V consome menos energia que o chuveiro conectado em 110V para aquecer a mesma quantidade de água à m esma temperatura. devido exc usivamente a es ses apare hos. estão em p eno funcionamento os seguintes e ementos: 1 iqüidificador 220 V – 200 W. Qual é a energi a (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? a) 1. Com base nos dados fornecidos acima.8 kW — h d) 7. ( ) O fusíve insta ado nesta residência não p otege o circuito. é superior a R$ 60. a quantidade de ca or dissipado. (16) a resistência e étrica dos dois chuveiros é a mesma. (08) o chuveiro conectado em 110V necessita de um disjuntor capaz de suportar pe o menos 40A no ugar do disjuntor de 30A. ( ) Os e ementos citados no enunciado.Eletrodinâmica Avançar                                                . diminuindo dessa forma os riscos com o superaquecimento dos fios em razão do efeito Jou e. a soma das a ternativas corretas.

41.6 x 109 V 10 300 SOLO SOLO .700 2.200 nuvem 4.100 1. estão esquem atizadas diferentes situações do tipo descrito acima. cargas de sinal oposto ao das acumuladas nas partes mais baixas das nuvens.800 1. ocorre uma separação de cargas elétricas no interi or das nuvens. que induzem.400 2.200 900 600 300 + + + + + + + + 3.400 2.800 1.700 2.500 1.500 1.0 x 10 V 9 900 600 300 + + + + + + + + SOLO + + + + + + + + SOLO h (m) h (m) 2.100 1.100 1.4 x 109 V 1.200 900 600 nuvem IV 2. na superfície da Terra.400 2. h (m) h (m) I 2.700 III 2.800 1.200 900 600 300 nuvem II 2. UFRN Na formação de uma tempestade.2 x 109 V 6.800 1. Nas figuras a seguir.700 2.100 1.500 nuvem + + + + + + + + + 2.400 2. Isso cria uma diferença de potencial elétrico entre essas partes das nuvens e o solo.500 1.

0 b) 3.0 e) 0 . um eixo vertical com med idas de alturas em relação ao solo e a diferença de potencial entre as partes mais bai xas da nuvem e o solo em cada caso.0 — 102 d) 9. A carga elétrica que passa por um dos terminais da bateria. Uma ba teria de automóvel de 12 V alimenta. Qualquer campo maior que esse produz uma faísca (rai o) entre as placas. é possível afirmar que as situações em que ma is provavelmente ocorrerão descargas elétricas são: a) I e IV b) I e III c) II e III d ) II e IV GABARITO UFSE Para responder às questões de números 42 e 43 considere as informações abaixo.0 minuto s.0 — 102 e) 1. durante 5. Com base nesses dados.0 d) 1.5 — 10 c) 6. vale a) 1. em coulombs.0 — 10 b) 2.0 c) 2. um rádio de 12 V que é percorrido po r corrente de 2.Em primeira aproximação. vale a) 4.0 A e uma lâmpada do tipo (12 V – 36 W). em paralelo. as quatro situações podem ser interpretadas como capacitores de placas planas e paralelas. A intensidade da corren te elétrica que atravessa a lâmpada. sem ocorrer uma descarga elétrica entre suas placas.5 — 103 Voltar FÍSICA . nas figuras. é aproximadamente 3 x 106 V/m.Eletrodinâmica Avançar . Estão indicados. em ampères.33 IMPRIMIR 43. O campo máximo que um capacitor cujo meio isol ante seja o ar pode suportar. 42.

75 e) 0.0.28 Vo tar FÍSICA . UFR-RJ Um chuveiro quando ligado a uma diferença de potencial constante de 110 V. qual a despesa em reais com este chuveiro durante um mês (30 dias)? 45. F. apenas.5 Ω 1Ω E = 11 V 2Ω 2Ω 2Ω 1Ω 1Ω 1Ω IMPRIMIR 2Ω a) 2 b) 3 c) 5 d) 1. F.0.0. c) 3.44. M. e) 5.E etrodinâmica Avançar      . é a) 1. Neste caso: a) qual a energia. 46.20 (vi nte centavos).0 Ω 3. Itajubá-MG Ca cu ar a intensidade da corrente em ampères.0. em joul e. Triângulo Mineiro-MG No trecho de circuito representado a seguir. Este mesmo chuveiro fica ligado nesta ddp t odos os dias durante. o vol tímetro marca 10 V e o galvanômetro G garante que não há passagem de corrente no ramo em que está inserido. b) 2. M.0.0 Ω V G 11 4. consumida por este chuveiro durante 10 minutos? b) se 1 kWh custa R$ 0. em ohms. que atravessa o gerador no circuito abaixo: 2Ω GABARITO r = 0. d) 4. 10 minutos. 6.0 Ω R Pode-se afirmar que o va or da resistência R. desenvolve uma potência de 2200 W.

0 Ω. b) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito a ta para que. São conhecidos.0 V. não a tere a intensidad e de corrente e étrica que se deseja medir. cujas resistên cias internas va em r1 = r2 = 1.0 Ω e R3 = 2.0 Ω. 1 também. U. quando igado em para e o às resistências e étricas de um circuito. em sér ie às resistências e étricas de um circuito. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . temos duas baterias de forças e etromotrizes = 9. V2 e V3 são vo tímetros e A é um amperímetro. quando igado em para e o às resistências e ét ricas de um circuito. é igua 1.0 V. no ger ador. assina e a a ternativa correta: a) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito pequena para que. os va ores das resistênci as R1 = R2 = 4. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. a bateria de força e etromotriz 32) A eitu ra no vo tímetro V3 é igua a 4.0 V. Londrina-PR Sobre o funcionamento de vo tímetros e o funcionamento de am perímetros. não a tere a intensidade de corrente e étrica que se deseja m edir. 12 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): GABARITO 01) A bateria 1 está funcionando como um gerador de força e etromotriz e a bateria c omo um receptor. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. UFSC No circuito abaixo representa do. e) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito a ta para que . não a tere a tensão e étrica que se deseja med r.E etrodinâmica Avançar                                                             . c) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que .0 V.47. 2 2 consome 4.5 W.0 Wh de energia. 16) Em 1. 48. 08) A eitura no vo tímetro V1 é igua a 8. todos id ais. quando igado. V1.0 h. 64) A potência dissipada por efeito Jou e. E. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito.0 A. 04) A eitura no vo tímetro V2 é igua a 2. ou gerador de força contrae etromotriz. não a tere a tensão e étrica que se deseja medir. d) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que.0 V e 2 = 3. não a tere a inten sidade de corrente e étrica que se deseja medir. 02) A eitura no amperímetr o é igua a 1.

U. antes de o chuveiro ter sido igado. A diferença de potencia e étrico sobre a mesma é de 120 V e e a está dissipando potência de 72 W. Sabendo que a resistência e étrica do chuvei ro é de 5 Ω e que o circuito abaixo representa a situação descrita após o chuveiro ter sid o igado.7 A.2 x 105 Jou es de energia e étrica em uz e ca or. ( ) A tensão e étrica no chuveiro.0Ω e outro de resistência R’ = 5. UFR-RJ O circuito abaixo tem res istência R1 = 6Ω. Qua das a ternativas abaixo é fa sa? a) A intensidade da corrente que circu a através da âmpada é de 0. UFRJ Dois resistores. 50. Liga-se um chuveiro e étrico e percebe-se que a intensidade da uz emitida pe a âmpada diminui um pouco. significa que a tensão da rede e étrica diminuiu. quer esteja acesa ou apagada. GABARITO Neste caso. Santa Úrsu a-RJ Liga-se uma âmpada incande scente comum de 60W numa tomada de 120V. ( ) A resistência e étrica da âm pada é de 200 Ω. ca cu e: a) A resistência equiva ente. UFPR Uma âmpada de resistência R está acesa. quando igado. é 100 V. R3 = 2Ω e R4 = 8Ω e uma bateria idea de força e etromotriz E = 0 V. e) A resistência da âm ada é invariáve . IMPRIMIR Considere o vo tímetro idea .0Ω. 52. b) A potência dissipada no resist or R4. 51. for menor que 60W. estão igados como mostra o esquema a seguir. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potenci a VA – VB = 14V. b) A âmpada convert e em 1. que ocorre ao se igar o chuveiro. nesta situação. ( ) A intensidade da corrente e étrica na âmpada. deve-se à inf uência da resistência e étrica do s fios condutores da rede e étrica. ( ) A diminuição da potência e étrica da pada.E etrodinâmica Avançar                                             R âmpada                 . c) Se a potência medida.5A. A potên cia agora dissipada pe a âmpada é de 50 W. é correto afirmar: chuveiro resistência e étrica dos fios condutores 13 ( ) O chuveiro está associado em para e o com a âmpada. era 1. R2 = 2Ω.0h aproximadamente 2. Ca cu e a indicação do vo tímetro. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro é 2880 W. um de resistência R = 2.49. d) A resistência da âmpada acesa é de 240 ohms. Vo tar FÍSICA .

b) apenas II. d) apenas III. Aspirador d pó . 5. c) Ap nas III. III. po is. c) apenas II e III.El trodinâmica Avançar                                                                                                                . II III. As lâmpadas 2 3 brilham com m sma int nsidad . 2. movem-se muito rapidamente dentro dos condutores. é cons ituída por cinco tomadas d corr nt ond v ntualm nt são ligados alguns tipos d apar lhos abaixo r lacionados. d) Ap nas I II. b) máquina d lava r roupa.potência d 480 W.0 A. O circuito é prot gido por um disjuntor (fusív l) d 15. cuja t nsão létrica é d 120 V. 1. 4 5 b rilham com m sma int nsidad . nc rad ira t l visão. ) I. II. 4. Os e étrons. O circuito s rá int rrompido p lo disjuntor (fusív l). O brilho da lâmpada 4 é maior do qu o da lâmpada 2. As lâmpadas 1. 3. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . d) aqu c dor aspirador d pó. 3. e) I. I. II. As fontes que a imentam os circuitos são idênticas e ideais. Quais stão corr tas? a) Ap n as I. a quase instantaneidade entre o acionamento do interruptor e o b ri ho da âmpada não poderia ser observada. Embora os e étrons se jam bastante entos. Enc rad ira .53. 4 e 5 são idênti cas. Aqu c dor létrico . as âmpadas 1. 2. Máquina d lavar . 14 ε 1 2 ε 3 ε 4 5 GABARITO Consid r as s guint s afirmaçõ s sobr o brilho das lâmpadas. Os interruptores não podem ficar muito distante das âmpadas que deverão acionar. 55. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) a penas I. b) Ap nas II. do contrário. III .potência d 120 0 W.potência d 720 W. c) nc rad ira.potência d 360 W. T l visão . ao s ligar m simultan am nt : a) máquina d lavar roupa aqu c dor. I.potência d 240 W. ) m n nhum dos casos apr s ntados o circuito s rá int rro mpido. aspirador d pó t l visão. UF RS Nos circuitos representados na figura abaixo. II e III. por serem minúscu os. PUC-PR Um d t rminado circuito létrico d uma r sidência. 54. Cefet-PR Considere as seguintes afirmações a respeito do fato de a âmpada bri har quase no mesmo instante em que seu interruptor é acionado. o campo e étrico no condutor atua muito rapidamente.

ficou duas vezes menor.0 57. que passa pe o fio que i ga as duas âmpadas na rede e étrica. Quando a associação em para e o for igada à mesma tomada. dissipa uma potência de 16W. de: a) 72 b) 30 c) 15 d) 9. Dê. ficou duas vezes m enor. Mackenzie-SP A intens idade de corrente e étrica no trecho AC é 2 A. dissipará uma potência.E etrodinâmica Avançar                                                  £            . O e etricista igou as duas âmpadas incandescentes. pois a corrente e étri a. como resposta. o va or de R deve ser: 15 a) b) c) d) e) 1Ω 2Ω 3Ω 4Ω 5Ω 58. UFMS Para i uminar me hor o quarto de uma casa. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . em para e o. a soma das a ternativas corretas . que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. em atts. ITA-SP Um circuito e étrico é constituído por um número infinito de resistores idêntic os. sobre as âmpadas aumentou. (16) a potência e étrica d issipada pe as âmpadas aumentou. de p otências iguais. Quando a associação em série é igada a uma tomada.p. (04) a corrente e étrica. Fat c-SP Dois r sistor s ôhmicos d r istências R1 = 3Ω e R2 = 6Ω podem ser associad os em série e em para e o.d. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. Para que a potência dissipada pe o resi stor de 4 Ω seja 9 W. A resistência equiv a ente entre os pontos A e B é a) infinita b) R ( 3 – 1) c) R 3 GABARITO d) R (1 – 3 ) 3 e) R (1 + 3) 59. A resistência de cada e emento é igua a R. pois a resistência equiva ente às duas âmpadas ficou menor que a da âmpada origina .0 e) 3. (02) a potência e étrica dissipada pe as âmpadas aumentou. dobrou. conforme a figura. É correto afirmar que (01) a potência e étrica dissipada p e as âmpadas é o dobro da potência dissipada por uma única âmpada.56. (08) a corrente e étrica. pois a d. o proprietário mandou insta ar mais uma âmpada no teto.

