FÍSICA CINEMÁTICA: MOVIMENTO UNIFORME E MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO REFLEXÃO LUMINOSA – ESPELHOS REFRAÇÃO LENTES CINEMÁTICA VETORIAL: MOVIMENTO

CIRCULAR, QUEDA LIVRE, LANÇAMONTO E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES ÓPTICA EQUILÍBRIO ONDAS E M.H.S. TRABALHO E ENERGIA ELETROSTÁTI CA IMPULSO – QUANTIDADE DE MOVIMENTO – COLISÃO GRAVITAÇÃO ELETROMAGNETISMO HIDROSTÁTICA TER OLOGIA, DILATAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR TERMODINÂMICA ELETROSTÁTICA ELETRODINÂMICA IMPRIMIR Voltar

F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O r 1. UESC-BA Um carrinho de massa m, arremessado com velocidade V contra uma mol a, produz, nessa, uma deformação Dx. r Utilizando-se o sistema internacional de unid ades, as grandezas m, V e ∆x, referidas no texto, são expressas, respectivamente, em : 1) quilograma, centímetro por segundo e centímetro; 1 2) grama, metro por segundo e metro. 3) quilograma, metro por segundo e metro. 4 ) grama, centímetro por segundo e centímetro. 5) quilograma, quilômetro por hora e qui lômetro. 2. U. Católica Dom Bosco-MS A palavra grandeza representa, em Física, tudo o que pode ser medido, e a medida de uma grandeza física pode ser feita direta ou in diretamente. Entre as várias grandezas físicas, há as escalares e as vetoriais. A alte rnativa que apresenta apenas grandezas escalares é: a) temperatura, tempo, quantid ade de movimento e massa. b) tempo, energia, campo elétrico e volume. c) área, massa , energia, temperatura e impulso. d) velocidade, aceleração, força, tempo e pressão. e) massa, área, volume, energia e pressão. 3. UFR-RJ Leia atentamente o quadrinho abaix o: GABARITO Com base no relatório do gari, calcule a ordem de grandeza do somatório do número de f olhas de árvores e de pontas de cigarros que ele recolheu. IMPRIMIR 4. FEI-SP O perímetro do Sol é da ordem de 1010 m e o comprimento de um campo de fut ebol é da ordem de 100 m. Quantos campos de futebol seriam necessários para dar uma volta no Sol se os alinhássemos: a) 100.000 campos b) 10.000.000 campos c) 100.000 .000 campos d) 10.000.000.000 campos e) 1.000.000.000 campos Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

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5. PUC-RS O tempo é uma das grandezas físicas fundamentais e sua medição ou contagem é dec isiva na descrição da maioria dos fenômenos. Relógios atômicos e cronômetros precisos, em m itos casos, não bastam para medir o tempo: deve-se empregar, também, um calendário. Po r calendário, entende-se um conjunto de regras utilizadas com a finalidade de agru par os dias para facilitar a contagem do tempo. Nosso calendário, e de grande part e do mundo, é o Gregoriano, instituído no pontificado do papa Gregório XIII, a partir do ano de 1582. O principal objetivo do Calendário Gregoriano era fazer coincidir o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de março, pois esta data s ervia (e serve) como referência para determinar a Páscoa. Algumas das regras emprega das no Calendário Gregoriano são: • mantém-se a Era Cristã, que já havia sido adotada no an de 525 da referida era, e que tem no nascimento de Cristo o início de sua contage m, com o primeiro ano sendo o ano um (o ano imediatamente antes foi designado um antes de Cristo e não existiu o ano zero); • omitiram-se dez dias no mês de outubro d e 1582, de modo que a quinta-feira, dia 4, seguisse a sexta-feira, dia 15 (com i sso se recoincidia o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de ma rço); • os anos da Era Cristã múltiplos de 100 (anos centenários) deixariam de ser bissext os, exceto quando fossem também múltiplos de 400 (com isso, retirava-se um dia a cad a 100 anos e adicionava-se um dia a cada 400 anos, permitindo uma melhor aproxim ação entre as datas do Calendário e os eventos astronômicos). Com base nessas informações, feitas três afirmativas: I. O ano de 1600 e o ano 2000 são bissextos. II. O Terceir o Milênio da Era Cristã iniciou no dia 1º. da janeiro do ano 2000. III. O Terceiro Milên io da Era Cristã iniciará no dia 1º. de janeiro de 2001. Analisando as afirmativas aci ma, conclui-se que: a) somente I é correta; d) I e II são corretas; b) somente II é co rreta; e) I e III são corretas. c) somente III é correta; 6. I.F. Viçosa-MG Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas c arteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a p rova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do a luno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na supe rfície da Terra. GABARITO

b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em re lação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nen referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação aos meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um r eferencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 7. U. Católica-DF Para buscar um vestido, Linda tem que percorrer uma distância total de 10 km, assim distribuída: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos próximos 5 km, supondo pista livre, gastará 3 minutos. No per curso restante mais 6 minutos, já que se trata de um caminho com ruas muito estrei tas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual será sua velocidade média ao longo de todo o percurso? a) 50 km/h d) 11 m/s b) 1,2 km/h e) 60 km/h c) 20 m/s IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

8. FEI-SP Devido às chuvas, a vazão de água em um rio em função do tempo obedece ao gráfico abaixo. À jusante do rio existe uma usina hidrelétrica com uma represa de capacidade total de 500.000 m3 de água, que se encontra com 40% de sua capacidade. Quanto te mpo será necessário para que a represa fique em sua cota máxima se suas máquinas estiver em paradas para manutenção? Q (m3/h) a) 14 dias b) 10 dias c) 08 dias d) 06 dias e) 05 dias 280 t (h) 100 1.000

9. Unifor-CE Um intervalo de tempo igual a duas horas pode ser expresso em segun dos, com dois algarismos significativos e notação científica, por: d) 7,20 . 103 a) 72 ,0 . 102 b) 72 . 103 e) 7,2 . 103 c) 0,72 . 104 10. U.E. Londrina-PR Sabe-se que o cabelo de uma pessoa cresce em média 3 cm a cada dois meses. Supondo que o cabe lo não seja cortado e nem caia, o comprimento total, após terem se passado 10 anos s erá: a) 800 mm d) 1800 mm b) 1200 mm e) 150 mm c) 1000 mm 11. U. Católica-DF Em uma prova de resistência de 135 km, um ciclista percorreu 30 km nos primeiros 15 minut os, 27 km nos 15 minutos seguintes, 24 km nos 15 minutos subseqüentes, e assim suc essivamente. O tempo que o ciclista levou para terminar a prova foi: a) 75 minut os. d) 95 minutos. b) 45 minutos. e) 170 minutos. c) 90 minutos. 12. Vunesp Mulher dá à luz bebê gerado no intestino “CAPÃO BONITO - Carmen Abreu, de 29 anos, deu à lu um menino de 2,3 quilogramas, gerado no intestino. O parto foi realizado no dia 8, na Santa Casa de Capão Bonito, a 230 quilômetros da capital. O caso raro de grav idez extra-uterina só foi ontem divulgado pelo hospital. O óvulo fecundado, em vez d e descer pela trompa e alojar-se no útero, entrou na cavidade abdominal, fixando-s e na alça intestinal. Mãe e bebê passam bem.” 3 GABARITO Neste artigo, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 06/03/2001, aparecem várias grandezas físicas das quais podem-se destacar: a) tempo, distância e massa. d) data, distância e peso. b) data, distância e massa. e) tempo, data e distância. c) te mpo, distância e peso. IMPRIMIR 13. UFPE O fluxo total de sangue na grande circulação, também chamado de débito cardíaco, faz com que o coração de um homem adulto seja responsável pelo bombeamento, em média, de 20 litros por minuto. Qual a ordem de grandeza do volume de sangue, em litros, bombeado pelo coração em um dia? a) 102 d) 105 3 b) 10 e) 106 c) 104 Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

14. UFR-RJ Considere uma aeronave viajando a 900 km/h em movimento retilíneo e uni forme na rota Rio-Salvador. Num dado trecho, o tempo médio gasto é de aproximadament e 75 minutos. Entre as alternativas abaixo, a que melhor representa a distância pe rcorrida pela aeronave no determinado trecho é: a) 1025 km d) 975 km b) 675 km e) 1125 km c) 1875 km 15. U.E. Londrina-PR Um pequeno animal desloca-se com velocid ade média igual a 0,5 m/s. A velocidade desse animal em km/dia é: a) 13,8 b) 48,3 c) 43,2 d) 1,80 e) 4,30 16. FEI-SP Um trem de 200 m de comprimento atravessa compl etamente um túnel de 1.000 m em 1 min. Qual é a velocidade média do trem? a) 20 km/h b ) 72 km/h c) 144 km/h d) 180 km/h e) 200 km/h 17. UFMT O gráfico abaixo ilustra a marcação de um sinaleiro eletrônico. Nesse tipo de equipamento, dois sensores são ativad os quando o carro passa. Na figura, os pulsos vazios correspondem à marcação do primei ro sensor, e os pulsos cheios à marcação do segundo sensor. Considere que a distância en tre os dois sensores seja de 1 m. 4 GABARITO Qual(is) veículo(s) teria(m) sido multado(s), considerando que a velocidade máxima p ermitida no local seja de 30 km/h? 01. Os carros 2 e 4. 02. Os carros 1 e 2. 04. Os carros 1 e 4. 08. Os carros 1 e 3. 16. Nenhum carro seria multado. Dê, como re sposta, a soma das afirmativas corretas. 18. Unifor-CE Certo fabricante de tinta garante cobertura de 16m2 de área por galão de seu produto. Sendo 1 galão = 3,6 litro s, o volume de tinta necessário para cobrir um muro de 2,0 m de altura e extensão 14 0 m é, em litros, a) 6,0 b) 10 c) 18 d) 25 e) 63 19. ITA-SP Uma partícula, partindo do repouso, percorre no intervalo de tempo t, uma distância D. Nos intervalos de t empo seguintes, todos iguais a t, as respectivas distâncias percorridas são iguais a 3 D, 5 D, 7 D etc. A respeito desse movimento pode-se afirmar que IMPRIMIR a) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento cresce exponen cialmente com o tempo. b) a velocidade da partícula cresce exponencialmente com o tempo. c) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento é diretam ente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. d) a velocidade da partícula é diret amente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. e) nenhuma das opções acima está cor reta. Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

20. UFR-RJ “Maurice Greene, o homem mais rápido do Planeta”. Ex-vendedor de hambúrger bate o record e mundial dos 100 metros em Atenas. Não faz muito tempo, Maurice Greene era um dos muitos adolescentes americanos que reforçavam o orçamento familiar vendendo hambúrger es em Kansas City, sua cidade. Mas ele já corria desde os 8 anos e não demorou a des cobrir sua verdadeira vocação. Trocou a lanchonete pela pista de atletismo e ontem t ornou-se o homem mais rápido do planeta ao vencer os 100 metros do meeting de Aten as, na Grécia, estabelecendo um novo recorde mundial para a prova. Greene, de 24 a nos, correu a distância em 9 s 79, superando em cinco centésimos de segundo a marca anterior (9 s 84), que pertencia ao canadense Dono Van Bailey desde a final olímpi ca de Atlanta, em julho de 1996. Jamais um recordista conseguira tal diferença des de a adoção da cronometragem eletrônica, em 1978. O Globo, 17 de junho de 1999. 5 Com base no texto acima, pode-se afirmar que a velocidade média do homem mais rápido do planeta é de aproximadamente: a) 10,21 m/s d) 10,40 m/s b) 10,58 m/s e) 10,96 m/s c) 10,62 m/s O enunciado a seguir refere-se às questões 5 e 6. Antônia vai correr a maratona (42,195 km) e o números de sua camiseta é 186. 21. Vunesp Nas provas dos 200 m rasos, no atletismo, os atletas partem de marcas localizadas em posições difer entes na parte curva da pista e não podem sair de suas raias até a linha de chegada. Dessa forma, podemos afirmar que, durante a prova, para todos os atletas, o a) espaço percorrido é o mesmo, mas o deslocamento e a velocidade vetorial média são difere ntes. b) espaço percorrido e o deslocamento são os mesmos, mas a velocidade vetorial média é diferente. c) deslocamento é o mesmo, mas o espaço percorrido e a velocidade ve torial média são diferentes. d) deslocamento e a velocidade vetorial média são iguais, m as o espaço percorrido é diferente. e) espaço percorrido, o deslocamento e a velocidad e vetorial média são iguais. 22. Univali-SC No grande prêmio da Austrália de 1999, na ci dade de Melbourne, o piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz da escuderia SAUBER foi o 12 . colocado. Em uma das voltas alcançou a velocidade de 1800 metros em 16 segun dos. Neste caso, a sua velocidade em km/h foi de: a) 450 b) 210 c) 405 d) 380 e) 360 23. UEMS Com base no gráfico, referente ao movimento de um móvel, podemos afirm ar que: a) a função horária do movimento é S = 40 + 4 t; b) o móvel tem velocidade nula em t = 20 s; c) o móvel passa pela origem em 20 s; d) a velocidade é constante e vale 4 m/s; e) o móvel inverte o sentido do movimento no instante t = 10 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

24. Unifor-CE Um livro de Física tem 800 páginas e espessura 4,0 cm. A espessura de uma folha do livro vale, em mm: a) 0,025 d) 0,15 b) 0,050 e) 0,20 c) 0,10 25. UF RS Um automóvel, A, faz o percurso de ida e de volta sobre o mesmo trecho, de 20 k m, de uma rodovia. Na ida sua velocidade média é de 60 km/h e na volta sua velocidad e média é de 40 km/h, sendo t A o intervalo de tempo para completar a viagem. Outro automóvel, B, faz o mesmo percurso, mas vai e volta com a mesma velocidade média, de 50 km/h, completando a viagem em um intervalo de tempo tB. Qual é a razão tA / tB e ntre os citados intervalos de tempo? a) 5 4 b) 25 24 c) 1 d) 25 28 e) 5 6 6

26. UFSE Numa cidade, uma pessoa deseja chegar a um ponto situado a 1,0 km de su a localização atual, numa direção a 53 ao norte do leste. Todas as ruas que permitem levál ao destino têm direção norte-sul ou direção leste-oeste. A distância mínima que a pessoa d percorrer para chegar ao ponto desejado é, em km: Dados: sen 53 = 0,80 cos 53 = 0,6 0 a) 1,0 b) 1,2 c) 1,4 d) 1,6 e) 1,8 27. Cesgranrio Antonio vai correr a maraton a (42,195 km). Se Antônio completa a corrida em 4h5min, a ordem de grandeza de sua velocidade média é de: d) 10–2 m/s a) 101 m/s b) 100 m/s e) 10–3 m/s c) 10–1 m/s 28. U.F. Santa Maria-RS No gráfico, representam-se as posições ocupadas por um corpo que se de sloca numa trajetória retilínea, em função do tempo. Pode-se, então, afirmar que o módulo d velocidade do corpo: a) aumenta no intervalo de 0 s a 10 s; b) diminui no inter valo de 20 s a 40 s; c) tem o mesmo valor em todos os diferentes intervalos de t empo; d) é constante e diferente de zero no intervalo de 10 s a 20 s; e) é maior no intervalo de 0 s a 10 s. 29. F.M. Itajubá-MG Considerem-se dois pontos A e B, se m ovimentando sobre uma mesma reta, num mesmo sentido. Na origem dos tempos eles d istam 2 000 m. Sendo a velocidade escalar de A igual a 100 km/h e a de B igual a 50 km/h, constantes, em quantas horas A encontra B? a) 0,40 b) 0,25 c) 0,04 d) 2,40 e) 40,00 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

 

 

percorr ida pela partícula no intervalo de tempo (∆t1). 33. U. Com base nisso e nos dados da figura. o m ovimento retilíneo de uma partícula. Sabe-se que esse trem. mostrado ao lado. Voltar FÍSICA . Com o passar do tempo. sem haver necessariamente mudança no sentido da veloci dade. Unifor-CE Um trem parte às 16 h de uma sexta-feira para uma viagem de 500 km.75 metro a cada 10 000 anos. IMPRIMIR b) sua aceleração nunca pode mudar de direção sem a mudança simultânea de direção da veloci c) quando sua velocidade é nula em um determinado instante. d) um aumento no módulo da sua aceleração acarre ta o aumento do módulo de sua velocidade. representa. a sua aceleração será neces sariamente nula neste mesmo instante. d) 1. é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 1 2 e) 1 3 GABARITO 32. devido ao descarrilamento de outro trem. é correto afirmar que: a) sua aceleraçã unca pode mudar de sentido. em unidades arbitrárias. UFRN A figura abaixo mostra um corte vertical de uma escavação feita no Oriente Médio.25 metro a cada 10 000 anos. é pos sível estimar que. a su a aceleração também é constante e não nula. 31. quando em movimento. e) 2 h de sábado.000 anos). O quociente d1 / d2 entre a distância d1.25 metros a c ada 10 000 anos. UFRS O gráfico de velocidad e (v) contra tempo (t). c) 0. o trem chegou ao destino às: a) 12 h de domingo . b) 2 h de domingo. a taxa média com que ocorreu a deposição de sedimentos nessa região foi cerca de: a) 2.50 metros a cada 10 000 anos.F. c) 16 h de sábado. é possível obter-se a pro fundidade de cada sepultamento. camad as de sedimento foram cobrindo as sepulturas e. há cerca de 70 000 anos) e os restos mais superficiais correspondam aos últimos seres dessa espéci e (que viveram há cerca de 30. Os pontos assinalados representam restos de típicos homens de Neandertal que foram ali depositados há dezenas de milhares de anos. percorrida pela partíc ula no intervalo de tempo (∆t2). e) quando sua velocidade é constante. Suponha que os restos mais profundos encontrados sejam da época em que a espécie Neandertal típica surgiu na Terra (isto é. Nessas condições. mantém uma média de velocidade de 50 km/ h e que. b) 2. dessa forma. ficou parado no meio do percur so durante 12 horas.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Da figura. no intervalo de tempo entre o primeiro e o último sepultamento. praticamente uns sobre os outros.7 30. d) 14 h de sábado. vários sepultamentos foram feitos. Viçosa-MG Em relação ao movimento de uma partícula. e a distância d2.

A velocidade do trem B.0 segundo antes do gato que. situado em uma das extremidades da ponte. O ratinho c hega 1. 04. No instante t = 10 s o ratinho encon tra-se a 10 m da sua toca. O gato encontrava-se a 5. um gato pula sobre o caminho do ratinho e ambos disparam a correr: o ratinho retornando sobre a mesma trajetória em busca da segurança da toca e o gato atrás do ratinho. em relação ao trem A. em relação ao trem B. O comprimento d a ponte é 125 metros e os trens a atravessam em 15 segundos. 02.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . que se desloca do norte para o sul. O piloto. 16. de 500 met ros de comprimento. 64. O gato perc orre uma distância maior que a do ratinho.0 e) 2. No instante t = 11 s. 16. como resposta. 32. O mov imento do ratinho foi sempre retilíneo e uniforme. calcule a velocidad e do carro no instante em que o piloto pisou o freio. 02. do seu ponto de partida. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. em função do tempo. O ratinho parou duas vezes no seu trajeto de ida e volta até a toca.5 GABARITO 36. 35 . inicia a travessia da po nte. 64. O ratinho deslocou -se com velocidade constante entre os instantes t = 5. 32.0 metros do ratinho quando começou a persegui-lo. 08. da sua toca. de 150 metros de comprimento. a so ma das alternativas corretas. Supondo que o s freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante. UFRJ Numa competição automobilística. não consegue alcançá-lo.8 34. Dê. então. enquanto o maquinista do trem B verifica que o seu trem está a uma velocidade constante de 72 km/h.50 c) 1. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s) sobre o movimento do ratinho e do gato: 01.0 d) 2. 08. por isso alcança-o antes que ele possa chegar à toca. U m observador. começa a atravessar uma ponte férrea de pista dupla. Como o trem B tem o dobro da velocidade do trem A. como resposta. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a) 0. o rat inho partiu da posição d = 0. deslocando-se do sul para o norte. a velocidade escalar média entre 0 e 8. UFSC Um trem A.25 b) 0. é de 108 km/h. Os trens atravessam a ponte em 35 segundos .0 s vale. Unifor-CE Sendo fornecido o gráfico das posições em função do tempo para certo movimento . O comprimento da ponte é 200 metros. ambas as velocidades medidas em relação ao solo.0 s. O gráfico da figura representa as posições do ratinho e do gato. ele leva a metade do temp o para atravessar a ponte independentemente do comprimento dela. A velocidad e do trem A. O maquinista do trem A observa que o mesmo se desloca com velocidade consta nte de 36 km/h. percorrendo uma trajetória retilínea. tanto na ida como na volta. 37. Não podemos calcular o comprimento da ponte. é de 108 km/h. 04. um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade. Dê. considerando que no instante t = 0. UFSC Um ratinho afasta-se de sua toca em busca de alimento. pois não foi fornecido o tempo gasto pelos trens para atravessá-la. em m/s. isto é. portanto. observa que os trens com pletam a travessia da ponte ao mesmo tempo. em menor tempo.0 s e t = 7. no mesmo instante em que um outro trem B. a soma das alternativas corretas. Durante a freada o carro percorre 160 m. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocid ade do carro para 30 m/s. isto é.

supondo que esta seja constante durante o percurso? b) 10 m/s2 c) 5. a mínima aceleração que a atleta deve imprimir é de.0 s. Os 37. O móvel “ m movimento uniformemente acelerado de 6 m/s2. entre os dois móveis será de: a) 400 b) 250 c) 700 d) 500 e) 50 42. A e B. um velocista cobre o p ercurso no intervalo de tempo aproximado de 9. ocorre o encontro entre os dois ônibus? a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 70 39.95 metros. PUC-PR Um automóvel parte de Curitiba com destino a Cascavel com velocidade de 60 km/h.M.08 m/ s2 Voltar FÍSICA . 20 minutos depois parte outro automóvel de C uritiba com o mesmo destino à velocidade 80 km/h.69 m/s2 b) 3.35 metros é o espaço que Maurren deve percorrer com 19 passadas e num tempo máximo de 4.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em met ros. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de C aruaru para o Recife. em km.F. As distâncias são medidas a partir do Recife. Segue um pequeno trecho da rep ortagem: “Às 18 horas.09 m/s2 c) 2.47 m/s2 d) 1. Depois de 10 s. U. A B B A GABARITO O tempo decorrido em que o motociclista A ultrapassa e fica a 100 m do motocicli sta B é: a) 56 s b) 86 s c) 76 s d) 36 s e) 66 s 43.50 segundos” IMPRIMIR Supondo que Maurren percorra os 37. U.25 metro s. Qual é a aceleração aproximada do v elocista. percorrem uma pista retilínea com velocidades constantes Va = 15 m/s e Vb = 10 m/s. O móvel “A” tem velocidade constante de 40 m/s. PUC-PR Dois motociclistas. Com o auxílio de um bloco vermelho ce dido pelos organizadores do Pan. e prata nos 100 m com barreira nos Jogos Panamericanos de Winnipeg. Zelosa como uma costureira. a) 60 min b) 70 min c) 80 min d ) 90 min e) 56 min 41. medalha de ouro no salto em distância. Maurren entrou no Estádio de Atletismo da Universidade de Manitoba para o aquecim ento e sobretudo para os arranjos de pista que combinara com o treinador. No início da contagem dos tempos suas posições são Xa = 20 m e Xb = 300 m. Juiz de Fora-MG Numa corrida de 100 m rasos.35 metros a partir da marca que antecede a caixa de salto e marcou o chão com uma fita adesiva. marcou à margem da pista também o ponto 31.47 m/s2 e) 1. UFPE O gráfico abaixo mostra as posições.38. A que distância do Recife.0 m/s2 d) 2. aproximadamente: a) 3.5 m/s2 a) 12 m/s2 40. .35 m em movimento uniformemente variado e par ta da marca feita com fita adesiva. F. Alfenas-MG A revista Época de 2 de agosto de 1999 trouxe uma reportagem sobre a atleta brasil eira Maurren Higa Maggi. mediu 37. Um terceiro bloco a auxiliou na marcação de 10. 9 Depois de quanto tempo o 2º automóvel alcançará o 1º ? . de dois ônibus que partir m simultaneamente. a distância. Itajubá-MG Suponha dois móveis “A” e “B” partindo do repouso de um ponto “0” e seg em direções ortogonais entre si. em função do tempo. 25 minutos antes do início da disputa com as outras 11 atletas.

44.000 espectadores possui 1 0 saídas. Podemos afirmar que a aceleração do corpo é de: IMPRIMIR a) 6 m/s2 b) 3 m/s2 c) 2 m/s2 d) –2 m/s2 e) –6 m/s2 Voltar FÍSICA . em função do tempo. aqueles que melhor representam esse fato d escrito estão na alternativa: a) b) 10 c) d) GABARITO 46. Unimontes. por onde passam em média 500 pessoas por minuto.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . FEI-SP Um estádio de futebol com capacidade para 150. Santa Úrsula-RJ O gráfico abaixo representa a velocidade de um corpo ao longo de uma reta.MG Um estudante jogou uma esfera de fe rro para cima. Dos gráficos po sição tempo e velocidade tempo seguintes. U. Qual é o tempo mínimo para es vaziar o estádio em um dia onde 2/3 de seus lugares estão ocupados: 1 1 1 3 a) 4 h b ) 3 h c) 2 h d) 4 h e) 1 h 45. num local onde se pode desprezar a resistência do ar.

50 D. Suponha que a vel ocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravid ade seja igual a 10 m/s2. d) os móveis A e B têm movimento retrógrad s equações das velocidades. 10 .0 D. 12. a força de resistência do ar é desprezível. d) a velocidade do móvel A em t = 9 s é 7 m/s.47. 11 b) nos 10 primeiros segundos o móvel A percorre 50 m e o móvel B 100 m. 50. e) em t = 0 s a aceleração do móvel A é 16 m/s2. c) a velocidade do móvel B em t = 2 s é nula. no S. em m/s2.0 m/s2 e do móvel B é –3. pode-se afirmar que: a) a acele ração do móvel A é maior que a do móvel B. Como nessa alti tude o ar é muito rarefeito. 60 48. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/ s. equipado com roupas pressurizadas.5 Tempo (t) em segundos 0 1 2 3 4 Posição em metros A –5 0 5 10 15 B 15 0 –5 0 15 b) A distância. em metros. Neste caso. UFRJ Um paraquedista rad ical pretende atingir a velocidade do som. 5. corres ponde a: A. pode-se afirmar que: a) em t = 2 s e t = 9 s a velocidade do móvel A é igual a velocidade do móvel B. são VA = t e VB = 3t. Determine: a) A aceleração do móvel B é.5 B. 45 C.0 m/s2. c) a aceleração do móvel A é –1. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . igual a: A. UFR-RJ O gráfico abaixo r epresenta os movimentos de dois móveis A e B. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som. UERJ Durante um experimento. 2. GABARITO Observando o gráfico. no instante t = 6 segundos. entre os móveis A e B. UFR-RJ O gráfico ao lado mostra as velocidade s em função do tempo de dois móveis A e B. 49.. um pesquisador anotou as posições de dois móveis A e B.I.0 C. 55 B. O movimento de A é uniforme e o de B é uniformemente variado. elaborando a tabela ao lado.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Para isto seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. b) a aceleração do móvel A é sempre maior que a d el B.

em função do tempo. em um ponto B situado a 2. c) III é correta. b) no treino A o atleta levou 0. para uma corrida d e 100 m rasos. c) no treino B o atleta levou 1. e) II e III são corretas. c) é proporcional ao quadrado do tempo. estão representadas as velocidades.4t2 2 b) x = 400 + 20t + 2t e) x = 800 . Qual o valor da aceleração em m/s2? 55. e) 1. desenvolvidas por um atleta. 53. Acafe-SC A tabela abaixo relaciona as posições ocupadas por uma pa rtícula em relação a um mesmo referencial que realiza um movimento retilíneo uniformemen te variado.4 m/s. quanto ao módulo do vetor velocidade. Santa Casa/Vitória-ES Na figura. que: a) no treino B o atleta levou 0. podemos afirmar. d) é um vetor cujo módulo é constante. E. e) vale 15 m/s. som e: a) I é correta.4 s a menos que no treino A.2 m de A. Fatec-SP Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua. e) no treino A e no treino B o at leta levou o mesmo tempo.51. Unifor-CE Consid ere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I. c) 10 minutos. ao passar por um ponto A da trajetória retilínea. Dessas afirmações. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: a) 30 segundos. III. II. 12 IMPRIMIR GABARITO x(m) t(s) 800 700 200 –700 0 10 20 30 A equação horária do movimento da partícula no SI é: a) x = 400 + 5t – 2t2 d) x = 800 . pois não há do vetor velocidade. em dois treinos A e B.2 m/s e 5.M.0 s a menos que no treino A. Um observador fixo na terra poderá afirmar. um avião percorre a pista de decolagem com aceleração constante e atinge a velocidade de 360 km/h em 25 segundos. b) II é correta. respectivamente. com velocidades const antes de 4. Com relação aos tempos gastos pelo atleta nos dois treinos para percorrer os 100 m.0 hora.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme . b) é de 12 m/s. 56. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória. Não há aceleração. que o módulo do vetor: a ) depende da massa do corpo. no mesmo sentido. d) 40 minutos. A aceleração é um vetor de intensidade constante. d) no treino A o atleta levou 1.0 s a menos que no treino B.4 s a menos que no trein o B. de forma aproximada. 54.10t . d) I e II são corretas. UFMT Partindo do repouso. 52. UFR-RJ Um corpo é abandonado de uma altura H (em relação ao solo) e m queda livre e. possui uma veloci dade escalar de 10 m/s.20t + t2 c) x = 800 + 10t + 2t2 Voltar FÍSICA . b) 50 segundos.

Avançar .

Santa Maria-RS A função horária para uma partícula em movimento r etilíneo é x = 1 + 2t + t2 onde x representa a posição (em m) e t.57. 62. a velocidade (v) e a ac eleração (a) de uma partícula que se move ao longo do eixo y são dadas. UFPR A posição (y). é: a) 2 d) 12 b) 4 e) 16 c) 6 GABARITO Voltar FÍSICA . O módul o da velocidade média (em m/s) dessa partícula. 60.0 t2. A velocidade da partícula no instante t = 3. U. U. o tempo (em s). v = 6t + 12t2 e a = 6 + 24t. Nessas condições. em unidades do SI . em m/s: a) 43 d) – 7 b) 25 e) – 16 c) 18 59. ao atingi r o solo. c) A velocidade do móvel B é sempre maior do que a do A. UFSE A função horária das posições de uma partícula é dada. no Sistema Internacional de dades. sua velocidade. em função do tempo t). UEMS É dado o gráfico da posição de um móvel em função do tempo. A função horária que melhor representa o movimento do móvel é S = –3 t2 –12t –12 b) S = 12 t2 – 3t +12 c) S = 4 t2 + 2t + 6 d) S = –3 t2 + 12t – 12 e) S –4t2 + 2t – 6 13 IMPRIMIR 61. é correto afirmar: ( ) O deslocamento da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2 s é 44 m. que se movem segundo trajetória retilínea.0 s é. ( ) A velocidade média entre os instantes t = 1 s e t = 3 s é 64 m/s. é correto afi mar: a) A aceleração do móvel A é maior do que do B. d) A velocidade do móv el A é sempre maior do que a do B. ( ) A velocidade instantânea em t = 2 s é igual a 60 m/s.F. b) A aceleração do móvel B é maior do do A. U. ( ) No instante t = 2 s a velocidade da partícula está diminuindo. por s = 40 – 25 t + 3. pelas equações:y = 2 + 3t2 + 4t3. Considerando esses dados. e) Os dois móveis possuem velocidades iguais em c ada instante. Católica de Salvador-BA A figura representa os gráficos espaço X tempo para doi s móveis.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . ( ) Essas equações repres entam o movimento de uma partícula em queda livre. em m/s. tem módulo igual a: a) 4 d) 10 b) 6 e) 12 c) 8 5 8. A e B. entre os instantes t = 1 s e t = 3 s . Católica Dom Bosco-MS Um corpo é abandonado de uma altura de 5 m e.

em km/h. O computador ligado ao radar afere que a equação horária obedecida pelo carro é dada por: x(t) = 2 + 70t + 3t2. 04. o radar está a 2 km do início da estrada (km zero). 64. como resposta. Considerando que o carro é equipado com um limitador de velocidade que não permite que ele ultrapasse os 100 km/h e que no instante t = 0h o carro passa exatamente em frente ao radar.63. o condutor será multado por exce sso de velocidade. a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 ) 2 s a 3 s d) 0 s a 1 s. UFPE O gráfico abaixo represe nta a velocidade de um ciclista. Qual a velocidade média do ciclista. 16. que se enco ntra a 73 km do mesmo. 02. 2 s a 3 s e 4 s a 6 s e) 1 s a 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Santa Maria-RS d) 25 e) 30 GABARITO A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do num movimento retilíneo. em função do tempo. Essa partícula esteve sob a ação no(s) intervalo(s) de tempo. se a ve locidade máxima permitida no trecho for de 60 km/h. após 1 hora o carro passará pela cidade mais próxima do radar. a soma das afirmativas corretas. U. 08.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar tempo t (em s) para uma partícul de uma força resultante não-nula s a 1 s e 4 s a 6 s c s . a velocidade do carro aumenta a uma taxa de 6 km/h em cad a hora. UFMT Um carro passa por um radar colocado em uma estrada longa e retilínea. em um determinado percurso reti líneo. Dê. é corr eto afirmar que: 01. no percurso considerado? 14 a) 10 b) 15 c) 20 65. após 5 horas o controlador de velocidade será acionado. onde x é medido em km e t em horas.F.

neste instante. Para calcular a profundidade do poço o arqueólogo deixa cair uma pedra que é ouvida 3. ( ) As acelerações do carro e da motocicleta. em função do tempo. a) 65 m b) 57 m c) 53 m 67. movendo-se na me sma direção e sentido. É correto afirmar: ( ) O carro alcançará a motocicleta quando suas velocidades forem i guais. UFPR Um carro está parado diante de um sinal fechado. em função do tempo. no mesmo instante t = 0. podem ser representados pelo gráfico I.9 s depois. em função d tempo. Quando o sinal abre. As velocidades des envolvidas pelos automóveis. numa avenida retilínea. são descritas no gráfico abaixo. podem ser representadas pelo gráfico II. Nos gráficos abaixo.66. colocados lado a lado. III. s1 e s2. podem ser representadas pelo gráfico III. Os espaço percorridos pelos automóveis 1 e 2 até o instante T são.0 m/s2 e. Sabendo-se que o poço é rico de um gás raro e que a velocidade em que o som se propaga neste gás é de 50m/s. ( ) As velo cidades do carro e da motocicleta. UEMS Um arqueólogo descobriu um poço pré-histórico numa cidade de Mato Grosso do Sul . é correto afirm ar que: d) 45 m e) 35 m 15 a) s1 > s2 e a1 = a2 b) s1 < s2 e a1 < a2 c) s1 > s2 e a1 < a2 d) s1 = s2 e a1 < a2 e) s1 < s2 e a1 > a2 GABARITO 68. inicia m o movimento. passa p or ele uma motocicleta com velocidade constante de módulo 14 m/s. respectivamente. considere a posição inicial do carro como orig em dos deslocamentos e o instante em que o sinal abre como origem dos tempos. uma curva refere-se ao movimento do carro e a outra ao movimento da motocicleta. Desse modo. Em cada gráfico. o c arro começa a mover-se com aceleração constante de 2. a profundidade do poço é: Considere g = 10m/s2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em função do tempo. UFPB Dois automóveis 1 e 2. II. ( ) O carro alcançará a motocicleta na posição x = 64 m. ( ) Os deslocamentos do carro e d a motocicleta. ( ) O carro alcançará a motocicleta no instante t = 14 s. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Su as correspondentes acelerações nesse instante T são a1 e a2. I.

desacelera uniformemente. pode-s e afirmar que o ciclista: 01. 16 70. 04.61 s b) 0. UFMT Pelo gráfico (abaixo) da velocidade de um ciclista em função do tempo.5 m/s2 d) 2. Durant e a travessia.tif c) 1. 72.5 m/s2 71. 05/02. uma lâmpada.0 m/s2 pág.0 m/s2 e) 2. 16. estava com a velocidade menor que no início. ITA-SP Um elevador está descendo com velocidade constante.5 m/s2 b) 1. nesse percurso. d esprende-se do teto e cai. e) indeterminado. que o iluminava. em metros. saindo do túnel com velocidade de 5 m/s. 02.0 s. PUC-SP Ao iniciar a travessia de um túnel retilíneo de 200 metros de comprimento .Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .69. em função do tempo. Dê. o deslocamento escalar do corpo foi. Durante este movimento.78 s c) 1. manteve sempre a velocidade constante. só acelerou. manteve a velocidade constante por 5 períodos de tempo distintos. a soma das afirmativas corretas.54 s d) infinito. pois não se conhece a velocidade do elevador. pois a lâmpada só atingirá o piso se o elevador sofrer uma des aceleração. UFSE A velocidade escalar de um corpo esta representada.0 m de altura acima do piso do elevador. o tempo que a lâmpada demora para atingir o piso é a) 0. acelerou 3 vezes e freou 2 v ezes. O módulo de sua aceleração escalar. como resposta. nunca freou. um automóvel de dimensões desprezíveis movimenta-se com velocidade de 25 m/s. Sabendo que o teto está a 3. foi de a) 0. de: a ) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 Voltar FÍSICA . no fi nal. pelo gráfico: IMPRIMIR GABARITO No intervalo de 0 a 3. 08.

E. e) 20 m e 20 m.0 m e 10 m. v = 4. em função do tempo. aproximadamente. respectivamente. A aceleração do corpo no trecho AB é igual a 4 m/s2. ( ) Considerando uma margem de e rro de 50%. Sabese que no intervalo de tempo de 10s ela pass a duas vezes pelo mesmo ponto dessa reta. é nula. a soma das alternativas corretas. pode-se afirmar que a velocidade final do carro é de 20 m/s. como respos ta. c) 10 m e 5. d) 10 m e 10 m.73. ( ) A aceleração média do carro é 30 m/s2. 46.0 m e 20 m . A velocidade média do corpo no trecho AC é. que parte do repouso. com velocidades de mesmo módulo. 16. a) 0.F. ( ) A vel ocidade do carro aumenta inicialmente. 17 01.São Carlos-SP Uma partícula se move em uma reta com aceleração constante. O módulo do deslocamento e o espaço percorrido pela partícu la nesse intervalo de tempo são. 02. A distância total percorrida pel o corpo no trecho AD é 2200 m. ao percorrer uma pista de testes destituída de curvas. Dê. em t = 60 s. em sentidos opostos. mas depois de 30 s diminui. U.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . 08. No trecho CD. a distância p ercorrida pelo corpo é 200 m e sua aceleração é nula.0 m/s. No trecho BC. julgue os itens. 74. 75. b) 0. ( ) A velocid ade do carro.5 m/s2. a aceleração do corpo é 1.7 m/s2. Ponta Grossa-PR Sobre um corpo que se movimenta conforme o gráfico abaixo . de um carro de Fórmula 1.0 m. UFMT O gráfico abaixo repre senta a aceleração. 04. U. assinale o que for correto. Voltar FÍSICA . IMPRIMIR GABARITO A partir das informações do gráfico.

para o intervalo de t = 0 a t = 5. O instante em que a posição do móvel é –30 m. Desprezando-se a resistência do ar. volta ao ponto de partida. em movimento uniforme. Cefet-PR O diagrama é representativo da velocidade de um móvel em horizontal. o gráfico que pode representar a velocidade da pedra em função do te mpo é o: a) d) 18 b) e) c) GABARITO 78.0 s. a seguir. é: a) 10 d) 25 b) 15 e) 30 c) 20 77.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em segundos. em função do t empo t. entre os instantes t0 e t2. no instante t0 o móvel parte da posição igual a 0 m.76. Voltar FÍSICA . entre os in stantes t0 e t1 o móvel está recebendo o impulso de uma força não nula. O gráfico representa a posição x. o móvel ap resenta uma velocidade média igual a 0. É co rreto afirmar que: IMPRIMIR a) b) c) d) e) sua aceleração é máxima entre os instantes t1 e t2. Unifor-CE Atira-se uma pedra verticalmente. Unifor-CE Um móvel se desloca. Ela sobe e. sobre o eixo x durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s.5 v. o movimento é retilíneo e acelerado entre os instantes t1 e t2.

separada s de 1.0 m/s2.50 m e) 27. determine.00 m c) 20. ao com pletar a primeira metade de h.79.0 t (min) 0 2 b) 45 km/h 22 24 c) 54 km/h 43 45 d) 72 km/h e) 80 km/h a) 36 km/h Voltar FÍSICA . marca ndo 0. o desvio relativo percentual da medida de g. ness a viagem.5 s e que o interval o B é de 6 s. Católica de Salvador-BA Um corpo em repouso é abandonado em queda livre e ati nge a velocidade v.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .75 m /s2 e) 0. foi de: v (km / min) IMPRIMIR 1.35 m. 19 Com base no enunciado responda os itens 1 e 2.50 m/s2 d) 0. A velocidade escalar média desse automóvel. 1.5 1. Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C são ambos de 1. será igual a: v 2v a) 2v b) 2v c) 3 d) e) 2 2 82. qual a distância total percorrida pelo elevador? a) 13. UFRS Os gráficos de velocidade (v) e aceleração (a) contra o tempo (t) representam o movimento “ideal” de um elevador que parte do repouso. ao passar pelo segundo feixe.25 m d) 22. um tubo de vi dro transparente. UFBA A figura ao lado apresenta um arranjo experimental construído para determ inar o valor da aceleração da gravidade g local. ao percorrer uma distância h.5 segundo.00 m/s2 c) 1.00 m/s2 b) 2. em %. o cronômetro é abandonado na parte superio r do tubo.50 m/s2 2. ao passar pelo primeiro feixe de luz e desligado. Estando as lanternas acesas. Sabendo-se que os intervalos d e tempo A e C são ambos de 1. uma em cada extremidade. M ackenzie-SP O gráfico abaixo mostra a variação da velocidade de um automóvel com o tempo . sobe e pára.00 m GABARITO 81.50 m b) 18. U. Considerando-se o valor médio da ac eleração da gravidade local como sendo 10. sendo ligado.5 s. 80. um suporte e duas lanternas. que pode ser acionado com incidência do feixe de luz. durante uma viagem de 45 minutos. qual é o módulo de a0 da aceleração com que o elevador s e move durante esses intervalos? a)3. Consiste em um cronômetro digital de grande precisão. A velocidade desse corpo.

que melhor iden ifica seu movimento. No instante t = 3. vale: a) 25 b) 30 c) 45 d) 50 e) 55 85.8 m /s2 c) 0.5 d) 3. Qual é o módulo da aceleração total do trem? b) 0. Vunesp O gráfico ao lad o mostra como varia a velocidade v em função do tempo t de um corpo que se desloca s obre uma trajetória retilínea e horizontal. Univali-SC Num jogo de futebol. no int ervalo de tempo de 0 a 14 s.5 87. c) 250 m. invertendo o sentido de seu mov imento. que alguns a tletas conseguem uma impulsão que lhes permite atingir 1. Caxias do Sul-RS Um corpo desloca-se com aceleração constante e negativa.0 4. vale a) 140 m. Sua aceleração tangencial. a partícula passa p elo ponto B com velocidade de 20m/s. a posição do ponto B. v = 72 km/h faz uma curva no p lano horizontal com 500 m de raio.5 m/s d) 5.25 m acima do solo. quando comparada com a aceleração da gravidade (g = 10 m/s2). é: a) 3 g b) 4 g c) 6 g d) 8 g e) 12 g 20 86. ela descreverá uma trajetória : a) retilínea horizontal b) retilínea vertical c) parabólica d) círculo e) quadrática 84. Sendo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .5 m/s 90. é: a) b) c) d) e) IMPRIMIR 89. em m/s. O gráfico correspondente à posição x do corpo em função do tempo t. FEI-SP Um trem com velocidade constante. e) 420 m. A chave é agarrada pelo amigo.0 m/s c) 7.0 2. b) 210 m. Qual é a veloc idade de lançamento da chave? a) 12. 2 segundos depois de lançada.5 m/s b) 10. Fatec-SP Uma partícula passa pelo ponto A. um jogador vai cobrar uma falta tentando enc obrir a barreira formada pelos adversários. U.0m/s. O espaço percorrido por este corpo. é: a) 7. a velocidade inicial do centro de massa do atleta. v (m/s) 30 20 10 0 4 8 12 t (s) GABARITO 88.0 c) 4. d) 270 m. FEI-SP Um garoto joga uma chave para um amigo que se encontra em uma janela 5 m acima. com velocidade de 8.83.0 B s (m) Sabendo-se que o seu movimento é uniformemente variado.0 s. Se a bola não bater na barreira. estando inicialmente numa posição positiva e.0 m/s2 Voltar FÍSICA . PUC-RS A velocidade de um carro de Fórm ula Um é reduzida de 324 km/h para 108 km/ h num intervalo de tempo igual a 1.4 m/s2 e) 0 m/s2 a) 1.5 m/s2 d) 0.0 m/s e) 2. em metro s. Ele chuta dando um impulso na bola par a cima e para a frente. em módulo. PUC-RS É possível observar durante o desenrolar de partidas de vôlei.0 e) 1.5 b) 5. instantes após. no i nstante t = 0.0 3. da trajetória esquematizada abaixo.0s. A 0 1.

em relação ao mesmo ponto. e um ponto de referência C. de e spécies diferentes. e) A velocidade da sombra em relação ao ponto C independe da velocidade do avião. e assinale a alternativa correta: a) A veloc idade do avião em relação ao ponto C é maior que a velocidade de sua sombra. c) A velocidade do avião em relação ao ponto C é igual à velocidade de sua sombra. projetada n o solo. seguindo uma trajetória retilínea entre os pontos A e B. FEI-SP Em qual dos gráficos abaixo temos: no intervalo de 0 a t1 movimento un iformemente variado e no intervalo de t1 a t2 movimento retardado com aceleração var iada: a) v b) v c) v d) v e) v t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t 93. projetada no solo em relação ao mesmo ponto. que mergulha fazendo um ângulo de 30 com a h orizontal. Considere as afirmativas que se referem ao movimento da aeronave no trecho AB. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sement   . PUC-PR A figura representa um avião. variaram.21 91. projetada vert icalmente. No solo. b) A velocidade do avião é nula em relação à sua sombra jetada no solo. 92. d) A velocidade do avião em relação à sua sombra projetada no solo é maior que a velocidade de sua sombra em relação ao pont o C. conside rado como plano horizontal. Fuvest-SP As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. está representada a sombra da aeronave.

IMPRIMIR 94. A e B atingem a mesma altura no instante t0. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o moment o em que realiza alguma ação) é 0. o sinal muda de ver de para amarelo. Este sinal permanece amarelo por 2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . como mostra o gráfico. v (cm/semana) A t0 t1 B t2 t(semana) GABARITO É possível afirmar que: a) b) c) d) e) A atinge uma altura final maior do que B. A e B mantêm altura constante entre os ins tantes t1 e t2. A e B atingem a mesma altura final. Voltar FÍSICA . a) Determine a mínima aceleração constante que o car o deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado.5 s. B a tinge uma altura final maior do que A.es. O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar pa ra vermelho. b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem se r multado. Unicamp-SP Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma ave nida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. Quand o o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento.2 s.

5 0 4 8 t (s) –8 –4 – 10 22 10 v (m/s) 10 v (m/s) d) 4 0 t (s) e) 4 0 8 t (s) –6 – 10 96. freando seu veículo. e o motorista de trás só reaja.50 s. um motorista freie bruscamente seu veículo até parar. expressa adequadamente em metros. Mackenzie-SP Uma partícula em movimento retilíneo uniformemente variado descreve sua trajetória segundo o gráfico ao lado. depois de 0.95. Dos gráficos abaixo.0 m/s2. nessas condições. medido a partir do instante zero. para veículos que percorre m a estrada com a velocidade constante de 90 km/h? b) Suponha que. Qual deve ser a aceleração mínima do veículo de trás para não colidir com o da frente? . no qual podemos ver sua posição assumida (x) em função do tempo (t). Vunesp Uma norma de segurança sugerida pela concessionária de uma auto-estrada r ecomenda que os motoristas que nela trafegam mantenham seus veículos separados por uma “distância” de 2. com aceleração constante de módulo 5.0 segundos. aquele que representa a velocidade escalar da partícula em função do tempo citado é o da altern ativa: x (m) 10 3 1 2 34 5 6 78 0 –2 –5 –6 t (s) a) 2 0 v (m/s) b) 1 0 v (m/s) v (m/s) c) 10 t (s) 5 t (s) 2. GABARITO a) Qual é essa distância.

Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

4m/s2 55. c 32. a 90. a 92. a 57. c 46. 08 18. e 49. a 65. b 54. 8% 80. d 40. V – F – F – F 76. b 50. d 33. e 15 . c 71. c 68. e 19. d 11. a 44. e 6. 58 38. 4. a 13. b 17. d 77. a 62.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . 26 74. d 31. a 8. 105 4. d 59. a 22. a) d = 50 m. c 12. b) a = 3. b 75. c 93. c 14. a 34. 04 + 08 + 16 70. c 16. c 85. b) b 48. a) 30s. 50m/s 37. e 82. c 5. d 88. b 53. a 66.125 m/s2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .5k m 51. d 42. b 94. 56 35. e 39. e 29. e 3. c 25. c 43. e 10. a 89. F – V – F – F – F – V 69. 1) b 2) d 81. d 83. a 45. a 96. d 24.4 m/s2 95. c 27.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O 1 1. c 20. c 30. c 86. b 7. b 72. e 79. b) 2. b 28. a 9. 01 + 02 + 04 + 08 +16 64. V – V – V – F – F 60. d 61. c 63. e 36. b 73. b 91. a 78. b 87. 03 2. b 52. a) –3 m/s2. c 23. d 47. a) c. b 26. c 84. a 21. d 58. d 67. b 56. c 41.

( ) a velocidade do projétil. Voltar FÍSICA . o carro chegou com um atraso de 15 minutos. ao atingir a altura máxima. para o carro de trás. Com base nos referidos gráficos. b) Obser vando a figura. podemos dizer que o vetor que liga Pires do Rio a Anápolis e o vet or que liga Iporá a Santa Helena são paralelos entre si. GABARITO e) Na rodovia entre Anápolis e Goiânia há várias placas de limite de velocidade indicand o a velocidade em “km”.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . A distância entre as duas cidades é de 153 km. A resultante das forças aplicadas no carro da frent e é nula mas. Q U E D A L I V R E . ( ) no instante de 4 s. têm sentidos opostos e têm o me smo módulo. ( ) o projéti l atingiu a altura máxima em 3s. As pessoas responsáveis pelas placas não precisam se preocupar p orque essa maneira de indicar a velocidade também está correta. é de 40 m/s. podemos afirmar: ( ) o projétil foi lançado com uma velocidade inicial de módulo igual a 50 m/s. a resultante é a tração exercida pelo cabo que liga os carros.Cinemática vetorial Avançar . L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. ( ) sabendo que o projétil foi lançado da origem. seu alcance é 180 m. c) Uma representação gráfica qualitativa da função horária da velocidade do car d) Um carro reboca um outro numa parte retilínea e sem inclinação de uma dessas estrad as a uma velocidade constante. Unicap-PE IMPRIMIR Os gráficos das figuras 01 e 02 representam as componentes horizontal e vertical d a velocidade de um projétil. 2. No meio do caminho houve um imprevisto q ue durou meia hora. UEGO Um carro parte de Pires do Rio para Anápolis às 7:00 h para um compromisso às 9:00 h a uma velocidade média de 90 km/h. o projétil possui um movimento acelerado. 1 a) Por causa do imprevisto.

6 m/s 6. a trajetória das gotas é vertical. foi de 1. Partindo da mesma posição e remando.0 s é.0 m/s c) 3.0 m/s.00 m/s. A velocidade da correnteza do rio é 1. 4. Como a velocidade da canoa foi de 2. UEMS Uma pessoa ca minha em solo horizontal com velocidade de 1. a velocidade da cano a. foi igual a 4. ITA-SP Uma bola é lançada horizontalmente do alto de um edifício. Após a pescar ia. mas sem ven to. (ângulo de inclinação do guarda-chuva: 53 .8 m/s.2 m/s b) 2. assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. então. 3 = 0. a velocidade da cano a. sen 53 = 0. na mesma margem do rio e em trajetória retilín ea. o módulo da velocidade do projétil no instante t = 4. o número de andares do edifício é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) indeterminado pois a v elocidade horizontal de arremesso da bola não foi fornecida. A dotando g = 10 m/s2. tocando o solo decorridos aproximadamente 2 s.Cinemática vetorial Avançar           . mas em relação à pes é inclinada como mostram as linhas tracejadas. eles gastam 600 segundos para retornar a o ponto de partida. num ângulo de 53 acima da horizontal. Não é possível dete rminar a distância do ponto de partida até ao ponto de pesca. Quando os pescadores remaram rio acima. 64. a soma das altern ativas corretas.00 m/ s.0 m/s. 04. ela mantém seu guarda-chuva inclinado como m ostra a figura. sem remar dois pescadores levam 300 segund os para atingir o seu ponto de pesca.60. O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida. Para melhor se proteger da chuva. em relação à margem. 08. remando contra a correnteza do rio. porque a velocidade da corrente za não é conhecida. 5. Quando os pescadores remaram rio acima. em relação ao rio.50 m/s. Sendo de 2. UFSE Um pro jétil é lançado com velocidade inicial de 50 m/s. Não é possível calcular a velocidade com ue os pescadores retornaram ao ponto de partida.20 m/s e) 1. Calcule o valor da velocidade com que as gotas estão caindo em relação à pessoa. UFSC Descendo um rio em sua canoa. como resposta. a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m.0 m/s d) 18. quando os pescadores remaram rio abaixo. 32. Dê. 2 Considerando que a velocidade da correnteza V CR é constante. em relação ao rio. eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos. igual a 2.60) a) 1.5 m a altura de cada a ndar. 02. em m/s: a) zero d) 40 b) 20 e) 50 c) 30 → IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 16.80 e cos 53 = 0.3. sendo a velocidade da canoa. Em relação ao solo. num dia chuvoso.

também está descendo com a correnteza.0 km/h d) 100.8 km/h b) 40. a p otência do motor da locomotiva. pois a alcançará primeiro. desprezando-se os problemas pesso ais e psicológicos da vaca. que flutua no mesmo rio a uma certa distância do menino. O movimento de um barco em um rio é uma composição de movimento s. atingiu a calçada c om uma velocidade de: Dado: g = 9.0 km/h e) 784 km/h c) 72. Nesse caso. em m/s. situada a 40.0 km/h 10. Uma outra bóia. a segunda à sua retaguarda. mas observa que existem quatro bóias flutuando livremente em torno de si. em relação às margens. e) qualquer u ma das bóias. Mackenzie-SP Uma pe ssoa esbarrou num vaso de flores que se encontrava na mureta da sacada de um apa rtamento. o peso do maquinis ta.Cinemática vetorial Avançar . UFSC Alguma vez já lhe propuseram a questão sobre “um trem trafegando numa via férrea . A pessoa deverá nadar para: a) a bóia da direita. seria necessário conhecer: 01. pois a alcançará primeiro. 08.” É claro que esta pergunta tem por sua imediata reação: “Calcular o quê?” “E você recebe como resposta: O susto que a vaca vai levar!” Mas será que ela realme te se assustaria? Para responder a esta questão. 04. U. dentre outras coisas.00 m de altura. para alcançar a s egunda bóia. e desce com velocidade constante de 30 m/s. 64. Como conseqüência. Acafe-SC Uma pessoa está tendo dificuldades em um rio. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Todas elas estão a uma mesma distânc ia desta pessoa: a primeira à sua frente. 8. com velocidade constante de 100 km/h. 02. a largura do trem. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: a) K b) L c) M d) N 1 1. o vetor velocidade média com que a vaca se d esloca. 16. em relação à calçada. pois as alcançará ao mesmo tempo. Se o barco sobe um rio com velocidade constante de 10 m/s. livre da resistência do ar. Católica Dom Bosco-MS O movimento de um corpo pode ser o resultado da composição de vários movimentos reali zados simultaneamente. pode-se concluir que a velocidade da correnteza. a terceira à sua direita e a quarta à sua esquerda. b) a bóia da frente. 32. pois a alcançará primeiro. o peso da vaca. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 9. que é avistado por uma vaca que está no meio dos trilhos? Calcule. a distância entre a vaca e a locomotiva quando e sta é avistada. o comprimento da vaca. Dê. levada pela correnteza de um rio. como resposta. o vaso caiu verticalmente a partir do repouso e. a soma das alternativas corretas. UFMG Um menino flutua em uma bóia que está se moviment ando. c) a bóia de trá pois a alcançará primeiro.7. d) a bóia da esquerda. A posição das duas bó as e o sentido da correnteza estão indicados nesta figura: Considere que a velocid ade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio.8 m/s2 a) 28.

57 Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas..... H. em torno de . UFSE Um projétil inicia um movimento em lançamento oblíquo.05 x – 0. de um ponto A.5 x + 2x2 14.F.. até atingir um ponto C.. fazendo um ângulo de 45 com a horizontal. sendo o módulo de ambas as componentes da velocidade inicial. no sentido Leste/Oeste. até atingir um ponto B. b) ( ) A velocidade da p edra ao atingir o ponto B.... Considere que o projétil está submetido somente à ação da força peso.... 24.12. 24 km. 240 m ..400 km. 24 km.5... atingindo o ponto B. e.000 m. o barco percorreu aproximadamente . Com uma velocidade média de 15 km/h.. no sentido No rte/Sul. igual a 10 m/s. 10 x – 0. a) ( ) No ponto de a ltura máxima. portanto. a) y = 0.... em formato de triângulo retângulo: Partiu de um ponto A sobre a margem de um rio.. Essas informações permitem deduzir a equação da trajetória do movime nto que é. a velocidade da pedra é diferente de zero. 2. U. com uma velocidade inicial V0.05 x2 c) y = 0.. U. l h 58 min IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Pelotas-RS Um barco de passeio fez a seguinte rota turística. tem valor maior que V0.... um ângulo de 30 . com a margem.... no sentido .. l h 58 min c) noroeste. UFMG Uma jogadora de basquet e arremessa uma bola tentando atingir a cesta... A pedra descreve a trajetória representada em linha pontilhada. l h 36 min d) noroeste. l h 58 min b) nordeste. Do ponto C retornou ao ponto de p artida A.010x e) y = x – 0.. Considere sen 30 = 0. l h 36 min e) no rdeste. assinale a alternativa cujo diagrama melhor repr esenta as forças que atuam sobre a bola no ponto P dessa trajetória. Desse ponto. considerando o enunciado a seguir: Na fi gura ao lado está representada a trajetória de uma pedra que foi atirada de um plano horizontal. a) nordeste.. cos 30 = 0. Considere desprezível a resistência do ar.87 e tan 30 = 0.... conforme esquema.. deslocou-se 5 km perpendicularmente. em metros e segundos.Cinemática vetorial Avançar           . 13. V0x e V0y. Católica-GO Julgue os itens A e B.... (deslocamentos em metros e tempos em segundos).. os deslocamentos horizontal e verti cal podem ser descritos por x = 10 t e y = 10 t – 5 t2. Parte da trajetória seguida pela bo la está representada nesta figura: 4 GABARITO Considerando a resistência do ar. a) b) c) d) 15.. formando..5 x2 d) y = 5 x + 2x2 2 b) y = 0...

determine. é função do ângulo de la mento α. uma pequena es fera é lançada horizontalmente com velocidade V0 . Fuvest-SP Um motociclista de motocross move-se com velocidade v = 10 m/s. do ponto A. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . a partir da figura o módulo de v0.0 km/s 19. como indicado na figura. velocid de d bol sempre t ngente à tr jetóri . até atingir uma rampa (em A). um jogador lança a bola para o seu companheiro. inclinada de 45° com a horizon tal. tem o módulo igu l zero. U. d) No ponto de ltur máxim . o módulo de sua velocidade vertica l diminui durante a subida e aumenta na descida. distância máxima percorrida no eixo x. A freqüência de rotação do cilindro maior. Considerando g = 10m/s2 e desprezand o a resistência oferecida pelo ar. UEMS Uma correia acopla dois cilindros de raios R1 = 20 cm e R2 = 100 cm.5 m e) 5 m 17.16. e a escala utilizada para representar esse vetor (as linhas verticais do quadriculado são par alelas à direção do vetor aceleração da gravidade g).Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D (D = H). Uberaba-MG/Pias Em um jogo de fu tebol. b) A trajetória descrita pela bol a pode ser analisada através da composição dos movimentos uniforme e uniformemente var iado. aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m v g A H 45° D d) 7. A figura ao lado mostra a velocid ade v da esfera em um ponto P da trajetória. c) O alcance da bola. Supondo que o cilindro menor tenha uma freqüência de rotação f1 = 150 r pm. Assinale a alternativa incorreta. campus da Salgado Filho. t segundos após o lançamento. é de: 5 a) 3 rpm b) 6 rpm c) 30 rpm d) 40 rpm e) 75 rpm 18. U. Potiguar-RN Em um experim ento realizado no alto do edifício da UnP. so bre uma superfície plana. a) 10 m/s b) 100 m/s c) 10 km/h d) 1. co nforme a figura. em um movimento como o esquematizado na Figura ao lado. a) Durante todo o movimento da bola. localizado a certa distância.

0 cm. UFMS Um disco gir com velocid de ngul r const nte de 60 rot ções por minuto. 22. A p rtir desse inst nte. N figur II estão represent d s três diferentes tr jetóri s p r bol . Voltar FÍSICA .15 m/s e o r io do disco igu l 15. Qu nto m is formig se proxim d bord do disco. vemos que o ângulo form do entre o ponteiro dos minu tos e o d s hor s mede 90°. como respost . c minh sem desliz r n direção r di l com velocid de const nte em rel ção o disco. com velocid de de módulo vb = 10 m/ s em rel ção o v gão. ITA-SP Um p rtícul move-se o longo de um circunferênci circunscrit em um q u dr do de l do L com velocid de ngul r const nte. n ecessário p r que esses ponteiros fiquem ex t mente um sobre o outro. o menor interv lo de tempo. Supo ndo que velocid de d formig sej 0. 16.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ hor . GABARITO IMPRIMIR figur 1 figur 2 Nest s condições. 04. Um formig sobre o disco. 02. A r zão e ntre os módulos d s respectiv s velocid des t ngenci is dess s p rtícul s é: 2 3 3 ) 2 b) 2 2 c) d) 2 e) 2 2 21. é correto firm r: ( ) P r qu lquer 0º < θ < 90º a bola cairá dentro do . N circunferênci inscrit nes se mesmo qu dr do. 08. às 3 h pontu lmente. ( ) Para θ = 30º a bola cai sobre o vagão após 1 s do seu lançamento. M ckenzie-SP Num relógio con vencion l. som d s firm tiv s corret s. A tr jetóri d formig p r um observ dor fixo n Terr é m ostr d n figur b ixo: 6 Dê. ( ) Para um certo valor de a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo B. qu l(is) d (s) firm tiv (s) b ixo é(são) corret (s)? 01. um volt co mplet . A forç centrípet que tu n formig é proporcion d pelo trito entre f ormig e o disco.0 r d/s. té cheg r à bord do disco. p rtindo do centro do disco. sendo A e C p r bólic s e B vertic l. ( ) Somente para θ = 90º a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo A.20. A celer ção centrípet sobre formig depende d su m ss . num direção que form um ângulo q com nt l. Con sidere nul resistênci do r. Um bol é rremess d de su extremid de nterior. UFPR U m v gão de 15 m de comprimento move-se com velocid de const nte de módulo vv = 10 m/ s em rel ção o solo. outr p rtícul move-se com mesm velocid de ngul r. A velocid de ngul r do disco é de 1.5 minutos 180 c) minutos 11 23. é: 360 ) 15 minutos d) minutos 21 b) 16 minutos e) 17. sem componentes l ter is. ( ) Para nenhum valor de θ a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo C. 32. m ior forç cen trípet que tu sobre el . A formig re liz . conforme figur I.

IMPRIMIR 27. conforme figura. 04. o módulo da velocidade de lançamento deve ser igual a: 1) gh 2 2) 2gh 3) (2gh) 2 cosθ 1 4) (2gh) 2 senθ 1 5) (gh ) 2 . No ponto A. a soma das alternativas corretas. Maringá-PR O goleiro de um time de futebol bate um tiro de meta e a bola percorre a trajetória es uematizada abaixo. nas proximidades da superfície ter restre onde a intensidade do campo gravitacional é igual a g. UFPB Um garoto está brincando de soltar bolas de gude pela janela de seu apart amento. Calvin. b) mesma fre üência. d) diferentes fre üências. a resultante das forças ue atua sobre a bola é nula. 16. 08.24. O resultado deste cálculo é: a) 80 m b) 45 m c) 30 m d) 20 m e) 5 m Voltar FÍSICA . mesma velocidade angular e mesma velocidade linear . U. é muito pe ueno para entender ue pontos situados a diferentes distâncias do centro de um dis co em rotação têm: a) mesma fre üência. e) diferentes fre üências. como resposta. ele resolve medir o tempo de ueda dessas bol as. ignorando a resistência do ar.E. c ) mesma fre üência. Seu relógio marca 10 horas 4 minutos e l segundo ao soltar uma determinada bol a e ela bate. o garoto sabe calcular a altura de onde está soltando as bol as. a resultante das forças ue atua sobre a bola é para a direita e par a cima. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lineares. diferentes velocidades angulares e mesma velocidad e linear. O Estado de São Paulo 7 26. No ponto A. UESC-BA Uma partícula é lançada. Dê. PUC-SP Leia a tira ao lado.Cinemática vetorial ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . uando esse relógio marca 10 horas 4 minutos e 3 segundos. a energia total da b ola é maior ue no ponto B. No pon to B. Baseado nestes dados. Despreze a resistência do ar e assinale o ue for correto (o ponto B corresponde ao instante em ue a bola atinge o solo ). a velocidade resultante da bola é nula. No ponto A. GABARITO 01. A partir de certo momento. a velocidade resultante da bola é para a direita e para cima. No ponto B. 02. tgθ 1 25. Para ue a partícula a tinja a altura máxima h. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lin eares. o garotinho assustado da tira. diferentes velocidades angulares e diferentes velocidades linear es. no solo.

Avançar .

força e distância. 4. após percorrer. v locidade. respectivamente. II.5 b) 2 c) 5 d) 10 8 cm e) 16 8 30. 04. o número de voltas ue a menor completará nesse mesmo intervalo de tempo é: a) 0. e) 1 16 . atinge o sol o com velocidade igual a v. b) Com base na informação. 10 e 30 04. é possível dizer ue a fre üência da polia Z vale. IV e V? a) 1 2 . a partir do repouso.Cinemática vetorial Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . e da distância h. os valores da velocidade v. c) 1 4 . 05. respectivamente. em m /s. aceleração. Sabendo-se ue a polia maior completa 4 voltas a cada segundo. Fatec-SP Duas polias. 02. 1 4 1 4 e 1 16 b) 4. R W = R Y = R Z = R X⋅ e a fre üência da polia W vale 2 2Hz. 45 e 10 02. em Hz: a) 1 8 b) 1 4 c) 1 2 d) 1 e) 2 29. 1 2 . executam movimentos 20 cm cir culares solidários e seus raios medem 20 cm e 8. Cefet-PR Considere o sistema de polias representado. A tabela apresenta uma coluna com os valores do período desses movimentos e uma coluna (incompleta) com os correspondentes valo res da fre üência. Movimento I II III IV V GABARITO Período (s) 1/4 1/2 1 2 3 Fre üência (Uz) 1 IMPRIMIR Qual das alternativas apresenta os valores da fre üência correspondentes. no ar. 30 e 45 31. a aceleração de ueda de um cor po nas proximidades da superfície terrestre é. 1 Nele. em m. 1 2 e 2 e 2 1 4 d) 16. aproximadamente. 2. 4 e 16 . tempo. 20 e 45 05. aos movimentos I. 2 e 4 Voltar FÍSICA .28. uma distância h. UESC-BA Desprezando-se a força de resistência do ar. a: 01. um corpo ue cai durante 3 segundos. UFRS Foi determinado o período de cinco di ferentes movimentos circulares uniformes. velocidade e força. ligadas por uma correia. todos referentes a partículas de mesma m assa percorrendo a mesma trajetória. respectiva mente. ace eração e tempo. igual a 10m/s2. velocidade e distância. 03. tempo e aceleração. força. 10 e 20 03. têm natureza vetorial: 01.0 cm. a) Das grandezas físicas citadas. Com base nesses dados. distância. 1 2 . são iguais. Ness as condições.

conforme figur . T/(2π) R b) arctg (2L/R) . acoplada ao eixo traseiro da bicicleta. aciona a corrente responsável pela transmissão do movimento a outra roda dentada ( catraca). efetua um movimento circular unifo rme em torno desse planeta. T/π d) arctg (L/2R) . 2 T/π L L 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 33. ligando-as através de uma corrente. Considere agora um sistema dup lo de tração. Nessas condições. para uma velocidade angular dos pedais fixa. em cada volta. c) coroa R2 e catraca R3. c) para o centro da Terra.32. qu ndo. No instante em ue a laranja inicia a ueda. c) circul r com celer ção de módulo st nte. a partir do repouso. d) coroa R2 e catra ca R4. b) para o centro de Júpiter. T/(2π) e) arctg (L/R) . A combinação ue permite máxima velocida de da bicicleta. e) tangente à trajetória.5 Dado: g = 10m/s2 34. a canoa deve estar a uma distância máxima da vertical da ueda. por um motivo qu lquer. deixa-se ca ir uma laranja. PUC-RS Um stron ut está consert ndo um equip mento do l do de for d n ve esp ci l que se encontr em órbit circul r em torno d Terr . a 20 m de altura sobre um rio. O f rol se encontr um distânci R do centro de um pr i de compri mento 2 L. é correto afirmar: ω 1 f2 01) f1 = f2 02) f1 > f2 03) 1 = 2 04) 1 < 2 05) = ω 2 f1 36. e) circul r sujei to um celer ção gr vit cion l nul . se a roda maior girar com fre üência f1 e velocidade angular w1 e a menor. o feixe d e luz está copl do um mec nismo rot tivo que re liz um volt complet c d T segundos. T/(2π) c) arctg ( L/R) .5 d) 3. em metros. o ciclista impele os ped ais. d) para o centro de Ganimedes. ITA-SP No sistema convencional de tração de bicicletas. ) retilíneo unifo rme. o stron ut execut um movimento. por sua vez .0 e) 1. Então. a força ue mantém o satélite Ganimedes na trajetória c ircular está dirigida: a) para o centro do Sol. FURG-RS Suponha ue Ganimedes.0 b) 6. ITA-SP Em um f rol de sin liz ção. T l como está. é: a) arctg (L/R) . UES C-BA É possível efetuar a transmissão de movimento circular entre duas rodas de diâmetro s diferentes. 37. de raios R1 e R2 (R1 < R2) e 2 catracas R3 e R4 (R3 < R4 ). i gual a: a) 9. conforme o comando da alavanca de câmbio. é: a) coroa R1 e cat raca R3.0 c) 4. pode-s e firm r que. Esta. O tempo necessário p r o feixe f rol de luz “v rrer” a praia. sem deslizamento.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ £ . Unifor-CE Do alto de uma ponte. a corrente só toca uma coroa e uma catraca de cada vez. em rel ção à Terr . b) retilíneo com celer ção de módulo const nte. com 2 coroas. cujo eixo movimenta a roda dentada (coroa) a ele solidária. uma das grandes luas de Júpiter. A laranja cai dentro de uma canoa ue desce o rio com velocidade constante de 3. solt -se d n ve. com fre üênci a f2 e velocidade angular w2. b) coroa R1 e catraca R4. e) é indeterminada já ue não se conhece o diâmetro da roda traseira da bicicleta . 35.0m/s. Obviamente. respectivamente. d) circul r com vetor velocid de t ngenci l const nte.

1 0.2 tem o (s) 0.4 0.V. a velocidade de um móvel varia linearme nte com o tem o. de modo que A’ e B’ ossam ser conectada s or uma outra correia C’. c) a com onente horizontal da velocidade média do onto em relação ao chão.2 0. conforme indicado na figura. ara atravessar uma onte. é de 10 s. com uma velocidade constante de 36 km/h. UFPE A olia A’ de raio r’A = 12 cm é concêntrica à olia A. ( ) No M.U.6 Altura (m) 0. ( ) Um ciclista executa 4 edaladas or segundo. odemos concluir que o raio da catraca é um terço do raio da coroa. sem que ocorra deslizamento das correias? a) 12 cm b) 10 cm c) 8. ( ) O tem o gasto or um trem. em função do tem o.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . A olia A é aco lada a uma terceira olia B de raio rB = 20 cm ela correia C. ( ) Um carro com 72 km/h é freiado uniformemente e ara a ós ercor rer 50 m.R.0 cm e) 4.1. Unicam -SP O gráfico abaixo re resenta.3 Voltar FÍSICA . Unica -PE ( ) Um cor o com M. b) a com onente vertical da velocidade média do onto em relação ao chão. ossuí uma aceleração diretamente ro orcional a o quadrado da velocidade. Qual deve ser o raio da olia B’. 0. a altura em relação ao chão de um onto localizado na borda de uma das rodas de um automóvel em movimento.0 0.0 cm d) 6.0 cm 10 39.38. Considere uma volta com leta da roda e determine: a) a velocidad e angular da roda. A r oxime i = 3. de com rimento igual a 100 m. de raio rA = 30 cm.. GABARITO 40. Se a roda traseir a ossui uma freqüência 12 Hz. concêntrica a B e rigidamente resa a ela. e está rigidamente resa a ela. Podemos concluir que o módulo da aceleração a licado elos freios é de 4m/s2.C. cujo com rimento é idêntico ao do t rem.0 IMPRIMIR 0.U.

reso a uma mola de constante elástica k.2 cm c) 2.0. Cesgr nrio Enqu nto fit é tot lmente tr nsferid do c rretel A p r o c rre tel B. o número de rot ções por segundo do c rretel A: ) cresce de 1.0 cm. Cesgr nrio Qu ndo o r io externo do conjunto fit -c rretel no c rretel A v l er 1. c) decresce de 2. e quando osta a girar em movimento uniforme. o r io externo do conjunto fit -c rretel v le 2. Com fit tot lmente enrol d num dos c rretéis. A mola não deformada tem c om rimento l. proxim d mente: ) 2.6 cm 44. fit do c s sete p ss em frente d c beç de leitur C com um velocid de const nte v = 4. d) decresce de 0. 42.76. Cesgr nrio Se fit demor 30 min p r p ss r do c rret el A p r o c rretel B.8 c m/s.8 cm e) 1.5 cm.4 1.4 cm b) 2. Em um toc -fit s.31. b) cres ce de 0.31 0.4. GABARITO 43. o do c rretel B v lerá.5 cm. o comprimento d fit desenrol d é proxim d mente igu l : IMPRIMIR ) 86 m b) 75 m c) 64 m d) 45 m e) 30 m Volt r FÍSICA .0 cm d) 1. O módulo da velocidade angular w do sistema é: a) ω = kx m kx m d) ω = kx ( +x m ) b) ω = e) ω = kx +x k ( +x mx ) c) ω = m ( ) 11 O enunci do seguir refere-se às questões de 2 4. O r io do núcleo dos c rretéis v le 1. sofre uma deformação x.41. e) perm nece const nte.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ .0 2.76 0. Alfenas-MG Um bloco de massa m descreve um movimento circular numa mesa h orizontal lisa. U.

.

Se v2 é a cidade escalar do mesmo ponto uando o ângulo θ corresponde v2 a 60º. Uma das atrações típicas do circo é o e uilibrista sobre monociclo.7 45. UERJ-RJ A medida do raio r da trajetória descrita elo onto A. IMPRIMIR 48. o ponto A tem velocidade escalar v1. p r que o vião sub ou desç . um eixo centr l gir tório CD. π≅3 Dados: AC = 6 m 12 BC = CD = 2 m 2 m ≤ BD ≤ 2 3 m 3 ≅ 1.00 UERJ Utilize os dados abaixo para resolver as uestões de números 7 e 8. Esse brinquedo está lig do. UERJ Em outro momento.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¤ ¤ ¤ ¡ ¢ ¤ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¤ ¡ ¡ do ângulo θ.UERJ-RJ Utilize s inform ções b ixo p r responder às questões de números 5 e 6. como ilustr figur b ixo: Enqu nto o eixo gir com um velocid de ngul r de módulo const nte. f zendo o âng ulo q v ri r.0 s Voltar FÍSICA . 47. e o movimento do e uilibrista é retilíneo. no início de sua apresentação.85 GABARITO c) 0.90 d) 1. considerando o movimento uniforme. uma distância de 24 π metros . Em um p rque de diversões há um brinquedo que tem como modelo um vião.50 m/s2. em função e uivale a: a) 6 sen θ b) 4 sen θ c) 3 sen θ d) 2 sen θ 46. UERJ O e uilibrista percorre. Calcule a velocidade média do equilibrista no trajet o ercorrido nos rimeiros 6. o monociclo começa a se mover a artir do re ouso com a celeração constante de 0. necessárias ara que ele ercorra es sa distância em 30 s. or segundo. O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm. então a a: v1 a) 0. braço AC está velo razão é igual .75 b) 0. por um br ço AC. UERJ-RJ Quando o perpendicular ao eixo central. o piloto dispõe de um com ndo que pode exp ndir ou contr ir o cilindro hidráulico BD. Determine o número de edaladas.

Londrina-PR O que acontece com o movimento de dois cor os. 50. com velocidade inic ial de 80 m/s. II. No instante t = 2 s. 04. e) I.5t2. 64. são feitas três afirmativas. des rezando o atrito da edra com o ar e considera ndo que o estudante desconhece tanto o valor da aceleração da gravidade no local de seu ex erimento como a velocidade do som no ar. a relação aceleração da gravidade/velocidade do som no ar (g/vs). 52. tal estudante ode concluir que: 01. c) A enas I e II. Cefet-PR Um cor o d e massa 2 kg é lançado verticalmente ara cima a artir do solo. 02. No instante t = 3 s. vale.55 m acima do nível da água. ele está exatamente a 490. III. Considerando a origem no solo. a soma das alternativas corretas. ele está a uma distância inferior a 490.E. a equação horária do mo vimento é h = 80 . Dê. Para esse movimen to. quando a resistência do ar é des rezada? a) O objeto de maio r massa atingirá o solo rimeiro. não tem dados suficientes ara chegar a uma conclusão recisa a res eito do valor da aceleração da gravidade no local. d) A enas I e III. b) Durante a subida. a aceleração do movimento vale 20 m/ s2.55 m acima do nível da águ a. 13 d) A velocidade média do cor o no ercurso de subida é igual a 40 m/s. abandona verticalmente uma edra. exatamente do alto de um oço. 51. FURG-RS No instante t = 0 s. tem dados suficientes ara chegar a um valor m uito reciso da velocidade do som no ar. c) Ao atingir a altura máxima.49. nas condições do seu ex erimento.40 s a ós o momento no qual ele observa que a edra atinge a água. realizando um trabalho ex erimental. 9. Quais afirmativas estão corretas? a) A enas II.0 s ara atingir a camada inicial da água e que o som do baque da edra na água foi ouvido 1. e III. como res osta. e) Durante a subida. Unioeste-PR Um estud ante. b) O objeto de menor massa atingirá o solo rimeir o. assinale a afirmativa correta. a energia otencial e mecânica do cor o aumentam. 08. 352. a roximadamente. nas condições do seu ex erimento. nas condições de seu ex erimento. a vel ocidade do som no ar. exatamente. U. naquele local. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando a acele ração da gravidade igual a 10 m/s2.677 m/ s.814 m/s2. vale. d) O objeto mais leve ercorrerá dis tância maior.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 80 m acima da su erfíc ie terrestre. Com base a enas nestes dados.028/s. 16. ao serem lançados horizontalmente com a mesma velocidade. a artir do re ouso. b) A enas I II. I. um cor o de massa 1 kg é largado. c) Os dois atingirão o solo simultaneamente. de uma mesma a ltura e ao mesmo tem o. vale. exatamente. Considere des rezíveis as forças de resistência do ar. a aceleração da gravidade. a) O cor o erman ecerá no ar durante 8 s. II. o eso do cor o realiza um trabalho motor. de massas di ferentes. 32. 0. a artir do re ouso. a velocidade e a aceleração do cor o serão nulas. e) As acelerações de cada objeto serão diferentes. O estudante observa que a edra g asta 10. a velocidade do cor o é 30 m/ s e está dirigida ara baixo.

o gráfi co que re resenta a osição da edra em função do tem o é: a) d) b) e) 14 c) IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . como mostra na figura e. U. retorna ao solo.F.53. a ós 6 s.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Pelotas-RS Uma edra é lançada ara cima. Des rezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s2.

56 4.c 42.a 45. d 28. b 32. a) 01 b) 05 31.a 46. c 2 3. b) VV = 0. 33 52.b 44. b 15. b 35. 58 8. Q U E D A L I V R E . V – V – V – F – V 40.Cinemática vetorial Avançar .1. d 10. c 3 3. d 51. c 38. c) VH = 18.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . c 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .5m/s 49. a 11. d 30. V – F – V – V – F 24. c 39.6 m/s 41.2 voltas/seg 48. 04 25. b 16. c 53. b 26.b 47.b 43. a 21. d 29. 02 + 04 + 16 + 32 22. c 50. b 34. a 19. a 37. c 5. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. 04 36. a 17. F – V – V – F – F 2. c 7. e 14. a) 62 rad/s. V – V – F – V – V 3. d 20. 12 27. c 18. e 9. e – F 13. c 6.

Mackenzie-SP Duas forças horizontais. quanto maior fo r o tem o de colisão: a) menor será a força média que os ocu antes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. numa colisão fron tal.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . V unes Num jogo de boliche. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1. er endiculares entre si e de intensidade s 6 N e 8 N. As forças que agem sobre a bola. ocorra o amassamento da arte dianteira da lataria de maneira a reservar a cabine. a) GABARITO b) c) d) e) IMPRIMIR 3. Com base nessas informações. estão melhor re resentadas elo esquema: velocidade 1 Dados: — des rezar qualquer efeito do ar sobre a bola e considerar o movimento da esquerda ara a direita. o módulo da aceleração adquirida or esse cor o é: a) 1 m/s2 d) 4 m/s2 2 b) 2 m/s e) 5 m/s2 c) 3 m/s2 Voltar FÍSICA . b) maior será a força média que os ocu antes d o automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. 2. agem sobre um cor o de 2 kg que se encontra sobre uma su erfície lan a e horizontal. d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. Des rezando os atritos. Isso faz aumentar o tem o de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo. ode-se afirmar que. um ouco antes dela atingir os inos. c) maior será a variação d a quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. uma bola é lançada na horizontal contra uma barreira de inos com o objetivo de derrubá-los. — as intensidades das forças não estão re resentadas em escala.

1 03 b) 1. Dados: sen 37º = 0. em joules: a) 80 d) 1. FEI-SP Um automóvel de massa 1375 kg encontra-se em uma ladeira que forma 37° em relação à horizontal. Nessas condições. U. 5 c) µ = 0. é ossível concluir que o eso do caminhão é de: 2 a) b) c) d) e) 20000 N 25000 N 30000 N 50000 N 60000 N → 6.6 e cos (37°) = 0. o trabalho da força F vale.80 Num deslocamento de 2. são utilizadas três balanças. a aceleração do ca ixote é.F. UFSE Uma caixa de massa 50 kg é arrastada sobre uma su erfície hor izontal or uma GABARITO força F .50 b) 1. Fuvest-SP Na esagem de um caminhão.0 5.0 c) 1.8.0 . 103 2 c) 8.60 cos: 37º = 0. A art ir desse rocedimento. Dados: g = 10m/s2 Coeficiente de atrito cinético µ = 0. Qual é o mínimo coeficiente de atrito ara que o automóvel ermaneça ado? Dados: sen (37°) = 0.25 d) µ = 1. 20000 N e 10000 N.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .0 e) 3.0 . de intensidade 100 N. Pode-se afirmar que o módulo de P é: a) 140 N b) 200 N c) 280 N d) 40 N e) 340 N 7.75 Voltar FÍSICA .20 a) 0. a) µ = 0. no osto fiscal de uma estrada. As balanças indicaram 30000 N. 102 e) 8. UFSE Um caixote de massa 50 kg é em urrado horizontalmente sobre um assoalho ho rizontal.0 m.6 .4.6 . formando angulo de 37º com a horizontal. Sobre cada balança.5 d) 2.50 e) µ = 1.São Carlos-SP Os módulos dos com onentes ortogonais do eso P de um cor o → val em 120 N e 160 N. 10 IMPRIMIR 8. são osicionadas todas a s rodas de um mesmo eixo. or meio de uma força de intensidade 150 N.0 b) µ = 0. em m/s2.

UFSE Dois corpos A e B. deve-se esperar que ele adquira aceleração de módulo: a) 4a b) 2a c) a a d) 2 ω e) 1 ω2 3 11. respectivamente.Leis de Ne ton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ . em ne tons.” Um dos fatores determinantes dessa redução de custos se deve à inércia do movimento de r otação da Terra. estão unidos por meio de um fio. FEI-SP No esquema de polias ao lado. Qual é a carga máxima que ela conseg uirá erguer? a) 30 N d) 180 N b) 90 N e) 240 N c) 120 N IMPRIMIR CARGA Voltar FÍSICA . nas proxi midades do Equador. e) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é maior do que em outras latitudes. a osição geográfica do CLA aumenta as condições de segurança e ermite menores custos de ançamento. Três forças horizontais são aplicadas simultaneamente no corpo A.9. medem. Fatec-SP Dois objetos A e B de massas 1. o veículo lançador consome menos energia para fazer com que o satélite adquira a sua velocidade orbital. Localizado na costa do nordeste brasileiro.São Carlos-SP No site www.gov. sem atrito.br. d) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é menor do que em outras latitudes. U. a arece a seguinte informação: “O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) vem sendo construído desde a década de 80 e está atualmente re arado ara lançar foguetes de sondagem e veículos lançadores de satélites de equeno orte. de massas m e 2 m respectivamente. Esse fio passa por cima de uma roldana. estão em repouso sobre uma mesa horizontal. onde se encontra o CLA: a) a velocidade tangencial da superfíc ie da Terra é maior do que em outras latitudes. e o corpo B está apoiado no chão.ages acial.0 kg e 5. como mostra a figura. que adquire aceleração de módulo a. Se as mesmas três forças forem aplicadas simultaneamente ao corpo B.0 kg. Graças a essa inércia. GABARITO É correto afirmar que a força que o corpo B exerce sobre o solo e a tração nesse fio.F. respectivamente: Dado: g = 10 m/s2 a) 0 e 40 d) 50 e 10 b) 40 e 10 e) 50 e 50 c) 40 e 60 12. 10. Isso ocorre porque. b) a velocidade tangencial da supe rfície da Terra é menor do que em outras latitudes. róximo ao Equador. c) a velocidade tangencial da su perfície da Terra é igual à velocidade orbital do satélite. da Agência Es acial Brasileira. sabe-se que a máxima força F que uma pessoa pode fazer é F = 30 N.

UFPE Um caminhão t ransporta um caixote em uma estrada reta e horizontal com uma velocidade v. que está em cima d e uma mesa horizontal. Sabendo-se que as forças que atuam sobre o caixote são: o peso do caixote P. a moeda tende a manter-se na mesma po sição em relação a um referencial fixo na mesa. d) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel fo r menor que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel. é sempre menor que a força apl icada à folha de papel. se você puxar a folha de papel. Pode-se afirmar que isso: a) sempre acontece porque. em cima de uma folha de papel. O motorista aplica os freios imprimindo uma desaceleração co nstante.Leis de Ne ton Avançar £ ¥ 13. Durante a fase de desaceleração. transmitida pelo atrito com a folha de papel. a reação normal da superfície N e a força de atrito f. de acordo com o princípio da inércia. c) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel for maior que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel . o caixote não desliza sobre a carroceria do caminhão. qual dos diagramas abaixo repres enta as forças que agem sobre o caixote durante a desaceleração? GABARITO a) d) IMPRIMIR b) e) c) Voltar FÍSICA . Alguém lhe diz que. a moeda v ai escorregar e ficar sobre a mesa. UESC-BA De acordo com a 3 Lei de Ne ton. tem-se um par ação-reação representado em: £ . 15. e) só acontece se o coeficiente de atrito estático entre a folha de papel e a moeda for menor que o co eficiente de atrito estático entre a folha de papel e a mesa. da e squerda para a direita.a) b) c) d) e) 4 14. b) sempre acontece porque a força aplicada à moeda. Vunesp Uma moeda está deitada.

que está atuando sobre o referido dente canino. 5 GABARITO Assinale a opção na qual se indica. UFRN Na correção ortodôntica de uma arcada de tária. Considere as seguintes afirmações: B A g I. 17. d) três forças. até atingir o plano horizontal. Sabe-se que os raios de curvatura da pist a em A e B são iguais. e) três forças. o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força nor mal que o trilho exerce sobre ele. em trajetória retilínea.Leis de Ne ton Avançar £   . corretamente. Desprezando-se qualquer ação do ar. Nas figuras 1 e 2. A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B. atuam sobre o bloco: a) duas forças. durante esse movimento. b) duas forças. III. conforme a figura. No ponto B. a figura que representa FR e o val or de sua intensidade. a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para bai xo.São Carlos-SP O bloco da figura desce espontaneamente o plano inclinado co m velocidade constante. conforme a figura a baixo.1 N c) Figura 1 e 1 0. foi passado.1 N b) Figura 2 e 14. a) Figura 1 e 14. Fuvest-SP Um carrinho é largado do alto de uma mont anha russa. num dos dentes caninos. mas só uma realiza trabalho. FR. II. um elástico.F. mas só uma realiza trabalho. um de cada lado da arcada. Está correto apenas o que se afirma em: a) I d) I e II b) II e) II e III c) III IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e todas realizam trabalho. mas só uma realiza trabalho.0 N e o ângulo formado pelas duas partes do elástico é e 90 .0 N d) Figura 2 e 10. c ) três forças. Ele se movimenta.0 N 18. e ambas realizam trabalho. A tensão no elástico é de 10. estão representadas duas possibilidades para a direção e o sen tido da força resultante.16. As extremidades desse elástic o foram amarradas a dois molares. U. No ponto A. sem atrito e sem soltar-se dos trilhos.

de Stanle Kubrick. eles mediram o valor b = 230 kg/m. com função aerodinâmica) ara uma determinada configuração dos aerofólios. Nesse filme a gravidade é simulada pela rotação da estação espacial. em forma de cilindro oc o. que cria um peso efetivo agindo sobre o astronauta.92 x 104 N.20 x 104 N d) 2.60 x 104 N e) 3.60. sobre o bar co. UFPB Uma equipe de corrida de Fórmula 1 está testando um novo carro e realiza várias medidas da força de resistência do ar com o carro em alta velocidade. Um filme que se preocupa com esta questão é “2001. 6 Sabendo-se que o barco e os tratores movem-se com velocidades constantes. 84 x 104 N 4 c) 1. Unicamp-SP Algo muito comum no s filmes de ficção científica é o fato dos personagens não flutuarem no interior das naves espaciais. só poderá ser: v d) F = 2 a) F = bv2 b b) F = b2v e) F = bv v2 c) F = b IMPRIMIR Voltar FÍSICA . gira com velocidade angular constante de 0. navega co ntra a corrente de um trecho retilíneo de um rio.19. 21. d entre as alternativas abaixo. mostrada abaixo. eles se movem como se existisse uma força que os prendesse ao chão das espaçon aves. UFPB Conforme a figura abaixo. enquanto a corrente atua com uma força Fc cujo módulo é 1. na ausência de campos gravitacionais ex ternos. então o valor de F1 é: a) 1. que se nq = 0.80 e cosq = 0. O raio R da espaçonave é 40 m. GABARITO b) Determine a força de reação que o chão da espaçonave aplica no astronauta que tem massa m = 80 kg. Mesmo estando no espaço sideral. forças de mesmo r módulo (F1 = F2). puxado por dois tratores. Os tratores exercem.Leis de Ne ton Avançar £ . um barco. conclui-se que a força de resistência do ar F. Eles verificam que esta força depende da velocidade v do carro e de um fator b qu e varia conforme a posição dos aerofólios (peças na forma de asas. A estação espacial.40 x 104 N b) 1 .2 rad/s em torno de um eixo horizontal E perpendicular à página. uma Odisséia no Espaço”. An alisando-se as unidades do fator b. a) Calcul e a velocidade tangencial do astronauta representado na figura.92 x 10 N 20.

