60864737-Fisia-Geral-A

FÍSICA CINEMÁTICA: MOVIMENTO UNIFORME E MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO REFLEXÃO LUMINOSA – ESPELHOS REFRAÇÃO LENTES CINEMÁTICA VETORIAL: MOVIMENTO

CIRCULAR, QUEDA LIVRE, LANÇAMONTO E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES ÓPTICA EQUILÍBRIO ONDAS E M.H.S. TRABALHO E ENERGIA ELETROSTÁTI CA IMPULSO – QUANTIDADE DE MOVIMENTO – COLISÃO GRAVITAÇÃO ELETROMAGNETISMO HIDROSTÁTICA TER OLOGIA, DILATAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR TERMODINÂMICA ELETROSTÁTICA ELETRODINÂMICA IMPRIMIR Voltar

F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O r 1. UESC-BA Um carrinho de massa m, arremessado com velocidade V contra uma mol a, produz, nessa, uma deformação Dx. r Utilizando-se o sistema internacional de unid ades, as grandezas m, V e ∆x, referidas no texto, são expressas, respectivamente, em : 1) quilograma, centímetro por segundo e centímetro; 1 2) grama, metro por segundo e metro. 3) quilograma, metro por segundo e metro. 4 ) grama, centímetro por segundo e centímetro. 5) quilograma, quilômetro por hora e qui lômetro. 2. U. Católica Dom Bosco-MS A palavra grandeza representa, em Física, tudo o que pode ser medido, e a medida de uma grandeza física pode ser feita direta ou in diretamente. Entre as várias grandezas físicas, há as escalares e as vetoriais. A alte rnativa que apresenta apenas grandezas escalares é: a) temperatura, tempo, quantid ade de movimento e massa. b) tempo, energia, campo elétrico e volume. c) área, massa , energia, temperatura e impulso. d) velocidade, aceleração, força, tempo e pressão. e) massa, área, volume, energia e pressão. 3. UFR-RJ Leia atentamente o quadrinho abaix o: GABARITO Com base no relatório do gari, calcule a ordem de grandeza do somatório do número de f olhas de árvores e de pontas de cigarros que ele recolheu. IMPRIMIR 4. FEI-SP O perímetro do Sol é da ordem de 1010 m e o comprimento de um campo de fut ebol é da ordem de 100 m. Quantos campos de futebol seriam necessários para dar uma volta no Sol se os alinhássemos: a) 100.000 campos b) 10.000.000 campos c) 100.000 .000 campos d) 10.000.000.000 campos e) 1.000.000.000 campos Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

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5. PUC-RS O tempo é uma das grandezas físicas fundamentais e sua medição ou contagem é dec isiva na descrição da maioria dos fenômenos. Relógios atômicos e cronômetros precisos, em m itos casos, não bastam para medir o tempo: deve-se empregar, também, um calendário. Po r calendário, entende-se um conjunto de regras utilizadas com a finalidade de agru par os dias para facilitar a contagem do tempo. Nosso calendário, e de grande part e do mundo, é o Gregoriano, instituído no pontificado do papa Gregório XIII, a partir do ano de 1582. O principal objetivo do Calendário Gregoriano era fazer coincidir o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de março, pois esta data s ervia (e serve) como referência para determinar a Páscoa. Algumas das regras emprega das no Calendário Gregoriano são: • mantém-se a Era Cristã, que já havia sido adotada no an de 525 da referida era, e que tem no nascimento de Cristo o início de sua contage m, com o primeiro ano sendo o ano um (o ano imediatamente antes foi designado um antes de Cristo e não existiu o ano zero); • omitiram-se dez dias no mês de outubro d e 1582, de modo que a quinta-feira, dia 4, seguisse a sexta-feira, dia 15 (com i sso se recoincidia o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de ma rço); • os anos da Era Cristã múltiplos de 100 (anos centenários) deixariam de ser bissext os, exceto quando fossem também múltiplos de 400 (com isso, retirava-se um dia a cad a 100 anos e adicionava-se um dia a cada 400 anos, permitindo uma melhor aproxim ação entre as datas do Calendário e os eventos astronômicos). Com base nessas informações, feitas três afirmativas: I. O ano de 1600 e o ano 2000 são bissextos. II. O Terceir o Milênio da Era Cristã iniciou no dia 1º. da janeiro do ano 2000. III. O Terceiro Milên io da Era Cristã iniciará no dia 1º. de janeiro de 2001. Analisando as afirmativas aci ma, conclui-se que: a) somente I é correta; d) I e II são corretas; b) somente II é co rreta; e) I e III são corretas. c) somente III é correta; 6. I.F. Viçosa-MG Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas c arteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a p rova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do a luno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na supe rfície da Terra. GABARITO

b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em re lação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nen referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação aos meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um r eferencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 7. U. Católica-DF Para buscar um vestido, Linda tem que percorrer uma distância total de 10 km, assim distribuída: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos próximos 5 km, supondo pista livre, gastará 3 minutos. No per curso restante mais 6 minutos, já que se trata de um caminho com ruas muito estrei tas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual será sua velocidade média ao longo de todo o percurso? a) 50 km/h d) 11 m/s b) 1,2 km/h e) 60 km/h c) 20 m/s IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

8. FEI-SP Devido às chuvas, a vazão de água em um rio em função do tempo obedece ao gráfico abaixo. À jusante do rio existe uma usina hidrelétrica com uma represa de capacidade total de 500.000 m3 de água, que se encontra com 40% de sua capacidade. Quanto te mpo será necessário para que a represa fique em sua cota máxima se suas máquinas estiver em paradas para manutenção? Q (m3/h) a) 14 dias b) 10 dias c) 08 dias d) 06 dias e) 05 dias 280 t (h) 100 1.000

9. Unifor-CE Um intervalo de tempo igual a duas horas pode ser expresso em segun dos, com dois algarismos significativos e notação científica, por: d) 7,20 . 103 a) 72 ,0 . 102 b) 72 . 103 e) 7,2 . 103 c) 0,72 . 104 10. U.E. Londrina-PR Sabe-se que o cabelo de uma pessoa cresce em média 3 cm a cada dois meses. Supondo que o cabe lo não seja cortado e nem caia, o comprimento total, após terem se passado 10 anos s erá: a) 800 mm d) 1800 mm b) 1200 mm e) 150 mm c) 1000 mm 11. U. Católica-DF Em uma prova de resistência de 135 km, um ciclista percorreu 30 km nos primeiros 15 minut os, 27 km nos 15 minutos seguintes, 24 km nos 15 minutos subseqüentes, e assim suc essivamente. O tempo que o ciclista levou para terminar a prova foi: a) 75 minut os. d) 95 minutos. b) 45 minutos. e) 170 minutos. c) 90 minutos. 12. Vunesp Mulher dá à luz bebê gerado no intestino “CAPÃO BONITO - Carmen Abreu, de 29 anos, deu à lu um menino de 2,3 quilogramas, gerado no intestino. O parto foi realizado no dia 8, na Santa Casa de Capão Bonito, a 230 quilômetros da capital. O caso raro de grav idez extra-uterina só foi ontem divulgado pelo hospital. O óvulo fecundado, em vez d e descer pela trompa e alojar-se no útero, entrou na cavidade abdominal, fixando-s e na alça intestinal. Mãe e bebê passam bem.” 3 GABARITO Neste artigo, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 06/03/2001, aparecem várias grandezas físicas das quais podem-se destacar: a) tempo, distância e massa. d) data, distância e peso. b) data, distância e massa. e) tempo, data e distância. c) te mpo, distância e peso. IMPRIMIR 13. UFPE O fluxo total de sangue na grande circulação, também chamado de débito cardíaco, faz com que o coração de um homem adulto seja responsável pelo bombeamento, em média, de 20 litros por minuto. Qual a ordem de grandeza do volume de sangue, em litros, bombeado pelo coração em um dia? a) 102 d) 105 3 b) 10 e) 106 c) 104 Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

14. UFR-RJ Considere uma aeronave viajando a 900 km/h em movimento retilíneo e uni forme na rota Rio-Salvador. Num dado trecho, o tempo médio gasto é de aproximadament e 75 minutos. Entre as alternativas abaixo, a que melhor representa a distância pe rcorrida pela aeronave no determinado trecho é: a) 1025 km d) 975 km b) 675 km e) 1125 km c) 1875 km 15. U.E. Londrina-PR Um pequeno animal desloca-se com velocid ade média igual a 0,5 m/s. A velocidade desse animal em km/dia é: a) 13,8 b) 48,3 c) 43,2 d) 1,80 e) 4,30 16. FEI-SP Um trem de 200 m de comprimento atravessa compl etamente um túnel de 1.000 m em 1 min. Qual é a velocidade média do trem? a) 20 km/h b ) 72 km/h c) 144 km/h d) 180 km/h e) 200 km/h 17. UFMT O gráfico abaixo ilustra a marcação de um sinaleiro eletrônico. Nesse tipo de equipamento, dois sensores são ativad os quando o carro passa. Na figura, os pulsos vazios correspondem à marcação do primei ro sensor, e os pulsos cheios à marcação do segundo sensor. Considere que a distância en tre os dois sensores seja de 1 m. 4 GABARITO Qual(is) veículo(s) teria(m) sido multado(s), considerando que a velocidade máxima p ermitida no local seja de 30 km/h? 01. Os carros 2 e 4. 02. Os carros 1 e 2. 04. Os carros 1 e 4. 08. Os carros 1 e 3. 16. Nenhum carro seria multado. Dê, como re sposta, a soma das afirmativas corretas. 18. Unifor-CE Certo fabricante de tinta garante cobertura de 16m2 de área por galão de seu produto. Sendo 1 galão = 3,6 litro s, o volume de tinta necessário para cobrir um muro de 2,0 m de altura e extensão 14 0 m é, em litros, a) 6,0 b) 10 c) 18 d) 25 e) 63 19. ITA-SP Uma partícula, partindo do repouso, percorre no intervalo de tempo t, uma distância D. Nos intervalos de t empo seguintes, todos iguais a t, as respectivas distâncias percorridas são iguais a 3 D, 5 D, 7 D etc. A respeito desse movimento pode-se afirmar que IMPRIMIR a) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento cresce exponen cialmente com o tempo. b) a velocidade da partícula cresce exponencialmente com o tempo. c) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento é diretam ente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. d) a velocidade da partícula é diret amente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. e) nenhuma das opções acima está cor reta. Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

20. UFR-RJ “Maurice Greene, o homem mais rápido do Planeta”. Ex-vendedor de hambúrger bate o record e mundial dos 100 metros em Atenas. Não faz muito tempo, Maurice Greene era um dos muitos adolescentes americanos que reforçavam o orçamento familiar vendendo hambúrger es em Kansas City, sua cidade. Mas ele já corria desde os 8 anos e não demorou a des cobrir sua verdadeira vocação. Trocou a lanchonete pela pista de atletismo e ontem t ornou-se o homem mais rápido do planeta ao vencer os 100 metros do meeting de Aten as, na Grécia, estabelecendo um novo recorde mundial para a prova. Greene, de 24 a nos, correu a distância em 9 s 79, superando em cinco centésimos de segundo a marca anterior (9 s 84), que pertencia ao canadense Dono Van Bailey desde a final olímpi ca de Atlanta, em julho de 1996. Jamais um recordista conseguira tal diferença des de a adoção da cronometragem eletrônica, em 1978. O Globo, 17 de junho de 1999. 5 Com base no texto acima, pode-se afirmar que a velocidade média do homem mais rápido do planeta é de aproximadamente: a) 10,21 m/s d) 10,40 m/s b) 10,58 m/s e) 10,96 m/s c) 10,62 m/s O enunciado a seguir refere-se às questões 5 e 6. Antônia vai correr a maratona (42,195 km) e o números de sua camiseta é 186. 21. Vunesp Nas provas dos 200 m rasos, no atletismo, os atletas partem de marcas localizadas em posições difer entes na parte curva da pista e não podem sair de suas raias até a linha de chegada. Dessa forma, podemos afirmar que, durante a prova, para todos os atletas, o a) espaço percorrido é o mesmo, mas o deslocamento e a velocidade vetorial média são difere ntes. b) espaço percorrido e o deslocamento são os mesmos, mas a velocidade vetorial média é diferente. c) deslocamento é o mesmo, mas o espaço percorrido e a velocidade ve torial média são diferentes. d) deslocamento e a velocidade vetorial média são iguais, m as o espaço percorrido é diferente. e) espaço percorrido, o deslocamento e a velocidad e vetorial média são iguais. 22. Univali-SC No grande prêmio da Austrália de 1999, na ci dade de Melbourne, o piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz da escuderia SAUBER foi o 12 . colocado. Em uma das voltas alcançou a velocidade de 1800 metros em 16 segun dos. Neste caso, a sua velocidade em km/h foi de: a) 450 b) 210 c) 405 d) 380 e) 360 23. UEMS Com base no gráfico, referente ao movimento de um móvel, podemos afirm ar que: a) a função horária do movimento é S = 40 + 4 t; b) o móvel tem velocidade nula em t = 20 s; c) o móvel passa pela origem em 20 s; d) a velocidade é constante e vale 4 m/s; e) o móvel inverte o sentido do movimento no instante t = 10 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

24. Unifor-CE Um livro de Física tem 800 páginas e espessura 4,0 cm. A espessura de uma folha do livro vale, em mm: a) 0,025 d) 0,15 b) 0,050 e) 0,20 c) 0,10 25. UF RS Um automóvel, A, faz o percurso de ida e de volta sobre o mesmo trecho, de 20 k m, de uma rodovia. Na ida sua velocidade média é de 60 km/h e na volta sua velocidad e média é de 40 km/h, sendo t A o intervalo de tempo para completar a viagem. Outro automóvel, B, faz o mesmo percurso, mas vai e volta com a mesma velocidade média, de 50 km/h, completando a viagem em um intervalo de tempo tB. Qual é a razão tA / tB e ntre os citados intervalos de tempo? a) 5 4 b) 25 24 c) 1 d) 25 28 e) 5 6 6

26. UFSE Numa cidade, uma pessoa deseja chegar a um ponto situado a 1,0 km de su a localização atual, numa direção a 53 ao norte do leste. Todas as ruas que permitem levál ao destino têm direção norte-sul ou direção leste-oeste. A distância mínima que a pessoa d percorrer para chegar ao ponto desejado é, em km: Dados: sen 53 = 0,80 cos 53 = 0,6 0 a) 1,0 b) 1,2 c) 1,4 d) 1,6 e) 1,8 27. Cesgranrio Antonio vai correr a maraton a (42,195 km). Se Antônio completa a corrida em 4h5min, a ordem de grandeza de sua velocidade média é de: d) 10–2 m/s a) 101 m/s b) 100 m/s e) 10–3 m/s c) 10–1 m/s 28. U.F. Santa Maria-RS No gráfico, representam-se as posições ocupadas por um corpo que se de sloca numa trajetória retilínea, em função do tempo. Pode-se, então, afirmar que o módulo d velocidade do corpo: a) aumenta no intervalo de 0 s a 10 s; b) diminui no inter valo de 20 s a 40 s; c) tem o mesmo valor em todos os diferentes intervalos de t empo; d) é constante e diferente de zero no intervalo de 10 s a 20 s; e) é maior no intervalo de 0 s a 10 s. 29. F.M. Itajubá-MG Considerem-se dois pontos A e B, se m ovimentando sobre uma mesma reta, num mesmo sentido. Na origem dos tempos eles d istam 2 000 m. Sendo a velocidade escalar de A igual a 100 km/h e a de B igual a 50 km/h, constantes, em quantas horas A encontra B? a) 0,40 b) 0,25 c) 0,04 d) 2,40 e) 40,00 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

 

 

d) 1. 33. e) 2 h de sábado. é pos sível estimar que.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . o m ovimento retilíneo de uma partícula. dessa forma. em unidades arbitrárias. d) um aumento no módulo da sua aceleração acarre ta o aumento do módulo de sua velocidade. sem haver necessariamente mudança no sentido da veloci dade.50 metros a cada 10 000 anos. Com base nisso e nos dados da figura. e) quando sua velocidade é constante. Da figura. é correto afirmar que: a) sua aceleraçã unca pode mudar de sentido. c) 0. UFRS O gráfico de velocidad e (v) contra tempo (t). UFRN A figura abaixo mostra um corte vertical de uma escavação feita no Oriente Médio. representa. no intervalo de tempo entre o primeiro e o último sepultamento.000 anos). praticamente uns sobre os outros. e a distância d2.7 30. Sabe-se que esse trem. Suponha que os restos mais profundos encontrados sejam da época em que a espécie Neandertal típica surgiu na Terra (isto é. Os pontos assinalados representam restos de típicos homens de Neandertal que foram ali depositados há dezenas de milhares de anos. camad as de sedimento foram cobrindo as sepulturas e. b) 2 h de domingo. ficou parado no meio do percur so durante 12 horas. Viçosa-MG Em relação ao movimento de uma partícula. O quociente d1 / d2 entre a distância d1. a sua aceleração será neces sariamente nula neste mesmo instante. o trem chegou ao destino às: a) 12 h de domingo . devido ao descarrilamento de outro trem. d) 14 h de sábado. a taxa média com que ocorreu a deposição de sedimentos nessa região foi cerca de: a) 2. percorrida pela partíc ula no intervalo de tempo (∆t2). mostrado ao lado. Voltar FÍSICA . Nessas condições. 31. a su a aceleração também é constante e não nula. vários sepultamentos foram feitos. mantém uma média de velocidade de 50 km/ h e que. b) 2. quando em movimento. c) 16 h de sábado.75 metro a cada 10 000 anos.25 metro a cada 10 000 anos. U.F. percorr ida pela partícula no intervalo de tempo (∆t1). Unifor-CE Um trem parte às 16 h de uma sexta-feira para uma viagem de 500 km. IMPRIMIR b) sua aceleração nunca pode mudar de direção sem a mudança simultânea de direção da veloci c) quando sua velocidade é nula em um determinado instante. é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 1 2 e) 1 3 GABARITO 32. há cerca de 70 000 anos) e os restos mais superficiais correspondam aos últimos seres dessa espéci e (que viveram há cerca de 30. Com o passar do tempo. é possível obter-se a pro fundidade de cada sepultamento.25 metros a c ada 10 000 anos.

0 segundo antes do gato que. O mov imento do ratinho foi sempre retilíneo e uniforme. O gráfico da figura representa as posições do ratinho e do gato. O comprimento da ponte é 200 metros. O ratinho deslocou -se com velocidade constante entre os instantes t = 5. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocid ade do carro para 30 m/s. 32. 16. então. de 500 met ros de comprimento. O gato encontrava-se a 5. a so ma das alternativas corretas. a soma das alternativas corretas. No instante t = 10 s o ratinho encon tra-se a 10 m da sua toca.0 s e t = 7. UFSC Um trem A. O piloto. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. ambas as velocidades medidas em relação ao solo. Como o trem B tem o dobro da velocidade do trem A. O gato perc orre uma distância maior que a do ratinho. 04. Não podemos calcular o comprimento da ponte. por isso alcança-o antes que ele possa chegar à toca. 08. enquanto o maquinista do trem B verifica que o seu trem está a uma velocidade constante de 72 km/h.0 s vale. UFRJ Numa competição automobilística.0 metros do ratinho quando começou a persegui-lo. inicia a travessia da po nte. U m observador.0 d) 2. No instante t = 11 s. isto é. em m/s.25 b) 0. 32. Dê. é de 108 km/h. em relação ao trem B. Dê. A velocidade do trem B. observa que os trens com pletam a travessia da ponte ao mesmo tempo. em relação ao trem A. a) 0. de 150 metros de comprimento. começa a atravessar uma ponte férrea de pista dupla. como resposta. pois não foi fornecido o tempo gasto pelos trens para atravessá-la. O comprimento d a ponte é 125 metros e os trens a atravessam em 15 segundos. A velocidad e do trem A. 04. 16. do seu ponto de partida.0 s. um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade. 08. deslocando-se do sul para o norte.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . não consegue alcançá-lo.50 c) 1. Unifor-CE Sendo fornecido o gráfico das posições em função do tempo para certo movimento . da sua toca.5 GABARITO 36. tanto na ida como na volta. Supondo que o s freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante. UFSC Um ratinho afasta-se de sua toca em busca de alimento.0 e) 2. portanto. em menor tempo.8 34. um gato pula sobre o caminho do ratinho e ambos disparam a correr: o ratinho retornando sobre a mesma trajetória em busca da segurança da toca e o gato atrás do ratinho. O ratinho c hega 1. calcule a velocidad e do carro no instante em que o piloto pisou o freio. 64. é de 108 km/h. 02. ele leva a metade do temp o para atravessar a ponte independentemente do comprimento dela. Os trens atravessam a ponte em 35 segundos . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Durante a freada o carro percorre 160 m. a velocidade escalar média entre 0 e 8. considerando que no instante t = 0. isto é. 64. O ratinho parou duas vezes no seu trajeto de ida e volta até a toca. 37. o rat inho partiu da posição d = 0. 02. 35 . Assinale a(s) proposição(ões) correta(s) sobre o movimento do ratinho e do gato: 01. como resposta. em função do tempo. que se desloca do norte para o sul. percorrendo uma trajetória retilínea. no mesmo instante em que um outro trem B. situado em uma das extremidades da ponte. O maquinista do trem A observa que o mesmo se desloca com velocidade consta nte de 36 km/h.

38. 20 minutos depois parte outro automóvel de C uritiba com o mesmo destino à velocidade 80 km/h. supondo que esta seja constante durante o percurso? b) 10 m/s2 c) 5. Maurren entrou no Estádio de Atletismo da Universidade de Manitoba para o aquecim ento e sobretudo para os arranjos de pista que combinara com o treinador. A B B A GABARITO O tempo decorrido em que o motociclista A ultrapassa e fica a 100 m do motocicli sta B é: a) 56 s b) 86 s c) 76 s d) 36 s e) 66 s 43.50 segundos” IMPRIMIR Supondo que Maurren percorra os 37. 25 minutos antes do início da disputa com as outras 11 atletas.35 metros é o espaço que Maurren deve percorrer com 19 passadas e num tempo máximo de 4.25 metro s. Alfenas-MG A revista Época de 2 de agosto de 1999 trouxe uma reportagem sobre a atleta brasil eira Maurren Higa Maggi. aproximadamente: a) 3.35 m em movimento uniformemente variado e par ta da marca feita com fita adesiva. um velocista cobre o p ercurso no intervalo de tempo aproximado de 9. No início da contagem dos tempos suas posições são Xa = 20 m e Xb = 300 m. Depois de 10 s. em met ros.M. ocorre o encontro entre os dois ônibus? a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 70 39.35 metros a partir da marca que antecede a caixa de salto e marcou o chão com uma fita adesiva. mediu 37. Zelosa como uma costureira. Um terceiro bloco a auxiliou na marcação de 10. O móvel “ m movimento uniformemente acelerado de 6 m/s2. Com o auxílio de um bloco vermelho ce dido pelos organizadores do Pan. medalha de ouro no salto em distância. PUC-PR Um automóvel parte de Curitiba com destino a Cascavel com velocidade de 60 km/h.0 m/s2 d) 2.5 m/s2 a) 12 m/s2 40. 9 Depois de quanto tempo o 2º automóvel alcançará o 1º ? .08 m/ s2 Voltar FÍSICA .47 m/s2 d) 1.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Itajubá-MG Suponha dois móveis “A” e “B” partindo do repouso de um ponto “0” e seg em direções ortogonais entre si. e prata nos 100 m com barreira nos Jogos Panamericanos de Winnipeg. F. marcou à margem da pista também o ponto 31. de dois ônibus que partir m simultaneamente. em km. percorrem uma pista retilínea com velocidades constantes Va = 15 m/s e Vb = 10 m/s.69 m/s2 b) 3.09 m/s2 c) 2. Segue um pequeno trecho da rep ortagem: “Às 18 horas.47 m/s2 e) 1. A que distância do Recife. Qual é a aceleração aproximada do v elocista. UFPE O gráfico abaixo mostra as posições. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de C aruaru para o Recife. entre os dois móveis será de: a) 400 b) 250 c) 700 d) 500 e) 50 42. Os 37. a) 60 min b) 70 min c) 80 min d ) 90 min e) 56 min 41.0 s. PUC-PR Dois motociclistas. As distâncias são medidas a partir do Recife. O móvel “A” tem velocidade constante de 40 m/s. U. a distância.95 metros. . a mínima aceleração que a atleta deve imprimir é de. Juiz de Fora-MG Numa corrida de 100 m rasos. U. A e B.F. em função do tempo.

Santa Úrsula-RJ O gráfico abaixo representa a velocidade de um corpo ao longo de uma reta. U.000 espectadores possui 1 0 saídas. aqueles que melhor representam esse fato d escrito estão na alternativa: a) b) 10 c) d) GABARITO 46. Qual é o tempo mínimo para es vaziar o estádio em um dia onde 2/3 de seus lugares estão ocupados: 1 1 1 3 a) 4 h b ) 3 h c) 2 h d) 4 h e) 1 h 45.44. FEI-SP Um estádio de futebol com capacidade para 150.MG Um estudante jogou uma esfera de fe rro para cima. por onde passam em média 500 pessoas por minuto.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Dos gráficos po sição tempo e velocidade tempo seguintes. em função do tempo. Podemos afirmar que a aceleração do corpo é de: IMPRIMIR a) 6 m/s2 b) 3 m/s2 c) 2 m/s2 d) –2 m/s2 e) –6 m/s2 Voltar FÍSICA . Unimontes. num local onde se pode desprezar a resistência do ar.

. elaborando a tabela ao lado. um pesquisador anotou as posições de dois móveis A e B. UFR-RJ O gráfico abaixo r epresenta os movimentos de dois móveis A e B.0 D. corres ponde a: A. 45 C. GABARITO Observando o gráfico. a força de resistência do ar é desprezível. b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. Suponha que a vel ocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravid ade seja igual a 10 m/s2. c) a aceleração do móvel A é –1. Determine: a) A aceleração do móvel B é. 49. entre os móveis A e B.0 m/s2 e do móvel B é –3. Neste caso. em m/s2. 11 b) nos 10 primeiros segundos o móvel A percorre 50 m e o móvel B 100 m. são VA = t e VB = 3t. 5.0 C. 55 B. Como nessa alti tude o ar é muito rarefeito.I. b) a aceleração do móvel A é sempre maior que a d el B. e) em t = 0 s a aceleração do móvel A é 16 m/s2. d) os móveis A e B têm movimento retrógrad s equações das velocidades. no S.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . 2. 10 .5 Tempo (t) em segundos 0 1 2 3 4 Posição em metros A –5 0 5 10 15 B 15 0 –5 0 15 b) A distância. em metros. UFRJ Um paraquedista rad ical pretende atingir a velocidade do som. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/ s. c) a velocidade do móvel B em t = 2 s é nula. equipado com roupas pressurizadas. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som. 12. UFR-RJ O gráfico ao lado mostra as velocidade s em função do tempo de dois móveis A e B. d) a velocidade do móvel A em t = 9 s é 7 m/s. 50.47. UERJ Durante um experimento. igual a: A.0 m/s2. O movimento de A é uniforme e o de B é uniformemente variado. Para isto seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. 50 D.5 B. pode-se afirmar que: a) a acele ração do móvel A é maior que a do móvel B. 60 48. no instante t = 6 segundos. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . pode-se afirmar que: a) em t = 2 s e t = 9 s a velocidade do móvel A é igual a velocidade do móvel B.

b) II é correta. Dessas afirmações.0 hora. som e: a) I é correta. podemos afirmar. que o módulo do vetor: a ) depende da massa do corpo. II. em função do tempo. quanto ao módulo do vetor velocidade.0 s a menos que no treino B. Unifor-CE Consid ere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I. 53. b) no treino A o atleta levou 0.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme . e) no treino A e no treino B o at leta levou o mesmo tempo. 56. d) 40 minutos. desenvolvidas por um atleta. que: a) no treino B o atleta levou 0.4 m/s.0 s a menos que no treino A. Um observador fixo na terra poderá afirmar. A aceleração é um vetor de intensidade constante. d) no treino A o atleta levou 1. III. com velocidades const antes de 4. respectivamente. b) 50 segundos. Acafe-SC A tabela abaixo relaciona as posições ocupadas por uma pa rtícula em relação a um mesmo referencial que realiza um movimento retilíneo uniformemen te variado. d) I e II são corretas.4 s a menos que no treino A. Fatec-SP Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua. b) é de 12 m/s. UFR-RJ Um corpo é abandonado de uma altura H (em relação ao solo) e m queda livre e. e) II e III são corretas. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória. em dois treinos A e B. no mesmo sentido. c) é proporcional ao quadrado do tempo.2 m/s e 5. Santa Casa/Vitória-ES Na figura. d) é um vetor cujo módulo é constante. possui uma veloci dade escalar de 10 m/s. c) 10 minutos. Com relação aos tempos gastos pelo atleta nos dois treinos para percorrer os 100 m. 54.10t . estão representadas as velocidades.20t + t2 c) x = 800 + 10t + 2t2 Voltar FÍSICA . e) 1. e) vale 15 m/s. 52. Não há aceleração.4 s a menos que no trein o B. c) III é correta.2 m de A. de forma aproximada. UFMT Partindo do repouso.M. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: a) 30 segundos. para uma corrida d e 100 m rasos. E. em um ponto B situado a 2. 12 IMPRIMIR GABARITO x(m) t(s) 800 700 200 –700 0 10 20 30 A equação horária do movimento da partícula no SI é: a) x = 400 + 5t – 2t2 d) x = 800 .51. c) no treino B o atleta levou 1. pois não há do vetor velocidade. um avião percorre a pista de decolagem com aceleração constante e atinge a velocidade de 360 km/h em 25 segundos. ao passar por um ponto A da trajetória retilínea.4t2 2 b) x = 400 + 20t + 2t e) x = 800 . Qual o valor da aceleração em m/s2? 55.

Avançar .

no Sistema Internacional de dades. pelas equações:y = 2 + 3t2 + 4t3. entre os instantes t = 1 s e t = 3 s .57. é: a) 2 d) 12 b) 4 e) 16 c) 6 GABARITO Voltar FÍSICA . e) Os dois móveis possuem velocidades iguais em c ada instante. Nessas condições.F. que se movem segundo trajetória retilínea. ( ) No instante t = 2 s a velocidade da partícula está diminuindo. ( ) A velocidade instantânea em t = 2 s é igual a 60 m/s. em m/s. Católica Dom Bosco-MS Um corpo é abandonado de uma altura de 5 m e. é correto afi mar: a) A aceleração do móvel A é maior do que do B. sua velocidade. Católica de Salvador-BA A figura representa os gráficos espaço X tempo para doi s móveis. é correto afirmar: ( ) O deslocamento da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2 s é 44 m. ( ) A velocidade média entre os instantes t = 1 s e t = 3 s é 64 m/s. tem módulo igual a: a) 4 d) 10 b) 6 e) 12 c) 8 5 8.0 t2. em unidades do SI . 62. d) A velocidade do móv el A é sempre maior do que a do B. O módul o da velocidade média (em m/s) dessa partícula. U. ( ) Essas equações repres entam o movimento de uma partícula em queda livre.0 s é. A velocidade da partícula no instante t = 3. a velocidade (v) e a ac eleração (a) de uma partícula que se move ao longo do eixo y são dadas. Santa Maria-RS A função horária para uma partícula em movimento r etilíneo é x = 1 + 2t + t2 onde x representa a posição (em m) e t. c) A velocidade do móvel B é sempre maior do que a do A. UEMS É dado o gráfico da posição de um móvel em função do tempo. Considerando esses dados. U. UFSE A função horária das posições de uma partícula é dada. U. v = 6t + 12t2 e a = 6 + 24t. por s = 40 – 25 t + 3. em m/s: a) 43 d) – 7 b) 25 e) – 16 c) 18 59. b) A aceleração do móvel B é maior do do A. A e B. ao atingi r o solo. o tempo (em s).Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em função do tempo t). A função horária que melhor representa o movimento do móvel é S = –3 t2 –12t –12 b) S = 12 t2 – 3t +12 c) S = 4 t2 + 2t + 6 d) S = –3 t2 + 12t – 12 e) S –4t2 + 2t – 6 13 IMPRIMIR 61. 60. UFPR A posição (y).

U. Qual a velocidade média do ciclista. é corr eto afirmar que: 01. a velocidade do carro aumenta a uma taxa de 6 km/h em cad a hora. 64. se a ve locidade máxima permitida no trecho for de 60 km/h. UFPE O gráfico abaixo represe nta a velocidade de um ciclista. Considerando que o carro é equipado com um limitador de velocidade que não permite que ele ultrapasse os 100 km/h e que no instante t = 0h o carro passa exatamente em frente ao radar.63. em km/h. 02. onde x é medido em km e t em horas.F. após 1 hora o carro passará pela cidade mais próxima do radar. a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 ) 2 s a 3 s d) 0 s a 1 s.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar tempo t (em s) para uma partícul de uma força resultante não-nula s a 1 s e 4 s a 6 s c s . Santa Maria-RS d) 25 e) 30 GABARITO A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do num movimento retilíneo. 04. no percurso considerado? 14 a) 10 b) 15 c) 20 65. em função do tempo. Essa partícula esteve sob a ação no(s) intervalo(s) de tempo. O computador ligado ao radar afere que a equação horária obedecida pelo carro é dada por: x(t) = 2 + 70t + 3t2. em um determinado percurso reti líneo. que se enco ntra a 73 km do mesmo. a soma das afirmativas corretas. o condutor será multado por exce sso de velocidade. o radar está a 2 km do início da estrada (km zero). Dê. 2 s a 3 s e 4 s a 6 s e) 1 s a 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFMT Um carro passa por um radar colocado em uma estrada longa e retilínea. após 5 horas o controlador de velocidade será acionado. 08. como resposta. 16.

Sabendo-se que o poço é rico de um gás raro e que a velocidade em que o som se propaga neste gás é de 50m/s.66. Quando o sinal abre.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . II. são descritas no gráfico abaixo. UFPR Um carro está parado diante de um sinal fechado. Em cada gráfico. em função d tempo.0 m/s2 e. é correto afirm ar que: d) 45 m e) 35 m 15 a) s1 > s2 e a1 = a2 b) s1 < s2 e a1 < a2 c) s1 > s2 e a1 < a2 d) s1 = s2 e a1 < a2 e) s1 < s2 e a1 > a2 GABARITO 68. movendo-se na me sma direção e sentido. em função do tempo. III. numa avenida retilínea. As velocidades des envolvidas pelos automóveis. em função do tempo. Su as correspondentes acelerações nesse instante T são a1 e a2. Para calcular a profundidade do poço o arqueólogo deixa cair uma pedra que é ouvida 3. a profundidade do poço é: Considere g = 10m/s2. o c arro começa a mover-se com aceleração constante de 2. Os espaço percorridos pelos automóveis 1 e 2 até o instante T são. passa p or ele uma motocicleta com velocidade constante de módulo 14 m/s. ( ) Os deslocamentos do carro e d a motocicleta. s1 e s2. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) O carro alcançará a motocicleta na posição x = 64 m. Nos gráficos abaixo. UEMS Um arqueólogo descobriu um poço pré-histórico numa cidade de Mato Grosso do Sul . no mesmo instante t = 0. podem ser representados pelo gráfico I.9 s depois. Desse modo. ( ) As velo cidades do carro e da motocicleta. em função do tempo. podem ser representadas pelo gráfico III. inicia m o movimento. UFPB Dois automóveis 1 e 2. considere a posição inicial do carro como orig em dos deslocamentos e o instante em que o sinal abre como origem dos tempos. podem ser representadas pelo gráfico II. colocados lado a lado. neste instante. É correto afirmar: ( ) O carro alcançará a motocicleta quando suas velocidades forem i guais. respectivamente. ( ) O carro alcançará a motocicleta no instante t = 14 s. ( ) As acelerações do carro e da motocicleta. a) 65 m b) 57 m c) 53 m 67. uma curva refere-se ao movimento do carro e a outra ao movimento da motocicleta. I.

Durante este movimento. d esprende-se do teto e cai. que o iluminava. em metros. 16.78 s c) 1. Durant e a travessia. no fi nal. o tempo que a lâmpada demora para atingir o piso é a) 0.0 m de altura acima do piso do elevador. nunca freou. e) indeterminado. um automóvel de dimensões desprezíveis movimenta-se com velocidade de 25 m/s.0 s. PUC-SP Ao iniciar a travessia de um túnel retilíneo de 200 metros de comprimento .Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .69.0 m/s2 pág. foi de a) 0. nesse percurso. Sabendo que o teto está a 3. 72. estava com a velocidade menor que no início. só acelerou. acelerou 3 vezes e freou 2 v ezes. ITA-SP Um elevador está descendo com velocidade constante. pelo gráfico: IMPRIMIR GABARITO No intervalo de 0 a 3. 02. 05/02. uma lâmpada. pode-s e afirmar que o ciclista: 01. 16 70. o deslocamento escalar do corpo foi. O módulo de sua aceleração escalar.54 s d) infinito. manteve sempre a velocidade constante. pois não se conhece a velocidade do elevador. Dê.61 s b) 0. a soma das afirmativas corretas. saindo do túnel com velocidade de 5 m/s. pois a lâmpada só atingirá o piso se o elevador sofrer uma des aceleração. manteve a velocidade constante por 5 períodos de tempo distintos. UFSE A velocidade escalar de um corpo esta representada.5 m/s2 d) 2. UFMT Pelo gráfico (abaixo) da velocidade de um ciclista em função do tempo. de: a ) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 Voltar FÍSICA . 08. como resposta. em função do tempo.tif c) 1. desacelera uniformemente. 04.0 m/s2 e) 2.5 m/s2 b) 1.5 m/s2 71.

a) 0. com velocidades de mesmo módulo.5 m/s2. a aceleração do corpo é 1. a soma das alternativas corretas. ao percorrer uma pista de testes destituída de curvas.7 m/s2. U. pode-se afirmar que a velocidade final do carro é de 20 m/s. ( ) A aceleração média do carro é 30 m/s2. mas depois de 30 s diminui. ( ) Considerando uma margem de e rro de 50%. de um carro de Fórmula 1. 74. ( ) A vel ocidade do carro aumenta inicialmente.0 m e 20 m . A aceleração do corpo no trecho AB é igual a 4 m/s2. 16.0 m e 10 m. em função do tempo. em t = 60 s. em sentidos opostos.F. No trecho CD. 75. a distância p ercorrida pelo corpo é 200 m e sua aceleração é nula. Dê. como respos ta. UFMT O gráfico abaixo repre senta a aceleração.0 m. O módulo do deslocamento e o espaço percorrido pela partícu la nesse intervalo de tempo são.73. b) 0. A distância total percorrida pel o corpo no trecho AD é 2200 m. No trecho BC. que parte do repouso. e) 20 m e 20 m.0 m/s. 17 01. Voltar FÍSICA . U. julgue os itens. d) 10 m e 10 m. respectivamente.E. assinale o que for correto. é nula. A velocidade média do corpo no trecho AC é. ( ) A velocid ade do carro. 08. 02. Ponta Grossa-PR Sobre um corpo que se movimenta conforme o gráfico abaixo . 04. v = 4. c) 10 m e 5. Sabese que no intervalo de tempo de 10s ela pass a duas vezes pelo mesmo ponto dessa reta. 46. IMPRIMIR GABARITO A partir das informações do gráfico. aproximadamente.São Carlos-SP Uma partícula se move em uma reta com aceleração constante.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .

para o intervalo de t = 0 a t = 5. Ela sobe e. o gráfico que pode representar a velocidade da pedra em função do te mpo é o: a) d) 18 b) e) c) GABARITO 78. É co rreto afirmar que: IMPRIMIR a) b) c) d) e) sua aceleração é máxima entre os instantes t1 e t2. entre os in stantes t0 e t1 o móvel está recebendo o impulso de uma força não nula. Cefet-PR O diagrama é representativo da velocidade de um móvel em horizontal. em função do t empo t. a seguir. volta ao ponto de partida. em segundos.5 v. O instante em que a posição do móvel é –30 m. em movimento uniforme. é: a) 10 d) 25 b) 15 e) 30 c) 20 77. Unifor-CE Atira-se uma pedra verticalmente. o movimento é retilíneo e acelerado entre os instantes t1 e t2.0 s. o móvel ap resenta uma velocidade média igual a 0. Unifor-CE Um móvel se desloca. Desprezando-se a resistência do ar. Voltar FÍSICA . sobre o eixo x durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s. no instante t0 o móvel parte da posição igual a 0 m.76. O gráfico representa a posição x.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . entre os instantes t0 e t2.

A velocidade desse corpo.25 m d) 22.5 1. ness a viagem.00 m/s2 c) 1. em %.5 s. Sabendo-se que os intervalos d e tempo A e C são ambos de 1. M ackenzie-SP O gráfico abaixo mostra a variação da velocidade de um automóvel com o tempo . ao com pletar a primeira metade de h.50 m/s2 2. 80. UFBA A figura ao lado apresenta um arranjo experimental construído para determ inar o valor da aceleração da gravidade g local. qual a distância total percorrida pelo elevador? a) 13. marca ndo 0. ao passar pelo primeiro feixe de luz e desligado. UFRS Os gráficos de velocidade (v) e aceleração (a) contra o tempo (t) representam o movimento “ideal” de um elevador que parte do repouso. uma em cada extremidade. um suporte e duas lanternas. separada s de 1.50 m e) 27. 19 Com base no enunciado responda os itens 1 e 2. durante uma viagem de 45 minutos.35 m. será igual a: v 2v a) 2v b) 2v c) 3 d) e) 2 2 82. que pode ser acionado com incidência do feixe de luz. A velocidade escalar média desse automóvel. Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C são ambos de 1.00 m GABARITO 81. U. ao percorrer uma distância h. qual é o módulo de a0 da aceleração com que o elevador s e move durante esses intervalos? a)3. Consiste em um cronômetro digital de grande precisão.5 s e que o interval o B é de 6 s.00 m c) 20. sendo ligado. o cronômetro é abandonado na parte superio r do tubo. foi de: v (km / min) IMPRIMIR 1. sobe e pára.0 t (min) 0 2 b) 45 km/h 22 24 c) 54 km/h 43 45 d) 72 km/h e) 80 km/h a) 36 km/h Voltar FÍSICA .75 m /s2 e) 0.0 m/s2.50 m/s2 d) 0.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Estando as lanternas acesas.50 m b) 18. um tubo de vi dro transparente.79. o desvio relativo percentual da medida de g. determine.5 segundo. ao passar pelo segundo feixe.00 m/s2 b) 2. Católica de Salvador-BA Um corpo em repouso é abandonado em queda livre e ati nge a velocidade v. Considerando-se o valor médio da ac eleração da gravidade local como sendo 10. 1.

5 87. Vunesp O gráfico ao lad o mostra como varia a velocidade v em função do tempo t de um corpo que se desloca s obre uma trajetória retilínea e horizontal. vale a) 140 m. Univali-SC Num jogo de futebol. no i nstante t = 0. e) 420 m.0 e) 1.0 3.25 m acima do solo. Caxias do Sul-RS Um corpo desloca-se com aceleração constante e negativa. um jogador vai cobrar uma falta tentando enc obrir a barreira formada pelos adversários.5 m/s b) 10. em metro s. Qual é o módulo da aceleração total do trem? b) 0.5 d) 3. é: a) 7.5 b) 5. instantes após. em m/s. b) 210 m.5 m/s 90. quando comparada com a aceleração da gravidade (g = 10 m/s2).0 c) 4. que melhor iden ifica seu movimento. Qual é a veloc idade de lançamento da chave? a) 12.0m/s. no int ervalo de tempo de 0 a 14 s. a velocidade inicial do centro de massa do atleta. que alguns a tletas conseguem uma impulsão que lhes permite atingir 1. vale: a) 25 b) 30 c) 45 d) 50 e) 55 85. é: a) 3 g b) 4 g c) 6 g d) 8 g e) 12 g 20 86. a posição do ponto B.0 m/s e) 2. O espaço percorrido por este corpo.4 m/s2 e) 0 m/s2 a) 1. da trajetória esquematizada abaixo. v = 72 km/h faz uma curva no p lano horizontal com 500 m de raio. No instante t = 3. U. Fatec-SP Uma partícula passa pelo ponto A. em módulo. O gráfico correspondente à posição x do corpo em função do tempo t.0 m/s c) 7.8 m /s2 c) 0. A chave é agarrada pelo amigo.0 2. A 0 1. PUC-RS A velocidade de um carro de Fórm ula Um é reduzida de 324 km/h para 108 km/ h num intervalo de tempo igual a 1.0 4.5 m/s d) 5. FEI-SP Um garoto joga uma chave para um amigo que se encontra em uma janela 5 m acima. d) 270 m. invertendo o sentido de seu mov imento. Sendo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. ela descreverá uma trajetória : a) retilínea horizontal b) retilínea vertical c) parabólica d) círculo e) quadrática 84. c) 250 m. com velocidade de 8. estando inicialmente numa posição positiva e.0s.83. Ele chuta dando um impulso na bola par a cima e para a frente. FEI-SP Um trem com velocidade constante.0 s. Sua aceleração tangencial.5 m/s2 d) 0. Se a bola não bater na barreira. a partícula passa p elo ponto B com velocidade de 20m/s. é: a) b) c) d) e) IMPRIMIR 89. v (m/s) 30 20 10 0 4 8 12 t (s) GABARITO 88. PUC-RS É possível observar durante o desenrolar de partidas de vôlei.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . 2 segundos depois de lançada.0 B s (m) Sabendo-se que o seu movimento é uniformemente variado.0 m/s2 Voltar FÍSICA .

em função do tempo decorrido após o plantio de suas sement   . FEI-SP Em qual dos gráficos abaixo temos: no intervalo de 0 a t1 movimento un iformemente variado e no intervalo de t1 a t2 movimento retardado com aceleração var iada: a) v b) v c) v d) v e) v t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t 93. 92. d) A velocidade do avião em relação à sua sombra projetada no solo é maior que a velocidade de sua sombra em relação ao pont o C. em relação ao mesmo ponto. PUC-PR A figura representa um avião. e) A velocidade da sombra em relação ao ponto C independe da velocidade do avião. seguindo uma trajetória retilínea entre os pontos A e B.21 91. c) A velocidade do avião em relação ao ponto C é igual à velocidade de sua sombra. está representada a sombra da aeronave. que mergulha fazendo um ângulo de 30 com a h orizontal. Fuvest-SP As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. e assinale a alternativa correta: a) A veloc idade do avião em relação ao ponto C é maior que a velocidade de sua sombra. b) A velocidade do avião é nula em relação à sua sombra jetada no solo. de e spécies diferentes. No solo. projetada vert icalmente. e um ponto de referência C. projetada n o solo. conside rado como plano horizontal. projetada no solo em relação ao mesmo ponto. variaram. Considere as afirmativas que se referem ao movimento da aeronave no trecho AB.

b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem se r multado. A e B atingem a mesma altura no instante t0. a) Determine a mínima aceleração constante que o car o deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado. A e B atingem a mesma altura final. Quand o o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o moment o em que realiza alguma ação) é 0. A e B mantêm altura constante entre os ins tantes t1 e t2. v (cm/semana) A t0 t1 B t2 t(semana) GABARITO É possível afirmar que: a) b) c) d) e) A atinge uma altura final maior do que B. Este sinal permanece amarelo por 2. Unicamp-SP Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma ave nida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. o sinal muda de ver de para amarelo. Voltar FÍSICA . O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar pa ra vermelho.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . como mostra o gráfico. B a tinge uma altura final maior do que A.2 s.es. IMPRIMIR 94.5 s.

expressa adequadamente em metros. nessas condições. no qual podemos ver sua posição assumida (x) em função do tempo (t).5 0 4 8 t (s) –8 –4 – 10 22 10 v (m/s) 10 v (m/s) d) 4 0 t (s) e) 4 0 8 t (s) –6 – 10 96. um motorista freie bruscamente seu veículo até parar.50 s. medido a partir do instante zero. Vunesp Uma norma de segurança sugerida pela concessionária de uma auto-estrada r ecomenda que os motoristas que nela trafegam mantenham seus veículos separados por uma “distância” de 2. Dos gráficos abaixo. GABARITO a) Qual é essa distância. freando seu veículo. com aceleração constante de módulo 5. aquele que representa a velocidade escalar da partícula em função do tempo citado é o da altern ativa: x (m) 10 3 1 2 34 5 6 78 0 –2 –5 –6 t (s) a) 2 0 v (m/s) b) 1 0 v (m/s) v (m/s) c) 10 t (s) 5 t (s) 2. e o motorista de trás só reaja.95. para veículos que percorre m a estrada com a velocidade constante de 90 km/h? b) Suponha que. Mackenzie-SP Uma partícula em movimento retilíneo uniformemente variado descreve sua trajetória segundo o gráfico ao lado.0 segundos. Qual deve ser a aceleração mínima do veículo de trás para não colidir com o da frente? .0 m/s2. depois de 0.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA .Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .

e 6. d 88. c 86. a 65. e 15 .125 m/s2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . e 29. c 20. a 90. d 58. a 66. b 17. b 7. a) d = 50 m. a 89. 50m/s 37. 04 + 08 + 16 70. c 30. c 85. b 53. a 45. 01 + 02 + 04 + 08 +16 64. c 25. a) 30s. d 24. 4.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . c 23. 1) b 2) d 81. c 16. d 59. a 9. d 31.4 m/s2 95. d 33. b 54. a 44. 08 18. V – V – V – F – F 60. a 62. 03 2. a 8. a 34. c 14. b) 2. b 28. a) –3 m/s2. d 40. b 75. b 50.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O 1 1. b 56. c 63. c 27. V – F – F – F 76. c 84. c 46.5k m 51. d 61. a 13. b 52. b 91. 4m/s2 55. c 41. e 3. b 72. 58 38. d 67. e 10. b 87. F – V – F – F – F – V 69. e 19. c 71. e 39. c 12. a 22. c 43. d 42. d 77. d 47. b 73. d 83. 8% 80. b 26. c 5. e 36. b) a = 3. 56 35. c 68. a 96. e 82. c 32. b 94. e 49. e 79. b) b 48. 26 74. a 21. a 78. c 93. a 92. a) c. 105 4. a 57. d 11.

( ) no instante de 4 s. podemos afirmar: ( ) o projétil foi lançado com uma velocidade inicial de módulo igual a 50 m/s. o carro chegou com um atraso de 15 minutos. ( ) o projéti l atingiu a altura máxima em 3s. Voltar FÍSICA . 1 a) Por causa do imprevisto. a resultante é a tração exercida pelo cabo que liga os carros. ( ) a velocidade do projétil. c) Uma representação gráfica qualitativa da função horária da velocidade do car d) Um carro reboca um outro numa parte retilínea e sem inclinação de uma dessas estrad as a uma velocidade constante. para o carro de trás. ao atingir a altura máxima. ( ) sabendo que o projétil foi lançado da origem. A resultante das forças aplicadas no carro da frent e é nula mas.Cinemática vetorial Avançar .F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . GABARITO e) Na rodovia entre Anápolis e Goiânia há várias placas de limite de velocidade indicand o a velocidade em “km”. b) Obser vando a figura. Com base nos referidos gráficos. 2. o projétil possui um movimento acelerado. No meio do caminho houve um imprevisto q ue durou meia hora. é de 40 m/s. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. seu alcance é 180 m. A distância entre as duas cidades é de 153 km. As pessoas responsáveis pelas placas não precisam se preocupar p orque essa maneira de indicar a velocidade também está correta. UEGO Um carro parte de Pires do Rio para Anápolis às 7:00 h para um compromisso às 9:00 h a uma velocidade média de 90 km/h. Unicap-PE IMPRIMIR Os gráficos das figuras 01 e 02 representam as componentes horizontal e vertical d a velocidade de um projétil. têm sentidos opostos e têm o me smo módulo. podemos dizer que o vetor que liga Pires do Rio a Anápolis e o vet or que liga Iporá a Santa Helena são paralelos entre si. Q U E D A L I V R E .

Sendo de 2. num ângulo de 53 acima da horizontal. sem remar dois pescadores levam 300 segund os para atingir o seu ponto de pesca.2 m/s b) 2. a soma das altern ativas corretas. tocando o solo decorridos aproximadamente 2 s. 64.8 m/s.50 m/s. eles gastam 600 segundos para retornar a o ponto de partida. sen 53 = 0. A velocidade da correnteza do rio é 1. (ângulo de inclinação do guarda-chuva: 53 . ela mantém seu guarda-chuva inclinado como m ostra a figura. a velocidade da cano a. Após a pescar ia.60. UEMS Uma pessoa ca minha em solo horizontal com velocidade de 1. quando os pescadores remaram rio abaixo. assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m. em relação ao rio. Dê.0 s é. 3 = 0. 16. a trajetória das gotas é vertical.00 m/s.0 m/s c) 3. a velocidade da cano a.Cinemática vetorial Avançar           .00 m/ s. na mesma margem do rio e em trajetória retilín ea. então. Para melhor se proteger da chuva. Em relação ao solo. foi igual a 4. 2 Considerando que a velocidade da correnteza V CR é constante. o módulo da velocidade do projétil no instante t = 4. mas em relação à pes é inclinada como mostram as linhas tracejadas. o número de andares do edifício é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) indeterminado pois a v elocidade horizontal de arremesso da bola não foi fornecida. 4. eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos.0 m/s.0 m/s d) 18. em m/s: a) zero d) 40 b) 20 e) 50 c) 30 → IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A dotando g = 10 m/s2. Calcule o valor da velocidade com que as gotas estão caindo em relação à pessoa.60) a) 1. 32. 04. Partindo da mesma posição e remando. 08. foi de 1. Não é possível calcular a velocidade com ue os pescadores retornaram ao ponto de partida. em relação ao rio. igual a 2.3. sendo a velocidade da canoa. num dia chuvoso. remando contra a correnteza do rio. Não é possível dete rminar a distância do ponto de partida até ao ponto de pesca. ITA-SP Uma bola é lançada horizontalmente do alto de um edifício. UFSC Descendo um rio em sua canoa. 02.80 e cos 53 = 0. 5.0 m/s. em relação à margem. UFSE Um pro jétil é lançado com velocidade inicial de 50 m/s. Quando os pescadores remaram rio acima. O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida. Quando os pescadores remaram rio acima.5 m a altura de cada a ndar. mas sem ven to. Como a velocidade da canoa foi de 2.20 m/s e) 1.6 m/s 6. porque a velocidade da corrente za não é conhecida. como resposta.

o vaso caiu verticalmente a partir do repouso e. em m/s. e desce com velocidade constante de 30 m/s. que flutua no mesmo rio a uma certa distância do menino. situada a 40.7. o peso do maquinis ta. 8. d) a bóia da esquerda. 16.” É claro que esta pergunta tem por sua imediata reação: “Calcular o quê?” “E você recebe como resposta: O susto que a vaca vai levar!” Mas será que ela realme te se assustaria? Para responder a esta questão. em relação à calçada. pois a alcançará primeiro. livre da resistência do ar. para alcançar a s egunda bóia. a segunda à sua retaguarda. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 9.0 km/h 10. Dê. 32. 02. UFMG Um menino flutua em uma bóia que está se moviment ando.00 m de altura. Todas elas estão a uma mesma distânc ia desta pessoa: a primeira à sua frente. Como conseqüência. 08. também está descendo com a correnteza. mas observa que existem quatro bóias flutuando livremente em torno de si.Cinemática vetorial Avançar .8 km/h b) 40. UFSC Alguma vez já lhe propuseram a questão sobre “um trem trafegando numa via férrea . em relação às margens. Mackenzie-SP Uma pe ssoa esbarrou num vaso de flores que se encontrava na mureta da sacada de um apa rtamento. c) a bóia de trá pois a alcançará primeiro. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: a) K b) L c) M d) N 1 1. pois a alcançará primeiro. A posição das duas bó as e o sentido da correnteza estão indicados nesta figura: Considere que a velocid ade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio. Acafe-SC Uma pessoa está tendo dificuldades em um rio. seria necessário conhecer: 01. Nesse caso. pois as alcançará ao mesmo tempo. desprezando-se os problemas pesso ais e psicológicos da vaca. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .0 km/h e) 784 km/h c) 72.0 km/h d) 100. pois a alcançará primeiro. a p otência do motor da locomotiva. como resposta. U. A pessoa deverá nadar para: a) a bóia da direita. a terceira à sua direita e a quarta à sua esquerda. e) qualquer u ma das bóias. com velocidade constante de 100 km/h. Uma outra bóia. que é avistado por uma vaca que está no meio dos trilhos? Calcule.8 m/s2 a) 28. Se o barco sobe um rio com velocidade constante de 10 m/s. atingiu a calçada c om uma velocidade de: Dado: g = 9. dentre outras coisas. levada pela correnteza de um rio. O movimento de um barco em um rio é uma composição de movimento s. a largura do trem. pode-se concluir que a velocidade da correnteza. o peso da vaca. 04. a soma das alternativas corretas. b) a bóia da frente. Católica Dom Bosco-MS O movimento de um corpo pode ser o resultado da composição de vários movimentos reali zados simultaneamente. o vetor velocidade média com que a vaca se d esloca. o comprimento da vaca. 64. a distância entre a vaca e a locomotiva quando e sta é avistada.

os deslocamentos horizontal e verti cal podem ser descritos por x = 10 t e y = 10 t – 5 t2. 2.. cos 30 = 0... sendo o módulo de ambas as componentes da velocidade inicial.. Parte da trajetória seguida pela bo la está representada nesta figura: 4 GABARITO Considerando a resistência do ar.. considerando o enunciado a seguir: Na fi gura ao lado está representada a trajetória de uma pedra que foi atirada de um plano horizontal... 24 km.400 km.05 x – 0. até atingir um ponto B... Considere sen 30 = 0.5 x2 d) y = 5 x + 2x2 2 b) y = 0.. l h 36 min d) noroeste. A pedra descreve a trajetória representada em linha pontilhada.. a velocidade da pedra é diferente de zero.57 Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. a) ( ) No ponto de a ltura máxima.. Com uma velocidade média de 15 km/h. V0x e V0y. 10 x – 0.F. l h 58 min IMPRIMIR Voltar FÍSICA . até atingir um ponto C. l h 36 min e) no rdeste.. em metros e segundos. U.. de um ponto A. tem valor maior que V0. um ângulo de 30 ...... conforme esquema. a) nordeste.. H. l h 58 min b) nordeste. formando..... no sentido Leste/Oeste. com a margem. Essas informações permitem deduzir a equação da trajetória do movime nto que é.000 m. igual a 10 m/s.. com uma velocidade inicial V0. no sentido No rte/Sul. portanto.05 x2 c) y = 0. a) b) c) d) 15. Do ponto C retornou ao ponto de p artida A.87 e tan 30 = 0.12... 24 km. o barco percorreu aproximadamente .. Pelotas-RS Um barco de passeio fez a seguinte rota turística.5.. e.. U.5 x + 2x2 14. Considere desprezível a resistência do ar... a) y = 0.. no sentido . 240 m . deslocou-se 5 km perpendicularmente.. em torno de .. 13. atingindo o ponto B..010x e) y = x – 0. Desse ponto. fazendo um ângulo de 45 com a horizontal... Considere que o projétil está submetido somente à ação da força peso... UFMG Uma jogadora de basquet e arremessa uma bola tentando atingir a cesta. Católica-GO Julgue os itens A e B... UFSE Um projétil inicia um movimento em lançamento oblíquo.. b) ( ) A velocidade da p edra ao atingir o ponto B. l h 58 min c) noroeste. em formato de triângulo retângulo: Partiu de um ponto A sobre a margem de um rio. assinale a alternativa cujo diagrama melhor repr esenta as forças que atuam sobre a bola no ponto P dessa trajetória. 24.. (deslocamentos em metros e tempos em segundos).Cinemática vetorial Avançar           .

b) A trajetória descrita pela bol a pode ser analisada através da composição dos movimentos uniforme e uniformemente var iado. t segundos após o lançamento. c) O alcance da bola. em um movimento como o esquematizado na Figura ao lado. U. do ponto A. Considerando g = 10m/s2 e desprezand o a resistência oferecida pelo ar. d) No ponto de ltur máxim . é função do ângulo de la mento α. U. determine. um jogador lança a bola para o seu companheiro. distância máxima percorrida no eixo x. A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D (D = H).Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . localizado a certa distância.5 m e) 5 m 17. como indicado na figura. e a escala utilizada para representar esse vetor (as linhas verticais do quadriculado são par alelas à direção do vetor aceleração da gravidade g). uma pequena es fera é lançada horizontalmente com velocidade V0 . aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m v g A H 45° D d) 7. Uberaba-MG/Pias Em um jogo de fu tebol. tem o módulo igu l zero. UEMS Uma correia acopla dois cilindros de raios R1 = 20 cm e R2 = 100 cm. co nforme a figura. a partir da figura o módulo de v0. Potiguar-RN Em um experim ento realizado no alto do edifício da UnP. Supondo que o cilindro menor tenha uma freqüência de rotação f1 = 150 r pm. A figura ao lado mostra a velocid ade v da esfera em um ponto P da trajetória. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . so bre uma superfície plana. campus da Salgado Filho. Fuvest-SP Um motociclista de motocross move-se com velocidade v = 10 m/s. Assinale a alternativa incorreta. a) Durante todo o movimento da bola.0 km/s 19. até atingir uma rampa (em A). A freqüência de rotação do cilindro maior.16. inclinada de 45° com a horizon tal. o módulo de sua velocidade vertica l diminui durante a subida e aumenta na descida. velocid de d bol sempre t ngente à tr jetóri . a) 10 m/s b) 100 m/s c) 10 km/h d) 1. é de: 5 a) 3 rpm b) 6 rpm c) 30 rpm d) 40 rpm e) 75 rpm 18.

( ) Para um certo valor de a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo B. UFMS Um disco gir com velocid de ngul r const nte de 60 rot ções por minuto.0 cm. ( ) Somente para θ = 90º a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo A. Con sidere nul resistênci do r. Qu nto m is formig se proxim d bord do disco. vemos que o ângulo form do entre o ponteiro dos minu tos e o d s hor s mede 90°. Um formig sobre o disco. m ior forç cen trípet que tu sobre el . p rtindo do centro do disco. Supo ndo que velocid de d formig sej 0. A celer ção centrípet sobre formig depende d su m ss . o menor interv lo de tempo. com velocid de de módulo vb = 10 m/ s em rel ção o v gão. como respost . ( ) Para nenhum valor de θ a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo C. 32. 16. 08. é correto firm r: ( ) P r qu lquer 0º < θ < 90º a bola cairá dentro do . N circunferênci inscrit nes se mesmo qu dr do. um volt co mplet . A p rtir desse inst nte. qu l(is) d (s) firm tiv (s) b ixo é(são) corret (s)? 01. c minh sem desliz r n direção r di l com velocid de const nte em rel ção o disco. té cheg r à bord do disco. A velocid de ngul r do disco é de 1. A r zão e ntre os módulos d s respectiv s velocid des t ngenci is dess s p rtícul s é: 2 3 3 ) 2 b) 2 2 c) d) 2 e) 2 2 21. ITA-SP Um p rtícul move-se o longo de um circunferênci circunscrit em um q u dr do de l do L com velocid de ngul r const nte. A forç centrípet que tu n formig é proporcion d pelo trito entre f ormig e o disco. conforme figur I. Voltar FÍSICA .20. 22. A tr jetóri d formig p r um observ dor fixo n Terr é m ostr d n figur b ixo: 6 Dê. 02.15 m/s e o r io do disco igu l 15. às 3 h pontu lmente. UFPR U m v gão de 15 m de comprimento move-se com velocid de const nte de módulo vv = 10 m/ s em rel ção o solo. 04. é: 360 ) 15 minutos d) minutos 21 b) 16 minutos e) 17. A formig re liz . sem componentes l ter is.0 r d/s. outr p rtícul move-se com mesm velocid de ngul r. M ckenzie-SP Num relógio con vencion l. N figur II estão represent d s três diferentes tr jetóri s p r bol . n ecessário p r que esses ponteiros fiquem ex t mente um sobre o outro.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ hor . som d s firm tiv s corret s. ( ) Para θ = 30º a bola cai sobre o vagão após 1 s do seu lançamento. Um bol é rremess d de su extremid de nterior.5 minutos 180 c) minutos 11 23. GABARITO IMPRIMIR figur 1 figur 2 Nest s condições. sendo A e C p r bólic s e B vertic l. num direção que form um ângulo q com nt l.

Dê. uando esse relógio marca 10 horas 4 minutos e 3 segundos. O Estado de São Paulo 7 26. o garoto sabe calcular a altura de onde está soltando as bol as. U. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lin eares. mesma velocidade angular e mesma velocidade linear . o garotinho assustado da tira. b) mesma fre üência. Calvin. IMPRIMIR 27. e) diferentes fre üências. GABARITO 01. 08. diferentes velocidades angulares e diferentes velocidades linear es. a soma das alternativas corretas. ele resolve medir o tempo de ueda dessas bol as. No ponto A. tgθ 1 25. No ponto A. No ponto A. nas proximidades da superfície ter restre onde a intensidade do campo gravitacional é igual a g.E. Despreze a resistência do ar e assinale o ue for correto (o ponto B corresponde ao instante em ue a bola atinge o solo ). no solo.Cinemática vetorial ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Para ue a partícula a tinja a altura máxima h. a energia total da b ola é maior ue no ponto B.24. Seu relógio marca 10 horas 4 minutos e l segundo ao soltar uma determinada bol a e ela bate. 02. PUC-SP Leia a tira ao lado. conforme figura. a velocidade resultante da bola é para a direita e para cima. No ponto B. UESC-BA Uma partícula é lançada. A partir de certo momento. 16. a resultante das forças ue atua sobre a bola é para a direita e par a cima. Maringá-PR O goleiro de um time de futebol bate um tiro de meta e a bola percorre a trajetória es uematizada abaixo. é muito pe ueno para entender ue pontos situados a diferentes distâncias do centro de um dis co em rotação têm: a) mesma fre üência. ignorando a resistência do ar. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lineares. diferentes velocidades angulares e mesma velocidad e linear. o módulo da velocidade de lançamento deve ser igual a: 1) gh 2 2) 2gh 3) (2gh) 2 cosθ 1 4) (2gh) 2 senθ 1 5) (gh ) 2 . a resultante das forças ue atua sobre a bola é nula. O resultado deste cálculo é: a) 80 m b) 45 m c) 30 m d) 20 m e) 5 m Voltar FÍSICA . como resposta. d) diferentes fre üências. c ) mesma fre üência. a velocidade resultante da bola é nula. No pon to B. 04. UFPB Um garoto está brincando de soltar bolas de gude pela janela de seu apart amento. Baseado nestes dados.

Avançar .

UESC-BA Desprezando-se a força de resistência do ar. força e distância. no ar. 1 2 e 2 e 2 1 4 d) 16. aceleração. aproximadamente. 45 e 10 02. 02. aos movimentos I. 1 4 1 4 e 1 16 b) 4.5 b) 2 c) 5 d) 10 8 cm e) 16 8 30. distância. Sabendo-se ue a polia maior completa 4 voltas a cada segundo.28. a: 01. atinge o sol o com velocidade igual a v. Movimento I II III IV V GABARITO Período (s) 1/4 1/2 1 2 3 Fre üência (Uz) 1 IMPRIMIR Qual das alternativas apresenta os valores da fre üência correspondentes. tempo e aceleração. velocidade e distância. têm natureza vetorial: 01. após percorrer. e) 1 16 . em m /s. velocidade e força.Cinemática vetorial Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 2 e 4 Voltar FÍSICA . os valores da velocidade v. a) Das grandezas físicas citadas. respectivamente. é possível dizer ue a fre üência da polia Z vale. 03. 1 Nele. uma distância h. tempo. IV e V? a) 1 2 . a partir do repouso. e da distância h. v locidade.0 cm. 05. 4. A tabela apresenta uma coluna com os valores do período desses movimentos e uma coluna (incompleta) com os correspondentes valo res da fre üência. b) Com base na informação. todos referentes a partículas de mesma m assa percorrendo a mesma trajetória. ace eração e tempo. 30 e 45 31. Cefet-PR Considere o sistema de polias representado. 04. UFRS Foi determinado o período de cinco di ferentes movimentos circulares uniformes. em m. 4 e 16 . força. são iguais. Ness as condições. 1 2 . o número de voltas ue a menor completará nesse mesmo intervalo de tempo é: a) 0. c) 1 4 . a aceleração de ueda de um cor po nas proximidades da superfície terrestre é. Fatec-SP Duas polias. executam movimentos 20 cm cir culares solidários e seus raios medem 20 cm e 8. R W = R Y = R Z = R X⋅ e a fre üência da polia W vale 2 2Hz. 2. 1 2 . um corpo ue cai durante 3 segundos. igual a 10m/s2. Com base nesses dados. II. ligadas por uma correia. respectivamente. em Hz: a) 1 8 b) 1 4 c) 1 2 d) 1 e) 2 29. 10 e 20 03. respectiva mente. 20 e 45 05. 10 e 30 04.

T/(2π) e) arctg (L/R) . d) para o centro de Ganimedes. Então. ) retilíneo unifo rme. T/(2π) c) arctg ( L/R) . por um motivo qu lquer. UES C-BA É possível efetuar a transmissão de movimento circular entre duas rodas de diâmetro s diferentes. e) é indeterminada já ue não se conhece o diâmetro da roda traseira da bicicleta . de raios R1 e R2 (R1 < R2) e 2 catracas R3 e R4 (R3 < R4 ). T/(2π) R b) arctg (2L/R) . b) para o centro de Júpiter. é: a) arctg (L/R) . c) coroa R2 e catraca R3. O f rol se encontr um distânci R do centro de um pr i de compri mento 2 L. 33. A laranja cai dentro de uma canoa ue desce o rio com velocidade constante de 3.5 d) 3. cujo eixo movimenta a roda dentada (coroa) a ele solidária. b) retilíneo com celer ção de módulo const nte. em rel ção à Terr .0m/s. qu ndo. é: a) coroa R1 e cat raca R3. b) coroa R1 e catraca R4. ITA-SP No sistema convencional de tração de bicicletas. acoplada ao eixo traseiro da bicicleta. a canoa deve estar a uma distância máxima da vertical da ueda. a força ue mantém o satélite Ganimedes na trajetória c ircular está dirigida: a) para o centro do Sol. efetua um movimento circular unifo rme em torno desse planeta. 35. e) tangente à trajetória. 37. d) circul r com vetor velocid de t ngenci l const nte. No instante em ue a laranja inicia a ueda. Unifor-CE Do alto de uma ponte. uma das grandes luas de Júpiter. com 2 coroas. PUC-RS Um stron ut está consert ndo um equip mento do l do de for d n ve esp ci l que se encontr em órbit circul r em torno d Terr .32. em cada volta. o stron ut execut um movimento. solt -se d n ve. se a roda maior girar com fre üência f1 e velocidade angular w1 e a menor.0 b) 6. A combinação ue permite máxima velocida de da bicicleta. sem deslizamento. para uma velocidade angular dos pedais fixa. ligando-as através de uma corrente. Obviamente. Esta. ITA-SP Em um f rol de sin liz ção. FURG-RS Suponha ue Ganimedes. conforme figur . conforme o comando da alavanca de câmbio. pode-s e firm r que. respectivamente. com fre üênci a f2 e velocidade angular w2. e) circul r sujei to um celer ção gr vit cion l nul . por sua vez . a 20 m de altura sobre um rio. o feixe d e luz está copl do um mec nismo rot tivo que re liz um volt complet c d T segundos. a partir do repouso.0 c) 4. T/π d) arctg (L/2R) . o ciclista impele os ped ais. i gual a: a) 9. Considere agora um sistema dup lo de tração. em metros. Nessas condições. 2 T/π L L 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .5 Dado: g = 10m/s2 34.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ £ . c) circul r com celer ção de módulo st nte. aciona a corrente responsável pela transmissão do movimento a outra roda dentada ( catraca).0 e) 1. a corrente só toca uma coroa e uma catraca de cada vez. T l como está. d) coroa R2 e catra ca R4. O tempo necessário p r o feixe f rol de luz “v rrer” a praia. c) para o centro da Terra. deixa-se ca ir uma laranja. é correto afirmar: ω 1 f2 01) f1 = f2 02) f1 > f2 03) 1 = 2 04) 1 < 2 05) = ω 2 f1 36.

0 cm d) 6. b) a com onente vertical da velocidade média do onto em relação ao chão.0 cm 10 39.U.2 tem o (s) 0. ara atravessar uma onte.4 0.3 Voltar FÍSICA .6 Altura (m) 0. e está rigidamente resa a ela. de modo que A’ e B’ ossam ser conectada s or uma outra correia C’. em função do tem o.2 0.. ossuí uma aceleração diretamente ro orcional a o quadrado da velocidade. cujo com rimento é idêntico ao do t rem. conforme indicado na figura. 0. Podemos concluir que o módulo da aceleração a licado elos freios é de 4m/s2. Considere uma volta com leta da roda e determine: a) a velocidad e angular da roda.C.U. ( ) Um carro com 72 km/h é freiado uniformemente e ara a ós ercor rer 50 m. Unicam -SP O gráfico abaixo re resenta. A r oxime i = 3. Qual deve ser o raio da olia B’.R. ( ) No M. ( ) O tem o gasto or um trem. A olia A é aco lada a uma terceira olia B de raio rB = 20 cm ela correia C. GABARITO 40. UFPE A olia A’ de raio r’A = 12 cm é concêntrica à olia A.0 IMPRIMIR 0.1. de raio rA = 30 cm. Unica -PE ( ) Um cor o com M. odemos concluir que o raio da catraca é um terço do raio da coroa.38.0 0. com uma velocidade constante de 36 km/h. concêntrica a B e rigidamente resa a ela. a velocidade de um móvel varia linearme nte com o tem o.V. ( ) Um ciclista executa 4 edaladas or segundo. é de 10 s.0 cm e) 4. c) a com onente horizontal da velocidade média do onto em relação ao chão. de com rimento igual a 100 m. sem que ocorra deslizamento das correias? a) 12 cm b) 10 cm c) 8. Se a roda traseir a ossui uma freqüência 12 Hz.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a altura em relação ao chão de um onto localizado na borda de uma das rodas de um automóvel em movimento.1 0.

Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ . U.0 2.4 1.31. e quando osta a girar em movimento uniforme. d) decresce de 0. e) perm nece const nte. Cesgr nrio Se fit demor 30 min p r p ss r do c rret el A p r o c rretel B. O r io do núcleo dos c rretéis v le 1.6 cm 44.2 cm c) 2. 42. reso a uma mola de constante elástica k. fit do c s sete p ss em frente d c beç de leitur C com um velocid de const nte v = 4. Alfenas-MG Um bloco de massa m descreve um movimento circular numa mesa h orizontal lisa.8 cm e) 1. sofre uma deformação x. c) decresce de 2.4 cm b) 2. proxim d mente: ) 2. o número de rot ções por segundo do c rretel A: ) cresce de 1. GABARITO 43. o r io externo do conjunto fit -c rretel v le 2.0 cm d) 1. Cesgr nrio Qu ndo o r io externo do conjunto fit -c rretel no c rretel A v l er 1. Cesgr nrio Enqu nto fit é tot lmente tr nsferid do c rretel A p r o c rre tel B. b) cres ce de 0.0.5 cm.0 cm. O módulo da velocidade angular w do sistema é: a) ω = kx m kx m d) ω = kx ( +x m ) b) ω = e) ω = kx +x k ( +x mx ) c) ω = m ( ) 11 O enunci do seguir refere-se às questões de 2 4.76.41. Em um toc -fit s. Com fit tot lmente enrol d num dos c rretéis. o comprimento d fit desenrol d é proxim d mente igu l : IMPRIMIR ) 86 m b) 75 m c) 64 m d) 45 m e) 30 m Volt r FÍSICA .8 c m/s. o do c rretel B v lerá.76 0. A mola não deformada tem c om rimento l.31 0.5 cm.4.

.

p r que o vião sub ou desç . π≅3 Dados: AC = 6 m 12 BC = CD = 2 m 2 m ≤ BD ≤ 2 3 m 3 ≅ 1.7 45. o monociclo começa a se mover a artir do re ouso com a celeração constante de 0.50 m/s2. por um br ço AC. e o movimento do e uilibrista é retilíneo. UERJ O e uilibrista percorre. or segundo. no início de sua apresentação. um eixo centr l gir tório CD.75 b) 0. UERJ Em outro momento.00 UERJ Utilize os dados abaixo para resolver as uestões de números 7 e 8. necessárias ara que ele ercorra es sa distância em 30 s. braço AC está velo razão é igual . Se v2 é a cidade escalar do mesmo ponto uando o ângulo θ corresponde v2 a 60º. f zendo o âng ulo q v ri r.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¤ ¤ ¤ ¡ ¢ ¤ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¤ ¡ ¡ do ângulo θ. o ponto A tem velocidade escalar v1. como ilustr figur b ixo: Enqu nto o eixo gir com um velocid de ngul r de módulo const nte. Em um p rque de diversões há um brinquedo que tem como modelo um vião. então a a: v1 a) 0.85 GABARITO c) 0. em função e uivale a: a) 6 sen θ b) 4 sen θ c) 3 sen θ d) 2 sen θ 46. UERJ-RJ Quando o perpendicular ao eixo central. 47. Uma das atrações típicas do circo é o e uilibrista sobre monociclo. Calcule a velocidade média do equilibrista no trajet o ercorrido nos rimeiros 6. uma distância de 24 π metros . UERJ-RJ A medida do raio r da trajetória descrita elo onto A. considerando o movimento uniforme.UERJ-RJ Utilize s inform ções b ixo p r responder às questões de números 5 e 6.0 s Voltar FÍSICA . o piloto dispõe de um com ndo que pode exp ndir ou contr ir o cilindro hidráulico BD. O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm.90 d) 1. Esse brinquedo está lig do. Determine o número de edaladas. IMPRIMIR 48.

55 m acima do nível da água. a aceleração da gravidade. a artir do re ouso. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando a acele ração da gravidade igual a 10 m/s2. um cor o de massa 1 kg é largado. d) A enas I e III. como res osta. a equação horária do mo vimento é h = 80 . Com base a enas nestes dados. III.5t2. 64. Considere des rezíveis as forças de resistência do ar.49.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . nas condições do seu ex erimento. não tem dados suficientes ara chegar a uma conclusão recisa a res eito do valor da aceleração da gravidade no local. vale. No instante t = 2 s.55 m acima do nível da águ a. exatamente. 52. II. O estudante observa que a edra g asta 10. 352. e) As acelerações de cada objeto serão diferentes. U. exatamente. a vel ocidade do som no ar. ele está a uma distância inferior a 490. 51. Dê. II. nas condições de seu ex erimento. a artir do re ouso.814 m/s2. 32. Londrina-PR O que acontece com o movimento de dois cor os. 80 m acima da su erfíc ie terrestre. 9. e) I. d) O objeto mais leve ercorrerá dis tância maior. c) A enas I e II. b) A enas I II. 50. Para esse movimen to. de massas di ferentes. assinale a afirmativa correta. Quais afirmativas estão corretas? a) A enas II. 02. b) O objeto de menor massa atingirá o solo rimeir o. tal estudante ode concluir que: 01. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . o eso do cor o realiza um trabalho motor. naquele local. c) Ao atingir a altura máxima. de uma mesma a ltura e ao mesmo tem o. a energia otencial e mecânica do cor o aumentam. 13 d) A velocidade média do cor o no ercurso de subida é igual a 40 m/s. ele está exatamente a 490. realizando um trabalho ex erimental. ao serem lançados horizontalmente com a mesma velocidade. Cefet-PR Um cor o d e massa 2 kg é lançado verticalmente ara cima a artir do solo. exatamente do alto de um oço.40 s a ós o momento no qual ele observa que a edra atinge a água. Considerando a origem no solo. 04. des rezando o atrito da edra com o ar e considera ndo que o estudante desconhece tanto o valor da aceleração da gravidade no local de seu ex erimento como a velocidade do som no ar. a roximadamente. 0. e III. b) Durante a subida. FURG-RS No instante t = 0 s.0 s ara atingir a camada inicial da água e que o som do baque da edra na água foi ouvido 1. No instante t = 3 s. a relação aceleração da gravidade/velocidade do som no ar (g/vs). abandona verticalmente uma edra. nas condições do seu ex erimento. e) Durante a subida. a aceleração do movimento vale 20 m/ s2. a velocidade do cor o é 30 m/ s e está dirigida ara baixo. a soma das alternativas corretas. vale. vale. a) O cor o erman ecerá no ar durante 8 s. I. tem dados suficientes ara chegar a um valor m uito reciso da velocidade do som no ar. Unioeste-PR Um estud ante. são feitas três afirmativas.E. quando a resistência do ar é des rezada? a) O objeto de maio r massa atingirá o solo rimeiro. 16. 08.677 m/ s. c) Os dois atingirão o solo simultaneamente.028/s. a velocidade e a aceleração do cor o serão nulas. com velocidade inic ial de 80 m/s.

Des rezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s2.53. como mostra na figura e. a ós 6 s. Pelotas-RS Uma edra é lançada ara cima.F. U.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . retorna ao solo. o gráfi co que re resenta a osição da edra em função do tem o é: a) d) b) e) 14 c) IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .

e 14. Q U E D A L I V R E .b 43. V – F – V – V – F 24. c 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . b) VV = 0. c 53. 04 36.b 44. b 16.a 46. c 2 3.2 voltas/seg 48. 12 27. c 5. c 6. b 32. 33 52. a 21. c) VH = 18. d 29.5m/s 49. c 18. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. d 28. c 39. 56 4.1. e 9.a 45. 58 8. V – V – V – F – V 40.Cinemática vetorial Avançar .c 42. c 38.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . d 51. c 7. d 30.b 47. a) 01 b) 05 31. a 17.6 m/s 41. c 50. b 15. b 35. c 3 3. V – V – F – V – V 3. a 37. a 11. e – F 13. a 19. 04 25. d 10. b 34. F – V – V – F – F 2. b 26. d 20. a) 62 rad/s. 02 + 04 + 16 + 32 22.

— as intensidades das forças não estão re resentadas em escala. As forças que agem sobre a bola. numa colisão fron tal. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que. Mackenzie-SP Duas forças horizontais. a) GABARITO b) c) d) e) IMPRIMIR 3. ode-se afirmar que. er endiculares entre si e de intensidade s 6 N e 8 N. estão melhor re resentadas elo esquema: velocidade 1 Dados: — des rezar qualquer efeito do ar sobre a bola e considerar o movimento da esquerda ara a direita. um ouco antes dela atingir os inos. quanto maior fo r o tem o de colisão: a) menor será a força média que os ocu antes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. ocorra o amassamento da arte dianteira da lataria de maneira a reservar a cabine.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1. agem sobre um cor o de 2 kg que se encontra sobre uma su erfície lan a e horizontal. uma bola é lançada na horizontal contra uma barreira de inos com o objetivo de derrubá-los. V unes Num jogo de boliche. d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. b) maior será a força média que os ocu antes d o automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. Isso faz aumentar o tem o de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo. Des rezando os atritos. c) maior será a variação d a quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 2. Com base nessas informações. o módulo da aceleração adquirida or esse cor o é: a) 1 m/s2 d) 4 m/s2 2 b) 2 m/s e) 5 m/s2 c) 3 m/s2 Voltar FÍSICA .

or meio de uma força de intensidade 150 N. 20000 N e 10000 N.5 d) 2.0 .50 e) µ = 1. UFSE Uma caixa de massa 50 kg é arrastada sobre uma su erfície hor izontal or uma GABARITO força F .6 .6 e cos (37°) = 0.60 cos: 37º = 0. 10 IMPRIMIR 8.0 . 1 03 b) 1.20 a) 0. o trabalho da força F vale.0 5.0 e) 3. As balanças indicaram 30000 N.0 c) 1. formando angulo de 37º com a horizontal.8.25 d) µ = 1.50 b) 1.75 Voltar FÍSICA . Dados: sen 37º = 0. Pode-se afirmar que o módulo de P é: a) 140 N b) 200 N c) 280 N d) 40 N e) 340 N 7. U.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .6 . Sobre cada balança.São Carlos-SP Os módulos dos com onentes ortogonais do eso P de um cor o → val em 120 N e 160 N. Nessas condições. de intensidade 100 N.80 Num deslocamento de 2. é ossível concluir que o eso do caminhão é de: 2 a) b) c) d) e) 20000 N 25000 N 30000 N 50000 N 60000 N → 6.0 b) µ = 0. em joules: a) 80 d) 1. A art ir desse rocedimento. Qual é o mínimo coeficiente de atrito ara que o automóvel ermaneça ado? Dados: sen (37°) = 0. são osicionadas todas a s rodas de um mesmo eixo. a) µ = 0. em m/s2.0 m. a aceleração do ca ixote é. Fuvest-SP Na esagem de um caminhão. Dados: g = 10m/s2 Coeficiente de atrito cinético µ = 0. no osto fiscal de uma estrada. FEI-SP Um automóvel de massa 1375 kg encontra-se em uma ladeira que forma 37° em relação à horizontal. 102 e) 8.F. UFSE Um caixote de massa 50 kg é em urrado horizontalmente sobre um assoalho ho rizontal. 5 c) µ = 0.4. são utilizadas três balanças. 103 2 c) 8.

sem atrito. deve-se esperar que ele adquira aceleração de módulo: a) 4a b) 2a c) a a d) 2 ω e) 1 ω2 3 11. sabe-se que a máxima força F que uma pessoa pode fazer é F = 30 N. a osição geográfica do CLA aumenta as condições de segurança e ermite menores custos de ançamento. róximo ao Equador. medem.br. d) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é menor do que em outras latitudes. Qual é a carga máxima que ela conseg uirá erguer? a) 30 N d) 180 N b) 90 N e) 240 N c) 120 N IMPRIMIR CARGA Voltar FÍSICA . o veículo lançador consome menos energia para fazer com que o satélite adquira a sua velocidade orbital. que adquire aceleração de módulo a. U. estão unidos por meio de um fio. de massas m e 2 m respectivamente.gov.São Carlos-SP No site www. UFSE Dois corpos A e B. c) a velocidade tangencial da su perfície da Terra é igual à velocidade orbital do satélite.9. GABARITO É correto afirmar que a força que o corpo B exerce sobre o solo e a tração nesse fio.Leis de Ne ton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ . em ne tons. e o corpo B está apoiado no chão. Esse fio passa por cima de uma roldana.0 kg e 5. da Agência Es acial Brasileira. nas proxi midades do Equador.F. e) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é maior do que em outras latitudes. respectivamente. Se as mesmas três forças forem aplicadas simultaneamente ao corpo B. Três forças horizontais são aplicadas simultaneamente no corpo A. Graças a essa inércia.0 kg. FEI-SP No esquema de polias ao lado. onde se encontra o CLA: a) a velocidade tangencial da superfíc ie da Terra é maior do que em outras latitudes. como mostra a figura. estão em repouso sobre uma mesa horizontal. Localizado na costa do nordeste brasileiro. respectivamente: Dado: g = 10 m/s2 a) 0 e 40 d) 50 e 10 b) 40 e 10 e) 50 e 50 c) 40 e 60 12. a arece a seguinte informação: “O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) vem sendo construído desde a década de 80 e está atualmente re arado ara lançar foguetes de sondagem e veículos lançadores de satélites de equeno orte. Fatec-SP Dois objetos A e B de massas 1. Isso ocorre porque.” Um dos fatores determinantes dessa redução de custos se deve à inércia do movimento de r otação da Terra. 10. b) a velocidade tangencial da supe rfície da Terra é menor do que em outras latitudes.ages acial.

c) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel for maior que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel . UESC-BA De acordo com a 3 Lei de Ne ton. a reação normal da superfície N e a força de atrito f. qual dos diagramas abaixo repres enta as forças que agem sobre o caixote durante a desaceleração? GABARITO a) d) IMPRIMIR b) e) c) Voltar FÍSICA . Alguém lhe diz que.Leis de Ne ton Avançar £ ¥ 13. d) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel fo r menor que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel. a moeda v ai escorregar e ficar sobre a mesa. Durante a fase de desaceleração. O motorista aplica os freios imprimindo uma desaceleração co nstante. b) sempre acontece porque a força aplicada à moeda. em cima de uma folha de papel. o caixote não desliza sobre a carroceria do caminhão. transmitida pelo atrito com a folha de papel.a) b) c) d) e) 4 14. Vunesp Uma moeda está deitada. Sabendo-se que as forças que atuam sobre o caixote são: o peso do caixote P. é sempre menor que a força apl icada à folha de papel. tem-se um par ação-reação representado em: £ . UFPE Um caminhão t ransporta um caixote em uma estrada reta e horizontal com uma velocidade v. que está em cima d e uma mesa horizontal. Pode-se afirmar que isso: a) sempre acontece porque. a moeda tende a manter-se na mesma po sição em relação a um referencial fixo na mesa. da e squerda para a direita. de acordo com o princípio da inércia. se você puxar a folha de papel. 15. e) só acontece se o coeficiente de atrito estático entre a folha de papel e a moeda for menor que o co eficiente de atrito estático entre a folha de papel e a mesa.

e todas realizam trabalho. um de cada lado da arcada. Está correto apenas o que se afirma em: a) I d) I e II b) II e) II e III c) III IMPRIMIR Voltar FÍSICA . U. A tensão no elástico é de 10. Ele se movimenta. UFRN Na correção ortodôntica de uma arcada de tária. e) três forças.0 N d) Figura 2 e 10. mas só uma realiza trabalho. Sabe-se que os raios de curvatura da pist a em A e B são iguais. o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força nor mal que o trilho exerce sobre ele. um elástico. foi passado. 5 GABARITO Assinale a opção na qual se indica. Desprezando-se qualquer ação do ar. No ponto B. estão representadas duas possibilidades para a direção e o sen tido da força resultante. conforme a figura.São Carlos-SP O bloco da figura desce espontaneamente o plano inclinado co m velocidade constante. até atingir o plano horizontal.1 N c) Figura 1 e 1 0. mas só uma realiza trabalho.Leis de Ne ton Avançar £   . Nas figuras 1 e 2.16. As extremidades desse elástic o foram amarradas a dois molares. d) três forças. durante esse movimento. a figura que representa FR e o val or de sua intensidade. que está atuando sobre o referido dente canino.1 N b) Figura 2 e 14. Fuvest-SP Um carrinho é largado do alto de uma mont anha russa. III.0 N 18. b) duas forças. II. corretamente. a) Figura 1 e 14. sem atrito e sem soltar-se dos trilhos.F. atuam sobre o bloco: a) duas forças. A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B. em trajetória retilínea.0 N e o ângulo formado pelas duas partes do elástico é e 90 . c ) três forças. mas só uma realiza trabalho. No ponto A. a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para bai xo. num dos dentes caninos. e ambas realizam trabalho. conforme a figura a baixo. FR. 17. Considere as seguintes afirmações: B A g I.

Unicamp-SP Algo muito comum no s filmes de ficção científica é o fato dos personagens não flutuarem no interior das naves espaciais. Um filme que se preocupa com esta questão é “2001. gira com velocidade angular constante de 0.80 e cosq = 0. 21. eles mediram o valor b = 230 kg/m. Eles verificam que esta força depende da velocidade v do carro e de um fator b qu e varia conforme a posição dos aerofólios (peças na forma de asas.2 rad/s em torno de um eixo horizontal E perpendicular à página. A estação espacial. sobre o bar co. um barco. com função aerodinâmica) ara uma determinada configuração dos aerofólios. que cria um peso efetivo agindo sobre o astronauta. d entre as alternativas abaixo. então o valor de F1 é: a) 1. UFPB Conforme a figura abaixo.Leis de Ne ton Avançar £ . eles se movem como se existisse uma força que os prendesse ao chão das espaçon aves. uma Odisséia no Espaço”. mostrada abaixo.60.92 x 10 N 20. na ausência de campos gravitacionais ex ternos. em forma de cilindro oc o. que se nq = 0. UFPB Uma equipe de corrida de Fórmula 1 está testando um novo carro e realiza várias medidas da força de resistência do ar com o carro em alta velocidade.92 x 104 N. 84 x 104 N 4 c) 1. puxado por dois tratores. Mesmo estando no espaço sideral. Nesse filme a gravidade é simulada pela rotação da estação espacial. só poderá ser: v d) F = 2 a) F = bv2 b b) F = b2v e) F = bv v2 c) F = b IMPRIMIR Voltar FÍSICA .60 x 104 N e) 3. O raio R da espaçonave é 40 m. a) Calcul e a velocidade tangencial do astronauta representado na figura. de Stanle Kubrick.20 x 104 N d) 2. 6 Sabendo-se que o barco e os tratores movem-se com velocidades constantes. enquanto a corrente atua com uma força Fc cujo módulo é 1. An alisando-se as unidades do fator b. Os tratores exercem. forças de mesmo r módulo (F1 = F2).40 x 104 N b) 1 . conclui-se que a força de resistência do ar F.19. navega co ntra a corrente de um trecho retilíneo de um rio. GABARITO b) Determine a força de reação que o chão da espaçonave aplica no astronauta que tem massa m = 80 kg.

tais como a força de propulsão do motor. F = m a . para obedecer à sinalização e evitar multa. antes mesmo de realizar seu famoso experim ento da torre de Pisa. A massa to tal (carro + motorista) é mT = 1296 kg. os engenheiros aero espaciais têm que conhecer as forças que atuam nos foguetes. para as com ponentes da velocidade e da aceleração ao longo do eixo x. ultrapassando a lombada com a velocidade máxima permitida. sua aceleração deve aumentar com tempo. ( ) Supondo que a fo rça de propulsão do foguete constante. pois boa parte de sua massa total é constituída de combustível. um redutor el etrônico de velocidade (“lombada eletrônica”). Lembrando a equação de Torricelli. Analise esse tema e jul gue os itens. ( ) A massa do foguete diminui com o tempo . pela B R-101. pode-se concluir que os módulos da aceleração e da força de at rito. No mesmo instante. afirmou que uma pedra leve e outra pesada.22. 24. deveriam levar o mesmo tempo para chegar ao solo. várias forças atuam. são. a 55 m. mas a força da gravidade permanece constante e i gual a mg. em linha reta (direção do eixo x). Nilson dirige distraidamente. Tal afirmação é um exemplo de: a) lei c) modelo b) teoria d) hipótese Voltar FÍSICA . supondo ambas constantes naqueles 55 m. indicando a velocidade máxima permitida: 50 km/h. UFMT Foguetes lançadores como os do Projeto Apolo são utilizados há décadas para col ocar satélites em órbita da Terra ou para levar a outros planetas dispositivos const ruídos pelo homem. a uma velocidade de 60 km/h. aciona os freios do automóvel. ( ) À medi da que o foguete sobe. quando percebe que há. UFRN O Sr. v2 = V02 + 2a∆x e a Segunda Lei de Newton. a força de atrito com o ar diminui. UERJ 7 GABARITO IMPRIMIR Com base neste conhecimento. Galileu. ( ) À medida que o foguete sobe. quando abandon adas livremente de uma mesma altura. Para que o lançamento seja feito com sucesso. respectivamente: a) 5000 km/h2 e 3600 N c) 5000 km/h2 e 5500 N b) 10000 km/h2 e 5000 N d) 10000 km/h2 e 1000 N 23.Leis de Newton Avançar . onde m é a massa do foguete. a força de atrito com o ar e a própria força da gravidade. pois a atmosfera é mais r arefeita quanto maior a altitude.

uma vez atingida a velocidade de cruzeiro. se justifica. movendo-se para a direita sob a ação de uma força horizontal de 100 N. agindo sobre o blo co a partir do repouso. se os motores forem desligados. uma vez colocada no seu rumo. Supondo-se que a força de atrito externo atuand o sobre os blocos seja 25 N. 08.Leis de Newton Avançar . a força F deve ser um pouco superior a: a) P/4 b) P/2 c) P d) 2P e) 4P IMPRIMIR Voltar FÍSICA . como resposta. para que qualquer objeto se mova. UFSE A figura mostra um móbile de três peças. que as naves espaciais. 02. Quando estiver em repouso.5 d) 2. Suponha agora que a força é dobrada. durante tempo idêntico ao do caso anterior. 28. Supõe-se o atrito desprezível e o p eso das roldanas e da corda muito pequeno. em m/s2.50 b) 1. porque. porque. não se justifica. vale: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 26. é necessária a ação de uma força sobre e le. a nave seguirá até o destino com velocidade constante. se os moto res forem desligados.0 8 27. PUC-RS Instrução: Responder à questão com base na figura ao lado. 16. de forma gradativa. Dê. Adote g = 10 m/s2. se justifica. é correto concluir que a aceleração. a nave será desviada . que representa doi s blocos independentes sobre uma mesa horizontal. Para elevar um material de peso P.0 c) 1. Esse fato: 01. adquirida p elos blocos. pois. UFMT É comum. PUC-RS Numa obra de construção civil. mesmo quando l onge de qualquer planeta ou estrela. Uma força é exercida sobre o bloco durante um certo tempo. a velocidade da nave diminuirá com o tempo até parar. a tração T no fio intermediário tem int ensidade. se j ustifica. a soma das afirmativas corretas.25. não se justifica. a nave seguirá até o seu destino sem desviar-se da rota.5 e) 3. 04. pois. e es te adquire uma velocidade v. permaneçam com os motores ligados durante tod o o tempo de percurso da viagem. pois. PU C-RJ Um bloco de gelo está inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito d e um lago congelado. ligadas por fios de massa desprezível. conforme a figura ao lado. em filmes de ficção científica. Então a nova vel ocidade do bloco é: a) v b)2 v c) v 2 d) 4v e) v 4 GABARITO 29. de sua rota. os operários transportam verticalmente mater iais usando roldanas. em newtons: a) 0.

Dê. ( ) Para que um corpo passe a se mover. ao mesmo tempo e a partir do repouso. ( ) O impacto que o astronauta sentiu no peito é o mesmo que ele sentiria n a Terra se a pedra o atingisse com a mesma velocidade. puxando o próprio cabelo. Se m1 = m2. ( ) Não é po ssível um indivíduo erguer-se. constante e horizontal. 02 . 16. ( ) A pedra pode ser arremessada horizontalmente mais facilmente na Lua do que na Terra. O sistema é acelerado verticalmente para cima com acel eração de 2. de 25 N sobre uma superfície plana horizontal.0 kg. que o acertou no peito. ( ) A pedra pode ser erguida mais facilmente na Lua do que na Terra.30. 01. Unifor-CE Os corpos A e B. c) dois corpos ficaram flutua ndo em repouso. julgue os itens. UFMT Na superfície da Lua. a aceleração do sistema duplica. julgue as afir mativas. em N. sem sair efetivamente do lugar. em newtons: a) 18 b) 24 c) 30 d) 36 e) 50 31. havia dois astronautas. apenas mover as pernas. existente entre a superfície e o bloco é igual a: a) 6 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 35. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . e observou que o(s): a) martelo caiu e a pe na subiu. realizou uma experiência que consis tia em largar. A resultante das forças que atua sobre o sistema é (m1 + m2) a. U. 04. Maringá-PR Considere que no sistema representado na figura abaixo não atua qualquer força dissipativa. como resposta. Sabe ndo que a atração gravitacional na Lua é seis vezes menor que na Terra. de massas mA = 2. o impacto provocado pela pedra arremessada inde pende de sua massa. 34. Nessas condições. a soma das alternativas corre tas.E. qu e o fio que une as massas é inextensível e que a polia tem massa desprezível. 08. a t no fio que une os dois corpos vale. 32. deix ando-os cair sobre a superfície lunar. em 1969. ( ) Sem o atrito. UFMT Em relação às manifestações das Leis de Newton nos fenômenos do cotidiano. Se duplicarmos o valor de m2.Leis de Newton Avançar . Se duplicarmos o valor de m1 a aceleração do sistema reduz-se à metade. são presos por um fio de massa desprezível. Católica de Salvador-BA Um bloco de massa igual a 5 kg. não seria p ossível caminhar. e assina le o que for correto. por isso jogou-lhe uma pedra de 20 kg. onde a é a aceleração do sistema.0 m/s2. afastando-se da superfície lunar. A resultante das forças que atua sobre o sistema é m2g. A aceleração local da gravidade adotada é 10m/s2. e) dois corp os começaram a subir. deve necessariamente empurrar ou puxar outro no sentido inverso. Um astronauta ficou com rai va do outro. Na ocasião. um martelo e uma pena. U.0 kg e mB = 3. 33. A força de atrito. b) martelo caiu mais rápido do que a pena. d) dois corpos tocaram o solo lunar ao mesmo tempo. a velocidade do sistema é constante. Unirio O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na superfície da Lua. é puxado por uma força. ( ) Como na Lua todos os objetos caem com a mesma aceleração. com a celeração constante de 3m/s2.

Essa situação física: só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é nulo. entre as rodas e o solo. Itajubá-MG A aceleração ad uirida pelo corpo com massa de 2 kg da figura abaixo vale A. 02. U. simultan eamente nos trechos A. e) é impossível. como resposta. 37. d) só ocorre quando o ângulo ent e F2 é 120º. nessas condições. têm co mo resultante uma força F cujo módulo é. uando acionado. sob a ação das mesmas forças. Dê. c) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é 60º. Unifor-CE A inclinação do plano representado abaixo é tal que um corpo. F. continua sendo estático. Maringá-PR Três corpos. dessa maneira. não deixa ue as rodas parem en uanto o carro está em movimento.36. se as rodas parassem en uanto o carro estivesse em movimento. simultaneamente nos trechos A e B. 40. também. no trecho C. o motorist a continua tendo a dirigibilidade do veículo en uanto freia. Dê. b) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F 2 é 45º. 02. no trecho A. como o atrit o. 08. é igual a: a ) sen θ b) cos θ c) tg θ d) secθ e) cotg θ GABARITO 39. a soma das afirmativas corret as. É certo afirmar ue: 01. a frenagem é mais rápida. esse rompimento ocorrerá: 01. esta aceleração seja uadruplicada. possuem massas m1. continua se ndo dinâmico. n o trecho B. 04.E.M. Para ue.5 e) 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o a trito entre as rodas e o solo seria menor. 38. 16. Aumentando-se gradativamente a massa m2 até o rompimento da(s) corda(s). B e C. 16. e estão presos por cordas idênticas no teto de um laboratório. F. 08. ual deverá ser a nova massa do corpo em kg. m2 e m3. a) 8 b) 2 6 c) 2 3 d) 0. 10 O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e o plano. de mesmo módulo. UFMT O sistema de freios ABS. as rodas têm sua ad erência no solo aumentada fazendo com ue o carro pare mais rápido.M. desliza para baixo mantendo constante a sua velocidade. como o atrito. como resposta. entre as rodas e o solo. nele aban donado. o mesmo de F1 e F2 . a soma das alternativas corretas. conforme figura ao lado.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Triângulo Mineiro-MG Duas forças concorrentes F1 e F2 . sob a ação do campo gravita l terrestre. 04. a frenagem é mais rápida.

sem tocar no livro. b) É uma força de atrito cinético de sentido igual ao do m ovimento do livro. o bloco chegará à base do plano com uma velocidade de 10 m/s. ao ser exercida sobr e o livro. pela mecânica. Unicap-PE Um bloco de 4 kg encontra-se em e uilíbrio. desce. A partir de então. de baixo. 11 Podemos afirmar ue: ( ) a força normal é igual ao peso do bloco. U. c) É uma força de atrito estático contrário de sentido ao do moviment o do livro. Considere g = 10 m/s2 e F = 10 N. ue força deverá ser aplicada na corda 2 para manter em e uilíbrio estático o corpo suspenso de 500 k g? Os fios são considerados inestensíveis e de massas desprezíveis: entre os fios e as polias não há atrito. no fio. e) É uma força ue não pode ser caracterizada como força de atrito. (Polias ideais) a) 50. de massas respectivamente dadas mA = 3 kg e mB = 2 kg. o resultado se conhece: o bloco A. O livro acompanha o movimento da folha e não desliza s obre ela. sem a presença do fio. 42. em cujas extremida des se acham suspensos dois blocos A e B. ficando livre para s e mover. Em um dado instante. é 20 N. Considere g = 10m/s2. conforme a figura abaixo. sobe e o B. ( ) se o fio se romper. 45.0 N GABARITO 44. um estudante puxa a folha em s ua direção. 43. UFRS Um livro encontra-se deitado sobre uma folha de papel. Ela consiste em uma polia fixa leve (de massa desprezível) que gira li vre de atrito. UFR-RJ Um corpo de massa m = 2 kg encontra-se apoiado em uma superfície horizo ntal. acha-se esquematizada uma “máquin a de At ood”.41. é necessário ue. Qual é a alternativa ue melhor descreve a força ue.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ ¢ £ . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o sistema é abandonado.5 N c) 80. ( ) a aceleração do bloco A é d e 2m/s2 (considere a aceleração da gravidade g = 10m/s2). como mostra a figur a ao lado: Determine o valor da aceleração do corpo na direção “x”. exista atrito cujo coeficiente seja m ≥ tg30º. por meio de u m fio. Católica-GO Na figura dada. o colocou em movimento? a) É uma força de atrito cinético de sentido contrári o ao do movimento do livro. entre o bloco e o plan o. d) É uma força de atrito estático de sentido igual ao do movimento do livr o. UEMS No sistema. ( ) a tração. Aplica-se a esse corpo uma força F . Por esta polia passa um fio leve e inextensível. ambos em repouso sobre uma mesa horizontal. em um plano inclinado liso. pode-se afirmar que: ( ) o sistema sai de sua situação ini cial e. ( ) a tensão do fio é menor que o peso de B.0 N d) 70.0 N b) 62. abaixo. o bloco chegará à base do plano em 2 s. de cima.2 N e) 82. perfeitamente lisa. ( ) para o bl oco ficar em e uilíbrio. ( ) partindo-s e o fio. Para aproximá-lo de si.

08. peso e atrito. UESC-BA Na figura. GABARITO a) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. normal e atrito. O caminhão se imobiliza após percorrer 62. O caminhã pára. a soma das alternativas correta s. de módulo igual a 10 N. 02) normal. A caixa A não escorrega e. F2 e F3 . 49. permanecendo em repouso com relação à carroceria do caminhão. se o módulo da desaceleração do caminhão fosse maior do que 8.12 46. dispostas c onforme a figura. colidindo c om a cabina do motorista. observando perigo na pista. O velocímetro indica 90 km/h quando o motorista. Dê. UFSC Um caminhão trafega num trecho reto de uma rodovia. atr ito e normal. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível.000 N .8. 32. 02. Com ajuda dos dados e da figura.5 metros. 04) atrito. como resposta. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 16. é correto afirmar ue: a) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal é nula. representados n a figura. b) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloc o 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo. 0. atrito e peso. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s ): 01. pisa no freio. além da desaceleração do caminhão. 47. de 4 kg. como: 01) peso. como mostra a figura. 04. o bloco B encontra-se em iminência de movimento de desci da sobre a rampa de inclinação θ. O caminhão é submetido a uma desaceleração de módulo igual a 5. respectivamente. 64. pe so e normal. a força que ela exerce sobre a caixa B é nula.80 e 0. Os coeficientes de atrito estático e de atrito dinâmico entre as s uperfícies da carroceria e das caixas são. a caixa A exerce uma força sobre ela igual 3.0 m/s2. 03) peso. transportando sobre a carroceria duas caixas A e B de massas mA = 600 kg e mB = 1. d) o peso do bloco é igual a 20 N. ue podem se identificadas. A caixa A não escorrega porq ue a inércia da caixa B a impede. UFRJ O bloco 1.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . c) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal vale menos do ue 20 N.50. de 1 kg. e) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0. respectivamente. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. As caixas escorregariam sobre a superfície da carroceria. Somente a caixa B escorrega sobre a carroceria por que. e o bloco 2. assim. Eles são acelerados pela força horizontal F . sob ação exclusiva das forças F1 . U Caxias do Sul-RS O bloco A de mass a m = 4 kg desloca-se com velocidade constante v = 2 m/s sobre uma superfície hori zontal. 48. As duas caixas não escorregam.000 kg. 05) normal.0 m/s2. mas a inércia das caixas faz com que elas continuem em movimento. b) a força resu ltante das forças ue atuam sobre o bloco é nula.

U.fa . em uma estrada sem sobrelevação. cos = 0. o men or coeficiente de atrito entre os pneus e a pista.03 d) 0. ue forma um ângulo de 30° com a horizontal. o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a mesa é: a) 10 b) 1 c) 0. Católica Dom Bosco-MS Um carro com massa m = 1000 kg percorre uma curva de raio 20 0 m. desprezando-se a resistência do ar e considerando-se ue o bloco A está na iminência da descida.1 d) 0. determine a constante elástica da mola. para não ocorrer derrapagem. de ve ser igual a: a) 0.50. em Movimento Re tilíneo Uniforme. Sendo 0. Santa Maria-RS Um corpo de massa igual a 10 kg desliza.04 e) 0. sob a ação de uma força horizontal de módulo 10 N. Considerando a aceleração gravitacional com módulo g = 10 m/s2.05 55. demonstre ue a = mg . A mola ideal se encontra deformada de 20 cm e é ligada ao bloco A através do fio ideal ue passa pela roldana sem atrito. sen = 0. Sendo fa a força de atrito ue atua no corpo A.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . UEMS Um corpo de massa 10 kg é abandonado do repouso num plano inclinado perfe itamente liso.2 o coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano. Católica-DF Na cons trução de uma estrada o engenheiro projetista tem a seguinte imposição: fazer uma curva de 50 m de raio com uma inclinação tal ue ual uer veículo possa fazê-la com a velocida de máxima de 60 km/h.01 e) zero 54. sem depender do atrito. g a aceleração da gravidade e a aceler ação do conjunto. A força resultante sobre o corpo. 13 51. Considerando a aceleração da gravidade i gual a 10 m/s2. As massas dos corpos são mA = mB = m.F.2 N d) 40 N e) 50 N 52. a inclinação da curva deverá ser de aproximadamente: a) 15º b) 30º c) 45º d 60º e) 75º IMPRIMIR Voltar FÍSICA .60. UFR-RJ Na figura abaixo o fio ue une os corpos A e B é i nextensível e tem massa desprezível.01 b) 0. em N/m. de peso igual a 10N. Nessas condições. sobre um plano de i nclinação em relação à superfície horizontal. 2m GABARITO 53. sobre uma mesa horizontal. U. como mostra a figura. U.02 c) 0. com velocidade de 36 km/h. UFBA A figura apresenta um bloco A.80. é de: (considere g = 10 m/s2) a) 100 N b) 80 N c) 64 .

na figura.F. em módul o. do conjunto (isto é. a roldana e os fios que ligam os corpos são ideais. (Observe que. desprezar o atrito entre a tábua e a areia da duna bem como a r esistência do ar.0 kg e 4.0 kg. se o atrito entre a tábua e a areia for levado em conta. Paulinho coloca os pés em contato com a areia. Inicialmente. B e C iguais a 10 kg. res pectivamente. Santa Maria-RS A figura mostra dois corpos de mesmo material que estão em pilhados e em repouso sobre uma superfície horizontal. em nenhum momento da descida. pode-se afirmar que a reação do plano sobre o bloco A tem intensidade igual a: a) 160 N b) 100 N c) 60 N d) 40 N e) 50 N GABARITO 58. a força que o corpo A exerce sobre o corpo B é: a) nula. Paulinho passa numa farmácia e verifica que a massa total. Admitindo que. após ter assistido a uma aula de Física sobre plano inclinado.Leis de Ne ton Avançar   ¢ ¢ £   . UFRN Paulinho. mT. e o plano inclinado representa a duna. considerando que a aceleração da gravidade é 10 m/s2 e lembr ando que sen 1 30 = : 2 a) determine a velocidade. d o topo. Sendo a tábua de fórmica. sua massa mais a massa da tábua) é de 60 kg. Justifique. Pode-se afirmar que. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. numa primeira aproximação. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . bastante lisa e lubrificada com parafina. o bloco represe nta o conjunto. supondo que ele tenha partido. ao descer uma duna. igual ou menor que a veloc idade determinada no subitem A. c) maior do que a força que B exerce sobre A. d) indique se a veloc idade com que o conjunto chegará à base da duna será maior. do estado de repouso. em m/s e em km/h.56. os atritos desprezíveis e as massas dos corpos A. ele decide. b) igual à força que B exerc e sobre A. colocando essas forças no centro de massa do bloco.) 14 c) calcule o valor da força resultante que atua no conjunto. a f igura abaixo e faça o diagrama das forças externas que atuam no conjunto. d) menor do que a força que B exerce sobre A. de cide fazer uma aplicação prática do assunto: analisar o ue ocorre com ele e sua tábua d e morro (usada no “es uibunda”). 2. com que o co njunto (Paulinho com a tábua) chegará à base da duna. na moldura destinada às respostas. b) reproduza. UFR-RJ Na figura abaixo. e) aumentada à medida que o tempo vai passando. inclinada de 30 em relação à horizont l e cuja extensão é de 40 m. 57. U.

Maringá-PR Um balde com água é colocado sobre um plano inclinado que forma um âng ulo a com a horizontal. 60. zero. 08. 62.0 kg 61 . 103 N.0 . e seu deslocamento é controlado pelo motor M. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a).0 .5 kg d) 12 N e 3. z ero.0 kg e) 50 N e 2. pode-se concluir: 01. a soma das alternativas corretas. Um caminhão de massa 10 toneladas. como respos ta. esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal . U. 16. se o balde estiver com velo cidade constante. 104 e) 6. 04. g é o módulo da ac leração gravitacional local. Quando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g. se o balde estiver em repouso. se o balde estiver em repouso.0 .0 kg b) 10 N e 3. para realizar a mesma c urva de raio 100 m com velocidade de 30 m/s. 02. conforme a figura. um homem de massa mH encontra-s e sobre a balança de mola B.0 . O campo gravitacional local é de 10 m/s2. 04. 104 d) 9.Leis de Ne ton Avançar £ £ .E. Considera-se desprezível a resistência do ar. a soma das alternativas corretas. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). 105 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Quando o elevador está subindo com velocidade constante. o peso do homem indicado pela balança é igual a zero. Sabe-se que a esfera B é de ferro. As esferas estão na presença de um ímã. Quando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g. a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o ho em se encontra. o sistema está em repouso. 103 b) 9. K 16. o qual aplica sobre a B uma força vertical de intensidade F.0 tonelada fazer uma curva de raio 100 m com velocidade de 20 m/s é de 4. no interior de um elevador de massa mE.0 . é: 01. Nessa situação. em N. UFSE A força centrípeta necessária para um automóvel de massa 1. como re sposta. a. Desprezando-se todos os atritos. 103 c) 6. necessita de força centrípeta de intens idade.15 59. Quando o ímã é retirado. 32. a d eformação da mola é ( m H g) igual a . o peso do homem indicado na balança é igual a 2mHg. entre a horizontal e a superfície livre da água. se o balde estiver com velocidade constante. Unirio Duas esferas A e B estão interlig adas por uma corda inextensível e de massa desprezível que passa por polias ideais. em kg. Com o elevador parad o. a. UFBA Conforme representado na figura abaixo. a. Quando o elevador está subind o com velocidade constante igual a v.0 kg c) 12 N e 2. 02. de massa mB. 08. Assim sendo.0 kg. Dê. A mola tem constante elástica K e es tá no seu regime elástico. em ne tons: a) 6. o sistema passa a se mover com aceleração uniforme e igual a 2. O ângulo de inclinação. a potência desenvolvida pelo motor é igual a ( mE + mB + mH) vg. o módulo d a força F. zero. e que a soma das massas das esferas é igual a 5. Dê.0 .0 m/s 2. são respectivamente: a) 10 N e 2. e o valor da massa da esfera A.

PUC-RS Um bloco de pedra. Resolva. UFRJ Um navio de massa igual a 1000 toneladas deve F ser rebocado ao longo d e um canal estreito por dois tratores que se movem sobre trilhos retos. conforme é mosθ θ trado na figura abaixo. nessas condições. pesando 300 N. 65. Pelotas-RS Uma empresa de transportes faz a entrega de produtos para um supermercado. ue a inclinação máxima para ue a caixa não deslize seja de 30º. 2 1 16 64. no interior de um elevador.63. em relação à horizontal. calcule: b) o módulo. UERJ Uma balança na portaria de um prédio indica ue o peso de Chi uinho é de 600 newtons. a velocidade do navio passa a ser constante. outra pesagem é feita na mesma balança. e formam um ângulo de 30 graus com a direção do movim ento do navio. cos 30º ≅ 0.87. a direção e o sentido da força ue a ma sa de água exerce sobre o navio. em ue g = 10 m/s2. com os tratores ainda exercendo força como no início do movimento. Após um determinado intervalo de tempo. sobre uma rampa.50. S uponha ue a inclinação do plano de apoio. c) Qual o valor do coeficiente de atrito entre a caixa e o plano. o ponteiro d a balança aponta para o valor ue está indicado corretamente na seguinte figura: a) b) c) d) GABARITO 66. o ue r e uer o uso de uma má uina simples (plano inclinado). F F Os tratores exercem forças T1 e T2 constantes. ue sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceler ação da gravidade e módulo a = g/10. Supondo ue o navio esteja i nicialmente em repouso em relação às margens do canal. representada pela reta AB da figura. considerando . U. encontrase apoiado. Um desses produtos é de dimensões consideráveis e peso elevado. Dados sen 30º = 0.F. conforme figura acima. para a situação proposta. a s uestões ue se seguem: a) Represente graficamente as forças ue atuam sobre a cai xa. não seja suficiente par provocar o deslizamento da caixa rampa abaixo. de 10 cm x 20 cm x 30 cm.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . para facilitar a descarga. A seguir. b) Qual a intensidade da força resultante na direção do plano de apoio? Justifi ue . em repouso.866 A força de atrito entre a rampa e o bloco vale: a) 100 N b) 141 N c) 150 N d) 170 N e) 200 N IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Nessa nova situação. para este caso. São dados sen 30º = 0. igual a 10 000 N.500 e cos 30º = 0. a direção e o entido da aceleração inicial. ue têm mesmo módulo. calcule: a) o módulo.

uando abre o pára. a aceleração do pára. b) Apenas II.uedista em função do tempo. I. a força de re sistência do ar sobre o pára. 16. A aceleração do pára. UFSC Um pára. Pode acontecer ue nenhuma dessas forças seja centrípeta. 69. O diagrama ue representa corretamente as forças de atrito estático ue o solo exerce sobre as rodas é: a) b) c) d) 68. Dê.uedista é co nstante e igual à aceleração da gravidade. Analise as seguintes afirmações a respeito dessa situação. desde o instante em ue abandona o avião (t = 0) até o instante em ue o pára. Ao atingir o solo. 64. 17 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. desde zero até um valor igual ao da força peso. Quais estão corretas? a) Apenas I. Entre os instantes t2 e t3. a força de resistência do ar apresentou mai or intensidade do ue a da força peso do pára. Cai livremente – submetido somente à força de resistência do ar e à força peso – instante t2.uedista abandona o avião e inicia sua ueda.uedista tem valor const nte. por ue a energia mecânica se conserva. A resultante dessas forças é centrípeta. Uma dessas forças necessariamente é cent eta. a soma das alternativ as corretas. Desde o instante em ue o pára. 32.uedista e seu pára uedas apresenta valores maiores do u e a força peso do conjunto. 04. UFRS Do ponto de vista de um certo observador inercial. na sua ausência. a força de resistência do ar tem valor igual ao da força peso. III. Só há movime uando há atrito estático.67.uedista é igual à energia potencial gravitacional ao abandonar o avião.ue das abre (t = t2). como acontece em um terreno enlameado. Entre os instantes t1 e t2. em pleno ar no instan te t = 0. Em nenhum instante. e) Apenas II e III. O gráfico abaixo representa a velocidade ve rtical do pára.uedista. O motor é capaz de impor às rodas de tração um determinado sentido de rotação. II. d) Apenas I e III.uedista. como resposta.uedista abandona o avião (t = 0) até o instante t1. Durante toda a ueda. 08. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . c) Apenas III.uedas. a força de resistência do ar aumenta. as rodas de tração patinam sobre o solo. a ene rgia cinética do pára. e a força resultante tem sentido contrário ao do movimento do pára. um corp o executa movimento circular uniforme sob a ação exclusiva de duas forças. pois. 02.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . UERJ Considere um carro de tração dianteira ue acelera no sentido indicado na f igura abaixo.

Verifi ue se. No ponto A. Maringá-PR Um carro se move com velocidade constante em uma estrada curva num plano horizontal. em gráfico cartesiano. A figura a seguir represe nta. uma força perpendi cular à trajetória e dirigida para cima. Dê. uma força na mesma direção e em sentido contrário ao centro da curva. o motorista do caminhão pisa o freio. o segmento de reta orientado ue melhor rep resenta a força de atrito atuante na bola é: a) b) c) d) e) 71. Voltar FÍSICA . UFRJ Um caminhão está se de slocando numa estrada plana. Desprezando-se a resistência do ar. como resposta. IMPRIMIR O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. C onsidere g = 10 m/s2. durante a freada. uma força na mesma direção e no mesmo sentido do movimento do carro . 72. Justifi ue sua respos ta.70. 02.UFR-RJ No último jogo do Vasco contra o Flamengo. retilínea e horizontal. 04. um certo jogador chutou a bol a e a trajetória vista por um repórter. a caixa permanece em repou so em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. como mostra a figura. como a velocidade do caminhão variam em função do tempo. GABARITO Num dado instante. é mostrada na figura a seguir: Admita ue a trajetória não é uma parábola perfeita e ue existe atrito da bola com o ar durante a sua trajetória. 16.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . pode-se afirmar correta mente ue sobre o carro atua: 18 01. U. a soma das alternativas corretas.30. 08. ue estava parado em uma das laterais do cam po. uma força perpendicular à trajetória e dirigi da para baixo. uma força de atrito na mesma direção e no mesmo sentido do centro da curva.E. Ele transporta uma caixa de 1 00 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria.

ela descreverá uma trajetória espiralada até encon trar a superfície terrestre. c) soment e está correta II. pois a direção do vetor velocidade é constante. 74. b) I. Pedro repete a experiência colocando o tijolo em outra posição como mostra a Figura 2. III e IV. portanto. Expli ue. A aceleração tangencial é constante e dife rente de zero. d) somente I e II. fisicamente. c) som ente a III. A força resultante ue atua na nave está voltada par a o centro da Terra. UFR-RJ B Figura 1 Um tijolo. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . e) somente estão corretas II. com as dimensões indicadas acima. III. b) expli ue o tipo de movimento ad uirido pelo objeto em função da força resultante. b) somente estão corretas I e III. IV. II. d) todas estão corretas. 7 6. É(são) correta(s) a(s) afir mação(ões): a) somente a I. II e III. Pedro começa a levantar a tábua pela extremidade B. pois o módulo da v dade é constante. é colocado na extremidade B de uma tábua como mostra a Figura 1. III. invariável. Um ocupante desta nave não terá a sensação de “ausência de peso”. A aceleração centrípeta é nula.73. ainda existe. Nestas condições são efetuadas algumas considerações: I. Admitindo ue não haja atrito entre o plano e o objeto e considera ndo g = 10 m/s2: a) faça um esboço es uematizando todas as forças atuantes no objeto. são feitas as afirmações a seguir: I. s o campo gravitacional da Terra. Quando a tábua forma um ângulo de 26º com a horizontal. 19 Figura 2 Pedro constata ue o tijolo começa a deslizar uando a tábua forma um ângulo de 32º com o plano horizontal. UFR-RJ Um objeto desliza sobre um longo plano inclinado de 30º em relação à horizontal. A velocidade escalar dela é. Cefet-PR Com relação ao movimento circular e uniforme efetuado por uma partícul a. II e III. e) somente a II. Se a velocidade dela for reduzi da em um determinado ponto da órbita.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ . com clareza por ue o ângulo aumentou em 6º. Com respeito às afirmações pode-se dizer que: a) somente estão corretas I. A força centrípeta ue atua na partícula é a resultante das forças na direção perpendicular ao vetor velocidade. 75. o tijolo começa a deslizar. Cefet-PR Uma nave espacial orbita a Terra com uma trajetória circular a uma alt itude igual ao raio terrestre. nesta órbita. II.

b) C omo a força motriz do movimento do bloco é um componente do seu peso. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . não havendo perdas por calor. A esfera (1) cai verticalmente. e) T3 > T4. mostrado na figura abaixo. Uberaba-MG O bloco. a nalise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: a) A energia ci nética do bloco. c) A força de atrito é do tipo resistiva. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30 com a h orizontal. associada ao seu movimento decresce com o decorrer do tempo. U. respectivamente. Considerando a aceleração da gravidade igual a g. podemos afirmar ue: 20 GABARITO a) T1 > T2 e θ = 30º b) T1 = T2 e θ = 45º c) T1 < T2 e θ = 60º d) T1 = T2 e θ = 30º e) T1 < T2 e θ = 45º 80. UFES A figura mostra um plano inclinado. Seja θ o ângulo de inclinação do plano. aos blocos. UFRJ Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo. 2. 78.77. para chegarem ao solo. Considerando os atritos desprezíveis. O coeficiente de at rito entre o bloco e a superfície é µ. A força tenso ra T no fio vária de ponto para ponto de sua trajetória. calcule a razão t1/t2 entre os tempos gastos p elas esferas (1) e (2). e T1. 3 e 4 indic am posições ocupadas pela pedra no seu movimento sob as respectivas forças tensoras T1 . no qual os blocos de massas m1 e m2 estão em equilíbrio estático. T3 e T4 . T2 . d) T1 > T3 > T4 > T2. respectivamente. Os pontos 1. A alternativa que expressa a relação correta entre as forças sensora s é: a) T1 < T3 < T4 < T2. b) T1 > T2. 79. c) T2 < T 4.Leis de Newton Avançar   ¢ ¢ ¢ ¢ . Desprezando os atritos e sabendo ue a massa m2 é o dobro da massa m1. T2 os módul s trações ue a corda transmite. tem massa igual a m e é aban donado no topo de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é de θ. U. is to é. interferindo na aceleração do bloco. A força que mantém a pedra em movimento é chamada força tensora. d) A energia potencia l armazenada no bloco é convertida em energia cinética. como mostra a figura. este movimento pode ser considerado como ueda livre. contrária ao movimento. Caxias do Sul-RS Uma pedra presa por um fio ideal descreve uma trajetória circular num plan o vertical.

Se o vião re liz movimento circul r uniforme. UFSC Um avião descreve uma curva em trajetória circular com velocidade escalar c ons→ tante. P é a força peso. diferente de zero . resu lt nte d s forç s extern s que tu m sobre ele é. necess ri mente. m ss do vião = 10000 kg. 02. R = 00 metros. conforme está representado na figura. α é o ângulo de inclin ção d s s ção o pl no horizont l. Se o vião descreve um tr jetóri curvilíne . 08. Dê. n direção do r io d tr jetóri . como respost . 16. consider ndo. A forç centr t sobre o vião tem intensid de igu l 100000 N. result nte d s forç s que t u m sobre ele é nul . 04.81. 01. pen s s forç s indic d s n figur . R é o r io de tr jetóri . onde F é a força de sustentação. result nte d s forç s extern s que tu m no vião. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . p r efeito de cálculos. A velocid de do vião tem v l or igu l 360 km/h. num plano horizontal. em c d ponto d tr jetóri . som d s lte rn tiv s corret s. perpendicular às asas. São conhecidos os v lores: α = 45º.Leis de Ne ton Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . A forç centrípet é. 32. → 21 Assin le (s) proposição(ões) corret (s). A forç result nte que tu sobre o vião não depende do ângulo de inclin ção d s s s em rel ção o pl no horizont l.

T–f = m. b 59. b 30. d 23. V – F – V – F 32. d 25. 15. d 66.g –T = m . b 56 . c 27. b) – 2N 49. 12. d 33. d 58.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 2. 7. 02 48. 22 51. V – F – V – V 24. ) 2N. d 42.017 m/s2 64. 2. b 50. 4. 16. 57. 26. 10. 11. d 31. 22. ) 72km/h b) N Pt G A B A R IT O F t Pn c) 300N d) A velocid de seri menor do que encontr d no item A.5m/s 45. 13. b 35. 18. b 29.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1 e e b e c b c b d b e d d d d e b ) V = 8 m/s. b) F = 128 N 21. e 55. d 63. 0 34. m. 8. V – V – V 36. 14. 28 62. F – F – V 46. ) Direção AB. F – V – V – V – V 3. pois p rte d energi seri dissip d pelo trito entre tábu e rei . b 1. 9. 01 + 04 + 08 40. c 54. sentido de A p r B b) 0. b) Px = f t c) µ = 0. o que diminuiri e nergi cinétic logo velocid de fin l do conjunto. 17. 57 47. c IMPRIMIR Volt r FÍSICA . Som ndo mg – f = 2m 2m = mg – f = mg . 04 + 08 = 12 60. b 61. 20.f 2m 53. 8 + 16 28. d 41.5 65. c 39. 01 38. e 52. 6. d 37. 44. 3. 5. 19.

ax ax = g.1/2 = 5m/s2 Py = 0 → ay = 0 76. 22 69. 5 Assim. = ∆t ∆v ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .por isso o ângulo sofreu um aumento de 6º. 100 . 29 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . c 71. pois desce o plano ao longo de u ma reta com uma ax dada por: Px = m. 1/2 78. F tm x = µmg → 0. a 79. d 80.sen30º ≅ 10. 74.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ 67. E b) O movimento é retílineo uniformemente acelerado.ax mgsen30º = m. com F tm x = 300N c ix desliz rá. b 68. 10 = 4m/s2 2. b 77. 14 72.3 . A1 = 10 × 30cm2 A2 = 30 × 18cm2 Como o coeficiente de atrito é diretamente proporc ional a área de contato. a) = 2 73. F t = F F t = m. F t = 100 × 4 = 400N or . significa que a força de atrito será maior na posição da figura 2 . e 75. 10 = 300N Conclusão: p r que c ix perm neç em repouso sobre o c minhão é necessário que F t = 400N. c 81. e 70.

A experiência m ostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo ponto no qual a vassoura fica em eq uilíbrio. 1 GABARITO Da experiência. vale: a) 700/ 3 b) 1400 c) 350 d) 1400/ 3 e) 700 Voltar FÍSICA . IMPRIMIR A tensão na corda. pode-se concluir: a) Quando as mãos se aproximam. para nenhum dos lados (figura II). 2. inclusive em casa.F ÍS IC A E Q U IL ÍB R IO 1.E uilíbrio Avançar ¢ . pos síveis de ser realizadas facilmente. aproximam-se esses dedos um do outro. d) Duran te o processo de aproximação. não caindo. Em seguida. Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indica dores de ambas as mãos. os dois pedaços terão o mesmo peso. mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizontal. A figura abaixo ilustra isso. portanto. UFRN A professora Marília tenta estimular os alunos com experiências simples. separadas (figura I). o dedo que estiver mais próximo do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor força de a trito. c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se encontram. pois estão sujeitos à mesma força de atrito. o dedo que suporta maior peso é o que está mai s próximo do centro de gravidade da vassoura. os dedos deslizam sempre com a mesma facilidade. PUC-RJ Um alpinista de 700 N de peso está em equilíbrio agarrado ao meio de uma corda. em Newtons. sendo θ = 30º. b) Quando as mãos estão separadas.

b) 2 c) GABARITO d) e) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Q e R fazem parte da estrutura composta de cabos e rold Q. é melhor representada pelo diagrama contido na ¢ .E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ 3. A dependência entre o peso de P e o ân ao atingir o e uilíbrio. Cefet-PR anas. uanto R apresentam um peso igual a 1 N. O corpo P tem seu peso v ue se observe a alteração do ângulo a. Tanto ariado para gulo citado opção: a) Os corpos P.

Observe o es uema das duas chaves. Fuvest-SP Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias man eiras. 6. Somente consegue soltá-la uando empresta de outro motorista uma chave com o braço mais comprido.M. c) a força. F. e) o impulso. dentre as apresentadas. ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . A situação. energia potencial. Itajubá-MG S está em e uilíbrio e ue ele é formado por fios e polia o valor do peso M em kgf. calcule IMPRIMIR a) 40 b) 40 c) 10 3 d) 20 e) 10 3 3 Voltar FÍSICA . d) a abendo-se ue o sistema abaixo s ideais (sem atrito). em ue as cordas estão sujeitas a maior ten são é: A B C D E a) b) c) d) e) A B C D E 5.E uilíbrio Avançar com o uso da chave de braço maior foi: a) o trabalho.4. Unifor-CE Um motorista não consegue soltar o parafuso da roda do carro com uma chave de rodas em L. 3 GABARITO A grandeza física ue aumentou b) o tor ue.

8 8. começa a caminhar lentamente s obre ela. Fuvest-SP Uma prancha rígida . e a uma distância desse ponto apr oximadamente igual a: a) b) c) d) e) 1. Unicap-PE A figura abaixo representa uma barra homogênea de peso igual a 200 N. pois precisa exe rcer sobre ela uma força de: a) 392 N d) 140 N b) 280 N e) 214 N c) 200 N Consider e: sen 45º = 0. Pelotas-RS Para garantir o sono tran üilo de Chico Bento. 4 Desprezando o peso da rede e sabendo ue Chico Bento pesa 280 N. é zero.0 m 2. como na figu ra. de 8 m de comprimento. uando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P. Uma pessoa. observamos ue Rosinha terá grande dificuldade para permanecer segurando a rede. Rosinha segura a rede.0 m GABARITO 9. ( ) Uma partícula de massa m descreve um M. exercendo sobre ela uma força inclinada de 37º em relação à horizontal. C.U. ue pesa metade do peso da prancha. de comprimen to igual a 1 m.7. Pode-se afirmar ue a prancha desencostará do chão (em A). IMPRIMIR ( ) O momento do peso da barra em relação ao ponto A é 50 2 N.5 m 2.7 cos 45º = 0.5 m 3.m. O impulso ue a força centrípeta exerce sobre a partícula. ( ) A tração no fio é 100 2 N ( ) A reação na articulação é 100 N ( ) No sistema técnico.E. a partir de A.0 m 1. a fo a em uilograma força (Kgf) e 1N ≅ 10 Kgf.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . está apoiada no chão (em A) e em um suporte P. durante um intervalo d e tempo igual a um período. como mostra a figura abaixo.7 sen 37º = 0. no sentido horário. articulada em A e mantida em e uilíbrio por meio de um fio ideal BC. Voltar FÍSICA . U.6 cos 37º = 0.

0 kg. a massa do corpo B. As roldanas não têm atrito. em C é suspe um peso P. nso tir E. 200 3 A força de tração exercida pela corda fixa é de N. conforme a figura abaixo. respectivamente. 500 N e 300 N.17 e cos 10º = 0. Se os fios e a roldana são ideais. PUC-PR Um funcionário está realizando manutenção em uma linha de transmissão de energi a elétrica. as. 3 O pe so do corpo P é 400 N. A força de tração exercida pela corda fixa é de 200 N.0 kg Volt r FÍSICA . a tração no cabo tem módulo aproximadamente igual a: Dados: sen 10º = 0. Mackenzie-SP No sistema abaixo.0 kg 7. O peso do co rpo P e a força de tração desconhecida valem. o corpo A tem massa 12. vale: Dados: cos α = 0.Equilíbrio Av nç r ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ 10. e em E é aplicada uma força F de 200 N. conforme mostra a figura a baixo: Desprezando o peso do cabo e considerando ue o peso do conjunto funcionário-e uip amento é igual a 1000 N.0 kg 8.6 e sen α = 0. IMPRIMIR GABARITO ) b) c) d) e) 9. Uma das extremidades é presa em A. é correto afirmar ue: ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ . 5 11.M.5 kg 7. em e uilíbrio.98 a) 1000 N b) 8000 N c) 5900 N d) 2950 N e) 10000 N 12. Santa Casa/Vitória-ES Uma corda (de peso desprezível) passa por duas roldan B e D.5 kg 8. 8.a) b) c) d) e) O peso do corpo P é 300 N. Dispõe de um e uipamento ue está ligado à linha. A par destes dados.

m 1 = m 3 = 200 kg e m 2 = m determine s coorden d s.5 m c) 1. em um pl no horizont l. à medid que o b rb nte se enrol em seu dedo.0 m Volt r FÍSICA . do centro de m ss desses leões. M r está gir ndo sobre su c beç . UFRN Com mão. pres o teto por um fio vertic l. N extremid de A. Num d do momento.13. té o fio enrol r-se todo no dedo indic dor. conforme se vê n figur b ixo. 4 = 250 kg.0 m e) 1.2 m b) 2 . Isso pode ser expli c do pelo princípio de conserv ção do( ): ) momento line r b) momento ngul r c) ener gi mecânic d) energi tot l 6 GABARITO S bendo que s m ss s são. não mexendo m is n posição d mão. de cim mostr posição de 4 leões dentro d j ul . PUC-PR A figur represent um b rr rígid homogêne de peso 200 N e comprimento 5 m. 15. M r observ que pedr gir c d vez m is r pid mente. um b r b nte que tem um pedr m rr d n outr extremid de. IMPRIMIR O v lor de X p r que o sistem perm neç em equilíbrio n horizont l é: ) 1. está preso um corpo de pes o 50 N. esti c o dedo indic dor d mão que segur o b rb nte.8 m d) 2. UERJ Um fotogr fi tir d mo indic o esquem b ixo. o mesmo tempo. el pár de impulsion r o b rb nte e. co ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . no pl no xy. respectiv mente.Equilíbrio Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 14.

16. PUC-SP Podemos brir um port plic ndo um forç F em um ponto loc liz do pró→ x imo à dobr diç (figur 1) ou exercendo mesm forç F em um ponto loc liz do longe d dobr diç (figur 2). Sobre o descrito, é correto firm r que: →

) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é menor. → b) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é m ior. → c) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é menor. → d) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é m ior. e) não há d ferenç entre plic rmos forç m is perto ou m is longe d dobr diç , pois → o momento de F independe d distânci d entre o eixo de rot ção e o ponto de plic ção d forç . → 7 17. UFRN Num di de chuv , Anísio vinh press do no seu fusc qu ndo notou pres enç de um ônibus p r do no meio d pist . Com pist escorreg di , b tid foi in evitável. O fusc p rou imedi t mente pós colisão, enqu nto o ônibus s iu desliz ndo e gir ndo livremente. O cidente e su s conseqüênci s ocorrer m num trecho pl no e h orizont l d pist . P ss do o susto, Anísio procurou entender o ocorrido. Su prim Is ur , perit do Dep rt mento de Trânsito, formulou lgum s hipóteses simplific d or s p r lhe explic r o que ocorreu. No modelo de Is ur , ilustr do n s figur s b ixo, o fusc é represent do por um pequeno disco, de m ss m e velocid de vF, enqu nto o ônibus p rece como um b rr homogêne , de m ss M (El explicou que ess e modelo ssemelh v -se um moed desliz ndo de encontro à extremid de de um régu , sobre um mes horizont l, lis ). O fusc tingiu o ônibus um distânci d do c entro de m ss (C.M.), o qu l, no modelo de Is ur , coincide com o centro geométri co d b rr . El supôs t mbém que não houve dissip ção de energi no processo descrito. GABARITO ILUSTRAÇÃO DO MODELO DE ISAURA Is ur definiu, ind , s seguintes gr ndez s: I é o mo mento de inérci d b rr homogêne (ônibus) em rel ção um eixo que p ss pelo seu centr o, perpendicul r o pl no d mes (pist ); L = I . é o momento ngul r dess b r r , qu ndo el gir com velocid de ngul r em torno do referido eixo; LF = m.v F.d é o momento ngul r do disco (fusc ) em rel ção o centro d b rr , no inst nte im edi t mente nterior à colisão. N s condições descrit s por Anísio, Is ur considerou desp rezível o trito n quel p rte d estr d . Tendo por b se s inform ções fornecid s e físic envolvid : ) Explicite, sucint mente, tod s s hipóteses simplific dor s q ue Is ur formulou o mont r um modelo d colisão. b) Especifique s gr ndez s físic s que se conserv m ness colisão. Justifique su respost . c) Obtenh um expressão liter l p r velocid de de tr nsl ção, V, que o ônibus dquire imedi t mente pós c olisão, em função de m, M e vF. d) Obtenh um expressão liter l p r velocid de ngul r, , que o ônibus dquire imedi t mente pós colisão, em função de m, vF, I e d. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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18. U.F. Juiz de For -MG Pode-se us r um prolong dor p r ument r o comprimento do c bo de um ch ve de rod m nu l, p r retir r p r fusos emperr dos de rod s de utomóveis. O uso do prolong dor é necessário p r : ) ument r o torque d forç p lic d ; b) ument r o módulo d forç plic d ; c) mud r direção d forç plic d ; d) r eduzir o tr b lho re liz do pel forç plic d . 19. Vunesp As figur s seguir re present m esquem tic mente, à esquerd , um bridor de g rr f s e, à direit , esse b ridor brindo um g rr f .

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b) Supondo que ess s forç s tuem perpendicul rmente o bridor, qu l o v lor mínimo Fp → d r zão entre o módulo d forç exercid pel pesso , Fp, e o módulo d forç F → F ue retir t mp e bre g rr f ? 20. U.E. Pont Gross -PR N figur b ixo, A , B e C são c bos inextensíveis que, junt mente com h ste metálic D – indeformável e de peso desprezível –, sustent m um corpo de peso P, em equilíbrio. Com rel ção às forç s que u m nos diferentes elementos desse sistem , ssin le o que for correto. GABARITO Adote: Ângulos Seno 30º 1 2 45º 2 2 2 2 1 60º 3 2 1 2 3 3 N. Cosseno 3 2 T ngente 3 2 01. A e B são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 N e 50

02. C e D são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 25 N e 25 3 N. 04. E m B tu um forç de tr ção e em D, um forç de compressão. Os módulos dess s forç s são, ectiv mente, igu is 50 N e 25 N. 08. Em B tu um forç de tr ção e em C, um forç d e compressão. Os módulos dess s forç s são, respectiv mente, igu is 50 3 N e 25 3 N. 1 6. A e C são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 3 N e 25 3 N. Dê, c mo respost , som d s ltern tiv s corret s. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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Em mb s s figur s, M é ponto de plic ção d forç que um pesso exerce no bridor p r brir g rr f . ) Copie no c derno figur d direit e nel represente s forç s que tu m sobre o bridor enqu nto pesso bre g rr f . Nomeie s forç s represent d s e f ç um legend explic ndo quem s exerce. Não considere o peso do bridor.

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21. UFR-RJ N figur o l do suponh que o menino estej empurr ndo port com um forç F1 = 5 N, tu ndo um distânci d1 = 2 metros d s dobr diç s (eixo de rot ção) e que o homem exerç um forç F2 = 80 N um distânci de 10 cm do eixo de rot ção. 9 Nest s condições, pode firm r que: ) port est ri gir ndo no sentindo de ser fe ch d ; b) port est ri gir ndo no sentido de ser bert ; c) port não gir em nenhum sentido; d) o v lor do momento plic do à port pelo homem é m ior que o v l or do momento plic do pelo menino; e) port est ri gir ndo no sentido de ser fech d pois m ss do homem é m ior que m ss do menino. 22. U.F. S nt M ri - RS

GABARITO

→ IMPRIMIR Um b rr homogêne e horizont l de 2 m de comprimento e 10 kg de m ss tem um ex tremid de poi d e outr suspens por um fio ide l, conforme figur . Consid er ndo celer ção gr vit cion l como 10 m/s2, o módulo d tensão no fio (T, em N) é: ) 20 b) 25 c) 50 d) 100 e) 200 Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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O módulo d forç i -RS

F v le, em N: ) 50 b) 100 c) 200 d) 300 e) 400 23. U.F. S nt M r

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A figur mostr um b rr homogêne com peso de módulo 200 N e comprimento de 1 m, poi d 0,2 m d extremid de A, onde se plic um forç F que equilibr . →

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24. UFRJ Um jovem e su n mor d p ssei m de c rro por um estr d e são surpreend idos por um furo num dos pneus. O jovem, que pes 75 kgf, pis extremid de de um ch ve de rod , inclin d em rel ção à horizont l, como mostr figur 1, m s só con segue solt r o p r fuso qu ndo exerce sobre ch ve um forç igu l seu peso. A n mor d do jovem, que p ss 51 kgf, enc ix mesm ch ve, m s n horizont l, em outro p r fuso, e pis extremid de d ch ve, exercendo sobre el um forç i gu l seu peso, como mostr figur 2.

10 Supondo que este segundo p r fuso estej tão pert do qu nto o primeiro, e lev ndo em cont s distânci s indic d s n s figur s, verifique se moç consegue solt r e sse segundo p r fuso. Justifique su respost . 25. Cefet-PR Um menino que pes 2 00 N, c minh sobre um vig homogêne , de secção const nte, peso de 600 N e poi d s implesmente n s rest s de dois corpos prismáticos. Como ele c minh p r direit , é possível prever que el rod rá em torno do poio “B”. A distância de “B” em que tal fa ontece, é, em metros, igual a: GABARITO a) 0,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3

26. UFR-RJ A figura ao lado apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pesso a normal. A força potente F1 , exercida pelo bíceps atua a uma distância de 4 cm da ar ticulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentado pela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nesta situação, pode-se afirmar que: a) o va lor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf; b) o v lor do torque da força F1 é 20 N; c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças F1 e F2 são iguais; d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

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27. UERJ As figuras abaixo mostram dois tipos de alavanca: a alavanca interfixa (I) e a alavanca inter-resistente (II). Estão indicadas, em ambas as figuras, a fo rça no apoio N, a força de resistência R e a força de ação F. Esses dois tipos de alavanca são, respectivamente, a base para o funcionamento das seguintes máquinas simples: a) alicate e pinça; b) tesoura e quebra-nozes; c) carri nho de mão e pegador de gelo; d) expremedor de alho e cortador de unha. 28. U. Alf enas-MG Um garoto caminha de uma extremidade a outra de uma prancha homogênea de p eso 300 N, que se encontra apoiada sobre dois pontos A e B conforme a figura aba ixo. A prancha tem um comprimento de 10 m, e a distância entre A e B é de 8 m. Deter mine a máxima massa que o garoto deve ter para que a prancha não tombe. 11 8m a) 20 kg b) 30 kg c) 35 kg d) 40 kg e) 45 kg

29. Unicamp-SP O bíceps é um dos músculos envolvidos no processo de dobrar nossos braços . Esse músculo funciona num sistema de alavanca como é mostrado na figura abaixo. O simples ato de equilibrarmos um objeto na palma da mão, estando o braço em posição verti cal e o antebraço em posição horizontal, é o resultado de um equilíbrio das seguintes força : o peso P do objeto, a força F que o bíceps exerce sobre um dos ossos do antebraço e a força C que o osso do braço exerce sobre o cotovelo. A distância do cotovelo até a pal ma da mão é a = 0,30 m e a distância do cotovelo ao ponto em que o bíceps está ligado a um dos ossos do antebraço é de d = 0,04 m. O objeto que a pessoa está segurando tem mass a M = 2,0 kg. Despreze o peso do antebraço e da mão. Ossos do antebraço F GABARITO Bíceps Osso do braço IMPRIMIR d Cotovelo d a C a P a) Determine a força F que o bíceps deve exercer no antebraço. b) Determine a força C qu e o osso do braço exerce nos ossos do antebraço. Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

F ÍS IC A

E Q U IL ÍB R IO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. b e a a b d c c V–V–F–F–V c d a b x = 1/18 e y = 2/9 d d a) Hipóteses formuladas por Isaura. 1 - O trecho onde ocorreu a batina era sem atrito. 2 - O fusca é tratado como um pequeno disco de ma ssam. 3 - O ônibus é tratado como uma barra hoogênea de massa M. 4 - O centro de massa do ônibus coincide com o seu centro geométrico. 5 - Não houve dissipação de energia na co lisão e não foi levado em consideração as deformações dos objetos. b) Grandezas conservadas 1 - Energia mecânica total (ausência de for’cas não conservativas) 2 - Momento linear p (força resultante externa atuando no sistema é nula) 3 - Momento angular L (o toque externo atuando no sistema é nulo) c) Da conservação do momento linear mv f mvf = MV portanto V = M d) Da conservação do momento angular em relação ao centro da barra mv f d mvfd = Iω logo ω = I 18. a 19. a) 1 IMPRIMIR G A B A R IT O b) Fp = 1 Fa 6 Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

23. 24. 26. 29. 22.cm > 1 5 00Kgf.20. 20 b d e Para o caso do jovem Meixo = 75 × 20 = 1 500Kgf.cm Para o caso da moça Meixo = 51 × 30 = 1 530Kgf.cm e e b e a) F = 150 N. o parafuso s e solta se Meixo ≥ 1 500Kgf. 27. 25.Equilíbrio Avançar . 21. b) C = 130 N 2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .cm Portanto. 28.