( ) Energia e étrica é aque a criada por um resistor. Se usarmos. Essa chave contro a a resistência. como resposta. do chuveiro. Dê. a soma das a ternativas corret as. em qua quer das pos síveis formas de comunicação ega mente reconhecidas. como resposta.  60. ( ) Uma pi ha é um gerador de corrente a ternada. pode-se dizer que a energia e étrica é necessária também par garantir o direito de o ser humano se expressar ivremente. ( ) Diferença de Potencia é medida em ohms. (08) na posição C. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . (04) a resistência e étrica da âmpada de 100W/120V é menor q ue a resistência e étrica da âmpada de 100W/127V.d. (16) na posição temos a posição inverno do chuveiro. u ma âmpada incandescente de 100W. 62. temos a posição verão do chuveiro. Em boa parte desses processos são uti izados meios que requerem energia e étrica para seu funcionamento. temos a posição verão do chuveiro. Dê. A B C                                                                        . encontramos âmpadas incandescentes de diversas potências e tensões (vo tagens. e ntre outras tantas ap icações. é correto afirmar que (01) a potência dissi pada pe a âmpada de 100W/120V é maior que a potência dissipada pe a âmpada de 100W/127 V. que são conectados por um meio condutor. d. Uma das formas de s e obter energia e étrica é através da diferença de potencia entre dois metais diferente s. o chuveiro entra em curto c ircuito. UFMS No comércio. variáve . ( ) A diferença de potencia citada no texto pode ser uti izada para formar pi has. ( ) Uma pi ha é um objeto dentro do qua ocorre uma reação qua quer de e etró ise. verão (ou morno) e inverno (ou quente).) de traba ho. conforme a posição da chave (veja a figura desta questão). com tensão de traba ho de 120V. (08) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é menor que a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/1 27V. atribuindo a essa resistência um comprimento míni mo ou máximo. (02) na posição B.E. (04) na posição B. a soma das a ternativas corretas.Superior de Brasí ia-DF A iberdade de expressão deve ser garantida — em todas as nações do p aneta — como forma d e se preservar o direito do cidadão de manifestar ivremente seus pensamentos a re speito de todo e qua quer assunto ao qua queira se referir.p. com tensão de traba ho de 127V. (16) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é igua à corrente e étr ica que passa pe a âmpada de 100W/127V. Portanto.Chave 16 É correto afirmar que quando a chave está (01) na posição A. 61. temos a p inverno do chuveiro. em uma rede e étrica de 110V. formado por dois metais e um condutor. I. (02) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é maior que a que pass a pe a âmpada de 100W/127V.E etrodinâmica Avançar  Uti izando o texto acima como referência ju gue os itens. em vez de uma âmpad a de 100W. UFMS A maior parte dos chuveiros e étricos possui três posições da chave que contro a a temperatura: frio.

A potência tota dissipada n o circuito é 500 W. GABARITO 65. ( ) Sua resistência é 11 W. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Em 5 s. Dê. a diferença de potencia na bateria B. UFMS Considere o circuito abaixo: B + V R2 = 10 R1 I R1 II R2 III S 17 Após fechar a chave S.63. como resposta. a corrente começa a f uir na bateria B e então se propaga em direção das resistências R1 e R2. sendo a constante de p roporciona idade um número independente do materia chamado de resistividade e étric a. Unicap-CE Um chuveiro e étrico apresenta a inscrição 220 V – 4400 atts. A resistência equiva ente do circuito é 20 W. A corrente I2 é menor do que a c orrente I3. (16) a soma das dife renças de potencia entre os pontos I e II com a diferença de potencia entre os pon tos II e III é em módu o. o chuveiro consome 15000 J de e nergia. a corrente no chuveiro é 20 A. (08) as duas resistências R1 e R 2 podem ser substituídas por uma única resistência de va or 11R1. suposta id ea . ( ) A resistência e étrica de um condutor é diretamente proporciona ao seu co mprimento e inversamente proporciona à sua área transversa . (04) imediatamente após a chave S ser fechada.E etrodinâmica Avançar     £                           . durante cinco minutos. Unicap-PE No circuit o abaixo. I2 3Ω 8Ω A 6Ω 10Ω B I1 I3 ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) O potencia do ponto A é maior do que o do ponto B. é correto afirmar que (01) a corrente e étrica é mais intensa no resistor R1 do que no resistor R2. a soma das a ternativas corretas. passa através do gerador uma carga tota de 1 C. ( ) Em uma igação em série. O gerador e os fios de igação são ideais. ( ) Quando igada corretamente. todos os resistores ficam submetidos à mesma diferença de potencia . (02) há mais dissipação de energia no resistor R2. ( ) Qu ando igado corretamente. 64. igua a V. a corrente I1 é igua a 5 A.

passará através do gerador uma corrente de 8 A.d.p. GABARITO 68. a que cada uma das âmpadas está submetida na segunda situação é o dobro da d. A potência tota dissipada nos resistores.p através do resistor de 2 W é 16 vo ts. b) Manue tem razão porque deve-se considerar a resis tência interna das pi has.66. E e faz as duas associações representadas su tam aparentemente na mesma uminosidade e então vai obre os circuitos. quanto S está fechada. U.p.p entre os pontos A e B é zero. a d. d) Manue tem razão porque a d. é 256 atts. a d. Fechando-se a chave S. a corrente no resistor de 6 W é 8 A. S A 2Ω 32V 6Ω 3Ω B ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Com a chave S aberta. Nesta situação o circuito adequado para a me hor uti ização das âmpadas é: a) 220 V R2 R R1 com R = R1 + R2 b) 220 V R R1       67. Juiz de Fora-MG Manue tem duas âmpadas de as de 1. bem como os fios de igação e o gerador. Fechando -se a chave S. verificada n a primeira situação. Unicap-CE Na figura. Fechando-se a chave S.d. a chave S é idea .d. Unirio É necessário igar três âmpadas em tensão igua a 110 V com uma fonte de 220 V .p. c) João tem razão porque em ambos os casos a d. verifica que ambas re discutir com seu amigo João s Manue acha o contrário.d. pois a corrente no cir cuito é nu a. F. João acha que são equiva entes.d.5 V. 3 18 + + W W + + – – W W – – Marque a a ternativa correta: a) João tem razão porque a mesma corrente está passando pe as âmpadas nos dois casos. mas anterna idênticas e duas pi h abaixo. a que e stá submetida cada uma das âmpadas é a mesma. £                       .

R2 / (R.E etrodinâmica Avançar   .R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) c) 220 V R R1 R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) IMPRIMIR d) R 220 V R2 R1 com Req = (R.R1 + RR2 + R1.R2)) R2 e) 220 V R R1 com R = R1 R2 2 R2 + R2 1 2 Vo tar FÍSICA .R1.

assina e o que for correto: 01) Estando conectados ao circuito apenas R1 e R3. R2 = R3 = 10 Ω e R4 = 50 Ω. E. 08) A vo tagem entre A e B va e 20 V. Ponta Grossa-PR Sobre as diferentes intensidades de corrente que são possív eis no circuito seguinte. e es he impõem uma intensidade de corrente. a inte nsidade da corrente. U. 19 GABARITO 01) R2 e R3 estão igadas em série e R1 em para e o. Considerando desprezíve a resistência i nterna da bateria. A diferença de potencia entre os pontos A e B é igua a 200 V. d) 6 A. U. R1 = 20 Ω. 02) A resistência tota do circui to va e 60 Ω.09 A. E. UFR-RJ No circuito abaixo os resistores estão associados em série e para e o. = 270 V. R2 e R3 impõem ao circ uito uma intensidade de corrente igua a 0.2 A.E etrodinâmica Avançar                           . 02) Estando conectado ao circuito apenas R1. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas.92 A. conforme os resistores que se encontrem conectados a e e. 70.69. 2Ω A 12 Ω 40 Ω 40 Ω 10 Ω B UAB = 200 V Para este caso. c) 5 A. e) 3 A.8 A. Maringá-PR No circuito esquematizado a seguir . 08) R1. 04) A eitura do amperímetro A1 é de 5 A. R2 e R3. indicada no amperímetro. é 0. in dicada no amperímetro. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . indicada no amperím etro. 16) Estando conectados ao circu ito apenas R1 e R2. 32) A potência dissipada em R1 é o dob ro da potência dissipada em R2.6 A. a intensidade da corrente. b) 8 A. 04) Estando conectados ao circuito R1. 7 1. é 1. 16) A eitura no amperímetro A2 é de 2 A. a intensidade da corrente e étrica no resistor de 2 Ω é: a) 2 A. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. igua a 1. assina e o que for correto. a inten sidade da corrente é 1.

R1 = 10 Ω.E etrodinâmica Avançar                           . Vo tar FÍSICA . c) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R1 e no s extremos de R3 é de mesmo va or. R2 = 40 Ω. III. d) a corrente e étrica que passa em R2 é de mesmo v a or do que a que passa em R3. eia as afirmativas abaixo I. a) Apenas I e II são verdadeiras. O disjuntor não de sarmará quando os dois apare hos estiverem funcionando simu taneamente. um estuda nte armou o circuito abaixo. em que A é uma máquina de avar ouça (2.72. Caxias do Su -RS A figura mostra um circuito e étrico com um gerador de 9 V . 73. 20 e) a corrente e étrica que passa em R1 é quatro vezes maior do que a que passa em R2 . c) Apenas III e IV são verdade iras. e fios para conexões. E=9V R1 R3 R2 É correto afirmar que: a) as correntes e étricas que passam em R1 e em R3 são de mesmo va or. O disjuntor não desarmará quando só o freezer estiver funcionando. O disjuntor desarmará quando só a máquina d e avar ouças estiver funcionando. e) Nenhuma das afirmativas é verdadeira. B é um fre ezer (700 W). IV. IMPRIMIR d) Todas as afirmativas são verdadeiras. II. b) Apenas II e III são verdadeiras. três resistores. U. C é uma fonte de 110V e D é um disjuntor de 20A. Cefet-RJ Ao rea izar simu ações de efeitos e étricos em um computador. R3 = 10 Ω. Assina e a a ternativa correta.700 W). O disj untor desarmará quando só o freezer estiver funcionando. b) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R2 é duas vezes maior do que nos extremos de R1. D A B C GABARITO Considerando os dados fornecidos.

d) Ap nas III é INCORRETA. U. b) Ap nas I é INCORRETA. I. Uberaba-MG Ana ise as afirmações abaixo e responda de acordo com o código que s e segue. GABARITO A figura r pr s nta um g rador id al d t nsão.74. é d 4 V. II. Um próton é abandonado no ponto P d uma r gião ond xist um campo létrico (visua lizado p las linhas d força). pod -s afirmar qu o próton não s guirá a traj tória coi ncid nt com a linha d força do campo. P 21 III. 75. INSTRUÇÃO: R spond r à qu stõ s 75 76 com bas na figura informaçõ s abaixo.El trodinâmica Avançar                                                                                                           . Consid rando qu a única força atuant sobr l s ja a x rcida p lo r f rido campo. S um bastão carr gado l tricam nt atrai um p qu no obj to. PUC-RS Com os dois int rruptor s f chados. três r sistor s dois int rruptor s (chav s). ind p nd nt do s ntido (horário ou anti-horário) da corr nt . c) I III são INCORRETAS. qu val a) 4W d) 10W b) 6W ) 12W c) 8W IMPRIMIR Voltar FÍSICA . PUC-RS Com os int rruptor s CH1 f chado CH2 ab rto. a dif r nça d pot ncial ntr os pontos B C val a)10 V d) 17 V b)12 V ) 20 V c)15 V 76. a) I II são INCORRETAS. o r sistor d 10 ohms é o qu dissipa m aior potência. O va or de ε para qu a corr nt no circuito s ja d 2 A. ntão o obj to s tá carr gado com carga d sinal oposto à do bastão.

c) o fio d m nor r sistência ficará mais aqu cido. ) alt rnador . c) motor d partida. b) bobina. o fio d maior r sistividad . ntr os pontos A B do circuito. (01) (02) (04) IMPRIMIR (08) (16) (32) Dê. d) r gulador d voltag m. b) o aqu cim nto s rá igua l para ambos. m volts. UFSC Dados os gráficos abaixo. val a) 20 b) 15 c) 10 d) 8 ) 6 80. d) o fio “X” aqu c m nos qu o fio “Y”. a soma das alt rnativas corr tas.El trodinâmica Avançar                79. Voltar FÍSICA . como r sposta. a uma m sma t mp ratura. assinal aqu l (s) qu po d (m) r pr s ntar r sistência ôhmica. ) o aqu cim nto maior s rá o do fio mais fino. C f t-PR Quando dois fios condutor s (“X” “Y”) d substâncias d tamanhos dif r nt s são associados m paral lo são ligados a uma font d l tricidad . obs rva-s qu o aqu cim nto do fio “X” é maior qu o do fio “Y”.77. PUC-RS O dispos itivo do automóv l qu transforma n rgia m cânica m n rgia létrica d nomina-s a) bat ria. obs rv ar-s á qu : a) aqu c rá mais. 22 GABARITO A dif r nça d pot ncial. no ntanto ss s condutor s for m associados m séri o circuito formado for ligado à m sma font d t nsão. constant é aplicada sobr dois r sistor                                                                                                       . 78. PUC-RS Uma força l tromotriz contínua s conform r pr s nta o squ ma abaixo. S .