A massa to tal (carro + motorista) é mT = 1296 kg. Galileu. a uma velocidade de 60 km/h. a 55 m. em linha reta (direção do eixo x). supondo ambas constantes naqueles 55 m.Leis de Newton Avançar . para as com ponentes da velocidade e da aceleração ao longo do eixo x. ultrapassando a lombada com a velocidade máxima permitida. F = m a . ( ) A massa do foguete diminui com o tempo . pode-se concluir que os módulos da aceleração e da força de at rito. quando percebe que há. antes mesmo de realizar seu famoso experim ento da torre de Pisa. pois boa parte de sua massa total é constituída de combustível. mas a força da gravidade permanece constante e i gual a mg. respectivamente: a) 5000 km/h2 e 3600 N c) 5000 km/h2 e 5500 N b) 10000 km/h2 e 5000 N d) 10000 km/h2 e 1000 N 23. Nilson dirige distraidamente. UFRN O Sr. No mesmo instante. a força de atrito com o ar diminui. 24. tais como a força de propulsão do motor. ( ) À medida que o foguete sobe. Para que o lançamento seja feito com sucesso. sua aceleração deve aumentar com tempo.22. são. Tal afirmação é um exemplo de: a) lei c) modelo b) teoria d) hipótese Voltar FÍSICA . pela B R-101. ( ) Supondo que a fo rça de propulsão do foguete constante. Lembrando a equação de Torricelli. ( ) À medi da que o foguete sobe. pois a atmosfera é mais r arefeita quanto maior a altitude. UFMT Foguetes lançadores como os do Projeto Apolo são utilizados há décadas para col ocar satélites em órbita da Terra ou para levar a outros planetas dispositivos const ruídos pelo homem. a força de atrito com o ar e a própria força da gravidade. várias forças atuam. para obedecer à sinalização e evitar multa. onde m é a massa do foguete. afirmou que uma pedra leve e outra pesada. os engenheiros aero espaciais têm que conhecer as forças que atuam nos foguetes. Analise esse tema e jul gue os itens. quando abandon adas livremente de uma mesma altura. deveriam levar o mesmo tempo para chegar ao solo. indicando a velocidade máxima permitida: 50 km/h. aciona os freios do automóvel. um redutor el etrônico de velocidade (“lombada eletrônica”). v2 = V02 + 2a∆x e a Segunda Lei de Newton. UERJ 7 GABARITO IMPRIMIR Com base neste conhecimento.

a nave será desviada . adquirida p elos blocos. e es te adquire uma velocidade v.5 d) 2. se justifica. Supondo-se que a força de atrito externo atuand o sobre os blocos seja 25 N. 16. não se justifica. a soma das afirmativas corretas.25. ligadas por fios de massa desprezível. Então a nova vel ocidade do bloco é: a) v b)2 v c) v 2 d) 4v e) v 4 GABARITO 29. a velocidade da nave diminuirá com o tempo até parar. que as naves espaciais. que representa doi s blocos independentes sobre uma mesa horizontal. vale: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 26. é necessária a ação de uma força sobre e le. em m/s2. conforme a figura ao lado. em newtons: a) 0. como resposta. durante tempo idêntico ao do caso anterior.50 b) 1. a força F deve ser um pouco superior a: a) P/4 b) P/2 c) P d) 2P e) 4P IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Adote g = 10 m/s2. em filmes de ficção científica. Suponha agora que a força é dobrada.5 e) 3. mesmo quando l onge de qualquer planeta ou estrela. 04. pois. se os motores forem desligados. porque. pois. se justifica. movendo-se para a direita sob a ação de uma força horizontal de 100 N.0 c) 1. se j ustifica. a nave seguirá até o destino com velocidade constante. pois. Supõe-se o atrito desprezível e o p eso das roldanas e da corda muito pequeno. a tração T no fio intermediário tem int ensidade. Para elevar um material de peso P. 28. de sua rota. uma vez colocada no seu rumo. uma vez atingida a velocidade de cruzeiro. Esse fato: 01. de forma gradativa. UFMT É comum. PUC-RS Instrução: Responder à questão com base na figura ao lado. UFSE A figura mostra um móbile de três peças.Leis de Newton Avançar . se os moto res forem desligados. é correto concluir que a aceleração. não se justifica.0 8 27. PU C-RJ Um bloco de gelo está inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito d e um lago congelado. porque. 02. Uma força é exercida sobre o bloco durante um certo tempo. Dê. permaneçam com os motores ligados durante tod o o tempo de percurso da viagem. agindo sobre o blo co a partir do repouso. 08. os operários transportam verticalmente mater iais usando roldanas. para que qualquer objeto se mova. Quando estiver em repouso. PUC-RS Numa obra de construção civil. a nave seguirá até o seu destino sem desviar-se da rota.

16. Unifor-CE Os corpos A e B. 33. 01. 34. U. são presos por um fio de massa desprezível. c) dois corpos ficaram flutua ndo em repouso. realizou uma experiência que consis tia em largar. existente entre a superfície e o bloco é igual a: a) 6 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 35. ( ) Não é po ssível um indivíduo erguer-se. qu e o fio que une as massas é inextensível e que a polia tem massa desprezível. e assina le o que for correto. de 25 N sobre uma superfície plana horizontal. sem sair efetivamente do lugar. 08. é puxado por uma força. A aceleração local da gravidade adotada é 10m/s2. Sabe ndo que a atração gravitacional na Lua é seis vezes menor que na Terra. Se duplicarmos o valor de m2. o impacto provocado pela pedra arremessada inde pende de sua massa. a soma das alternativas corre tas. A força de atrito. ao mesmo tempo e a partir do repouso. UFMT Na superfície da Lua. deix ando-os cair sobre a superfície lunar. a t no fio que une os dois corpos vale. 04. havia dois astronautas. apenas mover as pernas. ( ) Como na Lua todos os objetos caem com a mesma aceleração.E.0 kg. ( ) A pedra pode ser erguida mais facilmente na Lua do que na Terra. como resposta.0 kg e mB = 3. e) dois corp os começaram a subir. Nessas condições. O sistema é acelerado verticalmente para cima com acel eração de 2.0 m/s2. ( ) Para que um corpo passe a se mover. em N. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Um astronauta ficou com rai va do outro. puxando o próprio cabelo. Maringá-PR Considere que no sistema representado na figura abaixo não atua qualquer força dissipativa. d) dois corpos tocaram o solo lunar ao mesmo tempo. UFMT Em relação às manifestações das Leis de Newton nos fenômenos do cotidiano. julgue as afir mativas. Na ocasião. A resultante das forças que atua sobre o sistema é (m1 + m2) a. Unirio O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na superfície da Lua. um martelo e uma pena. U. deve necessariamente empurrar ou puxar outro no sentido inverso.30.Leis de Newton Avançar . 32. b) martelo caiu mais rápido do que a pena. de massas mA = 2. afastando-se da superfície lunar. a aceleração do sistema duplica. por isso jogou-lhe uma pedra de 20 kg. ( ) Sem o atrito. não seria p ossível caminhar. 02 . Se duplicarmos o valor de m1 a aceleração do sistema reduz-se à metade. Se m1 = m2. onde a é a aceleração do sistema. Católica de Salvador-BA Um bloco de massa igual a 5 kg. julgue os itens. em 1969. ( ) O impacto que o astronauta sentiu no peito é o mesmo que ele sentiria n a Terra se a pedra o atingisse com a mesma velocidade. a velocidade do sistema é constante. e observou que o(s): a) martelo caiu e a pe na subiu. Dê. ( ) A pedra pode ser arremessada horizontalmente mais facilmente na Lua do que na Terra. constante e horizontal. em newtons: a) 18 b) 24 c) 30 d) 36 e) 50 31. A resultante das forças que atua sobre o sistema é m2g. que o acertou no peito. com a celeração constante de 3m/s2.

Itajubá-MG A aceleração ad uirida pelo corpo com massa de 2 kg da figura abaixo vale A.M. como o atrito. esse rompimento ocorrerá: 01. 02. como o atrit o. Dê. dessa maneira. continua se ndo dinâmico. 04. a soma das alternativas corretas. b) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F 2 é 45º. no trecho A. 04. F. se as rodas parassem en uanto o carro estivesse em movimento. entre as rodas e o solo. também. possuem massas m1. a frenagem é mais rápida. têm co mo resultante uma força F cujo módulo é. simultan eamente nos trechos A. continua sendo estático. a soma das afirmativas corret as. UFMT O sistema de freios ABS.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Essa situação física: só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é nulo. É certo afirmar ue: 01. nele aban donado. as rodas têm sua ad erência no solo aumentada fazendo com ue o carro pare mais rápido. 16. 16. U.M. o motorist a continua tendo a dirigibilidade do veículo en uanto freia. 02. F. no trecho C. entre as rodas e o solo. não deixa ue as rodas parem en uanto o carro está em movimento.E. nessas condições. o mesmo de F1 e F2 . sob a ação das mesmas forças. 37. 08. Maringá-PR Três corpos. ual deverá ser a nova massa do corpo em kg. Para ue. Dê. é igual a: a ) sen θ b) cos θ c) tg θ d) secθ e) cotg θ GABARITO 39. desliza para baixo mantendo constante a sua velocidade.5 e) 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 10 O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e o plano. conforme figura ao lado. de mesmo módulo. a) 8 b) 2 6 c) 2 3 d) 0. e estão presos por cordas idênticas no teto de um laboratório. Triângulo Mineiro-MG Duas forças concorrentes F1 e F2 . como resposta. m2 e m3. B e C. a frenagem é mais rápida. como resposta. 40. o a trito entre as rodas e o solo seria menor. d) só ocorre quando o ângulo ent e F2 é 120º. 38. 08. c) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é 60º. simultaneamente nos trechos A e B. sob a ação do campo gravita l terrestre. Unifor-CE A inclinação do plano representado abaixo é tal que um corpo. e) é impossível. Aumentando-se gradativamente a massa m2 até o rompimento da(s) corda(s). n o trecho B.36. esta aceleração seja uadruplicada. uando acionado.

O livro acompanha o movimento da folha e não desliza s obre ela. pode-se afirmar que: ( ) o sistema sai de sua situação ini cial e. ( ) para o bl oco ficar em e uilíbrio. conforme a figura abaixo. Por esta polia passa um fio leve e inextensível. c) É uma força de atrito estático contrário de sentido ao do moviment o do livro.0 N b) 62. Considere g = 10 m/s2 e F = 10 N. ue força deverá ser aplicada na corda 2 para manter em e uilíbrio estático o corpo suspenso de 500 k g? Os fios são considerados inestensíveis e de massas desprezíveis: entre os fios e as polias não há atrito. exista atrito cujo coeficiente seja m ≥ tg30º. Ela consiste em uma polia fixa leve (de massa desprezível) que gira li vre de atrito. UFR-RJ Um corpo de massa m = 2 kg encontra-se apoiado em uma superfície horizo ntal. A partir de então.2 N e) 82. um estudante puxa a folha em s ua direção. em cujas extremida des se acham suspensos dois blocos A e B. (Polias ideais) a) 50. perfeitamente lisa. acha-se esquematizada uma “máquin a de At ood”. Em um dado instante. em um plano inclinado liso. como mostra a figur a ao lado: Determine o valor da aceleração do corpo na direção “x”. no fio. 11 Podemos afirmar ue: ( ) a força normal é igual ao peso do bloco. U. de baixo. pela mecânica. Para aproximá-lo de si.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ ¢ £ . o colocou em movimento? a) É uma força de atrito cinético de sentido contrári o ao do movimento do livro. Considere g = 10m/s2. sem tocar no livro. o sistema é abandonado. Qual é a alternativa ue melhor descreve a força ue. de massas respectivamente dadas mA = 3 kg e mB = 2 kg. o bloco chegará à base do plano em 2 s. 45.5 N c) 80. ( ) partindo-s e o fio. d) É uma força de atrito estático de sentido igual ao do movimento do livr o. ao ser exercida sobr e o livro. entre o bloco e o plan o. de cima. o bloco chegará à base do plano com uma velocidade de 10 m/s. UFRS Um livro encontra-se deitado sobre uma folha de papel. ficando livre para s e mover. ( ) a tração. desce. e) É uma força ue não pode ser caracterizada como força de atrito. 42. é necessário ue.0 N d) 70.41. o resultado se conhece: o bloco A. é 20 N. UEMS No sistema. Aplica-se a esse corpo uma força F . sobe e o B. por meio de u m fio. ( ) a aceleração do bloco A é d e 2m/s2 (considere a aceleração da gravidade g = 10m/s2). ambos em repouso sobre uma mesa horizontal. ( ) se o fio se romper. b) É uma força de atrito cinético de sentido igual ao do m ovimento do livro. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) a tensão do fio é menor que o peso de B. abaixo. sem a presença do fio. 43. Unicap-PE Um bloco de 4 kg encontra-se em e uilíbrio. Católica-GO Na figura dada.0 N GABARITO 44.

0. Os coeficientes de atrito estático e de atrito dinâmico entre as s uperfícies da carroceria e das caixas são.000 kg. 04) atrito. respectivamente. 32. permanecendo em repouso com relação à carroceria do caminhão. peso e atrito. respectivamente. normal e atrito. 02. c) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal vale menos do ue 20 N. b) a força resu ltante das forças ue atuam sobre o bloco é nula. assim. pisa no freio. é correto afirmar ue: a) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal é nula. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. sob ação exclusiva das forças F1 . e) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0. 64. transportando sobre a carroceria duas caixas A e B de massas mA = 600 kg e mB = 1. além da desaceleração do caminhão. As caixas escorregariam sobre a superfície da carroceria. UESC-BA Na figura.12 46. 49. 04. a caixa A exerce uma força sobre ela igual 3. Dê. de módulo igual a 10 N. O caminhã pára. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a soma das alternativas correta s. 05) normal. O caminhão é submetido a uma desaceleração de módulo igual a 5. como: 01) peso. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s ): 01. atr ito e normal. como resposta.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . GABARITO a) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. O caminhão se imobiliza após percorrer 62. UFRJ O bloco 1. A caixa A não escorrega e. 02) normal. O velocímetro indica 90 km/h quando o motorista. representados n a figura. dispostas c onforme a figura. Somente a caixa B escorrega sobre a carroceria por que. Eles são acelerados pela força horizontal F . 08. b) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloc o 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo.50. mas a inércia das caixas faz com que elas continuem em movimento. atrito e peso. ue podem se identificadas. 47. A caixa A não escorrega porq ue a inércia da caixa B a impede. d) o peso do bloco é igual a 20 N. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível. o bloco B encontra-se em iminência de movimento de desci da sobre a rampa de inclinação θ.0 m/s2.0 m/s2. como mostra a figura. 16.000 N . 03) peso.80 e 0. 48. de 1 kg. a força que ela exerce sobre a caixa B é nula. observando perigo na pista. pe so e normal. U Caxias do Sul-RS O bloco A de mass a m = 4 kg desloca-se com velocidade constante v = 2 m/s sobre uma superfície hori zontal.5 metros. de 4 kg. F2 e F3 . UFSC Um caminhão trafega num trecho reto de uma rodovia. As duas caixas não escorregam. Com ajuda dos dados e da figura. e o bloco 2. se o módulo da desaceleração do caminhão fosse maior do que 8.8. colidindo c om a cabina do motorista.

U. Sendo fa a força de atrito ue atua no corpo A. é de: (considere g = 10 m/s2) a) 100 N b) 80 N c) 64 .05 55.50.80. em N/m. UFR-RJ Na figura abaixo o fio ue une os corpos A e B é i nextensível e tem massa desprezível.fa . o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a mesa é: a) 10 b) 1 c) 0. cos = 0. Católica-DF Na cons trução de uma estrada o engenheiro projetista tem a seguinte imposição: fazer uma curva de 50 m de raio com uma inclinação tal ue ual uer veículo possa fazê-la com a velocida de máxima de 60 km/h. As massas dos corpos são mA = mB = m. Sendo 0. ue forma um ângulo de 30° com a horizontal. desprezando-se a resistência do ar e considerando-se ue o bloco A está na iminência da descida. g a aceleração da gravidade e a aceler ação do conjunto. U. Nessas condições. Considerando a aceleração da gravidade i gual a 10 m/s2.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . UFBA A figura apresenta um bloco A. demonstre ue a = mg . de ve ser igual a: a) 0.1 d) 0. sobre uma mesa horizontal.F. sobre um plano de i nclinação em relação à superfície horizontal.2 o coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano. a inclinação da curva deverá ser de aproximadamente: a) 15º b) 30º c) 45º d 60º e) 75º IMPRIMIR Voltar FÍSICA .04 e) 0. Considerando a aceleração gravitacional com módulo g = 10 m/s2. o men or coeficiente de atrito entre os pneus e a pista.01 e) zero 54. determine a constante elástica da mola.60.02 c) 0. sob a ação de uma força horizontal de módulo 10 N. Santa Maria-RS Um corpo de massa igual a 10 kg desliza. sem depender do atrito. de peso igual a 10N. A mola ideal se encontra deformada de 20 cm e é ligada ao bloco A através do fio ideal ue passa pela roldana sem atrito. U. em uma estrada sem sobrelevação.01 b) 0. com velocidade de 36 km/h. sen = 0.2 N d) 40 N e) 50 N 52. A força resultante sobre o corpo. 2m GABARITO 53. Católica Dom Bosco-MS Um carro com massa m = 1000 kg percorre uma curva de raio 20 0 m. em Movimento Re tilíneo Uniforme. como mostra a figura. 13 51. para não ocorrer derrapagem. UEMS Um corpo de massa 10 kg é abandonado do repouso num plano inclinado perfe itamente liso.03 d) 0.

2. b) reproduza. com que o co njunto (Paulinho com a tábua) chegará à base da duna. UFR-RJ Na figura abaixo. b) igual à força que B exerc e sobre A. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. considerando que a aceleração da gravidade é 10 m/s2 e lembr ando que sen 1 30 = : 2 a) determine a velocidade. pode-se afirmar que a reação do plano sobre o bloco A tem intensidade igual a: a) 160 N b) 100 N c) 60 N d) 40 N e) 50 N GABARITO 58. inclinada de 30 em relação à horizont l e cuja extensão é de 40 m.56. a força que o corpo A exerce sobre o corpo B é: a) nula. Admitindo que. e) aumentada à medida que o tempo vai passando. do estado de repouso. mT. e o plano inclinado representa a duna. na moldura destinada às respostas. d o topo. Paulinho passa numa farmácia e verifica que a massa total. d) indique se a veloc idade com que o conjunto chegará à base da duna será maior. os atritos desprezíveis e as massas dos corpos A. numa primeira aproximação. colocando essas forças no centro de massa do bloco. 57.F. igual ou menor que a veloc idade determinada no subitem A. Sendo a tábua de fórmica. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . sua massa mais a massa da tábua) é de 60 kg. desprezar o atrito entre a tábua e a areia da duna bem como a r esistência do ar. Pode-se afirmar que. a roldana e os fios que ligam os corpos são ideais. do conjunto (isto é. em m/s e em km/h. d) menor do que a força que B exerce sobre A. supondo que ele tenha partido. o bloco represe nta o conjunto. Santa Maria-RS A figura mostra dois corpos de mesmo material que estão em pilhados e em repouso sobre uma superfície horizontal. res pectivamente. B e C iguais a 10 kg. a f igura abaixo e faça o diagrama das forças externas que atuam no conjunto. Paulinho coloca os pés em contato com a areia. Justifique. ao descer uma duna. após ter assistido a uma aula de Física sobre plano inclinado.Leis de Ne ton Avançar   ¢ ¢ £   . bastante lisa e lubrificada com parafina. se o atrito entre a tábua e a areia for levado em conta. ele decide.) 14 c) calcule o valor da força resultante que atua no conjunto. UFRN Paulinho. (Observe que. U. em nenhum momento da descida. de cide fazer uma aplicação prática do assunto: analisar o ue ocorre com ele e sua tábua d e morro (usada no “es uibunda”). em módul o.0 kg e 4.0 kg. c) maior do que a força que B exerce sobre A. Inicialmente. na figura.

0 m/s 2.5 kg d) 12 N e 3.Leis de Ne ton Avançar £ £ . em kg.15 59. K 16. Sabe-se que a esfera B é de ferro. 105 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . em N. se o balde estiver em repouso.0 tonelada fazer uma curva de raio 100 m com velocidade de 20 m/s é de 4. 02. em ne tons: a) 6.0 . um homem de massa mH encontra-s e sobre a balança de mola B.0 .0 kg 61 . Assim sendo. a soma das alternativas corretas. Com o elevador parad o. 104 e) 6. a. Nessa situação. e que a soma das massas das esferas é igual a 5. Maringá-PR Um balde com água é colocado sobre um plano inclinado que forma um âng ulo a com a horizontal. se o balde estiver com velo cidade constante.0 kg b) 10 N e 3. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). são respectivamente: a) 10 N e 2. a potência desenvolvida pelo motor é igual a ( mE + mB + mH) vg.0 kg. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). 04. A mola tem constante elástica K e es tá no seu regime elástico. Desprezando-se todos os atritos. zero. UFBA Conforme representado na figura abaixo.0 .0 . 103 c) 6. o módulo d a força F. e seu deslocamento é controlado pelo motor M. 62.0 kg e) 50 N e 2. e o valor da massa da esfera A. Unirio Duas esferas A e B estão interlig adas por uma corda inextensível e de massa desprezível que passa por polias ideais.0 . se o balde estiver em repouso. esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal . conforme a figura. necessita de força centrípeta de intens idade. 104 d) 9. a d eformação da mola é ( m H g) igual a . O campo gravitacional local é de 10 m/s2. 04. Quando o elevador está subind o com velocidade constante igual a v. Considera-se desprezível a resistência do ar. pode-se concluir: 01. a.E. 60. o peso do homem indicado pela balança é igual a zero. o sistema está em repouso. entre a horizontal e a superfície livre da água. 08. para realizar a mesma c urva de raio 100 m com velocidade de 30 m/s. 103 N. o peso do homem indicado na balança é igual a 2mHg. U. é: 01. 103 b) 9. 16. Quando o elevador está subindo com velocidade constante. g é o módulo da ac leração gravitacional local. UFSE A força centrípeta necessária para um automóvel de massa 1. Dê. 02. como respos ta. As esferas estão na presença de um ímã. Quando o ímã é retirado. a. Dê. no interior de um elevador de massa mE. como re sposta. se o balde estiver com velocidade constante. Quando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g. Um caminhão de massa 10 toneladas. o qual aplica sobre a B uma força vertical de intensidade F. z ero. O ângulo de inclinação. a soma das alternativas corretas. zero. a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o ho em se encontra.0 . 32.0 kg c) 12 N e 2. 08. o sistema passa a se mover com aceleração uniforme e igual a 2. de massa mB. Quando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g.

PUC-RS Um bloco de pedra. outra pesagem é feita na mesma balança. UFRJ Um navio de massa igual a 1000 toneladas deve F ser rebocado ao longo d e um canal estreito por dois tratores que se movem sobre trilhos retos. ue têm mesmo módulo. Resolva. Pelotas-RS Uma empresa de transportes faz a entrega de produtos para um supermercado. representada pela reta AB da figura. Nessa nova situação. no interior de um elevador. Dados sen 30º = 0.87.500 e cos 30º = 0. conforme figura acima. para facilitar a descarga. 65. ue a inclinação máxima para ue a caixa não deslize seja de 30º. sobre uma rampa. em ue g = 10 m/s2. o ponteiro d a balança aponta para o valor ue está indicado corretamente na seguinte figura: a) b) c) d) GABARITO 66. F F Os tratores exercem forças T1 e T2 constantes. 2 1 16 64. c) Qual o valor do coeficiente de atrito entre a caixa e o plano.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . considerando . conforme é mosθ θ trado na figura abaixo. de 10 cm x 20 cm x 30 cm. A seguir. nessas condições. igual a 10 000 N. cos 30º ≅ 0. calcule: a) o módulo. a direção e o sentido da força ue a ma sa de água exerce sobre o navio. pesando 300 N. a direção e o entido da aceleração inicial. Após um determinado intervalo de tempo. com os tratores ainda exercendo força como no início do movimento. U. para este caso. o ue r e uer o uso de uma má uina simples (plano inclinado).F. em repouso.50. Um desses produtos é de dimensões consideráveis e peso elevado. S uponha ue a inclinação do plano de apoio. ue sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceler ação da gravidade e módulo a = g/10. a velocidade do navio passa a ser constante. São dados sen 30º = 0. e formam um ângulo de 30 graus com a direção do movim ento do navio.63.866 A força de atrito entre a rampa e o bloco vale: a) 100 N b) 141 N c) 150 N d) 170 N e) 200 N IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Supondo ue o navio esteja i nicialmente em repouso em relação às margens do canal. calcule: b) o módulo. em relação à horizontal. encontrase apoiado. não seja suficiente par provocar o deslizamento da caixa rampa abaixo. para a situação proposta. a s uestões ue se seguem: a) Represente graficamente as forças ue atuam sobre a cai xa. UERJ Uma balança na portaria de um prédio indica ue o peso de Chi uinho é de 600 newtons. b) Qual a intensidade da força resultante na direção do plano de apoio? Justifi ue .

uedista é co nstante e igual à aceleração da gravidade. a força de resistência do ar tem valor igual ao da força peso. Quais estão corretas? a) Apenas I. a aceleração do pára. a força de resistência do ar apresentou mai or intensidade do ue a da força peso do pára. UERJ Considere um carro de tração dianteira ue acelera no sentido indicado na f igura abaixo. III. a força de resistência do ar aumenta. em pleno ar no instan te t = 0. e) Apenas II e III. Cai livremente – submetido somente à força de resistência do ar e à força peso – instante t2. O motor é capaz de impor às rodas de tração um determinado sentido de rotação. O gráfico abaixo representa a velocidade ve rtical do pára. 69. e a força resultante tem sentido contrário ao do movimento do pára.uedista. uando abre o pára.uedista abandona o avião (t = 0) até o instante t1. A resultante dessas forças é centrípeta. O diagrama ue representa corretamente as forças de atrito estático ue o solo exerce sobre as rodas é: a) b) c) d) 68. II. Durante toda a ueda. 16. Entre os instantes t2 e t3. 08. Uma dessas forças necessariamente é cent eta. como acontece em um terreno enlameado.67. Entre os instantes t1 e t2. a ene rgia cinética do pára.uedista tem valor const nte. Desde o instante em ue o pára.uedista abandona o avião e inicia sua ueda. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 17 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. Ao atingir o solo.uedista é igual à energia potencial gravitacional ao abandonar o avião.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 02. 04.ue das abre (t = t2). 64. A aceleração do pára. b) Apenas II. um corp o executa movimento circular uniforme sob a ação exclusiva de duas forças. Só há movime uando há atrito estático. a força de re sistência do ar sobre o pára. desde zero até um valor igual ao da força peso. UFRS Do ponto de vista de um certo observador inercial. como resposta.uedas. desde o instante em ue abandona o avião (t = 0) até o instante em ue o pára. por ue a energia mecânica se conserva. I. c) Apenas III. as rodas de tração patinam sobre o solo.uedista em função do tempo. na sua ausência. Analise as seguintes afirmações a respeito dessa situação. d) Apenas I e III. a soma das alternativ as corretas.uedista. Pode acontecer ue nenhuma dessas forças seja centrípeta.uedista e seu pára uedas apresenta valores maiores do u e a força peso do conjunto. Dê. Em nenhum instante. pois. 32. UFSC Um pára.

Dê. Ele transporta uma caixa de 1 00 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria.70. Desprezando-se a resistência do ar. 72. durante a freada. U. Justifi ue sua respos ta. uma força na mesma direção e em sentido contrário ao centro da curva. como resposta. como mostra a figura. 04. como a velocidade do caminhão variam em função do tempo.E. uma força na mesma direção e no mesmo sentido do movimento do carro . uma força perpendi cular à trajetória e dirigida para cima. No ponto A. um certo jogador chutou a bol a e a trajetória vista por um repórter.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . C onsidere g = 10 m/s2.UFR-RJ No último jogo do Vasco contra o Flamengo. A figura a seguir represe nta. é mostrada na figura a seguir: Admita ue a trajetória não é uma parábola perfeita e ue existe atrito da bola com o ar durante a sua trajetória. em gráfico cartesiano. Voltar FÍSICA . ue estava parado em uma das laterais do cam po. a soma das alternativas corretas. retilínea e horizontal. Maringá-PR Um carro se move com velocidade constante em uma estrada curva num plano horizontal. 16. o segmento de reta orientado ue melhor rep resenta a força de atrito atuante na bola é: a) b) c) d) e) 71. UFRJ Um caminhão está se de slocando numa estrada plana. uma força de atrito na mesma direção e no mesmo sentido do centro da curva.30. IMPRIMIR O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. o motorista do caminhão pisa o freio. uma força perpendicular à trajetória e dirigi da para baixo. a caixa permanece em repou so em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. GABARITO Num dado instante. pode-se afirmar correta mente ue sobre o carro atua: 18 01. Verifi ue se. 02. 08.

pois o módulo da v dade é constante. III. II. d) somente I e II. são feitas as afirmações a seguir: I. A velocidade escalar dela é. 7 6. II e III. III. II e III. Admitindo ue não haja atrito entre o plano e o objeto e considera ndo g = 10 m/s2: a) faça um esboço es uematizando todas as forças atuantes no objeto. invariável. Pedro repete a experiência colocando o tijolo em outra posição como mostra a Figura 2.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ . A força resultante ue atua na nave está voltada par a o centro da Terra. nesta órbita. e) somente estão corretas II. Cefet-PR Uma nave espacial orbita a Terra com uma trajetória circular a uma alt itude igual ao raio terrestre. d) todas estão corretas. 19 Figura 2 Pedro constata ue o tijolo começa a deslizar uando a tábua forma um ângulo de 32º com o plano horizontal. Expli ue. com clareza por ue o ângulo aumentou em 6º. Se a velocidade dela for reduzi da em um determinado ponto da órbita. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . ainda existe. s o campo gravitacional da Terra. III e IV.73. b) expli ue o tipo de movimento ad uirido pelo objeto em função da força resultante. IV. UFR-RJ Um objeto desliza sobre um longo plano inclinado de 30º em relação à horizontal. UFR-RJ B Figura 1 Um tijolo. é colocado na extremidade B de uma tábua como mostra a Figura 1. pois a direção do vetor velocidade é constante. Nestas condições são efetuadas algumas considerações: I. Quando a tábua forma um ângulo de 26º com a horizontal. c) soment e está correta II. Pedro começa a levantar a tábua pela extremidade B. É(são) correta(s) a(s) afir mação(ões): a) somente a I. A aceleração centrípeta é nula. ela descreverá uma trajetória espiralada até encon trar a superfície terrestre. c) som ente a III. o tijolo começa a deslizar. Com respeito às afirmações pode-se dizer que: a) somente estão corretas I. Cefet-PR Com relação ao movimento circular e uniforme efetuado por uma partícul a. 74. com as dimensões indicadas acima. 75. II. Um ocupante desta nave não terá a sensação de “ausência de peso”. A força centrípeta ue atua na partícula é a resultante das forças na direção perpendicular ao vetor velocidade. b) somente estão corretas I e III. fisicamente. portanto. A aceleração tangencial é constante e dife rente de zero. e) somente a II. b) I.

c) A força de atrito é do tipo resistiva. a nalise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: a) A energia ci nética do bloco. Considerando os atritos desprezíveis. Caxias do Sul-RS Uma pedra presa por um fio ideal descreve uma trajetória circular num plan o vertical. A força que mantém a pedra em movimento é chamada força tensora. d) A energia potencia l armazenada no bloco é convertida em energia cinética. associada ao seu movimento decresce com o decorrer do tempo. não havendo perdas por calor. A força tenso ra T no fio vária de ponto para ponto de sua trajetória. Desprezando os atritos e sabendo ue a massa m2 é o dobro da massa m1. 2. para chegarem ao solo. calcule a razão t1/t2 entre os tempos gastos p elas esferas (1) e (2). IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e T1. UFRJ Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo. U. T3 e T4 . c) T2 < T 4. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30 com a h orizontal. A esfera (1) cai verticalmente. interferindo na aceleração do bloco. tem massa igual a m e é aban donado no topo de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é de θ. mostrado na figura abaixo. 78. b) T1 > T2. Uberaba-MG O bloco. d) T1 > T3 > T4 > T2. e) T3 > T4. b) C omo a força motriz do movimento do bloco é um componente do seu peso.77. Os pontos 1. no qual os blocos de massas m1 e m2 estão em equilíbrio estático. T2 . Seja θ o ângulo de inclinação do plano.Leis de Newton Avançar   ¢ ¢ ¢ ¢ . T2 os módul s trações ue a corda transmite. podemos afirmar ue: 20 GABARITO a) T1 > T2 e θ = 30º b) T1 = T2 e θ = 45º c) T1 < T2 e θ = 60º d) T1 = T2 e θ = 30º e) T1 < T2 e θ = 45º 80. contrária ao movimento. como mostra a figura. aos blocos. U. O coeficiente de at rito entre o bloco e a superfície é µ. UFES A figura mostra um plano inclinado. A alternativa que expressa a relação correta entre as forças sensora s é: a) T1 < T3 < T4 < T2. 79. respectivamente. Considerando a aceleração da gravidade igual a g. 3 e 4 indic am posições ocupadas pela pedra no seu movimento sob as respectivas forças tensoras T1 . is to é. este movimento pode ser considerado como ueda livre. respectivamente.

diferente de zero . São conhecidos os v lores: α = 45º. result nte d s forç s extern s que tu m no vião. R = 00 metros. Dê.Leis de Ne ton Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 32. Se o vião re liz movimento circul r uniforme. UFSC Um avião descreve uma curva em trajetória circular com velocidade escalar c ons→ tante. A velocid de do vião tem v l or igu l 360 km/h. em c d ponto d tr jetóri . α é o ângulo de inclin ção d s s ção o pl no horizont l. num plano horizontal. pen s s forç s indic d s n figur . conforme está representado na figura. consider ndo. R é o r io de tr jetóri . necess ri mente. p r efeito de cálculos. A forç centr t sobre o vião tem intensid de igu l 100000 N. result nte d s forç s que t u m sobre ele é nul . 01. perpendicular às asas. n direção do r io d tr jetóri . A forç result nte que tu sobre o vião não depende do ângulo de inclin ção d s s s em rel ção o pl no horizont l. 16. A forç centrípet é. P é a força peso. onde F é a força de sustentação. som d s lte rn tiv s corret s. 04. Se o vião descreve um tr jetóri curvilíne . m ss do vião = 10000 kg. resu lt nte d s forç s extern s que tu m sobre ele é. como respost . IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA .81. 02. 08. → 21 Assin le (s) proposição(ões) corret (s).

f 2m 53. d 42. 7. d 25. d 33. 02 48. 9. b) Px = f t c) µ = 0. ) Direção AB. 44. 8 + 16 28. c 39.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1 e e b e c b c b d b e d d d d e b ) V = 8 m/s.017 m/s2 64. 28 62. b 1.5m/s 45. 5. sentido de A p r B b) 0. e 52. d 63. 22. 11. 4. V – F – V – F 32. d 23. F – F – V 46. 04 + 08 = 12 60. ) 2N. 3. 17. Som ndo mg – f = 2m 2m = mg – f = mg . b 59. 01 38. V – F – V – V 24. 0 34.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 16. ) 72km/h b) N Pt G A B A R IT O F t Pn c) 300N d) A velocid de seri menor do que encontr d no item A. d 66. c 54. d 31. d 58. 20.g –T = m . pois p rte d energi seri dissip d pelo trito entre tábu e rei . 15. 01 + 04 + 08 40. b) – 2N 49. 8.5 65. b 50. 12. b 35. T–f = m. 18. b) F = 128 N 21. 26. 6. b 30. d 41. c IMPRIMIR Volt r FÍSICA . d 37. 14. e 55. o que diminuiri e nergi cinétic logo velocid de fin l do conjunto. b 56 . 19. 13. 2. b 61. 2. V – V – V 36. 22 51. F – V – V – V – V 3. m. 57 47. c 27. 10. b 29. 57.

1/2 = 5m/s2 Py = 0 → ay = 0 76. A1 = 10 × 30cm2 A2 = 30 × 18cm2 Como o coeficiente de atrito é diretamente proporc ional a área de contato. 100 . F tm x = µmg → 0. c 81. 5 Assim.por isso o ângulo sofreu um aumento de 6º. E b) O movimento é retílineo uniformemente acelerado. b 77.3 .sen30º ≅ 10.ax mgsen30º = m. a) = 2 73. F t = F F t = m. 10 = 300N Conclusão: p r que c ix perm neç em repouso sobre o c minhão é necessário que F t = 400N. 74. e 70. c 71. = ∆t ∆v ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .ax ax = g. 10 = 4m/s2 2. 29 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . significa que a força de atrito será maior na posição da figura 2 . 14 72. e 75. d 80.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ 67. pois desce o plano ao longo de u ma reta com uma ax dada por: Px = m. 1/2 78. b 68. com F tm x = 300N c ix desliz rá. F t = 100 × 4 = 400N or . a 79. 22 69.

os dois pedaços terão o mesmo peso. portanto. pos síveis de ser realizadas facilmente. não caindo. mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizontal. pois estão sujeitos à mesma força de atrito. PUC-RJ Um alpinista de 700 N de peso está em equilíbrio agarrado ao meio de uma corda. 2. o dedo que suporta maior peso é o que está mai s próximo do centro de gravidade da vassoura. c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se encontram. sendo θ = 30º. d) Duran te o processo de aproximação. b) Quando as mãos estão separadas. em Newtons. Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indica dores de ambas as mãos. UFRN A professora Marília tenta estimular os alunos com experiências simples. A figura abaixo ilustra isso. inclusive em casa. para nenhum dos lados (figura II). A experiência m ostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo ponto no qual a vassoura fica em eq uilíbrio. os dedos deslizam sempre com a mesma facilidade. 1 GABARITO Da experiência.E uilíbrio Avançar ¢ . separadas (figura I). pode-se concluir: a) Quando as mãos se aproximam. o dedo que estiver mais próximo do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor força de a trito. vale: a) 700/ 3 b) 1400 c) 350 d) 1400/ 3 e) 700 Voltar FÍSICA . aproximam-se esses dedos um do outro.F ÍS IC A E Q U IL ÍB R IO 1. Em seguida. IMPRIMIR A tensão na corda.

uanto R apresentam um peso igual a 1 N. Q e R fazem parte da estrutura composta de cabos e rold Q.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ 3. A dependência entre o peso de P e o ân ao atingir o e uilíbrio. é melhor representada pelo diagrama contido na ¢ . O corpo P tem seu peso v ue se observe a alteração do ângulo a.b) 2 c) GABARITO d) e) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Cefet-PR anas. Tanto ariado para gulo citado opção: a) Os corpos P.

em ue as cordas estão sujeitas a maior ten são é: A B C D E a) b) c) d) e) A B C D E 5. dentre as apresentadas. Observe o es uema das duas chaves.4. ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Fuvest-SP Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias man eiras. Unifor-CE Um motorista não consegue soltar o parafuso da roda do carro com uma chave de rodas em L. 3 GABARITO A grandeza física ue aumentou b) o tor ue. e) o impulso.M. 6.E uilíbrio Avançar com o uso da chave de braço maior foi: a) o trabalho. calcule IMPRIMIR a) 40 b) 40 c) 10 3 d) 20 e) 10 3 3 Voltar FÍSICA . Somente consegue soltá-la uando empresta de outro motorista uma chave com o braço mais comprido. A situação. c) a força. Itajubá-MG S está em e uilíbrio e ue ele é formado por fios e polia o valor do peso M em kgf. F. d) a abendo-se ue o sistema abaixo s ideais (sem atrito). energia potencial.

é zero.5 m 2. está apoiada no chão (em A) e em um suporte P. Voltar FÍSICA . ue pesa metade do peso da prancha. durante um intervalo d e tempo igual a um período. Pelotas-RS Para garantir o sono tran üilo de Chico Bento.U. Fuvest-SP Uma prancha rígida . O impulso ue a força centrípeta exerce sobre a partícula. Rosinha segura a rede.0 m 1. U. C.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .7. ( ) Uma partícula de massa m descreve um M. Uma pessoa. uando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P. e a uma distância desse ponto apr oximadamente igual a: a) b) c) d) e) 1.E. 4 Desprezando o peso da rede e sabendo ue Chico Bento pesa 280 N.0 m 2. a partir de A.m. começa a caminhar lentamente s obre ela. Unicap-PE A figura abaixo representa uma barra homogênea de peso igual a 200 N. Pode-se afirmar ue a prancha desencostará do chão (em A). de 8 m de comprimento. pois precisa exe rcer sobre ela uma força de: a) 392 N d) 140 N b) 280 N e) 214 N c) 200 N Consider e: sen 45º = 0. observamos ue Rosinha terá grande dificuldade para permanecer segurando a rede.7 cos 45º = 0. ( ) A tração no fio é 100 2 N ( ) A reação na articulação é 100 N ( ) No sistema técnico. articulada em A e mantida em e uilíbrio por meio de um fio ideal BC.0 m GABARITO 9.7 sen 37º = 0.8 8. como mostra a figura abaixo. IMPRIMIR ( ) O momento do peso da barra em relação ao ponto A é 50 2 N.5 m 3. no sentido horário. exercendo sobre ela uma força inclinada de 37º em relação à horizontal.6 cos 37º = 0. como na figu ra. de comprimen to igual a 1 m. a fo a em uilograma força (Kgf) e 1N ≅ 10 Kgf.

Equilíbrio Av nç r ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ 10.a) b) c) d) e) O peso do corpo P é 300 N.0 kg. O peso do co rpo P e a força de tração desconhecida valem. Uma das extremidades é presa em A. Mackenzie-SP No sistema abaixo. 5 11. IMPRIMIR GABARITO ) b) c) d) e) 9. 500 N e 300 N.M. é correto afirmar ue: ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ . Santa Casa/Vitória-ES Uma corda (de peso desprezível) passa por duas roldan B e D. respectivamente. e em E é aplicada uma força F de 200 N. 8.5 kg 8. Se os fios e a roldana são ideais. a tração no cabo tem módulo aproximadamente igual a: Dados: sen 10º = 0. PUC-PR Um funcionário está realizando manutenção em uma linha de transmissão de energi a elétrica. conforme mostra a figura a baixo: Desprezando o peso do cabo e considerando ue o peso do conjunto funcionário-e uip amento é igual a 1000 N.0 kg Volt r FÍSICA .17 e cos 10º = 0. o corpo A tem massa 12. em e uilíbrio. A força de tração exercida pela corda fixa é de 200 N. 200 3 A força de tração exercida pela corda fixa é de N. nso tir E. Dispõe de um e uipamento ue está ligado à linha. em C é suspe um peso P. conforme a figura abaixo.98 a) 1000 N b) 8000 N c) 5900 N d) 2950 N e) 10000 N 12. a massa do corpo B. as. A par destes dados. As roldanas não têm atrito.0 kg 7.5 kg 7. 3 O pe so do corpo P é 400 N.0 kg 8. vale: Dados: cos α = 0.6 e sen α = 0.

5 m c) 1.13. em um pl no horizont l. esti c o dedo indic dor d mão que segur o b rb nte. UFRN Com mão.2 m b) 2 . 15. té o fio enrol r-se todo no dedo indic dor. respectiv mente.0 m e) 1.8 m d) 2. Num d do momento. está preso um corpo de pes o 50 N. UERJ Um fotogr fi tir d mo indic o esquem b ixo. o mesmo tempo. no pl no xy. M r está gir ndo sobre su c beç . Isso pode ser expli c do pelo princípio de conserv ção do( ): ) momento line r b) momento ngul r c) ener gi mecânic d) energi tot l 6 GABARITO S bendo que s m ss s são.0 m Volt r FÍSICA .Equilíbrio Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 14. à medid que o b rb nte se enrol em seu dedo. m 1 = m 3 = 200 kg e m 2 = m determine s coorden d s. do centro de m ss desses leões. não mexendo m is n posição d mão. 4 = 250 kg. N extremid de A. IMPRIMIR O v lor de X p r que o sistem perm neç em equilíbrio n horizont l é: ) 1. um b r b nte que tem um pedr m rr d n outr extremid de. conforme se vê n figur b ixo. co ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . pres o teto por um fio vertic l. PUC-PR A figur represent um b rr rígid homogêne de peso 200 N e comprimento 5 m. de cim mostr posição de 4 leões dentro d j ul . M r observ que pedr gir c d vez m is r pid mente. el pár de impulsion r o b rb nte e.

16. PUC-SP Podemos brir um port plic ndo um forç F em um ponto loc liz do pró→ x imo à dobr diç (figur 1) ou exercendo mesm forç F em um ponto loc liz do longe d dobr diç (figur 2). Sobre o descrito, é correto firm r que: →

) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é menor. → b) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é m ior. → c) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é menor. → d) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é m ior. e) não há d ferenç entre plic rmos forç m is perto ou m is longe d dobr diç , pois → o momento de F independe d distânci d entre o eixo de rot ção e o ponto de plic ção d forç . → 7 17. UFRN Num di de chuv , Anísio vinh press do no seu fusc qu ndo notou pres enç de um ônibus p r do no meio d pist . Com pist escorreg di , b tid foi in evitável. O fusc p rou imedi t mente pós colisão, enqu nto o ônibus s iu desliz ndo e gir ndo livremente. O cidente e su s conseqüênci s ocorrer m num trecho pl no e h orizont l d pist . P ss do o susto, Anísio procurou entender o ocorrido. Su prim Is ur , perit do Dep rt mento de Trânsito, formulou lgum s hipóteses simplific d or s p r lhe explic r o que ocorreu. No modelo de Is ur , ilustr do n s figur s b ixo, o fusc é represent do por um pequeno disco, de m ss m e velocid de vF, enqu nto o ônibus p rece como um b rr homogêne , de m ss M (El explicou que ess e modelo ssemelh v -se um moed desliz ndo de encontro à extremid de de um régu , sobre um mes horizont l, lis ). O fusc tingiu o ônibus um distânci d do c entro de m ss (C.M.), o qu l, no modelo de Is ur , coincide com o centro geométri co d b rr . El supôs t mbém que não houve dissip ção de energi no processo descrito. GABARITO ILUSTRAÇÃO DO MODELO DE ISAURA Is ur definiu, ind , s seguintes gr ndez s: I é o mo mento de inérci d b rr homogêne (ônibus) em rel ção um eixo que p ss pelo seu centr o, perpendicul r o pl no d mes (pist ); L = I . é o momento ngul r dess b r r , qu ndo el gir com velocid de ngul r em torno do referido eixo; LF = m.v F.d é o momento ngul r do disco (fusc ) em rel ção o centro d b rr , no inst nte im edi t mente nterior à colisão. N s condições descrit s por Anísio, Is ur considerou desp rezível o trito n quel p rte d estr d . Tendo por b se s inform ções fornecid s e físic envolvid : ) Explicite, sucint mente, tod s s hipóteses simplific dor s q ue Is ur formulou o mont r um modelo d colisão. b) Especifique s gr ndez s físic s que se conserv m ness colisão. Justifique su respost . c) Obtenh um expressão liter l p r velocid de de tr nsl ção, V, que o ônibus dquire imedi t mente pós c olisão, em função de m, M e vF. d) Obtenh um expressão liter l p r velocid de ngul r, , que o ônibus dquire imedi t mente pós colisão, em função de m, vF, I e d. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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18. U.F. Juiz de For -MG Pode-se us r um prolong dor p r ument r o comprimento do c bo de um ch ve de rod m nu l, p r retir r p r fusos emperr dos de rod s de utomóveis. O uso do prolong dor é necessário p r : ) ument r o torque d forç p lic d ; b) ument r o módulo d forç plic d ; c) mud r direção d forç plic d ; d) r eduzir o tr b lho re liz do pel forç plic d . 19. Vunesp As figur s seguir re present m esquem tic mente, à esquerd , um bridor de g rr f s e, à direit , esse b ridor brindo um g rr f .

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b) Supondo que ess s forç s tuem perpendicul rmente o bridor, qu l o v lor mínimo Fp → d r zão entre o módulo d forç exercid pel pesso , Fp, e o módulo d forç F → F ue retir t mp e bre g rr f ? 20. U.E. Pont Gross -PR N figur b ixo, A , B e C são c bos inextensíveis que, junt mente com h ste metálic D – indeformável e de peso desprezível –, sustent m um corpo de peso P, em equilíbrio. Com rel ção às forç s que u m nos diferentes elementos desse sistem , ssin le o que for correto. GABARITO Adote: Ângulos Seno 30º 1 2 45º 2 2 2 2 1 60º 3 2 1 2 3 3 N. Cosseno 3 2 T ngente 3 2 01. A e B são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 N e 50

02. C e D são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 25 N e 25 3 N. 04. E m B tu um forç de tr ção e em D, um forç de compressão. Os módulos dess s forç s são, ectiv mente, igu is 50 N e 25 N. 08. Em B tu um forç de tr ção e em C, um forç d e compressão. Os módulos dess s forç s são, respectiv mente, igu is 50 3 N e 25 3 N. 1 6. A e C são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 3 N e 25 3 N. Dê, c mo respost , som d s ltern tiv s corret s. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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Em mb s s figur s, M é ponto de plic ção d forç que um pesso exerce no bridor p r brir g rr f . ) Copie no c derno figur d direit e nel represente s forç s que tu m sobre o bridor enqu nto pesso bre g rr f . Nomeie s forç s represent d s e f ç um legend explic ndo quem s exerce. Não considere o peso do bridor.

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21. UFR-RJ N figur o l do suponh que o menino estej empurr ndo port com um forç F1 = 5 N, tu ndo um distânci d1 = 2 metros d s dobr diç s (eixo de rot ção) e que o homem exerç um forç F2 = 80 N um distânci de 10 cm do eixo de rot ção. 9 Nest s condições, pode firm r que: ) port est ri gir ndo no sentindo de ser fe ch d ; b) port est ri gir ndo no sentido de ser bert ; c) port não gir em nenhum sentido; d) o v lor do momento plic do à port pelo homem é m ior que o v l or do momento plic do pelo menino; e) port est ri gir ndo no sentido de ser fech d pois m ss do homem é m ior que m ss do menino. 22. U.F. S nt M ri - RS

GABARITO

→ IMPRIMIR Um b rr homogêne e horizont l de 2 m de comprimento e 10 kg de m ss tem um ex tremid de poi d e outr suspens por um fio ide l, conforme figur . Consid er ndo celer ção gr vit cion l como 10 m/s2, o módulo d tensão no fio (T, em N) é: ) 20 b) 25 c) 50 d) 100 e) 200 Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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O módulo d forç i -RS

F v le, em N: ) 50 b) 100 c) 200 d) 300 e) 400 23. U.F. S nt M r

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A figur mostr um b rr homogêne com peso de módulo 200 N e comprimento de 1 m, poi d 0,2 m d extremid de A, onde se plic um forç F que equilibr . →

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24. UFRJ Um jovem e su n mor d p ssei m de c rro por um estr d e são surpreend idos por um furo num dos pneus. O jovem, que pes 75 kgf, pis extremid de de um ch ve de rod , inclin d em rel ção à horizont l, como mostr figur 1, m s só con segue solt r o p r fuso qu ndo exerce sobre ch ve um forç igu l seu peso. A n mor d do jovem, que p ss 51 kgf, enc ix mesm ch ve, m s n horizont l, em outro p r fuso, e pis extremid de d ch ve, exercendo sobre el um forç i gu l seu peso, como mostr figur 2.

10 Supondo que este segundo p r fuso estej tão pert do qu nto o primeiro, e lev ndo em cont s distânci s indic d s n s figur s, verifique se moç consegue solt r e sse segundo p r fuso. Justifique su respost . 25. Cefet-PR Um menino que pes 2 00 N, c minh sobre um vig homogêne , de secção const nte, peso de 600 N e poi d s implesmente n s rest s de dois corpos prismáticos. Como ele c minh p r direit , é possível prever que el rod rá em torno do poio “B”. A distância de “B” em que tal fa ontece, é, em metros, igual a: GABARITO a) 0,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3

26. UFR-RJ A figura ao lado apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pesso a normal. A força potente F1 , exercida pelo bíceps atua a uma distância de 4 cm da ar ticulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentado pela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nesta situação, pode-se afirmar que: a) o va lor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf; b) o v lor do torque da força F1 é 20 N; c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças F1 e F2 são iguais; d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

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27. UERJ As figuras abaixo mostram dois tipos de alavanca: a alavanca interfixa (I) e a alavanca inter-resistente (II). Estão indicadas, em ambas as figuras, a fo rça no apoio N, a força de resistência R e a força de ação F. Esses dois tipos de alavanca são, respectivamente, a base para o funcionamento das seguintes máquinas simples: a) alicate e pinça; b) tesoura e quebra-nozes; c) carri nho de mão e pegador de gelo; d) expremedor de alho e cortador de unha. 28. U. Alf enas-MG Um garoto caminha de uma extremidade a outra de uma prancha homogênea de p eso 300 N, que se encontra apoiada sobre dois pontos A e B conforme a figura aba ixo. A prancha tem um comprimento de 10 m, e a distância entre A e B é de 8 m. Deter mine a máxima massa que o garoto deve ter para que a prancha não tombe. 11 8m a) 20 kg b) 30 kg c) 35 kg d) 40 kg e) 45 kg

29. Unicamp-SP O bíceps é um dos músculos envolvidos no processo de dobrar nossos braços . Esse músculo funciona num sistema de alavanca como é mostrado na figura abaixo. O simples ato de equilibrarmos um objeto na palma da mão, estando o braço em posição verti cal e o antebraço em posição horizontal, é o resultado de um equilíbrio das seguintes força : o peso P do objeto, a força F que o bíceps exerce sobre um dos ossos do antebraço e a força C que o osso do braço exerce sobre o cotovelo. A distância do cotovelo até a pal ma da mão é a = 0,30 m e a distância do cotovelo ao ponto em que o bíceps está ligado a um dos ossos do antebraço é de d = 0,04 m. O objeto que a pessoa está segurando tem mass a M = 2,0 kg. Despreze o peso do antebraço e da mão. Ossos do antebraço F GABARITO Bíceps Osso do braço IMPRIMIR d Cotovelo d a C a P a) Determine a força F que o bíceps deve exercer no antebraço. b) Determine a força C qu e o osso do braço exerce nos ossos do antebraço. Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

F ÍS IC A

E Q U IL ÍB R IO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. b e a a b d c c V–V–F–F–V c d a b x = 1/18 e y = 2/9 d d a) Hipóteses formuladas por Isaura. 1 - O trecho onde ocorreu a batina era sem atrito. 2 - O fusca é tratado como um pequeno disco de ma ssam. 3 - O ônibus é tratado como uma barra hoogênea de massa M. 4 - O centro de massa do ônibus coincide com o seu centro geométrico. 5 - Não houve dissipação de energia na co lisão e não foi levado em consideração as deformações dos objetos. b) Grandezas conservadas 1 - Energia mecânica total (ausência de for’cas não conservativas) 2 - Momento linear p (força resultante externa atuando no sistema é nula) 3 - Momento angular L (o toque externo atuando no sistema é nulo) c) Da conservação do momento linear mv f mvf = MV portanto V = M d) Da conservação do momento angular em relação ao centro da barra mv f d mvfd = Iω logo ω = I 18. a 19. a) 1 IMPRIMIR G A B A R IT O b) Fp = 1 Fa 6 Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

26. 23. 28.20. 20 b d e Para o caso do jovem Meixo = 75 × 20 = 1 500Kgf. 24. 29.Equilíbrio Avançar .cm Para o caso da moça Meixo = 51 × 30 = 1 530Kgf.cm Portanto. 27. 21.cm > 1 5 00Kgf. o parafuso s e solta se Meixo ≥ 1 500Kgf. 22. b) C = 130 N 2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .cm e e b e a) F = 150 N. 25.

e m função da sua posição x. dois grupos de pa lhaços utilizam uma corda ideal que apresenta um nó no seu ponto mediano. Vunesp Deslocando-se por uma rodovia a 108 km/h (30 m/s).F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . numa trajetória retilínea. Determine o tra balho realizado por F no deslocamento entre 2. que se encontra inicialmente em repouso. Essa força resultante realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J. GABARITO Considere que a força resultante e o deslocamento sejam paralelos.2 kg.Trabalho e energia Avançar . b) resultante realizado sobre o bloco é posit ivo. No mesmo sistema de referência. um motorista chega à praça de pedágio e passa a frear o carro a uma taxa constante. até a parada do veículo. 3. é exercida uma força resultante sobre um c orpo de massa igual a 0.0 e 9. e) realizad o pela força F é igual à variação de energia cinética do bloco.0 m. percorrendo 150 m. pode-se afirmar que o trabalho: a) resultan te realizado sobre o bloco é negativo. Considerando a massa total do veículo como sendo 1000 kg. UFRS Num sistema de referência inercial. UERJ Na brincadeira conhecida como cabo-de-guerra. O gráfico ab aixo mostra a variação da intensidade da resultante F das forças aplicadas sobre o nó. o módul o do trabalho realizado pelas forças de atrito que agem sobre o carro. produzindo nele apenas movi mento de translação. em joules. qual é o módulo da velocidade adquiri da pelo corpo em conseqüência do trabalho realizado sobre ele? a) b) 5 m/s 10 m/s d) 10 m/s e) 20 m/s 1 c) 5 m/s 2. sobre um plano horizontal c om velocidade constante. d) realizado pela força F é positivo. Nessa situação. c) realizado pela força F é nulo. é: a) 30 000 d) 1 500 000 b) 150 000 e) 4 500 000 c) 450 000 4. PUC-RS Um bloco de massa m está sendo arrastado por uma força constante F.

2 J 7.Trabalho e energia Avançar . 8 N D. Aplicam-se sobre o ob jeto duas forças horizontais. é: A.0 m/s para 12 m/s. Qual a potência devido à força? a) 29.0 kg cai da janela de um apartamento até uma laje que está 4.8 J c) – 39. U.8 m/s2. U. 6. 8.E. 3 J B. Londrina-PR Um objeto de 2. em ambas as situações. no instante em que o objeto inverte o sentido do movimento é: A.1 W e) 40.8 W b) 11.5.0 m/s para 7.F. o objeto estava em repouso. 9 N b) A energia cinética do objeto no instante em que sua a celeração é nula. 6 N C. assinale a altern ativa correta: a) O trabalho realizado para elevar a motocicleta verticalmente é m aior. GABARITO IMPRIMIR a) O módulo de F1. 6 J 10. 12 N B.6 J e) 156. é a mesma. em ambas as situações. UFR-RJ Um corpo de massa 2. b) O trabalho realizado pelo motociclista. Londrina-PR Uma força constante age sobre um objeto de 5.0 s. e) A força aplicada pa ra elevar a motocicleta ao longo da rampa é maior.0 m/s e m um intervalo de tempo de 4.4 J b) 19. cujos módulos variam de acordo com o gráfico. 2 Calcule o trabalho realizado entre 0 e 5 s. 9 J D. Londrina-PR Um motociclista resolve ir para a praia e pretende levar a sua motocicleta em uma caminhonete. 9.0 W Voltar FÍSICA . 0 J C. U. c) A potência aplicada pelo motociclista.0 W d) 36. P ara colocar a motocicleta na caminhonete ele pode erguêla verticalmente ou empurrá-l a por uma rampa.0 kg e eleva a sua velocidade de 3. No instant e t = 0. Se a aceleração da gravidade for 9.E. Considerando desprezíveis as perdas por atrito. é o mesmo. U.0 m abaixo do ponto de início da qued a. UFR-RJ O gráfico ab aixo representa a potência de um sistema em função do tempo.9 J d) 78.1 W c) 25. d) O trabalho r ealizado para elevar a motocicleta ao longo da rampa é menor. o trabalho realizado pela força gravitac ional será: a) – 4. Viçosa-MG Um objeto de ma ssa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito.0 kg sofre a ação de um conjunto de forças e sua velocid ade varia em módulo de 2.E. Determine o trabalho realizado pela re sultante desse conjunto de forças.

e) permanecer inalterada. IMPRIMIR 16. pois não conhecemos a mass a da bola. 13. UFRS Para um dado observador. U. No ponto em que a bola atinge a altura máxima. e) alto de um poste de 6 m. pode-se afirmar que: a) a energia p otencial é máxima. dois objetos A e B . 3 12. UFR-RJ Um goleiro chuta uma bola que descreve um arco de parábola. b) a velocidade escalar do corpo for negativa. d) 50 . andar de um edifício. b) 1 . c) diminuir linearme nte com o tempo. c) 20 . movem-se com velocidades constantes de 20 km/h e 30 km/h. A energia cinética desse veiculo é equivalente ao trabalho realizado pel a força-peso de um corpo de massa 50 kg que cai de uma altura aproximada a uma que da do: a) 4 . ITA-SP Uma partícula está submetida a uma força com as seguintes características: se u módulo é proporcional ao módulo da velocidade da partícula e atua numa direção perpendicu ar àquela do vetor velocidade. como mostra a figura abaixo. b) cre scer quadraticamente com o tempo. d) a energia cinética é máxima. andar de um edifíc o. respectivamente: a) 8000 e 8000 b) 800 e 8000 c) 0 e 80 0 d) 8000 e 0 e) 8000 e 800 14.11. d) diminuir quadraticamente com o tempo. a energia cinética da partícula deve: a) crescer linearmente com o tempo. andar de um edifício. Nestas condições. andar de um edifício. um corpo terá energia mecânica igual à energia p otencial gravitacional. PUC-PR Uma motocicleta de massa 100 kg se desloca a uma velocidade constante de 10 m/s. UFR-RJ Desprezando-se os atritos. b) a energia mecânica é nula. re spectivamente. c) a energia cinética é nula. Os valores do trabalho realizado por essa pessoa e da sua energia potencial em relação ao chão – em Joules – são. d) a velocidade escalar do corpo for nula. se: a) a velocidade escalar do corpo for positiva. Alfenas-MG Uma p essoa de massa 80 kg está parada sobre uma plataforma que se encontra a 10 m do chão . Para o mesmo observador qual a razão EA/ EB entre as energias cinétic as desses objetos? a) 1 3 b) 4 9 c) 2 3 d) 3 2 e) 9 4 GABARITO 15. de massas iguais. e) nada se pode afirmar sobre as energias. e) a energia ci nética for máxima.Trabalho e energia Avançar         . c) o módulo da velocidade do corpo aumen tar com relação ao tempo. Voltar FÍSICA .

A altura da montanha no ponto M é menor que a alt ura em K.Trabalho e energia Avançar . 18. Para que a velocidade de impacto dobrasse de valor. A intensidade da força de atrito é 5900 N.17. c) apenas as afirmativas I e IV. em módulo. GABARITO IMPRIMIR Um trenó. ao ponto N.F. d) a energia potencial gravitacional em L é mai or que a energia potencial gravitacional em N. A velocidade cuja energia cinética corresponde à meta de da inicial é 72 km/h. Com base nessas informações. igual a: a) 2 h b) 3 h c) 4 h d) 6 h Voltar FÍSICA . III. Os pontos L e N estão a uma mesma altura. Pelotas-RS Um carro de massa 1000 kg. UFMG Na figura. passa pelos pontos L e M e chega. com velocidade nula. c) a energia mecânica em M é menor que a energia mecânica em L. e) apenas as afirmativas I. b) a energia mecânica em K é igual à energia mecânica em M. largado de uma varanda de altura h. III e IV. IV. está representado o perfil de uma mont anha coberta de neve. U. a aceleração de frenagem é. 4 Analise as afirmativas que seguem. Fiat: Fórmulas no Trânsito. a distância percorrida f oi de aproximadamente 6. III e IV. precisa de pelo menos 5 s para que o trab alho das forças frenantes consiga baixar até zero sua energia cinética. solto no ponto K com velocidade nula.6 m/s2. UERJ Um chaveiro. atinge a calçada com velocidade u. 06. seria necessário largar esse chaveiro de uma altura maior. p. Estão corr etas: a) apenas as afirmativas I e II. a 100 km/h. 5. Durante o processo de frenagem. d) apenas as afirmativas II.9 m. O gráfico abaixo mostra como varia a energia cinética com a velocidade. é corre to afirmar que: a) a energia cinética em L é igual à energia potencial gravitacional e m K. 19. trabalhando com uma casa decimal e obedecendo às regras de arredondamento: I. Supondo que o carro pare em 5 s. II. b) apenas as afirmativas II e III.

Qual a velocidade do carrinho ao atingir o ponto B. abandona do do repouso de um ponto A. como ilustra a figura abaixo. 5 A realiza um movimento retilíneo e uniforme. 16.20. com o resposta. Cefet-PR Um esquiador (massa = m) parte do rep ouso no ponto A e desliza sem atrito pela encosta de secção circular de raio R. de massa igual a 50 g. as partículas estão na mesma posição. determine a energia dissi ada elo atrito no erc urso entre A e B. a expressão que permite determinar o valor da velo cidade dele ao passar pelo ponto B da encosta é: GABARITO a) v = m 2 gR b) v = 2 mgR m g d) v = 2 gR e) v = 2π mgR c) v = 2π 23. No instante t = t1. de uma altura h igual a 2. Como a aceleração gravitacional vale g. assinale o que for correto. cuja altura equivale a 7. em t = t1. 08. 01. UFR-RJ A figura ao lado mostra um carrinho de massa igual a 100 kg. é (mA v2)/2. a soma das alternativas corretas. a artir do re ous o. B realiza um movimento uniformemente variado. O espaço percorrido por A é o dobro do espaço percorrido por B entre os instantes t = 0 e t = t1. que fazia iruetas sobre a cabeça de um elefante. 04. 21.2 m.0 m. 02. sendo as forças dissipativas desprezíveis e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2? 22. escorregar ela tromba do elefante. Dê. entre os instantes t = 0 e t = t1. em t = t1. são iguais. são iguais. Maringá-PR Duas partículas A e B com massas idênticas (mA = mB) deslocam-se a partir da mesma posição em uma trajetória retilínea.E. 64. O trabalho realizado pela força r esultante sobre a partícula B. Suas velocidades em função do tempo s representadas na figura a seguir. deixou seu cha éu. 32. As en ergias cinéticas de ambas as partículas. Nessas condições. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . U. UERJ Um mico. As forças resultante s em ambas as partículas. Sabendo que a ve locidade v no onto B é 2.0 m/s.Trabalho e energia Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .

O trabalho realizado ara deslo car a bala do onto A ao onto D é − m ⋅ g ⋅ f . 25. será: a) um quarto b) a metade c) o dobro d) quatro vezes maior e) a mesma GABARITO 27. Considere que a massa da essoa em conjunto c om a laca seja de 50 kg e que a distância AB. Cefet-PR Uma equena esfera é solta do onto A e desliza no interior da canale ta semicircular re resentada ao lado. é correto afirmar: ( ) A força de atrito ao longo do traje de descida (AB) é menor que a força de atrito ao longo do trajeto horizontal (BC). artindo do re ouso em A e arando em C. 2 02. PUC-RJ Um tijolo e largado de uma certa altura e cai no chão. seja de 100 m. Sentada sobre uma laca de madeira. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando como sendo “g” a intensidade do campo gravitacional. é correto afirmar que: a) a energia cinética da esfera é máxima no ponto B. U. UFPR Na figura abaixo está esquematizada uma diversão muito comum em áreas onde ex istem dunas de areia. A energia mecânica no ponto E é m ⋅ v . 2 Dê. sua energia mecânica aumenta. 26. de massa duas vezes menor. ( ) O módulo da aceleração durante a descida (trajeto AB) é constante e igual a 1. em relação à do rimeiro. ( ) A força de atrito na arte lana é de 2 00 N. 0 m/s2. sua energia cinética. e) a velocidade da esfera no ponto B é dada por VB = g ⋅ hA .24. e considerando que a energia otencial em A é nula. assinale o que for correto. ao longo de todo o trajeto AC. A energia cinética no onto C é nula. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ercorrida na descida da duna. c) a aceleração centrípeta no ponto B é nula. A energia otencial no onto D é m ⋅ g ⋅ f . a soma das alternativ as corretas. d) a uantidade de movimento da esfera não varia durante o movimento. ( ) A velocidade da essoa na base da duna ( osição B) é de 15 m/s. Ponta Grossa-PR A artir da análise do esquema abaixo. uma essoa desliza el a encosta de uma duna. ( ) O módulo da aceleração na arte lana (trajeto BC) é constante e maior que 3 . 40. Qua ndo este segundo tijolo atingir o solo. 2 08. Su onha que o co eficiente de atrito cinético entre a madeira e a areia seja constante e igual a 0. como resposta. 01. ( ) A distância erco rrida ela essoa no trajeto BC é de 80 m. A energia mecânica no onto B é m ⋅ v . b) enquanto a esfera vai de A até B. 2 2 16.E.5 m/s2. 2 IMPRIMIR 04. 6 Em relação às informações acima. é largado de uma altura duas vezes maior. Um outr o tijolo. que re resenta a t rajetória de uma bala de canhão de massa m em um cam o gravitacional su osto uniform e e no vácuo.

desde o momento em que o pêndulo é abandonad o até aquele em que o gongo é atingido? a) 0. e logo a seguir atinge o gongo. o pêndulo é abandonado a partir do r epouso na horizontal. o intervalo de tempo gasto. o carregador B utiliza uma rampa com inclinação qB . Se ∆Ep é a v ariação da energia potencial gravitacional no processo. como resposta. Para isso. Dê.50 29. PUC-RS Têm-se duas molas metálicas iguais. bem como o a trito na polia são nulos. FB e FC a intensidade das forças aplicadas pelos carregadores A. a soma d as alternativas corretas.5 m. igua l a: d) 1.15 b) 0.2 . n a ual g é a aceleração da gravidade no local. FA > FB. Unirio Um baterista de uma banda de rock decide tocar um gongo no acorde fin al de uma música. considerando ue os três processos são realizados a velocidade cons tante. FB = FC . Maringá PR Três carregadores A. U. C onsiderando se g = 10 m/s2 e desprezando se os atritos. 10 Voltar FÍSICA .0 m de altura é.8 . FA > FC . 30. em segundos. Com isso.E. B e C.8 . Unifor-CE A energia cinética do container aos 9. assinale o ue for correto. 103 a) 1. 7 Sendo FA. conforme a figura acima. 104 e) 1. 16. e o carregador C utiliza uma rampa com inclinação θC < θB . 01. A e B. As duas são comprimidas de modo que A sofra deformação x e B sofr a deformação 2x. 08. B e C precisam colocar caixas idênticas de massa M em uma plataforma de altura H. 2. o quociente entre as respectivas energias elásticas acumula das. 103 3 c) 1. FA = Mg.45 e) 0. inic ialmente sem deformação.32 d) 0. 02. No acorde final. WA / WB.Trabalho e energia Avançar ¦ ¢ ¢ ¦ ¦ ¢ ¢ . aproximadamente. O carregador A utiliza uma roldana e uma corda levantando a caixa verticalmente. 04. em joules. ele utiliza um pêndulo com uma haste rígida de massa desp rezível e comprimento L = 0. como ilustram as figuras a seguir.22 c) 0.28. respectivamente. então ∆EP (A) > ∆EP (B) > ∆EP (C).5 . e ue as forças de atrito entre a caixa e a superfície da rampa. vale: IMPRIMIR GABARITO a) 4 b) 2 c)1 d) 1 2 e) 1 4 31.2 . O trabalho realizado pelos três carregadores é o mesmo. 104 b) 1. qual é.

no pont o A.. se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola id eal.. se não houver força de atrito entre as superfícies.. a massa oscilará infinitamente em torno do ponto O. A força peso não rea lizou trabalho no deslocamento do bloco entre os pontos A e B. Dê. atinge o ponto B. onde pára. a velocidade do bloco é zero e sua aceleração é . a aceleração da m assa será nula... O ponto B situa-se a 80 cm de altura..32. a soma das alternativas corretas. UFSC A figu ra mostra um bloco. durante o seu movimento.. a resultante das forças que atuam sobre a massa será nula.. A constante elástica da mola é K = 400 N/m. é igual a 8.. Afastando a massa m do ponto O. U.. Dê.. no ponto A. A mola é solta e empurra o bloco que.. de massa m = 500 g. poderá parar numa posição diferente do ponto O. se não houver força de atrito entre as superfícies. A energia potencial elástica do bloco..0 J. 64. 32. foi 1.... como resposta.4 J.6 J. em relação ao ponto A. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .. 0 8. 04. 02.. A energia mecânica total do bloco. .. 08. 16. N o ponto de inversão do movimento. se houver força de atrito entre as superfícies.. independente da posição em que ela estiver. 8 GABARITO Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. a energia cinética do bloco ... quando passar pelo ponto O. cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida. Selecione a al ternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo.... a massa... sua posição de equilíbrio.. Maringá-PR Duas molas dênticas e ideais são associadas como mostra a figura a seguir.. . deslizando sem atrito sobre um a superfície horizontal. No percurs o entre os pontos A e B. é totalme nte transformada na energia potencial gravitacional do bloco. O trabalho r ealizado pela força de atrito sobre o bloco.. pode-se afir mar corretamente que: 01. como resposta. UFRS A figura abaixo representa um bloco que. se não ho uver força de atrito entre as superfícies. a força de atrito da superfície sobre o bloco dissipa 20% d a energia mecânica inicial no ponto A. .. na ordem em qu e elas aparecem.. Durante a etapa de compressão da mola. a soma das alternativas corretas... por isso não houve conservação da energia mecânica do bloco. 04.Trabalho e energia Avançar . A energia mecânica do bloco no ponto B é igual a 6.. depois de oscilar.E. 16.. 34. a ene rgia do sistema não se conservará. a) aumenta – diminui – zero d) diminui – aumenta – zero b) diminui – aumenta – má a e) diminui – diminui – zero c) aumenta – diminui – máxima 33. partindo do repouso no ponto A. não há conservação da e mecânica. se houver força de atrito entre as superfícies. Na situação descrita. 02.. no ponto B... e soltando-a imediatamente depois. mantido encostado em uma mola comprimida de X = 20 cm.. e a energia potencial elástica armazenada no sistema massa-mola ..

durante 2 segu ndos. e 1 joule eqüivale a 10–7 erg. inicialmente em repouso. pensamos sobre energia em termos de custo do combustível para o transporte. a energia cinética que fornecemos a pedra. energia química. mas também na prática da engenharia. ( ) Quando lançamos uma pedra para cima . kW Voltar FÍSICA . dina. Superior de Brasília-DF O conceito de energia é um dos conceitos físicos mais importantes. Com base nos estudos sobre energia. N. W b) g. a quantidade total de energia permanece sempre constante . Unicap-PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). Se necessário use o módulo da aceleração da gravidade de 10 m/s2. O módulo da ve locidade com que o saltador deve pular para conseguir tal êxito é superior a 20 km/h . kWh e) g. energia eletromagnética .3 m sobre um sarrafo horizontal.35. energia e potência. é transformada integralmente em energia potencial gravitacional.0 m/s. ( ) O trabalho realizado pela força resultante para parar um carro com u ma velocidade de 80 km/h independe da maneira como o carro foi freado. e também no custo dos alimentos que co nsumimos. erg. ( ) Um guindaste deve levantar uma carga de 2000 kg até uma altura de 150 m em u m minuto. UESC-BA Um corpo. é convertida integralmente em energia potencial gravitacional para que a pedra atinja uma determinada altura. UEMS No sistema internacional são unidades de massa. salta de um avião. I. ( ) A energia potencial elásti ca de uma mola deformada de 30 cm é de 10 J. a uma taxa uniforme. As diversas formas de energia se relacionam entre si. Concluímos que. julgue as afirmações a seguir. em J. No dia-a-dia. realiza moviment o retilíneo uniformemente variado com aceleração de módulo igual a 2m/s2. kgf. Se apenas 35% da potência elétrica fornecida ao motor é convertida em energia mecânica. I. no instan te do lançamento. J. força. ( ) Um saltador olím pico executa um salto recorde de 2. a) A potência média desenvolvida pela força resultante que atuou sobre o corpo d urante o movimento foi igual a: 01) 9 W 02) 12 W 03) 20 W 04) 38 W 05) 45 W b) A energia cinética do corpo. 37. de massa 5 kg. O pára-quedas se a bre.Trabalho e energia Avançar . re spectivamente: a) kg. a energia potencial da mola será de 5 J. o trabalho é medido em Joule. ( ) A energia cinética inicial de uma pedra lançada para cima no vácuo . kWh. próxima a superfície terrestre. kW d) kg. realizando um trabalho motor sobre a partícula. então a potência elétrica desse motor é superior a 140 k . 36. kgf. J.. A quantidade de energia dissipada durante a queda pelo pára-quedista é superior a 400 kJ. a 1000 m de altura. ( ) Uma partícula descreve uma trajetóri a circular em movimento uniforme. de 50 kg de massa. no da eletricid ade para iluminação e aparelhos eletrodomésticos. J. A energia aparece em várias formas – energia mecânica. foi igual a: 01) 5 02) 7 03) 10 04) 20 05) 40 9 IMPRIMIR GABARITO 38.E. ( ) O ponto mais alto de uma montanha russa corresponde ao ponto máximo de energia potencial gravitacion al do carrinho. e ele atinge o solo com uma velocidade de 5. não apena s na ciência contemporânea. sobre ela atua uma força centrípeta dirigida para o centro da trajetória. quando a mola estiver d eformada de 15 cm. W c) kg. energia térmica e energia nuclear. ao final dos 2 segundos de movimento. N. ( ) No S. ( ) Um pára-qu edista. no ponto de alt ura máxima.

b) Parte da energia térmica que o prego possuía armazenada até o instante anterior ao go lpe foi liberada quando o martelo o atingiu. Voltar FÍSICA . sobre o carrinho. para valores de E próximos de U0. o intervalo [a. c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. UFGO A energia potencial de um carrinho em uma montanha russa varia. A respeito desse sistema. a soma das ene rgias cinética e potencial dos átomos constitui a energia total E da molécula. transferência da energia térmica.39. A e B. no instante do golpe. a distância r entre os átomos a um intervalo [ a. b) a energia cinét ica e potencial do carrinho na posição x = 7 m. e q ue não há atrito. conforme mostra o gráfico abaixo. ( ) Considerando que. julgue os itens seguintes. 41. para o prego. a curva U(r) aprox ima-se muito de uma parábola. UFRN Flávia foi colocar um prego numa parede e percebeu que ele esquentou após s er golpeado com o martelo.Trabalho e energia Avançar . armazenada no martelo. ( ) Para uma determi nada energia total E. Desprezando a res istência do ar. a energia poten cial desse sistema molecular se comportará de maneira análoga à de um sistema mecânico m assa-mola. limitando. portanto. 40. d) Houve. para levá-lo ao repouso em 5 m. UESC-BA Dois automóveis. Para esse sistema. determine: a) a energia mecânica total do carrinho. a energia potencial U(r) será máxima quando r for igual a a ou b. no instante anterior ao golpe. b] de oscilação da molécula a umentará. a energia cinética é igual a 2J. entre as posições x = 0 e x = 7 m. transformação da energia potencial gravitaci onal do martelo em energia térmica no prego. a partir da posição x = 7 m. tais 10 GABARITO VB que V seja igual a: A 01) 1 5 02) 5 5 03) 5 04) 5 05) 5 5 IMPRIMIR 42. foi transformada em energia térmica no prego. Esta en ergia é constante. no instante do golpe. então. para valores de r próximos de r0. b]. como mo stra a figura a seguir: Sabe-se que em x = 2 m. adquirem a mesm a energia cinética quando se movimentam com velocidades de módulos constantes VA e V B. A explicação física para esse fenômeno é: a) Houve. ( ) Diminuindo-se a energia total E. de massas mA = 5mB. c) Parte da energia cinética que o ma rtelo possuía. UnB-DF A energia potencial U de u ma molécula diatômica formada pelos átomos P e Q depende somente da posição relativa r ent re esses átomos.

do alto da rampa de altura h. supondo que toda energia dissipada seja na forma de calo r. suposta constante. U. 2. Logo a seguir. como resposta. desloca-se com velocidade v constante. 04. o jove m e força F que ele exerce sobre a esteira para movimentá-la. A e ergia potencial gravitacional varia de m g v ∆t/2 Está correto apenas o que se afirm a em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. Na posição B a velocidade do bloco é de 4 m/s e na posição D a velocidade é nula. O trabalho realizado pela f orça F é igual a F v ∆t II.2 km/h e consumiu 300 quilocalori as. Um dia. sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. de massa m. a distância BC é igual a: a) h 4 b) H 2 c) h d) 2h e) 4h 44. o bloco fica sujeito a uma força de atrito equivalente à quarta parte do seu peso. a velocidade d o bloco em uma posição C localizada entre a posição B e a posição D. a quantidade de calor gerada durante o deslocam ento do bloco da posição A até a posição B é de 8. durante um certo in tervalo de tempo ∆t. após 2 segundos decorridos desde o momento em que o bloco passa pela posição B e terá. então. na presença do campo gra vitacional terrestre. Voltar FÍSICA . Sa bendo-se que o bloco pára no ponto C. Considere as seguintes afirmações: I. de acordo com o medidor da esteira. com uma v F força F. o bloco é solto e. também será de 4 m/s. Dê. determine o módulo dessa força. UFMS Um bloco de 500 g comprime uma mola. toda a energia mecânica do sistema na posição A foi transfor mada em calor na posição D. percorrid o uma distância de 4 m. Admitindo que o consum o de energia assinalado pela esteira é o trabalho realizado pelo jovem para movime ntá-la. sem motor.0 cal = 4. Adote 1. a soma das afirmativas corretas. a) Qual a distância percorrida pelo jovem? Qual o deslocamento do jovem? b) Nu m esquema gráfico. ele andou 40 minutos com velocidade constante de 7.Trabalho e energia Avançar . Fuvest Uma pessoa puxa um caixote. como apresentado na fi ura acima. A resp ito desse sistema e considerado g = 10 m/s2.43.5 J. A compressão da mola é de 20 cm na posição A (veja figura abaixo). O trecho AB do percurso é bastante polido e. ao longo de uma rampa inclinada de 30° com a horizo ntal. Salvador-BA O bloco de massa m da figura é abandonado. a partir do repouso e livre da resistência do ar.0 J. 16. Vunesp Um jovem exercita-se numa academia andando e movimentando uma esteira rolante horizontal. na posição B. no trecho BC. II e III g GABARITO IMPRIMIR 46. O trabalho realizado pela força F é igual a m g v ∆t/2 III. represente a esteira. supondo que toda energia dissipada s ja na forma de calor. o sentido do movimento da esteira. eles perdem o contato e o b loco se desloca sobre um plano horizontal com um coeficiente de atrito cinético 0. 02. o bloco chegará à posição D com velocidade nula. O 3 0° caixote. é correto afirmar que: 11 01. conforme a figura. a energia mecânica do sistema massa-mola na posição A vale 4 J. Nessa posição o bloco est m repouso. 45. 08. de constante elástica k = 200 N/m.

Trabalho e energia Avançar . U. Católica-DF O aumento populacional e a melhoria das técnicas de engenharia civil impulsionaram a crescen te verticalização das construções. como as escadas rolantes e os elevadores. julgue cada afirmativa abaixo. que. conforme Verdadeira (V) ou Falsa (F). é abandonado a partir do repouso no ponto A de uma pista no plano vertical. Desprezando o atrito entre o corpo e a pista. Tal processo também alavancou o desenvolvimento dos mei os de elevação. pode m ser usados como interessantes equipamentos de laboratórios de Física. usando-se um cabo de aço sob tração de 4.47. UFSE Um corpo.50 m de altur a. O movimento de um elevador é representado pelo gráfico de sua velocidade escalar em função do tempo.0 m.0 s. como mostra o desenho. a sua velocidade ao passar pelo po nto B é: 3 3 d) gh b) 1 3gh c) 2 3gh e) 3gh gh 4 2 2 2 48. 104 N. a) 12 Admitindo que o elevador parta do térreo (tomado como referência). valores positivos de velocidade indicam que o elevador está subindo. de massa m. IMPRIMIR GABARITO Despreze a resistência do ar e adote g = 10 m/s2. que a aceleração da g ravidade possa ser aproximada para 10. No gráfico. o elevador retorna ao térreo.00 to neladas é içado a partir do solo. ( ) Todo o movimento de descida foi acelerado. ( ) Um passageiro de 60. ( ) Em q ualquer trecho do movimento de subida que se considere. ( ) Ao fi nal dos cinqüenta segundos representados no gráfico. ( ) O edifício possui mais de dez andares. Instruções: Para responder às questões de números 49 a 50 utilize as in formações que seguem. veria uma marcação superior a 600 N entre os insta ntes 0 s e 10. Voltar FÍSICA . o valor da energia cinétic a do elevador sofreu aumento. sobre uma balança de molas (destas que comumente encontramos em farmácias) graduada em new tons e funcionando perfeitamente.0 m/s2 e que cada andar meça 2.20 .0 s. até altura de 9. Num intervalo de tempo de 6. além de muito úteis.0 kg. um container de massa 4.

4 .2 . de uma altura de 2. U. 102 56. 103 e) 6. igual a: a) 1. igual a: a) 6.1 . 102 d) 3. com uma velocidade de: a) 6 m/s b) 8 m/s c) 10 m/s d) 12 m/s e) 14 m/s 13 Instruções: Para responder as questões de números 53 a 55 utilize as informações abaixo. com velocidade de 8 m/s. 0 d) 2.0 .5 e) 0. desprezando as perdas que ocorrem na parte inferior. o atrito entre a menina e o escorregador consome 140 J de e nergia. com uma vazão constante de 300 m3 por segundo. em joules. em megawatt. 53. Para estimar a capacidade de geração de energia elétrica de uma queda d’água avaliamos a energia potencial armazenada no sistema queda – Terra.49. 102 e) 1. a o longo do percurso.80 m em relação ao solo.3 .2 .2 . fornecida através da força de tração no ca o de aço. GABARITO Considere desprezíveis as forças de atrito e a resistência do ar no trecho representad o no esquema e adote g = 10 m/s2. Suponha uma queda d’água de 25 m de altura. 102 b) 2. Ela começa a deslizar . em watts.5 .8 . em joules. é. 104 b) 1. 103 IMPRIMIR 55. Unifor-CE O módulo da aceleração do container. Nu parque de diversões. Sabendo-se que. um carrinho com dois jovens. Unifor-CE Quando o carrinho passa pelos po ntos M. N. estime a potência dessa queda d’água.3 .5 .0 . por aquecimento.8 . 103 e) 2. a energia cinética desse carri nho. a partir do repouso. 102 c) 6.0 . 104 d) 6. 104 51.30 m acima do solo. é igual a: a) 3. Unifor-CE Durante a descida e a 15 m de altura. sendo a massa do conjunto 120 k g. Voltar FÍSICA .50 50.5 b) 10 c) 5. Fatec-SP A figura mostra um objeto de 4 kg que desliza por uma pis ta que para ele não apresenta atrito. em m/s2. Q e R indicados no esquema. O objeto passa pelo ponto B. 104 d) 1. P. Católica-DF Usinas hidrelétricas convertem energia mecânica em ene rgia elétrica. UFPB Uma menina de 20 Kg de massa brinca no escorregador de um parque de diversões. Unifor-CE A potência média. Considerando a acel eração normal da gravidade (g = 10 m/s) e a água com densidade igual a 1000 quilograma s por m3. 52. 104 c) 1.0 m/s movendo-se sobre trilhos na parte horizontal e elevada do seu percurso representado parcialmente no esquema. Unifor -CE A energia mecânica do conjunto em relação ao solo.Trabalho e energia Avançar . 104 c) 2. essa garota chegará ao final do escorregador. é.2 . a força de reação dos trilhos sobre o carrin ho tem maior módulo nas proximidades do ponto: a) M b) N c) P d) Q e) R 54. está com velocidade de 10. 104 b) 3. é igual: a) 10. quando está na posição indicada no e quema. que está 0. que é o ponto mai s baixo da pista.

pendurado por um fio flexível. Dos valores dados a seguir. R. No ponto C. Considere h a altura d o ponto A. de massa desprezível e constante elástica 10 N/m. 08.8 m hC ? hA 2. g.4 m b) 6.0 m/s e 2. a in tensidade da força que o fio exerce sobre a conta será igual a mg R 1 (2h – 5R). 16. Nessa colisão a bala perde de sua energia cinética inicial. a energia potencial ganha pela m ola durante essa compressão. No ponto D.A velocidade com a qual esse objeto passou pelo ponto A e a altura do ponto C. u m bloco de massa M. 10–1 d) 10 . a velocidade da conta será igual a 2g( h − R ) . Católica de Salvador BA Um bloco desloca se sobre um plano horizontal liso e co lide com uma mola horizontal.5 . 59. alcançada pelo pêndulo. 10–1 e) 11 . quando consegu e lançar o martelo com um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal. Vunesp No lançamento do martelo. UFBA A figura abaixo apresenta uma conta de massa m. são. A partir do ponto B. o módulo da aceleração da gravidade local e despreze as forças dissipativas. que desliza sem atrito ao longo do fio curvilíneo. assinale o que mais se aproxim a da energia cinética que esses atletas conseguem fornecer ao martelo (adote g = 1 0 m/s2).4 m c) 6 m/s e 2. 14 58. UFC Uma bala de massa m e velocidade V0 atravessa. q ue é o ponto mais alto atingido pelo objeto. GABARITO 02. a conta descreverá movimento circular uniforme. que se encontrava em repouso. é correto afirmar: 01. Sabe ndo se que o bloco comprime a mola de 0 a 0. A maioria dos atletas olímpicos. 04. o módulo da aceleração centrípeta da conta será constante . é: a) 4 . Det ermine a 4 altura h. atinge distânc ias de cerca de 80 m. os atletas lançam obliquamente uma esfe ra de metal de pouco mais de 7 kg. 10–1 b) 7.4 m d) 4 m/s e 6. respectivamente: C Dado: g = 10 m/ s2 A a) 8 m/s e 2. quase instantaneamente.2 m B 57. a energia mecânica da conta será igual a mgh. d e massa 3 desprezível. Ao longo do trecho circular. 10–1 60. No ponto C. U. em J.4m.0 m e) 4 m/s e 3. 10–1 c) 8 . abandonada a partir do ponto A. a) 3 J b) 30 J c) 300 J d) 3000 J e)30000 J IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ . Nessas condições. o raio do trecho circular.

a) Calcule a energia mecânica de cada bloco em relação ao solo. 10 d2 B.4 m de largura por 0. 25 d2 C. Despreze a resistência do ar. de massa igual 4 x 104 kg. oscilando entre os pontos d e +d.0 kg e 50 kg. UFSE Considere um bloco de massa 100 g. Teto fio A B fio Solo 15 62. D e 5. As massas dos blocos A e B são respectiva mente iguais a 5.8 e) 0. Sabendo se que a constante elástica da mola do baten te vale 1 x 106 N/m e desprezandose qualquer atrito. em joules. Unicamp SP Dois blocos homogêneos estão presos ao teto de um galpão por meio de fi os. a máxima compressão da mola pro vocada pelo vagão vale: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ 63. ola . aproxima se do batente com velocidade v constante e igual a 1. como mostra a figura ao lado. que está preso a uma mola helicoidal d e constante elástica igual a 50 N/m. em joules. há um batente com uma mola no final dos trilhos. 75 d2 E. Considere desprezível o atrito entre o bloco e a superfície. em m/s2. conforme e stá indicado no esquema.2 64. O módulo da quantid de energia mecânica dissipada no processo. o ade PUC SP O carrinho da figura tem massa 100 g e encontra se encostado em uma m de constante elástica 100 N/m comprimida de 10 cm (figura 1). é: ¦ ¦ ¦ . 300 d E. igual a: D. 50 d2 D. 100 d B. igual a: 2 b) A energia potencial máxima do bloco é. Ao ser libertado carrinho sobe a rampa até a altura máxima de 30 cm (figura 2). Os dois blocos medem 1. UFPB Num pátio de manobras de uma ferrovia. 250 d A. a) O módulo da aceleração do bloco quando passa pela posição A. 200 d C. c) Determine o tempo de queda de cada bloco. b) Os três fios são cortados simultaneamente.61.0 m de comprimento por 0.5 m/s (ver figura). 100 d2 GABARITO figura 1 figura 2 a) 25000 b) 4970 c) 4700 d) 0. 500 d d é. com o objetivo de impedir que os vagões saiam desses trilhos. Um vagão.0 termine as velocidades dos blocos imediatamente antes de tocarem o solo.4 m de espessura.

.

até parar no ponto C. perdendo p rte de su energi o colidir com o solo. é aplicada pela superfície sobre o bloco. 32.60 m IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . UFBA Um pequeno bloco de massa m = 4g encontra se inicialmente encostado à ext remidade livre de uma mola ideal. 2 Kx 08. p rtir do repouso. de constante elástica K = 40 N/m. Nest s condições.32 m c) 0.0 kg percorre um tril ho e atinge uma 4m mola de constante elástica K = 6400 N/m. Após a liberação da mola.8 00 m K 66. distânci máxim que mol será comprimid é: ) 0. de um ltur h. ITA-SP Um bloco com m ss de 0. Dê. como respost . conforme figur a abaixo.750 m e) 0.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .500 m c) 0.6 N/m. 16 Considere a o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado.24 m b) 0. é dada por dAB = mv 2 B . o bloco percorre a superfície horizontal lisa AB e s obe o plano inclinado rugoso BC. Nessas condições. FEI SP Em um parque de diversões. 04. no plano horizontal.65. Desprez ndo m ss d mol . S bemos que pós 4 choques com o solo. bol repic té um ltur de 0. comprimida de x = 2 cm. 02. ITA-SP Um bol c i . Obs. pode e afirmar: 01. A reação ao peso do bl oco. de inclinação a. dAB. a) 0.54 m e) 0.650 m d) 0. é derrub do de um ltur de h = 1.20 kg.20 m sobre um mol cuj const nte de forç é k = 19.64 h. O módulo da re ação normal que o plano inclinado aplica sobre o bloco é numericamente igual ao peso d o bloco.250 m b) 0. g o módulo da aceleração da gravidade local e desprezível a resistência do ar. som d s ltern tiv s corret s. O bloc o atinge o ponto B com velocidade VB = 2m/s. 16. A distância percorrida pelo bloco entre os pontos A e B. inici lmente em repouso. um carrinho de massa 5. c d colisão su energi decresce de um f tor k.: de sprezar os efeitos do atrito. O módulo da força que faz o bloco parar no ponto C é dado por F = mg (senα + µcosα). A energia mecânica do bloco se conserva no percurso ABC. Qual é a máxima deformação sof rida pela mola quando o carrinho é abandonado do repouso na posição indicada. o v lor do f tor k é: 9 2 5 4 3 5 ) b) c) d) e) 10 5 5 4 8 68. 67.48 m d) 0. Assim.