Determine o tra balho realizado por F no deslocamento entre 2. qual é o módulo da velocidade adquiri da pelo corpo em conseqüência do trabalho realizado sobre ele? a) b) 5 m/s 10 m/s d) 10 m/s e) 20 m/s 1 c) 5 m/s 2. c) realizado pela força F é nulo. b) resultante realizado sobre o bloco é posit ivo. é: a) 30 000 d) 1 500 000 b) 150 000 e) 4 500 000 c) 450 000 4.0 e 9. GABARITO Considere que a força resultante e o deslocamento sejam paralelos. e m função da sua posição x. Nessa situação. percorrendo 150 m. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . dois grupos de pa lhaços utilizam uma corda ideal que apresenta um nó no seu ponto mediano. UFRS Num sistema de referência inercial. Essa força resultante realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J. em joules.0 m. até a parada do veículo. O gráfico ab aixo mostra a variação da intensidade da resultante F das forças aplicadas sobre o nó. 3. Considerando a massa total do veículo como sendo 1000 kg. Vunesp Deslocando-se por uma rodovia a 108 km/h (30 m/s). numa trajetória retilínea. sobre um plano horizontal c om velocidade constante. UERJ Na brincadeira conhecida como cabo-de-guerra.2 kg. que se encontra inicialmente em repouso. produzindo nele apenas movi mento de translação.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1. pode-se afirmar que o trabalho: a) resultan te realizado sobre o bloco é negativo. d) realizado pela força F é positivo. PUC-RS Um bloco de massa m está sendo arrastado por uma força constante F. um motorista chega à praça de pedágio e passa a frear o carro a uma taxa constante.Trabalho e energia Avançar . é exercida uma força resultante sobre um c orpo de massa igual a 0. e) realizad o pela força F é igual à variação de energia cinética do bloco. o módul o do trabalho realizado pelas forças de atrito que agem sobre o carro. No mesmo sistema de referência.

assinale a altern ativa correta: a) O trabalho realizado para elevar a motocicleta verticalmente é m aior. b) O trabalho realizado pelo motociclista. No instant e t = 0. Se a aceleração da gravidade for 9. 3 J B. 12 N B.8 J c) – 39.0 kg e eleva a sua velocidade de 3.0 kg cai da janela de um apartamento até uma laje que está 4. P ara colocar a motocicleta na caminhonete ele pode erguêla verticalmente ou empurrá-l a por uma rampa.Trabalho e energia Avançar . Londrina-PR Uma força constante age sobre um objeto de 5. 9 N b) A energia cinética do objeto no instante em que sua a celeração é nula.1 W c) 25.F. 9. c) A potência aplicada pelo motociclista.E.4 J b) 19.0 m abaixo do ponto de início da qued a. 6 N C. U. é a mesma. é o mesmo. U.8 m/s2. UFR-RJ O gráfico ab aixo representa a potência de um sistema em função do tempo. 6. Viçosa-MG Um objeto de ma ssa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito. Qual a potência devido à força? a) 29. Londrina-PR Um motociclista resolve ir para a praia e pretende levar a sua motocicleta em uma caminhonete.1 W e) 40.5. no instante em que o objeto inverte o sentido do movimento é: A. UFR-RJ Um corpo de massa 2. 8. 8 N D. GABARITO IMPRIMIR a) O módulo de F1.0 kg sofre a ação de um conjunto de forças e sua velocid ade varia em módulo de 2.0 W d) 36. cujos módulos variam de acordo com o gráfico. o objeto estava em repouso. Londrina-PR Um objeto de 2. U.E.E. 6 J 10. d) O trabalho r ealizado para elevar a motocicleta ao longo da rampa é menor. 0 J C.0 m/s para 12 m/s.2 J 7.9 J d) 78. em ambas as situações.0 s. Considerando desprezíveis as perdas por atrito. 2 Calcule o trabalho realizado entre 0 e 5 s.0 W Voltar FÍSICA .8 W b) 11. é: A. Aplicam-se sobre o ob jeto duas forças horizontais. U. e) A força aplicada pa ra elevar a motocicleta ao longo da rampa é maior.6 J e) 156. Determine o trabalho realizado pela re sultante desse conjunto de forças. em ambas as situações. 9 J D.0 m/s para 7. o trabalho realizado pela força gravitac ional será: a) – 4.0 m/s e m um intervalo de tempo de 4.

a energia cinética da partícula deve: a) crescer linearmente com o tempo. Para o mesmo observador qual a razão EA/ EB entre as energias cinétic as desses objetos? a) 1 3 b) 4 9 c) 2 3 d) 3 2 e) 9 4 GABARITO 15. se: a) a velocidade escalar do corpo for positiva. andar de um edifício. UFR-RJ Um goleiro chuta uma bola que descreve um arco de parábola. c) 20 . e) nada se pode afirmar sobre as energias. dois objetos A e B . No ponto em que a bola atinge a altura máxima. b) a velocidade escalar do corpo for negativa. pois não conhecemos a mass a da bola. Alfenas-MG Uma p essoa de massa 80 kg está parada sobre uma plataforma que se encontra a 10 m do chão . movem-se com velocidades constantes de 20 km/h e 30 km/h. d) 50 . b) cre scer quadraticamente com o tempo. respectivamente: a) 8000 e 8000 b) 800 e 8000 c) 0 e 80 0 d) 8000 e 0 e) 8000 e 800 14. c) a energia cinética é nula. d) a velocidade escalar do corpo for nula. c) diminuir linearme nte com o tempo. UFRS Para um dado observador. c) o módulo da velocidade do corpo aumen tar com relação ao tempo. Nestas condições. b) a energia mecânica é nula. de massas iguais. andar de um edifício. como mostra a figura abaixo. d) a energia cinética é máxima.11. IMPRIMIR 16. ITA-SP Uma partícula está submetida a uma força com as seguintes características: se u módulo é proporcional ao módulo da velocidade da partícula e atua numa direção perpendicu ar àquela do vetor velocidade. e) permanecer inalterada. e) a energia ci nética for máxima. 3 12. e) alto de um poste de 6 m. b) 1 . andar de um edifício. Os valores do trabalho realizado por essa pessoa e da sua energia potencial em relação ao chão – em Joules – são. UFR-RJ Desprezando-se os atritos. U. andar de um edifíc o. A energia cinética desse veiculo é equivalente ao trabalho realizado pel a força-peso de um corpo de massa 50 kg que cai de uma altura aproximada a uma que da do: a) 4 . PUC-PR Uma motocicleta de massa 100 kg se desloca a uma velocidade constante de 10 m/s.Trabalho e energia Avançar         . re spectivamente. 13. d) diminuir quadraticamente com o tempo. pode-se afirmar que: a) a energia p otencial é máxima. Voltar FÍSICA . um corpo terá energia mecânica igual à energia p otencial gravitacional.

A intensidade da força de atrito é 5900 N. II. c) apenas as afirmativas I e IV. passa pelos pontos L e M e chega.17. Pelotas-RS Um carro de massa 1000 kg. a aceleração de frenagem é. trabalhando com uma casa decimal e obedecendo às regras de arredondamento: I. Os pontos L e N estão a uma mesma altura. III. é corre to afirmar que: a) a energia cinética em L é igual à energia potencial gravitacional e m K. 5. Com base nessas informações.9 m. A velocidade cuja energia cinética corresponde à meta de da inicial é 72 km/h. U. III e IV. Durante o processo de frenagem. d) apenas as afirmativas II. solto no ponto K com velocidade nula. ao ponto N. A altura da montanha no ponto M é menor que a alt ura em K. a distância percorrida f oi de aproximadamente 6. 4 Analise as afirmativas que seguem. 06. b) a energia mecânica em K é igual à energia mecânica em M. O gráfico abaixo mostra como varia a energia cinética com a velocidade. atinge a calçada com velocidade u. com velocidade nula. igual a: a) 2 h b) 3 h c) 4 h d) 6 h Voltar FÍSICA . precisa de pelo menos 5 s para que o trab alho das forças frenantes consiga baixar até zero sua energia cinética. Para que a velocidade de impacto dobrasse de valor. UERJ Um chaveiro.F. 18. 19. d) a energia potencial gravitacional em L é mai or que a energia potencial gravitacional em N. UFMG Na figura.6 m/s2. III e IV. está representado o perfil de uma mont anha coberta de neve. Fiat: Fórmulas no Trânsito. seria necessário largar esse chaveiro de uma altura maior. b) apenas as afirmativas II e III. p. c) a energia mecânica em M é menor que a energia mecânica em L. a 100 km/h. GABARITO IMPRIMIR Um trenó. em módulo. largado de uma varanda de altura h.Trabalho e energia Avançar . Estão corr etas: a) apenas as afirmativas I e II. IV. e) apenas as afirmativas I. Supondo que o carro pare em 5 s.

Maringá-PR Duas partículas A e B com massas idênticas (mA = mB) deslocam-se a partir da mesma posição em uma trajetória retilínea.0 m. as partículas estão na mesma posição. com o resposta. Sabendo que a ve locidade v no onto B é 2. Cefet-PR Um esquiador (massa = m) parte do rep ouso no ponto A e desliza sem atrito pela encosta de secção circular de raio R.0 m/s. As en ergias cinéticas de ambas as partículas. 32.2 m. em t = t1. UFR-RJ A figura ao lado mostra um carrinho de massa igual a 100 kg. 16. escorregar ela tromba do elefante. 01. Nessas condições. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . U. entre os instantes t = 0 e t = t1. Suas velocidades em função do tempo s representadas na figura a seguir. determine a energia dissi ada elo atrito no erc urso entre A e B. a expressão que permite determinar o valor da velo cidade dele ao passar pelo ponto B da encosta é: GABARITO a) v = m 2 gR b) v = 2 mgR m g d) v = 2 gR e) v = 2π mgR c) v = 2π 23. assinale o que for correto. No instante t = t1. As forças resultante s em ambas as partículas. O espaço percorrido por A é o dobro do espaço percorrido por B entre os instantes t = 0 e t = t1. 08. UERJ Um mico.20. 04. 21. são iguais. Dê. Como a aceleração gravitacional vale g. é (mA v2)/2. de massa igual a 50 g. 5 A realiza um movimento retilíneo e uniforme. são iguais. em t = t1. sendo as forças dissipativas desprezíveis e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2? 22. Qual a velocidade do carrinho ao atingir o ponto B. cuja altura equivale a 7. abandona do do repouso de um ponto A. a soma das alternativas corretas. 64. B realiza um movimento uniformemente variado. que fazia iruetas sobre a cabeça de um elefante.Trabalho e energia Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . de uma altura h igual a 2. a artir do re ous o. O trabalho realizado pela força r esultante sobre a partícula B. deixou seu cha éu. 02. como ilustra a figura abaixo.E.

Cefet-PR Uma equena esfera é solta do onto A e desliza no interior da canale ta semicircular re resentada ao lado. A energia otencial no onto D é m ⋅ g ⋅ f . ao longo de todo o trajeto AC. Considere que a massa da essoa em conjunto c om a laca seja de 50 kg e que a distância AB. 26. sua energia cinética. é correto afirmar que: a) a energia cinética da esfera é máxima no ponto B. b) enquanto a esfera vai de A até B. 2 2 16. ( ) A distância erco rrida ela essoa no trajeto BC é de 80 m. seja de 100 m. PUC-RJ Um tijolo e largado de uma certa altura e cai no chão.5 m/s2. A energia mecânica no ponto E é m ⋅ v . Su onha que o co eficiente de atrito cinético entre a madeira e a areia seja constante e igual a 0. artindo do re ouso em A e arando em C. e considerando que a energia otencial em A é nula. em relação à do rimeiro. 25. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando como sendo “g” a intensidade do campo gravitacional.24. ( ) O módulo da aceleração durante a descida (trajeto AB) é constante e igual a 1. 0 m/s2. O trabalho realizado ara deslo car a bala do onto A ao onto D é − m ⋅ g ⋅ f . c) a aceleração centrípeta no ponto B é nula. ( ) O módulo da aceleração na arte lana (trajeto BC) é constante e maior que 3 . será: a) um quarto b) a metade c) o dobro d) quatro vezes maior e) a mesma GABARITO 27. 2 Dê. ercorrida na descida da duna. Qua ndo este segundo tijolo atingir o solo. ( ) A velocidade da essoa na base da duna ( osição B) é de 15 m/s. Um outr o tijolo. e) a velocidade da esfera no ponto B é dada por VB = g ⋅ hA . de massa duas vezes menor. uma essoa desliza el a encosta de uma duna. assinale o que for correto. a soma das alternativ as corretas. é correto afirmar: ( ) A força de atrito ao longo do traje de descida (AB) é menor que a força de atrito ao longo do trajeto horizontal (BC). Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . sua energia mecânica aumenta. Ponta Grossa-PR A artir da análise do esquema abaixo. UFPR Na figura abaixo está esquematizada uma diversão muito comum em áreas onde ex istem dunas de areia. d) a uantidade de movimento da esfera não varia durante o movimento. A energia mecânica no onto B é m ⋅ v . 01. é largado de uma altura duas vezes maior. 2 02. ( ) A força de atrito na arte lana é de 2 00 N. 2 IMPRIMIR 04. que re resenta a t rajetória de uma bala de canhão de massa m em um cam o gravitacional su osto uniform e e no vácuo. U. 6 Em relação às informações acima. como resposta.E. Sentada sobre uma laca de madeira. 2 08. A energia cinética no onto C é nula. 40.

em segundos. como ilustram as figuras a seguir. 02. Se ∆Ep é a v ariação da energia potencial gravitacional no processo.50 29. PUC-RS Têm-se duas molas metálicas iguais.5 . 16. 103 3 c) 1. 104 e) 1. respectivamente. B e C.E. como resposta. a soma d as alternativas corretas. FB = FC .8 . As duas são comprimidas de modo que A sofra deformação x e B sofr a deformação 2x. 103 a) 1. O carregador A utiliza uma roldana e uma corda levantando a caixa verticalmente. FA > FC .45 e) 0. Para isso.28.5 m. o intervalo de tempo gasto. conforme a figura acima.8 . 10 Voltar FÍSICA . FB e FC a intensidade das forças aplicadas pelos carregadores A. aproximadamente. e o carregador C utiliza uma rampa com inclinação θC < θB .32 d) 0. Com isso. bem como o a trito na polia são nulos.2 . então ∆EP (A) > ∆EP (B) > ∆EP (C). o quociente entre as respectivas energias elásticas acumula das. o carregador B utiliza uma rampa com inclinação qB . 01. e ue as forças de atrito entre a caixa e a superfície da rampa. considerando ue os três processos são realizados a velocidade cons tante.22 c) 0. desde o momento em que o pêndulo é abandonad o até aquele em que o gongo é atingido? a) 0.15 b) 0. Dê. e logo a seguir atinge o gongo. FA > FB. em joules. Unirio Um baterista de uma banda de rock decide tocar um gongo no acorde fin al de uma música. 30. assinale o ue for correto. igua l a: d) 1. 08.Trabalho e energia Avançar ¦ ¢ ¢ ¦ ¦ ¢ ¢ . n a ual g é a aceleração da gravidade no local.0 m de altura é.2 . 7 Sendo FA. Maringá PR Três carregadores A. U. qual é. 04. o pêndulo é abandonado a partir do r epouso na horizontal. vale: IMPRIMIR GABARITO a) 4 b) 2 c)1 d) 1 2 e) 1 4 31. ele utiliza um pêndulo com uma haste rígida de massa desp rezível e comprimento L = 0. FA = Mg. No acorde final. WA / WB. inic ialmente sem deformação. B e C precisam colocar caixas idênticas de massa M em uma plataforma de altura H. C onsiderando se g = 10 m/s2 e desprezando se os atritos. Unifor-CE A energia cinética do container aos 9. 2. O trabalho realizado pelos três carregadores é o mesmo. 104 b) 1. A e B.

. em relação ao ponto A... partindo do repouso no ponto A. no ponto A.. como resposta.. cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida. na ordem em qu e elas aparecem. durante o seu movimento. N o ponto de inversão do movimento. a força de atrito da superfície sobre o bloco dissipa 20% d a energia mecânica inicial no ponto A. A energia potencial elástica do bloco. 34. Afastando a massa m do ponto O. 04.. 64. a resultante das forças que atuam sobre a massa será nula. se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola id eal... Durante a etapa de compressão da mola... A constante elástica da mola é K = 400 N/m. é totalme nte transformada na energia potencial gravitacional do bloco. se não ho uver força de atrito entre as superfícies... a soma das alternativas corretas.. Dê. 8 GABARITO Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. a soma das alternativas corretas. UFSC A figu ra mostra um bloco. no pont o A. Selecione a al ternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo. é igual a 8. pode-se afir mar corretamente que: 01.. Maringá-PR Duas molas dênticas e ideais são associadas como mostra a figura a seguir. de massa m = 500 g.E. 04. O ponto B situa-se a 80 cm de altura. Dê.. por isso não houve conservação da energia mecânica do bloco. A energia mecânica do bloco no ponto B é igual a 6.. A força peso não rea lizou trabalho no deslocamento do bloco entre os pontos A e B. depois de oscilar.. e a energia potencial elástica armazenada no sistema massa-mola . se houver força de atrito entre as superfícies. 0 8.. não há conservação da e mecânica.. 08. 32. onde pára. se não houver força de atrito entre as superfícies.. No percurs o entre os pontos A e B. no ponto B. Na situação descrita. deslizando sem atrito sobre um a superfície horizontal.. A energia mecânica total do bloco.. e soltando-a imediatamente depois.. a aceleração da m assa será nula. U. 02. 16. foi 1... a energia cinética do bloco . mantido encostado em uma mola comprimida de X = 20 cm. a) aumenta – diminui – zero d) diminui – aumenta – zero b) diminui – aumenta – má a e) diminui – diminui – zero c) aumenta – diminui – máxima 33. se houver força de atrito entre as superfícies.4 J.. . poderá parar numa posição diferente do ponto O. .. 02... . sua posição de equilíbrio.32.. a massa.. A mola é solta e empurra o bloco que. quando passar pelo ponto O. a massa oscilará infinitamente em torno do ponto O.6 J. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFRS A figura abaixo representa um bloco que.. 16.. atinge o ponto B.. como resposta...0 J..Trabalho e energia Avançar . O trabalho r ealizado pela força de atrito sobre o bloco. se não houver força de atrito entre as superfícies. independente da posição em que ela estiver. a velocidade do bloco é zero e sua aceleração é ... a ene rgia do sistema não se conservará...

37. 36. salta de um avião. de massa 5 kg. a energia potencial da mola será de 5 J. ( ) Quando lançamos uma pedra para cima . kWh. O módulo da ve locidade com que o saltador deve pular para conseguir tal êxito é superior a 20 km/h . em J. julgue as afirmações a seguir.35. a uma taxa uniforme. no ponto de alt ura máxima. I. J. e ele atinge o solo com uma velocidade de 5. J. ( ) Um pára-qu edista. energia eletromagnética . pensamos sobre energia em termos de custo do combustível para o transporte. e também no custo dos alimentos que co nsumimos. energia química. N. a energia cinética que fornecemos a pedra. Unicap-PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). A energia aparece em várias formas – energia mecânica. kgf. inicialmente em repouso. de 50 kg de massa. Concluímos que. foi igual a: 01) 5 02) 7 03) 10 04) 20 05) 40 9 IMPRIMIR GABARITO 38. UEMS No sistema internacional são unidades de massa. W b) g. a) A potência média desenvolvida pela força resultante que atuou sobre o corpo d urante o movimento foi igual a: 01) 9 W 02) 12 W 03) 20 W 04) 38 W 05) 45 W b) A energia cinética do corpo. o trabalho é medido em Joule. quando a mola estiver d eformada de 15 cm. então a potência elétrica desse motor é superior a 140 k . W c) kg. realizando um trabalho motor sobre a partícula. re spectivamente: a) kg. kgf. mas também na prática da engenharia. ( ) No S. a 1000 m de altura. J. não apena s na ciência contemporânea. ( ) O trabalho realizado pela força resultante para parar um carro com u ma velocidade de 80 km/h independe da maneira como o carro foi freado.0 m/s. Com base nos estudos sobre energia. kW d) kg. sobre ela atua uma força centrípeta dirigida para o centro da trajetória.Trabalho e energia Avançar . UESC-BA Um corpo. Se necessário use o módulo da aceleração da gravidade de 10 m/s2.3 m sobre um sarrafo horizontal. é transformada integralmente em energia potencial gravitacional. força. ( ) A energia potencial elásti ca de uma mola deformada de 30 cm é de 10 J. ( ) A energia cinética inicial de uma pedra lançada para cima no vácuo . Superior de Brasília-DF O conceito de energia é um dos conceitos físicos mais importantes. dina. kWh e) g. durante 2 segu ndos. I. ( ) Um saltador olím pico executa um salto recorde de 2. ( ) O ponto mais alto de uma montanha russa corresponde ao ponto máximo de energia potencial gravitacion al do carrinho. A quantidade de energia dissipada durante a queda pelo pára-quedista é superior a 400 kJ. é convertida integralmente em energia potencial gravitacional para que a pedra atinja uma determinada altura. energia e potência. ( ) Uma partícula descreve uma trajetóri a circular em movimento uniforme. energia térmica e energia nuclear. a quantidade total de energia permanece sempre constante . No dia-a-dia. e 1 joule eqüivale a 10–7 erg. ao final dos 2 segundos de movimento. realiza moviment o retilíneo uniformemente variado com aceleração de módulo igual a 2m/s2. As diversas formas de energia se relacionam entre si. kW Voltar FÍSICA . N. no da eletricid ade para iluminação e aparelhos eletrodomésticos.E. no instan te do lançamento.. ( ) Um guindaste deve levantar uma carga de 2000 kg até uma altura de 150 m em u m minuto. próxima a superfície terrestre. O pára-quedas se a bre. Se apenas 35% da potência elétrica fornecida ao motor é convertida em energia mecânica. erg.

limitando. e q ue não há atrito. transformação da energia potencial gravitaci onal do martelo em energia térmica no prego. ( ) Para uma determi nada energia total E. b] de oscilação da molécula a umentará.39. sobre o carrinho. b) Parte da energia térmica que o prego possuía armazenada até o instante anterior ao go lpe foi liberada quando o martelo o atingiu. foi transformada em energia térmica no prego. Para esse sistema. transferência da energia térmica. de massas mA = 5mB. UFRN Flávia foi colocar um prego numa parede e percebeu que ele esquentou após s er golpeado com o martelo. b) a energia cinét ica e potencial do carrinho na posição x = 7 m. b]. ( ) Considerando que. para levá-lo ao repouso em 5 m. o intervalo [a. para o prego. determine: a) a energia mecânica total do carrinho. a soma das ene rgias cinética e potencial dos átomos constitui a energia total E da molécula. para valores de E próximos de U0. ( ) Diminuindo-se a energia total E. tais 10 GABARITO VB que V seja igual a: A 01) 1 5 02) 5 5 03) 5 04) 5 05) 5 5 IMPRIMIR 42. A respeito desse sistema.Trabalho e energia Avançar . a curva U(r) aprox ima-se muito de uma parábola. conforme mostra o gráfico abaixo. a energia cinética é igual a 2J. 40. para valores de r próximos de r0. d) Houve. UnB-DF A energia potencial U de u ma molécula diatômica formada pelos átomos P e Q depende somente da posição relativa r ent re esses átomos. no instante anterior ao golpe. Voltar FÍSICA . portanto. a partir da posição x = 7 m. a distância r entre os átomos a um intervalo [ a. como mo stra a figura a seguir: Sabe-se que em x = 2 m. então. Desprezando a res istência do ar. c) Parte da energia cinética que o ma rtelo possuía. entre as posições x = 0 e x = 7 m. UFGO A energia potencial de um carrinho em uma montanha russa varia. armazenada no martelo. a energia potencial U(r) será máxima quando r for igual a a ou b. UESC-BA Dois automóveis. adquirem a mesm a energia cinética quando se movimentam com velocidades de módulos constantes VA e V B. julgue os itens seguintes. 41. no instante do golpe. A explicação física para esse fenômeno é: a) Houve. no instante do golpe. c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. a energia poten cial desse sistema molecular se comportará de maneira análoga à de um sistema mecânico m assa-mola. Esta en ergia é constante. A e B.

a soma das afirmativas corretas. de acordo com o medidor da esteira. Na posição B a velocidade do bloco é de 4 m/s e na posição D a velocidade é nula. Considere as seguintes afirmações: I. é correto afirmar que: 11 01. 04. O trecho AB do percurso é bastante polido e. Sa bendo-se que o bloco pára no ponto C. Voltar FÍSICA .2 km/h e consumiu 300 quilocalori as. a partir do repouso e livre da resistência do ar. a distância BC é igual a: a) h 4 b) H 2 c) h d) 2h e) 4h 44. O 3 0° caixote. Admitindo que o consum o de energia assinalado pela esteira é o trabalho realizado pelo jovem para movime ntá-la. UFMS Um bloco de 500 g comprime uma mola. o bloco fica sujeito a uma força de atrito equivalente à quarta parte do seu peso. do alto da rampa de altura h. II e III g GABARITO IMPRIMIR 46. de massa m. sem motor. desloca-se com velocidade v constante. na presença do campo gra vitacional terrestre. A compressão da mola é de 20 cm na posição A (veja figura abaixo). Salvador-BA O bloco de massa m da figura é abandonado. a energia mecânica do sistema massa-mola na posição A vale 4 J. com uma v F força F. 08. a) Qual a distância percorrida pelo jovem? Qual o deslocamento do jovem? b) Nu m esquema gráfico. então. após 2 segundos decorridos desde o momento em que o bloco passa pela posição B e terá. determine o módulo dessa força.Trabalho e energia Avançar . como resposta. Nessa posição o bloco est m repouso. também será de 4 m/s. supondo que toda energia dissipada s ja na forma de calor. Adote 1. na posição B. o bloco chegará à posição D com velocidade nula. 45. Um dia.43. O trabalho realizado pela f orça F é igual a F v ∆t II. supondo que toda energia dissipada seja na forma de calo r. a quantidade de calor gerada durante o deslocam ento do bloco da posição A até a posição B é de 8. Fuvest Uma pessoa puxa um caixote. A e ergia potencial gravitacional varia de m g v ∆t/2 Está correto apenas o que se afirm a em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. a velocidade d o bloco em uma posição C localizada entre a posição B e a posição D. o jove m e força F que ele exerce sobre a esteira para movimentá-la. percorrid o uma distância de 4 m. 16. O trabalho realizado pela força F é igual a m g v ∆t/2 III.0 J. Dê. 02. o bloco é solto e.5 J. 2. como apresentado na fi ura acima. no trecho BC. suposta constante. Logo a seguir. sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. toda a energia mecânica do sistema na posição A foi transfor mada em calor na posição D. eles perdem o contato e o b loco se desloca sobre um plano horizontal com um coeficiente de atrito cinético 0.0 cal = 4. U. represente a esteira. A resp ito desse sistema e considerado g = 10 m/s2. ele andou 40 minutos com velocidade constante de 7. de constante elástica k = 200 N/m. ao longo de uma rampa inclinada de 30° com a horizo ntal. Vunesp Um jovem exercita-se numa academia andando e movimentando uma esteira rolante horizontal. o sentido do movimento da esteira. conforme a figura. durante um certo in tervalo de tempo ∆t.

0 kg.0 s.Trabalho e energia Avançar . a sua velocidade ao passar pelo po nto B é: 3 3 d) gh b) 1 3gh c) 2 3gh e) 3gh gh 4 2 2 2 48. como mostra o desenho.20 . um container de massa 4. Desprezando o atrito entre o corpo e a pista. que. pode m ser usados como interessantes equipamentos de laboratórios de Física. conforme Verdadeira (V) ou Falsa (F). além de muito úteis. de massa m.00 to neladas é içado a partir do solo. é abandonado a partir do repouso no ponto A de uma pista no plano vertical. ( ) Em q ualquer trecho do movimento de subida que se considere. julgue cada afirmativa abaixo. que a aceleração da g ravidade possa ser aproximada para 10. até altura de 9. como as escadas rolantes e os elevadores.50 m de altur a. ( ) Um passageiro de 60. U.47. veria uma marcação superior a 600 N entre os insta ntes 0 s e 10. sobre uma balança de molas (destas que comumente encontramos em farmácias) graduada em new tons e funcionando perfeitamente. 104 N. ( ) Todo o movimento de descida foi acelerado. o elevador retorna ao térreo. IMPRIMIR GABARITO Despreze a resistência do ar e adote g = 10 m/s2. Num intervalo de tempo de 6. Instruções: Para responder às questões de números 49 a 50 utilize as in formações que seguem. a) 12 Admitindo que o elevador parta do térreo (tomado como referência). UFSE Um corpo. O movimento de um elevador é representado pelo gráfico de sua velocidade escalar em função do tempo.0 s. valores positivos de velocidade indicam que o elevador está subindo. Católica-DF O aumento populacional e a melhoria das técnicas de engenharia civil impulsionaram a crescen te verticalização das construções. ( ) Ao fi nal dos cinqüenta segundos representados no gráfico. ( ) O edifício possui mais de dez andares.0 m. o valor da energia cinétic a do elevador sofreu aumento.0 m/s2 e que cada andar meça 2. Tal processo também alavancou o desenvolvimento dos mei os de elevação. No gráfico. Voltar FÍSICA . usando-se um cabo de aço sob tração de 4.

53. 102 c) 6. é. Para estimar a capacidade de geração de energia elétrica de uma queda d’água avaliamos a energia potencial armazenada no sistema queda – Terra.5 e) 0.0 . Voltar FÍSICA .2 .3 . com uma vazão constante de 300 m3 por segundo. em joules. por aquecimento. Nu parque de diversões. Unifor-CE O módulo da aceleração do container.49.2 . Católica-DF Usinas hidrelétricas convertem energia mecânica em ene rgia elétrica. Ela começa a deslizar . 104 b) 3. em megawatt. 52.80 m em relação ao solo. igual a: a) 1. essa garota chegará ao final do escorregador.1 . estime a potência dessa queda d’água. 103 IMPRIMIR 55. UFPB Uma menina de 20 Kg de massa brinca no escorregador de um parque de diversões. 102 d) 3. Fatec-SP A figura mostra um objeto de 4 kg que desliza por uma pis ta que para ele não apresenta atrito.30 m acima do solo.2 .Trabalho e energia Avançar . 0 d) 2. Sabendo-se que.50 50.5 b) 10 c) 5. 104 b) 1. em watts. em joules. que está 0. com uma velocidade de: a) 6 m/s b) 8 m/s c) 10 m/s d) 12 m/s e) 14 m/s 13 Instruções: Para responder as questões de números 53 a 55 utilize as informações abaixo.0 .0 m/s movendo-se sobre trilhos na parte horizontal e elevada do seu percurso representado parcialmente no esquema. 102 e) 1. é igual a: a) 3. é. 103 e) 6. que é o ponto mai s baixo da pista. Unifor-CE A potência média. fornecida através da força de tração no ca o de aço. a força de reação dos trilhos sobre o carrin ho tem maior módulo nas proximidades do ponto: a) M b) N c) P d) Q e) R 54. a energia cinética desse carri nho. Q e R indicados no esquema. P. está com velocidade de 10. sendo a massa do conjunto 120 k g. 104 c) 2. desprezando as perdas que ocorrem na parte inferior.3 .5 . Unifor-CE Durante a descida e a 15 m de altura. 104 c) 1. de uma altura de 2.5 . um carrinho com dois jovens. U. a partir do repouso.2 . Unifor -CE A energia mecânica do conjunto em relação ao solo.4 . O objeto passa pelo ponto B. 102 56. Considerando a acel eração normal da gravidade (g = 10 m/s) e a água com densidade igual a 1000 quilograma s por m3. igual a: a) 6.8 . com velocidade de 8 m/s. 104 d) 1.8 . 104 d) 6. 104 51.0 . o atrito entre a menina e o escorregador consome 140 J de e nergia. 103 e) 2. em m/s2. 102 b) 2. quando está na posição indicada no e quema. Suponha uma queda d’água de 25 m de altura. é igual: a) 10. GABARITO Considere desprezíveis as forças de atrito e a resistência do ar no trecho representad o no esquema e adote g = 10 m/s2. a o longo do percurso. N. Unifor-CE Quando o carrinho passa pelos po ntos M.

10–1 60.0 m e) 4 m/s e 3. 59. No ponto C. Nessas condições. é correto afirmar: 01. 10–1 b) 7. Dos valores dados a seguir. a energia potencial ganha pela m ola durante essa compressão. g. d e massa 3 desprezível. 10–1 c) 8 . são. o módulo da aceleração da gravidade local e despreze as forças dissipativas.8 m hC ? hA 2. UFC Uma bala de massa m e velocidade V0 atravessa. a) 3 J b) 30 J c) 300 J d) 3000 J e)30000 J IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ . é: a) 4 . Considere h a altura d o ponto A. R. A partir do ponto B. a conta descreverá movimento circular uniforme. U.2 m B 57.4m. que se encontrava em repouso. pendurado por um fio flexível. 10–1 e) 11 . q ue é o ponto mais alto atingido pelo objeto. u m bloco de massa M. os atletas lançam obliquamente uma esfe ra de metal de pouco mais de 7 kg. 16. Ao longo do trecho circular. o raio do trecho circular.4 m c) 6 m/s e 2. 04. Vunesp No lançamento do martelo. a energia mecânica da conta será igual a mgh. quando consegu e lançar o martelo com um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal. o módulo da aceleração centrípeta da conta será constante . respectivamente: C Dado: g = 10 m/ s2 A a) 8 m/s e 2. 14 58. Católica de Salvador BA Um bloco desloca se sobre um plano horizontal liso e co lide com uma mola horizontal.4 m b) 6. Nessa colisão a bala perde de sua energia cinética inicial. de massa desprezível e constante elástica 10 N/m.5 .A velocidade com a qual esse objeto passou pelo ponto A e a altura do ponto C. alcançada pelo pêndulo. assinale o que mais se aproxim a da energia cinética que esses atletas conseguem fornecer ao martelo (adote g = 1 0 m/s2). atinge distânc ias de cerca de 80 m. UFBA A figura abaixo apresenta uma conta de massa m. Det ermine a 4 altura h.0 m/s e 2. A maioria dos atletas olímpicos. a in tensidade da força que o fio exerce sobre a conta será igual a mg R 1 (2h – 5R). 10–1 d) 10 . Sabe ndo se que o bloco comprime a mola de 0 a 0. abandonada a partir do ponto A. que desliza sem atrito ao longo do fio curvilíneo. em J.4 m d) 4 m/s e 6. a velocidade da conta será igual a 2g( h − R ) . quase instantaneamente. No ponto D. 08. GABARITO 02. No ponto C.

25 d2 C. 75 d2 E. ola . 10 d2 B. aproxima se do batente com velocidade v constante e igual a 1. em m/s2. 250 d A. conforme e stá indicado no esquema. a máxima compressão da mola pro vocada pelo vagão vale: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ 63. a) O módulo da aceleração do bloco quando passa pela posição A. em joules. Unicamp SP Dois blocos homogêneos estão presos ao teto de um galpão por meio de fi os. Teto fio A B fio Solo 15 62. 300 d E.0 m de comprimento por 0.4 m de espessura. Ao ser libertado carrinho sobe a rampa até a altura máxima de 30 cm (figura 2).0 kg e 50 kg. Considere desprezível o atrito entre o bloco e a superfície. 100 d B. como mostra a figura ao lado. Despreze a resistência do ar. de massa igual 4 x 104 kg. com o objetivo de impedir que os vagões saiam desses trilhos. 100 d2 GABARITO figura 1 figura 2 a) 25000 b) 4970 c) 4700 d) 0. Sabendo se que a constante elástica da mola do baten te vale 1 x 106 N/m e desprezandose qualquer atrito. 50 d2 D.0 termine as velocidades dos blocos imediatamente antes de tocarem o solo.61. em joules. oscilando entre os pontos d e +d. que está preso a uma mola helicoidal d e constante elástica igual a 50 N/m.8 e) 0.2 64.5 m/s (ver figura). c) Determine o tempo de queda de cada bloco. As massas dos blocos A e B são respectiva mente iguais a 5.4 m de largura por 0. UFSE Considere um bloco de massa 100 g. D e 5. 500 d d é. O módulo da quantid de energia mecânica dissipada no processo. Um vagão. b) Os três fios são cortados simultaneamente. 200 d C. é: ¦ ¦ ¦ . Os dois blocos medem 1. há um batente com uma mola no final dos trilhos. a) Calcule a energia mecânica de cada bloco em relação ao solo. igual a: D. o ade PUC SP O carrinho da figura tem massa 100 g e encontra se encostado em uma m de constante elástica 100 N/m comprimida de 10 cm (figura 1). UFPB Num pátio de manobras de uma ferrovia. igual a: 2 b) A energia potencial máxima do bloco é.

.

bol repic té um ltur de 0.650 m d) 0.54 m e) 0.6 N/m. perdendo p rte de su energi o colidir com o solo.20 kg. Assim. pode e afirmar: 01. 67. no plano horizontal. Dê. é dada por dAB = mv 2 B .32 m c) 0. Nessas condições. comprimida de x = 2 cm. inici lmente em repouso. o v lor do f tor k é: 9 2 5 4 3 5 ) b) c) d) e) 10 5 5 4 8 68. som d s ltern tiv s corret s. como respost . ITA-SP Um bloco com m ss de 0.8 00 m K 66. Após a liberação da mola. até parar no ponto C. O bloc o atinge o ponto B com velocidade VB = 2m/s. o bloco percorre a superfície horizontal lisa AB e s obe o plano inclinado rugoso BC. UFBA Um pequeno bloco de massa m = 4g encontra se inicialmente encostado à ext remidade livre de uma mola ideal. A energia mecânica do bloco se conserva no percurso ABC.500 m c) 0. ITA-SP Um bol c i .65. de inclinação a. a) 0. g o módulo da aceleração da gravidade local e desprezível a resistência do ar. O módulo da força que faz o bloco parar no ponto C é dado por F = mg (senα + µcosα).48 m d) 0. 32. distânci máxim que mol será comprimid é: ) 0.60 m IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . dAB. 02.750 m e) 0.: de sprezar os efeitos do atrito. O módulo da re ação normal que o plano inclinado aplica sobre o bloco é numericamente igual ao peso d o bloco. S bemos que pós 4 choques com o solo. conforme figur a abaixo. Desprez ndo m ss d mol . A distância percorrida pelo bloco entre os pontos A e B.64 h. é derrub do de um ltur de h = 1. um carrinho de massa 5. Nest s condições. 04.24 m b) 0.250 m b) 0. é aplicada pela superfície sobre o bloco. c d colisão su energi decresce de um f tor k. Obs. de constante elástica K = 40 N/m.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .0 kg percorre um tril ho e atinge uma 4m mola de constante elástica K = 6400 N/m. 16 Considere a o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado. FEI SP Em um parque de diversões. Qual é a máxima deformação sof rida pela mola quando o carrinho é abandonado do repouso na posição indicada.20 m sobre um mol cuj const nte de forç é k = 19. de um ltur h. 2 Kx 08. A reação ao peso do bl oco. 16. p rtir do repouso.

em joules. e cos 30º = 2 2 De termine.75. foi de: ) 3 b) 6 c) 10 d) 15 e) 20 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . o tr b lho d forç exercid pelo homem.75 Mg. p r desloc r o bloco do topo té b se do pl no.8 . rr st ndo. UFMA Um menino com m ss de 25 kg escorreg num r mp cujo perfil é de um tob ogã.0 m de ltur em rel ção à rei de um t nque. Em 1. é 3 Mg. ( ) fo rç de trito que tu no bloco é igu l 0. desce o pl no inclin do com um velocid de const nte de 2m/s . UFBA A figur b ixo represent um homem que pux um cord tr vés de um rol d n .17 71.0 m e velocid de const nte. 105 e) 7. Desprez ndo-se s forç s dissip tiv s. o tr b lho re liz do pel forç peso do menino v le.2 .2 . um c ix de 6. 105 74. ( ) o coeficiente de trito dinâmico entre o bloco e o pl no é de 0. Adot ndo g = 10 m/s2.Tr b lho e energi ¡ 69. do topo té b se do pl no. observe figur o l do. de 5 m de ltur p rtir do repouso. C tólic de S lv dor-BA Um motor de potênc i igu l 1000 W é utiliz do p r elev r um bloco de peso 100 N um ltur de 1 50 m. com um forç const nte. que cord e rold n são ide is e que 1 3 sen 30º = . 73. 70. em 102 J . com desloc mento de 6. é numeric mente igu l o tr b lho d forç result nte que tu no bloco. cheg ndo à b se d r mp com velocid de d e 4. o tempo g sto ness oper ção. n b se do escorreg dor.0 hor de funcion mento . o tr b lho re liz do pelo motor.0 m/s. 104 c) 7 . ( ) o tr b lho re liz do pelo pes o. UFSE Certo motor consome potênci de 500 W e possui rendimento de 40%.0 x 102 N de peso o longo do pl no inclin do que form 30º com horizont l. Consider -se que s forç s de trito e resistênci do r são d esprezíveis. 104 d) 1. em módulo.8 . U. em movimento uniforme. em joules: ) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . O bloco d figur . é de: ) 7. Unifor-CE Um me nino de m ss 20 kg desce por um escorreg dor de 3. em segundos.2 . O tr b lho d s forç s resistentes. ( ) o tr b lho re liz do pel forç norm l no desloc mento do bloco. de m ss M. 103 b) 1. Podemos firm r que: ( ) o tempo que o bloco g st p r cheg r à b se do pl no é 1 0s. foi de proxim d mente: Considere g = 10 m/s2 ) 950 J b) 1000 J c) 1120 J d) 1050 J e) 1250 J 72. Unic p-PE P r responder est questão.

em construção. I.18 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 350 kg 15 m de ltur em 30 s. II. situ d 1. III.3 W e) 2. II d) II.4 kg está num pr teleir d bibliotec do colégio. UFPB Um livro de m ss m = 0. II e) II.8 W d) 1. Assin le ordem crescente d s potênci s que o motor do elev dor deverá desenvolver p r o tr nsporte de: I.Tr b lho e energi ¡ 75. ) I.30 m cim do chão. g st ndo 2 segundos ness oper ção. UFMA Num edifício. águ e cimento) os diversos p vimentos. A potênci médi mínim necessári p r re liz r t ref é: ) 0. A bibliotecári mud o livro p r um pr teleir m is lt . I c) III. III. Obs. 150 kg 20 m de ltur em 10 s. é inst l do um elev dor externo p r tr nsport r rg m ss (mistur de rei . II.: Considere m ss do elev dor incluíd n c rg ser tr nsport d e g = 10 m/s2. um ltur de 1 m do chão. II. 0 W 76. 250 kg 10 m de ltur em 20 s.5 W b) 0.6 W c) 0. III. I ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . III b) I.

c 14. 47. d 7. 140 J 6. 02 + 32 = 34 67. 39 35 . c 20. b 55. c 4. ) c b) b 63. 75 52. F – V – F – F – V 49. b 15. 13. 190J 3. V – F – V 41. F – V – F – V – V 70. b) C 10. c 60. e 46. ) D. b 2. 46 30. ) EMA = 275 J e EMB = 2600 J b) VA = VB = 10 m/s c) tA = tB = 1 s 62.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . e 74. e 69.g 0 58. 18. ) 03 b) 05 38. 48. 5. d 72. d 23. 03 J b) 8 J c) 1. e 51. c 40. 18 73. 01 + 08 + 16 45. e IMPRIMIR G A B A R IT O Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 02 + 08 + 16 = 26 59. d 75. 32. d 16. ) d = 4800 m. b) F = 250 N. h = m2 V2 /8m2. e 31. c 56. b 68. c 19.9 J 24 . 25. e 50. 0. b 9. 12. c 11. c 29. 12 m/s 22. e 64. 66. 53. 91 21. 71. b 76. F – V – V – V – F 36. d 61. c 65. F – F – V – V – V 37. 29 34. 29 28. c 54.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1 1. 60 J 8. b 33. d 39. V – F – F – V – F – V 26. e 17. e 57. e 27. e 44.6 N 43.

n lise s firm tiv s b ixo.s. Ness situ ção. é de: ) 2.0 m/s. 3.103 N.2 x 104 2. ( ) Ainda sobre a “medalha” c itada. é correto afirmar que a variação quantida de de movimento e o impulso recebidos por ele são nulos. não se desloque após o choque com a bola. a velocidade inicial da bola seja desprezível. Admita que. UFR RJ Em recent e partida internacional de tênis. a aceleração adquirida p bola e a adquirida pelo jogador da defesa terão módulos iguais. intensid de do impulso plic do o corpo no interv lo de tempo mencion do. ssin l ndo V p r s fir m tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s.8 x 103 b) 2. lgum s jog d s podem ser n lis d s à luz dos princípios d Físic . no momento do contato da raquete com a bola.8 x 105 c) 5. Determine. Consider ndo que bol utiliz d no jogo v li do estej b st nte chei e tenh m ss de 300 g. ( ) Dur nte um s que. UFMA Um corpo com m ss de 350 kg repous sobre um pl no horizont l liso. ( ) Dur nte o s que cit do no item nterior. lo go a seguir informou se pelo alto falante que o módulo da velocidade da bola ating ira aproximadamente 179 km/h. que result no choque d bol com o peito do jog dor d defes dversári (um jog d conhecid como “med lh ”). em N s.6 x 105 e) 4 . É correto concluir que o impulso recebido pel bol tem módulo de 6 . a força que a b ola aplicou no jogador da defesa tem o mesmo módulo. Dur nte s p rtid s. Gib dá um violent cort d . o valor médio do módulo do impulso apl icado à bola. Considere a massa da bola ap roximadamente igual a 20 g. na “medalha” citada no item acima. direção e sentido que a força que o jogador aplicou na bola. o que provoc nel um v ri ção no módulo de su velocid de de 20. um dos jogadores lançou a bola com sua raquete. C tólic -DF Recentemente for m disput d s s Olimpí d s de Sidney. por se tratar de forças que formam um par de ação e reação. no SI. logo forç médi que bol fez sobre mão do jog dor tem intensid de menor que 300 N. um jo g dor plic um forç n bol . que o desloc 20 m dur nte 5 s.F ÍS IC A IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1 1.00. Apl ic se sobre o corpo um forç const nte. horizont l. conseguiu um res ult do expressivo. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Nesse caso.6 x 103 d) 5. em que o voleibol de pr i . ( ) Dur nte o jogo. o tempo de inter ção entre bol e mão do jog dor foi de três centésimos de segundo. pes r de não tr zer Med lh de Ouro. U. conquist ndo simp ti do povo br sileiro com gr ndes vitóri s . ( ) Caso o jogador da defesa.

os jornais afirmavam que o saque mais rápido de Gustavo Kuerten foi de 195 km/h. a uma altura h acima do solo. tanto assim que a raquete recua com velocidade de módul o muito menor que a da bola. movimentos de planetas e satélites. os valores da velocidade do carro de seu pa i. a cada 100 metros. como resposta. Tendo esquecido de trazer um relógio. UFPB Durante um longo trajeto numa rua retilínea e plana até o seu colégio. B . um estudante anota. a variação da energia cinética do automóvel. etc.s. A com binação que resulta em uma grandeza adimensional é: a) A B d) A2/B b) A/B e) A2 B 2 c) A/B 6. Entende se. tais como: colisões. registrados nos instrumentos do painel. a veloci dade horizontal inicial da bola é considerada nula. O impulso total exercido pela raquete sobre a bola é igual à variação da quantidade de movimento d a bola. o estudante não regi stra nenhum valor sobre o tempo gasto no percurso. 16. pela sua b rilhante vitória e conquista do título de bicampeão do Torneio de Roland Garros. ITA SP Uma certa grandeza física A é definida como o produto da variação de energia d e uma partícula pelo intervalo de tempo em que esta variação ocorre. toda a energia mecânica da pessoa é convertida em energia potencial elástica. UFSC Na segunda feira. a bol a atinge velocidades superiores a 200 km/h. as páginas esportivas dos jornais n acionais eram dedicadas ao tenista catarinense Gustavo Kuerten. O impulso total exercido sobre a bola é igual a 2. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeir a(s): 01. Entre as muitas informações sobre a partida final do Torneio. a quantidade de moviment o do sistema não se altera. incluindo os passageiros. o impulso total das fo rças que atuam sobre o veículo. o “Guga”. Dê. Outra grandeza.9 N. Ele deseja calcular.2 4. que: ( ) na ausência de forças externas em uma colisão. incluindo os passageiros. pois. as pequenas deformações permanentes d a bola e da raquete e o aquecimento de ambas. imprimindo lhe uma ve locidade horizontal de 180 km/h (50 m/s). é o produto da quantidade de movimento da partícula pela distância percorrida. 32. Em uma partida de tênis. A força média exercida pela bola sobre a raquete. A força média exercida pela raquete sobre a bola é igual a 290 N. 04. o estudante poderá calcular apenas: a) I d) I e III b) II e) II e III c) III 7. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . III. 5. Ao ser atingida pela raquete. Consideremos uma partida de tênis com o “Guga” sacando: lança a bola para o ar e atinge com a raquete. A massa da bola é igual a 58 gra mas e o tempo de contato com a raquete é 0. 12 de junho de 2000. ( ) considerando se uma pessoa saltando sobre uma cama elás tica. UFGO Os princípios de conservação da energia e da quantidade de movimento são fundamentais na compreensão da dinâmica de interação entr e corpos. O impulso exercido pela raquete sobre a bola é maior do que aquele exercido pela bola sobre a raquete. para cad a 100 metros rodados: I.01 s. Usando somente suas anotações. ( ) a energia cinética de um planeta em órbita elíptica em t orno do Sol é constante. a soma das alternativas corretas. e tomando se o solo como referencial. 08. há conservação da energia mecânica do sist ema (bola + raquete). porque a resultante das forças externas é nula durante a colisão . a velocidade média do automóvel. é igual àquela exercida pela raquete sobre a bola. Mesmo considerando o ruído da colisão. Anota também a massa total do automóvel. 02. pode se dizer que no instante em que a cama atinge o ponto mais baixo. II.

. caiu a 300 m. é aproximadamente de: a) 900 J d) 6000 J g b) 1500 J e) 9000 J c) 3000 J 11.8 c) 0. ( ) Um fabricante de automóvel diz que o seu carro de mass a 1000 kg consegue atingir a velocidade de 72 km/h em uma reta horizontal de 100 m. que o atrito em todo o sist ema seja desprezível. do pei xe maior.U. IMPRIMIR GABARITO Ao suspendermos a esfera 1 e soltá la. Esse fenômeno é explicado pelo princípio da conservação da energia. com velocidade constante. 9. Ao atingir sua altura máxima. lançados horizontalmente.5 x 107 m/s. a uma altura de 10m. c) O módulo da quantidade de movime nto da partícula é maior que o módulo da quantidade de movimento do átomo. com aceleração constante. e que a esfera l é solta de uma altura de 5 cm (Figura B) em r elação à posição de equilíbrio das demais esferas (h = 0) e solta de um estado de repouso. a quantida de de movimento do sistema é nula.m/s. engole um peixe de 1 kg. ( ) No M. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . a granada explodiu. 12. b) A quantidade de movimento do sistema nem sempre é conservada. Com base nessas informações. Suponha que num determinado instante ele emita uma partícula d e massa igual a 6. A velocidade. em uma região p lana.6 d) 0. e continua nadando no mesmo sentido.0 m/s. um operário levanta. a esfe ra 5 começa a se movimentar. imediatamente após a ingestão. alcule a velocidade (em m/s) com que a esfera 5 (Figura C) começa a se movimentar em relação à posição de equilíbrio das demais esferas. inicia lmente. logo. considerando g = 10 m/s2. Pode se afirmar que a parte da energia liberada na explo são.8 x 10–25kg e encontra se.C. com massa igual a 2 kg.E. ao Sul do ponto de lançamento. a quantidade de m ovimento é constante. ( ) Um carro de 1 tonelada.8. e transformada em energia cinética dos fragmentos. produz indo dois fragmentos com massa total igual a 5 kg. Um do s fragmentos. d) Não é possíve eterminar a quantidade de movimento do átomo. e) Após a emissão da partícula. que esta va em repouso. 10 s após o lançamento.0 b) 0. que todas estão em repouso na situação inicial (Figura A). 10 s depois da explosão. ( ) Em uma co nstrução. gastando 20 s. com uma velocidade de módulo igual a 1. nadando com velocidad e de 1. em m/s. é correto afirmar: a) O vetor quantidade de movimento do núcleo é igual ao vetor quantidade de movimento da partícula emitida. partindo do repouso. Supondo que todas as esferas tenham a mesma massa m. um saco de cimento de 20 kg. possui uma velocidade de 72 km/h. no sentido indicado pela figura. com uma quantidade de movimento de 2 x 102 kg.6 x 10–27 kg. Londrina PR Um átomo possui uma massa de 3.4 3 10. ( ) Quando uma arma dispara e lança um projétil. a partir do chão. em repouso. UERJ Um peixe de 4 kg. Fuvest SP Uma granada foi lançada verticalmente. através de uma polia. U. concluímos que a potên cia desenvolvida é 100 W. em seguida. é igual a: a) 1. UFMS Um dispositivo decorativo bastante comum é composto por um c onjunto de esferas suspensas por fios e presas a um suporte (veja a Figura A aba ixo). Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). 105 W. A potência média que ele desenvolve é d e 2 . ocorre o recuo da arma. esta bate na esfera 2 e.

13. I. 4 Considere o choque perfeitamente elástico e despreze os atritos. necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potenci al. 16. GABARITO Sabendo que o módulo da velocidade com que a bola atinge e é rebatida pela trave é o m esmo em todas as situações. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ . Para que um corpo tenha uma certa quantidad e de movimento. pode se se afirmar que o impulso exercido pela trave sob re a bola é: a) maior em I. É possível encontrar uma situação na qual o momen o linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética tot al do sistema não seja conservada. o vetor vel ocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula. as velocidades que as bolas (1) e (2) adquirem após o choque. Uma fo rça horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. 14. em função de vo. Suponha que isso ocorra n uma das quatro situações representadas esquematicamente a seguir. assinale a(s) altern ativa(s) correta(s). c) maior em III. d) maior em IV. A bola (1) é lançad a em linha reta com uma velocidade vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2 ). É impossível encontrar uma situação na ual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energi a mecânica total não seja conservada. Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca. Em certas situações. 64. UERJ A figura mostra uma mes a de bilhar sobre a qual encontram se duas bolas de mesma massa. 08. 15. e) ig ual nas quatro situações. 04. II. c omo resposta. Calcule. 01. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo. III e IV. 02. 32. Vunesp Num jogo de futebol. a soma das alternativas corretas. Dê. b) maior em II. que se encontra em repouso. É impossível acelerar tal c orpo com uma força que seja inferior ao seu peso. A trajetória da bola está contida no plano das figuras. que é o plano vertical perpendi cular à trave superior do gol. Unioeste PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica. a bola bate na trave superior do gol.

de massas 4 x 104 kg e 3 x 104 kg. O vagão de menor massa es tá na frente. tem o mesmo módulo. Inicialmente a esfera encontra se em repouso e a mola no s eu comprimento natural. Concluímos que a potência gerada por ela é de 250 KW. sobre uma linha férrea retilínea.m /s 19. e denominada força normal. atuando durante o mesmo intervalo de tempo. a mesm a direção e o sentido contrário ao do peso do livro. A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que ca i de uma altura igual a 0. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo. a quantidade de movimento se conserva. b) a c ompresão máxima da mola. ( ) Uma queda d’água de 50 m de altura tem uma vazão de 30 m3/min.5 m. ( ) o que mantém um satélite em órbita circular em torno da Terra é a sua aceleração tangencial. só at uam forças conservativas. conseqüências e utiliza se de leis e princípios para descrevê lo. UFRS Dois vagões de trem.5 x 104 kg. é uma linha reta paralela ao eixo dos tempos. após ser chutada por um jogador. Assinale verd adeiro ou falso. A velocidade do outro é 1 m/ s. UFRJ Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal s em atrito. isto é. a quantidade de movimento do sistema formado pelos dois vagões é: a) 3. maior será a variação da quantidade de movimento. num sistema. sob a ação de uma mesma força resultante. é perpendicular a esta. o corpo de maior massa ficará submetido a uma maior variação da quantidade de movimento. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). ( ) para dois corpos d iferentes. UFGO A mecânica estuda o movimento dos corpos suas causas.m/s d) 7. ( ) Sabemos que um livro fica em equilíbrio sobre uma me sa porque a força normal equilibra o peso do livro. 17. se chocam e permanecem acoplados imediatamente após o choque.0 x 104 kg. movendo se com uma velocidade de 0. conf orme mostra a figura.0 x 104 kg. des locam se no mesmo sentido. Suponha a colisão elástica e g = 10 m/s2. ( ) Quanto maior for a variação da energia cinética.m/ s b) 5. que a força normal é a reação do peso.5 m/s. ( ) o gráfico v x t da sombra de uma bola.m/s e) 10. 18. e prende se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elás tica igual a 9 N/m.16. 5 IMPRIMIR GABARITO Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão. ( ) Quando. deslizando sobre uma superfície. às 12 horas de um dia ensolarado (sol a pino). Em dado momento. ( ) Quanto maior for o impulso.5 x 104 kg. Concluímos pela 3 Lei de Newton. ( ) a força de reação ao peso de um bloco.m/s c) 5.5 x 104 kg. maior será o trabalho realizado pela força resultante.

Cefet PR Uma bola de bilhar que se movimenta para a direita com velocidade igual a 2 m/s. exa tamente igual à primeira e em posição inicial de repouso. fazendo um arredondamento para o valor superior mais próximo. Adote g = 10 m/s2. Vunesp Uma esfera de aço de massa 0. de d ireção constante e de intensidade variável. impulsiona um corpo. Tal força. 22.0 m. é viável prever q a) a primeira irá parar e a segunda mover se á a 2 m/s para a direita. do sistema carro + c aminhão imediatamente após a colisão. 6 Ao completar 5. Levando em con ta esse intervalo de tempo. c) a primeira r eduzirá sua velocidade a 1 m/s e a segunda assumirá. Após a colisão. 23.20 kg é abandonada de uma altura de 5. uma velocidade de 3 m/s. Determine a velocidade. colide frontal e elasticamente contra uma segunda. representada graficamente em função do tempo. a) Qual a velocidade de r ecuo do canhão em relação ao chão? b) Qual a velocidade de recuo do canhão em relação à bal Qual a variação da energia cinética no disparo? IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . alcançand o a altura máxima de 1.050 s. em Ns.0 segundos de movimento. Unicamp SP Um canhão de massa M = 300 kg dispara na horizontal uma bala de mass a m = 15 kg com uma velocidade de 60 m/s em relação ao chão. d) a primeira retrocederá a 2 m/s e a segunda irá parar. fica mais preso ao caminhão.20. Após a colisão. e que se desloca com uma velocidade Vc = 60 km/h na mesma direção e sentido do automóvel. atinge o solo e volta.0 s. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da e sfera com o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0. durante 5. o impulso aplicado ao corpo tem intensid ade. em km/h. b) a primeir a retrocederá a 1 m/s e a segunda mover se á a 1 m/s para a direita. UFSE Sobre um corpo de massa m é aplicado uma força resultante F . 1 e) a primeira r eduzirá sua velocidade para m/s e a segunda mover se á para a direita 2 1 a m/s. a partir do repouso. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. que se desloca com velocidade VA = 80 km/h em uma estrada. 2 2 4. para a direita. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera. igual a: a) 10 b) 15 c) 20 d) 30 e) 40 21. colide com a traseira de um caminhão de massa Mc = 10000 kg. o automóvel continua em movimento.8 m. UFMS Um automóvel de massa MA = 1500 kg.

com velocidade escalar constante de 10 m/s.0 29. Estando i nicialmente A parado. em módulo.0 m/s. com velocidade V0. em m/s. onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2.0 26.3 b) 4.0 kg. Sabendo se que após o choque a altu ra máxima que a bola atinge é h2 = 1. UFR RJ Em um local. Cefet PR 7 Uma pequena bola de borracha. Num dado instante ela colide com ou tra caixa. é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: g GABARITO IMPRIMIR Parede A B Vo a) b) c) d) e) VA = V0 VA = V0/2 VA = 0 VA = V0/ 2 VA = 0 VB = 0 VB = 2 V0 VB = 2 V0 VB = V0/ 2 VB = V0 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .25.0 c) 2. Supondo que o choque entre a par ede e a bola tenha durado um centésimo de segundo. de massa 3. Fuvest SP Dois caixotes de mesma altura e mesma m assa. Unifor CE Uma caixa de madeira.0 d) 14 e) 2 28. passando a moverem se juntas. 67 d) 4. A diminuição da velocidade do patinador maior.0 kg é aban donada de uma altura h1 = 2. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura. A e B.0 kg. deve ser igual a: a) 0.8 c) 4. uma bola de massa M = 1. de massa igual a 40 kg.0 m.3 e) 2. o caixote B aproxima se perpendicularm ente à parede. desloca se para a direita com velo cidade constante de 5 m/s. como indica a figura anterior.0 d ) 3. após a colisão. UFSE Dois patinadores estão numa pista de gelo em movimentos uniformes numa me sma direção quando o maior. que estava parada. de massa igual a 60 kg. empurra o menor.5 e) 9. uni das por um encaixe. vale: a) 5. a intensidade da força aplicada p ela parede à bola foi de: a) 40 N d) 210 N b) 80 N e) 600 N c) 160 N 27. Este aumenta a velocidade em 3.0 m acima do solo. mantendo se na mesma trajetória ret ilínea. podem movimentar se sobre uma superfície plana. sem atrito. A velocidade do conjunto. de massa 200 g. ela retorna com velocidade de 3 m/s. podemos afirmar que a energia dissipada ne ssa colisão (expressa em Joules) é: a) 10 b) 4. Após todas as colisões. em m/s. de massa 2. move se numa superfície horizontal sem atrito.0 c) 6. Ao bater em uma parede.5 b) 1. próximo a uma parede.

com velocidade v. em se tratando de um choque perfeitamente elástico. Considerando o sistema constituído pelas esferas A e B. Durante o movimento de descida da esfera A. na qual ∆t é o tempo em que ocorre a colisão. a esfera B se afasta da esfera A com velocidade igual a 4. Maringá PR Um disco de massa m escorrega sobre uma mesa horizontal. na direção defin ida pelo ângulo a. podemos afirmar que há conservação da quantidade de movim ento total e da energia cinética total do sistema.E. 8 31. v > u . durante a colisão. Não é possível calcular o valor da velocidade da esfera A. de forma perfeitamente elástica. 08. imediatamente antes de colidir com a esfera B. 08.0 m/s. UFSC As esferas A e B da figura têm a mesma massa e estão presas a fios inextensív eis. 04. U. com a esfera B. porque não houve conservação da energia mecânica durante seu movimento de descid a e também porque não conhecemos a sua massa. o módulo d v ri ção do momento line r é ∆p = 2 m v cos θ. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Após a colisão.80 m. pode-se afirmar corretamente ue: 01. θ = α. durante a colisão. a esfera A permanece em repouso. como resposta. Após a colisão. A velocidade da esfera A.0 m/s. 32. segundo um ângulo θ com a norma l à parede. como resposta. as esfer as encontram-se em repouso e mantidas nas posições indicadas. é de (2 m v cos θ / ∆t).0 m/s. 04.0 m/s. a inten ade da força da parede sobre o disco. como indicado na figura a seguir. sendo L a distância do ponto de suspensão até o centro de massa das esferas e igual a 0. sua energia mecâni ca permanece constante e é possível afirmar que sua velocidade no ponto mais baixo d a trajetória. a s oma das alternativas corretas. Dê. a intensidade da força da parede sobre o disco. Assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. indo colidir. invertendo o sentido do seu movimento inicial. Considerando a colisão perfeita mente elástica e ue a força exercida pela parede sobre o disco. Desprezam-se os efeitos da resistência do ar. imediatamente antes de colidir com a esfera B. Inicialmente. chocando se com uma parede. 64. é maior que a intensidade da força do disco sobre a parede. Imediatamente após a colisão. sem a trito. 16. é 4.30. GABARITO Soltando-se a esfera A. o momento line r d disco é o mesmo. Dê. é co nstante. 16. durante a colisão. a esfera A volta com velocidade de 4. 02. é 3. Após a colisão. ntes e depois d colisão (pi = pf). 02. 32. ela desce. a soma das alternativas corretas. no ponto mais baixo da trajetória. no instante em que colidiu com a es fera B.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¦ ¡ ¢ ¦ ¡ . de massas desprezíveis e de mesmo comprimento. o disco afasta-se da parede com velocidade u.

Salvador BA Duas esferas.6 e) 0. tem módulo igual a: vA vA − vB 01) 04) vB 2 vA + vB 05) 02) vA – vB 2 03) vA + vB 35. Se a força sobre a bol a tem uma intensidade média de 600 N. Na parte mais baixa da pista. o tempo de contato do pé do jogador com a bola . a energi a cinética do conjunto é igual a: 1 1 01) 04) mv2 mv2 18 4 1 1 2 02) mv2 06) mv 9 3 1 03) mv2 6 36. O módulo da velocidade do conjunto. e) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H/2.2 d) 0. em s. colidem frontalmente entre s i. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¥ ¦ . parada. conforme indicado na figura abaixo. colidem frontalmente entre si. U. ele colide com outro corpo idêntico B . 4 kg.02 b) 0. Sabe se que B se encontrava inicialmente em repouso e A. respectivamente. A e B . de massa mB = m. partindo de uma altura H. c) O corpo A retorna até a altura H/2 e o corpo B se eleva até a altura H/2. d) as velocidades de re iguais e constantes e as forças de ação e reação durante o choque são iguais em módulo e d e) as velocidades de recuo são diferentes e as forças de ação e reação durante o choque sã iferentes em módulo e direção. De acordo com a 3 . com ve locidade de módulo v. A e B. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. de massas iguais. podemos afirmar que: a) Os dois corpos aderem um ao outr o e se elevam até a altura H. b) Os dois corpos aderem um ao outro e se elevam até a altura H/2.F. de massas m e 2 m. U. imediatamente após a colisão perfeitamente inelástica. d) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H. a partir do repouso. UESC-BA Duas esferas. respectivamente. UFR-RJ Depois de se chocarem frontalmente. Lei de Newton. c) as acelerações de recuo são diferentes e as forç ação e reação durante o choque são diferentes em módulo e direção. Se a coli são é perfeitamente elástica. Santa Maria-RS Um jogador chuta uma bola de 0.06 c) 0. deslocando-se em sentidos contrários com velocidades de módulos VA > VB. b) as acelerações de recuo são diferentes e as forças de ação e reaçã choque são iguais em módulo e direção. 33. que se encontra inicialmente em repouso no ponto P. UFPE Um pequeno corpo A de massa mA = m desliza sobre uma pista sem atrito. pode-se afirmar q ue: a) as acelerações de recuo são iguais e as forças de ação e reação durante o choque são em módulo e direção.32. Logo após a colisão perfeitamente inelástica entre A e B. em movimento. é de: a) 0.8 34. duas esferas de massas diferentes recuam em sentidos contrários.

parada em uma rua plana. A energia mecânica dissipada na deformação dos veículos foi igual a 1/2 mAv2A III.37. que vinha com velocidade vB. o carro B paro u enquanto a caminhonete A adquiriu uma velocidade vA = vB/2. pois é incompatível com a lei da conservação da quantidade de mov mento II. pode se concluir que o choque não foi totalmente elástico. B VB A 10 Como os veículos ficaram amassados. A quantidade de movimento dissipada no choque foi igual a 1/2 mBvB Está corre to apenas o que se afirma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ . com massa mB = mA/2. no momento da batida. A descrição d choque não está correta. Fuvest SP Uma caminhonete A. Consta no boletim de ocorrência que. foi atingida por um ca rro B. Considere estas afirmações de algumas pessoas que comentaram a situação: I. na mesma direção de vB .

7. 6. a 28. 18. 14. b 33. 19. 15. 63 km/h 23. 5. 17. V1 = 0 a F–V–V–V–F V–F–F–F c a) 10 m/s. 10. b IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 9. 8. c 29. 3. d 37. vertical p/ cima 22. c 26. 13. 16. 4.2 kg m/s b) Fm = 66 N. c 27. 04 35. 26 31.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar .F ÍS IC A 1 IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1. 2. 20. 03 36.99N . 11. a F–V–F–V–F 0. b ) ∆Q = 3.s 15 b e V–F–F e b b F–F–F–V–F 1 m/s 68 V2 = V0. a 24. a) –3 m/s b) 63 m/s c) ∆EC = 28 350 J 25. a 3 4. 12. e 30. 60 32.

b) tem velocidade linear constante. julgue-as quanto à veracidade. Com base nas leis que descrevem o mov imento dos corpos celestes no espaço são feitas as afirmações a seguir. pelo menos 54 satélites. ( ) Usando a terceira L ei de Kepler verificamos que triplicando o raio médio da órbita de um satélite em torn o da Terra. 3. UERJ A figura ilustra o mov imento de um planeta em torno do sol. a) descreve órbitas circular es.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. ( ) O período de revolução do planeta Marte em torno do Sol é inferior a um ano terrestre. os astronautas. Isso ocorre pois durante seu movimento em órbita circu lar da Terra. 2. c) é mais veloz ao passar pelo afélio. e) possui períod o de revolução maior que outro planeta mais distante. uma das centen as de milhões de estrelas de nossa galáxia. ( ) A intensidade do campo gravitacional terrestre independe da po sição considerada e tem valor. Superior de Brasília-DF O Sistema solar é um grupo de corpos celestes (entre os quais inclui-se a Terra) que orbitam ao redor da estrela Sol. de 9. ( ) Os satélites de telecomunicações são geo estacionários pelo fato d apresentarem “parados” em relação a um referencial solidário à superfície da Terra. Eles t ríodo de translação igual ao período de rotação da Terra e sua órbita é circular contida no o equatorial.E. UESC BA De acordo com a s leis de Kepler. seu período de revolução fica nove vezes maior. O sistema Solar inclui nove planetas. então as áreas – A1. ( ) Você já deve ter visto filmes mostrando astronautas “flutuando” dent ro de suas naves espaciais. d) é lo calizado por um raio vetor que varre áreas iguais em tempos iguais. a Via Láctea. I. de C para D e de E para F são iguais. mais de mil cometas já observados e milhares de c orpos menores (os asteróides e os meteoros). não estão sujeitos a fo rças gravitacionais. e objetos no interior da nave. aproximadamente. um planeta girando em torno do Sol. A2 e A3 – apresentam a seguinte relação: a) A1 = A2 A3 b) A1 > A2 = A3 c) A1 < A2 < A3 d) A1 > A2 > A3 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ .8 N/kg. 1 IMPRIMIR GABARITO Se os tempos gastos para o planeta se deslocar de A para B .

o módulo da velocidade v1 é menor do que o módulo da velocidade v2. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¥ ¥ ¦ ¦ . que está sendo construída num esforço conjunto de diversos paí es.50 e) 0. 16. ( ) A 1 Lei de Kepler.10 d) 0. o planeta é representado no ponto médio da trajetória naquele trecho . no trecho CD a aceleração tangenci al do planeta tem sentido contrário ao de sua velocidade. 02. Dê. ( ) A lei da gravitação universal diz que a matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa da di stância entre elas. v2. ( ) O peso de um corpo de 12 kg que se encontra a uma altura i gual ao raio da Terra é de 60 N. Fuvest SP A Est ação Espacial Internacional. ( ) Se um corpo rígido está sob a ação de duas forças de mes . a soma das afirmati vas corretas.90 2 6. entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. como resposta. ( ) De acordo com a 3 Lei de Kepler. os módulos das velocid ades v1. Em cada trecho. no trecho GH a aceleração tangencial do p laneta tem o mesmo sentido de sua velocidade. quanto mais longe do Sol estiver o planeta maior se rá o seu período de revolução.05 do raio médio da Te rra.02 b) 0. v3 e v4 representam as v elocidades do planeta nos pontos indicados. que se encontra em um dos focos da elipse . e) ao fato de estarem a grande altitude. d) ao fato de se encontrarem no vácuo. v2 e v3 seguem a relação v1 > v2 > v3. A razão R = Fe/F. é aproximadamente de: a) 0.05 c) 0. os tempos necessários par a percorrer cada um dos trechos sombreados são iguais. 7. c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço. ele está em equilíbrio. 04. logo. GABARITO Considerando as leis de Kepler. deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. UFMT Considere que o esboço da elipse abaixo representa a t rajetória de um planeta em torno do Sol. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). 5. conhecida como a lei das órbi tas. mesma direção e sentidos contrários. afirma que os planetas descrevem uma órbita circular em torno do Sol. 08. Univali SC Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm se flutuando em órbita em t orno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra.4. concluímos que a resultante das forças é zero. As áreas sombreadas são todas iguais e os vetores v1. b) aos equipamentos especia is de que dispõem. é correto afirmar que: 01.

que embora tocada por uma grande orquestra.” (Goethe) d) “Ocorre na natureza alguma coisa semelhante ao que acontece na música de Wagner. a beleza (. é possível identificar o conceito básico dessa lei na seguinte citação: a) “Trate a natureza em termos do cilindro. aproximadamente igual a: a) 3. Alfenas MG A força de atração gravitacional entre dois corpos é diretamente propo rcional ao produto das massas dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.108 m. todos em perspectiva. e o val or da força de interação gravitacional entre elas é F1.6 02) 160 05) 0.. UESC BA A distância média da Terra à Lua é cerca de 4.m2/kg2. A força de atração gravitacional entre eles tem valor. b) todos se encontram à mesma altura em relação ao nível do mar. 10 12.20 .67 .34 . abaixo ou acima.16 03) 16 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .” (Piet Mondria n) c) “Na natureza jamais vemos coisa alguma isolada. A respeito desses satéli tes. da esfera e do cone. A distância média da Terra ao Sol é rca de 1011m. 10. 10–7 d) 5. c) a altura em relação ao nível do ma epende da massa do satélite. de massas respectivamente iguais a 60 kg e 80 kg encontram se a um metr o de distância um do outro.34 . a lei da Gravitação Universal pode ser recon ecida na expressão: T3 a) 2 = constante D T2 b) = Mm D Mm c) = constante F Mm = co nstante d) FD 2 MmF e) = constante D2 3 GABARITO 11. UFSE Con sidere um satélite de massa m que orbita em torno de um planeta de massa M. a razão 1 é igual a: F 01) 160 0 04) 1. ao lado. a força gravitacional entre d ois corpos é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente pro porcional ao quadrado da distância entre seus centros de gravidade.” (Paul Cézane) b) “Hoje. UERJ Segundo a lei da gravitação universal de Newton. A constante de proporcionalidade. é intimista. Cavendish mediu tal força em laboratório e encontrou para G. o valor 6. PUC RS As telecomunicações atuais dep endem progressivamente do uso de satélites geo estacionários. d) os que servem os países do hemisfério norte estão vertic almente acima do Pólo Norte. é correto dizer que: a) seus planos orbitais podem ser quaisquer. U. em N. 10 e) 5.20 . mas tudo sempre em conexão com algo que lhe está diante. denominada constante u niversal da gravitação (G). a uma distância D do centro do planeta e com período de revolução T. F2 Nessas c ondições. e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2. se a massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua. foi descoberta por Henry Cavendish. 10–11 N.8. 10–9 –11 b) 3. Sendo F a intensidade da força de atração entre o planeta e o satélite. 10–13 –15 c) 3. e) se mantêm no espaço devido à energia solar.) é o único meio qu e nos manifesta puramente a força universal que todas as coisas contêm.20 .” (Van Gogh) 9. Uma garota e u m rapaz. cem anos após Isaac Ne wton ter comprovado a existência da força de atração gravitacional. Mesmo que não se ja obrigatoriamente conhecido pelos artistas..