ITA-SP No circuito létrico da figura.81. Voltar FÍSICA . iguais. Pod s afirmar qu . ) 2i 4P.El trodinâmica Avançar                  83. 2 2 c) i P. a) i P . os valor s da int nsidad da corr nt da potência dissipada s rão. U. f chando a chav . foram montadas as con xõ s apr s ntadas abaixo. Sab ndo qu R3 = R1/2. 2 4 b) i P . para qu a r sistência quival nt ntr os pontos A B da associação da figura s ja igual a 2 R2 a razão r = R2/R1 d v s r                                                                                       . Fuv st-SP Dispondo d p daços d fios 3 r sistor s d m sma r sistência. R2 R3 conform indicado. a font tência int rna d spr zív l. São Carlos-SP No circuito da figura. a int nsidad da corr nt létrica qu p rcorr o circuito é i a potência n l dissipa da é P. Sab -s qu . r sp ctivam nt . aqu la qu apr s nta a ma ior r sistência létrica ntr s us t rminais é a) b) c) d) ) 23 a) b) c) d) ) 3/8 8/3 5/8 8/5 1 GABARITO IMPRIMIR Os r sistor s têm r sistência R. D ntr ssas. quando a chav C stá ab rta. os vários l m ntos têm r sistências R1. d) 2i 2P. t m f m constant r sis  82. F.

indica 0.0 V. Considere o circuito operando com todos os va ores nominais. cuja resistência interna va e 5.5 V + 10 Ω GABARITO 0. A ddp da pilha vai diminuindo à m dida qu a pilha vai s ndo usada. insta ado corretamente em série com o circuito. 1. o indicador d 300 Ω já não “ac d ”.10 ampère. Sobr cada r sistor é aplicado um mat rial qu muda d cor (“ac nd ”) s mpr qu a potência n l dissipada passa d um c rto valor. ( ) O amperímetro. U.0 Ω.10 W. Unicamp-SP Algumas pilhas são v ndidas com um t stador d carga. a int nsidad d corr nt i2 val 125 mA.0 V. O t stador é fo rmado por 3 r sistor s m paral lo como mostrado squ maticam nt na figura abai xo. em operação norma . Com uma ddp m nor qu 9. a pilha é consid rada d scarr gada. constituído d e duas pi has secas de 1. ( ) A âmpada c onsome uma potência e étrica igua a 0. Uma pilha nova é capaz d forn c r uma dif r nça d pot ncial (ddp) d 9. quando em operação. o qu faz os 3 indicador s “ac nd r m”. as resistências dos fios de igação nu as e o amperímetro idea .                                                                                                            . IMPRIMIR Vo tar  84. Com a passag m d corr nt .0 V 0V 4.5 V 1. os r sistor s dissipam potência s aqu c m.10 A. fornecendo. não dissipando energia por Efeito Jou e. A pa rtir d qual ddp a pilha é consid rada d scarr gada? 85. um motor e étrico (M) e um amperímetro (A).25 Ω 0.Cató ica-DF O esquema representa um circuito de corrente contínua.6 V 3. não contr ibui para a resistência tota . cuja eitura. ( ) A corrente e étrica que percorre cada pi ha tem intens idade igua a 0.0 V Ana ise as afirmações a seguir e escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas fa sas.ddp 100 Ω 200 Ω 300 Ω a) Qua a potência tota dissipada em um teste com uma pi ha nova? b) Quando o ind icador do resistor de 200 deixa de “ac nd r”.0 V 100 Ω i2 20 Ω 10 V 50 Ω E1 86. uma âmpada incandescente. UEMS No circuito abaixo. e a tensão e étrica entre seus terminais va e 1. ( ) O motor e étrico M é um receptor.25 Ω A M 1.0 V. uma vo tagem ao circuito igua a 3. portanto.0 V. qu é o m smo para os três indicador s.5 V + 1. O valor d E1 é: 24 a) b) c) d) ) 2.5 V. ( ) Os dois geradores do circuito estão associados em série .

E etrodinâmica Avançar  .FÍSICA .

Suponha d spr zív is as r sistências in t rnas do g rador da bat ria. A partir dessas infor mações. pode-se afirmar que: V R ε A r ( ) a l itura no amp rím tro é d 10 A a l itura no voltím tro é d 2 V. 88. a fc m na bat ria é 12 V. 89.87. com os faróis ligados ou não. ( ) N st tipo d ligação. R1 = 8Ω GABARITO E = 30V M R2 = 5Ω N IMPRIMIR R = 2Ω Ligando os pontos M e N. por um amperímetro idea e por um vo tímetr o idea . a outra ac nd rá m smo assim.E etrodinâmica Avançar                                                  chav                                                                               .5 A. ( ) O s ntido da corr nt no ramo CD é o m smo com a chav ab rta ou f chada. serão a) 2 e 10 d) 3 e 15 b) 2 e 15 e) 3 e 30 c) 3 e 10 Vo tar FÍSICA . UFSE Consid r o circuito létrico squ matizado aba ixo. ou s ja. s uma lâmpa da qu imar. produz uma corr nt contínua usada para mant r a ba t ria constant m nt carr gada. ( ) Ao f charmos a chav . um resistor de resis tência R = 5Ω. uma bat ria r c b ndo carga duas lâmpadas. G. ( ) Ao f charmos a chav . acionado p lo motor. UFGO Nos automóv is xist um g rador (dín amo) qu . U. stab l c ndo uma corr nt m um circuito ond xist uma r sistência R. suas indicações em ampères e em vo ts. L1 L2. a corr nt m cada lâmpada é 2. a corr nt létr ica no g rador é a m sma qu passa m cada lâmpada. 25 R A G B D + C + L1 L2 ( ) Ao passar m p lo int rior do g rador da bat ria. respectivamente. as cargas létricas ganham n rgia létrica. A f m no g rador é 15 V. sucessivamente. d st tipo .Cató ica-GO Na figura dada acha-se esquematizado um circuito contendo: um ge rador de força e etromotriz ε = 12V com r sistência int rna r = 1Ω. um amperímetro e um vo tímetro considerados ideais. A figura abaixo mostra um g rador. C ada lâmpada t m 60 W d potência. ( ) o princípio da cons rvação da n rgia xig qu a potência forn cida p la bat ria s ja dissipada nas r sistências pr s nt s no circuito.

s stiv rmos d scalços m contato co m o chão. por cons guint . III IV II S I IMPRIMIR b) II. a) Quando todos os quipam ntos stão funcionando. GABARITO 91. Voltar FÍSICA . faz rmos um d t rminado s rviço létrico. . os dois fios recebem os nomes de “fas s” (F) “n utro” (N) ou “t rra” ( não “positivo” “n gativo”. todos os outros co mpon nt s l tro l trônicos ficarão s m pod r funcionar. c) O disjuntor J d v s r colocado no fio fas (F) não no n utro (N).90. também. o passarinho qu pod r c b r um choqu létrico é o d núm ro:                                                                                                                                        . d) O fusív l ou disjuntor J stá ligado m séri com o conjunto dos quipam ntos xist nt s na casa. F N J 26 Das quatro afirmativas abaixo ap nas uma stá ERRADA. a corr nt . s o d sligarmos. d) IV. para. o consumo d n rgia. pois. qu ando o d sligarmos. pois. com a guns dos componentes e etrodomésticos identificados. a r sistência létrica quival nt da r sidência aum nta. como m corr nt contínua). pois cada um d l s pod funcionar. UERJ A figura abaixo mostra quatro passarinhos pousados m um circuito no qu al uma bat ria d automóv l alim nta duas lâmpadas. a c asa ficará compl tam nt s m n rgia. b) Todos os quipam ntos d d ntro da r sidência stão m paral lo ntr si. Assinal -a. aum ntando. liminando-s qualqu r possibilidad d risc o d um choqu létrico. Na corrente a terna da das residências (chamada monofásica). c) III. O fio fas m pot ncial létrico d aproximadam nt 220 V m r lação ao n utro ou m r lação a nós m sm s (também somos condutor s d l tricidad ). ind p nd nt m nt d os outros star m funcionando ou não . UFRN A figura abaixo representa parte do circuito e étrico idea de uma residênc ia.El trodinâmica Avançar           Ao ligar-s a chav a) I. por x mplo. S.

UFRJ No circuito esquematizado na figura. U.92. E. 4 âmpadas de 100W. 95. A força e etromo triz tem va or igua a 18 vo ts. o vo tímetro e o amperímetro são ide ais. R1 A i E R4 A R2 R3 Neste caso. sabendo que a resistência interna do gerador é despr ezíve . Ponta Grossa-PR Sobre o circuito de corre nte contínua representado abaixo.0 Ω Ca cu e a indicação do vo tímetro. Ne e são igados: I. 1 microcomputador de 180W. 16) A potência tota forne cida ao circuito é 900 W. 8. um va or igua a: a) 15 d) 35 b) 20 e) 50 c) 25 IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . O amperímetro indica 2. O fusíve recomendado para proteg er o circuito deverá apresentar.E etrodinâmica Avançar                              . determine: a) A intensidade da corrente e étrica i. 93. Cef et-PR Um circuito e étrico de uma residência é servido pe a rede de energia e étrica que apresenta uma tensão igua a 127V.0 Ω V 3.0 Ω A 27 2. em ampères. b) A ddp entre A e B. III. 94. UFR-RJ No circuito létrico abaixo. 02) O va or da f.0 Ω 6. assina e o que for correto: GABARITO 01) A intensidade da corrente e étrica que circu a no resistor R5 = 20 Ω é 1 A. no mínimo. e m. R1 = R2 = 12 Ω e R3 = R4 = 6 Ω. 1 aquecedor de 2500W. 04) A tensão no resistor R1 = 15 Ω é 40 V. 08) A en ergia consumida no resistor R6 = 5 Ω em 2 segundos é 160 J. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas.0 A. do gerador é 180 V. II.

este teria que suportar correntes até 40 A. Para proteção da insta ação e étrica da residência. ss conjunto d células é capaz d g rar t nsõ s d até 480 V. UFSC O quadro abaixo apresenta os equipamentos e étricos de maior uti ização em um a certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. Tempo médio Energia de uso ou diária Quantidade Equipamento Potência funcionamento con sumida diário 04 03 04 03 02 02 01 01 âmpada âmpada âmpada âmpada te evisor chuveiro e étrico máquina de avar ferro e étrico secador de cabe o ge adeira 25 W 40 W 60 W 100 W 80 W 6500 W 300 W 1200 W 1200 W 600 W 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h 200 Wh 28 01 01 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) Somente os dois chuveiros e étricos consom em 195 kWh em trinta dias. a) Faça um squ ma r pr s ntando a associação d ssas células létricas na cauda do poraquê. Num spéc im típico. quan do a corrente u trapassa um certo va or. a despesa correspondente apenas ao consumo da s âmpadas. 08) Se os dois chuveiros forem usados simu taneamente.96. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. é R$ 16.060 V).32. n ss s qu ma. 04) É possíve economizar 32 . Indiqu . isto é. diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro. o cons umo tota de energia e étrica em 30 dias é igua a 396 kWh. 16) Em tr inta dias. interrompendo o circuito. 02) Considerando os equipamentos re acionados. 97. o consumo de energia da ge adeira é menor do q ue o consumo tota dos dois te evisores.El trodinâmica Avançar                                                                                            . estando igados em uma mesma rede e com um único disjuntor. Todos os equipamentos estão igados em uma única rede e étrica a imentada com a vo tagem de 220 V. b) Qual a potência létrica máxima qu o poraquê é capaz d g rar? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o consumo de energia das âmpadas é menor do que o consumo da ge ade ira.0 A.5 kWh em trinta dias. por uni dade de equipamento. GABARITO 64) Em 30 dias. e a e tá igada a um disjuntor.20. 32) Em 30 dias. enfi eiradas em sua cauda. o núm ro n d células létricas qu um poraquê pod t r. Justifiqu a sua avaliação. Vunesp O poraquê (e etro phorus e ectricus) é um peixe provido de cé u as e étricas (e etrocitos) dispostas em série. se o kWh custa R$ 0. uma chave que abre. Cada cé u a tem uma fem ε = 60 mV (0. com d scargas qu produz m corr nt s létricas d int nsidad máxima d até 1.

respectivamente. Pod -s afirmar qu as r sistências létricas dos tr chos AC BC d ss fio são. a fonte é uma bateria de fem ε = 12 V. d) 8. quando ligada. RA = 50 Ω e RV = 10000 Ω. c) 11 8. (Nos seus cá cu os.) IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . A força e etromotriz e do gerador idea va e: 29 a) b) c) d) e) 12 V 10 V 8V 6V 4V 100.0.0 Ω. Os t rminais A C são ligad os à t nsão da r d a chav K. r sp ctivam nt d a) 19 15.0 5. 99. não é necessário uti izar s de três a garismos significativos.98. 4400W/6050W. b) 13 11. V representa um vo tímetro e A um amperímetro. coloca o tr cho AB m curto. o r sistor t m r sistência R = 1000 Ω. m oh ms. Vunesp No circuito da figura.E etrodinâmica Avançar                                                                         . b) em condições reais.0 2. a corr nt létrica qu passa p lo r sistor d 20 Ω tem intensidade 0. Vun sp A figura r pr s nta squ maticam nt o circuito int rno d um chuv ir o létrico cujos valor s nominais são: 220V.0. GABARITO Determine a eitura desses medidores: a) em condições ideais. em que as resistências e étricas da bateria. ) 3. do am perímetro e do vo tímero são r = 1. supondo que o s fios e o amperímetro não tenham resistência e étrica e a resistência e étrica do vo tímet seja infinita. ou seja. Mack nzi -SP No circuito ao lado.4 A.0. despreza do apenas a resistência dos fios de igação.

IMPRIMIR ( ) a corrente entre os pontos C e F era nu a.5 Ω. Uti i zando instrumentos de medidas apropriados.d. e e verificou que o capacitor C estav a carregado.E etrodinâmica Avançar          101. e que ( ) a resistência equiva ente do circuito era 15. ( ) a ddp entre os pontos A e B e ra igua a ddp entre os pontos D e E. em um aboratório de e etricidade.p. Mackenzie-SP Na associação ao 4 µF é: ado.5 V 102.0 V d) 9.0 V b) 4.0.10–8 C c) 3.0. UFGO 8Ω A B C D GABARITO 20 Ω 60 V 20 Ω C 30 Ω H G F E Um estudante encontrou.10–6 C 103.5 V c) 6.10–9 C e) 4. a d.5. entre as armaduras do capacitor de     . UEMS A carga armazenada pe o capacitor do circuito é: 5 ηF 30 9V 2Ω a) 4.5. o circuito acima.10–8 C b) 4.10–7 C d) 4.0 V e) 13.a) 3. Vo tar FÍSICA . ( ) a potência dissipada pe o resistor de 30 Ω era menor do que a potência dissipada pe o resistor de 20 Ω situado entre os pontos B e G.0.