é numeric mente igu l o tr b lho d forç result nte que tu no bloco. 104 c) 7 . de 5 m de ltur p rtir do repouso. C tólic de S lv dor-BA Um motor de potênc i igu l 1000 W é utiliz do p r elev r um bloco de peso 100 N um ltur de 1 50 m.Tr b lho e energi ¡ 69. um c ix de 6. rr st ndo.17 71. com um forç const nte. 105 e) 7.0 m de ltur em rel ção à rei de um t nque. Desprez ndo-se s forç s dissip tiv s. de m ss M. observe figur o l do. o tr b lho d forç exercid pelo homem. com desloc mento de 6.0 m/s. que cord e rold n são ide is e que 1 3 sen 30º = . 70.0 x 102 N de peso o longo do pl no inclin do que form 30º com horizont l. 105 74. p r desloc r o bloco do topo té b se do pl no. O bloco d figur . ( ) o coeficiente de trito dinâmico entre o bloco e o pl no é de 0. Unic p-PE P r responder est questão. o tr b lho re liz do pel forç peso do menino v le. ( ) fo rç de trito que tu no bloco é igu l 0. e cos 30º = 2 2 De termine. UFSE Certo motor consome potênci de 500 W e possui rendimento de 40%. é 3 Mg.2 . em 102 J .2 . em módulo. Adot ndo g = 10 m/s2. O tr b lho d s forç s resistentes. Em 1. o tr b lho re liz do pelo motor.8 .75. 104 d) 1. Unifor-CE Um me nino de m ss 20 kg desce por um escorreg dor de 3.0 m e velocid de const nte. U. em joules: ) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . UFBA A figur b ixo represent um homem que pux um cord tr vés de um rol d n . o tempo g sto ness oper ção. cheg ndo à b se d r mp com velocid de d e 4.0 hor de funcion mento . ( ) o tr b lho re liz do pel forç norm l no desloc mento do bloco. 103 b) 1. em segundos. do topo té b se do pl no. ( ) o tr b lho re liz do pelo pes o. em joules. em movimento uniforme. UFMA Um menino com m ss de 25 kg escorreg num r mp cujo perfil é de um tob ogã. foi de proxim d mente: Considere g = 10 m/s2 ) 950 J b) 1000 J c) 1120 J d) 1050 J e) 1250 J 72. Consider -se que s forç s de trito e resistênci do r são d esprezíveis. Podemos firm r que: ( ) o tempo que o bloco g st p r cheg r à b se do pl no é 1 0s.2 .8 . foi de: ) 3 b) 6 c) 10 d) 15 e) 20 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .75 Mg. 73. desce o pl no inclin do com um velocid de const nte de 2m/s . n b se do escorreg dor. é de: ) 7.

II. 150 kg 20 m de ltur em 10 s. III b) I. III. Assin le ordem crescente d s potênci s que o motor do elev dor deverá desenvolver p r o tr nsporte de: I. III.4 kg está num pr teleir d bibliotec do colégio. Obs.8 W d) 1. situ d 1. 350 kg 15 m de ltur em 30 s. II e) II.: Considere m ss do elev dor incluíd n c rg ser tr nsport d e g = 10 m/s2.30 m cim do chão. em construção. A bibliotecári mud o livro p r um pr teleir m is lt . A potênci médi mínim necessári p r re liz r t ref é: ) 0. I c) III. II. I. é inst l do um elev dor externo p r tr nsport r rg m ss (mistur de rei . 0 W 76. III. ) I.Tr b lho e energi ¡ 75. UFPB Um livro de m ss m = 0.6 W c) 0. II. águ e cimento) os diversos p vimentos. II d) II. I ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . g st ndo 2 segundos ness oper ção. UFMA Num edifício.3 W e) 2.18 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . um ltur de 1 m do chão.5 W b) 0. 250 kg 10 m de ltur em 20 s.

e 31. h = m2 V2 /8m2. e 57. ) 03 b) 05 38. 02 + 32 = 34 67. e 44. 12 m/s 22. e 51. V – F – V 41. 39 35 . ) d = 4800 m. 66. d 39. 47. b 9. 71. F – F – V – V – V 37. b 15. d 75. c 29. e 64. 18 73. c 14. c 11. 60 J 8. c 54. d 16. c 65. 53. b) C 10. 140 J 6. V – F – F – V – F – V 26. b 2. e 46. d 7. c 19. e 50.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 75 52. F – V – F – F – V 49. 190J 3. 01 + 08 + 16 45. d 23. e 69. ) c b) b 63. 25. 91 21. ) D. 18. 46 30. e 17. 29 34. c 20. c 40. 12. c 4.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1 1. b 68. 13. F – V – F – V – V 70. c 56. F – V – V – V – F 36. 03 J b) 8 J c) 1. e 27. d 61. 5. b 76. b 33.g 0 58. c 60. 02 + 08 + 16 = 26 59.9 J 24 . d 72. b) F = 250 N. e 74. 0. e IMPRIMIR G A B A R IT O Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 48. b 55. 32.6 N 43. ) EMA = 275 J e EMB = 2600 J b) VA = VB = 10 m/s c) tA = tB = 1 s 62. 29 28.

lgum s jog d s podem ser n lis d s à luz dos princípios d Físic . ( ) Ainda sobre a “medalha” c itada. ssin l ndo V p r s fir m tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. é de: ) 2.0 m/s.6 x 103 d) 5.8 x 105 c) 5. a força que a b ola aplicou no jogador da defesa tem o mesmo módulo. intensid de do impulso plic do o corpo no interv lo de tempo mencion do. um jo g dor plic um forç n bol . em N s. Determine. em que o voleibol de pr i . no SI. C tólic -DF Recentemente for m disput d s s Olimpí d s de Sidney.6 x 105 e) 4 . ( ) Dur nte o s que cit do no item nterior. conseguiu um res ult do expressivo. pes r de não tr zer Med lh de Ouro. direção e sentido que a força que o jogador aplicou na bola. na “medalha” citada no item acima. Considere a massa da bola ap roximadamente igual a 20 g.F ÍS IC A IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1 1. é correto afirmar que a variação quantida de de movimento e o impulso recebidos por ele são nulos. É correto concluir que o impulso recebido pel bol tem módulo de 6 . por se tratar de forças que formam um par de ação e reação. o que provoc nel um v ri ção no módulo de su velocid de de 20. a velocidade inicial da bola seja desprezível. que o desloc 20 m dur nte 5 s.103 N. Ness situ ção. logo forç médi que bol fez sobre mão do jog dor tem intensid de menor que 300 N. a aceleração adquirida p bola e a adquirida pelo jogador da defesa terão módulos iguais. um dos jogadores lançou a bola com sua raquete. UFR RJ Em recent e partida internacional de tênis. n lise s firm tiv s b ixo. ( ) Dur nte o jogo.8 x 103 b) 2.s. Consider ndo que bol utiliz d no jogo v li do estej b st nte chei e tenh m ss de 300 g. horizont l. ( ) Caso o jogador da defesa. conquist ndo simp ti do povo br sileiro com gr ndes vitóri s . U. Admita que. ( ) Dur nte um s que. 3. Apl ic se sobre o corpo um forç const nte. Dur nte s p rtid s. que result no choque d bol com o peito do jog dor d defes dversári (um jog d conhecid como “med lh ”). UFMA Um corpo com m ss de 350 kg repous sobre um pl no horizont l liso. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . lo go a seguir informou se pelo alto falante que o módulo da velocidade da bola ating ira aproximadamente 179 km/h.00. no momento do contato da raquete com a bola. Gib dá um violent cort d . não se desloque após o choque com a bola. o valor médio do módulo do impulso apl icado à bola. Nesse caso.2 x 104 2. o tempo de inter ção entre bol e mão do jog dor foi de três centésimos de segundo.

a quantidade de moviment o do sistema não se altera. UFGO Os princípios de conservação da energia e da quantidade de movimento são fundamentais na compreensão da dinâmica de interação entr e corpos. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Dê. imprimindo lhe uma ve locidade horizontal de 180 km/h (50 m/s). a soma das alternativas corretas. UFSC Na segunda feira. 08. um estudante anota. registrados nos instrumentos do painel. Ao ser atingida pela raquete. incluindo os passageiros.s. UFPB Durante um longo trajeto numa rua retilínea e plana até o seu colégio. a uma altura h acima do solo. B . os valores da velocidade do carro de seu pa i. como resposta. pode se dizer que no instante em que a cama atinge o ponto mais baixo. 12 de junho de 2000. os jornais afirmavam que o saque mais rápido de Gustavo Kuerten foi de 195 km/h. pois. porque a resultante das forças externas é nula durante a colisão . A com binação que resulta em uma grandeza adimensional é: a) A B d) A2/B b) A/B e) A2 B 2 c) A/B 6. 16. e tomando se o solo como referencial. para cad a 100 metros rodados: I. a veloci dade horizontal inicial da bola é considerada nula. II. O impulso exercido pela raquete sobre a bola é maior do que aquele exercido pela bola sobre a raquete. etc.2 4. 02. Usando somente suas anotações. incluindo os passageiros. 32. O impulso total exercido sobre a bola é igual a 2. 5. que: ( ) na ausência de forças externas em uma colisão. ( ) considerando se uma pessoa saltando sobre uma cama elás tica. ( ) a energia cinética de um planeta em órbita elíptica em t orno do Sol é constante. O impulso total exercido pela raquete sobre a bola é igual à variação da quantidade de movimento d a bola. Em uma partida de tênis. as pequenas deformações permanentes d a bola e da raquete e o aquecimento de ambas. o “Guga”. toda a energia mecânica da pessoa é convertida em energia potencial elástica. a variação da energia cinética do automóvel. o estudante poderá calcular apenas: a) I d) I e III b) II e) II e III c) III 7. é o produto da quantidade de movimento da partícula pela distância percorrida. Anota também a massa total do automóvel. Consideremos uma partida de tênis com o “Guga” sacando: lança a bola para o ar e atinge com a raquete. a bol a atinge velocidades superiores a 200 km/h.01 s. A força média exercida pela raquete sobre a bola é igual a 290 N. 04. ITA SP Uma certa grandeza física A é definida como o produto da variação de energia d e uma partícula pelo intervalo de tempo em que esta variação ocorre. a cada 100 metros. há conservação da energia mecânica do sist ema (bola + raquete). A força média exercida pela bola sobre a raquete. as páginas esportivas dos jornais n acionais eram dedicadas ao tenista catarinense Gustavo Kuerten. III. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeir a(s): 01. Ele deseja calcular. Outra grandeza. Mesmo considerando o ruído da colisão. o impulso total das fo rças que atuam sobre o veículo. tais como: colisões. a velocidade média do automóvel. Entende se. Entre as muitas informações sobre a partida final do Torneio.9 N. tanto assim que a raquete recua com velocidade de módul o muito menor que a da bola. movimentos de planetas e satélites. o estudante não regi stra nenhum valor sobre o tempo gasto no percurso. pela sua b rilhante vitória e conquista do título de bicampeão do Torneio de Roland Garros. A massa da bola é igual a 58 gra mas e o tempo de contato com a raquete é 0. é igual àquela exercida pela raquete sobre a bola. Tendo esquecido de trazer um relógio.

0 b) 0. 10 s depois da explosão. a granada explodiu. UFMS Um dispositivo decorativo bastante comum é composto por um c onjunto de esferas suspensas por fios e presas a um suporte (veja a Figura A aba ixo). ( ) Quando uma arma dispara e lança um projétil. alcule a velocidade (em m/s) com que a esfera 5 (Figura C) começa a se movimentar em relação à posição de equilíbrio das demais esferas. e que a esfera l é solta de uma altura de 5 cm (Figura B) em r elação à posição de equilíbrio das demais esferas (h = 0) e solta de um estado de repouso.6 x 10–27 kg. é aproximadamente de: a) 900 J d) 6000 J g b) 1500 J e) 9000 J c) 3000 J 11. e) Após a emissão da partícula.8.. com aceleração constante. um saco de cimento de 20 kg. ao Sul do ponto de lançamento.C. Londrina PR Um átomo possui uma massa de 3. em seguida. em uma região p lana.m/s. ( ) Um fabricante de automóvel diz que o seu carro de mass a 1000 kg consegue atingir a velocidade de 72 km/h em uma reta horizontal de 100 m. a uma altura de 10m.8 c) 0. c) O módulo da quantidade de movime nto da partícula é maior que o módulo da quantidade de movimento do átomo.E. a partir do chão. é correto afirmar: a) O vetor quantidade de movimento do núcleo é igual ao vetor quantidade de movimento da partícula emitida. b) A quantidade de movimento do sistema nem sempre é conservada. 9.4 3 10. engole um peixe de 1 kg. nadando com velocidad e de 1. Suponha que num determinado instante ele emita uma partícula d e massa igual a 6. gastando 20 s. com uma velocidade de módulo igual a 1. a esfe ra 5 começa a se movimentar. a quantidade de m ovimento é constante. com uma quantidade de movimento de 2 x 102 kg. que esta va em repouso. do pei xe maior. ( ) No M. 12. com massa igual a 2 kg. 105 W. Ao atingir sua altura máxima. com velocidade constante. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F).5 x 107 m/s. possui uma velocidade de 72 km/h. através de uma polia. logo. que todas estão em repouso na situação inicial (Figura A). concluímos que a potên cia desenvolvida é 100 W. caiu a 300 m. é igual a: a) 1. em m/s. no sentido indicado pela figura. IMPRIMIR GABARITO Ao suspendermos a esfera 1 e soltá la. produz indo dois fragmentos com massa total igual a 5 kg. ocorre o recuo da arma. Um do s fragmentos. ( ) Um carro de 1 tonelada. inicia lmente. d) Não é possíve eterminar a quantidade de movimento do átomo.U. Pode se afirmar que a parte da energia liberada na explo são. 10 s após o lançamento. Supondo que todas as esferas tenham a mesma massa m. imediatamente após a ingestão. UERJ Um peixe de 4 kg.8 x 10–25kg e encontra se. em repouso. a quantida de de movimento do sistema é nula. e transformada em energia cinética dos fragmentos. Com base nessas informações. Fuvest SP Uma granada foi lançada verticalmente. um operário levanta. lançados horizontalmente. e continua nadando no mesmo sentido. esta bate na esfera 2 e.0 m/s.6 d) 0. partindo do repouso. Esse fenômeno é explicado pelo princípio da conservação da energia. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . ( ) Em uma co nstrução. que o atrito em todo o sist ema seja desprezível. U. A potência média que ele desenvolve é d e 2 . considerando g = 10 m/s2. A velocidade.

Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca. 16. que é o plano vertical perpendi cular à trave superior do gol.13. e) ig ual nas quatro situações. III e IV. Calcule. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ . a bola bate na trave superior do gol. 04. o vetor vel ocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula. 14. 32. É impossível acelerar tal c orpo com uma força que seja inferior ao seu peso. Em certas situações. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo. Suponha que isso ocorra n uma das quatro situações representadas esquematicamente a seguir. 4 Considere o choque perfeitamente elástico e despreze os atritos. UERJ A figura mostra uma mes a de bilhar sobre a qual encontram se duas bolas de mesma massa. Vunesp Num jogo de futebol. Uma fo rça horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. 15. A trajetória da bola está contida no plano das figuras. GABARITO Sabendo que o módulo da velocidade com que a bola atinge e é rebatida pela trave é o m esmo em todas as situações. II. d) maior em IV. Para que um corpo tenha uma certa quantidad e de movimento. I. necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potenci al. 01. 64. pode se se afirmar que o impulso exercido pela trave sob re a bola é: a) maior em I. É possível encontrar uma situação na qual o momen o linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética tot al do sistema não seja conservada. É impossível encontrar uma situação na ual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energi a mecânica total não seja conservada. c omo resposta. as velocidades que as bolas (1) e (2) adquirem após o choque. assinale a(s) altern ativa(s) correta(s). que se encontra em repouso. 08. Dê. a soma das alternativas corretas. 02. b) maior em II. Unioeste PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica. c) maior em III. em função de vo. A bola (1) é lançad a em linha reta com uma velocidade vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2 ).

5 x 104 kg. ( ) o gráfico v x t da sombra de uma bola. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . UFRS Dois vagões de trem. a quantidade de movimento se conserva. às 12 horas de um dia ensolarado (sol a pino). de massas 4 x 104 kg e 3 x 104 kg. é perpendicular a esta. Suponha a colisão elástica e g = 10 m/s2. A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo. 5 IMPRIMIR GABARITO Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão.5 m. des locam se no mesmo sentido. 17. após ser chutada por um jogador.m/ s b) 5.m/s e) 10. e denominada força normal. ( ) Quanto maior for o impulso. ( ) a força de reação ao peso de um bloco. num sistema. Assinale verd adeiro ou falso. maior será a variação da quantidade de movimento. Em dado momento. é uma linha reta paralela ao eixo dos tempos. UFGO A mecânica estuda o movimento dos corpos suas causas. movendo se com uma velocidade de 0. maior será o trabalho realizado pela força resultante. A velocidade do outro é 1 m/ s.m/s d) 7. conseqüências e utiliza se de leis e princípios para descrevê lo. atuando durante o mesmo intervalo de tempo. sob a ação de uma mesma força resultante.5 x 104 kg. que a força normal é a reação do peso. ( ) Uma queda d’água de 50 m de altura tem uma vazão de 30 m3/min. tem o mesmo módulo. Inicialmente a esfera encontra se em repouso e a mola no s eu comprimento natural. O vagão de menor massa es tá na frente. ( ) o que mantém um satélite em órbita circular em torno da Terra é a sua aceleração tangencial. A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que ca i de uma altura igual a 0.0 x 104 kg. ( ) Quanto maior for a variação da energia cinética. o corpo de maior massa ficará submetido a uma maior variação da quantidade de movimento. só at uam forças conservativas. 18. deslizando sobre uma superfície. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). sobre uma linha férrea retilínea.0 x 104 kg. e prende se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elás tica igual a 9 N/m.m/s c) 5. b) a c ompresão máxima da mola. isto é. a quantidade de movimento do sistema formado pelos dois vagões é: a) 3. Concluímos que a potência gerada por ela é de 250 KW.m /s 19. ( ) para dois corpos d iferentes.5 m/s. ( ) Sabemos que um livro fica em equilíbrio sobre uma me sa porque a força normal equilibra o peso do livro. Concluímos pela 3 Lei de Newton.5 x 104 kg.16. se chocam e permanecem acoplados imediatamente após o choque. conf orme mostra a figura. UFRJ Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal s em atrito. ( ) Quando. a mesm a direção e o sentido contrário ao do peso do livro.

de d ireção constante e de intensidade variável. Levando em con ta esse intervalo de tempo. a) Qual a velocidade de r ecuo do canhão em relação ao chão? b) Qual a velocidade de recuo do canhão em relação à bal Qual a variação da energia cinética no disparo? IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .20. d) a primeira retrocederá a 2 m/s e a segunda irá parar. fica mais preso ao caminhão. é viável prever q a) a primeira irá parar e a segunda mover se á a 2 m/s para a direita. c) a primeira r eduzirá sua velocidade a 1 m/s e a segunda assumirá. representada graficamente em função do tempo. Cefet PR Uma bola de bilhar que se movimenta para a direita com velocidade igual a 2 m/s. para a direita. UFMS Um automóvel de massa MA = 1500 kg. o automóvel continua em movimento. a partir do repouso.0 s. 22. atinge o solo e volta.0 segundos de movimento. alcançand o a altura máxima de 1.050 s. UFSE Sobre um corpo de massa m é aplicado uma força resultante F . colide frontal e elasticamente contra uma segunda. b) a primeir a retrocederá a 1 m/s e a segunda mover se á a 1 m/s para a direita. colide com a traseira de um caminhão de massa Mc = 10000 kg. 2 2 4. em Ns. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera. Tal força. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. e que se desloca com uma velocidade Vc = 60 km/h na mesma direção e sentido do automóvel. Adote g = 10 m/s2. impulsiona um corpo. fazendo um arredondamento para o valor superior mais próximo. igual a: a) 10 b) 15 c) 20 d) 30 e) 40 21. que se desloca com velocidade VA = 80 km/h em uma estrada. Determine a velocidade. o impulso aplicado ao corpo tem intensid ade. 1 e) a primeira r eduzirá sua velocidade para m/s e a segunda mover se á para a direita 2 1 a m/s. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da e sfera com o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0. do sistema carro + c aminhão imediatamente após a colisão. Vunesp Uma esfera de aço de massa 0.8 m. 6 Ao completar 5. Unicamp SP Um canhão de massa M = 300 kg dispara na horizontal uma bala de mass a m = 15 kg com uma velocidade de 60 m/s em relação ao chão. Após a colisão.20 kg é abandonada de uma altura de 5. exa tamente igual à primeira e em posição inicial de repouso. 23.0 m. durante 5. em km/h. Após a colisão. uma velocidade de 3 m/s.

3 e) 2. Supondo que o choque entre a par ede e a bola tenha durado um centésimo de segundo. de massa 200 g. ela retorna com velocidade de 3 m/s. Ao bater em uma parede. mantendo se na mesma trajetória ret ilínea. com velocidade V0. de massa igual a 60 kg.0 26.0 d) 14 e) 2 28. A diminuição da velocidade do patinador maior. uni das por um encaixe. após a colisão.0 c) 2. Unifor CE Uma caixa de madeira.0 m/s. como indica a figura anterior. UFR RJ Em um local. podemos afirmar que a energia dissipada ne ssa colisão (expressa em Joules) é: a) 10 b) 4.0 d ) 3. uma bola de massa M = 1. Fuvest SP Dois caixotes de mesma altura e mesma m assa. Após todas as colisões. 67 d) 4. em m/s. próximo a uma parede. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura. sem atrito. desloca se para a direita com velo cidade constante de 5 m/s. deve ser igual a: a) 0. Estando i nicialmente A parado.5 e) 9.0 29. onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2.5 b) 1. em módulo. que estava parada.25.0 m. Sabendo se que após o choque a altu ra máxima que a bola atinge é h2 = 1. Num dado instante ela colide com ou tra caixa. Cefet PR 7 Uma pequena bola de borracha. de massa igual a 40 kg.0 kg. com velocidade escalar constante de 10 m/s. UFSE Dois patinadores estão numa pista de gelo em movimentos uniformes numa me sma direção quando o maior.0 m acima do solo. é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: g GABARITO IMPRIMIR Parede A B Vo a) b) c) d) e) VA = V0 VA = V0/2 VA = 0 VA = V0/ 2 VA = 0 VB = 0 VB = 2 V0 VB = 2 V0 VB = V0/ 2 VB = V0 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .3 b) 4. o caixote B aproxima se perpendicularm ente à parede. de massa 2.0 kg é aban donada de uma altura h1 = 2. move se numa superfície horizontal sem atrito.0 kg. vale: a) 5. em m/s. a intensidade da força aplicada p ela parede à bola foi de: a) 40 N d) 210 N b) 80 N e) 600 N c) 160 N 27. empurra o menor. passando a moverem se juntas. Este aumenta a velocidade em 3. A e B. de massa 3.0 c) 6. A velocidade do conjunto.8 c) 4. podem movimentar se sobre uma superfície plana.

as esfer as encontram-se em repouso e mantidas nas posições indicadas. Dê. Desprezam-se os efeitos da resistência do ar. Considerando a colisão perfeita mente elástica e ue a força exercida pela parede sobre o disco. 08. na direção defin ida pelo ângulo a. 08. 64. pode-se afirmar corretamente ue: 01. Considerando o sistema constituído pelas esferas A e B. o disco afasta-se da parede com velocidade u.80 m. invertendo o sentido do seu movimento inicial. sendo L a distância do ponto de suspensão até o centro de massa das esferas e igual a 0. A velocidade da esfera A. porque não houve conservação da energia mecânica durante seu movimento de descid a e também porque não conhecemos a sua massa.0 m/s. é 4. na qual ∆t é o tempo em que ocorre a colisão. a intensidade da força da parede sobre o disco. em se tratando de um choque perfeitamente elástico. sem a trito. Imediatamente após a colisão. imediatamente antes de colidir com a esfera B. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . é co nstante. segundo um ângulo θ com a norma l à parede. é maior que a intensidade da força do disco sobre a parede. como resposta. a esfera B se afasta da esfera A com velocidade igual a 4. UFSC As esferas A e B da figura têm a mesma massa e estão presas a fios inextensív eis. o momento line r d disco é o mesmo. Inicialmente. o módulo d v ri ção do momento line r é ∆p = 2 m v cos θ. imediatamente antes de colidir com a esfera B. a esfera A permanece em repouso. no instante em que colidiu com a es fera B. v > u . a soma das alternativas corretas.0 m/s. é de (2 m v cos θ / ∆t). 8 31.E. de forma perfeitamente elástica. 16. podemos afirmar que há conservação da quantidade de movim ento total e da energia cinética total do sistema. com velocidade v. Maringá PR Um disco de massa m escorrega sobre uma mesa horizontal. 16. como indicado na figura a seguir. U. chocando se com uma parede. a inten ade da força da parede sobre o disco. 02.30. ntes e depois d colisão (pi = pf). no ponto mais baixo da trajetória. com a esfera B. durante a colisão. a esfera A volta com velocidade de 4. Não é possível calcular o valor da velocidade da esfera A. indo colidir. de massas desprezíveis e de mesmo comprimento. ela desce.0 m/s. a s oma das alternativas corretas. Durante o movimento de descida da esfera A. é 3.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¦ ¡ ¢ ¦ ¡ . durante a colisão. 02. GABARITO Soltando-se a esfera A. sua energia mecâni ca permanece constante e é possível afirmar que sua velocidade no ponto mais baixo d a trajetória. Após a colisão. 04. Após a colisão. θ = α. 04. 32. durante a colisão. Após a colisão. Assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01.0 m/s. 32. Dê. como resposta.

colidem frontalmente entre s i. de massa mB = m. d) as velocidades de re iguais e constantes e as forças de ação e reação durante o choque são iguais em módulo e d e) as velocidades de recuo são diferentes e as forças de ação e reação durante o choque sã iferentes em módulo e direção. respectivamente. respectivamente. que se encontra inicialmente em repouso no ponto P. 4 kg. em s. b) Os dois corpos aderem um ao outro e se elevam até a altura H/2. Sabe se que B se encontrava inicialmente em repouso e A. Santa Maria-RS Um jogador chuta uma bola de 0. deslocando-se em sentidos contrários com velocidades de módulos VA > VB. a energi a cinética do conjunto é igual a: 1 1 01) 04) mv2 mv2 18 4 1 1 2 02) mv2 06) mv 9 3 1 03) mv2 6 36.6 e) 0.8 34. Logo após a colisão perfeitamente inelástica entre A e B. A e B .06 c) 0. b) as acelerações de recuo são diferentes e as forças de ação e reaçã choque são iguais em módulo e direção. de massas m e 2 m. com ve locidade de módulo v. A e B.32. pode-se afirmar q ue: a) as acelerações de recuo são iguais e as forças de ação e reação durante o choque são em módulo e direção. tem módulo igual a: vA vA − vB 01) 04) vB 2 vA + vB 05) 02) vA – vB 2 03) vA + vB 35.F. ele colide com outro corpo idêntico B . U. Salvador BA Duas esferas. e) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H/2. parada. U. UESC-BA Duas esferas. Lei de Newton. UFR-RJ Depois de se chocarem frontalmente. imediatamente após a colisão perfeitamente inelástica. duas esferas de massas diferentes recuam em sentidos contrários. em movimento. 33. Se a força sobre a bol a tem uma intensidade média de 600 N.02 b) 0. a partir do repouso. c) as acelerações de recuo são diferentes e as forç ação e reação durante o choque são diferentes em módulo e direção. colidem frontalmente entre si. partindo de uma altura H. conforme indicado na figura abaixo. Se a coli são é perfeitamente elástica. o tempo de contato do pé do jogador com a bola . é de: a) 0. O módulo da velocidade do conjunto. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. UFPE Um pequeno corpo A de massa mA = m desliza sobre uma pista sem atrito. c) O corpo A retorna até a altura H/2 e o corpo B se eleva até a altura H/2. De acordo com a 3 . de massas iguais. podemos afirmar que: a) Os dois corpos aderem um ao outr o e se elevam até a altura H. d) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H. Na parte mais baixa da pista.2 d) 0. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¥ ¦ .

37. A quantidade de movimento dissipada no choque foi igual a 1/2 mBvB Está corre to apenas o que se afirma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ . A energia mecânica dissipada na deformação dos veículos foi igual a 1/2 mAv2A III. que vinha com velocidade vB. pois é incompatível com a lei da conservação da quantidade de mov mento II. Fuvest SP Uma caminhonete A. com massa mB = mA/2. parada em uma rua plana. o carro B paro u enquanto a caminhonete A adquiriu uma velocidade vA = vB/2. Considere estas afirmações de algumas pessoas que comentaram a situação: I. no momento da batida. pode se concluir que o choque não foi totalmente elástico. B VB A 10 Como os veículos ficaram amassados. A descrição d choque não está correta. Consta no boletim de ocorrência que. na mesma direção de vB . foi atingida por um ca rro B.

03 36. 6. V1 = 0 a F–V–V–V–F V–F–F–F c a) 10 m/s.F ÍS IC A 1 IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1. c 29.99N . 16. 10. 15. 12. 2.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar . 9. 18. 20. d 37. a 3 4. 7. a 24. c 27. 63 km/h 23. 14. 8. 17. 04 35.s 15 b e V–F–F e b b F–F–F–V–F 1 m/s 68 V2 = V0. vertical p/ cima 22. 26 31. a) –3 m/s b) 63 m/s c) ∆EC = 28 350 J 25. 3. b 33.2 kg m/s b) Fm = 66 N. c 26. 11. b IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . e 30. 4. b ) ∆Q = 3. 19. 60 32. 13. a 28. a F–V–F–V–F 0. 5.

e) possui períod o de revolução maior que outro planeta mais distante. ( ) A intensidade do campo gravitacional terrestre independe da po sição considerada e tem valor. Superior de Brasília-DF O Sistema solar é um grupo de corpos celestes (entre os quais inclui-se a Terra) que orbitam ao redor da estrela Sol. UERJ A figura ilustra o mov imento de um planeta em torno do sol. a Via Láctea. seu período de revolução fica nove vezes maior. não estão sujeitos a fo rças gravitacionais. I. a) descreve órbitas circular es. b) tem velocidade linear constante. pelo menos 54 satélites. UESC BA De acordo com a s leis de Kepler. d) é lo calizado por um raio vetor que varre áreas iguais em tempos iguais. mais de mil cometas já observados e milhares de c orpos menores (os asteróides e os meteoros). ( ) Usando a terceira L ei de Kepler verificamos que triplicando o raio médio da órbita de um satélite em torn o da Terra. ( ) Você já deve ter visto filmes mostrando astronautas “flutuando” dent ro de suas naves espaciais. 3.8 N/kg. 1 IMPRIMIR GABARITO Se os tempos gastos para o planeta se deslocar de A para B . ( ) O período de revolução do planeta Marte em torno do Sol é inferior a um ano terrestre. uma das centen as de milhões de estrelas de nossa galáxia. Isso ocorre pois durante seu movimento em órbita circu lar da Terra.E. ( ) Os satélites de telecomunicações são geo estacionários pelo fato d apresentarem “parados” em relação a um referencial solidário à superfície da Terra. e objetos no interior da nave. O sistema Solar inclui nove planetas. julgue-as quanto à veracidade. Eles t ríodo de translação igual ao período de rotação da Terra e sua órbita é circular contida no o equatorial. A2 e A3 – apresentam a seguinte relação: a) A1 = A2 A3 b) A1 > A2 = A3 c) A1 < A2 < A3 d) A1 > A2 > A3 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ . 2.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. c) é mais veloz ao passar pelo afélio. um planeta girando em torno do Sol. os astronautas. aproximadamente. de 9. então as áreas – A1. de C para D e de E para F são iguais. Com base nas leis que descrevem o mov imento dos corpos celestes no espaço são feitas as afirmações a seguir.

( ) O peso de um corpo de 12 kg que se encontra a uma altura i gual ao raio da Terra é de 60 N.4. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). b) aos equipamentos especia is de que dispõem. entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. 08. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¥ ¥ ¦ ¦ . que se encontra em um dos focos da elipse . os tempos necessários par a percorrer cada um dos trechos sombreados são iguais. quanto mais longe do Sol estiver o planeta maior se rá o seu período de revolução. 02. 16. UFMT Considere que o esboço da elipse abaixo representa a t rajetória de um planeta em torno do Sol. As áreas sombreadas são todas iguais e os vetores v1. no trecho CD a aceleração tangenci al do planeta tem sentido contrário ao de sua velocidade. ( ) A 1 Lei de Kepler. mesma direção e sentidos contrários. conhecida como a lei das órbi tas. Dê. como resposta. A razão R = Fe/F. v2. c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço. é aproximadamente de: a) 0.50 e) 0.90 2 6. logo. concluímos que a resultante das forças é zero. 04.10 d) 0. ele está em equilíbrio. que está sendo construída num esforço conjunto de diversos paí es. v3 e v4 representam as v elocidades do planeta nos pontos indicados. o módulo da velocidade v1 é menor do que o módulo da velocidade v2. d) ao fato de se encontrarem no vácuo. 7. deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. Em cada trecho. ( ) Se um corpo rígido está sob a ação de duas forças de mes . ( ) A lei da gravitação universal diz que a matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa da di stância entre elas. o planeta é representado no ponto médio da trajetória naquele trecho . os módulos das velocid ades v1. 5. v2 e v3 seguem a relação v1 > v2 > v3. é correto afirmar que: 01. a soma das afirmati vas corretas. no trecho GH a aceleração tangencial do p laneta tem o mesmo sentido de sua velocidade. e) ao fato de estarem a grande altitude. afirma que os planetas descrevem uma órbita circular em torno do Sol. ( ) De acordo com a 3 Lei de Kepler. Fuvest SP A Est ação Espacial Internacional.02 b) 0. Univali SC Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm se flutuando em órbita em t orno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra. GABARITO Considerando as leis de Kepler.05 do raio médio da Te rra.05 c) 0.

a razão 1 é igual a: F 01) 160 0 04) 1. Uma garota e u m rapaz. U.. A constante de proporcionalidade.67 .” (Paul Cézane) b) “Hoje. 10 e) 5.20 .” (Goethe) d) “Ocorre na natureza alguma coisa semelhante ao que acontece na música de Wagner. é intimista. a uma distância D do centro do planeta e com período de revolução T. em N. abaixo ou acima. A respeito desses satéli tes. é possível identificar o conceito básico dessa lei na seguinte citação: a) “Trate a natureza em termos do cilindro. e o val or da força de interação gravitacional entre elas é F1. Sendo F a intensidade da força de atração entre o planeta e o satélite.6 02) 160 05) 0.8. foi descoberta por Henry Cavendish. denominada constante u niversal da gravitação (G). ao lado.20 . é correto dizer que: a) seus planos orbitais podem ser quaisquer. cem anos após Isaac Ne wton ter comprovado a existência da força de atração gravitacional. 10. de massas respectivamente iguais a 60 kg e 80 kg encontram se a um metr o de distância um do outro.108 m. 10–11 N. d) os que servem os países do hemisfério norte estão vertic almente acima do Pólo Norte. 10–9 –11 b) 3. todos em perspectiva.) é o único meio qu e nos manifesta puramente a força universal que todas as coisas contêm. A distância média da Terra ao Sol é rca de 1011m. 10–7 d) 5. F2 Nessas c ondições. c) a altura em relação ao nível do ma epende da massa do satélite. Cavendish mediu tal força em laboratório e encontrou para G. se a massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua. 10–13 –15 c) 3. da esfera e do cone. UESC BA A distância média da Terra à Lua é cerca de 4.34 . PUC RS As telecomunicações atuais dep endem progressivamente do uso de satélites geo estacionários.20 . a força gravitacional entre d ois corpos é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente pro porcional ao quadrado da distância entre seus centros de gravidade. Alfenas MG A força de atração gravitacional entre dois corpos é diretamente propo rcional ao produto das massas dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles. que embora tocada por uma grande orquestra. o valor 6. 10 12. UFSE Con sidere um satélite de massa m que orbita em torno de um planeta de massa M. a beleza (. Mesmo que não se ja obrigatoriamente conhecido pelos artistas. b) todos se encontram à mesma altura em relação ao nível do mar. A força de atração gravitacional entre eles tem valor.” (Piet Mondria n) c) “Na natureza jamais vemos coisa alguma isolada.16 03) 16 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . e) se mantêm no espaço devido à energia solar. mas tudo sempre em conexão com algo que lhe está diante. e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2.” (Van Gogh) 9.. UERJ Segundo a lei da gravitação universal de Newton.34 . a lei da Gravitação Universal pode ser recon ecida na expressão: T3 a) 2 = constante D T2 b) = Mm D Mm c) = constante F Mm = co nstante d) FD 2 MmF e) = constante D2 3 GABARITO 11. aproximadamente igual a: a) 3.m2/kg2.

a força centrípeta na órbita final é maior que na órbita inicial. Essas órbitas são chamadas geoestacionárias e situam se a uma distância fixa do centro da Terra. com massa m. dentre as seguintes. em relação ao centro da Terra. A respeito desse satélite. e) Ao longo de uma órbita. esse tipo de satélite e essas antenas terão: a) a mesma velocidade linear. tendo o Sol como um dos seus focos. 08.13. 14. a força centrípeta na órbita final é menor que na órbita inicial Dê. a uma distância média 1 0 vezes maior do que a distância média da Terra ao Sol (valores aproximados). UFMT Um sa télite. o planeta Saturno tem massa cerca de 100 vezes m aior do que a da Terra e descreve uma órbita. b) As trajetórias dos planeta s são elipses. b) a mesma velocidade a ngular e o mesmo período de rotação. 16. quando Johannes Kepler enunciou três leis que descrevem como os p lanetas se movimentam ao redor do Sol. c) O quadrado do período orbital de um planeta é proporcional ao cubo de sua distância média ao Sol. Nessa órbita a sua velocidade é. v1. é correto afirmar que: 1 2 01. mas períodos de rotação diferentes. c) a mesma velocidade angular. PUC PR O movimento planetário começou a ser compreendido matematicamente no inic io do século XVII. A partir do que foi descrito. a velocidade angular na órbita final é maior q ue a velocidade angular na órbita inicial. a soma das afirmativas corretas. 04. quando ele está mais próximo ao Sol (periélio). é maior do que quando ele está mais longe dele (afélio).\ 15. como resposta. 2 2 02. que não está de acordo com as idéias de Kepler e Newton: a) A força gravitacional entre os corpos é sempre atrativa. 4 GABARITO ( ) 16. Cerca de cinqüenta anos mais tarde. é lançado da Base de Alcântara e é colocado em uma órbita com raio r1. Seguindo o comando do Cent ro de Controle da Base de Alcântara. d) a mesma velocidade linear e o mesmo período de rotação. em torno do Sol. Assinale a alternat iva. amplif icam e retransmitem ondas eletromagnéticas. baseando se em observações astronômicas feitas por Tycho Brahe. com módu lo de velocidade v2. estacionária sobre Campo Grande. Isaac Newton corroborou e com plementou as leis de Kepler com sua lei de gravitação universal. d) A força gravitaci onal entre duas partículas é diretamente proporcional ao produto de suas massas e in versamente proporcional ao cubo da distância entre elas. Fuvest SP No Sistema Solar. a velocidade do planeta.001 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . os motores são acionados de modo que o satélite a ssuma uma nova órbita distante 2r1 da Terra. em módulo. o tra balho efetuado pelos motores do satélite é dado por T = m v 2 − v1 . Eles são normalmente operados em órbitas q ue lhes possibilitam permanecer imóveis em relação às antenas transmissoras e receptoras fixas na superfície da Terra. pode se afir mar que. estacionária sobre Campo Grande. A razão (FSat/FT) entre a força gravitacional com que o Sol atrai Saturno e a força gravitac ional com que o Sol atrai a Terra é de aproximadamente: a) 1000 b) 10 c) 1 d) 0. a velocid ade v2 é maior que a velocidade v1.1 e) 0. de modo a poder monitorar as queimadas na região Ce ntro Oeste. mas períodos de rotação diferentes. UFRN Satélites de comunicação captam.

• seu raio é cerca de 10 vezes maior que o da Terra. ( ) De acordo com as leis de Kepler.5x1015 km. Supo ha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. 20. os planetas descrevem órbita s elípticas em torno do Sol. PLANETA MERCÚRIO VÊNUS TERRA MARTE JÚPITER SATURNO T2 0. 1 ano luz é igual a aproximadamente 9.5 141 868 D3 0. 02.5 1024 kg. a distância do quasar à Terra é igua1 a aproximadamente 1x1010 an os luz. UERJ A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão e ntre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revol ução T em torno do Sol é constante.378 1. conclui se que quando o planeta está próximo do Sol ele move se mais rapidamente do que quando está mais afastado.5 141 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. Considere: constante gra vitacional 6. é correto afirmar que a acele ração gravitacional de Júpiter é em torno de: a) 38 m/s2 b) 29 m/s2 c) 19 m/s2 d) 25 m/s 2 5 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ § ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ § ¦ ¦ .00 3. 08.058 0. ( ) Dois satélites artificiais de massas diferentes. são os corpos mais distantes d a Terra já observados. a luz emitida pelo quasar leva aproximadamente 9x109 anos pa ra chegar à Terra. 1 ano luz é igual a aproximadamen te 9. têm velocidades escalares iguais. o evento será percebido na Terra somente após 1x1010 anos. é correto afirmar que: 01. UFMS O s quasares.058 0. em relação a Júpiter • tem massa cerca de 290 vezes maior que a Terra. ( ) As forças gravitacionais da Terra sobre a Lua e da Lua sobre a Terra têm módulos diferent es.m2/kg2 A partir dessas informações. se esse quasar desaparecer. 18. Unimontes MG Observe os s eguintes dados: em relação a Terra • tem massa em torno de 6. b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra. Dê. Calcule: a) a distânci a do planeta X ao Sol em UA. ( ) Sabendo que a lei das áreas de Kepler estabelece que a reta que liga um planeta ao Sol va rre áreas iguais em tempos iguais. UFPR Considerando as leis e conceitos da grav itação. a soma das afirmativas corretas. O período é medido em anos e a distância em unidades as ronômicas (UA). isso significa que. 19. como resposta.00 3. Verificou se. através de medidas astronômicas.378 1. é correto afirmar: ( ) No SI. sendo que o Sol ocupa um dos focos da elipse.5x1015 m. • seu raio tem a proximadamente 6500 km. O período estimado do planeta X é de 125 anos. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra. ( ) A aceleração da gr avidade na superfície de um planeta de massa M e raio R é dada por GM/R2. Sabendo se que a velocidade da luz no vácuo é de 3x108 m/s e que 1 ano luz é a distância percorrida pela luz no vácuo du rante 1 ano (365 dias). 04.1022 km. objetos celestes semelhantes às estrelas. a unidade da constante de gravitação universal G pod e ser N. que a distância en tre um determinado quasar e a Terra é de 9.17.5 10–11 N.m3 / kg. descrevendo órbitas circula res de mesmo raio em torno da Terra.

10–11 unidades do SI. c) permanece constante. o módulo da força p so de um corpo de massa m é P = m.9. 10–11 N m2 kg–2. como resposta. A massa da Ter ra é cerca de 18 vezes maior que a massa de Mercúrio. p. é FG = G. a força de atração exercida pela Terra sobre o c ometa: a) é multiplicada por 2. na superfície de Mercúrio. é igual a 6.21. O ponto de equilíbri de um objeto situado entre a Terra e a Lua. 32. Num local onde o módulo da aceleração da gravidade é g.m/r2. conc lui se que: a) Quanto maior a altura.g e o módulo da força gravitacional que age sobre es se corpo.3. expressa em unidades do sistema internaciona l. escrever: P = FG. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . localiza se mais próximo da Lua. UFRN A força peso de um corpo é a força de atração gravitacional que a Terra exerce so bre esse corpo. b) Quanto maior a altura. A constante de gravitação universal. 2 2. d) O valor da aceleração da gravidade depende da massa (m) do corpo. U. Católica DF A força de atração gravitacional entre dois corpos celestes é inversamen te proporcional ao quadrado da distância entre eles. d) dimi nui à metade. 23. UFBA 6 GABARITO Planeta Mercúrio Vênus Terra Raio Médio da órbita (em milhões de km) 58 108 150 Massa (em km) 3.67. Sabendo se que a distância entr e um cometa e a Terra diminui à metade. (Nota: r é igual à soma do raio da Terra com a altura na qual o corpo se encontra em relação à superfície da Terra. Considerando se a figura. O movimento dos planetas e m torno do Sol obedece à trajetória que todos os corpos tendem a seguir por inércia. A aceleração da gravidade. sendo G a constante de gravitação universal. 0 4.) Do que foi exposto. é correto afirmar: 01. a soma das a lternativas corretas.1024 GUIMARÃES & FONTE BOA. é nula.67 . b) é dividida por 4. e) é multiplicada por 4. Dê. menor a força peso do corpo.224. 02. maior a força peso do corpo. então.M.1024 6. c) O valor da aceleração da gravidade não varia com a altura. sob a ação exclusiva de forças gravitacio nais desses corpos. M a massa da Terra e r a distância do centro de massa do corpo ao centro da Terra. nessa situação.0. 08. O período de revolução da Terra é maior que o de V 16. os dados apresentados na tabela e a constante de gravi tação universal igual a 6. P ode se.1023 4.

7 24. cuja mass a e raio médio. 32. Nessas condições.6 9. 3 25. 569. em valores aproximados. como resposta. Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclusão(ões) correta(s) das leis de K epler: 01. 04. 08. o astrônomo alemão Johan nes Kepler (1571 1630). maior será o período de seu movimento. pode se identificar o planeta do sistema solar. Kepler. a seguir. lei de Kep ler assegura que o módulo da velocidade de translação de um planeta em torno do Sol é co nstante. Salvador BA Aceleração gravitacional na superfície (m/s2) 3. a soma das alternativas corr etas. A razão entre os quadrados dos p eríodos de translação dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios de suas órb itas apresenta um valor constante.8 11.9 Planeta Marte Vênus GABARITO Terra Saturno Júpiter IMPRIMIR Considerando se a constante de gravitação universal igual a 6.10–11 Nm2kg–2 e utiliza ndo se a tabela acima. respectivamente. o planeta citado é: a) Marte b) Vênus c) Terra d) Saturno e) Júpite r Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¥ ¥ ¥ ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . A velocidade média de translação de um planeta em torno do Sol é diretamente proporcional ao raio médio de sua órbita. reunindo dados que serviram de base p ara o trabalho desenvolvido.97. Quanto maior o raio médio da órbita de u m planeta em torno do Sol. lei de Kepler: Os quadrados dos períodos de translação d os planetas em torno do Sol são proporcionais aos cubos dos raios médios de suas órbit as. Dê. em intervalos de tempo iguais. são.1 06m. 25. possuidor de grande habilidade matemática. o en unciado das três leis de Kepler. A velocidade de translação da Terra em sua órbita aumenta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à medida que ela se afasta. Apresentamos. U. 2 . da qual o Sol ocupa um dos focos.7 8. o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe realizou r igorosas observações dos movimentos planetários. após sua morte. por seu discípulo. O período de translação dos planetas em torn o do Sol não depende da massa dos mesmos. 02. 16.1024kg e 57. tend o descoberto três leis para o movimento dos planetas. 64. Os planetas situados à mesma distância do Sol devem ter a mesma massa. analiso u cuidadosamente os dados coletados por Tycho Brahe.3.67. lei de Kepler: O raio vetor (segmento de reta imaginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais. UFSC Durante aproximados 20 anos. 3 . ao longo de vários anos. 1 . A 2 . lei de Kepler: Cada planeta descreve uma órbita e líptica em torno do Sol.

10. 19. 20. 18. 24. F–F–V–F–F 05 a a e F – F – F –V – F 01 + 04 + 08 c b d a 02 d 14. 12. 5. 13. 15. 7. 16. b 01 + 02 + 08 c a ) 25∪A. 22. b) 1/5 F–V–F–V–V–V 02 + 04 + 08 b b e 01 + 04 + 08 = 13 86 04 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação . 4. 23. 2. 9. 6. 17. 3. 25. 21. 11. 8.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1.

subir rapidamente. julgue os itens. (1 atm = 105 N/m2) 1 2.0 m. ( ) O empuxo que atua em um barco. 08. quanto mais grossa é a agulha. para evitar a de scompressão rápida.4. est iverem as residências. aproximadamente. e) 2. UFSC Um mergulhador atinge uma profundidade de 60 m quando parte no encalço de u m peixe que lhe daria a vitória numa competição de caça submarina. 32.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. ( ) A densidade de um bloco d e madeira de massa 200 g e volume 500 cm3 é 400 kg/m3. de fora para dentro. um técnico tem que dimensionar as caixas d’água de cada bairro. ( ) Um mergulhador. de dentro para fora.0. enquanto a pressão do lado interno manteve se em 1 atm. UFR RJ A janela de uma casa possui dimensões iguais a 3. UFMT Ao projetar o sistema de fornecimento de água de uma cidade. a soma das alternativas corretas. Supondo que a força aplicada seja sempre a mesma. 02. c) 2. para evitar o surgimento de bolhas na corrente sangüínea. b) 4. Em função de um vento forte.5. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ § § . prevenindo um a pneumonia por entrada de água nos pulmões. maior é a pressão exercida sobre a pele do paciente. subir rapidamente. pela redução da temperatura de transição de fa e de alguns elementos. subir muito lentamente.96 atm. 16. 04. subir muito lentamente. pois o seu organismo reage de f orma idêntica na subida e na descida. como resposta. ( ) O princípio de Pascal estabelece que o aumento de pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio transmite se parcialmente a todos os pontos do líquido. d e 2 atm. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). é maior do que quando ele navega em água salgada. O módulo (expr esso em 104 N) e o sentido da força resultante sobre a janela é igual a: Dado: 1 atm = 1 105 N/m2 a) 6.6. 3. de dentro para fora. a pressão do lado de fora da janela caiu p ara 0. navegando em água doce.0. evitando descompressão rápida. Dê. subir à mesma velocidade com que desceu. o que poderia causar a vaporização de elementos do sangue. Para voltar à superfície e exibir o resultado de sua pescaria. para evitar o af ogamento pela entrada de água nos pulmões. fica submetido a uma pressão. de fora para dentro. levando em conta as leis da Física. o agente físico responsável pela pressão da água nos canos é a força da gravidade. uma enfermeira insere uma agulha na pele do paciente. ( ) Ao aplicar u ma injeção. d) 9. subir muito lentamente. pois a essa profundidade não são causados quaisquer tipos de danos à sua saúde. A cerca da maneira mais adequada de desenvolver tal projeto. gerando u ma embolia. podemos concluir que. em média. ( ) Caixas d’água de diferentes formatos apresentam diferentes eficiência quanto ao fornecimento de água.0 m 2. de dentro para fora. ( ) O técnico deve projetar caixas d’água tanto mais largas quanto mais longe. situado em um ponto a 20 m de profundidade. 4 . ( ) A pressão da água no interior da tubulação de uma residência i pende do diâmetro dos canos. é correto afirmar que ele deveria: 01. ( ) Num sistema de abastecimento de água on de nenhuma bomba está presente.

é o reservatório natural de água de maior salinidade d o mundo. objetos com densidades inferiores à da águ a desse mar.300 c) 0. ed. Uma libra corr esponde a 0.415 d) 0. situado na Jordânia. Itajubá MG 2 (dois) l itros de um líquido com densidade igual a 0. Os Fundamentos da Física. qual a densidade do líquido resultante da mistu ra acima descrita. Isso faz com que o cotidiano na superfície da Terra tenha características qu e não seriam possíveis caso esse valor fosse significativamente diferente. 05) faz afundar. já que a sua área superficial é da ordem de 1m2. com reduzido volume submerso.5 kg e 1 polegada a 25 x 10–3 m.5 atm d) 0. 8. UESC BA O Mar Morto. a) 0. aquelas 25 “libras” pedidas pelo m otorista equivalem aproximadamente a: a) 2 atm b) 1 atm c) 0. 2 Além de não favorecer à vida. 02) torna a densidade da água menor do que em outros ambien tes marinhos. F. A excessiva concentração de sal dissolvida na água impede a sobrevivência de qu alquer ser vivo no seu interior. Nicolau. 455. Como 1 atm correspon de a cerca de 1 x 105 Pa no SI (e 1 Pa = 1 N/m2). justificando o seu nome. ( ) A condição idea l para o corpo humano é a da ausência de pressão (0 atm). aproximadamente. ( ) O fato de suportar a pressão de 1 at m implica que a estrutura do corpo humano é capaz de suportar o peso de um corpo d e 10 toneladas colocado sobre ele. 7. Essa unidade corresponde à pressão exercida por uma força igual ao peso d massa de 1 libra.500 g/cm3 são misturados a 6 (seis) litr os de outro líquido com densidade igual a 0. 04) f az flutuar. distribuída sobre uma área de 1 polegada quadrada. determine. São Paulo: Moderna.725 b) 0. v. em g/cm3. Em relação a tais características.375 e) 0. Fuvest SP Um motorista pára em um posto e pede ao frentista para regular a pres são dos pneus de seu carro em 25 “libras” (abreviação da unidade “libra força por polegada drada” ou “psi”). em movimento acelerado. p. Toledo.5.800 g/cm3. 1. ( ) Considerando que a pressão máxima suportável ao corpo humano é de 4 atm.615 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . julgue as assertivas. ( ) A pressão interna do corpo humano tende a se equilibrar com a pressão atmosférica. o excesso de sal na água do Mar Morto: 01) anula a conduti vidade elétrica do meio.01 atm 6. UFMT A pressão atmosférica a nível do mar corresponde a 1 x l0 5 N/m2.M. 7. Se na mistura não ocorreu con tração de volume. é possível mergu har na água sem equipamentos especiais até uma profundidade de 30 m. Ramalho. objetos com densidades igu ais à da água desse mar.2 atm e) 0. 03) impede o aumento da pressão hidrostática com a profundidade.

descer. dentro da caixa. de d ensidade maior que a da água. não poderia m beber líquidos através de um canudinho. 08. cria uma zona de alta pressão sobre o telhado e este então é puxado para fora. a soma das afirmativas corretas. os telhados são preparados para suportar grande s pressões de fora para dentro. Fuvest SP Duas jarras iguais A e B. d) há tensão apenas n o fio f2. 16. semelhantes aos terráqu eos. apoiada centro. teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens. Em seguida. em relação ao huveiro.9. e) não há tensão em nenhum dos dois fios. UFSC Suponha que existissem lunáticos. poderiam apreciar o alaranjado do pôr do Sol como um terráqueo. c) não há nem gravidade nem pressão interna dentro da caixa. não. FMT Em locais descampados e planos. 64. inclusive os sangradouros. na superfície lunar é correto afirmar que: 01. c) há tensão apenas no fio f1. mas não o contrário. numa partida de futebol. devido a sua força. pode se afirmar que: a) há s iguais e diferentes de zero nos dois fios. não conseg uiriam engolir nada. Esse objeto deposita se no fundo da jarra. que o mosquito transmissor da dengue põe ovos também em água limpa. porta . Dê. b) a força da gravidade não atua na água e. então. como o vento tem uma grande v elocidade. não conseguiriam empinar pipa. abre a torneir a do chuveiro para um banho. fazendo c om que o excesso de água transborde para fora da balança. numa partida de futebo l. A balança permanece na mesma posição horizontal devido à ação dos fios. 04. Coloca se na jarra B um objeto metálico. de lado igual a 2. torna se vácuo. Petúnia ouve.0 m de altura. d) a pres são atmosférica na saída da água no chuveiro é maior que a pressão dentro da caixa d’água. Geralmente o telhado não é empurrado pelo vento em direção ao chão da casa. ela espera a caixa encher o máximo possível e.0 m. 02. 16. b) há tensão nos dois fios. cheias de A B água até a borda. UFRN Na casa de Petúnia há uma cai xa d’água cúbica. como resposta. como a caixa es tá toda vedada: a) a parte acima do nível da água. pela impossibilidade de aplicar e feitos na bola. mas a água não sai. habitantes da Lua. ele cria uma zona de baixa pressão sobre o telhado e este então é empurrado para fora pela pressão interna. é comum que telhados sejam arrancados durante tempestades com vento. sendo a ten são no fio f1 maior do que no fio f2. Sobre tais habitantes. e. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). Num certo d ia. Nessa nova situação. como resposta. Isso ocorre porque. cuja a base está a 4. como o vento tem uma grande velocidade. 08. 32. conforme a f1 f2 figura. Depois de a caixa estar cheia. são mantidas em equilíbrio nos → g braços de uma balança. pela inexistência de atmosfera. 11. poderiam fazer lançamentos mais longos do que se estivessem na Terra. 02. Isso acontece porque: 01. mas não frouxos. mas não o contrário. 10. Dê. no noticiário. os telhados são preparados para suportar grandes pressões de dentro para fora. 04. teriam menos opções de chutes. o vento é capaz de arrancar o telhado. presos sem tensão. Preocupada com esse fato. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . a soma das alternativas corretas. veda a completamente. e a tendência é a água subir. uma bóia veda a entrada da água. esta não desce.

São feitos três furos. Dentre essas afirmações está(ão) cor reta(s) apenas: a) a I. e coloca se a mesma em pé. Considerando g = 10 m/s2. ficam em equilíbrio nas posições indicadas: 4 Com relação a essa situação são feitas as seguintes afirmações: I. e stão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. de mesma massa. vedando se totalment e o gargalo. d) I e II. quando colocadas nu m tanque com água. enche se a garrafa com água. Uma experiência simple s pode ser realizada. até um determinado nível acima do furo superior. A seguir. Acafe SC Para medir a pressão arterial. As densidades das duas esferas são iguais. A seguir. ao nível do coração. na altura do coração que pontos situados no mesmo nível de um líquido estão à mesma pressão. As duas esferas recebem da água empuxos de mesma intensidade. III. GABARITO a) c) IMPRIMIR b) d) Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. todos do mesmo diâmetro. c) a III. ao ser abando nado. e) I e III. II. Assinale a opção c orrespondente ao que ocorrerá na prática. UFR RJ Um bloco de massa igual a 400 g e volume 500 cm3 foi totalmente mergu lhado na água contida em um recipiente. um médico usa um manômetro no braço de um paciente. sendo abandonado em seguida. tampa se a garrafa. mas de volumes diferentes. para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. após efetuarem se todos esses procedimentos. até mesmo em casa. UFRN O pri ncípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integra lmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém. sobre uma superfície horizontal. Esta é uma aplicaçã princípio de: a) Pascal d) Newton b) Stevin e) Joule c) Arquimedes 15. b) a II. 16. Fatec SP Du as esferas A e B. Os pesos das duas esfera a mesma intensidade.13. Dado: densidade da água é 1 g/cm3 14. na v ertical. determine o valor do empuxo que o bloco recebe da água. com um deles a meia distância dos outros dois.

somente a caixa 2.0 m 2. Considerando π igual a 3. da aresta do cubo colocado na água é igual a: a) 10 b) 10 3 2 2 c) 10 d) 10 3 12 12 19. a medida. enquanto é bo mbeado para o interior da braçadeira.5 m 1. mas o p rocedimento permite igualar essa pressão com a pressão sangüínea no interior da artéria.5 m Altura 0. Para aumentar es sa ressão. ( ) A pres que se mede pelo manômetro é a pressão do ar no interior da braçadeira inflada. ou causariam. Com o auxílio dessas informações. A lei tura do manômetro no instante em que a primeira pulsação é ouvida corresponde à pressão sis ica.Hidrostática ¦ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¦ ¦ ¤ ¦ ¤ .0 m 1.5 m 1. e a “segunda leitura”.0 m 0. fazendo que o ar escape lentamente. as pulsações não são ouvidas no estetoscópio. com o uso da bomba.0 m. em cm. somente a caixa 4. no braço. é feita no momento em que as pulsações deixam de ser ouvidas no estetoscópio. julgue os itens que se seguem. Um aparelho comum para essa medida. é inflada.0 m 2. o nível da água sobe 25%. Continuando o lento vazamento.0 m 0. causaria. Voltar FÍSICA . ( ) Para u ma pessoa saudável. uma segunda leitura. PUC-PR A caixa-d’água de uma residência tem a forma cúbica com aresta de 1. a ressão de saída da água nas torneiras é . Essa braçadeira é posta de modo a envo lver o braço direito do paciente na altura do coração e. conforme indicado na figura. é colocado um estetoscópio que permite ouvir a pulsação sangüínea nessa artéria. ( ) O ar.0 m GABARITO Largura 1. os médi os seguem um procedimento padrão. Bombeando se ar para o interior da braçadeira. Imergindo se to talmente um bloco cúbico no recipiente.5 17. as caixas 1 e 2. sofre aumento de sua temperatura. ( ) A “primeira pulsação” ouvida está relac ntração ventricular. Q ual ou quais das 4 caixas – re resentadas elas suas dimensões no quadro a seguir – qu ando totalmente cheias.5 m 2. correspondente a pressão diastólica. as caixas 3 e 4. uma ressão maior que nas tornei ras? Com rimento Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 3.5 m 0. Com a caixa totalmente cheia. 18. UnB DF Para medir as pressões sistólica e diastólica do coração de um paciente. sugeriu-se substituir a caixa or outra na forma de um aralele í edo.5 m IMPRIMIR Caixa 4 a) b) c) d) e) somente a caixa 1. ela exerce uma pressão que bloqueia a circulação sangüínea em uma artéria. Na altura da parte interna do cotovelo do p ciente. UERJ Um recipiente cilí o de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizo ntal e contém água até a altura de 40 cm. à contração atrial. consiste de uma braçadeira inflável cuja parte interna está conecta da a uma pequena bomba manual e a um manômetro. conhecido co mo esfigmomanômetro. ( ) Quando a pressão do ar no interior da braçadeira é maior que a pressão sangüínea na arté . a pressão diastólica é sempre maior que a pressão sistólica. Um queno vazamento é provocado na braçadeira.

Avançar .

Um cubo maciço de ferro exerce. é: 01) 04) 02) 05) 03) 6 21. 16. Des rezando os efeitos de desnível devidos a tensões su erficiais da água. . um desnível de 2. h. a pressão ficará igual a 2p. Dobrandose suas dimensões.0 mm. com que a essoa so ra for aumentada. observa-se o nível da água a 20 cm acima do fundo do barco. II e III. 23. III. O valor que mel hor re resenta a massa do lastro em kg é: a) 260 b) 210 c) 198 d) 150 e) Indetermi nado. uma ressão “ ”. A rofundidade do ba rco é de 0.23 m. c) somente II. com a rofundidade.0 mm é mantido entre os níveis de água nos ramos do tubo. se o diâmetro do ramo do lado direito do tubo em U for maior d o que o diâmetro do ramo do lado esquerdo. ois o barco afundaria com o eso deste tri ulante. b) somente I e II. 08. as ressões nas su erfícies dos líquidos em cada ramo são iguais. o desnível será menor que 2. V.20. o desnível dos ramos do tubo em U será ma ior que 2. A pr ssão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém. em sua base d e a oio. Cefet-PR Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. UFMS Uma essoa so ra ar transversalmente através de um dos ramos de um tubo em U que contém água. é correto afirmar que: 01. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . II. se a velocidade do ar . e) I. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I. c omo mostra a figura abaixo. I. a soma das afirmativas corretas.0 mm. ITA-SP Um equeno barco de massa igual a 60 kg tem o formato de uma caixa de base retangular cujo com rimento é 2. Devid o ao so ro. Dê. o gráfico que ex ress a a variação da ressão. d) somente II e III. as ressões nos ontos a e b são iguais. UESC-BA Um co o destam ado contém água e óleo em equilíbrio. como re s osta.0 m e a largura 0. Sendo Po a ressão atmosfé ica local e tomando-se como referência a su erfície livre do óleo. a ressão na su e rfície do ramo da esquerda é menor que a ressão no onto b. Descontando o atrito caixote/ iso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. com um tri ulante de 1078 N e um lastro. é independe nte do tipo de líquido considerado. 04. Posto ara flutuar em uma lagoa.80 m. 22. 0 2.

considere que: a temperatura dentro da bolha permanece constante e nquanto esta existir. quando ela estiver prestes a chegar à superfície. de volume Vi. c) o peso do bloco (1) é igual ao peso do bloc o (2). V e T são respectivamente.0 atm a cada 10.5 Vi d) 2. onde a pressão é a pressão atmosférica (1. pode se afirmar que: a) o empuxo sobre o bloco (2) é maior que o empuxo sobre o bloco (1).5 Vi IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . o empuxo diminui e a tensão é igual. o empuxo é igual e a tensão aumenta. o volume da bolha. UFR RJ Dois blocos de gelo (1) e (2). b) o empuxo sobre o bloco (1) é ma ior que o empuxo sobre o bloco (2). 25. T onde P. o empuxo diminui e a tensão diminui. Fuvest SP Um objeto menos denso que a água está preso por um fio fino. Para efeito d sse problema. fixado no fundo de um aquário cheio de água . Na si tuação apresentada. será aproximadamente: a) 4. quando uma pequena bolha de ar. constituídos de água pura. sendo a massa do bloco (2) maior que a massa do bloco (1). o volume e a temperatura do ar dentro da bolha.5 Vi c) 1. estão em repouso na superfície d’água. o empuxo diminui e a tensão au menta.0 atm).0 m. sendo g a aceleração da gravidade na Terra. podese concluir que. é libera da e sobe até a superfície. Imagine que tal aquário seja transportado para a superfície de Marte. UFRN Um mergulhador que faz manutenção numa plataforma de exploração de petróleo está a uma profundidade de 15. conforme a figura. a pressão. onde a aceler ação gravitacional é de aproximadamente g/3.0 m de profundi dade. o ar da bolha é um gás ideal e obedece à relação: PV = constante. em Marte. empuxo e tensão no fio. a pressão aumenta cerca de 1. 7 g GABARITO a) b) c) d) e) o empuxo é igual e a tensão é igual. e) nada se pode concluir.5 Vi b) 3. Sobre esse objeto atuam as forças peso. como mostra a figura abaixo: De acordo com o princípio de Arquimedes.24. já que as massas são desconhecidas. d) o empuxo sobre o bloco (1) é igual ao empuxo sobre o bloco (2). E m relação aos valores das forças observadas na Terra. 26.

calcule.104 N/m2 2.10–4 N/m2 3. A superfície livre da água no res ervatório encontra se 15 m acima do nível da torneira. Londrina PR A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um re servatório instalado no último pavimento de um edifício. Considerando que a torneira e steja fechada.5 atm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . o qual está sendo tracion ado por uma força de intensidade T = 100 N.5 atm d) 3. Alfenas MG Um corpo está ligado ao teto por um fio. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1. cuja densidade é 1000 kg/m3.0 g/cm3.0. Sendo µ = 1000 kg/m3.27. e um êmbolo de peso 80 N.0. o corpo é colocado dentr o de um recipiente com água.0. com faces de área 400 cm2. Posteriormente.10–4 N/m2 28. UEMS Sobre a água do reservatório representado na figura. a tração no fio. existe ar rarefeito so b pressão de 8. será igual a: GABARITO a) b) c) d) e) 80 N 90 N 100 N 110 N 120 N 29. fazendo deslocar 1000 cm3 de água. a pressão que a água exerce sobre a torneira é: a) 1. a massa específica da água e 10m/s2 a aceleração da gravidade.5 a tm b) 2. U. Se o corpo permanecer em equilíbrio durante todo o experimento e a massa do fio for desprezível.103 N/m2.104 N/m2 2. a pressão p no ponto P: 8 a) b) c) d) e) 1.0 atm e) 3.8.E.0 atm c) 2.0. de sprezando o atrito no êmbolo. U. na segunda situação.10–4 N/m2 20.

( ) O pa afuso de A quimedes tem maio end imento quando o seu eixo de otação está alinhado ve ticalmente. adqui indo uma velocidad e de 10 cm/s. cujo desenho esquemático é ap esentado na figu a abaixo. b) Qual o impulso necessá io pa a que o peixinho adqui a essa veloci dade? Quem exe ce esse impulso? Dado: densidade da água: dágua = 1000 kg/m3. E le estudou o funcionamento de máquinas simples e foi esponsável pelo desenvolviment o de p incípios do que hoje se conhece como hid ostática. a) Que fo ças at uam sob e o peixinho? (Desc eva-as ou as ep esente g aficamente. pode á se aumentada inse indo-se o pa afuso até que o nível da água cub a completamente a p imei a osca dele. saindo pela ext emidade supe io . 31. a quant idade de água que é bombeada po esse mecanismo. que pode se gi ado po meio de uma manivela. a água que está nessa fonte é t anspo tada no inte io do tu bo.30. e gi ando-se a e spi al de fo ma adequada. Unicap PE Um corpo de volume 2 litros e massa 1 kg fica imerso em água. Desse modo. Inse indo-se o sistema em uma fonte de água. pode-se afi ma que a p essão absoluta do gás é 2 atm. Sendo a expe iência ealiz ada ao nível do ma . mantendo-se a velocidade de otação da manivela. como most ado na figu a. 32. ( ) Na situação indicada na figu a. [ρ0 = 103 kg/m3 = 1 kg/L] Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). conforme a figura. Um de seus famosos invento s é o chamado pa afuso de A quimedes. ( ) O e mpuxo que atua no co po é de 20 N. julgue os itens a segui . IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . ( ) O p incípio no qual se baseiam os f eios h id áulicos dos veículos foi estabelecido po Stevin. se o movimento fo inte ompido. UnB-DF A quimedes foi out o conhecido sábio que t abalhou no antigo Museu de Alexand ia. ( ) A densidade do co po é 0. o sistema funciona como uma bo mba d’água. após inicia -se o movimento da manivela pa a bombea água. concluímos qu e a cte elástica da mola é de 2. ( ) O funcionamento do pa afu so deve-se ao p incípio de A quimedes. pa a cada volta completa. ( ) Em um manômet o de tubo abe t o.) Que volume de água o peixinho desloca pa a equilib a -se? Num dete minado momento. em to no de um eixo. T ata-se de um tubo en olado. a dife ença de altu a ente as colunas de me cú io é 40 cm.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .5 N/cm. e igidamente ligado a este. ( ) Na posição indicada n a figu a. ( ) Se a mola está defo mada de 4 cm. o peixinho m ovimenta-se ho izontalmente pa a um dos lados do aquá io. preso ao fundo do reservatório por uma mola. ( ) Dife entemente das bombas que se baseiam na p essão atmosfé ica. a água no inte io do pa afuso escoa á de volta pa a a fonte. Vunesp Um peixin ho de massa 50 g está flutuando em epouso no inte io de um aquá io. em fo ma de espi al. 9 Com base nessas info mações.5 kg/L. o pa afuso de A quimedes é eficaz mesmo nos casos em que a distância ve tical ent e a ext emidade mais alta do tubo e o nível da água é muito g ande.

Se o bul bo é mergulhado em nitrogênio líquido. Int o duz-se na água uma esfe a metálica maciça de volume igual a 5. U. igual a: a) 28 d) 2.E.Hidrostática Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Considere g = 10 m/s2. 10 GABARITO Quando a temperatura está em 35º. enchese um recipiente com água até a borda.0 atm = 1. em atmosferas. ao a fundar. qual a temperatura do nitrogênio líquido. em Kelvin? 35. Unifor-CE Um mergulh ador que submerge até uma profundidade de 28 m. A densidade da água é igual a 1. o desnível da coluna passa a ser de 5 mm. Medindo-se a massa do recip iente com a água e a pedra. o desnível entre as colunas de Hg é de 20 mm. experimenta um aumento de p ressão.33. no seu interior encontraram-se 1290 g.0 × 10–5m3 suspensa po um f io ideal de volume desp ezível a um supo te exte no. Restabelecido o equilíb io hid ostático. A esfe a fica totalmente subm e sa na água sem toca as pa edes do ecipiente (figu a 2).0 g/c m3.0 g/cm3 36. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3. na água.8 b) 14 e) 1. a) 8 g/cm3 c) 6 g/cm3 b) 4 g/cm3 d) 2 g/cm3 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFRJ Um ecipiente cilínd ico contém água em equilíb io hid ostático (figu a 1). U. provoca o transbordamento de parte do líquido. 105 N/m2 Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 Densidade da água : d = 1. Nessas condições. ve ifica-se que a int odução da esfe a na água p ovocou um ac éscimo de p essão ∆p no fundo do recipiente. a massa total (água + recipient e) é de 1 200 g.4 c) 7. 34.0 . Calcule esse acréscimo de pressão ∆p. Maringá-PR A figura a seguir mostra um b ulbo de vidro contendo gás He conectado a um tubo em forma de U contendo Hg. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que. 0 × 103kg/m3 e a área da base do recipiente é igual a 2.0 × 10–3m2. sabendo que a massa específica da água é 1.0 Dados: Pressão atmo sférica: 1. Potiguar-RN Em uma experiência de Física realizada em laboratór io da UnP. Na pa rte superior do tubo foi feito vácuo.

têm sido detectados fo tes indício s de que já houve água no estado líquido em Ma te.) IMPRIMIR FÍSICA . feitas de mate iais dife entes e ime sas e m um ecipiente contendo água. c) é maio que o peso na esfe a I. Vunesp A figu a ep esenta um ecipiente cilínd ico vazio flutuando na água. UFGO Uma esfera de massa m e volume V está em movimento dentro de um tubo que contém um fluido de densidade ρ. de mesmo aio.37. Atuam sob e a esfe a a fo ça peso. b) é maio na esfe a de maio massa. Dados: dágua = 1000 kg/m3. Com base nessas info mações. 39. de 12 g cada. 11 Sendo a acele ação g avitacional igual a g. um a um. GABARITO a) Qual a massa desse ecipiente? Suponha que uma estudante coloque. b) Qual o núme o máximo de chumbinhos que podem se colocados nesse ecipiente sem que ele afunde? Ultimamente. dent o desse ecipiente. ( ) a fo ça de at ito sob e a esfe a é maio que mg. I e II. ( ) o empuxo exe cido pelo flu ido na esfe a é ρVg. ch umbinhos de pesca iguais. d) é maio que o peso na esfe a II. ( ) o t abalho ealizado pela fo ça peso sob e a esfe a é mgL. o empuxo e a fo ça de at ito. 38. 1 m3 = 1000 . seus esultados muda iam? Justifique. e conside ando-se o movimento da esfe a ao longo da distância L com velocidade constante v. As esfe as são mantidas nas posições indicadas po meio d e fios que estão tensionados. gMa te = 3. Se essa expe iência fosse feita em Ma te. devido ao fluido. (Suponha que densidade e estado físico da águ a pe maneçam inalte ados. gTe a = 10 m/s2. mantendo sua ba se semp e ho izontal.7 m/s2.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) a va iação da ene gia potencial da esfe a é toda dissipada du ante o movimento. A á e a da base desse ecipiente é 80 cm2. em epouso. confo me a figu a. estão ep esentadas duas esfe as. UFMG Na figu a. é co eto afi ma que o empux o: a) é igual à tensão no fio pa a as duas esfe as.

010 m3 de volume. selado com plástico.0 kg e 0. no vácuo) e “empu a ia” as moléculas pa a fo a do co po. ( ) A fo ça do vento sob e as velas. com velo e constante. como indicado na figu a? a) 750 N d) 90 0 N b) 800 N e) 950 N c) 850 N 42. o peso e a fo ça de at ito do casco com a água são fo ças que atuam sob e o velei o. ( ) O empuxo é a fo ça exe cida pela água sob e o velei o. Pa a epeti a expe iência ealizada po Evangelista To icelli. Calcule a densidade do líq uido (2).eação. podemos conclui que a p essão atmosfé ica é maio em São Joaquim. UnB-DF/PAS Ped inho ficou imp essionado ao ve como um velei o consegue mante se equilib ado mesmo sob fo tes ventos e imagin ou que esse equilíb io pode ia se entendido do ponto de vista mecânico se fossem co nside ados as fo ças e os to ques envolvidos. 64. contém dois líquidos não miscíveis em eq uilíb io hid ostático. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. Uma pessoa explodi ia se fosse eti ada da atmosfe a te e st e pa a o vácuo. pa a s e eti a sangue. UFRJ Um tubo em U. Este é um dos motivos pelos quais os ast onautas usam oupas especiais pa a missões fo a do ambiente p e ssu izado de suas naves. como most a a figu a. ( ) Se o ponto de aplicação do empuxo coincidi com o cent o de ma sa do velei o. no a mo da di eita. 41. 08. 16. Qual a fo ça. está ime sa no fundo de uma piscina cheia d’água.12 40. abe to em ambos os amos. de dent o pa a fo a. que a altu a da coluna do líquid o (1) é de 34 cm e que a dife ença de nível ent e a supe fície liv e do líquido (2). e a supe fície de sepa ação dos líquidos. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . se ia muit o mais fácil toma um ef ige ante na Lua do que na Te a. Sendo co eta a info mação de que São Joaquim se situa a uma altitude de 1353 m e que Itajaí está ao nível do ma (altitude = 1 m). é de 2. UFPE Uma caixa metálica fechada de 90.0 cm. É possível a medida ap oximada da altitude pela va iação da p essão atmosfé ica. Em elação a essa situação. necessá ia pa a içá-la at avés da água. Conside e a densidade do líquido (1) igual a 0. 02. como esposta. compa ando a p essão atmosfé ica com a p essão exe cida po uma coluna de me cú io. ao eti a o selo. este passa da veia pa a a se inga devido à dife ença de p essão ent e o sangue na veia e o inte io da se inga. Dê. também. é necessá io conhece o diâmet o do tubo. pois a p essão exe cida po uma coluna líquida depende do seu volume. usando uma oldana simples. julgue os itens a segui . Vá ios fab icantes. A p essão inte na do co po se ia muito maio do que a p essão exte na (nula.80 g/cm3. Obse ve. int oduzi am um fu o no seu ce nt o. pe mitimos que o a penet e no copo e a p essão atmosfé ica atue. ( ) O peso e o empuxo fo mam um pa ação. cujo módulo é igual a o peso da água deslocada. 04. Usando um canudinho. po que a fo ça de at ação g a vitacional na Lua é meno .Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a soma das alte nativas co etas. já que ela aume nta com a altitude. Isso facilita ti a a tampa po que. pa a facilita a eti ada da tampa dos copos de equeijão e de out os p odutos. F. 32. Quando se int oduz a agulha de uma se inga numa veia do b aço. então ele tende á a vi a sob a ação de um to que p oduzido pelo vento. 4 3. no amo da esque da.

em met os. ( ) dois co pos. o subma i no afunda no ma . U. conside e os se guintes dados: • massa específica da água = 1 g/cm3 • p essão atmosfé ica = 105 N/m2 • acel da g avidade = 10 m/s2 a) 36 m b) 6 m c) 30 m d) 16 m e) 24 m 46. b) os dois líquidos têm a mesma densidade. o ap a elho está ma cado 1. d) a p essão no ponto C e meno do que no ponto D. C e D a p essão e a mesma. ficam sujeitos a empuxos de igual intensidade. conclui-se que: ( ) o empuxo. po acidente.0 atm sem se ompe .F. 45. o me gulhado pode á desc e . e) nos pontos A.) pode se assim enunciado: “Todo co po. além do ponto em que se encont a. U. Em um dete minado instante. atuante em co pos total ou pa cialmente ime sos em líquidos. A. U. de intensidade igual ao peso do volume do fluido po ele deslocado”. UFPE O casco de um subma ino su po ta uma p essão exte na de até 12. fica sujeito a um empuxo ve tical. B. c) a p essão no pont o B e maio do que no ponto C. levando no pulso um apa elho capaz de egist a a p essão total a que esta submetido. ( ) um ba co. 13 GABARITO Em elação às condições most adas na figu a. B. mais: Pa a esolve a questão.F. sof e á um empuxo meno do que se a água do lago fosse salgada. é u ma p essão. ( ) o empuxo d epende da densidade do líquido em que o co po é ime so. ( ) co pos ime sos em gases não ficam sujeitos ao empuxo. sem conseqüências danosas.44.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .6 x 105 N/m2. Pelotas-R S A figu a abaixo ep esenta dois tubos abe tos contendo líquidos dife entes. com uma to nei a que pe mite ent ada ou saída de a . 47. de densidad es iguais. ime sos em um fluido. Analisando esse p incipio. de baixo pa a cima. de chumbo. pode flutua na água. nascido em Si acusa po volta do ano 287 a. Pelotas-RS Um me gulha do cuidadoso me gulha. a uma p essão de 4 x 105 N/m2. C e D são pontos das supe fícies dos líquidos. Católica-GO O P incípio de A quimedes (filósofo g ego. ime so em um fluido. du ante o me gulho. Uma manguei a inte liga os dois. é co eto afi ma que: a) a p essão no ponto B maio que a atmosfé ica. flutuando em u m lago de água doce. Se. a que p ofundidade. Sabendo que o o ganismo humano pode se submet ido. ( ) um co po não maciço. o casco se ompe á? a) 100 b) 11 0 c) 120 d) 130 e) 140 IMPRIMIR FÍSICA .C. ( Dado: a água salgada é mais densa do que a água doce).

A bola C eto na à supe fíc ie. como esposta. de cima pa a baixo. Dê. passando a flutua . consegue equilib a o elefante sob e um pistão de 2000 cm2 de á ea. A bola B afunda n o líquido. na supe fície da água. em um tanque de água . o empuxo sob e a bo la B é meno que seu peso e sua densidade é maio que a densidade do líquido. UFC Uma haste cilínd ica homogênea está suspensa po uma co da.48. com metade de seu comp imento subme sa. confo me most a a figu a ao lado. Se a co da fo co tada que f ação do volume da ba a fica á subme sa? 49. 02. o em puxo sob e a bola C é maio que seu peso e sua densidade é meno que a densidade do líquido. em equilíb io. sob e o out o pistão da p ensa. o empuxo sob e a bola A é igual ao se u peso e sua densidade é maio que a densidade do liquido. III. UFMT T ês bolas de dife entes mate iais são totalmente me gulhadas no inte io d e um ecipiente que contém um líquido e em seguida são abandonadas. que é maio que a densidade da bola C. exe cendo uma fo ça ve tical F equivalente a 200 N. Utilizando uma p ensa hid áulica . 50. Obse vam-se as seg uintes situações: 14 I. 04. a soma das afi mativas co etas. FÍSICA . cuja á ea é igual a 25 cm2. A bola A pe manece em epouso no luga onde é abandonada. IMPRIMIR GABARITO Calcule o peso do elefante. Com elação ao empuxo e à den idade de cada bola.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a densidade da bola B é maio que a densidade da bola A. II. ficando em epouso no fundo do ecipiente. é co eto afi ma que: 01. UER J Um adest ado que sabe o peso de um elefante. 08.

Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . se A descansass e sob e o fundo do vaso. se ia necessá ia pa a que a balança fosse eequilib ada. 32.51. de aco do com a seqüência: GABARITO • Em I. A fo ça medida no dinamômet o se ia nula. ao invés de u ma de 50 g. a balança é eequilib ada com adição de uma massa de 50 g ao p ato P2. caso o co po A estivesse pa c ialmente me gulhado na água. o co po A. A fo ça-peso exe cida pela Te a sob e o co po A se i a tanto meno quanto maio fosse a po ção de A ime sa na água. D. de fo ma a não toca o fundo do vaso. UFBA O expe imento ilust ado abaixo visa medi a intensidade do empuxo exe c ido pela água sob e um co po A. com um vaso contendo água. no p ato P1. O dinamômet o deve esta indicando uma leitu a de 50 gf. de massa 200g. PUC-PR A figu a ep esenta uma p ensa hid áulica. pa a que o sistema esteja em equilíb io. Uma out a massa de 200 g. levando a balança ao dese quilíb io.25 m2 Dete mine o módulo da fo ça F aplicada n o A. • Em III. 02. é co eto afi ma : 01. Á ea da secção A = 1 m2 Á ea da secção B = 0. p eso a um dinamômet o. a soma das alte nativas co etas. Dê. como esposta. é completamen te me gulhado na água. a) 800 N d) 3200 N b) 1600 N e) 8000 N c) 200 N 15 52. uma balança encont a-se em equilíb io. A fo ça medida no dinamômet o se ia meno do que a fo ça medida em III. IMPRIMIR FÍSICA . 08. • Em II. Nessas condições. 04. 16. caso o co p o A descansasse sob e o fundo do vaso. O empuxo da água sob e o co po A é igual a 150 gf . e uma massa M no p ato P2.

( ) De acordo com o gráfico. GABARITO Em relação ao movimento da esfera. a pa tícula atinge a velocidade v. no tempo t. que cai de uma altu a h. Em conseqüência a esfera fica achatada. inicialmente em epo uso. Submetida a um a desacele ação a. a força de empuxo. 54. a ene gia cinética da pa tícula é igual a sua ene gia mecânica no início da queda. Quando a partícula pára. Trata se de um movimento não uniforme. UFMT Uma esf era homogênea.53. a pressão sobre ela. Desp ezando-se a esistência do a . Ao jogar uma dessas esferas no mar . mas depois a sua profundidade varia de acordo com o gráfico. g 02. a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é d ghA . depois de pe co e a distância x no inte io do ecipiente. com á ea da base A. pois a pressão atua de cima para ba ixo. Ao atingi a supe fície do óleo. e a p essão atmosfé ica é P0. como resposta. é p = p0 + . analise as afirmações. maior deve ser a influência dos efeitos perturbatórios. Dessa forma. A pa tícula atinge a supe fície do óleo no instante t = 2h . o cientista observa que ela inicialmente afunda. feita com um material flexível mais denso que a água. ( ) Quanto maior for a massa da esfera. 2 Dê. 08. a velocidade da pa tícula é igual a gh − 2(g − a )x . Antes do impacto da partícula. no fundo do recipiente. uma distância igual à metade da altu a. 16 04. a esfera afunda. diminuindo. medida a pa ti de um efe encial com o igem no so lo. é co eto afi ma : 01. Após pe co e a distância x. é utilizada por um cientista para estudar as correntes marinhas. entre 2 e 3 minutos. cheio de óleo de densidade d. a pa tícula me gulha num ecipiente abe to. ( ) O movimento somente pode s er compreendido se a força resultante que atua sobre a esfera não for constante em r elação ao tempo. num local onde o módulo do campo g avitacional é g. aumenta a pressão exercida pela própr ua do mar. ( ) À proporção que a esfera afunda. ( ) À proporção que a esfera afunda. 2 dgh 16. UFBA A figu a abaixo ep esenta uma pa tícula de massa m. Após e co e . a soma das alternativas corretas. o aumento de pressão provoca a diminuição do volu e da esfera. a esfera passa a afundar cada vez mais rápido. conseqüentemente. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ .

PUC-RS Cada uma das bases de um cil ind o que flutua ve ticalmente e em equilíb io na água tem 10. a soma das alte nativas co etas.33 e) 5. uma com três pernas e outra com quatro. ( ) Num líquido em equilíbrio hidrostáti o. com a face supe io fo a da água. pe manecendo na ve tical e em equilíb io. sua dens idade elativa é meno que l. Qual é. 58. 57. que se acha suspensa em um dinamômet o. 16. é correto afirmar: ( ) Se um corpo parcialmente submerso num fluido está em equilíbrio hidrostático. A p essão no inte io de um líquido depende.5 x 103 Pa. 04. ( ) O volume de um corpo maciço de forma irregular pode ser determinado mergulhando o completamente num recipiente cheio de água e medindo se o volume de água extravasado. ( ) Se uma pessoa que está fora de uma piscina entrar num barco q ue nela flutua. ( ) Dadas duas ba nquetas de mesma massa. ) a) 1. a massa específica da ped a. todos os seus pontos estão sob igual pressão.55. a in tensidade do empuxo é menor que a intensidade do peso do objeto. como esposta.0 g b) 5. ent e o ut as g andezas.0 g c) 10 g d) 20 g e) 30 g 17 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . a p essão em todos os p ontos da água va ia á da mesma quantidade. 1 ( ) Se um objeto flutua na água com do seu volume submerso. é co eto afi ma que a massa do d isco metálico é de: a) 2. o seu empuxo independe da p ofundidade.33 b) 2. e cada perna com a mesma secção reta. em g/cm3? (Conside e a massa específica da água igual a 1 g/cm3. é correto afirmar.E. Se um co po se encont a totalmente s ubme so em um líquido. o empuxo sobre ele é nulo. ap oximadamente. ( ) Numa piscina cheia de água. a leitu a do dinamômet o sof e um dec éscimo de 30%. 01. ( ) A pres são em um ponto no fundo de um tanque que contém água em equilíbrio depende da altura da coluna de água situada acima desse ponto.U. Colocando um pe queno disco metálico na face supe io do cilind o. ( ) A prensa hid ráulica. da densidade do líquido. se a p essão atmosfé ica va ia de 1.0 cm. ( ) A pressão hidrostática no fundo de um tanque que contém um líquido de densidade ρ independe do valo de ρ.33 59. 56. o freio hidráulico e a direção hidráulica são exemplos de aplicação do Princípio d medes.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .UFPR Considerando os conceitos de pressão e empuxo. Quando um objeto flutua na água. 02.UFRS Quando uma ped a de 200 g. ve ifica-se que o mesmo afunda mais 2.UFPR Com base nas propriedades dos líquidos. 3 ( ) Qua ndo um objeto se encontra em repouso no fundo de um reservatório contendo água. a de três pernas exercerá menor pressão sobre o solo.0 g/cm3 a massa específica da água.33 c) 3. A p essão exte na exe cida sob e um líquido é t ansmitida integ almente a todo o seu volume. Dê. 08. Ponta G ossa-PR Sob e a física dos fluidos.0 cm2.33 d) 4. A fo ça que um fluido exe ce sob e as pa edes de um ecipiente é semp e pe pendicula a elas. o nível da água da piscina subirá. assinale o que fo co eto. então sua densidade 3 1 é igual a da densidade da água. é me gulhada intei amente na água. Sendo de 1.

c) Ela oscila ia indefinidamente em to no da posição ho iz ontal. Quando o elevado estive subindo com velocidade constante: a) O empuxo sob e ela fica á maio que seu peso. A flutuação d e um subma ino é egida. Nesse ecipiente existe uma bolinha flutuando com metade de seu volume su bme so. d) Ela acaba ia inclinada pa a a di eita. pode-se conclui que. c) O peso da bolinha diminui mas a sua massa não. Assinale a alte nativa inc o eta: a) Quando o subma ino mantém-se pa ado à p ofundidade constante. U m subma ino pode navega numa p ofundidade constante. mais subme s a que antes. 61. pelo p incípio de A quimedes. o empuxo so b e ele tem o mesmo módulo do peso do subma ino. e sabendo que os módulos das única s fo ças que agem sob e ela são o seu peso P. d) As densidades da água e da bolinha aumenta ão. que afundou no ma de Ba ents com toda a t ipulação. basicamente. inicia lmente em movimento acele ado. Na ext emidade esque da está suspenso um pequeno cub o de metal. eme gi ou subme gi . Cefet-PR Conside e um ecipiente com água colocado dent o de um elevado em e pouso. A esfe a cai. e a fo ça de at ito viscoso A (também chamada fo ça de a asto). na ve tical. po isso chamada velocidade te minal. após alguns centímet os. o empuxo sob e o subma ino to na-se meno em módulo que se u peso. No vácuo. FÍSICA . UFRS Uma balança de b aços iguais encont a-se no inte io de uma campânula de vid o. b) A bolinha fica á.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . e) Ela acaba ia inclinada pa a a esque da. quando atingida a velocid ade limite: a) P = E b) E = 2A c) A = 2E d) P = 2A e) P = A 18 GABARITO IMPRIMIR 63. de onde foi eti ado o a . e na ext emidade di eita esta suspenso um cubo maio . d) Admitindo água do ma nas câma as de flutuação. confo me ep esentado na figu a. atinge velocidade const ante. abandona-se uma esfe a m etálica no topo de um tubo de vid o cheio de água. comoveu o mundo. O que acontece ia com a balança se o a eto nasse pa a o inte io da campânula? a) Ela pe manece ia na posição ho izontal. da hid ostática. e e xpulsando água das mesmas. PUC-RS Numa expe iência de labo ató io de Física. ou velocidade limite. conf o me a quantidade de água que a mazena em seu inte io .60. e) Expulsando a água do ma de den t o das câma as de flutuação. a t agédia oco ida com o subma ino nuclea usso Ku sk. PUC-PR Recentemente. Conside ando-s e a esfe a com massa específica duas vezes a da água. c) Estando as câma as de flutuação cheias de água. o subma ino tende a eme gi . b) O empuxo sob e o subma ino é igu al ao peso da água que ele desloca. pa cialmente. a balança esta em equilíb io na posição ho izontal. b) Ela oscila ia algumas vezes e volta ia à posição ho izontal. 62. de madei a bem leve. e) A bolinha continua á flutuando da mesma fo ma que an tes. o subma ino tende a subme gi . o empuxo E. mas.

po is é igual ao peso do volume de gás Hid ogênio contido no seu inte io .UFSC Leia com atenção o texto abaixo. 32. Alcançava a velocidade de 13 5 km/h e sua massa total – incluindo o combustível e quat o moto es de 1. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . os di igíveis de est utu a ígida constituí am-se no p incipal meio de t anspo te aé eo das p imei as décadas do século XX. O P incípio de A quimedes somente é vál do pa a co pos me gulhados em líquidos e não se ve pa a explica po que um balão sobe . Se conside a mos a massa específica do a igual a 1. 64. assim. i sto é. A fo ça ascensional do di igível dependia única e exclusivamente dos seus moto es.09 kg/m3 e a = 1. O maio e mais f amoso deles foi o “Hindenbu g LZ 129” di igível cuja est utu a tinha 245 met os de com p imento e 41. 16.000 m3 de gás Hid ogên io e deslocavam igual volume de a ( Hid ogênio = 0. T anspo tava 45 t ipulantes e 50 passagei os . a soma das espostas co etivas. O empuxo que qualque co po ecebe do a é causado pela va iação da p essão atmosfé ica com a altitude. que continham um volume total de 20. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Dê. Deixando escapa pa te do gás contido nos ba lões.19 Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. 08. o di igível pode ia desce . O “Hindenbu g” ascendia e mantinha-se no a g aças aos 17 balões meno es instalados no seu bojo. 04.30 kg/m3. dent o da est utu a.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ 64. e a possível eduzi o empuxo e.30 kg/m3). E a g aças à g ande potência dos seus moto es que o di igível “Hindenbu g” mantinha-se no a .60 x 105 N.2 met os de diâmet o na pa te mais la ga. estes últimos alojados em cama otes com água co ente e ene gia elét ica.100 HP de p otência cada um – e a de 214 toneladas. o empuxo que o di igível ecebia do a e a igual a 2. 02. como espo sta. Chamados popula mente de “zeppelins” em homenagem ao famoso invento e ae onauta ale mão Conde Fe dinand von Zeppelin. É possível calcula o empuxo que o di igível ecebia do a .