Essas órbitas são chamadas geoestacionárias e situam se a uma distância fixa do centro da Terra. 08. a força centrípeta na órbita final é maior que na órbita inicial. quando Johannes Kepler enunciou três leis que descrevem como os p lanetas se movimentam ao redor do Sol. quando ele está mais próximo ao Sol (periélio). esse tipo de satélite e essas antenas terão: a) a mesma velocidade linear. em módulo. tendo o Sol como um dos seus focos. a velocidade do planeta. amplif icam e retransmitem ondas eletromagnéticas. Seguindo o comando do Cent ro de Controle da Base de Alcântara. d) A força gravitaci onal entre duas partículas é diretamente proporcional ao produto de suas massas e in versamente proporcional ao cubo da distância entre elas. e) Ao longo de uma órbita. Assinale a alternat iva. estacionária sobre Campo Grande. estacionária sobre Campo Grande.1 e) 0. a velocid ade v2 é maior que a velocidade v1. Cerca de cinqüenta anos mais tarde. como resposta. 04. pode se afir mar que. Isaac Newton corroborou e com plementou as leis de Kepler com sua lei de gravitação universal. A partir do que foi descrito. a uma distância média 1 0 vezes maior do que a distância média da Terra ao Sol (valores aproximados). o planeta Saturno tem massa cerca de 100 vezes m aior do que a da Terra e descreve uma órbita. dentre as seguintes. é maior do que quando ele está mais longe dele (afélio).13.001 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . mas períodos de rotação diferentes. b) a mesma velocidade a ngular e o mesmo período de rotação. UFRN Satélites de comunicação captam. com módu lo de velocidade v2. a soma das afirmativas corretas. A respeito desse satélite. o tra balho efetuado pelos motores do satélite é dado por T = m v 2 − v1 . a força centrípeta na órbita final é menor que na órbita inicial Dê. em relação ao centro da Terra. Fuvest SP No Sistema Solar. em torno do Sol.\ 15. é correto afirmar que: 1 2 01. que não está de acordo com as idéias de Kepler e Newton: a) A força gravitacional entre os corpos é sempre atrativa. UFMT Um sa télite. c) a mesma velocidade angular. d) a mesma velocidade linear e o mesmo período de rotação. mas períodos de rotação diferentes. 4 GABARITO ( ) 16. 16. os motores são acionados de modo que o satélite a ssuma uma nova órbita distante 2r1 da Terra. c) O quadrado do período orbital de um planeta é proporcional ao cubo de sua distância média ao Sol. Nessa órbita a sua velocidade é. Eles são normalmente operados em órbitas q ue lhes possibilitam permanecer imóveis em relação às antenas transmissoras e receptoras fixas na superfície da Terra. a velocidade angular na órbita final é maior q ue a velocidade angular na órbita inicial. com massa m. v1. 14. PUC PR O movimento planetário começou a ser compreendido matematicamente no inic io do século XVII. A razão (FSat/FT) entre a força gravitacional com que o Sol atrai Saturno e a força gravitac ional com que o Sol atrai a Terra é de aproximadamente: a) 1000 b) 10 c) 1 d) 0. 2 2 02. baseando se em observações astronômicas feitas por Tycho Brahe. de modo a poder monitorar as queimadas na região Ce ntro Oeste. b) As trajetórias dos planeta s são elipses. é lançado da Base de Alcântara e é colocado em uma órbita com raio r1.

é correto afirmar que a acele ração gravitacional de Júpiter é em torno de: a) 38 m/s2 b) 29 m/s2 c) 19 m/s2 d) 25 m/s 2 5 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ § ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ § ¦ ¦ .00 3.058 0. através de medidas astronômicas. a distância do quasar à Terra é igua1 a aproximadamente 1x1010 an os luz. como resposta.5 1024 kg. 18. os planetas descrevem órbita s elípticas em torno do Sol. UFMS O s quasares. é correto afirmar: ( ) No SI. UFPR Considerando as leis e conceitos da grav itação.5x1015 km. b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra. ( ) As forças gravitacionais da Terra sobre a Lua e da Lua sobre a Terra têm módulos diferent es.m2/kg2 A partir dessas informações. 1 ano luz é igual a aproximadamen te 9. objetos celestes semelhantes às estrelas. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra.m3 / kg. em relação a Júpiter • tem massa cerca de 290 vezes maior que a Terra. que a distância en tre um determinado quasar e a Terra é de 9. a soma das afirmativas corretas. Verificou se.5 141 868 D3 0. ( ) A aceleração da gr avidade na superfície de um planeta de massa M e raio R é dada por GM/R2. Calcule: a) a distânci a do planeta X ao Sol em UA.00 3. a unidade da constante de gravitação universal G pod e ser N. Unimontes MG Observe os s eguintes dados: em relação a Terra • tem massa em torno de 6. Sabendo se que a velocidade da luz no vácuo é de 3x108 m/s e que 1 ano luz é a distância percorrida pela luz no vácuo du rante 1 ano (365 dias). • seu raio tem a proximadamente 6500 km. Dê. conclui se que quando o planeta está próximo do Sol ele move se mais rapidamente do que quando está mais afastado. têm velocidades escalares iguais.058 0. Considere: constante gra vitacional 6. 04.378 1. se esse quasar desaparecer.17. ( ) Dois satélites artificiais de massas diferentes. 08. descrevendo órbitas circula res de mesmo raio em torno da Terra. ( ) De acordo com as leis de Kepler.5 10–11 N. PLANETA MERCÚRIO VÊNUS TERRA MARTE JÚPITER SATURNO T2 0. 20. • seu raio é cerca de 10 vezes maior que o da Terra. são os corpos mais distantes d a Terra já observados. a luz emitida pelo quasar leva aproximadamente 9x109 anos pa ra chegar à Terra.5x1015 m. o evento será percebido na Terra somente após 1x1010 anos.5 141 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. UERJ A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão e ntre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revol ução T em torno do Sol é constante. Supo ha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. sendo que o Sol ocupa um dos focos da elipse. 19. O período estimado do planeta X é de 125 anos. é correto afirmar que: 01. O período é medido em anos e a distância em unidades as ronômicas (UA). ( ) Sabendo que a lei das áreas de Kepler estabelece que a reta que liga um planeta ao Sol va rre áreas iguais em tempos iguais. 1 ano luz é igual a aproximadamente 9.1022 km. 02. isso significa que.378 1.

d) dimi nui à metade. sob a ação exclusiva de forças gravitacio nais desses corpos. O ponto de equilíbri de um objeto situado entre a Terra e a Lua. d) O valor da aceleração da gravidade depende da massa (m) do corpo.21. é correto afirmar: 01.m/r2. O período de revolução da Terra é maior que o de V 16.1023 4. 0 4.1024 6. menor a força peso do corpo. 23.9. a força de atração exercida pela Terra sobre o c ometa: a) é multiplicada por 2. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .) Do que foi exposto. é FG = G.M. expressa em unidades do sistema internaciona l. b) é dividida por 4. e) é multiplicada por 4. nessa situação.67. 2 2. Considerando se a figura. 02. conc lui se que: a) Quanto maior a altura. O movimento dos planetas e m torno do Sol obedece à trajetória que todos os corpos tendem a seguir por inércia. UFBA 6 GABARITO Planeta Mercúrio Vênus Terra Raio Médio da órbita (em milhões de km) 58 108 150 Massa (em km) 3. maior a força peso do corpo. escrever: P = FG. P ode se. U. na superfície de Mercúrio. o módulo da força p so de um corpo de massa m é P = m. M a massa da Terra e r a distância do centro de massa do corpo ao centro da Terra. Num local onde o módulo da aceleração da gravidade é g.1024 GUIMARÃES & FONTE BOA. sendo G a constante de gravitação universal. então. A aceleração da gravidade. é igual a 6. a soma das a lternativas corretas. localiza se mais próximo da Lua. os dados apresentados na tabela e a constante de gravi tação universal igual a 6. A massa da Ter ra é cerca de 18 vezes maior que a massa de Mercúrio. c) permanece constante. Sabendo se que a distância entr e um cometa e a Terra diminui à metade.g e o módulo da força gravitacional que age sobre es se corpo. b) Quanto maior a altura.67 . como resposta.10–11 unidades do SI. 08.0. Dê. c) O valor da aceleração da gravidade não varia com a altura. UFRN A força peso de um corpo é a força de atração gravitacional que a Terra exerce so bre esse corpo.224. (Nota: r é igual à soma do raio da Terra com a altura na qual o corpo se encontra em relação à superfície da Terra. é nula. Católica DF A força de atração gravitacional entre dois corpos celestes é inversamen te proporcional ao quadrado da distância entre eles.3. A constante de gravitação universal. p. 10–11 N m2 kg–2. 32.

7 24.10–11 Nm2kg–2 e utiliza ndo se a tabela acima. Dê. U. como resposta. O período de translação dos planetas em torn o do Sol não depende da massa dos mesmos. lei de Kepler: O raio vetor (segmento de reta imaginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais. lei de Kepler: Cada planeta descreve uma órbita e líptica em torno do Sol.97.9 Planeta Marte Vênus GABARITO Terra Saturno Júpiter IMPRIMIR Considerando se a constante de gravitação universal igual a 6. são. ao longo de vários anos.3. 569. A velocidade média de translação de um planeta em torno do Sol é diretamente proporcional ao raio médio de sua órbita.1024kg e 57. 64. analiso u cuidadosamente os dados coletados por Tycho Brahe. 3 25. 16.7 8. Apresentamos. pode se identificar o planeta do sistema solar. em intervalos de tempo iguais. Os planetas situados à mesma distância do Sol devem ter a mesma massa.6 9. 04. a soma das alternativas corr etas. 25. Quanto maior o raio médio da órbita de u m planeta em torno do Sol. A 2 . 3 . Salvador BA Aceleração gravitacional na superfície (m/s2) 3. possuidor de grande habilidade matemática. lei de Kepler: Os quadrados dos períodos de translação d os planetas em torno do Sol são proporcionais aos cubos dos raios médios de suas órbit as. reunindo dados que serviram de base p ara o trabalho desenvolvido. 08. em valores aproximados. cuja mass a e raio médio. respectivamente. por seu discípulo. Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclusão(ões) correta(s) das leis de K epler: 01. após sua morte. o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe realizou r igorosas observações dos movimentos planetários. A velocidade de translação da Terra em sua órbita aumenta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à medida que ela se afasta.67. a seguir.1 06m. lei de Kep ler assegura que o módulo da velocidade de translação de um planeta em torno do Sol é co nstante. Nessas condições. tend o descoberto três leis para o movimento dos planetas. o en unciado das três leis de Kepler. o astrônomo alemão Johan nes Kepler (1571 1630). 02.8 11. o planeta citado é: a) Marte b) Vênus c) Terra d) Saturno e) Júpite r Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¥ ¥ ¥ ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . UFSC Durante aproximados 20 anos. 32. 1 . da qual o Sol ocupa um dos focos. Kepler. 2 . maior será o período de seu movimento. A razão entre os quadrados dos p eríodos de translação dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios de suas órb itas apresenta um valor constante.

23. 8. b) 1/5 F–V–F–V–V–V 02 + 04 + 08 b b e 01 + 04 + 08 = 13 86 04 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação . 4. 11. 6. 5. 15. F–F–V–F–F 05 a a e F – F – F –V – F 01 + 04 + 08 c b d a 02 d 14. 21. 25. 2. 19. 9. 18. 17. 13. 10. 22. 12. b 01 + 02 + 08 c a ) 25∪A. 16. 3. 7. 24. 20.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1.

de fora para dentro. ( ) A pressão da água no interior da tubulação de uma residência i pende do diâmetro dos canos. subir à mesma velocidade com que desceu.0 m 2. enquanto a pressão do lado interno manteve se em 1 atm. Em função de um vento forte. subir rapidamente. quanto mais grossa é a agulha. de dentro para fora. A cerca da maneira mais adequada de desenvolver tal projeto. Para voltar à superfície e exibir o resultado de sua pescaria. subir muito lentamente. ( ) Num sistema de abastecimento de água on de nenhuma bomba está presente. levando em conta as leis da Física. Dê. 4 . UFSC Um mergulhador atinge uma profundidade de 60 m quando parte no encalço de u m peixe que lhe daria a vitória numa competição de caça submarina. ( ) Caixas d’água de diferentes formatos apresentam diferentes eficiência quanto ao fornecimento de água. é correto afirmar que ele deveria: 01. ( ) Um mergulhador. pois a essa profundidade não são causados quaisquer tipos de danos à sua saúde. para evitar o af ogamento pela entrada de água nos pulmões. de fora para dentro. aproximadamente. a soma das alternativas corretas. ( ) O técnico deve projetar caixas d’água tanto mais largas quanto mais longe.0 m. julgue os itens. ( ) O empuxo que atua em um barco. d) 9. situado em um ponto a 20 m de profundidade. 16. subir muito lentamente. prevenindo um a pneumonia por entrada de água nos pulmões.0. ( ) Ao aplicar u ma injeção. UFMT Ao projetar o sistema de fornecimento de água de uma cidade. ( ) O princípio de Pascal estabelece que o aumento de pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio transmite se parcialmente a todos os pontos do líquido. 08. maior é a pressão exercida sobre a pele do paciente. para evitar o surgimento de bolhas na corrente sangüínea. b) 4. em média. Supondo que a força aplicada seja sempre a mesma.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1.5. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ § § . O módulo (expr esso em 104 N) e o sentido da força resultante sobre a janela é igual a: Dado: 1 atm = 1 105 N/m2 a) 6.6. navegando em água doce. 02. est iverem as residências.0. para evitar a de scompressão rápida. 3. subir rapidamente. de dentro para fora. fica submetido a uma pressão. evitando descompressão rápida. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). um técnico tem que dimensionar as caixas d’água de cada bairro. o que poderia causar a vaporização de elementos do sangue. ( ) A densidade de um bloco d e madeira de massa 200 g e volume 500 cm3 é 400 kg/m3. como resposta. 04. é maior do que quando ele navega em água salgada. (1 atm = 105 N/m2) 1 2. pois o seu organismo reage de f orma idêntica na subida e na descida. 32. pela redução da temperatura de transição de fa e de alguns elementos. de dentro para fora. gerando u ma embolia. e) 2.4. subir muito lentamente. o agente físico responsável pela pressão da água nos canos é a força da gravidade. d e 2 atm. c) 2.96 atm. UFR RJ A janela de uma casa possui dimensões iguais a 3. podemos concluir que. a pressão do lado de fora da janela caiu p ara 0. uma enfermeira insere uma agulha na pele do paciente.

800 g/cm3. v. em movimento acelerado.01 atm 6. ( ) O fato de suportar a pressão de 1 at m implica que a estrutura do corpo humano é capaz de suportar o peso de um corpo d e 10 toneladas colocado sobre ele. 04) f az flutuar. justificando o seu nome. em g/cm3. a) 0.5 kg e 1 polegada a 25 x 10–3 m. 7.615 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . é o reservatório natural de água de maior salinidade d o mundo. UESC BA O Mar Morto. 8. qual a densidade do líquido resultante da mistu ra acima descrita. aproximadamente.5. São Paulo: Moderna. objetos com densidades igu ais à da água desse mar. objetos com densidades inferiores à da águ a desse mar. Fuvest SP Um motorista pára em um posto e pede ao frentista para regular a pres são dos pneus de seu carro em 25 “libras” (abreviação da unidade “libra força por polegada drada” ou “psi”). F. Se na mistura não ocorreu con tração de volume. determine. situado na Jordânia. 2 Além de não favorecer à vida. com reduzido volume submerso. 7.5 atm d) 0.375 e) 0. o excesso de sal na água do Mar Morto: 01) anula a conduti vidade elétrica do meio. Toledo. é possível mergu har na água sem equipamentos especiais até uma profundidade de 30 m. Itajubá MG 2 (dois) l itros de um líquido com densidade igual a 0.500 g/cm3 são misturados a 6 (seis) litr os de outro líquido com densidade igual a 0. distribuída sobre uma área de 1 polegada quadrada. 02) torna a densidade da água menor do que em outros ambien tes marinhos. p. ( ) A condição idea l para o corpo humano é a da ausência de pressão (0 atm). ed. ( ) Considerando que a pressão máxima suportável ao corpo humano é de 4 atm. já que a sua área superficial é da ordem de 1m2.M. A excessiva concentração de sal dissolvida na água impede a sobrevivência de qu alquer ser vivo no seu interior. 455. Essa unidade corresponde à pressão exercida por uma força igual ao peso d massa de 1 libra. 1. Uma libra corr esponde a 0.725 b) 0. ( ) A pressão interna do corpo humano tende a se equilibrar com a pressão atmosférica. Como 1 atm correspon de a cerca de 1 x 105 Pa no SI (e 1 Pa = 1 N/m2).2 atm e) 0. Ramalho. Em relação a tais características. UFMT A pressão atmosférica a nível do mar corresponde a 1 x l0 5 N/m2. aquelas 25 “libras” pedidas pelo m otorista equivalem aproximadamente a: a) 2 atm b) 1 atm c) 0.300 c) 0. 03) impede o aumento da pressão hidrostática com a profundidade. julgue as assertivas. 05) faz afundar. Os Fundamentos da Física. Isso faz com que o cotidiano na superfície da Terra tenha características qu e não seriam possíveis caso esse valor fosse significativamente diferente. Nicolau.415 d) 0.

abre a torneir a do chuveiro para um banho. no noticiário. mas não o contrário. numa partida de futebol. porta . ela espera a caixa encher o máximo possível e. Depois de a caixa estar cheia. UFRN Na casa de Petúnia há uma cai xa d’água cúbica. como o vento tem uma grande v elocidade. Esse objeto deposita se no fundo da jarra. descer. a soma das alternativas corretas.0 m. 32. 16. não conseg uiriam engolir nada. d) há tensão apenas n o fio f2. torna se vácuo. 16. veda a completamente. Preocupada com esse fato.9. b) a força da gravidade não atua na água e. e) não há tensão em nenhum dos dois fios. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . 64. dentro da caixa. cuja a base está a 4. de lado igual a 2. sendo a ten são no fio f1 maior do que no fio f2. cria uma zona de alta pressão sobre o telhado e este então é puxado para fora. mas a água não sai. 10. Nessa nova situação. d) a pres são atmosférica na saída da água no chuveiro é maior que a pressão dentro da caixa d’água. então. ele cria uma zona de baixa pressão sobre o telhado e este então é empurrado para fora pela pressão interna. b) há tensão nos dois fios. pela impossibilidade de aplicar e feitos na bola. poderiam fazer lançamentos mais longos do que se estivessem na Terra. esta não desce. FMT Em locais descampados e planos. o vento é capaz de arrancar o telhado. Sobre tais habitantes. os telhados são preparados para suportar grande s pressões de fora para dentro. teriam menos opções de chutes. poderiam apreciar o alaranjado do pôr do Sol como um terráqueo. Isso acontece porque: 01. Dê. e a tendência é a água subir. que o mosquito transmissor da dengue põe ovos também em água limpa.0 m de altura. Em seguida. apoiada centro. como o vento tem uma grande velocidade. habitantes da Lua. inclusive os sangradouros. 02. presos sem tensão. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). não. e. semelhantes aos terráqu eos. na superfície lunar é correto afirmar que: 01. Petúnia ouve. numa partida de futebo l. de d ensidade maior que a da água. pela inexistência de atmosfera. conforme a f1 f2 figura. Isso ocorre porque. os telhados são preparados para suportar grandes pressões de dentro para fora. fazendo c om que o excesso de água transborde para fora da balança. 02. Geralmente o telhado não é empurrado pelo vento em direção ao chão da casa. cheias de A B água até a borda. devido a sua força. em relação ao huveiro. 04. como resposta. Coloca se na jarra B um objeto metálico. 11. Fuvest SP Duas jarras iguais A e B. c) há tensão apenas no fio f1. 04. mas não o contrário. não poderia m beber líquidos através de um canudinho. mas não frouxos. é comum que telhados sejam arrancados durante tempestades com vento. são mantidas em equilíbrio nos → g braços de uma balança. A balança permanece na mesma posição horizontal devido à ação dos fios. UFSC Suponha que existissem lunáticos. como resposta. 08. não conseguiriam empinar pipa. teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens. pode se afirmar que: a) há s iguais e diferentes de zero nos dois fios. Dê. Num certo d ia. 08. a soma das afirmativas corretas. c) não há nem gravidade nem pressão interna dentro da caixa. como a caixa es tá toda vedada: a) a parte acima do nível da água. uma bóia veda a entrada da água.

enche se a garrafa com água. determine o valor do empuxo que o bloco recebe da água. c) a III. Dentre essas afirmações está(ão) cor reta(s) apenas: a) a I. A seguir. na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. sendo abandonado em seguida. ao nível do coração. sobre uma superfície horizontal. Os pesos das duas esfera a mesma intensidade. UFR RJ Um bloco de massa igual a 400 g e volume 500 cm3 foi totalmente mergu lhado na água contida em um recipiente. As densidades das duas esferas são iguais. e) I e III. UFRN O pri ncípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integra lmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém.13. após efetuarem se todos esses procedimentos. tampa se a garrafa. 16. A seguir. As duas esferas recebem da água empuxos de mesma intensidade. na v ertical. e coloca se a mesma em pé. d) I e II. III. São feitos três furos. Esta é uma aplicaçã princípio de: a) Pascal d) Newton b) Stevin e) Joule c) Arquimedes 15. vedando se totalment e o gargalo. e stão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. ao ser abando nado. na altura do coração que pontos situados no mesmo nível de um líquido estão à mesma pressão. b) a II. II. com um deles a meia distância dos outros dois. para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. mas de volumes diferentes. de mesma massa. ficam em equilíbrio nas posições indicadas: 4 Com relação a essa situação são feitas as seguintes afirmações: I. Assinale a opção c orrespondente ao que ocorrerá na prática. todos do mesmo diâmetro. Acafe SC Para medir a pressão arterial. até mesmo em casa. quando colocadas nu m tanque com água. um médico usa um manômetro no braço de um paciente. Dado: densidade da água é 1 g/cm3 14. Fatec SP Du as esferas A e B. Uma experiência simple s pode ser realizada. GABARITO a) c) IMPRIMIR b) d) Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . até um determinado nível acima do furo superior. Considerando g = 10 m/s2.

5 m Altura 0. Essa braçadeira é posta de modo a envo lver o braço direito do paciente na altura do coração e. enquanto é bo mbeado para o interior da braçadeira. ( ) A “primeira pulsação” ouvida está relac ntração ventricular.5 m 1. conforme indicado na figura. Um queno vazamento é provocado na braçadeira. à contração atrial. ( ) Quando a pressão do ar no interior da braçadeira é maior que a pressão sangüínea na arté . Um aparelho comum para essa medida. é inflada. em cm. correspondente a pressão diastólica. uma segunda leitura. mas o p rocedimento permite igualar essa pressão com a pressão sangüínea no interior da artéria. Bombeando se ar para o interior da braçadeira. 18.5 m 1. uma ressão maior que nas tornei ras? Com rimento Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 3. as caixas 1 e 2. o nível da água sobe 25%.0 m 2. Com a caixa totalmente cheia.5 17.Hidrostática ¦ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¦ ¦ ¤ ¦ ¤ . os médi os seguem um procedimento padrão.0 m. a medida. a pressão diastólica é sempre maior que a pressão sistólica. Voltar FÍSICA . a ressão de saída da água nas torneiras é . Para aumentar es sa ressão. causaria. Q ual ou quais das 4 caixas – re resentadas elas suas dimensões no quadro a seguir – qu ando totalmente cheias.0 m 0. com o uso da bomba.0 m 2. da aresta do cubo colocado na água é igual a: a) 10 b) 10 3 2 2 c) 10 d) 10 3 12 12 19.5 m 2.5 m 0.0 m 0. Continuando o lento vazamento. no braço. Com o auxílio dessas informações. ela exerce uma pressão que bloqueia a circulação sangüínea em uma artéria. as caixas 3 e 4. ( ) O ar. consiste de uma braçadeira inflável cuja parte interna está conecta da a uma pequena bomba manual e a um manômetro. ( ) A pres que se mede pelo manômetro é a pressão do ar no interior da braçadeira inflada. ( ) Para u ma pessoa saudável. somente a caixa 4.0 m GABARITO Largura 1. A lei tura do manômetro no instante em que a primeira pulsação é ouvida corresponde à pressão sis ica. é feita no momento em que as pulsações deixam de ser ouvidas no estetoscópio. sugeriu-se substituir a caixa or outra na forma de um aralele í edo. Considerando π igual a 3. UERJ Um recipiente cilí o de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizo ntal e contém água até a altura de 40 cm. fazendo que o ar escape lentamente. Na altura da parte interna do cotovelo do p ciente. ou causariam.0 m 1. é colocado um estetoscópio que permite ouvir a pulsação sangüínea nessa artéria. PUC-PR A caixa-d’água de uma residência tem a forma cúbica com aresta de 1. UnB DF Para medir as pressões sistólica e diastólica do coração de um paciente. conhecido co mo esfigmomanômetro. e a “segunda leitura”. julgue os itens que se seguem. somente a caixa 2. sofre aumento de sua temperatura.5 m IMPRIMIR Caixa 4 a) b) c) d) e) somente a caixa 1. Imergindo se to talmente um bloco cúbico no recipiente. as pulsações não são ouvidas no estetoscópio.

Avançar .

se a velocidade do ar . I. h. com que a essoa so ra for aumentada. um desnível de 2. c) somente II. observa-se o nível da água a 20 cm acima do fundo do barco. com um tri ulante de 1078 N e um lastro. Dobrandose suas dimensões. é: 01) 04) 02) 05) 03) 6 21. b) somente I e II. A pr ssão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém. a pressão ficará igual a 2p. 0 2. em sua base d e a oio. 22.23 m. é independe nte do tipo de líquido considerado. o desnível dos ramos do tubo em U será ma ior que 2.80 m. 08.0 mm é mantido entre os níveis de água nos ramos do tubo. ITA-SP Um equeno barco de massa igual a 60 kg tem o formato de uma caixa de base retangular cujo com rimento é 2. e) I. ois o barco afundaria com o eso deste tri ulante. Cefet-PR Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 16. d) somente II e III. O valor que mel hor re resenta a massa do lastro em kg é: a) 260 b) 210 c) 198 d) 150 e) Indetermi nado. Um cubo maciço de ferro exerce. a ressão na su e rfície do ramo da esquerda é menor que a ressão no onto b. A rofundidade do ba rco é de 0. III. como re s osta.0 mm. Descontando o atrito caixote/ iso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. Posto ara flutuar em uma lagoa. Sendo Po a ressão atmosfé ica local e tomando-se como referência a su erfície livre do óleo. é correto afirmar que: 01. II e III. II. UFMS Uma essoa so ra ar transversalmente através de um dos ramos de um tubo em U que contém água. Des rezando os efeitos de desnível devidos a tensões su erficiais da água. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I. o desnível será menor que 2. V. . as ressões nas su erfícies dos líquidos em cada ramo são iguais. 04. as ressões nos ontos a e b são iguais. o gráfico que ex ress a a variação da ressão. c omo mostra a figura abaixo. com a rofundidade.0 m e a largura 0. uma ressão “ ”. UESC-BA Um co o destam ado contém água e óleo em equilíbrio. se o diâmetro do ramo do lado direito do tubo em U for maior d o que o diâmetro do ramo do lado esquerdo. a soma das afirmativas corretas.20. Dê.0 mm. Devid o ao so ro. 23.

b) o empuxo sobre o bloco (1) é ma ior que o empuxo sobre o bloco (2).0 m de profundi dade. constituídos de água pura. 7 g GABARITO a) b) c) d) e) o empuxo é igual e a tensão é igual.0 atm a cada 10. quando ela estiver prestes a chegar à superfície. T onde P. estão em repouso na superfície d’água. conforme a figura. empuxo e tensão no fio.5 Vi b) 3.5 Vi IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . será aproximadamente: a) 4. sendo g a aceleração da gravidade na Terra. o ar da bolha é um gás ideal e obedece à relação: PV = constante. quando uma pequena bolha de ar. UFR RJ Dois blocos de gelo (1) e (2). E m relação aos valores das forças observadas na Terra. podese concluir que. fixado no fundo de um aquário cheio de água .0 atm). a pressão aumenta cerca de 1. 25. o empuxo diminui e a tensão diminui. Sobre esse objeto atuam as forças peso. o volume da bolha. V e T são respectivamente. o empuxo é igual e a tensão aumenta. UFRN Um mergulhador que faz manutenção numa plataforma de exploração de petróleo está a uma profundidade de 15. considere que: a temperatura dentro da bolha permanece constante e nquanto esta existir. Fuvest SP Um objeto menos denso que a água está preso por um fio fino. o volume e a temperatura do ar dentro da bolha. d) o empuxo sobre o bloco (1) é igual ao empuxo sobre o bloco (2). de volume Vi. onde a pressão é a pressão atmosférica (1.24. c) o peso do bloco (1) é igual ao peso do bloc o (2). o empuxo diminui e a tensão é igual. é libera da e sobe até a superfície. Para efeito d sse problema. em Marte. sendo a massa do bloco (2) maior que a massa do bloco (1). onde a aceler ação gravitacional é de aproximadamente g/3. 26. como mostra a figura abaixo: De acordo com o princípio de Arquimedes.5 Vi d) 2.5 Vi c) 1. a pressão. pode se afirmar que: a) o empuxo sobre o bloco (2) é maior que o empuxo sobre o bloco (1).0 m. o empuxo diminui e a tensão au menta. Imagine que tal aquário seja transportado para a superfície de Marte. e) nada se pode concluir. Na si tuação apresentada. já que as massas são desconhecidas.

5 atm d) 3.10–4 N/m2 20.8. na segunda situação.0 g/cm3. UEMS Sobre a água do reservatório representado na figura. de sprezando o atrito no êmbolo.0.0.104 N/m2 2. Considerando que a torneira e steja fechada. U. Londrina PR A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um re servatório instalado no último pavimento de um edifício.104 N/m2 2. e um êmbolo de peso 80 N.27. a massa específica da água e 10m/s2 a aceleração da gravidade. calcule. a tração no fio.E. A superfície livre da água no res ervatório encontra se 15 m acima do nível da torneira. a pressão que a água exerce sobre a torneira é: a) 1.5 atm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ .0.5 a tm b) 2. Sendo µ = 1000 kg/m3. cuja densidade é 1000 kg/m3.10–4 N/m2 3. fazendo deslocar 1000 cm3 de água. Posteriormente. existe ar rarefeito so b pressão de 8.0. U. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1.103 N/m2. com faces de área 400 cm2.0 atm c) 2.10–4 N/m2 28. Se o corpo permanecer em equilíbrio durante todo o experimento e a massa do fio for desprezível. o qual está sendo tracion ado por uma força de intensidade T = 100 N. o corpo é colocado dentr o de um recipiente com água. Alfenas MG Um corpo está ligado ao teto por um fio. a pressão p no ponto P: 8 a) b) c) d) e) 1.0 atm e) 3. será igual a: GABARITO a) b) c) d) e) 80 N 90 N 100 N 110 N 120 N 29.

( ) O pa afuso de A quimedes tem maio end imento quando o seu eixo de otação está alinhado ve ticalmente. conforme a figura. pa a cada volta completa.5 N/cm.5 kg/L. T ata-se de um tubo en olado. E le estudou o funcionamento de máquinas simples e foi esponsável pelo desenvolviment o de p incípios do que hoje se conhece como hid ostática. Unicap PE Um corpo de volume 2 litros e massa 1 kg fica imerso em água. a) Que fo ças at uam sob e o peixinho? (Desc eva-as ou as ep esente g aficamente. 31. ( ) Na situação indicada na figu a. saindo pela ext emidade supe io . a dife ença de altu a ente as colunas de me cú io é 40 cm. ( ) O funcionamento do pa afu so deve-se ao p incípio de A quimedes. Um de seus famosos invento s é o chamado pa afuso de A quimedes. b) Qual o impulso necessá io pa a que o peixinho adqui a essa veloci dade? Quem exe ce esse impulso? Dado: densidade da água: dágua = 1000 kg/m3. julgue os itens a segui .30. e igidamente ligado a este. UnB-DF A quimedes foi out o conhecido sábio que t abalhou no antigo Museu de Alexand ia. 32. concluímos qu e a cte elástica da mola é de 2. Desse modo. a água no inte io do pa afuso escoa á de volta pa a a fonte. em fo ma de espi al. ( ) O p incípio no qual se baseiam os f eios h id áulicos dos veículos foi estabelecido po Stevin. preso ao fundo do reservatório por uma mola. ( ) Dife entemente das bombas que se baseiam na p essão atmosfé ica. Vunesp Um peixin ho de massa 50 g está flutuando em epouso no inte io de um aquá io. Sendo a expe iência ealiz ada ao nível do ma . [ρ0 = 103 kg/m3 = 1 kg/L] Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). mantendo-se a velocidade de otação da manivela. ( ) Na posição indicada n a figu a. adqui indo uma velocidad e de 10 cm/s. em to no de um eixo. ( ) A densidade do co po é 0. após inicia -se o movimento da manivela pa a bombea água. ( ) O e mpuxo que atua no co po é de 20 N. o peixinho m ovimenta-se ho izontalmente pa a um dos lados do aquá io. a água que está nessa fonte é t anspo tada no inte io do tu bo. cujo desenho esquemático é ap esentado na figu a abaixo. 9 Com base nessas info mações. que pode se gi ado po meio de uma manivela. ( ) Em um manômet o de tubo abe t o. se o movimento fo inte ompido. e gi ando-se a e spi al de fo ma adequada. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . ( ) Se a mola está defo mada de 4 cm.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o sistema funciona como uma bo mba d’água.) Que volume de água o peixinho desloca pa a equilib a -se? Num dete minado momento. pode-se afi ma que a p essão absoluta do gás é 2 atm. o pa afuso de A quimedes é eficaz mesmo nos casos em que a distância ve tical ent e a ext emidade mais alta do tubo e o nível da água é muito g ande. como most ado na figu a. Inse indo-se o sistema em uma fonte de água. pode á se aumentada inse indo-se o pa afuso até que o nível da água cub a completamente a p imei a osca dele. a quant idade de água que é bombeada po esse mecanismo.

A esfe a fica totalmente subm e sa na água sem toca as pa edes do ecipiente (figu a 2). em atmosferas. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que.E.0 Dados: Pressão atmo sférica: 1. Medindo-se a massa do recip iente com a água e a pedra.33. experimenta um aumento de p ressão. na água. a) 8 g/cm3 c) 6 g/cm3 b) 4 g/cm3 d) 2 g/cm3 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em Kelvin? 35.0 atm = 1. U. o desnível entre as colunas de Hg é de 20 mm. no seu interior encontraram-se 1290 g. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3. A densidade da água é igual a 1. o desnível da coluna passa a ser de 5 mm. ve ifica-se que a int odução da esfe a na água p ovocou um ac éscimo de p essão ∆p no fundo do recipiente. Considere g = 10 m/s2. Calcule esse acréscimo de pressão ∆p.Hidrostática Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 105 N/m2 Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 Densidade da água : d = 1. igual a: a) 28 d) 2. ao a fundar. U. Unifor-CE Um mergulh ador que submerge até uma profundidade de 28 m. a massa total (água + recipient e) é de 1 200 g.4 c) 7.8 b) 14 e) 1.0 × 10–3m2. qual a temperatura do nitrogênio líquido. 10 GABARITO Quando a temperatura está em 35º. provoca o transbordamento de parte do líquido. Potiguar-RN Em uma experiência de Física realizada em laboratór io da UnP. enchese um recipiente com água até a borda. Na pa rte superior do tubo foi feito vácuo. Se o bul bo é mergulhado em nitrogênio líquido. UFRJ Um ecipiente cilínd ico contém água em equilíb io hid ostático (figu a 1). sabendo que a massa específica da água é 1. Int o duz-se na água uma esfe a metálica maciça de volume igual a 5.0 g/cm3 36. Nessas condições.0 g/c m3.0 × 10–5m3 suspensa po um f io ideal de volume desp ezível a um supo te exte no. Maringá-PR A figura a seguir mostra um b ulbo de vidro contendo gás He conectado a um tubo em forma de U contendo Hg. 0 × 103kg/m3 e a área da base do recipiente é igual a 2.0 . Restabelecido o equilíb io hid ostático. 34.

38.37. mantendo sua ba se semp e ho izontal. de 12 g cada. devido ao fluido. c) é maio que o peso na esfe a I. Atuam sob e a esfe a a fo ça peso. ( ) o empuxo exe cido pelo flu ido na esfe a é ρVg. o empuxo e a fo ça de at ito.7 m/s2. e conside ando-se o movimento da esfe a ao longo da distância L com velocidade constante v. ( ) a fo ça de at ito sob e a esfe a é maio que mg. UFGO Uma esfera de massa m e volume V está em movimento dentro de um tubo que contém um fluido de densidade ρ. As esfe as são mantidas nas posições indicadas po meio d e fios que estão tensionados. Com base nessas info mações. d) é maio que o peso na esfe a II. b) Qual o núme o máximo de chumbinhos que podem se colocados nesse ecipiente sem que ele afunde? Ultimamente. estão ep esentadas duas esfe as. gTe a = 10 m/s2. ( ) a va iação da ene gia potencial da esfe a é toda dissipada du ante o movimento. 39. feitas de mate iais dife entes e ime sas e m um ecipiente contendo água. Se essa expe iência fosse feita em Ma te. de mesmo aio. I e II. têm sido detectados fo tes indício s de que já houve água no estado líquido em Ma te. (Suponha que densidade e estado físico da águ a pe maneçam inalte ados. ( ) o t abalho ealizado pela fo ça peso sob e a esfe a é mgL. GABARITO a) Qual a massa desse ecipiente? Suponha que uma estudante coloque. A á e a da base desse ecipiente é 80 cm2. seus esultados muda iam? Justifique.) IMPRIMIR FÍSICA .Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . em epouso. confo me a figu a. gMa te = 3. b) é maio na esfe a de maio massa. Dados: dágua = 1000 kg/m3. Vunesp A figu a ep esenta um ecipiente cilínd ico vazio flutuando na água. 1 m3 = 1000 . UFMG Na figu a. dent o desse ecipiente. um a um. 11 Sendo a acele ação g avitacional igual a g. é co eto afi ma que o empux o: a) é igual à tensão no fio pa a as duas esfe as. ch umbinhos de pesca iguais.

também. contém dois líquidos não miscíveis em eq uilíb io hid ostático. com velo e constante. ao eti a o selo. que a altu a da coluna do líquid o (1) é de 34 cm e que a dife ença de nível ent e a supe fície liv e do líquido (2). 16. Obse ve. é necessá io conhece o diâmet o do tubo. o peso e a fo ça de at ito do casco com a água são fo ças que atuam sob e o velei o. UnB-DF/PAS Ped inho ficou imp essionado ao ve como um velei o consegue mante se equilib ado mesmo sob fo tes ventos e imagin ou que esse equilíb io pode ia se entendido do ponto de vista mecânico se fossem co nside ados as fo ças e os to ques envolvidos. ( ) Se o ponto de aplicação do empuxo coincidi com o cent o de ma sa do velei o.010 m3 de volume. ( ) O empuxo é a fo ça exe cida pela água sob e o velei o. A p essão inte na do co po se ia muito maio do que a p essão exte na (nula. usando uma oldana simples. este passa da veia pa a a se inga devido à dife ença de p essão ent e o sangue na veia e o inte io da se inga. É possível a medida ap oximada da altitude pela va iação da p essão atmosfé ica. 32.80 g/cm3. ( ) A fo ça do vento sob e as velas.0 cm. como esposta. 64. F. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . UFPE Uma caixa metálica fechada de 90. compa ando a p essão atmosfé ica com a p essão exe cida po uma coluna de me cú io. 04. pa a s e eti a sangue. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. no amo da esque da. Vá ios fab icantes. no vácuo) e “empu a ia” as moléculas pa a fo a do co po. já que ela aume nta com a altitude. pa a facilita a eti ada da tampa dos copos de equeijão e de out os p odutos. 41. no a mo da di eita. UFRJ Um tubo em U. Qual a fo ça. selado com plástico. Pa a epeti a expe iência ealizada po Evangelista To icelli. Sendo co eta a info mação de que São Joaquim se situa a uma altitude de 1353 m e que Itajaí está ao nível do ma (altitude = 1 m).12 40. podemos conclui que a p essão atmosfé ica é maio em São Joaquim. necessá ia pa a içá-la at avés da água. 4 3. Usando um canudinho.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .0 kg e 0. está ime sa no fundo de uma piscina cheia d’água. ( ) O peso e o empuxo fo mam um pa ação. Calcule a densidade do líq uido (2). po que a fo ça de at ação g a vitacional na Lua é meno . Quando se int oduz a agulha de uma se inga numa veia do b aço. Conside e a densidade do líquido (1) igual a 0. pois a p essão exe cida po uma coluna líquida depende do seu volume. pe mitimos que o a penet e no copo e a p essão atmosfé ica atue. int oduzi am um fu o no seu ce nt o. julgue os itens a segui . como indicado na figu a? a) 750 N d) 90 0 N b) 800 N e) 950 N c) 850 N 42. de dent o pa a fo a. é de 2. se ia muit o mais fácil toma um ef ige ante na Lua do que na Te a. Uma pessoa explodi ia se fosse eti ada da atmosfe a te e st e pa a o vácuo. e a supe fície de sepa ação dos líquidos. então ele tende á a vi a sob a ação de um to que p oduzido pelo vento. Isso facilita ti a a tampa po que. Dê. Este é um dos motivos pelos quais os ast onautas usam oupas especiais pa a missões fo a do ambiente p e ssu izado de suas naves. cujo módulo é igual a o peso da água deslocada. Em elação a essa situação. a soma das alte nativas co etas. 02. 08. como most a a figu a. abe to em ambos os amos.eação.

( ) co pos ime sos em gases não ficam sujeitos ao empuxo. de densidad es iguais. du ante o me gulho. Sabendo que o o ganismo humano pode se submet ido. U. c) a p essão no pont o B e maio do que no ponto C.F. de intensidade igual ao peso do volume do fluido po ele deslocado”. ( ) dois co pos.C. 47.0 atm sem se ompe . o casco se ompe á? a) 100 b) 11 0 c) 120 d) 130 e) 140 IMPRIMIR FÍSICA . po acidente. Em um dete minado instante. 45. é co eto afi ma que: a) a p essão no ponto B maio que a atmosfé ica. UFPE O casco de um subma ino su po ta uma p essão exte na de até 12. C e D são pontos das supe fícies dos líquidos. nascido em Si acusa po volta do ano 287 a. a uma p essão de 4 x 105 N/m2. Uma manguei a inte liga os dois. mais: Pa a esolve a questão. d) a p essão no ponto C e meno do que no ponto D. ficam sujeitos a empuxos de igual intensidade.) pode se assim enunciado: “Todo co po. ( ) um co po não maciço. Católica-GO O P incípio de A quimedes (filósofo g ego. flutuando em u m lago de água doce. ( ) um ba co. fica sujeito a um empuxo ve tical. levando no pulso um apa elho capaz de egist a a p essão total a que esta submetido. de chumbo. A. Pelotas-RS Um me gulha do cuidadoso me gulha. em met os. C e D a p essão e a mesma. U. o subma i no afunda no ma . Pelotas-R S A figu a abaixo ep esenta dois tubos abe tos contendo líquidos dife entes. atuante em co pos total ou pa cialmente ime sos em líquidos. ime sos em um fluido. o me gulhado pode á desc e . ( ) o empuxo d epende da densidade do líquido em que o co po é ime so. B. é u ma p essão. com uma to nei a que pe mite ent ada ou saída de a . Analisando esse p incipio. conside e os se guintes dados: • massa específica da água = 1 g/cm3 • p essão atmosfé ica = 105 N/m2 • acel da g avidade = 10 m/s2 a) 36 m b) 6 m c) 30 m d) 16 m e) 24 m 46. de baixo pa a cima. Se. sem conseqüências danosas. b) os dois líquidos têm a mesma densidade. ( Dado: a água salgada é mais densa do que a água doce).44.6 x 105 N/m2. 13 GABARITO Em elação às condições most adas na figu a. B.F. conclui-se que: ( ) o empuxo. além do ponto em que se encont a. U. e) nos pontos A.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . sof e á um empuxo meno do que se a água do lago fosse salgada. ime so em um fluido. pode flutua na água. o ap a elho está ma cado 1. a que p ofundidade.

na supe fície da água.48. Se a co da fo co tada que f ação do volume da ba a fica á subme sa? 49. A bola A pe manece em epouso no luga onde é abandonada. A bola C eto na à supe fíc ie. o em puxo sob e a bola C é maio que seu peso e sua densidade é meno que a densidade do líquido. confo me most a a figu a ao lado. exe cendo uma fo ça ve tical F equivalente a 200 N. UFMT T ês bolas de dife entes mate iais são totalmente me gulhadas no inte io d e um ecipiente que contém um líquido e em seguida são abandonadas. é co eto afi ma que: 01. cuja á ea é igual a 25 cm2. consegue equilib a o elefante sob e um pistão de 2000 cm2 de á ea. sob e o out o pistão da p ensa. UER J Um adest ado que sabe o peso de um elefante. em um tanque de água . de cima pa a baixo.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a soma das afi mativas co etas. com metade de seu comp imento subme sa. o empuxo sob e a bo la B é meno que seu peso e sua densidade é maio que a densidade do líquido. 50. UFC Uma haste cilínd ica homogênea está suspensa po uma co da. Obse vam-se as seg uintes situações: 14 I. como esposta. III. 08. em equilíb io. Utilizando uma p ensa hid áulica . II. o empuxo sob e a bola A é igual ao se u peso e sua densidade é maio que a densidade do liquido. ficando em epouso no fundo do ecipiente. que é maio que a densidade da bola C. passando a flutua . 04. Dê. A bola B afunda n o líquido. IMPRIMIR GABARITO Calcule o peso do elefante. Com elação ao empuxo e à den idade de cada bola. a densidade da bola B é maio que a densidade da bola A. 02. FÍSICA .

levando a balança ao dese quilíb io. é completamen te me gulhado na água. se ia necessá ia pa a que a balança fosse eequilib ada. se A descansass e sob e o fundo do vaso. Dê. a) 800 N d) 3200 N b) 1600 N e) 8000 N c) 200 N 15 52. uma balança encont a-se em equilíb io. de aco do com a seqüência: GABARITO • Em I. • Em III.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . PUC-PR A figu a ep esenta uma p ensa hid áulica. 16. no p ato P1. 04. pa a que o sistema esteja em equilíb io. a balança é eequilib ada com adição de uma massa de 50 g ao p ato P2. O empuxo da água sob e o co po A é igual a 150 gf . UFBA O expe imento ilust ado abaixo visa medi a intensidade do empuxo exe c ido pela água sob e um co po A.25 m2 Dete mine o módulo da fo ça F aplicada n o A. e uma massa M no p ato P2. a soma das alte nativas co etas. como esposta. IMPRIMIR FÍSICA . com um vaso contendo água. Uma out a massa de 200 g. p eso a um dinamômet o. Á ea da secção A = 1 m2 Á ea da secção B = 0. é co eto afi ma : 01. ao invés de u ma de 50 g. de fo ma a não toca o fundo do vaso. A fo ça-peso exe cida pela Te a sob e o co po A se i a tanto meno quanto maio fosse a po ção de A ime sa na água. o co po A. O dinamômet o deve esta indicando uma leitu a de 50 gf. A fo ça medida no dinamômet o se ia meno do que a fo ça medida em III. 02. de massa 200g. A fo ça medida no dinamômet o se ia nula. Nessas condições. 32. 08. caso o co p o A descansasse sob e o fundo do vaso. D. caso o co po A estivesse pa c ialmente me gulhado na água. • Em II.51.

mas depois a sua profundidade varia de acordo com o gráfico. a esfera afunda. ( ) Quanto maior for a massa da esfera. medida a pa ti de um efe encial com o igem no so lo. Submetida a um a desacele ação a. 16 04. que cai de uma altu a h. ( ) À proporção que a esfera afunda. Antes do impacto da partícula. diminuindo. 08. ( ) De acordo com o gráfico. a pressão sobre ela. UFMT Uma esf era homogênea. 2 dgh 16. é utilizada por um cientista para estudar as correntes marinhas. a pa tícula atinge a velocidade v. 2 Dê. entre 2 e 3 minutos. o cientista observa que ela inicialmente afunda. maior deve ser a influência dos efeitos perturbatórios. g 02. é p = p0 + . o aumento de pressão provoca a diminuição do volu e da esfera. a força de empuxo. a velocidade da pa tícula é igual a gh − 2(g − a )x . conseqüentemente. no tempo t. a ene gia cinética da pa tícula é igual a sua ene gia mecânica no início da queda. no fundo do recipiente. depois de pe co e a distância x no inte io do ecipiente. Ao atingi a supe fície do óleo. a pa tícula me gulha num ecipiente abe to. a esfera passa a afundar cada vez mais rápido. ( ) O movimento somente pode s er compreendido se a força resultante que atua sobre a esfera não for constante em r elação ao tempo. A pa tícula atinge a supe fície do óleo no instante t = 2h . feita com um material flexível mais denso que a água. ( ) À proporção que a esfera afunda. Ao jogar uma dessas esferas no mar . a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é d ghA . inicialmente em epo uso. Dessa forma. com á ea da base A. 54. GABARITO Em relação ao movimento da esfera. UFBA A figu a abaixo ep esenta uma pa tícula de massa m. a soma das alternativas corretas. Quando a partícula pára. é co eto afi ma : 01. Em conseqüência a esfera fica achatada. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ . Após e co e . Após pe co e a distância x. Trata se de um movimento não uniforme. como resposta. uma distância igual à metade da altu a. aumenta a pressão exercida pela própr ua do mar. cheio de óleo de densidade d. Desp ezando-se a esistência do a . e a p essão atmosfé ica é P0. num local onde o módulo do campo g avitacional é g. analise as afirmações. pois a pressão atua de cima para ba ixo.53.

Se um co po se encont a totalmente s ubme so em um líquido. se a p essão atmosfé ica va ia de 1. que se acha suspensa em um dinamômet o. 01.U. ve ifica-se que o mesmo afunda mais 2. é co eto afi ma que a massa do d isco metálico é de: a) 2. A fo ça que um fluido exe ce sob e as pa edes de um ecipiente é semp e pe pendicula a elas. ( ) Num líquido em equilíbrio hidrostáti o. ( ) A prensa hid ráulica. assinale o que fo co eto. sua dens idade elativa é meno que l. ( ) A pressão hidrostática no fundo de um tanque que contém um líquido de densidade ρ independe do valo de ρ. A p essão exte na exe cida sob e um líquido é t ansmitida integ almente a todo o seu volume. o freio hidráulico e a direção hidráulica são exemplos de aplicação do Princípio d medes.55.33 b) 2. a in tensidade do empuxo é menor que a intensidade do peso do objeto.0 g b) 5. da densidade do líquido. pe manecendo na ve tical e em equilíb io.UFPR Com base nas propriedades dos líquidos. a de três pernas exercerá menor pressão sobre o solo.0 g/cm3 a massa específica da água.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .E. todos os seus pontos estão sob igual pressão. a leitu a do dinamômet o sof e um dec éscimo de 30%. Quando um objeto flutua na água.33 e) 5. a soma das alte nativas co etas.UFPR Considerando os conceitos de pressão e empuxo. 3 ( ) Qua ndo um objeto se encontra em repouso no fundo de um reservatório contendo água. o empuxo sobre ele é nulo.0 cm2. 02.33 c) 3. 58.33 d) 4. é me gulhada intei amente na água. uma com três pernas e outra com quatro. ent e o ut as g andezas.0 cm.PUC-RS Cada uma das bases de um cil ind o que flutua ve ticalmente e em equilíb io na água tem 10. Sendo de 1. o nível da água da piscina subirá. ) a) 1. o seu empuxo independe da p ofundidade.UFRS Quando uma ped a de 200 g. ( ) O volume de um corpo maciço de forma irregular pode ser determinado mergulhando o completamente num recipiente cheio de água e medindo se o volume de água extravasado. e cada perna com a mesma secção reta.33 59. ( ) Dadas duas ba nquetas de mesma massa. 1 ( ) Se um objeto flutua na água com do seu volume submerso. a p essão em todos os p ontos da água va ia á da mesma quantidade. ap oximadamente. 56. 57.5 x 103 Pa. ( ) A pres são em um ponto no fundo de um tanque que contém água em equilíbrio depende da altura da coluna de água situada acima desse ponto. 04. com a face supe io fo a da água. em g/cm3? (Conside e a massa específica da água igual a 1 g/cm3. é correto afirmar. ( ) Numa piscina cheia de água. ( ) Se uma pessoa que está fora de uma piscina entrar num barco q ue nela flutua. Qual é. Dê. Colocando um pe queno disco metálico na face supe io do cilind o.0 g c) 10 g d) 20 g e) 30 g 17 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . então sua densidade 3 1 é igual a da densidade da água. é correto afirmar: ( ) Se um corpo parcialmente submerso num fluido está em equilíbrio hidrostático. Ponta G ossa-PR Sob e a física dos fluidos. a massa específica da ped a. 16. como esposta. A p essão no inte io de um líquido depende. 08.

inicia lmente em movimento acele ado. abandona-se uma esfe a m etálica no topo de um tubo de vid o cheio de água. d) As densidades da água e da bolinha aumenta ão. e na ext emidade di eita esta suspenso um cubo maio . conf o me a quantidade de água que a mazena em seu inte io . pode-se conclui que. d) Admitindo água do ma nas câma as de flutuação. UFRS Uma balança de b aços iguais encont a-se no inte io de uma campânula de vid o. na ve tical. o empuxo so b e ele tem o mesmo módulo do peso do subma ino. que afundou no ma de Ba ents com toda a t ipulação. e) Expulsando a água do ma de den t o das câma as de flutuação. c) Estando as câma as de flutuação cheias de água. b) A bolinha fica á. o empuxo sob e o subma ino to na-se meno em módulo que se u peso. da hid ostática. A flutuação d e um subma ino é egida. e a fo ça de at ito viscoso A (também chamada fo ça de a asto). e e xpulsando água das mesmas.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . a balança esta em equilíb io na posição ho izontal. b) Ela oscila ia algumas vezes e volta ia à posição ho izontal. atinge velocidade const ante. Cefet-PR Conside e um ecipiente com água colocado dent o de um elevado em e pouso. Nesse ecipiente existe uma bolinha flutuando com metade de seu volume su bme so. b) O empuxo sob e o subma ino é igu al ao peso da água que ele desloca. quando atingida a velocid ade limite: a) P = E b) E = 2A c) A = 2E d) P = 2A e) P = A 18 GABARITO IMPRIMIR 63. c) O peso da bolinha diminui mas a sua massa não. U m subma ino pode navega numa p ofundidade constante. Na ext emidade esque da está suspenso um pequeno cub o de metal. Assinale a alte nativa inc o eta: a) Quando o subma ino mantém-se pa ado à p ofundidade constante. o empuxo E. e) Ela acaba ia inclinada pa a a esque da. mais subme s a que antes. mas. 62. c) Ela oscila ia indefinidamente em to no da posição ho iz ontal. basicamente. pa cialmente. O que acontece ia com a balança se o a eto nasse pa a o inte io da campânula? a) Ela pe manece ia na posição ho izontal. PUC-PR Recentemente. A esfe a cai. eme gi ou subme gi . a t agédia oco ida com o subma ino nuclea usso Ku sk. de onde foi eti ado o a . No vácuo.60. após alguns centímet os. 61. comoveu o mundo. e) A bolinha continua á flutuando da mesma fo ma que an tes. pelo p incípio de A quimedes. de madei a bem leve. e sabendo que os módulos das única s fo ças que agem sob e ela são o seu peso P. confo me ep esentado na figu a. o subma ino tende a subme gi . FÍSICA . PUC-RS Numa expe iência de labo ató io de Física. po isso chamada velocidade te minal. Conside ando-s e a esfe a com massa específica duas vezes a da água. ou velocidade limite. d) Ela acaba ia inclinada pa a a di eita. Quando o elevado estive subindo com velocidade constante: a) O empuxo sob e ela fica á maio que seu peso. o subma ino tende a eme gi .

a soma das espostas co etivas.UFSC Leia com atenção o texto abaixo. A fo ça ascensional do di igível dependia única e exclusivamente dos seus moto es. Chamados popula mente de “zeppelins” em homenagem ao famoso invento e ae onauta ale mão Conde Fe dinand von Zeppelin. E a g aças à g ande potência dos seus moto es que o di igível “Hindenbu g” mantinha-se no a . Deixando escapa pa te do gás contido nos ba lões. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .30 kg/m3). IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . O empuxo que qualque co po ecebe do a é causado pela va iação da p essão atmosfé ica com a altitude.19 Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01.000 m3 de gás Hid ogên io e deslocavam igual volume de a ( Hid ogênio = 0. T anspo tava 45 t ipulantes e 50 passagei os . 64. 16. 02. O “Hindenbu g” ascendia e mantinha-se no a g aças aos 17 balões meno es instalados no seu bojo. Se conside a mos a massa específica do a igual a 1. os di igíveis de est utu a ígida constituí am-se no p incipal meio de t anspo te aé eo das p imei as décadas do século XX. O maio e mais f amoso deles foi o “Hindenbu g LZ 129” di igível cuja est utu a tinha 245 met os de com p imento e 41. assim.100 HP de p otência cada um – e a de 214 toneladas. O P incípio de A quimedes somente é vál do pa a co pos me gulhados em líquidos e não se ve pa a explica po que um balão sobe .2 met os de diâmet o na pa te mais la ga. É possível calcula o empuxo que o di igível ecebia do a . 08. po is é igual ao peso do volume de gás Hid ogênio contido no seu inte io . como espo sta. Alcançava a velocidade de 13 5 km/h e sua massa total – incluindo o combustível e quat o moto es de 1. o di igível pode ia desce . Dê.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ 64. 04.30 kg/m3.60 x 105 N.09 kg/m3 e a = 1. o empuxo que o di igível ecebia do a e a igual a 2. que continham um volume total de 20. i sto é. dent o da est utu a. estes últimos alojados em cama otes com água co ente e ene gia elét ica. 32. e a possível eduzi o empuxo e.

84 33. 27. F – F – V – F – V – F e 46. 21. 19. 1 IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . 30. b 42. 25. 36. 08 + 16 = 24 53. F – V – V – F – F – V 57. 13. 26. 35. 54 41. 22. 15. 02 + 04 + 08 50. 37. 31. V – V – V – F – F 56.6 x 104N 51. 32. 08 + 16 = 24 54. a 47. 2. d 63. 14. 18. V – F – V – F – F 55. V – V – F – V 43. 8.40 Kg b) n = 20 chumbinhos 40. 9. 24. 1.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta . 12. 29. e 64. 7. e 62.6g/cm3 44. 38. d 52. 11. 16.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. 4. 5. 34. 13. 3. 17. 28. 6. 10. V–F–F–F–F F–F–V–V c 36 a 04 F–V–F–V a 29 c d 04 + 08 V–F–V–V–V d b 02 d 01 + 04 + 08 b a d d b b c V–V–V–F–F F–F–V–V–V a) V = 5 • 1-–5 m3 b) I ntal e mesmo sentido do movimento do peixinho 250N/m2 77 d b V–F–V–V d a) M = 0. 3/4 49. 31 e 61. 39. 2 3. 20. b 48.

( ) Os ventos facilitam a evapo ação da água. e out o. a neve e o g anizo são p ocessos que fazem pa te do cic lo da água. ou seja. impedindo o ponto de o valho no solo. o vapo d’água contido no a ent a em con tato com supe fícies que estejam a tempe atu a mais baixa – abaixo do ponto de o val ho – e se condensa. em g a nde pa te. cuja esca la batizei de “B asil” (B). ( ) As folhas. da mesma fo ma. ( ) O p ocesso de va po ização da água.0 d) 11.4 c) 6. na escala Celsius. oco e. U. Se. de mate iais dife entes e massas iguais. a geada.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . Unifo -CE Mediu-se a tempe atu a de um co po com dois te mômet os: um. Um possível valo pa a a tempe atu a do co po. citadas no texto. Isso possibilita ao solo e às folhas aquece em-se mais que o a du ante o dia e. Com ba se nesses fenômenos. Alfen as-MG Pa a comemo a os 500 anos do B asil. ( ) A p esença de g avidade na Te a é essencial pa a que oco a o ciclo da água. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S à O D E C A L O R 1. esses mate iais se aquecem ou se esf iam dife entemente. Ve ificou-se que as indicações na s duas escalas e am iguais em valo absoluto. e são esf iados du ante a noi te. e ) ambos possuem a mesma quantidade de calo . Po possuí em constituição dive sa. estão em equilíb io té mico podemos afi ma que: 1 a) ambos possuem a mesma capacidade té mica. essa dife ença egist ada no meu te mômet o se á de: a) 1625 B b) 1525 B c) 75 B d) 15 B e) 3 B IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . o solo e a s folhas são aquecidos du ante o dia pela adiação sola . 4. 3. aumentand a p essão de vapo sob e o líquido. na escala Fah enheit. Cefet-PR Qu ando dois co pos. a dife ença ent e a maio e a men tempe atu a egist ada no B asil fo de 15 g aus Celsius. há fluxo de calo pa a cima. Esses fat o es p opiciam a fo mação do o valho. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . I. no dia 22 de ab il de 2000. que dispe sa a fumaça indust ial e u bana. Na escala B. O a . devido à adiação sola . e o ponto de e bulição da água é 2000 B. ( ) À m edida que se sobe na atmosfe a. O texto acima cita alguns p ocessos té mico que oco em com a água na natu eza. têm meno calo espe cífico que o a atmosfé ico po isso se aquece e se esf iam mais apidamente. mas que só oco em sob dete minadas condições na atmosfe a.Te mologia. esolvi c ia um te mômet o.4 e) 40 2. pe mitindo o acúmulo da poluição continuamente p oduzida. A inve são té mica impe de essa dispe são. g aduado na escala Celsius. nas noites de vento não há fo mação de o valho. Esse p ocesso é análogo à condensação do vapo d’água em to no de copos a afas gelados. Ge almente.E. pois o vent o favo ece a t oca de calo com o meio. o nevoei o. julgue a ve acidade das afi mações a segui . c) ambos possuem a mesma tempe atu a. a tempe atu a diminui e a p essão aumenta. Supe io de B asília-DF O o v alho. o ponto de fusão do gelo é 1500 B. esf ia em-se mais que o a du ante a noite. é: a) – 25 b) – 11. que é a sua passagem da fase líquida pa a a fase gasosa. b) ambos possuem a mesmo calo específi co. d) ambos possuem a mesma va iação té mica.

dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . os possíveis valo es enc ados pelo cientista fo am: a) 32°F e –250°C d) –100 K e –250°C b) 32°F e –290°C e) –290°C F e 32°F 10. valem. 32 °F. co espondendo a 0°. a soma das alte nativas co etas. A tempe atu a mede a quantidade de calo que um co po ecebe ou doa. Tempe atu a absoluta é qualque escala associada ao ponto t íplice da água. Vunesp Pa a c ia a sua escala te momét ica. Ponta G ossa-PR Com elação ao modelo cinético. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . a) – 40 e 60 b) – 40 e 100 c) 0 e 120 d) 0 e 80 e) 0 e 100 8. a: a) – 17. e o p imei o ponto co esponde ia. 16. 16.E. –290°C. água e sal-amoníaco. o segundo. inicialmente. GABARITO 9.0 kg. 08. 04.0 kg e MB = 2. –250°C. 08. a ene g ia em fo ma de calo flui á do co po B pa a o co po A. Fatec-SP Em um labo ató io um cientista dete minou a tempe atu a de uma substânci a. pa a o equilíb io té mico s e alcançado o co po B cede á ene gia em fo ma de calo pa a o co po A. e o te ce i o ponto. Se estes pontos fossem utilizados pa a calib a um te mômet o na escal a Celsius. U. co espondente a 96°. As massas dos co pos são: MA = 1. Dê. obtido c om uma mistu a de gelo. Dê. em X. os dois últimos pontos co esponde iam a 0°C e 35.4°C. Na escala X as tempe atu as de fusão do gelo e e bulição da água. A tempe atu a em que a ene gia cinética méd ia das moléculas é nula é o ze o absoluto. A tempe atu a não diminui indefinidamente. ap oximadamente. b) – 32°C. 04. obtido mi stu ando água e gelo. 02 . sem o sal. 02. c) – 57. como esposta. Gab iel Daniel Fa h enheit (1686-1736) te ia se utilizado de t ês pontos fixos: o p imei o.8°C. Quando colocados em contato té mico. ao qual estabeleceu a tempe atu a de 32°. e) – 273°C.5. Unifo -CE Uma escala de tempe atu a a bit á ia X se elaciona com a escala Cels ius de aco do com o g áfico abaixo. com as tempe atu a s TA = 120 C e TB = 80 C. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po A pa a o co po B. dent o de um ecipiente isolado te micamente: 01. como espo sta. a soma das afi mativas co etas. d) 0. Conside ando-se as tempe atu as: –100 K. 01. a tempe atu a d os dois co pos tende á a se iguala . 2 7. UFMT Dois co pos de fe o A e B estão. espectivamente. assinale o que fo co e to. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po B pa a o co po A. como a massa de B é o dob o da massa do co po A. Esses dados nos pe mi tem conclui que a tempe atu a da água em ebulição ao nível do ma .6°C.6°C. UFSE Compa ando-se um te mômet o g aduado em uma escala X com out o g aduado na escala Celsius. é: a) 50 b) 60 c 70 d) 80 e) 110 6.Te mologia. A tempe atu a de qualque escala te momét ica é associada ao ponto de fusão da água. sob p essão no mal. espectivamente. segundo o qual a tempe atu a d e um co po é p opo cional à ene gia cinética de suas moléculas. colocando o te mômet o na boca ou axilas de uma pes soa saudável. obteve-se: t1 = 20 X ou 10 C e t2 = 40 X ou 70 C.

pois. c) 74. A tempe atu a de mesmo valo numé ico em ambas escalas é ap oximadamente a) 52. 03) o mesmo calo especifico. Nessa nova escala.5°C. no intuito de esf ia a cozinha. Lond ina-PR Quando Fah enheit definiu a escala te momét ica que hoje leva o seu nome. não podendo se a mazenado em co po algum. o auto das f ases está e ado ao afi ma que os co pos possuem cal o . U. e isso não constitui um p ocesso de ef ige ação. UESC-BA Dois ou mais co pos. atingido o equilíb io té mico. o p imei o ponto fixo definido po ele.11. e) –28. 02) a mesma quantidade de calo . 04) a mesma capacidade té mica. ao ecebe em calo de Seu Onó io. d) –8. ele esquenta e dilata. o s valo es de 0 (ze o) e 10 (dez) co espondem espectivamente a 37°C e 40°C. 16. O calo cont ibui pa a a va iação de tempe atu a dos co pos. Qual é esta tempe atu a na escala Celsius? a) 32 C b) –273 C c) 37. A tempe atu a no inte io da geladei a é de ap oximadamente 0 C.E. tanto a cozinha como o seu p óp io ef ige ado te ão suas tempe atu as elevadas. UFRN Num dia quente de ve ão. um estudante de medicina c iou sua p óp ia escala linea de tempe atu as. esolveu deixa a po ta do ef ige ado abe ta. c) se á alcançado. 05) a mesma tempe atu a. 17. o 0 F. UFR-RJ Uma escala a bit á ia adota os valo es –10 X e 190 X pa a os pontos de fusão do gelo e ebulição da água. UFR-RJ Um co po de massa m tem tempe atu a t0. Este co po é aquecido até atingi uma tempe atu a t.3°C. Seu Onó io te ia de pe manece bastante tempo na cozinha de sua casa.9°C. Pa a não senti tanto calo . isto é. Dê. o auto das f ases está e ado ao afi ma que o co po se dilata quando abso ve calo . o conceito de tempe atu a está e ado.7 C 212 C e) –17. a soma das afi m ativas co etas. pois o ef ige ado vai t ansfe i calo da cozinha pa a a p óp ia cozinha. A espeito dessa s f ases. 3 13. UFMT Conside e as seguinte afi mativas: a) Tempe atu a é a quantidade de calo existente em um co po.7 C ¨ Avança ¨ FÍSICA .Te mologia. o auto das f ases confunde calo com o conceito de ene gia cinética média das molécula s. pois calo e tempe atu a são entidades completamente dife entes e não elacionadas de fo ma alguma. pois há casos em que isso não acontece. se eleva.5°C.5°C. b) não se á atingido. ap esentam: 01) a mesma ene gia té mica. como esposta. A análise dessa situação pe mite dize que o objetivo de Seu Onó io: a) se á alcançad pois o ef ige ado vai faze o mesmo papel de um condicionado de a diminuindo a tempe atu a da cozinha. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta   ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 04. 12. 15. é co eto afi ma que: 01. IMPRIMIR d) não se á atingido. sem vento. então. ITA-SP Pa a medi a feb e de pacientes. 02. dete mine quanto co esponde esta va iação de tempe atu a. co espondia à tempe atu a obtida ao se mistu a uma po ção de clo eto de amônia com t ês po ções de ne à p essão de 1 atm. Dete mine a tempe atu a qu e nesta escala co esponde a 313 K. b) 28. com a po ta do ef ige ado abe ta. GABARITO 16. pois. a cozinha te á sua tempe atu eduzida pa a 19 C. que a va iação de tempe atu a Dt = t – t0 = 15 C. o auto das f ases utiliza o conceito de caló i co pa a defini o que seja calo . 08. suas pa tículas se movem apidamente e sua tempe atu a fica maio . Ve ifica-se. com a tempe atu a ambiente na ma ca d os 38 C. nas escalas: a) Kelvin b) Fa enheit 14. b) Quando o calo de um co po aumenta. pois calo é ene gia em t ânsito. espectivamente. ao atingi em o equilíb i té mico ent e si. Neste caso.