(02) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. A1. causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . a soma das a ternativas corretas. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . induz uma corrente e étrica no paine . conc ui-se: (01) A queda de tensão provocada pe o conjunto das quatro âmpadas equiva e à provocada por uma única 5R âmpada de resistência e étrica igua a Ω. Adm ite-se que a resistência e étrica dos fios de igação é desprezíve e que os medidores são ais. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . a soma das a ternativas corretas. induz uma corrente e étric a no paine . (04) A resistência interna do vo tímetro é infinitamente pequena. podendo.104. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . o f uxo do campo magnético. como respost                                                                            . UFBA O circuito esquem atizado abaixo. Dê. uma chave disjuntora CH. e quatro âmpadas iguais. 02) A eitura de A1 é igua à soma das eituras de A2 e A3. UFMT Sabe-se que é proibido co ocar painéis metá icos embaixo das inhas de a ta tensão. 105. (08) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. cada uma de as com resistência e étrica ôhmica igua a R. A2 e A3. O motivo para essa proibição é que (01) quando o paine é erguido para e o ao fio. L1. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o p aine . o f uxo do campo magnético. o f uxo do campo e étrico. três amperímetros. induz uma corrente e étrica no paine . (08) A eitura de A2 é a mesma de A3. compõe-se de uma fonte de tensão U. como resposta. (04) quando o paine é erguido para e o ao fio. uminosa de L3 diminui. (16) a corrente e étrica induzida no paine é uma corrente contínua. (16) A p otência dissipada pe a âmpada L1 é igua a Ri2. U i 31 A1 L2 A2 L1 L3 L4 A3 CH GABARITO Sendo assim. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato co m o paine . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. um vo tímetro V. a intensidade a. o f uxo do c ampo e étrico. L3 e L4.E etrodinâmica Avançar  (32) Abrindo-se a chave CH. percorrido pe a corrente i. Dê. induz uma corrente e étrica no paine . p or esse motivo. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. L2. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio.

U. III. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Des ocando-se o cursor na direção do ponto B. c) I e II. a potência dissipada no fio é de 50 W. F. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências va em 1 Ω cad a uma. 2m B fio cursor 1m A R r GABARITO As seguintes afirmações são feitas: I. ε = 30 V r sistência int rna r = 1 Ω está ig ada. A ssina e a a ternativa correta.e. como mostra a figura. a eitura no amperímet ro diminui. comprimento 3 m e área de seção transversa S = 2 x 10-4 m2. Na posição indicada do cursor. b) Apenas I. 1Ω 2A 1Ω V 32 107. d) II e III. Com o cursor na posição indicada. UFRJ O esquema da figura mostra uma parte de um circuito e étrico de corrente contínua. O amperímetro A tem resistência R = 3 Ω. a) I e III. Viçosa-MG Uma bateria de f. O vo tímetro está igado em para e o com uma das resistências.106. b) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora fechada.m.                         . a eitura no ampe rímetro é de 5 A. a um fio de resistividade ρ = 20 X 10-5 Ω.E etrodinâmica Avançar   a) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora aberta.m. II.

0 10–6 F. Voltar FÍSICA . b) 60 V. S colocarmos st s condutor s m contato. s R1 = 3 R. VB = 100 V. d) 50 V. C f t-PR Dois condutor s isolados. s R1 = 3 R. construído com 3 r sistor s d r sistência R. ) 40 V. d scarr gado. O ponto S stá fora do plano d finido p los pontos P.El trodinâmica Avançar                                                                                                  . um r sistor “R”. a t nsão no capacitor t nd rá. m volts. Inicialm nt . 110 . uma bat r ia d t nsão U um capacitor d capacitância C. ass ntado nas ar stas d um t tra dro. Acionando-s o int rruptor.108. possu m as s guint s caract rística s: CA = 12 µF. VA = 100 V CB = 8 µF. c) a t nsão ntr os pontos W S é d 2. o int rruptor mantém o circuito ab rto o capacitor. ) n n uma das r spostas a cima é corr ta. A B. pod -s afirmar qu IMPRIMIR GABARITO a) a carga létrica no capacitor é d 2. após t r d corrido um c rto t mpo. s R1 = R. a fixar-s m: a) 0 b) 3 c) 6 d) 9 ) 12 33 109. b) a carga létrica no ca pacitor é nula. ITA-SP Consid r o circuito da figura. c) 0 V. W T. Supondo qu o circuito st ja m r gim stacionário. s R1 = 3 R. Cefet-PR O circuito representado contém um gerador idea “E”. o pot ncial comum s rá: a) 100 V. um r sistor d r sistência R1.0 V. um cap acitor “C” um int rruptor “I”. d) a t nsão ntr os pontos W S é d 16 V.

O c apacitor stá rigidam nt fixado m um carrin o qu s ncontra inicialm nt m r pouso. Por simplicidad . Para qu a sf ra p rm n ça imóv l. A sf ra s ncontra ntr as um capacitor plano. g rando m s u int rior um campo létrico uniform E. a dif d suportar é igual m quilíbrio stáv ra d massa m carga q stá susp nsa por um fio frágil in xt mat rial l tricam nt isolant . vista por um obs rvador fixo ao solo. Na fac int rna d uma das placas ncontra-s uma partícula d massa m ca rga q pr sa por um fio curto in xt nsív l.111. ITA-SP Um capacitor plano é formado por duas placas paral las. O fio é rompido subitam nt a partícula mov -s m dir ção à outra placa. é n c ssário qu                                                                           . l. ITA-SP Uma sf nsív l. é a) b) c) d) ) 34 4qEMa m(M + m) 2qEMa m(M + m) qEa (M + m) 4qEma M(M + m) 4qEa m GABARITO g d 2 a) q V d qV b) d c) q V d qV d) d ) q V d < 15 m g 2 IMPRIMIR < 4 (m g)2 2 < 15 (m g)2 2 < 16 (m g)2 2 > 15 m g Voltar FÍSICA . A v locidad da partícula no mom nto do impacto r sultant .El trodinâmica Avançar                                                    112. Consid r qu não aja atritos outras r sistências a qualqu r movim nto qu s ja M a massa do conjunto capacitor mais carrin o. s paradas ntr si d uma distância 2 a. como mostra a figura. A distância ntr a r nça d pot ncial ntr as m smas é V o sforço máximo qu o fio po ao quádruplo do p so da sf ra. f ito d um placas paral las d s placas é d. consid r ainda a in xistência da ação da gravidad sobr a partícula.

UFSE Cinco resistores são associados como mostra o esquema. é igua a 1) 1 2) 2 3) 3 4) 4 5) 5 A B C 35 115. i2 e i3. UFRN O circuito da figura abaixo i ustra uma associação mista de re+ sistores a imentados por uma bateria que produz as correntes i1.a) I1 = I2 = I3 b) I1 = 2 I2 = 2 I3 c) I1 = 2 I2 = 4 I3 d) I2 = 2 I1 = 4 I3 ) I 3 = 2 I1 = 4 I2 I R R I2 R I I3 R 114. A. cada r sistor t m uma r sistência létrica igual a R a corr nt total do circuito é igual a I. as quais se re a cionam pe a equação i1 = i2 + i3. d r sistência létrica igual a 3Ω cada . I2 I3. UFPE No circuito abaixo. é: R I1                                 . A resistência e étrica equiva ente ao trecho do c ircuito. b) conservação da energia e ét − i2 i1 i2 i3 i3   113. A r lação ntr as corr nt s I1. em ohms. m cada um dos ramos do circuito. vista pe os terminais A e B. B C. conforme a figura. U. A resistência equiv a ente da associação. O princípio imp icitamente uti izado no estabe ecime nto dessa equação foi o da a) conservação do campo e étrico. em Ω. va e a) 270 b) 180 c) 90 d) 45 e) 30 40 Ω 50 Ω A 90 Ω B 40 Ω i1 50 Ω GABARITO 116. Salvador-BA Três fios idênticos. são associados.

e um interruptor desligado.i1 c) conservação do potencial elétrico. S2. L1 e L2. observa que o “relóR gio” passa a mar car mais rapidamente. d) conservação da carga elétrica. após o interruptor S2 ser ligado. um interruptor ligado. S1. R. b) maior que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. c) menor que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. Toda vez que Clara S1 S2 liga o interruptor S2. 220V 117. d) maior que a corrente que circulava antes e a tensão é menor que 220 V. Compõem esse ramo um “relógio L1 L2 medidor de luz”. é: a) igual à corrente que circulava antes e a tensão é maior que 220 V. Isso acontece porque a corrrente que circula no “relógio medid or de luz”. duas lâmpadas.UFRN A figura ao lado representa um ramo de uma instalação elétrica residencial al imentada com uma tensão de 220 V. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrodinâmica .

120. enI3 tre as intensidades de corrente elétrica nos resistores R2 e R3. Sua idéia é tirar energia da tomada do te efone (o que é proibido por ei) e usá a numa situação de emergência. fechando-se a chave K por 5 segun dos. é a) b) c) d) e) 0. estudante do ensino médio. os resistores são ôhmic os e os fios de igação e o gerador são ideais. Unifor CE Considere o esquema ao lado. U. Pode-se dizer que o objetivo de Joãozinho. d) não será a cançado. pe a impossibi i dade de se e evar tensão contínua para tensão a ternada somente com um transformador. Sa vador-BA No circuito. não. I2 No circuito representado. Determine. b) só será a cançado se a i nha te efônica tiver tensão de.E etrodinâmica Avançar                                         ¦          . 4) é necessária uma força de intensidade igua a 15N para cada 1C de carga que atravessa a bateria. porque tensão só pode ser baixada. 3) a potência fornecida pe a bateria para o circuito externo é de 15W. e funciona de forma independente da rede e étrica convenciona . com tensão de 45 V.0 5. U. em jou es. que é de corrente a ternada (CA) e com tensão de 220 V. pensou em fazer um transformador e evador de tensão. 1) a co rrente fornecida pe a bateria é de 15A. a quantidade de ca or que pode ser produzida pe os resistores. 5 ) a energia química que se transforma em energia e étrica é de 15J para cada 1C de car ga que atravessa a bateria. pe a ei de Faraday. 110 V.25 1. c) não será a cançado. Joãozinho. a razão . Sa vador-BA Sendo a força e etromotriz de uma bateria igua a 15V. UFRN A inha te efônica fixa residencia é movida a corrente e étrica contínua (CC) . GABARITO Vo tar FÍSICA .0 4. a) se rá a cançado. e evada.20 0. pe o menos. o rendimento da uminária cairá um pouco em re ação ue e obtido quando a uminária é igada na rede convenciona . Devido a uma freqüente fa ta de energia na inha convenciona de sua casa. mas. para usar na uminária de sua mesa de estudo. 2) a resistência interna da bateria é de 15Ω. 6Ω 2Ω 3Ω K 6V IMPRIMIR 121.0 50Ω R1 40Ω R3 I2 10Ω R2 I3 20Ω R4 60V 36 119.118. e.

A fig ura abaixo mostra o squ ma inicial d Nicéia para ss circuito. a) o int rruptor 1 a tomada. para s faz r um cons rto na instalação. uma tomada e um disjuntor. tanto na parte de baixo como na de cima da escada (através do s interruptores 1 e 2. b)a tomada o disjuntor. ra pr ciso qu .El trodinâmica Avançar                                                                                              . Era preciso que a âmpada pudesse ser igada e des igada. c) o disjuntor o int rr uptor 2. UFRN Nicéia estava aprendendo a fazer insta ações e étricas residenciais e foi enca rregada de fazer uma insta ação na parede atera a uma escada. Essa insta ação deveria conter uma âmpada. conhecidos como interruptores “t r -way”). d)os int rruptor s 1 2. stavam instalados. nquanto qu o fio d nominado “n utro” não apr s nta p rigo. para as finalidad s pr t ndidas. Por outro lado. sta concluiu qu . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . quando o disjuntor foss d sligado. d forma incorr ta. o circuito não of r c ss p rigo d c oqu a qu m fiz ss o r paro. (L mbr -s d qu o fio d nominado “fas ” pod apr s ntar p rigo d c oqu .122. por t r uma dif r nça d p ot ncial m r lação à T rra. p is stá no m smo pot ncial da T rra.) 37 GABARITO Quando Nicéia apr s ntou à sup rvisora o squ ma inicial do trabal o.

C 34. 1 + 4 + 8 22. 20 6. A 25. D 16. V-F-V-V-F 65. 52 37. a) 2A b) 32W 52. F-V-V-V-V 67. V-V-F-V-F-V 50. A 30. E 59. 55 7.25 Ω b) 225 W 14. 37 81. F-V-V-V-F 20. D 17. D 41. F-F-V-F-F 63. A 54. 1 3 39. D 21. E 73. V-V-F-F 35. D 78. D 13. A 8. B 29. B 31. D 77. B 46. A 12. D 4 8. 04 2 8. B 43. 1 + 2 + 8 + 16 49. U = 10V 53.20 45. D 32. a) R = 100Ω b) 1Ω 24. V-V-F-F-F 66. V-V-F-V-F 10. 15 3. 4 + 8 + 16 71.106 J b) R$ 2. A 33. V-V-F-V-F 19. 06 62. 26 64. C 74. E 51. B 69. A 42. F-V-F-F 5.32. D 27. C 18. E 40. E 79. D 56. 50 36. 31 2. C 75. E 11. F-V-V-F-V 38. A 15. B 68.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1 1. 20 60. E 26. a) 55Ω b) 2A 23. V-F-F-F 4. 2 + 4 + 16 72. C IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA . a) 1.E etrodinâmica Avançar   . C 58. 05 9. B 80. 13 61. E 55. A 57. B 70. A 47. a) 0. E 44. C 76.

1 + 2 + 4 + 16 97. a) P = 1. C 99. 36 V 94. C 119.5 W b) U’ = 7. D 86. 1 + 2 + 8 + 16 95. A 110. a) 1 V b) V = O 107.5 — 10–3 A LV’ = 11. C 96. F-V-V-F -F 89.2 82. V-F-F-V-V 87. C 113. C 92. B 103. E 109. A 91. 90 121.4 V 101. A 112. a) 1 A b) 6 V 93. B 100. D 84. C 122. F-V 88. E 114. 5 120. A 83. 1 + 2 + 16 106. A 1 08. D 116. D 117. C 90. E 102. 01 105. a) U m = = 8000 cé u as e étricas ε 1 2 3 n IMPRIMIR G A B A R IT O b) P = 480 W 98. B 118. B 111. F-V-F-V 104. 2 115.3 V 85. a)LV = 12 V LA = 12 — 10–3 A b)LA’ = 12.Eletrodinâmica Avançar    . B Voltar FÍSICA .