18. 24.6 x 104N 51. 02 + 04 + 08 50. 16. 35.40 Kg b) n = 20 chumbinhos 40. 13. 39. e 62. a 47. 08 + 16 = 24 53. 36. 29. 14. 4. 38. 08 + 16 = 24 54. 15. F – F – V – F – V – F e 46. 1. 9. b 48. 5. 54 41. 21. 12. 22. 30. 10. 20. 84 33. 11. 28. 8. V – F – V – F – F 55. e 64. 3. 2. d 63. 32. V – V – V – F – F 56.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta . 2 3. V–F–F–F–F F–F–V–V c 36 a 04 F–V–F–V a 29 c d 04 + 08 V–F–V–V–V d b 02 d 01 + 04 + 08 b a d d b b c V–V–V–F–F F–F–V–V–V a) V = 5 • 1-–5 m3 b) I ntal e mesmo sentido do movimento do peixinho 250N/m2 77 d b V–F–V–V d a) M = 0. b 42. 31. 31 e 61.6g/cm3 44. 17. 7. V – V – F – V 43.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. 25. 19. 1 IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 34. 27. 3/4 49. F – V – V – F – F – V 57. 6. 37. 26. 13. d 52.

Ve ificou-se que as indicações na s duas escalas e am iguais em valo absoluto.E. Com ba se nesses fenômenos. há fluxo de calo pa a cima. Cefet-PR Qu ando dois co pos. ( ) Os ventos facilitam a evapo ação da água. nas noites de vento não há fo mação de o valho. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S à O D E C A L O R 1. Alfen as-MG Pa a comemo a os 500 anos do B asil. Po possuí em constituição dive sa. o vapo d’água contido no a ent a em con tato com supe fícies que estejam a tempe atu a mais baixa – abaixo do ponto de o val ho – e se condensa. Esses fat o es p opiciam a fo mação do o valho. na escala Celsius. I. o nevoei o. a tempe atu a diminui e a p essão aumenta. e são esf iados du ante a noi te. Unifo -CE Mediu-se a tempe atu a de um co po com dois te mômet os: um. e ) ambos possuem a mesma quantidade de calo . esolvi c ia um te mômet o. em g a nde pa te. na escala Fah enheit. que é a sua passagem da fase líquida pa a a fase gasosa. 4. julgue a ve acidade das afi mações a segui . devido à adiação sola . ( ) As folhas. O a . estão em equilíb io té mico podemos afi ma que: 1 a) ambos possuem a mesma capacidade té mica. é: a) – 25 b) – 11. ( ) À m edida que se sobe na atmosfe a. essa dife ença egist ada no meu te mômet o se á de: a) 1625 B b) 1525 B c) 75 B d) 15 B e) 3 B IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . b) ambos possuem a mesmo calo específi co. e o ponto de e bulição da água é 2000 B. oco e. esf ia em-se mais que o a du ante a noite. ( ) A p esença de g avidade na Te a é essencial pa a que oco a o ciclo da água. 3. da mesma fo ma. Isso possibilita ao solo e às folhas aquece em-se mais que o a du ante o dia e. pois o vent o favo ece a t oca de calo com o meio.4 c) 6. ou seja. mas que só oco em sob dete minadas condições na atmosfe a. c) ambos possuem a mesma tempe atu a. o ponto de fusão do gelo é 1500 B. a dife ença ent e a maio e a men tempe atu a egist ada no B asil fo de 15 g aus Celsius. Se. têm meno calo espe cífico que o a atmosfé ico po isso se aquece e se esf iam mais apidamente. impedindo o ponto de o valho no solo. U. o solo e a s folhas são aquecidos du ante o dia pela adiação sola .4 e) 40 2. aumentand a p essão de vapo sob e o líquido. Supe io de B asília-DF O o v alho. a neve e o g anizo são p ocessos que fazem pa te do cic lo da água. esses mate iais se aquecem ou se esf iam dife entemente. A inve são té mica impe de essa dispe são. de mate iais dife entes e massas iguais. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . citadas no texto. Esse p ocesso é análogo à condensação do vapo d’água em to no de copos a afas gelados. O texto acima cita alguns p ocessos té mico que oco em com a água na natu eza. Ge almente.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . cuja esca la batizei de “B asil” (B). que dispe sa a fumaça indust ial e u bana. Um possível valo pa a a tempe atu a do co po. a geada. Na escala B.0 d) 11. g aduado na escala Celsius.Te mologia. e out o. pe mitindo o acúmulo da poluição continuamente p oduzida. no dia 22 de ab il de 2000. d) ambos possuem a mesma va iação té mica. ( ) O p ocesso de va po ização da água.

e) – 273°C. Vunesp Pa a c ia a sua escala te momét ica. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po B pa a o co po A. a tempe atu a d os dois co pos tende á a se iguala . b) – 32°C. a ene g ia em fo ma de calo flui á do co po B pa a o co po A.8°C. obtido mi stu ando água e gelo. Esses dados nos pe mi tem conclui que a tempe atu a da água em ebulição ao nível do ma . A tempe atu a mede a quantidade de calo que um co po ecebe ou doa. espectivamente. UFMT Dois co pos de fe o A e B estão. Gab iel Daniel Fa h enheit (1686-1736) te ia se utilizado de t ês pontos fixos: o p imei o.5. ao qual estabeleceu a tempe atu a de 32°. pa a o equilíb io té mico s e alcançado o co po B cede á ene gia em fo ma de calo pa a o co po A. As massas dos co pos são: MA = 1. os possíveis valo es enc ados pelo cientista fo am: a) 32°F e –250°C d) –100 K e –250°C b) 32°F e –290°C e) –290°C F e 32°F 10. os dois últimos pontos co esponde iam a 0°C e 35. 16. e o p imei o ponto co esponde ia. d) 0. –250°C. 01. a: a) – 17. espectivamente. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a soma das afi mativas co etas. co espondendo a 0°. como espo sta. Quando colocados em contato té mico. GABARITO 9.0 kg. como esposta. 02 . Dê. a soma das alte nativas co etas. a) – 40 e 60 b) – 40 e 100 c) 0 e 120 d) 0 e 80 e) 0 e 100 8. o segundo. UFSE Compa ando-se um te mômet o g aduado em uma escala X com out o g aduado na escala Celsius. Tempe atu a absoluta é qualque escala associada ao ponto t íplice da água. A tempe atu a de qualque escala te momét ica é associada ao ponto de fusão da água. Conside ando-se as tempe atu as: –100 K. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po A pa a o co po B. c) – 57. Na escala X as tempe atu as de fusão do gelo e e bulição da água. 04. U. água e sal-amoníaco. é: a) 50 b) 60 c 70 d) 80 e) 110 6.E.6°C.Te mologia. valem. Fatec-SP Em um labo ató io um cientista dete minou a tempe atu a de uma substânci a. –290°C. 04. A tempe atu a em que a ene gia cinética méd ia das moléculas é nula é o ze o absoluto. em X. assinale o que fo co e to. sob p essão no mal. Se estes pontos fossem utilizados pa a calib a um te mômet o na escal a Celsius.0 kg e MB = 2. segundo o qual a tempe atu a d e um co po é p opo cional à ene gia cinética de suas moléculas. sem o sal. A tempe atu a não diminui indefinidamente. dent o de um ecipiente isolado te micamente: 01. e o te ce i o ponto. com as tempe atu a s TA = 120 C e TB = 80 C. obtido c om uma mistu a de gelo. 08. Unifo -CE Uma escala de tempe atu a a bit á ia X se elaciona com a escala Cels ius de aco do com o g áfico abaixo.6°C. como a massa de B é o dob o da massa do co po A. colocando o te mômet o na boca ou axilas de uma pes soa saudável. Ponta G ossa-PR Com elação ao modelo cinético. 08. 16. 02. 2 7. Dê. obteve-se: t1 = 20 X ou 10 C e t2 = 40 X ou 70 C. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . 32 °F. co espondente a 96°. inicialmente.4°C. ap oximadamente.

e isso não constitui um p ocesso de ef ige ação.9°C. o conceito de tempe atu a está e ado. espectivamente.5°C. GABARITO 16.11. UFR-RJ Uma escala a bit á ia adota os valo es –10 X e 190 X pa a os pontos de fusão do gelo e ebulição da água. UFRN Num dia quente de ve ão.7 C ¨ Avança ¨ FÍSICA . 05) a mesma tempe atu a. A tempe atu a de mesmo valo numé ico em ambas escalas é ap oximadamente a) 52. é co eto afi ma que: 01. no intuito de esf ia a cozinha.3°C. a cozinha te á sua tempe atu eduzida pa a 19 C. IMPRIMIR d) não se á atingido. c) 74. o auto das f ases utiliza o conceito de caló i co pa a defini o que seja calo . que a va iação de tempe atu a Dt = t – t0 = 15 C. dete mine quanto co esponde esta va iação de tempe atu a.E. pois.5°C. tanto a cozinha como o seu p óp io ef ige ado te ão suas tempe atu as elevadas. nas escalas: a) Kelvin b) Fa enheit 14. suas pa tículas se movem apidamente e sua tempe atu a fica maio . ao ecebe em calo de Seu Onó io. sem vento. Ve ifica-se. Pa a não senti tanto calo . ITA-SP Pa a medi a feb e de pacientes. Este co po é aquecido até atingi uma tempe atu a t. Lond ina-PR Quando Fah enheit definiu a escala te momét ica que hoje leva o seu nome. o 0 F. pois calo é ene gia em t ânsito. isto é. A espeito dessa s f ases. pois calo e tempe atu a são entidades completamente dife entes e não elacionadas de fo ma alguma. b) 28. O calo cont ibui pa a a va iação de tempe atu a dos co pos. com a po ta do ef ige ado abe ta. UFR-RJ Um co po de massa m tem tempe atu a t0. b) Quando o calo de um co po aumenta.7 C 212 C e) –17. d) –8. pois o ef ige ado vai t ansfe i calo da cozinha pa a a p óp ia cozinha. com a tempe atu a ambiente na ma ca d os 38 C. pois há casos em que isso não acontece. o p imei o ponto fixo definido po ele. 08. A tempe atu a no inte io da geladei a é de ap oximadamente 0 C. UESC-BA Dois ou mais co pos. Neste caso. o auto das f ases está e ado ao afi ma que o co po se dilata quando abso ve calo . o auto das f ases está e ado ao afi ma que os co pos possuem cal o . A análise dessa situação pe mite dize que o objetivo de Seu Onó io: a) se á alcançad pois o ef ige ado vai faze o mesmo papel de um condicionado de a diminuindo a tempe atu a da cozinha. 04) a mesma capacidade té mica. b) não se á atingido. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta   ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . então. Dê. 02.Te mologia. 16. se eleva. UFMT Conside e as seguinte afi mativas: a) Tempe atu a é a quantidade de calo existente em um co po. 3 13. 03) o mesmo calo especifico. o auto das f ases confunde calo com o conceito de ene gia cinética média das molécula s. 04. 17. como esposta. 02) a mesma quantidade de calo . um estudante de medicina c iou sua p óp ia escala linea de tempe atu as. Dete mine a tempe atu a qu e nesta escala co esponde a 313 K. o s valo es de 0 (ze o) e 10 (dez) co espondem espectivamente a 37°C e 40°C. pois. 12.5°C. co espondia à tempe atu a obtida ao se mistu a uma po ção de clo eto de amônia com t ês po ções de ne à p essão de 1 atm. Qual é esta tempe atu a na escala Celsius? a) 32 C b) –273 C c) 37. Nessa nova escala. e) –28. atingido o equilíb io té mico. não podendo se a mazenado em co po algum. 15. ele esquenta e dilata. ap esentam: 01) a mesma ene gia té mica. c) se á alcançado. esolveu deixa a po ta do ef ige ado abe ta. ao atingi em o equilíb i té mico ent e si. U. Seu Onó io te ia de pe manece bastante tempo na cozinha de sua casa. a soma das afi m ativas co etas.

pois o cobe to não f o nece nem abso ve calo ao gelo. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. UEMS O comp imento de uma ba a de alumínio é 100 cm a 0 C. ( ) As ga afas plásticas no dispositivo do S . em um dia sem nuvens.200 cm 20. suposto constan o comp imento da ba a a 70 C se á: a) 100. 19. Com uma das pontas da manguei a me gulhada em um lago p óx imo à esidência e a out a ext emidade atingindo. po que o cobe to vai aquece o ge lo. e) o p ocesso espontâneo de t ansfe ência de ene gia do co po de meno tempe atu a pa a o de maio tempe atu a. c) um fluido invisível e sem peso.168 cm b) 100. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . que e t ansmitido po con dução de um co po pa a out o. alguém suge e que sejam envolvidas num g osso cobe to pa a evita que de etam demais. é necessá io o uso de um sistema de bomb amento. eta dando o seu de etimento. de etendo-o ainda mais dep essa. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gel o. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) faz sentido. Santa Ma ia-RS Calo é: a) a ene gia contida em um co po.680 cm e) 100. p eocupado com a necessidade de abastece sua esidência com água aquecida pa a se usada na pia da cozinha e pa a o banho das pess oas de sua família. a caixa d’água de sua casa.240 cm c) 100.F. Dado o coeficiente de dilatação linea do alumínio 2. 4 b) é absu da.São Ca los-SP Um g upo de amigos comp a ba as de g elo pa a um chu asco. const uiu um dispositivo valendo-se de uma manguei a longa de co p eta e ga afas plásticas vazias de ef ige ante.Te mologia. e) faz sentido. a 7 m de altu a. Como as ba as chegam com algumas ho as de antecedência. ele pôde ve ifica que a tempe atu a da água ao sai pelas to nei as atingia 45 C. po que o cobe to dificult a a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. U. ( ) A tempe atu a da água na saída das to nei as pode ia se maio que 45 C se a caixa d’água fosse evestida exte na mente com uma camada g ossa de isopo . fo mando um longo cola . num dia de calo . eta dando o seu de etimento. U.4. Luno funcionam como uma supe fície efleto a pa a as adiações inf a-ve melhas o iundas da manguei a aquecida. GABARITO Com elação à situação ap esentada. Pa a seu o gulho e aleg ia. Essa sugestão a) é absu da. ( ) Em um dia nublado.F.18. não alte ando a apidez com que o gelo de ete. b) o p ocesso d e t ansfe ência de ene gia de um co po pa a out o. c) é inócua. d) a t ansfe ência de tempe atu a de um co po pa a out o .060 cm d) 10 0. o mesmo esultado se ia esp e ado caso fosse usada uma manguei a de co cla a. como most a a figu a abaixo. fazendo com que ele de eta ainda mais dep essa. Um fu o feito na base das g a afas pe mitiu-lhe at avessá-las com a manguei a. ele conseguiu o sup imento de água aquecida de que necessitava. po que existe uma dife ença de te mpe atu a ent e eles. julgue os seguintes itens. ( ) Pa a pode eleva a água de sde o nível do lago até a ent ada da caixa d’água. UnB-DF O ag iculto Luno Russo.10–5 C–1. 21.

quando submetido a uma va iação de tempe atu a igual a 120 C. pois. ajudando a efleti o cal o que vem de fo a. A pa ti dessas info mações e da tabela acima. constata-se que o fio é de: 01) cob e 04) zinco 02) alumínio 05) chumbo 03) inva ¨ Avança ¨ FÍSICA . Itajubá-MG Uma escala termométrica “T” elaciona-se com a escala Celsius (C) confo me o g áfico ao lado. con tudo. no dese to. onde as tempe atu as du ante o dia podem chega a 50 C. e o b anco também é uma “co quente”. À p essão no mal quais são. os valo es da t empe atu a de fusão do gelo e ebulição da água na escala T.7. no dese to.2 mm. ajudando a esf iá-los ainda mais. no B asil.M. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15. sob p essão no mal. Sendo θE o valor lido no termôm mal graduado e θC o valor correto da temperatura. b) a lã é bom isolante té mico. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. usam oupas de lã b anca. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. usamo s a lã pa a nos p otege mos do f io.43 e 63.10–6 29.57 e) –20 e 100 5 GABARITO 24. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. Essa atitude pode pa ece -nos est anha. UESC-BA Substância Cob e Alumínio Inva Zinco Chumbo Coefici ente de dilatação linea ∝ ( C–1) 17. c) a lã é bom isolante té mico. e o b anco abso ve bem a luz em todas a s co es. e o b anco eflete bem a luz em todas as co es. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .10–6 0. 25. assinala 2°C pa a a f usão da água e 107°C pa a sua ebulição. UFRN Ce tos povos nômades que vivem no dese to. ap esenta uma dilatação de 10.22.Te mologia. enquanto o b anco é uma “co f i a”. O p ocedimento dos povos do dese to pode. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. a função de correção do valor lido é: 50 0 (θE – 2) d) θC = (θE – 2) a) θC = 51 21 20 21 b) θC = (2θE – 1) e) θC = (θE – 4) 22 20 30 5 23. F. Mackenzie-SP Um te mômet o mal g aduado na escala Celsius.10–6 IMPRIMIR Um fio de 5 m de comp imento. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. d) a lã é natu almente quente (embo a esteja abaixo de 50 C) e. pa a se p otege em do intenso ca lo da atmosfe a. espectivamente. 67 e 70.51 d) 11.10–6 23.10–6 25. se explicado pelo fato de que: a) a lã é natu almente quente (acima de 50 C) e.

dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .3 g c) 47. 30. são colocados 2 cubos de gelo a 0°C. enc ont a-se à tempe atu a de 0 C. a massa de gelo contida na mistu a inicial? Dados: • calo de fusão do gelo = 334. do gelo que pe manece á neste estado. oco e am t ês t ansições de fase. ap oximadamente .0 cal/g C. c) gelo a 0°C e água acima de 0°C.2 g 27. Conside a que o calo específico do gelo tem o valo constante de cgelo = 2220 J/ (kgK). está ep e sentada a va iação da tempe atu a em função do tempo de uma massa de 200 g d’água. conside ando-se que: a) a pessoa gasta ene gia exclusivamente pa a vence a fo ça da g avidade. dete mina a massa.000 J de calo . Qual e a. 2) Conside e que 1 cal eqüivale a 4 J. em vez de 2. Fuv est-SP Em um copo g ande. GABARITO Analisando-se o g áfico. Unioeste -PR Uma amost a de gelo. UFRS Uma mistu a de gelo e água em estado líquido. de 1°C. 6 Dados: 1) Conside e que cada ba a de chocolate p opo ciona um sup imento ene géti co de 500 kcal. ao se atingido o equilíb io.8 g d) 72. e que toda essa ene gia foi utilizada pa a aquece a água. fossem colocados 4 cubos de ge lo iguais aos ante io es. com massa total de 100 g.8 g e) 77. de massa m igual a 30 g. pode-se afi ma que: ( ) no p imei o minuto.8 g b) 38. Suponha ue a fonte fo neceu ene gia té mica a uma potência constante desde o instante t = 0. b) apenas água a 0°C. que o calo de t ansfo mação tem o valo de Lf = 333 x 103 J/kg e que o siste ma está pe feitamente isolado. A tempe atu a da água passa a se .18 J/(g. em g amas. A pa ti desta quantida de de calo . IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . ( ) de 0 a 9 minutos. a) 22. b) cada passo co esponde a 1 m e a elevação do co po a 1 0 cm. UFGO No g áfico. está i nicialmente à tempe atu a de -10°C e ecebe 2997 J de calo . ( ) a potência da fonte té mica é de 16 kcal/min. não oco eu ab so ção de calo . a mistu a acha-se completamente t ansfo mada em água líquida a 20 C. ap oxim adamente. d) gelo e água e) apenas gelo a 0°C. ( ) a tempe atu a da ág a pa a t = 2 min é 80 C. Dado: c = 1. 29. 4 J/g.Te mologia. • calo específico da água = 4.. UFMT Calcule o núme o mínimo necessá io de ba as de chocolate pa a p ove o co po de uma pessoa de 70 kg de ene gia suficiente pa a anda 10 km. Nas mesmas condições se. have ia no copo: a) apenas água acima de 0°C. C). te micamente isolado. Um ce to tempo após ecebe 16.26. contendo água à tempe atu a ambiente (25°C). 28.

33. sob p essão no mal. mas o anel. mas o segundo tem seu bul bo (onde fica a mazenado o me cú io) envolvido em algodão umedecido em água (veja a fi gu a). ( ) Os ecipientes de v id o fechados com tampas metálicas são mais facilmente destampados. Juiz de Fo a-MG A umidade elativa do a pode se avaliada at avés de med idas simultâneas da tempe atu a ambiente. b) O anel encaixa-se no o ifício. c) O disco passa pelo o ifício.31. não. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel co ntinuam encaixando-se no o ifício na placa. ( ) Se um co po A encont a-se em equilíb i o té mico com os co pos B e C. Isso se deve ao fato de o vid o dilata -se mais que o m etal. mas o disco. ap oximadamente. pois ambos aumenta am de tamanho. ( ) Como o coeficiente de dilatação do alumínio é maio do que o do fe o. Nesse caso. U. IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . Depois de eti a o mat e ial da geladei a. 7 b) O te mômet o de bulbo seco indica á semp e uma tempe atu a mais baixa que o de bu lbo úmido. obtidas usando dois te mômet os dife entes . ( ) A tempe atu a de ebulição da água. UnicapPE Assinale ve dadei o (V) ou falso (F).Te mologia. quando ambos são sujeitos à mesma va iação de tempe atu a. Em seguida. O p imei o te mômet o é exposto di etamente ao ambiente. nessa situação. d) O te mômet o de bulbo úmido in dica á uma tempe atu a mais baixa que o de bulbo seco quando a umidade elativa do a fo baixa. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) Ao passa d e 1 C pa a 4 C. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou u m disco de aio . podemos afi ma que: a) Os dois te mômet os indica ão semp e a mesma tem pe atu a. a placa.F. a dilatação sof ida po uma ba a de a lumínio é semp e maio do que a va iação sof ida po uma ba a de fe o. concluímos que os co pos B e C possuem a mesma tempe atu a. pois ambos diminuí am de tamanho. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate ial da placa. e) Nem o disco ne m o anel se encaixam mais no o ifício. quando o conjunt o é subme so em água quente. 373 K. a densidade da água aumenta. Em seguida. d) Nem o disco nem o anel se encaixam mais no o ifício. pa a uma va iação de tempe atu a. é de. c) O te mômet o de bulbo úmido indica á uma tempe atu a mais alta que o de bu lbo seco quando a umidade elativa do a fo alta. sob p essão no mal. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitament e no o ifício da placa. todos os co pos encont avam-se à mesma t empe atu a e. 32. Inicialmente. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma geladei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. podemo s conclui que. não.

Dete mine a massa de neve fundida após o es quiado desce 90 m na encosta. em quanto tempo. Exp esse o esultado em g amas. Unifo -CE Uma chapa de fe o. Sabese que o calo específico e o calo latente de fusão do gálio são. coloca. po isso. ini cialmente a 10°C. 8 GABARITO 38. 35. como indica o g áfico. toda a água te á se esgotado? T (°C) (Conside e que o calo de vapo ização da água é a de 540 cal/g) 60 a) 18 minutos b) 27 minutos c) 36 minutos d) 45 minutos e) 54 minutos 1 2 3 4 5 t(min) 50 40 30 IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . d) a chapa tende a aumenta . a) Qual a quantidade de calo que um f agmento de gálio de massa 25 g. enquanto o fu o diminui. UEMS Um estudante bebe 2 lit os de água a 10 C po dia. Fuvest-SP Em uma panela abe ta.0 cal/g C. Des p ezando-se a evapo ação antes da fe vu a. b) tanto a chapa como o fu o tendem a diminui . e) a chapa se mantém. Robe to obte á: São dados: • calo específico da água = 1 cal/g C • calo espec o gelo = 0. (Tempe atu a do co po humano: 37 C) a) 54000 kcal b) 5400 cal c) 74 kcal d) 5 kcal e) 54 kcal 39. devido unicamen te à ingestão de água. à p essão no mal. A massa do esquiado e de eu equipamento é 72 kg. dete mine a qua ntidade de calo pe dido pela pessoa. abso ve pa a fundi -se integ almente quando colocado na mão de uma pessoa? b) Const ua o g áfico t (°C) x Q (J) que ep esenta esse p ocesso. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ .°C) e 8000 0 J/kg. a pa ti do começo da ebul ição. supondo que ele comece a 10°C e te mine quando o f agmento de gálio se funde integ almente. c) a chapa tende a aumenta .Te mologia. ambos a 0 C. Pelotas-PR Num dia muito quente. UFPR Um esquiado desce. espectivamente. ambos a -1 C. Pa a isso. em quilocalo ias. ambos a 0 C.5 cal/g C • calo latente de fusão do gelo = 80 cal/g a) 1020 g de água e 180 g de gelo.34. c) 1100 g de águ a e 100 g de gelo.F. com um fu o cent al. Conside e que todo o calo ge ado pelo at ito no movimento seja gasto na fusão da neve. quanto à á ea: a) tanto a chapa com o o fu o tendem a aumenta . o bse vando-se uma va iação da tempe atu a da água com o tempo. Vunesp O gálio é um metal cujo ponto de fusão é 30°C. 36. e) 1200 g de água a 1 C. ele pode liquefa -se intei amente quando colocado na palma da mão de uma pessoa. 37. Robe to p etende toma um copo de água b em gelada. cujo calo latente de fusão é 3. Espe ando pelo equilíb io té mico. 1000 g de água a 15 C e 200 g de gelo a -6 C. d) 1200 g de água a 0 C. Co m o aumento da tempe atu a. num ecipiente te micamente isolado e de capacidad e té mica desp ezível. aquece-se água. enquanto o fu o diminui. 410 J/(kg. uma encosta com inclinação de 30 em elação à ho izontal. po dia. U.6 x 105 J/kg. b) 1180 g de água e 20 g de gelo. é co eto afi ma que. e nquanto o fu o se mantém. e suponha a acele ação da g avidade igual a 10 m/s2. com velocidade const ante. é int oduzida num fo no. Conside ando que um lit o de água eqüivale a 1000 g amas e que seu calo específico é 1.

e) Todas são fal sas.Te mologia. men o é a capacidade do co po abso ve calo .5 42. Como a aio ia das substâncias líquidas.0 d) 2. II. II. em centímet os. se elevou de 10 C e uma quantidade de gasolina havia ento nado. em média. tempe atu a ambiente. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel continuam encaixa ndo-se no o ifício na placa. A quantidade de combustível que ext avasou do tanque ep esenta a dilatação eal que a gasolina sof eu. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitamente no o ifício da placa. 43. Quanto maio a capacidade té mica de um co po. apenas. II e III são ve dadei as. A e B podem te calo es específicos dife entes e a mesma capacidade té mica. II. Pode-se afi ma : a) Apenas I e II são ve dadei as. III.5 c) 2. linea mente. supondo que a tempe atu a caia pa a 20 C. com capacidade pa a 60 lit os de gasolina. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou um disco de aio . PUC-PR Conside e as afi mações abaixo sob e dois co pos A e B de massas dife entes: I. uma pes soa deixou o automóvel estacionado ao sol. Conside e que o aço dilata-se. Depois de um ce to tempo. III.5 4 lit os. apenas. tem altu a de 50 m quando a tempe atu a ambiente é de 40 C. Depois de eti a o mate ial da gelade i a. UERJ Uma to e de aço. b) O anel encaixa-se no o ifício. Em elação às seguintes afi mações: I. Inicialmente. c) O disco passa pelo o ifício. Sabendo que o coeficiente de dilatação volumét ica da gasolina é igual a 0. não. pa a cada va iação de 1 C. a placa. A e B podem te o mesmo calo específ ico e dife entes capacidades té micas. A e B podem te o mesmo calo específico e a mesma capacidade té mica. c) Somente I e II são ve dadei as. e) Nem o disco nem o anel se enc aixam mais no o ifício. A va iação no volume de gasolina foi de 0. Ube aba-MG/Pias Tendo enchido complet amente o tanque de seu ca o. Ma que a alte nativa co eta: a) Soment e I é ve dadei a. Em seguida. pois ambos diminuí am de tamanho. d) Nem o disco nem o anel se encaixam ma is no o ifício. c) III. se á de: a) 1. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) I. d) I. A dilatação eal da gasoli na foi meno que a dilatação do tanque. b) Apenas I e III são ve dadei as. d) Todas são ve dadei as. apenas. n essa situação. a água diminui sua densidade quando aquecida de ze o a 100 C. 41. líquido ou gasoso) p oduz vá ios efeitos impo tantes que inte fe em em nossa vida diá ia.0009 C –1. 44. e) Apenas I é ve dadei a . pois ambos aumenta am de tamanho. III. todos os co pos encont avam-se à mesma tempe atu a e.40. ve ificou que . mas o anel. O efeito de dilatação nos sólidos é um esultado do aumento da distância ent e os átomos que os constituem. II e III 9 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . na p opo ção de 1/100000. b) II e III. mas o disco. u sada pa a t ansmissão de televisão. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma gelad ei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. não. UFMA A va iação de tempe atu a de um co po (sólido. Estão co etas: a) I e II. U. a va iação de mp imento da to e. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate i al da placa. b) Somente II é ve dadei a. Em seguida.0 b) 1. c) Apenas II e III são ve dadei as. À noite. analise as afi mativas a segui : I.

A água é usada pa a ef ige a os m oto es de automóveis. 46. Tempe atu a de ebulição da água na egião: te = 10 0°C. Conside ando que essa ene gia é p oveniente da condensação de vapo d’água. l/g°C. Coloque. UFMT Sob e as dive sas fo mas de p opagação de calo . po oco e somente nos líquidos e gases. 1 m3 = 1000 . cujo cal o latente é de 2. Densidade (massa específica) da água: dA = 1000 kg/m3. 49.45. em média. 48. temos uma lâmina bimetálica composta de chumbo e b onze. Quando eti a o ecipiente do fogão. IMPRIMIR b) Suponha que toda a água que falta tenha sido vapo izada. 16. a sua dilatação e a dilatação da água. supondo que esse lago é capaz d e a mazena 1012 kg de água. pode s e p eenchido pela água condensada em um fu acão típico. os pontos co espondentes à tempe atu a inicial. onde t (°C) é a tempe atu a da água contida n o ecipiente e Q (J) é a quantidade de calo abso vida pela água. São dados: Calo específico da água: ca = 4200 J/(kg. julgue as afi mativas . pelo meno s. UnB-DF Sabe-se que a ene gia associada a um fu acão típico é. a soma das alte nativas co etas. Vunesp Uma estudante põe 1. 02. Dê. pois a evapo ação do suo consome ene gia do co po humano. A t anspi ação é um mecanismo de cont ole de temp e atu a.°C) . ¨ Avança ¨ FÍSICA . ( ) Se as moléculas de um meio mate ial vib am. coladas à tempe atu a T0. como esposta. A convecção. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 3. à tempe atu a e quantidade de ca lo abso vida no início da ebulição e à tempe atu a e quantidade de calo quando a água é ti ada do fogo. Desp eze a pa te f acioná ia de seu esultado. ( ) A condução é o modo pelo qual o calo é t ansfe ido at avés de um meio mate ial com t ansfe ência simultânea de maté ia. a tempe atu a ambiente de 20°C. em Flo ianópolis. po que o seu calo específico é maio do que o das out as substânc ias. calcule quantas vezes o lago Pa anoá. Em um dese to a tempe atu a é mui to elevada du ante o dia e sof e g ande edução du ante a noite. a lâmina bimetálica ap esenta a cu vatu a ao lado: Explique po que a lâmina se encu va. Calo latente de vapo ização da água: Lv = 2300000 J/kg. Qual a ene gia despe d içada nesse p ocesso? Justifique. o seu volume aumenta e a sua densidade diminui. a) Faça o esboço do g áfico x Q (J) que ep esenta esse aquecimento. UFR-RJ Nas ilust ações das figu as.0 de águ a num ecipiente g aduado. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. cujos coefici entes médios de dilatação linea são espectivamente ∝p = 2.Te mologia.26 x 1016 kJ). é a fo ma p edominante de t ansmissão de calo nesses meios.80 de água no ecipiente. em B asília. 04. 47. Devido à p oximidade de g andes massas de água. as va iações de tempe atu a ent e o dia e a noite são p equenas ou bem meno es do que em um dese to. Desp eze o calo abs o vido pelo ecipiente. b 10 GABARITO Ao se aquecida até uma tempe atu a T > T0. caso exi sta.257 kJ/kg.5 x 106 milhões de kWh (1. ou seja. 08. Quando uma ce ta massa de água é aquecida de ze o g au a 4 g aus Celsius. o c alo é t ansmitido po condução. po que a a eia tem um calo específico muito elevado. a água pá a de fe ve e a estudante nota que esta am 0. a água numa panela fe ve a uma tempe atu a maio se ela estive destampada. equivalente ao consumo anual de ene gia elét ica nos Estados Unidos da Amé ica. Em um mesmo local. 32. ( ) A maio ia dos líquidos e gases possui baixa conduti vidade.9 × 10–5 cal/g°C e ∝b onze = 1. e o coloca pa a fe ve num fogão de potência constante.

utiliz -se um dispositivo ch m do de termost to. b) para passar para vapor. e) na temperatura ambie nte. inici lmente. 52. a te mpe atu a do poste se eleva pa a 50 C. umen t e. o processo de propagação de calor ocorre por convecção térmica.000 m du ante a mad ugada. ( ) Ao ser quecid de 1ºC 6ºC. em função da temperatura T. um grama de nitrogênio requer o dobro de calorias que um grama de iodo. tem um comp imento de 20. gases e vapores). que se b sei n dil t ção de lâmin s bimetálic s. sob a ação do sol. ( ) Nos ferros elétricos. ( ) Uma tubu lação de vapor de aço (α ço = 1. em seguid . são necessárias 600 calorias. d) na temperatura em que a água ferve. Unicap-PE O g áfico da figu a ao lado ep esenta a va iação do comp imento (∆ ) de duas barras A e B. o álcool etílico é líquido. 53. feito de aço. Ao meio-dia. Ponto de Ebulição (ºC) 357 184 100 78 59 −196 −269 11 Substância Mercúrio Iodo Água Álcool Etílico Calor de Vaporização (cal/g) 65 24 540 200 44 48 6 GABARITO Bromo Nitrogênio Hélio Analisando a tabela podemos concluir que: a) o bromo passa de líquido para vapor e m 44 C. o mercúrio é vapor.150 m e) 21. p r control r temper tur . UFGO A temperatura é uma das grandezas termodinâmicas cuja variação pode alterar as propriedades térmicas de substâncias. Assinale verdadeira ou fa lsa: ( ) devido a uma diferença de densidade entre as partes de um fluido (líquidos. dilatação e transmissão de calor ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡   ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡   ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ . ( ) a c apacidade térmica depende do estado de agregação da substância. ao meio-dia. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. se á: a) 20. densid de d águ . FURG-RS A t bel seguir mostr os pontos de ebulição e os c lores de v poriz ção (à pressão de 1 tm) p r 7 substânci s diferentes. 09 0 m b) 20. ( ) a temperatura é a medi da da quantidade de calor de uma substância. quando a tempe atu a é de 20 C. UFPB Um poste de iluminação pública. 009 m 51.015 m d) 20. sob pressão norm l. podemos concluir que a barra A é m ais comprida do que a barra B. concluímos que o comprimento d tubul ção v riou de 60 mm. Se o de coeficiente de dilatação té mica do aço va le 1.500 m c) 20. então o comp imento do poste.2 x 10–5 ºC–1) com 50 m de comprimento sofre um v ri ção d tur de 100 k. diminui. ( ) Os cabos metálicos usados na construção civil devem possuir coeficiente de dilatação aproximadamente igual ao do concreto. ( ) Se as barras são feitas do mesmo material.5 x 10–5/ C. logo.50. c) para vaporizar 50 g de hélio.

0 b) 7. obteve dados para a construção da curva de aquec imento de 500 g de pequenas esferas de chumbo.030 d) 0. ( ) Sabendo que as temperaturas mostradas no gráfico têm se mantido constantes no d ecorrer dos últimos milhões de anos. não existiu fl uxo de calor do interior para a crosta terrestre. A crosta. deve ser igual à do ponto de fusão do ferro sob a pres são aí predominante.54. um estudante verificou que cert a chama de um bico de Bunsen eleva de 10 C a temperatura de 200 g de água em 4. aparece como uma tira delgada no canto esque rdo do gráfico. limite do núcleo exterior.0 min utos.010 b) 0. UEMS Uma pessoa agachada perto de uma fogueira de festa junina é aquecida mais significativamente por: a) condução d) condução e irradiação b) convecção e) condução e co radiação 56. e. ( ) É correto inferir que e xistem correntes de convecção no núcleo exterior da Terra.E. que é a camada mais externa.040 e) 0.050 12 2. antes de se fundir vale.020 c) 0. usando a mesma chama. nesse período. de ferro. 1. sólido. Haja vista existirem muitas evidências de que o núcleo da Terra é formad o. ( ) Considerando que a condutividade térmica é a mesma em qu alquer ponto da crosta da Terra. é correto concluir que. ( ) Sabendo que tanto o núcle o exterior quanto o interior são formados de ferro e que a pressão cresce com a prof undidade. O estudante conclui corretamente que o calor específico do chumbo. é correto inferir que a temperatura de fusão do ferro aumenta com a pressão. em cal/g C: a) 0. Depois. basicamente. Londrina PR Para ter um padrão de comparação. é igual a: a) 5.0 c) 9. O calor latente de fusão do chumbo. em cal/g. Essa temperatura é de aproximadamente 6000 C. a temperatura do ponto A. Com base no texto. assim. líqui do.0 d) 11 e) 13 55. O gráfico ao lado é uma estimativa de como varia a temperatura no i nterior da Terra em função da profundidade. dilatação e transmissão de calor   ¦     ¦   ¦ ¦ . a temperatura é uma das m enos conhecidas. ju lgue os itens a seguir. UnB DF De todas as propriedades físicas da Terra. e do núcleo interior. U. pode se estimar que a temperatura no interior d a crosta aumenta com a profundidade em mais de 10 C/km. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. só te m 30 km de espessura média.

deformação relativa) para o qual há ruptura da barra. João encheu completamente o tanque de seu carro com gasolina e pagou R$ 33. O ponto R. em função da temperatura T. b) era mais alta que a tempe ratura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. 13 d) era igual à temperatura ambiente. F. mas o copo de dentro te m coeficiente de dilatação menor que o de fora. quanto João perdeu em dinheiro? Dado: Coeficien te de dilatação térmica da gasolina igual a 1.M. cilíndrica. UFC Uma barra de aço. uma delas é que a temperatura da água com a qual os copos foram lavados: a) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de d entro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora.57.1 10–3 C–1 58. mas o copo de dentro tem coeficiente de dilat ação maior que o de fora. indica o pa r de valore (ten ão. c) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação menor que o de fora. O trecho da Lo Lo curva compr eendido entre os pontos O e P corresponde a uma relação linear entre tensão ∆L . a) Calcule o valor da con tante E para o aço em que tão e expre e ua unidade . coloca u m dentro do outro. quando a temperatura atingiu a marca de 30 C. O gráfico da figura c mostra como varia a tensão s (força de tração por ∆L L − L o idade de área de seção reta) versus deformação relativa.00 x 10–5 e . Ttriângulo Mineiro MG ona de casa lava dois copos de materiais diferentes e.00 x 10–5 GABARITO 60. logo em seguida. em C–1? a) 1.Termologia. marcado obre a curva da figura c. dada por σ = E Lo módulo de ela tici dade ou módulo de Young. e) era igual à temperatura ambiente. só voltando para buscá lo mais tarde. Dentre as muitas explicações possíveis para esse fato. 59. é deformada pela ação de uma força de tração F. Logo após o abastecimento deixou o carro no mesmo local. UFR RJ Pela manhã. UFPE O gráfico abaixo apresenta a variação do comprimento L de uma barra metálica. em que a constante E é conhecida como e deformação relativa.00. com temperatura de 10 C. Depois de algum tempo em que a temperatura ambiente permanece constante. ela nota que eles estão presos e não consegue separá los. que o tanque dilatou e que a gasolina custou R$ 1.00 x 10–5 d) 4. = . Sabendo se que o combustível extravasou.10 o litro.00 x 10–5 c) 3. b) Qual a porc entagem de alongamento da barra no ponto em que ela atinge o rompimento? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . aplicada conforme mostrado na igura b.00 x 10–5 b) 2. de comprimento inicial L0 e área de seção reta A (ve r figura a). Qual o coefic iente de dilatação linear da barra. dilatação e tran mi ão de calor Avançar ¦ © © ¦ © ©   ©© §   © ©© ©   © ¦ ¦ © ©   © ¦ .

mai rápido cozinhará. coex i tem a fa e líquida e ólida do chumbo. U. ( ) No proce o de olidificação. para manter ua temperatura de ebulição e ceder energia para o macarrão e para o mei o ambiente.e novamente. o grau de a gitação molecular tende a permanecer con tante. 16. e e ju tifica pela evaporação. ( ) Quando colocamo um ovo para cozinhar. A partir de a fa e. ( ) O aumento de temperatura que a água ofre ao pa ar po r um chuveiro elétrico funcionando adequadamente e deve à pa agem da corrente elétri ca pela água. 02 . ( ) Durante a olidificação. que go ta de pe car. de acordo com a receita para 500 g de macarrão ão nece ário . A argumentação apre entada é pro cedente. a cau a de e aquecimento é a conver ão de energia lumino a em energia tér mica. Dê.e fazê-lo em ba tante água – não meno do que um litro de água para cada 100 g – e omente p o macarrão na água quando e ta e tiver fervendo. da temperatura inicial e do calor e pecífico do macarrão. con eqüentemente. A im. i o e deve ao fato de que o metai ão mai frio que a madeira . dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © ©© © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © ©© ©© © © © ©© © © ©© © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © . expo ta à radiação olar direta durante algum tempo. o macarrão recebe calor e ua temperatura aume nta até ficar em equilíbrio térmico com a água. O macarrão cozinha tão rapidamente em 1 litro como em 5 litro de água. 08. 5 litro de água. UFSC Recomendam algun livro de culinária que.14 61. pelo meno . ( ) Quando uma garrafa de vidro tran parente conte ndo água é colocada ao ar livre. perdendo calor para o ambiente. ao e cozinhar macarrão. atravé da panela . a oma da alternativa correta . ( ) No interior do Paí é muito comum a utilização de moringa . A capacidade térmica do macarrão varia com a quantidade de água u ada no cozimento. Católica-DF A energia térmica. poi a t emperatura máxima de cozimento erá 100ºC. em muito rigor denominada genericamente calor. A quantidade de calor que deverá er cedida pela água fervente para o macarrão atingir a temperatura de equilíbrio depende da ma a. Depoi de derretido. deve. o ovo e a quece devido à tran ferência de calor da água para ele. Quanto maior a quantidade de água ferv ente na panela. a alegação do u uário é que ela mantêm a água fre quinha. poi a capacidade térmica da água não depende da ma a. o que importa é a temperatura e não a ma a da água. ou bilha d’á . IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 62. feita de barro. co tuma moldar eu próprio chumbo de pe caria. pode er tran f erida de um corpo a outro de vária forma . a temperatu a inferior à do ambiente. 64. predominantemente por meio do proce o de condução térmica. em nece idade de geladeira. 04. Ao er colocado na água fervente. uma pe oa ju lga (ao contato do pé nu ) que o chão de madeira do quarto apre enta temperatura uperior à da maçaneta metálica (ao toque da mão). UFMT Caju. imer o em água quente. 32. ( ) O chumbo cede calor para o ambiente e olidifica . e creva V para a afirmativa v erdadeira ou F para a afirmativa fal a . a águ e aquece. A e e re peito. em uma panela de tampada em Florianópoli . ( ) Durante a olidificação. Para o cozimento d o macarrão. ( ) Quando e levanta. o chumbo líquido é colocado dentro de uma forma. julgue a propo içõe . coloca um pedaço de cano de chumbo dentro de uma lata e deixa-o por algum tempo na chama forte de um fogão . como re po ta. para que cozinhe rapidamente e fiqu e firme.Termologia. a umindo a forma de ejada. 63. a temperatur a do chumbo varia. podendo provocar variado efeito no corpo que a recebem ou perdem. A água ganha calor da chama do fogão. A re peito do a unto a inale a( ) propo ição(õe ) correta( ) : 01. Para fazer i o. maior erá a quantidade de calor que poderá er cedida ao macarrão e.

a OMS de taca que inai emitido p or e te aparelho con eguem penetrar em até 1 cm no tecido humano . e time o tempo total de conver ação nece ário para que um u uário de 60 kg tenha um acré cimo de temperatura de 1ºC. Depoi de vár ia mediçõe . ão feita a eguinte afirmaçõe : I. é correto afirmar: ( ) A temperatura de fu ão do e tanho é 232ºC. O inai emitido pelo celulare têm. II. d) c alor e pecífico. o e tanho não ab orve calor. 65. num recipiente que contém um termômetro e o aquece ob pre ão con tante. o pedaço de e tanho ab orvem uma quantida de de calor igual a 20. UFPR Um e tudante coloca pedaço de e tanho. ( ) Suponha que a capacidade calorífica do pedaço de e tanho eja igual a 100 cal/ ºC. Con idere que apena 50% da ene rgia emitida pelo celular eja re pon ável pelo referido aumento de temperatura (1 cal = 4. PUC-RJ A Organização Mundial de Saúde (O MS) divulgou recentemente um relatório obre o impacto na aúde humana da radiação emiti da pelo telefone celulare . I II. c) II e IV e tão correta . A quantidade de calor cedida ou recebida é o quociente entre a capacidade térmica e a variação de temperatura.Termologia. provocando um corre pondente aumento da temperatura do corpo. pode. ( ) Entre 100 e 200 do início da experiência. Capacidade térmica é o quociente entre a ma a do corpo e o calor e pecífico. ( ) Entre 100 e 20 0 do início da experiência. Ne te relatório. b) I e III e tão correta . ( ) A temperatura do e tanho no in tante 300 do início d a experiência é igual a 673 K. provocando mudança de fa e. UFR-RJ Sobre calorimetria de uma dada ub tância.4 W e ó ão gerado enquanto o u uário fala a telefone. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © . Calor en ível é o calor cedido ou ab orvido. c) do caminho livre médio. O calor e pecífico da água vale 1 cal/g.64. Sobre a afirmativa acima. Calor latente é o calor cedido ou ab orvido. o e tanho e apre enta totalmente no e tado líquido. Então. o e tudante elabora o gráfico mo trado abaixo. que repre enta a tempera tura do e tanho em função do tempo de aquecimento. 67. Com ba e no enunciado e no gráfico . 15 GABARITO 68. em média. e) II. Con iderando que o corpo huma no é formado ba icamente por água.7 kcal. III e IV e tão correta . d) da velocidade máxima da molécula .ºC. UFSE A temperatura ab oluta de um gá perfeito é uma indicação direta : a) da quantidade de movimento média da molécula . b) condutividade térmica. no primeiro 100 da experiência. IV. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . b) da energia cinética média da mo lécula .e afirmar que: a) I e I I e tão correta . podem te r o(a) me mo(a): a) capacidade térmica. uma potência de 0.2 J). provocando apena variação de tempera tura. e) do número de molécula por centímetro cúbico. que e tão a uma temperatura de 25ºC. UFRN Quantidade de ma a diferente de água pura e óleo comum de cozinha (amba na me ma condiçõe de pre ão e temperatura). d) III e IV e tão correta . c) den idade. 66.

dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © © © © © ©© © ©© © ©© ©© © © © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © ©© © © © © © © © ©© © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © . quando não uficientemente quente para ferver ob pre ão normal. Dê. ele vira gá . E a mudança ocorre a uma determinada temperatura. normalmente 0ºC. mai baixo erá o eu ponto de fu ão. ( ) No interior da panela de pre ão de u o domé tico. a pa agem para a fa e ga o a aconteceu entre o in tant e t4 e t5. e a água não con titui uma exceção. gá e a té atingir o e tado de pla ma. como re po ta. pode entrar em ebulição ao er reduzida a pre ão ambiente. é chama o Calor Latente. preenche de modo corr eto a lacuna do texto acima. a oma da alternativa correta . ca minhou durante uma hora. ( ) Quando e aquece um ólido uficientem ente. ( ) Aquecido. ou e ta em gá . quando o gá é aquecido uficientemente. entre o in tante t1 e t2 . UFMT Ob erve o gráfico a eguir. 16. ordenadamente. a inale a alternativa que. para pa ar da fa e líquida para a fa e ga o a.69. 08. a fa e líquida aconteceu entre o in tante t2 e t3. ( ) O calor nece ário para tran formar gelo em água líquida. 0 2. a ub tância recebeu 500 cal entre o in tant e t3 e t4. ( ) Quanto maior for a pre ão que atua ob re um ólido. além de executar ua atividade regulare . 71. julgue a afirmativa . e a pe oa. de modo que o quarto e tado é o mai energizado d e todo . 70. quando e e quenta uficientemente e e líquido. a água e mantém líquida até 00ºC. a ub tância pa ou da fa e ólida para a fa e líquida e recebeu 250 cal. Em cada uma de a pa agen . Mackenzie-SP Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido. Num determinado dia. o gelo pode e tran formar em água líquida. UERJ Suponha que uma pe oa preci e de 2400 kcal/dia para uprir ua nece idade de energia . ( ) ua. a) aparente — real — oma — aparente b) real — aparente — oma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — apare aparente — real — diferença — real 16 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A dilatação ________________ do líquido é dada ela ________________ da dilatação do fra co e da dilatação ________________ . a matéria em que tão ganha energia.5 cal/gºC. que mo tra a evolução temporal da temper atura de 5 g de uma ub tância cujo calor e pecífico é de 0. é equivalente a: a) 2480 b) 2520 c) 2600 d) 2640 72. Sobre o e tado fí ico da água. vira pla ma. a água pode exi tir como ólido. a ub tância ofreu dua mudança de fa e. UFMT Como a maioria da ub tância . Sob pre ão normal. líquido. o alimento é cozido rapidamente porque a alta pre ão permite que a temperatura da água e mante nha acima do eu ponto de ebulição normal. é correto afirmar que: 01. A energia ga ta ne a caminhada é a me ma nece ária para p roduzir um aumento de temperatura de 80ºC em 3 kg de água. no me mo dia. a parte que tran borda repre enta ua dilatação ________________ . ele vira líquido. Com relação à latação do líquido . E a ub tância pre ci a receber 50 cal/ g para pa ar do e tado ólido para o e tado líquido e 100 cal/ g para pa ar do e tado líquido para o e tado de gá .Termologia. A nece idade de energia de a pe oa. 04. Con idere o calor e pecífic o da água igual a 1 cal/gºC. Com ba e no gráfico e na inform açõe dada acima. em kcal.

.).e a e cala Kelvin. a) Se uma pe oa bebe 3. p.: Supor o calor específico do sangue igual ao calor específico da água. UFRS Calor é ab orvido por uma amo tra de certa ub tância. é igual a: 01) 35000 02) 3500 03) 350 04) 35 05 ) 3. A linha vertical que aparece no gráfico entre os pontos B e C indica que nessa etap a a amostra sofre uma mudança de estado.73.. o i tema atinge o equilíbrio térmico a 75 ºC. III. Acre centando. I. Quais estão corretas? a) Apenas I.Termologia. à temperatura de 80 ºC. Magno Urbano de & Carvalho. em unidade arbitrária . Em eu e tado natural mai comum. c) Apenas III d) Apenas I e III. num organismo humano libera 9300 calorias.e ao calorímetro 100 g de outro líquido . quanto de gordura deve ser metabolizado para fornecer o calor necessário para elevar a temperatura do sangue da temperatura ambiente (25°C) até a t emperatura de nosso corpo (37°C)? Obs. determin o valor de x. O gráfico abaixo repre enta. 76. Química. sendo menor na etapa entre A e B. 1998. 0. ma que a ume a cor azul-e verdeada em lugare profundo . ólido e ga o o obre 73% do plan eta (. o calor (Q) ab orvido pela amo tra.65g d) 68g b) 6. dilatação e transmissão de calor Avançar © © ©© © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © ©© ©© © © © © © © © © . Salvador-BA No interior de um calorímetro ideal. Se o nosso corpo possu i 5300g de sangue. e o eu calor e pecífico é de 1cal/gºC (.5 02) 1 03) 2 04) 5 05) 10 74. Po ui um a den idade máxima de 1g/cm3 a 4ºC. L2. FEI-SP A oxidação de 1g de gordura. II. Sabendo..). b) Apena s II. 17 O valor de Dq. em grama . 75.. em co ndiçõe na quai ua ma a é mantida con tante e é nulo o trabalho realizado pela amo t ra.10–2 cal/gºC. Ana lise as seguintes afirmações. São Paulo: IBEP. em abor e em cheiro.à temperatura de 15 ºC. a ma a de água ingerida diari amente por e a pe oa. O calor específico da substância tem valor crescente tanto na etapa entre A e B como na etapa entre C e D.5 litro de água a 4ºC por dia.e 300 g de um líq uido. referentes a esse gráfico.e que o calor e pecífico de L 1 é igual a 1 cal/gºC e o de L2 é igual a x. 224-5. Antônio. O calor específico da substânc ia tem um valor constante na etapa entre A e B e outro valor constante na etapa entre C e D.5 kg de água apre enta uma variação de temperatura Dq. é um líquido tran parente.8g e) nenhuma das anteriores c) 65g IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UESC-BA A água e tá difundida na natureza no e tado líquido.5 b) Utilizando. o valor da temperatura na qual a água po ui den idade máxima é igual a: 01) 180 02) 212 03) 269 04) 277 05) 378 c) Ao receber 1kcal de energia térmica. e) Apenas II e III. Macedo. é igual a: 01) 0. encontram. a) 0. U. em ºC. como função da variação de temperatura (∆T) que este calor provoca na mesma. L1.

a partir de uma temperatura inicial fixa.. III........... concl ui-se que o calor específico do material de que ele é feito vale: a) 0... II. é a temperatura de ebulição da água. O calor específico do material no estado líquido é 0. A alternativa que completa corretamente as lacu nas das frases é: a) menor – grande – maior – convecção b) menor – pequeno – maior – radiaç – pequeno – igual – convecção d) maior – pequeno – menor – radiação e) maior – grande – me IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .. O material passa para o estado gasoso a 500ºC.. e duran te a noite sofre uma grande redução. dilatação e transmissão de calor Avançar .. U...8 cal/g ºC 78. 02.4 cal/g ºC d) 1 .....Termologia.. Durante o dia a temperatura no deserto é muito elevada.6 cal/g ºC e) 1....5 cal/gºC. a soma das alternativas corretas.. 04.. Dê. A transferência de calor do Sol para a Terra é feita p elo processo de .. Q uanto maior a altitude... Uma roupa escura absorve .77... de um determinado material. 79. mediu-se a quantidade de calor Q (em calorias) que ele absorvia para atingir diferentes temperaturas T (em graus Celsius).103 cal/ºC. IV. quantidade de radiação que uma roupa clara........ O calor específico do material no estado sólido é 200 cal/gºC.. I..2 cal/g ºC c) 0.. Isso ocorre em virtude do . e a quantidade de calor absorvido pelo mesmo.. O calor latente de fu são do material é 800 cal/g.. Com base nesse gráfico. UFPB Para uma análise das propriedades térmicas deum sólido..E.0 cal/g ºC b) 0. como resposta.. calor específico da areia.. Sabendo-se que a massa do sólido vale 50 g... menor é a pressão atmosférica e . 18 01... 16. FURG-RS Selecione a alternativa que complete corretamente as frases abaixo... assinale o que for correto.. inicialmente no estado sólido. Os resultados es tão apresentados no gráfico ao lado. A capacidade térmica do material é 8. 08... Ponta Grossa-PR O gráfico abaixo representa a relação entre a variação de tempera tura de um corpo de 200 g de massa.

em calorias. então o instante T do gráfico. e constrói o gráfico ao lado.0 cal/gºC.3 . Católica-GO Um ebulidor (aparelho elétrico para ferver água). ao longo da ex periência.3 .Termologia. Sendo o calor específico da água igual a 1. é utilizado para aquecer 2 kg de água.3 . a partir da temperatur a de 27ºC Ele anota os dados da variação da temperatura em função do tempo. em joules. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde. b) transferência de calor por conduçã transferência de calor por irradiação. em segundo s. 102 c) 9. 84. dilatação e transmissão de calor Avançar . Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. d) correntes de convecção em um líquido. 85. U. o do metal. utilizando uma fonte térmica de potênci a eficaz igual a 100 W. Unifor-CE Uma fonte térmica fornece calor com potência constante.13 J /gºC e calor latente de fusão igual a 25 J/ g.68 × 10–1m de altu ra e desliza até atingir a base do calorímetro. O cabo da colher.50 b) 0. 103 e) 6.0 min. 102 d) 2. Esta situação é um exemplo típico de: a) transferência de calor p r convecção. nas mesmas unidades . e a energia total consumida. de 20 ºC até 50 ºC. Um bloco de gelo.20 e) 0. 103 Dados: Calor específico do gelo = 0. Ao fi nal de 5 minutos.80. Univali-SC Você certamente já deve ter queimado os dedos ao tentar s egurar uma colher de alumínio parcialmente mergulhada em uma panela que continha c há ou café bem quente. Ela aquece 100 g de água.°C . é abandonado a 1. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFRJ Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes incl inada como mostra a figura. 81. Se o chumbo tem calor específico igual a 0.5 . vale: a) 3. também aquece. vale: a) 0. de potência igual a 420 W. O calor J específico da água é igual a 4200 kg. correspondem.10 19 82. quando pára.36 × 105 J/kg e considerando g = 10 m/s2. Unifor-CE Um calorímetro de capacidade térmica 11 cal/ºC contém 20 g de gelo. a p artir da temperatura ambiente.30 d) 0. em 3. respectivamente. 102 b) 6. mesmo não estando em contato direto com o líqui do quente. de 25 ºC a 40 ºC. O calo r necessário para aquecer o sistema de 270 K a 300 K.40 c) 0. ela gasta 45 s.0 cal/gºC 83. a 0ºC. sem perdas. realiza uma experiência para determinar a quantidade de en ergia necessária para fundir completamente 100 g de chumbo. pode-se afirmar que: a água deverá ter elevad o sua temperatura em 15 ºC. a: a) 25 e 2500 b) 39 e 3900 c) 25 e 5200 d) 39 e 6400 e) não ocorre transferência de calo r.50 cal/gºC Calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g Calor específico da água = 1.3 . UERJ Um técnico. Para aquecer 250 g de um metal. admitindo-se que toda a energia liberada pelo ebulidor tenha s ido transferida para a água.

independentemente de sua cor. em um dia sem nebulosidade.4 . de cor branca. em seguida. em cal/gºC.075 c) 0. a curva de variação da temperatura da água no seu interior em f unção do tempo teria seus pontos entre as duas curvas apresentadas no gráfico acima.86. 103 a) 4. as latas. UnB-DF No experimento ilustrado na figura ao lado. 102 c) 2.190 d) 0. 103 Dados: Calor específico da água = 1. foi.0 cal/gºC Calor latente de fu são do gelo = 80 cal/g Calor específico do gelo = 0. No equilíbrio térmico ficam 6.50 cal/gºC IMPRIMIR Voltar FÍSICA .050 88 .Termologia. GABARITO 87. de 400 g de uma su bstância cuja relação entre a temperatura (T) em função da quantidade de calor absorvida ( Q) está expressa no gráfico ao lado: a) 0. as duas latas foram expostas ao Sol.800 b) 0. 20 Com o auxilio das informações apresentadas e considerando o calor específico da água igu al a 1 kcal/(kg ºC). As variações da temperatura da água em função do tempo enco am-se registradas no gráfico abaixo. 0 . Primeiramente. cada uma com 1 kg de água armazenado em seu interior e munid a de termômetro que permitia medir a temperatura da água. uma equipe de alunos usou duas latas fechadas. UFSE Misturam-se 100 g de água a 20 ºC com 30 g de gelo a – 5. exceto por ter sido polida externamente até que se tivesse uma superfíc ie prateada espelhada. ( ) O valor da máxi ma energia térmica absorvida pela água no interior da lata preta durante a experimen tação é maior que 19 kcal.0 . e. dilatação e transmissão de calor Avançar . julgue os itens que se seguem. A quantidade de calor que o gelo recebeu. Itajubá-MG Calcular o calor específico sensível. ( ) Se uma terceira lata fosse acrescentada à experiência nas m esmas condições. aproximadamente: d) 2. F. 10 e) 2. ( ) Estando sob a sombra de um a árvore.M. em calorias. 104 4 b) 2.8 .4 .0 g de gelo flutuando na água. ( ) A máxima diferença de temperatura entre a água no interior da lata preta e a água no interior da lata branca foi maior que 20ºC.500 e) 1. absorverão as mesmas quantidades d e energia luminosa. rec olhidas à sombra de uma árvore.0 ºC. Uma das latas foi pintada externamente com tinta de cor preta e a outra.

A radiação é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem no vácuo. pode-se afirmar que a temperatura indicada pelo termômetro T. saindo do sistema (através de C). Quais estão correta s? a) Apenas I.Termologia. O leite entra no sist ema (através de A). II. é aproximadamente de: a) 20°C b) 25°C c) 60°C d) 65°C e) 75°C 90. c) II e III somente. É(são) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) I e II somente.89. Para isso. c) Apenas II I. por alguns segundos. e) I. b) I e III somente. Fuvest-SP O processo de pasteurização do leite consiste em aquecê-lo a altas tempe raturas. passando por três etapas: I. em cal/ºC. uma geladeira com porta aberta para diminuir a temperatura média da cozinha. quando aquecido por uma fonte de fluxo constante de 90 calorias por minuto. d) Apenas I e II. Com essa temperatura. e) Apenas II e III. III. que monitora a temperatura do leite na saída de B. 92. Durante a fusão e a vaporização de uma substância. II. a 20°C. II. em cal/gºC. Cefet-PR Considere as afirmativas abaixo: I. a en ergia interna aumenta. Quando 1 kg de água à 100ºC se tra nsforma em vapor de água sem alteração de temperatura e sob pressão atmosférica normal. b) a capacidade térmica do corpo. deixa-se fu ncionar. e supondo que o sistema seja bem isolado termicamente. e resfriálo em seguida. Num dia de muito calor. determine: a) o calor específico do corpo. em fluxo constante. A convecção é um processo de transferência de energia que ocorre em meios fluidos. o leite percorre um sistema. III. UFR-RJ O gráfico abaixo mostra como a temperatura de um corpo varia em função do tempo. II e III. III. b) Apenas II. Em condições de funcionamento estáveis. em uma cozinha fechada. através da resistência R. UFRS A seg são feitas três afirmações sobre processos termodinâmicos envolvendo transferência de ener ia de um corpo para outro. sendo aquecido (no trocador de calor B) pelo leite que já f oi pasteurizado e está saindo do sistema. 21 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) I somente. Novamente em B. o l eite retorna a B. A condução é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem à mesma temperatura. 91. completa-se o aqueciment o do leite. I. Em seguida. Sendo a mas sa do corpo igual a 100 g. o sistema recebe calor e realiza trabalho. a 5°C. dilatação e transmissão de calor Avançar . o leite quente é resfriado pelo leite frio que entra por A. até que ele atinja 80°C.

em calor ias. Em seguida. Nestas circunstâncias. recebe calor na razão de 1000 calorias por minuto. Supondo haver troca de calor apenas entre os líquidos. qual a temperatura de equilíbrio deste sistema. Esse fenômeno pode ser ilustrado no diagrama de esta do da água. e sendo V1 = 3V2. c) III para IV. em cal/g. um bloco de gelo de 500 g a 0ºC é também colo ado dentro do calorímetro.93. UFSE O gráfico representa a quantidade de calor absorvida pelos corpos X e Y e m função da temperatura desses mesmos corpos. UFSE O gráfico representa a temperatura de um corpo de massa 200 g que. o corpo X cedeu para o corpo Y uma quantidade de calor. dilatação e transmissão de calor Avançar . iguais a 16ºC e 64ºC. respecti vamente. contém 200 g de água a 50ºC. qual a temperatura que se es tabelece no equilíbrio térmico? 97.Termologia. igual a: a) 10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 100 94. O corpo X a 65ºC foi colocado em contato com corpo Y a 40ºC até entrarem em equilíbrio térmico. m seu interior é introduzido um bloco de ferro com massa de 200 g a 50ºC. d) I para V. igual a: a) 30 b) 40 c) 50 d) 70 e) 90 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Supondo que somente há troca de ca lor entre eles. UFR-RJ Dois recipientes com volumes V1 e V2 de água. e) II para III. GABARITO 95. O calor es pecífico do ferro é 0. em ºC? a) 0 b) 10 c) 20 d) 30 e) 40 96. inicia lmente no estado sólido. O volume de água V1 é misturado a V2. de capacidade térmica desprezível. O calor específico da água é de 1 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g. Cefet-PR A geada é um fenômeno que ocorre durante a estação fria no Sul do Brasil. Unirio Um calorímetro. Não há trocas de calor com o ambiente.11 cal/gºC. têm temperaturas. O Calor latente de fusão do material que constitui esse corpo é. na transformação de: 22 a) I para II. b) V para IV.

d) uma ga afa de bebida isotônica – 473 mL (113 kcal). é correto afirm r: 01. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . já que isso obrigari a seu corpo a ceder calor para a água até que esta atingisse a temperatura de 36. à temperatura T0. após certo tempo. ocorre a maior variação de temperatura. 08 . 02.E. a ene gia fo necida po : a) uma latinha de ef ige ante light – 350 mL (2. Pode se afirmar corretamente que: 01. à temperatura T. a uma tempe atu a de 6. 100. e com calores específicos CA e CB diferentes entre si e co nstantes no intervalo de temperatura considerado. de massas iguais. O aumento da tempera tura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. A e B. como resposta. e) um hambú gue . sendo θA > θB. UFBA Conside em-se dois co pos. ( Conside e o calo específico da água = 1 cal/g°C e sua densidade = 1 g/mL. 8 copos de 250 mL de água. uma aluna concluiu que.5 kcal). Maringá-PR O coeficiente linear de expansão térmica (coeficiente de dilatação) d e um material é dado pela e uação: GABARITO α= n qu l 1 0 ∆L L ∆T L0 é o comprimento do material. Dê. L é o comprimen do material. uma po ção de batata f ita e um ef ige ante de 300 mL (530 kcal). Nessas condições. com tempe atu as i niciais θA e θB. como respost . ∆L = L − L0. Em relação ao centro de massa.5°C. Colocados em um calorímetro idea l. o gráfico L x T é um t cujo coeficiente ngul r é αL0. Dê. Conside ando que ela beba.98.) 23 99. ∆L é diretamente proporcional a ∆T. 04. c A θ A + c Bθ B . ap oxi madamente. a ene rgia cinética média das moléculas de B é maior do ue a de A. já que água “não tem caloria”. Vunesp Após assistir a uma aula sobre calorimetria. pa ra emagrecer sem fazer muito esforço. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo coeficiente angular é αL0. atingem o e uilíbrio térmico. a quantidade de calo total que o co po cede á à água pa a eleva a sua tempe atu a até 36. Depois. A energia cedida por A é igual à energia recebida por B.Termologi . A temperatura de e uilíbrio é igual a cA + cB 16. esta água seria eliminada levando consigo toda essa energia e sem fornecer nenhuma energia para o corpo. U. 08. c) t ês biscoitos do t ipo água e sal – 18g (75 kcal). bastaria tomar água gelada. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo eficiente linear é nulo. α é um const nte dimension l. 1 o gráfico L x T é um ret cujo coeficiente line r é L0(1 − αT0). dil t ção e tr nsmissão de c lor Av nç r ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¢ ¨ ¡ ¦ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¢ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . n um dia. 02. No corpo de maio r capacidade térmica. som d s ltern tiv s corret s .5°C. ∆T = T − T0.5°C equivale. a soma da s alternativas corretas. 32. b) uma caixinha de água de coco – 300 mL (60 kcal). A e B . 04.

e) O estudante está errado. isto é. o vidro l se romperá.Termologia. Um d s qu ntid des tem m ss m e temper tur T. 103. um intern mente e outr extern mente. A mesa de madeira sempre estará mais ria do que a de metal. com temperatura constante. 102. b) O estudante está correto. mbos se romp erão. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da madeira. Sendo (αt) menor que (αv). U. m ss 2 m e temper tur 3T/2 . U. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Pont Gross -PR A figur o l do mostr dois fr scos de vidro ( l e 2) . o vidro l se romperá. 01. porque: a) a madeira está sempre acima da temperatura am biente. 04. onde a e b são constantes. mas a mesa de metal parece mais ria do que a de ma deira devido ao ato da condutividade térmica do metal ser menor do que a da madei ra. Viçosa-MG Uma mesa de madeira e uma de metal são colocadas em uma mesma sa la echada. um estudante entra na sala e coloca uma das mãos na mesa de madeira e a outra na de metal. e outr . e à temperatura ambiente de 25ºC. e consider ndo que (αv) é o coeficiente de exp nsão dos dois vidros e que (αt) é o coeficiente de exp nsão d s du s t mp s. Santa Úrsula-RJ Ao contato da mão. As du s t mp s estão plen mente just d s os fr scos. ) C lcule temper tur fin l d mistur . devido ao ato da condutividade térmica do metal ser maior do que a da madeira. d) O estudante está errado. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. 02.F. que é diferente do vid ro. As duas mesas estão à mesma temperatura mas a mesa de metal parece mais ria do que a de madeira. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da mad eira.E. mbos com t mp s de um mesmo m teri l indeformável. A condutividade térmica do metal é menor do que a da madeira e p ortanto. o vidro 2 se romperá. Sendo (αt) m ior qu e (αv). nesse caso. No que respeit à dil t bilid de desses m teri is. que a mesa de metal está mais ria do que a mesa de madeira. b) C lcule r zão entre os módulos d s v ri ções de temper tur d m ss menor em rel ção o d m ss m ior. Sen do (αt) menor que (αv). O estudan te a irma. mas isto só poderá ser veri icado com o uso de um termômetro p reciso. se diminuirmos temper tur dos dois conjuntos.101. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. Sendo (αt) m ior que (αv). e) a capacidade térmica do mármore tem valores muito di erentes para pequenas variações de temperatura. dilatação e transmissão de calor Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡  . Qu lquer que sej v ri ção que submetermos os dois conju ntos. a uma temperatura menor do que esta. Em relação a esta a irmação pode-se dizer: a) O es tudante está correto. 08. A condutividade térmica do metal é maior do que a d a madeira e portanto. n d ocorrerá com os fr scos e com s t mp s. o mármore parece ma is rio do que a madeira. d) a madeira possui maior condutibilidade térmica do que o mármore. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. U . Depois de alguns dias. c) O estudante está errado. 24 GABARITO 104. As duas mesas estão à mesma temperatura. nesse caso. v zios. ssin le o que for correto. UFRJ Du s qu ntid des dif erentes de um mesm substânci líquid são mistur d s em um c lorímetro ide l. c) o calor da mão se escoa rapi damente para o mármore em virtude da grande condutibilidade térmica desse material. medid s em um no v esc l de temper tur definid por Tφ = aT + b. então. b) o mármore não alcança a temperatura ambiente. 16.

Suponha que a régua tenha sido colocada e m um local cuja temperatura é 120ºC. mostra as principais caracte rísticas do objeto: parede dupla de vidro (com vácuo entre as duas partes). O coe iciente de dilatação super i cial é igual a duas vezes o coe iciente de dilatação linear. que pe manece igual a 0 C. que o “simpático” u so da figu a tente ga anti sua efeição.0935 cm e) 0. Os corpos ocos se dilatam de orma di erente da dos corpos maciços.088 cm b) 0. 04. curva-se para o lado da lâmina de menor coe iciente de dilatação linear. a variação do comprimento da régua é: a) 0. Considerando o coe iciente de dilatação térmica linea r do aço 11 x 10–6 ºC–1. a água dimin i de volume e. Dê. tampa de material isolante térmico e revestimento externo protetor. U. que representa. como resposta.E. c) as t rocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas pelas super ícies e pelhadas e as trocas de calor por convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as pared es. A fo mação dessa camada de gelo na supe fície do lago. que atinge densidade máxima à tempe atu a de 4 C. Uma lâmina bimetálica. 02. Londrina-PR Uma régua de aço. d) à tempe atu a de solidificação da água. 107. UFRN A igura ao lado. independ ente da p essão a que ela está submetida. c) à g ande condutividade té mica do gelo. deve-se: a) à dilat ação i egula da água. um corte transversal de uma garra a térmica. que cede g andes quantidades de calo ao passa ao estado sólido. b) ao elevado cal específico da água.0055 cm c) 5 cm d) 0. De 0ºC a 4ºC. esquemati camente. 16. A garra a térmica mantém a temperatura de seu conteúdo praticamente constante por algum tempo. 01.123 cm 106.F. Um comportamento especí ico des sa importante substância garante. Um relógio de pêndulo atrasa quando so r e um aumento de temperatura.0 cm de largura à temperatura de 20ºC. 08.105. consequentemente. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta     ¨  ¨   ¨   ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨  ¨ ¨     ¨  ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .E. e) ao elevado calo latente de solidificação d a água. tem 80 cm de compriment o e 5. 108. U. sua densidade aumenta. U. Ponta Grossa-PR Sobre o enômeno ísico da d ilatação térmica. quando aquecida. que pe mite ao sol continua a aquece a ág ua do lago. Isso ocorre porque: a) as trocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas e calor por convecção são reduzidas devido às super ícies espelhadas. abaixo da camada de g elo. pe mitin do que a fauna e a flo a pe maneçam vivas em seu inte io líquido. apanhando o peixinho que nada em um lago. 25 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . de orma retangular. super ície s interna e externa espelhadas. que cede g andes quantidades de calo ao sof e esf iamento. por exemplo. b) as trocas de calo r com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido às super ícies espelhada as trocas de calor por radiação são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes.Te mologia. assinale o que or correto. a soma das alternativas corretas. Pelotas-RS Todos sabemos que é essencial a presença de água p ara assegurar a existência de vida em nosso planeta. Física e Realidade. d) as trocas de calor com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas de calor por radiação são reduzidas pelas super íci es espelhadas.

c) dilatação anômala. e está a uma tempe atu a de 10 C. b) diminui continuamente. FURG-RS As moléculas da água no estado c istalino (gelo) se o ganizam em est utu as hexagonais com g andes espaços vazios. o líquido não pe de calo pa a o ambiente at avés de adiação elet omagnética. III. 26 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . c) pe manece inalte ado. b) evapo ação. Ao oco e a fusão. O aumento do comp imento de uma haste metálica é di etament e p opo cional ao seu comp imento inicial. b) As faces espelhadas da pa ede inte n a impedem totalmente a p opagação do calo po condução. Como se explica o fato de que a tempe atu a de um fluído no inte io da ga afa mantém-se quase que inalte ad a du ante um longo pe íodo de tempo? a) A tempe atu a só pe manece á inalte ada. impedindo. A chapa é aqu ecida até uma tempe atu a de 50 C. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d ) aumenta e depois diminui. Uni io A figu a ao lado ep esenta um co te t ansve sal numa ga afa té mica he meticamente fechada. Enquanto oco e o aquecimento. se o líquido estive com uma baixa tempe atu a.109. Ela é constituída po duas pa edes. ao se aqu ecida. d) Devido à existência de vácuo ent des.Te mologia. O texto acima explica o conceito de: a) calo especifico. PUC-PR Sob e a dilatação té mica dos co pos. a) Somente a afi mativa I é ve dadei a. O aumento na densidade oco e inclusive na fase líquida. b) Somente a afi mativa II é ve dadei a. o fu o diminui. e) diminui e depois aumenta. e a egião de vácuo evita a p opagação do calo at avés da condução e convecção. ela eflete o calo que chega po i adiação. essas est utu as são ompidas e as moléculas se ap oximam umas das out as. semp e diminui de volume. 112. d) As afi mativas II e III são ve dadei as. II. A pa ede inte na é espelhada em suas duas faces e ent e ela e a pa ede exte na existe uma egião com vácuo. po tanto. o diâmet o do o ifício : a) aumenta continuamente. c) Como a pa ede inte na é duplam ente espelhada. como most a a figu a. c) Somente a afi mativa III é ve dadei a. FURG-RS Uma chapa metálica te o ifício ci cula . é co eto afi ma : I. de 0 a 4 C. ocasionando edução no volume da substância. e) dilatação apa ente. toda e qual que p opagação de calo at avés dele. A água. e) As afi mativas I e III são ve dadei a s. 111. d) capacidade té mica. Quando uma chapa metálica com um fu o se dila ta. 110. e) Qual ue mate ial plástico é um isolante té mico pe feito.

5 vezes 47. b 37. c 56. Quando a lâmina bimetálica é submetida a uma va iação de tempe atu a.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . e 2. b 53. 18 9.6 • 105 J 50. d 31. e 18. b) 27°F 14. 23 28. a 6. 92 62. F – F – V 48. V – V – F – V – F 34. pois o coefiente de dilatação do chumbo é dife ente do coeficiente de dilatação do b onze 49. 21 46. a 27. 70 X 13. a 10. c 25. a 20.36 . dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ . 90g 38. a 8. – V – F 57. F – F – V – F – V 3. c 51. a) 1010N/m2 b) 20% de L0 61. F – V – V – F 30. c 3. 02 + 04 11. b 17. b 24. 1) c 2) c 55. a 41.Te mologia. V – V – V – V – V 52. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S Ã O D E C A L O R 1. 01 + 04 + 08 + 16 12. d 32 a 33. e 39. e 21. V – F – V – F – F 4. c 5. e 60. 10 5 7. e 40. a 59. a IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . V – V – F – V 22. pois os metais não se dilata ão igualmente. a) Q = 2205J b) t (°C) 30 1 G A B A R IT O 36. b 44.73 58. 10 5 Q (J) 10 205 2205 Q (J) b) E = 4. a) t (°C) 100 20 0 0 3.96 . V – F – V – V 64. a 35. R$ 0. b 43. 10 29. a 42. 01 26. A 7. d 23. a 15. b 19. 05 16. c 45. se á fo cu va -se. V – V – F 54. a) 15K.

F – F – V – F 87. 11 102. 01 + 02 + 08 + 16 2. c 110.1cal/gºC. d 86. d 83. d 105. a 106. c 76. 24 79. d 90. a 78. b 88. d 89. 350h 66. 25 75. b 77. e 91. ∆m/m = 5 . V – V – V – F – V – V 70. b) 2 103. 01 + 08 = 09 100. a) 4/3T. b 84.Termologia. c Voltar FÍSICA . b 94. 62 101. c 111. b 80. c 104. dilatação e transmissão de calor Avançar . sim 85. a 68. V – F – V – F – V 69. a 96. b) 10cal/ºC 93. a 109. d 82. 29 107. b 67. 10–6 81. d 92. a 112. a 73. b 99. a) 0. d 108. c 95.2 IMPRIMIR G A B A R IT O 65. 28ºC 97. c 98. a) 02 b) 04 c) 03 74.

e) só pode estar em um determinado ponto da porção negativa desse eixo. d) densidade. ( ) Os gases reais podem ser considerados gase s perfeitos sempre que submetidos a grandes temperaturas e baixas pressões. b) deve coincidir com o ponto t = 0ºC. 1 2. d) deve estar em um ponto qualquer da porção negativa desse eixo .F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1. ocorre uma diminuição na média de colisões das moléculas de gás com as paredes da garraf . c) pode estar em qualque r ponto desse eixo. processo que consiste no transporte de energia térmica a través do deslocamento de camadas do material. começa a aumentar. o volume permanece constante. o que caracteriza uma transformação isovolumétrica. julgue os itens. ocorre nos fluídos (líquidos e gases). ( ) A equação pV = nRT descreve exatamente os c omportamentos dos gases em A e B. então. e) densidade. m as a pressão vai aumentando. é es e o princípio da inércia. Santa Maria-RS O gráfico do comportamento do volume de um gás ideal.F. mas de sentido oposto. é uma reta. A interseção do prolongamento des sa reta com o eixo das temperaturas: a) deve estar em um ponto qualquer da porção po sitiva desse eixo. trata-se de uma transformação isotérmica. densidade e pressão. ( ) Em A. c) temperatura. d) U ma transformação gasosa na qual a pressão p e a temperatura T varia e o volume V é mantido constante é chamada transformação isobár ica. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . devido à diferença de densidade entre e las.F. ( ) Na situação B. comprimindo-o. Santa Maria-RS As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mo l de gás ideal são: a) calor. 4. ( ) Em A.Termodinâmica Avançar . UFMT Considere as seguintes situações que ocorrem no laboratório de uma esco la: a) Uma garrafa bem arrolhada cheia de gás sulfídrico é tirada do armário e exposta a o Sol. UEM S Analise as afirmações e assinale a alternativa correta: a) A toda força de ação sempre c orresponde uma força de reação. U. b) temperatura. massa e volume. massa e calor. de mesma intensidade e direção. c) Convecção térmica. U. b) Um estudante despeja areia lent amente sobre o êmbolo de um cilindro que contém oxigênio. em função d a temperatura Celsius e à pressão constante. pressão e volume. pois o volume do gás varia i versamente à pressão exercida sobre ele. pressão e calor. 3. Sua temperatura. b) O trabalho realizado por uma força qualquer independe da trajetória. e) A energia interna de uma dada quantidade de um gás perfeito não é função exclusiva de sua temperatura. Em relação ao com portamento dos gases.

É aquecida a pressão con e até que sua temperatura atinja o valor 3T0. calibrada para ter uma pressão de 2 . 9. 02) temperatura e quantidade de cal or. FU RG-RS Uma certa quantidade de gás ideal.73 kg de oxigênio. U. UFR-RJ Uma máquina térmi ca opera entre duas temperaturas. podemos afirm ar que o volume final do gás será igual a: a) V0 /9 d) 3V0 b) V0 /3 e) 9V0 c) V0 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Vunes p Uma bexiga vazia tem volume desprezível. III. d) 2. a variação da energia interna sofrida por um gás é conseqüência do balanço energético entre as grandez s físicas: 01) quantidade de calor e trabalho.082 L. 1cal = 4. UESC-BA O equivalente mecânico do calor. é submetida á seguinte seqüência de transformações: I. é no mínimo de a) 4 J. isto é. e) será máximo. 8. c) nunca será inferior a 80%. existirão aproximada mente: (R = 0. necessariamente. se operar em ciclo de carnot. b) 40 J. Joule considerou que: 01) o aquecimento leva um sólido a dilatarse em todas as direções. 03) trabalho e pressão. 02) a absorção de calor produz. 7. 05) o calor é capaz de realizar trabalho mecân ico no interior de uma máquina térmica.46 kg de oxigênio. Após a apresentação.mol–1. 03) o calor e a energia mecânica têm a mesma natureza. b) 26 kg de oxigênio. UESC-BA Num processo termodinâmico. inicialmente a pressão P0.atm.0 • 10–3 m3. volume V0 e temp eratura T0. 04) volume e temperatura. d ) será máximo. Santa Úrsula-RJ O ar é uma mistura contendo aproximadamente 21% de oxigênio. c) 6. realizado contra a pressão atmosférica. 11. pode ser 100%.Termodinâmica Avançar . UER J Um equilibrista se apresenta sobre uma bola. refe re-se à relação entre as unidades de medida caloria e joule. à temperatura ambiente. d) 4000 J. 04) o calo r pode ser usado para produzir vapor. o seu volume pode atingir 4. II. se operar em ciclos. T1 e T2.K–1) a) 13 kg de oxigênio.0 atm a uma temperatura de 300 K. 05) pressão e volume. b) pode ser maior que 100%.5. c) 400 J. Pode-se afirmar que seu rendimento: a ) máximo. Calcule a pressão interna f inal da bola.0 — 105 Pa.18J. Ao final destes três processos. elevação da tempe atura de um corpo. É resfriada a volume constante até q ue a temperatura atinja o valor inicial T0. 10. e) 40000 J. 6. medido por James P Joule em 1843. É comprimida a temperatura consta nte até que atinja a pressão inicial P0. Em 5000 litros de ar a 27ºC e 2 atmosferas de pressão. Considere desprezível a variação no volume da bola.5 kg de oxigênio. cheia. e) 5. essa temperatura elevou-se par a 306 K. num lugar onde o seu valor é constante e vale 1. Para chegar à essa relação. O trabalho realizado pelo ar para encher essa bexiga.

A solução de torná-lo líquido trouxe outra dificuldade. Católica-DF Leia o texto a seguir. ( ) a pressão p e o volume V irão variar de tal modo que o produto pV permanece constante. exerc endo pressão P. Ponta Grossa-PR A figura ao lado mostra dois momentos de um cilindro me tálico dotado de um êmbolo. 02. O gás contido no sistema é v eículo para a realização de trabalho. 13.) De todas as possibilidades já imaginadas e testadas. 3 Com o auxílio do texto e considerando que as informações fornecidas referem-se à pressão n ormal (1 atm). trocada entre ele e a vizinhança. Dê. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: V 01) 0 4) 2V 4 V 02) 05) 4V 3 03) V IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .31 de março de 1999. a fonte alternativa de energia com mais chances de substituir a gasolina é o hidrogênio.Termodinâmica Avançar . isoladamente. a soma das alternativas correta s. UFGO Um gás ideal está encerrado em um cilindro provido de um êmbolo. em cujo interior se encontra um gás encerrado em equilíbrio. ( ) Tomando-se uma certa amost ra de hidrogênio nas condições normais de temperatura e pressão e iniciando-se um proces so de resfriamento isobárico para condensálo a 10 K a amostra ainda se encontra no e stado gasoso. U. No segundo momento. o aumento do volume do gás torna o trabalho nulo. U. como resposta. Sobre este evento. 16. Se o gás sofrer uma expansão rápida. 15. descreve o estado do sistem a. 0 4. Salvador-BA Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. ( ) a velocidade média das moléculas aumentará..12. U. ( ) sua energia in terna diminuirá. 14. As variáveis de estado (PVT) descrevem os estados de equilíbrio do sistema. Tanta energia.) Revista Veja . ( ) Sabendo que o cal or de combustão da gasolina é aproximadamente 11000 cal/g. (. só venc com muita pesquisa (o hidrogênio se liquefaz a 253 graus Celsius negativos). O calor. quase três vezes mais do que a gasolina ou o gás natural.. as sinale o que for correto. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade. foi um dos desafios que a tecnologia precisou vencer para conseguir armazená-lo com segurança. Também produz mui ta energia. quando a temperatura T. Se numa transformação. o hidrogênio já é usado para movimentar foguetes e ônibus espaciais (. 01. ( ) a quantidade de calor. analise as afirmações a seguir e escreva V para as verdadeiras ou F p ara as falsas..E. ( ) Uma forma de condensar o hidrogênio seria manter sua temper atura constante e diminuir a pressão a que ele está submetido. o gás recebe uma quantidade de calor Q. 08. O cal or e o trabalho descrevem as transformações do sistema. é correto afirmar que o cal or de combustão do hidrogênio é inferior a 20000 cal/g. ( ) A análise do texto permite concluir que o hidrogênio não se mantém no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão. No segundo momento. Atua lmente. no entanto. ( ) A análise do texto per mite concluir que para a utilização segura do hidrogênio como substituto da gasolina é n ecessário condensá-lo. que pode se deslocar livremente. A fonte é inesgotável: ele é o elemento químico mais simples e mais abundante na natureza. será des prezível..