18. 4 b) é absu da. a caixa d’água de sua casa. po que existe uma dife ença de te mpe atu a ent e eles. ele conseguiu o sup imento de água aquecida de que necessitava. Com uma das pontas da manguei a me gulhada em um lago p óx imo à esidência e a out a ext emidade atingindo. c) é inócua.240 cm c) 100. julgue os seguintes itens. Um fu o feito na base das g a afas pe mitiu-lhe at avessá-las com a manguei a. eta dando o seu de etimento.4. não alte ando a apidez com que o gelo de ete. UnB-DF O ag iculto Luno Russo. fazendo com que ele de eta ainda mais dep essa.168 cm b) 100. ( ) As ga afas plásticas no dispositivo do S . d) a t ansfe ência de tempe atu a de um co po pa a out o .200 cm 20. Pa a seu o gulho e aleg ia.F. pois o cobe to não f o nece nem abso ve calo ao gelo. b) o p ocesso d e t ansfe ência de ene gia de um co po pa a out o. p eocupado com a necessidade de abastece sua esidência com água aquecida pa a se usada na pia da cozinha e pa a o banho das pess oas de sua família.Te mologia. em um dia sem nuvens. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gel o. ( ) Pa a pode eleva a água de sde o nível do lago até a ent ada da caixa d’água. U. e) faz sentido. como most a a figu a abaixo. Dado o coeficiente de dilatação linea do alumínio 2. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . GABARITO Com elação à situação ap esentada. eta dando o seu de etimento. é necessá io o uso de um sistema de bomb amento. e) o p ocesso espontâneo de t ansfe ência de ene gia do co po de meno tempe atu a pa a o de maio tempe atu a. 19. d) faz sentido. a 7 m de altu a. fo mando um longo cola .680 cm e) 100. U. ( ) A tempe atu a da água na saída das to nei as pode ia se maio que 45 C se a caixa d’água fosse evestida exte na mente com uma camada g ossa de isopo . ( ) Em um dia nublado.10–5 C–1. c) um fluido invisível e sem peso. UEMS O comp imento de uma ba a de alumínio é 100 cm a 0 C. 21. po que o cobe to vai aquece o ge lo. Essa sugestão a) é absu da. o mesmo esultado se ia esp e ado caso fosse usada uma manguei a de co cla a.060 cm d) 10 0.F. ele pôde ve ifica que a tempe atu a da água ao sai pelas to nei as atingia 45 C. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. suposto constan o comp imento da ba a a 70 C se á: a) 100. const uiu um dispositivo valendo-se de uma manguei a longa de co p eta e ga afas plásticas vazias de ef ige ante. Como as ba as chegam com algumas ho as de antecedência. Luno funcionam como uma supe fície efleto a pa a as adiações inf a-ve melhas o iundas da manguei a aquecida. alguém suge e que sejam envolvidas num g osso cobe to pa a evita que de etam demais. que e t ansmitido po con dução de um co po pa a out o. de etendo-o ainda mais dep essa. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . Santa Ma ia-RS Calo é: a) a ene gia contida em um co po. num dia de calo .São Ca los-SP Um g upo de amigos comp a ba as de g elo pa a um chu asco. po que o cobe to dificult a a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo.

ap esenta uma dilatação de 10.10–6 IMPRIMIR Um fio de 5 m de comp imento. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .Te mologia. sob p essão no mal. UESC-BA Substância Cob e Alumínio Inva Zinco Chumbo Coefici ente de dilatação linea ∝ ( C–1) 17.10–6 29. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. enquanto o b anco é uma “co f i a”.M. O p ocedimento dos povos do dese to pode. e o b anco abso ve bem a luz em todas a s co es.22. quando submetido a uma va iação de tempe atu a igual a 120 C. a função de correção do valor lido é: 50 0 (θE – 2) d) θC = (θE – 2) a) θC = 51 21 20 21 b) θC = (2θE – 1) e) θC = (θE – 4) 22 20 30 5 23.10–6 25. ajudando a efleti o cal o que vem de fo a.43 e 63. Sendo θE o valor lido no termôm mal graduado e θC o valor correto da temperatura. À p essão no mal quais são. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15. pois. pa a se p otege em do intenso ca lo da atmosfe a. con tudo.2 mm. no dese to. ajudando a esf iá-los ainda mais. assinala 2°C pa a a f usão da água e 107°C pa a sua ebulição. F. e o b anco também é uma “co quente”. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. usam oupas de lã b anca. A pa ti dessas info mações e da tabela acima. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. d) a lã é natu almente quente (embo a esteja abaixo de 50 C) e. 67 e 70.10–6 0.57 e) –20 e 100 5 GABARITO 24. no dese to. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais.7. b) a lã é bom isolante té mico.10–6 23. os valo es da t empe atu a de fusão do gelo e ebulição da água na escala T. e o b anco eflete bem a luz em todas as co es. 25. Mackenzie-SP Um te mômet o mal g aduado na escala Celsius. no B asil. Essa atitude pode pa ece -nos est anha. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. UFRN Ce tos povos nômades que vivem no dese to. se explicado pelo fato de que: a) a lã é natu almente quente (acima de 50 C) e.51 d) 11. c) a lã é bom isolante té mico. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. Itajubá-MG Uma escala termométrica “T” elaciona-se com a escala Celsius (C) confo me o g áfico ao lado. onde as tempe atu as du ante o dia podem chega a 50 C. usamo s a lã pa a nos p otege mos do f io. espectivamente. constata-se que o fio é de: 01) cob e 04) zinco 02) alumínio 05) chumbo 03) inva ¨ Avança ¨ FÍSICA .

Unioeste -PR Uma amost a de gelo.3 g c) 47. a) 22. são colocados 2 cubos de gelo a 0°C.0 cal/g C.26. do gelo que pe manece á neste estado.8 g d) 72. 30. fossem colocados 4 cubos de ge lo iguais aos ante io es. Fuv est-SP Em um copo g ande. b) cada passo co esponde a 1 m e a elevação do co po a 1 0 cm. não oco eu ab so ção de calo . contendo água à tempe atu a ambiente (25°C). A pa ti desta quantida de de calo . a mistu a acha-se completamente t ansfo mada em água líquida a 20 C. C). ( ) a tempe atu a da ág a pa a t = 2 min é 80 C. ao se atingido o equilíb io. está i nicialmente à tempe atu a de -10°C e ecebe 2997 J de calo . em g amas. 28. Conside a que o calo específico do gelo tem o valo constante de cgelo = 2220 J/ (kgK). Dado: c = 1. UFMT Calcule o núme o mínimo necessá io de ba as de chocolate pa a p ove o co po de uma pessoa de 70 kg de ene gia suficiente pa a anda 10 km. e que toda essa ene gia foi utilizada pa a aquece a água. 2) Conside e que 1 cal eqüivale a 4 J. Um ce to tempo após ecebe 16. Qual e a. oco e am t ês t ansições de fase. a massa de gelo contida na mistu a inicial? Dados: • calo de fusão do gelo = 334.18 J/(g. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . que o calo de t ansfo mação tem o valo de Lf = 333 x 103 J/kg e que o siste ma está pe feitamente isolado.8 g e) 77.. de massa m igual a 30 g. A tempe atu a da água passa a se . te micamente isolado. c) gelo a 0°C e água acima de 0°C. ( ) a potência da fonte té mica é de 16 kcal/min. de 1°C. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . pode-se afi ma que: ( ) no p imei o minuto. UFRS Uma mistu a de gelo e água em estado líquido. b) apenas água a 0°C. ap oxim adamente.2 g 27. UFGO No g áfico. em vez de 2.Te mologia. com massa total de 100 g. 4 J/g. Suponha ue a fonte fo neceu ene gia té mica a uma potência constante desde o instante t = 0. enc ont a-se à tempe atu a de 0 C. ap oximadamente . have ia no copo: a) apenas água acima de 0°C. • calo específico da água = 4. ( ) de 0 a 9 minutos. conside ando-se que: a) a pessoa gasta ene gia exclusivamente pa a vence a fo ça da g avidade. GABARITO Analisando-se o g áfico. Nas mesmas condições se. está ep e sentada a va iação da tempe atu a em função do tempo de uma massa de 200 g d’água. dete mina a massa.000 J de calo . 6 Dados: 1) Conside e que cada ba a de chocolate p opo ciona um sup imento ene géti co de 500 kcal.8 g b) 38. 29. d) gelo e água e) apenas gelo a 0°C.

mas o anel. nessa situação. pois ambos diminuí am de tamanho. mas o segundo tem seu bul bo (onde fica a mazenado o me cú io) envolvido em algodão umedecido em água (veja a fi gu a). fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate ial da placa. e) Nem o disco ne m o anel se encaixam mais no o ifício. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma geladei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. Juiz de Fo a-MG A umidade elativa do a pode se avaliada at avés de med idas simultâneas da tempe atu a ambiente. Em seguida. 373 K. O p imei o te mômet o é exposto di etamente ao ambiente. não. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel co ntinuam encaixando-se no o ifício na placa. ( ) Como o coeficiente de dilatação do alumínio é maio do que o do fe o. c) O disco passa pelo o ifício. obtidas usando dois te mômet os dife entes . IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . Em seguida. quando ambos são sujeitos à mesma va iação de tempe atu a. mas o disco. a placa. 32. c) O te mômet o de bulbo úmido indica á uma tempe atu a mais alta que o de bu lbo seco quando a umidade elativa do a fo alta. U. Depois de eti a o mat e ial da geladei a. pa a uma va iação de tempe atu a. a dilatação sof ida po uma ba a de a lumínio é semp e maio do que a va iação sof ida po uma ba a de fe o. é de.Te mologia. sob p essão no mal.F. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . concluímos que os co pos B e C possuem a mesma tempe atu a. sob p essão no mal. ( ) Se um co po A encont a-se em equilíb i o té mico com os co pos B e C. ( ) Ao passa d e 1 C pa a 4 C. d) Nem o disco nem o anel se encaixam mais no o ifício. ap oximadamente. pois ambos aumenta am de tamanho. UnicapPE Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). ( ) Os ecipientes de v id o fechados com tampas metálicas são mais facilmente destampados. a densidade da água aumenta. podemos afi ma que: a) Os dois te mômet os indica ão semp e a mesma tem pe atu a. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitament e no o ifício da placa. Inicialmente.31. Isso se deve ao fato de o vid o dilata -se mais que o m etal. Nesse caso. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou u m disco de aio . podemo s conclui que. b) O anel encaixa-se no o ifício. 7 b) O te mômet o de bulbo seco indica á semp e uma tempe atu a mais baixa que o de bu lbo úmido. não. ( ) A tempe atu a de ebulição da água. quando o conjunt o é subme so em água quente. todos os co pos encont avam-se à mesma t empe atu a e. 33. d) O te mômet o de bulbo úmido in dica á uma tempe atu a mais baixa que o de bulbo seco quando a umidade elativa do a fo baixa.

a) Qual a quantidade de calo que um f agmento de gálio de massa 25 g. Pelotas-PR Num dia muito quente. b) 1180 g de água e 20 g de gelo. enquanto o fu o diminui. 36. b) tanto a chapa como o fu o tendem a diminui . U. ambos a 0 C. como indica o g áfico. é int oduzida num fo no. supondo que ele comece a 10°C e te mine quando o f agmento de gálio se funde integ almente. Pa a isso. 1000 g de água a 15 C e 200 g de gelo a -6 C. e) 1200 g de água a 1 C. 8 GABARITO 38. cujo calo latente de fusão é 3. 35. com velocidade const ante. espectivamente. abso ve pa a fundi -se integ almente quando colocado na mão de uma pessoa? b) Const ua o g áfico t (°C) x Q (J) que ep esenta esse p ocesso. devido unicamen te à ingestão de água.34. enquanto o fu o diminui. ini cialmente a 10°C. Conside ando que um lit o de água eqüivale a 1000 g amas e que seu calo específico é 1.°C) e 8000 0 J/kg. c) a chapa tende a aumenta . uma encosta com inclinação de 30 em elação à ho izontal. Espe ando pelo equilíb io té mico. em quilocalo ias. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ . c) 1100 g de águ a e 100 g de gelo. é co eto afi ma que. Sabese que o calo específico e o calo latente de fusão do gálio são. dete mine a qua ntidade de calo pe dido pela pessoa. Vunesp O gálio é um metal cujo ponto de fusão é 30°C. coloca. ele pode liquefa -se intei amente quando colocado na palma da mão de uma pessoa.6 x 105 J/kg. toda a água te á se esgotado? T (°C) (Conside e que o calo de vapo ização da água é a de 540 cal/g) 60 a) 18 minutos b) 27 minutos c) 36 minutos d) 45 minutos e) 54 minutos 1 2 3 4 5 t(min) 50 40 30 IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . po isso. a pa ti do começo da ebul ição. o bse vando-se uma va iação da tempe atu a da água com o tempo. (Tempe atu a do co po humano: 37 C) a) 54000 kcal b) 5400 cal c) 74 kcal d) 5 kcal e) 54 kcal 39. Robe to obte á: São dados: • calo específico da água = 1 cal/g C • calo espec o gelo = 0. ambos a 0 C. e nquanto o fu o se mantém. e suponha a acele ação da g avidade igual a 10 m/s2.0 cal/g C. num ecipiente te micamente isolado e de capacidad e té mica desp ezível. Des p ezando-se a evapo ação antes da fe vu a. quanto à á ea: a) tanto a chapa com o o fu o tendem a aumenta . à p essão no mal. Exp esse o esultado em g amas. Conside e que todo o calo ge ado pelo at ito no movimento seja gasto na fusão da neve. 410 J/(kg. Dete mine a massa de neve fundida após o es quiado desce 90 m na encosta. Robe to p etende toma um copo de água b em gelada.5 cal/g C • calo latente de fusão do gelo = 80 cal/g a) 1020 g de água e 180 g de gelo. UFPR Um esquiado desce. d) a chapa tende a aumenta .F. em quanto tempo. Fuvest-SP Em uma panela abe ta. Unifo -CE Uma chapa de fe o. ambos a -1 C. e) a chapa se mantém. 37. d) 1200 g de água a 0 C. po dia. UEMS Um estudante bebe 2 lit os de água a 10 C po dia. aquece-se água. A massa do esquiado e de eu equipamento é 72 kg. Co m o aumento da tempe atu a. com um fu o cent al.Te mologia.

43. d) Nem o disco nem o anel se encaixam ma is no o ifício. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate i al da placa. mas o anel.5 4 lit os. Sabendo que o coeficiente de dilatação volumét ica da gasolina é igual a 0. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitamente no o ifício da placa. com capacidade pa a 60 lit os de gasolina. A va iação no volume de gasolina foi de 0. supondo que a tempe atu a caia pa a 20 C. c) O disco passa pelo o ifício.40. apenas. pois ambos aumenta am de tamanho. Pode-se afi ma : a) Apenas I e II são ve dadei as. apenas. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma gelad ei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. men o é a capacidade do co po abso ve calo . III. Em seguida.5 c) 2. b) O anel encaixa-se no o ifício. Ube aba-MG/Pias Tendo enchido complet amente o tanque de seu ca o. a placa.0 b) 1. mas o disco. A e B podem te calo es específicos dife entes e a mesma capacidade té mica. UFMA A va iação de tempe atu a de um co po (sólido. ve ificou que . A dilatação eal da gasoli na foi meno que a dilatação do tanque. a va iação de mp imento da to e. II.5 42. Como a aio ia das substâncias líquidas. A quantidade de combustível que ext avasou do tanque ep esenta a dilatação eal que a gasolina sof eu. se á de: a) 1. tem altu a de 50 m quando a tempe atu a ambiente é de 40 C. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel continuam encaixa ndo-se no o ifício na placa. II. d) I. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . em centímet os. PUC-PR Conside e as afi mações abaixo sob e dois co pos A e B de massas dife entes: I. UERJ Uma to e de aço. III. analise as afi mativas a segui : I. À noite. II. se elevou de 10 C e uma quantidade de gasolina havia ento nado. a água diminui sua densidade quando aquecida de ze o a 100 C. todos os co pos encont avam-se à mesma tempe atu a e.Te mologia. Em seguida. pa a cada va iação de 1 C. U. não. b) Apenas I e III são ve dadei as. tempe atu a ambiente. u sada pa a t ansmissão de televisão. linea mente. pois ambos diminuí am de tamanho. III. Inicialmente. Depois de um ce to tempo. O efeito de dilatação nos sólidos é um esultado do aumento da distância ent e os átomos que os constituem. b) II e III. não. uma pes soa deixou o automóvel estacionado ao sol. Ma que a alte nativa co eta: a) Soment e I é ve dadei a. 44. Estão co etas: a) I e II. líquido ou gasoso) p oduz vá ios efeitos impo tantes que inte fe em em nossa vida diá ia.0 d) 2. b) Somente II é ve dadei a. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou um disco de aio . Depois de eti a o mate ial da gelade i a. II e III são ve dadei as. d) Todas são ve dadei as. A e B podem te o mesmo calo específico e a mesma capacidade té mica. e) Todas são fal sas. c) III. n essa situação. c) Apenas II e III são ve dadei as. e) Apenas I é ve dadei a . em média. apenas. na p opo ção de 1/100000. 41. Em elação às seguintes afi mações: I.0009 C –1. d) I. e) Nem o disco nem o anel se enc aixam mais no o ifício. Conside e que o aço dilata-se. Quanto maio a capacidade té mica de um co po. A e B podem te o mesmo calo específ ico e dife entes capacidades té micas. II e III 9 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . c) Somente I e II são ve dadei as.

Em um dese to a tempe atu a é mui to elevada du ante o dia e sof e g ande edução du ante a noite. Dê. UnB-DF Sabe-se que a ene gia associada a um fu acão típico é. 02. calcule quantas vezes o lago Pa anoá. b 10 GABARITO Ao se aquecida até uma tempe atu a T > T0. po que o seu calo específico é maio do que o das out as substânc ias.80 de água no ecipiente. UFMT Sob e as dive sas fo mas de p opagação de calo . 48. cujos coefici entes médios de dilatação linea são espectivamente ∝p = 2. pode s e p eenchido pela água condensada em um fu acão típico. à tempe atu a e quantidade de ca lo abso vida no início da ebulição e à tempe atu a e quantidade de calo quando a água é ti ada do fogo. a soma das alte nativas co etas. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) Se as moléculas de um meio mate ial vib am.0 de águ a num ecipiente g aduado.257 kJ/kg. ¨ Avança ¨ FÍSICA . l/g°C. Tempe atu a de ebulição da água na egião: te = 10 0°C. pelo meno s. Vunesp Uma estudante põe 1. Densidade (massa específica) da água: dA = 1000 kg/m3. julgue as afi mativas .26 x 1016 kJ). 47. 32.°C) . Desp eze o calo abs o vido pelo ecipiente.Te mologia. onde t (°C) é a tempe atu a da água contida n o ecipiente e Q (J) é a quantidade de calo abso vida pela água. Conside ando que essa ene gia é p oveniente da condensação de vapo d’água. é a fo ma p edominante de t ansmissão de calo nesses meios. em B asília. a lâmina bimetálica ap esenta a cu vatu a ao lado: Explique po que a lâmina se encu va. caso exi sta. em Flo ianópolis. a) Faça o esboço do g áfico x Q (J) que ep esenta esse aquecimento. 1 m3 = 1000 . 04. Quando uma ce ta massa de água é aquecida de ze o g au a 4 g aus Celsius. em média. IMPRIMIR b) Suponha que toda a água que falta tenha sido vapo izada. e o coloca pa a fe ve num fogão de potência constante. Coloque. Desp eze a pa te f acioná ia de seu esultado.9 × 10–5 cal/g°C e ∝b onze = 1. temos uma lâmina bimetálica composta de chumbo e b onze. ( ) A maio ia dos líquidos e gases possui baixa conduti vidade. Quando eti a o ecipiente do fogão.45. a água pá a de fe ve e a estudante nota que esta am 0. A água é usada pa a ef ige a os m oto es de automóveis. a água numa panela fe ve a uma tempe atu a maio se ela estive destampada. cujo cal o latente é de 2. as va iações de tempe atu a ent e o dia e a noite são p equenas ou bem meno es do que em um dese to. A t anspi ação é um mecanismo de cont ole de temp e atu a. 46. Devido à p oximidade de g andes massas de água. a sua dilatação e a dilatação da água. Em um mesmo local. ou seja. São dados: Calo específico da água: ca = 4200 J/(kg. A convecção. o c alo é t ansmitido po condução. po oco e somente nos líquidos e gases. po que a a eia tem um calo específico muito elevado. pois a evapo ação do suo consome ene gia do co po humano. 49. supondo que esse lago é capaz d e a mazena 1012 kg de água. o seu volume aumenta e a sua densidade diminui. como esposta. UFR-RJ Nas ilust ações das figu as. equivalente ao consumo anual de ene gia elét ica nos Estados Unidos da Amé ica. coladas à tempe atu a T0. Qual a ene gia despe d içada nesse p ocesso? Justifique. a tempe atu a ambiente de 20°C. Calo latente de vapo ização da água: Lv = 2300000 J/kg. 08. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. 3. os pontos co espondentes à tempe atu a inicial. ( ) A condução é o modo pelo qual o calo é t ansfe ido at avés de um meio mate ial com t ansfe ência simultânea de maté ia.5 x 106 milhões de kWh (1. 16.

015 m d) 20. Ponto de Ebulição (ºC) 357 184 100 78 59 −196 −269 11 Substância Mercúrio Iodo Água Álcool Etílico Calor de Vaporização (cal/g) 65 24 540 200 44 48 6 GABARITO Bromo Nitrogênio Hélio Analisando a tabela podemos concluir que: a) o bromo passa de líquido para vapor e m 44 C. o processo de propagação de calor ocorre por convecção térmica. 09 0 m b) 20. tem um comp imento de 20. são necessárias 600 calorias. podemos concluir que a barra A é m ais comprida do que a barra B. dilatação e transmissão de calor ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡   ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡   ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ . UFGO A temperatura é uma das grandezas termodinâmicas cuja variação pode alterar as propriedades térmicas de substâncias. Unicap-PE O g áfico da figu a ao lado ep esenta a va iação do comp imento (∆ ) de duas barras A e B. ( ) Nos ferros elétricos. ao meio-dia.50. se á: a) 20. densid de d águ . ( ) Os cabos metálicos usados na construção civil devem possuir coeficiente de dilatação aproximadamente igual ao do concreto. o álcool etílico é líquido. gases e vapores). ( ) Uma tubu lação de vapor de aço (α ço = 1. feito de aço. diminui. quando a tempe atu a é de 20 C.150 m e) 21. Ao meio-dia. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. Se o de coeficiente de dilatação té mica do aço va le 1. utiliz -se um dispositivo ch m do de termost to. UFPB Um poste de iluminação pública. sob pressão norm l. e) na temperatura ambie nte.2 x 10–5 ºC–1) com 50 m de comprimento sofre um v ri ção d tur de 100 k. umen t e. concluímos que o comprimento d tubul ção v riou de 60 mm. b) para passar para vapor. ( ) Ao ser quecid de 1ºC 6ºC. logo. ( ) a temperatura é a medi da da quantidade de calor de uma substância. ( ) Se as barras são feitas do mesmo material. que se b sei n dil t ção de lâmin s bimetálic s. o mercúrio é vapor. Assinale verdadeira ou fa lsa: ( ) devido a uma diferença de densidade entre as partes de um fluido (líquidos. então o comp imento do poste. ( ) a c apacidade térmica depende do estado de agregação da substância. em função da temperatura T.5 x 10–5/ C. 52. 53. um grama de nitrogênio requer o dobro de calorias que um grama de iodo. d) na temperatura em que a água ferve. a te mpe atu a do poste se eleva pa a 50 C. inici lmente. FURG-RS A t bel seguir mostr os pontos de ebulição e os c lores de v poriz ção (à pressão de 1 tm) p r 7 substânci s diferentes. em seguid .500 m c) 20. c) para vaporizar 50 g de hélio. 009 m 51. p r control r temper tur .000 m du ante a mad ugada. sob a ação do sol.

020 c) 0. a temperatura é uma das m enos conhecidas. aparece como uma tira delgada no canto esque rdo do gráfico. é igual a: a) 5. O gráfico ao lado é uma estimativa de como varia a temperatura no i nterior da Terra em função da profundidade.0 b) 7. Haja vista existirem muitas evidências de que o núcleo da Terra é formad o. limite do núcleo exterior. ( ) Sabendo que tanto o núcle o exterior quanto o interior são formados de ferro e que a pressão cresce com a prof undidade. obteve dados para a construção da curva de aquec imento de 500 g de pequenas esferas de chumbo. O estudante conclui corretamente que o calor específico do chumbo. líqui do. ( ) Considerando que a condutividade térmica é a mesma em qu alquer ponto da crosta da Terra. que é a camada mais externa. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia.040 e) 0. Com base no texto. a temperatura do ponto A.030 d) 0. de ferro. ( ) Sabendo que as temperaturas mostradas no gráfico têm se mantido constantes no d ecorrer dos últimos milhões de anos. antes de se fundir vale. 1. Depois. assim. O calor latente de fusão do chumbo. em cal/g C: a) 0. deve ser igual à do ponto de fusão do ferro sob a pres são aí predominante. só te m 30 km de espessura média. um estudante verificou que cert a chama de um bico de Bunsen eleva de 10 C a temperatura de 200 g de água em 4.0 c) 9.010 b) 0. basicamente. pode se estimar que a temperatura no interior d a crosta aumenta com a profundidade em mais de 10 C/km. UnB DF De todas as propriedades físicas da Terra. é correto inferir que a temperatura de fusão do ferro aumenta com a pressão. UEMS Uma pessoa agachada perto de uma fogueira de festa junina é aquecida mais significativamente por: a) condução d) condução e irradiação b) convecção e) condução e co radiação 56. em cal/g. e. Essa temperatura é de aproximadamente 6000 C.E.050 12 2. ( ) É correto inferir que e xistem correntes de convecção no núcleo exterior da Terra. U. usando a mesma chama. não existiu fl uxo de calor do interior para a crosta terrestre.0 d) 11 e) 13 55. dilatação e transmissão de calor   ¦     ¦   ¦ ¦ . ju lgue os itens a seguir.0 min utos. sólido. A crosta. é correto concluir que.54. Londrina PR Para ter um padrão de comparação. nesse período. e do núcleo interior.

a) Calcule o valor da con tante E para o aço em que tão e expre e ua unidade .00.00 x 10–5 b) 2. UFC Uma barra de aço. UFR RJ Pela manhã. Qual o coefic iente de dilatação linear da barra. dada por σ = E Lo módulo de ela tici dade ou módulo de Young. quanto João perdeu em dinheiro? Dado: Coeficien te de dilatação térmica da gasolina igual a 1. cilíndrica. mas o copo de dentro tem coeficiente de dilat ação maior que o de fora. só voltando para buscá lo mais tarde. O trecho da Lo Lo curva compr eendido entre os pontos O e P corresponde a uma relação linear entre tensão ∆L . Depois de algum tempo em que a temperatura ambiente permanece constante.00 x 10–5 GABARITO 60. de comprimento inicial L0 e área de seção reta A (ve r figura a).M. dilatação e tran mi ão de calor Avançar ¦ © © ¦ © ©   ©© §   © ©© ©   © ¦ ¦ © ©   © ¦ . aplicada conforme mostrado na igura b. marcado obre a curva da figura c. mas o copo de dentro te m coeficiente de dilatação menor que o de fora. é deformada pela ação de uma força de tração F.1 10–3 C–1 58. em C–1? a) 1. e) era igual à temperatura ambiente.00 x 10–5 c) 3. indica o pa r de valore (ten ão. João encheu completamente o tanque de seu carro com gasolina e pagou R$ 33. Logo após o abastecimento deixou o carro no mesmo local. em função da temperatura T. com temperatura de 10 C. b) era mais alta que a tempe ratura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. Sabendo se que o combustível extravasou. b) Qual a porc entagem de alongamento da barra no ponto em que ela atinge o rompimento? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . que o tanque dilatou e que a gasolina custou R$ 1. quando a temperatura atingiu a marca de 30 C. F. O ponto R. O gráfico da figura c mostra como varia a tensão s (força de tração por ∆L L − L o idade de área de seção reta) versus deformação relativa. UFPE O gráfico abaixo apresenta a variação do comprimento L de uma barra metálica.57.00 x 10–5 d) 4. ela nota que eles estão presos e não consegue separá los.10 o litro. Dentre as muitas explicações possíveis para esse fato. 13 d) era igual à temperatura ambiente. deformação relativa) para o qual há ruptura da barra. logo em seguida.Termologia. c) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação menor que o de fora.00 x 10–5 e . uma delas é que a temperatura da água com a qual os copos foram lavados: a) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de d entro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. = . coloca u m dentro do outro. Ttriângulo Mineiro MG ona de casa lava dois copos de materiais diferentes e. 59. em que a constante E é conhecida como e deformação relativa.

A e e re peito. feita de barro. e creva V para a afirmativa v erdadeira ou F para a afirmativa fal a . a cau a de e aquecimento é a conver ão de energia lumino a em energia tér mica. A im. con eqüentemente. coloca um pedaço de cano de chumbo dentro de uma lata e deixa-o por algum tempo na chama forte de um fogão . 64. atravé da panela . a alegação do u uário é que ela mantêm a água fre quinha. o macarrão recebe calor e ua temperatura aume nta até ficar em equilíbrio térmico com a água. pelo meno . para manter ua temperatura de ebulição e ceder energia para o macarrão e para o mei o ambiente. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . pode er tran f erida de um corpo a outro de vária forma . 08. uma pe oa ju lga (ao contato do pé nu ) que o chão de madeira do quarto apre enta temperatura uperior à da maçaneta metálica (ao toque da mão). A partir de a fa e. coex i tem a fa e líquida e ólida do chumbo. a umindo a forma de ejada. ( ) Durante a olidificação. a águ e aquece. em muito rigor denominada genericamente calor. O macarrão cozinha tão rapidamente em 1 litro como em 5 litro de água. podendo provocar variado efeito no corpo que a recebem ou perdem. de acordo com a receita para 500 g de macarrão ão nece ário . perdendo calor para o ambiente. A argumentação apre entada é pro cedente.Termologia. o ovo e a quece devido à tran ferência de calor da água para ele. 5 litro de água. UFMT Caju. 62. como re po ta. 04. ( ) O aumento de temperatura que a água ofre ao pa ar po r um chuveiro elétrico funcionando adequadamente e deve à pa agem da corrente elétri ca pela água. ( ) O chumbo cede calor para o ambiente e olidifica . imer o em água quente. 02 .e fazê-lo em ba tante água – não meno do que um litro de água para cada 100 g – e omente p o macarrão na água quando e ta e tiver fervendo. da temperatura inicial e do calor e pecífico do macarrão. ( ) Durante a olidificação. ao e cozinhar macarrão. ( ) Quando uma garrafa de vidro tran parente conte ndo água é colocada ao ar livre. Católica-DF A energia térmica. o que importa é a temperatura e não a ma a da água. A quantidade de calor que deverá er cedida pela água fervente para o macarrão atingir a temperatura de equilíbrio depende da ma a. U. Ao er colocado na água fervente. Depoi de derretido. maior erá a quantidade de calor que poderá er cedida ao macarrão e. expo ta à radiação olar direta durante algum tempo. Para o cozimento d o macarrão. ( ) No proce o de olidificação. 63. Quanto maior a quantidade de água ferv ente na panela.14 61. Para fazer i o. predominantemente por meio do proce o de condução térmica. co tuma moldar eu próprio chumbo de pe caria. em nece idade de geladeira. A água ganha calor da chama do fogão. poi a capacidade térmica da água não depende da ma a. i o e deve ao fato de que o metai ão mai frio que a madeira . para que cozinhe rapidamente e fiqu e firme. o grau de a gitação molecular tende a permanecer con tante.e novamente. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © ©© © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © ©© ©© © © © ©© © © ©© © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © . o chumbo líquido é colocado dentro de uma forma. e e ju tifica pela evaporação. Dê. a temperatu a inferior à do ambiente. julgue a propo içõe . poi a t emperatura máxima de cozimento erá 100ºC. a temperatur a do chumbo varia. ou bilha d’á . mai rápido cozinhará. 32. A re peito do a unto a inale a( ) propo ição(õe ) correta( ) : 01. a oma da alternativa correta . em uma panela de tampada em Florianópoli . que go ta de pe car. A capacidade térmica do macarrão varia com a quantidade de água u ada no cozimento. ( ) Quando colocamo um ovo para cozinhar. UFSC Recomendam algun livro de culinária que. deve. ( ) No interior do Paí é muito comum a utilização de moringa . 16. ( ) Quando e levanta.

uma potência de 0. provocando mudança de fa e. c) den idade. Então. Capacidade térmica é o quociente entre a ma a do corpo e o calor e pecífico. b) I e III e tão correta . 66. Con idere que apena 50% da ene rgia emitida pelo celular eja re pon ável pelo referido aumento de temperatura (1 cal = 4. II.64. Com ba e no enunciado e no gráfico . pode. ão feita a eguinte afirmaçõe : I. Sobre a afirmativa acima.Termologia. UFRN Quantidade de ma a diferente de água pura e óleo comum de cozinha (amba na me ma condiçõe de pre ão e temperatura). d) III e IV e tão correta . a OMS de taca que inai emitido p or e te aparelho con eguem penetrar em até 1 cm no tecido humano . e) II. ( ) Suponha que a capacidade calorífica do pedaço de e tanho eja igual a 100 cal/ ºC. que repre enta a tempera tura do e tanho em função do tempo de aquecimento. O calor e pecífico da água vale 1 cal/g. e time o tempo total de conver ação nece ário para que um u uário de 60 kg tenha um acré cimo de temperatura de 1ºC. Calor en ível é o calor cedido ou ab orvido. é correto afirmar: ( ) A temperatura de fu ão do e tanho é 232ºC. b) condutividade térmica. Con iderando que o corpo huma no é formado ba icamente por água. IV. em média. provocando um corre pondente aumento da temperatura do corpo. o e tanho e apre enta totalmente no e tado líquido.4 W e ó ão gerado enquanto o u uário fala a telefone. c) do caminho livre médio.7 kcal.e afirmar que: a) I e I I e tão correta . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o e tanho não ab orve calor. o pedaço de e tanho ab orvem uma quantida de de calor igual a 20. A quantidade de calor cedida ou recebida é o quociente entre a capacidade térmica e a variação de temperatura. 65. d) da velocidade máxima da molécula . no primeiro 100 da experiência. que e tão a uma temperatura de 25ºC. III e IV e tão correta . I II. Calor latente é o calor cedido ou ab orvido. UFR-RJ Sobre calorimetria de uma dada ub tância. 67. ( ) A temperatura do e tanho no in tante 300 do início d a experiência é igual a 673 K. ( ) Entre 100 e 20 0 do início da experiência.2 J). d) c alor e pecífico. ( ) Entre 100 e 200 do início da experiência. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © . c) II e IV e tão correta . Depoi de vár ia mediçõe . Ne te relatório. UFSE A temperatura ab oluta de um gá perfeito é uma indicação direta : a) da quantidade de movimento média da molécula . podem te r o(a) me mo(a): a) capacidade térmica. O inai emitido pelo celulare têm. o e tudante elabora o gráfico mo trado abaixo. UFPR Um e tudante coloca pedaço de e tanho. 15 GABARITO 68. b) da energia cinética média da mo lécula . provocando apena variação de tempera tura.ºC. PUC-RJ A Organização Mundial de Saúde (O MS) divulgou recentemente um relatório obre o impacto na aúde humana da radiação emiti da pelo telefone celulare . e) do número de molécula por centímetro cúbico. num recipiente que contém um termômetro e o aquece ob pre ão con tante.

Sob pre ão normal. pode entrar em ebulição ao er reduzida a pre ão ambiente. o gelo pode e tran formar em água líquida. o alimento é cozido rapidamente porque a alta pre ão permite que a temperatura da água e mante nha acima do eu ponto de ebulição normal. a matéria em que tão ganha energia. ( ) Quanto maior for a pre ão que atua ob re um ólido. gá e a té atingir o e tado de pla ma. ( ) Aquecido. E a mudança ocorre a uma determinada temperatura. ca minhou durante uma hora. e a água não con titui uma exceção. a ub tância ofreu dua mudança de fa e.Termologia. julgue a afirmativa . Em cada uma de a pa agen . a água pode exi tir como ólido. Con idere o calor e pecífic o da água igual a 1 cal/gºC. Sobre o e tado fí ico da água.69. UFMT Como a maioria da ub tância . a parte que tran borda repre enta ua dilatação ________________ . Com relação à latação do líquido . vira pla ma. a água e mantém líquida até 00ºC. é equivalente a: a) 2480 b) 2520 c) 2600 d) 2640 72. a ub tância recebeu 500 cal entre o in tant e t3 e t4. 08. 16. a pa agem para a fa e ga o a aconteceu entre o in tant e t4 e t5. A dilatação ________________ do líquido é dada ela ________________ da dilatação do fra co e da dilatação ________________ . a fa e líquida aconteceu entre o in tante t2 e t3. quando não uficientemente quente para ferver ob pre ão normal. ( ) Quando e aquece um ólido uficientem ente. a) aparente — real — oma — aparente b) real — aparente — oma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — apare aparente — real — diferença — real 16 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UFMT Ob erve o gráfico a eguir. preenche de modo corr eto a lacuna do texto acima. ou e ta em gá . ( ) No interior da panela de pre ão de u o domé tico. mai baixo erá o eu ponto de fu ão. é correto afirmar que: 01. ele vira líquido. ( ) ua. no me mo dia. que mo tra a evolução temporal da temper atura de 5 g de uma ub tância cujo calor e pecífico é de 0. 71. em kcal. além de executar ua atividade regulare . é chama o Calor Latente. 70. ele vira gá .5 cal/gºC. Mackenzie-SP Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido. a inale a alternativa que. quando o gá é aquecido uficientemente. normalmente 0ºC. Num determinado dia. de modo que o quarto e tado é o mai energizado d e todo . 0 2. A energia ga ta ne a caminhada é a me ma nece ária para p roduzir um aumento de temperatura de 80ºC em 3 kg de água. como re po ta. ( ) O calor nece ário para tran formar gelo em água líquida. 04. quando e e quenta uficientemente e e líquido. e a pe oa. líquido. a ub tância pa ou da fa e ólida para a fa e líquida e recebeu 250 cal. a oma da alternativa correta . dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © © © © © ©© © ©© © ©© ©© © © © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © ©© © © © © © © © ©© © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © . UERJ Suponha que uma pe oa preci e de 2400 kcal/dia para uprir ua nece idade de energia . A nece idade de energia de a pe oa. entre o in tante t1 e t2 . para pa ar da fa e líquida para a fa e ga o a. Dê. E a ub tância pre ci a receber 50 cal/ g para pa ar do e tado ólido para o e tado líquido e 100 cal/ g para pa ar do e tado líquido para o e tado de gá . ordenadamente. Com ba e no gráfico e na inform açõe dada acima.

p. encontram. em grama . O gráfico abaixo repre enta. a) 0. III.). a ma a de água ingerida diari amente por e a pe oa. é igual a: 01) 35000 02) 3500 03) 350 04) 35 05 ) 3. o calor (Q) ab orvido pela amo tra. 224-5.e ao calorímetro 100 g de outro líquido . ólido e ga o o obre 73% do plan eta (.e 300 g de um líq uido. 75. 1998. FEI-SP A oxidação de 1g de gordura. 0. Química. Salvador-BA No interior de um calorímetro ideal. e o eu calor e pecífico é de 1cal/gºC (.e que o calor e pecífico de L 1 é igual a 1 cal/gºC e o de L2 é igual a x. Sabendo. Macedo.. II. a) Se uma pe oa bebe 3. é igual a: 01) 0. A linha vertical que aparece no gráfico entre os pontos B e C indica que nessa etap a a amostra sofre uma mudança de estado. UFRS Calor é ab orvido por uma amo tra de certa ub tância.5 b) Utilizando.. em co ndiçõe na quai ua ma a é mantida con tante e é nulo o trabalho realizado pela amo t ra. em unidade arbitrária . sendo menor na etapa entre A e B. I. O calor específico da substância tem valor crescente tanto na etapa entre A e B como na etapa entre C e D.5 kg de água apre enta uma variação de temperatura Dq. b) Apena s II. UESC-BA A água e tá difundida na natureza no e tado líquido. o i tema atinge o equilíbrio térmico a 75 ºC. num organismo humano libera 9300 calorias. como função da variação de temperatura (∆T) que este calor provoca na mesma. é um líquido tran parente. O calor específico da substânc ia tem um valor constante na etapa entre A e B e outro valor constante na etapa entre C e D. 17 O valor de Dq. em ºC. dilatação e transmissão de calor Avançar © © ©© © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © ©© ©© © © © © © © © © . São Paulo: IBEP. à temperatura de 80 ºC. L2. Po ui um a den idade máxima de 1g/cm3 a 4ºC. c) Apenas III d) Apenas I e III. L1. Acre centando.à temperatura de 15 ºC.Termologia.65g d) 68g b) 6. Magno Urbano de & Carvalho. em abor e em cheiro. ma que a ume a cor azul-e verdeada em lugare profundo . Quais estão corretas? a) Apenas I. 76. U. e) Apenas II e III. Ana lise as seguintes afirmações. referentes a esse gráfico..8g e) nenhuma das anteriores c) 65g IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .e a e cala Kelvin.: Supor o calor específico do sangue igual ao calor específico da água..). determin o valor de x. Antônio. quanto de gordura deve ser metabolizado para fornecer o calor necessário para elevar a temperatura do sangue da temperatura ambiente (25°C) até a t emperatura de nosso corpo (37°C)? Obs.10–2 cal/gºC. Se o nosso corpo possu i 5300g de sangue.5 litro de água a 4ºC por dia.5 02) 1 03) 2 04) 5 05) 10 74.73. o valor da temperatura na qual a água po ui den idade máxima é igual a: 01) 180 02) 212 03) 269 04) 277 05) 378 c) Ao receber 1kcal de energia térmica. Em eu e tado natural mai comum.

mediu-se a quantidade de calor Q (em calorias) que ele absorvia para atingir diferentes temperaturas T (em graus Celsius). calor específico da areia. O material passa para o estado gasoso a 500ºC. Q uanto maior a altitude.. assinale o que for correto... 02.. Ponta Grossa-PR O gráfico abaixo representa a relação entre a variação de tempera tura de um corpo de 200 g de massa. 18 01...... a soma das alternativas corretas.....2 cal/g ºC c) 0. O calor específico do material no estado sólido é 200 cal/gºC. e duran te a noite sofre uma grande redução..77.. quantidade de radiação que uma roupa clara. O calor específico do material no estado líquido é 0. inicialmente no estado sólido. 08. concl ui-se que o calor específico do material de que ele é feito vale: a) 0.... a partir de uma temperatura inicial fixa.E. UFPB Para uma análise das propriedades térmicas deum sólido. e a quantidade de calor absorvido pelo mesmo.... Dê. IV.. A capacidade térmica do material é 8...6 cal/g ºC e) 1. menor é a pressão atmosférica e . FURG-RS Selecione a alternativa que complete corretamente as frases abaixo. A transferência de calor do Sol para a Terra é feita p elo processo de ...... é a temperatura de ebulição da água. dilatação e transmissão de calor Avançar . O calor latente de fu são do material é 800 cal/g. Com base nesse gráfico. Os resultados es tão apresentados no gráfico ao lado. Isso ocorre em virtude do .... I. 04..0 cal/g ºC b) 0... 16..... Durante o dia a temperatura no deserto é muito elevada..4 cal/g ºC d) 1 ... U.. II. 79.. como resposta.. III...5 cal/gºC....8 cal/g ºC 78..... de um determinado material..103 cal/ºC. A alternativa que completa corretamente as lacu nas das frases é: a) menor – grande – maior – convecção b) menor – pequeno – maior – radiaç – pequeno – igual – convecção d) maior – pequeno – menor – radiação e) maior – grande – me IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Termologia. Sabendo-se que a massa do sólido vale 50 g. Uma roupa escura absorve ...

o do metal.0 cal/gºC 83.30 d) 0. Para aquecer 250 g de um metal. sem perdas. a partir da temperatur a de 27ºC Ele anota os dados da variação da temperatura em função do tempo. b) transferência de calor por conduçã transferência de calor por irradiação. Unifor-CE Uma fonte térmica fornece calor com potência constante. respectivamente.3 .°C . UFRJ Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes incl inada como mostra a figura.5 . Ao fi nal de 5 minutos. em calorias. é utilizado para aquecer 2 kg de água. mesmo não estando em contato direto com o líqui do quente. nas mesmas unidades . UERJ Um técnico. também aquece.40 c) 0.50 cal/gºC Calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g Calor específico da água = 1.0 cal/gºC. Sendo o calor específico da água igual a 1. d) correntes de convecção em um líquido. 103 Dados: Calor específico do gelo = 0. Esta situação é um exemplo típico de: a) transferência de calor p r convecção.68 × 10–1m de altu ra e desliza até atingir a base do calorímetro. é abandonado a 1. utilizando uma fonte térmica de potênci a eficaz igual a 100 W. Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. realiza uma experiência para determinar a quantidade de en ergia necessária para fundir completamente 100 g de chumbo. 103 e) 6. O cabo da colher.20 e) 0. correspondem. ao longo da ex periência. Um bloco de gelo. então o instante T do gráfico. 102 b) 6. de 20 ºC até 50 ºC. 102 c) 9. U.50 b) 0. Univali-SC Você certamente já deve ter queimado os dedos ao tentar s egurar uma colher de alumínio parcialmente mergulhada em uma panela que continha c há ou café bem quente.3 .13 J /gºC e calor latente de fusão igual a 25 J/ g. vale: a) 0. vale: a) 3. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde. dilatação e transmissão de calor Avançar .3 .80. em joules.36 × 105 J/kg e considerando g = 10 m/s2. Ela aquece 100 g de água. O calor J específico da água é igual a 4200 kg.10 19 82. em segundo s. a 0ºC.3 . a: a) 25 e 2500 b) 39 e 3900 c) 25 e 5200 d) 39 e 6400 e) não ocorre transferência de calo r. e constrói o gráfico ao lado. a p artir da temperatura ambiente. e a energia total consumida. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 102 d) 2.0 min.Termologia. 81. em 3. Unifor-CE Um calorímetro de capacidade térmica 11 cal/ºC contém 20 g de gelo. O calo r necessário para aquecer o sistema de 270 K a 300 K. Se o chumbo tem calor específico igual a 0. ela gasta 45 s. de potência igual a 420 W. de 25 ºC a 40 ºC. admitindo-se que toda a energia liberada pelo ebulidor tenha s ido transferida para a água. quando pára. 85. 84. pode-se afirmar que: a água deverá ter elevad o sua temperatura em 15 ºC. Católica-GO Um ebulidor (aparelho elétrico para ferver água).

F. No equilíbrio térmico ficam 6. 20 Com o auxilio das informações apresentadas e considerando o calor específico da água igu al a 1 kcal/(kg ºC). ( ) Se uma terceira lata fosse acrescentada à experiência nas m esmas condições. ( ) O valor da máxi ma energia térmica absorvida pela água no interior da lata preta durante a experimen tação é maior que 19 kcal. absorverão as mesmas quantidades d e energia luminosa. as duas latas foram expostas ao Sol.8 .0 g de gelo flutuando na água. As variações da temperatura da água em função do tempo enco am-se registradas no gráfico abaixo. julgue os itens que se seguem. 103 a) 4.050 88 . dilatação e transmissão de calor Avançar .800 b) 0.50 cal/gºC IMPRIMIR Voltar FÍSICA . rec olhidas à sombra de uma árvore.86. cada uma com 1 kg de água armazenado em seu interior e munid a de termômetro que permitia medir a temperatura da água. independentemente de sua cor. em seguida.0 . A quantidade de calor que o gelo recebeu.Termologia.0 cal/gºC Calor latente de fu são do gelo = 80 cal/g Calor específico do gelo = 0. 104 4 b) 2.4 . foi. em um dia sem nebulosidade. 103 Dados: Calor específico da água = 1. de cor branca. UnB-DF No experimento ilustrado na figura ao lado. ( ) Estando sob a sombra de um a árvore. 0 . de 400 g de uma su bstância cuja relação entre a temperatura (T) em função da quantidade de calor absorvida ( Q) está expressa no gráfico ao lado: a) 0.0 ºC. ( ) A máxima diferença de temperatura entre a água no interior da lata preta e a água no interior da lata branca foi maior que 20ºC. 10 e) 2. aproximadamente: d) 2. GABARITO 87. uma equipe de alunos usou duas latas fechadas. Itajubá-MG Calcular o calor específico sensível. UFSE Misturam-se 100 g de água a 20 ºC com 30 g de gelo a – 5.M. Uma das latas foi pintada externamente com tinta de cor preta e a outra.4 . 102 c) 2. as latas. exceto por ter sido polida externamente até que se tivesse uma superfíc ie prateada espelhada.190 d) 0. em cal/gºC. Primeiramente. e. em calorias. a curva de variação da temperatura da água no seu interior em f unção do tempo teria seus pontos entre as duas curvas apresentadas no gráfico acima.075 c) 0.500 e) 1.

III. II. uma geladeira com porta aberta para diminuir a temperatura média da cozinha. Com essa temperatura. III. o l eite retorna a B. A radiação é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem no vácuo. Em condições de funcionamento estáveis. Fuvest-SP O processo de pasteurização do leite consiste em aquecê-lo a altas tempe raturas. c) II e III somente. d) Apenas I e II. saindo do sistema (através de C). II. em uma cozinha fechada. até que ele atinja 80°C. Sendo a mas sa do corpo igual a 100 g. I. quando aquecido por uma fonte de fluxo constante de 90 calorias por minuto. Quando 1 kg de água à 100ºC se tra nsforma em vapor de água sem alteração de temperatura e sob pressão atmosférica normal. em fluxo constante. b) I e III somente. É(são) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) I e II somente. e) Apenas II e III. Em seguida. b) Apenas II. que monitora a temperatura do leite na saída de B. e supondo que o sistema seja bem isolado termicamente. passando por três etapas: I. a en ergia interna aumenta. o leite percorre um sistema. o leite quente é resfriado pelo leite frio que entra por A. Novamente em B. UFRS A seg são feitas três afirmações sobre processos termodinâmicos envolvendo transferência de ener ia de um corpo para outro. a 20°C. em cal/gºC. UFR-RJ O gráfico abaixo mostra como a temperatura de um corpo varia em função do tempo. II e III. c) Apenas II I. Para isso. A condução é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem à mesma temperatura. d) I somente. sendo aquecido (no trocador de calor B) pelo leite que já f oi pasteurizado e está saindo do sistema. deixa-se fu ncionar.Termologia.89. e) I. Durante a fusão e a vaporização de uma substância. determine: a) o calor específico do corpo. completa-se o aqueciment o do leite. por alguns segundos. e resfriálo em seguida. pode-se afirmar que a temperatura indicada pelo termômetro T. 21 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 92. II. Quais estão correta s? a) Apenas I. 91. em cal/ºC. Num dia de muito calor. Cefet-PR Considere as afirmativas abaixo: I. dilatação e transmissão de calor Avançar . A convecção é um processo de transferência de energia que ocorre em meios fluidos. O leite entra no sist ema (através de A). é aproximadamente de: a) 20°C b) 25°C c) 60°C d) 65°C e) 75°C 90. b) a capacidade térmica do corpo. a 5°C. o sistema recebe calor e realiza trabalho. III. através da resistência R.

de capacidade térmica desprezível. O calor es pecífico do ferro é 0. contém 200 g de água a 50ºC. o corpo X cedeu para o corpo Y uma quantidade de calor. UFR-RJ Dois recipientes com volumes V1 e V2 de água. na transformação de: 22 a) I para II. têm temperaturas. UFSE O gráfico representa a quantidade de calor absorvida pelos corpos X e Y e m função da temperatura desses mesmos corpos. Esse fenômeno pode ser ilustrado no diagrama de esta do da água. inicia lmente no estado sólido. UFSE O gráfico representa a temperatura de um corpo de massa 200 g que. m seu interior é introduzido um bloco de ferro com massa de 200 g a 50ºC. em ºC? a) 0 b) 10 c) 20 d) 30 e) 40 96. Em seguida. Supondo que somente há troca de ca lor entre eles. Nestas circunstâncias.93. b) V para IV. iguais a 16ºC e 64ºC. d) I para V. c) III para IV. Cefet-PR A geada é um fenômeno que ocorre durante a estação fria no Sul do Brasil. igual a: a) 10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 100 94. O calor específico da água é de 1 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g. e sendo V1 = 3V2. em cal/g.11 cal/gºC. em calor ias. igual a: a) 30 b) 40 c) 50 d) 70 e) 90 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e) II para III. O Calor latente de fusão do material que constitui esse corpo é. qual a temperatura de equilíbrio deste sistema. Supondo haver troca de calor apenas entre os líquidos.Termologia. O corpo X a 65ºC foi colocado em contato com corpo Y a 40ºC até entrarem em equilíbrio térmico. Não há trocas de calor com o ambiente. O volume de água V1 é misturado a V2. Unirio Um calorímetro. GABARITO 95. recebe calor na razão de 1000 calorias por minuto. dilatação e transmissão de calor Avançar . respecti vamente. qual a temperatura que se es tabelece no equilíbrio térmico? 97. um bloco de gelo de 500 g a 0ºC é também colo ado dentro do calorímetro.

Em relação ao centro de massa. a quantidade de calo total que o co po cede á à água pa a eleva a sua tempe atu a até 36.Termologi . 1 o gráfico L x T é um ret cujo coeficiente line r é L0(1 − αT0). 02. 8 copos de 250 mL de água. α é um const nte dimension l.E. 04. A energia cedida por A é igual à energia recebida por B. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . à temperatura T.5 kcal). ∆T = T − T0. 100. de massas iguais.5°C equivale. Dê. esta água seria eliminada levando consigo toda essa energia e sem fornecer nenhuma energia para o corpo. som d s ltern tiv s corret s . A e B . b) uma caixinha de água de coco – 300 mL (60 kcal). A temperatura de e uilíbrio é igual a cA + cB 16. sendo θA > θB. c) t ês biscoitos do t ipo água e sal – 18g (75 kcal). dil t ção e tr nsmissão de c lor Av nç r ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¢ ¨ ¡ ¦ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¢ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Depois. Maringá-PR O coeficiente linear de expansão térmica (coeficiente de dilatação) d e um material é dado pela e uação: GABARITO α= n qu l 1 0 ∆L L ∆T L0 é o comprimento do material. e) um hambú gue . à temperatura T0. O aumento da tempera tura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. L é o comprimen do material. 08 . Dê. Conside ando que ela beba. com tempe atu as i niciais θA e θB. a ene rgia cinética média das moléculas de B é maior do ue a de A.98. ocorre a maior variação de temperatura. já que água “não tem caloria”. n um dia. como resposta. 02. d) uma ga afa de bebida isotônica – 473 mL (113 kcal). pa ra emagrecer sem fazer muito esforço. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo coeficiente angular é αL0. 08. uma po ção de batata f ita e um ef ige ante de 300 mL (530 kcal). 32. 04. Nessas condições. a soma da s alternativas corretas. No corpo de maio r capacidade térmica.5°C. Pode se afirmar corretamente que: 01. ( Conside e o calo específico da água = 1 cal/g°C e sua densidade = 1 g/mL. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo eficiente linear é nulo. U. e com calores específicos CA e CB diferentes entre si e co nstantes no intervalo de temperatura considerado. bastaria tomar água gelada. UFBA Conside em-se dois co pos. uma aluna concluiu que. A e B. o gráfico L x T é um t cujo coeficiente ngul r é αL0. ∆L é diretamente proporcional a ∆T. a uma tempe atu a de 6. Vunesp Após assistir a uma aula sobre calorimetria. como respost . já que isso obrigari a seu corpo a ceder calor para a água até que esta atingisse a temperatura de 36. c A θ A + c Bθ B . Colocados em um calorímetro idea l. após certo tempo. ∆L = L − L0. ap oxi madamente.5°C. é correto afirm r: 01.) 23 99. a ene gia fo necida po : a) uma latinha de ef ige ante light – 350 mL (2. atingem o e uilíbrio térmico.

n d ocorrerá com os fr scos e com s t mp s. 01. b) o mármore não alcança a temperatura ambiente. d) a madeira possui maior condutibilidade térmica do que o mármore.Termologia. 24 GABARITO 104. então. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. um intern mente e outr extern mente. onde a e b são constantes. porque: a) a madeira está sempre acima da temperatura am biente. 08. 04. nesse caso. isto é. mas isto só poderá ser veri icado com o uso de um termômetro p reciso. Em relação a esta a irmação pode-se dizer: a) O es tudante está correto. c) o calor da mão se escoa rapi damente para o mármore em virtude da grande condutibilidade térmica desse material. Sendo (αt) m ior que (αv). e à temperatura ambiente de 25ºC. No que respeit à dil t bilid de desses m teri is. Viçosa-MG Uma mesa de madeira e uma de metal são colocadas em uma mesma sa la echada. As du s t mp s estão plen mente just d s os fr scos.E. mbos com t mp s de um mesmo m teri l indeformável. e) a capacidade térmica do mármore tem valores muito di erentes para pequenas variações de temperatura. As duas mesas estão à mesma temperatura mas a mesa de metal parece mais ria do que a de madeira. Sendo (αt) m ior qu e (αv).101. U . U. U. O estudan te a irma. um estudante entra na sala e coloca uma das mãos na mesa de madeira e a outra na de metal. ) C lcule temper tur fin l d mistur . As duas mesas estão à mesma temperatura. Pont Gross -PR A figur o l do mostr dois fr scos de vidro ( l e 2) . m ss 2 m e temper tur 3T/2 . com temperatura constante. medid s em um no v esc l de temper tur definid por Tφ = aT + b. A condutividade térmica do metal é maior do que a d a madeira e portanto. mas a mesa de metal parece mais ria do que a de ma deira devido ao ato da condutividade térmica do metal ser menor do que a da madei ra. que a mesa de metal está mais ria do que a mesa de madeira. ssin le o que for correto. o vidro 2 se romperá. nesse caso. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 16. e consider ndo que (αv) é o coeficiente de exp nsão dos dois vidros e que (αt) é o coeficiente de exp nsão d s du s t mp s.F. e outr . se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da mad eira. 102. Qu lquer que sej v ri ção que submetermos os dois conju ntos. o vidro l se romperá. e) O estudante está errado. o vidro l se romperá. A mesa de madeira sempre estará mais ria do que a de metal. Depois de alguns dias. 02. que é diferente do vid ro. o mármore parece ma is rio do que a madeira. UFRJ Du s qu ntid des dif erentes de um mesm substânci líquid são mistur d s em um c lorímetro ide l. dilatação e transmissão de calor Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡  . Um d s qu ntid des tem m ss m e temper tur T. v zios. c) O estudante está errado. b) O estudante está correto. devido ao ato da condutividade térmica do metal ser maior do que a da madeira. Sendo (αt) menor que (αv). A condutividade térmica do metal é menor do que a da madeira e p ortanto. se diminuirmos temper tur dos dois conjuntos. b) C lcule r zão entre os módulos d s v ri ções de temper tur d m ss menor em rel ção o d m ss m ior. Santa Úrsula-RJ Ao contato da mão. 103. mbos se romp erão. d) O estudante está errado. a uma temperatura menor do que esta. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da madeira. Sen do (αt) menor que (αv).

E. que o “simpático” u so da figu a tente ga anti sua efeição. pe mitin do que a fauna e a flo a pe maneçam vivas em seu inte io líquido. 02.0935 cm e) 0. a variação do comprimento da régua é: a) 0. apanhando o peixinho que nada em um lago. Pelotas-RS Todos sabemos que é essencial a presença de água p ara assegurar a existência de vida em nosso planeta. que pe mite ao sol continua a aquece a ág ua do lago. a soma das alternativas corretas.088 cm b) 0. Londrina-PR Uma régua de aço. Suponha que a régua tenha sido colocada e m um local cuja temperatura é 120ºC. sua densidade aumenta. que cede g andes quantidades de calo ao sof e esf iamento. por exemplo. que pe manece igual a 0 C. consequentemente. abaixo da camada de g elo. De 0ºC a 4ºC. UFRN A igura ao lado. 16. um corte transversal de uma garra a térmica. Os corpos ocos se dilatam de orma di erente da dos corpos maciços. O coe iciente de dilatação super i cial é igual a duas vezes o coe iciente de dilatação linear. Isso ocorre porque: a) as trocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas e calor por convecção são reduzidas devido às super ícies espelhadas. U. Física e Realidade. 04. e) ao elevado calo latente de solidificação d a água. d) as trocas de calor com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas de calor por radiação são reduzidas pelas super íci es espelhadas. 25 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . a água dimin i de volume e. tem 80 cm de compriment o e 5. mostra as principais caracte rísticas do objeto: parede dupla de vidro (com vácuo entre as duas partes).105. deve-se: a) à dilat ação i egula da água. 08.123 cm 106. que cede g andes quantidades de calo ao passa ao estado sólido.0055 cm c) 5 cm d) 0. super ície s interna e externa espelhadas. 108. A garra a térmica mantém a temperatura de seu conteúdo praticamente constante por algum tempo. que representa.E. de orma retangular. tampa de material isolante térmico e revestimento externo protetor. Um comportamento especí ico des sa importante substância garante. c) as t rocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas pelas super ícies e pelhadas e as trocas de calor por convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as pared es. como resposta. U. quando aquecida. que atinge densidade máxima à tempe atu a de 4 C. Dê. assinale o que or correto. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta     ¨  ¨   ¨   ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨  ¨ ¨     ¨  ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) à tempe atu a de solidificação da água. Ponta Grossa-PR Sobre o enômeno ísico da d ilatação térmica. b) as trocas de calo r com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido às super ícies espelhada as trocas de calor por radiação são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes. 107. b) ao elevado cal específico da água. 01. curva-se para o lado da lâmina de menor coe iciente de dilatação linear. U. Uma lâmina bimetálica. independ ente da p essão a que ela está submetida. A fo mação dessa camada de gelo na supe fície do lago. c) à g ande condutividade té mica do gelo. Um relógio de pêndulo atrasa quando so r e um aumento de temperatura.F. Considerando o coe iciente de dilatação térmica linea r do aço 11 x 10–6 ºC–1.Te mologia. esquemati camente.0 cm de largura à temperatura de 20ºC.

A pa ede inte na é espelhada em suas duas faces e ent e ela e a pa ede exte na existe uma egião com vácuo. e) As afi mativas I e III são ve dadei a s. e) dilatação apa ente. PUC-PR Sob e a dilatação té mica dos co pos. essas est utu as são ompidas e as moléculas se ap oximam umas das out as. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Ela é constituída po duas pa edes. é co eto afi ma : I. se o líquido estive com uma baixa tempe atu a. o fu o diminui. c) Somente a afi mativa III é ve dadei a.Te mologia. ocasionando edução no volume da substância. O aumento na densidade oco e inclusive na fase líquida. c) dilatação anômala. 111. po tanto. O aumento do comp imento de uma haste metálica é di etament e p opo cional ao seu comp imento inicial. A chapa é aqu ecida até uma tempe atu a de 50 C. o líquido não pe de calo pa a o ambiente at avés de adiação elet omagnética. toda e qual que p opagação de calo at avés dele. e a egião de vácuo evita a p opagação do calo at avés da condução e convecção. O texto acima explica o conceito de: a) calo especifico. 112. impedindo. de 0 a 4 C. b) As faces espelhadas da pa ede inte n a impedem totalmente a p opagação do calo po condução. Enquanto oco e o aquecimento. como most a a figu a. b) diminui continuamente. III. c) pe manece inalte ado. FURG-RS Uma chapa metálica te o ifício ci cula . d) capacidade té mica. II. d) As afi mativas II e III são ve dadei as. ela eflete o calo que chega po i adiação. 26 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . d) Devido à existência de vácuo ent des. b) Somente a afi mativa II é ve dadei a. a) Somente a afi mativa I é ve dadei a. b) evapo ação. e) Qual ue mate ial plástico é um isolante té mico pe feito. A água. Ao oco e a fusão. e) diminui e depois aumenta. semp e diminui de volume. d ) aumenta e depois diminui. 110. Como se explica o fato de que a tempe atu a de um fluído no inte io da ga afa mantém-se quase que inalte ad a du ante um longo pe íodo de tempo? a) A tempe atu a só pe manece á inalte ada. FURG-RS As moléculas da água no estado c istalino (gelo) se o ganizam em est utu as hexagonais com g andes espaços vazios. c) Como a pa ede inte na é duplam ente espelhada.109. ao se aqu ecida. o diâmet o do o ifício : a) aumenta continuamente. Uni io A figu a ao lado ep esenta um co te t ansve sal numa ga afa té mica he meticamente fechada. Quando uma chapa metálica com um fu o se dila ta. e está a uma tempe atu a de 10 C.

Te mologia. 23 28. c 3. b 44. a) Q = 2205J b) t (°C) 30 1 G A B A R IT O 36. b 37. d 31. b 17. V – V – F 54. b 24.6 • 105 J 50. 18 9.36 . a IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . a 8. a 10. c 51. a 6. d 23. 10 5 7. F – F – V – F – V 3. c 25. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ . b) 27°F 14. V – F – V – V 64. a 42. F – V – V – F 30.96 . 02 + 04 11. c 5. Quando a lâmina bimetálica é submetida a uma va iação de tempe atu a. b 43. d 32 a 33. b 53. e 2. 10 29. e 18.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . – V – F 57. A 7. 1) c 2) c 55. 5 vezes 47. a 27. a 15.73 58. a 20. e 39. e 60. 90g 38. a 35. 01 + 04 + 08 + 16 12. c 45. F – F – V 48. e 40. V – V – V – V – V 52. R$ 0. V – V – F – V 22. V – F – V – F – F 4. pois os metais não se dilata ão igualmente. c 56. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S Ã O D E C A L O R 1. a 59. pois o coefiente de dilatação do chumbo é dife ente do coeficiente de dilatação do b onze 49. 05 16. a 41. V – V – F – V – F 34. 92 62. 01 26. 70 X 13. e 21. b 19. se á fo cu va -se. 10 5 Q (J) 10 205 2205 Q (J) b) E = 4. 21 46. a) 15K. a) t (°C) 100 20 0 0 3. a) 1010N/m2 b) 20% de L0 61.

d 83. d 92. a 106. sim 85. b 67. d 105. V – F – V – F – V 69. a 112. 01 + 02 + 08 + 16 2. 29 107. c 98. b 77. b 84. b 80. c 104. e 91. F – F – V – F 87. d 82. 25 75. a 109. b) 10cal/ºC 93. a) 4/3T. d 86. a) 0. 28ºC 97. V – V – V – F – V – V 70. c 95. ∆m/m = 5 . 350h 66.1cal/gºC. 01 + 08 = 09 100. 11 102. a) 02 b) 04 c) 03 74.2 IMPRIMIR G A B A R IT O 65. d 90. c 76. c Voltar FÍSICA . d 89. 10–6 81. b 99. a 68. b 94. dilatação e transmissão de calor Avançar . b 88.Termologia. a 96. c 110. b) 2 103. 62 101. c 111. a 78. d 108. 24 79. a 73.

UEM S Analise as afirmações e assinale a alternativa correta: a) A toda força de ação sempre c orresponde uma força de reação. 1 2. U. 4. ( ) Em A. começa a aumentar.F. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . o que caracteriza uma transformação isovolumétrica. e) só pode estar em um determinado ponto da porção negativa desse eixo. e) densidade. m as a pressão vai aumentando. pois o volume do gás varia i versamente à pressão exercida sobre ele. d) U ma transformação gasosa na qual a pressão p e a temperatura T varia e o volume V é mantido constante é chamada transformação isobár ica. Santa Maria-RS O gráfico do comportamento do volume de um gás ideal. c) Convecção térmica. ( ) Na situação B. massa e calor. ocorre uma diminuição na média de colisões das moléculas de gás com as paredes da garraf . é es e o princípio da inércia. pressão e calor. d) densidade. massa e volume. Santa Maria-RS As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mo l de gás ideal são: a) calor. em função d a temperatura Celsius e à pressão constante. processo que consiste no transporte de energia térmica a través do deslocamento de camadas do material. densidade e pressão.F. 3. c) temperatura. julgue os itens. ( ) Em A. ( ) Os gases reais podem ser considerados gase s perfeitos sempre que submetidos a grandes temperaturas e baixas pressões. o volume permanece constante. b) deve coincidir com o ponto t = 0ºC. b) O trabalho realizado por uma força qualquer independe da trajetória.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1. A interseção do prolongamento des sa reta com o eixo das temperaturas: a) deve estar em um ponto qualquer da porção po sitiva desse eixo. ocorre nos fluídos (líquidos e gases). Sua temperatura. ( ) A equação pV = nRT descreve exatamente os c omportamentos dos gases em A e B. d) deve estar em um ponto qualquer da porção negativa desse eixo . mas de sentido oposto. e) A energia interna de uma dada quantidade de um gás perfeito não é função exclusiva de sua temperatura. comprimindo-o. é uma reta. Em relação ao com portamento dos gases. UFMT Considere as seguintes situações que ocorrem no laboratório de uma esco la: a) Uma garrafa bem arrolhada cheia de gás sulfídrico é tirada do armário e exposta a o Sol.Termodinâmica Avançar . b) temperatura. U. de mesma intensidade e direção. c) pode estar em qualque r ponto desse eixo. devido à diferença de densidade entre e las. trata-se de uma transformação isotérmica. pressão e volume. b) Um estudante despeja areia lent amente sobre o êmbolo de um cilindro que contém oxigênio. então.

elevação da tempe atura de um corpo.mol–1. pode ser 100%. a variação da energia interna sofrida por um gás é conseqüência do balanço energético entre as grandez s físicas: 01) quantidade de calor e trabalho. UFR-RJ Uma máquina térmi ca opera entre duas temperaturas. 8. é submetida á seguinte seqüência de transformações: I.0 — 105 Pa.atm. e) será máximo.73 kg de oxigênio. Considere desprezível a variação no volume da bola. T1 e T2. Ao final destes três processos. Pode-se afirmar que seu rendimento: a ) máximo. III. II. se operar em ciclo de carnot.0 • 10–3 m3.0 atm a uma temperatura de 300 K. d) 2. É aquecida a pressão con e até que sua temperatura atinja o valor 3T0. 02) a absorção de calor produz. UESC-BA O equivalente mecânico do calor. essa temperatura elevou-se par a 306 K. se operar em ciclos. o seu volume pode atingir 4. é no mínimo de a) 4 J. 10. b) pode ser maior que 100%. É comprimida a temperatura consta nte até que atinja a pressão inicial P0. refe re-se à relação entre as unidades de medida caloria e joule.46 kg de oxigênio. 04) volume e temperatura. b) 40 J.K–1) a) 13 kg de oxigênio. volume V0 e temp eratura T0.Termodinâmica Avançar . UESC-BA Num processo termodinâmico. 04) o calo r pode ser usado para produzir vapor. à temperatura ambiente. 03) o calor e a energia mecânica têm a mesma natureza. podemos afirm ar que o volume final do gás será igual a: a) V0 /9 d) 3V0 b) V0 /3 e) 9V0 c) V0 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . c) 400 J. É resfriada a volume constante até q ue a temperatura atinja o valor inicial T0. Calcule a pressão interna f inal da bola. d ) será máximo. calibrada para ter uma pressão de 2 . cheia. c) nunca será inferior a 80%. isto é. UER J Um equilibrista se apresenta sobre uma bola. existirão aproximada mente: (R = 0. U. 7. 9. realizado contra a pressão atmosférica.082 L. O trabalho realizado pelo ar para encher essa bexiga. Em 5000 litros de ar a 27ºC e 2 atmosferas de pressão. num lugar onde o seu valor é constante e vale 1. e) 5. e) 40000 J. FU RG-RS Uma certa quantidade de gás ideal. medido por James P Joule em 1843. necessariamente. 03) trabalho e pressão. Santa Úrsula-RJ O ar é uma mistura contendo aproximadamente 21% de oxigênio. d) 4000 J. Joule considerou que: 01) o aquecimento leva um sólido a dilatarse em todas as direções. 05) o calor é capaz de realizar trabalho mecân ico no interior de uma máquina térmica. 02) temperatura e quantidade de cal or. Vunes p Uma bexiga vazia tem volume desprezível. Para chegar à essa relação. inicialmente a pressão P0. 6. Após a apresentação.18J.5 kg de oxigênio. 11. 05) pressão e volume. b) 26 kg de oxigênio. 1cal = 4. c) 6.5.

( ) Sabendo que o cal or de combustão da gasolina é aproximadamente 11000 cal/g. Sobre este evento. ( ) a pressão p e o volume V irão variar de tal modo que o produto pV permanece constante. 13. ( ) A análise do texto per mite concluir que para a utilização segura do hidrogênio como substituto da gasolina é n ecessário condensá-lo. Dê. trocada entre ele e a vizinhança. ( ) a velocidade média das moléculas aumentará. é correto afirmar que o cal or de combustão do hidrogênio é inferior a 20000 cal/g. Atua lmente. 01. Católica-DF Leia o texto a seguir. U. as sinale o que for correto. 14. Salvador-BA Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. O cal or e o trabalho descrevem as transformações do sistema. Se o gás sofrer uma expansão rápida. ( ) Uma forma de condensar o hidrogênio seria manter sua temper atura constante e diminuir a pressão a que ele está submetido.. no entanto. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: V 01) 0 4) 2V 4 V 02) 05) 4V 3 03) V IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 16.Termodinâmica Avançar . Também produz mui ta energia. o hidrogênio já é usado para movimentar foguetes e ônibus espaciais (. ( ) sua energia in terna diminuirá. A solução de torná-lo líquido trouxe outra dificuldade. 0 4. 08. descreve o estado do sistem a. o aumento do volume do gás torna o trabalho nulo. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade. foi um dos desafios que a tecnologia precisou vencer para conseguir armazená-lo com segurança.. 02. em cujo interior se encontra um gás encerrado em equilíbrio. ( ) Tomando-se uma certa amost ra de hidrogênio nas condições normais de temperatura e pressão e iniciando-se um proces so de resfriamento isobárico para condensálo a 10 K a amostra ainda se encontra no e stado gasoso. ( ) a quantidade de calor.. As variáveis de estado (PVT) descrevem os estados de equilíbrio do sistema.12. que pode se deslocar livremente. quase três vezes mais do que a gasolina ou o gás natural. Se numa transformação. A fonte é inesgotável: ele é o elemento químico mais simples e mais abundante na natureza. a soma das alternativas correta s. exerc endo pressão P. só venc com muita pesquisa (o hidrogênio se liquefaz a 253 graus Celsius negativos). quando a temperatura T. o gás recebe uma quantidade de calor Q. Tanta energia. U.) De todas as possibilidades já imaginadas e testadas. isoladamente. No segundo momento. U. O gás contido no sistema é v eículo para a realização de trabalho. ( ) A análise do texto permite concluir que o hidrogênio não se mantém no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão. será des prezível. No segundo momento. (. a fonte alternativa de energia com mais chances de substituir a gasolina é o hidrogênio. 3 Com o auxílio do texto e considerando que as informações fornecidas referem-se à pressão n ormal (1 atm). como resposta. 15. Ponta Grossa-PR A figura ao lado mostra dois momentos de um cilindro me tálico dotado de um êmbolo.) Revista Veja .31 de março de 1999. O calor.E. UFGO Um gás ideal está encerrado em um cilindro provido de um êmbolo. analise as afirmações a seguir e escreva V para as verdadeiras ou F p ara as falsas..

Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ Sendo VA e VB os volumes co espondentes aos estados indicados. II. a temperatura passará a ser 60ºC. aproximadamente: a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% 17. pois a ene gia inte na diminui. denominada Lei da Conservação da Energia estabelece: “A energia do Universo é constante”. podemos afi ma que a azão VB / VA é: 1 a) d) 2 4 1 e) 4 b) 2 c) 1 ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . fazendo diminui a te mpe atu a. U. III e IV e) somente II e IV 4 GABARITO 19. É possível aquece um gás sem fo nece -lhe calo . Os pontos A e B indicam dois estados desta amo st a. É possível fo nece calo a um gás e este fica mais f io. Potiguar-RN O cilindro da figura ao lado é fechado por um êmbolo que pode des lizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser cons iderado como ideal. À temperatura de 30ºC. II e III d) somente I. Estão co etas: a) todas b) somente I e IV c) somente I. UFRS O diag ama abaixo ep esenta a p essão (p) em função da tempe atu a absoluta (T). Num sistema que ealiza um t abalho de 125 J. o t abalho é num e icamente igual à á ea co espondente num diag ama da tempe atu a pelo volume.16. o valor d e h variará de. O pe fume comp imido num sp a y esf ia quando expandido. a va iação de ene gia é igual a: a) – 125 J b) – 75 J c) – 50 J d) 75 J e) 200 18. abso vendo 75 J de calo . UFR-RJ A primeira Lei da Termodinâmica. U. III. Numa t ansfo mação qualque . IV. IMPRIMIR FÍSICA . pa a uma amost a de gás ideal. Alfenas-MG Conside e as p oposições abaixo: I. a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura: h se refere à superfície inferior do êmbolo). Se mant idas as demais características do sistema.

se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C.20. 04.5 e) 400 c) 207 IMPRIMIR FÍSICA . a p essão do gás não va ia e sua ene gia inte na aumenta. a tempe atu a do gás não va ia e não have á t oca de calo com o ambiente.6 d) 320 b) 70. Sof en do uma t ansfo mação isocó ica até que a p essão passe a se de 3. Dê. 16. Desse modo. PUC-RS Em elação a compo tamentos te modinâmicos de mate iais e substâncias. Assim. UFGO 5 O diag ama acima. b) o calo específico de uma substância é constante. a nova tem pe atu a do gás. ( ) tanto no t echo AD quanto no t echo DC. ( ) na expansão adiabática (t echo BC). da p essão em função do volume. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o e stado B. vale: a) 24. independentemente da fase em que ela se encont e. em C. 23. como esp osta.0 atmosfe as e tempe atu a de 47 C. most a as t ansfo mações te modinâmicas s f idas po n moles de um gás ideal. se o gás passa p o um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C e eto nando ao estado A pelo mesmo caminho. se o gás passa po um p ocesso te modinâmico pa tindo do estad o A. c) na comp essão adiabática de um gás. e) a ene gia inte na de um sistema depende da quantidade de pa tículas que ele possui. se o gás fo subm etido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado D. é co eto afi ma que: GABARITO 01. é co et o afi ma que: a) dois co pos de mesma massa semp e têm a mesma capacidade té mica. UFMS O g áfico abaixo ep esenta duas cu vas isoté micas elacionadas a um gás ideal contido em um ecipiente que pode va ia o seu volume. a sua ene gia inte na não va ia. a quantidade de calo t ocada com o ambiente é igual ao t abalho ealizado pelo gás. o gás abso ve calo . 02. passando pelos estados D e C e eto nando ao estado A. d) na t ansfo mação isovolumét ica de um gás. Unifo -CE Cinco mols de um gás pe feito ocupam um volume de 5m3 sob p essão de 2. nesse t echo.0 atmosfe as. ( ) o calo abso vido no t echo AB é igual ao t abalho ealizado pelo gás. o t a balho ealizado pelo gás é di etamente p opo cional a T0 – T1. a soma das afi mativas co etas. este ealiza t abalho. 08. ( ) as va iações de ene gia inte na do gás no s t echos ABC e ADC são dife entes. 21. sua ene gia inte na pe manece constante. 22.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o t abalho total ealizado pelo gás é nulo.

U. pode t ansfo ma em ... Selecione a alte nativa que p eenche co etamente as lacun as no pa ág afo abaixo. e sua ene gia inte na .. contém uma ce ta quantidade de gás à t mpe atu a absoluta T. a tempe atu a do gás . no estado final C.. é: d) TC = 3TA a) 2TC = 3TA b) TC = TA e) TC = 6TA c ) TC = 2TA 25. seu volume se á dob ado se sua tempe atu a aumenta pa a... em quilowatt.8 e) 800 28. a potência desenvolvida. ... ope ando em ciclo........F.... UFRS Um ecipiente he meticamente fechado.. Se o ecipiente fo me gulh ado em um tanque contendo um líquido à tempe atu a absoluta 2T.F....24........... a p essão do gás se á: 4P 5P a) d) 3 2 3P b) e) 3P 2 c) 2P 26... Mantendo-se a p essão constante. PUC-RS O Segundo P incípio da Te modinâmica pode se e nunciado da seguinte fo ma: “Nenhuma máquina té mica.. U...5 atmosfe as. Se a tempe atu a desse gás aumenta 100 K. a) calo – t abalho b) t abalho – calo c) fo ça – calo d) fo ça – impulso e) t abalho – impulso IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .... Unifo -CE A elação co eta ent e as tempe atu as absolutas TA.... Viçosa-MG Uma máquina té mica executa o ciclo esentado no g áfico seguinte: 6 Se a máquina executa 10 ciclos po segundo.. e TC.. a) diminui á – diminui á b) dim inui á – pe manece á constante c) pe manece á constante – aumenta á d) aumenta á – aumenta menta á – pe manece á constante 29.. na o dem em que elas apa ecem..... a ela fo necido”. todo o . UFSE Um ecipiente ígido contém gás pe feito à p essão P e tempe atu a 300 K. Viçosa-MG Um gás ideal encont a-se inicialmente a uma tem pe atu a de 150 C e a uma p essão de 1. no estado inicia l A. de pa edes ígidas e pe meáveis à passagem de calo ...Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨    ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ...... ap oximadamente: a) 75 C b ) 450 C c) 300 C d) 846 C e) 573 C 27. é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0.

Em seguida. Espe a-se um ce to tempo até que a água pa e de fe ve . como é p evisto pela segunda l ei da te modinâmica. em seu limite máximo. Ap esentou-lhes a seguinte situação: N um local ao nível do ma coloca-se um f asco de vid o ( esistente ao fogo) com água até a metade. à tempe atu a ambiente T0 (em kelvin). necessa iamente muda de fase. à p essão atmosfé ica. Analisando essas afi mativas pode-se conclui que: a) s omente I é co eta. duplica o volume inicial do gás. O p ofesso Rugoso fo mulou. de massa desp ezível. pois o esf iamento do f asco eduzi á a p essão em seu inte io pe mitindo. III. pois o p ocesso acima desc ito é isobá ico. Fuvest-SP Um gás. po que. O cilind o contém um pistão. a p essão do gás no cilind o deve á se: a) metade da p essão a mosfé ica b) igual à p essão atmosfé ica v0 c) duas vezes a p essão atmosfé ica d) t ês vez a p essão atmosfé ica e) quat o vezes a p essão atmosfé ica 32. ao invés disso. em p incípio. 31. I. a seguinte hipótese: “Se p ossegui mos com a expe iência. a água não fe ve á. se. d) e ada. PUC-RS Um gás contido em um cilind o com pistão. o que to n a impossível a edução da tempe atu a de ebulição da água. II. e) II e III são co etas. a água contida no mesmo não fe ve á. a água de dent o do f asco fe ve á” 7 GABARITO A hipótese do p ofesso Rugoso é: a) co eta. fazendo com qu e o pistão seja empu ado ao máximo e também com que a tempe atu a do gás atinja quat o vezes T0. que a água fe va a uma tempe atu a infe io a cem g aus centíg ados. mas.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . pois. UFRN P eocupado com a in clusão dos aspectos expe imentais da Física no p og ama do P ocesso Seletivo da UFRN . o f asco é eti ado da chama e tampado com uma olha que lhe pe mite fica com a boca pa a baixo sem que a água vaze. diminui de volume isote micamente. ao se comp imido adiabaticamen te. Na situação final. que pode move -se sem at ito e que pode até. b) e ada. então. IMPRIMIR FÍSICA . b) somente II é co eta. p ofesso Samuel Rugoso quis testa a capacidade de seus alunos de p eve os esultados de uma expe iência po ele imaginada. c) somente III é co eta. até a água fe ve . de ama mos água gelada. sob e o fogo. d) I e II são co etas. pois a ent opia do sistema fica á oscilando.30. ocupa um volume V0. contido em um cilind o. have á uma violação da lei de conse vação da ene g co eta. necessa iamente aquece. em p incípio. com o esf iamento do f asco. de amando água f e vendo sob e o f asco. Esse gás é aquecido.

F. Dado: Constante unive sal dos gases R = 8. GABARITO a) Calcule o t abalho ealizado pelo gás du ante este ciclo.5 atm. num g áfico p essão × volume . contida em um ecipiente de volume 2 l it os.3 J/mol. a) I e III são co etas. Mackenzie-SP Ce ta massa de gás pe feito. Essa massa gasosa é totalme nte t ansfe ida pa a out o ecipiente. tem tempe atu a de –73°C. Viçosa-MG O g áfico abaixo ep esenta um ciclo te modinâmico eve sível. O valo que mais se a p oxima do aumento de ene gia inte na da água é: a) 498 cal b) 2082 cal c) 498 J d) 3082 J e) 2424 J 34. O calo de vapo ização a essa p essão é de 539 cal/g.5 J de calo no sistema. de volume 1 lit o. 35. um ciclo de um gás ideal. b) I e II são co etas. ITA-SP Um centímet o cúbico de água passa a ocupa 1671 cm3 quando evapo ado à p essão de 1. Em u iclo completo ent ou 124. devemos eleva sua tempe atu a de: a) 50°C b) 10 0°C c) 200°C d) 250°C e) 300°C IMPRIMIR FÍSICA . c) II e III são co etas. U. analise as afi mativas abaixo e esponda de aco do com o código. (A → B → C → A). b) Calcule a azão ent e a mais alta e a mais baixa tempe atu a do gás (em Kelvin) du ante este ciclo. sob p essão de 38 cm de Hg. II.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . expe imentado po um mol de gás ideal. d) Apenas I é co eta. I.33. III. UFRJ A figu a ep esenta. A tempe atu a do sistema no ponto A é 300 K. Pa a que a p essão do gás nesse ecipiente seja de 1.K 8 De aco do com o g áfico. A va iação da ene gia inte na no ciclo completo (A Æ B Æ C Æ A) é nula. 36 .0 atm.

A p essão do gás ideal é dada po (po + mgh). pode-se afi ma : 01. na t ansfo mação isobá ica. 02. Pa te do calo cedido pela substância foi utili zada pa a aumenta a ene gia inte na do gás. como esposta.082 atm.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Fuvest-SP Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito. Um mol desse gás tem massa de. à alta p es são. As t ansfo mações que compõem o ciclo de Ca not são todas eve síveis. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . o volu me final do balão se ia ap oximadamente de: Constante dos gases R R = 8. o módulo da acele ação da g avidade local e h. é co eto afi ma : 01. A temp e atu a da substância é p opo cional à ene gia cinética média de t anslação das moléculas d deal. 9 Nestas condições. antes do contato com o bulbo. O gás ideal sof eu uma t ansfo mação is omét ica. Dê. g. A máquina té mica que ope a em ciclo de Ca not ap esenta á endimento máximo.3 J/(mol. e a q0 < qe.K ) ou R = 0. em equilíb io té mico com a substância cont ida num ese vató io adiabático. A tempe atu a da substânci a.98 m3 e) 0. Os gases ideais obedecem simultaneame nte à lei de Boyle-Ma iotte e às leis de GayLussac.1 m3 d) 0. o desní el ent e as supe fícies do me cú io. 04. à tempe atu a qe. se á usado exclusivamente pa a aumenta sua ene gia inte n a. Calo e t abalho podem se exp essos na mesma unidade de medida. ap oximadamente. 52 g. 08. e a meno do que a tempe atu a do gás. 02. O calo fo necido ao sistema . à p essão atmosfé ica e à tempe atu a de 300K.37. UFBA Com base n os conhecimentos da Te modinâmica. 16. 04.K) Patmosfé ica = 1 atm ≈ 1 x 105 Pa (1 Pa = 1 N/m2) 3 1 m = 1000 L a) 13 m3 b) 6.27 m3 39. m . 08. Se todo o conteúdo do bujão f osse utilizado pa a enche um balão. 16. a soma das alte nativas co etas. a massa específica do me cú io. UFBA A figu a abaixo ap esenta um bulbo contendo gás ideal. usando-se vapo de água como agente de t ansfo mação.2 m3 c) 3. 38. antes de en t a em contato com o ese vató io. A tempe atu a do bulbo.L/(mol. o qual é pa te integ ante do manômet o de me cú io de tubo abe to. Conside e po a p essão atmosfé ica.

Isso acontece po q ue há uma diminuição da ene gia inte na do fluido expelido devido ao t abalho ealizad o pela expansão do mesmo. Com base nessas info mações. a) adiabática b) isoté mica c) isovolumét ica d) isobá ica IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 4 etapa (D → A): comp essão isomét ica. ap oximadam ente. espectivamente. pode se levado a um estado final f po meio dos p ocessos I. II e III. é co eto afi ma que: a) WI < WII < WIII b) WI = WII = WIII c) WI = WIII > WII d) WI > WII > WIII 42. po tanto. a) c) b) d) 10 41.40. que essa expansão é. em tempe atu a ambiente. WII e WIII os módulos dos t abalhos ealizados pelo gás nos p ocessos I. que está à p essão a tmosfé ica. em um estado inicial i. 2 etapa (B → C): expansão iso 3 etapa (C → D): cont ação isobá ica. Quando se usa um de sodo ante do tipo ae ossol.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ . Ao se expelido pa a o meio exte no. Pode-se conclui . esse líquido passa apidamente pa a o estado gasoso. Assinale o a P xV (p essão ve sus volume) co espondente a esse ciclo. São quat o as etapas do ciclo de funcionamento d e uma máquina té mica: 1 etapa (A → B): expansão isobá ica. U. Potigua -RN Um dos amos da Física bastante consistente é a teo ia que t ata dos fenômenos do calo – Te modinâmica. UFMG Um gás ideal. o jato de fluido que sai do ecipiente está a uma temp e atu a meno que a do fluido que ficou dent o do ecipiente. ep esentados neste diag ama de p essão ve su s volume: Sejam WI. UFRN Num ecipiente de ae ossol. a alta p essão inte na mantém pa te do conteúdo no estado líqui do. I I e III.

obte emos: a) 1. Em uma t ansf o mação isoté mica o sistema não t oca calo com o meio exte no.0 .33 c) 1. aumenta linea mente com a tempe atu a. po que não ope a ent e uma nte quente e uma fonte f ia e em ciclos. até a tempe atu a T2. foi de: a) 1. Uma segunda máquina té mica ideal ope a ecebendo 600 J e libe ando 450 J. a soma das alte nativas co etas. ejeita pa a a fonte quente.0 . 32. O p ocesso é isobá ico. 104 b) 3. S emp e que um gás ecebe calo . 16. em joules.0 . 104 c) 4. Uma máquina té mica. O moto de combustão inte na de um automóvel não é uma máquina té mica. Nessas condições. 08. à tempe atu a T1.25 46.2 . Du ante o p ocesso. obtém um endimento de 100%. UFBA Um cilind o. a soma das alte nativas co etas.5 m2. como esposta. 02. 16. A velocid ade média das moléculas do gás é a mesma no início e no fim do p ocesso. 104 d) 9.75 e) 0. na fo m a de calo . como esposta. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 32. 44.00 d) 0. at avés de t abalho ealizado sob e ele. 105 45. lentamente. está sob a ação de p essão atmosfé ica constante e igual a 105 N/m2. Dê.0 .5 L. du ante o p ocesso. O gás ealiza t abalho de 50J sob e a vizinhança. e o t abalho ealizado pelo sistema. sua tempe atu a sof e um ac éscimo. 02.43. ope ando em sentido inve so. A fo ça exe cida pelo gá sob e o êmbolo vale 2 x 105 N. Unifo -CE Uma ce ta massa de gás pe feito sof e a t ansfo mação ABC ep esentada pelo g áfico p x V. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. Se dividi mos o end imento da segunda máquina pelo endimento da p imei a máquina. quando pa ssa a ocupa um volume de 3. eti a calo da fonte f ia e. contém um gás ideal que ocupa um volume de 3 L. 08. 104 e) 1. O gás é aquecido. O volume do gá . UFRS Uma máquina té mica ideal ope a ecebendo 450 J de uma fonte de calo e libe ando 300 J no ambiente.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . A va iação da ene gia inte na de um siste ma te modinâmico é dada pela dife ença ent e a ene gia t ocada com a vizinhança. a tempe atu a do sistema aumenta.50 b) 1. munido de um êmbolo móvel. Dê. 11 O t abalho ealizado na t ansfo mação ABC. isto é. Numa comp essão adiabá ica. isto é. ope ando segundo o Ciclo de Ca not. 04. Um ef ige ado funciona como uma máq uina té mica. A ene gia inte na do gás pe manece constante du ante o p ocesso. ou sob e o sistema. a supe fície exte na do êmbolo cuja á ea vale 0. 64. conve te todo o calo ecebido em t abalho. 04. pode-se afi ma : 01.

espectivamente. pode-se conclui : 01. a va iação da ene gia inte na do sistema é inve samente p opo cional ao t abalho. ( ) Calo flui espontaneamente de sistemas mais f ios pa a sistemas mais quentes. c) Em uma comp essão adiabática. o t abalho ealizado pelo gás é igual a 4 x 102J. UFBA Uma ce ta quantidade de gás ideal ealiza o ciclo ABCDA. ( ) Ca not idealizou um ciclo totalmente eve sível com o qual se obte ia o máximo endimento possível. a tempe atu a do gás aumenta. No pe cu so BC. Cefet-PR T ansfo mação gasosa adiabática é uma t ansfo mação em ue o gás passa de um estado a out o sem ecebe ou cede calo pa a o ambiente. assinale a afi mativa co eta: a) Numa t ansfo mação adiabática. se isola mos te micamente o sistema ou s e a t ansfo mação fo ealizada apidamente. FURG-RS Analise cada uma das s eguintes afi mativas elacionadas à segunda lei da te modinâmica e indique se são V (v e dadei a) ou F (falsa). Nessas condições. 04. 48. a p essão exe cida pelo gás se mantém constante. Utilizando-se esse ciclo em uma máquina. UFPB Um inve nto publica. num catálogo. A. No pe cu so CD. d) Em uma t ansfo mação adiabática. todas ope ando ent e fontes de calo . Nessa tabela. como esposta. Es sa t ansfo mação pode se obtida. Baseado nessas info mações. a soma das alte nativas co etas. Q ep esenta o calo que a máquina abso ve po ciclo e W. uma tabela ap esentada abaixo. MÁQUINA A B C Q 10kJ 12kJ 8kJ W 10kJ 6kJ 3kJ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 02. não é possível const ui apenas a(s) máquina(s): a) A d) A e B b) B e) B e C c) C 49. não há ealização de t abalho. efe ente a t ês máquinas té micas. às tempe atu as de 300 K e 500 K. e) Em qualque t ansfo mação a. o t abalho que ela ealiza po ciclo. a t ansfo mação de ene gia té mica em t abalho nunca se dá totalmente. Ao completa cada ci clo. b) Numa t ansfo mação adiabática o gás não se es ia nem esquenta. o t abalho ealizado é nulo. No pe cu so AB. oco e aumento da ene gia inte na.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ 47. há conve são de calo em t abalho. 50. ep esentado na figu a ao lado. 08. B e C. Quais são. Dê.12 De aco do com a Te modinâmica. ( ) Em uma máquina té mica. as indicações co etas? a) F – F – V d) V – F – V b) F – V – F e) V – V – F c) F – V – V IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . na p ática. 16. d e modo que o gás ealize quat o ciclos po segundo. a potência dessa máquina se á igual a 8 x 102 W.

a t ansfo mação BC sof ida pe lo gás é uma t ansfo mação isobá ica.Termodinâmica Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 53. a uma ce ta máquina té mica cujo endimento é de 0. a variação da energia interna do sistema é inversamente proporcional ao trabalho. d) Em uma transformação adiabática.51. 04. No diag ama. Cefet-PR Transfo rmação gasosa adiabática é uma transformação em que o gás passa de um estado a outro sem re er ou ceder calor para o ambiente. o t abalho total ealizado pelo gás no ciclo é dado p á ea do etângulo AP2P1D. assinale a alternativa correta: a) Numa transformação adiabática . Dê. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Ponta G ossa-PR O g áfico abaixo ep esenta uma sucessão de p ocessos quase estáticos. O p ocesso CD é uma comp essão isocó ica e obedece à Lei de Cha les. com potência constante de 200 cal/min. e ∆ U = 0.E. P ep esent a a p essão do gás e V. GABARITO 01. U. 02.15. Caxias do Sul-RS Uma massa de um gás ideal desc eve o ciclo ABCDA do diag ama. Unifo -CE Uma caldei a fo nece calo . O t abalho que a máquina ealiza e m 1. a soma das alternativas corretas.6 . 10 e) 1. Com espeito a esses p ocessos. O p ocesso DA é uma comp essão isoté mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte.5 . 10 Dado: 1 cal = 4. a pressão exercida pelo gás se mantém consta te.0 ho a de funcionamento. vale: d) 4.2 . a temperatura do gás aumenta. e) Em qualquer transformação adiabática. se isolarmos termicamente o sistema ou se a transformação for realizada rapidamente. expe imentados po uma dete minada massa gasosa.2 . O p ocesso ABCDA é denominado p ocesso cíclico.8 . 103 3 c) 7. como resposta. c) Em uma compressão adia ica. O p ocesso AB é uma expansão isobá ica e obedece à Lei de Cha les. é co eto afi ma que: 13 a) b) c) d) e) o t abalho ealizado pelo gás na t ansfo mação AB vale ze o. seu volume. 08. U. O p ocesso BC é uma expansão is té mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. Com base nessas info mações. não há realização de alho. assinale o que fo co eto. 54. a t ansfo mação CD sof ida pelo gás é uma t ansfo mação isovolum o t abalho ealizado pelo gás no ciclo é dado pela á ea do etângulo ABCD. na prática. 105 4 b) 1. em joule. Ba seado nessas informações. 16. b) Numa transformação adiabática o gás não se resfria nem esquenta.2 J 52. Essa transformação pode ser obtida. 103 a) 2.

o jovem utilizou uma quantidade de ene gia a mais do que se tiv esse apenas caminhado du ante todo o tempo. Consumo de O2 2 ( /min) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t(minuto) 14 Po te co ido. Em dado momento.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .55. Fuvest-SP Em uma caminhada. ap oximadamente. O g áfico ep esenta seu consumo de oxigênio em função do tempo. quant idade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias di etéticas”/minuto). um jovem consome 1 litro de O2 por minuto. o jovem passa a co e . voltando depois a caminh a . de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ d) 420 kJ e) 480 kJ IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

49. 35. 2 3. 9. 15. 47.5 b 0 1 + 04 + 16 = 21 b 01 + 02 + 08 = 11 c d a 01 + 08 + 32 = 41 a d 44 01 + 02 + 08 + 16 = 27 d c d c e 28 c c IMPRIMIR G A B A R IT O Volta FÍSICA . 3. 53. 54. 13. 39. d c V–F–V–F–V c 03 01 c 2. 34. 11. 5. 31. 37.10–7J.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ . b a c a a a a) 1. 4. 26. 55. 43.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1 1. 2. 22. 24.04atm d d c 26 F–V–V–F V–V–F–F–V 01 b c c 08 + 16 c e a e b d 29. 36. 21. 16. 52. 20. 19. 48. 32. 45. 18. 41. 10. 25. 38. 30. 33. b) 4. 8. 42. 12. 51. 27. 14. 17. 7. 40. 44. 28. 50. 6. 46.

to nando-se neut o o co po B. Sob e as afi mativas acima. Esse tipo de imp esso a utiliza pequenas gotas de tinta. Se um co po tem ca gas elét icas. 2. U. p eviamente elet izado. devido ao p incípio de conse vação das ca gas elét icas. d) ca egada positivamente. (O camp o elét ico unifo me está ep esentado po apenas uma linha de fo ça). ficando A e B com ca gas de sinais opostos. 05) po indução. atingindo. to nam-se elet iz ados com ca gas opostas. UFRN Uma das aplicações tecnológicas mode nas da elet ostática foi a invenção da imp ess a a jato de tinta. a) Apenas as afi mativas I. dois co pos neut os. de mate iais dife entes. III. IMPRIMIR FÍSICA . 04) po at ito. ficando A e B co m ca gas de mesmo sinal. Ao se em at itados. t o nando-se neut o o co po B. e) Apenas as afi mativas II. ca egada positivam ente e ca egada negativamente. b) neut a. d) Apenas as afi mati vas II. Pelos desvios so f idos. Tais choques são devidos ao fato de esta em os automóveis ele t icamente ca egados. c) Apenas as afi mativas I e IV são ve dadei as. inicialmente neut o. que podem se elet icamente neut as ou elet izadas positiva ou negativamente. 02) po contato. ficando A e B com ca gas de sinais opo stos. neut a e ca egada positivamente. II. neut a e ca egada n egativamente. o papel pa a fo ma as let as. Salvado -BA A elet ização de um co po A. Um exemplo disso é o fato de algumas vezes leva mos pequenos choques elét icos ao en costa mos em automóveis. Na elet ização po indução. Lond ina-PR Campos elet izados oco em natu almente no nosso cotidiano. então o núme o de ca g as elét icas negativas e positivas não é o mesmo. a pa ti de um co po B. a 2 e a 3 estão. essas gotas vão imp egna o papel. ca egada negativamente e neut a.E. V. pode oco e : 01) po at ito. Essas gotas são jogadas ent e as placas defleto as da imp esso a. assinale a alte nativa co eta.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. II e III são ve dadei as. IV e V são ve dadei as. U. III e V são ve dadei as . Após at avessa a egião ent e as placas. a pa ti do emisso . b) Apenas as afi mativas I. então está elet izado. Um co po neut o é aquele que não tem ca gas elét icas. con side e as afi mativas a segui : I. então. A figu a a segui most a t ês gotas de tinta. IV. é possível obte -se co pos elet izados com quantidades dife entes e ca gas.Elet ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . c) ca egada positivamente. IV e V são v e dadei as. 1 GABARITO 3. 03) po indução. espectivamente: a) ca egada negativamente. egião onde existe um c ampo elét ico unifo me E . Se um co po está elet izado. pode-se dize que a gota 1. que são lançadas pa a baixo. Sob e a natu eza dos co pos (elet izados ou neut os).

01. Com o auxílio do texto a cima. ( ) O p ocesso de elet ização po indução é o p incipal espon sável pelo su gimento do fenômeno desc ito no texto. é comum oco e o choque elét ico ao se toca a ca oce ia de um ca o ou a maçaneta de uma po ta em um local onde o piso é ecobe to po c a pete.10F b) F c) 5 F d) 10 F e) 100 F IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrostática ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UnB-DF Nos p e íodos de estiagem em B asília. sobre outra carga q2 = 20 µC . em média. 5. quando a dife ença de potencial elét ico ent e eles atinge.4. Q e q. Uma faísca elét ica oco e ent e dois c o pos isolados no a . 10 000 V.0 µC exerce fo . como esposta. 02. sendo sua variação dada por 2 1 2 e) permanecerá constante. abso vemos mais ca gas elét icas positivas po ind ução. esses funcionam como te a desca egando a elet icidade acumulada em nossos co pos. Centelhas ou faíscas elét icas de ce ca de um centímet o de comp imento saltam ent e os dedos das pessoas e esses objetos. ( ) O valo absoluto do potencial elét ico da ca oce ia de um ca o aumenta devido ao a mazenamento de ca gas elet ostáticas. sendo sua va iação dada po k Q q − r 2 1 2 GABARITO 1 1 b) diminuirá. ( ) Os choques elét icos efe i dos no texto são pe igosos po que são p ovenientes de ca gas estáticas que acumulam g ande quantidade de ene gia. ao toca mos o ca o ou o co i mão do ônibus. Unifo -CE Cons ide e o sistema constituído po duas ca gas elét icas. 7. sendo sua variação dada por k Q q r − r 2 1 1 1 c) aumentará iação dada por k Q q r 2 − r 2 2 1 1 1 d) diminuirá. ca egamo-nos negativamente po at ito. uma ve z que a umidade do a é mínima. na época da seca. ao sai mos de um ca o ou pega mos o co imão de um ônibus. na época da seca. julgue os itens que se seguem. 6. sendo 1 a distância ent e elas. 16. a ene gia potencia l do sistema: 1 1 a) aumenta á. uma vez que a umidade do a é mínima. 04. Ess e fenômeno se explica po que. a igidez dielét ica do a diminui. 08. sepa ados po uma distância de um centímet o. sintamos um pequeno choque na ponta dos dedos. Pode se concluir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força. ( ) O choque elét ico é sentido po uma pessoa devido à passagem de co ente elét ica pelo seu co po. a igidez dielét ica do a aumenta . Dê. Se aumenta mos essa distância pa a 2. UFMT Em Campo G ande. de mesmo sinal. é f eqüente que. de módulo F. Unifor CE Uma carga elétrica q1 = 2. de módulo: a) 0. a soma das afi mativas co etas. ( ) O a em uma egião onde exist e um campo elét ico unifo me de intensidade supe io a 10 000 V/cm é um péssimo condut o de elet icidade.

apr abaixo. é de: Nm 2 O meio é o vácuo (k0 = 9. devido a força de repulsão elétrica. A distância entre esse ponto do espaço e a carga.Eletrostática Avançar c) x d) x. então.4 m b) 3.2 m e) 5 m c) 3 m GABARITO 10. Uma esfera condutora oximada da esfera isolante. segundo a fi gura abaixo. Então são eletrizadas. de forma a ficarem sob ação da gravidade. k kmgx tan θ .1 09 ) C2 a) 2 m d) 0. UEMS Em um ponto do espaço uma carga de 6m C cria um campo elétrico de 6 .103 N/ C. UEMS Duas esferas metálicas de mesma massa m e mesmo raio r são presas a um ante paro horizontal. entre as alternativas e melhor representa a distribuição final de cargas nas duas b) c) 3 d) e) carga elétrica positiva. c descarregada é. o esquema qu esferas.8. a) 9. UFRS A superfície de uma esfera isolante é carregada com oncentrada em um dos seus hemisférios. por uma distância x. perman ecendo separadas. Assinale. Determine a expressão para a carga elétrica q: (Considere a constante e letrostática igual a k) IMPRIMIR a) x 2 mg tan θ 4 k tan θ 4 mg k x2 1/ 2 mg tan θ 1/ 2 b) e) tan θ kmg Voltar FÍSICA .

negativa. As esferas de cargas 1 e 3 têm valores algébricos igu ais. e a esfera de carga 3 é negativa e vale -140 µC. assinale o ue for correto. Qual o módulo da força elétrica ue um exerce sobre o outro. 16. Dê. Dado: Consta nte eletrostática do vácuo = 9. U. O tipo de e uilíbrio da esfera de carga 2 é in stável. d) 2. e seus módulos valem 1. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 10–7.0 cm. positiva. Se Q1 = 2. 10–7. c ) 2.0 . conforme fi gura abaixo.0 . as uais se encontram em e ui líbrio. 01. 2 e 3.0 . 04. como resposta. em coulombs. 02. positiva.0 . positiva.0 . UFPE Dois prótons de uma molécula de hid rogênio distam cerca de 1. 10–8. no vácuo. 10–8. negativa. vale: a) 2.E. então Q2. 12.0 . uando estão separadas por uma distância de 3. e a distância (d) ue as separa é 12 cm. a um a força. devido às uatro cargas. 10–6. 08. As esferas de car gas 1 e 3 são negativas. 10–2 N. 109 S. Ponta Grossa-PR O es uema abaixo representa três esferas pe uenas de carg as 1.I.11. e) 2. 10–8C.08 mC. no vácuo. –9 1 n (1 nano) = 10 . 4 Um elétron no centro desse uadrado ficaria submetido. com uma força de inten sidade 4. em unidades de 10–9 N? a) 13 d) 23 b) 18 e) 28 c) 20 13. ue está corretamente representada na alternativa: a) b) c) d) e) GABARITO 14. A resultante das forças ue atuam na esfera de carga 1 é nula. sendo 2 positiva e de valor 270 µC. a soma das alternativas corretas. 1 m (1 micro) = 10–6. 1 p (1 pico ) = 10–12 A partir destes dados.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . b) 2.0 . Observações: 1 m (1 mili) = 11–3. PUC-RS Quatro p e uenas cargas elétricas encontram-se fixas nos vértices de um uadrado. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem. sobre a mesma reta. A esfe ra de carga 1 é positiva e vale 400 µC.0 x 10–10 m.0 .

no ponto médio da reta ue une as cargas.5. embora sua carga total permaneça nula. inserida em uma região de campo elétrico u niforme de intensidade E. 16. no ponto médio ent re Q1 e Q2. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1. 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3. Considerando-se a constante eletros tática do meio igual a 9. 08. 02.15. relati vo ao infinito. Unicap-PE No vértices A e B do triângulo e uilátero da figura abaixo. no ponto C. UFGO Uma esfera metálica neutra de raio R. ( ) possui um potencial elétrico constante em sua superfície.109 N/C para d = 3 m. Q1 Q 2 + + Para isso.10–3C. 17. também positiva. ( ) O campo elétrico. ( ) é acelerada por uma força proporcional ao campo elétrico . Deseja-se colocar uma carga puntual .109Nm2C–2 e com base na informação. é 18000 volts. é nulo para d = 1 m. 04) O módulo do campo elétrico. em relação ao centro do condutor. um agente externo realizou um trabalho posit ivo. a soma das afirmativas corretas. am bas positivas e Q1 > Q2. F. UESC-BA 5 O gráfico representa o comportamento da intensidade da força elétrica. ( ) O potencial do ponto C. é igual a 9. são colocadas as cargas QA = 2µC e QB – 2µC. 05) O potencial elétrico. no ponto médio da reta ue une as carga s.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 18. O meio é o vácuo. ( ) Par a estabelecer a configuração da figura.103N para d = 2 m. é correto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as cargas tem natureza atrativa. 16. entre duas cargas pontuais idênticas. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . de modo ue ela fi ue em e uilíbrio. entre Q 1 e Q2 e mais próxima de Q2. a carga deve ser colocada: 01. inale verdadeiro (V) ou falso (F). s obre a reta ue passa pelas duas cargas. o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância. à direita de Q2. em função da dis tância. UFMT A figura abaixo mostra duas cargas puntuais Q1 e Q2. Dê. é nulo. entre Q1 e Q2 e mais próxima de Q1. ( ) possui em seu interior um campo elétrico constante de módulo igual a E. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. já ue as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) fica polarizada. 04. como resposta. d. mantidas fixas. ( ) No interior de um condutor em e uilíbrio eletrostático. à es uerda de Q1.

Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . c) curvas parabólicas com a carga no foco. b) O potencial elétrico no ponto O é diferente de zero. d) A força elétrica ue atuaria em uma carga . Voltar FÍSICA . Londrina-PR A figura abaixo mostra duas c argas elétricas + e . U. d) circunferênci as concêntricas. deslocando-se verticalmente para baixo. c) se torna nula a diferença de potencial entre as nuvens e a Terra por ue estão carregadas com cargas de sinais c ontrários. separadas pela distância 2a e simétricas em relação ao eixo x. devido ao acúmulo de cargas elétricas nas nuvens.F. 20. U. devido ao acumulo de cargas elétricas nas nuvens. partindo da carga. 6 Seus conhecimentos de eletricidade permitem-lhe afirmar ue ocorrem descargas elét ricas entre nuvens e a Terra uando: a) o ar se torna condutor por ue foi ultrap assado o valor de sua rigidez dielétrica. e) o valor do campo elétrico na região oscila fortemente.19. e) circunferências concêntric as. com a carga no centro. d) diminui o campo elétrico na região.colocada em B teria sentido para cima. rad iais. os raios são apresentados como manifestações da irritação dos deuses. assim como no humor de Luís Fernando Veríssimo.. b) semi-retas. devido à eletrização da superfície terres por indução. gerado por uma carga puntiforme ne gativa. É c rreto afirmar: IMPRIMIR GABARITO a) O campo elétrico no ponto O é nulo. radiais. 21. dirigindo-se para a carga. com a carga no centro e sentido anti-horário. são: a) semi-retas. UFSE As linhas de força de um campo elétrico.E. Pelotas-PR Na mitologia dos povos da antigüidade. e) Uma carga + colocada em B apresentará trajetória r etilínea. b) cresce muito a rigidez dielétrica do ar . e sentido horário. c) A força elétrica ue atuaria em uma carga + colocada em B teria direção verti cal com sentido para cima.

b) Apenas em II. 104 V/m. Pode-se. a uma certa distância do so lo. Os objetos são ocos. II e III. d) Apenas em II e III. então.8 . por um campo elétrico uniforme. numa região de campo elétrico uniforme. O ganho de energia cinética é. U nifor-CE Um condutor esférico. um elétron é acelerado por uma diferença de pote ncial de 220 volts. I II III 7 IMPRIMIR GABARITO Em uais desses objetos o campo elétrico é nulo em ual uer ponto da cavidade intern a? a) Apenas em I. c) Apenas em I e II. ( ) Suponha ue uma carga de p rova seja deslocada no sentido em ue a densidade das linhas de campo elétrico é cre scente. em e uilíbrio eletrostático. 24. U. 10–3 V/m. afirmar ue o módulo da razão entr e a carga e a massa da gota de óleo é igual ao módulo da razão entre o campo gravitacion al local e o campo elétrico. ( ) Uma gota de óleo eletricamente carregada é mantida em suspensão. Unicap-PE Na fig ura abaixo QA = 32µc e QB = 18µc [O meio é o vácuo] Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) .0 . no ponto C . 1 04 V/m. assim. é uma superfície e uipotencial. por onde flui uma corrente elétrica.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . c) fora do centro e tem módulo 9. é 6. portanto. está co ncentrada em seu centro. 10 N . e suas cavidades internas se acham vazi as. e) Em I. três objetos de formas geo métricas diferentes. em e uilíbrio eletrostático. de 220 joules. de raio 50 cm e uniformemente carregado com carga Q = 2. feitos de material bom condutor. b) o centro e tem módulo 1. ( ) O campo elétrico no centro de u ma esfera de alumínio uniformemente carregada. é nulo.0. d) fora do centro e tem módulo 1. ue se encontram em repouso. e) fora do centro e tem módulo 1. m2/C2.8 . é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. Voltar FÍSICA . UFRS A figura abaixo representa. no ponto C. a força coulombiana sentida por ela terá módulo crescente.0 m do centro da esfera. escreva V para as afirmativa s verdadeiras ou F para as afirmativas falsas. está em e uilíbrio elétrico no ar. em unidades coerentes. ( ) A carga de um condutor. 25. ( ) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA. ( ) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial el etrostática do sistema.22. é co nstante. ( ) Em um tubo de imagem de um televisor. Católica-DF A respeito da eletricidade estática. totalmente fechados.8 . o vetor campo elétrico aponta para: a) o centro e tem módulo 9.0 . ( ) O potencial elétrico. ( ) Toda super fície metálica. ( ) O potencial. A constante eletrostática do ar é k = 9. 23.0 µC. Num ponto situado a 1. 10–3 V/m. A superfície de cada um dos objetos está carregada com carga elétrica estática de me smo valor Q. em corte. 1010 V/m.3 x 104 v.

a uma distância d do centro da esfera maciça. a soma das alternativas corretas. em corte. como resposta. 16. porém uniformemente distribuída sobre sua su perfície.26. II. A figura (II) representa. uma casca esférica de ra io 2R. Qual dos gráficos E x r. 08. 8 Selecione a alternativa ue expressa corretamente a relação entre as intensidades de campo elétrico E1 e E2. um campo elétri co de intensidade E1. I. a) E2 = 4E1 d) E2 = E1 / 2 b) E2 = 2E1 e) E2 = E1 / 4 c) E2 = E1 27. uma esfera maciça de raio R. em corte. 04. UFMS Uma esfera metálica de raio R está eletrizada positivamente com uma carga Q. UFRS A figura (I) representa.Eletrostática Avançar ¢ . contendo carga elétrica Q. Essa distribuição de carga produz no ponto P2. Voltar FÍSICA . contendo a mesma carga elétrica Q. Essa distribuição de c arga produz no ponto P1. onde r é a distância de um ponto P ao centro da esf era. IMPRIMIR Dê. melhor representa o campo elétrico (E) dessa esfera? 01. um campo elétrico de intensidade E2. GABARITO 02. uniformemente distribuída em todo o seu volume. à mesma distância d do centro da casca esférica.

afastando-a e. um campo elétrico de intensidade E e um potencial elétrico V. 31. após os contatos. e) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é dobrado. 9 GABARITO 01. Nessas condições. colocando a 3 em contato com a 2. V Considerando-se a carga Q em repouso. Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezíve l. 32. 08. é correto afi rmar: 01. eletrizada com carga Q . 32. U. o sistema se neutralizará. conforme a fig ura. de raios R. afastando-as e. a) O potencial elétrico resultante no local da carga de prova é nulo.28. b) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. no ponto P. uma carga de prova . No ponto P. Colocamos no ponto médio. 3 02. Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 03) a constante eletrostática do meio. o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. a soma das alternativas corretas. As esfe ras 1 e 2 estão neutras. Salvador-BA Uma carga Q. como resposta. Nessas condições. a carga elétrica da esfera 1. em seguid a. e a 3. No ponto P. num ponto P à sua vol ta. no ponto P.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ .E. 04) a intensidade da força elétrica entre Q e uma carga de prova colocada em P. a força resultante sobre e la será nula. 29. 16. As três esferas apresentam a mesma capacidad e eletrostática. 02. 05) o trabalho da força elétrica para manter Q na posição considerada. no ponto P. puntiforme e positiva. positivas. O módulo do vetor campo elétrico. duas esferas idênticas. a razão fornecerá: E 01) o valor de Q. é igual a zero. Cefet-PR Doi s objetos com cargas iguais. sob ação de forças externas. Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1. Dê. a soma das alternat ivas corretas. S e colocarmos uma outra esfera com carga + . Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera co m carga + . o potencial elétri co resultante é nulo. Se for colocada uma outra carga + . sua capacidade eletro stática duplicará. esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se a vizinharão a ela. assinale o ue for correto. 16. c) A força eletrostática resulta nte sobre a carga de prova é dobrada. o potencial de Q e uilíbrio entre elas será igual a C + C . ue une os dois objetos carregados. estão separados por uma distância d ual uer . A energia potencial do sistema formado pelas duas esfera s eletrizadas é inversamente proporcional ao uadrado da distância entre elas. 04. 2 e 3 . colocando-a Q em contato com a 2. cria. 02) a distância entre P e Q. sendo P o ponto médio entre elas. o campo elétrico resultante é nulo. no interior da esfera 3. Colocando-se a esfera 1 em contato com a 3. 04. eletrizadas. Maringá-PR Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em r epouso. 30. sendo C1 e C3 as capa cidades eletrostáticas 1 3 das esferas 1 e 3. UFBA Três esferas metálicas idênticas. U. encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K0). 08. 1. em seguida. d) A energia potencial eletrostática resultant e sobre a carga de prova é nula. Dê. como resposta. s erá igual a .

109 unidades MKS).32. como respos ta. é nulo num determinado ponto. Dê.103N/C. Quando gerad o por várias cargas elétricas puntiformes. em função da distância aos pontos do campo. 33. como r esposta. é diferente de zero. U. 08. tem valor de 27. 04. UEMS O gráfico representa o potenci al produzido por uma carga elétrica puntiforme no vácuo. a soma das alternativas corretas. Ponta Grossa-PR Sobre o campo elétrico gerado por uma carga elétrica. 04. 10 01. 10–7 C 4 . 10–8 C 2 . 10–6 C 1 . E1 e E2 determinam o vetor campo elétrico resultante. U. confo rme mostra a figura abaixo. Ponta Grossa-PR Duas cargas elétric as de mesmo valor e de sinais contrários criam um campo elétrico E no ponto O. 01.E.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . O vetor campo elétrico resultante é nulo. No interior de um condutor esférico em e uilíbrio eletrostático. Os vetores campo elétrico E2 e E4 se anulam. a 4 m de distância de uma carga geradora ue mede 48 mC. Os vetores campo elétrico E1 e E3 se a nulam. Num ponto situ ado no vácuo (K = 9. 10–8 C 3 . 34. 16. E4 é o vetor campo elétrico resultante.E. Com relação aos vetores desse campo elétrico. a soma das alternativas corretas. Dê. 16. 02. O valor da carga é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 2 . assinale o ue for correto. É uma grandeza escalar. Pode ser medido em Volt por metro. assin ale o ue for correto. 08. 10–6 C Voltar FÍSICA . 02.

voltada para a Terra. a carga máxima ue podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é 10 microco ulombs. mesmo com um a uecedor de 500 W.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . com um a uecedor de 200 W havendo troca de água no inverno. a temperatura da água pode ser mantida em 20ºC. a carga ue podemos transferir a um corp o condutor pontiagudo é menor ue a carga ue podemos transferir para uma esfera c ondutora ue tenha o mesmo volume. é de 200 V. ( ) Este campo elétrico induzirá cargas elétricas em uma nuvem. ao longo de um ano. UFSC A garota possui um a uário de 60L. é corre to afirmar ue: Dado: 1 cal = 4J 01.5ºC p or hora. 08. 04. ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1. ut iliza um a uecedor com termostato. Para mantê-los na temperatura ideal de 23ºC. um a uecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora. 11 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Numa região pontiaguda de u m condutor. O potencial elétrico. en uanto ue ânions tendem a mover-se para a superfície t errestre. no interior de um condutor eletrizado em e uilíbrio eletrostático. é nulo. a soma das alternativas corretas. Tendo observado o funcionamento desse tipo de a uário. 64. 37. Sabendo-se ue alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperatur as inferiores a 23ºC e ue na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8ºC. seja carregada positivame nte. fazendo com ue o exc esso de carga se localize na superfície do condutor. 02. 08. é nulo. Uma pessoa dentro de um c arro está protegida de raios e descargas elétricas. por is so a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do ue na s proximidades de regiões mais planas. é 200 µJ. Dê. 16. ( ) Cátions existentes na atmosfera te ndem a mover-se para cima. UF PR Um físico realiza experimentos na atmosfera terrestre e conclui ue há um campo e létrico vertical e orientado para a superfície da Terra. muito sensíveis a baixas temperaturas. ( ) A diferença de potencial elétrico. 16. fazendo com ue a parte inferior desta. com um a uecedor de 60 W ligado constantem ente. a potência mínima do a uecedor deverá ser 100 W. no int erior de um condutor eletrizado. como resposta. Consi derando ue para uma pe uena região da superfície terrestre o campo elétrico é uniforme. situado 2 m abaixo de A. distantes 2 m entre si e situados a uma mesma a ltitude. com peixes tropicais de água doce. no interior de um con dutor carregado. 36. caso não houvesse troca de água. Como a rigidez dielétrica do ar é 3 x 106 N /C. A e C. ( ) O trabalho realizado pela força elétrica para deslocar uma carga elétric a de 1µC entre dois pontos. entre um ponto A e um ponto B. Devido ao poder das pontas. O campo elétrico. é sempre diferente de zero. como resposta. por ue uma estrutura metálica blin da o seu interior contra efeitos elétricos externos. com carga elétrica negativa em excesso. 02. há uma concentração de cargas elétricas maior do ue numa região plana. UFSC Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. 04. O campo elétrico.35. alguns peixes morreriam se a a uarista prec isasse trocar a água no inverno. desde ue ela não seja trocada. na atmosfera. alguns peixes morrerão. com módulo E = 100 N/C. 32. Dê. é correto afirmar: ( ) A Terra é um corpo eletrizado. desde ue não haja troca de água. a so ma das alternativas corretas.

35. 36. 16. 10. 7. 31. 2.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 6. 4. 17. 23. a c V–F–V–V–F d V–V–F–F–F e c 08 02 02 + 04 + 08 + 32 = 46 03 01 a 45 V–V–F–F–V 19 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 12. 34. 14. 32. 13. 21. 19. 18. 26. 8. 15. 3. 24. 11. 33. 22. b 03 c 01 + 0 8 + 16 V–F–F–F–V b b e c d d d c 15 16 F–V–V–F 03 F–F–V–F–F a 20.Eletrostática Avançar . 37. 2 30. 25. 5. 9.

os obse vado es podem v e o eclipse pa cial do Sol. como está indicado na figu a ao lado. Dê. mas esse não foi um dia normal (…) Durante o eclipse. ( ) Os eclipses são explicados geomet icamente pelo p incípio de p opagação etilín ea da luz. a som a das alternativas corretas.F ÍS IC A R E F L E X à O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1. Em ual uer dia normal. 2. 3. (02) a luz tem uma natureza de partícula. p. a soma das alte nativas co etas. no vácuo. (16) a velocidade da luz. (04) a velocidade da luz é u ma constante independente do meio em ue se propaga. Faltavam 15 minutos para as 10 h. no Paraná. como esposta. o sol da primavera já estaria brilhando bem acim a do horizonte. ( ) A Lua se coloca ent e o Sol e a Te a. UFMS A respeito da natureza da luz. (04) se a supe fície em que o feixe de luz da lante na inc ide não fosse totalmente polida. podemos ve os co pos sem luz p óp ia quando iluminados. ( ) O tempo estimado de du ação do eclipse é de quat o mi nutos. (16) devido ao fenômeno de ef ação da luz. o obse vado pode ia ve a luz da lante na de qua lque ponto. IMPRIMIR FÍSICA . n o vácuo. é correto afirmar ue (01) a luz é uma onda e letromagnética. (08) uma vez que a supe fície em que o feixe de luz da lante na incide é totalmente polida. p ojetan do sua somb a na Lua. Outub o. cada aio de luz incidente e efletido e a sua espectiva no mal à supe fíci e estão contidos em um mesmo plano. Sendo que o ângulo d e incidência desse feixe com a no mal ao espelho é î. localizado no mesmo lado da supe fície em que o feixe de luz incide. Ano 8. passando pelo ponto O e no mesmo plano fo mado pelo aio inî cidente e a no mal N. (08) a velocidade da luz. como resposta. (Revista Supe inte essante. 46) GABARITO Em elação ao fenômeno físico desc ito no texto.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¢   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Dê. O N (02) o ângulo que o feixe de luz efletido fo ma com o espelho é igual a î. so bre a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul”. 1994. é a mesma em todos os sistemas de referência inerciais. impedindo que a luz atinja uma pa te da supe fície te est e. com 200 km de diâmetro progrediu a 3000 km por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul. UFMT 1 “O último eclipse total do sol neste século para o hemisfério sul aconteceu na manhã de 3 de novembro de 1994. na cidade de Foz do Iguaçu. é co eto afi ma que (01) um obse vado só ve á a luz da lante na se estive posicionado sob e uma eta fazendo um ângu lo igual a î com elação à no mal N. Entrou no Brasil por Foz do Iguaçu e saiu para o Oceano Atlântico. n 10. a gigantesca s ombra. ( ) No t echo onde passa a somb a. ( ) A Te a se coloca ent e a Lua e o Sol. UFMS Uma lante na emite um feixe de luz cilínd ico que incide em um espelho plano no ponto O. estabelece um limite superior de velocidade. julgue as afi mações como ve dadei as ou f lsas.

6. II. d) 72°. 03) o desvio de um aio luminoso ao at avessa a supe fície de sepa ação ent e dois meios t anspa entes. conside e as p oposições: I. II. então. III. o tamanho da sua imagem não se alte a. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. 05) a natu eza polic omática da l uz b anca. ab i as duas e coloquei a cabeça ent e elas. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. mais p óxima do espelho e maio que o obje to. Conside e as afi mações abaixo. sabendo-se que a distânci a da Te a ao Sol é de 150 x 108 km e que o aio do Sol é 0. UESC-BA A imagem de um objeto eal vista po eflexão em um espelho plano é 01) eal. caso as obse vações fossem ealmente feitas. A imagem de um objeto ea l é semp e vi tual. pa a tenta obse v a a minha o elha. 8. em s entido anti-ho á io. O balão é pequeno demais: o estudante continua ia a ve di etamente p a tes do Sol. A lfenas-MG O a má io do banhei o de minha casa. b) 45°. e) somente I e III.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Pe cebi. possui duas po tas espelhadas as qu ais têm as dob adiças no mesmo luga . em elação aos possíveis esultados dessa p oposta. c) somente III. Salvado -BA Utilizando-se o disco de Newton é possível comp ova expe imentalm ente 01) os p incípios de eve sibilidade e de independência dos aios de luz. Como uma gi a em sentido ho á io e a out a. A(s) p osição(ões) co eta(s) é(são): a) somente I. e) 90°. a i magem também se afasta d do objeto. 04) a eflexão total a pa ti de um diopt o plano. como se fosse noite.4. uma fo ma de simula eclipses. Alfenas-MG A espeito dos espelhos planos. quand o o cent o do Sol e o cent o do balão estivessem ve ticalmente colocados sob e ele . U. U. III. I. 03) vi tual. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . U. Fuvest-SP Em agosto de 1999. p otegendo devidamente sua vista. Fa ia as obse vações. Está co eto apenas o que se afi ma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III 2 5. o ângulo ent e as duas po tas é igual a a) 30°. 7. Quando uma pessoa se ap oxima de um espel ho. Nest a situação. 02) vi tual. eqüidistante do espelho e meno que o objeto. O céu fica ia escu o pa a o estudante. d) somente I e II. oco eu o último eclipse sola total do século. Pensou em usa um balão esfé ico e opaco. de 40 m de diâmet o. ap oximadam ente. 02) o aumento linea t ansve sal p oduzido po um espelho esfé ico. b) somente II. 05) vi tual.75 x 106 km. num dia de céu cla o. Quando o objeto se afasta de uma distância d do espelho. O balão oculta ia todo o Sol: o estudante não ve ia di etamente nenhuma pa te do Sol. c) 60°. então. que 5 imagens de meu osto fo am fo madas. mais p óxima do espelho e meno que o objeto. Um e studante imaginou. que oculta ia o Sol quando segu o po uma co da a uma altu a de 200 m. 04) eal.

Ma ingá-PR Um objeto de 5. Sob e isto. um espelho convexo de distânci P foc l 1 m no lto d port . 16) Se o objeto fo colocado no cent o de cu vatu a do espelho côncavo. 08) A imagem do objeto se á inve tida. 08) A imagem somente pode á se obse vada se ela estive fo a do c ampo visual do espelho. conve gem em um ponto F. 32) A imagem do objeto situa-se a 15 cm do vé tice do espelho. ( ) Um luno n esteir e o professor se vêem t r vés do espelho convexo por c us do princípio de prop g ção retilíne d luz. 02) Raios de luz pa alelos e p óximos ao eixo p incipal do espelho côncav o. ( ) O professor P e stá de frente p r o espelho com o luno A à su direit . Utiliz ndo-se de um lente esféric biconvex e coloc ndo c beç do p lito de fósforo no foco d lente. Coloque V p r firm ções verd deir s e F p r s f ls s. inver. ( ) O lun o n esteir está 4 m do espelho convexo sobre seu eixo. 11. im gem rot cion rá de 2α no mesmo sentido. e a distância ent e a imagem e o espelho é o dob o da distância do objeto ao espelho. entre o foco V C F e o vértice. denominado foco p incipal do espel ho. Espelho cônc vo ( ) Um estud nte pretende cender um p lito de fósforo v lendo-se do c lor c pt do dos r ios sol res. de distância focal 10. assinale o que fo co eto: 01) A imagem obtida é di eita. 1 0.00 cm de altu a é colocado 30 cm à f ente de um esp elho côncavo. A im gem do luno A t mbém e stá à direit d im gem do professor. en qu nto im gens virtu is são sempre direit s. Ponta G ossa-PR Conside ando a situação em que um objeto é colocado em f ente a um espelho plano. E. ele deverá conseguir cendêlo.9. U. E. ao se efleti em. assinale o que fo co eto: 01 ) A distância focal de um espelho esfé ico côncavo é igual à metade do aio de cu vatu a d o espelho. Um vel ces é c oloc d em frente o espelho. 12. 04) Ao dob a -se a distância do objeto ao espelho côncavo.(x) tid e de t m nho m ior que o d vel .C tólic -GO Foco ( ) Considere um espelho esférico cônc vo. por volt do meio-di . Isto v le p r qu lquer tipo de espel ho. UFGO A figur seguir é um esquem de um s l de ginástic c om dois espelhos C F esteir pl nos que ocup m p rede tod e são perpendicul res A B D E entre si. U. tendo 2. U.Reflexão luminos – espelhos ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ . Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. Dê como respost som d s lter n tiv s corret s. 02 ) Se um novo espelho fo conjugado ao espelho. ( ) As 7 pesso s n s l de ginástic form m 21 im gens nos dois espelhos pl nos. a imagem sof e á um deslocamento igual ao dob o do deslocame nto do espelho. 04) Se o espelho fo deslocado pa al elamente à posição inicial. Há. A im gem form d será virtu l. Então su im gem está 80 cm dentro do espelho.0 cm. a i magem se á do mesmo tamanho e se localiza á no foco. ( ) Im gens re is são sempre invertid s em rel ção o objeto. o núme o de imagens fo madas depend e á do ângulo que os espelhos fize em ent e si. t mbém. 16) Se o espelho fo otacionado de um ângulo α em rel ção à posiçã nici l. a distância da sua imag em ao espelho também dob a. 3 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .5 cm de a ltu a.

Consider ndo os objetos A. O espelho pl no está disposto perpendicul rmente o eixo princip l do côn c vo.0 m e) 4. B e D coloc do s nos pontos indic dos n figur .C tólic -DF Você desej f zer um espelho p r limpez de pele que forneç um im gem direit e qu tro vezes m ior. UFSE Um observ dor se encontr 50 cm de um espelho pl no coloc do vertic l mente.0 cm. perpendicul rmente o eixo p rincip l de um espelho esférico cônc vo de r io de curv tur 60 cm. respectiv mente. de 50 cm c d . trás o espelho de mão e 1. UFMT A figur b ixo represent um espelho cônc vo.0 m d) 3.50 m d) 2. (16) D se form entre F e V.5 b) 50 e 2. U. refletem-se t mbém no espelho pl no e torn m-se convergentes num ponto do eixo princip l dis8 cm t nte 8 cm do espelho pl no. A distânci do espelho té um ntep ro onde se pode c pt r im gem nítid do objeto e o t m nho d im gem são. onde A C é o centro de curv tur .4 d) 75 e 3.80 m b) 1. A stá im gem do prendedor? ) 1. como mostr figur . su im gem se f st rá dele ) 0. em cm. em seguid .0 e) 150 e 6. El está di nte de um es de su c beç . Unifor-CE Dispõe-se um objeto. (04) B se form à esquerd de C. (32) D se form à direit d e V. B C F D V 14. é correto firm r que im gem de (01) A se form à esquerd de C.50 m b) 1. Se o observ dor se f st r do espelho d ndo dois p ssos p r trás.10 m e) 2.13. F é o foco e V é o vértice do espelho. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . (08 ) B se form entre C e F.0 m c) 2. como respost . UFRJ Um espelho cônc vo de 50 cm de r io e um pequeno espelho pl no estão frente frente. (02) A se form entre C e F.0 GABARITO 18. qu ndo su distânci té o espelho for de 30 cm.40 m ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . R ios luminosos p r leV los o eixo princip l são refletidos pelo espelho cônc vo.20 m do espelho gr nde. O prendedor está 30 cm d que distânci trás do espelho gr nde e c) 1. Dê. ) 38 e 1. de t m nho 2. à distânci de 50 cm do espelho.0 c) 60 e 2.0 m 16. P r isso deverá utiliz r um espelho cônc vo com r io de ) 120 cm b) 80 cm c) 160 c m d) 4.0 cm e) 30 cm 4 15.20 m de c v lo. som d s ltern tiv s corret s. PUC-RJ Um menin us um prendedor de r bo pelho gr nde e segur um espelho de mão.Reflexão luminos – espelhos ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 17. C lcule distânci do espelho pl no o vértice V do espelho cônc vo.

é: A B C D IMPRIMIR E 45° ) A b) B c) C ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . A flech que melhor represen t direção p r qu l el deve dirigir seu olh r. b) I e II somente. d) será gir d de um ângulo α. U m pesso observ -se no espelho. conforme figur .V 19. c) será gir d de um ângul o 2α. UFRS A figur b ixo represent um r io luminoso R R incidindo obliqu ment e sobre um espelho pl no que se encontr n posição horizont l E. e) será gir d de um ângulo 2α. podese f irm r que direção do r io refletido: ) t mbém não será lter d . form m entre si um ângulo Â. No ponto de incidênc i O. Fuvest-SP Um espelho pl no. m ntendo se u olh r n direção horizont l. em posição inclin d . Fuvest-SP Dois espelhos pl nos. loc liz -se no foco do espelho. A im gem de um objeto re l refletid em um espelho pl no é sempre vir tu l. d) II e III somente . II. então. fim de ver os s p tos que está c lç ndo. form d por um espelho cônc vo. É (são) corret (s) (s) f irm ção(ões): ) I somente. III. com respeito à vertic l V. proxim ndo-se d vertic l V. Um pesso observ -se tr vés do espelho inclin do. e os r ios retornem pel mesm tr jetóri que incidir m. A im gem do Sol. b) será gir d de um ângulo α. II e III. f st ndo-se d vertic l V. pois c d ponto im gem é vértice de um pincel divergente. 21. ele conclui que o espelho só pode ser cônc vo. e) I. o espelho de um ângulo α (em torno de um E O eixo que p ss pelo ponto O) p r posição E’. Não send o lter d direção do r io luminoso incidente R com respeito à vertic l V. Gir -se. Qu ndo um in divíduo encontr -se em frente um determin do espelho e not que su im gem é direi t e reduzid . sendo um deles m ntido n horizont l. é necessário que o ângulo  sej de Å GABARITO ) 15° b) 30° c) 45° d) 60° e) 75° 22. Cefet-PR Com rel ção o estudo dos espelhos pl nos e esféricos são feit s s firm ções seguir: I. pós reflexões nos dois espelhos (com p en s um reflexão no espelho horizont l). form um ângulo de 45° com o chão. foi tr ç d vertic l V. proxim ndo-se d vertic l V. f st ndo-se d verti c l V. conE’ forme indic figur . c) I e III somente. 5 20. P r que el vej im gem de seus olhos.

Reflexão luminos ¡ ¡ ¡ – espelhos .d) D e) E Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .

conforme represent do no esquem b ixo. o fenômeno d refr ção regul r d luz. U. Ponta G o ssa-PR Sob e o espelho esfé ico com foco eal. meno e di eita.0 cm de ltu r um distânci de 8. virtu is e direit s. ma que a alte nativa co eta sob e o espelho utiliza do e sob e a distância do dente ao espelho: a) b) c) d) e) É plano e a distância é meno que a distância focal. im gens sempre simétric s. em direção o espelho E2. É convexo e a distância é meno que a distância focal onvexo e a distância é maio que a distância focal. 16) Quando apontado na di eção do Sol. 6 ( ) O f to de N rciso observ r su própri im gem n superfície do l go deve-se. conjug d pelo espelho E1. tent ndo br ç r su im gem. Salvado -BA A ca acte ística da imagem do objeto eal. que amplifica a imagem. maio e inve tida. pri ncip lmente. 05) vi tual. utiliza dois inst umentos básicos: um pequeno espelho. se p ixonou por su própri im Su p ixão foi t nt que ele morreu fog do te. produzem im gens sempre virtu is. U. i m gem form d terá 4. em módulo. v lem. ( ) Espelhos convex os. ap esent a um ponto b ilhante sob e a egião do foco. e O’2. 27. Vunesp Um r p z entr num l nchonete. se desloc m. É côncavo e tância é maio que a distância focal. Utilizando seus conceitos sob e o compo t amento e a natu eza da luz. vários tipos de espelhos estão à vend p os sobre espelhos. com que su s im gens O’1. maio e di eita. co njug d pelo espelho E2. Atu lmen r diversos fins. e uma espátula. ) v1 = 0 m/s e v2 = 1 m/s. É côncavo e a distância é meno que a distância focal. que é perpend icul r o Im gem em rel ã primeiro.23.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ 24. ( ) Ao coloc rmos um lápis de 2. menores e invertid s em rel ção um objeto re l. p r lel mente o espelho E1. como os utiliz dos em elev dores. 04) As bolas metalizadas que são usadas em o namentações de Natal têm as mesmas p op iedades desse tipo de espelho. 25. gem refletid n superfície de um l go. 04) vi tual. IMPRIMIR FÍSICA . GABARITO 26. com ampliação i gual a 2. de objetos re is. “José So iso”. em rel ção o próprio r p z. b) v1 = 0 m/s e v2 = 2 m/s. 03) vi tual. Dê como esposta a soma das alte nativa s co etas. 02) eal. I. meno e di eita. ( ) Espelhos pl nos produzem. assinale o que fo co eto: 01) A i magem eal de um objeto colocado sob e seu cent o de cu vatu a é eal. E. que tem espelhos pl nos fix dos Im ge m em em tod extensão d s su s p redes e r p z v = 1 m/ rel ã 2 c minh com vel ocid de de 1 m/s. pa a exam na melho os dentes de João.0 cm do vértice de um espelho cônc vo. é 01) eal.0 cm de r io. As velocid des v1 e v2. O D . Us ndo seus conheciment deiros ou f lsos: ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ . de 30 cm de aio de cu vatu a. julgue os itens como verd ntig que um jovem ch m do N rciso. situado a 10 cm do vé tice do espelho côncavo. 08) Pode se utilizado como espelho et oviso em automóveis.C tólic -DF O senhor “João Boc Abert ” compa e ceu ao consultó io odontológico pa a sua evisão semest al. de 16. respectiv me nte.0 cm de ltur . c) v1 = 1 m/s e v2 = 1 m/s.Superior de Br síli -DF Diz um lend muito belo. do mesm o tamanho do objeto e di eita. 02) Não p oduz imagem vi tual a pa ti de um objeto eal coloca do sob e seu eixo p incipal.E. U. d) v1 = 1 m/s e v2 = 2 m/s. e) v1 = 2 m/s e v2 = 2 m/s.

A pa ti destas info mações. A e lação ent e os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. pa a um ecepto localizado no foco da antena. e stá co eto afi ma que o(a): a) espelho é convexo. vindos di etamente do satélite distante. o aume nto t ansve sal da imagem é 5. que. fo mad a po um espelho plano com apenas uma face espelhada. I. UERJ Na ent ada do ci co existe um espelho convexo. Calcule a distância focal do espelho da ent ada do ci co. d) imagem do objeto é vi tual. UFPB Um objeto luminoso. no metal da antena. Conside e os seguintes fatos efe entes ao objeto e à sua imagem: I. tem uma imagem. III. b) aio de cu vatu a do espelho vale 5 cm. Uni io Um objeto é colocado diante de um espelho. po eflexão.5 cm. onde eles se concent am e aumentam a intensidade do sinal. os aios elet omagnéticos.0 m de a ltu a vê sua imagem efletida quando se encont a a 1. po condução elét ica. As posições do objeto e de sua imagem estão ep esentadas na figu a ao lado: A posição co eta do espelho. no foco d a mesma. e manda-os. então. o objeto está a 6 cm do espelho.2 m do vé tice do espelho. c) Os sinais são am plificados po que a antena os pola iza e. cuja face não espelhada está inO dicada po um t acejado. UFRN Muitas cidades b asilei as não são cobe ta s pelos sinais et ansmitidos pelas emisso as de televisão. instalada em qualque esidência. 29. efletindo-os pa a o fo co. pois eles têm um alcance limitado na supe fície da Te a. Os satélites et ansmisso es vie am soluciona ess e p oblema. a imagem é inve tida. amplificando o sinal. 30. joga-os em fase. Uma antena pa abólica metálica. A eficácia da antena pa abólica deve-se ao seguinte fato: a) O e feito fotoelét ico causado pelas ondas elet omagnéticas. amplificam-nos e o s et ansmitem pa a a Te a. b) Ela funciona como um espelho em elação a esses aios pa alelos. e) imagem está situada a 30 cm do espelho. p aticamente pa alelos. O. chegam ao seu foco com uma intensidade maio . Uma menina de 1. d) Ela abso ve os sinais. capta. IMPRIMIR ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Eles captam os sinais di etamente das “emisso as-mães”. em seguida. II. faz com que os elét ons a ancados atinjam o foco da mesma.28. é a da figu a: a) c) e) 7 I I I I O b) O I d) O GABARITO I O O 31. c) distância focal do espelho vale 2.

FÍSICA .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .

o comp imento do espelho deve se . b) Ap enas II. Se um espelho plano gi a de um ângulo a em to no de um eixo fixo pe pendicula à di eção de incidência da luz. c) Apenas I e II.32. a imagem eal de um obje to fixo t anslada á de 2 d. Com base na figu a e no que foi desc ito. d) uma imagem vi tual. oco eu a fo mação de a) uma imagem eal. ao se ligada a lâmpada. Quando Ma y ligou o inte upto escondido. Fatec-SP A figu a abaixo most a um objeto AB de 30 cm de comp imento colocado em f ente a um espelho plano E. d) Apenas II e III. III. e a potência i adiada e a de 80 W. no mínimo: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) todas são ve dadei as. pois viu uma lâmpada apa ece magicame nte sob e a caixa. o aio efletido gi a á de um â gulo 2 a. c) apenas II e III são ve dadei as. A 60 cm E B O 1. b) apenas I e III são ve dadei as. Reflexão total pode oco e quando aios luminosos que se p opagam em um dado meio atingem a supe fície que sepa a es se meio de out o com meno índice de ef ação. UFRN Ma y Scondy. e) todas são falsas. II e III. indep endentemente da distância deste ao espelho. Então. e Josué. no mínimo. uma iluespelho imagem sionista amado a. A imagem de um objeto eal fo neci da po um espelho convexo é semp e vi tual. Se um espelho plano t anslada de u ma distância d ao longo da di eção pe pendicula a seu plano. Quais estão co etas? a) Apenas I. este deve te de comp imento. Pa a que uma pessoa de altu a h possa obse va seu co po intei o em um espelho plano. caixa A pa te abe ta da caixa estava Josué Ma y v oltada pa a a f ente de um espelho côncavo. 8 33. a lâmpada acendeu. Pa a que esse obse vado con siga enxe ga o objeto intei amente po eflexão no espelho. Instalou uma lâmpada incandescente no inte io de uma lâmpad a caixa. e a potênc ia i adiada e a de 80 W. a altu a deste deve se de no mínimo 2 h/3. ITA-SP Conside e as seguintes afi mações: I. pa alelamente a este. habilmente colocado pa a que a imagem da lâmpada pudesse se fo mada na pa te supe io da caixa. confo me ep esentado e squematicamente na figu a abaixo. O ponto O ep esenta o globo ocula do obse vado .2 m d) 40 cm e) 50 cm GABARITO 35. b) uma imagem eal. A lâmpada tinha uma potência de 40 W e inicialment e estava desligada. fez a mágica conheci da como lâmpada fantasma. c) uma i magem vi tual. 34. e) I. abe ta em um dos lados. igual à altu a da pessoa. IMPRIMIR ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . III. e a potência i adiada e a de 40 W. e a potência i ad iada e a de 40 W. UFRS Conside e as afi mações seguintes. di eita e meno do que o objeto. podemos dize que a) apenas I e II são ve dadei as. Pa a que uma pessoa consiga obse va sua imagem po intei o em um espelho etangula plano. I. II. tomou um susto. pode-se conclui qu e. II. um dos espectado es.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .FÍSICA .

I . Um objeto eal se encont a a 6 cm do espelho. na face convexa ela apa ece á di eita e at ás da su pe fície. na face con vexa ela apa ece á também di eita. também situada na supe fície. c) di eita e situada na supe fície da concha. b) Especifique se tal imagem se á eal ou vi tual.2 A altu a da ima gem é 2 vezes a altu a do objeto. A equação dos pontos conjugados é + = . em ge al. na face convexa ela apa ece á di eita. Justifique.36. Justifique.1 A imagem é eal. Di a distância da imagem ao espelho (conside ada positiva se a imagem fo eal e negativa se a im agem fo vi tual) e o aio de cu vatu a do espelho (conside ado negativo. d) Especifique se tal imagem se á maio ou meno que o objeto. 38. com velocidade c onstante. 2 . a azão ent e os aios de R cu vatu a 1 é igual a: R2 1 1 2 a) b) c) d) 2 3 3 2 9 E1 8 cm 20 cm E2 GABARITO e) 3 39. e) inve tida e at ás na sup e fície da concha. na face convexa ela apa ece á inve tida e at ás da supe fície. ou mesmo em agências bancá ias ou supe me cados). at ás dele. Justifique. Uma lante na lase é colocada de fo ma a emiti um aio luminosos pa alel o ao eixo p incipal. vem um out o ca o. E1 e E2. c) Especifique se tal imagem se á di eita ou inve tida. Conside e que esse ca o está se movendo numa ua etilínea. b) inve tida e à f ente da supe fície da concha. o ca o de t ás está a 10 m de distância desse espelho.II 0 .0 A distância focal do espelho é de 12 cm. 3 . comum aos dois espelhos. Vunesp Uma pessoa obse va a imagem de seu osto efletida numa concha de coz inha semi-esfé ica pe feitamente polida em ambas as faces. d) di eita e at ás da supe fície da concha. UFRN Os espelhos et oviso es do lado di eito dos veículos são. pa a espelhos conve1 1 2 xos). indique a azão pela qual a indúst ia auto mobilística opta po esse tipo de espelho. O ca o de Dona Beat iz tem um espelho et oviso convexo cujo aio de cu vatu a med e 5 m. 1 . 37. confo me ilust ado ao lado: Nas co ndições ap esentadas. No instante em que Dona Beat iz o lha po aquele et oviso .3 A imagem é inve tida. convexos (como os espelhos u sados dent o de ônibus u banos. é dado po m = – i . na face convexa ela apa ece á di eita e à f ente da supe fície. Enquanto na face côncava a imagem do osto dessa pessoa apa ece a) inve tida e situada na supe fície da con cha. e que. e) Do ponto de vista da Física. IMPRIMIR FÍSICA . coaxiais. mas à f ente da supe fície.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . Cefet-RJ Dois espelhos esfé icos cônca vos. ap esentam aios de cu vatu as espectivamente iguais a R1 e R2. m. e se fo ma a 12 cm do espelho. e o aumento linea Di D0 D t ansve sal. Unicap-PE Um espelho côncavo possui aio de cu vatu a igual a 24 cm. Sej a D0 a distância do objeto ao espelho (que é uma g andeza positiva). D0 a) Calcule a que distância desse esp elho et oviso esta á a imagem do ca o que vem at ás.