El tromagn tismo Avançar                . a segunda. d) o campo magnético é mais intenso no equador. Assim. em quaisquer das duas sugestões. as extremidades A1 e C 2 sofrem repulsão. F. o valor do v tor indução magnética. UFR-RJ Abaixo. b) elas são radiais ao centro d a terra.5 B. d) 0. Unirio T rês barras de ferro de mesma forma são identificadas pelas letras A. que é(são) ímã(s) permanen : a) só A b) só B. B e C. N’ S GABARITO IMPRIMIR 3. M. c) elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. em relação a estas barras. o valor do v tor indução magnética um ponto distant “5d” do fio? a) 4 B. na primeira sugestão e se repelir na s egunda. Triângulo Mineiro-MG A figura representa um ímã em forma de barra. num ponto distant “d” do fio. e) perdem a imantação na primeira sugestão e se atraem na segunda. c) 0.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O 1. c nstant . d) A e B. b) 2 B. na direção normal. F. 2. e) A e C. em quaisquer das duas sugestões.2 B. em relação aos ímãs resultante pode-se afirmar que: a) ambos vão se repelir. podemos afirmar. de efetuá-la na direção longitudinal. d) vão se atrair. n S N 1 Suponha que se pretenda dividir esse ímã em dois e que haja duas sugestões para fazer essa divisão. B1 e B2 e C1 e C2. b) am bos vão se atrair. da linha . qual s rá. m módulo. Quando estas barras são aproximadas vemos que as extremidades A1 e B1 sofrem atração. da linha n. A primeira. c) vão se repelir. Logo em seguida a essa divisão. na primeira sug estão e se atrair na segunda. Voltar FÍSICA . M.4 B. t m módulo “B duplicarmos a corr nt létrica. Itajubá-MG Um fio condutor retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica “I”. mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geog ráficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos. c) só C. ) 2. Suas ext remidades são identificadas por A1 e A2. as extremidades A1 e B2 sofrem atração e as extremidades A1 e C1 so frem atração. e) o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfic N S’ 4. com os pólos magnéticos nas extremidades. Sobre as linhas do campo magnético é c rreto afirmar que: a) elas são paralelas ao equador.

UFSC A figura r pr s nta as lin as d indução do campo magnético t rr str . Os condutor s são p rcorridos por corr nt s létricas d m sma int nsidad . s gundo os istoriador s. atuant sobr as partículas l trizadas qu ating m a T rra nos pólos Sul Nort g ográficos. b) I II. indica qu o pólo sul magnético stá localizado próximo ao pólo nort g ográfico. U. é m nor do qu sobr as partículas qu ating m a T rra no plano do quador. v v II. O magn tismo t rr str l vou à inv nção da bússola. constituindo bom x mplo d movim nto d partículas carr gadas m um campo magnético. a soma das alt rnativas corr tas. Ub rlândia-MG Dois condutor s longos paraA B l los. William Gilb rt. mostradas na figura. UFR-RJ Dois condutor s m tálicos omogên os (1) (2) r tos xt nsos são colocados m paral lo. (64) O módulo do campo magnético t rr str aum nta. sab mos qu f ix s d partículas l t rizadas ( létrons prótons). (04) As lin as d indução do campo magnético da T rra mostra m qu la s comporta como um gigant sco ímã. com v locidad p rp ndicular ao campo magnético t rr str . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 6. Muitos são os f nôm nos r lacionad s com o campo magnético t rr str . qu é lançado no m io ntr os fios no m smo plano d l s. instrum nto ss ncial para as grand s nav g açõ s d scobrim ntos do século XV . prov ni nt s do spaço cósmico. (02) O s ntido das l n as d indução. xplica qu a ori ntação da agul a magnética s d v ao fato d a T rra s comportar como um im nso ímã. com v locidad quas paral la às lin as d indução do campo mag nético t rr str . r sponda as p rguntas propostas: a) Em qu condição a fo rça magnética ntr os condutor s s rá d atração? b) Em qu condição a força magnética nt ondutor s s rá d r pulsão? 7. já utilizada p los c in s s d sd o século X. situados no plano do pap l. (1) GABARITO (2) A partir das informaçõ s acima. m sua obra d nominada D Magn t . como r sposta. A força magnética sobr o próton p. las não são d sviadas porqu a força magnética é nula. (16) Quando par tículas l trizadas ating m a T rra no plano do quador. p – N stas circunstâncias. (08) A força magnética. são f itas as afirmaçõ s: + I. Os dois condutor s t nd m a s afastar. Assina l a alt rnativa corr ta. Assinal a(s) proposição(õ s ) corr ta(s): (01) O s ntido das lin as d indução. A força magnética sobr o létron . Dê. t nd a d slocar o próton no s ntido da corr nt do fio da squ rda (A). apr s ntando dois pólos magnéticos. a) II III. qu é lançado à dir ita dos fios no m smo plano d l s. d) Ap nas I. apr s ntando dois pólos magnéticos. F. c) I III. t nd i a aproximar o létron do fio da dir ita (B).2 5.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                                                                                                                                . são capturados p lo campo ma gnético t rr str . à m dida qu s afasta da sup r fíci da T rra. Atualm nt . com v locidad p rp ndicu lar ao campo magnético t rr str . ( 2) O pólo nort da agul a d uma bússola aponta s mpr para o pólo sul magnético da T rr a. mostradas na figura. indica qu o pólo nort magnético stá localizado pró imo ao pólo nort g ográfico. i III . são p rcorridos por corr nt s iguais opostas. ao passar m nas proximidad s da T rra. Em 1600.

pois as corr nt s létricas têm s ntidos opostos. PUC-PR A figura r pr s nta dois condutor s r tilín os colocados paral lam nt . pois as corr nt s létricas não g ram campo magnético. conform figura. S ndo v = 1. 9. b) continuará r tilín o.0 x 10-2 T sla.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                               . c) 18 x 10-16 N.0 x 105 m/s B = 5. UFRN Com r lação às ondas l tromagnéticas às ondas sonoras. c) têm a m sma v locidad d propagação na água. c) ap nas III. d) 16 x 10-16 N. III. IV. A I. C f t-PR Um f ix r tilín o d létrons apr s nta uma v locidad constant igua l a 105 m/s. pod mos afirmar qu o módulo da força magnética atuand o no próton é a) 8 x 10-16 N. A int ns idad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. ) 12 x 1016 N. i Consid r as afirmativas. → → GABARITO 11. Em c rta r gião do spaço p n tra m um campo létrico uniform qu apr s nta a m sma dir ção s ntido do movim nto dos létrons. 10. é c to afirmar qu ambas a) s propagam no vácuo. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .8. (UFR-RJ) Um próton é lançado com cidad constant V numa r gião ond xist → ap nas um campo magnético uniform B. ) s rá o d um movim n to armônico simpl s. Os condutor s ficam suj it os a forças d orig m magnética. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. ) ap nas I. mas com a v locidad progr ssivam nt d cr sc nt . d) II III. É corr ta ou são corr tas: a) I IV. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A corr spond à soma das int nsidad s dos campos criados p la corr nt létrica m cada condutor. II. d) são polarizáv is. b) ap nas II. Os dois condutor s stão subm tidos a uma corr nt létrica d m sma int nsidad i. b) pod m s difratar. b) z ro. c) d scr v rá um arco d parábola. con form a figura abaixo: → → 3 B → V A v locidad V o campo magnético B têm m sma dir ção m smo s ntido. d ) s rá o d uma licóid com o ixo paral lo ao campo létrico. O movim nto d scrito por ss f ix : a) s rá o d um movim nto circular uniform .

Juiz d Fora-MG Um ímã é movim ntado p rp ndicularm nt ao plano d uma spi ra. o ímã é aproximado da spira. na figura. como mostrado. d pois pára por um instant ntão é afastado. p rp ndicular ao plano da página dirigido para d ntro d sta. III. UFMG Na figura. F. – – – – – – – 4 P B → + + + + + + + Uma partícula com carga létrica positiva é colocada no ponto P. Consid rando ssas informaçõ s. O ímã não c ga a ntrar na spira. Inicialm nt . U. III. como mostra a figura. situado ntr as plac as. xi st um cam→ po magnético uniform B. carr gadas com cargas d m smo valor absoluto d sinais contrários. 13.    . assinal a alt rnativa m qu m l or stá r pr s n tada a traj tória da partícula após s r solta no ponto P. m função do t mpo (t)? G a) b) i i IMPRIMIR t t c)                                                                       d) I  c) II  b) I   II. Entr ssas placas. p lo símbolo .a) som nt II. stão r pr s ntadas duas placas m tálicas paral las. N S Qual dos gráficos abaixo pod ria r pr s ntar o valor absoluto da corr t ( i ) obs rvada no galvanôm tro G. ficando s mpr à dir ita la. a) b) c) P d) P GABARITO P P 14.

Afirma-s : I. a spira t nd a girar no s ntii do orário. a spira t nd a s afastar do fio. II. São corr tas: ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○                                . III.El tromagn tismo Avançar ○ ○ I 12. U.i d) i t t Voltar FÍSICA . situados num plano. Viçosa-MG A figura mostra um fio r tilín o muito longo p rcorrido por um a corr nt i uma (A) spira r tangular p rcorrida por uma corr nt I. a força magnética no ramo v rtical dir ito fio (A) da spira é orizontal dirigida para a squ rda. F.

a b ngala é um ímã o aro é uma spira m tálica circular.0 • 10–2 T. A idéia básica na qual se fundamenta a leitura magnética é a seguinte: va riações nas intensidades de cam os . Considerand o as informações acima. II. Pod -s supor qu o plano da spira s ja mantido p rp nd icular às lin as d indução magnética durant o movim nto r lativo. Com esse ex erimento ode-s e dizer que a carga do méson é ositiva. roduzidos ela fita ou elo disco em movimento . cujo valor é 3. a) A enas I é cor reta. Se desligarmos o cam o elétrico +x (E = 0) o feixe descreverá uma trajetória circular contida no lano xz. od emos mencionar a gravação e a leitura magnéticas. a) magnéticos – magnetização b) magnéticos – correntes elétricas létricos – correntes elétricas d) elétricos – magnetização e) elétricos – cargas elétricas 5 GABARITO 18. qu s iluminam p rman c m iluminadas nquanto é mantido o m ovim nto r lativo ntr os dois obj tos.0 • 108 m/s). Sobre esse fato. de 1.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤   ¤  ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤   ¤ ¤                       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ . a ssim como os metais (facas e tesouras). Na r alidad . +z IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UERJ Um mágico passa uma b ngala por d ntro d um aro. 16. UFRS Selecione a alternativa que reenche corretamente as lacunas no texto abaixo.F. atraía raios que a danificavam. U. na direção +y.15. d 40 m d raio.40 s. anali+y se as seguintes afirmativas e res onda de acordo com o código.0 T em 0. Entre inúmeras a licações. UFSC No início do eríodo das grandes navegações euro éias. que ficavam geralmente no convés. 04) o aque cimento do ar roduzido elos raios odia desmagnetizar a bússola. B. dando origem a sinais qu e são de ois am lificados. calcule a força eletro motriz induzida na es ira. O cam o magnético tem módulo B 1. induzem em uma bobina existente no cabeçote de leitura.0 • 106V/m na direção +x. nesta região também há → um cam gnético uniforme. 16) as gotas de chuva elet rizadas elos relâm agos odiam danificar a bússola. corria-se o ri sco de ter a bússola danificada no meio do oceano. desloca-se com velocidade c/3 (c é a velocidade da luz no vácuo. b) I II são corretas. I. as tem estades eram muito temidas. con hecidas como mésons. 17. usadas em fitas magnéticas e discos de com utadores. e assa nesta região em linha reta na direção +z. c/3 c) I e II são corretas. Consid rando π 3 e adm itindo que o cam o magnético varie de zero a 1. Materiais com ro riedades magnéticas es eciais têm a el muito im ortante na tecnologia moderna. em uma região do es aço há → um cam o elétrico uniforme. é CORRETO afirma r que: 01) a agitação do mar odia danificar ermanentemente a bússola. 02) a bússola. cont n do p qu nas lâmpadas. d) A enas II é correta. E III. Além da fragilidade dos navios. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 08) o cam o mag nético roduzido elo raio odia desmagnetizar a bússola. Viçosa-MG Conforme re resentado na figura abaixo. 32) a forte luz roduzida nos r elâm agos desmagnetizava as bússolas. Um feixe de artículas eletricamente carregadas. E.

ele verifica que a agulha magnética orientase na direção Norte-Sul. sofrerá ação de uma força radial em direção ao fio. Fechando o circuito. e) geram um cam o magnético que se soma ao cam o magnético terrestre. rovocando o desvio da agulha. então o elétron não sofrerá desvio. A ermeabilid ade magnética do vácuo é de 4π x 10-7 T. no onto P. o cam o magnético é nulo. Nessas condições. é correto afirmar: A I B I GABARITO a) Sobre os fios condutores a arecem forças atrativas. 16 Se a velocidade do elétron estiver dirigida ortogonalmente ao lano do fio. U.m/A. sofrerá ação de uma força de sentido contrário rente e de módulo 6.4 x 10-16N. 02) O cam o magnético. Pelotas-RS Pedro realiza ex eriên– + cias no Laboratório de Física de sua esco la. 1) As linhas de indução magnética. U. b) No onto A. F. ocasionando desvio. e) Correntes elétricas em condutores não ge ram cam os magnéticos ao seu redor.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . U. d) geram um cam o magnético uniforme. orém de sentidos o ostos.6 x 10-19C) está se movendo com veloci dade v = 1.6 19. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Maringá-PR Um fio retilíneo longo trans orta uma corrente de 100 A. Considerando qu e os fios estejam róximos um do outro. 08) Se a velocidade do elétron for aralela ao fio e no sentido da corrente. de forma que a agulha tende a orientar-se er endicularmente a ele. 21. são circunferências concêntricas com io e em lanos ortogonais. c) Sobre os fios condutores a arecem forças re ulsivas.0 cm deste fio. ao assar elo onto P. d) No onto B. devido à corrente. utilizando a montagem mostrada na figura abaixo. Pedro acha estranho que uma corrente elétrica ossa influenciar a orientação de um ímã. numa direção er endicular ao condutor. a força magn ca sobre o elétron. E. 20. assando em um onto P a 5. Um elétron (e = 1. tem módulo 0. Com o circuito aberto. 04) Se o elétron estiver se movendo no lano do f io. c) geram um cam o elétrico que interfere com o cam o magnético d a agulha. no onto P. caso exista. será er endicular à sua velocidade e ao cam o magnétic o. b) geram um cam o elétrico uniforme que tende a anular o efeito do cam o magnético terrestre. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. Londrina-PR Dois longos fios condutores retilíneos e aralelos são ercorridos or correntes elétricas de mesma intensidade. a agulha movimenta-se e orientase.0 x 107 m/s. os módulos dos cam os magnéticos gerados elos dois fios condutores são somados. 32) Em qualquer situação. a roximadamente. que se encontra exatamente e ntre os dois fios.4 mT e di reção er endicular ao lano do fio. er endicularmente e em direção a este. assinale o que for correto. E. Para ajudá-lo a com reende o que está acontecendo. d e forma que uma corrente elétrica ercorra o fio. você ex lica que as cargas elétricas em movimento no fio a) g eram um cam o magnético cujas oscilações rovocam desvios em todos os ímãs nas roximidade s do fio.