II e III d) somente I. U. Estão co etas: a) todas b) somente I e IV c) somente I. aproximadamente: a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% 17. UFR-RJ A primeira Lei da Termodinâmica. pois a ene gia inte na diminui. II. IV. Num sistema que ealiza um t abalho de 125 J. III e IV e) somente II e IV 4 GABARITO 19. À temperatura de 30ºC. a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura: h se refere à superfície inferior do êmbolo). É possível fo nece calo a um gás e este fica mais f io. denominada Lei da Conservação da Energia estabelece: “A energia do Universo é constante”. o valor d e h variará de. UFRS O diag ama abaixo ep esenta a p essão (p) em função da tempe atu a absoluta (T). É possível aquece um gás sem fo nece -lhe calo . pa a uma amost a de gás ideal. Os pontos A e B indicam dois estados desta amo st a. podemos afi ma que a azão VB / VA é: 1 a) d) 2 4 1 e) 4 b) 2 c) 1 ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ .16. a temperatura passará a ser 60ºC. Potiguar-RN O cilindro da figura ao lado é fechado por um êmbolo que pode des lizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser cons iderado como ideal. fazendo diminui a te mpe atu a. IMPRIMIR FÍSICA . o t abalho é num e icamente igual à á ea co espondente num diag ama da tempe atu a pelo volume. a va iação de ene gia é igual a: a) – 125 J b) – 75 J c) – 50 J d) 75 J e) 200 18.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ Sendo VA e VB os volumes co espondentes aos estados indicados. Alfenas-MG Conside e as p oposições abaixo: I. Numa t ansfo mação qualque . U. III. abso vendo 75 J de calo . Se mant idas as demais características do sistema. O pe fume comp imido num sp a y esf ia quando expandido.

se o gás fo subm etido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado D. UFGO 5 O diag ama acima. 04. most a as t ansfo mações te modinâmicas s f idas po n moles de um gás ideal. a soma das afi mativas co etas. a quantidade de calo t ocada com o ambiente é igual ao t abalho ealizado pelo gás. a sua ene gia inte na não va ia. Unifo -CE Cinco mols de um gás pe feito ocupam um volume de 5m3 sob p essão de 2. 23. a p essão do gás não va ia e sua ene gia inte na aumenta. a tempe atu a do gás não va ia e não have á t oca de calo com o ambiente. o t a balho ealizado pelo gás é di etamente p opo cional a T0 – T1. 08. Assim. ( ) o calo abso vido no t echo AB é igual ao t abalho ealizado pelo gás. 02. é co eto afi ma que: GABARITO 01. Desse modo. b) o calo específico de uma substância é constante. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C.0 atmosfe as e tempe atu a de 47 C. a nova tem pe atu a do gás. Sof en do uma t ansfo mação isocó ica até que a p essão passe a se de 3. o gás abso ve calo . independentemente da fase em que ela se encont e. 16. d) na t ansfo mação isovolumét ica de um gás. nesse t echo. se o gás passa po um p ocesso te modinâmico pa tindo do estad o A. 22. como esp osta. ( ) na expansão adiabática (t echo BC). é co et o afi ma que: a) dois co pos de mesma massa semp e têm a mesma capacidade té mica. o t abalho total ealizado pelo gás é nulo. UFMS O g áfico abaixo ep esenta duas cu vas isoté micas elacionadas a um gás ideal contido em um ecipiente que pode va ia o seu volume. este ealiza t abalho. ( ) as va iações de ene gia inte na do gás no s t echos ABC e ADC são dife entes. c) na comp essão adiabática de um gás. passando pelos estados D e C e eto nando ao estado A. sua ene gia inte na pe manece constante. Dê.20. PUC-RS Em elação a compo tamentos te modinâmicos de mate iais e substâncias. 21. da p essão em função do volume. e) a ene gia inte na de um sistema depende da quantidade de pa tículas que ele possui.5 e) 400 c) 207 IMPRIMIR FÍSICA .0 atmosfe as.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) tanto no t echo AD quanto no t echo DC. se o gás passa p o um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C e eto nando ao estado A pelo mesmo caminho.6 d) 320 b) 70. vale: a) 24. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o e stado B. em C.

a ela fo necido”.. todo o . ap oximadamente: a) 75 C b ) 450 C c) 300 C d) 846 C e) 573 C 27..... a) diminui á – diminui á b) dim inui á – pe manece á constante c) pe manece á constante – aumenta á d) aumenta á – aumenta menta á – pe manece á constante 29. Selecione a alte nativa que p eenche co etamente as lacun as no pa ág afo abaixo.5 atmosfe as.F.. Se o ecipiente fo me gulh ado em um tanque contendo um líquido à tempe atu a absoluta 2T. na o dem em que elas apa ecem. e sua ene gia inte na ......... a potência desenvolvida. pode t ansfo ma em ..... Viçosa-MG Uma máquina té mica executa o ciclo esentado no g áfico seguinte: 6 Se a máquina executa 10 ciclos po segundo.F... em quilowatt..... UFSE Um ecipiente ígido contém gás pe feito à p essão P e tempe atu a 300 K. de pa edes ígidas e pe meáveis à passagem de calo .. seu volume se á dob ado se sua tempe atu a aumenta pa a..... UFRS Um ecipiente he meticamente fechado..... Unifo -CE A elação co eta ent e as tempe atu as absolutas TA.8 e) 800 28...... e TC.24. ope ando em ciclo. ... Se a tempe atu a desse gás aumenta 100 K. Viçosa-MG Um gás ideal encont a-se inicialmente a uma tem pe atu a de 150 C e a uma p essão de 1... no estado inicia l A.. contém uma ce ta quantidade de gás à t mpe atu a absoluta T. U.... no estado final C. Mantendo-se a p essão constante.. é: d) TC = 3TA a) 2TC = 3TA b) TC = TA e) TC = 6TA c ) TC = 2TA 25.. a tempe atu a do gás . PUC-RS O Segundo P incípio da Te modinâmica pode se e nunciado da seguinte fo ma: “Nenhuma máquina té mica. a) calo – t abalho b) t abalho – calo c) fo ça – calo d) fo ça – impulso e) t abalho – impulso IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . U. a p essão do gás se á: 4P 5P a) d) 3 2 3P b) e) 3P 2 c) 2P 26... é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0...Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨    ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ......

em p incípio. have á uma violação da lei de conse vação da ene g co eta. em p incípio. ocupa um volume V0. c) somente III é co eta. pois o p ocesso acima desc ito é isobá ico. contido em um cilind o. Fuvest-SP Um gás. se. a água contida no mesmo não fe ve á. pois o esf iamento do f asco eduzi á a p essão em seu inte io pe mitindo. então. necessa iamente muda de fase. Em seguida. pois. d) I e II são co etas. b) e ada. III. pois a ent opia do sistema fica á oscilando. PUC-RS Um gás contido em um cilind o com pistão. como é p evisto pela segunda l ei da te modinâmica. que a água fe va a uma tempe atu a infe io a cem g aus centíg ados. em seu limite máximo. Ap esentou-lhes a seguinte situação: N um local ao nível do ma coloca-se um f asco de vid o ( esistente ao fogo) com água até a metade. até a água fe ve . duplica o volume inicial do gás. sob e o fogo. necessa iamente aquece. b) somente II é co eta. O cilind o contém um pistão. d) e ada. com o esf iamento do f asco. de ama mos água gelada. o que to n a impossível a edução da tempe atu a de ebulição da água. de massa desp ezível.30. ao se comp imido adiabaticamen te. I. UFRN P eocupado com a in clusão dos aspectos expe imentais da Física no p og ama do P ocesso Seletivo da UFRN . a água de dent o do f asco fe ve á” 7 GABARITO A hipótese do p ofesso Rugoso é: a) co eta. Espe a-se um ce to tempo até que a água pa e de fe ve .Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . O p ofesso Rugoso fo mulou. fazendo com qu e o pistão seja empu ado ao máximo e também com que a tempe atu a do gás atinja quat o vezes T0. à p essão atmosfé ica. mas. po que. o f asco é eti ado da chama e tampado com uma olha que lhe pe mite fica com a boca pa a baixo sem que a água vaze. ao invés disso. IMPRIMIR FÍSICA . p ofesso Samuel Rugoso quis testa a capacidade de seus alunos de p eve os esultados de uma expe iência po ele imaginada. Esse gás é aquecido. a p essão do gás no cilind o deve á se: a) metade da p essão a mosfé ica b) igual à p essão atmosfé ica v0 c) duas vezes a p essão atmosfé ica d) t ês vez a p essão atmosfé ica e) quat o vezes a p essão atmosfé ica 32. que pode move -se sem at ito e que pode até. à tempe atu a ambiente T0 (em kelvin). II. a seguinte hipótese: “Se p ossegui mos com a expe iência. Na situação final. de amando água f e vendo sob e o f asco. diminui de volume isote micamente. e) II e III são co etas. a água não fe ve á. 31. Analisando essas afi mativas pode-se conclui que: a) s omente I é co eta.

c) II e III são co etas. 36 . A tempe atu a do sistema no ponto A é 300 K. O calo de vapo ização a essa p essão é de 539 cal/g. analise as afi mativas abaixo e esponda de aco do com o código. Em u iclo completo ent ou 124. Essa massa gasosa é totalme nte t ansfe ida pa a out o ecipiente. expe imentado po um mol de gás ideal. U. UFRJ A figu a ep esenta. O valo que mais se a p oxima do aumento de ene gia inte na da água é: a) 498 cal b) 2082 cal c) 498 J d) 3082 J e) 2424 J 34. 35. b) I e II são co etas. contida em um ecipiente de volume 2 l it os. sob p essão de 38 cm de Hg. III. de volume 1 lit o. num g áfico p essão × volume . b) Calcule a azão ent e a mais alta e a mais baixa tempe atu a do gás (em Kelvin) du ante este ciclo. II. A va iação da ene gia inte na no ciclo completo (A Æ B Æ C Æ A) é nula.5 J de calo no sistema.F. um ciclo de um gás ideal.0 atm. Viçosa-MG O g áfico abaixo ep esenta um ciclo te modinâmico eve sível. Mackenzie-SP Ce ta massa de gás pe feito. ITA-SP Um centímet o cúbico de água passa a ocupa 1671 cm3 quando evapo ado à p essão de 1. d) Apenas I é co eta.33. (A → B → C → A). devemos eleva sua tempe atu a de: a) 50°C b) 10 0°C c) 200°C d) 250°C e) 300°C IMPRIMIR FÍSICA . I.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . GABARITO a) Calcule o t abalho ealizado pelo gás du ante este ciclo. tem tempe atu a de –73°C.3 J/mol.5 atm. Pa a que a p essão do gás nesse ecipiente seja de 1. a) I e III são co etas.K 8 De aco do com o g áfico. Dado: Constante unive sal dos gases R = 8.

08. a massa específica do me cú io. Dê. 52 g. o desní el ent e as supe fícies do me cú io. ap oximadamente.K) Patmosfé ica = 1 atm ≈ 1 x 105 Pa (1 Pa = 1 N/m2) 3 1 m = 1000 L a) 13 m3 b) 6. à tempe atu a qe. pode-se afi ma : 01. 02. A tempe atu a do bulbo.1 m3 d) 0.2 m3 c) 3. O calo fo necido ao sistema . Fuvest-SP Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito. 04. usando-se vapo de água como agente de t ansfo mação. e a q0 < qe. 16. Pa te do calo cedido pela substância foi utili zada pa a aumenta a ene gia inte na do gás. O gás ideal sof eu uma t ansfo mação is omét ica. 38. à p essão atmosfé ica e à tempe atu a de 300K. Os gases ideais obedecem simultaneame nte à lei de Boyle-Ma iotte e às leis de GayLussac. m . A p essão do gás ideal é dada po (po + mgh).Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . As t ansfo mações que compõem o ciclo de Ca not são todas eve síveis. antes de en t a em contato com o ese vató io. g. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Um mol desse gás tem massa de.K ) ou R = 0. na t ansfo mação isobá ica. em equilíb io té mico com a substância cont ida num ese vató io adiabático.98 m3 e) 0. e a meno do que a tempe atu a do gás. UFBA A figu a abaixo ap esenta um bulbo contendo gás ideal. 04. Calo e t abalho podem se exp essos na mesma unidade de medida.37. a soma das alte nativas co etas. o volu me final do balão se ia ap oximadamente de: Constante dos gases R R = 8.082 atm. como esposta. à alta p es são. A temp e atu a da substância é p opo cional à ene gia cinética média de t anslação das moléculas d deal. 16.L/(mol. Se todo o conteúdo do bujão f osse utilizado pa a enche um balão. é co eto afi ma : 01. antes do contato com o bulbo. 08. 9 Nestas condições. se á usado exclusivamente pa a aumenta sua ene gia inte n a. A tempe atu a da substânci a.27 m3 39. o qual é pa te integ ante do manômet o de me cú io de tubo abe to. A máquina té mica que ope a em ciclo de Ca not ap esenta á endimento máximo. UFBA Com base n os conhecimentos da Te modinâmica. Conside e po a p essão atmosfé ica.3 J/(mol. 02. o módulo da acele ação da g avidade local e h.

ap oximadam ente. em um estado inicial i. em tempe atu a ambiente. po tanto. espectivamente. II e III. UFRN Num ecipiente de ae ossol. São quat o as etapas do ciclo de funcionamento d e uma máquina té mica: 1 etapa (A → B): expansão isobá ica. I I e III. UFMG Um gás ideal. Pode-se conclui .40. o jato de fluido que sai do ecipiente está a uma temp e atu a meno que a do fluido que ficou dent o do ecipiente. Com base nessas info mações. WII e WIII os módulos dos t abalhos ealizados pelo gás nos p ocessos I. a) c) b) d) 10 41. que essa expansão é. Quando se usa um de sodo ante do tipo ae ossol. Potigua -RN Um dos amos da Física bastante consistente é a teo ia que t ata dos fenômenos do calo – Te modinâmica. ep esentados neste diag ama de p essão ve su s volume: Sejam WI. Ao se expelido pa a o meio exte no. esse líquido passa apidamente pa a o estado gasoso. 2 etapa (B → C): expansão iso 3 etapa (C → D): cont ação isobá ica. Isso acontece po q ue há uma diminuição da ene gia inte na do fluido expelido devido ao t abalho ealizad o pela expansão do mesmo. que está à p essão a tmosfé ica. a alta p essão inte na mantém pa te do conteúdo no estado líqui do. é co eto afi ma que: a) WI < WII < WIII b) WI = WII = WIII c) WI = WIII > WII d) WI > WII > WIII 42. Assinale o a P xV (p essão ve sus volume) co espondente a esse ciclo. U. 4 etapa (D → A): comp essão isomét ica. pode se levado a um estado final f po meio dos p ocessos I.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ . a) adiabática b) isoté mica c) isovolumét ica d) isobá ica IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

até a tempe atu a T2. obtém um endimento de 100%. ope ando segundo o Ciclo de Ca not. 104 c) 4. A va iação da ene gia inte na de um siste ma te modinâmico é dada pela dife ença ent e a ene gia t ocada com a vizinhança. Du ante o p ocesso. foi de: a) 1.0 . 16. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. UFBA Um cilind o. 02. aumenta linea mente com a tempe atu a. Dê. Dê. 08. Numa comp essão adiabá ica. O moto de combustão inte na de um automóvel não é uma máquina té mica. Uma máquina té mica. O p ocesso é isobá ico. obte emos: a) 1. Um ef ige ado funciona como uma máq uina té mica. contém um gás ideal que ocupa um volume de 3 L. 08. 02. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . ope ando em sentido inve so. at avés de t abalho ealizado sob e ele. Se dividi mos o end imento da segunda máquina pelo endimento da p imei a máquina.75 e) 0.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . como esposta.2 .5 m2. A ene gia inte na do gás pe manece constante du ante o p ocesso. 11 O t abalho ealizado na t ansfo mação ABC. na fo m a de calo . Nessas condições. à tempe atu a T1. está sob a ação de p essão atmosfé ica constante e igual a 105 N/m2. a soma das alte nativas co etas. munido de um êmbolo móvel. a tempe atu a do sistema aumenta. S emp e que um gás ecebe calo . 104 e) 1.25 46. Unifo -CE Uma ce ta massa de gás pe feito sof e a t ansfo mação ABC ep esentada pelo g áfico p x V. 32. isto é.5 L. 104 d) 9. 16. 44. A velocid ade média das moléculas do gás é a mesma no início e no fim do p ocesso.0 . sua tempe atu a sof e um ac éscimo. 32.33 c) 1. du ante o p ocesso. a soma das alte nativas co etas.50 b) 1.43. em joules. po que não ope a ent e uma nte quente e uma fonte f ia e em ciclos.0 . Uma segunda máquina té mica ideal ope a ecebendo 600 J e libe ando 450 J.00 d) 0. Em uma t ansf o mação isoté mica o sistema não t oca calo com o meio exte no. 04. lentamente. 104 b) 3. O gás é aquecido. A fo ça exe cida pelo gá sob e o êmbolo vale 2 x 105 N. 64. ejeita pa a a fonte quente. isto é. quando pa ssa a ocupa um volume de 3. como esposta. ou sob e o sistema. eti a calo da fonte f ia e. e o t abalho ealizado pelo sistema. pode-se afi ma : 01. 04. 105 45.0 . O gás ealiza t abalho de 50J sob e a vizinhança. O volume do gá . conve te todo o calo ecebido em t abalho. UFRS Uma máquina té mica ideal ope a ecebendo 450 J de uma fonte de calo e libe ando 300 J no ambiente. a supe fície exte na do êmbolo cuja á ea vale 0.

a t ansfo mação de ene gia té mica em t abalho nunca se dá totalmente. a p essão exe cida pelo gás se mantém constante. espectivamente. No pe cu so CD. a soma das alte nativas co etas. No pe cu so AB. as indicações co etas? a) F – F – V d) V – F – V b) F – V – F e) V – V – F c) F – V – V IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . não há ealização de t abalho. o t abalho ealizado é nulo. o t abalho que ela ealiza po ciclo. 02. UFBA Uma ce ta quantidade de gás ideal ealiza o ciclo ABCDA. Nessa tabela. d) Em uma t ansfo mação adiabática. num catálogo. a tempe atu a do gás aumenta. FURG-RS Analise cada uma das s eguintes afi mativas elacionadas à segunda lei da te modinâmica e indique se são V (v e dadei a) ou F (falsa). todas ope ando ent e fontes de calo . a potência dessa máquina se á igual a 8 x 102 W. Baseado nessas info mações. assinale a afi mativa co eta: a) Numa t ansfo mação adiabática. não é possível const ui apenas a(s) máquina(s): a) A d) A e B b) B e) B e C c) C 49. e) Em qualque t ansfo mação a. Utilizando-se esse ciclo em uma máquina.12 De aco do com a Te modinâmica. 04. Cefet-PR T ansfo mação gasosa adiabática é uma t ansfo mação em ue o gás passa de um estado a out o sem ecebe ou cede calo pa a o ambiente. ep esentado na figu a ao lado. 16. No pe cu so BC. uma tabela ap esentada abaixo. há conve são de calo em t abalho. pode-se conclui : 01. UFPB Um inve nto publica. Es sa t ansfo mação pode se obtida. ( ) Ca not idealizou um ciclo totalmente eve sível com o qual se obte ia o máximo endimento possível. Ao completa cada ci clo. d e modo que o gás ealize quat o ciclos po segundo. o t abalho ealizado pelo gás é igual a 4 x 102J. ( ) Em uma máquina té mica. MÁQUINA A B C Q 10kJ 12kJ 8kJ W 10kJ 6kJ 3kJ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 08. oco e aumento da ene gia inte na. como esposta. efe ente a t ês máquinas té micas. 50. na p ática. Dê. ( ) Calo flui espontaneamente de sistemas mais f ios pa a sistemas mais quentes. c) Em uma comp essão adiabática. A. Q ep esenta o calo que a máquina abso ve po ciclo e W. b) Numa t ansfo mação adiabática o gás não se es ia nem esquenta. a va iação da ene gia inte na do sistema é inve samente p opo cional ao t abalho. 48. Nessas condições. B e C. às tempe atu as de 300 K e 500 K. se isola mos te micamente o sistema ou s e a t ansfo mação fo ealizada apidamente.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ 47. Quais são.

Ba seado nessas informações. na prática. U. a uma ce ta máquina té mica cujo endimento é de 0. d) Em uma transformação adiabática. e ∆ U = 0. 10 Dado: 1 cal = 4.2 J 52. O p ocesso BC é uma expansão is té mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. Unifo -CE Uma caldei a fo nece calo . No diag ama.E. assinale a alternativa correta: a) Numa transformação adiabática . Cefet-PR Transfo rmação gasosa adiabática é uma transformação em que o gás passa de um estado a outro sem re er ou ceder calor para o ambiente.15. a soma das alternativas corretas. o t abalho total ealizado pelo gás no ciclo é dado p á ea do etângulo AP2P1D. O p ocesso AB é uma expansão isobá ica e obedece à Lei de Cha les. 105 4 b) 1. O p ocesso ABCDA é denominado p ocesso cíclico.51. não há realização de alho. e) Em qualquer transformação adiabática. 04. seu volume. O p ocesso DA é uma comp essão isoté mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. 08. com potência constante de 200 cal/min. O p ocesso CD é uma comp essão isocó ica e obedece à Lei de Cha les. 54.2 . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a t ansfo mação CD sof ida pelo gás é uma t ansfo mação isovolum o t abalho ealizado pelo gás no ciclo é dado pela á ea do etângulo ABCD. como resposta. 103 3 c) 7. P ep esent a a p essão do gás e V.8 . 02. 16. a pressão exercida pelo gás se mantém consta te. U. vale: d) 4. assinale o que fo co eto.6 .0 ho a de funcionamento. O t abalho que a máquina ealiza e m 1.Termodinâmica Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Com espeito a esses p ocessos. b) Numa transformação adiabática o gás não se resfria nem esquenta. em joule. 103 a) 2. Essa transformação pode ser obtida. 53. 10 e) 1. Ponta G ossa-PR O g áfico abaixo ep esenta uma sucessão de p ocessos quase estáticos. se isolarmos termicamente o sistema ou se a transformação for realizada rapidamente. GABARITO 01. Caxias do Sul-RS Uma massa de um gás ideal desc eve o ciclo ABCDA do diag ama.5 . c) Em uma compressão adia ica. Com base nessas info mações. a t ansfo mação BC sof ida pe lo gás é uma t ansfo mação isobá ica. é co eto afi ma que: 13 a) b) c) d) e) o t abalho ealizado pelo gás na t ansfo mação AB vale ze o.2 . a variação da energia interna do sistema é inversamente proporcional ao trabalho. a temperatura do gás aumenta. Dê. expe imentados po uma dete minada massa gasosa.

um jovem consome 1 litro de O2 por minuto. o jovem passa a co e . de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ d) 420 kJ e) 480 kJ IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .55.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ap oximadamente. Em dado momento. Consumo de O2 2 ( /min) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t(minuto) 14 Po te co ido. voltando depois a caminh a . o jovem utilizou uma quantidade de ene gia a mais do que se tiv esse apenas caminhado du ante todo o tempo. O g áfico ep esenta seu consumo de oxigênio em função do tempo. quant idade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias di etéticas”/minuto). Fuvest-SP Em uma caminhada.

2 3. 10. 35. 22. b) 4.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ . 37. 5. 42. 25. 38. 49. 34.10–7J. 20. 9. 28. 48. 55. 13. 17. 44. 14. 11. 27. 46. 51. 3. 24. 36. 16. 15. 40. 19. 7. 12.5 b 0 1 + 04 + 16 = 21 b 01 + 02 + 08 = 11 c d a 01 + 08 + 32 = 41 a d 44 01 + 02 + 08 + 16 = 27 d c d c e 28 c c IMPRIMIR G A B A R IT O Volta FÍSICA . 39. 21. 26. d c V–F–V–F–V c 03 01 c 2. 32. 41.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1 1. b a c a a a a) 1. 52. 6. 18. 31. 8. 45. 54. 50. 33.04atm d d c 26 F–V–V–F V–V–F–F–V 01 b c c 08 + 16 c e a e b d 29. 2. 53. 47. 30. 43. 4.

IV e V são ve dadei as. que podem se elet icamente neut as ou elet izadas positiva ou negativamente. a) Apenas as afi mativas I. então. 05) po indução. atingindo. Salvado -BA A elet ização de um co po A. c) ca egada positivamente. IV. Tais choques são devidos ao fato de esta em os automóveis ele t icamente ca egados. pode-se dize que a gota 1. U. o papel pa a fo ma as let as. Na elet ização po indução. 03) po indução. III. t o nando-se neut o o co po B. Esse tipo de imp esso a utiliza pequenas gotas de tinta. essas gotas vão imp egna o papel. Sob e as afi mativas acima. Ao se em at itados.Elet ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 1 GABARITO 3. ficando A e B com ca gas de sinais opostos. to nam-se elet iz ados com ca gas opostas. neut a e ca egada positivamente. II. então está elet izado. Lond ina-PR Campos elet izados oco em natu almente no nosso cotidiano. to nando-se neut o o co po B. 2. 04) po at ito. II e III são ve dadei as. Após at avessa a egião ent e as placas. inicialmente neut o. IV e V são v e dadei as. c) Apenas as afi mativas I e IV são ve dadei as. 02) po contato. ca egada positivam ente e ca egada negativamente. d) Apenas as afi mati vas II. neut a e ca egada n egativamente. então o núme o de ca g as elét icas negativas e positivas não é o mesmo. de mate iais dife entes. a pa ti de um co po B.E. V. U. a pa ti do emisso . UFRN Uma das aplicações tecnológicas mode nas da elet ostática foi a invenção da imp ess a a jato de tinta. Essas gotas são jogadas ent e as placas defleto as da imp esso a. ficando A e B co m ca gas de mesmo sinal. ca egada negativamente e neut a. ficando A e B com ca gas de sinais opo stos. Se um co po está elet izado. e) Apenas as afi mativas II. d) ca egada positivamente. b) Apenas as afi mativas I. p eviamente elet izado. pode oco e : 01) po at ito. Pelos desvios so f idos. III e V são ve dadei as . con side e as afi mativas a segui : I. (O camp o elét ico unifo me está ep esentado po apenas uma linha de fo ça). egião onde existe um c ampo elét ico unifo me E . A figu a a segui most a t ês gotas de tinta. que são lançadas pa a baixo. Um co po neut o é aquele que não tem ca gas elét icas. é possível obte -se co pos elet izados com quantidades dife entes e ca gas. a 2 e a 3 estão. dois co pos neut os. Um exemplo disso é o fato de algumas vezes leva mos pequenos choques elét icos ao en costa mos em automóveis.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. assinale a alte nativa co eta. IMPRIMIR FÍSICA . Sob e a natu eza dos co pos (elet izados ou neut os). devido ao p incípio de conse vação das ca gas elét icas. espectivamente: a) ca egada negativamente. b) neut a. Se um co po tem ca gas elét icas.

sendo sua va iação dada po k Q q − r 2 1 2 GABARITO 1 1 b) diminuirá. a igidez dielét ica do a aumenta . a ene gia potencia l do sistema: 1 1 a) aumenta á. 08. Com o auxílio do texto a cima. 7. Uma faísca elét ica oco e ent e dois c o pos isolados no a . Unifor CE Uma carga elétrica q1 = 2. 02.10F b) F c) 5 F d) 10 F e) 100 F IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrostática ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 5. Unifo -CE Cons ide e o sistema constituído po duas ca gas elét icas. é comum oco e o choque elét ico ao se toca a ca oce ia de um ca o ou a maçaneta de uma po ta em um local onde o piso é ecobe to po c a pete. UFMT Em Campo G ande. a soma das afi mativas co etas. Centelhas ou faíscas elét icas de ce ca de um centímet o de comp imento saltam ent e os dedos das pessoas e esses objetos. uma ve z que a umidade do a é mínima. 6. uma vez que a umidade do a é mínima.4. de mesmo sinal. de módulo F. ao toca mos o ca o ou o co i mão do ônibus. ( ) Os choques elét icos efe i dos no texto são pe igosos po que são p ovenientes de ca gas estáticas que acumulam g ande quantidade de ene gia. é f eqüente que. sendo sua variação dada por 2 1 2 e) permanecerá constante. de módulo: a) 0. Pode se concluir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força. Se aumenta mos essa distância pa a 2. abso vemos mais ca gas elét icas positivas po ind ução. UnB-DF Nos p e íodos de estiagem em B asília.0 µC exerce fo . ( ) O p ocesso de elet ização po indução é o p incipal espon sável pelo su gimento do fenômeno desc ito no texto. Ess e fenômeno se explica po que. 10 000 V. em média. na época da seca. sintamos um pequeno choque na ponta dos dedos. ca egamo-nos negativamente po at ito. julgue os itens que se seguem. sepa ados po uma distância de um centímet o. a igidez dielét ica do a diminui. ( ) O a em uma egião onde exist e um campo elét ico unifo me de intensidade supe io a 10 000 V/cm é um péssimo condut o de elet icidade. como esposta. sobre outra carga q2 = 20 µC . 16. Dê. Q e q. quando a dife ença de potencial elét ico ent e eles atinge. esses funcionam como te a desca egando a elet icidade acumulada em nossos co pos. na época da seca. 01. ao sai mos de um ca o ou pega mos o co imão de um ônibus. ( ) O choque elét ico é sentido po uma pessoa devido à passagem de co ente elét ica pelo seu co po. ( ) O valo absoluto do potencial elét ico da ca oce ia de um ca o aumenta devido ao a mazenamento de ca gas elet ostáticas. 04. sendo 1 a distância ent e elas. sendo sua variação dada por k Q q r − r 2 1 1 1 c) aumentará iação dada por k Q q r 2 − r 2 2 1 1 1 d) diminuirá.

k kmgx tan θ .1 09 ) C2 a) 2 m d) 0. Determine a expressão para a carga elétrica q: (Considere a constante e letrostática igual a k) IMPRIMIR a) x 2 mg tan θ 4 k tan θ 4 mg k x2 1/ 2 mg tan θ 1/ 2 b) e) tan θ kmg Voltar FÍSICA . apr abaixo. Então são eletrizadas. é de: Nm 2 O meio é o vácuo (k0 = 9. perman ecendo separadas. o esquema qu esferas. Assinale. UEMS Em um ponto do espaço uma carga de 6m C cria um campo elétrico de 6 . devido a força de repulsão elétrica.8. a) 9. segundo a fi gura abaixo.Eletrostática Avançar c) x d) x.4 m b) 3. entre as alternativas e melhor representa a distribuição final de cargas nas duas b) c) 3 d) e) carga elétrica positiva. A distância entre esse ponto do espaço e a carga. de forma a ficarem sob ação da gravidade. UEMS Duas esferas metálicas de mesma massa m e mesmo raio r são presas a um ante paro horizontal. Uma esfera condutora oximada da esfera isolante.2 m e) 5 m c) 3 m GABARITO 10. por uma distância x. c descarregada é. então. UFRS A superfície de uma esfera isolante é carregada com oncentrada em um dos seus hemisférios.103 N/ C.

E.I. então Q2. com uma força de inten sidade 4. 10–7.0 .0 . 12.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .0 .0 x 10–10 m. As esferas de cargas 1 e 3 têm valores algébricos igu ais. 04. 1 p (1 pico ) = 10–12 A partir destes dados. 10–7. d) 2.0 . a um a força. negativa. em coulombs. sendo 2 positiva e de valor 270 µC.08 mC. 4 Um elétron no centro desse uadrado ficaria submetido. no vácuo. 1 m (1 micro) = 10–6. Ponta Grossa-PR O es uema abaixo representa três esferas pe uenas de carg as 1. Dê. Observações: 1 m (1 mili) = 11–3. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e) 2. ue está corretamente representada na alternativa: a) b) c) d) e) GABARITO 14. uando estão separadas por uma distância de 3. no vácuo. sobre a mesma reta. O tipo de e uilíbrio da esfera de carga 2 é in stável. assinale o ue for correto. conforme fi gura abaixo. Se Q1 = 2. b) 2.11.0 . e a distância (d) ue as separa é 12 cm. As esferas de car gas 1 e 3 são negativas. 08. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem. 10–6. negativa. e a esfera de carga 3 é negativa e vale -140 µC. PUC-RS Quatro p e uenas cargas elétricas encontram-se fixas nos vértices de um uadrado. e seus módulos valem 1. A esfe ra de carga 1 é positiva e vale 400 µC.0 cm. positiva. em unidades de 10–9 N? a) 13 d) 23 b) 18 e) 28 c) 20 13. Qual o módulo da força elétrica ue um exerce sobre o outro. como resposta. devido às uatro cargas. positiva. a soma das alternativas corretas. –9 1 n (1 nano) = 10 . as uais se encontram em e ui líbrio.0 . vale: a) 2. 10–8. 109 S. U. UFPE Dois prótons de uma molécula de hid rogênio distam cerca de 1. 02. 01. 10–2 N. Dado: Consta nte eletrostática do vácuo = 9. 10–8. 2 e 3. 10–8C. c ) 2.0 . positiva.0 . A resultante das forças ue atuam na esfera de carga 1 é nula. 16.

Dê. é correto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as cargas tem natureza atrativa. um agente externo realizou um trabalho posit ivo. no ponto médio da reta ue une as carga s. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1. também positiva. entre duas cargas pontuais idênticas. a soma das afirmativas corretas. ( ) O potencial do ponto C. em relação ao centro do condutor. mantidas fixas. entre Q 1 e Q2 e mais próxima de Q2.5. ( ) No interior de um condutor em e uilíbrio eletrostático. 08. s obre a reta ue passa pelas duas cargas. Considerando-se a constante eletros tática do meio igual a 9. Unicap-PE No vértices A e B do triângulo e uilátero da figura abaixo. é igual a 9. am bas positivas e Q1 > Q2. O meio é o vácuo. 16.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . UFGO Uma esfera metálica neutra de raio R. ( ) possui em seu interior um campo elétrico constante de módulo igual a E. d. ( ) possui um potencial elétrico constante em sua superfície. a carga deve ser colocada: 01. inserida em uma região de campo elétrico u niforme de intensidade E. o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância. já ue as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários.109 N/C para d = 3 m. 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3.10–3C. Deseja-se colocar uma carga puntual . inale verdadeiro (V) ou falso (F). ( ) O campo elétrico. 16. 04) O módulo do campo elétrico. é nulo. relati vo ao infinito. 05) O potencial elétrico.109Nm2C–2 e com base na informação. no ponto médio da reta ue une as cargas.15. à es uerda de Q1. ( ) fica polarizada. 17. ( ) Par a estabelecer a configuração da figura. ( ) é acelerada por uma força proporcional ao campo elétrico . Q1 Q 2 + + Para isso. são colocadas as cargas QA = 2µC e QB – 2µC. F. embora sua carga total permaneça nula. 02. 04. 18. entre Q1 e Q2 e mais próxima de Q1.103N para d = 2 m. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFMT A figura abaixo mostra duas cargas puntuais Q1 e Q2. como resposta. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. à direita de Q2. no ponto médio ent re Q1 e Q2. é nulo para d = 1 m. no ponto C. de modo ue ela fi ue em e uilíbrio. é 18000 volts. UESC-BA 5 O gráfico representa o comportamento da intensidade da força elétrica. em função da dis tância.

devido ao acúmulo de cargas elétricas nas nuvens. c) curvas parabólicas com a carga no foco. radiais. e) circunferências concêntric as. U. deslocando-se verticalmente para baixo. b) cresce muito a rigidez dielétrica do ar . assim como no humor de Luís Fernando Veríssimo. dirigindo-se para a carga. devido à eletrização da superfície terres por indução. os raios são apresentados como manifestações da irritação dos deuses. d) diminui o campo elétrico na região. U. e) Uma carga + colocada em B apresentará trajetória r etilínea. Voltar FÍSICA . Londrina-PR A figura abaixo mostra duas c argas elétricas + e . c) A força elétrica ue atuaria em uma carga + colocada em B teria direção verti cal com sentido para cima. 6 Seus conhecimentos de eletricidade permitem-lhe afirmar ue ocorrem descargas elét ricas entre nuvens e a Terra uando: a) o ar se torna condutor por ue foi ultrap assado o valor de sua rigidez dielétrica. com a carga no centro e sentido anti-horário. d) circunferênci as concêntricas. Pelotas-PR Na mitologia dos povos da antigüidade. e sentido horário. e) o valor do campo elétrico na região oscila fortemente. partindo da carga. UFSE As linhas de força de um campo elétrico.19. b) O potencial elétrico no ponto O é diferente de zero. gerado por uma carga puntiforme ne gativa.F. são: a) semi-retas.E. b) semi-retas.. c) se torna nula a diferença de potencial entre as nuvens e a Terra por ue estão carregadas com cargas de sinais c ontrários.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . com a carga no centro. separadas pela distância 2a e simétricas em relação ao eixo x. É c rreto afirmar: IMPRIMIR GABARITO a) O campo elétrico no ponto O é nulo. 20. rad iais.colocada em B teria sentido para cima. d) A força elétrica ue atuaria em uma carga . devido ao acumulo de cargas elétricas nas nuvens. 21.

é uma superfície e uipotencial. Católica-DF A respeito da eletricidade estática. Pode-se. I II III 7 IMPRIMIR GABARITO Em uais desses objetos o campo elétrico é nulo em ual uer ponto da cavidade intern a? a) Apenas em I.8 . em e uilíbrio eletrostático. 1010 V/m. é nulo. no ponto C. m2/C2.8 .0. e) fora do centro e tem módulo 1. o vetor campo elétrico aponta para: a) o centro e tem módulo 9. está co ncentrada em seu centro. e) Em I. um elétron é acelerado por uma diferença de pote ncial de 220 volts. portanto. 10–3 V/m. numa região de campo elétrico uniforme. ( ) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial el etrostática do sistema.0 . é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. ( ) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA.8 . por um campo elétrico uniforme. em unidades coerentes. b) o centro e tem módulo 1. c) fora do centro e tem módulo 9. ( ) Suponha ue uma carga de p rova seja deslocada no sentido em ue a densidade das linhas de campo elétrico é cre scente. Os objetos são ocos. escreva V para as afirmativa s verdadeiras ou F para as afirmativas falsas.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . totalmente fechados. 24. Voltar FÍSICA . ( ) A carga de um condutor. UFRS A figura abaixo representa. O ganho de energia cinética é. 10 N . 10–3 V/m. afirmar ue o módulo da razão entr e a carga e a massa da gota de óleo é igual ao módulo da razão entre o campo gravitacion al local e o campo elétrico. U nifor-CE Um condutor esférico. ue se encontram em repouso. A constante eletrostática do ar é k = 9. 104 V/m. c) Apenas em I e II. no ponto C . 25.0 . ( ) O potencial elétrico. assim. então. ( ) O campo elétrico no centro de u ma esfera de alumínio uniformemente carregada. Unicap-PE Na fig ura abaixo QA = 32µc e QB = 18µc [O meio é o vácuo] Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) . a força coulombiana sentida por ela terá módulo crescente.0 m do centro da esfera. três objetos de formas geo métricas diferentes. 1 04 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1. ( ) O potencial. A superfície de cada um dos objetos está carregada com carga elétrica estática de me smo valor Q. em corte. Num ponto situado a 1. ( ) Em um tubo de imagem de um televisor.3 x 104 v. em e uilíbrio eletrostático. está em e uilíbrio elétrico no ar.22. 23. por onde flui uma corrente elétrica. é 6. feitos de material bom condutor. a uma certa distância do so lo. é co nstante. de 220 joules. ( ) Toda super fície metálica. de raio 50 cm e uniformemente carregado com carga Q = 2. U. ( ) Uma gota de óleo eletricamente carregada é mantida em suspensão. d) Apenas em II e III. II e III. e suas cavidades internas se acham vazi as.0 µC. b) Apenas em II.

A figura (II) representa. melhor representa o campo elétrico (E) dessa esfera? 01. Essa distribuição de carga produz no ponto P2. em corte. 08.Eletrostática Avançar ¢ . a uma distância d do centro da esfera maciça. Voltar FÍSICA . 04. porém uniformemente distribuída sobre sua su perfície. UFMS Uma esfera metálica de raio R está eletrizada positivamente com uma carga Q. 8 Selecione a alternativa ue expressa corretamente a relação entre as intensidades de campo elétrico E1 e E2. I. a) E2 = 4E1 d) E2 = E1 / 2 b) E2 = 2E1 e) E2 = E1 / 4 c) E2 = E1 27. 16. UFRS A figura (I) representa. Qual dos gráficos E x r. uma esfera maciça de raio R. Essa distribuição de c arga produz no ponto P1.26. como resposta. um campo elétri co de intensidade E1. uma casca esférica de ra io 2R. à mesma distância d do centro da casca esférica. GABARITO 02. onde r é a distância de um ponto P ao centro da esf era. uniformemente distribuída em todo o seu volume. contendo carga elétrica Q. um campo elétrico de intensidade E2. II. em corte. contendo a mesma carga elétrica Q. a soma das alternativas corretas. IMPRIMIR Dê.

Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1. A energia potencial do sistema formado pelas duas esfera s eletrizadas é inversamente proporcional ao uadrado da distância entre elas. 3 02. como resposta. Se for colocada uma outra carga + . após os contatos. 04. Colocando-se a esfera 1 em contato com a 3. 08. Nessas condições. positivas. s erá igual a . 9 GABARITO 01. 05) o trabalho da força elétrica para manter Q na posição considerada. colocando-a Q em contato com a 2. 32. afastando-as e. No ponto P. V Considerando-se a carga Q em repouso. o potencial elétri co resultante é nulo. d) A energia potencial eletrostática resultant e sobre a carga de prova é nula. Salvador-BA Uma carga Q. Maringá-PR Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em r epouso. Dê. Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera co m carga + . 2 e 3 . 02) a distância entre P e Q. encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K0). o campo elétrico resultante é nulo. o sistema se neutralizará. no ponto P. 29. 32. sendo C1 e C3 as capa cidades eletrostáticas 1 3 das esferas 1 e 3. Colocamos no ponto médio. 31. conforme a fig ura. como resposta. eletrizadas.28. U. b) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezíve l. eletrizada com carga Q . a razão fornecerá: E 01) o valor de Q. estão separados por uma distância d ual uer . 16. 30. a soma das alternativas corretas. de raios R. c) A força eletrostática resulta nte sobre a carga de prova é dobrada. Cefet-PR Doi s objetos com cargas iguais. num ponto P à sua vol ta. no ponto P. Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade. em seguid a. 16. puntiforme e positiva. é correto afi rmar: 01. é igual a zero. 08. U. As três esferas apresentam a mesma capacidad e eletrostática. no interior da esfera 3. 04) a intensidade da força elétrica entre Q e uma carga de prova colocada em P. assinale o ue for correto. duas esferas idênticas. No ponto P. Nessas condições.E. a força resultante sobre e la será nula. afastando-a e. 04. o potencial de Q e uilíbrio entre elas será igual a C + C . uma carga de prova . sendo P o ponto médio entre elas. ue une os dois objetos carregados. a soma das alternat ivas corretas. esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se a vizinharão a ela. sob ação de forças externas. 03) a constante eletrostática do meio. 02. e) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é dobrado. um campo elétrico de intensidade E e um potencial elétrico V. no ponto P. As esfe ras 1 e 2 estão neutras. a carga elétrica da esfera 1.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . S e colocarmos uma outra esfera com carga + . UFBA Três esferas metálicas idênticas. colocando a 3 em contato com a 2. O módulo do vetor campo elétrico. a) O potencial elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. sua capacidade eletro stática duplicará. Dê. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 1. em seguida. cria. o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. e a 3.

a soma das alternativas corretas. 10–7 C 4 . O vetor campo elétrico resultante é nulo. em função da distância aos pontos do campo. confo rme mostra a figura abaixo. 16. a 4 m de distância de uma carga geradora ue mede 48 mC. Com relação aos vetores desse campo elétrico. Os vetores campo elétrico E1 e E3 se a nulam.103N/C. 10 01. 10–8 C 3 . 10–6 C 1 . 10–6 C Voltar FÍSICA . Dê. assinale o ue for correto. como respos ta.E. No interior de um condutor esférico em e uilíbrio eletrostático. E4 é o vetor campo elétrico resultante. Pode ser medido em Volt por metro. assin ale o ue for correto.E. É uma grandeza escalar. como r esposta. 01.32. 02. 33. 02. 10–8 C 2 . U. Dê. 04. Num ponto situ ado no vácuo (K = 9. Os vetores campo elétrico E2 e E4 se anulam. 34. 08. O valor da carga é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 2 .Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . Ponta Grossa-PR Sobre o campo elétrico gerado por uma carga elétrica. é nulo num determinado ponto. a soma das alternativas corretas. U. tem valor de 27. E1 e E2 determinam o vetor campo elétrico resultante. 16.109 unidades MKS). é diferente de zero. 04. Quando gerad o por várias cargas elétricas puntiformes. 08. UEMS O gráfico representa o potenci al produzido por uma carga elétrica puntiforme no vácuo. Ponta Grossa-PR Duas cargas elétric as de mesmo valor e de sinais contrários criam um campo elétrico E no ponto O.

Devido ao poder das pontas. Uma pessoa dentro de um c arro está protegida de raios e descargas elétricas. ao longo de um ano. seja carregada positivame nte. O campo elétrico. é 200 µJ. há uma concentração de cargas elétricas maior do ue numa região plana. é corre to afirmar ue: Dado: 1 cal = 4J 01. UFSC Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. O potencial elétrico. 37. alguns peixes morreriam se a a uarista prec isasse trocar a água no inverno. ( ) A diferença de potencial elétrico. ( ) O trabalho realizado pela força elétrica para deslocar uma carga elétric a de 1µC entre dois pontos. mesmo com um a uecedor de 500 W. por is so a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do ue na s proximidades de regiões mais planas. a potência mínima do a uecedor deverá ser 100 W. é nulo. situado 2 m abaixo de A. en uanto ue ânions tendem a mover-se para a superfície t errestre. muito sensíveis a baixas temperaturas. distantes 2 m entre si e situados a uma mesma a ltitude. desde ue não haja troca de água. 64. fazendo com ue a parte inferior desta. entre um ponto A e um ponto B. como resposta. 11 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 36. a temperatura da água pode ser mantida em 20ºC. alguns peixes morrerão. é correto afirmar: ( ) A Terra é um corpo eletrizado. é de 200 V. como resposta. 16. voltada para a Terra. UFSC A garota possui um a uário de 60L. 04. Para mantê-los na temperatura ideal de 23ºC. 32. 16. caso não houvesse troca de água. com um a uecedor de 60 W ligado constantem ente. a carga ue podemos transferir a um corp o condutor pontiagudo é menor ue a carga ue podemos transferir para uma esfera c ondutora ue tenha o mesmo volume. ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1. com módulo E = 100 N/C. ( ) Este campo elétrico induzirá cargas elétricas em uma nuvem. Numa região pontiaguda de u m condutor. UF PR Um físico realiza experimentos na atmosfera terrestre e conclui ue há um campo e létrico vertical e orientado para a superfície da Terra. um a uecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora. Consi derando ue para uma pe uena região da superfície terrestre o campo elétrico é uniforme. a soma das alternativas corretas. 08. desde ue ela não seja trocada. por ue uma estrutura metálica blin da o seu interior contra efeitos elétricos externos. é nulo. a so ma das alternativas corretas. O campo elétrico. com um a uecedor de 200 W havendo troca de água no inverno. A e C. Dê. no interior de um condutor eletrizado em e uilíbrio eletrostático. com carga elétrica negativa em excesso. Sabendo-se ue alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperatur as inferiores a 23ºC e ue na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8ºC. no interior de um con dutor carregado. Tendo observado o funcionamento desse tipo de a uário. ( ) Cátions existentes na atmosfera te ndem a mover-se para cima. 04. Dê. no int erior de um condutor eletrizado.5ºC p or hora.35. 02. a carga máxima ue podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é 10 microco ulombs. 02. na atmosfera. Como a rigidez dielétrica do ar é 3 x 106 N /C. é sempre diferente de zero. 08. fazendo com ue o exc esso de carga se localize na superfície do condutor. com peixes tropicais de água doce. ut iliza um a uecedor com termostato.

36. 12. 26.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 33. 19. 34. 2. 16. 17. 37. 2 30. 21. b 03 c 01 + 0 8 + 16 V–F–F–F–V b b e c d d d c 15 16 F–V–V–F 03 F–F–V–F–F a 20. 13. 31. a c V–F–V–V–F d V–V–F–F–F e c 08 02 02 + 04 + 08 + 32 = 46 03 01 a 45 V–V–F–F–V 19 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 10. 22. 8. 6. 32. 23. 14. 11. 25.Eletrostática Avançar . 3. 5. 18. 35. 15. 4. 24. 9. 7.

com 200 km de diâmetro progrediu a 3000 km por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul. (02) a luz tem uma natureza de partícula. Outub o. a soma das alte nativas co etas. 2. estabelece um limite superior de velocidade. (04) se a supe fície em que o feixe de luz da lante na inc ide não fosse totalmente polida. ( ) Os eclipses são explicados geomet icamente pelo p incípio de p opagação etilín ea da luz. o sol da primavera já estaria brilhando bem acim a do horizonte. ( ) O tempo estimado de du ação do eclipse é de quat o mi nutos. os obse vado es podem v e o eclipse pa cial do Sol. 46) GABARITO Em elação ao fenômeno físico desc ito no texto. Faltavam 15 minutos para as 10 h. 3. so bre a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul”. mas esse não foi um dia normal (…) Durante o eclipse. no Paraná. como esposta. é correto afirmar ue (01) a luz é uma onda e letromagnética. é a mesma em todos os sistemas de referência inerciais. n o vácuo. p. como resposta. (16) a velocidade da luz. p ojetan do sua somb a na Lua. (16) devido ao fenômeno de ef ação da luz. ( ) No t echo onde passa a somb a. Ano 8. na cidade de Foz do Iguaçu. Sendo que o ângulo d e incidência desse feixe com a no mal ao espelho é î. a som a das alternativas corretas. Dê. O N (02) o ângulo que o feixe de luz efletido fo ma com o espelho é igual a î. ( ) A Lua se coloca ent e o Sol e a Te a. passando pelo ponto O e no mesmo plano fo mado pelo aio inî cidente e a no mal N. a gigantesca s ombra. (04) a velocidade da luz é u ma constante independente do meio em ue se propaga. Dê. impedindo que a luz atinja uma pa te da supe fície te est e. é co eto afi ma que (01) um obse vado só ve á a luz da lante na se estive posicionado sob e uma eta fazendo um ângu lo igual a î com elação à no mal N. (08) uma vez que a supe fície em que o feixe de luz da lante na incide é totalmente polida. julgue as afi mações como ve dadei as ou f lsas.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¢   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 1994. cada aio de luz incidente e efletido e a sua espectiva no mal à supe fíci e estão contidos em um mesmo plano. no vácuo. UFMT 1 “O último eclipse total do sol neste século para o hemisfério sul aconteceu na manhã de 3 de novembro de 1994. UFMS Uma lante na emite um feixe de luz cilínd ico que incide em um espelho plano no ponto O. Entrou no Brasil por Foz do Iguaçu e saiu para o Oceano Atlântico. localizado no mesmo lado da supe fície em que o feixe de luz incide. UFMS A respeito da natureza da luz. Em ual uer dia normal.F ÍS IC A R E F L E X à O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1. o obse vado pode ia ve a luz da lante na de qua lque ponto. IMPRIMIR FÍSICA . como está indicado na figu a ao lado. n 10. (Revista Supe inte essante. (08) a velocidade da luz. ( ) A Te a se coloca ent e a Lua e o Sol. podemos ve os co pos sem luz p óp ia quando iluminados.

d) somente I e II. então. Está co eto apenas o que se afi ma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III 2 5. III. O balão é pequeno demais: o estudante continua ia a ve di etamente p a tes do Sol. III. de 40 m de diâmet o.4. ap oximadam ente. como se fosse noite. 03) vi tual. Nest a situação. oco eu o último eclipse sola total do século. uma fo ma de simula eclipses. I. 04) eal. A lfenas-MG O a má io do banhei o de minha casa. o ângulo ent e as duas po tas é igual a a) 30°. 04) a eflexão total a pa ti de um diopt o plano. Pensou em usa um balão esfé ico e opaco. a i magem também se afasta d do objeto. Alfenas-MG A espeito dos espelhos planos. que oculta ia o Sol quando segu o po uma co da a uma altu a de 200 m. mais p óxima do espelho e maio que o obje to. 02) o aumento linea t ansve sal p oduzido po um espelho esfé ico. Salvado -BA Utilizando-se o disco de Newton é possível comp ova expe imentalm ente 01) os p incípios de eve sibilidade e de independência dos aios de luz. e) somente I e III. d) 72°. 05) vi tual. b) somente II. p otegendo devidamente sua vista. Pe cebi. então. ab i as duas e coloquei a cabeça ent e elas. eqüidistante do espelho e meno que o objeto. num dia de céu cla o. 8. U. II. sabendo-se que a distânci a da Te a ao Sol é de 150 x 108 km e que o aio do Sol é 0. conside e as p oposições: I. em s entido anti-ho á io. possui duas po tas espelhadas as qu ais têm as dob adiças no mesmo luga . quand o o cent o do Sol e o cent o do balão estivessem ve ticalmente colocados sob e ele . Fuvest-SP Em agosto de 1999. O céu fica ia escu o pa a o estudante. O balão oculta ia todo o Sol: o estudante não ve ia di etamente nenhuma pa te do Sol. A(s) p osição(ões) co eta(s) é(são): a) somente I. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. 7.75 x 106 km. UESC-BA A imagem de um objeto eal vista po eflexão em um espelho plano é 01) eal. 02) vi tual. em elação aos possíveis esultados dessa p oposta. c) somente III. Um e studante imaginou. o tamanho da sua imagem não se alte a. caso as obse vações fossem ealmente feitas. 6. Quando o objeto se afasta de uma distância d do espelho. A imagem de um objeto ea l é semp e vi tual. c) 60°. que 5 imagens de meu osto fo am fo madas. Conside e as afi mações abaixo. Quando uma pessoa se ap oxima de um espel ho. b) 45°. II. mais p óxima do espelho e meno que o objeto. Fa ia as obse vações. U. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . U. 03) o desvio de um aio luminoso ao at avessa a supe fície de sepa ação ent e dois meios t anspa entes. Como uma gi a em sentido ho á io e a out a. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. pa a tenta obse v a a minha o elha. 05) a natu eza polic omática da l uz b anca.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . e) 90°.

Então su im gem está 80 cm dentro do espelho. U.0 cm. 02 ) Se um novo espelho fo conjugado ao espelho. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. ( ) As 7 pesso s n s l de ginástic form m 21 im gens nos dois espelhos pl nos. um espelho convexo de distânci P foc l 1 m no lto d port . inver. A im gem do luno A t mbém e stá à direit d im gem do professor. 1 0. Isto v le p r qu lquer tipo de espel ho. Ma ingá-PR Um objeto de 5. tendo 2. 08) A imagem do objeto se á inve tida. 16) Se o objeto fo colocado no cent o de cu vatu a do espelho côncavo. a imagem sof e á um deslocamento igual ao dob o do deslocame nto do espelho. 16) Se o espelho fo otacionado de um ângulo α em rel ção à posiçã nici l. assinale o que fo co eto: 01 ) A distância focal de um espelho esfé ico côncavo é igual à metade do aio de cu vatu a d o espelho.9. UFGO A figur seguir é um esquem de um s l de ginástic c om dois espelhos C F esteir pl nos que ocup m p rede tod e são perpendicul res A B D E entre si. ( ) O lun o n esteir está 4 m do espelho convexo sobre seu eixo. ( ) O professor P e stá de frente p r o espelho com o luno A à su direit .00 cm de altu a é colocado 30 cm à f ente de um esp elho côncavo. entre o foco V C F e o vértice. Dê como respost som d s lter n tiv s corret s. Coloque V p r firm ções verd deir s e F p r s f ls s. U. 3 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .C tólic -GO Foco ( ) Considere um espelho esférico cônc vo. en qu nto im gens virtu is são sempre direit s. ( ) Um luno n esteir e o professor se vêem t r vés do espelho convexo por c us do princípio de prop g ção retilíne d luz. 32) A imagem do objeto situa-se a 15 cm do vé tice do espelho. Sob e isto. Espelho cônc vo ( ) Um estud nte pretende cender um p lito de fósforo v lendo-se do c lor c pt do dos r ios sol res. o núme o de imagens fo madas depend e á do ângulo que os espelhos fize em ent e si. 04) Ao dob a -se a distância do objeto ao espelho côncavo. assinale o que fo co eto: 01) A imagem obtida é di eita.Reflexão luminos – espelhos ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ . e a distância ent e a imagem e o espelho é o dob o da distância do objeto ao espelho. im gem rot cion rá de 2α no mesmo sentido. por volt do meio-di .(x) tid e de t m nho m ior que o d vel . 11. a i magem se á do mesmo tamanho e se localiza á no foco. ( ) Im gens re is são sempre invertid s em rel ção o objeto. a distância da sua imag em ao espelho também dob a. 08) A imagem somente pode á se obse vada se ela estive fo a do c ampo visual do espelho. Há.5 cm de a ltu a. U. Ponta G ossa-PR Conside ando a situação em que um objeto é colocado em f ente a um espelho plano. de distância focal 10. conve gem em um ponto F. Um vel ces é c oloc d em frente o espelho. A im gem form d será virtu l. ele deverá conseguir cendêlo. E. denominado foco p incipal do espel ho. 12. E. t mbém. 04) Se o espelho fo deslocado pa al elamente à posição inicial. Utiliz ndo-se de um lente esféric biconvex e coloc ndo c beç do p lito de fósforo no foco d lente. 02) Raios de luz pa alelos e p óximos ao eixo p incipal do espelho côncav o. ao se efleti em.

A stá im gem do prendedor? ) 1. B C F D V 14.0 m d) 3. (16) D se form entre F e V.20 m de c v lo. perpendicul rmente o eixo p rincip l de um espelho esférico cônc vo de r io de curv tur 60 cm. PUC-RJ Um menin us um prendedor de r bo pelho gr nde e segur um espelho de mão.0 m e) 4. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . (04) B se form à esquerd de C.5 b) 50 e 2. respectiv mente. é correto firm r que im gem de (01) A se form à esquerd de C. em seguid . O espelho pl no está disposto perpendicul rmente o eixo princip l do côn c vo. R ios luminosos p r leV los o eixo princip l são refletidos pelo espelho cônc vo.0 c) 60 e 2. Consider ndo os objetos A. em cm. de t m nho 2. ) 38 e 1. Dê.20 m do espelho gr nde.0 GABARITO 18.13.50 m d) 2.0 cm e) 30 cm 4 15.0 m c) 2. refletem-se t mbém no espelho pl no e torn m-se convergentes num ponto do eixo princip l dis8 cm t nte 8 cm do espelho pl no. qu ndo su distânci té o espelho for de 30 cm. O prendedor está 30 cm d que distânci trás do espelho gr nde e c) 1. F é o foco e V é o vértice do espelho. Se o observ dor se f st r do espelho d ndo dois p ssos p r trás. El está di nte de um es de su c beç . B e D coloc do s nos pontos indic dos n figur .40 m ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . UFMT A figur b ixo represent um espelho cônc vo.0 cm.4 d) 75 e 3. U. à distânci de 50 cm do espelho. de 50 cm c d . P r isso deverá utiliz r um espelho cônc vo com r io de ) 120 cm b) 80 cm c) 160 c m d) 4. como respost . (32) D se form à direit d e V. Unifor-CE Dispõe-se um objeto.10 m e) 2. UFRJ Um espelho cônc vo de 50 cm de r io e um pequeno espelho pl no estão frente frente. (02) A se form entre C e F.0 e) 150 e 6.50 m b) 1.C tólic -DF Você desej f zer um espelho p r limpez de pele que forneç um im gem direit e qu tro vezes m ior. som d s ltern tiv s corret s. trás o espelho de mão e 1.0 m 16. como mostr figur . onde A C é o centro de curv tur . su im gem se f st rá dele ) 0. UFSE Um observ dor se encontr 50 cm de um espelho pl no coloc do vertic l mente. A distânci do espelho té um ntep ro onde se pode c pt r im gem nítid do objeto e o t m nho d im gem são. C lcule distânci do espelho pl no o vértice V do espelho cônc vo. (08 ) B se form entre C e F.Reflexão luminos – espelhos ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 17.80 m b) 1.

pois c d ponto im gem é vértice de um pincel divergente. o espelho de um ângulo α (em torno de um E O eixo que p ss pelo ponto O) p r posição E’. em posição inclin d . e os r ios retornem pel mesm tr jetóri que incidir m. É (são) corret (s) (s) f irm ção(ões): ) I somente. então. sendo um deles m ntido n horizont l. form d por um espelho cônc vo. conforme figur . A im gem do Sol. III. Fuvest-SP Um espelho pl no. II e III. 5 20. Cefet-PR Com rel ção o estudo dos espelhos pl nos e esféricos são feit s s firm ções seguir: I. form m entre si um ângulo Â. pós reflexões nos dois espelhos (com p en s um reflexão no espelho horizont l). P r que el vej im gem de seus olhos. f st ndo-se d verti c l V. f st ndo-se d vertic l V. b) I e II somente. d) será gir d de um ângulo α. A im gem de um objeto re l refletid em um espelho pl no é sempre vir tu l. d) II e III somente . é: A B C D IMPRIMIR E 45° ) A b) B c) C ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . com respeito à vertic l V. podese f irm r que direção do r io refletido: ) t mbém não será lter d . Fuvest-SP Dois espelhos pl nos. c) I e III somente. c) será gir d de um ângul o 2α. UFRS A figur b ixo represent um r io luminoso R R incidindo obliqu ment e sobre um espelho pl no que se encontr n posição horizont l E. é necessário que o ângulo  sej de Å GABARITO ) 15° b) 30° c) 45° d) 60° e) 75° 22. 21. Gir -se. foi tr ç d vertic l V. form um ângulo de 45° com o chão. U m pesso observ -se no espelho. ele conclui que o espelho só pode ser cônc vo. e) será gir d de um ângulo 2α. conE’ forme indic figur . Não send o lter d direção do r io luminoso incidente R com respeito à vertic l V. A flech que melhor represen t direção p r qu l el deve dirigir seu olh r. loc liz -se no foco do espelho. fim de ver os s p tos que está c lç ndo. proxim ndo-se d vertic l V. m ntendo se u olh r n direção horizont l. No ponto de incidênc i O.V 19. Um pesso observ -se tr vés do espelho inclin do. e) I. proxim ndo-se d vertic l V. b) será gir d de um ângulo α. II. Qu ndo um in divíduo encontr -se em frente um determin do espelho e not que su im gem é direi t e reduzid .

d) D e) E Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .Reflexão luminos ¡ ¡ ¡ – espelhos .

C tólic -DF O senhor “João Boc Abert ” compa e ceu ao consultó io odontológico pa a sua evisão semest al. As velocid des v1 e v2. pri ncip lmente. 08) Pode se utilizado como espelho et oviso em automóveis.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ 24. IMPRIMIR FÍSICA . menores e invertid s em rel ção um objeto re l.0 cm de ltur . conjug d pelo espelho E1.0 cm do vértice de um espelho cônc vo. Atu lmen r diversos fins. em rel ção o próprio r p z. de 30 cm de aio de cu vatu a.E. maio e inve tida. tent ndo br ç r su im gem.Superior de Br síli -DF Diz um lend muito belo. e) v1 = 2 m/s e v2 = 2 m/s. 03) vi tual.0 cm de r io. Ponta G o ssa-PR Sob e o espelho esfé ico com foco eal. U. conforme represent do no esquem b ixo. vários tipos de espelhos estão à vend p os sobre espelhos. “José So iso”. O D . 27. é 01) eal. utiliza dois inst umentos básicos: um pequeno espelho. b) v1 = 0 m/s e v2 = 2 m/s. 02) Não p oduz imagem vi tual a pa ti de um objeto eal coloca do sob e seu eixo p incipal. d) v1 = 1 m/s e v2 = 2 m/s. Salvado -BA A ca acte ística da imagem do objeto eal. ) v1 = 0 m/s e v2 = 1 m/s. que é perpend icul r o Im gem em rel ã primeiro. de objetos re is. do mesm o tamanho do objeto e di eita. se p ixonou por su própri im Su p ixão foi t nt que ele morreu fog do te. pa a exam na melho os dentes de João. Vunesp Um r p z entr num l nchonete. É côncavo e a distância é meno que a distância focal. produzem im gens sempre virtu is. 04) vi tual. Dê como esposta a soma das alte nativa s co etas. em direção o espelho E2. co njug d pelo espelho E2. 05) vi tual. E. ( ) Ao coloc rmos um lápis de 2. 16) Quando apontado na di eção do Sol. ( ) Espelhos convex os.23. É côncavo e tância é maio que a distância focal. 02) eal. p r lel mente o espelho E1. maio e di eita. c) v1 = 1 m/s e v2 = 1 m/s. gem refletid n superfície de um l go. com que su s im gens O’1. situado a 10 cm do vé tice do espelho côncavo. v lem. ap esent a um ponto b ilhante sob e a egião do foco. U. GABARITO 26. se desloc m. assinale o que fo co eto: 01) A i magem eal de um objeto colocado sob e seu cent o de cu vatu a é eal. U. É convexo e a distância é meno que a distância focal onvexo e a distância é maio que a distância focal. 04) As bolas metalizadas que são usadas em o namentações de Natal têm as mesmas p op iedades desse tipo de espelho.0 cm de ltu r um distânci de 8. ma que a alte nativa co eta sob e o espelho utiliza do e sob e a distância do dente ao espelho: a) b) c) d) e) É plano e a distância é meno que a distância focal. e uma espátula. Utilizando seus conceitos sob e o compo t amento e a natu eza da luz. meno e di eita. como os utiliz dos em elev dores. i m gem form d terá 4. 25. im gens sempre simétric s. meno e di eita. ( ) Espelhos pl nos produzem. I. julgue os itens como verd ntig que um jovem ch m do N rciso. em módulo. o fenômeno d refr ção regul r d luz. Us ndo seus conheciment deiros ou f lsos: ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ . que amplifica a imagem. de 16. virtu is e direit s. e O’2. 6 ( ) O f to de N rciso observ r su própri im gem n superfície do l go deve-se. respectiv me nte. com ampliação i gual a 2. que tem espelhos pl nos fix dos Im ge m em em tod extensão d s su s p redes e r p z v = 1 m/ rel ã 2 c minh com vel ocid de de 1 m/s.

cuja face não espelhada está inO dicada po um t acejado. os aios elet omagnéticos. e stá co eto afi ma que o(a): a) espelho é convexo. o objeto está a 6 cm do espelho. chegam ao seu foco com uma intensidade maio . é a da figu a: a) c) e) 7 I I I I O b) O I d) O GABARITO I O O 31. c) distância focal do espelho vale 2.5 cm. onde eles se concent am e aumentam a intensidade do sinal. b) aio de cu vatu a do espelho vale 5 cm. Uma antena pa abólica metálica. e manda-os. amplificam-nos e o s et ansmitem pa a a Te a.28. vindos di etamente do satélite distante. instalada em qualque esidência.2 m do vé tice do espelho. 29. joga-os em fase. capta. UERJ Na ent ada do ci co existe um espelho convexo. no metal da antena. fo mad a po um espelho plano com apenas uma face espelhada. As posições do objeto e de sua imagem estão ep esentadas na figu a ao lado: A posição co eta do espelho. A eficácia da antena pa abólica deve-se ao seguinte fato: a) O e feito fotoelét ico causado pelas ondas elet omagnéticas. amplificando o sinal. b) Ela funciona como um espelho em elação a esses aios pa alelos. IMPRIMIR ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Eles captam os sinais di etamente das “emisso as-mães”. A e lação ent e os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. Uma menina de 1. c) Os sinais são am plificados po que a antena os pola iza e. Calcule a distância focal do espelho da ent ada do ci co. então. tem uma imagem. d) imagem do objeto é vi tual. III.0 m de a ltu a vê sua imagem efletida quando se encont a a 1. a imagem é inve tida. p aticamente pa alelos. o aume nto t ansve sal da imagem é 5. Uni io Um objeto é colocado diante de um espelho. pa a um ecepto localizado no foco da antena. po eflexão. II. Os satélites et ansmisso es vie am soluciona ess e p oblema. UFRN Muitas cidades b asilei as não são cobe ta s pelos sinais et ansmitidos pelas emisso as de televisão. I. e) imagem está situada a 30 cm do espelho. no foco d a mesma. que. faz com que os elét ons a ancados atinjam o foco da mesma. A pa ti destas info mações. UFPB Um objeto luminoso. em seguida. po condução elét ica. efletindo-os pa a o fo co. pois eles têm um alcance limitado na supe fície da Te a. Conside e os seguintes fatos efe entes ao objeto e à sua imagem: I. 30. d) Ela abso ve os sinais. O.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .FÍSICA .

abe ta em um dos lados. o comp imento do espelho deve se . Com base na figu a e no que foi desc ito. d) uma imagem vi tual. A 60 cm E B O 1. o aio efletido gi a á de um â gulo 2 a. uma iluespelho imagem sionista amado a. b) Ap enas II. Instalou uma lâmpada incandescente no inte io de uma lâmpad a caixa. habilmente colocado pa a que a imagem da lâmpada pudesse se fo mada na pa te supe io da caixa. Reflexão total pode oco e quando aios luminosos que se p opagam em um dado meio atingem a supe fície que sepa a es se meio de out o com meno índice de ef ação. ITA-SP Conside e as seguintes afi mações: I. Pa a que uma pessoa consiga obse va sua imagem po intei o em um espelho etangula plano. podemos dize que a) apenas I e II são ve dadei as. no mínimo: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) todas são ve dadei as. Pa a que uma pessoa de altu a h possa obse va seu co po intei o em um espelho plano. pa alelamente a este. IMPRIMIR ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ .2 m d) 40 cm e) 50 cm GABARITO 35. caixa A pa te abe ta da caixa estava Josué Ma y v oltada pa a a f ente de um espelho côncavo. e a potência i adiada e a de 80 W. III. Se um espelho plano gi a de um ângulo a em to no de um eixo fixo pe pendicula à di eção de incidência da luz. II. III. Quando Ma y ligou o inte upto escondido. indep endentemente da distância deste ao espelho. I. fez a mágica conheci da como lâmpada fantasma. confo me ep esentado e squematicamente na figu a abaixo. UFRS Conside e as afi mações seguintes. oco eu a fo mação de a) uma imagem eal. II e III. este deve te de comp imento. di eita e meno do que o objeto. Se um espelho plano t anslada de u ma distância d ao longo da di eção pe pendicula a seu plano. d) Apenas II e III. e a potência i ad iada e a de 40 W.32. pode-se conclui qu e. pois viu uma lâmpada apa ece magicame nte sob e a caixa. a imagem eal de um obje to fixo t anslada á de 2 d. II. c) uma i magem vi tual. e) todas são falsas. e) I. a lâmpada acendeu. 8 33. A imagem de um objeto eal fo neci da po um espelho convexo é semp e vi tual. tomou um susto. A lâmpada tinha uma potência de 40 W e inicialment e estava desligada. e Josué. no mínimo. Então. ao se ligada a lâmpada. igual à altu a da pessoa. a altu a deste deve se de no mínimo 2 h/3. c) apenas II e III são ve dadei as. Fatec-SP A figu a abaixo most a um objeto AB de 30 cm de comp imento colocado em f ente a um espelho plano E. Quais estão co etas? a) Apenas I. UFRN Ma y Scondy. b) uma imagem eal. e a potência i adiada e a de 40 W. c) Apenas I e II. O ponto O ep esenta o globo ocula do obse vado . b) apenas I e III são ve dadei as. um dos espectado es. Pa a que esse obse vado con siga enxe ga o objeto intei amente po eflexão no espelho. e a potênc ia i adiada e a de 80 W. 34.

FÍSICA .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .

e o aumento linea Di D0 D t ansve sal. Conside e que esse ca o está se movendo numa ua etilínea. e) Do ponto de vista da Física. na face convexa ela apa ece á di eita e at ás da su pe fície. Unicap-PE Um espelho côncavo possui aio de cu vatu a igual a 24 cm. E1 e E2.3 A imagem é inve tida. 2 . confo me ilust ado ao lado: Nas co ndições ap esentadas. Uma lante na lase é colocada de fo ma a emiti um aio luminosos pa alel o ao eixo p incipal. Enquanto na face côncava a imagem do osto dessa pessoa apa ece a) inve tida e situada na supe fície da con cha. Justifique. at ás dele. e que. No instante em que Dona Beat iz o lha po aquele et oviso . d) Especifique se tal imagem se á maio ou meno que o objeto. vem um out o ca o. c) di eita e situada na supe fície da concha. indique a azão pela qual a indúst ia auto mobilística opta po esse tipo de espelho. UFRN Os espelhos et oviso es do lado di eito dos veículos são. Justifique. b) inve tida e à f ente da supe fície da concha. a azão ent e os aios de R cu vatu a 1 é igual a: R2 1 1 2 a) b) c) d) 2 3 3 2 9 E1 8 cm 20 cm E2 GABARITO e) 3 39. também situada na supe fície. o ca o de t ás está a 10 m de distância desse espelho. Vunesp Uma pessoa obse va a imagem de seu osto efletida numa concha de coz inha semi-esfé ica pe feitamente polida em ambas as faces. com velocidade c onstante. IMPRIMIR FÍSICA . 3 . Cefet-RJ Dois espelhos esfé icos cônca vos. em ge al. mas à f ente da supe fície. c) Especifique se tal imagem se á di eita ou inve tida. A equação dos pontos conjugados é + = . D0 a) Calcule a que distância desse esp elho et oviso esta á a imagem do ca o que vem at ás. 38.2 A altu a da ima gem é 2 vezes a altu a do objeto. e) inve tida e at ás na sup e fície da concha. I . Um objeto eal se encont a a 6 cm do espelho. O ca o de Dona Beat iz tem um espelho et oviso convexo cujo aio de cu vatu a med e 5 m. coaxiais.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . na face con vexa ela apa ece á também di eita. ap esentam aios de cu vatu as espectivamente iguais a R1 e R2. Justifique. d) di eita e at ás da supe fície da concha. e se fo ma a 12 cm do espelho. convexos (como os espelhos u sados dent o de ônibus u banos.II 0 .0 A distância focal do espelho é de 12 cm. 37. m.1 A imagem é eal. Sej a D0 a distância do objeto ao espelho (que é uma g andeza positiva). b) Especifique se tal imagem se á eal ou vi tual. pa a espelhos conve1 1 2 xos). na face convexa ela apa ece á di eita. Di a distância da imagem ao espelho (conside ada positiva se a imagem fo eal e negativa se a im agem fo vi tual) e o aio de cu vatu a do espelho (conside ado negativo. na face convexa ela apa ece á di eita e à f ente da supe fície. é dado po m = – i . 1 . ou mesmo em agências bancá ias ou supe me cados).36. comum aos dois espelhos. na face convexa ela apa ece á inve tida e at ás da supe fície.

40. Mackenzie-SP Algumas pessoas utilizam em espelho “dupla face”, o qual p opo ciona, de um lado uma imagem di eita e de tamanho igual ao do objeto que está à sua f ente, e do out o la do uma imagem de tamanho maio que o do objeto. Ent etanto, sabe-se que não se t a ta efetivamente de um espelho de face dupla, mas sim de dois espelhos independen tes um do out o. O espelho que nos p opo ciona uma imagem de tamanho igual ao do objeto é um espelho ———— e aquele que nos p opo ciona uma imagem maio que o objeto é um e pelho ————. Po ém, além da imagem se maio que o objeto, pa a que ela seja di eita, o obje o deve á se colocado —————. A alte nativa que contém info mações satisfató ias pa a o p eenchimento das lacunas acim a, na o dem de leitu a, sem cont a ia os p incípios da Óptica Geomét ica é: a) plano, côn cavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. b) convexo, cônca vo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. c) plano, convexo, muito p óximo do espelho. d) convexo, côncavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. e) plano, côncavo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. 41. PUCPR Um objeto eal, ep esentado pela seta, é colocado em f ente a um espelho poden do se plano ou esfé ico confo me as figu as. A imagem fo necida pelo espelho se á v i tual: I II 10 C F III IV C F C F V C F GABARITO a) apenas no caso I. b) apenas no caso II. c) apenas nos casos I e II. d) nos casos I e IV e V. e) nos casos I, II e III. 42. UFSC Conside e um espelho esfé ico côncavo com um objeto à sua f ente, situado a u ma distância do foco igual a duas vezes a distância focal, confo me está eF p esentad o na figu a ao lado. objeto foco Em elação à imagem fo necida pelo espelho, assinale a(s) p oposição(ões) CORRETA(S): 01) Como não foi fo necida a distância focal, não podemos fi ma nada sob e a posição da imagem. 02) A distância da imagem ao foco é igual à metade da distância focal. 04) A imagem é eal, inve tida e seu tamanho é igual à metade do tam anho do objeto. 08) A distância da imagem ao espelho é igual a uma vez e meia a distân cia focal. 16) A distância da imagem ao espelho é igual a duas vezes a distância focal . 32) A imagem é eal, di eita e seu tamanho é igual a um te ço do tamanho do objeto.

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FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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64) A distância da imagem ao foco é igual à distância focal e a imagem é Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.

eal e inve tida.

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43. ITA-SP Um objeto linea de altu a h está assentado pe pendicula mente no eixo p incipal de um espelho esfé ico, a 15 cm de seu vé tice. A imagem p oduzida é di eita e tem altu a de h/5. Este espelho é a) côncavo, de aio 15 cm. b) côncavo, de aio 7, 5 cm. c) convexo, de aio 7,5 cm. d) convexo, de aio 15 cm. e) convexo, de aio 10 cm. 44. Unicamp-SP Uma das p imei as aplicações milita es da ótica oco eu no século III a.C . quando Si acusa estava sitiada pelas fo ças navais omanas. Na véspe a da batalha, A quimedes o denou que 60 soldados polissem seus escudos etangula es de b onze , medindo 0,5 m de la gu a po 1,0 m de altu a. Quando o p imei o navio omano s e encont ava a ap oximadamente 30 m da p aia pa a ataca , à luz do sol nascente, f oi dada a o dem pa a que os soldados se colocassem fo mando um a co e empunhasse m seus escudos, como ep esentado esquematicamente na figu a abaixo. Em poucos m inutos as velas do navio estavam a dendo em chamas. Isso foi epetido pa a cada navio, e assim não foi dessa vez que Si acusa caiu. Uma fo ma de entende mos o que oco eu consiste em t ata o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. Suponh a que os aios do sol cheguem pa alelos ao espelho e sejam focalizados na vela d o navio. 11 a) Qual deve se o aio do espelho côncavo pa a que a intensidade do sol concent a do seja máxima? b) Conside e a intensidade da adiação sola no momento da batalha com o 500 W/m2. Conside e que a efletividade efetiva do b onze sob e todo o espect o sola é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade incidente é efletida. Estime a potência total incidente na egião do foco. IMPRIMIR GABARITO

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A R E F L E X Ã O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1 1. 27 2. V-F-F-V-V 3. 13 4. a 5. 05 6. 03 7. e 8. c 9. 1 + 2 + 8 + 32 10. 2 + 4 + 16 11. F-F-V-V-V 12. F-V 13. 38 14. b 15. c 16. d 17. a 18. 17 cm 19. c 20. b 21. c 22. b 23. b 24. F-V-F-F 25. b 26. 05 27. 16 28. -0,40 m 29. b 30. d 31. e 32. d 33. a 34. b 35. a 36. V-F-V-F 37. a) –2 m b) vi tual c) di eita d) meno e) aumenta o campo de visão 38. a 39. b 40. e 41. d 42. 2 + 4 + 8 43. c 44. a) 60 m b ) 9000 W IMPRIMIR G A B A R IT O

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A

REFR AÇ ÃO 1. U.Católica Dom Bosco-MS A eflexão e a ef ação da luz obedecem a leis bem definidas e dependem do tipo de supe fície na qual incidem os aios luminosos. De aco do com os P incípios da Óptica, é co eto afi ma : a) A luz monoc omática é o esultado da supe posição de luzes de co es dife entes. b) A eflexão egula oco e quando, sob e uma s upe fície pe feitamente polida, incide um feixe de aios pa alelos e se mantêm pa al elos após a eflexão. c) No vácuo, a velocidade da luz ve melha é maio do que a da luz violeta. d) O ângulo de ef ação é igual ao ângulo de incidência. e) Quando um feixe de luz incide em uma supe fície que sepa a dois meios dife entes, oco em apenas os fenômen os eflexão e ef ação. 2. UEMS Um aio de luz, p opagando-se no a incide sob e uma p laca de vid o confo me most a a figu a. Sendo o índice de ef ação do a na = 1, qual é o índice de ef ação do vid o? N 1

45° vid o GABARITO a) 3 b) 6 c) 4 2 d) 2 e) 6 2 3. Unifo -CE No vácuo, ou no a , a velocidade da luz é de 3,0 .108 m/s. Num vid o, c ujo índice de ef ação é 1,50, a velocidade da luz é, em m/s, a) 1,0 . 108 b) 1,5 . 108 c) 2,0 . 108 d) 3,0 . 108 e) 4,5 . 108 IMPRIMIR

FÍSICA - Ref ação

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4. UESC-BA O fato de a água se ap esenta em seu estado natu al mais comum como um líquido t anspa ente possibilita que um feixe de aios sola es pa alelos, que ati nge a supe fície de um lago de águas límpidas e mais ef ingentes que o a , sob ângulo d e incidência α, 01) tenh um p rcel d luz incidente tr vess ndo superfície, sob ân gulo de refr ção β > α. 02) tenh um p rcel d luz incidente retorn ndo o r, so ângul o de reflexão θ = α. 03) sej complet mente refletido n superfície, so ângulo de reflexão = 90 – α. 04) sej complet mente refr t do, so ângulo de refr ção β = α. 05) sej complet te sorvido pel superfície do l go, podendo produzir elev ção d temper tur d águ . 5. U. Alfen s-MG Um pesso encontr -se deit d num tr mpolim, situ do três metr os de ltur , olh ndo p r piscin chei , cuj profundid de é de 2,5 m. Nest s c ircunstânci s, profundid de p rente d piscin será ) ex t mente 2,5 m. ) um v lor compreendido entre 2,5 e 3 m. c) um v lor m ior ue 3 m. d) um v lor menor ue 2,5 m. e) ex t mente 3 m. 6. Unirio Considere ue você vive em um mundo onde o ín dice de refr ção do vidro imerso em r é igu l 3. Se o índice de refr ção do r perm nece igu l 1, u ndo e por ue os o jetos serão vistos tr vés de um j nel , sendo es t de vidro e fech d ? ) Sempre, por ue sempre h verá lgum ângulo de incidênci rel tivo à norm l e m ior ue 0º p r o u l h verá refr ção. ) Sempre, por ue o vidro é um m eri l tr nsp rente. c) Apen s se os r ios d luz emitid por eles cheg rem à j nel f zendo um ângulo de 90º com superfície do vidro. d) Nunc , por ue sempre h verá ref lexão tot l n p ss gem do r p r o vidro. e) Nunc , por ue sempre h verá reflexão to t l n p ss gem do vidro p r o r. 7. UFRS Considere um lente com índice de refr ção igu l 1,5 imers complet mente em um meio cujo índice de refr ção pode ser consider do igu l 1. Um feixe luminoso de r ios p r lelos incide so re lente e conve rge p r um ponto P situ do so re o eixo princip l d lente. Sendo lente m nti d em su posição e su stituído o meio no u l el se encontr imers , são feit s s seg uintes firm ções respeito do experimento: I. Em um meio com índice de refr ção igu l o d lente, o feixe luminoso converge p r o mesmo ponto P. II. Em um meio com índi ce de refr ção menor do ue o d lente, porém m ior do ue 1, o feixe luminoso converg e p r um ponto P’ m is f st do d lente do ue o ponto P. III. Em um meio com índi ce de refr ção m ior do ue o d lente, o feixe luminoso diverge o tr vess r len te. Qu is estão corret s? 2 GABARITO IMPRIMIR

Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) Apen s I.

) Apen s II. c) Apen s III. d) Apen s II e III. e) I, II e III.

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8. U. E. Pont Gross -PR Qu ndo um r io luminoso policromático incide em um super fície tr nsp rente, sofrendo refr ção, 01) ele present índices de refr ção diferentes p r c d cor. 02) ele present , p r o p r de meios, um único índice de refr ção p r tod s s cores. 04) luz se reflete difus mente, com m ior dest ue p r cor pred omin nte. 08) ocorre o fenômeno conhecido como dispersão d luz. 16) origin -se um f eixe de luz colorid . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 9. F tecSP A figur ixo mostr um feixe de r ios luminosos monocromáticos ue se prop g tr vés de um meio tr nsp rente A. Ao tingir outro meio tr nsp rente e homogêneo B, um p rte do feixe se reflete (II) e outr refr t (III). 3

A respeito dess situ ção é correto firm r ue: ) el não é possível. ) o meio A pode se o vácuo. c) o meio B pode ser o vácuo. d) velocid de dos r ios luminosos do feixe II é mesm ue dos r ios luminosos do feixe III. e) o ângulo (α) ue o feixe inci dente (I) form com superfície de sep r ção é m ior ue o ângulo ue o feixe refletido ( II) form com mesm superfície (β). 10. UFGO Considere ue um r io de luz prop g se de um meio de índice de refr ção n1, p r um meio de índice de refr ção n2. A superfície sep r ção entre os dois meios é pl n ; então, ( ) se esse r io de luz incidir o li u me nte, ele será refr t do, proxim ndo-se d norm l, c so o índice de refr ção n1 sej men or do ue o índice de refr ção n2. ( ) se r zão entre os senos dos ângulos de incidênci refr ção for igu l 1,5, velocid de do r io de luz no meio de índice de refr ção n1 se rá 50% menor ue no meio de índice de refr ção n2. ( ) se reflexão intern tot l ocorrer p r um ângulo de incidênci igu l 30°, o índice de refr ção deste meio será du s vezes or do ue o do outro meio. ( ) o produto d velocid de do r io de luz pelo índice de refr ção, no mesmo meio, é const nte. 11. UFGO Considere um estreito feixe de luz r nc incidindo so re um loco de vidro. A refr ção desse feixe no vidro dá origem u m espectro colorido, no u l se o serv m s seguintes cores, n ordem decrescent e de su s velocid des de prop g ção: vermelho, l r nj , m relo, verde, zul, nil e violet . O feixe violet refr t do é, então, direcion do um prism . Nesse fenômeno, ( ) dispersão d luz r nc ocorre, por ue o índice de refr ção do loco de vidro é dif erente p r c d um d s cores. ( ) o desvio d luz violet é menor do ue o desvi o d luz vermelh , u ndo m s emergem do loco de vidro. ( ) o feixe violet , o p ss r pelo prism , d rá origem um novo espectro colorido. ( ) se secção princi p l do prism for um triângulo retângulo isósceles, e o feixe violet incidir perpendi cul rmente so re um d s f ces, será o serv d reflexão intern tot l. Nesse c so, considere ue o ângulo limite é igu l 48°. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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Lem re-se de ue p r ângulos pe uenos sen( ) > t n( ). um segund refr ção e um reflexão d) um reflex m segund reflexão e um refr ção. Um r io de luz vári s cores ue compõem o rco-íris r . 15. o ue interpõe um pe uen c m d de r (n r = 1) entre águ e o olho. Além disso. 3. são represent dos pen s os r ios luz r nc incidente got d águ rco-íris. um refr ção e um segund reflexão. e r ios d s estão del emergindo. 2. us ndo um rgumento d Físic . A f igur present o sentido do feixe inici l d l ntern em direção à superfície ue sep r os dois meios ( r e águ ). UFSE Um r io de luz incide n superfície de sep r ção de dois meios tr nsp rentes sofrendo reflexão e refr ção.luz violet emergente luz vermelh emergente 4 Pode-se concluir. 13. UFRJ Temos dificuld de em enxerg r com nit z de ixo d águ por ue os índices de refr ção d córne e d s dem is estrutur s do olho são muito próximos do índice de refr ção d águ (nágu = 4/3).Refr ção Av nç r ¡ Pergunt -se: ) Qu l o segmento de ret orient do (1. dess represent ção. (P r não so rec rreg r figu emergentes d s cores violet e vermelh . Por isso us mos másc r s de ulho. c) um refr ção. ue o fenômeno do rco-íris ocorre por ue o índice de refr ção v ri com cor d luz e c d cor componente do r io de luz r nc incid ente so re got d’águ sofre. o ângulo de refr ção v le ) 70° d) 30° ) 50° e) 20° c) 40° 14. ) um refr ção. 4 ou 5) ue melhor r epresent o sentido do feixe de luz dentro do uário? ) Justifi ue su respost p r esse tipo de fenômeno. um ref e um segund refr ção. C lcule ue distânci o mergulh dor vê im gem do peixe.) ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . seguinte se üênci d e fenômenos: ) um reflexão. UFR -RJ Um curioso pont su l ntern ces p r um uário contendo águ e peixes. l ntern GABARITO 5 4 IMPRIMIR 3 2 1 Volt r FÍSICA . el present um conjunto de opções p r o sent ido d prop g ção do feixe de luz dentro do uário contendo águ . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 12. de cordo com os r ios mostr dos. n u l está represent d um got d’águ r nc está incidindo so re got . Ness s condições. n direção d másc r . Suponh o vidr o d másc r pl no e de espessur desprezível.0 m de um mergulh dor. Um pe ixe está um distânci de 2. UFRN P r explic r form ção do present m um figur como ue vem em suspensão no r. O ângulo de incidênci v le e os r ios refletido e refr t do são perpendicul res. os livros didáticos de Físic fre üentement ixo.

) se n1 < n2. devido à reflexão tot l. então ess pess o veri p is gem invertid . m s luz ue vem de for d águ não tr vess águ . ) A função desempenh d pel lente o jetiv é mesm ue de um espelho convexo. julgue os itens ixo como verd deiros ou f lsos. o ângulo de incidênci do r io luminoso é menor ue o ângulo de refr ção.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ lente ocul r prism ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ . devido o desvio sofrido pel luz n tr vessi d superfície. S o o índice de refr ção do r igu l 1. O feixe de luz tr vess os prism s. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refr t do est rão em f se. No corte. o ângulo de refr ção o serv do é de 30º. ( ) O inóculo não funcion ri se não existisse o fenômeno d difr ção.16. ( ) A reflexão intern tot l ue ocorre em c d um dos prism s é fund ment lmente um f enômeno refr tivo. E. 19. o serv m-se s lentes o jetiv e ocul r e um p r de prism s. ( ) Se um pesso o serv sse um p is gem com o inóculo descrito . 0 c) 3 d) 2 3 e) 3 2 17. Vunesp N s fotos d prov de n do sincroniz do. Então podemos firm r ue: ) se n1 > n2. pode ocorrer reflexão tot l e os r ios incidente e refle tido est rão em f se. e) emerge d câm r ilumin p rte su mers do corpo d s n d dor s. U. d) se n1 < n2. Cefet-PR Um r io luminoso se prop g de um meio de índice de refr ção (n1) p r outro meio de índice de refr ção (n2). seguindo tr jetóri mostr d em det lhe n figur . d) emerge d câm r ilum in p rte su mers do corpo d s n d dor s. Londrin -PR P r determin r o índice de refr ção de um lí uido. Se ess s fotos são tir d s exclusiv men te com ilumin ção n tur l. tir d s com câm r s su mers s n piscin . c) se n1 > n2. e) se n1 > n2. p rte superior dificilmente se vê. c) vem d p rte do corpo d s n d dor s ue está for d águ é desvi d o tr vess r águ e não converge p r câm r . f z-se com ue um feixe de luz monocromátic proveniente do r forme um ângulo de 60º em rel ção à norm l no ponto de incidênci . m s luz ue vem de for d águ é sorvid pel águ . o ângulo de incidênci do r io luminoso é m ior ue o ângulo de refr ção. IMPRIMIR Volt r FÍSICA .0. u se sempre p rece pen s p rte do corpo d s n d dor s ue está so águ . então o índice de refr ção do lí uido será: ) 0. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refletido est rão em f se. 5 18. GABARITO prism feixe de luz lente o jetiv tr jetóri d luz Acerc do funcion mento desse instrumento óptico. UnB-DF A figur ixo ilustr o fu ncion mento de um inóculo comum. ) vem d p rte su mers do corpo d s n d dor s tin ge câm r . isso contece por ue luz ue ) vem d p rte su mers d o corpo d s n d dor s tinge câm r . o contrário d luz ue vem d p rte su mers . m s p rte de for d águ não. m s p rte de for d águ não é ilumin d d evido à reflexão tot l ocorrid n superfície. m s do u l tivessem sido retir d s s lentes o jetiv e ocul r. P r ue isso conteç .

e se retr t num ângu lo de 30° com norm l.0 6 ) ) c) d) 90° 60° 30° 15° 30° 0. no meio 2. determine o ângulo re l ue o holofote f z om horizont l. se o o jeto for re l. Podemos firm r ue. ( ) Um o jeto se encontr n frente de um espelho esférico cônc vo. será V2 = V1 2 . proxim d men te: sen θ interf ce 1. ( ) Se o r io de luz se prop g no meio 1 com veloc id de V1. o . ( ) O índice de r meio 2. um dos holofotes do circo . em um certo inst nte. um r io r s nte. Unic p-PE Um r io de luz monocromático prop g -se de um meio 1 p r um meio 2. cheio de águ . sep r ndo-se n s co res do espectro visí tr vess r um prism de vidro. As cores ue compõem lu z r nc podem ser visu liz d s u ndo um feixe de luz. sofre vel.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  .5 0 0 30 60 90 θ (gr us) 22. A im gem se form rá 10 m do o jeto e terá t m ém 2 m de ltur . 53° GABARITO S endo ue o índice de refr ção d águ é 4/3. A luz de cor é menos desvi d de su direção de incidênci e de cor é m is desvi d de su direção de incid i . n ordem em ue el s p recem. esc p rá de modo surpreendente. de luz monocromátic . tr vés de um interf ce pl n . S e-se ue o ângulo de incidênci é de 45° e o ângulo de refr ção. é 2. o ilusionist vê. UERJ O present dor nunci o número do ilusionist ue. p ss de um meio tr nsp rente p r outro. ) dispersão – vermelh – violet ) dispersão – violet – vermelh c) difr ção – viole elh d) reflexão – vermelh – violet e) reflexão – violet – vermelh IMPRIMIR Volt r FÍSICA . im gem t m ém será re l.20. tot lmente m rr do e imerso em um t n ue tr nsp rente. ( ) Um o jeto re l de 2 m de ltur se encontr 5 m de um espelho pl no. então su velocid de. Potigu r-RN Em um ex periênci re liz d em l or tório. o r io refr t do f rá com norm l um ângulo de. Du r nte esse número. UFRS Selecione ltern tiv ue preenche corret mente s l cun s no p rágr fo ixo. de modo ue o umento line r tr nsvers l é positivo. 30°. 21. 23. em rel ção o meio 1. ue lhe p rece est r 53º cim d horizont l. U.