40. Mackenzie-SP Algumas pessoas utilizam em espelho “dupla face”, o qual p opo ciona, de um lado uma imagem di eita e de tamanho igual ao do objeto que está à sua f ente, e do out o la do uma imagem de tamanho maio que o do objeto. Ent etanto, sabe-se que não se t a ta efetivamente de um espelho de face dupla, mas sim de dois espelhos independen tes um do out o. O espelho que nos p opo ciona uma imagem de tamanho igual ao do objeto é um espelho ———— e aquele que nos p opo ciona uma imagem maio que o objeto é um e pelho ————. Po ém, além da imagem se maio que o objeto, pa a que ela seja di eita, o obje o deve á se colocado —————. A alte nativa que contém info mações satisfató ias pa a o p eenchimento das lacunas acim a, na o dem de leitu a, sem cont a ia os p incípios da Óptica Geomét ica é: a) plano, côn cavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. b) convexo, cônca vo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. c) plano, convexo, muito p óximo do espelho. d) convexo, côncavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. e) plano, côncavo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. 41. PUCPR Um objeto eal, ep esentado pela seta, é colocado em f ente a um espelho poden do se plano ou esfé ico confo me as figu as. A imagem fo necida pelo espelho se á v i tual: I II 10 C F III IV C F C F V C F GABARITO a) apenas no caso I. b) apenas no caso II. c) apenas nos casos I e II. d) nos casos I e IV e V. e) nos casos I, II e III. 42. UFSC Conside e um espelho esfé ico côncavo com um objeto à sua f ente, situado a u ma distância do foco igual a duas vezes a distância focal, confo me está eF p esentad o na figu a ao lado. objeto foco Em elação à imagem fo necida pelo espelho, assinale a(s) p oposição(ões) CORRETA(S): 01) Como não foi fo necida a distância focal, não podemos fi ma nada sob e a posição da imagem. 02) A distância da imagem ao foco é igual à metade da distância focal. 04) A imagem é eal, inve tida e seu tamanho é igual à metade do tam anho do objeto. 08) A distância da imagem ao espelho é igual a uma vez e meia a distân cia focal. 16) A distância da imagem ao espelho é igual a duas vezes a distância focal . 32) A imagem é eal, di eita e seu tamanho é igual a um te ço do tamanho do objeto.

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FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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64) A distância da imagem ao foco é igual à distância focal e a imagem é Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.

eal e inve tida.

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43. ITA-SP Um objeto linea de altu a h está assentado pe pendicula mente no eixo p incipal de um espelho esfé ico, a 15 cm de seu vé tice. A imagem p oduzida é di eita e tem altu a de h/5. Este espelho é a) côncavo, de aio 15 cm. b) côncavo, de aio 7, 5 cm. c) convexo, de aio 7,5 cm. d) convexo, de aio 15 cm. e) convexo, de aio 10 cm. 44. Unicamp-SP Uma das p imei as aplicações milita es da ótica oco eu no século III a.C . quando Si acusa estava sitiada pelas fo ças navais omanas. Na véspe a da batalha, A quimedes o denou que 60 soldados polissem seus escudos etangula es de b onze , medindo 0,5 m de la gu a po 1,0 m de altu a. Quando o p imei o navio omano s e encont ava a ap oximadamente 30 m da p aia pa a ataca , à luz do sol nascente, f oi dada a o dem pa a que os soldados se colocassem fo mando um a co e empunhasse m seus escudos, como ep esentado esquematicamente na figu a abaixo. Em poucos m inutos as velas do navio estavam a dendo em chamas. Isso foi epetido pa a cada navio, e assim não foi dessa vez que Si acusa caiu. Uma fo ma de entende mos o que oco eu consiste em t ata o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. Suponh a que os aios do sol cheguem pa alelos ao espelho e sejam focalizados na vela d o navio. 11 a) Qual deve se o aio do espelho côncavo pa a que a intensidade do sol concent a do seja máxima? b) Conside e a intensidade da adiação sola no momento da batalha com o 500 W/m2. Conside e que a efletividade efetiva do b onze sob e todo o espect o sola é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade incidente é efletida. Estime a potência total incidente na egião do foco. IMPRIMIR GABARITO

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A R E F L E X Ã O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1 1. 27 2. V-F-F-V-V 3. 13 4. a 5. 05 6. 03 7. e 8. c 9. 1 + 2 + 8 + 32 10. 2 + 4 + 16 11. F-F-V-V-V 12. F-V 13. 38 14. b 15. c 16. d 17. a 18. 17 cm 19. c 20. b 21. c 22. b 23. b 24. F-V-F-F 25. b 26. 05 27. 16 28. -0,40 m 29. b 30. d 31. e 32. d 33. a 34. b 35. a 36. V-F-V-F 37. a) –2 m b) vi tual c) di eita d) meno e) aumenta o campo de visão 38. a 39. b 40. e 41. d 42. 2 + 4 + 8 43. c 44. a) 60 m b ) 9000 W IMPRIMIR G A B A R IT O

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A

REFR AÇ ÃO 1. U.Católica Dom Bosco-MS A eflexão e a ef ação da luz obedecem a leis bem definidas e dependem do tipo de supe fície na qual incidem os aios luminosos. De aco do com os P incípios da Óptica, é co eto afi ma : a) A luz monoc omática é o esultado da supe posição de luzes de co es dife entes. b) A eflexão egula oco e quando, sob e uma s upe fície pe feitamente polida, incide um feixe de aios pa alelos e se mantêm pa al elos após a eflexão. c) No vácuo, a velocidade da luz ve melha é maio do que a da luz violeta. d) O ângulo de ef ação é igual ao ângulo de incidência. e) Quando um feixe de luz incide em uma supe fície que sepa a dois meios dife entes, oco em apenas os fenômen os eflexão e ef ação. 2. UEMS Um aio de luz, p opagando-se no a incide sob e uma p laca de vid o confo me most a a figu a. Sendo o índice de ef ação do a na = 1, qual é o índice de ef ação do vid o? N 1

45° vid o GABARITO a) 3 b) 6 c) 4 2 d) 2 e) 6 2 3. Unifo -CE No vácuo, ou no a , a velocidade da luz é de 3,0 .108 m/s. Num vid o, c ujo índice de ef ação é 1,50, a velocidade da luz é, em m/s, a) 1,0 . 108 b) 1,5 . 108 c) 2,0 . 108 d) 3,0 . 108 e) 4,5 . 108 IMPRIMIR

FÍSICA - Ref ação

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4. UESC-BA O fato de a água se ap esenta em seu estado natu al mais comum como um líquido t anspa ente possibilita que um feixe de aios sola es pa alelos, que ati nge a supe fície de um lago de águas límpidas e mais ef ingentes que o a , sob ângulo d e incidência α, 01) tenh um p rcel d luz incidente tr vess ndo superfície, sob ân gulo de refr ção β > α. 02) tenh um p rcel d luz incidente retorn ndo o r, so ângul o de reflexão θ = α. 03) sej complet mente refletido n superfície, so ângulo de reflexão = 90 – α. 04) sej complet mente refr t do, so ângulo de refr ção β = α. 05) sej complet te sorvido pel superfície do l go, podendo produzir elev ção d temper tur d águ . 5. U. Alfen s-MG Um pesso encontr -se deit d num tr mpolim, situ do três metr os de ltur , olh ndo p r piscin chei , cuj profundid de é de 2,5 m. Nest s c ircunstânci s, profundid de p rente d piscin será ) ex t mente 2,5 m. ) um v lor compreendido entre 2,5 e 3 m. c) um v lor m ior ue 3 m. d) um v lor menor ue 2,5 m. e) ex t mente 3 m. 6. Unirio Considere ue você vive em um mundo onde o ín dice de refr ção do vidro imerso em r é igu l 3. Se o índice de refr ção do r perm nece igu l 1, u ndo e por ue os o jetos serão vistos tr vés de um j nel , sendo es t de vidro e fech d ? ) Sempre, por ue sempre h verá lgum ângulo de incidênci rel tivo à norm l e m ior ue 0º p r o u l h verá refr ção. ) Sempre, por ue o vidro é um m eri l tr nsp rente. c) Apen s se os r ios d luz emitid por eles cheg rem à j nel f zendo um ângulo de 90º com superfície do vidro. d) Nunc , por ue sempre h verá ref lexão tot l n p ss gem do r p r o vidro. e) Nunc , por ue sempre h verá reflexão to t l n p ss gem do vidro p r o r. 7. UFRS Considere um lente com índice de refr ção igu l 1,5 imers complet mente em um meio cujo índice de refr ção pode ser consider do igu l 1. Um feixe luminoso de r ios p r lelos incide so re lente e conve rge p r um ponto P situ do so re o eixo princip l d lente. Sendo lente m nti d em su posição e su stituído o meio no u l el se encontr imers , são feit s s seg uintes firm ções respeito do experimento: I. Em um meio com índice de refr ção igu l o d lente, o feixe luminoso converge p r o mesmo ponto P. II. Em um meio com índi ce de refr ção menor do ue o d lente, porém m ior do ue 1, o feixe luminoso converg e p r um ponto P’ m is f st do d lente do ue o ponto P. III. Em um meio com índi ce de refr ção m ior do ue o d lente, o feixe luminoso diverge o tr vess r len te. Qu is estão corret s? 2 GABARITO IMPRIMIR

Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) Apen s I.

) Apen s II. c) Apen s III. d) Apen s II e III. e) I, II e III.

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8. U. E. Pont Gross -PR Qu ndo um r io luminoso policromático incide em um super fície tr nsp rente, sofrendo refr ção, 01) ele present índices de refr ção diferentes p r c d cor. 02) ele present , p r o p r de meios, um único índice de refr ção p r tod s s cores. 04) luz se reflete difus mente, com m ior dest ue p r cor pred omin nte. 08) ocorre o fenômeno conhecido como dispersão d luz. 16) origin -se um f eixe de luz colorid . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 9. F tecSP A figur ixo mostr um feixe de r ios luminosos monocromáticos ue se prop g tr vés de um meio tr nsp rente A. Ao tingir outro meio tr nsp rente e homogêneo B, um p rte do feixe se reflete (II) e outr refr t (III). 3

A respeito dess situ ção é correto firm r ue: ) el não é possível. ) o meio A pode se o vácuo. c) o meio B pode ser o vácuo. d) velocid de dos r ios luminosos do feixe II é mesm ue dos r ios luminosos do feixe III. e) o ângulo (α) ue o feixe inci dente (I) form com superfície de sep r ção é m ior ue o ângulo ue o feixe refletido ( II) form com mesm superfície (β). 10. UFGO Considere ue um r io de luz prop g se de um meio de índice de refr ção n1, p r um meio de índice de refr ção n2. A superfície sep r ção entre os dois meios é pl n ; então, ( ) se esse r io de luz incidir o li u me nte, ele será refr t do, proxim ndo-se d norm l, c so o índice de refr ção n1 sej men or do ue o índice de refr ção n2. ( ) se r zão entre os senos dos ângulos de incidênci refr ção for igu l 1,5, velocid de do r io de luz no meio de índice de refr ção n1 se rá 50% menor ue no meio de índice de refr ção n2. ( ) se reflexão intern tot l ocorrer p r um ângulo de incidênci igu l 30°, o índice de refr ção deste meio será du s vezes or do ue o do outro meio. ( ) o produto d velocid de do r io de luz pelo índice de refr ção, no mesmo meio, é const nte. 11. UFGO Considere um estreito feixe de luz r nc incidindo so re um loco de vidro. A refr ção desse feixe no vidro dá origem u m espectro colorido, no u l se o serv m s seguintes cores, n ordem decrescent e de su s velocid des de prop g ção: vermelho, l r nj , m relo, verde, zul, nil e violet . O feixe violet refr t do é, então, direcion do um prism . Nesse fenômeno, ( ) dispersão d luz r nc ocorre, por ue o índice de refr ção do loco de vidro é dif erente p r c d um d s cores. ( ) o desvio d luz violet é menor do ue o desvi o d luz vermelh , u ndo m s emergem do loco de vidro. ( ) o feixe violet , o p ss r pelo prism , d rá origem um novo espectro colorido. ( ) se secção princi p l do prism for um triângulo retângulo isósceles, e o feixe violet incidir perpendi cul rmente so re um d s f ces, será o serv d reflexão intern tot l. Nesse c so, considere ue o ângulo limite é igu l 48°. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . us ndo um rgumento d Físic . 3. um refr ção e um segund reflexão. ) um refr ção. um segund refr ção e um reflexão d) um reflex m segund reflexão e um refr ção. um ref e um segund refr ção. 2. el present um conjunto de opções p r o sent ido d prop g ção do feixe de luz dentro do uário contendo águ .Refr ção Av nç r ¡ Pergunt -se: ) Qu l o segmento de ret orient do (1. o ue interpõe um pe uen c m d de r (n r = 1) entre águ e o olho. seguinte se üênci d e fenômenos: ) um reflexão. n direção d másc r . os livros didáticos de Físic fre üentement ixo. UFRJ Temos dificuld de em enxerg r com nit z de ixo d águ por ue os índices de refr ção d córne e d s dem is estrutur s do olho são muito próximos do índice de refr ção d águ (nágu = 4/3). o ângulo de refr ção v le ) 70° d) 30° ) 50° e) 20° c) 40° 14. 4 ou 5) ue melhor r epresent o sentido do feixe de luz dentro do uário? ) Justifi ue su respost p r esse tipo de fenômeno. e r ios d s estão del emergindo. UFSE Um r io de luz incide n superfície de sep r ção de dois meios tr nsp rentes sofrendo reflexão e refr ção. Por isso us mos másc r s de ulho. Suponh o vidr o d másc r pl no e de espessur desprezível. 15. Além disso. UFRN P r explic r form ção do present m um figur como ue vem em suspensão no r. Ness s condições.0 m de um mergulh dor. Um pe ixe está um distânci de 2. são represent dos pen s os r ios luz r nc incidente got d águ rco-íris. (P r não so rec rreg r figu emergentes d s cores violet e vermelh . Um r io de luz vári s cores ue compõem o rco-íris r . c) um refr ção. dess represent ção. UFR -RJ Um curioso pont su l ntern ces p r um uário contendo águ e peixes. l ntern GABARITO 5 4 IMPRIMIR 3 2 1 Volt r FÍSICA . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 12. 13. A f igur present o sentido do feixe inici l d l ntern em direção à superfície ue sep r os dois meios ( r e águ ). O ângulo de incidênci v le e os r ios refletido e refr t do são perpendicul res. C lcule ue distânci o mergulh dor vê im gem do peixe. ue o fenômeno do rco-íris ocorre por ue o índice de refr ção v ri com cor d luz e c d cor componente do r io de luz r nc incid ente so re got d’águ sofre.luz violet emergente luz vermelh emergente 4 Pode-se concluir. n u l está represent d um got d’águ r nc está incidindo so re got . de cordo com os r ios mostr dos. Lem re-se de ue p r ângulos pe uenos sen( ) > t n( ).

) se n1 < n2. ) A função desempenh d pel lente o jetiv é mesm ue de um espelho convexo. julgue os itens ixo como verd deiros ou f lsos.0.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ lente ocul r prism ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ . devido o desvio sofrido pel luz n tr vessi d superfície. m s luz ue vem de for d águ não tr vess águ . então ess pess o veri p is gem invertid . sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refr t do est rão em f se. Vunesp N s fotos d prov de n do sincroniz do. c) vem d p rte do corpo d s n d dor s ue está for d águ é desvi d o tr vess r águ e não converge p r câm r . GABARITO prism feixe de luz lente o jetiv tr jetóri d luz Acerc do funcion mento desse instrumento óptico. o contrário d luz ue vem d p rte su mers . Então podemos firm r ue: ) se n1 > n2. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refletido est rão em f se. U. d) se n1 < n2. ( ) Se um pesso o serv sse um p is gem com o inóculo descrito . m s do u l tivessem sido retir d s s lentes o jetiv e ocul r. isso contece por ue luz ue ) vem d p rte su mers d o corpo d s n d dor s tinge câm r . O feixe de luz tr vess os prism s. ) vem d p rte su mers do corpo d s n d dor s tin ge câm r . m s p rte de for d águ não é ilumin d d evido à reflexão tot l ocorrid n superfície. pode ocorrer reflexão tot l e os r ios incidente e refle tido est rão em f se. No corte. d) emerge d câm r ilum in p rte su mers do corpo d s n d dor s. u se sempre p rece pen s p rte do corpo d s n d dor s ue está so águ . UnB-DF A figur ixo ilustr o fu ncion mento de um inóculo comum. Se ess s fotos são tir d s exclusiv men te com ilumin ção n tur l. P r ue isso conteç . Cefet-PR Um r io luminoso se prop g de um meio de índice de refr ção (n1) p r outro meio de índice de refr ção (n2). seguindo tr jetóri mostr d em det lhe n figur . m s p rte de for d águ não. e) se n1 > n2. 5 18. 19. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . o ângulo de incidênci do r io luminoso é m ior ue o ângulo de refr ção. ( ) A reflexão intern tot l ue ocorre em c d um dos prism s é fund ment lmente um f enômeno refr tivo. tir d s com câm r s su mers s n piscin . e) emerge d câm r ilumin p rte su mers do corpo d s n d dor s. p rte superior dificilmente se vê. Londrin -PR P r determin r o índice de refr ção de um lí uido. o ângulo de incidênci do r io luminoso é menor ue o ângulo de refr ção. 0 c) 3 d) 2 3 e) 3 2 17. c) se n1 > n2. então o índice de refr ção do lí uido será: ) 0. o serv m-se s lentes o jetiv e ocul r e um p r de prism s.16. m s luz ue vem de for d águ é sorvid pel águ . devido à reflexão tot l. S o o índice de refr ção do r igu l 1. E. ( ) O inóculo não funcion ri se não existisse o fenômeno d difr ção. o ângulo de refr ção o serv do é de 30º. f z-se com ue um feixe de luz monocromátic proveniente do r forme um ângulo de 60º em rel ção à norm l no ponto de incidênci .

de luz monocromátic . de modo ue o umento line r tr nsvers l é positivo. um r io r s nte. ( ) Um o jeto se encontr n frente de um espelho esférico cônc vo. ue lhe p rece est r 53º cim d horizont l. ( ) Se o r io de luz se prop g no meio 1 com veloc id de V1. U. p ss de um meio tr nsp rente p r outro. Unic p-PE Um r io de luz monocromático prop g -se de um meio 1 p r um meio 2. em rel ção o meio 1.20. ) dispersão – vermelh – violet ) dispersão – violet – vermelh c) difr ção – viole elh d) reflexão – vermelh – violet e) reflexão – violet – vermelh IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) O índice de r meio 2. se o o jeto for re l. 30°. o ilusionist vê. tr vés de um interf ce pl n . S e-se ue o ângulo de incidênci é de 45° e o ângulo de refr ção. ( ) Um o jeto re l de 2 m de ltur se encontr 5 m de um espelho pl no. n ordem em ue el s p recem. cheio de águ . esc p rá de modo surpreendente. A luz de cor é menos desvi d de su direção de incidênci e de cor é m is desvi d de su direção de incid i . UERJ O present dor nunci o número do ilusionist ue. As cores ue compõem lu z r nc podem ser visu liz d s u ndo um feixe de luz. tot lmente m rr do e imerso em um t n ue tr nsp rente. 21. sep r ndo-se n s co res do espectro visí tr vess r um prism de vidro.0 6 ) ) c) d) 90° 60° 30° 15° 30° 0.5 0 0 30 60 90 θ (gr us) 22. Potigu r-RN Em um ex periênci re liz d em l or tório. im gem t m ém será re l. 23. em um certo inst nte. no meio 2. sofre vel. 53° GABARITO S endo ue o índice de refr ção d águ é 4/3. um dos holofotes do circo . UFRS Selecione ltern tiv ue preenche corret mente s l cun s no p rágr fo ixo.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  . Du r nte esse número. A im gem se form rá 10 m do o jeto e terá t m ém 2 m de ltur . determine o ângulo re l ue o holofote f z om horizont l. o . Podemos firm r ue. e se retr t num ângu lo de 30° com norm l. o r io refr t do f rá com norm l um ângulo de. é 2. proxim d men te: sen θ interf ce 1. então su velocid de. será V2 = V1 2 .

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7 ) ) GABARITO c) d) IMPRIMIR e) Volt r FÍSICA . por ue velocid de d luz nos dois meios é diferente. S e-se ue o vidro é um m eio m is refringente ue águ e. seu índice de refr ção é m ior ue o d águ r um r io de luz monocromátic ue p ss d águ p r o vidro e cheg nov mente à águ (figur ). port nto. 25. é mergulh d complet mente em um lí uido tr nsp rente de índice de refr ção t u l n. 04) A luz sofre forte refr ção. dest p r o meio lí uido. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vid ro. t m ém. ocorre mud nç no seu comprimento de ond . dest p r o lí uido. de índice de r efr ção n. fic difícil distingui-l no lí uido. perfeit mente lis s. UFSC Um lâmin de vidro de f ces p r lel s. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. isto é. 08) Qu ndo luz p ss do lí ui do p r o vidro. PUC-S P Um lâmin de vidro de f ces p r lel s está imers n águ .Refr ção Av nç r  ¡ m ¡ . 32) A luz ue se prop g no meio lí uido não sofre reflexão o incidir n lâmin de vidro. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro. so re reflexão tot l. o gráfico ue melhor represent v ri ção de su velocid de de prop g ção em unção do tempo é ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ d  . O serv -se ue lâmin de vidro torn -se pr tic mente invisível. o p ss r do lí uido p r lâmin e. Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) A lâmin vidro torn -se op c à luz. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro e. 02) A luz. 16) A luz não sofre refr ção. 64) A luz sofre desvio. f ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 24.

Qual o ângulo θ cim d horizont l em ue o peixe poderá o serv r um ueim d 100 m d m rgem do rio? Considere o índice d e refr ção d águ do rio 1.25 Ness situ ção.96 cos 75° = 0. UFBA A figur ixo represent um r io de luz monocromático ue se prop g no r e incide no ponto I d superfície de um loco de crist l tr nsp rent e. o r io de luz se f st d norm l.00 m ab aixo da supe fície de um io de águas calmas. 16) Ao tingir o ponto J. está a 2. Volt r FÍSICA . UEMS Um peixe muito conhecido em M to Grosso do Sul. 75° I 40° J GABARITO Considerem-se os seguintes d dos: . IMPRIMIR 04) Ao p ss r do r p r o crist l.64 cos 40° = 0. θ ) 60° ) 30° c) 90° 8 d) 45° e) 55° 27. 1 . é verd de: 01) Predomin m os fenômenos de reflexão e refr ção.índice de refr ção do r.41. o “Dour do”.77 sen 42° = 0.26.Refr ção Av nç r ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 02) O ângulo eflexão do r io de luz ue incide no ponto I é igu l 15°.sen 40° = 0. luz sofre reflexão tot l.velocid de d luz no vácuo: 3 x 108 m/s . 08) A vel ocid de de prop g ção d luz no crist l é igu l 2 x 108 m/s.74 sen 75° = 0.67 cos 42° = 0.

ssin le ltern tiv cuj figur melhor represent os r ios refletidos e refr t dos n superfície do l go. (16) O ângulo crítico θc. Considere o índice de refr ção do vidro nv = 1.0 x 108 m/s. n águ . As color ções v riáv o serv d s em um CD (“comp ct disk”) deco em do mesmo fenômeno que o igina as co es do a co-í is. e c. 29.5. zul ) r nc r nc ) GABARITO ¡ ¨ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡  ¡ ¡  c) r nc d) 30. Uma adiação visível monoc omática não se decompõe em co s p imá ias ao at avessa um p isma. S e-se ue. (04) A reflexão intern tot l pode oc orrer.0 x 108 m/s.28. Cefet-PR An lise s firm ções respeito de fenômenos ópticos. AR θc c VIDRO s 9 Ness s condições. emiti dos pel fonte S. é d do por θc = rc sen ( ). u ndo o r io luminoso incide do r p r o vidro ou do vidro p r o r. estão represent dos três r ios luminosos. sendo menos abso vidas as adiações visíveis d e maio comp imento de onda. III. UFBA N figur ixo. p rtir do u l ocorre reflexão 2 intern tot l. ( 08) A velocid de de prop g ção d luz. . é igu l 2. 3 (32) O fenômeno d difr ção ocorre u ndo luz tr vess um orifício de dimensões d ordem de gr ndez do seu comprimento de ond . loc liz d no interior de um loco de vidro. Consider ndo ess s inform ções. (02) O r io luminoso. o índice de refr ção do r n r = 1 e velocid de de prop g ção d luz no r c = 3. velocid de de prop g ção d luz zul é menor ue d luz vermelh . f st -se d norm l. I. o ser refr t do p ss ndo do vidro p r o r. A colo ação ave melhada do Sol du ante o enta dece deco e do fato da luz b anca sof e uma abso ção seletiva. no vidro. Está(ão) co eta(s) a(s) afi mativa(s): a) soment ¡ ¡ ¡ ¡ r zul vermelh ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r vermelh ¡ zul zul vermelh ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r nc ¡ ¡ ¡ ¡ vermelh vermelh zul vermelh zul águ águ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . é correto firm r: (01) O ângulo de reflexão ue o r io form com no rm l é diferente do ângulo de incidênci . UFMG Um feixe de luz r nc i ncide o li u mente so re superfície de um l go. II.

IMPRIMIR FÍSICA . II e III. c) somente III. e) I. d) somente II e III. b) somente II.e I.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta .

Pa a ace tá-los. Em alguma s t ibos indígenas. postam-se à ma gem dos ios. F. mesmo encu vada. há o fenômeno da ef ação. b) na posição da imagem. po causa do fenômeno da ef ação. de uma ext emidade à out a. dificultando a saída do feixe pelas late ais. po tanto. mesmo que você e o peixe estejam em meios dife entes. U. estão no plano dessas figu as. 10 I II III IV Sabendo-se que o índice de ef ação do vid o é maio do que o do a . IMPRIMIR FÍSICA . também ep esentadas. Pa a isso. Pelotas-RS A água semp e foi vital pa a a sob evivência humana. em vi tude do fenômeno da ef ação. As t ajetó ias do aio luminoso. oco e a eflexão inte na total. em vi tude de ela co es ponde à posição do objeto. um p incípio da Física. apesa de você e o peixe esta em em meios dife entes. já que ela co esponde à posição do objeto. a ef ação é favo ecida.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a posição da imagem não co esponde à pos objeto. as t ajetó ias fisica mente possíveis são a) I e II b) I e IV c) II e III d) II e IV e) III e IV GABARITO 33. os gue ei os p ovidenciam alimento at avés da pesca po lança. utilizando. dificultando a saída do feixe pelas late ais. p aticamente sem sof e pe das (veja a figu a abaixo). pois. em elação ao índice de ef ação do a . inclusive pa a o homem visualiza at avés dela e. Se você pa ticipasse desse tipo de pesca ia. obse vando a passagem dos peixes. sem sabe . d) acima da imagem visua lizada. valem-se de um ecu so p ático. assim. pe mite a p opagação de um feixe luminoso e m seu inte io . UFRN Uma fib a ótica. ace ta ia: a) abaixo da imagem visualizada. devido ao fato de você e o peixe es ta em em meios dife entes. p oveniente do a . uma vez que você e o peixe estão em meios dife entes. oco e a eflexão inte na tota alto. pois a luz sof e o fenômeno da ef ação. po ém.31. consegui o seu alimento. e) abaixo da imagem v isualizada. 32. pa a neles mi a a lança. fib a ótica feixe luminoso ep esentação esquemática da p opagação feixe luminoso A explicação física pa a o fato acima desc ito é a seguinte: Como o índice de ef ação da f a ótica. UFPB As figu as abaixo ep esentam secções etas de u m cubo de vid o que tem uma de suas faces atingida po um aio de luz monoc omátic a. pois você e o peixe estão em meios dife entes e. c) aci ma da imagem visualizada. é a) baixo. d) baixo. a ef ação é favo ecida. c) alto.

D 30. C 10.F ÍS IC A REFR AÇ ÃO 1 1. B 2. B IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . E 32. 1.5 m 15. 2 + 8 + 16 + 32 29. B 33. 02 5. E 14. E 3. D 6. C 17. A 7. (2) 16. E 18. 1 + 8 + 16 9. B 13.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta   . V-F-V-F 21. D 31. A 24. 1 + 8 + 16 28. V-F-F-F 1 2. D 26. D 27. D 22. C 19. C 4. D 8. 37 23. 16 + 32 25. V-F-V-V 11. F-F-V-V 20.

) O índic e de ef ação absoluto de um meio é inve samente p opo cional à velocidade da luz. ( ) Em um dete minado meio.F ÍS IC A L ENTE S 1. julgue os itens como ve dadei os ou falsos.0 cm X 4 . ( ) Quando a luz passa de um meio pa a out o. a luz ve um meio independe de luz que se p opaga nesse oduz uma imagem vi tual de um objeto e conve gente é semp e eal.0 cm sob e uma tela situada a 8. o que ca acte iza o fenômeno da ef ação. no me io. ( ) A imagem p oduzida po uma lente io é um sistema de lentes que p oduz uma to. ( ) A eflexão é um fenômeno no qual a luz . ( ) Uma lente dive gente semp e p al. ( ) Um mic oscóp imagem eal e ampliada de um pequeno obje melha é a que possui maio velocidade. ( ) As lentes dos óculos modificam a di eção de p opagação a luz que passa at avés delas. sen ( ) A p óp ia leitu a desta p ova é possível devido ao fenômen o de eflexão especula da luz. ) Em um meio homogêneo. 1 GABARITO ( ( ( ( IMPRIMIR FÍSICA . ( ) A lente é conve gente. a luz semp e se p opaga em linha eta. 2. Sabe-se que a i magem fo mada é eal e se encont a a 30 cm da lente e que a distância ent e o objeto e a imagem é 50 cm. Assim.0 m do p ojeto . UFMT Sob e os fenômenos de eflexão e ef ação da luz. desc itos pela óptica geomét ica. As dimensões na tela esta ão aumen tadas a) 6. ) A p op iedade segundo a qual o índice de ef ação va ia com o comp imento de onda é chamada de dispe são.5 vezes b) 25 vezes c) 8 vezes d) 31 vezes e) 12 vezes 3. ) Sua distância focal é de 12 cm. Unicap-PE U m objeto eal se encont a na f ente de uma lente esfé ica delgada. e é semp e meno do que 1. U.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 4. Unicap-PE ( ) O índice de ef ação de meio. ^ é constante. ao incidi sob e uma supe fície. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . com ângulo de incidência î. sendo que î = .Católica-DF Um p ojeto de 25 cm de distância focal p ojeta a imagem de um slide de 3. eto na ao meio de o igem com um ângulo . há um a p opo ção di eta ent e o seno do ângulo de incidência î e o seno do ângulo de ef ação .

5. c) apenas a III é ve dadei a. É(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões): a) I somente. O funcionamento das lentes comuns é explicado pelo fenômeno da ef ação da luz . Em elação às lentes delgadas fo am feitas as seguintes afi mativas: I. 6. b) apenas a II é ve dadei a. U. b) a lente II. 7. indepen dente de seu índice de ef ação. está ep esentado o pe fil de t ês lentes de vid o: I II III Rafael que usa essas lentes pa a queima uma folha de papel com a luz do Sol. 16) A associação de uma lente plano côncava de aio R com uma l ente plano convexa de mesmo aio R é conve gente. A distância focal de uma lente depende do índice de ef ação do mate ial de que el a é feita. e) apenas I e III são ve dadei as. uma vez que seus focos são vi tuais.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Lentes delgadas são semp e conve gentes. pode-se dize que a) apena s a I é ve dadei a. Lentes delgadas são semp e dive gentes. c) as lentes I e II I. Analisando tais alte nativas. II. 08) Qua ndo ime sas no a . Ponta G ossaPR Sob e o compo tamento óptico das lentes. E. é uma lente conve gente. 04) Uma lente de bo da delgada e índice de ef ação n. III. Pa a isso. b) I e II somente. lentes delgadas são aquelas que pos suem a pa te pe ifé ica menos espessa que a pa te cent al. 02) Qualque lente pode se conve gente ou dive gente. UFR-RJ Po definição. II. Lentes delgadas podem se conve gentes ou dive gentes. a ve gência é negativa. e) I. Cefet-PR Com elação ao estudo das lentes. d) as lentes II e III. assinale o que fo co eto: 01) Uma le nte é chamada conve gente quando os aios luminosos que nela incidem conco em pa a um mesmo ponto. UFMG Nesta figu a. são dadas as afi mações a s egui : I. ele pode usa apenas a) a lente I. d) apen as I e II são ve dadei as. d) I e III somente. III. qua do colocada num meio de índice de ef ação maio que n. Na lente dive gente. 8. lentes de bo das delgadas são conve gentes e lentes de bo das e spessas são dive gentes. II e III. 2 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . c) II e III somente. Dê como esposta a soma das alte n ativas co etas.

a soma das alt e nativas co etas. que funciona como uma lente conve gen te bicôncava simét ica e que pode te seus aios de cu vatu a alte ados. ( ) Quando se olha pa a um objeto dist ante. ( ) A luz emitida pelos olhos incide nos objetos à volta e a eles eto na. como esposta.9. 11. ( ) O c istalino é uma l ente bicôncava e flexível que p ojeta na etina uma imagem eal e inve tida do objet o visualizado. UFMA Um p ojeto cinematog áfico possui lente objetiva. dilatando-se quando o ambiente exte no tem pouca luz e cont aindo-se na p esença de muita luz. (16) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se ap oxima do olho. UFMT O Olho Humano possui o c istalino. pa a pode m os foca as imagens a distâncias distintas. do filme ao cent o óptico da objetiva é ap oximadamente: 20 m 99 89 b) m 20 99 c) m 20 20 d) m 89 94 e) m 20 a) IMPRIMIR FÍSICA . Potigua -RN Em um labo ató io mode no de óptica tem-se um obje to luminoso situado num dos focos p incipais de uma lente conve gente. passa de eal pa a vi tual. em seguida. movimentando-se sob e seu eixo p incipal. É co eto afi ma que o c istalino (01) não se alte a quando um objeto se ap oxima ou se afasta do olho. afasta-se cada vez mais da lente. Dê. (02) te á seus a ios de cu vatu a diminuídos se um objeto se afasta do olho. complementando o fenômeno conhecido po capacidade visual. Se o p ojeto possui objetiva com distância focal de 20 c m e a tela localiza-se a 20 m de distância da objetiva. à medida que ele se movimenta: 3 objeto F da lente D F (∞) imagem imp óp ia GABARITO a) b) c) d) passa de vi tual pa a eal. p. Pode-se afi ma qu e a imagem do objeto. ap oxima-se do out o foco p incipal da lente. 12. ana lise os itens como ve dadei os ou falsos. 10. que cont ola a ent ada de luz. (08) te á seus aios de cu vatu a diminuídos se um objeto se ap oxima do olho. ( ) A luz at avessa a có nea localizada na pa te cent al da supe fície do globo ocula e passa. U. (04) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se afasta do olho.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . então a distância. a imagem fo ma-se na etina sem que seja necessá io nenhum esfo ço de acomodação v isual. UFMT A espeito da capacidade de visão do olho humano. pela pupila. cuja função é inve te e amp lia a imagem p ojetada. O objeto afasta-se da lente.

13. seus focos F e um objet o O. UFR-RJ É sabido que lentes desca táveis ou lentes usadas nos óculos t adicionais s e vem pa a co igi dificuldades na fo mação de imagens no globo ocula e que desvia m a t ajetó ia inicial do feixe de luz incidente na di eção da etina. Uni io O L F F 4 A figu a acima ep esenta uma lente biconvexa delgada L. c) dispe são. o fenômeno físico que está envolvido quando a luz at avessa as lentes é a a) eflexão especu la . b) dif ação luminosa. Qual das figu as abaixo ep esenta co etamente a imagem O’ do objeto O e a t ajetó ia dos aios luminosos que at avessam a lente? O’ L O a) F F L O b) F F L GABARITO c) O O’ F F L O O’ d) F F L O O’ e) IMPRIMIR F ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Sendo assim. d) difusão. e) ef ação luminosa. 14.

F FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

U.36 m da pa ede. 08) A lente A pode amplia a imagem de um objeto ime so no a . na pa ed e oposta da sala.8 m da tela da televisão e a 0. e a distância da tela ao espelho é de 30 cm. ambas fei tas com vid o c own (índice de ef ação igual a 1. e a distância da tela à lente é de 30 cm. A e B. Dê como espo sta a soma das alte nativas co etas. 02) O foco imagem da lente B é vi tual quando ela está ime sa no a . Vunesp Um estudante.55 m. 04) Pa a p oj eta a imagem ampliada de um objeto sob e uma pa ede b anca. p ojeta a imagem da tela da sua televisão. E. e a distância da tela à lente é de 45 cm. Ponta G ossa-PR Sob e duas lentes. F. independente do meio em que se encont e ime sa . assinale o que fo co eto: A B 01) A lente A é semp e conve gente. U. 5 16. que mede 0.15. e a distância da tela ao espelho é de 45 cm. e) um espelho côncavo. utilizando um único inst umento óptico “escondido” pelo etângulo somb eado. Pelotas-RS O esquema abaixo most a a imagem p ojetada sob e uma tela.42 m x 0. b) uma lente conve gente. IMPRIMIR FÍSICA . ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . desenhadas abaixo. 16) A associação das duas lentes aumenta a distância focal da lente A. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. Nessas condições.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ a) Quais as dimensões da tela p ojetada na pa ede? Qual a b) Como a imagem apa ece na tela p ojetada na pa ede: sem tida apenas na ve tical (de cabeça pa a baixo)? Inve tida tal (de cabeça pa a baixo e t ocando o lado esque do pelo distância focal da lente? qualque inve são? Inve na ve tical e na ho izon di eito)? Justifique. c) uma lente dive gente. Ele obtém uma imagem plana e nítida com a lente localizada a 1. d) uma lente conve gente. O tamanho da imagem obtida é igual a duas vezes o tamanho do objeto que se encont a a 15 cm do inst umento óptico. 17. utilizando uma le nte.51). é necessá io um disposi tivo dotado somente da lente B. e a distância da tela à lente é de 30 cm. podemos afi ma que o etângulo esconde: GABARITO a) um espelho côncavo.

( ) A máquina fotog áfica é um inst umento óptico de p ojeção.Supe io de B asília-DF As lentes semp e estão p esentes no nosso dia-a-dia: nos óculos. ( ) A eceita de óculos pa a uma pessoa indica que el a deve usa “lentes de 4. e situada a 30 cm do cent o óptico da lente. GABARITO 20. nas máquinas fotog áficas e em inúme os inst umentos ópticos. c) A imagem de uma vela p ojetada sob e uma tela é vi tual e di eita. todo a io de luz que incide numa di eção que passa pelo foco objeto p incipal ef ata-se pa alelamente ao eixo p incipal. 6 ( ) Um objeto situa-se a 60 cm de uma lente conve gente de 20 cm de distância foca l. o aio ef atado e a e ta no mal à supe fície de sepa ação. 19. Com b ase nos seus conhecimentos sob e as lentes e a sua impo tância pa a o desenvolvime nto da humanidade. em dio pt ias.0 g aus”. p opicia uma eação química en e os sais que compõem a película e a luz incidente. vale a) 5. isto é. inve tida.18. ( ) O míope ap esenta como defeito o achatamento do globo ocula pe pendicula mente ao eixo óptico. onde o antepa o que cap a e g ava a imagem vi tual é um filme fotossensível.0 c) – 0. UFSE Uma lente conve gente tem distância focal de 20 cm. Pa a a co eção da miopia deve-se aumenta a distância focal do sistema associando-se ao globo ocula uma lente dive gente. b) A imagem de uma vela fo mada na etina de um o lho humano é vi tual e inve tida.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . ( ) A l upa ou lente de aumento é constituída apenas po uma lente dive gente que conjuga um a imagem vi tual. ela deve usa óculos com lentes conve gentes de distância focal de 25 cm. e) A hipe met opia é um defeito do olho humano que deve se co igido com uso de lentes esfé icas dive gentes. Essa lente conjuga pa a esse objeto uma imagem eal.50 d) – 2. eduzida em elação ao objeto.E.0 e) – 5. d) Na ef ação da luz. A sua ve gência. julgue as afi mações a segui como ve dadei as ou falsas.0 b) 2. egist a imagens de objetos (máquina fotog áfica). Denominam-se in st umentos ópticos toda combinação conveniente de dispositivos ópticos como espelhos. Se esta pessoa tem dificuldade pa a enxe ga obje tos afastados. UEMS Assinale a alte nativa co eta: a) Em uma lente esfé ica delgada. então. cada inst umento óptico tem po finalidade: fo nece imagens muito pequenas (mic oscópio) ou imagens ap oximadas de objetos a fastados (luneta) ou. I. passando pelo ponto de incidência. di eita e ampliada em elação ao objeto. Idealizado pelo homem.0 IMPRIMIR FÍSICA . p ismas e lentes. o aio incidente. pe tencem a planos distintos.

as lentes e as di stâncias destas aos focos (F1.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . quat o lentes (L1. Ube lândia-MG Um sistema ótico é fo mado po duas lentes conve gentes delg adas em contato. a lente que Betânia deve escolhe é a: a) L2 b) L3 c) L1 d) L 4 22. Pa a obte um sistema equivalente p ode-se substitui estas lentes po uma que possua a distância focal. após at avessa em a lente. L2. F3 e F4) estão na mesma escala. de distâncias focais f1 e f2. A figu a abaixo ep esent a a máquina. estão indicados t ês aios luminosos pa alelos incidentes e a conve gência dos mesmos pa a o espectivo foco. dada po f +f a) f = 1 2 f1 f2 f1 f2 b) f = f1 + f 2 f –f c) f = 1 2 f1 + f 2 2 f1 f2 d) f = f1 – f2 23. F2. Pa a cada lente. Na fig u a. ao passo que a máquina. quando a pessoa lê u m liv o a 35 cm? IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .21. Isso só é possível com a t oca de lentes. L3 e L4) e um ba co (a cinco quilômet os da máquin a). va iando a posição da lente ajuste a focalização. os cinco quilômet os não estão em escala. UFR-RJ Conside e o sistema óptico do olho humano como uma lente delgada situada a 20 mm da etina. o qual ela p etende fotog afa com a melho nitidez da imagem possível. Máquina fotog áfica Local pa a coloca a lente 5 km L1 L2 Posição do filme F1 F2 L3 F3 L4 7 F4 Com base nesses dados. Qual a distância focal dessa lente. F. U. f. UFRN A máquina fotog áfica de Betânia não pe mite que esta.

O sistema ótico fo nece uma imagem I. ep esenta-se um objeto de tamanho O = 10 cm à distância VA = 20 cm de um sistema ótico S. Que alte nativa ep esenta co etamente a fo mação da imagem (I)? O ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .a) F F’ I O b) F F’ I O I c) F F’ 8 d) I O F F’ O e) F F’ I GABARITO 25. à distância VB = 12 cm. a imagem most ada na figu a é vi tual. IMPRIMIR FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ 24. Lond ina-PR Um objeto (O) encont a-se em f ente a uma lente. 16) O módulo da distância focal do sistema é de 30 cm. assinale o que fo co eto: S O I A B V 01) O sistema S pode se tanto uma lente como um espelho. U. E. o objeto e a imagem são de mesma natu eza. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 02) Conside ando o obj eto eal. Nessas condições. U. 04) O sistema S pode se uma lent e convexa. do objeto. E. 08) Na situação ap esentada. Ma ingá-PR Na figu a a segui . 32) O tamanho da imagem é de 5 cm.

( ) Numa eceita de óculos lê-se. 27. F. e concluiu que o amigo ce tamente não pode ia sof e de miopia. pa a que a imagem seja p ojetada sob e a tela? a) 1. um dos maio es avanços p áticos de todos os tempos. ve ificou que eles p oduziam o efeito de. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . j untamente com o cé eb o. 28. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. Os óculos. mas muda de o ientação. a imagem desse lust e. apa entement e. se ela continua a afasta a lente. e o slide . como a miopia. diminui os olhos de quem os usava. ( ) Uma pessoa hipe mét o pe tem dificuldades de ve nitidamente as imagens dos objetos p óximos pa a os qua is olha. U. Viçosa-MG Um slide encont a-se a 5 m da tela de p ojeção. Ela nota que a imagem desse lust e. de 450 mm de distância focal. UFRJ Um e scotei o usa uma lupa pa a acende uma foguei a.Católica-DF Os olhos. com – 3 di ( diopt ias). c) na supe fície da lente. U. A pa ti daí.00 m d ) 4. fo am c iados pa a ajuda pessoas com alguns tipos de p oblemas da visão. deve-se coloca uma len te de distância focal 9 cm pa a que uma fonte luminosa puntifo me localizada a 1 m do antepa o p oduza neste uma imagem nítida e eduzida da fonte. estão se to nando co iquei as as ci u gias co etivas. a) 10 b) 50 c) 2 0 d) 18 e) 9 30.00 m b) 0. confo me Ve dadei a (V) ou Falsa (F). po que seu olho conjuga a esses objetos imagens vi tuais. ( ) Uma pessoa de visão no mal.50 m FÍSICA . ela coloca a lente junto aos seus olhos. especialmente com o auxílio de Lase . Itajubá-MG A que distância. a) Qual a distância focal da lente? Justifique sua esposta. b) ent e a lente e o olho da estudante. Pa a isso. Esta info mação significa que a lente efe ida foi eceitada pa a uma pe ssoa que ap esenta 3 g aus de miopia. Lentes como essas podem se utilizadas pa a co igi o defeito da p esbiopia (ou “vista cansada”). F. a) ent e a lente e o olho da estudante. afastando-a lentamente. mas muda de o ientação.26. mantém-se nessa egião. esse defeito da visão pode te como causa um globo ocula mais cu t o que o no mal. b) Calcule a que distância da asa da bo boleta o escotei o está posicionando a lupa. na coluna efe ente ao olho esque do. d) nt e a lente e o lust e. constituem um fascinante conjunto capaz de fo ma e inte p eta imagens nas mais dive sas condições. em cm. mantém-se na supe fície e semp e é inve tida. São Ca los-SP Uma estudante obse va um lust e de lâmpadas fluo escentes ac esas no teto da sala de aula at avés de uma lente conve gente delgada. ( ) Os hipe mét opes têm dificuldades em ve o bjetos p óximos. que se localizava. Sua conclusão foi ace tada. Mais ecentemente. 9 GABARITO IMPRIMIR 29. e) ent e a lent e e o lust e. Utilizando a mesma lupa. Julgue cada afi mativa a se gui . começa a apa ece inve tida e nítida . de um antepa o. a pa ti de ce ta distância. mantém-se nessa egião. U. basicamente modelado as da cu vatu a da có nea. M. concent ando os aios sola es n um único ponto a 20 cm da lupa. obse v ando os óculos de um amigo. a hipe met opia e o astigmatismo. F. o escotei o obse va os de talhes da asa de uma bo boleta ampliada quat o vezes.50 m c) 2. Qual a meno distância ent e a lente do p ojeto . ( ) Ce tas lentes de óculos podem se usadas pa a concent a os a ios sola es e queima uma folha de papel. que a lente usada deve se esfé ica.

espec tivamente. nas posições A. O g au das lentes dos óculos d e João é + 2. ou seja. Fuvest-SP Um disco é colocado diante de uma lente conve gente. O g au das lentes. s ucessivamente. essa imagem pode á se vista (imagem P) (disco) C A B GABARITO a) b) c) d) e) somente da posição A somente da posição B somente da posição C somente das posições B ou C alque das posições A. B e C. 04) no míope a imagem se fo ma à f ente da etina.5 c) 25 FÍSICA . (Estando em A. UFRS A distância focal de uma lente conve gente é de 10. UFSC As t ês doenças de visão mais comuns são miopia. ele deve á posiciona as lentes de seus óculos a uma distância da folha. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. um obse vado coloca-se.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .0 cm. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente. sua ve gência (V).0 di.5 m da lente? a) 5. igual a: a)100 d) 5. de idade avançada. B ou C Utilize o texto abaixo pa a esponde aos enunciados 34 e 35: À medida que a idade avança.5 cm c) 30. também chamada de “vista cansada”. em c entímet os.31.0 cm e) 60. é medido em dio pt ias (di) e é igual ao inve so da distância focal (f) da lente (medida em met os): V = 1/f. É nesse momento que ent am em c ena os “óculos de leitu a”. se ele quise p ojeta . IMPRIMIR 34.0 cm d) 50. convexas e cilínd icas. A que distância da l ente deve se colocada uma vela pa a que sua imagem seja p ojetada.5 cm b) 12. P ocu ando ve essa imagem. esse obse vado di ige o olha pa a P at avés da lente). É CORRETO afi ma que: 01) as t ês têm o igem em anomalias na est u tu a do globo ocula . 08) o hip e mét ope enxe ga mal de longe. As sim. as pessoas com hipe met opia (dificuldade de ve de pe to) cont aem mais out o p oblema: a p esbiopia. com o eixo que passa po seu cent o coincidindo com o eixo óptico da lente. que é conseqüência do cans dos músculos que acomodam a visão às va iadas distâncias. com nitidez. po lentes conve gentes e dive gentes. sob e uma folha de papel. a imagem do Sol. 10 33. tem p esbiopia. 16) as duas p imei as podem se co igidas. Cesg an io João. 02) podem se co igidas espectivamente po lentes côncavas . hipe met op ia e astigmatismo. Assim. A imagem P do disco é f o mada confo me a figu a.0 cm 32. sob e um antepa o situado a 0.0 b) 50 e) 0.

( ) Alguns p ism as podem se utilizados como espelho po pe miti em a eflexão inte na total. e) 4.5 di.d) V 0 f 0 f b) V e) V 0 f 0 f c) V 0 f 11 36. a pessoa necessita de óculos de “g au”: a) 3. Se o ponto p óximo de uma pessoa se encont a a 2.5 di. o “g au” de uma lente de óculos é a sua conve gência ou potência . ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 35.0 m de seus olhos. d) miopia e lentes dive gentes. c) miopia e lentes conve gentes. pa a o qual a imagem de um objeto p óximo é maio que o p óp io objeto. PUC-PR Em optomet ia.0 di. a) hipe met opia e lente s conve gentes. a con ve gência é dada em diopt ias (di). b) 2. ( ) O c istalino do olho humano co mpo ta-se como uma lente conve gente. Vunesp Após examina um paciente.5 diopt ias. espectivamente. 37. e) astigmatismo e lentes conve gentes. Supondo que o texto a se li do seja colocado a 25 cm de distância. ( ) Um espelho de maquiagem. um oftalmologista eceitou-lhe óculos com lentes e sfé icas de ve gência –1. b) hipe met opia e lentes dive gentes. ( ) Óculos de sol (usados apenas pa a eduzi a intensidade luminosa) são constituídos po lentes conve gentes. 38. Se f é dada em met os. ela necessita de óculos de leitu a. dada pelo inve so da sua distância focal f (p = 1/f). é um espelho esfé ico. é co eto afi ma : ( ) A supe fície efleto a em um fa ol de automóvel é um espelho plano. c) 2. O p ovável p oblema visual ap esentado po esta pe ssoa e o tipo das lentes eceitadas são.5 di.5 di . UFPR Conside ando elementos ópti cos e os objetos ou situações ap esentados. Cesg an io O g áfico que ep esenta co etamente o valo da distância focal (f) é: a) V da ve gência (V) em função ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . d) 0. ( ) Uma lupa é constituída po uma lente dive gente.

IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

F-F-V-F-V 19. C 34. A 13. 20 cm // 15 cm 29. B 23. E 14. B 22. A 2 5. 2 + 8 16. D IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . A 37. D 3. A 20.F ÍS IC A L ENTE S 1 1. a) 0. 18. 18. V-V-V-F-F 4.9 mm 24. A 30. C 27.3 m b) A < 0 — Imagem se á inve tida.084m 0. C 12. A 21. 12 10. F-F-V-V-F-V 38. F-V-F-F-F 5. 2 + 4 + 16 26. E 15. D 17. 1 + 2 + 4 33. C 6. V-V-F-V 2. C 7. V-V-V-V-F 28. B 35.11 f = 0. C 36. B 32.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ . B 31. E 9. 4 + 8 8. V-FV-V 11.

5 . A água pu a é um meio t ans lúcido.4 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .2 .4 d) 3 .3 ) 2 .3 . o seu comp imento de onda pe manece inalte ado. Sob e as afi mativas acima. O a é um meio t anspa ente. O vid o fosco é um meio opaco. II.2 . Lond ina Conside e as seguintes afi mativas: I.1 .4 . Acafe-SC Co elacione a coluna da di ei ta com a da esque da.5 e) 2 . UFPR Com base nos conceitos da óptica. é co eto afi ma : ( ) Luz é uma onda de nat u eza elet omagnética. ( ) A p opagação etilínea da luz é evidenciada du ante um eclipse luna .1 .3 . ( ) Quando um feixe de luz monoc omática é t ansmitido de um meio pa a out o. 3.4 .1 . U. 1 2.5 .4 . Apenas as afi mativas I e a III são ve dadei as.Optic ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¢ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨  ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ .2 . sua velocidade de p opagação é eduzida à metade do seu co espondente valo no vácuo. ( ) A dif ação é um fenômeno que oco e exclusivamente com a luz.1 c) 3 . E. ( ) Quando a luz se p opaga num meio mate ial com índice de ef ação igual a 2. ( ) Uma pessoa pode eduzi a intensidade da luz que atinge os seus olhos utilizan do pola izado es. Apenas a afi mativa III é v e dadei a.1 . deve ser: ) 5 . assinale a alte nativa co eta. a) b) c) d) e) Apenas a afi m ativa I é ve dadei a. na ve ificação de conhecimentos de Óptica: (1)ângulo de incidência = ângulo de eflexão (2)n1senθ1 = n2senθ2 (3)distânci d im gem o espelho = distânci do o jeto o espelho (4)distânci foc l = met de do r io de curv tur (5)distânci foc l positiv ( ) espelho pl no ( ) lente convergente ( ) lei d refr ção ( ) lei d refl exão ( ) espelho esférico A se üênci numéric . Apenas as afi mativas II e a III são ve dadei as.5 . Apenas a afi mativa II é ve dadei a. III. de cim p r ixo.F ÍS IC A Ó P T IC A 1.

(08) o relógio deve fic r entre o pl no do fo co princip l e lente convergente. 5. ) O ponto B é um ponto im gem re l p r o si stem S1 e um ponto o jeto virtu l p r o sistem S2. divergente d 3d e) m ior. ) re l. A íris se comport como um di fr gm . O crist lino se c omport como um lente. um lente de 8 cm de distânci foc l. c) O ponto C é um ponto im gem re l p r o sistem S2 e um ponto o jeto v irtu l p r o sistem S3. c) Somente III é verd deir . PUC-RS Um lente fo rm im gem de um o jeto. ) Somente firm tiv II é verd deir . 6. fic n do o relógio so re o foco princip l. podemos firm r: I. se lente us d for convergente e o relógio estiver entre o f oco e o vértice d lente. (32) o umento line r d im gem pode ser o tido. e) O ponto A é um o jeto impróprio p r o sistem S1 e um o jeto virtu l p r os dem is sistem s. M ringá-PR Um relojoeiro de vist norm l us . e lente é —— ———. II. PUC-PR Se comp r rmos o olho hum no um câm r fotográfic . ) Somente firm tiv I é verd d eir . Então. E. é correto firm r ue (01) lente us d deverá ser um lente divergente. 7. n d tendo ver com o sis tem S3. se o relojoeiro tr lh r em tmosfer de r . direit . como respost . (04) lente us d será convergente. num tel .Optic  4. ue ele m ntém em próxim do olho.2 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . d) O ponto D é um ponto im gem virtu l p r o sistem S3 e n d represent p r os dem is sistem s. III. conforme figur ixo. Pel o serv ção d figur . m ior ue o o jeto. diver gente ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . é correto firm r: A (∞) ) O ponto A é um o jeto re l p r o D s istem S1 e um im gem re l p r S2. B So re eles. Cefet-PR A figur represent três sisS2 S3 tem s ópticos em ue dois são refr S1 C tores e um ref letor. pode-se concluir ue im gem é —————. temos. (02) velocid de d luz ue incide so re o r elógio será de 2/3 do seu v lor no vácuo. (16) im gem do relógio será virtu l. divergente d) virtu l. Dê. tr vés d o módulo d r zão entre s distânci s d im gem o vértice d lente e do o jeto o vértice d lente. e) Tod s são verd deir s. som d s ltern tiv s corret s. p r o tr lho de conserto de relógios. d) Somen te s firm tiv s II e III são verd deir s. U. A retin corresponde o filme d câm r . Assim sendo. convergente o jeto nvergente im gem c) re l.

ue defendi m o teocentrismo e predestin ção preg dos pel Igrej C tólic . pós encontr r superfície de sep r ção dos meios. 9. ( ) O comprimento de ond d luz no meio A é menor ue no meio B. A e B. é form d de um espectro de luz colorid . é correto firm r: B ( ) Os ângulos θ1 e θ2 são igu is. pós refr ção. vigente no século XVIII. XIV e XV. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 5) interferênci . movimento intelec tu l ue representou o ápice d s tr nsform ções cultur is inici d s com o Ren scimento . U. ( ) A velocid de de prop g ção d lu no meio A é m ior ue no meio B. o Hum nismo. c) difr ção d luz contorn ndo o prism . Pelot s-RS 3 A figur retr t historic mente o cientist inglês Is c Newton (1642-1727) f zend o um experiênci com luz. ( ) A fre üênci d luz no meio A é igu l à fre üênci d luz no meio B. d) comprov ção de ue luz se prop g em linh ret . S Dependendo d posição em ue é o serv d . UFPR N figur ixo represent -se reflexão e refr ção de um feixe de luz mo nocromátic ue incide so re superfíθ1 θ 2 cie de sep r ção de dois meios. movimento ue m rcou os séculos XIII. F. 4) pol riz ção. 2) reflexão. ue se estendeu do século XIV o sécul o XVI. o Iluminismo. U. o índice de refr ção do meio B em rel ção o meio A é 3. em ue c d cor tem o seu própri o desvio. movi mento cultur l de tendênci l ic e irr cion l. ) comprov ção de ue luz r nc . É correto firm r-se ue o fenômeno físico demonstr do n f igur e o período histórico são. v i refletir-se em um n tep ro. e) dispersão d luz r nc tr vés d refr ção. 3) refr ção. 10. respectiv mente: ) reflexão d luz so re um prism . ( Se θ1 = 60° e θ3 = 30°. em ue el . θ3 ( ) índice de refr ção do meio A é m ior ue o do meio B. um piscin chei d’águ pode p rent r ser m i s r s devido o fenômeno luminoso identific do por 1) dispersão. Reform Protest nte. o Iluminismo. A Com se n s propried des d luz.8.Optic  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ . n u l se contest v m os v l ores mediev is. o Ren scimento.

E. se o ín e de refr ção do meio onde se encontr o o jeto for igu l o índice de refr ção do m teri l. então. d) somente para objetos (obstácu os ou fendas) cujas dimensõe s re evantes sejam muito maiores que o comprimento de onda da uz. Unioeste-PR Dentre as a ternativas abaixo apresentadas. Dê. ˆ (16) existe uma razão constante entre o seno do ângu o de refração R e o seno do ângu o ˆ de ref exão r.Optica Avançar ¡   ¡      ¡     ¡ ¡ ¡    ¡   ¡ ¡  ¢ ¡        ¡ ¡   ¡ ¡    ¡  ¡  ¡ ¡ ¡        ¡    ¡  ¡ ¡  ¡ ¡          ¡    ¡          ¢ ¡   ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡      ¡     ¡     ¡  . M ringá-PR Um o jeto puntiforme encontr -se um ltur h so re um lâmin de m teri l homogêneo. U. 4 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . UFRN Na ótica geométrica. (08) a ve ocidade da uz no interior da âmina será diferente da ve ocidade da uz que emerge do objeto pu ntiforme. ao passar por um prisma. como resposta. a soma das a terna tivas corretas. c) somente para espe hos cujas superfícies ref etoras sejam compatíve is com a ei de Sne . como resposta. Este fenômeno ocorre pe o fato de um f eixe de uz. independentement e da re ação entre a dimensão re evante do objeto (obstácu o ou fenda) e o comprimento d e onda da uz. (08) O nascer e o pôr-do-so são vistos q uando o So se encontra acima da inha do horizonte. (64) A decomposição da uz branca. atingir as paredes internas com ângu o m aior que o ângu o imite. Dê. pois a formação da imagem virtua se dá atrás desses espe hos. (32) Através da uti ização de entes po arizadas. é correto firm r ue ˆ (01) o ângulo de incidênci î e o de reflexão r serão igu is. dá-se pe a presença de impurezas ou irregu arida des no vidro. re a tivas a situações que envo vem conceitos de óptica. Isso é o que ocorre. b) sempre. (16) A fibra óptica permite uma e evada eficiência na transmissão devido ao fenômeno da ref exão tota . não sofrerá desvio (refr ção). form ndo um ângulo î com norm l. p rtindo do o jeto e incidindo perpendicul rmente so r e lâmin . já que para outros materiais o fenômeno não acontece. (01) Em a guns dias de chuva pode-se ver no céu o arco-íris. que penetra em seu interior. por exemp o. independentemente de a superfíc ie ref etora ser. Um r io luminoso ue emerge desse o jeto incide so re superfície do m teri l. ou não. (04) O fenômeno da refração da uz está p resente nos espe hos esféricos nos casos de formação de imagens virtuais. (04) o comprimento de ond (λ) do raio uminoso ue emerge da âmina independe do meio onde este se propaga. (02) O efeito da cor azu no céu está re acionad o com a presença da atmosfera em torno da Terra. Este fenômeno ocorre devido às dive rsas refrações que o raio de uz so ar sofre no interior da gota de chuva e devido à r ef exão interna tota . no estu do da ei da ref exão. 13. a sua imagem será virtua e eqüidistará h da superfície do materia . uti iza-se o conceito da propagação do raio de uz em inha reta. (02) um r io luminoso. assina e a(s) correta(s). é possíve impe ir tota mente a incidência da uz sobre uma determinada região. Então.11. a soma das a ternativas corretas. Esse conceito é vá ido a) sempre. polido e tr nsp rente. a qua faz com que o raio de uz retorne à atmosfera e produz a o efeito característico do arco-íris. compatíve com a ei de Sne . Isto ocorre devido à refração da uz ao penetrar na atmosfera. (32) se o objeto puntiforme for rea . 12.

15. no Brasi . recebe o nome de espectro visíve . conseguem fazer a sua pesca. Unifor-CE Um fino feixe de uz branca (por exemp o.o. para a cor que sofre menor desvio. Usando a Lei de Sne e. Sobre a te a S é medida a distância y entre os raios de uz que chegam após ref exão na superfície superior da âmina e os raios que chegam após serem ref etidos na superfície inferior. II. UFRN Ainda hoje. e es conhecem. mais espessa e co orida. c) A v ri ção do d iâmetro d pupil tem como o jetivo control r entr d de luz no olho. Para acertá. com anças pontiagudas. por isso. para todas as cores. uz so ar) incide num pr isma de vidro de seção triangu ar. C onsidere que o peixe está praticamente parado nessa posição. a ei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e. ) Um pesso c om visão norm l. d) P r correção d hipermetropi é necessári utiliz ção de lentes convergentes. Isto é. tem o r io de curv tur de s eu crist lino diminuído p r ue el continue foc liz ndo o o jeto. a partir da experiê cia do seu dia-a-dia. para cada uma das cores .14. Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igua a 1. i nvertid e ument d u ndo pesso o serv um o jeto dist nte. d) a uz se desvia mais pa ra a cor de maior ve ocidade no prisma. a guns índios pescam em rios de águas c aras e crista inas. mo stre que. à medid ue se proxim de um o jeto. E a representa a visão que o índio tem da posição em q e está o peixe. sofrendo duas refrações consecutivas.Optic       ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡   ¡   ¡    ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¢    ¡   ¡  ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡       ¡           ¡  . Esse arranjo permite determinar o índice de refração da âmina de vidro. LANÇA ÍNDIO AR I II III IV ÁGUA 5 A figura acima é apenas esquemática. U er -MG Assin le ltern tiv FALSA. IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . o índice de refração da âmina é dado por n= 2t2 1 + y2 2 1 2 GABARITO θi n θr x t 17. e e enxerga o peixe como estando na profundidade III. As pos ições I. c) a ve o cidade da uz no prisma é a mesma. A faixa de uz emergente. b) o índice de refração do vidro é maior. o índio deve jogar sua ança em direção ao ponto: a) I b) II c) III d) IV s y 16. para qi = 45°. e) o fenômeno citado encontra exp icação na re f exão tota da uz. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertica . O fenômeno pe rmite conc uir que a) o índice de refração do vidro é diferente. O feixe incidente faz um ângu o qi com a direção norma à superfície da âmina ( eja figura). ) O crist lino do olho de um p esso de visão norm l ge como um lente convergente ue produz um im gem re l.33. U. considerando o índice de refração do ar igua a 1. UFCE Um feixe de aser incide sobre uma âmina de vidro de índice de refração n e es pessura t. feitas de madeira.

Av nç r ¡ ¡ .

Pode-se firm r ue I. (02) Consider ndo-se ue o espelho e o r têm índices de refr ção diferentes. penum r . é re fletido no espelho E e excit os m rc dores fluorescentes d mostr A. (04) A so rção de p rte d luz ue não p ss pelo filtro tr nsform energi luminos em energi térmic . som r e som r . o excit r os m rc dores fluorescentes. F é um fonte de luz extens e A um ntep ro op co. Com se nos princípios físicos envolvidos no funcion mento do microscópio. regiões de F GABARITO A I II III IMPRIMIR ) ) c) d) e) e penum r . som r . Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . No es uem simplific do o l do. penum r e som r . penum r . ument energi dos átomos excit dos. som d s ltern tiv s corret s. penum r e som r . UFPE Qu l d s figur s ixo melhor represent tr jetóri de um r io de luz monocromátic . som r e penum r . (32) A l uz ue incide n mostr tem m ior energi do ue luz emitid pós excit ção. o tr vess r um j nel de vidro (imers no r) de espessur d? ) ) c) d) e) d d d d d 6 19. 20. (16) Os elétrons dos átomos excit dos p ss m de níveis de menor energi p r níveis de m ior energi n emissão de luz pel mostr . ue p ss tr vés do F1 espelho e tr vess um filtro ntes de cheg r o o serv do r O. (08) A luz incidente. é corre to firm r: F2 (01) Os ângulos de incidênci e de reflexão form dos A entre um r io do feixe F1 e norm l o espelho são igu is. m s não é refr t do o p ss r do espelho p r o r. de compriE mento de ond superior 510 nm. UFBA Em Biologi . A mostr excit d emite o feixe de luz F2. utiliz ção de m rc dores fluoO rescentes permite o estudo de célul s tr vés do microscópio de fluorescênci . de comprimento filtro de ond entre 450 nm e 490 nm. Dê.18. UFR-RJ N figur ixo. respectiv mente.Optic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡  ¡  . som r som r . um fe ixe de luz incidente F1. som r . co mo respost . um r io de luz do feixe F2 é refr t do o p ss r d o r p r o espelho. II e III são.

.

22.21. c) Um ano.F. fic 44 nos-luz de distânci d Terr ”. (…) estrel Úpsilon de ndrômed . pes uis dores dos EUA desco rir m existênci de um sistem pl netário semelh nte o Sistem Sol r.Optica Avançar ¡ ¡   ¡   ¡ ¡    ¡   ¡ ¡ ¡   ¢   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡          ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ . como é ch m d . que a uz percorre durante um ano. 16/04/99) Assina e a a ternativa incorreta: a) A uz da estre a Úpsi on demora 44 anos para chegar a Terra. em qui ômetros. pois viaja à ve ocidade 3 x 108 m/s. U. um est rel com pelo menos três pl net s em su ór it .5 x 1012. UERJ As fi guras abaixo representam raios so ares incidentes sobre quatro entes distintas. d) A uz emitida pe a estre a Úpsi on é instan taneamente percebida na Terra. ou sej . A en te que seria mais efetiva para essa fina idade é a de número: a) I b) II c) III d) I V IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . (Fo ha de São Pau o. 7 I II III IV Deseja-se incendiar um pedaço de pape . b) A distância.u z é aproximadamente 9. U erlândi -MG-P ies “Pel primeir vez n históri d explor ção esp ci l. concentrando a uz do so sobre e e.uz corresponde a distância que a uz perc orre no vácuo durante um ano terrestre.

3 11. A 4. 26 1 2. tg θr y tg θr = 2y sen θr 1 sen θi = ⇉n= sen θi n sen θr n= 1 2 sen θr sen2θr sen2θr = cos2 θr 1-sen2 θr tg2θr 1 e n= 2t2 1 + y2 2 1 + tg2θr tgθr 1 G A B A R IT O tg2θr = Assim: sen2θr = n= 1 2 y2 + 1 4t2 y 2t = 17. E 9. D 14. A 18. V-V-V-V-F-F 3. C 21. 60 5. E 6. Como θi = 45°. B 19. C 2. A 8. C 7.F ÍS IC A Ó P T IC A 1.Óptic ¡ ¡ ¡ . 50 13. temos: y = x = 2t . D 22. 45 20. B IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . V-F-V-F-V-V 10. A 15. D 16.

é igu l o peso d esfer . 20.Ond s e M. inextensível e de m ss desprezível (ver figur ). Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ .0°C.0°C. prop g ndo-se no r.S . ( ) O desvio p r o vermelho (import nte indício em f vor d exp nsão do Universo) é um exemplo d ocorrênci do efeito Doppler-Fize u p r luz. nos pontos A. com comprimento de ond de 2.C tólic -GO O s g m A C B GABARITO O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um esfer de m ss m. 2. 1. ( ) Um ond longitudin l. U. tem igu l v lor.H . A celer ção d gr vid o loc l v le g. um temper tur de 20. prop g ção do som t m ém é de c ráter ondul tório. O p relho uditivo hum no norm l é c p z de perce er ond s num f ix de 20. ( ) fre üênci de oscil ção do pêndu lo não será lter d se m ss m for modific d . ( ) tensão no fio. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) o movimento oscil tório d esfer é uniformemente celer do. simétric s em rel ção à vertic l OC. H. o comprimento de ond do som m is gudo ue o ouvido hum no pode perc e er mede 17. pode ser consider d como um ultr ssom. 1 ( ) Por se tr t r de um ond tr nsvers l. ( ) A lu z e o som têm o módulo de su velocid de de prop g ção ument do u ndo p ss m d águ p r o r.10–2m. ixo rel cion d s. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. Desprez -se resistênci do r. B e C.0.0 m. ( ) energi mecânic d m ss m. So re o pêndulo simples pode-se fi rm r ue: ( ) o período de oscil ção do pêndulo é m ior em um loc l cuj celer ção d gr v de é m ior. ( ) n posição C. no inst nte em ue esfer p ss por C. U. esse tipo de ond se prop g no r. A esfer oscil entre s posições A e B. celer ção d esfer tem componente t ngenci l nul . com um velocid de de 340 m/s.0 Hz té 20. luz não pode ser pol riz d . suspens por um fio de comprimento s. 20°C. ( ) No r. Muito noss percepção do mundo em redor se deve o sentido d udição. S.C tólic -DF Como d luz.F ÍS IC A O N D A S E M .0 kHz ( s ond s ne ss f ix constituem o ue ch m mos som).

p r emitirem not s diferentes. ) A energi do sistem é 3 J. ) As cord s de um h rp possuem comprimentos diferentes. atra pa haria o púb ico que apreciava o espetácu o. Considerando a natureza das ondas son oras e o fato de o espetácu o se dar em um recinto fechado. e u nto m ior o comprimento d cord . e v le 30 cm/s. F(N) 30 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡   ¡   ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡     ¡ . podemos firm r ue fre üênci ngul r do movimento é 10 r d/ s. Unirio Em recente espetácu o em São Pau o. é um infra-som. m is gudo será o som. ) A direção d prop g ção de um ond não lter u ndo el p ss o li u mente de um meio p r outro. 2 ( ( 4. mas as ondas estacionárias formadas na sa a não podem ser e iminadas. mas devido à superposição das ondas sonoras sempre ha verá eco. ) A const nte elástic d mol é 3 N/cm. H. ) Se o l oco tem m ss de 3 Kg. c) Os materiais são adequados. d) A rec amação dos artist as é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. em tese. diversos artistas rec amaram do eco re f etido pe a arquitetura da sa a de concertos que os incomodava e. e o v lor lgé rico d forç result nte ue tu no loco v ri com sciss x. de cordo com o gráfico d figur ixo. cujo comprimento de ond é λ = 34 m. Avançar  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ 3. a) Os materiais usados na construção da sa a de espetácu os não são suficientemente absorvedores de ondas sonoras para evitar o e co. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Unic p-PE Um sistem constituído por um loco preso à extremid de de um mol osc il livremente em um pl no horizont l. e assim. u nto m ior o comprimento de ond . b) Os materiais são adequados. e) A rec amação dos artistas é infundada porque o que e es ouvem é o retorno do som que e es mesmo produzem e qu e hes permite ava iar o que estão tocando. ) Um ond sonor se prop g no r (V r = 340 m/s). ) A sens ção sonor é estimul d em n ossos ouvidos por um ond tr nsvers l cuj fre üênci está compreendid entre 20 Hz e 20000 Hz. Unic p-PE ( ( ( ( ( ) P r um ond ue se prop g em um certo meio. menor é fre üênci . GABARITO 5. ) A velocid de máxim ocorre no inst nte em ue celer ção é máxim . indique a opção que aprese nta uma possíve exp icação para o acontecido. não podemos e iminar o eco.-10 0 10 x(cm) -30 ( ( ( ) A mplitude do movimento é 20 cm. S.Ondas e M.

ref exão. 2) a ve ocidade de propagação da onda. menos. 4) a am p itude e o período. sendo a nave tripu ada.Ondas e M. Ondas transversais podem apresentar efeito Dopp er e ondas ongitudinais não. com b) mai s. pois. ocorre inversão de fase. 4) o comprimento de onda da onda. III. refração. b) Apenas II. 2) a ve ocidade de propagação. porém. uma vez que o so m se propagará junto com a imagem da mesma. Ondas transversais podem ser po ari zadas e ondas ongitudinais não. ref exão. 5) o comprimento de onda. e) sto ocorre na rea idade e o som será ouvido inc usive com maior nitidez. Viçosa-MG Em a guns fi mes de ficção científica a exp osão de uma nave espacia é uvida em outra nave. Quais estão corretas? a) Apenas I. c) Apena s III. U. apenas. propagand o-se em uma corda homogênea sob tração constante. F. 3) o comprimento de onda.6. pois não é possíve a propagaçã o som no vácuo. 5) a direção de propagação da onda. produ zem-se ondas de freqüências diversas. e) Apenas I e III. S. mais. mais. apen as. mesmo estando ambas no vácuo do espaço sidera . menos. com c) menos. Que a ternativa p reenche corretamente as acunas da frase acima? a) mais. 3) a amp itude da o nda. por não hav er meio materia no espaço sidera . IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . refração. necessariamente permanece const ante 1) a freqüência da onda. II. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas ongitudinais não. U. pois as c ondições de propagação do som no espaço sidera são diferentes daque as daqui da Terra. Sa vador-BA No fenômeno da refração da onda. H. Em re ação a este f ato é correto afirmar que: a) isto não ocorre na rea idade. a amp itude e a ve ocidade de propa gação. com espessa para 3 9. E. que todas essas ondas. sem d) menos. Sabe-se. 7. ref exão. possui seu interior preenchido por gases. UESC-BA Variando-se a freqüência com que se movimenta uma corda tracionada. apenas. Avançar                                       . mais. d) Apenas I e II. d) isto ocorre na rea idade. b) isto ocorre na rea idade. Londrina-PR Quando um pu so se propaga de uma corda outra espessa. U. 10. apresentam em comum 1) o período. com e) menos. UFRS Considere as seguintes afirmações a respei to de ondas transversais e ongitudinais: I. c) isto ocorre na rea idade. 8.

causada pe o movimento do observador em re ação à fonte de onda. O esquema que representa a di fração de ondas é o a) b) c) d) 4 e) GABARITO 12. Quando uma onda passa de um meio materia para outro. b) o comprimento de onda aumenta. d) I e II. H. 14.Ondas e M. c) As ondas mecânicas. b) II. podemos afirmar que a) a ve ocidade aumenta. É(são) correta(s) somente a(s) afirmação(õe a) I. S. d) Quanto maior for a freqüência de uma fon te de uma onda sonora. Cefet-PR Com re ação ao estudo das ondas. com a teração da freqüência da onda. obedecem as mesmas eis de ref exão e de refração da uz. Uberaba-MG Assina e a a ternativa FALSA. ao se ref etirem e se refratarem. U. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . pois são ondas ongitudinais. é denominada de ef eito Dopp er. e) o período diminui. UFR-RJ Uma f onte produz ondas de freqüência f e período T em um determinado meio. O fenômeno da decomposição da uz branca em seu espectro é denominado dispersão. III. Avançar                      . sem que se mude o meio. b) A variação da freqüência de uma o nda. Se a freqüência da f onte for aumentada. c) III. são feitas a s seguintes afirmações: I. e) I e III.11. II. c) a ve ocidade diminui. 13. As ondas sonoras em ser po arizadas. Unifor-CE Os esquemas a seguir são norma mente usados para representar a propa gação de ondas na superfície da água em uma cuba de ondas. oco rre o fenômeno chamado refração. a) A intensidade de um som é tanto maior quanto maior for a amp itude da onda sonora. menor será a energia transportada por e a. d) o período a umenta.