ter emos uma dd menor no enrolamento secundário. UF RS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo . 04) A energia no enrolamento rimário é igual à energia no enrolamento secundário. é correto afirmar: ( ) A corr ente elétrica do enrolamento secundário não influi no funcionamento do rimário. 02) Se ligarmos os terminais do enrolamento rimário a uma bateria de 12 V. com os ólos norte (N) e sul (S) na osição indicada. de modo a ind uzir nessa es ira uma corrente contínua. estão re rsentados uma bobina (fio enrolado em torno de um tub o de lástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. N ímã S i R bateria 7 Com base nessas informações. ligação elétrica entre o condutor do enrolamento rimário e o do secundário. assinale o que for correto: 01) A otência elétrica na entrada do enrolame nto rimário desse transformador é igual à otência elétrica na saída do enrolamento secund o. 16) A transferência de otência do enrolamento rimário ara o enrolamento se cundário não ocorre or indução. ( ) A corrente elétrica é sem re a mesma nos e nrolamentos rimário e secundário. ( ) O t ransformador só funciona com corrente elétrica variável.22. caracterizando o rincí io da conservação de en ergia. Próximo à b obina. a) se o õe – necessária d) é favorável – desnecessária b) se o õe – desnecessária e – desnecessária c) é favorável – necessária IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFMG Na figura. U. d) o ímã é re elido ela bobina. 08) As correntes nos enrolamentos rimário e secundário desse transformador são iguais. o agente que movimenta o ímã sofre o efeito a o avanço do ímã. a energia elétrica é transmitida do rimário ara o secundário. está colocado um ímã. sendo a realização de trabalho de uma força que ara efetuar o deslocament do ímã.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . é CORRETO afirmar que a) a bobina não exerce força sobre o ímã ) a força exercida ela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R. c) a força exercida ela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida elo ímã sobre a bo a. Quando um ímã é a roximado de uma es ira condutora mantida em re ouso. ( ) A difere nça do otencial nos terminais do enrolamento secundário é sem re menor que a diferença de otencial nos terminais do rimário. E ntretanto. 23. E. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 25. UFPR Sabe-se que em um transformador não há. 24. O ímã e ina estão fixos nas osições mostradas na figura. A artir dest es fatos e dos conhecimentos sobre eletromagnetismo. ( ) É a variação do fluxo do cam o magnético nos enrolamentos que ermite a transmissão da energia elétrica. Ponta Grossa-PR Sobre um transformador ideal em que o número de es iras do enrolamento secundário é menor que o do enrolament o rimário. neces sariamente.

Pode-se afirmar que são corretas a enas: a) I e II b) III e IV c) I. er endicular ao lano da ágina. Os vetores v e B estão no lano XY. II e IV 8 27.26. ercorrido or corrente contínu a. Na mesma região. vê-se que a limalha de ferro forma linhas aralelas e eqüid istantes dentro do solenóide. formando um ângulo de 30º com o cam o magnético B de intensidade 15 T. II e III. imantamse e com ortam-se Fig. b) A e nas em II. Figura IV: Fazendo as es iras de um solenóide. Potiguar-RN Pode-se obter o as ecto das Fig. e) Em I. atravessarem o a el. colo cada sobre um ímã em forma de ferradura. As artículas de ferro. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético varia no tem o. alinhando-se com o Fig. Qual o módulo. Maringá-PR Uma carga Q = -3C desloca-se com velocidade v = 4 m/s. Em qu ais dessas situações ocorre indução de corrente elétrica na es ira? a) A enas em I. da força magnética que atua na carga? 1 Dados: Sen 30º = 2 Cos 30º = 3 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . II e III d) I. II. A es ira assa a girar em torn o do eixo OO’ e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Figura I: Re resenta a d istribuição da limalha de ferro na folha de a el. d) A enas em I e III. Figura III: Um fio. na região do cam o magnético. c) A enas em III. E. O B O’ Considere as seguintes situações: I. Figura II: Re resenta a distribuição da limalha de ferro na folha de a el. IV como equenos ímãs. U. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. de intensidade B. II linhas de indução de u ma região de cam o magnético sal icando limalha de ferro sobre uma folha de a el co locada horizontalmente. ercorrido or corrente contínua. I Fig. 28. III vetor indução magnética. UFRS A figura abaixo re resenta uma es ira condutora quadrada. existe um cam o magnético uniforme. colocada sobre um ímã em forma de bar ra. em Newtons. U. inicialmente em re ouso no lano da ágina. na direção do eixo x . III. atravessa um edaço de a el e a limalha de ferro se arruma conforme a fi gura. Analise as afirmações abaixo e as figuras ao lado.

(02) A ener gia cinética de rotação da turbina é arcialmente transformada em energia elétrica.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ figura I – arte dianteira da bicicleta lâm ada ¤ 29. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ e ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . e) uma caneca de alumínio. é diretamente ro orcional à sua resistência e invers amente ro orcional à corrente elétrica que o ercorre. ara efeito da distribuição de energia em cabos de alta tensão. (08) Os transformadores situados na u sina têm. ara a lâm ada funcionar. ode-se afirmar: a) A e nergia or unidade de tem o emitida ela lâm ada mostrada na figura I não de ende da velocidade da bicicleta. a fim de transitar à noite co m maior segurança. num alternador. Unifor-CE Um ímã. e finalme nte é distribuída através de cabos de alta tensão. b) um rego. em dado instante. o fenômeno de indução eletromagnética.figura II – re resentação esquemática. onde é gerada a corrente elétrica. Num dínamo de bicicleta. UFRN Ao término da sua jornada de trabalho. c) uma lâmina de barbear. onde existe um ímã rmanente. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Pedro Pedreiro enfrenta com sereni dade a escuridão das estradas em sua bicicleta orque. o sentido co rreto da corrente elétrica induzida é do onto Q ara o onto P. 31. usando -se. a energia da queda d’água é transformada em energia cinét ica de rotação numa turbina. com certez a. (16) Os transformadores conv ertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. UFRN Numa usina hidrelétrica. (04) A resistência elé de um cabo de transmissão é diretamente ro orcional ao seu com rimento e inversame nte ro orcional à sua área de secção transversal. a arte fixa (estator) é constituída de bobinas (es ira s). b) No instante re resentado na figura II. e de uma arte móvel (rotor). do dínamo visto or dentro lâm ada dínamo P Q N bobinas (es iras) fixas S ímã rotor ( arte móvel) 9 Face à descrição acima e com o auxílio de conhecimentos de Física. num cabo de transmissão. em seguida em energia elétrica. (32) A erda de energi a elétrica. NÃO atrai a) uma arruela de ferro. d) uma anela de ferro. Os rincí ios físicos envolvidos na rod e distribuição de energia ermitem afirmar: (01) A queda d’água rovoca uma erda de ene rgia otencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. ele colocou em sua bicicleta um dínamo que alimenta uma lâm ada de 12 V. 3 0. que gira devido ao contato do eixo do rotor com o neu da bicicleta. c) A conversão de ene rgia mecânica em energia elétrica ocorre devido à variação tem oral do fluxo magnético nas s iras (figura II). ara essa transformação. menor número de es iras na bobina rimária do que na bobina secundária. d) A velocidade angular do rotor (figura II) tem que ser igu al à velocidade angular do neu da bicicleta (figura I).

exa mine a situação física descrita em cada alternativa e a justificativa (em negrito) que a segue. S 33. 4 e) no ponto 4. b) nos pontos 1. sofre a ação de uma força er endicular à sua velocidade orque a corrente no fio roduz um cam o magnético ao seu redor. com carga elétrica igual a 8 — 10–19 C cada se movem em trajetória circular com velocidade de módulo constante e igual a 3 — 105 m/s. Quanto a esse P ex erimento. ou afastado. 1 2 3 c) no ponto 2. Nessas c ondições. ( ) Dois fios metálicos a ralelos ercorridos or correntes de mesmo sentido se atraem orque cargas de si nais contrários se atraem. são percorridos por correntes e létricas. Nesse ex erimento deve-se a roximar e N afastar. longos e p aralelos. surge em P (na extremidade das es iras) um ólo sul que tende a acelerar o ímã. que atua sobre o elétron. É correto afirmar que a) a força magnética entre os condutores será de atração se correntes forem de mesmo sentido. Considera ndo apenas os quatro pontos indicados. c) a força magnética entre os condutores será sempre de atração. a corrente elétrica induzida será máxi a. ( ) Quando dois ca acitores diferentes são ligados em aralelo à mesma bateria.32. sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme de intensidade 2 — 10–1 T. GABARITO 35. Unifor-CE No esquema estão representadas as posições relativas de dois ímãs idênticos c m pólos nas extremidades. 3 e 4 nas proximidades dos ímãs. 10 34. ao assar róximo de um fio ercorrido or uma corrente. é correto afirmar: a) Ao se a roximar o ólo norte do ímã das es iras. UFPR Considerando os conceitos e a licações da eletricidade e do magnetismo. mantendo-o A nessa osição. UFSE Dois fios condutores. determine. 36. d) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o elétrico induzido variável.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . o ímã d o conjunto de es iras. d) a força nética entre os condutores será de atração se as correntes forem de sentidos opostos. e) não aparecerá força magnética entre os condutores. ( ) Um transformador funciona com corrente alternada orque a corrente no rimário roduz um fluxo magnético variável que gera uma força eletromotri z induzida no secundário. ( ) Um elétron. continuamente. (U. U. e) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o magnético induzido de intensidade variável. Q a roximando-o da es ira. o módulo da força centrípeta que age sobre cada partícula. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Londrina-PR) O ex erimento ao lado ode ser usado ara roduzir ene rgia elétrica. ( ) O motor de um eletrodoméstico funciona quando ligado à t omada orque ocorre dissi ação de energia or efeito Joule. Considere corretas as alternativas em que a justificativa ex lica a ro riadamente a situação. não altera o valor da corren te elétrica induzida. em 10–15 N. colocados a pequena distância um do outro. d) nos pontos 2 e 4. 2. 2 e 3. e os pontos 1. c) A velocidade com que o ímã é a roximado. o campo magnético gerado por esses ímãs pode se r nulo SOMENTE a) nos pontos 1 e 3. b) a força magnética entre os condutores será sempr e de repulsão. Salvador-BA Várias artículas idênticas. b) Ao se osicionar o ímã mu ito róximo das es iras. E. o de maior ca acitância adquire maior carga orque a carga num ca acitor é igual ao roduto de sua ca acitância ela diferença de otencial entre suas lacas.

m induzida na espira é a) crescente. ( ) Dois f ios longos percorridos por correntes de mesmo sentido experimentam uma força repul siva. apenas no intervalo de 0 a 4 s. 38. 40. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . conduzindo corrente elétrica i. no intervalo de 4 s a 6 s. no interior de um campo magnético. B(T) 4 → B → 11 0 2 4 6 8 10 12 t(S) 4 É correto afirmar que a f. b) par alela ao plano da figura e para a esquerda. é sempre uma circunferência. e) dec rescente no intervalo de 6 s a 10 s. → A intensidade do vetor B varia com o tempo de acordo com o gráfico abaixo. e) elétrico constante e perpendicular ao plano do conduto r. ( ) A força exercida pelo campo magnético sobre uma partícula que se move no int erior é sempre perpendicular à sua velocidade. conforme indicado. PUC-RS A figura abaixo representa um fio metálico longo e retilíneo. c) magnético variável e não-paralelo ao plano do condutor. Supondo-se um condutor em forma de espira retangular contido num plano. perpendicularmente e para fora do plano da figura. b) crescente.Eletromagnetismo . perpendicular ao plano de uma espira circ ular. c) perpendicular ao plano da figura e para dentro. d) decrescente. PUC-RS O fenômeno da indução eletromagnética é us ado para gerar praticamente toda a energia elétrica que empregamos. Um próton mo ve-se com velocidade v. nos intervalos de 0 a 4 s e 10 s a 12 s. UFS E Aplica-se um campo de indução magnética B.37. A força magnética que age sobre o próton é v +q i a) paralela ao plano da figura e para a direita. d) elétrico constante e paral elo a plano do condutor. ( ) O módulo do campo magnético representa a força que atua em uma c arga de prova por unidade de velocidade. como mostra a figura. no plano da figura. c) nula.e. apenas no intervalo de 6 s a 8 s. Unicap-PE ( ) As regiões de um ímã onde as ações magnéticas são mais intensas denomi -se pólos magnéticos. ( ) A trajetória descrita por uma partícula carregada. uma corrente elétrica é in duzida através dele quando ele é submetido a um campo a) magnético variável e paralelo a o plano do condutor. d) perpendicular ao plano da figura e para fora. e) nula. 39. b) magnético constante e perpendicular ao plano do condutor.