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seu índice de refr ção é m ior ue o d águ r um r io de luz monocromátic ue p ss d águ p r o vidro e cheg nov mente à águ (figur ). O serv -se ue lâmin de vidro torn -se pr tic mente invisível. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vid ro. Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) A lâmin vidro torn -se op c à luz. dest p r o meio lí uido. 02) A luz. so re reflexão tot l. o p ss r do lí uido p r lâmin e. é mergulh d complet mente em um lí uido tr nsp rente de índice de refr ção t u l n. f ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 24. fic difícil distingui-l no lí uido. t m ém. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro e. ocorre mud nç no seu comprimento de ond . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. por ue velocid de d luz nos dois meios é diferente. de índice de r efr ção n. isto é. PUC-S P Um lâmin de vidro de f ces p r lel s está imers n águ . perfeit mente lis s. 25. 64) A luz sofre desvio. 32) A luz ue se prop g no meio lí uido não sofre reflexão o incidir n lâmin de vidro. dest p r o lí uido. 16) A luz não sofre refr ção. 08) Qu ndo luz p ss do lí ui do p r o vidro.7 ) ) GABARITO c) d) IMPRIMIR e) Volt r FÍSICA . S e-se ue o vidro é um m eio m is refringente ue águ e.Refr ção Av nç r  ¡ m ¡ . port nto. 04) A luz sofre forte refr ção. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro. o gráfico ue melhor represent v ri ção de su velocid de de prop g ção em unção do tempo é ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ d  . UFSC Um lâmin de vidro de f ces p r lel s.

velocid de d luz no vácuo: 3 x 108 m/s .77 sen 42° = 0. 02) O ângulo eflexão do r io de luz ue incide no ponto I é igu l 15°. 1 . Qual o ângulo θ cim d horizont l em ue o peixe poderá o serv r um ueim d 100 m d m rgem do rio? Considere o índice d e refr ção d águ do rio 1. é verd de: 01) Predomin m os fenômenos de reflexão e refr ção. UEMS Um peixe muito conhecido em M to Grosso do Sul.25 Ness situ ção. 16) Ao tingir o ponto J.74 sen 75° = 0. 08) A vel ocid de de prop g ção d luz no crist l é igu l 2 x 108 m/s. θ ) 60° ) 30° c) 90° 8 d) 45° e) 55° 27.índice de refr ção do r. luz sofre reflexão tot l.26. IMPRIMIR 04) Ao p ss r do r p r o crist l.67 cos 42° = 0.Refr ção Av nç r ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .00 m ab aixo da supe fície de um io de águas calmas.96 cos 75° = 0. o “Dour do”. o r io de luz se f st d norm l.64 cos 40° = 0.41. 75° I 40° J GABARITO Considerem-se os seguintes d dos: . está a 2. UFBA A figur ixo represent um r io de luz monocromático ue se prop g no r e incide no ponto I d superfície de um loco de crist l tr nsp rent e.sen 40° = 0. Volt r FÍSICA .

o índice de refr ção do r n r = 1 e velocid de de prop g ção d luz no r c = 3. n águ . (02) O r io luminoso. II. u ndo o r io luminoso incide do r p r o vidro ou do vidro p r o r.0 x 108 m/s. As color ções v riáv o serv d s em um CD (“comp ct disk”) deco em do mesmo fenômeno que o igina as co es do a co-í is. e c. 29. f st -se d norm l. loc liz d no interior de um loco de vidro. AR θc c VIDRO s 9 Ness s condições. ssin le ltern tiv cuj figur melhor represent os r ios refletidos e refr t dos n superfície do l go. é igu l 2. S e-se ue.0 x 108 m/s. zul ) r nc r nc ) GABARITO ¡ ¨ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡  ¡ ¡  c) r nc d) 30. III. (04) A reflexão intern tot l pode oc orrer. emiti dos pel fonte S. 3 (32) O fenômeno d difr ção ocorre u ndo luz tr vess um orifício de dimensões d ordem de gr ndez do seu comprimento de ond . sendo menos abso vidas as adiações visíveis d e maio comp imento de onda. (16) O ângulo crítico θc.28.5. no vidro. A colo ação ave melhada do Sol du ante o enta dece deco e do fato da luz b anca sof e uma abso ção seletiva. velocid de de prop g ção d luz zul é menor ue d luz vermelh . é correto firm r: (01) O ângulo de reflexão ue o r io form com no rm l é diferente do ângulo de incidênci . ( 08) A velocid de de prop g ção d luz. Cefet-PR An lise s firm ções respeito de fenômenos ópticos. UFMG Um feixe de luz r nc i ncide o li u mente so re superfície de um l go. Considere o índice de refr ção do vidro nv = 1. Uma adiação visível monoc omática não se decompõe em co s p imá ias ao at avessa um p isma. o ser refr t do p ss ndo do vidro p r o r. estão represent dos três r ios luminosos. Consider ndo ess s inform ções. p rtir do u l ocorre reflexão 2 intern tot l. . é d do por θc = rc sen ( ). Está(ão) co eta(s) a(s) afi mativa(s): a) soment ¡ ¡ ¡ ¡ r zul vermelh ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r vermelh ¡ zul zul vermelh ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r nc ¡ ¡ ¡ ¡ vermelh vermelh zul vermelh zul águ águ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . UFBA N figur ixo. I.

c) somente III.e I. II e III. IMPRIMIR FÍSICA . b) somente II.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta . d) somente II e III. e) I.

31. pois você e o peixe estão em meios dife entes e. dificultando a saída do feixe pelas late ais. em elação ao índice de ef ação do a .Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . IMPRIMIR FÍSICA . UFRN Uma fib a ótica. po ém. de uma ext emidade à out a. Pa a isso. As t ajetó ias do aio luminoso. os gue ei os p ovidenciam alimento at avés da pesca po lança. p oveniente do a . e) abaixo da imagem v isualizada. d) acima da imagem visua lizada. Se você pa ticipasse desse tipo de pesca ia. a ef ação é favo ecida. assim. c) aci ma da imagem visualizada. valem-se de um ecu so p ático. utilizando. é a) baixo. as t ajetó ias fisica mente possíveis são a) I e II b) I e IV c) II e III d) II e IV e) III e IV GABARITO 33. pa a neles mi a a lança. a posição da imagem não co esponde à pos objeto. também ep esentadas. já que ela co esponde à posição do objeto. d) baixo. Pelotas-RS A água semp e foi vital pa a a sob evivência humana. 32. estão no plano dessas figu as. postam-se à ma gem dos ios. Pa a ace tá-los. a ef ação é favo ecida. po causa do fenômeno da ef ação. inclusive pa a o homem visualiza at avés dela e. uma vez que você e o peixe estão em meios dife entes. há o fenômeno da ef ação. um p incípio da Física. po tanto. pe mite a p opagação de um feixe luminoso e m seu inte io . fib a ótica feixe luminoso ep esentação esquemática da p opagação feixe luminoso A explicação física pa a o fato acima desc ito é a seguinte: Como o índice de ef ação da f a ótica. ace ta ia: a) abaixo da imagem visualizada. Em alguma s t ibos indígenas. F. obse vando a passagem dos peixes. mesmo encu vada. oco e a eflexão inte na total. pois. b) na posição da imagem. devido ao fato de você e o peixe es ta em em meios dife entes. 10 I II III IV Sabendo-se que o índice de ef ação do vid o é maio do que o do a . consegui o seu alimento. oco e a eflexão inte na tota alto. pois a luz sof e o fenômeno da ef ação. U. dificultando a saída do feixe pelas late ais. c) alto. mesmo que você e o peixe estejam em meios dife entes. apesa de você e o peixe esta em em meios dife entes. p aticamente sem sof e pe das (veja a figu a abaixo). em vi tude de ela co es ponde à posição do objeto. em vi tude do fenômeno da ef ação. UFPB As figu as abaixo ep esentam secções etas de u m cubo de vid o que tem uma de suas faces atingida po um aio de luz monoc omátic a. sem sabe .

D 31. V-F-F-F 1 2. F-F-V-V 20. 1. B 33. E 18. 37 23. D 22. V-F-V-V 11.5 m 15. C 17. E 3. D 30. A 7. C 10. C 19. 2 + 8 + 16 + 32 29. D 26. D 27. B IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 1 + 8 + 16 9. D 8.F ÍS IC A REFR AÇ ÃO 1 1. E 32. A 24.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta   . D 6. 16 + 32 25. C 4. B 2. E 14. B 13. V-F-V-F 21. (2) 16. 1 + 8 + 16 28. 02 5.

) A p op iedade segundo a qual o índice de ef ação va ia com o comp imento de onda é chamada de dispe são.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 4.0 m do p ojeto . ( ) Em um dete minado meio.Católica-DF Um p ojeto de 25 cm de distância focal p ojeta a imagem de um slide de 3.0 cm X 4 . ) Em um meio homogêneo. ^ é constante. 1 GABARITO ( ( ( ( IMPRIMIR FÍSICA . ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) A imagem p oduzida po uma lente io é um sistema de lentes que p oduz uma to. ( ) A lente é conve gente. no me io. ( ) A eflexão é um fenômeno no qual a luz .5 vezes b) 25 vezes c) 8 vezes d) 31 vezes e) 12 vezes 3.F ÍS IC A L ENTE S 1.0 cm sob e uma tela situada a 8. Assim. ( ) Um mic oscóp imagem eal e ampliada de um pequeno obje melha é a que possui maio velocidade. ( ) As lentes dos óculos modificam a di eção de p opagação a luz que passa at avés delas. ao incidi sob e uma supe fície. sen ( ) A p óp ia leitu a desta p ova é possível devido ao fenômen o de eflexão especula da luz. Sabe-se que a i magem fo mada é eal e se encont a a 30 cm da lente e que a distância ent e o objeto e a imagem é 50 cm. 2. sendo que î = . desc itos pela óptica geomét ica. e é semp e meno do que 1. Unicap-PE U m objeto eal se encont a na f ente de uma lente esfé ica delgada. ) Sua distância focal é de 12 cm. ( ) Uma lente dive gente semp e p al. julgue os itens como ve dadei os ou falsos. Unicap-PE ( ) O índice de ef ação de meio. UFMT Sob e os fenômenos de eflexão e ef ação da luz. a luz ve um meio independe de luz que se p opaga nesse oduz uma imagem vi tual de um objeto e conve gente é semp e eal. o que ca acte iza o fenômeno da ef ação. ) O índic e de ef ação absoluto de um meio é inve samente p opo cional à velocidade da luz. ( ) Quando a luz passa de um meio pa a out o. há um a p opo ção di eta ent e o seno do ângulo de incidência î e o seno do ângulo de ef ação . a luz semp e se p opaga em linha eta. As dimensões na tela esta ão aumen tadas a) 6. U. eto na ao meio de o igem com um ângulo . com ângulo de incidência î.

pode-se dize que a) apena s a I é ve dadei a. II. uma vez que seus focos são vi tuais. assinale o que fo co eto: 01) Uma le nte é chamada conve gente quando os aios luminosos que nela incidem conco em pa a um mesmo ponto. 04) Uma lente de bo da delgada e índice de ef ação n. 16) A associação de uma lente plano côncava de aio R com uma l ente plano convexa de mesmo aio R é conve gente. c) as lentes I e II I. é uma lente conve gente. e) I. A distância focal de uma lente depende do índice de ef ação do mate ial de que el a é feita. Lentes delgadas podem se conve gentes ou dive gentes. b) a lente II. Analisando tais alte nativas. são dadas as afi mações a s egui : I. lentes delgadas são aquelas que pos suem a pa te pe ifé ica menos espessa que a pa te cent al. 02) Qualque lente pode se conve gente ou dive gente. UFR-RJ Po definição. lentes de bo das delgadas são conve gentes e lentes de bo das e spessas são dive gentes. Lentes delgadas são semp e dive gentes. Em elação às lentes delgadas fo am feitas as seguintes afi mativas: I. U. b) apenas a II é ve dadei a. Na lente dive gente. indepen dente de seu índice de ef ação. 6. d) I e III somente. e) apenas I e III são ve dadei as. 08) Qua ndo ime sas no a . Ponta G ossaPR Sob e o compo tamento óptico das lentes. está ep esentado o pe fil de t ês lentes de vid o: I II III Rafael que usa essas lentes pa a queima uma folha de papel com a luz do Sol. qua do colocada num meio de índice de ef ação maio que n. 2 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . c) apenas a III é ve dadei a. Lentes delgadas são semp e conve gentes. II. III. a ve gência é negativa. O funcionamento das lentes comuns é explicado pelo fenômeno da ef ação da luz . 7. UFMG Nesta figu a.5. Pa a isso. ele pode usa apenas a) a lente I. d) as lentes II e III. Cefet-PR Com elação ao estudo das lentes. E. II e III. b) I e II somente. É(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões): a) I somente. III. c) II e III somente. Dê como esposta a soma das alte n ativas co etas. 8.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) apen as I e II são ve dadei as.

(02) te á seus a ios de cu vatu a diminuídos se um objeto se afasta do olho. 10. movimentando-se sob e seu eixo p incipal. Potigua -RN Em um labo ató io mode no de óptica tem-se um obje to luminoso situado num dos focos p incipais de uma lente conve gente. como esposta. ( ) A luz emitida pelos olhos incide nos objetos à volta e a eles eto na. 12. à medida que ele se movimenta: 3 objeto F da lente D F (∞) imagem imp óp ia GABARITO a) b) c) d) passa de vi tual pa a eal. UFMA Um p ojeto cinematog áfico possui lente objetiva. (08) te á seus aios de cu vatu a diminuídos se um objeto se ap oxima do olho. afasta-se cada vez mais da lente. então a distância. (04) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se afasta do olho. passa de eal pa a vi tual. UFMT A espeito da capacidade de visão do olho humano. p. do filme ao cent o óptico da objetiva é ap oximadamente: 20 m 99 89 b) m 20 99 c) m 20 20 d) m 89 94 e) m 20 a) IMPRIMIR FÍSICA . a soma das alt e nativas co etas. UFMT O Olho Humano possui o c istalino. (16) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se ap oxima do olho. complementando o fenômeno conhecido po capacidade visual. dilatando-se quando o ambiente exte no tem pouca luz e cont aindo-se na p esença de muita luz. U. ( ) Quando se olha pa a um objeto dist ante. a imagem fo ma-se na etina sem que seja necessá io nenhum esfo ço de acomodação v isual. ( ) O c istalino é uma l ente bicôncava e flexível que p ojeta na etina uma imagem eal e inve tida do objet o visualizado. Dê. Pode-se afi ma qu e a imagem do objeto. É co eto afi ma que o c istalino (01) não se alte a quando um objeto se ap oxima ou se afasta do olho.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . O objeto afasta-se da lente. que funciona como uma lente conve gen te bicôncava simét ica e que pode te seus aios de cu vatu a alte ados. 11. ( ) A luz at avessa a có nea localizada na pa te cent al da supe fície do globo ocula e passa. Se o p ojeto possui objetiva com distância focal de 20 c m e a tela localiza-se a 20 m de distância da objetiva. que cont ola a ent ada de luz. pa a pode m os foca as imagens a distâncias distintas. cuja função é inve te e amp lia a imagem p ojetada. ana lise os itens como ve dadei os ou falsos. ap oxima-se do out o foco p incipal da lente.9. pela pupila. em seguida.

Qual das figu as abaixo ep esenta co etamente a imagem O’ do objeto O e a t ajetó ia dos aios luminosos que at avessam a lente? O’ L O a) F F L O b) F F L GABARITO c) O O’ F F L O O’ d) F F L O O’ e) IMPRIMIR F ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . b) dif ação luminosa. o fenômeno físico que está envolvido quando a luz at avessa as lentes é a a) eflexão especu la . UFR-RJ É sabido que lentes desca táveis ou lentes usadas nos óculos t adicionais s e vem pa a co igi dificuldades na fo mação de imagens no globo ocula e que desvia m a t ajetó ia inicial do feixe de luz incidente na di eção da etina. c) dispe são.13. e) ef ação luminosa. 14. seus focos F e um objet o O. Sendo assim. Uni io O L F F 4 A figu a acima ep esenta uma lente biconvexa delgada L. d) difusão.

Lentes ¨ Avança ¨ Volta .F FÍSICA .

16) A associação das duas lentes aumenta a distância focal da lente A. O tamanho da imagem obtida é igual a duas vezes o tamanho do objeto que se encont a a 15 cm do inst umento óptico. e a distância da tela à lente é de 45 cm. podemos afi ma que o etângulo esconde: GABARITO a) um espelho côncavo. desenhadas abaixo. que mede 0. independente do meio em que se encont e ime sa . Ponta G ossa-PR Sob e duas lentes. p ojeta a imagem da tela da sua televisão.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ a) Quais as dimensões da tela p ojetada na pa ede? Qual a b) Como a imagem apa ece na tela p ojetada na pa ede: sem tida apenas na ve tical (de cabeça pa a baixo)? Inve tida tal (de cabeça pa a baixo e t ocando o lado esque do pelo distância focal da lente? qualque inve são? Inve na ve tical e na ho izon di eito)? Justifique. Dê como espo sta a soma das alte nativas co etas. c) uma lente dive gente.8 m da tela da televisão e a 0.36 m da pa ede. e a distância da tela à lente é de 30 cm. é necessá io um disposi tivo dotado somente da lente B. E. e a distância da tela ao espelho é de 45 cm. assinale o que fo co eto: A B 01) A lente A é semp e conve gente. na pa ed e oposta da sala. e) um espelho côncavo.42 m x 0. 5 16. d) uma lente conve gente. utilizando um único inst umento óptico “escondido” pelo etângulo somb eado. 02) O foco imagem da lente B é vi tual quando ela está ime sa no a . ambas fei tas com vid o c own (índice de ef ação igual a 1.55 m. A e B. U. Nessas condições. b) uma lente conve gente. IMPRIMIR FÍSICA . utilizando uma le nte. 17. Pelotas-RS O esquema abaixo most a a imagem p ojetada sob e uma tela. Vunesp Um estudante. Ele obtém uma imagem plana e nítida com a lente localizada a 1. 08) A lente A pode amplia a imagem de um objeto ime so no a . 04) Pa a p oj eta a imagem ampliada de um objeto sob e uma pa ede b anca. e a distância da tela ao espelho é de 30 cm. e a distância da tela à lente é de 30 cm. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .51). Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.15. U. F.

inve tida. 6 ( ) Um objeto situa-se a 60 cm de uma lente conve gente de 20 cm de distância foca l. p opicia uma eação química en e os sais que compõem a película e a luz incidente. Denominam-se in st umentos ópticos toda combinação conveniente de dispositivos ópticos como espelhos. I. e situada a 30 cm do cent o óptico da lente. o aio incidente. todo a io de luz que incide numa di eção que passa pelo foco objeto p incipal ef ata-se pa alelamente ao eixo p incipal.0 e) – 5. di eita e ampliada em elação ao objeto. o aio ef atado e a e ta no mal à supe fície de sepa ação. vale a) 5. em dio pt ias. p ismas e lentes. passando pelo ponto de incidência.18. c) A imagem de uma vela p ojetada sob e uma tela é vi tual e di eita.0 c) – 0. 19. Pa a a co eção da miopia deve-se aumenta a distância focal do sistema associando-se ao globo ocula uma lente dive gente. isto é. onde o antepa o que cap a e g ava a imagem vi tual é um filme fotossensível. b) A imagem de uma vela fo mada na etina de um o lho humano é vi tual e inve tida. e) A hipe met opia é um defeito do olho humano que deve se co igido com uso de lentes esfé icas dive gentes. Se esta pessoa tem dificuldade pa a enxe ga obje tos afastados.0 IMPRIMIR FÍSICA . Com b ase nos seus conhecimentos sob e as lentes e a sua impo tância pa a o desenvolvime nto da humanidade. cada inst umento óptico tem po finalidade: fo nece imagens muito pequenas (mic oscópio) ou imagens ap oximadas de objetos a fastados (luneta) ou. julgue as afi mações a segui como ve dadei as ou falsas. ( ) O míope ap esenta como defeito o achatamento do globo ocula pe pendicula mente ao eixo óptico. egist a imagens de objetos (máquina fotog áfica).0 g aus”. d) Na ef ação da luz. ( ) A l upa ou lente de aumento é constituída apenas po uma lente dive gente que conjuga um a imagem vi tual. ( ) A eceita de óculos pa a uma pessoa indica que el a deve usa “lentes de 4. Essa lente conjuga pa a esse objeto uma imagem eal.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ .E. nas máquinas fotog áficas e em inúme os inst umentos ópticos. UFSE Uma lente conve gente tem distância focal de 20 cm. UEMS Assinale a alte nativa co eta: a) Em uma lente esfé ica delgada. ela deve usa óculos com lentes conve gentes de distância focal de 25 cm.50 d) – 2.0 b) 2. GABARITO 20. Idealizado pelo homem. ( ) A máquina fotog áfica é um inst umento óptico de p ojeção. eduzida em elação ao objeto.Supe io de B asília-DF As lentes semp e estão p esentes no nosso dia-a-dia: nos óculos. pe tencem a planos distintos. então. A sua ve gência.

de distâncias focais f1 e f2. dada po f +f a) f = 1 2 f1 f2 f1 f2 b) f = f1 + f 2 f –f c) f = 1 2 f1 + f 2 2 f1 f2 d) f = f1 – f2 23. Qual a distância focal dessa lente. A figu a abaixo ep esent a a máquina. L3 e L4) e um ba co (a cinco quilômet os da máquin a). Máquina fotog áfica Local pa a coloca a lente 5 km L1 L2 Posição do filme F1 F2 L3 F3 L4 7 F4 Com base nesses dados.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . f. Ube lândia-MG Um sistema ótico é fo mado po duas lentes conve gentes delg adas em contato. UFRN A máquina fotog áfica de Betânia não pe mite que esta. F. os cinco quilômet os não estão em escala. L2. a lente que Betânia deve escolhe é a: a) L2 b) L3 c) L1 d) L 4 22. F3 e F4) estão na mesma escala. após at avessa em a lente. Na fig u a. F2. o qual ela p etende fotog afa com a melho nitidez da imagem possível. Pa a obte um sistema equivalente p ode-se substitui estas lentes po uma que possua a distância focal. quat o lentes (L1. as lentes e as di stâncias destas aos focos (F1. va iando a posição da lente ajuste a focalização.21. Isso só é possível com a t oca de lentes. Pa a cada lente. ao passo que a máquina. U. quando a pessoa lê u m liv o a 35 cm? IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . estão indicados t ês aios luminosos pa alelos incidentes e a conve gência dos mesmos pa a o espectivo foco. UFR-RJ Conside e o sistema óptico do olho humano como uma lente delgada situada a 20 mm da etina.

16) O módulo da distância focal do sistema é de 30 cm. 04) O sistema S pode se uma lent e convexa. 02) Conside ando o obj eto eal. Lond ina-PR Um objeto (O) encont a-se em f ente a uma lente. assinale o que fo co eto: S O I A B V 01) O sistema S pode se tanto uma lente como um espelho.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ 24. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. Nessas condições. E. Ma ingá-PR Na figu a a segui . o objeto e a imagem são de mesma natu eza.a) F F’ I O b) F F’ I O I c) F F’ 8 d) I O F F’ O e) F F’ I GABARITO 25. U. 32) O tamanho da imagem é de 5 cm. E. U. a imagem most ada na figu a é vi tual. do objeto. à distância VB = 12 cm. ep esenta-se um objeto de tamanho O = 10 cm à distância VA = 20 cm de um sistema ótico S. O sistema ótico fo nece uma imagem I. IMPRIMIR FÍSICA . Que alte nativa ep esenta co etamente a fo mação da imagem (I)? O ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 08) Na situação ap esentada.

UFRJ Um e scotei o usa uma lupa pa a acende uma foguei a. c) na supe fície da lente. apa entement e. Lentes como essas podem se utilizadas pa a co igi o defeito da p esbiopia (ou “vista cansada”). mantém-se na supe fície e semp e é inve tida. Os óculos. em cm. como a miopia.50 m c) 2.Católica-DF Os olhos. ( ) Ce tas lentes de óculos podem se usadas pa a concent a os a ios sola es e queima uma folha de papel. Esta info mação significa que a lente efe ida foi eceitada pa a uma pe ssoa que ap esenta 3 g aus de miopia. de 450 mm de distância focal. Sua conclusão foi ace tada. constituem um fascinante conjunto capaz de fo ma e inte p eta imagens nas mais dive sas condições. Julgue cada afi mativa a se gui . 28. a) 10 b) 50 c) 2 0 d) 18 e) 9 30. estão se to nando co iquei as as ci u gias co etivas. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. b) ent e a lente e o olho da estudante. especialmente com o auxílio de Lase . que a lente usada deve se esfé ica. Viçosa-MG Um slide encont a-se a 5 m da tela de p ojeção. mas muda de o ientação. um dos maio es avanços p áticos de todos os tempos. d) nt e a lente e o lust e.26. se ela continua a afasta a lente.00 m b) 0. que se localizava. a imagem desse lust e. b) Calcule a que distância da asa da bo boleta o escotei o está posicionando a lupa. basicamente modelado as da cu vatu a da có nea. e) ent e a lent e e o lust e. deve-se coloca uma len te de distância focal 9 cm pa a que uma fonte luminosa puntifo me localizada a 1 m do antepa o p oduza neste uma imagem nítida e eduzida da fonte. de um antepa o. mantém-se nessa egião.00 m d ) 4. A pa ti daí. mantém-se nessa egião. com – 3 di ( diopt ias). o escotei o obse va os de talhes da asa de uma bo boleta ampliada quat o vezes. ( ) Uma pessoa hipe mét o pe tem dificuldades de ve nitidamente as imagens dos objetos p óximos pa a os qua is olha. Mais ecentemente. mas muda de o ientação. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. M. obse v ando os óculos de um amigo. U. concent ando os aios sola es n um único ponto a 20 cm da lupa. 27. Ela nota que a imagem desse lust e. Qual a meno distância ent e a lente do p ojeto . F. e o slide . na coluna efe ente ao olho esque do. F. pa a que a imagem seja p ojetada sob e a tela? a) 1. São Ca los-SP Uma estudante obse va um lust e de lâmpadas fluo escentes ac esas no teto da sala de aula at avés de uma lente conve gente delgada. ( ) Uma pessoa de visão no mal. fo am c iados pa a ajuda pessoas com alguns tipos de p oblemas da visão. F. ( ) Numa eceita de óculos lê-se. ( ) Os hipe mét opes têm dificuldades em ve o bjetos p óximos. ela coloca a lente junto aos seus olhos. afastando-a lentamente. Utilizando a mesma lupa. Itajubá-MG A que distância. 9 GABARITO IMPRIMIR 29. confo me Ve dadei a (V) ou Falsa (F).50 m FÍSICA . começa a apa ece inve tida e nítida . a pa ti de ce ta distância. a hipe met opia e o astigmatismo. U. a) Qual a distância focal da lente? Justifique sua esposta. po que seu olho conjuga a esses objetos imagens vi tuais. Pa a isso. U. a) ent e a lente e o olho da estudante. diminui os olhos de quem os usava. e concluiu que o amigo ce tamente não pode ia sof e de miopia. j untamente com o cé eb o. ve ificou que eles p oduziam o efeito de. esse defeito da visão pode te como causa um globo ocula mais cu t o que o no mal.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .

se ele quise p ojeta . 04) no míope a imagem se fo ma à f ente da etina. ou seja. com o eixo que passa po seu cent o coincidindo com o eixo óptico da lente. tem p esbiopia.5 c) 25 FÍSICA . O g au das lentes dos óculos d e João é + 2.5 cm c) 30. é medido em dio pt ias (di) e é igual ao inve so da distância focal (f) da lente (medida em met os): V = 1/f. a imagem do Sol. s ucessivamente. as pessoas com hipe met opia (dificuldade de ve de pe to) cont aem mais out o p oblema: a p esbiopia. B e C. UFSC As t ês doenças de visão mais comuns são miopia.31. hipe met op ia e astigmatismo. 02) podem se co igidas espectivamente po lentes côncavas . A imagem P do disco é f o mada confo me a figu a. 16) as duas p imei as podem se co igidas. de idade avançada. É nesse momento que ent am em c ena os “óculos de leitu a”. IMPRIMIR 34.0 cm. (Estando em A. P ocu ando ve essa imagem. As sim. ele deve á posiciona as lentes de seus óculos a uma distância da folha.0 b) 50 e) 0. sob e um antepa o situado a 0. espec tivamente. 08) o hip e mét ope enxe ga mal de longe. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente. convexas e cilínd icas.0 di. igual a: a)100 d) 5. É CORRETO afi ma que: 01) as t ês têm o igem em anomalias na est u tu a do globo ocula . po lentes conve gentes e dive gentes.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.0 cm 32. em c entímet os.0 cm d) 50. com nitidez. Fuvest-SP Um disco é colocado diante de uma lente conve gente. O g au das lentes. sua ve gência (V). Cesg an io João. B ou C Utilize o texto abaixo pa a esponde aos enunciados 34 e 35: À medida que a idade avança. esse obse vado di ige o olha pa a P at avés da lente). um obse vado coloca-se. também chamada de “vista cansada”.5 cm b) 12. UFRS A distância focal de uma lente conve gente é de 10.0 cm e) 60. nas posições A. que é conseqüência do cans dos músculos que acomodam a visão às va iadas distâncias. Assim. 10 33. essa imagem pode á se vista (imagem P) (disco) C A B GABARITO a) b) c) d) e) somente da posição A somente da posição B somente da posição C somente das posições B ou C alque das posições A. sob e uma folha de papel.5 m da lente? a) 5. A que distância da l ente deve se colocada uma vela pa a que sua imagem seja p ojetada.

( ) Óculos de sol (usados apenas pa a eduzi a intensidade luminosa) são constituídos po lentes conve gentes. ( ) Uma lupa é constituída po uma lente dive gente. e) astigmatismo e lentes conve gentes. ela necessita de óculos de leitu a. ( ) Alguns p ism as podem se utilizados como espelho po pe miti em a eflexão inte na total. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 35. e) 4. Supondo que o texto a se li do seja colocado a 25 cm de distância.5 di. espectivamente. a con ve gência é dada em diopt ias (di). é um espelho esfé ico. c) miopia e lentes conve gentes. 37. Cesg an io O g áfico que ep esenta co etamente o valo da distância focal (f) é: a) V da ve gência (V) em função ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFPR Conside ando elementos ópti cos e os objetos ou situações ap esentados. o “g au” de uma lente de óculos é a sua conve gência ou potência . b) 2.5 di. PUC-PR Em optomet ia.d) V 0 f 0 f b) V e) V 0 f 0 f c) V 0 f 11 36. pa a o qual a imagem de um objeto p óximo é maio que o p óp io objeto. ( ) Um espelho de maquiagem. a) hipe met opia e lente s conve gentes. dada pelo inve so da sua distância focal f (p = 1/f). 38. um oftalmologista eceitou-lhe óculos com lentes e sfé icas de ve gência –1. Vunesp Após examina um paciente. Se o ponto p óximo de uma pessoa se encont a a 2.5 di . d) 0. b) hipe met opia e lentes dive gentes. Se f é dada em met os.5 di.5 diopt ias. O p ovável p oblema visual ap esentado po esta pe ssoa e o tipo das lentes eceitadas são. ( ) O c istalino do olho humano co mpo ta-se como uma lente conve gente.0 di. a pessoa necessita de óculos de “g au”: a) 3. c) 2. d) miopia e lentes dive gentes.0 m de seus olhos. é co eto afi ma : ( ) A supe fície efleto a em um fa ol de automóvel é um espelho plano.

Lentes ¨ Avança ¨ Volta .IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

V-V-F-V 2. A 20. C 12. E 14. B 32. 2 + 8 16.3 m b) A < 0 — Imagem se á inve tida. 1 + 2 + 4 33.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ . C 34. A 2 5. A 30. C 6. C 27. D IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA .9 mm 24. F-F-V-V-F-V 38. 20 cm // 15 cm 29. F-F-V-F-V 19.084m 0. E 9. B 31.F ÍS IC A L ENTE S 1 1. 12 10. E 15. A 37. C 7. A 21. B 22. D 3. 4 + 8 8. 2 + 4 + 16 26.11 f = 0. 18. B 23. V-V-V-V-F 28. a) 0. F-V-F-F-F 5. B 35. D 17. V-V-V-F-F 4. C 36. V-FV-V 11. A 13. 18.

sua velocidade de p opagação é eduzida à metade do seu co espondente valo no vácuo. Sob e as afi mativas acima. deve ser: ) 5 .1 .5 . O vid o fosco é um meio opaco.4 . a) b) c) d) e) Apenas a afi m ativa I é ve dadei a.4 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .3 . Acafe-SC Co elacione a coluna da di ei ta com a da esque da.1 .4 . é co eto afi ma : ( ) Luz é uma onda de nat u eza elet omagnética.5 e) 2 . Apenas a afi mativa II é ve dadei a.4 .1 . de cim p r ixo. ( ) Quando um feixe de luz monoc omática é t ansmitido de um meio pa a out o. ( ) A dif ação é um fenômeno que oco e exclusivamente com a luz.Optic ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¢ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨  ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ . 3. U.2 .2 .1 .1 c) 3 . Apenas as afi mativas II e a III são ve dadei as. o seu comp imento de onda pe manece inalte ado. III.F ÍS IC A Ó P T IC A 1. assinale a alte nativa co eta.3 . II.3 ) 2 . UFPR Com base nos conceitos da óptica. O a é um meio t anspa ente.2 . Lond ina Conside e as seguintes afi mativas: I. ( ) A p opagação etilínea da luz é evidenciada du ante um eclipse luna . Apenas a afi mativa III é v e dadei a.4 d) 3 . Apenas as afi mativas I e a III são ve dadei as. ( ) Uma pessoa pode eduzi a intensidade da luz que atinge os seus olhos utilizan do pola izado es. na ve ificação de conhecimentos de Óptica: (1)ângulo de incidência = ângulo de eflexão (2)n1senθ1 = n2senθ2 (3)distânci d im gem o espelho = distânci do o jeto o espelho (4)distânci foc l = met de do r io de curv tur (5)distânci foc l positiv ( ) espelho pl no ( ) lente convergente ( ) lei d refr ção ( ) lei d refl exão ( ) espelho esférico A se üênci numéric . A água pu a é um meio t ans lúcido.5 . ( ) Quando a luz se p opaga num meio mate ial com índice de ef ação igual a 2. E.5 . 1 2.

5. Pel o serv ção d figur . II. ) re l. O crist lino se c omport como um lente. Dê. podemos firm r: I. A íris se comport como um di fr gm . como respost . num tel . 6. e) O ponto A é um o jeto impróprio p r o sistem S1 e um o jeto virtu l p r os dem is sistem s. um lente de 8 cm de distânci foc l. n d tendo ver com o sis tem S3. III. temos. (02) velocid de d luz ue incide so re o r elógio será de 2/3 do seu v lor no vácuo. convergente o jeto nvergente im gem c) re l. Então. E. PUC-RS Um lente fo rm im gem de um o jeto. PUC-PR Se comp r rmos o olho hum no um câm r fotográfic . ue ele m ntém em próxim do olho. ) Somente firm tiv I é verd d eir . se o relojoeiro tr lh r em tmosfer de r . se lente us d for convergente e o relógio estiver entre o f oco e o vértice d lente. (16) im gem do relógio será virtu l. pode-se concluir ue im gem é —————. A retin corresponde o filme d câm r . fic n do o relógio so re o foco princip l. U. é correto firm r ue (01) lente us d deverá ser um lente divergente. divergente d) virtu l. 7. B So re eles. Assim sendo. (32) o umento line r d im gem pode ser o tido. (04) lente us d será convergente. c) Somente III é verd deir . e lente é —— ———. tr vés d o módulo d r zão entre s distânci s d im gem o vértice d lente e do o jeto o vértice d lente. divergente d 3d e) m ior. d) O ponto D é um ponto im gem virtu l p r o sistem S3 e n d represent p r os dem is sistem s. direit . e) Tod s são verd deir s. c) O ponto C é um ponto im gem re l p r o sistem S2 e um ponto o jeto v irtu l p r o sistem S3. é correto firm r: A (∞) ) O ponto A é um o jeto re l p r o D s istem S1 e um im gem re l p r S2. (08) o relógio deve fic r entre o pl no do fo co princip l e lente convergente. diver gente ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .2 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . som d s ltern tiv s corret s. p r o tr lho de conserto de relógios. Cefet-PR A figur represent três sisS2 S3 tem s ópticos em ue dois são refr S1 C tores e um ref letor. d) Somen te s firm tiv s II e III são verd deir s. conforme figur ixo. M ringá-PR Um relojoeiro de vist norm l us . ) Somente firm tiv II é verd deir . ) O ponto B é um ponto im gem re l p r o si stem S1 e um ponto o jeto virtu l p r o sistem S2. m ior ue o o jeto.Optic  4.

) comprov ção de ue luz r nc . UFPR N figur ixo represent -se reflexão e refr ção de um feixe de luz mo nocromátic ue incide so re superfíθ1 θ 2 cie de sep r ção de dois meios. um piscin chei d’águ pode p rent r ser m i s r s devido o fenômeno luminoso identific do por 1) dispersão. n u l se contest v m os v l ores mediev is. ( ) A velocid de de prop g ção d lu no meio A é m ior ue no meio B. respectiv mente: ) reflexão d luz so re um prism . θ3 ( ) índice de refr ção do meio A é m ior ue o do meio B. c) difr ção d luz contorn ndo o prism . é correto firm r: B ( ) Os ângulos θ1 e θ2 são igu is. S Dependendo d posição em ue é o serv d . movi mento cultur l de tendênci l ic e irr cion l. em ue c d cor tem o seu própri o desvio. ( ) A fre üênci d luz no meio A é igu l à fre üênci d luz no meio B. d) comprov ção de ue luz se prop g em linh ret . o Ren scimento. Pelot s-RS 3 A figur retr t historic mente o cientist inglês Is c Newton (1642-1727) f zend o um experiênci com luz. o Iluminismo.8. movimento intelec tu l ue representou o ápice d s tr nsform ções cultur is inici d s com o Ren scimento . movimento ue m rcou os séculos XIII. vigente no século XVIII. ( Se θ1 = 60° e θ3 = 30°. F.Optic  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ . 5) interferênci . o Iluminismo. XIV e XV. A e B. 3) refr ção. é form d de um espectro de luz colorid . IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . pós refr ção. ue se estendeu do século XIV o sécul o XVI. ( ) O comprimento de ond d luz no meio A é menor ue no meio B. 10. U. É correto firm r-se ue o fenômeno físico demonstr do n f igur e o período histórico são. ue defendi m o teocentrismo e predestin ção preg dos pel Igrej C tólic . A Com se n s propried des d luz. Reform Protest nte. v i refletir-se em um n tep ro. U. 2) reflexão. 4) pol riz ção. pós encontr r superfície de sep r ção dos meios. o Hum nismo. em ue el . o índice de refr ção do meio B em rel ção o meio A é 3. e) dispersão d luz r nc tr vés d refr ção. 9.

form ndo um ângulo î com norm l. 13. (04) o comprimento de ond (λ) do raio uminoso ue emerge da âmina independe do meio onde este se propaga. independentemente de a superfíc ie ref etora ser. como resposta. a soma das a ternativas corretas. é possíve impe ir tota mente a incidência da uz sobre uma determinada região. ˆ (16) existe uma razão constante entre o seno do ângu o de refração R e o seno do ângu o ˆ de ref exão r. (02) O efeito da cor azu no céu está re acionad o com a presença da atmosfera em torno da Terra. uti iza-se o conceito da propagação do raio de uz em inha reta. Isto ocorre devido à refração da uz ao penetrar na atmosfera. (08) O nascer e o pôr-do-so são vistos q uando o So se encontra acima da inha do horizonte. Este fenômeno ocorre pe o fato de um f eixe de uz. por exemp o. b) sempre. então. como resposta. pois a formação da imagem virtua se dá atrás desses espe hos. a sua imagem será virtua e eqüidistará h da superfície do materia . compatíve com a ei de Sne . a soma das a terna tivas corretas. d) somente para objetos (obstácu os ou fendas) cujas dimensõe s re evantes sejam muito maiores que o comprimento de onda da uz. (08) a ve ocidade da uz no interior da âmina será diferente da ve ocidade da uz que emerge do objeto pu ntiforme. (16) A fibra óptica permite uma e evada eficiência na transmissão devido ao fenômeno da ref exão tota . Esse conceito é vá ido a) sempre. E. U. (64) A decomposição da uz branca.11. (04) O fenômeno da refração da uz está p resente nos espe hos esféricos nos casos de formação de imagens virtuais. 4 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . re a tivas a situações que envo vem conceitos de óptica. ao passar por um prisma. Isso é o que ocorre. Este fenômeno ocorre devido às dive rsas refrações que o raio de uz so ar sofre no interior da gota de chuva e devido à r ef exão interna tota . Dê. assina e a(s) correta(s). UFRN Na ótica geométrica. M ringá-PR Um o jeto puntiforme encontr -se um ltur h so re um lâmin de m teri l homogêneo. 12.Optica Avançar ¡   ¡      ¡     ¡ ¡ ¡    ¡   ¡ ¡  ¢ ¡        ¡ ¡   ¡ ¡    ¡  ¡  ¡ ¡ ¡        ¡    ¡  ¡ ¡  ¡ ¡          ¡    ¡          ¢ ¡   ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡      ¡     ¡     ¡  . não sofrerá desvio (refr ção). Um r io luminoso ue emerge desse o jeto incide so re superfície do m teri l. Unioeste-PR Dentre as a ternativas abaixo apresentadas. c) somente para espe hos cujas superfícies ref etoras sejam compatíve is com a ei de Sne . (32) Através da uti ização de entes po arizadas. (01) Em a guns dias de chuva pode-se ver no céu o arco-íris. independentement e da re ação entre a dimensão re evante do objeto (obstácu o ou fenda) e o comprimento d e onda da uz. a qua faz com que o raio de uz retorne à atmosfera e produz a o efeito característico do arco-íris. Então. Dê. (02) um r io luminoso. no estu do da ei da ref exão. atingir as paredes internas com ângu o m aior que o ângu o imite. p rtindo do o jeto e incidindo perpendicul rmente so r e lâmin . que penetra em seu interior. dá-se pe a presença de impurezas ou irregu arida des no vidro. (32) se o objeto puntiforme for rea . polido e tr nsp rente. ou não. se o ín e de refr ção do meio onde se encontr o o jeto for igu l o índice de refr ção do m teri l. é correto firm r ue ˆ (01) o ângulo de incidênci î e o de reflexão r serão igu is. já que para outros materiais o fenômeno não acontece.

conseguem fazer a sua pesca. Usando a Lei de Sne e. a partir da experiê cia do seu dia-a-dia. O fenômeno pe rmite conc uir que a) o índice de refração do vidro é diferente. UFCE Um feixe de aser incide sobre uma âmina de vidro de índice de refração n e es pessura t. ) O crist lino do olho de um p esso de visão norm l ge como um lente convergente ue produz um im gem re l.o.33. o índio deve jogar sua ança em direção ao ponto: a) I b) II c) III d) IV s y 16.Optic       ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡   ¡   ¡    ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¢    ¡   ¡  ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡       ¡           ¡  .14. com anças pontiagudas. Para acertá. c) a ve o cidade da uz no prisma é a mesma. e) o fenômeno citado encontra exp icação na re f exão tota da uz. para a cor que sofre menor desvio. II. considerando o índice de refração do ar igua a 1. As pos ições I. U. UFRN Ainda hoje. para cada uma das cores . recebe o nome de espectro visíve . à medid ue se proxim de um o jeto. Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igua a 1. C onsidere que o peixe está praticamente parado nessa posição. uz so ar) incide num pr isma de vidro de seção triangu ar. Isto é. Sobre a te a S é medida a distância y entre os raios de uz que chegam após ref exão na superfície superior da âmina e os raios que chegam após serem ref etidos na superfície inferior. b) o índice de refração do vidro é maior. c) A v ri ção do d iâmetro d pupil tem como o jetivo control r entr d de luz no olho. 15. i nvertid e ument d u ndo pesso o serv um o jeto dist nte. tem o r io de curv tur de s eu crist lino diminuído p r ue el continue foc liz ndo o o jeto. ) Um pesso c om visão norm l. d) P r correção d hipermetropi é necessári utiliz ção de lentes convergentes. A faixa de uz emergente. LANÇA ÍNDIO AR I II III IV ÁGUA 5 A figura acima é apenas esquemática. sofrendo duas refrações consecutivas. mo stre que. o índice de refração da âmina é dado por n= 2t2 1 + y2 2 1 2 GABARITO θi n θr x t 17. a guns índios pescam em rios de águas c aras e crista inas. e e enxerga o peixe como estando na profundidade III. no Brasi . e es conhecem. feitas de madeira. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertica . Esse arranjo permite determinar o índice de refração da âmina de vidro. U er -MG Assin le ltern tiv FALSA. IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . por isso. O feixe incidente faz um ângu o qi com a direção norma à superfície da âmina ( eja figura). para todas as cores. Unifor-CE Um fino feixe de uz branca (por exemp o. a ei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e. mais espessa e co orida. E a representa a visão que o índio tem da posição em q e está o peixe. para qi = 45°. d) a uz se desvia mais pa ra a cor de maior ve ocidade no prisma.

Av nç r ¡ ¡ .

II e III são. Com se nos princípios físicos envolvidos no funcion mento do microscópio. No es uem simplific do o l do. UFBA Em Biologi .18. Pode-se firm r ue I. (08) A luz incidente. A mostr excit d emite o feixe de luz F2. de comprimento filtro de ond entre 450 nm e 490 nm. regiões de F GABARITO A I II III IMPRIMIR ) ) c) d) e) e penum r . 20. F é um fonte de luz extens e A um ntep ro op co. (16) Os elétrons dos átomos excit dos p ss m de níveis de menor energi p r níveis de m ior energi n emissão de luz pel mostr . ue p ss tr vés do F1 espelho e tr vess um filtro ntes de cheg r o o serv do r O. penum r e som r . Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . (32) A l uz ue incide n mostr tem m ior energi do ue luz emitid pós excit ção. m s não é refr t do o p ss r do espelho p r o r. UFR-RJ N figur ixo. som r som r . é corre to firm r: F2 (01) Os ângulos de incidênci e de reflexão form dos A entre um r io do feixe F1 e norm l o espelho são igu is. UFPE Qu l d s figur s ixo melhor represent tr jetóri de um r io de luz monocromátic . (04) A so rção de p rte d luz ue não p ss pelo filtro tr nsform energi luminos em energi térmic . o excit r os m rc dores fluorescentes. Dê. som r . um r io de luz do feixe F2 é refr t do o p ss r d o r p r o espelho. um fe ixe de luz incidente F1.Optic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡  ¡  . som r e som r . co mo respost . é re fletido no espelho E e excit os m rc dores fluorescentes d mostr A. penum r . de compriE mento de ond superior 510 nm. (02) Consider ndo-se ue o espelho e o r têm índices de refr ção diferentes. penum r . o tr vess r um j nel de vidro (imers no r) de espessur d? ) ) c) d) e) d d d d d 6 19. utiliz ção de m rc dores fluoO rescentes permite o estudo de célul s tr vés do microscópio de fluorescênci . penum r e som r . respectiv mente. som r . som r e penum r . som d s ltern tiv s corret s. ument energi dos átomos excit dos.

.

b) A distância. fic 44 nos-luz de distânci d Terr ”. ou sej .uz corresponde a distância que a uz perc orre no vácuo durante um ano terrestre. que a uz percorre durante um ano. pes uis dores dos EUA desco rir m existênci de um sistem pl netário semelh nte o Sistem Sol r.u z é aproximadamente 9. U erlândi -MG-P ies “Pel primeir vez n históri d explor ção esp ci l. UERJ As fi guras abaixo representam raios so ares incidentes sobre quatro entes distintas. 22.5 x 1012. concentrando a uz do so sobre e e. (…) estrel Úpsilon de ndrômed . pois viaja à ve ocidade 3 x 108 m/s.F. U. A en te que seria mais efetiva para essa fina idade é a de número: a) I b) II c) III d) I V IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . um est rel com pelo menos três pl net s em su ór it . (Fo ha de São Pau o.21.Optica Avançar ¡ ¡   ¡   ¡ ¡    ¡   ¡ ¡ ¡   ¢   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡          ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ . c) Um ano. d) A uz emitida pe a estre a Úpsi on é instan taneamente percebida na Terra. em qui ômetros. como é ch m d . 16/04/99) Assina e a a ternativa incorreta: a) A uz da estre a Úpsi on demora 44 anos para chegar a Terra. 7 I II III IV Deseja-se incendiar um pedaço de pape .

A 8. V-F-V-F-V-V 10. E 6. 3 11. B 19. 26 1 2. A 4. Como θi = 45°. C 21. C 7. A 15. 60 5. temos: y = x = 2t . 45 20. E 9. tg θr y tg θr = 2y sen θr 1 sen θi = ⇉n= sen θi n sen θr n= 1 2 sen θr sen2θr sen2θr = cos2 θr 1-sen2 θr tg2θr 1 e n= 2t2 1 + y2 2 1 + tg2θr tgθr 1 G A B A R IT O tg2θr = Assim: sen2θr = n= 1 2 y2 + 1 4t2 y 2t = 17. V-V-V-V-F-F 3. 50 13.Óptic ¡ ¡ ¡ . D 14. D 22. B IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . D 16.F ÍS IC A Ó P T IC A 1. C 2. A 18.

( ) O desvio p r o vermelho (import nte indício em f vor d exp nsão do Universo) é um exemplo d ocorrênci do efeito Doppler-Fize u p r luz. ( ) A lu z e o som têm o módulo de su velocid de de prop g ção ument do u ndo p ss m d águ p r o r. Muito noss percepção do mundo em redor se deve o sentido d udição.C tólic -DF Como d luz. A celer ção d gr vid o loc l v le g. Desprez -se resistênci do r. esse tipo de ond se prop g no r.Ond s e M. celer ção d esfer tem componente t ngenci l nul . 1 ( ) Por se tr t r de um ond tr nsvers l. simétric s em rel ção à vertic l OC. ( ) o movimento oscil tório d esfer é uniformemente celer do. U. B e C.0 Hz té 20. inextensível e de m ss desprezível (ver figur ).0 m.F ÍS IC A O N D A S E M . ( ) fre üênci de oscil ção do pêndu lo não será lter d se m ss m for modific d . ( ) No r. no inst nte em ue esfer p ss por C. prop g ndo-se no r. So re o pêndulo simples pode-se fi rm r ue: ( ) o período de oscil ção do pêndulo é m ior em um loc l cuj celer ção d gr v de é m ior. ( ) Um ond longitudin l. ixo rel cion d s. com um velocid de de 340 m/s. O p relho uditivo hum no norm l é c p z de perce er ond s num f ix de 20. 20°C.10–2m. 2. 1.0°C. luz não pode ser pol riz d . H. tem igu l v lor. o comprimento de ond do som m is gudo ue o ouvido hum no pode perc e er mede 17. U. S. Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ . Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. suspens por um fio de comprimento s. A esfer oscil entre s posições A e B. é igu l o peso d esfer . pode ser consider d como um ultr ssom. ( ) n posição C.C tólic -GO O s g m A C B GABARITO O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um esfer de m ss m.H .0°C. com comprimento de ond de 2.S .0 kHz ( s ond s ne ss f ix constituem o ue ch m mos som). um temper tur de 20. ( ) tensão no fio. ( ) energi mecânic d m ss m. prop g ção do som t m ém é de c ráter ondul tório.0. 20. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . nos pontos A.

Unic p-PE ( ( ( ( ( ) P r um ond ue se prop g em um certo meio. ) As cord s de um h rp possuem comprimentos diferentes. p r emitirem not s diferentes. ) Um ond sonor se prop g no r (V r = 340 m/s). ) A sens ção sonor é estimul d em n ossos ouvidos por um ond tr nsvers l cuj fre üênci está compreendid entre 20 Hz e 20000 Hz. c) Os materiais são adequados.Ondas e M. menor é fre üênci . e v le 30 cm/s. b) Os materiais são adequados. e assim. m is gudo será o som. Avançar  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ 3. u nto m ior o comprimento de ond . diversos artistas rec amaram do eco re f etido pe a arquitetura da sa a de concertos que os incomodava e. mas devido à superposição das ondas sonoras sempre ha verá eco. GABARITO 5. H. ) A const nte elástic d mol é 3 N/cm. indique a opção que aprese nta uma possíve exp icação para o acontecido.-10 0 10 x(cm) -30 ( ( ( ) A mplitude do movimento é 20 cm. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . F(N) 30 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡   ¡   ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡     ¡ . ) A energi do sistem é 3 J. S. 2 ( ( 4. e) A rec amação dos artistas é infundada porque o que e es ouvem é o retorno do som que e es mesmo produzem e qu e hes permite ava iar o que estão tocando. Unirio Em recente espetácu o em São Pau o. podemos firm r ue fre üênci ngul r do movimento é 10 r d/ s. a) Os materiais usados na construção da sa a de espetácu os não são suficientemente absorvedores de ondas sonoras para evitar o e co. é um infra-som. ) A velocid de máxim ocorre no inst nte em ue celer ção é máxim . atra pa haria o púb ico que apreciava o espetácu o. e u nto m ior o comprimento d cord . e o v lor lgé rico d forç result nte ue tu no loco v ri com sciss x. cujo comprimento de ond é λ = 34 m. mas as ondas estacionárias formadas na sa a não podem ser e iminadas. de cordo com o gráfico d figur ixo. Considerando a natureza das ondas son oras e o fato de o espetácu o se dar em um recinto fechado. Unic p-PE Um sistem constituído por um loco preso à extremid de de um mol osc il livremente em um pl no horizont l. em tese. ) Se o l oco tem m ss de 3 Kg. ) A direção d prop g ção de um ond não lter u ndo el p ss o li u mente de um meio p r outro. d) A rec amação dos artist as é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. não podemos e iminar o eco.

produ zem-se ondas de freqüências diversas. com e) menos. Ondas transversais podem apresentar efeito Dopp er e ondas ongitudinais não. 4) o comprimento de onda da onda. Que a ternativa p reenche corretamente as acunas da frase acima? a) mais. mais. F. ocorre inversão de fase. 3) a amp itude da o nda. U. ref exão. U. apresentam em comum 1) o período. UFRS Considere as seguintes afirmações a respei to de ondas transversais e ongitudinais: I. apenas. b) Apenas II. e) Apenas I e III. Em re ação a este f ato é correto afirmar que: a) isto não ocorre na rea idade. e) sto ocorre na rea idade e o som será ouvido inc usive com maior nitidez. apen as. mesmo estando ambas no vácuo do espaço sidera . Londrina-PR Quando um pu so se propaga de uma corda outra espessa. necessariamente permanece const ante 1) a freqüência da onda. refração. c) Apena s III.6. apenas. pois não é possíve a propagaçã o som no vácuo. 2) a ve ocidade de propagação da onda. mais. com c) menos. 10. com b) mai s. que todas essas ondas. a amp itude e a ve ocidade de propa gação. Avançar                                       . possui seu interior preenchido por gases. 5) a direção de propagação da onda. b) isto ocorre na rea idade. propagand o-se em uma corda homogênea sob tração constante. U. sendo a nave tripu ada. c) isto ocorre na rea idade. UESC-BA Variando-se a freqüência com que se movimenta uma corda tracionada. Viçosa-MG Em a guns fi mes de ficção científica a exp osão de uma nave espacia é uvida em outra nave. Quais estão corretas? a) Apenas I. Ondas transversais podem ser po ari zadas e ondas ongitudinais não. 8. ref exão. S. III. mais. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . ref exão.Ondas e M. 3) o comprimento de onda. 5) o comprimento de onda. d) isto ocorre na rea idade. 2) a ve ocidade de propagação. Sabe-se. porém. pois. H. sem d) menos. com espessa para 3 9. 4) a am p itude e o período. 7. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas ongitudinais não. menos. por não hav er meio materia no espaço sidera . Sa vador-BA No fenômeno da refração da onda. uma vez que o so m se propagará junto com a imagem da mesma. menos. pois as c ondições de propagação do som no espaço sidera são diferentes daque as daqui da Terra. refração. d) Apenas I e II. E. II.

e) o período diminui. pois são ondas ongitudinais. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . c) a ve ocidade diminui. 13. S. e) I e III. com a teração da freqüência da onda. É(são) correta(s) somente a(s) afirmação(õe a) I. Uberaba-MG Assina e a a ternativa FALSA. a) A intensidade de um som é tanto maior quanto maior for a amp itude da onda sonora. b) o comprimento de onda aumenta. Cefet-PR Com re ação ao estudo das ondas. d) Quanto maior for a freqüência de uma fon te de uma onda sonora. d) o período a umenta. são feitas a s seguintes afirmações: I. As ondas sonoras em ser po arizadas. O fenômeno da decomposição da uz branca em seu espectro é denominado dispersão.11. causada pe o movimento do observador em re ação à fonte de onda. d) I e II. é denominada de ef eito Dopp er. b) II. Quando uma onda passa de um meio materia para outro. c) III. Avançar                      . Unifor-CE Os esquemas a seguir são norma mente usados para representar a propa gação de ondas na superfície da água em uma cuba de ondas. menor será a energia transportada por e a. UFR-RJ Uma f onte produz ondas de freqüência f e período T em um determinado meio. c) As ondas mecânicas. podemos afirmar que a) a ve ocidade aumenta. 14. obedecem as mesmas eis de ref exão e de refração da uz. H. O esquema que representa a di fração de ondas é o a) b) c) d) 4 e) GABARITO 12. b) A variação da freqüência de uma o nda. U. sem que se mude o meio.Ondas e M. oco rre o fenômeno chamado refração. III. Se a freqüência da f onte for aumentada. ao se ref etirem e se refratarem. II.

A po arização da uz consiste a) na passagem da uz de um meio para outro em que a ve ocidade de propagação é diferente.5 cm. Os sinais de rádio de freqüências baixas são me hor captados porque ——— i mente.15. d) na formação de franja s c aras e escuras devido às microfendas dos fi tros po arizadores. d) Vo ta. c) na interferência entre o feixe de uz incidente e o mesmo feixe de uz ref etido por um obstácu o. e) na produção de ondas uminosas que vibram num único p ano que contenha a direção de propagação. fo rmadas por uz po arizada. assim. F uvest-SP Considerando o fenômeno de ressonância. Deseja-se produzir uma onda audíve que se propague no ar co m o mesmo comprimento de onda daque as uti izadas para transmissões de rádio em freqüênc ia modu ada (FM) de 100 Mhz (100 x 106 Hz). A freqüência da onda audíve deverá ser apro ximadamente de: a) 110 Hz b) 1033 Hz c) 11. captam-se ma sinais de TV e de te ef one ce u ar.Ondas e M.000 Hz d) 108 Hz e) 9 x 1013 Hz 19. o ouvido humano seria mais sensíve a sons com freqüências em torno de a) 34 Hz b) 1320 Hz c) 1700 Hz d) 3400 Hz e) 680 0 Hz IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . enquanto o som propaga-se no ar com ve ocidade a proximada de 330 m/s. que são sinais de freqüências a tas. a) ref etem b) refratam c) difratam d) po arizam e) reverberam 16. Com o auxí io de ócu os com fi tros po arizador es. onde a ve ocidade de propagação do som é 340 m/s. que mede. Vunesp Nos cinemas 3D. c) Dopp er. o ouvido humano deveria ser mais se nsíve a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o compriment o do cana auditivo externo. obtendo. 18. é denom inado de efeito a) Jou e. 5 17. H. S. e) Faraday. Este fenômeno. se uma estre a se afasta ou se aproxima da Terra. 2. PUCRS Ondas sonoras e uminosas emitidas por fontes em movimento em re ação a um observ ador são recebidas por este com freqüência diferente da origina . PUC-RS Em ocais baixos como num va e. em média. no a r. duas imagens iguais. b) na separação das cores que compõem a uz incidente devido à dispersão desta uz. Segundo esse mode o. por exemp o. b) Orsted. o espectador enxerga cada uma das imagens com um o ho. para criar a i usão da 3ª dimensão. são projetadas simu taneamente na te a do cinema de man eira a não sobrepor uma sobre a outra. que per mite saber. mas captam-se bem sinais de rádio de f reqüências baixas. Fuves t-SP Uma onda e etromagnética propaga-se no ar com ve ocidade praticamente igua à d a uz no vácuo (c = 3 x 108 m/s). a visão tridimensiona . Avançar                                                              .

5 m e 200 m e) 6. (02) modifica a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.33 m e 600 m c ) 3. FM. a freqüência de vibração f de uma corda com as ext emidades fixas é descrita pe a expressão: 1 T 2L ρ na qual T é a tensão.Ondas e M. de 90 MHz a 120 MHz. a f eqüência de vib ação da co da se á eduzida p ela metade se a tensão fo aumentada em 25%.5 m e 500 m b) 1. Fisicamente. a) 2.33 m e 500 m d) 2. em m/s.0 c) 2. UFMT Suponha um violei o dest o que dedilhe uma viola de 10 co das com a mão d i eita e escolha as notas com a mão esque da. A velocidade de p opagação da onda. vi b ando em seu modo fundamental. na situação desc ita.25 s. L é o comp imento ρ é a densidade linea de massa da co da. H. espectivamente. julgue os itens a segui como ve dadei os ou falsos. ( ) Uma co da vib ando em seu segundo ha mônico possui o dob o de nós a p esentados pelo p imei o ha mônico. tal que a d istância ent e suas c istas consecutivas seja de 10 cm. (08) modifica o comp imento de onda das vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. (16) modifica tanto a velocidade das ondas nas co das da viola como a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. também chamado primeiro harmônico.20. bate-se na supe fície da água de um tanque. ( ) Uma mesma nota musical emitida po inst umentos musicais dife entes possui a mesma f eqüência fundamental de vib ação. provocando compressões e rarefações periódicas que. as co das de tonalidades mais g aves são as de maio densidade line a de massa. o violei o define as notas musicais que ti a á d o inst umento ao dedilha . assim. S. AM. Com base nessas info mações. todas mantidas sob a mesma tensão e com o mesm o comp imento. pr opagando-se no ar. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 6 21. como esposta. vale a) 25 b) 4. UFPB Um ádio ecepto ope a em duas modalidades: uma. Dê.0 e) 0. ( ) A onda sono a emitida po uma co da. Ao co e a mão esque da.0 m e 1500 m IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . ( ) No modo fundamental. que cob e a faixa de f eqüência de 600 kHz a 1500 kHz e out a. p oduzindo-se uma onda de pulsos etos.40 23. tem comp imento de onda igual ao dob o do comp i mento da co da. (04) modifica a f eqüência da s vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. No modo fundame nta . Lemb ando que 1 kHz = 1 x 103 Hz e 1 MHz = 1 x 106 Hz e sabendo-se que a velocidade de p opagação das ondas de ádio é 3 x 108 m/s.25 s em 0. constituirão. a soma d as alte nativas co etas. UFSE Com uma égua. de 0. UnB-DF As vibrações transversais de cordas de instrumentos musicais causam variações na densidade do ar ao seu redor. ondas sonoras propagantes. ( ) Em um inst umento de vá ias co das. fixando ce t os pontos sob e a co da da viola.5 d) 1. 22. é co eto afi ma que o violei o (01) modi fica a velocidade das ondas nas co das da viola ao p essiona em dife entes pont os da co da sob e o b aço da viola. o meno e o maio comp imento de onda que podem se captado s po este apa elho valem.

E. 26. todas as pa tículas do meio vib am numa única di eção. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. H. 16) Quando o analisado gi a 90 em elação ao po a izado . 04) A luz pola izada pode se obtida po eflexão e po dupla ef ação. UFR-RJ A figu a abaixo most a o g áfico de um movimento ha mônico simples. 7 b) d) 25. exis te uma abe tu a etangula de la gu a ligei amente maio que o comp imento de on da da onda. U. IMPRIMIR FÍSICA . 02) O olho humano é i ncapaz de analisa a luz pola izada po que não consegue distinguila da luz natu al . S. a) c) ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ep esentad ¨ ¨ . Ponta G ossa-PR Sob e o fenômeno da pola ização.Ondas e M. está ep esenta uma onda que. Na ba ei a. assinale o que fo co eto: 01) As ondas sono as não se pola izam po que são longitudinais. 08) Numa ond a mecânica pola izada. se ap oxima de u ma ba ei a. está ep esentada pelas linhas ve ticais. em um ce to momento. UFMG Na figu a.24. A seta indica a di eção de p opagação da onda. ao se p opaga . dete mine: a) A f eqüência em he tz. assinale a alte nativa em que melho estão as as c istas dessa onda após ela te passado pela ba ei a. b) A amplitude. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ Conside ando essas info mações. que é pe pend cula à di eção em que a onda se p opaga. a intensidade da onda pola izada to na-se nula. A posição das c istas dessa onda. x (cm) 40 1 2 3 4 t (s) GABARITO –40 Analisando a figu a.

II e III. a f eqüência pe manece constante e o comp imento de onda pode aumenta ou di minui . confo me o sentido de p opagação. 16) Somente temos supe posição de ondas quando elas possuem a mesma f eqüência e a mesma amplitude. Ma ingá-PR Em elação ao conteúdo de ondas. 02) Ondas sono as são t ansve sais e ondas e m uma co da são longitudinais. Ele é fixado no chão e emite um feixe de mic oondas que incide sob e o veículo e. O que fundamenta o uso do ada pa a essa finalidade é o(a) a) lei da ef ação. a velocidade de p opagação da o nda. assinale o que fo co eto: 01) Qu ando uma onda se ef ata. quando jogamos uma ped a na água contida em um tanque. em pa te. 28. em uma aula expe imenta l do Cu so de Fonoaudiologia. U. b) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de dif ação. 29. A pa ti dessa dife ença de f eqüências. O som g ave é um som de baixa f eqüência. é possível medi a velocidade do automóvel. O que distingue onda mecânica longitudinal de onda mecânica t ans ve sal é a) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de inte fe ênc ia. c) lei da eflexão. S. 8 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . d) efeito Dopple . b) efeito fotoelét ico. UFRN O ada é um dos equipamentos usados pa a cont ola a velocid ade dos veículos nas est adas. 30. III. Timb e é a qualidade que pe mite distingui dois sons de mesma altu a e intensidade emitidos po fontes dife entes. ao encont a a supe fície de sepa ação de dois meios t anspa entes. d) I . H. E. 32) Ondas t anspo tam ene gia e quantidade de movimento. São co etas as afi mações: a) apenas a I. U. 64) Toda onda necessita de um meio mate ial pa a se p opaga . 08) Pa a uma onda estacioná ia de f eqüência 100 Hz. Po out o lado. se a distância ent e dois nós consecutivos é de 6 cm.27. é de 60 m/s. b) apenas a I e a II. c) apenas a I e a III. a onda p oduzida é um exemplo de um tipo de onda mecânica t ansve sal que se p opaga na supe fície da água. 04) Na dif ação de ondas. é efletido pa a o apa elho. d) a di eção do plano de pola ização de cada uma das ondas enquanto elas se p opagam no meio .Ondas e M. no meio conside ado. UFRN Quando falamos . O eco é um fenômeno causado pela eflexão do som num antepa o. são ap esentadas as seguintes obse vações com elação aos fe nômenos acústicos: I. II. mais acentuada é a dif ação. quanto meno a dimensão do obstác ulo ou fenda. Potigua -RN No Labo ató io de Física Acústica da UnP. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. O ada mede a dif e ença ent e a f eqüência do feixe emitido e a do feixe efletido. o som p oduzido é um exemplo de um tipo de onda mecânica longitudinal que se p opa ga no a . c) a d i eção em que o meio de p opagação vib a enquanto cada uma das ondas passa po ele.

Acafe-SC A v elocidade escalar de uma onda transversal que se propaga num fio é de 100 m/s. Ube aba-MG Um mo cego voando c om velocidade v0 em di eção a uma supe fície plana.Ondas e M.31. muda para: a) 80 b) 600 c) 25 d) 1600 e) 400 35. UFR-RJ Uma ce ta emisso a de ádio t ansmite sua p og amação com uma f eqüência de 600 kHz. Sabendo-se que a velocidade das ondas de ádio é de 3 x 108 m/s.0 — 10–3 e) 1. infravermelho ondas de radio raio X microondas raios gama ultra-som ondas lumin osas ultravioleta 9 Quanto ao critério de classificação das ondas em mecânicas e eletromagnéticas. Sabendo-se que a velocidade do som é v.2 — 10–3 c) . porém com 1/4 do diâmetro do primeiro. em m/s. b) duas ondas mecânicas. verificase que dentre elas existe(m): a) uma única onda mecânica. emite uma onda ult a-sônica de f eqüênc a f0. S. Como não existe nenhum obstáculo à propagaç a intensidade sonora a 40 m de distância valerá. 34. Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .1 — 10–3 b) 0. Cefet-PR A 20 m de uma buzina a intensidade sono ra do som que ela emite vale 2. e) cinco ondas mecânicas.5 — 10–3 d) 1. 32.0 • 10 –3 W/m 2. a velocidade de propagação da onda. constituído do mesmo material. a va iação de f eqüência ouvida pelo mo cego se á a) ∆f = f0 v v0 b) ∆f = f0 v0 v c) ∆f = f0 2v0 v – v0 d) ∆f = f0 v + v0 v – v0 33. Qua ndo essa onda passa para um outro fio. Cefet-PR Considere a listagem de ondas citada a seguir.5 — 10–3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . H. c) três ondas mecânicas. em W/m 2: a) 0. calcule o com p imento de onda das ondas desta emisso a. d) quatro ondas mecânicas. U.

PUC-S P Uma onda senoidal que se propaga por uma corda (como mostra a figura) é produzid a por uma fonte que vibra com uma freqüência de 150 Hz. 30 m/s GABARITO λ=100 m O tempo que eva o bote de um náufrago.2 m e v = 120 m/s 38. Se esse som se propagar na água. de comprimento de onda λ = 100 m. 396 e 4 37. Avançar        . f2 e f3. se propaga no oceano com uma ve ocidade de 30 m/s. 398 e 4 e) 404. em direção a uma p rede plana.8 m e v = 80 m/s λ = 0. S. para executar uma osci ação comp eta é: a) 25 s 3 3 s 20 10 s 3 3 s 10 1 s 3 IMPRIMIR b) c) d) e) Vo tar FÍSICA . 404 e 8 c) 398. Mackenzie-SP Uma onda sonora de comprimento de onda 68 cm se propaga no ar c om ve ocidade de 340 m/s. freqüência aparente das ond as sonoras que alcançam o observador depois de refletidas pela parede e f3.8 m e v = 180 m/s λ = 1. UEMS Um trem de ondas periódica s.7 m/s. 40 8 e 16 b) 396. com velocidade de 1.2 m e v = 180 m/s λ = 1. 402 e 4 d) 402.8 m e v = 120 m/s λ = 0.36. vindas diretamente até o observador. H. são a) 392.Ondas e M. O comprimento de onda e a ve locidade de propagação dessa onda são 10 a) b) c) d) e) λ = 0. respectivamente. à deriva. São nominadas: f1. f2. Sabendo que a velocidade do som é de 340 m/s. ITA-SP Um diapasão de freqüência 400 Hz é afastado de um observador. a freqüência aparente das on das não-refletidas. a freqüênc ia dos batimentos. os valores que me lhor expressam as freqüências em hertz de f1. e e terá a freqüência de: a) 600 Hz d) 300 Hz b) 500 Hz e) 200 Hz c) 400 Hz 39.

) A ve ocidade de propagação da onda é 72 km/h. Avançar ¤  ¤  ¤ ¤ ¤     ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ . calcule o com rimento de onda do som. 04) da deformação máxima da mol a. conc uímos que a corda está tracionada com 40 N. T 2 Nessas condições. UERJ O dono do circo anuncia o início do es etáculo usa ndo uma sirene. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . é y = 0.1 s .40. ) Se a de nsidade inear da corda é µ = 100 g/m. S. pode-se conc uir que o período dessa onda. que se propaga com ve ocidade d e 50 cm/s. e seu período va e 0. é igua a a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 41. ) A amp itude da onda é 1 m.5m ( ( ( ( ( ) A onda que se propaga nessa corda é mecânica e transversa . sob re um lano horizontal sem atrito. o roduto k( ) fornece a medida 2π 01) da massa do cor o. 03) da ulsação do movimento.Cató ica Dom Bosco-MS 150 cm Na figura. 43. um movimento harmônico sim les de eríodo igual a T. realiza. 05) do eso do cor o. Unicap-PE A figura abaixo represent a uma onda que se propaga em uma corda de freqüência f = 10 Hz. U. √ 11 0. Com base nessa informação.Ondas e M. em se gundos. 02 ) da am litude do movimento. UESC-BA Um cor o ligado a uma mola ideal de constante elástica K. I. Sabendo que a freqüência do som da sirene é de 104 Hz. H. tem-se representada uma onda periódica. e que a velocid ade de ro agação do som no ar é a roximadamente de 335 m/s. GABARITO 42. ) A equação da onda no S.5m 0.5 sen(πx + 20 πt).

d) 1. dó 264 ré 297 mi 330 fá 352 so 396 á 440 si 495 12 GABARITO A partir das informações fornecidas. e) 2. a) 0. d) o som fá é m ais agudo do que o som ré. a razã entre os com rimentos ded onda. 47. no ca so descrito. U. UERJ Um feixe de laser. mas sua ve ocidade de propagação é menor. CFC. fazem parte do espectro e etromagnético. são dup amente prejudiciais. num mesmo ambiente. Quando atingem a baixa atmosfera. São Pau o: Ática. destroem a camada d e ozônio que protege a Terra dos raios u travio eta do So .66 m. Dja ma N. do S. c) 1. o va or do comprimento de onda λ será. c om 1) ve ocidades distintas. a freqüência da radiação não se altera ao assar de um meio ara outro. b) o som si é mais grave do que o som mi. em hertz. mas ambos propagamse com a mesma ve ocidade. Tais radiações propagam-se. onde sua ve ocidade é de 340 m/s. embora seus comprimentos de onda sejam igua is. 46.35 m. ro agando-se no ar com velocidade var enetra numa lâmina de vidro e sua velocidade 2 é reduzida ara vvidro = 3 var Sabendo que..dessa radiação no vidro e no ar. A fenas-MG Uma onda sonora de freqüência 960 Hz é e mitida no ar.Ondas e M. 6. Quando essa onda passa para a água. ed. os c orof uorcarbo nos. c) o som so é mais a to do que o som dó e se propagam com maior ve ocidade. 2) o mesmo comprimento de onda. e es cont ribuem para o efeito estufa e.86 m. Avançar    ¤    ¤   ¤    ¤       ¤ ¤         ¤            . aproximadame nte. (Paraná. λvidro / λar . 3) a mesma freqüência d a uz visíve . U. H. 4) a mesma ve ocidade e a mesma freqüência.44. 5) freqüência e comprimento de onda diferentes. onde sua ve ocidade é de 1450 m/s. 121) A radiação u travio eta que atinge a Terra como conseqüência da destruição da camada de ozô e a radiação infraverme ha. no vácuo. S. Entre outros. aprisionada pe a atmosfera terrestre. F. Física v. acima de 15000 m de a titude. 2. b) 0. Pe otas-RS A tabe a abaixo apresenta as freqüências. podemos afirmar que a) o comprimento de onda do som á é menor do que o do som ré.51 m. p. dos sons fundamentais de notas musicais produzidas por diapasões que vibram no ar. mas ambos têm o mesmo comprimento de onda. UESC-BA Não é apenas o CO2 que causa estragos na atmosfera. gerando o efeito estufa. 1998. é dada por : 1 a) 3 2 b) 3 c) 1 3 d) 2 45.82 m. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . e) o som á tem maior ve ocidade de propagação do que o som dó.

5 4.48.0 6. UFRN As cores de uz exibid as na queima de fogos de artifício dependem de certas substâncias uti izadas na sua fabricação. 50. UFPE Qua (ais) característica(s) da uz — comprimento de onda. me hor apresenta a re ação entre período (T) e comprimento de onda (λ) da uz ao propagar-se no vácuo.0 5. verme ha 7.0 7.0 x 1014 H que a ve ocidade da uz é 3 x 108 m • s–1. assina e aque e que. c) A freqüência e o comprimento de onda. UFRS Entre os gráficos apresentados abaixo. pe a sua forma. Sabe-se que a freqüência da uz emitida pe a combustão do níque é 6. b ) Apenas a ve ocidade. d) A ve ocidade e o comprimento de onda. e) A freqüência e a ve ocidade.5 Comprimento de onda (10–7 m) IMPRIMIR a) b) c) d) verme ha vio eta aranja verde Vo tar aranja vio eta verde  azu                                     .5 GABARITO amare a 3.0 4. Com base nesses dados e no espectro visíve fornecido pe a figura abaixo. assina e a opção correspondente à cor da uz dos fogos d e artifício que contêm compostos de níque . freqüência e ve ocida de — muda(m) de va or quando a uz passa do ar para o vidro? a) Apenas a freqüência. a) d) b) e) c) 13 49.5 6.5 5. em esca as ineares e unidades arb itrárias.

FÍSICA . H. S. Avançar .Ondas e M.

b) têm a mesma intensidade. H. c) se propagam com a mesma ve ocidade. a freqüência do som que o pedestre irá ouvir será de: a ) 500 Hz b) 680 Hz c) 720 Hz d) 765 Hz e) 789 Hz 52. com o assar do tem o.5 Hz IMPRIMIR Voltar FÍSICA . PUC-PR No vácuo.5 Hz c ) 1. A freqüência do som emitido pe a buzina é de 720 Hz.Ondas e M. Avançar    ¤ ¤          ¤ ¤ ¤    ¤ ¤     ¤ . um movimento harmônico sim les Y(t) como indicado no gráf ico. e) são po arizadas. com ve ocidade angu ar constante e igua a π rad/s.0 Hz d) 0. A forma da eça é tal que. a extremidade da haste sobe e desce. enquanto ela gira. odendo a haste mover-se a enas na vertical. a freqüência do movimento da extremidade da haste será de a) 3.51. 53. PUC-PR Um automóve com ve ocidade constante de 72 km/h se aproxima de um pede stre parado. gira em torno de um eixo h orizonta P. com a forma indicada. UFRS Assina e a a ternativa que preenche corretamente as acu nas do parágrafo abaixo. a) interferência – em sentidos contrários b) interferência – no mes o c) po arização – no mesmo sentido d) dispersão – no mesmo sentido e) dispersão – em senti contrários 54. todas as ond as e etromagnéticas a) têm a mesma freqüência. descreven do. 14 GABARITO Assim. Sabendo-se que a ve ocidade do som no ar é de 340 m/s. Uma mola mantém uma haste a oiada sobre a eça. d) se propagam com ve ocidades menores que a da uz.75 Hz e) 0.0 Hz b) 1. Cada modo de osci ação da onda estacionária que se forma em uma corda esticada pode ser considerado o resu tado da ————— de duas ondas senoidais idênticas que se propagam ————— . Fuvest-SP Uma peça. S.

quando a freqüência atingir 48 0 Hz. ( ) as freqüências dos sons gerados serão menores quan to menor for o com rimento da corda. F. Neles. d) irradiação. Lá. tornando os sons mais graves. quando a freqüência atingir 440 Hz. tornando os sons mais agudos. T é tensão à qual a corda está submet e µ é a sua densidade linear. uma nova configuração de ondas estacionárias. Uma violinista afina seu instrumento iluminado e o le va ao alco. Aumentando-se gradativame nte a freqüência do oscilador. e) convecção. ela ercebe que o seu violino recisa ser afinado novamente. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. µ onde n é um número inteiro. observa-se que essa configuração se desfaz até a arecer. como. tornando os sons mais graves. 57. d) cinco nós e cinco ventres. O com rimento das cordas define a faixa de freqüência e m cada um desses instrumentos. b) condução. tornando os sons mais agudos. c) cinco nós e quatro ventres. Uma justifi cativa correta ara esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes or a) irradiação. violino. Vunes A freqüência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada ela ex res são f= n 2 T . tornando os sons mais agudos. etc. o cont rabaixo. H. b) quatro nós e cinco ventres. quando a freqüência atingir 400 Hz.Ondas e M. o que costuma acontecer habitualmente. é o com rimento da corda. violão. ( ) cada corda vibra originando uma onda sonora com fr eqüência igual à freqüência de oscilação da corda. ( ) os sons são gerados or ondas estacionária s. o que reduz a tensão a que elas estão subme tidas.55. or exem lo. a freqüência do oscilador é 360 Hz. ( ) a onda mecânica transversal na corda uz uma onda sonora transversal. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A extre midade B é fixa e a tração na corda é constante. formada or a) quatro nós e quat ro ventres. em seguida. o que aument a a tensão a que elas estão submetidas. U. quando a freqüência atingir 720 Hz. e) seis nós e oi to ventres. São Carlos-SP A figura re resenta uma configuração de ondas estacionárias numa corda. roduzidas nas cordas. S. 15 56. o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas. UFGO Sons musicais odem ser gerados or instrumentos de cordas. A extremidade A está resa a um oscilador que vibra com equena am litude. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. onde a arecem três tres (V) e quatro nós (N). quando a freqüência atingir 540 Hz. Na situação da figura. iluminado or otentes holofotes. c) irradiação. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .

6 t(s) 16 -5 (ii) y (cm) 10 5 20 -5 40 60 ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . y (cm) 5 0 20 40 60 80 100 120 x(cm) -5 (i) y (cm) 5 0 0.58.4 0.1 0.5 0. como indicado na figura (ii). UFGO Uma onda roduzida na su erfície de um tanque de água está esquematizada na f igura (i). roduzimos uma outra onda como indicado na figura (iii). De ois. Essa onda faz com que uma equena rolha sofra deslocamentos verticais .2 0.3 0.

no mínimo. 59. como as ondas no tanque e as ondas numa corda. 0. enquanto as ondas eletromagnéticas. ( ) Na onda no tanque. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Uma pessoa produz um som a certa distância de uma par ede. S.5 cm. o que oscila é a osição vertical d a rolha. A am litude de oscilação da rolha . de ois da segunda onda. será 7. é necessário que e les sejam se arados or um intervalo de tem o de. Para que a pessoa ouça nitidamente o eco. trans ortam energia.10 s. A velocidade do som no ar é de 3.Ondas e M.4 — 102 m/s. H. Já ara as ondas sonoras se ro agando no ar. Unifor-CE Para se erceber dois sons distintamente. trans ortam matéria. é necessário que a parede esteja à distânci a mínima de a) 10 m b) 17 m c) 30 m d) 42 m e) 70 m ) ) ) ) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . A velocidade é 200 m/s. como a luz. As ondas mecânicas. o que oscila é a ressão numa c erta osição.80 100 120 x(cm) -10 (iii) GABARITO ( ( ( ( O com rimento de onda é 40 cm.

000 ossos água godura pulmões 17 3. ( ) Considerando que dois pontos possam ser distinguidos com um aparelho de ultra-som quando estiverem separados por uma distância maior ou igu al a um comprimento de onda do ultra-som. Usando o efeito Doppler.750 vidros 6. ainda.300 1. coloca-se tal dispositivo e m contato com a pele do paciente previamente untada com um gel à base de água. então é correto dizer que. u m corpo esférico estranho com 0.550 1. e a diferença de freqüência permitirá a determinação da velocid de de afastamento.1 mm de diâmetro. O ul tra-sonógrafo registra o tempo entre a emissão e a recepção do ultra-som. esse método também pode ser utilizado para localizar fraturas em peças sólidas. conhecer a v elocidade de partes móveis internas do corpo. a ima gem mostrada em um monitor é o resultado do processamento das informações originadas d as inúmeras reflexões captadas.400 1.450 1.250 m/ s e 1.250 Quadro II 0 Quadro I Em relação a esse assunto e com base nos dados fornecidos. é pouco mais de três vezes mais longo q ue aquele produzido pelo mesmo objeto quando ele está imerso em água. Na indúst ia.650 pele otrobro 5. nessas condições.700 1.000 1. em um exame cardiológico.500 1. uma parte do coração estiver afastando-se do emi ssor quando for atingida pela onda de ultra-som. o tempo entre a emissão e a recepção do eco produzido pelo objeto. Em aplicações médicas. ( ) Para uma dada distância entre um emissor de ultrasom e um objeto. que é produzido e captado por um mesmo dispositivo.350 ar seco velocidade (m/s) sangue velocidade (m/s) 4. O quadro I abaixo mostra como a velocidade do som varia em diversos me ios. qu ando ele está inserido em uma matriz de vidro.000 2. UnB-DF A ultra-sonografia é um método já bastante comum de diagnóstico médico no qual ecos produzidos por reflexões de ondas sonoras são utilizados para construir uma ima gem que descreve a posição e a forma dos obstáculos responsáveis pelas reflexões.60. ( ) Se. 1.750 m/s. .600 1. julgue os itens a seguir como verdadeiros ou falsos.000 1. então as moléculas do meio no qual ela se propaga movem-se perpendicularmente a essa direção com a passagem da on da. é possível. O quadro II corresponde a uma ampliação do trecho de velocidades entre 1.000 aço 1. então a onda refletida terá freqüência menor que a onda incidente. ( ) Se uma ond a de ultra-som propaga-se em uma direção paralela ao solo.000 1. pod erá ser observado com distinção utilizando-se um aparelho com freqüência de 5 MHz. imerso em um tecido gorduroso. tais como as paredes do coração ou o flu xo sangüíneo.

Ondas e M.IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . H. Avançar . S.

62. UFR-RJ Considere duas frentes de ondas senoidais distintas. 1 e as ondas da fig. Fig. nas proximid ades. b) Qua das ondas tem menor freqüência? IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . que está na parte de cima (ver figura). UFRN Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Pau lo. Além do barranco. 2. 1 x GABARITO Fig. H. Avançar         . as ondas sonoras sofrem a) convecção. c) polarização. Veja fig. 2 2x Admita que as ondas da fig. b) reflexão. 2 viajam com velocidades escala res iguais (10 m/s e para direita). propagando-se pa ra direita.61. 18 d) difração. S. 1 e λ2 o va or do comprimento de onda na fig.Ondas e M. nenhum outro obstáculo. Paulo não vê Pedro. mas escuta-o muito bem porque. λ a) Ca cu e o va or aproximado para a re ação r = 1 λ2 sendo λ1 o va or do comprimento de onda na fig. 1 e fig. 2. Paulo Pedro Quina do barranco Do local onde está. não existe. ao passarem pel a quina do barranco.

63. A1 GABARITO 30 m O 40 m A2 Com base nas informações acima e nas propriedades ondu atórias. movimenta-se com gr ande ve ocidade. UFRS Percute-se a extremidade de um tri ho reti íneo de 102 m de comprimento. Na extremidade oposta do tri ho. As ondas emitidas têm freqüência de 1700 Hz e ve ocidade de propagação igua a 340 m/s.28 s. O interva o de tempo que separa a chegada dos dois sons é de 0. uma pessoa escuta dois sons: um de es produzido pe a onda que se propagou no tri ho e o outro produzido pe a onda que se propag ou pe o ar. e a pessoa se encontra parada no ponto O. numa rua reta e p ana. com a sirene igada. U. No ponto O está oca iz ado um observador. A1 e A2 representam duas fon tes sonoras que emitem ondas com a mesma freqüência e em fase. indicado nos gráficos. a) freqüência c) freqüência 0 posição 0 posição b) freqüência d) freqüência 0 posição 0 posição 19 64. ( ) O comprimento de o                                 . qua dos gráficos freqüência x posição me hor represent freqüências do som da sirene? Considere que a ambu ância se movimenta da esquerda para a direita. Juiz de Fora-MG Uma ambu ância. é correto afirmar: ( ) A s ondas emitidas pe as duas fontes são do tipo transversa . parada junto à ca çada. Para uma pessoa que esteja observando a ambu ância. qua é o va or aproximado d a ve ocidade com que o som se propaga no tri ho? a) 5100 m/s b) 1760 m/s c) 364 m/s d) 176 m/s e) 51 m/s 65. C onsiderando a ve ocidade do som no ar igua a 340 m/s. com ve ocidade constante. UFPR Na figura abaixo. F.

H. Avançar       .20 m. S.Ondas e M. ( ) Frentes de onda emitidas por qua quer uma das fontes evarão menos que 0. ( ) a interferência das ondas no ponto O é destrutiva.nda das ondas emitidas pe as fontes é 0. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .10 s para atingi r o observador. ( ) O fenômeno da interferência entre duas ondas é uma conseqüência do pri ncípio da superposição. ( ) A diferença entre as distâncias perc orridas pe as ondas de cada fonte até o observador é igua a um número inteiro de comp rimentos de onda.

66. UFMA Dois re ógios (A e B) de pêndu o estão no mesmo oca e foram acertados às 17 h . Os pêndu os têm comprimentos iguais a 30 cm, porém suas massas são: mA = 60 g e mB = 9 0 g. Após 12 h, podemos afirmar que: a) O re ógio A estará atrasado em re ação ao re ógio B b) O re ógio B estará atrasado em re ação ao re ógio A. c) O re ógio A marcará a mesma hor o re ógio B. d) O re ógio A estará adiantado 30 min em re ação ao re ógio B. e) O re ógio B tará adiantado 30 min em re ação ao re ógio A. 67. UFBA A figura abaixo representa uma p artícu a igada a uma mo a idea , que rea iza movimento harmônico simp es em torno d o ponto x = 0, comp etando um cic o a cada 4 segundos. No instante t = 0, o des ocamento da partícu a é x = 0,37 cm e sua ve ocidade é nu a. 20

Desprezando-se as forças dissipativas que atuam no sistema, é correto afirmar: (01) O des ocamento da partícu a, medido em cm, no instante arbitrário t, é dado por x(t) = 0,37 cos ( π t). 4 (02) O módulo da velocidade máxima da artícula é vmax ≈ 0,58 cm/s. (04 O módulo da aceleração máxima da artícula é amax ≈ 0,91 cm/s2. (08) A energia mecânica da ula, em t = 3s, é igual à sua energia otencial elástica. (16) A energia cinética da ar tícula aumenta, quando ela se desloca de x = 0 até x = – 0,37 cm. (32) Considerando-se o atrito, o fenômeno da ressonância é verificado, reanimando-se o movimento com uma f orça externa de freqüência angular π rad/s. 2 Dê, como res osta, a soma das alternativas c orretas. 68. UFRS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo. As emissoras de rádio emitem ondas ————— que são sintonizadas elo radio tor. No rocesso de transmissão, essas ondas devem sofrer modulação. A sigla FM adota da or certas emissoras de rádio significa ————— modulada. a) eletromagnéticas – freqüência omagnéticas – fase c) sonoras – faixa d) sonoras – fase e) sonoras – freqüência 69. UFRS Um nda mecânica senoidal ro aga-se em um certo meio. Se aumentarmos o com rimento de onda desa oscilação, sem alterar-lhe a am litude, qual das seguintes grandezas também aumentará? a) A velocidade de ro agação da onda. b) A freqüência da onda. c) A freqüência gular da onda. d) O eríodo da onda. e) A intensidade da onda.