Avançar .

existe um campo elétrico e um campo magnético. se atraem. b) se magnetiza e o pólo norte é o la do PQ. e) se magnetiza e o pólo norte é o lado NP. Para que a partícula descreva o movimento circular unifo rme de raio 2R é necesário que tenha ————— da massa ou ————— do módulo da velocidade ou ain ga elétrica. B Q P 12 42. c ada metade constitui um pólo magnético.o dobro . assinale a opção que apresenta a afirmativa correta: a) É possível isolar os pólos de um ímã. c) se magnetiza e o pólo norte é o lado QM.o dobro . se os fios a serem torc idos forem percorridos por correntes de a) mesmo valor e mesmo sentido. c) valores diferentes e sentidos contrários. na mesma direção do campo. b) Imantar um corpo é fornecer elétrons a um de seus pólos e prótons ao outro.o dobro x x x x d) o dobro . para se evitarem efeitos magnéticos em pontos distantes do equipamento. como mostra a figura. 45. 44. A alternativa que completa o enunciado acima.o dobro R c) o dobro .a metade V e) a metade .Eletromagnetismo Avançar . a tela fluorescente de um televisor. na qua l incidem elétrons. d) uma carga elétrica sofre desvio quando se desloca num campo magnéti co. é: V V a) a metade . e) dois fios paralelos. juntos. não deve sofrer influência magnética das correntes que fluem em outr as partes do aparelho. Por exemplo. Esses ef eitos magnéticos indesejáveis serão evitados com maior eficácia. UFSE Uma chapa de ferro quadrada é submetida a um campo magnético uniforme de → in dução B.41.o dobro . M N É correto afirmar que a chapa a) não se magnetiza. com correntes em sentidos opo stos. U. d) Car gas elétricas em movimento geram um campo magnético. senão ocorreriam distorções ou interferências na imagem. c) Ao edor de qualquer carga elétrica.a metade . b) um campo magnético é capaz de acelerar uma ca rga elétrica estacionária.a metade x V x x x 43. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . em x x x x B seqüência. UFRN Em alguns equipamentos eletroeletrônicos costuma-se torcer. c) uma carga elétrica em movimento cria em torno de si um c ampo magnético. ond e há outros dispositivos. b) mesmo valor e sentidos contrários. os fios que transportam correntes elét ricas. Acafe Uma partícula eletrizada negativamente descreve um movimento circular un iforme de raio R em um campo magnético uniforme. c onforme o esquema abaixo. d) se magnetiza e o pólo norte é o la do MN. Unifor-CE A experiência de Oersted comprovou que a) dividindo-se um ímã ao meio. d) valore s diferentes e mesmo sentido.o dobro x x x x b) o dobro .o dobro . Potiguar-RN Com base nos estudos da teoria eletromagnética . perpendicular ao plano da página.

a força magnética fará com que elas descrevam um movimento circular uniforme. a espira não sofre rot ação (o plano da espira é sempre perpendicular ao campo magnético) e atravessa a região do campo magnético nos dois sentidos do seu movimento. Voltar FÍSICA . (16) O sentido d a corrente induzida enquanto a espira está entrando na região do campo magnético. no ar. com carga q é lançada em → uma região com campo magnético uniforme (B) e → vel dade v como mostra a figura abaixo. A força magnética tem direção perpendicular à direção da v cidade. d) Todas são corretas. → q GABARITO → → v B Em relação ao efeito do campo magnético sobre a partícula quando se movimenta nessa região . IV.Eletromagnetismo Avançar . UFSC Uma espira retangular de fio condutor é posta a oscilar. x x x x x x x x x x x x x x x x B 13 Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): (01) Como a espira recebe energia do campo m agnético. 47. III. cujo raio seja a metade do lado maior d a espira retangular. é opos to ao sentido da corrente induzida enquanto a espira está saindo da região do campo magnético. A força magnética fará com que a partícula descreva um movimento circular. ela levará mais tempo para atingir o repouso do que se oscilasse na ausência dos ímãs. c) Somente IV é correta. O módulo da velocidade mantém-se constante. e) Todas são falsas. mas a direção e se ntido mudam a cada instante. conforme está representado na figura abaixo. (64) As correntes induzidas que aparecem na espira têm sempre o mesmo sentido. a soma das alternativas corretas. II e III são corret as. Se a carga q é lançada com velocidade v perpendicular a B. Dê. UFMA Um a partícula. b) Somente I. como resposta. pois será freada pelo campo magnético. (08) A espira levará menos t empo para atingir o repouso.46. Ao oscilar. podemos afirmar que: I. II. (04) Parte da en ergia mecânica será convertida em calor por efeito Joule. perpendicular ao seu plano de os cilação. (02) O campo magnético não influencia o movimento da espira. atravessa ndo em seu movimento um campo magnético uniforme. IMPRIMIR Em relação às afirmativas acima: a) Somente I é correta. (32) Os valores das correntes induzidas não se alteram se substituímos a es pira retangular por uma espira circular.

para fora da fo ha de pape e. e ntre os quais se encontra uma espira condutora retangular. (04) A corrente i gera. haverá uma corrente e étrica induzida. para dentro da fo ha de pape . o que corresponde ao princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua. a soma das a ternativas corretas. com centro em CD. devido à ddp VPQ e pode girar livremente em torno do seu eixo cent ral LM. um campo magnético de inhas de f uxo circu ares. (08) As forças magnéticas q ue atuam nos segmentos AB e CD evam a espira a girar em torno do segmento LM. orientada para dentro dessa fo ha. no fio CD. UFBA A figura abaixo mostra a seção frontal dos pólos norte (N) e sul (S) de um ímã. com o resposta. as quais são orientadas. (16 ) Na situação mostrada na figura. no qua B é a intensidade do campo magnético devido ao ímã e λ é o comprimento do fio AC. submetida a uma difer ença de potencial entre os pontos P e Q. N A B P 14 L Q C S D M De acordo com a situação descrita. (02) O segmento AB está submetido a uma força agnética perpendicu ar ao p ano da fo ha de pape . VPQ = VP – VQ > O. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .E etromagnetismo Avançar                      .48. (32) À medida que a espira gire. acima de CD. A espira é percorrida por uma corrente i. o f uxo do campo magnético gerado pe o ímã através da esp ra é nu o. abaixo de CD. Dê. é correto afirmar: (01) O segmento AC da espira está submetido a uma força magnética de módulo Biλ.

49.100 T 50. uma corrente que entra nesse p ano. Nessas condições.00 m/s. ITA-SP Uma barra metá ica de comprimento L = 50. Por dois de es (•). sendo de 3.0 cm faz contato com um circui to. fechando-o. nos vértices de um triângu o isósce es. Fuvest-SP Três fios verticais e muito ongos atravessam uma superfície p ana e h orizonta .150 T 0.00 Ω.300 T 0. passa uma mesma corrente que sai do p ano do pape e pe o terceiro (X). Vo tar FÍSICA .75 10–3 N a intensidade da força con stante ap icada à barra.225 T 0. Desprezando-se os efeitos d o campo magnético terrestre. a direção da agu ha de uma bússo a.a em movimento uniforme com ve ocidade v = 2. A resistência do circuito é R = 3.E etromagnetismo Avançar                             . A área do circuito é perpendicu ar ao campo de indução magnética uniforme B. seria me hor representada pe a reta GABARITO IMPRIMIR a) b) c) d) e) A A’ B B’ C C’ D D’ perpendicu ar ao p ano do pape .200 T 0. o módu o de B é: 15 a) b) c) d) e) 0. como na figura abaixo desenhada no p ano. para mantê. co ocada eqüidistante de es.

p enetre em uma região do espaço onde exista um campo magnético B0. Na segunda. V0 B0 Qua dos gráficos abaixo me hor representa o módu o da ve ocidade V da partícu a em fu nção do tempo t após a mesma ter penetrado na região onde existe o campo magnético: (01) (01) V (02) (02) V (04) (04) V 16 (08) V0 V0 V0 t (08) V t (16) V t (16) V0 V0 t t Dê. contida no p ano da página. num campo e étrico. 52. conforme a figura abaixo. com ve ocidade V0. num campo gravitacion a e num campo magnético. UFMT Suponha que uma partícu a. a soma das a ternativas corretas. perpendicu armente. constante e perpendi cu ar ao p ano da página. UFGO Uma esfera de massa m e carga q<0 é ançada. a esfera foi ançada a                    . como mostram as figuras a seguir: +++++++++++++++ d/2 v d E Terra B v g v GABARITO d/2 A primeira figura esquematiza um capacitor cuja distância entre as p acas é d e a es fera foi ançada a uma distância d/2 de cada p aca. como resposta.51.

a força tem a mesma direção po os campos e étrico e gravitaciona indicados ona devida a e es tiverem a mesma intensidade. ( ) O traba ( ) Para os campos e étrico.uma distância d. eti íneo uniforme. ( ) Se atuarem ao mesmo tem acima e as forças e étrica e gravitaci a esfera descreverá um movimento r                   . ( ) As trajetórias seguidas pe as esfe ras em cada um dos campos são as indicadas nas figuras abaixo: g parábo a E parábo a semicírcu o B IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . próxima da superfície da Terra. gravita que o campo.E etromagnetismo Avançar     ( ) Para a situação acima. o traba ho rea izado ho rea izado pe a força gravitaciona foi mgd. ciona e magnético. pe a força e étrica foi qEd.

então.10–5 T 2.10–5 T 3.10–5 T 54. Maringá-PR Considere a associação de ca acitores re resentada na figura abai xo.10–5 T 2.10–7 Tm A i a) b) c) d) e) 4.0 Ampéres. no sentido horário.53.5. 16) se C2 e C3 forem idênticos e K2 e K 3 reencherem todo o es aço entre as lacas dos ca acitores. 55. é correto afirmar que: 01) a ca acidade resultante de ende dos valores numéricos de K2 e K3 . Dê como res osta a soma das alternativas corretas. Qua a intensidade do ve tor indução magnética no centro da espira? µ0 = 4π. UFPR Considere um ca acitor com osto or duas lacas condutoras aralelas q ue está sujeito a uma diferença de otencial de 100 V. UEMS A figura representa uma espira circu ar de raio 4p cm. 02) a equação dimensional da energia armazenada no ca acitor C2 é dada or [L]2 [M] [T]-2 04) a energia fornecida elo gerador de força eletromotriz é igual à soma da ene rgia dissi ada nos condutores e à soma das energia armazenadas nos ca acitores C1. lo go. ficam associados em aralelo entre si. E. percorrida por u ma corrente de intensidade 4. C2 e C3. a ca acitância de C3 será maior que C2. 08) C2 e C3 estão submetidos a uma mesma diferença de otencial elétrico. se K3 > K2. re resentado na figura abaixo : + + + + + + + + + + A – – – – – – ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . U. 17 GABARITO Sendo K2 e K3 constantes dielétricas e des rezando-se os efeitos de borda.10–5 T 5.

a carga elétrica em cada laca te rá módulo igual a 10. será ace lerado em direção à laca A.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) Um elétron que estiver localizado entre as lacas.0 µC. ( ) Ent re as lacas há um cam o elétrico cujo sentido vai da laca B ara a laca A.00 µF. ( ) Este ca acitor ode ser usado como um ele mento ara armazenar energia. a c a acitância do ca acitor irá du licar. ( ) Se a distância entre as lacas for reduzida à metade. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) Se a ca acitância deste ca acitor for igual a 1.– – – – B É correto afirmar: ( ) O otencial elétrico na laca A é maior que na laca B.

Próximo à barra e fi xo verticalmente. II e III 57. 18 Des rezando efeitos dissi ativos. Fuvest-SP Um ímã cilíndrico A. encontra-se um longo ímã B. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido ho rário. ode-se afirmar que a velocidade da artícula tem direção: B P IMPRIMIR a) b) c) d) e) horizontal e sentido ara a direita.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ITA-SP Uma es ira circular de raio R é ercorrida or uma corrente i. (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido anti-horário. vertical e se ntido ara baixo. é constituído or a) ) I e II c) II e III d) I e III e) I. Voltar FÍSICA . em função da osição x de seu centro P. Sabendo-se que a força magnética equilibra o eso da artícula. vertical e sentido ara cima. são. o conjunto de todos os gráficos que odem re res entar a velocidade V do ímã A.56. horizontal e sentido ara a esquerda. Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocida de V. 58. qualquer. (i1 / i) = 2 e a c orrente na es ira no sentido horário. As condições que ermitem que se anule o cam o de indução magnética no centro d a es ira. res ectivamente GABARITO a) b) c) d) e) (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido horário. com velocidade V er endicular ao vetor indução magnética B. cujo ólo S encontra-se muito longe e não está re resentado na figura. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido anti-horário. A uma distância 2 R de seu centro encontrase um condutor retilíneo muito longo que é ercorrido or uma corrente i1 (conforme a figura). desde que er endicular ao vetor B. ode de slocar-se sem atrito sobre uma fina barra de lástico horizontal. da esquerda ara a direita. com um equeno orifício ao longo de seu eixo.UEMS Uma artícula carregada negativamente movimenta-se no cam o magnético mostra do na figura.