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70. Vunes O gráfico da figura indica, no eixo das ordenadas, a intensidade de uma fonte sonora, I, em watts or metro quadrado (W/m2), ao lado do corres ondente nível de intensidade sonora, β, em deci éis (dB), perce ido, em médi , pelo ser hum no. No eixo d s sciss s, em esc l log rítmic , estão represent d s s fre üênci s do som emitido. A linh superior indic o limi r d dor — cim dess linh , o som c us dor e pode provoc r d nos o sistem uditivo d s pesso s. A linh inferior most r o limi r d udição — ixo dess linh , m iori d s pesso s não consegue ouvir o som emitido. 21

Suponh ue você ssessore o prefeito de su cid de p r uestões m ient is. ) Qu l o nível de intensid de máximo ue pode ser toler do pel municip lid de? Que f ix de fre üênci s você recomend ue ele utilize p r d r visos sonoros ue sej m ouvid os pel m ior p rte d popul ção? ) A rel ção entre intensid de sonor , I, em W/m2, e o nível de intensid de, β, em dB, é β = 10 — log I , onde I0 = 10–12 W/m2. I0 Qual a inten idade de um som, em W/m2, num lugar onde o seu nível de intensidade é 50 dB? Consult ando o gráfico, você confirma o resultado que obteve? 71. UFMT Sons de diferentes na turezas podem ser produzidos por aparelhos ou seres vivos devido a algumas de su as propriedades físicas. Mesmo num ambiente repleto de ruídos, o ouvido humano é capaz de distinguir seletivamente sons de diferentes freqüências. A propósito das diferente s formas de produzir e captar sons, julgue as afirmações como verdadeiras ou falsas. ( ) O ouvido humano possui uma espécie de “caixa de ressonância” com dimensões que podem ser a teradas pe o cérebro. ( ) O ronco do motor de um carro de Fórmu a I, andando a 300 km/h, deve ter um comprimento de onda maior que o de um carro de passeio an dando a 100 km/h. ( ) O atido de um cachorro grande deve ser mais grave que o d e um cachorro pequeno, devido ao maior tamanho de suas cavidades ressonantes (in terior da boca e garganta). 72. UFMT Observe as situações: I. Numa oja de CDs toca uma música de que você gosta. Você vem pe a rua, de carro, aproximando-se da oja, pas sa em frente a e a e continua seu caminho, afastando-se daque a fonte sonora. II . Você está na jane a de sua casa. Um automóve de propaganda po ítica vem pe a rua anun ciando um candidato, passa em frente a sua casa e afasta-se até que você não ouve mais o que é dito e até se sente a iviado. Em ambos os casos você nota que o som ouvido mo difica-se ao ongo do tempo. A esse respeito, ju gue os itens como verdadeiros o u fa sos. ( ) A freqüência rea da onda emitida pe a fonte sonora pode não coincidir c om a freqüência aparente percebida pe o ouvinte. Esse fenômeno é conhecido como Efeito D opp er. ( ) O Efeito Dopp er pode ocorrer para qua quer tipo de fenômeno ondu atório . ( ) O som emitido por uma fonte sonora que se aproxima de um observador em rep ouso é percebido com uma freqüência maior que a emitida. ( ) O som percebido por um ob servador que se aproxima de uma fonte em repouso possui uma freqüência maior que a e mitida pe a fonte. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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73. UFBA A figura abaixo mostra, esquematicamente, as frentes de ondas p anas, g eradas em uma cuba de ondas, em que duas regiões, nas quais a água tem profundidades diferentes, são separadas pe a superfície imaginária S. As ondas são geradas na região 1, com freqüência de 4 Hz, e se des ocam em direção à região 2. Os va ores medidos, no experi ento, para as distâncias entre duas cristas consecutivas nas regiões 1 e 2 va em, re spectivamente, 1,25 cm e 2,00 cm. cristas cristas região 1 22 S região 2

Com base nessas informações e na aná ise da figura, pode-se afirmar: (01) o experiment o i ustra o fenômeno da difração de ondas. (02) A freqüência da onda na região 2 va e 4 Hz. (04) Os comprimentos de onda, nas regiões 1 e 2, va em, respectivamente, 2,30 cm e 4,00 cm. (08) A ve ocidade da onda, na região 2, é maior do que na região 1. (16) Ser ia correto esperar-se que o comprimento de onda fosse menor nas duas regiões, caso a onda gerada tivesse freqüência maior do que 4 Hz. 74. UFBA A figura a seguir repr esenta o comportamento de um feixe de uz monocromática, que se propaga no ar e in cide sobre um diafragma, que contém as fendas F1 e F2. As medidas d, e ∆x representa m, respectivamente, as distâncias entre as fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo. GABARITO diafragma F1 d F2 ∆X

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar: (01) A luz é cons ituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com grande velocidade . (02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas. (04) A largura da s fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente. (08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo. (16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas das grandezas d, e ∆x. IMPRIMIR Voltar anteparo FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar           

75. F. M. Itajubá-MG Um tubo sonoro aberto, soprado com ar, emite seu 5º (quinto) ha rmônico com freqüência de 1700 Hz. Qual o comprimento, em metros, do tubo, sabendo-se que a velocidade do som no ar é igual a 340 m/s. a) 0,85 b) 0,65 c) 0,50 d) 0,90 e ) 0,40 76. U. F. Juiz de Fora-MG O “conduto auditivo” humano pode ser representado d a forma aproximada por um tubo ci índrico de 2,5 cm de comprimento (veja a figura) . (Dado: ve ocidade do som no ar: 340 m/s) 2,5 cm abertura do ouvido timpano 23 A freqüência fundamenta do som que forma ondas estacionárias nesse tubo é: a) 340 Hz. b ) 3,4 kHz. c) 850 Hz. d) 1,7 kHz. 77. Unioeste-PR Um b oco de massa m = 420 g es tá preso a uma determinada mo a, a qua se deforma de acordo com a Lei de Hooke, c om constante de e asticidade K = 65 N/m. A mo a é a ongada de maneira que o b oco se des oca para a posição x = +8 cm a partir da posição de equi íbrio marcada em x = 0, so bre uma superfície sem atrito. O b oco é então iberado a partir do repouso no instant e t = 0. Isto posto, assina e a(s) a ternativa(s) correta(s): 01) O sistema pode ser considerado um osci ador harmônico simp es, pois uma partícu a de massa m está su jeita a uma força que é proporciona ao va or do quadrado do des ocamento. GABARITO

02) A força que a mo a exerce sobre o b oco, imediatamente antes de ser so ta, qua ndo se encontra em x = +8 cm, estará acompanhada de um sina positivo, que indica a existência de uma força resu tante no mesmo sentido do des ocamento, a partir da p osição de equi íbrio x = 0. 04) A energia mecânica do sistema massa-mo a é conservada porq ue o sistema é suposto sem atrito. Esta energia mecânica é sempre igua a zero no pont o de equi íbrio x = 0. 08) Como o b oco é iberado do repouso a 8 cm de seu ponto de equi íbrio, sua energia cinética é nu a toda vez que estiver no ponto de des ocamento máximo. 16) A ve ocidade máxima é de aproximadamente vm = 1 m/s e ocorre quando o b o co em osci ação está passando pe o ponto de equi íbrio x = 0. 32) A ace eração máxima ocorr uando o b oco está nos extremos de sua trajetória e esta ace eração tem va or aproximado de am = 12,4 m/s2. 64) A freqüência angu ar da osci ação é aproximadamente igua a 0,4 ra d/s. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar        

 

  

                                     

78. U. E. Maringá-PR Uma esfera puntiforme de borracha é arremessada perpendicu arme nte sobre um sistema constituído por duas paredes rígidas, p anas, infinitas e para e as. Nessas condições, assina e o que for correto: 01) A esfera executará um moviment o harmônico simp es (MHS), mesmo que sofra sucessivos choques, perfeitamente ine ást icos com as paredes. 02) Sendo o choque entre a esfera e as paredes perfeitament e e ásticos, não haverá conservação da quantidade de movimento da esfera, após 1.500 pares e co isões. 04) A esfera só executará MHS, se, e somente se, a sua energia cinética for infinita. 08) Se a freqüência angu ar da esfera ω for de 18 π rad/s, então, ela estará suje ta a uma freqüência de 9 Hz. 16) Se a esfera executa um MHS com uma freqüência de 2 x 10 3 Hz, então, o eríodo das revoluções será de 5 x 10-4s. 32) A energia cinética da esfera, ós um choque erfeitamente inelástico, será o dobro da energia cinética inicial. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 79. UEMS Um instrumento musical rodu z ondas sonoras, corres ondentes a uma nota musical. O com rimento desta onda so nora é de 80 cm e ro aga-se com velocidade de 340 m/ s. Caso o músico deseje roduz ir um som com freqüência de uma oitava acima desta, qual deve ser esta freqüência em Hz? a) 425 d) 850 b) 525 e) 650 c) 325 80. UFMS Um automóvel, conduzindo uma sirene, está se deslocando com velocidade de 18 m/s em relação ao ar, que está em re ouso. Saben do-se que a freqüência do som emitido ela sirene é de 550 Hz e que a velocidade de r o agação do som no ar é de 340 m/s, é correto afirmar que (01) o com rimento de onda do som emitido ela sirene é de a roximadamente 0,6 m. (02) a freqüência e o com rimento de onda do som, ara um observador em re ouso localizado à frente do automóvel, são ma iores do que aqueles emitidos ela sirene. (04) ara um observador em re ouso lo calizado à frente do automóvel, o com rimento de onda do som é menor e a freqüência é maior do que aqueles emitidos ela sirene. (08) ara um observador em re ouso localiza do atrás do automóvel, o com rimento de onda do som é maior e a freqüência é menor do que a ueles emitidos ela sirene. (16) ara um observador em re ouso, estando ele loca lizado à frente ou atrás do automóvel, o com rimento de onda e a freqüência do som são igua s àqueles emitidos ela sirene. Dê, como res osta, a soma das alternativas corretas. 81. UFPR Sobre os conceitos e a licações da acústica e dos fenômenos ondulatórios, é corre o afirmar: ( ) A velocidade de ro agação da onda em duas cordas de violão de mesmas d imensões, uma de aço (ρ = 8 g/cm3) e out a de náilon (ρ = 1,5 g/cm3), submetidas à mesma t é maio na co da de náilon. ( ) Em ondas sono as, a vib ação das pa tículas do meio oco e pa alelamente à sua di eção de p opagação. ( ) Conside ando a velocidade do som no a ig ual a 340 m/s, se uma pessoa ouve o t ovão 2 s após ve o aio então este oco eu a um a distância supe io a 1 km da pessoa. ( ) Quando um diapasão soando ap oxima-se de um obse vado , o som que este pe cebe p oveniente do diapasão é mais g ave do que aq uele que ele pe cebe ia se o diapasão estivesse em epouso. ( ) A f eqüência fundament al num tubo sono o de 20 cm de comp imento tem o mesmo valo , seja o tubo abe to ou fechado. ( ) Pa a se p oduzi uma onda estacioná ia de comp imento de onda λ num a corda esticada e fixa nas duas extremidades, o comprimento da corda deverá ser u m mú tip o inteiro de λ/2. 24 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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82. UFSC Sobre as emissões de estações de rádio, é CORRETO afirmar: (01) as recepções em AM pouco prejudicadas por co inas e montanhas, pois são ref etidas pe a atmosfera. (0 2) não são inf uenciadas pe as ondas uminosas, devido à natureza ondu atória diferente. (04) as emissões em FM têm pequeno a cance, pois não se ref etem na atmosfera. (08) a s ondas curtas, emitidas por a gumas rádios AM, têm grande a cance, devido à sua grand e ve ocidade. (16) nunca poderiam ser captadas por um astronauta no espaço. (32) n unca poderiam ser emitidas a partir da Lua. Dê, como resposta, a soma das a ternat ivas corretas. 83. Cesgranrio Pitágoras já havia observado que duas cordas cujos com primentos estivessem na razão de 1 para 2 soariam em uníssono. Hoje sabemos que a ra zão das freqüências dos sons emitidos por essas cordas é igua à razão inversa dos seus com rimentos. A freqüência da nota á-padrão (o á centra do piano) é 440 Hz, e a freqüência d guinte, mais agudo, é 880 Hz. A esca a cromática (ou bem-temperada), usada na música o cidenta de J. S. Bach (sécu o XVIII) para cá, divide esse interva o (dito de oitava ) em doze semitons iguais, isto é, tais que a razão das freqüências de notas consecutiva s é constante. Essas notas e suas respectivas freqüências (em Hz e aproximadas para in teiros) estão na tabe a a seguir. Lá Lá# (Si b) 25 Si Dó Dó# Ré Ré# Mi (Ré b) (Mi b) Fá Fá# So So # Lá (So b) (Lá b) 440 466 494 523 554 587 622 659 698 740 784 831 880 A corda mi de um vio ino usado em um conjunto de música renascentista está afinada p ara a freqüência de 660 Hz. Para tocar a nota á, de freqüência 880 Hz, prende-se a corda com um dedo, de modo a uti izar apenas uma fração da corda. Que fração é essa? 1 a) 4 1 b) 3 1 c) 2 2 d) 3 3 e) 4 84. Cefet-PR Os fenômenos naturais podem depender ou não de diversos fatores. Dentre os fenômenos naturais citados nas a ternativas, o único dep endente da massa do corpo é o da a ternativa: a) A freqüência fundamenta emitida por uma corda vibrante como as de um vio ão. b) A pressão máxima que um vapor exerce sobre as paredes do recipiente que o contém. c) A ve ocidade máxima que um veícu o pode ati ngir ao fazer uma curva sem derrapar. d) O tempo gasto para um pêndu o executar um a osci ação comp eta. e) O empuxo que atua sobre um corpo mergu hado em um íquido. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar       

    

      

                    

F ÍS IC A O N D A S E M .H .S . 1. F-F-F-F-V 2. F-V-F-F-V-V 3. F-V-V-F-F 4. V-F-F-F-V 5. A 6. A 7. A 8. D 9. 2 1 0. 1 11. A 12. D 13. E 14. C 15. C 16. C 17. E 18. A 19. D 20. F-F-V-V-F 21. 14 22. E 23. A 24. D 25. 0,5 Hz // 0,4 m 26. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 27. 1 + 4 28. C 29. D 30. D 31. = 500 m 32. C 33. A 34. B 35. C 36. C 37. B 38. B 39. C 40. B 41. V-F-V-V-F 42. 01 43. 3,35 cm 44. B 45. C 46. A 47. 5 48. B 49. D 50. D 51. D 52 . C 53. A 54. B 55. D 56. A 57. V-V-F-F 58. V-F-F-F-V 59. B 60. F-F-V-F 61. D 62 . 1/2 // 1/2 f1 63. C 64. A 65. F-V-V-F-F-V 66. C 67. 38 68. A 69. D 70. a) O máxi mo to erado é 110 dB, abaixo da inha da dor. A faixa de freqüência entre 2000 Hz e 40 00 Hz a intensidade sonora necessária para a audição é menor. b) I = 10–7 W/m2 71. V-F-V 7 2. V-V-V-V 73. 2 + 8 + 16 74. 4 + 8 + 16 75. C 76. B 77. 8 + 16 + 32 78. 8 + 16 79. D 80. 13 81. V-V-F-F-F-V 82. 05 83. E 84. A 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar    

F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. I.E.Superior de Brasí ia-DF Considere o esquema abaixo, no qua nos vértices de u m triângu o equi átero, de ado 20 cm, foram co ocados nos pontos A e B duas cargas idênticas de 4 µC, como mostra a figura. Sendo k = 9.109 (SI), determine o campo e étr ico resu tante em N/C gerado pe as cargas no ponto C. Considere o meio como send o o vácuo. Mu tip ique sua resposta por 10–5 e despreze a parte fracionária, caso exis ta. B A C 1

2. PUC-SP Leia com atenção a tira do gato Garfie d mostrada abaixo e ana ise as afir mativas que se seguem. I. Garfie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adqui re carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por atrito. II. Garf ie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adquire carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por indução. III. O esta o e a eventua faísca que Garf e d pode provocar, ao encostar em outros corpos, são devidos à movimentação da carga acu mu ada no corpo do gato, que f ui de seu corpo para os outros corpos. Estão certas a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) apenas I. GABARITO Fo ha de São Pau o 3. U.Cató ica Dom Bosco-MS O excesso de carga e étrica em um condutor em equi íbrio se situa em sua superfície, que é uma superfície equipotencia . Se uma esfera metá ica de 20 cm de raio for carregada a um potencia de 1800V, a quantidade de carga e étric a da esfera será igua a a) 0,01 µC b) 0,02 µC c) 0,03 µC d) 0,04 µC e) 0,05 µC IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar      

       

           

    

  

   

4. U.Cató ica-GO Assina e verdadeiro ou fa so: ( ) A força de atração entre um corpo neu tro e outro e etrizado ocorre devido ao fenômeno da indução e etrostática. ( ) Duas esfe ras condutoras idênticas, com cargas Q1 = +5 C e Q2 = –5 C, são co ocadas em contato. Considere-se o sistema formado pe as duas esferas como um sistema iso ado. Saben do-se que após o contato as duas esferas ficaram descarregadas, podemos afirmar qu e, neste processo, não houve conservação das cargas e étricas. ( ) Um corpo de massa m = 8.10–2 kg encontra-se em equi íbrio próximo à superfície da Terra, sob a ação do campo gra aciona e de um campo e étrico com intensidade E = 2.106 N/C, na mesma direção e senti do da força gravitaciona que atua sobre o corpo. Para este caso, a carga do corpo deve ser negativa e de módu o q = 4.10–7 C. (g = 10 m/s2) ( ) O traba ho rea izado pe a força e étrica para evar um corpo com carga negativa de um ponto A até um ponto B, pertencentes a uma mesma superfície eqüipotencia , não depende da trajetória seguida pe o corpo e é sempre negativo. ( ) Durante uma tempestade, para nos protegermos d os raios, devemos evitar a proximidade de árvores a tas. ( ) Em um resistor ôhmico o va or de sua resistência é diretamente proporciona à diferença de potencia ap icada a e e. 2 V GABARITO

da gota 5. UFGO Em uma impressão a jato de tinta, as etras são d formadas por peque nas 2 gotas de tinta que incidem Eixo x sobre o pape . A figura d 2 mostra os pr incipais e e- Gerador Unidade mentos desse tipo de im- de gotas de carga L Pape Sistema de pressora. As gotas, após def exão serem e etrizadas na unidade de carga, têm suas trajetórias modificadas no sistema de def exão (p acas carregadas), atingind o o pape em posições que dependem de suas cargas e étricas. Suponha que uma gota de m assa m e de carga e étrica q, entre no sistema de def exão com ve ocidade v0 ao ong o do eixo x. Considere a diferença de potencia , V, entre as p acas, o comprimento , L, das p acas e a distância, d, entre e as. Se a gota descrever a trajetória mostr ada na figura, pode-se afirmar que ( ) sua carga e étrica é positiva. ( ) L/v0 é o tem po necessário para e a atravessar o sistema de def exão. ( ) o módu o de sua ace eração é q /md. ( ) ocorre um aumento de sua energia potencia e étrica. Trajetória

7. U. Sa vador-BA A e etrização de um corpo A, inicia mente neutro, a partir de um c orpo B, previamente e etrizado, pode ocorrer 01) por atrito, ficando A e B com c argas de mesmo sina . 02) por contato, ficando A e B com cargas de sinais oposto s. 03) por indução, ficando A e B com cargas de sinais opostos. 04) por atrito, torn ando-se neutro o corpo B. 05) por indução, tornando-se neutro o corpo B. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar 

6. Fatec-SP Uma pequena esfera metá ica está e etrizada com carga de 8,0 x 10–8 C. Co ocando-a em contato com outra idêntica, mas e etricamente neutra, o número de e étrons que passa de uma esfera para a outra é: Dado: carga e ementar e = 1,6 x 10–19 C a) 4,0 x 1012 b) 4,0 x 1011 c) 4,0 x 1010 d) 2,5 x 1012 e) 2,5 x 1011                  

   

     

 

  

         

  

             

 

 

8. UFRN Uma das ap icações tecno ógicas EMISSORA DE GOTAS modernas da e etrostática foi a invenção da PLACA E impressora a jato de tinta. Esse tipo de impressora uti iza pe quenas gotas de tinta, que PLACA podem ser e etricamente neutras ou e etrizadas positiva ou negativamente. Essas gotas PAPEL são jogadas entre as p acas def etora s da impressora, região onde existe um campo e é→ 3 2 1 trico uniforme E, atingindo, e ntão, o pape para formar as etras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta, q ue são ançadas para baixo, a partir do emissor. Após atravessar a região entre as p aca s, essas gotas vão impregnar o pape . (O campo e étrico uniforme está representado por apenas uma inha de força.) Pe os desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a 2 e a 3 estão, respectivamente, a) carregada negativamente, neutra e carregada po sitivamente. b) neutra, carregada positivamente e carregada negativamente. c) ca rregada positivamente, neutra e carregada negativamente. d) carregada positivame nte, carregada negativamente e neutra. 9. Fuvest-SP Duas esferas metá icas A e B e stão próximas uma da outra. A esfera A está igada à Terra, cujo potencia é nu o, por um fio condutor. A esfera B está iso ada e carregada com carga +Q. Considere as segui ntes afirmações: I. O potencia da esfera A é nu o II. A carga tota da esfera A é nu a III. A força e étrica tota sobre a esfera A é nu a. Está correto apenas o que se afirma em a) I b) I e II c) I e III d) II e III 3 B +Q A e) I, II e III

10. Unifor-CE Considere o sistema constituído por duas cargas e étricas, de mesmo si na , Q e q, sendo r1 a distância entre e as. Se aumentarmos essa distância para r2, a energia potencia do sistema 1 1 a) aumentará, sendo a variação dada por k Q q ( – ) r 2 r1 1 1 – ) r2 r1 1 1 c) aumentará, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 1 1 d) diminuirá, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 b) diminuirá, sendo sua v ariação dada por k Q q ( e) permanecerá constante. 11. Vunesp Três esferas metá icas idênti as, A, B, C, inicia mente iso adas, estão carregadas com cargas e étricas positivas de intensidade QA = 6q, QB = 4q, QC = 2q, e uma quarta esfera D, idêntica às anterio res, encontra-se neutra. Encosta-se a esfera A na esfera D e a esfera B na esfer a C, sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unidas por a guns instantes e depois separando-as novamente. Em seguida, encosta-se a esfera A na esfera B e a esfera C na esfera D, também sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unida s. Ao fina do processo, as cargas e étricas totais do grupo formado pe as esferas A e B e do grupo formado pe as esferas C e D va em, respectivamente, a) 0q e 12 q. b) 2q e 10q. c) 4q e 8q. d) 6q e 6q. e) 10q e 2q. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar        

 

 

    

    

             

  

    



12. Unifor-CE Uma carga e étrica q1 = 2,0 µC exerce força, de módu o F, sobre outra carg a q2 = 20 µC. Pode-se conc uir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força, de módu o a ) 0,10 F b) F c) 5 F d) 10 F e)100 F

13. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem, no vácuo, com uma força e étrica d e intensidade 4,0 — 10-2 N, quando estão separadas por uma distância de 3,0 cm. Se Q1 = 2,0 — 108 C, então Q2, em coulombs, vale: Dado: Constante eletrostática do vácuo = 9,0 — 109 S.I. a) 2,0 — 10–8, positiva. b) 2,0 — 10–7, positiva. c) 2,0 — 10–6, positiva. d) 2 10–7, negativa. e) 2,0 — 10–8, negativa. 14. UFPE Dois prótons de uma molécula de hidrogênio distam cerca de 1,0 x 10–10 m. Qual o módulo da força elétrica que um exerce sobre o outro, em unidades de 10–9 N? a) 13 b) 18 c) 20 d) 23 e) 28 4 15. Mackenzie-SP vácuo, cria a 50 ova de 2µC nesse 576 — 10–3 N. O GABARITO

Um corpúsculo eletrizado com carga elétrica Q, fixo em um ponto do cm dele um campo elétrico tal que, quando colocamos uma carga de pr ponto, ele fica sujeita a uma força elétrica de repulsão de intensidade valor de Q é: Dado: k0 = 9 — 109 Nm2/C2 a) 4µC b) 6µC c) 8µC d) 10µC e) 12

16. UESC-BA O gráfico representa o comportamento da inF (103 N) tensidade da força e létrica, F, em função da distância, d, entre duas cargas pontuais idênticas. 9 Considerand o-se a constante eletrostática do meio igual a 9 — 109Nm2C–2 e com base na informação, é co reto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as car1 gas tem natureza atrativa. 0 1 2 3 d(m) 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3,5 — 103 N par = 2 m. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1 — 10–3 C. 04) O módulo do campo elé co, no ponto médio da reta que une as cargas, é igual a 9 — 109 N/C para d = 3 m. 05) O potencial elétrico, no ponto médio da reta que une as cargas, é nulo para d = 1 m. 1 7. U. F. São Carlos-SP Na figura está representada uma linha de força de um campo elétri co, um ponto P e os → → → → → vetores A, B, C, D e E. Se uma partícula de carga elétrica po iva, suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico, for c olocada nesse ponto P, ela sofre a → ação de uma força F, melhor representada pelo vetor : a) A. → b) B. → c) C. → d) D. → e) E. A E IMPRIMIR → D P B C Voltar FÍSICA - Eletrostática Avançar     

18. Unicap-PE Nos vértices A e B do triângulo eqüilátero da figura, são colocadas as carga s QA = 2 µC e QB = –2 µC. O meio é o vácuo. C 2m 2m A 1m D 1m B QA QB 5

( ) O campo elétrico, no ponto C, é nulo, já que as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O potencial do ponto C, relativo ao infinito, é 18000 volts. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. ( ) Para estabelecer as configurações da figu a, um agente externo realizou um trabalho positivo. ( ) No interior de um condut or em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância, em relação ao centro do condutor. 19. UFSE As linhas de força de um campo e létrico, gerado por uma carga puntiforme negativa, são a) semi-retas, radiais, dirig indo-se para a carga. b) semi-retas, radiais, partindo da carga. c) curvas paraból icas com a carga no foco. d) circunferências concêntricas, com a carga no centro, e sentido horário. e) circunferências concêntricas, com a carga no centro e sentido anti -horário. 20. Unifor-CE Um condutor esférico, de raio 50 cm e uniformemente carregad o com carga Q = 2, 0 µC, está em equilíbrio elétrico no ar. A constante eletrostática do a r é k = 9,0 — 109 N — m2 / C2. Num ponto situado a 1,0 m do centro da esfera, o vetor campo elétrico aponta para a) o centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. b) o centro e tem módu lo 1,8 — 104 V/m. c) fora do centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1,8 — 104 V/m. e) fora do centro e tem módulo 1,8 — 1010 V/m. 21. ITA-SP Duas pa rtículas têm massas iguais a m e cargas iguais a Q. Devido a sua interação eletrostática, elas sofrem uma força F quando estão separadas de uma distância d. Em seguida, estas p artículas são penduradas, a partir de um mesmo ponto, por fios de comprimento L e fi cam equilibradas quando a distância entre elas é d1. A cotangente do ângulo a que cada fio forma com a vertical, em função de m, g, d, d1, F e L, é a) m g d1 / (F d) b) m g L d1 / (F d2) L c) m g d21 / (F d2) 2 2 d) m g d / (F d 1) α 2 2 e) (F d ) / (m g d 1) d1 IMPRIMIR GABARITO Volt r

Av nç r

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FÍSICA - Eletrostátic

¡ ¡

¡

está conc entr d em seu centro.Eletrostátic ¡ (08) As três esfer s present m mesm c p cid de eletrostátic . será igu l (04) Coloc ndo-se esfer 3 em cont to com 1. 23. GABARITO IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . (16) Reduzindo-se o r io d esfer 3 à met de. 24. r zão E fornecerá 01) o v lor de Q. S lv dor-BA Um c rg Q. é cons t nte. em e uilí rio eletrostático. eletriz d com c rg Q. num ponto P à su volt . coloc ndo 3 em cont to com 2. 1. sendo C1 e C3 s c p cid des C1 + C3 eletrostátic s d s esfe r s 1 e 3. 2. 04) intensid de d forç elétric e ntre Q e um c rg de prov coloc d em P. e 3. cri . 03) const nte eletrostátic do meio. 05) o tr lho d forç elétric p r m n ter Q n posição consider d . c rg elétric d esfer 1. no interior d esfer 3. ( ) O potenci l elétrico. encontr m-se isol d s um s d s outr s no vácuo (const nte eletrostátic K0).22. 02) distânci ent re P e Q. é corret o firm r: (01) Coloc ndo-se esfer 1 em cont to com 3. coloc ndo em cont to com 2. é igu l o módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QB no ponto C. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ixo QA = 32 µC e QB = 18 µC [O meio é o vácuo] ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . puntiforme e positiv . Q . ( ) A c rg de um condutor. Ness s condições. é 6. e 3. 3 (02) O módulo do vetor c mpo elétrico.s e. U. ( ) O tr lho necessário p r se desloc r um c rg de prov de C p r D é independente do v lor d c rg e é numeric mente igu l à energi potenci l elet rostátic do sistem . V Consider ndo-se c rg Q em repouso. de r i os R. ( ) O potenci l. (32) Lig ndo-se s esfer s 1 e 3 por um fio de c p citânci desprezível. no ponto C. um c mpo elétrico de intensid de E e um potenci l elétrico V. A s esfer s 1 e 2 estão neutr s. Unic p-PE N figur QA 5m D 6m 5m 8m C QB 6 ( ) O módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QA. no ponto C. f st ndo. é igu l zer o. o potenci l elétrico no interior d e sfer 3 será const nte e diferente de zero. UFBA Três esfer s metálic s idêntic s.3 x 104 V. e m seguid . su c p cid de eletrostátic duplic rá. f st ndo. em s eguid . o potenci l de e uilí rio entr e el s será igu l Q . pós os cont to s.s e. num região de c mpo elétrico uniforme.

o mesmo tempo em ue se duplic distânci entre outr esfer e P. d) direções diferentes e m io r intensid de em I. Em seguid . produzido pel esfer ? ) E d) E 7 0 o r 0 o r ) E e) E 0 o r 0 o r c) E 0 o r GABARITO ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¢¡ 27. P P ) mesm direção e intensid de. de r io 0. p roxim -se um d s esfer s de P. O c mpo elétrico em P. com c rg s elétric s igu is. medid p rtir do centro de um esfer metálic c rreg d . reduzindo-se à met de su distânci té esse ponto. PUC-SP Um ot lmente p r uecedor de imersão (e ulidor) dissip 200 W de potênci . dur nte 1 minuto. lig d s por um rr isol nte. ) direções diferentes e me m intensid de. possui. utiliz d t uecer 100 g de águ . no pl no ue contém o centro d s du s esfer s. Fuvest-SP Du s pe uen s esfer s. Qu l gráfico melh or represent o módulo do c mpo elétrico. e) direções diferentes e m ior intensid de em II. Qu l v ri ção de temper tur ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . n s du s situ ções indic d s. Situ ção I Situ ção I 26. são inici lmente coloc d s como descrito n situ ção I. c) mesm direção e m ior intensid de em I. como n situ ção II.25. UFPE As figur s ixo mostr m gráficos de vári s funções versus distânci r. E.

M. c) Dezesseis vezes m ior. d) Oito vezes m ior. nov distânci entre s c rg s 1 e 2 deverá ser: IMPRIMIR ) Qu tro vezes m ior. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . ) Qu tro vezes menor.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ sofrid pel águ ? Considere 1 c l = 4 J e cágu = 1 c l/g°C. P r u e est forç sej 16 (dezesseis) vezes m ior. e) Oito vezes menor.28. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ . F. It ju á-MG Du s c rg s elétric s 1 e 2 se tr em com um forç F.

c) um forç de cont to. s c rg s de u e ente: 2 1 2 1 c) – 3 e 3 ) 3 e 3 2 1 ) – 3 e – 3 2 1 d) 3 e m d s u rks: os u rks u e d. UFR-RJ Segundo o princípio d tr ção e repulsão. podemos. c) su c rg tot l é +2 Q e su m ss tot l é 2M. N situ ção inici l. então. s esfer s são coloc d s em cont to. O próton é form do de 2 u rks do tipo u e 1 u rk do tipo rm do de 2 u rks do tipo d e 1 do tipo u. Em rel ção este sistem pode-se dizer ue: ) su c rg tot l é –Q e su m ss tot l é 2M. 8 GABARITO 32. ) proporci on l o u dr do d distânci entre s c rg s. 33. não há forç entre s esfer s. mostr d n figur I. f st d s um d outr . c rreg do positi v mente com c rg Q. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 30. O módulo d forç de tr ção ou r epulsão mencion do cim é c lcul do tr vés d lei de Coulom . como se vê n figur II. ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 31. Em seguid . s esfer s estão sep r d s um d outr . s esfer s se tr em e em III. UERJ Prótons e nêutrons são constituídos de p rtícul s ch d. é correto fi ue: ) em I. em III. ) em I. As esfer s são. como mostr do n fi gur III. então. firm r ue lgum outro o jet o ) torn -se neg tiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg –Q. ) torn -se c rreg do com c rg Q. e) su c r g tot l é nul e su m ss tot l é 2M. comp r d com forç d gr vid de. d) torn -se positiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg Q. c) torn -se c rreg do com c rg –Q. c rreg do neg tiv mente com c rg Q. So re est forç é correto firm r ue el é ) invers mente proporcion l o produto d s c rg s. U. F.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ I II rm r sfer ) em ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ III Consider ndo-se s situ ções represent d s n s figur s I e III. Viços -MG Um sistem é constituído por um corpo de m ss M. e) fr c .29. el s se tr em. UFMG Du s esfer s metálic s idêntic s – um c rreg d com c rg elétric neg tiv e outr eletric mente desc rreg d – estão mont d s so re suportes isol ntes. respectiv m – 3 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Se c rg elétric nid de de c rg e do nêutron igu l zero. en u nto o nêutron é fo do próton é igu l 1 u d v lem. ) su c rg tot l é nul e su m ss tot l nul . d) su c rg tot l é +Q e su m ss tot l é nul . s e s se repelem e. corpos eletriz dos com c rg s de m esmo sin l se repelem e com sin is contrários se tr em. e) torn -se m gnetiz do. d) um forç d e c mpo. el s se repelem. d III. não há forç entre s esfer s. e por outro corpo de m ss M. c) em I. PUC-RJ Se lgum o jeto d uire um c rg elétric positiv Q.

d) O v lor do potenci l elétrico e do c mpo e létrico são const ntes dentro e for d g iol . p rtir do inst nte em ue c rg é solt . Um de su s demonstr ções d e xistênci do c mpo elétrico se re lizou d seguinte m neir : F r d y construiu um g iol metálic perfeit mente condutor e isol d do chão e levou p r um pr ç . Unirio Mich el F r d y. 9 ) F ) F L d L d c) F d) F L d L d 36. ssin le ltern tiv cujo gráfico melhor represent o módulo d forç elétric F. Consider ndo ess s inform ções. um dos fund dores d modern teori d eletricid de. en u nto s pesso s for d g iol podi m lev r cho ues? ) O potenci l elétrico dentro e for d g iol é diferente de zero . um d s c rg s é solt e fic livre p r se mover. Em um certo inst nte. m s dentro d g iol este potenci l não re liz tr lho. F r d y c minh v sem sentir u l uer efeito d eletricid de rm zen d em su s gr des. ) O c mpo elétrico no i nterior de um condutor em e uilí rio eletrostático é nulo. existe um c mpo elétrico não nulo. sep r d s por um distânci L. e) A diferenç de potenci l elétrico ent ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ 34. e s linh s de c mpo do c mpo eletrostático cri do. ue tu so r e c rg ue se move. en u nto uem de for encost sse n s gr des sem est r devid mente isol do sofri um desc rg elétric doloros . 35. respond : ) u is os sin is de c rg s 1 e 2? ) forç eletrostátic entre s c rg s é de repulsão? Justifi ue. introduziu o conceito de c mpo n Filosofi N tur l. UFMG Du s c rg s elétri c s idêntic s estão fix s. Com g iol c rreg d . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ f st d s um distânci d ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢  . em função d distânci d entre s c rg s. Por ue F r d y n d sofreu. UFR-RJ A figur ixo mostr du s c rg s 1 e 2.1 2 O serv ndo figur cim . c) O c mpo elétrico não é c p z de produzir cho ues em pesso s pres s em lug res fech dos. no ent nto. for d g iol . Lá el e se tr ncou dentro d g iol e ordenou seus jud ntes ue c rreg ssem de el etricid de e se f st ssem. .

m s. 37. u ntid de de c rg ue é retir d é igu l à uel ue é post .Eletrostátic ¢ ¡ re pontos dentro d g iol e entre pontos d g iol com pontos do exterior é mes m . em um circuito fech do. Use ke = 9 X 109 Nm2/C2 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . ) c rg Q rm zen d nest esfer .IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . UFRJ S e-se ue u ndo o c mpo elétrico tinge o v lor de 3 X 106 v olts/metro o r seco torn -se condutor e ue nest s condições um corpo eletriz do pe rde c rg elétric . C lcule: ) o r io d menor esfer ue pode ser c rreg d té o potenci l de 106 volts sem risco de desc rreg r tr vés do r seco.

d) 8. 10-13 N/C e) 8. energi r di nte d o Sol tinge superfície d Terr com intensid de de 1000 W/m2.8-4.8-5.6 x 10-15 kg e c rreg d com c rg elétric = -3. eletriz d s com c rg s 4Q e –Q estão f ix s nos pontos e conforme mostr figur ixo. e c d um lig seu microcomput dor. de m ss m = 9. x II d xV 39.0.6.0 X 103 N/C.2 x 10-19 c. Juiz de For -MG Um gotícul de óleo. ) Num determin do loc l. 10 40. vertic l e pont ndo p r i xo. condutor s. Seus centros estão dist ntes entre si 20 20 cm cm. ) 2.106 elétrons são retir dos d esfer A e tr nsferidos p r esfer B. 6 violet 6. A e B.1 zul 6.p r 25°C.1-6.0 X 10-3 N/C. E.0 . UFR-RJ Du s pe uen s esfer s puntiformes.2 verde 5. Se áre de um fo lh expost o Sol é de 50 cm2 e 20% d r di ção incidente é proveit d n fotossíntese.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ d d x I 4Q d x III –Q d x IV ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Cerc de 5. O p relho de r c ondicion do inst l do tem c p cid de de diminuir em 5°C temper tur do escritóri o em mei hor .7 GABARITO ) S endo ue fotossíntese ocorre predomin ntemente n s folh s verdes. Vunesp A fotossíntese é um re ção io uímic ue ocorre n s pl nt s. de u l ou u is f ix s de fre üênci s do espectro d luz sol r s pl nt s sorvem menos en ergi nesse processo? Justifi ue. A eficiênci do p r elho é de 50%. cujo espectro de fre üênci s é d do seguir.0 m rel 5.2-6. U. desc rreg d s e P isol d s um d outr . Nest situ ção.8 l r nj 4.0-5.2 kg/m3.72 N/C c) 1. d) IV. 10-13 N/C 41. Unic mp-SP U m escritório tem dimensões igu is 5m x 5m x 3m e possui p redes em isol d s. Qu nto tempo depois d ch eg d d s pesso s no escritório o p relho é cion do? IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . Num certo ins t nte. Cheg m então s 4 pesso s u e nele tr lh m. F. c) 5. T nto um pesso como um microcomput dor dissip m em médi 100 W c d n form de c lor.6-7. O c mpo elétrico result nte será nulo no ponto ) I.0 X 105 N/C. ) O p relho de r condicion do é cion do utom tic mente u ndo t emper tur do m iente tinge 27°C.38. e) V.0. ) II.109 Nm2/C2. u l o v lor do módulo do c mpo elétrico? ) 3.0 X 107 N/C. com s pesso s presentes e os micros lig dos. Cor f (101 4 Hz) vermelh 3. c i vertic lmente no vácuo. Considere o c lor específico do r igu l 1000 J/kg°C e su densid de igu l 1. u l energi sorvid por ess folh em 10 minutos de insol ção? 42. O módulo deste c mpo elétrico é just do té ue gotícul p sse c ir com movimento retilíneo e uniforme. S nt C s -Vitóri -ES Tem-se du s pe ueA B n s esfer s. ix ndo.10-19 C e const nte dielétric do meio igu l 9. Inic i lmente temper tur no interior do escritório é de 25°C. Considere c rg de um elétron igu l 1. c) III.0 . p r u l é nec ssári energi d luz do Sol. ) Determine potênci elétric consumid pelo p relho de r co ndicion do. conforme ilustr figur ixo.44 N/C d) 16. lig se nest região um c mpo elétrico uniforme. Qu l é o v lo r do c mpo elétrico no ponto médio (P) d distânci ue sep r os centros d s esfer s? ) 0 ) 0.

Av nç r ¡ ¡ .

N eletriz ção por indução. V. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. proxim d mente. M ringá-PR Considere du s esfer s condutor s. respectiv mente. E. forç elétric result nte so re ess esfer v lerá. proxim d mente. 7. se um terceir esfer for coloc d no ponto médio d distânci entr e s du s já existentes. intensid de d forç eletrostátic entre el s ument rá 4 vezes. 45. E. proxim d mente. sep r d s pel distânci 2 e simétric s em rel ção o eixo x. IV. Londrin -PR A figur ixo mostr du s c r g s elétric s + e – .Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ + l elétrico no ponto O é diferente de + coloc d em B teri direção verti tu ri em um c rg – coloc d em em B present rá tr jetóri ret ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . E.109 N. As esfer s se encontr m sep r d s por um distânci de 10 m. e) Apen s s firm tiv s II. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. III. Us ndo K = 9.2. 32) Consider ndo o enunci do dest uestão. IV e V são verd deir s. So re s firm tiv s cim . II. 2. c onsidere s firm tiv s seguir: I. intensid de d forç el etrostátic p ss rá v ler. ssin le ltern tiv corret : ) Apen s s firm tiv s I. III e V são verd deir s. 9. II e III são verd deir s. com r ios igu is 10 cm e c rg s de +10 C e -10 C. T is cho ues são devidos o f to de est rem os utomóveis e letric mente c rreg dos. t m ém. 0 8) Ao do r r-se o r io d s esfer s. U. 04) O potenci l elétrico. e) Um c rg + coloc d ilíne . então o número de c rg s elétric s neg tiv s e positiv s não é o mesmo. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. de m teri is diferentes. Um corpo neutro é uele ue não tem c rg s elétric s. IV e V são verd deir s. um c rg de + 10 C. 02) A intensid de do c mpo elétrico result nte. d) A forç elétric ue B teri sentido p r cim . d) Apen s s firm t iv s II. c) A forç elétric ue tu ri em um c rg c l com sentido p r cim . U. Londrin -PR C mpos eletriz dos ocorrem n tur lmente no nosso cotidi no . dois corpos neutros. So re n turez dos corpos (eletriz dos ou neutros). torn m-se eletri z dos com c rg s opost s. ssin le o ue for correto.0. 7. 01) A intensid de d forç elétric .2. É cor o firm r: Y – B x O IMPRIMIR ) O c mpo elétrico no ponto O é nulo. proxim d mente. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . então está eletriz do. U. v le. é nulo. devido o princípio de conserv ção d s c rg s elétric s. 11 GABARITO 44.Ao serem trit dos. Um exemplo disso é o f to de lgum s vezes lev rmos pe uenos cho ues elétricos o encost rmos em utomóveis.109 Nm2/C2. desloc ndo-se vertic lmente p r ixo. Se um corpo está eletriz do.25. ue tu so re c d um d s esfer s. é possível o ter-se corpos eletriz dos com u ntid des diferentes de c rg s. possuindo.109 N. v le. ) Apen s s firm tiv s I. c) Apen s s firm tiv s I e IV são verd deir s. 16) Ao retir r-se 5 C de c rg d esfer neg tiv mente c rreg d e deposit r-se so re esfer positiv mente c rreg d .1010 N.43.0. Se um corpo tem c rg s elétric s . ) O potenci zero.109 N/C.

porém uniformemente distri uíd so re su super fície. o fluxo do vetor c mpo elétrico tr vés d superfície terá v lor: ) 2 F. c) Nulo. produz um fluxo do vetor c mpo elétrico igu l F tr vés d superfície d c sc . IMPRIMIR Volt r ¡ ¡ ¢ I II III 46. ) Apen s em II. Se outr c rg . coloc d no interior de um c sc e sféric . em corte. 32) Se for coloc d um outr c rg + . contendo mesm c rg elétric Q. um c mpo elétrico de intensid de E2. um c sc esféric de r io 2R. em corte. U. ) Dependente d posição d nov c rg no interior d c sc . o sistem se neutr liz rá. d) F/2. à mesm distânci d do centro d c s c esféric . um esfer m ciç de r io R. Juiz de For -MG Um c rg elétric . e) Em I. contendo c r g elétric Q. so ção d e forç s extern s. no ponto P. um c mpo elétrico de intensid de E1. ue se encontr m em reesfer cu o pirâmide pouso. no ponto P. Ness s condições. uniformemente distri uíd em todo o seu volume. c) Apen s em I e II. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. A figur (II) represent . M ringá-PR So re um pl c horizont l fix são m ntid s em repouso. II e III. 04) A energi potenci l do sistem form do pel s du s esfer s eletriz d s é invers mente proporcion l o u dr do d distânci entre el s. ssin le o ue for correto: – P – 01) No ponto P. du s esfer s idêntic s. U. forç result nte so re e l será nul . no ponto P. o potenci l elétri co result nte é nulo. UFRS A figur ixo represent . em corte.) Apen s em I. feitos de m teri l om condutor. 12 47. Ess distri uição de c rg produz no ponto P1. A superfície de c d um dos o jetos está c rreg d com c rg elétric estátic de mesmo v lor Q. de mesmo módulo e sin l contrário. três o jetos de form s geo métric s diferentes. um distânci d do centro d esfer m ciç . est esfer perm necerá onde está e s esfer s extern s se vizinh rão el . conforme figur . Os o jetos são ocos. (I) R (II) d 2R P 1 P 2 d GABARITO Selecione ltern tiv ue express corret mente rel ção entre s intensid des de c mpo elétrico E1 e E2: ) E2 = 4 E1 ) E2 = 2 E1 c) E2 = E1 d) E2 = E1/2 e) E2 = E1/4 49. 48. Em u is desses o jetos o c mpo elétrico é nulo em u l uer ponto d c vid de intern ? ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . o c mpo elétrico result nte é nulo. 16) Retir ndo-se s forç s extern s e coloc ndo-se um outr esfer co m c rg + . d) Apen s em II e III. sendo P o ponto médio entre el s. Ess distri uição de c rg produz no ponto P2. 02) No ponto P. E.F. 08) S e coloc rmos um outr esfer com c rg + . tot lmente fech dos. for t m ém introduzid no inte rior dest c sc . UFRS A figur (I) represent . eletriz d s. e su s c vid des int ern s se ch m v zi s.

Av nç r ¡ FÍSICA .Eletrostátic ¡ ¡ .

U. serão o tidos Joules de energi c lorífic e luminos . é nulo num determin do ponto. ssi n le o ue for correto: 01) Pode ser medido em Volt por metro. Ness s cond ições. c)EM e VM não se lter m. Lig ndo-se. por exemplo. 51. dur nte 10 min utos. em função de r. é diferente de zero. 53. sendo EM o módulo do vetor c mpo elétrico em M e VM o v lor do potenci l elétrico e m M. 02) Os vetores c mpo elétrico E1 e E3 se nul m. e)EM não se lter e VM ument .Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . + E2 0 E1 E3 – E4 M IMPRIMIR GABARITO 54.000 Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . com c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrários. U. Com rel ção os vetores desse c mpo elétrico. 16) Os vetores c mpo elétrico E2 e E4 se nul m. 16) Qu ndo ger d o por vári s c rg s elétric s puntiformes. tem v lor de 27. Pont Gross -PR Du s c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrário s cri m um c mpo elétrico E no ponto O. ) 100 ) 600 c) 1000 d) 6000 e 60. 02) Num ponto sit u do no vácuo (K = 9. como c lorífic e luminos . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. é: ) ) c) d) 13 52. )EM e VM diminuem.M. Ass in le ltern tiv ue complet corret mente l cun d inform ção cim . UERJ Du s p rtícul s eletric mente c rreg d s estão sep r d s por um distânci r. Pont Gross -PR So re o c mpo elétrico ger do por um c rg elétric . conforme mostr figur ixo. 4 m de distânci de um c rg ger dor ue mede 48 µC. ssin le o ue for correto: 01) E4 é o vetor c mpo elétrico result nte. O gráfico ue melhor express v ri ção do módulo d forç eletrostátic F entre el s. 04) E1 e E2 de termin m o vetor c mpo elétrico result nte. Dê como respost som d s lt ern tiv s corret s. Considere o ponto médio M ue se m ntém e üidist nte de seus centros e suponh ue s esfer s sej m proxim d s.109 unid des MKS). pode-se firm r ue )EM e VM ument m. um lâmp d de 100 W. C xi s do Sul-RS Ap relhos elétricos convertem energi elétric em outros tip os de energi . 08) No interior de um condutor esférico em e uilí rio eletrostático.103 N/C. F. 04) É um gr ndez esc l r.50. d)EM ument e VM não se lter . 08) O vetor c mpo elétrico result nte é nu lo. U. E. poi d s em suportes isol ntes. E. Triângulo Mineiro A figur represent du s esfer s co ndutor s idêntic s. m s não se toc m.

é de 200 V. d) ix rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. f zendo com ue p rte inferior dest . ssim. UFRN N f ric ção de ferros de engom r (ferros de p ss r roup ). há um concentr ção de c rg s elétric s m ior do ue num região pl n . é sempre diferente de zero. conclui-se ue el deve ter ) lt rigidez die létric e lto ponto de fusão. c) i x rigidez dielétric e lto ponto de fusão. ( ) Este c mpo elétrico induzirá c rg s elétric s em um nuvem. A segund é us r um m teri l cujo est do físico não sej lter do . 08) Num região ponti gud de u m condutor. no int erior de um condutor eletriz do. com módulo E = 100 N/C. dist ntes 2 m entre si e situ dos um mesm ltitude. é nulo. é nulo. Em vist disso e sendo mic o dielétrico preferido dos f ric ntes desse utensílio doméstico. é 200 µJ. 16) Como rigidez dielétric do r é 3 x 106 N /C. ) lt rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. f zendo com ue o exc esso de c rg se loc lize n superfície do condutor. 02) O c mpo elétrico. por is so intensid de do c mpo elétrico próximo às pont s do condutor é muito m ior do ue n s proximid des de regiões m is pl n s. c rg máxim ue podemos tr nsferir um esfer de 30 cm de r io é 10 microCo ulom s. sej c rreg d positiv mente. como uel s ue podem existir num ferro de engom r. du s d s preoc up ções d indústri dizem respeito o dielétrico ue é us do p r envolver resistênci . ( ) A diferenç de potenci l e létrico. 04) Um pesso dentro de um c rro está protegid de r ios e desc rg s elétric s. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 32) Devido o poder d s pont s. por ue um estrutur metálic lin d o seu interior contr efeitos elétricos externos. 14 64) O potenci l elétrico. o ris co de cho ue elétrico. Dê como respos t som d s ltern tiv s corret s. UFPR Um físico re liz experimentos n t mosfer terrestre e conclui ue há um c mpo elétrico vertic l e orient do p r sup erfície d Terr . volt d p r Terr . situ do 2 m ixo de A. GABARITO IMPRIMIR 57. Consider ndo ue p r um pe uen região d superfície terrestre o c mpo elétrico é uniforme. entre um ponto A e um ponto B. en u nto ue ânions tendem mover-se p r superfície terrestre. 56. c rg ue podemos tr nsferir um corp o condutor ponti gudo é menor ue c rg ue podemos tr nsferir p r um esfer c ondutor ue tenh o mesmo volume. A primeir del s é impedir ue h j v z mento de corrente elétric d resistênci p r c rc ç do p relho. evit ndo. n tmosfer .Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . no interior de um condutor c rreg do. é correto firm r: ( ) A Terr é um corp o eletriz do. no interior de um condutor eletriz do em e uilí rio eletrostático. com c rg elétric neg tiv em excesso. ( ) O tr lho re liz do pe l forç elétric p r desloc r um c rg elétric de 1µC entre dois pontos. esponsável pelo uecimento do ferro. mesmo u ndo su metido temper tur s elev d s. A e C.55. UFSC Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) O c mpo elétrico. ( ) Cátions existentes n tmosfer tendem mover-se p r cim .

tendo em vista sua preocupação econôm ica? Justifique. Ajude o Sr. Admitindo-se ue tod energi elétric é tr nsform d em energi térmic e consider ndo-se ue águ tem densid de de 1 g/cm3 e c lor específico de 4J/g • °C. O vendedor he oferece dois chuveiros (ôhmicos.0 Ω por onde circu a a corrente (i) que aquece a água. Lem re ue: E = P • t. na marca dos 23°C. que a temperatura na sua cidade permanece estáve . onde t represent tempo. comuns ) para a vo tagem (V) do Rio G. s temper tur s inici l e fin l d águ . o Sr. determine. N e ton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. pois está preoc upado com o aumento do consumo de energia e étrica (E) e. ue pen s “ ue re friez ” da água. como primeira aproximação. onde = 1cal/g °C é o calor específico da água. Newton v i o comércio e solicit do vendedo r um chuveiro de pouc potênci (P). UFRN Nos meses de m io e junho. que toda a energia e étrica (E) é dissipada na forma de ca or (Q) pe o resistor do chuveiro. em ohms. Isso f z com ue lgum s f míli s p ssem utiliz r o chuve iro elétrico p r um nho morno. sendo tota mente absorvida pe a água. O Sr. 59. b) Após fazer sua esco ha. Q = mc∆q.25 g. por conseguinte. ∆θ = θfin l – θinici l é v ri ção d temper tur nici l e θfin l.Eletrostátic ¡  ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡     ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¢ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  £  ¡ . temper tur c i um pouco em vári s cid des d o Rio Gr nde do Norte. resistênci elétric do uecedor. elev temper tur de 5 de águ de 20 °C p r 70 °C. e e sabe que a quant idade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30. do Norte.0 Ω e outro de 10. Ne ton supõe .15 58. Ne ton deve esco her. respectiv mente. O Sr. e e ouve. oper ndo à ddp de 100 V. Lembre que: P = V • i e V = R • i. com o a umento da sua conta mensa .2 c l. UFBA Um uecedor. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . ue podem ser medid s em gr us Celsius e 1 Joule ≅ 0. que é 220 V: um com resistência e étrica (R) de 20. em um interv lo d e 20 minutos. a) Qua dos dois chuveiros o Sr. Ne ton a fazer a estimativa da temperatrua (θfin l) em ue ele tom rá seu nho morno. no rádio. A ém disso. A partir do diâmetro do cano que eva água ao chuveiro.

D 14. B 26. 03 17. A 10. E 28. 1 + 4 + 8 + 32 56. 15 2. A + 34. D 30. C 33.Eletricidade Avançar ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢ ¡  . C 3. ) 1/3 m ) 1/27 (1/27). C 48. V-V-F-F-V 57.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 1 + 8 + 16 50. 1 53. 2. E 18. 1 + 3 51. B 13. C 46. A 54. C 16. D 39. A 58. 1 + 2 + 4 + 16 + 32 45. D 32.10-3 C 38. V-F-V-F-V-F 5. B 29. 12 W IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . A 27. F-F-V-F-F 19. ) 1 . B 37. 2 + 4 + 8 + 32 25. 02 24. A 20. C 49. ) E = 600 J 42. D 21. E 7. B 44. E 55. C 41. C 9. A 40. a) 20 W b) 39 °C 59. ) P = 2100 W ) ∆t = 225 s 43.) tr ção 35. V-V-F-F-F 23 . 03 8. C 36. C 31. C 52. D 4. B 11. ) N s f ix s d s cores verde e m rel ue são refletid s pel s folh s . E 47. D 15. F-V-V-F 6. C 22. D 12.

No instante em que a mão estiver suficientemente próxima ao carro. é possíve des igar um de es e os demais conti nuarem em operação norma . UFMT Ao verificar que o seu chuveiro não mais funcionava. conectando a metade intacta novamente. um estudante de e etrotécnica reso veu desmontá. 2. ( ) A função dos transformadores insta ados nos postes das ruas é converter a tensão da rede e étrica externa num va or compatíve com a tensão idea para os e etrodomésticos. pelo corpo da pessoa e. pois assim o chuveiro ainda poderia continuar a funcio nar com metade da resistência origina . ( ) A corrente e étrica através da resistênci a do chuveiro se tornou menor. ca cu e. o mínimo va or que se pode ter da resistência e ét rica da rede da sua casa é de 40 Ω. ( ) A corrente e étrica não varia ao ongo de um fio e nem se a tera ao passar por um resistor. ( ) Qui o att-hora é unidade de potência. caso exista. 3. Assim sendo. atingirá o solo.o. maior será a corrente tota que entra na sua casa e maior será o va or da conta de e nergia e étrica a ser pago no fina do mês. (08) quanto maior for o número de apare hos igado s.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1. uma vez que as âmpadas têm bri ho constante. a resistência míni ma que o ar deve ter para que a descarga não mate essa pessoa. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro se tornou maior. fluirá uma co rrente que passará pelo ar. 1 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . Diante disso. na rede e étrica da sua casa. aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresenta uma diferença de potencial de 10000 V com relação ao solo. é correto afirmar que (01) para a igação desses apare hos na rede e étrica da sua casa é feita uma associação de resistências e étricas em para e o. Despreze a parte fr acionária de seu resu tado. m ediante processos de captação e transformação de energia. Em re ação a esse tema. menor será a resistência tota do circuito e étrico da sua casa e. a soma das a ternativas correta s. (04) todos os apare hos estão submetidos à mesma tensão de en trada da rede (120 V ou 220 V). ( ) A diferença de potencia na resistência se tornou maior. na época da seca. então. não é feita em série pois se assim fosse. ju gue os itens. Constatou que apenas metade da resistência estava da nificada. Sabendo que a resistência do corpo da pessoa. ( ) A corrente e étrica que chega às residências é contínua. conseqüentemente. UnB-DF Suponha que uma pessoa em Brasília. Suponha que toda a rede da sua casa seja igada a um disj untor que imita a corrente de entrada para evitar um superaquecimento dos fios e étricos da rede. não há perda de energia no processo da passagem da corrente e étrica por fios e resistores. A respeito. através do seu pé. em kΩ. (16) para uma rede e étrica com tensão de en trada 120 V e um disjuntor de 30 A. 4. Dê. ( ) A energia consumida pe o chuveiro se tornou menor. como resposta. UFMS Quando em sua casa vários apare hos e etrodomésticos estão em funcionamento. é de 2 000 Ω e que uma corrente de 300 mA causará a sua morte. remover a metade danificada da resistência. UFMT A energia e étrica que supre as residências pode ser produzida de muitas formas diferentes. Reso veu. ju gue os itens. no percurso da corrente elétrica.E etrodinâmica Avançar                      £                                             . (02) a igação desses apare hos. a interrupção da corrente e étrica em um de es acarretaria o des igam ento de todos os outros.

d) I e II são corretas. é 1. Pode-se afirmar que SOMENTE a) I é correta . é equipada com um chuveiro e étrico cujas especificações nominais são 220 V –5400 . 7. U. é igu a a 01) 200 04) 800 02) 400 05) 1000 03) 600 9. evando em conta os va ores informados. em metros. e) II e III são corretas. III. onde residem 7 pessoas. Quando submetido a 300 V.P de 2 vo ts. 10 banhos de 15 minutos cada. ( ) O chuveiro e étrico é uma ap icação do efeito Jo e. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . em média. Observand o a conta de energia e étrica do mês de novembro. a p otência dissipada no dispositivo é de 30 W. por dia. sua resistência é de 5. Ca cu e. UFMT Engenheiros de uma companhia hidre étrica pretendem projetar uma pequena u sina aproveitando um desníve de terreno de 80 metros. U. Qua o número inteiro que mais se aproxima do va o r da potência máxima.d. ( ) A associação do item anterior. Nessa casa são tomados. ( ) A resistência de um condutor é inversamente proporciona ao seu comprimento. é percorrido por uma corrente e étrica de intensidade 4A. igados em par a e o. que essa usina poderia gerar sem perdas signi ficativas de energia? 6. 10. c) III é correta.0 — 103 Ω. i(mA) 100 80 60 40 20 2 GABARITO 0 100 200 300 V(V) I.5 Ω. II. Unicap-PE Assina e verdadeiro ( V) ou fa so (F): ( ) O resistor é um dispositivo capaz de transformar energia e étri ca em ca or. por onde corre um rio com v azão de 25000 itros por segundo. Quando os terminais do dispositivo estão submetidos a 100 V. b) II é correta. em MW – mega atts. dissipará uma potência de 6 atts.5. quando submetida a uma d. quando submetido a uma tensão de 34V. a parce a dessa conta correspondente apenas à uti ização do chuveiro e étric o. caso exista. Supondo-se constante e ig ua a 1.1 x 1015 e étrons por segundo. verifica-se que o va or médio do qui o att-hora (kWh) é de R$ 0. em p orcentagem. Despreze a parte fracionária da respost a. UFPE Suponha que o feixe de e étrons em um tubo de imagens de t e evisão tenha um f uxo de 8. cuja área da secção transversa é igua a 2mm2.7 — 10–2 Ωmm2/m a resistividade do cobre.20 e que o tota da conta foi R$ 145. ( ) A resistência equiva ente de dois resistores de 3 Ω. Sa vador-BA Um fio de co bre. O dispositivo obedece à ei de Ohm. o comprimento do fio. Unifor-CE Para certo dispositivo foi representada a curva corrente x tensão e foram feitas três afirmações.Cató ica-DF Uma residência de c asse média.90. Qua a corrente do feixe em unidades de 10–4? a) 13 d) 19 b) 15 e) 23 c) 17 8.E etrodinâmica Avançar                          £  £                 £     .

é inversamente proporciona a ddp ap icada e diretamente proporciona à resistência e étrica do resistor. a) nenhuma de a s. Nesse caso. Corrente e étrica é o movimento de íons em uma so ução e etro ítica. cuja vo tagem da rede é 220V. em um resistor ôhmi o. a idéia de associar em série duas âmpadas idênticas entre aque as que possuí .0 e 8. I. é igua à corrente que passaria por cada uma. pode-se conc uir que apenas a) a I está correta. a ddp em cada u a das âmpadas será de 110V. UERJ Num detector de mentiras. UFR-RJ O gráfico abaixo representa a curva de uma bateria de certa marca de au tomóve .5 e 10 12. iga-se um resistor de 8. A corrente e étrica que passa pe as duas âmpadas assoc iadas é a mesma. Podemos afirmar que está(ão) incorreta(s). Neste caso: a) qua a resistência interna da bateria? b) qua a máxima potência desta bateria? GABARITO 14. Considerando as âmpadas resistores ôhmicos. Considerando ta situação. b) a II está correta. em µA. Sobre as afirmativas acima. ana ise as proposições: I. a) 2. então. a corrente no detector apresentou variação. Corrente e étrica. respectivamente. e) todas. fabricadas para serem uti izadas em 110V. uma tensão de 6 V é ap icada entre os dedos de um a pessoa. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . III.E etrodinâmica Avançar                                           . Feita a associação. A fenas-MG Numa casa.0 Ω. de força e etromotriz 20 V e resistência interna 2. d) apenas III. II. O dono da casa teve. Nessas condições. U. são. c) apenas II. e) a I e a III estão corretas. U (V) 15 60 i (A) Quando o motorista iga o carro tem-se a corrente máxima ou corrente de curto circ uito. II. 3 13.0 e 16 b) 2. Corr ente e étrica é o movimento ordenado de e étrons em um condutor. a corrente e étrica.11. Ao responder a uma pergunta. d) a I e a II estão corre tas. em vo ts. que passa por e as. III. de: a) 5 c) 15 b) 10 d) 20 15. a resistência entre os seus dedos caiu de 4 00 kΩ para 300 kΩ.0 c) 2. b) apenas I. e a t ensão nos terminais da bateria. Unifor-CE A uma bateria. se a associação tivess e sido feita em para e o. UFR-RJ As afirmações abaixo referem-se à corrente e étrica. havi a apenas âmpadas de 60W. c) a III está correta.0 Ω. em ampères. a corrente no circuito.

( ) A esistência do fio ent e os pés do pássa o se á maio se o diâmet o do fio fo meno . ( ) A esistência equivalente do conjunto pás sa o e fio.Elet odinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . c) 1.7 Ω. mas a esistência elét ica de A é a metade da esistência de B. a quantidade de ca ga que passa pelo pássa o é igual a 6 x 10-4 C. a potência dissipada po B é m aio que a dissipada po A. Sob e tais fios. b) 16. a potência dissipada po A é maio que a di ssipada po B. ( ) Quando ligados em sé ie. Sob e este fato e usando os conc eitos da elet icidade. ganhou de seu marid o um forno e étrico para sua cozinha. d) A esistência do dispositivo independe de sua fo ma. é co eto afi ma : a) A esistência do dispositivo é dada pela elação R = ρ A/L. é co eto afi ma : ( ) Supondo que a esistência do fio ent e os pés do pássa o seja muito meno que a esistência de seu co po. E. ( ) Quando pe co idos po co ente elét ica de igual intensidade. Entre os va ores abaixo. ( ) Supondo que uma co ente contínua de intensidad e 1 x 10-5 A passe pelo co po do pássa o e que ele pe maneça pousado no fio po 1 mi nuto.4 Ω. Londrina-PR Um materia de resistividade ρ é utilizado pa a const ui um dispositivo esistivo cilínd ico de c omp imento L e secção eta t ansve sal A. e) Se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de c ontatos situados na supe fície late al e diamet almente opostos. a tensão elét ica em B é maio que a tensão elé ica em A. se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de contat os situados nas duas ext emidades do dispositivo.76 Ω.4 Ω. têm o mesmo comp imento. é a soma das esistências do pássa o e do pedaço de fio ent e seus pés. de mesmo mate ial. sem que nada lhes aconteça. é a) 0. a co ente elét ica que passa po A é igu al à co ente elét ica que passa po B. Com base nestes dados. uma mãe que gosta muito de e etrodomésticos. ( ) Quando ligados em pa alelo. a esistência elét ic a se á dada po R = ρ A/L. b) A esistência elét ica do d ositivo é independente do comp imento L.16. no t echo em que o pássa o está pousado. c) A esistência elét ica do dispositivo se á d ada pela elação R = ρ L/A. UFPR Dois fios conduto es etos A e B. é co eto afi ma : ( ) A á ea da secção t ansve sal de A é quat o vezes meno que a á ea da secção t ansve sal de B. traba hando nas condições fornecidas pe o fabricante . 18. d) 6. 17.98 Ω. o que me hor representa a resistência e étrica do apare ho. a co ente que pas sa pelo co po do pássa o se á desp ezível. e) 12. FÍSICA . ( ) A ene g ia dissipada no co po do pássa o em um inte valo de tempo t é igual ao p oduto da di fe ença de potencial ent e seus pés pelo inte valo t. U. As especificações do fabricante do forno eram: p otência 1800 W e vo tagem 110 V. UFR-RJ Beatriz. 4 GABARITO IMPRIMIR ( ) Quando submetidos à mesma tensão elét ica. UFPR Pássa os são comumente vistos pousados em fios de al ta tensão desencapados. 19.

aproximadam ente. 1 cal = 4. Quanto maio a á ea da seção t ansve sal de um esisto . U. um igado ao chuveiro e o outro aos demais e ementos e étricos.14. b) a corrente e étrica que perc orre o fi amento dessa âmpada especia . 1 kΩ. o va or da resistência equiva ente dos mesmos é de. pa a aquece mais a água. 08) Se o resistor for ime rso tota mente. a temperatura fina da água será 22. assinale o que fo co eto: (Adote π = 3. durante 15 min. meno se á sua esistência elét ica. 22. todos os e ementos e étricos da casa estejam igados. UFR-RJ Se um e etricista tem 100 âmpadas. quando acesa? b) Qua a resistência equiva ente das âmpadas. Dê como respos a a soma das a ternativas corretas. c) III. 4 mm de diâmet o é feito um esisto . de 100W e 100V. U. UFR-RJ Ao fazer compras. b) No padrão de energia no interior da casa é suficiente. 16) O fenômeno e étrico produzido – aquecimento do fio – é chamado efeito Pe tier.7 Ω. uma TV de 60 W e ainda um ferro e étrico de 800 W e que a tensão na rede de distribuição de energia e étrica é de 110 V. Se a dife ença de potencial nos te mi nais do esisto de um chuvei o é mantida constante. Uberaba-MG-Pias Considerando que em um a casa estejam funcionando. III.E etrodinâmica Avançar ¨ ¨    ¨ ¨ ¨    ¨  ¨  ¨    ¨   ¨ ¨ ¨¨    ¨    ¨ ¨  ¨¨  ¨ ¨     ¨¨      ¨ ¨ ¨       ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¤ ¨  ¨ ¨  ¨ ¨ ¨      ¨   ¨  ¨ ¨ ¨   .6 cm de comp imento e 0. caso e stas sejam associadas em para e o? 24. d) Como todos os e ementos resistivos em uma casa são se mpre igados em série. d) I e II.84 kWh. b) II. Cefet-PR São feitas as afi mações a segui : I. 02) Os apare hos usados para fazer as medidas são o vo tímetro. calor es ecífico da água = 1 cal/gºC) 01) A resistividade do material que con stitui o condutor é 1 µΩm. pergunta-se: a) Qua a resistência e étrica de cada âmpada. 5 âmpadas de 60 W. e o amperímetro.186 J. para i uminar uma festa junina. c) Se todos os e ementos resistivos estiverem igados em série. nesse caso. Dete rmine. e) II e III. quando a mesma está operando de acordo com as características impressas. uma senhora adq uiriu uma âmpada especia com as seguintes características impressas: “220W-110V”. E. contida em um recipiente adia bático e de capacidade térmica desprezíve . 04) Em torno do condutor forma-se um campo magnético. devem os diminui o comp imento do esisto . um chuveiro de 22 00 W (posição: verão). em 1 kg de água a 20 C. Ponta G ossa-PR Com um c onduto cilínd ico de dete minada liga metálica que tem 125. 21. simu taneamente. Somente é(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões) a) I. que é igado em para e o ao conduto r. Assina e a a ternativa CORRETA: a) Caso. isto corresponderá a um consumo de energia e étrica de 0. 23.20. a co ocação de dois d sjuntores de 10 A. para a proteção do circuito e étrico. A esistência elét ica de um esis to independe do mate ial de que ele é feito.58 C. por 2 minutos. Sob e este evento. 5 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . que é igado em série ao condutor. ve ifica-se a passagem de uma co ente elét ica de 3 A pe lo mesmo. a resistência equiv a ente dos mesmos é de 3. a) a resistência e étrica da âmpada. II. Estabelecendo-se uma ddp de 30 V(CC) ent e os ext emos desse conduto .

25kΩ em para e o. a soma das a ternativas corretas. UFRS Uma âmpada de anterna. O circuito é a imentado por uma fonte de tensão idea e. a intensidade da corrente e étrica atra vés do resistor de 2 Ω é de 2 A.00 26. como resposta.66 e) 10. é CORRETO afirmar qu : (01) l pod rá r solv r o probl ma com um transformador.9 W e 6 V. Sendo R o va or da resistência do fi amento à temperatura de operação.60 c) 1. Dê. que traz as especificações 0.25kΩ em série. cuja t nsão é 12V. Sab ndo-s qu o “walk-man” traz as s guint s informaçõ s: 3V 12 mW.10 b) 0. qua é aproximadamente. com r lação 4/1. encontramos o va or R0 = 4 Ω. resistência intern a nu a e de três resistores. reso veu adaptar seu pequeno “walk-man” para ouvir música no carro. 1 Ω 3 ε 2A 1 Ω 3 2Ω 4Ω 6 Qua o va or da diferença de potencia entre os terminais da fonte? a) 4 V d) 6 V b) 14/3 V e) 40/3 V c) 16/3 V 27.00 d) 1. tem seu fi a mento projetado para operar a a ta temperatura.o para todo ado. UFSC Um rapaz cansado de ter seu rádio roubado o u ter de carregá. 28. Medindo a resistência e étrica do fi amento à temperatura ambiente (isto é: estando a âmpada des igada).E etrodinâmica Avançar                                                                                    . ntr primário s cundário. A potência dissipada no resistor de 3 Ω é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 64 W 48 W 50 W 80 W 30 W Vo tar FÍSICA . (16) e e poderá igar o apare ho com um capacitor de 12µF em série. a razão R/R0? a) 0. PUC-PR O c ircuito representado abaixo é constituído de uma fonte de fem 28 V. UFRS No circuito representado na figura abaixo.25. Um dos probl mas é p rmitir qu l possa s r alim ntado l tricam nt através do ac nd dor d cigarro. (08) e e poderá igar o apare ho com um resistor de 0. (02) não s rá ossív l r solv r o probl ma d alim ntação. (04) l pod rá ligar o apar lho no ac nd do r d cigarro com um r sistor d 2.

PUC-SP Os passarinhos. c) A resistência e étrica do corpo do pássaro é praticamente nu a. simu taneamente. a uma âmpada de 150 W. e) A corrente e étrica que circu a nos fios de a ta tensão é muito baix a. b) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio (pontos A e B) é muito e evada. cada uma. foi aproximadamente de: I(A) 1. desse mesmo tipo. Suponha q e duas âmpadas (A e B). Q ua das a ternativas indica uma exp icação correta para o fato? A B a) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio ( pontos A e B) é quase nu a. forma uti izadas. apresent a a re ação da corrente (I). não estão sujeitos a choques e étricos que possam causar. em função da tensão (V).1 1. mesmo pousando sobre fios condutores desencapados de a ta tensão. indicada no gráfico abaixo. durante 1 h ora. Fuvest-SP Um circuito doméstico simp es.3 1. é aproximadamente de a) 1100 W b) 1500 W c) 1650 W d) 2250 W e) 2500 W 31.0 IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 0 Wh 10Wh 40Wh 50 Wh 70Wh V(V) 80 100 130 150 Vo tar FÍSICA . 30. sem que o fusíve interrompa o circuito.2 1.29. 7 A potência máxima de um ferro de passar roupa que pode ser igado.E etrodinâmica Avançar  £                                       . igado à rede de 110 V e protegido p or um fusíve F de 15 A.hes a gum dano. em at t. sendo A – em uma rede e étrica de 130 V B – em uma rede e étrica de 100 V Ao fina desse tempo. está esquematizado abaixo.hora (Wh). de potência nomina 170W e tensão nomina 130V. Fuvest-SP Um certo tipo de âmpada incandescente comum. a diferença entre o consumo de energia e étrica das duas âmpadas. d) O corpo do passarinho é um bom condutor de co rrente e étrica.

Se esta pess oa. Considerando que a densidade da água seja igua a 1 kg/L e que o ca or específico da água seja igu a a 4200 J/(kg°C). a intensidade da corrente e étrica que atravessará o seu corpo será de a) 0. UFGO Considere um chuveiro cuja chave se et ora de temperatura a terna-se entre as posições “Inv rno” (água qu nt ) “V rão” (água mor corr nt máxima n ss chuv iro é 20 A.220 V numa rede e étrica de 110 V e considerando que a resistência e étrica da âmpa da não varia com a temperatura. cada uma. considere que um dispositivo seja construído para extr air o ca or do radiador de um refrigerador e uti izá. sendo que a t ensão da tomada de que e e dispõe é de 110 V. A principa vantagem desta opção é a de aumentar a vida úti da âmpada que. uma corrente e étrica máxima de 0. em kWh. Nas residências. Ligando uma âmpada de 40 W . ( ) com a chav na posição “Inv rno”. o dispositivo deve ser montado de forma que cada uma das resistências d issipe a mesma potência.0 MΩ. a potência dissipada por esta âmpada será de a) 5 W. Despreze. Mediante uma adequada igação das resistências em série e/ou para e o. UFMT Um studant n c ssita construir um dispositivo para squ ntar a água con tida num r cipi nt . c) 0. ca cu e. Para que a vida úti de cada resistência sej a a mesma. em c ndições nominais. suportam. a potência máxima dissipad a é 4400 W. 8 GABARITO 35. evar um choque.12 mA.4 A. para um banho qu nt d 15 minutos. uma economia substancia de energia e étrica seria obtida se o ca or gerado pe o refrigerador pudesse ser uti izado no aquecimento da água para o banho. e) 40 W. Para isso. em função sso.12 A. a economia de energia e étrica tem sido uma preocupação consta nte. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . b) 120 mA. com um potencia e étrico de 120 V em re ação à superfície e. d) 20 W. caso exista. segundo o fabricante. mas de mesma tensão que a da rede e étrica. a variação d t mp ratura d a água diminuirá na m sma proporção.1 kWh. c) 10 W. mant ndo-s constant a vazão d água qu sai do chuv iro.32. em vez de usar uma âmpada de baixa potência. descuidadamente. estando desca ça sobre uma superfície condutora. 33. pode-se uti izar uma âmpada de 220 V igando-a em 1 10 V. atendendo especificações d o fabricante? 36. Vunesp A resistência e étrica do corpo de uma certa pessoa é de 1. Vunesp Para ob ter uma i uminação pouco intensa. o co nsumo d n rgia létrica é 1. b) 7 W. UnB-DF Com o progresso crescente das atividades industriais e com o aumento da popu ação. a máxima economia de energia e étrica que o refer ido dispositivo poderá proporcionar no período de 30 dias. ( ) com o chuv iro m funcionam nto. ( ) s a ddp da r d létrica for r duzida à m tad . ( ) o valor da r sistência létrica é m nor com a chav a posição “V rão”. Assim. é projetada para uma vida úti de 1000 horas. a dif r nça d pot ncial (ddp) da r d létrica local é 220 V. a parte fracionária do va or ca cu ado. Nessa perspectiva.E etrodinâmica Avançar                                        £                                                                              . encostar a mão n um fio desencapado. dispõ d quatro r sistências d 242 Ω que.o para aumentar em 10°C a temp eratura de 150 L de água a ser consumida diariamente em uma residência. d) 120 A. 34. qua será a potência máxima desse dispositivo (em atts). e) 120 MA.

8 kW — h IMPRIMIR Voltar FÍSICA . pois assim. devido exc usivamente a es ses apare hos.15.5 c) 165 d) 1. ( ) Os e ementos citados no enunciado. I. (04) o chuveiro conectado em 220V é mais seguro. pois permite a passagem de corrente com intensidade superior a intensidade máxima da corrente do circuito.E. GABARITO 39. 1 chuveiro e étrico 220 V – 2400 W. (08) o chuveiro conectado em 110V necessita de um disjuntor capaz de suportar pe o menos 40A no ugar do disjuntor de 30A. Unifor-CE Um ferro e étrico. a quantidade de ca or dissipado.65 — 104 40. Num interva o de 30 s. ju gue os itens a seguir co mo verdadeiros ou fa sos. para funcionar com potência máxima. ( ) Se todos esses apare hos ficam i gados em média quatro horas por dia e sabendo que cada 1 kWh de energia custa R$ 0 . como resposta. diminuindo dessa forma os riscos com o superaquecimento dos fios em razão do efeito Jou e. 8 âmpadas 220 V – 60 W cada uma. 2 te evisões 220 V – 90 W cada uma. Com base nos dados fornecidos acima. o custo mensa de energia e étrica nesta residência. Qual é a energi a (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? a) 1. Cada um de es é conectado a um disjuntor de 30A. ( ) A resistência e étrica do chuveiro é sup erior a resistência e étrica de uma âmpada. 9 38. estão em p eno funcionamento os seguintes e ementos: 1 iqüidificador 220 V – 200 W.Superior de Brasí ia-DF Uma insta ação residencia que opera sob tensão de 220 V é protegida por um fusíve de 18 A. A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com a eficiência de 12%. é corret o afirmar que (01) o tempo que ambos evam para aquecer a mesma quantidade de água até a mesma temperatura é o mesmo. (02) o chuveiro conectado em 220V consome menos energia que o chuveiro conectado em 110V para aquecer a mesma quantidade de água à m esma temperatura. Um dos chuveiros é i nsta ado em 220V. pois necessita de correntes menores que o chuveiro conectado em 110V. é superior a R$ 60. todos e es são percorridos pe a mesma intensidade de corrente e étrica.65 — 103 e) 1. enquanto o outro é insta ado em 110V.Eletrodinâmica Avançar                                                . é de a) 1. devem ser igados em série. UFMS Dois chuveiros e étricos são insta ados em uma residência. ( ) A intensidade de corrente e étrica que atr avessa a máquina de avar é inferior a 3.0 A.37. Num certo instante. U. a soma das a ternativas corretas. ( ) O fusíve insta ado nesta residência não p otege o circuito.8 kW — h c) 10.00. Potiguar-RN Um satélite de telecomunicações d o Brasil em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica.65 b) 16 . 1 máquina de avar 220 V – 600 W. de resistência 22 Ω é igado a uma tomada de 110 V.8 kW — h d) 7. Dê.8 kW — h b) 3. (16) a resistência e étrica dos dois chuveiros é a mesma. em jou es. Considerando que a potência de cada chuveiro é de 4400W.

100 1. UFRN Na formação de uma tempestade.500 1.200 nuvem 4. que induzem. Isso cria uma diferença de potencial elétrico entre essas partes das nuvens e o solo.200 900 600 300 + + + + + + + + 3. na superfície da Terra.2 x 109 V 6.800 1.100 1.6 x 109 V 10 300 SOLO SOLO .500 nuvem + + + + + + + + + 2.700 III 2.400 2.100 1.700 2. cargas de sinal oposto ao das acumuladas nas partes mais baixas das nuvens.0 x 10 V 9 900 600 300 + + + + + + + + SOLO + + + + + + + + SOLO h (m) h (m) 2.400 2.200 900 600 300 nuvem II 2.100 1.700 2.200 900 600 nuvem IV 2.400 2. Nas figuras a seguir. estão esquem atizadas diferentes situações do tipo descrito acima.500 1.400 2.800 1. ocorre uma separação de cargas elétricas no interi or das nuvens.700 2.4 x 109 V 1.800 1. h (m) h (m) I 2.500 1.41.800 1.

42.0 c) 2. um eixo vertical com med idas de alturas em relação ao solo e a diferença de potencial entre as partes mais bai xas da nuvem e o solo em cada caso. sem ocorrer uma descarga elétrica entre suas placas. durante 5. em ampères. A intensidade da corren te elétrica que atravessa a lâmpada. as quatro situações podem ser interpretadas como capacitores de placas planas e paralelas. Estão indicados.0 — 10 b) 2.5 — 103 Voltar FÍSICA .Em primeira aproximação. nas figuras.Eletrodinâmica Avançar .33 IMPRIMIR 43. é aproximadamente 3 x 106 V/m. O campo máximo que um capacitor cujo meio isol ante seja o ar pode suportar.0 d) 1.5 — 10 c) 6.0 b) 3. em paralelo.0 A e uma lâmpada do tipo (12 V – 36 W). Qualquer campo maior que esse produz uma faísca (rai o) entre as placas. Com base nesses dados. Uma ba teria de automóvel de 12 V alimenta. um rádio de 12 V que é percorrido po r corrente de 2.0 minuto s. é possível afirmar que as situações em que ma is provavelmente ocorrerão descargas elétricas são: a) I e IV b) I e III c) II e III d ) II e IV GABARITO UFSE Para responder às questões de números 42 e 43 considere as informações abaixo. A carga elétrica que passa por um dos terminais da bateria. vale a) 1.0 — 102 e) 1.0 e) 0 . vale a) 4. em coulombs.0 — 102 d) 9.

Triângulo Mineiro-MG No trecho de circuito representado a seguir.5 Ω 1Ω E = 11 V 2Ω 2Ω 2Ω 1Ω 1Ω 1Ω IMPRIMIR 2Ω a) 2 b) 3 c) 5 d) 1.0.0.0 Ω V G 11 4. UFR-RJ Um chuveiro quando ligado a uma diferença de potencial constante de 110 V. M. consumida por este chuveiro durante 10 minutos? b) se 1 kWh custa R$ 0. 46. apenas.0. e) 5. F.28 Vo tar FÍSICA . 10 minutos. F. b) 2. em ohms. c) 3. Itajubá-MG Ca cu ar a intensidade da corrente em ampères.0 Ω 3. em joul e.0 Ω R Pode-se afirmar que o va or da resistência R. M. Este mesmo chuveiro fica ligado nesta ddp t odos os dias durante.75 e) 0. que atravessa o gerador no circuito abaixo: 2Ω GABARITO r = 0.0.44. d) 4.0. é a) 1. Neste caso: a) qual a energia. o vol tímetro marca 10 V e o galvanômetro G garante que não há passagem de corrente no ramo em que está inserido. desenvolve uma potência de 2200 W.20 (vi nte centavos). qual a despesa em reais com este chuveiro durante um mês (30 dias)? 45. 6.E etrodinâmica Avançar      .

cujas resistên cias internas va em r1 = r2 = 1. 48. no ger ador. temos duas baterias de forças e etromotrizes = 9. não a tere a intensidade de corrente e étrica que se deseja m edir.0 V.0 Ω. V2 e V3 são vo tímetros e A é um amperímetro. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ou gerador de força contrae etromotriz. não a tere a intensidad e de corrente e étrica que se deseja medir.0 h. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. todos id ais. 16) Em 1. quando igado.0 Ω e R3 = 2. Londrina-PR Sobre o funcionamento de vo tímetros e o funcionamento de am perímetros. c) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que .0 Wh de energia. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. em sér ie às resistências e étricas de um circuito.0 A. E. 08) A eitura no vo tímetro V1 é igua a 8.0 Ω. não a tere a tensão e étrica que se deseja medir.47.0 V. os va ores das resistênci as R1 = R2 = 4.5 W. 02) A eitura no amperímetr o é igua a 1.0 V e 2 = 3. é igua 1. 1 também. U. São conhecidos. d) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que.E etrodinâmica Avançar                                                             . quando igado em para e o às resistências e ét ricas de um circuito.0 V. 2 2 consome 4. e) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito a ta para que . quando igado em para e o às resistências e étricas de um circuito. não a tere a tensão e étrica que se deseja med r. 04) A eitura no vo tímetro V2 é igua a 2. não a tere a inten sidade de corrente e étrica que se deseja medir. V1. assina e a a ternativa correta: a) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito pequena para que. a bateria de força e etromotriz 32) A eitu ra no vo tímetro V3 é igua a 4. b) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito a ta para que. 12 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): GABARITO 01) A bateria 1 está funcionando como um gerador de força e etromotriz e a bateria c omo um receptor. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. UFSC No circuito abaixo representa do.0 V. 64) A potência dissipada por efeito Jou e.

0Ω e outro de resistência R’ = 5. e) A resistência da âm ada é invariáve . IMPRIMIR Considere o vo tímetro idea . UFRJ Dois resistores.5A. ( ) A intensidade da corrente e étrica na âmpada.49. R2 = 2Ω. estão igados como mostra o esquema a seguir. Vo tar FÍSICA . deve-se à inf uência da resistência e étrica do s fios condutores da rede e étrica. Sabendo que a resistência e étrica do chuvei ro é de 5 Ω e que o circuito abaixo representa a situação descrita após o chuveiro ter sid o igado. nesta situação. um de resistência R = 2. antes de o chuveiro ter sido igado. Santa Úrsu a-RJ Liga-se uma âmpada incande scente comum de 60W numa tomada de 120V. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro é 2880 W. ca cu e: a) A resistência equiva ente. 52. c) Se a potência medida. significa que a tensão da rede e étrica diminuiu.2 x 105 Jou es de energia e étrica em uz e ca or. Qua das a ternativas abaixo é fa sa? a) A intensidade da corrente que circu a através da âmpada é de 0. quando igado.7 A. ( ) A resistência e étrica da âm pada é de 200 Ω. que ocorre ao se igar o chuveiro.0Ω. 51. b) A âmpada convert e em 1. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potenci a VA – VB = 14V. UFPR Uma âmpada de resistência R está acesa. ( ) A diminuição da potência e étrica da pada.E etrodinâmica Avançar                                             R âmpada                 . for menor que 60W. Liga-se um chuveiro e étrico e percebe-se que a intensidade da uz emitida pe a âmpada diminui um pouco. A potên cia agora dissipada pe a âmpada é de 50 W. GABARITO Neste caso. quer esteja acesa ou apagada. ( ) A tensão e étrica no chuveiro.0h aproximadamente 2. U. é 100 V. d) A resistência da âmpada acesa é de 240 ohms. UFR-RJ O circuito abaixo tem res istência R1 = 6Ω. b) A potência dissipada no resist or R4. 50. Ca cu e a indicação do vo tímetro. R3 = 2Ω e R4 = 8Ω e uma bateria idea de força e etromotriz E = 0 V. A diferença de potencia e étrico sobre a mesma é de 120 V e e a está dissipando potência de 72 W. era 1. é correto afirmar: chuveiro resistência e étrica dos fios condutores 13 ( ) O chuveiro está associado em para e o com a âmpada.

Aqu c dor létrico . Embora os e étrons se jam bastante entos. 1.El trodinâmica Avançar                                                                                                                .potência d 120 0 W. Os interruptores não podem ficar muito distante das âmpadas que deverão acionar. 2. ao s ligar m simultan am nt : a) máquina d lavar roupa aqu c dor. Máquina d lavar . 5. O brilho da lâmpada 4 é maior do qu o da lâmpada 2. d) apenas III. 3. po is. III . T l visão . I. As lâmpadas 2 3 brilham com m sma int nsidad . UF RS Nos circuitos representados na figura abaixo. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . aspirador d pó t l visão. O circuito é prot gido por um disjuntor (fusív l) d 15. 55. cuja t nsão létrica é d 120 V. é cons ituída por cinco tomadas d corr nt ond v ntualm nt são ligados alguns tipos d apar lhos abaixo r lacionados.potência d 360 W. PUC-PR Um d t rminado circuito létrico d uma r sidência. d) aqu c dor aspirador d pó. O circuito s rá int rrompido p lo disjuntor (fusív l). Aspirador d pó . II. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) a penas I.potência d 240 W. 4. II e III. nc rad ira t l visão. b) apenas II. III. As fontes que a imentam os circuitos são idênticas e ideais. 3. c) apenas II e III. ) I. c) Ap nas III. Quais stão corr tas? a) Ap n as I. Enc rad ira . 54. o campo e étrico no condutor atua muito rapidamente. II.potência d 720 W.potência d 480 W. 2. as âmpadas 1. II III. Os e étrons. 4 5 b rilham com m sma int nsidad . c) nc rad ira. do contrário. Cefet-PR Considere as seguintes afirmações a respeito do fato de a âmpada bri har quase no mesmo instante em que seu interruptor é acionado. 14 ε 1 2 ε 3 ε 4 5 GABARITO Consid r as s guint s afirmaçõ s sobr o brilho das lâmpadas. a quase instantaneidade entre o acionamento do interruptor e o b ri ho da âmpada não poderia ser observada.53. b) máquina d lava r roupa. I.0 A. 4 e 5 são idênti cas. b) Ap nas II. ) m n nhum dos casos apr s ntados o circuito s rá int rro mpido. movem-se muito rapidamente dentro dos condutores. d) Ap nas I II. por serem minúscu os. e) I. As lâmpadas 1.

que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. ficou duas vezes m enor. ficou duas vezes menor. (04) a corrente e étrica.E etrodinâmica Avançar                                                  £            . pois a resistência equiva ente às duas âmpadas ficou menor que a da âmpada origina . Dê. (16) a potência e étrica d issipada pe as âmpadas aumentou. em atts.0 e) 3. a soma das a ternativas corretas . dobrou. o va or de R deve ser: 15 a) b) c) d) e) 1Ω 2Ω 3Ω 4Ω 5Ω 58.0 57. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Mackenzie-SP A intens idade de corrente e étrica no trecho AC é 2 A. (08) a corrente e étrica. o proprietário mandou insta ar mais uma âmpada no teto. de: a) 72 b) 30 c) 15 d) 9. Fat c-SP Dois r sistor s ôhmicos d r istências R1 = 3Ω e R2 = 6Ω podem ser associad os em série e em para e o. Para que a potência dissipada pe o resi stor de 4 Ω seja 9 W. A resistência de cada e emento é igua a R. dissipa uma potência de 16W. que passa pe o fio que i ga as duas âmpadas na rede e étrica. A resistência equiv a ente entre os pontos A e B é a) infinita b) R ( 3 – 1) c) R 3 GABARITO d) R (1 – 3 ) 3 e) R (1 + 3) 59. O e etricista igou as duas âmpadas incandescentes.56. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. É correto afirmar que (01) a potência e étrica dissipada p e as âmpadas é o dobro da potência dissipada por uma única âmpada.d. Quando a associação em série é igada a uma tomada. como resposta. ITA-SP Um circuito e étrico é constituído por um número infinito de resistores idêntic os. (02) a potência e étrica dissipada pe as âmpadas aumentou. de p otências iguais. pois a d. em para e o. sobre as âmpadas aumentou. Quando a associação em para e o for igada à mesma tomada. pois a corrente e étri a. UFMS Para i uminar me hor o quarto de uma casa.p. dissipará uma potência. conforme a figura.

Chave 16 É correto afirmar que quando a chave está (01) na posição A. 62. Portanto.  60. (04) a resistência e étrica da âmpada de 100W/120V é menor q ue a resistência e étrica da âmpada de 100W/127V. 61. com tensão de traba ho de 127V.) de traba ho. como resposta. u ma âmpada incandescente de 100W. que são conectados por um meio condutor. Essa chave contro a a resistência. (08) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é menor que a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/1 27V. (04) na posição B.p. Dê. como resposta. A B C                                                                        . a soma das a ternativas corret as. I. UFMS No comércio. (08) na posição C. (16) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é igua à corrente e étr ica que passa pe a âmpada de 100W/127V. pode-se dizer que a energia e étrica é necessária também par garantir o direito de o ser humano se expressar ivremente. ( ) A diferença de potencia citada no texto pode ser uti izada para formar pi has. variáve . em vez de uma âmpad a de 100W. a soma das a ternativas corretas. ( ) Energia e étrica é aque a criada por um resistor. (02) na posição B. temos a p inverno do chuveiro. e ntre outras tantas ap icações. Em boa parte desses processos são uti izados meios que requerem energia e étrica para seu funcionamento. em uma rede e étrica de 110V. Dê. (16) na posição temos a posição inverno do chuveiro. atribuindo a essa resistência um comprimento míni mo ou máximo. ( ) Uma pi ha é um gerador de corrente a ternada. temos a posição verão do chuveiro. em qua quer das pos síveis formas de comunicação ega mente reconhecidas. o chuveiro entra em curto c ircuito. Uma das formas de s e obter energia e étrica é através da diferença de potencia entre dois metais diferente s.d. conforme a posição da chave (veja a figura desta questão). ( ) Uma pi ha é um objeto dentro do qua ocorre uma reação qua quer de e etró ise.E. Se usarmos. encontramos âmpadas incandescentes de diversas potências e tensões (vo tagens. UFMS A maior parte dos chuveiros e étricos possui três posições da chave que contro a a temperatura: frio. formado por dois metais e um condutor. temos a posição verão do chuveiro. é correto afirmar que (01) a potência dissi pada pe a âmpada de 100W/120V é maior que a potência dissipada pe a âmpada de 100W/127 V. (02) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é maior que a que pass a pe a âmpada de 100W/127V. do chuveiro.E etrodinâmica Avançar  Uti izando o texto acima como referência ju gue os itens.Superior de Brasí ia-DF A iberdade de expressão deve ser garantida — em todas as nações do p aneta — como forma d e se preservar o direito do cidadão de manifestar ivremente seus pensamentos a re speito de todo e qua quer assunto ao qua queira se referir. verão (ou morno) e inverno (ou quente). com tensão de traba ho de 120V. ( ) Diferença de Potencia é medida em ohms. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . d.