no sentido horário. na mesma direção de seu movimento. II e III enetram nessa região. (04) a artícula II não ossui carga elét rica.6 X 10–19C).Católica-GO Um gás monoatômico. com vel ocidades vI. (02) a artícula I ossui carga ositiva. res ectivamente. (08) a artícula III ossui carga ositiva. como res osta.Três artículas I. vindas da esquerda da ágina. uma corre nte elétrica no anel de cobre. constituído de íons (cada um deles ortando uma carga elétrica ositiva i gual a 1. gerado ela corrente elétrica dos íons . então esse cam o ma gnético rovocará uma força magnética sobre esses íons. temos (B) conforme a figura abaixo. or indução. na direção do movimento dos íons. UFMS Em uma certa região do es aço. v O v r GABARITO A IMPRIMIR Voltar FÍSICA . I B E II 19 III Com base nessas informações. 60. ( ) o cam o magnético no interior do anel. ( ) se um cam o magnético externo f or a licado na arte reta do tubo. vII e vIII. ( ) se a corrente elétrica no tubo for aumentando gradualmente. B VI E VII VIII resentes cam os elétrico (E) e magnético ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . é correto afirmar que (01) a artícula I ossui carga negat iva. Em uma secção reta do tubo assam 5 X 1016 íons or segu ndo. A arte curva é de for ma circular. ode-se afirmar que: ( ) a corrente elétrica i no tubo é de 8 mA. está na direção er endicular ao lano da ágina. U. a soma das alternativas corretas. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ 59. (16) a artícula III ossui carga negativa. as trajetóri as das três artículas são as mostradas na figura abaixo. Os íons se deslocam no tubo com velocidade constante v. cujo raio médio é r. Dê. De ois de alguns instantes. com sentido enetrando nela. A re resenta um anel circular de cobre. flui or um tubo cuja forma se acha esquematizada na figura dada. surgirá.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ A artir desses dados. Na figura.

com osto or elétrons e nêut rons. (16) os raios de curvatura das trajetórias do elétron e do nêut ron são iguais. Como a intensidade do cam o do ímã ermanente é constante. (04) as direções de movimento do elé n e do nêutron serão desviadas ara baixo da direção horizontal. a) a conservação da carga e o movimento oscil ante dos ortadores de carga elétrica.6 X 10–19 C carga NÊUTRON (01) a direção de movimento do nêutron será desviada ara cima da direção horizontal. e) a indução eletromagnética e o movimento oscilante dos ortad ores de carga elétrica. desl ocando-se na direção horizontal da esquerda ara a direita. (02) a direção de movimento do on será desviada ara baixo da direção horizontal. como res osta. Dê. qu e um feixe de artículas. todas com a mesma velocidade (módulo. enqua to que a direção de movimento do elétron não será alterada. Su onha. ermitindo a adequação do s valores da intensidade da corrente transmitida e reduzindo erdas or efeito J oule. uma dis uta tecnológica sobre qual a corrente e létrica mais adequada ara transmissão e distribuição da energia elétrica. Para se arar as artículas. UFMS A câmara de bolhas é um dis ositivo muito usado em laboratórios ara identifi car artículas atômicas através de sua trajetória. (08) a direção de moviment do elétron será desviada ara baixo da direção horizontal e a direção de movimento do nêut ermanecerá inalterada. a soma das alternativas corretas. 63. mas só funcionam em corrente alternada. então. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Sobre esse tema. é a licado um cam o magnético homogêneo de intens idade conhecida e direção er endicular ao lano de trajetória das artículas. U. enquanto que a direção de movimento do elétron será desviada ara cima da direção horizontal. UFMT A relação fenomenológica entre correntes elétricas e cam os magnéticos se constitui numa das bas es rinci ais de toda a tecnologia contem orânea. é correto afirmar que B Fexe de artículas 20 Sendo dado: m NÊUTRON ∼ 1840 m ELÉTRON carga ELÉTRON = – e ∼ – 1. gerada em usina s elétricas. julgue as afirm ativas como verdadeiras ou falsas. ( ) Se no interior de um solenóide houver um ímã ermanente. c) a indução eletrostática e o movimento oscilante dos ortadores de carga elétrica. São Carlos-SP No final do século XIX. res ectivamente.61. em detrimento d a corrente contínua. sur girá em torno deste um cam o magnético semelhante ao cam o gerado or um ímã ermanente. 62. tornou clara a vantagem do uso da corrente alternada. Os transform adores odem aumentar ou diminuir a tensão a eles fornecida. d) a indução eletromagnética e o movimento contínuo de orta dores de carga elétrica. O rincí io físico em que se baseia o fu ncionamento dos transformadores e a característica da corrente alternada que satis faz a esse rincí io são. direção e sentido). Com relação à tr ajetória das diferentes artículas atômicas que com õem o feixe. Um dos fatores decisivos ara essa escolha foi a ossibilidad e da utilização de transformadores na rede de distribuição de eletricidade. b) a indução eletrostática e o movimento contínuo d os ortadores de carga elétrica. ( ) Conectando-se uma ilha a um solenóide. haverá o a arecimento de u ma corrente. Nesse sis tema odemos desconsiderar a atuação da força eso sobre as artículas.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a corrente tam bém não variará com o tem o. ( ) Somente haverá o a arecimento de um cam o magnético nas i mediações de um solenóide se este for alimentado or uma corrente alternada. entre nessa câmara onde o sentido do cam o é dado na figura abaixo. que fica marcada no va or que reench e a bolha. F.

Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ θ i rr rr ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ . u ndo o ponteiro se desloc p r es uerd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. i i fio fio fio B Vist de frente B Vist de l do 21 Ao circul r um corrente i pelo l nço. O ângulo depende d intensid de d c orrente i. sus ensa or dois fios rígidos também de material condutor e de massas des rezíveis. ) logo em seguid volt à posição cen r l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . d) p r es ue rd com um oscil ção de fre üênci e mplitude const ntes e ssim se m ntém té ch ve se deslig d . B1 e B2 são du s o in s enrol d s num núcleo de ferro doce e G é um g lv nômetro lig do os termin is de B2 ue. formando o chamado balanço magnéti co. K é um ch ve. e) p r es uerd com um osci l ção cuj fre üênci e mplitude se reduzem continu mente té ch ve ser deslig d . Volt r FÍSICA . o ponteiro do g lv nômetro se desloc p r direit e ) ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . c) C lcule intensid de d indução m gnétic B. Unicam -SP Uma barra de material condutor de massa igual a 30 g e com riment o 10 cm. u ndo o ponteiro volt à posição centr l. re resentado na figura abaixo. c) logo em seguid volt à pos ição centr l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . u ndo o ponteiro volt se d esloc r p r direit por lguns inst ntes e volt à posição centr l. u n do o ponteiro volt à posição centr l. este se inclin . form ndo um ângulo com vertic l (como indic do n vist de l do).64. em ue e é um teri de tensão con st nte. Vunesp A figur represent um d s experiênci s de F r d y ue ilustr m indução eletrom gnétic . com o ponteiro n posição centr l. 65. P r i = 2 A. é colocada no interior de um cam o magnético. temos: θ = 45° ) F ç o di gr m d s forç s ue gem so re rr . in dic corrente elétric de intensid de nul . u ndo o ponteiro se desloc p r es u erd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. GABARITO IMPRIMIR Qu ndo ch ve K é lig d . ) C lcule intensid de d forç m gnétic ue tu so re rr .

m s ele não v ri com o tempo. Um corrente c ontínu não produz c mpo m gnético no núcleo de ferro. é proporcion l o produto do número de espir s por un id de de comprimento pel corrente ue circul n espir . Em seguid . ue são inseridos em um região onde existe um c mpo elétrico → uniforme E. o long o de seu eixo. P r isso. percorrendo um fio retilíneo longo. ( ) intensid de do c mpo m gnético. em unid des de m ss tômic (um ). som d s lt ern tiv s corret s. O número de espir s d o in do secundário não é sufi nte p r o surgimento d volt gem induzid . os íons penetr m pel expressão v = M → em um região onde existe um c mpo m gnético uniforme B. Volt r FÍSICA .0 X 103 V.5 V serem li g d s o primário de um pe ueno tr nsform dor. N fonte F. nest . UnB-DF A figur ixo mostr o es uem de um espectrômetro de m ss ide liz d o por Dempster. con forme ilustr figur . c lcule.6 X 10–19 C. ( ) forç eletromotriz induzid é invers mente proporcion l o interv lo de tempo em ue há v ri ção de fluxo m gnético. UFMS Após du s pilh s de 1. o surgimento de um corrente induzi d . Qu l(is) d (s) firm ção(ões) seguinte(s) justific (m) esse f to? primário secundário Núcleo de ferro IMPRIMIR (01) (02) (04) (08) Existe um fluxo m gnético no secundário.1 m e = 1. Dê. (16) O número de pilh s no primário não é su ficiente p r o surgimento d volt gem induzid . 68. r = 0. são produzidos íons de m ss M e c rg + . ger do por um corrente i. d uirindo um velocid de d d (2 U) 1/2 .66. ( ) um o serv dor. celer dos devido um diferenç de potenci l U. sendo. S endo ue o módulo d forç m gnétic ue tu so re os íons é d do pel expressão F = vB e consider ndo U = 5. c r reg ndo um ímã com o pólo norte volt do p r um espir circul r e c minh ndo. Esse p relho foi us do p r medir m ss de íons. ou podem ser ger dos por meio d circul ção de correntes elétric s em condutores. então. é diret ment e proporcion l o v lor d corrente i. o serv rá. região de c mpo elétrico uniforme tr jetóri 22 U F E região de c mpo elétrico uniforme r j nel de inspeção GABARITO 67. em direção el . como respost .6 X 10–27 kg e despreze p rte fr cionári de seu result do. descrevend o um tr jetóri → semi-circul r de r io r. cujo pl no é perpendicul r o c mpo B. B = 0. Consider ndo-se ger ção ou v ri ção destes no tempo.5 T. ( ) intensid de do c mpo m gnéti co. O c mpo m gnético cri do n o in primári não tr vess o secundário. de direção perpe dicul r o pl no dest folh de p pel e sentido p r for dest págin . não h verá volt gem induzid no secundário. considere 1 um = 1. c so exist . UFGO C mpos m gnéticos podem est r presentes de form n tur l em lguns m teri is. no sentido horário. m ss M de um dess es íons.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . no interior de um solenóide. conforme mostr figur ixo.

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23 70. é nulo.69. O c mpo m gnético result nte. Ele pode resolver o pro lem utiliz ndo um tr nsform dor de volt gem com rel ção de 2 : 1 entre s o in s do primário e do secundário. ( ) As linh s do c mpo de indução m gnétic . ( ) P r f zer funcion r um rin uedo. forç m gnétic sofrid pel p rtícul é sempr e perpendicul r o seu vetor velocid de. com velocid de de 2 km/s. Neste c so.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. S N i R GABARITO A corrente elétric induzid n o in ( ) cri um c mpo m gnético ue se opõe à v ri ção d fluxo m gnético tr vés del .5 V. U. são circunferênci concêntric s com o condutor. O módulo d forç m gnétic ue tu n c rg nesse in st nte v le 10 N. um p rtícul mic roscópic . um estud nte precis de 6 V. ger do pelo co njunto dess s correntes num ponto e uidist nte os fios. como o tr nsform dor 220 V – 1 10 V de su c s . ( ) terá intensid de proporcion l N. produzid s n s vizinh nç s de um condutor retilíneo gr ç s à corrente elétric ue o percorre.C tólic -DF As firm ções seguir enfoc m spectos v ri dos de fenômenos estud do s pelo Eletrom gnetismo. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) depende d v elocid de de proxim ção do ímã. m s dispõe de pen s du s pilh s de 1. com c rg de 1mC se desloc no vácuo. desde ue estej m em movimen to rel tivo à fonte do c mpo. como represent do n figur . desprez d s u is uer outr s inter ções. ( ) P rtícul s elet riz d s são c p zes de inter gir com um c mpo elétrico. ( ) Num certo inst nte. ( ) terá seu sentido invertido u ndo o ímã estiver s indo l . p r lel m ente um c mpo m gnético de 5 T. de mesmo sentido. Considere um ímã proxim ndo-se de um o in form d por N e spir s de um fio condutor. UFGO O funcion mento de um ger dor elétrico tem por se o movimento rel tivo entre um ímã e um o in . ( ) Por dois fios retilíneos e p r lelos p ss m corrent es elétric s idêntic s.

devemos ument r o t m nho d s espir s do solenóide. Qu ndo fech mos ch ve I. o solenóide deix de tr ir rr de ferro e el volt p r posição de repouso pux d pel mol m. ( ) En u nto corrente está circul ndo.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .71. potenci l elástic . Qu ndo o m rtelo se move p r frente. M T C A m F S B I + 24 ( ) Qu ndo pert mos o interruptor. ch ve C é ert e corrente cess . Com isso. tr i rr de ferro F e o m rtelo M ue te no tímp n o T. m gnétic . produzindo som. extremid de A do solenóide é um pólo sul e extremid de B é um pólo norte. ( ) P r ument rmos intensid de do c mpo m gnético f orm do en u nto corrente está circul ndo. Com isso. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . ( ) Nesse sistem estão presentes pelo menos 6 form s de energi : cinét ic . elétric . circul um corrente no sentido nti-horário. sonor e térmic . um corrente p ss circul r no solenóide S e el e se torn um ímã. ( ) N volt p r posição de repouso. UFGO A seguir temos o es uem de um c mp inh . pert mos o interruptor. o m rtelo descreve um movimento uniforme. o u sej .

4 + 8 + 16 + 32 49. E 42.2 V 16. C 8. B 66. D 45. A 51. 25 67. C 48. D 13. B 19. D 38. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 55. C 39. C 1. 3. E 32. V-F-F-F-F 70. V-F-F-V-V-V 56. D 57. E 34. 08 17. B 58. B 23. B 9. B 11. 4. 08 62. B 14. –1. A 12. B 18. V-V-F-F 61. V-F-F-V-V 33. V-F-V-V 68. 08 52. E 64. D 28. ) → T → 1 G A B A R IT O → Fm g P ) Fm = 3 — 10–3 N c) B = 1. B 46. 13 60. F-V-V-F-F 24. 1 + 2 + 16 + 32 22.5 T 65. V-F-F-V-F IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 01 69. C 43. C 30. 90 N 29. C 54. D 59. D 50.Eletromagnetismo Avançar ¡ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  . V-F-F 6 3. A 15. A 26. 2. E 20. 28 47. V-F-V-F-V 53. C 36. VV-V-V 71. C 21. V-F-F-F-V 41. A 37. D 27. 48 35. 6. 15 31. 5.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O C E C C 45 ) u ndo i1 e i2 tiverem mesmo sentido ) u ndo i1 e i2 tiverem sen tidos opostos 7. 1 + 4 25. C 44. 40. B 10.

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