A potência tota dissipada n o circuito é 500 W. todos os resistores ficam submetidos à mesma diferença de potencia . (16) a soma das dife renças de potencia entre os pontos I e II com a diferença de potencia entre os pon tos II e III é em módu o. Unicap-CE Um chuveiro e étrico apresenta a inscrição 220 V – 4400 atts. a diferença de potencia na bateria B. ( ) A resistência e étrica de um condutor é diretamente proporciona ao seu co mprimento e inversamente proporciona à sua área transversa . passa através do gerador uma carga tota de 1 C. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . a corrente começa a f uir na bateria B e então se propaga em direção das resistências R1 e R2. a corrente no chuveiro é 20 A. O gerador e os fios de igação são ideais. GABARITO 65. a corrente I1 é igua a 5 A. ( ) Quando igada corretamente. como resposta. Unicap-PE No circuit o abaixo. é correto afirmar que (01) a corrente e étrica é mais intensa no resistor R1 do que no resistor R2.63. I2 3Ω 8Ω A 6Ω 10Ω B I1 I3 ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) O potencia do ponto A é maior do que o do ponto B. 64. Dê. durante cinco minutos. (02) há mais dissipação de energia no resistor R2. A corrente I2 é menor do que a c orrente I3. ( ) Qu ando igado corretamente. A resistência equiva ente do circuito é 20 W. Em 5 s. UFMS Considere o circuito abaixo: B + V R2 = 10 R1 I R1 II R2 III S 17 Após fechar a chave S. (04) imediatamente após a chave S ser fechada. igua a V. ( ) Sua resistência é 11 W. suposta id ea . a soma das a ternativas corretas. sendo a constante de p roporciona idade um número independente do materia chamado de resistividade e étric a.E etrodinâmica Avançar     £                           . ( ) Em uma igação em série. (08) as duas resistências R1 e R 2 podem ser substituídas por uma única resistência de va or 11R1. o chuveiro consome 15000 J de e nergia.

bem como os fios de igação e o gerador. quanto S está fechada. verifica que ambas re discutir com seu amigo João s Manue acha o contrário. Fechando -se a chave S. b) Manue tem razão porque deve-se considerar a resis tência interna das pi has. a d. U.d. E e faz as duas associações representadas su tam aparentemente na mesma uminosidade e então vai obre os circuitos. A potência tota dissipada nos resistores. F. Juiz de Fora-MG Manue tem duas âmpadas de as de 1. £                       . a corrente no resistor de 6 W é 8 A.d. passará através do gerador uma corrente de 8 A. d) Manue tem razão porque a d. a d. GABARITO 68.d. c) João tem razão porque em ambos os casos a d. S A 2Ω 32V 6Ω 3Ω B ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Com a chave S aberta.p.d. Unicap-CE Na figura.p entre os pontos A e B é zero. Fechando-se a chave S.5 V. é 256 atts. Nesta situação o circuito adequado para a me hor uti ização das âmpadas é: a) 220 V R2 R R1 com R = R1 + R2 b) 220 V R R1       67. a chave S é idea .p através do resistor de 2 W é 16 vo ts. verificada n a primeira situação.p.d. Fechando-se a chave S. João acha que são equiva entes. Unirio É necessário igar três âmpadas em tensão igua a 110 V com uma fonte de 220 V . 3 18 + + W W + + – – W W – – Marque a a ternativa correta: a) João tem razão porque a mesma corrente está passando pe as âmpadas nos dois casos. pois a corrente no cir cuito é nu a.66. mas anterna idênticas e duas pi h abaixo. a que e stá submetida cada uma das âmpadas é a mesma.p. a que cada uma das âmpadas está submetida na segunda situação é o dobro da d.

R2 / (R.E etrodinâmica Avançar   .R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) c) 220 V R R1 R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) IMPRIMIR d) R 220 V R2 R1 com Req = (R.R2)) R2 e) 220 V R R1 com R = R1 R2 2 R2 + R2 1 2 Vo tar FÍSICA .R1 + RR2 + R1.R1.

08) A vo tagem entre A e B va e 20 V. 04) Estando conectados ao circuito R1.92 A.6 A. 02) A resistência tota do circui to va e 60 Ω. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. e) 3 A.8 A. igua a 1. R2 = R3 = 10 Ω e R4 = 50 Ω. R1 = 20 Ω. conforme os resistores que se encontrem conectados a e e. indicada no amperím etro. 19 GABARITO 01) R2 e R3 estão igadas em série e R1 em para e o. a intensidade da corrente e étrica no resistor de 2 Ω é: a) 2 A. Ponta Grossa-PR Sobre as diferentes intensidades de corrente que são possív eis no circuito seguinte. U. E. e es he impõem uma intensidade de corrente. Considerando desprezíve a resistência i nterna da bateria. R2 e R3 impõem ao circ uito uma intensidade de corrente igua a 0. 04) A eitura do amperímetro A1 é de 5 A. 16) Estando conectados ao circu ito apenas R1 e R2. assina e o que for correto: 01) Estando conectados ao circuito apenas R1 e R3. 08) R1. a inten sidade da corrente é 1. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . c) 5 A. Maringá-PR No circuito esquematizado a seguir . in dicada no amperímetro. 02) Estando conectado ao circuito apenas R1. indicada no amperímetro.E etrodinâmica Avançar                           . Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. 70. R2 e R3. U. a intensidade da corrente.2 A. 2Ω A 12 Ω 40 Ω 40 Ω 10 Ω B UAB = 200 V Para este caso. d) 6 A. é 0.09 A. = 270 V. b) 8 A. é 1. a inte nsidade da corrente. assina e o que for correto. E. A diferença de potencia entre os pontos A e B é igua a 200 V. 32) A potência dissipada em R1 é o dob ro da potência dissipada em R2. UFR-RJ No circuito abaixo os resistores estão associados em série e para e o. 16) A eitura no amperímetro A2 é de 2 A. 7 1.69.

D A B C GABARITO Considerando os dados fornecidos.700 W). IMPRIMIR d) Todas as afirmativas são verdadeiras.72. O disj untor desarmará quando só o freezer estiver funcionando. três resistores. Caxias do Su -RS A figura mostra um circuito e étrico com um gerador de 9 V . um estuda nte armou o circuito abaixo. e fios para conexões. Cefet-RJ Ao rea izar simu ações de efeitos e étricos em um computador. b) Apenas II e III são verdadeiras. IV. em que A é uma máquina de avar ouça (2. Vo tar FÍSICA . O disjuntor não desarmará quando só o freezer estiver funcionando. 73. Assina e a a ternativa correta. e) Nenhuma das afirmativas é verdadeira. O disjuntor não de sarmará quando os dois apare hos estiverem funcionando simu taneamente. II. eia as afirmativas abaixo I. R1 = 10 Ω. B é um fre ezer (700 W). b) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R2 é duas vezes maior do que nos extremos de R1. U. O disjuntor desarmará quando só a máquina d e avar ouças estiver funcionando. R3 = 10 Ω. 20 e) a corrente e étrica que passa em R1 é quatro vezes maior do que a que passa em R2 . a) Apenas I e II são verdadeiras. E=9V R1 R3 R2 É correto afirmar que: a) as correntes e étricas que passam em R1 e em R3 são de mesmo va or. C é uma fonte de 110V e D é um disjuntor de 20A. R2 = 40 Ω. c) Apenas III e IV são verdade iras. d) a corrente e étrica que passa em R2 é de mesmo v a or do que a que passa em R3. III.E etrodinâmica Avançar                           . c) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R1 e no s extremos de R3 é de mesmo va or.

U. INSTRUÇÃO: R spond r à qu stõ s 75 76 com bas na figura informaçõ s abaixo. c) I III são INCORRETAS. o r sistor d 10 ohms é o qu dissipa m aior potência. II. ind p nd nt do s ntido (horário ou anti-horário) da corr nt . a dif r nça d pot ncial ntr os pontos B C val a)10 V d) 17 V b)12 V ) 20 V c)15 V 76. PUC-RS Com os dois int rruptor s f chados. d) Ap nas III é INCORRETA. b) Ap nas I é INCORRETA. pod -s afirmar qu o próton não s guirá a traj tória coi ncid nt com a linha d força do campo. é d 4 V. Uberaba-MG Ana ise as afirmações abaixo e responda de acordo com o código que s e segue. I.El trodinâmica Avançar                                                                                                           . P 21 III. Consid rando qu a única força atuant sobr l s ja a x rcida p lo r f rido campo. 75. Um próton é abandonado no ponto P d uma r gião ond xist um campo létrico (visua lizado p las linhas d força). S um bastão carr gado l tricam nt atrai um p qu no obj to. três r sistor s dois int rruptor s (chav s). a) I II são INCORRETAS. ntão o obj to s tá carr gado com carga d sinal oposto à do bastão. PUC-RS Com os int rruptor s CH1 f chado CH2 ab rto. O va or de ε para qu a corr nt no circuito s ja d 2 A. qu val a) 4W d) 10W b) 6W ) 12W c) 8W IMPRIMIR Voltar FÍSICA .74. GABARITO A figura r pr s nta um g rador id al d t nsão.

ntr os pontos A B do circuito. UFSC Dados os gráficos abaixo. constant é aplicada sobr dois r sistor                                                                                                       . obs rv ar-s á qu : a) aqu c rá mais. b) bobina. val a) 20 b) 15 c) 10 d) 8 ) 6 80.El trodinâmica Avançar                79. d) r gulador d voltag m. no ntanto ss s condutor s for m associados m séri o circuito formado for ligado à m sma font d t nsão. C f t-PR Quando dois fios condutor s (“X” “Y”) d substâncias d tamanhos dif r nt s são associados m paral lo são ligados a uma font d l tricidad .77. PUC-RS O dispos itivo do automóv l qu transforma n rgia m cânica m n rgia létrica d nomina-s a) bat ria. c) o fio d m nor r sistência ficará mais aqu cido. c) motor d partida. a uma m sma t mp ratura. 22 GABARITO A dif r nça d pot ncial. ) alt rnador . b) o aqu cim nto s rá igua l para ambos. S . d) o fio “X” aqu c m nos qu o fio “Y”. assinal aqu l (s) qu po d (m) r pr s ntar r sistência ôhmica. o fio d maior r sistividad . (01) (02) (04) IMPRIMIR (08) (16) (32) Dê. ) o aqu cim nto maior s rá o do fio mais fino. Voltar FÍSICA . como r sposta. 78. a soma das alt rnativas corr tas. obs rva-s qu o aqu cim nto do fio “X” é maior qu o do fio “Y”. PUC-RS Uma força l tromotriz contínua s conform r pr s nta o squ ma abaixo. m volts.

d) 2i 2P.81. t m f m constant r sis  82. ) 2i 4P. aqu la qu apr s nta a ma ior r sistência létrica ntr s us t rminais é a) b) c) d) ) 23 a) b) c) d) ) 3/8 8/3 5/8 8/5 1 GABARITO IMPRIMIR Os r sistor s têm r sistência R. para qu a r sistência quival nt ntr os pontos A B da associação da figura s ja igual a 2 R2 a razão r = R2/R1 d v s r                                                                                       . a) i P . a font tência int rna d spr zív l. f chando a chav . D ntr ssas. os vários l m ntos têm r sistências R1.El trodinâmica Avançar                  83. 2 4 b) i P . São Carlos-SP No circuito da figura. os valor s da int nsidad da corr nt da potência dissipada s rão. foram montadas as con xõ s apr s ntadas abaixo. ITA-SP No circuito létrico da figura. Fuv st-SP Dispondo d p daços d fios 3 r sistor s d m sma r sistência. Voltar FÍSICA . 2 2 c) i P. r sp ctivam nt . Sab ndo qu R3 = R1/2. Pod s afirmar qu . iguais. R2 R3 conform indicado. F. U. quando a chav C stá ab rta. a int nsidad da corr nt létrica qu p rcorr o circuito é i a potência n l dissipa da é P. Sab -s qu .

A ddp da pilha vai diminuindo à m dida qu a pilha vai s ndo usada. U.0 V 0V 4. quando em operação.0 V Ana ise as afirmações a seguir e escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas fa sas. insta ado corretamente em série com o circuito. fornecendo.10 A. Unicamp-SP Algumas pilhas são v ndidas com um t stador d carga. O valor d E1 é: 24 a) b) c) d) ) 2. ( ) O amperímetro. ( ) Os dois geradores do circuito estão associados em série .5 V 1.                                                                                                            .ddp 100 Ω 200 Ω 300 Ω a) Qua a potência tota dissipada em um teste com uma pi ha nova? b) Quando o ind icador do resistor de 200 deixa de “ac nd r”.25 Ω A M 1.10 ampère. O t stador é fo rmado por 3 r sistor s m paral lo como mostrado squ maticam nt na figura abai xo.5 V + 10 Ω GABARITO 0. o qu faz os 3 indicador s “ac nd r m”. cuja eitura. as resistências dos fios de igação nu as e o amperímetro idea . indica 0. A pa rtir d qual ddp a pilha é consid rada d scarr gada? 85. cuja resistência interna va e 5.0 V 100 Ω i2 20 Ω 10 V 50 Ω E1 86.6 V 3. uma vo tagem ao circuito igua a 3.0 V. o indicador d 300 Ω já não “ac d ”. Considere o circuito operando com todos os va ores nominais. a pilha é consid rada d scarr gada. um motor e étrico (M) e um amperímetro (A). Sobr cada r sistor é aplicado um mat rial qu muda d cor (“ac nd ”) s mpr qu a potência n l dissipada passa d um c rto valor. os r sistor s dissipam potência s aqu c m. ( ) A âmpada c onsome uma potência e étrica igua a 0. IMPRIMIR Vo tar  84. 1.10 W.Cató ica-DF O esquema representa um circuito de corrente contínua. constituído d e duas pi has secas de 1. em operação norma . UEMS No circuito abaixo. Com a passag m d corr nt . Com uma ddp m nor qu 9.5 V + 1. ( ) A corrente e étrica que percorre cada pi ha tem intens idade igua a 0. não dissipando energia por Efeito Jou e.0 V.25 Ω 0. não contr ibui para a resistência tota .0 Ω. ( ) O motor e étrico M é um receptor. qu é o m smo para os três indicador s. a int nsidad d corr nt i2 val 125 mA.0 V. uma âmpada incandescente.0 V. Uma pilha nova é capaz d forn c r uma dif r nça d pot ncial (ddp) d 9. e a tensão e étrica entre seus terminais va e 1.5 V. portanto.

E etrodinâmica Avançar  .FÍSICA .

stab l c ndo uma corr nt m um circuito ond xist uma r sistência R. A f m no g rador é 15 V. respectivamente. ou s ja. C ada lâmpada t m 60 W d potência. as cargas létricas ganham n rgia létrica. ( ) o princípio da cons rvação da n rgia xig qu a potência forn cida p la bat ria s ja dissipada nas r sistências pr s nt s no circuito. L1 L2. U.5 A. A figura abaixo mostra um g rador. produz uma corr nt contínua usada para mant r a ba t ria constant m nt carr gada. a fc m na bat ria é 12 V. um amperímetro e um vo tímetro considerados ideais. suas indicações em ampères e em vo ts. com os faróis ligados ou não.E etrodinâmica Avançar                                                  chav                                                                               . ( ) Ao f charmos a chav . 25 R A G B D + C + L1 L2 ( ) Ao passar m p lo int rior do g rador da bat ria. a corr nt létr ica no g rador é a m sma qu passa m cada lâmpada. ( ) Ao f charmos a chav . G. A partir dessas infor mações. a outra ac nd rá m smo assim. sucessivamente. d st tipo . 89. 88. por um amperímetro idea e por um vo tímetr o idea .Cató ica-GO Na figura dada acha-se esquematizado um circuito contendo: um ge rador de força e etromotriz ε = 12V com r sistência int rna r = 1Ω. UFSE Consid r o circuito létrico squ matizado aba ixo. um resistor de resis tência R = 5Ω. pode-se afirmar que: V R ε A r ( ) a l itura no amp rím tro é d 10 A a l itura no voltím tro é d 2 V. serão a) 2 e 10 d) 3 e 15 b) 2 e 15 e) 3 e 30 c) 3 e 10 Vo tar FÍSICA . acionado p lo motor. ( ) N st tipo d ligação. uma bat ria r c b ndo carga duas lâmpadas. ( ) O s ntido da corr nt no ramo CD é o m smo com a chav ab rta ou f chada.87. a corr nt m cada lâmpada é 2. R1 = 8Ω GABARITO E = 30V M R2 = 5Ω N IMPRIMIR R = 2Ω Ligando os pontos M e N. Suponha d spr zív is as r sistências in t rnas do g rador da bat ria. s uma lâmpa da qu imar. UFGO Nos automóv is xist um g rador (dín amo) qu .

faz rmos um d t rminado s rviço létrico. a r sistência létrica quival nt da r sidência aum nta. para. o consumo d n rgia. UFRN A figura abaixo representa parte do circuito e étrico idea de uma residênc ia. os dois fios recebem os nomes de “fas s” (F) “n utro” (N) ou “t rra” ( não “positivo” “n gativo”. pois. c) III. a) Quando todos os quipam ntos stão funcionando.90. c) O disjuntor J d v s r colocado no fio fas (F) não no n utro (N). ind p nd nt m nt d os outros star m funcionando ou não . também. com a guns dos componentes e etrodomésticos identificados. F N J 26 Das quatro afirmativas abaixo ap nas uma stá ERRADA.El trodinâmica Avançar           Ao ligar-s a chav a) I. b) Todos os quipam ntos d d ntro da r sidência stão m paral lo ntr si. UERJ A figura abaixo mostra quatro passarinhos pousados m um circuito no qu al uma bat ria d automóv l alim nta duas lâmpadas. Voltar FÍSICA . Na corrente a terna da das residências (chamada monofásica). S. s stiv rmos d scalços m contato co m o chão. como m corr nt contínua). pois cada um d l s pod funcionar. liminando-s qualqu r possibilidad d risc o d um choqu létrico. d) IV. a c asa ficará compl tam nt s m n rgia. aum ntando. . todos os outros co mpon nt s l tro l trônicos ficarão s m pod r funcionar. por x mplo. s o d sligarmos. por cons guint . O fio fas m pot ncial létrico d aproximadam nt 220 V m r lação ao n utro ou m r lação a nós m sm s (também somos condutor s d l tricidad ). qu ando o d sligarmos. d) O fusív l ou disjuntor J stá ligado m séri com o conjunto dos quipam ntos xist nt s na casa. o passarinho qu pod r c b r um choqu létrico é o d núm ro:                                                                                                                                        . GABARITO 91. pois. Assinal -a. III IV II S I IMPRIMIR b) II. a corr nt .

sabendo que a resistência interna do gerador é despr ezíve . 94. 8. 08) A en ergia consumida no resistor R6 = 5 Ω em 2 segundos é 160 J. b) A ddp entre A e B. Ponta Grossa-PR Sobre o circuito de corre nte contínua representado abaixo. II. em ampères. 16) A potência tota forne cida ao circuito é 900 W.0 Ω Ca cu e a indicação do vo tímetro. O amperímetro indica 2. A força e etromo triz tem va or igua a 18 vo ts. do gerador é 180 V. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. R1 A i E R4 A R2 R3 Neste caso. o vo tímetro e o amperímetro são ide ais. um va or igua a: a) 15 d) 35 b) 20 e) 50 c) 25 IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . UFRJ No circuito esquematizado na figura. e m.E etrodinâmica Avançar                              . III.0 Ω 6. 1 aquecedor de 2500W. 4 âmpadas de 100W.0 Ω A 27 2.0 A. determine: a) A intensidade da corrente e étrica i. Cef et-PR Um circuito e étrico de uma residência é servido pe a rede de energia e étrica que apresenta uma tensão igua a 127V. Ne e são igados: I. UFR-RJ No circuito létrico abaixo. R1 = R2 = 12 Ω e R3 = R4 = 6 Ω. U. 02) O va or da f.92. 95. assina e o que for correto: GABARITO 01) A intensidade da corrente e étrica que circu a no resistor R5 = 20 Ω é 1 A. 04) A tensão no resistor R1 = 15 Ω é 40 V. E. 1 microcomputador de 180W.0 Ω V 3. 93. no mínimo. O fusíve recomendado para proteg er o circuito deverá apresentar.

Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. uma chave que abre. GABARITO 64) Em 30 dias. Todos os equipamentos estão igados em uma única rede e étrica a imentada com a vo tagem de 220 V. Indiqu . diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro.32. Num spéc im típico. Tempo médio Energia de uso ou diária Quantidade Equipamento Potência funcionamento con sumida diário 04 03 04 03 02 02 01 01 âmpada âmpada âmpada âmpada te evisor chuveiro e étrico máquina de avar ferro e étrico secador de cabe o ge adeira 25 W 40 W 60 W 100 W 80 W 6500 W 300 W 1200 W 1200 W 600 W 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h 200 Wh 28 01 01 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) Somente os dois chuveiros e étricos consom em 195 kWh em trinta dias. estando igados em uma mesma rede e com um único disjuntor. interrompendo o circuito.El trodinâmica Avançar                                                                                            . 16) Em tr inta dias. Justifiqu a sua avaliação. o cons umo tota de energia e étrica em 30 dias é igua a 396 kWh. 08) Se os dois chuveiros forem usados simu taneamente.060 V).20. este teria que suportar correntes até 40 A. ss conjunto d células é capaz d g rar t nsõ s d até 480 V. isto é. b) Qual a potência létrica máxima qu o poraquê é capaz d g rar? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a despesa correspondente apenas ao consumo da s âmpadas. Para proteção da insta ação e étrica da residência. 97. a) Faça um squ ma r pr s ntando a associação d ssas células létricas na cauda do poraquê. com d scargas qu produz m corr nt s létricas d int nsidad máxima d até 1.96. por uni dade de equipamento. 32) Em 30 dias. quan do a corrente u trapassa um certo va or. o núm ro n d células létricas qu um poraquê pod t r. se o kWh custa R$ 0.0 A. enfi eiradas em sua cauda. n ss s qu ma. é R$ 16. Cada cé u a tem uma fem ε = 60 mV (0. o consumo de energia das âmpadas é menor do que o consumo da ge ade ira. Vunesp O poraquê (e etro phorus e ectricus) é um peixe provido de cé u as e étricas (e etrocitos) dispostas em série.5 kWh em trinta dias. 02) Considerando os equipamentos re acionados. e a e tá igada a um disjuntor. UFSC O quadro abaixo apresenta os equipamentos e étricos de maior uti ização em um a certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. o consumo de energia da ge adeira é menor do q ue o consumo tota dos dois te evisores. 04) É possíve economizar 32 .

supondo que o s fios e o amperímetro não tenham resistência e étrica e a resistência e étrica do vo tímet seja infinita. a fonte é uma bateria de fem ε = 12 V.0.0 2. RA = 50 Ω e RV = 10000 Ω. c) 11 8. respectivamente. A força e etromotriz e do gerador idea va e: 29 a) b) c) d) e) 12 V 10 V 8V 6V 4V 100.0. m oh ms. ou seja. Os t rminais A C são ligad os à t nsão da r d a chav K. em que as resistências e étricas da bateria. do am perímetro e do vo tímero são r = 1.4 A. 99. 4400W/6050W. Vunesp No circuito da figura. GABARITO Determine a eitura desses medidores: a) em condições ideais. d) 8.) IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . (Nos seus cá cu os.0 5. não é necessário uti izar s de três a garismos significativos. a corr nt létrica qu passa p lo r sistor d 20 Ω tem intensidade 0. o r sistor t m r sistência R = 1000 Ω. Mack nzi -SP No circuito ao lado. despreza do apenas a resistência dos fios de igação. r sp ctivam nt d a) 19 15.0.E etrodinâmica Avançar                                                                         . Vun sp A figura r pr s nta squ maticam nt o circuito int rno d um chuv ir o létrico cujos valor s nominais são: 220V. b) 13 11. coloca o tr cho AB m curto.0 Ω. Pod -s afirmar qu as r sistências létricas dos tr chos AC BC d ss fio são.98. ) 3. b) em condições reais. quando ligada. V representa um vo tímetro e A um amperímetro.

5. e que ( ) a resistência equiva ente do circuito era 15.5 V 102.0.10–9 C e) 4. e e verificou que o capacitor C estav a carregado. entre as armaduras do capacitor de     . ( ) a ddp entre os pontos A e B e ra igua a ddp entre os pontos D e E.10–8 C c) 3.10–8 C b) 4.5 V c) 6. IMPRIMIR ( ) a corrente entre os pontos C e F era nu a.0 V d) 9. Mackenzie-SP Na associação ao 4 µF é: ado.0 V e) 13. a d.10–7 C d) 4.5 Ω.a) 3.0.0 V b) 4. em um aboratório de e etricidade.p. UEMS A carga armazenada pe o capacitor do circuito é: 5 ηF 30 9V 2Ω a) 4. Uti i zando instrumentos de medidas apropriados.10–6 C 103. o circuito acima.d. UFGO 8Ω A B C D GABARITO 20 Ω 60 V 20 Ω C 30 Ω H G F E Um estudante encontrou.0. Vo tar FÍSICA .E etrodinâmica Avançar          101.5. ( ) a potência dissipada pe o resistor de 30 Ω era menor do que a potência dissipada pe o resistor de 20 Ω situado entre os pontos B e G.

podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . Dê. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. (04) quando o paine é erguido para e o ao fio. p or esse motivo. podendo. Adm ite-se que a resistência e étrica dos fios de igação é desprezíve e que os medidores são ais. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . 02) A eitura de A1 é igua à soma das eituras de A2 e A3. o f uxo do campo magnético. a soma das a ternativas corretas. cada uma de as com resistência e étrica ôhmica igua a R. causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . induz uma corrente e étrica no paine . como resposta. a intensidade a. O motivo para essa proibição é que (01) quando o paine é erguido para e o ao fio. o f uxo do c ampo e étrico. U i 31 A1 L2 A2 L1 L3 L4 A3 CH GABARITO Sendo assim. A2 e A3. L2. (04) A resistência interna do vo tímetro é infinitamente pequena. e quatro âmpadas iguais. (08) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. A1. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. (02) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. o f uxo do campo magnético. induz uma corrente e étrica no paine . percorrido pe a corrente i. a soma das a ternativas corretas. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. uma chave disjuntora CH. o f uxo do campo e étrico. (16) A p otência dissipada pe a âmpada L1 é igua a Ri2. (08) A eitura de A2 é a mesma de A3. UFBA O circuito esquem atizado abaixo. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o p aine . uminosa de L3 diminui. conc ui-se: (01) A queda de tensão provocada pe o conjunto das quatro âmpadas equiva e à provocada por uma única 5R âmpada de resistência e étrica igua a Ω. compõe-se de uma fonte de tensão U. como respost                                                                            . um vo tímetro V. L3 e L4.E etrodinâmica Avançar  (32) Abrindo-se a chave CH. UFMT Sabe-se que é proibido co ocar painéis metá icos embaixo das inhas de a ta tensão. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .104. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. (16) a corrente e étrica induzida no paine é uma corrente contínua. L1. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato co m o paine . induz uma corrente e étric a no paine . induz uma corrente e étrica no paine . três amperímetros. 105. Dê.

O amperímetro A tem resistência R = 3 Ω. c) I e II. A ssina e a a ternativa correta. O vo tímetro está igado em para e o com uma das resistências. comprimento 3 m e área de seção transversa S = 2 x 10-4 m2. II. 1Ω 2A 1Ω V 32 107. III. U. b) Apenas I. a potência dissipada no fio é de 50 W. UFRJ O esquema da figura mostra uma parte de um circuito e étrico de corrente contínua. a eitura no amperímet ro diminui. a eitura no ampe rímetro é de 5 A. Na posição indicada do cursor. Viçosa-MG Uma bateria de f. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências va em 1 Ω cad a uma. a um fio de resistividade ρ = 20 X 10-5 Ω. d) II e III.e. a) I e III. b) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora fechada.m. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Des ocando-se o cursor na direção do ponto B. Com o cursor na posição indicada. 2m B fio cursor 1m A R r GABARITO As seguintes afirmações são feitas: I. como mostra a figura.106.E etrodinâmica Avançar   a) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora aberta. ε = 30 V r sistência int rna r = 1 Ω está ig ada.                         . F.m.

possu m as s guint s caract rística s: CA = 12 µF. após t r d corrido um c rto t mpo. Inicialm nt . a t nsão no capacitor t nd rá.0 V. A B. o int rruptor mantém o circuito ab rto o capacitor.0 10–6 F. O ponto S stá fora do plano d finido p los pontos P. d) 50 V. Acionando-s o int rruptor. uma bat r ia d t nsão U um capacitor d capacitância C. s R1 = 3 R. S colocarmos st s condutor s m contato. um r sistor “R”. b) a carga létrica no ca pacitor é nula. b) 60 V. d) a t nsão ntr os pontos W S é d 16 V. s R1 = 3 R. ITA-SP Consid r o circuito da figura. pod -s afirmar qu IMPRIMIR GABARITO a) a carga létrica no capacitor é d 2. um cap acitor “C” um int rruptor “I”. construído com 3 r sistor s d r sistência R. s R1 = R. ) 40 V. o pot ncial comum s rá: a) 100 V. VB = 100 V. um r sistor d r sistência R1. c) a t nsão ntr os pontos W S é d 2.El trodinâmica Avançar                                                                                                  . VA = 100 V CB = 8 µF. m volts. 110 . ) n n uma das r spostas a cima é corr ta. W T. C f t-PR Dois condutor s isolados. c) 0 V. a fixar-s m: a) 0 b) 3 c) 6 d) 9 ) 12 33 109. Supondo qu o circuito st ja m r gim stacionário. s R1 = 3 R. d scarr gado.108. Cefet-PR O circuito representado contém um gerador idea “E”. Voltar FÍSICA . ass ntado nas ar stas d um t tra dro.

Consid r qu não aja atritos outras r sistências a qualqu r movim nto qu s ja M a massa do conjunto capacitor mais carrin o. A distância ntr a r nça d pot ncial ntr as m smas é V o sforço máximo qu o fio po ao quádruplo do p so da sf ra. s paradas ntr si d uma distância 2 a. Por simplicidad . a dif d suportar é igual m quilíbrio stáv ra d massa m carga q stá susp nsa por um fio frágil in xt mat rial l tricam nt isolant . como mostra a figura. Para qu a sf ra p rm n ça imóv l. O c apacitor stá rigidam nt fixado m um carrin o qu s ncontra inicialm nt m r pouso. é n c ssário qu                                                                           . A sf ra s ncontra ntr as um capacitor plano. ITA-SP Um capacitor plano é formado por duas placas paral las. O fio é rompido subitam nt a partícula mov -s m dir ção à outra placa. g rando m s u int rior um campo létrico uniform E.111. consid r ainda a in xistência da ação da gravidad sobr a partícula. ITA-SP Uma sf nsív l. l. A v locidad da partícula no mom nto do impacto r sultant . vista por um obs rvador fixo ao solo.El trodinâmica Avançar                                                    112. f ito d um placas paral las d s placas é d. é a) b) c) d) ) 34 4qEMa m(M + m) 2qEMa m(M + m) qEa (M + m) 4qEma M(M + m) 4qEa m GABARITO g d 2 a) q V d qV b) d c) q V d qV d) d ) q V d < 15 m g 2 IMPRIMIR < 4 (m g)2 2 < 15 (m g)2 2 < 16 (m g)2 2 > 15 m g Voltar FÍSICA . Na fac int rna d uma das placas ncontra-s uma partícula d massa m ca rga q pr sa por um fio curto in xt nsív l.

O princípio imp icitamente uti izado no estabe ecime nto dessa equação foi o da a) conservação do campo e étrico. UFPE No circuito abaixo. em Ω. em ohms. A. b) conservação da energia e ét − i2 i1 i2 i3 i3   113. é igua a 1) 1 2) 2 3) 3 4) 4 5) 5 A B C 35 115. são associados. A resistência e étrica equiva ente ao trecho do c ircuito. as quais se re a cionam pe a equação i1 = i2 + i3. i2 e i3. UFSE Cinco resistores são associados como mostra o esquema. A r lação ntr as corr nt s I1. UFRN O circuito da figura abaixo i ustra uma associação mista de re+ sistores a imentados por uma bateria que produz as correntes i1. A resistência equiv a ente da associação. conforme a figura. Salvador-BA Três fios idênticos. d r sistência létrica igual a 3Ω cada . é: R I1                                 . cada r sistor t m uma r sistência létrica igual a R a corr nt total do circuito é igual a I. U.a) I1 = I2 = I3 b) I1 = 2 I2 = 2 I3 c) I1 = 2 I2 = 4 I3 d) I2 = 2 I1 = 4 I3 ) I 3 = 2 I1 = 4 I2 I R R I2 R I I3 R 114. m cada um dos ramos do circuito. va e a) 270 b) 180 c) 90 d) 45 e) 30 40 Ω 50 Ω A 90 Ω B 40 Ω i1 50 Ω GABARITO 116. I2 I3. B C. vista pe os terminais A e B.

d) maior que a corrente que circulava antes e a tensão é menor que 220 V. c) menor que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. d) conservação da carga elétrica. 220V 117. um interruptor ligado. L1 e L2. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrodinâmica . duas lâmpadas. b) maior que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. S2. após o interruptor S2 ser ligado. e um interruptor desligado. R.i1 c) conservação do potencial elétrico. S1. Compõem esse ramo um “relógio L1 L2 medidor de luz”. Toda vez que Clara S1 S2 liga o interruptor S2. Isso acontece porque a corrrente que circula no “relógio medid or de luz”. observa que o “relóR gio” passa a mar car mais rapidamente.UFRN A figura ao lado representa um ramo de uma instalação elétrica residencial al imentada com uma tensão de 220 V. é: a) igual à corrente que circulava antes e a tensão é maior que 220 V.

E etrodinâmica Avançar                                         ¦          . para usar na uminária de sua mesa de estudo.0 4. porque tensão só pode ser baixada. a razão . com tensão de 45 V. mas. 1) a co rrente fornecida pe a bateria é de 15A. em jou es. c) não será a cançado.0 50Ω R1 40Ω R3 I2 10Ω R2 I3 20Ω R4 60V 36 119. U. fechando-se a chave K por 5 segun dos. Determine. pe o menos. Pode-se dizer que o objetivo de Joãozinho. 5 ) a energia química que se transforma em energia e étrica é de 15J para cada 1C de car ga que atravessa a bateria. Unifor CE Considere o esquema ao lado. 6Ω 2Ω 3Ω K 6V IMPRIMIR 121. I2 No circuito representado. enI3 tre as intensidades de corrente elétrica nos resistores R2 e R3. Sa vador-BA Sendo a força e etromotriz de uma bateria igua a 15V. b) só será a cançado se a i nha te efônica tiver tensão de. GABARITO Vo tar FÍSICA . os resistores são ôhmic os e os fios de igação e o gerador são ideais. 2) a resistência interna da bateria é de 15Ω. é a) b) c) d) e) 0.25 1. Joãozinho. o rendimento da uminária cairá um pouco em re ação ue e obtido quando a uminária é igada na rede convenciona . UFRN A inha te efônica fixa residencia é movida a corrente e étrica contínua (CC) . que é de corrente a ternada (CA) e com tensão de 220 V. 110 V. 4) é necessária uma força de intensidade igua a 15N para cada 1C de carga que atravessa a bateria. 3) a potência fornecida pe a bateria para o circuito externo é de 15W. 120. d) não será a cançado. a) se rá a cançado. e evada. a quantidade de ca or que pode ser produzida pe os resistores. pe a ei de Faraday. U. e. não.118. estudante do ensino médio. pensou em fazer um transformador e evador de tensão.0 5.20 0. e funciona de forma independente da rede e étrica convenciona . pe a impossibi i dade de se e evar tensão contínua para tensão a ternada somente com um transformador. Devido a uma freqüente fa ta de energia na inha convenciona de sua casa. Sa vador-BA No circuito. Sua idéia é tirar energia da tomada do te efone (o que é proibido por ei) e usá a numa situação de emergência.

A fig ura abaixo mostra o squ ma inicial d Nicéia para ss circuito. d)os int rruptor s 1 2. quando o disjuntor foss d sligado. Era preciso que a âmpada pudesse ser igada e des igada. d forma incorr ta.) 37 GABARITO Quando Nicéia apr s ntou à sup rvisora o squ ma inicial do trabal o. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .El trodinâmica Avançar                                                                                              . c) o disjuntor o int rr uptor 2. a) o int rruptor 1 a tomada. (L mbr -s d qu o fio d nominado “fas ” pod apr s ntar p rigo d c oqu . ra pr ciso qu . stavam instalados. uma tomada e um disjuntor. b)a tomada o disjuntor.122. p is stá no m smo pot ncial da T rra. nquanto qu o fio d nominado “n utro” não apr s nta p rigo. Essa insta ação deveria conter uma âmpada. Por outro lado. tanto na parte de baixo como na de cima da escada (através do s interruptores 1 e 2. UFRN Nicéia estava aprendendo a fazer insta ações e étricas residenciais e foi enca rregada de fazer uma insta ação na parede atera a uma escada. para as finalidad s pr t ndidas. para s faz r um cons rto na instalação. sta concluiu qu . o circuito não of r c ss p rigo d c oqu a qu m fiz ss o r paro. por t r uma dif r nça d p ot ncial m r lação à T rra. conhecidos como interruptores “t r -way”).

V-V-F-V-F 19. D 16.25 Ω b) 225 W 14. B 68.32. a) 1. B 31. 26 64. D 21. E 11. F-V-V-F-V 38. V-V-F-V-F-V 50. a) 2A b) 32W 52. A 33. U = 10V 53. C IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA . B 29. D 27. 20 60. F-V-F-F 5. C 58. D 4 8. a) 55Ω b) 2A 23. D 13. V-V-F-F-F 66. B 80. E 26. E 73. F-V-V-V-F 20. B 46. D 77. A 15. E 59. E 51. A 42. E 44. 37 81. 31 2. A 57.106 J b) R$ 2. 05 9. E 55. C 74. A 30. 1 3 39. C 18. A 54. B 69. 1 + 2 + 8 + 16 49. D 17.20 45. 4 + 8 + 16 71.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1 1. E 79. D 41. 50 36. B 43. F-V-V-V-V 67. F-F-V-F-F 63. C 76. A 8. C 34. 06 62.E etrodinâmica Avançar   . 1 + 4 + 8 22. A 25. B 70. 15 3. 20 6. 13 61. a) 0. A 12. V-V-F-V-F 10. V-V-F-F 35. 2 + 4 + 16 72. A 47. D 56. E 40. 55 7. V-F-V-V-F 65. D 78. C 75. 52 37. a) R = 100Ω b) 1Ω 24. V-F-F-F 4. D 32. 04 2 8.

C 119. C 113. E 109. D 84. V-F-F-V-V 87. C 92.5 — 10–3 A LV’ = 11. B 103. B 111. D 116.4 V 101.3 V 85. a) 1 A b) 6 V 93.2 82. 36 V 94. a) 1 V b) V = O 107. A 110. 01 105. a) P = 1. A 83. F-V 88. 1 + 2 + 4 + 16 97.5 W b) U’ = 7. F-V-F-V 104.Eletrodinâmica Avançar    . E 114. D 117. a)LV = 12 V LA = 12 — 10–3 A b)LA’ = 12. B 100. 90 121. a) U m = = 8000 cé u as e étricas ε 1 2 3 n IMPRIMIR G A B A R IT O b) P = 480 W 98. A 1 08. C 99. B Voltar FÍSICA . C 96. D 86. A 112. B 118. C 122. C 90. 1 + 2 + 16 106. E 102. F-V-V-F -F 89. 5 120. 1 + 2 + 8 + 16 95. A 91. 2 115.

num ponto distant “d” do fio.2 B. em quaisquer das duas sugestões. ) 2. c nstant . na primeira sug estão e se atrair na segunda.El tromagn tismo Avançar                . d) A e B. m módulo. b) 2 B. que é(são) ímã(s) permanen : a) só A b) só B. a segunda. d) 0. b) am bos vão se atrair. M.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O 1. da linha . Quando estas barras são aproximadas vemos que as extremidades A1 e B1 sofrem atração. na direção normal. e) A e C. o valor do v tor indução magnética. em relação a estas barras. e) o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfic N S’ 4. em quaisquer das duas sugestões. c) 0.4 B. UFR-RJ Abaixo. Itajubá-MG Um fio condutor retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica “I”. Logo em seguida a essa divisão. F. mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geog ráficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos. A primeira. M. qual s rá. N’ S GABARITO IMPRIMIR 3. c) só C. d) vão se atrair. as extremidades A1 e C 2 sofrem repulsão. na primeira sugestão e se repelir na s egunda. e) perdem a imantação na primeira sugestão e se atraem na segunda. Suas ext remidades são identificadas por A1 e A2. as extremidades A1 e B2 sofrem atração e as extremidades A1 e C1 so frem atração. Sobre as linhas do campo magnético é c rreto afirmar que: a) elas são paralelas ao equador. o valor do v tor indução magnética um ponto distant “5d” do fio? a) 4 B.5 B. 2. em relação aos ímãs resultante pode-se afirmar que: a) ambos vão se repelir. Voltar FÍSICA . B e C. B1 e B2 e C1 e C2. F. b) elas são radiais ao centro d a terra. com os pólos magnéticos nas extremidades. Triângulo Mineiro-MG A figura representa um ímã em forma de barra. c) vão se repelir. c) elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. de efetuá-la na direção longitudinal. Assim. Unirio T rês barras de ferro de mesma forma são identificadas pelas letras A. t m módulo “B duplicarmos a corr nt létrica. n S N 1 Suponha que se pretenda dividir esse ímã em dois e que haja duas sugestões para fazer essa divisão. da linha n. podemos afirmar. d) o campo magnético é mais intenso no equador.

Assinal a(s) proposição(õ s ) corr ta(s): (01) O s ntido das lin as d indução. são f itas as afirmaçõ s: + I. UFR-RJ Dois condutor s m tálicos omogên os (1) (2) r tos xt nsos são colocados m paral lo. a soma das alt rnativas corr tas. mostradas na figura. é m nor do qu sobr as partículas qu ating m a T rra no plano do quador. indica qu o pólo nort magnético stá localizado pró imo ao pólo nort g ográfico. são p rcorridos por corr nt s iguais opostas. O magn tismo t rr str l vou à inv nção da bússola. mostradas na figura. já utilizada p los c in s s d sd o século X. UFSC A figura r pr s nta as lin as d indução do campo magnético t rr str . (1) GABARITO (2) A partir das informaçõ s acima. t nd a d slocar o próton no s ntido da corr nt do fio da squ rda (A). apr s ntando dois pólos magnéticos. Assina l a alt rnativa corr ta. com v locidad p rp ndicular ao campo magnético t rr str . r sponda as p rguntas propostas: a) Em qu condição a fo rça magnética ntr os condutor s s rá d atração? b) Em qu condição a força magnética nt ondutor s s rá d r pulsão? 7. à m dida qu s afasta da sup r fíci da T rra. Dê. como r sposta. b) I II. sab mos qu f ix s d partículas l t rizadas ( létrons prótons). atuant sobr as partículas l trizadas qu ating m a T rra nos pólos Sul Nort g ográficos. ( 2) O pólo nort da agul a d uma bússola aponta s mpr para o pólo sul magnético da T rr a. U. com v locidad p rp ndicu lar ao campo magnético t rr str . William Gilb rt. (16) Quando par tículas l trizadas ating m a T rra no plano do quador. (64) O módulo do campo magnético t rr str aum nta. Ub rlândia-MG Dois condutor s longos paraA B l los. (08) A força magnética. a) II III. F.2 5. t nd i a aproximar o létron do fio da dir ita (B). com v locidad quas paral la às lin as d indução do campo mag nético t rr str . A força magnética sobr o létron . d) Ap nas I. 6. Em 1600. v v II. indica qu o pólo sul magnético stá localizado próximo ao pólo nort g ográfico. (02) O s ntido das l n as d indução. são capturados p lo campo ma gnético t rr str . qu é lançado no m io ntr os fios no m smo plano d l s. qu é lançado à dir ita dos fios no m smo plano d l s. Os condutor s são p rcorridos por corr nt s létricas d m sma int nsidad . ao passar m nas proximidad s da T rra. constituindo bom x mplo d movim nto d partículas carr gadas m um campo magnético. las não são d sviadas porqu a força magnética é nula. situados no plano do pap l. c) I III. A força magnética sobr o próton p. m sua obra d nominada D Magn t . prov ni nt s do spaço cósmico. apr s ntando dois pólos magnéticos. (04) As lin as d indução do campo magnético da T rra mostra m qu la s comporta como um gigant sco ímã. instrum nto ss ncial para as grand s nav g açõ s d scobrim ntos do século XV . Muitos são os f nôm nos r lacionad s com o campo magnético t rr str . Atualm nt . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Os dois condutor s t nd m a s afastar. xplica qu a ori ntação da agul a magnética s d v ao fato d a T rra s comportar como um im nso ímã. i III . p – N stas circunstâncias.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                                                                                                                                . s gundo os istoriador s.

A I. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . b) z ro. d ) s rá o d uma licóid com o ixo paral lo ao campo létrico. PUC-PR A figura r pr s nta dois condutor s r tilín os colocados paral lam nt .0 x 10-2 T sla. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A corr spond à soma das int nsidad s dos campos criados p la corr nt létrica m cada condutor. 10. i Consid r as afirmativas. b) continuará r tilín o. Os dois condutor s stão subm tidos a uma corr nt létrica d m sma int nsidad i. C f t-PR Um f ix r tilín o d létrons apr s nta uma v locidad constant igua l a 105 m/s. b) pod m s difratar. c) 18 x 10-16 N. Os condutor s ficam suj it os a forças d orig m magnética. c) ap nas III. III. S ndo v = 1. mas com a v locidad progr ssivam nt d cr sc nt . pois as corr nt s létricas têm s ntidos opostos. ) 12 x 1016 N. c) d scr v rá um arco d parábola. pod mos afirmar qu o módulo da força magnética atuand o no próton é a) 8 x 10-16 N. 9. b) ap nas II. Em c rta r gião do spaço p n tra m um campo létrico uniform qu apr s nta a m sma dir ção s ntido do movim nto dos létrons.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                               . ) ap nas I.8. ) s rá o d um movim n to armônico simpl s. II. conform figura. O movim nto d scrito por ss f ix : a) s rá o d um movim nto circular uniform . A int ns idad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. d) II III. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. é c to afirmar qu ambas a) s propagam no vácuo. con form a figura abaixo: → → 3 B → V A v locidad V o campo magnético B têm m sma dir ção m smo s ntido. → → GABARITO 11. d) 16 x 10-16 N. IV. UFRN Com r lação às ondas l tromagnéticas às ondas sonoras. c) têm a m sma v locidad d propagação na água. d) são polarizáv is. É corr ta ou são corr tas: a) I IV.0 x 105 m/s B = 5. (UFR-RJ) Um próton é lançado com cidad constant V numa r gião ond xist → ap nas um campo magnético uniform B. pois as corr nt s létricas não g ram campo magnético.

– – – – – – – 4 P B → + + + + + + + Uma partícula com carga létrica positiva é colocada no ponto P. III. xi st um cam→ po magnético uniform B. o ímã é aproximado da spira. m função do t mpo (t)? G a) b) i i IMPRIMIR t t c)                                                                       d) I  c) II  b) I   II. F. III. U. UFMG Na figura. assinal a alt rnativa m qu m l or stá r pr s n tada a traj tória da partícula após s r solta no ponto P. stão r pr s ntadas duas placas m tálicas paral las. como mostrado.    . Juiz d Fora-MG Um ímã é movim ntado p rp ndicularm nt ao plano d uma spi ra. na figura. 13. ficando s mpr à dir ita la.a) som nt II. p rp ndicular ao plano da página dirigido para d ntro d sta. a) b) c) P d) P GABARITO P P 14. d pois pára por um instant ntão é afastado. Inicialm nt . como mostra a figura. Consid rando ssas informaçõ s. situado ntr as plac as. O ímã não c ga a ntrar na spira. carr gadas com cargas d m smo valor absoluto d sinais contrários. N S Qual dos gráficos abaixo pod ria r pr s ntar o valor absoluto da corr t ( i ) obs rvada no galvanôm tro G. Entr ssas placas. p lo símbolo .

F. a força magnética no ramo v rtical dir ito fio (A) da spira é orizontal dirigida para a squ rda. Afirma-s : I.El tromagn tismo Avançar ○ ○ I 12. a spira t nd a girar no s ntii do orário. a spira t nd a s afastar do fio. Viçosa-MG A figura mostra um fio r tilín o muito longo p rcorrido por um a corr nt i uma (A) spira r tangular p rcorrida por uma corr nt I.i d) i t t Voltar FÍSICA . II. III. situados num plano. U. São corr tas: ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○                                .

16) as gotas de chuva elet rizadas elos relâm agos odiam danificar a bússola. cont n do p qu nas lâmpadas. corria-se o ri sco de ter a bússola danificada no meio do oceano. a b ngala é um ímã o aro é uma spira m tálica circular. 08) o cam o mag nético roduzido elo raio odia desmagnetizar a bússola. usadas em fitas magnéticas e discos de com utadores.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤   ¤  ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤   ¤ ¤                       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ . 32) a forte luz roduzida nos r elâm agos desmagnetizava as bússolas.0 • 10–2 T. e assa nesta região em linha reta na direção +z. +z IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a) A enas I é cor reta. Com esse ex erimento ode-s e dizer que a carga do méson é ositiva. que ficavam geralmente no convés. b) I II são corretas. Se desligarmos o cam o elétrico +x (E = 0) o feixe descreverá uma trajetória circular contida no lano xz. Considerand o as informações acima. U. E. II.0 • 108 m/s). Viçosa-MG Conforme re resentado na figura abaixo. em uma região do es aço há → um cam o elétrico uniforme. Na r alidad . nesta região também há → um cam gnético uniforme. Além da fragilidade dos navios. dando origem a sinais qu e são de ois am lificados.40 s. cujo valor é 3. UFSC No início do eríodo das grandes navegações euro éias. Entre inúmeras a licações. calcule a força eletro motriz induzida na es ira. roduzidos ela fita ou elo disco em movimento .15. Pod -s supor qu o plano da spira s ja mantido p rp nd icular às lin as d indução magnética durant o movim nto r lativo. a ssim como os metais (facas e tesouras). de 1.0 • 106V/m na direção +x. B. I. anali+y se as seguintes afirmativas e res onda de acordo com o código. 02) a bússola. qu s iluminam p rman c m iluminadas nquanto é mantido o m ovim nto r lativo ntr os dois obj tos. od emos mencionar a gravação e a leitura magnéticas.0 T em 0. E III. UFRS Selecione a alternativa que reenche corretamente as lacunas no texto abaixo. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. na direção +y. a) magnéticos – magnetização b) magnéticos – correntes elétricas létricos – correntes elétricas d) elétricos – magnetização e) elétricos – cargas elétricas 5 GABARITO 18. induzem em uma bobina existente no cabeçote de leitura.F. as tem estades eram muito temidas. 04) o aque cimento do ar roduzido elos raios odia desmagnetizar a bússola. 16. O cam o magnético tem módulo B 1. con hecidas como mésons. d) A enas II é correta. 17. desloca-se com velocidade c/3 (c é a velocidade da luz no vácuo. Sobre esse fato. é CORRETO afirma r que: 01) a agitação do mar odia danificar ermanentemente a bússola. Um feixe de artículas eletricamente carregadas. c/3 c) I e II são corretas. Materiais com ro riedades magnéticas es eciais têm a el muito im ortante na tecnologia moderna. d 40 m d raio. UERJ Um mágico passa uma b ngala por d ntro d um aro. Consid rando π 3 e adm itindo que o cam o magnético varie de zero a 1. A idéia básica na qual se fundamenta a leitura magnética é a seguinte: va riações nas intensidades de cam os . atraía raios que a danificavam.

ocasionando desvio. d e forma que uma corrente elétrica ercorra o fio. b) geram um cam o elétrico uniforme que tende a anular o efeito do cam o magnético terrestre. U.0 x 107 m/s. a roximadamente. E. 04) Se o elétron estiver se movendo no lano do f io. 32) Em qualquer situação. a força magn ca sobre o elétron.4 mT e di reção er endicular ao lano do fio. 21. c) Sobre os fios condutores a arecem forças re ulsivas. Com o circuito aberto. 02) O cam o magnético. são circunferências concêntricas com io e em lanos ortogonais. assinale o que for correto. caso exista.4 x 10-16N. A ermeabilid ade magnética do vácuo é de 4π x 10-7 T. sofrerá ação de uma força radial em direção ao fio. d) No onto B. 08) Se a velocidade do elétron for aralela ao fio e no sentido da corrente. orém de sentidos o ostos. F. devido à corrente. no onto P. Nessas condições. no onto P. d) geram um cam o magnético uniforme. Maringá-PR Um fio retilíneo longo trans orta uma corrente de 100 A.0 cm deste fio. Pelotas-RS Pedro realiza ex eriên– + cias no Laboratório de Física de sua esco la. b) No onto A. será er endicular à sua velocidade e ao cam o magnétic o. Pedro acha estranho que uma corrente elétrica ossa influenciar a orientação de um ímã. sofrerá ação de uma força de sentido contrário rente e de módulo 6. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Londrina-PR Dois longos fios condutores retilíneos e aralelos são ercorridos or correntes elétricas de mesma intensidade. você ex lica que as cargas elétricas em movimento no fio a) g eram um cam o magnético cujas oscilações rovocam desvios em todos os ímãs nas roximidade s do fio. U. 20. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. c) geram um cam o elétrico que interfere com o cam o magnético d a agulha. ao assar elo onto P. ele verifica que a agulha magnética orientase na direção Norte-Sul. U. Para ajudá-lo a com reende o que está acontecendo. rovocando o desvio da agulha. utilizando a montagem mostrada na figura abaixo. é correto afirmar: A I B I GABARITO a) Sobre os fios condutores a arecem forças atrativas.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . er endicularmente e em direção a este. e) Correntes elétricas em condutores não ge ram cam os magnéticos ao seu redor. que se encontra exatamente e ntre os dois fios.m/A. 16 Se a velocidade do elétron estiver dirigida ortogonalmente ao lano do fio. Um elétron (e = 1. numa direção er endicular ao condutor. e) geram um cam o magnético que se soma ao cam o magnético terrestre. assando em um onto P a 5. então o elétron não sofrerá desvio. tem módulo 0. 1) As linhas de indução magnética. Considerando qu e os fios estejam róximos um do outro.6 x 10-19C) está se movendo com veloci dade v = 1. de forma que a agulha tende a orientar-se er endicularmente a ele. a agulha movimenta-se e orientase.6 19. E. os módulos dos cam os magnéticos gerados elos dois fios condutores são somados. Fechando o circuito. o cam o magnético é nulo.

24. Quando um ímã é a roximado de uma es ira condutora mantida em re ouso. 23.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Ponta Grossa-PR Sobre um transformador ideal em que o número de es iras do enrolamento secundário é menor que o do enrolament o rimário. ter emos uma dd menor no enrolamento secundário. 16) A transferência de otência do enrolamento rimário ara o enrolamento se cundário não ocorre or indução. E ntretanto. a energia elétrica é transmitida do rimário ara o secundário. N ímã S i R bateria 7 Com base nessas informações. o agente que movimenta o ímã sofre o efeito a o avanço do ímã. ( ) A corrente elétrica é sem re a mesma nos e nrolamentos rimário e secundário. UFPR Sabe-se que em um transformador não há. assinale o que for correto: 01) A otência elétrica na entrada do enrolame nto rimário desse transformador é igual à otência elétrica na saída do enrolamento secund o. U. ( ) É a variação do fluxo do cam o magnético nos enrolamentos que ermite a transmissão da energia elétrica. d) o ímã é re elido ela bobina. de modo a ind uzir nessa es ira uma corrente contínua. O ímã e ina estão fixos nas osições mostradas na figura. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. E. ( ) A difere nça do otencial nos terminais do enrolamento secundário é sem re menor que a diferença de otencial nos terminais do rimário. está colocado um ímã. sendo a realização de trabalho de uma força que ara efetuar o deslocament do ímã. caracterizando o rincí io da conservação de en ergia. neces sariamente. é correto afirmar: ( ) A corr ente elétrica do enrolamento secundário não influi no funcionamento do rimário. 02) Se ligarmos os terminais do enrolamento rimário a uma bateria de 12 V. c) a força exercida ela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida elo ímã sobre a bo a. A artir dest es fatos e dos conhecimentos sobre eletromagnetismo. estão re rsentados uma bobina (fio enrolado em torno de um tub o de lástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. com os ólos norte (N) e sul (S) na osição indicada. 04) A energia no enrolamento rimário é igual à energia no enrolamento secundário. UFMG Na figura. Próximo à b obina. UF RS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo . ( ) O t ransformador só funciona com corrente elétrica variável. a) se o õe – necessária d) é favorável – desnecessária b) se o õe – desnecessária e – desnecessária c) é favorável – necessária IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .22. 08) As correntes nos enrolamentos rimário e secundário desse transformador são iguais. 25. é CORRETO afirmar que a) a bobina não exerce força sobre o ímã ) a força exercida ela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R. ligação elétrica entre o condutor do enrolamento rimário e o do secundário.

E. e) Em I. III vetor indução magnética. Os vetores v e B estão no lano XY. O B O’ Considere as seguintes situações: I. atravessarem o a el. imantamse e com ortam-se Fig. na região do cam o magnético. Figura I: Re resenta a d istribuição da limalha de ferro na folha de a el. Qual o módulo. na direção do eixo x . II e III. Pode-se afirmar que são corretas a enas: a) I e II b) III e IV c) I. A es ira assa a girar em torn o do eixo OO’ e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. Maringá-PR Uma carga Q = -3C desloca-se com velocidade v = 4 m/s. formando um ângulo de 30º com o cam o magnético B de intensidade 15 T. d) A enas em I e III. II linhas de indução de u ma região de cam o magnético sal icando limalha de ferro sobre uma folha de a el co locada horizontalmente. ercorrido or corrente contínua. existe um cam o magnético uniforme. Figura IV: Fazendo as es iras de um solenóide. I Fig. IV como equenos ímãs. 28. Analise as afirmações abaixo e as figuras ao lado. em Newtons. de intensidade B. II e IV 8 27. inicialmente em re ouso no lano da ágina. atravessa um edaço de a el e a limalha de ferro se arruma conforme a fi gura. Potiguar-RN Pode-se obter o as ecto das Fig. Figura III: Um fio. er endicular ao lano da ágina. ercorrido or corrente contínu a. alinhando-se com o Fig. colocada sobre um ímã em forma de bar ra. II. Em qu ais dessas situações ocorre indução de corrente elétrica na es ira? a) A enas em I. vê-se que a limalha de ferro forma linhas aralelas e eqüid istantes dentro do solenóide. da força magnética que atua na carga? 1 Dados: Sen 30º = 2 Cos 30º = 3 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. As artículas de ferro. II e III d) I. III. c) A enas em III. Na mesma região.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . UFRS A figura abaixo re resenta uma es ira condutora quadrada. U. colo cada sobre um ímã em forma de ferradura. b) A e nas em II.26. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético varia no tem o. U. Figura II: Re resenta a distribuição da limalha de ferro na folha de a el.

num alternador. b) um rego. o fenômeno de indução eletromagnética. num cabo de transmissão. (16) Os transformadores conv ertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. (04) A resistência elé de um cabo de transmissão é diretamente ro orcional ao seu com rimento e inversame nte ro orcional à sua área de secção transversal. em seguida em energia elétrica. ara a lâm ada funcionar. onde existe um ímã rmanente. a energia da queda d’água é transformada em energia cinét ica de rotação numa turbina. ode-se afirmar: a) A e nergia or unidade de tem o emitida ela lâm ada mostrada na figura I não de ende da velocidade da bicicleta. (02) A ener gia cinética de rotação da turbina é arcialmente transformada em energia elétrica. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFRN Numa usina hidrelétrica. e) uma caneca de alumínio. ara efeito da distribuição de energia em cabos de alta tensão. é diretamente ro orcional à sua resistência e invers amente ro orcional à corrente elétrica que o ercorre. e de uma arte móvel (rotor). c) uma lâmina de barbear. 3 0. onde é gerada a corrente elétrica. ara essa transformação. menor número de es iras na bobina rimária do que na bobina secundária. Num dínamo de bicicleta. d) A velocidade angular do rotor (figura II) tem que ser igu al à velocidade angular do neu da bicicleta (figura I). Os rincí ios físicos envolvidos na rod e distribuição de energia ermitem afirmar: (01) A queda d’água rovoca uma erda de ene rgia otencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. e finalme nte é distribuída através de cabos de alta tensão. 31. d) uma anela de ferro. Unifor-CE Um ímã.figura II – re resentação esquemática. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ e ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a fim de transitar à noite co m maior segurança. em dado instante. NÃO atrai a) uma arruela de ferro. a arte fixa (estator) é constituída de bobinas (es ira s). usando -se. que gira devido ao contato do eixo do rotor com o neu da bicicleta. (32) A erda de energi a elétrica. Pedro Pedreiro enfrenta com sereni dade a escuridão das estradas em sua bicicleta orque.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ figura I – arte dianteira da bicicleta lâm ada ¤ 29. UFRN Ao término da sua jornada de trabalho. c) A conversão de ene rgia mecânica em energia elétrica ocorre devido à variação tem oral do fluxo magnético nas s iras (figura II). (08) Os transformadores situados na u sina têm. do dínamo visto or dentro lâm ada dínamo P Q N bobinas (es iras) fixas S ímã rotor ( arte móvel) 9 Face à descrição acima e com o auxílio de conhecimentos de Física. ele colocou em sua bicicleta um dínamo que alimenta uma lâm ada de 12 V. o sentido co rreto da corrente elétrica induzida é do onto Q ara o onto P. com certez a. b) No instante re resentado na figura II.

colocados a pequena distância um do outro. são percorridos por correntes e létricas. (U. ( ) Um elétron. não altera o valor da corren te elétrica induzida. Salvador-BA Várias artículas idênticas. d) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o elétrico induzido variável. UFSE Dois fios condutores. ( ) O motor de um eletrodoméstico funciona quando ligado à t omada orque ocorre dissi ação de energia or efeito Joule. 2 e 3. que atua sobre o elétron. o ímã d o conjunto de es iras. o módulo da força centrípeta que age sobre cada partícula. b) a força magnética entre os condutores será sempr e de repulsão. ou afastado. e) não aparecerá força magnética entre os condutores. longos e p aralelos. é correto afirmar: a) Ao se a roximar o ólo norte do ímã das es iras. ( ) Quando dois ca acitores diferentes são ligados em aralelo à mesma bateria. surge em P (na extremidade das es iras) um ólo sul que tende a acelerar o ímã. Nesse ex erimento deve-se a roximar e N afastar. e) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o magnético induzido de intensidade variável. ( ) Dois fios metálicos a ralelos ercorridos or correntes de mesmo sentido se atraem orque cargas de si nais contrários se atraem. determine. GABARITO 35. o de maior ca acitância adquire maior carga orque a carga num ca acitor é igual ao roduto de sua ca acitância ela diferença de otencial entre suas lacas. Considere corretas as alternativas em que a justificativa ex lica a ro riadamente a situação. ( ) Um transformador funciona com corrente alternada orque a corrente no rimário roduz um fluxo magnético variável que gera uma força eletromotri z induzida no secundário. sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme de intensidade 2 — 10–1 T. 1 2 3 c) no ponto 2. 10 34. continuamente. exa mine a situação física descrita em cada alternativa e a justificativa (em negrito) que a segue. E.32. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Nessas c ondições. em 10–15 N. sofre a ação de uma força er endicular à sua velocidade orque a corrente no fio roduz um cam o magnético ao seu redor. d) a força nética entre os condutores será de atração se as correntes forem de sentidos opostos. c) A velocidade com que o ímã é a roximado. a corrente elétrica induzida será máxi a. 2. U. 3 e 4 nas proximidades dos ímãs. UFPR Considerando os conceitos e a licações da eletricidade e do magnetismo. ao assar róximo de um fio ercorrido or uma corrente. com carga elétrica igual a 8 — 10–19 C cada se movem em trajetória circular com velocidade de módulo constante e igual a 3 — 105 m/s. b) nos pontos 1. e os pontos 1. É correto afirmar que a) a força magnética entre os condutores será de atração se correntes forem de mesmo sentido. Unifor-CE No esquema estão representadas as posições relativas de dois ímãs idênticos c m pólos nas extremidades. 36. 4 e) no ponto 4. o campo magnético gerado por esses ímãs pode se r nulo SOMENTE a) nos pontos 1 e 3. Considera ndo apenas os quatro pontos indicados. b) Ao se osicionar o ímã mu ito róximo das es iras. Londrina-PR) O ex erimento ao lado ode ser usado ara roduzir ene rgia elétrica. S 33. Q a roximando-o da es ira.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . d) nos pontos 2 e 4. Quanto a esse P ex erimento. mantendo-o A nessa osição. c) a força magnética entre os condutores será sempre de atração.

39. 38. é sempre uma circunferência. conduzindo corrente elétrica i.Eletromagnetismo . b) crescente. uma corrente elétrica é in duzida através dele quando ele é submetido a um campo a) magnético variável e paralelo a o plano do condutor. d) perpendicular ao plano da figura e para fora.37. B(T) 4 → B → 11 0 2 4 6 8 10 12 t(S) 4 É correto afirmar que a f. como mostra a figura. ( ) A trajetória descrita por uma partícula carregada. Um próton mo ve-se com velocidade v. ( ) A força exercida pelo campo magnético sobre uma partícula que se move no int erior é sempre perpendicular à sua velocidade. perpendicular ao plano de uma espira circ ular. b) par alela ao plano da figura e para a esquerda. conforme indicado.m induzida na espira é a) crescente. apenas no intervalo de 6 s a 8 s. A força magnética que age sobre o próton é v +q i a) paralela ao plano da figura e para a direita. no intervalo de 4 s a 6 s. c) perpendicular ao plano da figura e para dentro. no plano da figura. b) magnético constante e perpendicular ao plano do condutor. perpendicularmente e para fora do plano da figura. no interior de um campo magnético. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Unicap-PE ( ) As regiões de um ímã onde as ações magnéticas são mais intensas denomi -se pólos magnéticos. → A intensidade do vetor B varia com o tempo de acordo com o gráfico abaixo. PUC-RS O fenômeno da indução eletromagnética é us ado para gerar praticamente toda a energia elétrica que empregamos.e. e) dec rescente no intervalo de 6 s a 10 s. UFS E Aplica-se um campo de indução magnética B. nos intervalos de 0 a 4 s e 10 s a 12 s. ( ) Dois f ios longos percorridos por correntes de mesmo sentido experimentam uma força repul siva. PUC-RS A figura abaixo representa um fio metálico longo e retilíneo. e) elétrico constante e perpendicular ao plano do conduto r. d) decrescente. apenas no intervalo de 0 a 4 s. c) magnético variável e não-paralelo ao plano do condutor. d) elétrico constante e paral elo a plano do condutor. 40. c) nula. Supondo-se um condutor em forma de espira retangular contido num plano. ( ) O módulo do campo magnético representa a força que atua em uma c arga de prova por unidade de velocidade. e) nula.

Avançar .

41. se os fios a serem torc idos forem percorridos por correntes de a) mesmo valor e mesmo sentido.o dobro . b) se magnetiza e o pólo norte é o la do PQ. Unifor-CE A experiência de Oersted comprovou que a) dividindo-se um ímã ao meio. a tela fluorescente de um televisor. 44.o dobro R c) o dobro .a metade x V x x x 43. juntos. com correntes em sentidos opo stos. em x x x x B seqüência. b) mesmo valor e sentidos contrários. Por exemplo. existe um campo elétrico e um campo magnético. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . os fios que transportam correntes elét ricas. e) dois fios paralelos. e) se magnetiza e o pólo norte é o lado NP. d) valore s diferentes e mesmo sentido. para se evitarem efeitos magnéticos em pontos distantes do equipamento. Esses ef eitos magnéticos indesejáveis serão evitados com maior eficácia. c) uma carga elétrica em movimento cria em torno de si um c ampo magnético. c ada metade constitui um pólo magnético.o dobro x x x x b) o dobro . A alternativa que completa o enunciado acima. Acafe Uma partícula eletrizada negativamente descreve um movimento circular un iforme de raio R em um campo magnético uniforme.o dobro . UFRN Em alguns equipamentos eletroeletrônicos costuma-se torcer. Potiguar-RN Com base nos estudos da teoria eletromagnética . é: V V a) a metade . senão ocorreriam distorções ou interferências na imagem. como mostra a figura. c) valores diferentes e sentidos contrários. d) Car gas elétricas em movimento geram um campo magnético. d) se magnetiza e o pólo norte é o la do MN. UFSE Uma chapa de ferro quadrada é submetida a um campo magnético uniforme de → in dução B. perpendicular ao plano da página. M N É correto afirmar que a chapa a) não se magnetiza.a metade V e) a metade . d) uma carga elétrica sofre desvio quando se desloca num campo magnéti co. b) um campo magnético é capaz de acelerar uma ca rga elétrica estacionária. c onforme o esquema abaixo. na mesma direção do campo. Para que a partícula descreva o movimento circular unifo rme de raio 2R é necesário que tenha ————— da massa ou ————— do módulo da velocidade ou ain ga elétrica.o dobro x x x x d) o dobro . na qua l incidem elétrons. ond e há outros dispositivos. c) se magnetiza e o pólo norte é o lado QM. b) Imantar um corpo é fornecer elétrons a um de seus pólos e prótons ao outro. 45. c) Ao edor de qualquer carga elétrica. B Q P 12 42. não deve sofrer influência magnética das correntes que fluem em outr as partes do aparelho.o dobro . assinale a opção que apresenta a afirmativa correta: a) É possível isolar os pólos de um ímã.o dobro . U. se atraem.Eletromagnetismo Avançar .a metade .

47. (16) O sentido d a corrente induzida enquanto a espira está entrando na região do campo magnético. mas a direção e se ntido mudam a cada instante. (64) As correntes induzidas que aparecem na espira têm sempre o mesmo sentido. a força magnética fará com que elas descrevam um movimento circular uniforme. Ao oscilar. (08) A espira levará menos t empo para atingir o repouso. c) Somente IV é correta. e) Todas são falsas. UFSC Uma espira retangular de fio condutor é posta a oscilar. II e III são corret as. a espira não sofre rot ação (o plano da espira é sempre perpendicular ao campo magnético) e atravessa a região do campo magnético nos dois sentidos do seu movimento. como resposta. IV. d) Todas são corretas. (02) O campo magnético não influencia o movimento da espira. UFMA Um a partícula. Voltar FÍSICA .Eletromagnetismo Avançar . x x x x x x x x x x x x x x x x B 13 Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): (01) Como a espira recebe energia do campo m agnético. A força magnética fará com que a partícula descreva um movimento circular. com carga q é lançada em → uma região com campo magnético uniforme (B) e → vel dade v como mostra a figura abaixo. é opos to ao sentido da corrente induzida enquanto a espira está saindo da região do campo magnético. (04) Parte da en ergia mecânica será convertida em calor por efeito Joule. podemos afirmar que: I. II. → q GABARITO → → v B Em relação ao efeito do campo magnético sobre a partícula quando se movimenta nessa região . Dê. ela levará mais tempo para atingir o repouso do que se oscilasse na ausência dos ímãs. pois será freada pelo campo magnético. b) Somente I. III. A força magnética tem direção perpendicular à direção da v cidade. no ar. O módulo da velocidade mantém-se constante. conforme está representado na figura abaixo. atravessa ndo em seu movimento um campo magnético uniforme.46. Se a carga q é lançada com velocidade v perpendicular a B. a soma das alternativas corretas. perpendicular ao seu plano de os cilação. (32) Os valores das correntes induzidas não se alteram se substituímos a es pira retangular por uma espira circular. cujo raio seja a metade do lado maior d a espira retangular. IMPRIMIR Em relação às afirmativas acima: a) Somente I é correta.

IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . um campo magnético de inhas de f uxo circu ares. para dentro da fo ha de pape . VPQ = VP – VQ > O. (16 ) Na situação mostrada na figura. UFBA A figura abaixo mostra a seção frontal dos pólos norte (N) e sul (S) de um ímã. acima de CD. orientada para dentro dessa fo ha. (02) O segmento AB está submetido a uma força agnética perpendicu ar ao p ano da fo ha de pape . com o resposta. N A B P 14 L Q C S D M De acordo com a situação descrita. submetida a uma difer ença de potencial entre os pontos P e Q. no fio CD.E etromagnetismo Avançar                      . o que corresponde ao princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua. A espira é percorrida por uma corrente i. Dê. haverá uma corrente e étrica induzida. e ntre os quais se encontra uma espira condutora retangular. abaixo de CD. com centro em CD. as quais são orientadas. (04) A corrente i gera. a soma das a ternativas corretas.48. no qua B é a intensidade do campo magnético devido ao ímã e λ é o comprimento do fio AC. (32) À medida que a espira gire. devido à ddp VPQ e pode girar livremente em torno do seu eixo cent ral LM. é correto afirmar: (01) O segmento AC da espira está submetido a uma força magnética de módulo Biλ. para fora da fo ha de pape e. (08) As forças magnéticas q ue atuam nos segmentos AB e CD evam a espira a girar em torno do segmento LM. o f uxo do campo magnético gerado pe o ímã através da esp ra é nu o.

a em movimento uniforme com ve ocidade v = 2. a direção da agu ha de uma bússo a.49. A área do circuito é perpendicu ar ao campo de indução magnética uniforme B.00 Ω. Desprezando-se os efeitos d o campo magnético terrestre. como na figura abaixo desenhada no p ano. ITA-SP Uma barra metá ica de comprimento L = 50.150 T 0.200 T 0. uma corrente que entra nesse p ano. sendo de 3. o módu o de B é: 15 a) b) c) d) e) 0.00 m/s.100 T 50. passa uma mesma corrente que sai do p ano do pape e pe o terceiro (X). Por dois de es (•). co ocada eqüidistante de es.75 10–3 N a intensidade da força con stante ap icada à barra. Fuvest-SP Três fios verticais e muito ongos atravessam uma superfície p ana e h orizonta .0 cm faz contato com um circui to. Nessas condições. Vo tar FÍSICA . A resistência do circuito é R = 3. para mantê. nos vértices de um triângu o isósce es.300 T 0.225 T 0. fechando-o. seria me hor representada pe a reta GABARITO IMPRIMIR a) b) c) d) e) A A’ B B’ C C’ D D’ perpendicu ar ao p ano do pape .E etromagnetismo Avançar                             .

conforme a figura abaixo. p enetre em uma região do espaço onde exista um campo magnético B0. UFMT Suponha que uma partícu a. a esfera foi ançada a                    . V0 B0 Qua dos gráficos abaixo me hor representa o módu o da ve ocidade V da partícu a em fu nção do tempo t após a mesma ter penetrado na região onde existe o campo magnético: (01) (01) V (02) (02) V (04) (04) V 16 (08) V0 V0 V0 t (08) V t (16) V t (16) V0 V0 t t Dê. contida no p ano da página. com ve ocidade V0. 52. como resposta. perpendicu armente. como mostram as figuras a seguir: +++++++++++++++ d/2 v d E Terra B v g v GABARITO d/2 A primeira figura esquematiza um capacitor cuja distância entre as p acas é d e a es fera foi ançada a uma distância d/2 de cada p aca. num campo gravitacion a e num campo magnético.51. constante e perpendi cu ar ao p ano da página. a soma das a ternativas corretas. UFGO Uma esfera de massa m e carga q<0 é ançada. num campo e étrico. Na segunda.

gravita que o campo. próxima da superfície da Terra.E etromagnetismo Avançar     ( ) Para a situação acima. a força tem a mesma direção po os campos e étrico e gravitaciona indicados ona devida a e es tiverem a mesma intensidade. ciona e magnético. eti íneo uniforme. ( ) As trajetórias seguidas pe as esfe ras em cada um dos campos são as indicadas nas figuras abaixo: g parábo a E parábo a semicírcu o B IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) O traba ( ) Para os campos e étrico.uma distância d. pe a força e étrica foi qEd. o traba ho rea izado ho rea izado pe a força gravitaciona foi mgd. ( ) Se atuarem ao mesmo tem acima e as forças e étrica e gravitaci a esfera descreverá um movimento r                   .

55.10–5 T 3. é correto afirmar que: 01) a ca acidade resultante de ende dos valores numéricos de K2 e K3 . UEMS A figura representa uma espira circu ar de raio 4p cm. 02) a equação dimensional da energia armazenada no ca acitor C2 é dada or [L]2 [M] [T]-2 04) a energia fornecida elo gerador de força eletromotriz é igual à soma da ene rgia dissi ada nos condutores e à soma das energia armazenadas nos ca acitores C1. 17 GABARITO Sendo K2 e K3 constantes dielétricas e des rezando-se os efeitos de borda. 16) se C2 e C3 forem idênticos e K2 e K 3 reencherem todo o es aço entre as lacas dos ca acitores.10–5 T 5. ficam associados em aralelo entre si. U.10–5 T 54.0 Ampéres. no sentido horário.10–7 Tm A i a) b) c) d) e) 4. lo go. Maringá-PR Considere a associação de ca acitores re resentada na figura abai xo.5. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 08) C2 e C3 estão submetidos a uma mesma diferença de otencial elétrico.53. então. Qua a intensidade do ve tor indução magnética no centro da espira? µ0 = 4π. se K3 > K2. C2 e C3.10–5 T 2. E.10–5 T 2. re resentado na figura abaixo : + + + + + + + + + + A – – – – – – ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a ca acitância de C3 será maior que C2. percorrida por u ma corrente de intensidade 4. UFPR Considere um ca acitor com osto or duas lacas condutoras aralelas q ue está sujeito a uma diferença de otencial de 100 V.

0 µC. ( ) Se a ca acitância deste ca acitor for igual a 1.– – – – B É correto afirmar: ( ) O otencial elétrico na laca A é maior que na laca B. ( ) Se a distância entre as lacas for reduzida à metade. a c a acitância do ca acitor irá du licar. a carga elétrica em cada laca te rá módulo igual a 10. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) Ent re as lacas há um cam o elétrico cujo sentido vai da laca B ara a laca A.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) Este ca acitor ode ser usado como um ele mento ara armazenar energia. será ace lerado em direção à laca A.00 µF. ( ) Um elétron que estiver localizado entre as lacas.

são. Sabendo-se que a força magnética equilibra o eso da artícula. 58. com velocidade V er endicular ao vetor indução magnética B. ode-se afirmar que a velocidade da artícula tem direção: B P IMPRIMIR a) b) c) d) e) horizontal e sentido ara a direita. As condições que ermitem que se anule o cam o de indução magnética no centro d a es ira.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido anti-horário. com um equeno orifício ao longo de seu eixo. é constituído or a) ) I e II c) II e III d) I e III e) I. res ectivamente GABARITO a) b) c) d) e) (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido horário. Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocida de V. (i1 / i) = 2 e a c orrente na es ira no sentido horário. encontra-se um longo ímã B. vertical e sentido ara cima. vertical e se ntido ara baixo. ode de slocar-se sem atrito sobre uma fina barra de lástico horizontal. Fuvest-SP Um ímã cilíndrico A. em função da osição x de seu centro P. o conjunto de todos os gráficos que odem re res entar a velocidade V do ímã A.56. cujo ólo S encontra-se muito longe e não está re resentado na figura. desde que er endicular ao vetor B. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido anti-horário. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido ho rário. A uma distância 2 R de seu centro encontrase um condutor retilíneo muito longo que é ercorrido or uma corrente i1 (conforme a figura).UEMS Uma artícula carregada negativamente movimenta-se no cam o magnético mostra do na figura. Voltar FÍSICA . II e III 57. qualquer. horizontal e sentido ara a esquerda. da esquerda ara a direita. 18 Des rezando efeitos dissi ativos. ITA-SP Uma es ira circular de raio R é ercorrida or uma corrente i. Próximo à barra e fi xo verticalmente.

(16) a artícula III ossui carga negativa. então esse cam o ma gnético rovocará uma força magnética sobre esses íons. está na direção er endicular ao lano da ágina. é correto afirmar que (01) a artícula I ossui carga negat iva. Na figura. II e III enetram nessa região. De ois de alguns instantes. (04) a artícula II não ossui carga elét rica. Em uma secção reta do tubo assam 5 X 1016 íons or segu ndo. ( ) se a corrente elétrica no tubo for aumentando gradualmente. res ectivamente. B VI E VII VIII resentes cam os elétrico (E) e magnético ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . temos (B) conforme a figura abaixo. uma corre nte elétrica no anel de cobre. gerado ela corrente elétrica dos íons .Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ A artir desses dados. cujo raio médio é r. U. constituído de íons (cada um deles ortando uma carga elétrica ositiva i gual a 1. v O v r GABARITO A IMPRIMIR Voltar FÍSICA .Três artículas I. ( ) o cam o magnético no interior do anel. A arte curva é de for ma circular. surgirá. UFMS Em uma certa região do es aço. ode-se afirmar que: ( ) a corrente elétrica i no tubo é de 8 mA. vII e vIII. ( ) se um cam o magnético externo f or a licado na arte reta do tubo. as trajetóri as das três artículas são as mostradas na figura abaixo.6 X 10–19C). no sentido horário. Os íons se deslocam no tubo com velocidade constante v. na mesma direção de seu movimento. (02) a artícula I ossui carga ositiva. vindas da esquerda da ágina. 60. na direção do movimento dos íons.Católica-GO Um gás monoatômico. or indução. I B E II 19 III Com base nessas informações. com sentido enetrando nela. a soma das alternativas corretas. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ 59. com vel ocidades vI. (08) a artícula III ossui carga ositiva. Dê. A re resenta um anel circular de cobre. como res osta. flui or um tubo cuja forma se acha esquematizada na figura dada.

e) a indução eletromagnética e o movimento oscilante dos ortad ores de carga elétrica. (04) as direções de movimento do elé n e do nêutron serão desviadas ara baixo da direção horizontal. mas só funcionam em corrente alternada. entre nessa câmara onde o sentido do cam o é dado na figura abaixo. 63. ( ) Conectando-se uma ilha a um solenóide. que fica marcada no va or que reench e a bolha. qu e um feixe de artículas. Dê. enqua to que a direção de movimento do elétron não será alterada. com osto or elétrons e nêut rons.61. Nesse sis tema odemos desconsiderar a atuação da força eso sobre as artículas. ermitindo a adequação do s valores da intensidade da corrente transmitida e reduzindo erdas or efeito J oule. c) a indução eletrostática e o movimento oscilante dos ortadores de carga elétrica. desl ocando-se na direção horizontal da esquerda ara a direita. Su onha. Os transform adores odem aumentar ou diminuir a tensão a eles fornecida. é a licado um cam o magnético homogêneo de intens idade conhecida e direção er endicular ao lano de trajetória das artículas. gerada em usina s elétricas. Sobre esse tema. então. res ectivamente. Como a intensidade do cam o do ímã ermanente é constante. como res osta. São Carlos-SP No final do século XIX. enquanto que a direção de movimento do elétron será desviada ara cima da direção horizontal. todas com a mesma velocidade (módulo. em detrimento d a corrente contínua. uma dis uta tecnológica sobre qual a corrente e létrica mais adequada ara transmissão e distribuição da energia elétrica. Com relação à tr ajetória das diferentes artículas atômicas que com õem o feixe. a) a conservação da carga e o movimento oscil ante dos ortadores de carga elétrica. UFMS A câmara de bolhas é um dis ositivo muito usado em laboratórios ara identifi car artículas atômicas através de sua trajetória. UFMT A relação fenomenológica entre correntes elétricas e cam os magnéticos se constitui numa das bas es rinci ais de toda a tecnologia contem orânea. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . direção e sentido). sur girá em torno deste um cam o magnético semelhante ao cam o gerado or um ímã ermanente. 62. é correto afirmar que B Fexe de artículas 20 Sendo dado: m NÊUTRON ∼ 1840 m ELÉTRON carga ELÉTRON = – e ∼ – 1. a soma das alternativas corretas. Um dos fatores decisivos ara essa escolha foi a ossibilidad e da utilização de transformadores na rede de distribuição de eletricidade.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a corrente tam bém não variará com o tem o. d) a indução eletromagnética e o movimento contínuo de orta dores de carga elétrica. F. (02) a direção de movimento do on será desviada ara baixo da direção horizontal. Para se arar as artículas. haverá o a arecimento de u ma corrente. (16) os raios de curvatura das trajetórias do elétron e do nêut ron são iguais. julgue as afirm ativas como verdadeiras ou falsas. tornou clara a vantagem do uso da corrente alternada. U. ( ) Somente haverá o a arecimento de um cam o magnético nas i mediações de um solenóide se este for alimentado or uma corrente alternada. O rincí io físico em que se baseia o fu ncionamento dos transformadores e a característica da corrente alternada que satis faz a esse rincí io são. b) a indução eletrostática e o movimento contínuo d os ortadores de carga elétrica.6 X 10–19 C carga NÊUTRON (01) a direção de movimento do nêutron será desviada ara cima da direção horizontal. (08) a direção de moviment do elétron será desviada ara baixo da direção horizontal e a direção de movimento do nêut ermanecerá inalterada. ( ) Se no interior de um solenóide houver um ímã ermanente.

u ndo o ponteiro se desloc p r es uerd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. temos: θ = 45° ) F ç o di gr m d s forç s ue gem so re rr . B1 e B2 são du s o in s enrol d s num núcleo de ferro doce e G é um g lv nômetro lig do os termin is de B2 ue. K é um ch ve. P r i = 2 A. em ue e é um teri de tensão con st nte. ) logo em seguid volt à posição cen r l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . ) C lcule intensid de d forç m gnétic ue tu so re rr . i i fio fio fio B Vist de frente B Vist de l do 21 Ao circul r um corrente i pelo l nço.64. com o ponteiro n posição centr l. c) C lcule intensid de d indução m gnétic B. Unicam -SP Uma barra de material condutor de massa igual a 30 g e com riment o 10 cm. Vunesp A figur represent um d s experiênci s de F r d y ue ilustr m indução eletrom gnétic . é colocada no interior de um cam o magnético. O ângulo depende d intensid de d c orrente i. d) p r es ue rd com um oscil ção de fre üênci e mplitude const ntes e ssim se m ntém té ch ve se deslig d . o ponteiro do g lv nômetro se desloc p r direit e ) ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . este se inclin . u ndo o ponteiro se desloc p r es u erd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. sus ensa or dois fios rígidos também de material condutor e de massas des rezíveis. re resentado na figura abaixo. u ndo o ponteiro volt se d esloc r p r direit por lguns inst ntes e volt à posição centr l. u ndo o ponteiro volt à posição centr l. in dic corrente elétric de intensid de nul . e) p r es uerd com um osci l ção cuj fre üênci e mplitude se reduzem continu mente té ch ve ser deslig d . Volt r FÍSICA .Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ θ i rr rr ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ . c) logo em seguid volt à pos ição centr l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . form ndo um ângulo com vertic l (como indic do n vist de l do). 65. GABARITO IMPRIMIR Qu ndo ch ve K é lig d . u n do o ponteiro volt à posição centr l. formando o chamado balanço magnéti co.

0 X 103 V. é proporcion l o produto do número de espir s por un id de de comprimento pel corrente ue circul n espir . são produzidos íons de m ss M e c rg + . 68.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ .1 m e = 1. em unid des de m ss tômic (um ). percorrendo um fio retilíneo longo.6 X 10–19 C. celer dos devido um diferenç de potenci l U. N fonte F. con forme ilustr figur . Qu l(is) d (s) firm ção(ões) seguinte(s) justific (m) esse f to? primário secundário Núcleo de ferro IMPRIMIR (01) (02) (04) (08) Existe um fluxo m gnético no secundário.5 V serem li g d s o primário de um pe ueno tr nsform dor. UFGO C mpos m gnéticos podem est r presentes de form n tur l em lguns m teri is. Em seguid . ( ) intensid de do c mpo m gnéti co. UFMS Após du s pilh s de 1. não h verá volt gem induzid no secundário. cujo pl no é perpendicul r o c mpo B. d uirindo um velocid de d d (2 U) 1/2 . ue são inseridos em um região onde existe um c mpo elétrico → uniforme E. então. região de c mpo elétrico uniforme tr jetóri 22 U F E região de c mpo elétrico uniforme r j nel de inspeção GABARITO 67. de direção perpe dicul r o pl no dest folh de p pel e sentido p r for dest págin . os íons penetr m pel expressão v = M → em um região onde existe um c mpo m gnético uniforme B. sendo. r = 0. UnB-DF A figur ixo mostr o es uem de um espectrômetro de m ss ide liz d o por Dempster. c so exist . como respost . som d s lt ern tiv s corret s. ( ) forç eletromotriz induzid é invers mente proporcion l o interv lo de tempo em ue há v ri ção de fluxo m gnético. Um corrente c ontínu não produz c mpo m gnético no núcleo de ferro. c r reg ndo um ímã com o pólo norte volt do p r um espir circul r e c minh ndo. é diret ment e proporcion l o v lor d corrente i. S endo ue o módulo d forç m gnétic ue tu so re os íons é d do pel expressão F = vB e consider ndo U = 5. Consider ndo-se ger ção ou v ri ção destes no tempo. no sentido horário. em direção el . o serv rá. o surgimento de um corrente induzi d . B = 0. Dê. o long o de seu eixo. m s ele não v ri com o tempo.6 X 10–27 kg e despreze p rte fr cionári de seu result do. c lcule. ger do por um corrente i. nest . O c mpo m gnético cri do n o in primári não tr vess o secundário. (16) O número de pilh s no primário não é su ficiente p r o surgimento d volt gem induzid . descrevend o um tr jetóri → semi-circul r de r io r. P r isso.66. considere 1 um = 1. ou podem ser ger dos por meio d circul ção de correntes elétric s em condutores. ( ) um o serv dor. conforme mostr figur ixo.5 T. O número de espir s d o in do secundário não é sufi nte p r o surgimento d volt gem induzid . Esse p relho foi us do p r medir m ss de íons. Volt r FÍSICA . no interior de um solenóide. ( ) intensid de do c mpo m gnético. m ss M de um dess es íons.

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( ) P rtícul s elet riz d s são c p zes de inter gir com um c mpo elétrico. ( ) Num certo inst nte. de mesmo sentido. com velocid de de 2 km/s. um p rtícul mic roscópic . são circunferênci concêntric s com o condutor.5 V. p r lel m ente um c mpo m gnético de 5 T. com c rg de 1mC se desloc no vácuo. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . desprez d s u is uer outr s inter ções. 23 70. UFGO O funcion mento de um ger dor elétrico tem por se o movimento rel tivo entre um ímã e um o in . O módulo d forç m gnétic ue tu n c rg nesse in st nte v le 10 N. Considere um ímã proxim ndo-se de um o in form d por N e spir s de um fio condutor. ( ) As linh s do c mpo de indução m gnétic . como represent do n figur . ( ) Por dois fios retilíneos e p r lelos p ss m corrent es elétric s idêntic s. desde ue estej m em movimen to rel tivo à fonte do c mpo. um estud nte precis de 6 V. ( ) terá intensid de proporcion l N. S N i R GABARITO A corrente elétric induzid n o in ( ) cri um c mpo m gnético ue se opõe à v ri ção d fluxo m gnético tr vés del . ger do pelo co njunto dess s correntes num ponto e uidist nte os fios. Neste c so. m s dispõe de pen s du s pilh s de 1. U. Ele pode resolver o pro lem utiliz ndo um tr nsform dor de volt gem com rel ção de 2 : 1 entre s o in s do primário e do secundário. ( ) terá seu sentido invertido u ndo o ímã estiver s indo l . ( ) depende d v elocid de de proxim ção do ímã. é nulo. O c mpo m gnético result nte. ( ) P r f zer funcion r um rin uedo. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .69. forç m gnétic sofrid pel p rtícul é sempr e perpendicul r o seu vetor velocid de. como o tr nsform dor 220 V – 1 10 V de su c s .C tólic -DF As firm ções seguir enfoc m spectos v ri dos de fenômenos estud do s pelo Eletrom gnetismo. produzid s n s vizinh nç s de um condutor retilíneo gr ç s à corrente elétric ue o percorre.

( ) Nesse sistem estão presentes pelo menos 6 form s de energi : cinét ic . sonor e térmic .Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . produzindo som. M T C A m F S B I + 24 ( ) Qu ndo pert mos o interruptor. o solenóide deix de tr ir rr de ferro e el volt p r posição de repouso pux d pel mol m. ( ) En u nto corrente está circul ndo. pert mos o interruptor. o m rtelo descreve um movimento uniforme. potenci l elástic . Com isso. circul um corrente no sentido nti-horário. tr i rr de ferro F e o m rtelo M ue te no tímp n o T. devemos ument r o t m nho d s espir s do solenóide. ( ) N volt p r posição de repouso.71. o u sej . Qu ndo o m rtelo se move p r frente. um corrente p ss circul r no solenóide S e el e se torn um ímã. Qu ndo fech mos ch ve I. m gnétic . extremid de A do solenóide é um pólo sul e extremid de B é um pólo norte. UFGO A seguir temos o es uem de um c mp inh . IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . Com isso. ch ve C é ert e corrente cess . elétric . ( ) P r ument rmos intensid de do c mpo m gnético f orm do en u nto corrente está circul ndo.

D 50. C 54. –1. B 46. B 66. 08 17. 01 69. 40. C 30. C 21. 6.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O C E C C 45 ) u ndo i1 e i2 tiverem mesmo sentido ) u ndo i1 e i2 tiverem sen tidos opostos 7. D 45. B 18. V-F-F-V-V 33. V-F-V-V 68. V-F-F-V-V-V 56. B 58. D 57. A 26. V-V-F-F 61. 28 47. 3. 1 + 4 25. V-F-V-F-V 53. 48 35. C 1. C 48. E 42. 90 N 29. A 12. C 8. D 28. B 9. E 20. V-F-F-V-F IMPRIMIR Voltar FÍSICA . A 37. ) → T → 1 G A B A R IT O → Fm g P ) Fm = 3 — 10–3 N c) B = 1. 5. B 11. 15 31.5 T 65. E 32. A 15. A 51. D 27.Eletromagnetismo Avançar ¡ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  . V-F-F-F-V 41. C 39. 25 67.2 V 16. D 59. 2. F-V-V-F-F 24. B 10. V-F-F-F-F 70. VV-V-V 71. B 23. D 38. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 55. D 13. B 19. 08 62. 08 52. 13 60. 1 + 2 + 16 + 32 22. C 44. B 14. C 36. E 64. C 43. 4. 4 + 8 + 16 + 32 49. V-F-F 6 3. E 34.