Com o auxí io de ócu os com fi tros po arizador es. PUC-RS Em ocais baixos como num va e. Segundo esse mode o. Deseja-se produzir uma onda audíve que se propague no ar co m o mesmo comprimento de onda daque as uti izadas para transmissões de rádio em freqüênc ia modu ada (FM) de 100 Mhz (100 x 106 Hz). enquanto o som propaga-se no ar com ve ocidade a proximada de 330 m/s. b) Orsted. são projetadas simu taneamente na te a do cinema de man eira a não sobrepor uma sobre a outra. e) na produção de ondas uminosas que vibram num único p ano que contenha a direção de propagação. Fuves t-SP Uma onda e etromagnética propaga-se no ar com ve ocidade praticamente igua à d a uz no vácuo (c = 3 x 108 m/s). A po arização da uz consiste a) na passagem da uz de um meio para outro em que a ve ocidade de propagação é diferente. d) na formação de franja s c aras e escuras devido às microfendas dos fi tros po arizadores. obtendo. mas captam-se bem sinais de rádio de f reqüências baixas. se uma estre a se afasta ou se aproxima da Terra. c) na interferência entre o feixe de uz incidente e o mesmo feixe de uz ref etido por um obstácu o. fo rmadas por uz po arizada. c) Dopp er.5 cm. PUCRS Ondas sonoras e uminosas emitidas por fontes em movimento em re ação a um observ ador são recebidas por este com freqüência diferente da origina . o ouvido humano deveria ser mais se nsíve a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o compriment o do cana auditivo externo. para criar a i usão da 3ª dimensão. é denom inado de efeito a) Jou e. S. captam-se ma sinais de TV e de te ef one ce u ar. e) Faraday. 5 17. H. d) Vo ta. Os sinais de rádio de freqüências baixas são me hor captados porque ——— i mente. 18.15. a visão tridimensiona . assim. que são sinais de freqüências a tas. por exemp o. b) na separação das cores que compõem a uz incidente devido à dispersão desta uz. em média. Vunesp Nos cinemas 3D.Ondas e M. F uvest-SP Considerando o fenômeno de ressonância. Este fenômeno. A freqüência da onda audíve deverá ser apro ximadamente de: a) 110 Hz b) 1033 Hz c) 11. Avançar                                                              . no a r. o espectador enxerga cada uma das imagens com um o ho. o ouvido humano seria mais sensíve a sons com freqüências em torno de a) 34 Hz b) 1320 Hz c) 1700 Hz d) 3400 Hz e) 680 0 Hz IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . a) ref etem b) refratam c) difratam d) po arizam e) reverberam 16. onde a ve ocidade de propagação do som é 340 m/s. 2. que mede. que per mite saber.000 Hz d) 108 Hz e) 9 x 1013 Hz 19. duas imagens iguais.

em m/s. S.5 m e 500 m b) 1. FM. 6 21.0 m e 1500 m IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .33 m e 500 m d) 2. as co das de tonalidades mais g aves são as de maio densidade line a de massa. espectivamente. provocando compressões e rarefações periódicas que. assim. Ao co e a mão esque da. UFPB Um ádio ecepto ope a em duas modalidades: uma. tal que a d istância ent e suas c istas consecutivas seja de 10 cm. H.40 23.Ondas e M. a freqüência de vibração f de uma corda com as ext emidades fixas é descrita pe a expressão: 1 T 2L ρ na qual T é a tensão. ondas sonoras propagantes.0 c) 2. A velocidade de p opagação da onda. L é o comp imento ρ é a densidade linea de massa da co da. Lemb ando que 1 kHz = 1 x 103 Hz e 1 MHz = 1 x 106 Hz e sabendo-se que a velocidade de p opagação das ondas de ádio é 3 x 108 m/s. (16) modifica tanto a velocidade das ondas nas co das da viola como a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. p oduzindo-se uma onda de pulsos etos. de 0. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . vale a) 25 b) 4. UFSE Com uma égua. de 90 MHz a 120 MHz.5 m e 200 m e) 6. ( ) No modo fundamental. bate-se na supe fície da água de um tanque.5 d) 1.20. ( ) Uma co da vib ando em seu segundo ha mônico possui o dob o de nós a p esentados pelo p imei o ha mônico.33 m e 600 m c ) 3. ( ) Em um inst umento de vá ias co das.0 e) 0. constituirão. UFMT Suponha um violei o dest o que dedilhe uma viola de 10 co das com a mão d i eita e escolha as notas com a mão esque da. a f eqüência de vib ação da co da se á eduzida p ela metade se a tensão fo aumentada em 25%. o violei o define as notas musicais que ti a á d o inst umento ao dedilha . o meno e o maio comp imento de onda que podem se captado s po este apa elho valem. é co eto afi ma que o violei o (01) modi fica a velocidade das ondas nas co das da viola ao p essiona em dife entes pont os da co da sob e o b aço da viola. pr opagando-se no ar. ( ) A onda sono a emitida po uma co da.25 s. a) 2. Fisicamente. fixando ce t os pontos sob e a co da da viola. que cob e a faixa de f eqüência de 600 kHz a 1500 kHz e out a. todas mantidas sob a mesma tensão e com o mesm o comp imento. julgue os itens a segui como ve dadei os ou falsos. como esposta. (04) modifica a f eqüência da s vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.25 s em 0. ( ) Uma mesma nota musical emitida po inst umentos musicais dife entes possui a mesma f eqüência fundamental de vib ação. (08) modifica o comp imento de onda das vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. na situação desc ita. Dê. AM. também chamado primeiro harmônico. (02) modifica a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. Com base nessas info mações. a soma d as alte nativas co etas. vi b ando em seu modo fundamental. 22. tem comp imento de onda igual ao dob o do comp i mento da co da. No modo fundame nta . UnB-DF As vibrações transversais de cordas de instrumentos musicais causam variações na densidade do ar ao seu redor.

H. E. assinale a alte nativa em que melho estão as as c istas dessa onda após ela te passado pela ba ei a. b) A amplitude. a intensidade da onda pola izada to na-se nula.Ondas e M. 7 b) d) 25. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. IMPRIMIR FÍSICA . UFMG Na figu a. se ap oxima de u ma ba ei a. U.24. em um ce to momento. que é pe pend cula à di eção em que a onda se p opaga. está ep esenta uma onda que. 04) A luz pola izada pode se obtida po eflexão e po dupla ef ação. 16) Quando o analisado gi a 90 em elação ao po a izado . está ep esentada pelas linhas ve ticais. Na ba ei a. A seta indica a di eção de p opagação da onda. assinale o que fo co eto: 01) As ondas sono as não se pola izam po que são longitudinais. todas as pa tículas do meio vib am numa única di eção. 08) Numa ond a mecânica pola izada. UFR-RJ A figu a abaixo most a o g áfico de um movimento ha mônico simples. dete mine: a) A f eqüência em he tz. a) c) ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ep esentad ¨ ¨ . x (cm) 40 1 2 3 4 t (s) GABARITO –40 Analisando a figu a. S. A posição das c istas dessa onda. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ Conside ando essas info mações. 26. exis te uma abe tu a etangula de la gu a ligei amente maio que o comp imento de on da da onda. Ponta G ossa-PR Sob e o fenômeno da pola ização. ao se p opaga . 02) O olho humano é i ncapaz de analisa a luz pola izada po que não consegue distinguila da luz natu al .

em uma aula expe imenta l do Cu so de Fonoaudiologia. a onda p oduzida é um exemplo de um tipo de onda mecânica t ansve sal que se p opaga na supe fície da água. 8 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 29. Ele é fixado no chão e emite um feixe de mic oondas que incide sob e o veículo e. a f eqüência pe manece constante e o comp imento de onda pode aumenta ou di minui . b) efeito fotoelét ico. b) apenas a I e a II. II. c) lei da eflexão. confo me o sentido de p opagação. 30. o som p oduzido é um exemplo de um tipo de onda mecânica longitudinal que se p opa ga no a . 64) Toda onda necessita de um meio mate ial pa a se p opaga . III. mais acentuada é a dif ação.27. 28. UFRN Quando falamos . d) efeito Dopple . no meio conside ado. 32) Ondas t anspo tam ene gia e quantidade de movimento. Ma ingá-PR Em elação ao conteúdo de ondas. 16) Somente temos supe posição de ondas quando elas possuem a mesma f eqüência e a mesma amplitude. d) a di eção do plano de pola ização de cada uma das ondas enquanto elas se p opagam no meio . 02) Ondas sono as são t ansve sais e ondas e m uma co da são longitudinais. se a distância ent e dois nós consecutivos é de 6 cm. Po out o lado. UFRN O ada é um dos equipamentos usados pa a cont ola a velocid ade dos veículos nas est adas. São co etas as afi mações: a) apenas a I. c) apenas a I e a III. 08) Pa a uma onda estacioná ia de f eqüência 100 Hz. E. A pa ti dessa dife ença de f eqüências. II e III. b) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de dif ação. assinale o que fo co eto: 01) Qu ando uma onda se ef ata. U. O que fundamenta o uso do ada pa a essa finalidade é o(a) a) lei da ef ação. d) I . a velocidade de p opagação da o nda. 04) Na dif ação de ondas. quando jogamos uma ped a na água contida em um tanque. O que distingue onda mecânica longitudinal de onda mecânica t ans ve sal é a) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de inte fe ênc ia. é efletido pa a o apa elho.Ondas e M. ao encont a a supe fície de sepa ação de dois meios t anspa entes. quanto meno a dimensão do obstác ulo ou fenda. O som g ave é um som de baixa f eqüência. O eco é um fenômeno causado pela eflexão do som num antepa o. Timb e é a qualidade que pe mite distingui dois sons de mesma altu a e intensidade emitidos po fontes dife entes. O ada mede a dif e ença ent e a f eqüência do feixe emitido e a do feixe efletido. é de 60 m/s. c) a d i eção em que o meio de p opagação vib a enquanto cada uma das ondas passa po ele. H. são ap esentadas as seguintes obse vações com elação aos fe nômenos acústicos: I. S. U. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. Potigua -RN No Labo ató io de Física Acústica da UnP. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . é possível medi a velocidade do automóvel. em pa te.

infravermelho ondas de radio raio X microondas raios gama ultra-som ondas lumin osas ultravioleta 9 Quanto ao critério de classificação das ondas em mecânicas e eletromagnéticas.0 • 10 –3 W/m 2. b) duas ondas mecânicas. Qua ndo essa onda passa para um outro fio. 34. 32. Como não existe nenhum obstáculo à propagaç a intensidade sonora a 40 m de distância valerá.31. Cefet-PR A 20 m de uma buzina a intensidade sono ra do som que ela emite vale 2. Ube aba-MG Um mo cego voando c om velocidade v0 em di eção a uma supe fície plana. a va iação de f eqüência ouvida pelo mo cego se á a) ∆f = f0 v v0 b) ∆f = f0 v0 v c) ∆f = f0 2v0 v – v0 d) ∆f = f0 v + v0 v – v0 33.Ondas e M. constituído do mesmo material. UFR-RJ Uma ce ta emisso a de ádio t ansmite sua p og amação com uma f eqüência de 600 kHz. calcule o com p imento de onda das ondas desta emisso a. Sabendo-se que a velocidade do som é v.0 — 10–3 e) 1. U. emite uma onda ult a-sônica de f eqüênc a f0. Sabendo-se que a velocidade das ondas de ádio é de 3 x 108 m/s. em m/s. muda para: a) 80 b) 600 c) 25 d) 1600 e) 400 35. d) quatro ondas mecânicas. Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .2 — 10–3 c) . Cefet-PR Considere a listagem de ondas citada a seguir. S.5 — 10–3 d) 1. em W/m 2: a) 0. verificase que dentre elas existe(m): a) uma única onda mecânica.5 — 10–3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . porém com 1/4 do diâmetro do primeiro. c) três ondas mecânicas. a velocidade de propagação da onda. Acafe-SC A v elocidade escalar de uma onda transversal que se propaga num fio é de 100 m/s. H.1 — 10–3 b) 0. e) cinco ondas mecânicas.

vindas diretamente até o observador. f2 e f3. Sabendo que a velocidade do som é de 340 m/s.7 m/s. e e terá a freqüência de: a) 600 Hz d) 300 Hz b) 500 Hz e) 200 Hz c) 400 Hz 39. a freqüênc ia dos batimentos. ITA-SP Um diapasão de freqüência 400 Hz é afastado de um observador.2 m e v = 180 m/s λ = 1.36. em direção a uma p rede plana. Mackenzie-SP Uma onda sonora de comprimento de onda 68 cm se propaga no ar c om ve ocidade de 340 m/s. Se esse som se propagar na água. se propaga no oceano com uma ve ocidade de 30 m/s. com velocidade de 1. 398 e 4 e) 404. 40 8 e 16 b) 396. Avançar        . 30 m/s GABARITO λ=100 m O tempo que eva o bote de um náufrago. f2. são a) 392. à deriva.8 m e v = 80 m/s λ = 0. a freqüência aparente das on das não-refletidas.8 m e v = 180 m/s λ = 1.8 m e v = 120 m/s λ = 0.2 m e v = 120 m/s 38. de comprimento de onda λ = 100 m. UEMS Um trem de ondas periódica s. freqüência aparente das ond as sonoras que alcançam o observador depois de refletidas pela parede e f3. S. O comprimento de onda e a ve locidade de propagação dessa onda são 10 a) b) c) d) e) λ = 0. os valores que me lhor expressam as freqüências em hertz de f1. respectivamente. São nominadas: f1. 402 e 4 d) 402. para executar uma osci ação comp eta é: a) 25 s 3 3 s 20 10 s 3 3 s 10 1 s 3 IMPRIMIR b) c) d) e) Vo tar FÍSICA .Ondas e M. 396 e 4 37. H. 404 e 8 c) 398. PUC-S P Uma onda senoidal que se propaga por uma corda (como mostra a figura) é produzid a por uma fonte que vibra com uma freqüência de 150 Hz.

5m ( ( ( ( ( ) A onda que se propaga nessa corda é mecânica e transversa . é igua a a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 41. 02 ) da am litude do movimento. 43. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Com base nessa informação. Avançar ¤  ¤  ¤ ¤ ¤     ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ . ) Se a de nsidade inear da corda é µ = 100 g/m. em se gundos. sob re um lano horizontal sem atrito. pode-se conc uir que o período dessa onda. H.40. 04) da deformação máxima da mol a. S. calcule o com rimento de onda do som. é y = 0. GABARITO 42. T 2 Nessas condições. um movimento harmônico sim les de eríodo igual a T.Ondas e M. e que a velocid ade de ro agação do som no ar é a roximadamente de 335 m/s. Unicap-PE A figura abaixo represent a uma onda que se propaga em uma corda de freqüência f = 10 Hz. Sabendo que a freqüência do som da sirene é de 104 Hz. e seu período va e 0. que se propaga com ve ocidade d e 50 cm/s. UERJ O dono do circo anuncia o início do es etáculo usa ndo uma sirene. conc uímos que a corda está tracionada com 40 N.5 sen(πx + 20 πt). o roduto k( ) fornece a medida 2π 01) da massa do cor o. √ 11 0. realiza. 03) da ulsação do movimento. tem-se representada uma onda periódica.1 s . ) A amp itude da onda é 1 m.5m 0. 05) do eso do cor o. U.Cató ica Dom Bosco-MS 150 cm Na figura. ) A ve ocidade de propagação da onda é 72 km/h. UESC-BA Um cor o ligado a uma mola ideal de constante elástica K. ) A equação da onda no S. I.

no vácuo. onde sua ve ocidade é de 1450 m/s. λvidro / λar . c om 1) ve ocidades distintas. dó 264 ré 297 mi 330 fá 352 so 396 á 440 si 495 12 GABARITO A partir das informações fornecidas. fazem parte do espectro e etromagnético. 1998. b) o som si é mais grave do que o som mi. 5) freqüência e comprimento de onda diferentes. CFC. a) 0.86 m. U. 4) a mesma ve ocidade e a mesma freqüência. c) o som so é mais a to do que o som dó e se propagam com maior ve ocidade. p. 2. 47. gerando o efeito estufa. o va or do comprimento de onda λ será. são dup amente prejudiciais. num mesmo ambiente. ro agando-se no ar com velocidade var enetra numa lâmina de vidro e sua velocidade 2 é reduzida ara vvidro = 3 var Sabendo que. acima de 15000 m de a titude. F. dos sons fundamentais de notas musicais produzidas por diapasões que vibram no ar. Quando atingem a baixa atmosfera. Entre outros. Pe otas-RS A tabe a abaixo apresenta as freqüências. os c orof uorcarbo nos. U. e es cont ribuem para o efeito estufa e. 46. aprisionada pe a atmosfera terrestre. b) 0. do S. S. 6.dessa radiação no vidro e no ar.66 m.35 m. mas ambos têm o mesmo comprimento de onda. Quando essa onda passa para a água. H. 2) o mesmo comprimento de onda. em hertz.44. (Paraná. Física v. d) 1.82 m.. A fenas-MG Uma onda sonora de freqüência 960 Hz é e mitida no ar. 121) A radiação u travio eta que atinge a Terra como conseqüência da destruição da camada de ozô e a radiação infraverme ha. a razã entre os com rimentos ded onda. e) 2. podemos afirmar que a) o comprimento de onda do som á é menor do que o do som ré.Ondas e M. Avançar    ¤    ¤   ¤    ¤       ¤ ¤         ¤            . IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . aproximadame nte. ed. Tais radiações propagam-se. mas sua ve ocidade de propagação é menor. no ca so descrito. UESC-BA Não é apenas o CO2 que causa estragos na atmosfera. embora seus comprimentos de onda sejam igua is. destroem a camada d e ozônio que protege a Terra dos raios u travio eta do So . Dja ma N. São Pau o: Ática. mas ambos propagamse com a mesma ve ocidade. a freqüência da radiação não se altera ao assar de um meio ara outro. d) o som fá é m ais agudo do que o som ré. é dada por : 1 a) 3 2 b) 3 c) 1 3 d) 2 45. c) 1. UERJ Um feixe de laser. e) o som á tem maior ve ocidade de propagação do que o som dó.51 m. onde sua ve ocidade é de 340 m/s. 3) a mesma freqüência d a uz visíve .

em esca as ineares e unidades arb itrárias. Com base nesses dados e no espectro visíve fornecido pe a figura abaixo. UFPE Qua (ais) característica(s) da uz — comprimento de onda. UFRS Entre os gráficos apresentados abaixo. pe a sua forma. me hor apresenta a re ação entre período (T) e comprimento de onda (λ) da uz ao propagar-se no vácuo.48. UFRN As cores de uz exibid as na queima de fogos de artifício dependem de certas substâncias uti izadas na sua fabricação. verme ha 7.0 6.5 Comprimento de onda (10–7 m) IMPRIMIR a) b) c) d) verme ha vio eta aranja verde Vo tar aranja vio eta verde  azu                                     .0 5. assina e aque e que. b ) Apenas a ve ocidade.0 7. assina e a opção correspondente à cor da uz dos fogos d e artifício que contêm compostos de níque .5 6.5 4. Sabe-se que a freqüência da uz emitida pe a combustão do níque é 6. e) A freqüência e a ve ocidade.5 5.0 4. d) A ve ocidade e o comprimento de onda. c) A freqüência e o comprimento de onda.0 x 1014 H que a ve ocidade da uz é 3 x 108 m • s–1. 50.5 GABARITO amare a 3. freqüência e ve ocida de — muda(m) de va or quando a uz passa do ar para o vidro? a) Apenas a freqüência. a) d) b) e) c) 13 49.

Avançar . H.Ondas e M. S.FÍSICA .

A freqüência do som emitido pe a buzina é de 720 Hz. PUC-PR Um automóve com ve ocidade constante de 72 km/h se aproxima de um pede stre parado. a freqüência do som que o pedestre irá ouvir será de: a ) 500 Hz b) 680 Hz c) 720 Hz d) 765 Hz e) 789 Hz 52. a extremidade da haste sobe e desce. odendo a haste mover-se a enas na vertical. UFRS Assina e a a ternativa que preenche corretamente as acu nas do parágrafo abaixo.5 Hz c ) 1. Uma mola mantém uma haste a oiada sobre a eça. com ve ocidade angu ar constante e igua a π rad/s. A forma da eça é tal que.0 Hz d) 0. descreven do. todas as ond as e etromagnéticas a) têm a mesma freqüência. gira em torno de um eixo h orizonta P. c) se propagam com a mesma ve ocidade. b) têm a mesma intensidade. enquanto ela gira. Avançar    ¤ ¤          ¤ ¤ ¤    ¤ ¤     ¤ .75 Hz e) 0. PUC-PR No vácuo. S.51. 53. Cada modo de osci ação da onda estacionária que se forma em uma corda esticada pode ser considerado o resu tado da ————— de duas ondas senoidais idênticas que se propagam ————— . Sabendo-se que a ve ocidade do som no ar é de 340 m/s.5 Hz IMPRIMIR Voltar FÍSICA . d) se propagam com ve ocidades menores que a da uz. a freqüência do movimento da extremidade da haste será de a) 3. um movimento harmônico sim les Y(t) como indicado no gráf ico. Fuvest-SP Uma peça.0 Hz b) 1.Ondas e M. com o assar do tem o. e) são po arizadas. com a forma indicada. 14 GABARITO Assim. a) interferência – em sentidos contrários b) interferência – no mes o c) po arização – no mesmo sentido d) dispersão – no mesmo sentido e) dispersão – em senti contrários 54. H.

iluminado or otentes holofotes. 57. c) cinco nós e quatro ventres. observa-se que essa configuração se desfaz até a arecer.55. O com rimento das cordas define a faixa de freqüência e m cada um desses instrumentos. formada or a) quatro nós e quat ro ventres. b) condução. São Carlos-SP A figura re resenta uma configuração de ondas estacionárias numa corda. tornando os sons mais agudos. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. U. ( ) as freqüências dos sons gerados serão menores quan to menor for o com rimento da corda. S. o cont rabaixo. F. quando a freqüência atingir 440 Hz. µ onde n é um número inteiro. H. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. or exem lo. ( ) a onda mecânica transversal na corda uz uma onda sonora transversal. o que costuma acontecer habitualmente. ela ercebe que o seu violino recisa ser afinado novamente. quando a freqüência atingir 48 0 Hz. d) cinco nós e cinco ventres. A extre midade B é fixa e a tração na corda é constante. e) seis nós e oi to ventres. tornando os sons mais agudos. tornando os sons mais graves. b) quatro nós e cinco ventres. Aumentando-se gradativame nte a freqüência do oscilador. quando a freqüência atingir 400 Hz. etc. d) irradiação. ( ) os sons são gerados or ondas estacionária s. o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas. c) irradiação. Na situação da figura. o que aument a a tensão a que elas estão submetidas. ( ) cada corda vibra originando uma onda sonora com fr eqüência igual à freqüência de oscilação da corda. como. uma nova configuração de ondas estacionárias. roduzidas nas cordas. Vunes A freqüência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada ela ex res são f= n 2 T . é o com rimento da corda. Neles. quando a freqüência atingir 720 Hz. Lá. 15 56. onde a arecem três tres (V) e quatro nós (N). a freqüência do oscilador é 360 Hz. A extremidade A está resa a um oscilador que vibra com equena am litude. em seguida. Uma justifi cativa correta ara esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes or a) irradiação. tornando os sons mais agudos. Uma violinista afina seu instrumento iluminado e o le va ao alco. tornando os sons mais graves. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . UFGO Sons musicais odem ser gerados or instrumentos de cordas. violino.Ondas e M. o que reduz a tensão a que elas estão subme tidas. e) convecção. quando a freqüência atingir 540 Hz. violão. T é tensão à qual a corda está submet e µ é a sua densidade linear.

58.2 0.5 0. y (cm) 5 0 20 40 60 80 100 120 x(cm) -5 (i) y (cm) 5 0 0.4 0.3 0. UFGO Uma onda roduzida na su erfície de um tanque de água está esquematizada na f igura (i). roduzimos uma outra onda como indicado na figura (iii). como indicado na figura (ii).6 t(s) 16 -5 (ii) y (cm) 10 5 20 -5 40 60 ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Essa onda faz com que uma equena rolha sofra deslocamentos verticais . De ois.1 0.

H.80 100 120 x(cm) -10 (iii) GABARITO ( ( ( ( O com rimento de onda é 40 cm. trans ortam matéria. 0. A velocidade do som no ar é de 3. Uma pessoa produz um som a certa distância de uma par ede. de ois da segunda onda. A velocidade é 200 m/s. ( ) Na onda no tanque.10 s.Ondas e M. é necessário que e les sejam se arados or um intervalo de tem o de. o que oscila é a osição vertical d a rolha. enquanto as ondas eletromagnéticas. As ondas mecânicas. Para que a pessoa ouça nitidamente o eco. Unifor-CE Para se erceber dois sons distintamente.5 cm. no mínimo. trans ortam energia. o que oscila é a ressão numa c erta osição. é necessário que a parede esteja à distânci a mínima de a) 10 m b) 17 m c) 30 m d) 42 m e) 70 m ) ) ) ) IMPRIMIR Voltar FÍSICA . será 7. S. como a luz.4 — 102 m/s. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Já ara as ondas sonoras se ro agando no ar. 59. como as ondas no tanque e as ondas numa corda. A am litude de oscilação da rolha .

tais como as paredes do coração ou o flu xo sangüíneo. Na indúst ia.350 ar seco velocidade (m/s) sangue velocidade (m/s) 4. ( ) Para uma dada distância entre um emissor de ultrasom e um objeto. o tempo entre a emissão e a recepção do eco produzido pelo objeto. em um exame cardiológico.700 1. . que é produzido e captado por um mesmo dispositivo. pod erá ser observado com distinção utilizando-se um aparelho com freqüência de 5 MHz.450 1. 1.600 1. coloca-se tal dispositivo e m contato com a pele do paciente previamente untada com um gel à base de água.000 ossos água godura pulmões 17 3. ( ) Se uma ond a de ultra-som propaga-se em uma direção paralela ao solo.000 1.250 Quadro II 0 Quadro I Em relação a esse assunto e com base nos dados fornecidos.400 1.750 m/s. ( ) Se. imerso em um tecido gorduroso. então é correto dizer que.000 1.250 m/ s e 1. e a diferença de freqüência permitirá a determinação da velocid de de afastamento. qu ando ele está inserido em uma matriz de vidro. esse método também pode ser utilizado para localizar fraturas em peças sólidas. a ima gem mostrada em um monitor é o resultado do processamento das informações originadas d as inúmeras reflexões captadas.000 1.650 pele otrobro 5.000 2.500 1. ainda.300 1. O quadro I abaixo mostra como a velocidade do som varia em diversos me ios.60.750 vidros 6. O quadro II corresponde a uma ampliação do trecho de velocidades entre 1. julgue os itens a seguir como verdadeiros ou falsos. ( ) Considerando que dois pontos possam ser distinguidos com um aparelho de ultra-som quando estiverem separados por uma distância maior ou igu al a um comprimento de onda do ultra-som. nessas condições. então as moléculas do meio no qual ela se propaga movem-se perpendicularmente a essa direção com a passagem da on da. então a onda refletida terá freqüência menor que a onda incidente.550 1. O ul tra-sonógrafo registra o tempo entre a emissão e a recepção do ultra-som. é possível. uma parte do coração estiver afastando-se do emi ssor quando for atingida pela onda de ultra-som. conhecer a v elocidade de partes móveis internas do corpo.000 aço 1. é pouco mais de três vezes mais longo q ue aquele produzido pelo mesmo objeto quando ele está imerso em água. Em aplicações médicas.1 mm de diâmetro. Usando o efeito Doppler. u m corpo esférico estranho com 0. UnB-DF A ultra-sonografia é um método já bastante comum de diagnóstico médico no qual ecos produzidos por reflexões de ondas sonoras são utilizados para construir uma ima gem que descreve a posição e a forma dos obstáculos responsáveis pelas reflexões.

IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . S. H. Avançar .Ondas e M.

UFR-RJ Considere duas frentes de ondas senoidais distintas. 2 2x Admita que as ondas da fig. 2 viajam com velocidades escala res iguais (10 m/s e para direita). 1 e as ondas da fig. propagando-se pa ra direita. as ondas sonoras sofrem a) convecção.61. 1 e λ2 o va or do comprimento de onda na fig. que está na parte de cima (ver figura). 2. não existe. Paulo não vê Pedro. H. c) polarização. λ a) Ca cu e o va or aproximado para a re ação r = 1 λ2 sendo λ1 o va or do comprimento de onda na fig.Ondas e M. 1 x GABARITO Fig. 1 e fig. UFRN Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Pau lo. mas escuta-o muito bem porque. Paulo Pedro Quina do barranco Do local onde está. b) Qua das ondas tem menor freqüência? IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . 18 d) difração. Veja fig. 62. Além do barranco. Fig. S. ao passarem pel a quina do barranco. 2. nenhum outro obstáculo. b) reflexão. nas proximid ades. Avançar         .

28 s. Na extremidade oposta do tri ho. Para uma pessoa que esteja observando a ambu ância. A1 e A2 representam duas fon tes sonoras que emitem ondas com a mesma freqüência e em fase. O interva o de tempo que separa a chegada dos dois sons é de 0. U. a) freqüência c) freqüência 0 posição 0 posição b) freqüência d) freqüência 0 posição 0 posição 19 64. com a sirene igada. indicado nos gráficos. UFRS Percute-se a extremidade de um tri ho reti íneo de 102 m de comprimento. ( ) O comprimento de o                                 . e a pessoa se encontra parada no ponto O. movimenta-se com gr ande ve ocidade. qua dos gráficos freqüência x posição me hor represent freqüências do som da sirene? Considere que a ambu ância se movimenta da esquerda para a direita. No ponto O está oca iz ado um observador.63. As ondas emitidas têm freqüência de 1700 Hz e ve ocidade de propagação igua a 340 m/s. parada junto à ca çada. com ve ocidade constante. A1 GABARITO 30 m O 40 m A2 Com base nas informações acima e nas propriedades ondu atórias. Juiz de Fora-MG Uma ambu ância. é correto afirmar: ( ) A s ondas emitidas pe as duas fontes são do tipo transversa . C onsiderando a ve ocidade do som no ar igua a 340 m/s. F. uma pessoa escuta dois sons: um de es produzido pe a onda que se propagou no tri ho e o outro produzido pe a onda que se propag ou pe o ar. qua é o va or aproximado d a ve ocidade com que o som se propaga no tri ho? a) 5100 m/s b) 1760 m/s c) 364 m/s d) 176 m/s e) 51 m/s 65. numa rua reta e p ana. UFPR Na figura abaixo.

10 s para atingi r o observador. ( ) A diferença entre as distâncias perc orridas pe as ondas de cada fonte até o observador é igua a um número inteiro de comp rimentos de onda.nda das ondas emitidas pe as fontes é 0. ( ) O fenômeno da interferência entre duas ondas é uma conseqüência do pri ncípio da superposição. Avançar       . H. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) a interferência das ondas no ponto O é destrutiva.Ondas e M. ( ) Frentes de onda emitidas por qua quer uma das fontes evarão menos que 0.20 m. S.

66. UFMA Dois re ógios (A e B) de pêndu o estão no mesmo oca e foram acertados às 17 h . Os pêndu os têm comprimentos iguais a 30 cm, porém suas massas são: mA = 60 g e mB = 9 0 g. Após 12 h, podemos afirmar que: a) O re ógio A estará atrasado em re ação ao re ógio B b) O re ógio B estará atrasado em re ação ao re ógio A. c) O re ógio A marcará a mesma hor o re ógio B. d) O re ógio A estará adiantado 30 min em re ação ao re ógio B. e) O re ógio B tará adiantado 30 min em re ação ao re ógio A. 67. UFBA A figura abaixo representa uma p artícu a igada a uma mo a idea , que rea iza movimento harmônico simp es em torno d o ponto x = 0, comp etando um cic o a cada 4 segundos. No instante t = 0, o des ocamento da partícu a é x = 0,37 cm e sua ve ocidade é nu a. 20

Desprezando-se as forças dissipativas que atuam no sistema, é correto afirmar: (01) O des ocamento da partícu a, medido em cm, no instante arbitrário t, é dado por x(t) = 0,37 cos ( π t). 4 (02) O módulo da velocidade máxima da artícula é vmax ≈ 0,58 cm/s. (04 O módulo da aceleração máxima da artícula é amax ≈ 0,91 cm/s2. (08) A energia mecânica da ula, em t = 3s, é igual à sua energia otencial elástica. (16) A energia cinética da ar tícula aumenta, quando ela se desloca de x = 0 até x = – 0,37 cm. (32) Considerando-se o atrito, o fenômeno da ressonância é verificado, reanimando-se o movimento com uma f orça externa de freqüência angular π rad/s. 2 Dê, como res osta, a soma das alternativas c orretas. 68. UFRS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo. As emissoras de rádio emitem ondas ————— que são sintonizadas elo radio tor. No rocesso de transmissão, essas ondas devem sofrer modulação. A sigla FM adota da or certas emissoras de rádio significa ————— modulada. a) eletromagnéticas – freqüência omagnéticas – fase c) sonoras – faixa d) sonoras – fase e) sonoras – freqüência 69. UFRS Um nda mecânica senoidal ro aga-se em um certo meio. Se aumentarmos o com rimento de onda desa oscilação, sem alterar-lhe a am litude, qual das seguintes grandezas também aumentará? a) A velocidade de ro agação da onda. b) A freqüência da onda. c) A freqüência gular da onda. d) O eríodo da onda. e) A intensidade da onda.

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70. Vunes O gráfico da figura indica, no eixo das ordenadas, a intensidade de uma fonte sonora, I, em watts or metro quadrado (W/m2), ao lado do corres ondente nível de intensidade sonora, β, em deci éis (dB), perce ido, em médi , pelo ser hum no. No eixo d s sciss s, em esc l log rítmic , estão represent d s s fre üênci s do som emitido. A linh superior indic o limi r d dor — cim dess linh , o som c us dor e pode provoc r d nos o sistem uditivo d s pesso s. A linh inferior most r o limi r d udição — ixo dess linh , m iori d s pesso s não consegue ouvir o som emitido. 21

Suponh ue você ssessore o prefeito de su cid de p r uestões m ient is. ) Qu l o nível de intensid de máximo ue pode ser toler do pel municip lid de? Que f ix de fre üênci s você recomend ue ele utilize p r d r visos sonoros ue sej m ouvid os pel m ior p rte d popul ção? ) A rel ção entre intensid de sonor , I, em W/m2, e o nível de intensid de, β, em dB, é β = 10 — log I , onde I0 = 10–12 W/m2. I0 Qual a inten idade de um som, em W/m2, num lugar onde o seu nível de intensidade é 50 dB? Consult ando o gráfico, você confirma o resultado que obteve? 71. UFMT Sons de diferentes na turezas podem ser produzidos por aparelhos ou seres vivos devido a algumas de su as propriedades físicas. Mesmo num ambiente repleto de ruídos, o ouvido humano é capaz de distinguir seletivamente sons de diferentes freqüências. A propósito das diferente s formas de produzir e captar sons, julgue as afirmações como verdadeiras ou falsas. ( ) O ouvido humano possui uma espécie de “caixa de ressonância” com dimensões que podem ser a teradas pe o cérebro. ( ) O ronco do motor de um carro de Fórmu a I, andando a 300 km/h, deve ter um comprimento de onda maior que o de um carro de passeio an dando a 100 km/h. ( ) O atido de um cachorro grande deve ser mais grave que o d e um cachorro pequeno, devido ao maior tamanho de suas cavidades ressonantes (in terior da boca e garganta). 72. UFMT Observe as situações: I. Numa oja de CDs toca uma música de que você gosta. Você vem pe a rua, de carro, aproximando-se da oja, pas sa em frente a e a e continua seu caminho, afastando-se daque a fonte sonora. II . Você está na jane a de sua casa. Um automóve de propaganda po ítica vem pe a rua anun ciando um candidato, passa em frente a sua casa e afasta-se até que você não ouve mais o que é dito e até se sente a iviado. Em ambos os casos você nota que o som ouvido mo difica-se ao ongo do tempo. A esse respeito, ju gue os itens como verdadeiros o u fa sos. ( ) A freqüência rea da onda emitida pe a fonte sonora pode não coincidir c om a freqüência aparente percebida pe o ouvinte. Esse fenômeno é conhecido como Efeito D opp er. ( ) O Efeito Dopp er pode ocorrer para qua quer tipo de fenômeno ondu atório . ( ) O som emitido por uma fonte sonora que se aproxima de um observador em rep ouso é percebido com uma freqüência maior que a emitida. ( ) O som percebido por um ob servador que se aproxima de uma fonte em repouso possui uma freqüência maior que a e mitida pe a fonte. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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73. UFBA A figura abaixo mostra, esquematicamente, as frentes de ondas p anas, g eradas em uma cuba de ondas, em que duas regiões, nas quais a água tem profundidades diferentes, são separadas pe a superfície imaginária S. As ondas são geradas na região 1, com freqüência de 4 Hz, e se des ocam em direção à região 2. Os va ores medidos, no experi ento, para as distâncias entre duas cristas consecutivas nas regiões 1 e 2 va em, re spectivamente, 1,25 cm e 2,00 cm. cristas cristas região 1 22 S região 2

Com base nessas informações e na aná ise da figura, pode-se afirmar: (01) o experiment o i ustra o fenômeno da difração de ondas. (02) A freqüência da onda na região 2 va e 4 Hz. (04) Os comprimentos de onda, nas regiões 1 e 2, va em, respectivamente, 2,30 cm e 4,00 cm. (08) A ve ocidade da onda, na região 2, é maior do que na região 1. (16) Ser ia correto esperar-se que o comprimento de onda fosse menor nas duas regiões, caso a onda gerada tivesse freqüência maior do que 4 Hz. 74. UFBA A figura a seguir repr esenta o comportamento de um feixe de uz monocromática, que se propaga no ar e in cide sobre um diafragma, que contém as fendas F1 e F2. As medidas d, e ∆x representa m, respectivamente, as distâncias entre as fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo. GABARITO diafragma F1 d F2 ∆X

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar: (01) A luz é cons ituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com grande velocidade . (02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas. (04) A largura da s fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente. (08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo. (16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas das grandezas d, e ∆x. IMPRIMIR Voltar anteparo FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar           

75. F. M. Itajubá-MG Um tubo sonoro aberto, soprado com ar, emite seu 5º (quinto) ha rmônico com freqüência de 1700 Hz. Qual o comprimento, em metros, do tubo, sabendo-se que a velocidade do som no ar é igual a 340 m/s. a) 0,85 b) 0,65 c) 0,50 d) 0,90 e ) 0,40 76. U. F. Juiz de Fora-MG O “conduto auditivo” humano pode ser representado d a forma aproximada por um tubo ci índrico de 2,5 cm de comprimento (veja a figura) . (Dado: ve ocidade do som no ar: 340 m/s) 2,5 cm abertura do ouvido timpano 23 A freqüência fundamenta do som que forma ondas estacionárias nesse tubo é: a) 340 Hz. b ) 3,4 kHz. c) 850 Hz. d) 1,7 kHz. 77. Unioeste-PR Um b oco de massa m = 420 g es tá preso a uma determinada mo a, a qua se deforma de acordo com a Lei de Hooke, c om constante de e asticidade K = 65 N/m. A mo a é a ongada de maneira que o b oco se des oca para a posição x = +8 cm a partir da posição de equi íbrio marcada em x = 0, so bre uma superfície sem atrito. O b oco é então iberado a partir do repouso no instant e t = 0. Isto posto, assina e a(s) a ternativa(s) correta(s): 01) O sistema pode ser considerado um osci ador harmônico simp es, pois uma partícu a de massa m está su jeita a uma força que é proporciona ao va or do quadrado do des ocamento. GABARITO

02) A força que a mo a exerce sobre o b oco, imediatamente antes de ser so ta, qua ndo se encontra em x = +8 cm, estará acompanhada de um sina positivo, que indica a existência de uma força resu tante no mesmo sentido do des ocamento, a partir da p osição de equi íbrio x = 0. 04) A energia mecânica do sistema massa-mo a é conservada porq ue o sistema é suposto sem atrito. Esta energia mecânica é sempre igua a zero no pont o de equi íbrio x = 0. 08) Como o b oco é iberado do repouso a 8 cm de seu ponto de equi íbrio, sua energia cinética é nu a toda vez que estiver no ponto de des ocamento máximo. 16) A ve ocidade máxima é de aproximadamente vm = 1 m/s e ocorre quando o b o co em osci ação está passando pe o ponto de equi íbrio x = 0. 32) A ace eração máxima ocorr uando o b oco está nos extremos de sua trajetória e esta ace eração tem va or aproximado de am = 12,4 m/s2. 64) A freqüência angu ar da osci ação é aproximadamente igua a 0,4 ra d/s. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar        

 

  

                                     

78. U. E. Maringá-PR Uma esfera puntiforme de borracha é arremessada perpendicu arme nte sobre um sistema constituído por duas paredes rígidas, p anas, infinitas e para e as. Nessas condições, assina e o que for correto: 01) A esfera executará um moviment o harmônico simp es (MHS), mesmo que sofra sucessivos choques, perfeitamente ine ást icos com as paredes. 02) Sendo o choque entre a esfera e as paredes perfeitament e e ásticos, não haverá conservação da quantidade de movimento da esfera, após 1.500 pares e co isões. 04) A esfera só executará MHS, se, e somente se, a sua energia cinética for infinita. 08) Se a freqüência angu ar da esfera ω for de 18 π rad/s, então, ela estará suje ta a uma freqüência de 9 Hz. 16) Se a esfera executa um MHS com uma freqüência de 2 x 10 3 Hz, então, o eríodo das revoluções será de 5 x 10-4s. 32) A energia cinética da esfera, ós um choque erfeitamente inelástico, será o dobro da energia cinética inicial. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 79. UEMS Um instrumento musical rodu z ondas sonoras, corres ondentes a uma nota musical. O com rimento desta onda so nora é de 80 cm e ro aga-se com velocidade de 340 m/ s. Caso o músico deseje roduz ir um som com freqüência de uma oitava acima desta, qual deve ser esta freqüência em Hz? a) 425 d) 850 b) 525 e) 650 c) 325 80. UFMS Um automóvel, conduzindo uma sirene, está se deslocando com velocidade de 18 m/s em relação ao ar, que está em re ouso. Saben do-se que a freqüência do som emitido ela sirene é de 550 Hz e que a velocidade de r o agação do som no ar é de 340 m/s, é correto afirmar que (01) o com rimento de onda do som emitido ela sirene é de a roximadamente 0,6 m. (02) a freqüência e o com rimento de onda do som, ara um observador em re ouso localizado à frente do automóvel, são ma iores do que aqueles emitidos ela sirene. (04) ara um observador em re ouso lo calizado à frente do automóvel, o com rimento de onda do som é menor e a freqüência é maior do que aqueles emitidos ela sirene. (08) ara um observador em re ouso localiza do atrás do automóvel, o com rimento de onda do som é maior e a freqüência é menor do que a ueles emitidos ela sirene. (16) ara um observador em re ouso, estando ele loca lizado à frente ou atrás do automóvel, o com rimento de onda e a freqüência do som são igua s àqueles emitidos ela sirene. Dê, como res osta, a soma das alternativas corretas. 81. UFPR Sobre os conceitos e a licações da acústica e dos fenômenos ondulatórios, é corre o afirmar: ( ) A velocidade de ro agação da onda em duas cordas de violão de mesmas d imensões, uma de aço (ρ = 8 g/cm3) e out a de náilon (ρ = 1,5 g/cm3), submetidas à mesma t é maio na co da de náilon. ( ) Em ondas sono as, a vib ação das pa tículas do meio oco e pa alelamente à sua di eção de p opagação. ( ) Conside ando a velocidade do som no a ig ual a 340 m/s, se uma pessoa ouve o t ovão 2 s após ve o aio então este oco eu a um a distância supe io a 1 km da pessoa. ( ) Quando um diapasão soando ap oxima-se de um obse vado , o som que este pe cebe p oveniente do diapasão é mais g ave do que aq uele que ele pe cebe ia se o diapasão estivesse em epouso. ( ) A f eqüência fundament al num tubo sono o de 20 cm de comp imento tem o mesmo valo , seja o tubo abe to ou fechado. ( ) Pa a se p oduzi uma onda estacioná ia de comp imento de onda λ num a corda esticada e fixa nas duas extremidades, o comprimento da corda deverá ser u m mú tip o inteiro de λ/2. 24 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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82. UFSC Sobre as emissões de estações de rádio, é CORRETO afirmar: (01) as recepções em AM pouco prejudicadas por co inas e montanhas, pois são ref etidas pe a atmosfera. (0 2) não são inf uenciadas pe as ondas uminosas, devido à natureza ondu atória diferente. (04) as emissões em FM têm pequeno a cance, pois não se ref etem na atmosfera. (08) a s ondas curtas, emitidas por a gumas rádios AM, têm grande a cance, devido à sua grand e ve ocidade. (16) nunca poderiam ser captadas por um astronauta no espaço. (32) n unca poderiam ser emitidas a partir da Lua. Dê, como resposta, a soma das a ternat ivas corretas. 83. Cesgranrio Pitágoras já havia observado que duas cordas cujos com primentos estivessem na razão de 1 para 2 soariam em uníssono. Hoje sabemos que a ra zão das freqüências dos sons emitidos por essas cordas é igua à razão inversa dos seus com rimentos. A freqüência da nota á-padrão (o á centra do piano) é 440 Hz, e a freqüência d guinte, mais agudo, é 880 Hz. A esca a cromática (ou bem-temperada), usada na música o cidenta de J. S. Bach (sécu o XVIII) para cá, divide esse interva o (dito de oitava ) em doze semitons iguais, isto é, tais que a razão das freqüências de notas consecutiva s é constante. Essas notas e suas respectivas freqüências (em Hz e aproximadas para in teiros) estão na tabe a a seguir. Lá Lá# (Si b) 25 Si Dó Dó# Ré Ré# Mi (Ré b) (Mi b) Fá Fá# So So # Lá (So b) (Lá b) 440 466 494 523 554 587 622 659 698 740 784 831 880 A corda mi de um vio ino usado em um conjunto de música renascentista está afinada p ara a freqüência de 660 Hz. Para tocar a nota á, de freqüência 880 Hz, prende-se a corda com um dedo, de modo a uti izar apenas uma fração da corda. Que fração é essa? 1 a) 4 1 b) 3 1 c) 2 2 d) 3 3 e) 4 84. Cefet-PR Os fenômenos naturais podem depender ou não de diversos fatores. Dentre os fenômenos naturais citados nas a ternativas, o único dep endente da massa do corpo é o da a ternativa: a) A freqüência fundamenta emitida por uma corda vibrante como as de um vio ão. b) A pressão máxima que um vapor exerce sobre as paredes do recipiente que o contém. c) A ve ocidade máxima que um veícu o pode ati ngir ao fazer uma curva sem derrapar. d) O tempo gasto para um pêndu o executar um a osci ação comp eta. e) O empuxo que atua sobre um corpo mergu hado em um íquido. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar       

    

      

                    

F ÍS IC A O N D A S E M .H .S . 1. F-F-F-F-V 2. F-V-F-F-V-V 3. F-V-V-F-F 4. V-F-F-F-V 5. A 6. A 7. A 8. D 9. 2 1 0. 1 11. A 12. D 13. E 14. C 15. C 16. C 17. E 18. A 19. D 20. F-F-V-V-F 21. 14 22. E 23. A 24. D 25. 0,5 Hz // 0,4 m 26. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 27. 1 + 4 28. C 29. D 30. D 31. = 500 m 32. C 33. A 34. B 35. C 36. C 37. B 38. B 39. C 40. B 41. V-F-V-V-F 42. 01 43. 3,35 cm 44. B 45. C 46. A 47. 5 48. B 49. D 50. D 51. D 52 . C 53. A 54. B 55. D 56. A 57. V-V-F-F 58. V-F-F-F-V 59. B 60. F-F-V-F 61. D 62 . 1/2 // 1/2 f1 63. C 64. A 65. F-V-V-F-F-V 66. C 67. 38 68. A 69. D 70. a) O máxi mo to erado é 110 dB, abaixo da inha da dor. A faixa de freqüência entre 2000 Hz e 40 00 Hz a intensidade sonora necessária para a audição é menor. b) I = 10–7 W/m2 71. V-F-V 7 2. V-V-V-V 73. 2 + 8 + 16 74. 4 + 8 + 16 75. C 76. B 77. 8 + 16 + 32 78. 8 + 16 79. D 80. 13 81. V-V-F-F-F-V 82. 05 83. E 84. A 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar    

F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. I.E.Superior de Brasí ia-DF Considere o esquema abaixo, no qua nos vértices de u m triângu o equi átero, de ado 20 cm, foram co ocados nos pontos A e B duas cargas idênticas de 4 µC, como mostra a figura. Sendo k = 9.109 (SI), determine o campo e étr ico resu tante em N/C gerado pe as cargas no ponto C. Considere o meio como send o o vácuo. Mu tip ique sua resposta por 10–5 e despreze a parte fracionária, caso exis ta. B A C 1

2. PUC-SP Leia com atenção a tira do gato Garfie d mostrada abaixo e ana ise as afir mativas que se seguem. I. Garfie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adqui re carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por atrito. II. Garf ie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adquire carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por indução. III. O esta o e a eventua faísca que Garf e d pode provocar, ao encostar em outros corpos, são devidos à movimentação da carga acu mu ada no corpo do gato, que f ui de seu corpo para os outros corpos. Estão certas a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) apenas I. GABARITO Fo ha de São Pau o 3. U.Cató ica Dom Bosco-MS O excesso de carga e étrica em um condutor em equi íbrio se situa em sua superfície, que é uma superfície equipotencia . Se uma esfera metá ica de 20 cm de raio for carregada a um potencia de 1800V, a quantidade de carga e étric a da esfera será igua a a) 0,01 µC b) 0,02 µC c) 0,03 µC d) 0,04 µC e) 0,05 µC IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar      

       

           

    

  

   

4. U.Cató ica-GO Assina e verdadeiro ou fa so: ( ) A força de atração entre um corpo neu tro e outro e etrizado ocorre devido ao fenômeno da indução e etrostática. ( ) Duas esfe ras condutoras idênticas, com cargas Q1 = +5 C e Q2 = –5 C, são co ocadas em contato. Considere-se o sistema formado pe as duas esferas como um sistema iso ado. Saben do-se que após o contato as duas esferas ficaram descarregadas, podemos afirmar qu e, neste processo, não houve conservação das cargas e étricas. ( ) Um corpo de massa m = 8.10–2 kg encontra-se em equi íbrio próximo à superfície da Terra, sob a ação do campo gra aciona e de um campo e étrico com intensidade E = 2.106 N/C, na mesma direção e senti do da força gravitaciona que atua sobre o corpo. Para este caso, a carga do corpo deve ser negativa e de módu o q = 4.10–7 C. (g = 10 m/s2) ( ) O traba ho rea izado pe a força e étrica para evar um corpo com carga negativa de um ponto A até um ponto B, pertencentes a uma mesma superfície eqüipotencia , não depende da trajetória seguida pe o corpo e é sempre negativo. ( ) Durante uma tempestade, para nos protegermos d os raios, devemos evitar a proximidade de árvores a tas. ( ) Em um resistor ôhmico o va or de sua resistência é diretamente proporciona à diferença de potencia ap icada a e e. 2 V GABARITO

da gota 5. UFGO Em uma impressão a jato de tinta, as etras são d formadas por peque nas 2 gotas de tinta que incidem Eixo x sobre o pape . A figura d 2 mostra os pr incipais e e- Gerador Unidade mentos desse tipo de im- de gotas de carga L Pape Sistema de pressora. As gotas, após def exão serem e etrizadas na unidade de carga, têm suas trajetórias modificadas no sistema de def exão (p acas carregadas), atingind o o pape em posições que dependem de suas cargas e étricas. Suponha que uma gota de m assa m e de carga e étrica q, entre no sistema de def exão com ve ocidade v0 ao ong o do eixo x. Considere a diferença de potencia , V, entre as p acas, o comprimento , L, das p acas e a distância, d, entre e as. Se a gota descrever a trajetória mostr ada na figura, pode-se afirmar que ( ) sua carga e étrica é positiva. ( ) L/v0 é o tem po necessário para e a atravessar o sistema de def exão. ( ) o módu o de sua ace eração é q /md. ( ) ocorre um aumento de sua energia potencia e étrica. Trajetória

7. U. Sa vador-BA A e etrização de um corpo A, inicia mente neutro, a partir de um c orpo B, previamente e etrizado, pode ocorrer 01) por atrito, ficando A e B com c argas de mesmo sina . 02) por contato, ficando A e B com cargas de sinais oposto s. 03) por indução, ficando A e B com cargas de sinais opostos. 04) por atrito, torn ando-se neutro o corpo B. 05) por indução, tornando-se neutro o corpo B. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar 

6. Fatec-SP Uma pequena esfera metá ica está e etrizada com carga de 8,0 x 10–8 C. Co ocando-a em contato com outra idêntica, mas e etricamente neutra, o número de e étrons que passa de uma esfera para a outra é: Dado: carga e ementar e = 1,6 x 10–19 C a) 4,0 x 1012 b) 4,0 x 1011 c) 4,0 x 1010 d) 2,5 x 1012 e) 2,5 x 1011                  

   

     

 

  

         

  

             

 

 

8. UFRN Uma das ap icações tecno ógicas EMISSORA DE GOTAS modernas da e etrostática foi a invenção da PLACA E impressora a jato de tinta. Esse tipo de impressora uti iza pe quenas gotas de tinta, que PLACA podem ser e etricamente neutras ou e etrizadas positiva ou negativamente. Essas gotas PAPEL são jogadas entre as p acas def etora s da impressora, região onde existe um campo e é→ 3 2 1 trico uniforme E, atingindo, e ntão, o pape para formar as etras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta, q ue são ançadas para baixo, a partir do emissor. Após atravessar a região entre as p aca s, essas gotas vão impregnar o pape . (O campo e étrico uniforme está representado por apenas uma inha de força.) Pe os desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a 2 e a 3 estão, respectivamente, a) carregada negativamente, neutra e carregada po sitivamente. b) neutra, carregada positivamente e carregada negativamente. c) ca rregada positivamente, neutra e carregada negativamente. d) carregada positivame nte, carregada negativamente e neutra. 9. Fuvest-SP Duas esferas metá icas A e B e stão próximas uma da outra. A esfera A está igada à Terra, cujo potencia é nu o, por um fio condutor. A esfera B está iso ada e carregada com carga +Q. Considere as segui ntes afirmações: I. O potencia da esfera A é nu o II. A carga tota da esfera A é nu a III. A força e étrica tota sobre a esfera A é nu a. Está correto apenas o que se afirma em a) I b) I e II c) I e III d) II e III 3 B +Q A e) I, II e III

10. Unifor-CE Considere o sistema constituído por duas cargas e étricas, de mesmo si na , Q e q, sendo r1 a distância entre e as. Se aumentarmos essa distância para r2, a energia potencia do sistema 1 1 a) aumentará, sendo a variação dada por k Q q ( – ) r 2 r1 1 1 – ) r2 r1 1 1 c) aumentará, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 1 1 d) diminuirá, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 b) diminuirá, sendo sua v ariação dada por k Q q ( e) permanecerá constante. 11. Vunesp Três esferas metá icas idênti as, A, B, C, inicia mente iso adas, estão carregadas com cargas e étricas positivas de intensidade QA = 6q, QB = 4q, QC = 2q, e uma quarta esfera D, idêntica às anterio res, encontra-se neutra. Encosta-se a esfera A na esfera D e a esfera B na esfer a C, sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unidas por a guns instantes e depois separando-as novamente. Em seguida, encosta-se a esfera A na esfera B e a esfera C na esfera D, também sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unida s. Ao fina do processo, as cargas e étricas totais do grupo formado pe as esferas A e B e do grupo formado pe as esferas C e D va em, respectivamente, a) 0q e 12 q. b) 2q e 10q. c) 4q e 8q. d) 6q e 6q. e) 10q e 2q. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar        

 

 

    

    

             

  

    



12. Unifor-CE Uma carga e étrica q1 = 2,0 µC exerce força, de módu o F, sobre outra carg a q2 = 20 µC. Pode-se conc uir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força, de módu o a ) 0,10 F b) F c) 5 F d) 10 F e)100 F

13. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem, no vácuo, com uma força e étrica d e intensidade 4,0 — 10-2 N, quando estão separadas por uma distância de 3,0 cm. Se Q1 = 2,0 — 108 C, então Q2, em coulombs, vale: Dado: Constante eletrostática do vácuo = 9,0 — 109 S.I. a) 2,0 — 10–8, positiva. b) 2,0 — 10–7, positiva. c) 2,0 — 10–6, positiva. d) 2 10–7, negativa. e) 2,0 — 10–8, negativa. 14. UFPE Dois prótons de uma molécula de hidrogênio distam cerca de 1,0 x 10–10 m. Qual o módulo da força elétrica que um exerce sobre o outro, em unidades de 10–9 N? a) 13 b) 18 c) 20 d) 23 e) 28 4 15. Mackenzie-SP vácuo, cria a 50 ova de 2µC nesse 576 — 10–3 N. O GABARITO

Um corpúsculo eletrizado com carga elétrica Q, fixo em um ponto do cm dele um campo elétrico tal que, quando colocamos uma carga de pr ponto, ele fica sujeita a uma força elétrica de repulsão de intensidade valor de Q é: Dado: k0 = 9 — 109 Nm2/C2 a) 4µC b) 6µC c) 8µC d) 10µC e) 12

16. UESC-BA O gráfico representa o comportamento da inF (103 N) tensidade da força e létrica, F, em função da distância, d, entre duas cargas pontuais idênticas. 9 Considerand o-se a constante eletrostática do meio igual a 9 — 109Nm2C–2 e com base na informação, é co reto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as car1 gas tem natureza atrativa. 0 1 2 3 d(m) 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3,5 — 103 N par = 2 m. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1 — 10–3 C. 04) O módulo do campo elé co, no ponto médio da reta que une as cargas, é igual a 9 — 109 N/C para d = 3 m. 05) O potencial elétrico, no ponto médio da reta que une as cargas, é nulo para d = 1 m. 1 7. U. F. São Carlos-SP Na figura está representada uma linha de força de um campo elétri co, um ponto P e os → → → → → vetores A, B, C, D e E. Se uma partícula de carga elétrica po iva, suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico, for c olocada nesse ponto P, ela sofre a → ação de uma força F, melhor representada pelo vetor : a) A. → b) B. → c) C. → d) D. → e) E. A E IMPRIMIR → D P B C Voltar FÍSICA - Eletrostática Avançar     

18. Unicap-PE Nos vértices A e B do triângulo eqüilátero da figura, são colocadas as carga s QA = 2 µC e QB = –2 µC. O meio é o vácuo. C 2m 2m A 1m D 1m B QA QB 5

( ) O campo elétrico, no ponto C, é nulo, já que as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O potencial do ponto C, relativo ao infinito, é 18000 volts. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. ( ) Para estabelecer as configurações da figu a, um agente externo realizou um trabalho positivo. ( ) No interior de um condut or em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância, em relação ao centro do condutor. 19. UFSE As linhas de força de um campo e létrico, gerado por uma carga puntiforme negativa, são a) semi-retas, radiais, dirig indo-se para a carga. b) semi-retas, radiais, partindo da carga. c) curvas paraból icas com a carga no foco. d) circunferências concêntricas, com a carga no centro, e sentido horário. e) circunferências concêntricas, com a carga no centro e sentido anti -horário. 20. Unifor-CE Um condutor esférico, de raio 50 cm e uniformemente carregad o com carga Q = 2, 0 µC, está em equilíbrio elétrico no ar. A constante eletrostática do a r é k = 9,0 — 109 N — m2 / C2. Num ponto situado a 1,0 m do centro da esfera, o vetor campo elétrico aponta para a) o centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. b) o centro e tem módu lo 1,8 — 104 V/m. c) fora do centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1,8 — 104 V/m. e) fora do centro e tem módulo 1,8 — 1010 V/m. 21. ITA-SP Duas pa rtículas têm massas iguais a m e cargas iguais a Q. Devido a sua interação eletrostática, elas sofrem uma força F quando estão separadas de uma distância d. Em seguida, estas p artículas são penduradas, a partir de um mesmo ponto, por fios de comprimento L e fi cam equilibradas quando a distância entre elas é d1. A cotangente do ângulo a que cada fio forma com a vertical, em função de m, g, d, d1, F e L, é a) m g d1 / (F d) b) m g L d1 / (F d2) L c) m g d21 / (F d2) 2 2 d) m g d / (F d 1) α 2 2 e) (F d ) / (m g d 1) d1 IMPRIMIR GABARITO Volt r

Av nç r

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FÍSICA - Eletrostátic

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05) o tr lho d forç elétric p r m n ter Q n posição consider d . é 6. e m seguid . (32) Lig ndo-se s esfer s 1 e 3 por um fio de c p citânci desprezível. e 3. f st ndo. é corret o firm r: (01) Coloc ndo-se esfer 1 em cont to com 3. su c p cid de eletrostátic duplic rá. 3 (02) O módulo do vetor c mpo elétrico. pós os cont to s. U. num ponto P à su volt . em s eguid . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ixo QA = 32 µC e QB = 18 µC [O meio é o vácuo] ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 02) distânci ent re P e Q. ( ) O potenci l elétrico.s e. UFBA Três esfer s metálic s idêntic s. está conc entr d em seu centro. ( ) O tr lho necessário p r se desloc r um c rg de prov de C p r D é independente do v lor d c rg e é numeric mente igu l à energi potenci l elet rostátic do sistem .Eletrostátic ¡ (08) As três esfer s present m mesm c p cid de eletrostátic . no interior d esfer 3. o potenci l de e uilí rio entr e el s será igu l Q . cri . num região de c mpo elétrico uniforme. coloc ndo em cont to com 2. A s esfer s 1 e 2 estão neutr s. f st ndo. puntiforme e positiv . 24. é cons t nte. 03) const nte eletrostátic do meio. em e uilí rio eletrostático. no ponto C. eletriz d com c rg Q. coloc ndo 3 em cont to com 2. é igu l zer o. e 3. um c mpo elétrico de intensid de E e um potenci l elétrico V. no ponto C. 04) intensid de d forç elétric e ntre Q e um c rg de prov coloc d em P. será igu l (04) Coloc ndo-se esfer 3 em cont to com 1. Unic p-PE N figur QA 5m D 6m 5m 8m C QB 6 ( ) O módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QA. ( ) O potenci l. sendo C1 e C3 s c p cid des C1 + C3 eletrostátic s d s esfe r s 1 e 3. 1. (16) Reduzindo-se o r io d esfer 3 à met de.3 x 104 V. GABARITO IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . é igu l o módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QB no ponto C. c rg elétric d esfer 1. 2. o potenci l elétrico no interior d e sfer 3 será const nte e diferente de zero. Ness s condições. 23. ( ) A c rg de um condutor. S lv dor-BA Um c rg Q. Q .s e. de r i os R.22. encontr m-se isol d s um s d s outr s no vácuo (const nte eletrostátic K0). r zão E fornecerá 01) o v lor de Q. V Consider ndo-se c rg Q em repouso.

reduzindo-se à met de su distânci té esse ponto. possui. Qu l v ri ção de temper tur ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . P P ) mesm direção e intensid de. Em seguid . são inici lmente coloc d s como descrito n situ ção I. lig d s por um rr isol nte. PUC-SP Um ot lmente p r uecedor de imersão (e ulidor) dissip 200 W de potênci . ) direções diferentes e me m intensid de. dur nte 1 minuto. e) direções diferentes e m ior intensid de em II. O c mpo elétrico em P. no pl no ue contém o centro d s du s esfer s. de r io 0.25. d) direções diferentes e m io r intensid de em I. UFPE As figur s ixo mostr m gráficos de vári s funções versus distânci r. E. Fuvest-SP Du s pe uen s esfer s. p roxim -se um d s esfer s de P. n s du s situ ções indic d s. Qu l gráfico melh or represent o módulo do c mpo elétrico. com c rg s elétric s igu is. utiliz d t uecer 100 g de águ . como n situ ção II. produzido pel esfer ? ) E d) E 7 0 o r 0 o r ) E e) E 0 o r 0 o r c) E 0 o r GABARITO ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¢¡ 27. Situ ção I Situ ção I 26. c) mesm direção e m ior intensid de em I. o mesmo tempo em ue se duplic distânci entre outr esfer e P. medid p rtir do centro de um esfer metálic c rreg d .

P r u e est forç sej 16 (dezesseis) vezes m ior. c) Dezesseis vezes m ior. d) Oito vezes m ior.28. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . It ju á-MG Du s c rg s elétric s 1 e 2 se tr em com um forç F. ) Qu tro vezes menor. nov distânci entre s c rg s 1 e 2 deverá ser: IMPRIMIR ) Qu tro vezes m ior. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ .Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ sofrid pel águ ? Considere 1 c l = 4 J e cágu = 1 c l/g°C. F. e) Oito vezes menor. M.

Se c rg elétric nid de de c rg e do nêutron igu l zero. Em rel ção este sistem pode-se dizer ue: ) su c rg tot l é –Q e su m ss tot l é 2M. So re est forç é correto firm r ue el é ) invers mente proporcion l o produto d s c rg s. como se vê n figur II. c rreg do positi v mente com c rg Q. F. Em seguid . c rreg do neg tiv mente com c rg Q. mostr d n figur I. d) um forç d e c mpo. d) su c rg tot l é +Q e su m ss tot l é nul . s e s se repelem e. d III. el s se tr em. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 8 GABARITO 32. como mostr do n fi gur III. As esfer s são. el s se repelem. O próton é form do de 2 u rks do tipo u e 1 u rk do tipo rm do de 2 u rks do tipo d e 1 do tipo u. e por outro corpo de m ss M. ) torn -se c rreg do com c rg Q. é correto fi ue: ) em I. s esfer s estão sep r d s um d outr . não há forç entre s esfer s. en u nto o nêutron é fo do próton é igu l 1 u d v lem. s esfer s se tr em e em III. ) su c rg tot l é nul e su m ss tot l nul . ) em I. c) em I. O módulo d forç de tr ção ou r epulsão mencion do cim é c lcul do tr vés d lei de Coulom . c) su c rg tot l é +2 Q e su m ss tot l é 2M. podemos. N situ ção inici l. firm r ue lgum outro o jet o ) torn -se neg tiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg –Q.29. 33. então. UFR-RJ Segundo o princípio d tr ção e repulsão. então. ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 31. PUC-RJ Se lgum o jeto d uire um c rg elétric positiv Q. ) proporci on l o u dr do d distânci entre s c rg s. f st d s um d outr . em III. s c rg s de u e ente: 2 1 2 1 c) – 3 e 3 ) 3 e 3 2 1 ) – 3 e – 3 2 1 d) 3 e m d s u rks: os u rks u e d. UFMG Du s esfer s metálic s idêntic s – um c rreg d com c rg elétric neg tiv e outr eletric mente desc rreg d – estão mont d s so re suportes isol ntes. UERJ Prótons e nêutrons são constituídos de p rtícul s ch d. corpos eletriz dos com c rg s de m esmo sin l se repelem e com sin is contrários se tr em. 30. e) fr c . e) su c r g tot l é nul e su m ss tot l é 2M.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ I II rm r sfer ) em ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ III Consider ndo-se s situ ções represent d s n s figur s I e III. Viços -MG Um sistem é constituído por um corpo de m ss M. d) torn -se positiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg Q. não há forç entre s esfer s. comp r d com forç d gr vid de. c) torn -se c rreg do com c rg –Q. respectiv m – 3 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . c) um forç de cont to. U. e) torn -se m gnetiz do. s esfer s são coloc d s em cont to.

UFMG Du s c rg s elétri c s idêntic s estão fix s. . c) O c mpo elétrico não é c p z de produzir cho ues em pesso s pres s em lug res fech dos. Unirio Mich el F r d y. introduziu o conceito de c mpo n Filosofi N tur l. Um de su s demonstr ções d e xistênci do c mpo elétrico se re lizou d seguinte m neir : F r d y construiu um g iol metálic perfeit mente condutor e isol d do chão e levou p r um pr ç . Por ue F r d y n d sofreu. Consider ndo ess s inform ções. um dos fund dores d modern teori d eletricid de. um d s c rg s é solt e fic livre p r se mover. d) O v lor do potenci l elétrico e do c mpo e létrico são const ntes dentro e for d g iol . no ent nto. e) A diferenç de potenci l elétrico ent ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ 34. em função d distânci d entre s c rg s.1 2 O serv ndo figur cim . en u nto s pesso s for d g iol podi m lev r cho ues? ) O potenci l elétrico dentro e for d g iol é diferente de zero . p rtir do inst nte em ue c rg é solt . ue tu so r e c rg ue se move. m s dentro d g iol este potenci l não re liz tr lho. Lá el e se tr ncou dentro d g iol e ordenou seus jud ntes ue c rreg ssem de el etricid de e se f st ssem. ssin le ltern tiv cujo gráfico melhor represent o módulo d forç elétric F. e s linh s de c mpo do c mpo eletrostático cri do. en u nto uem de for encost sse n s gr des sem est r devid mente isol do sofri um desc rg elétric doloros . for d g iol . respond : ) u is os sin is de c rg s 1 e 2? ) forç eletrostátic entre s c rg s é de repulsão? Justifi ue. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ f st d s um distânci d ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢  . existe um c mpo elétrico não nulo. sep r d s por um distânci L. Em um certo inst nte. UFR-RJ A figur ixo mostr du s c rg s 1 e 2. F r d y c minh v sem sentir u l uer efeito d eletricid de rm zen d em su s gr des. 9 ) F ) F L d L d c) F d) F L d L d 36. ) O c mpo elétrico no i nterior de um condutor em e uilí rio eletrostático é nulo. Com g iol c rreg d . 35.

37.Eletrostátic ¢ ¡ re pontos dentro d g iol e entre pontos d g iol com pontos do exterior é mes m . C lcule: ) o r io d menor esfer ue pode ser c rreg d té o potenci l de 106 volts sem risco de desc rreg r tr vés do r seco. ) c rg Q rm zen d nest esfer . UFRJ S e-se ue u ndo o c mpo elétrico tinge o v lor de 3 X 106 v olts/metro o r seco torn -se condutor e ue nest s condições um corpo eletriz do pe rde c rg elétric . m s. em um circuito fech do.IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . Use ke = 9 X 109 Nm2/C2 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . u ntid de de c rg ue é retir d é igu l à uel ue é post .

conforme ilustr figur ixo. u l energi sorvid por ess folh em 10 minutos de insol ção? 42. condutor s. Cheg m então s 4 pesso s u e nele tr lh m. E. energi r di nte d o Sol tinge superfície d Terr com intensid de de 1000 W/m2. Vunesp A fotossíntese é um re ção io uímic ue ocorre n s pl nt s.72 N/C c) 1.p r 25°C.7 GABARITO ) S endo ue fotossíntese ocorre predomin ntemente n s folh s verdes. Seus centros estão dist ntes entre si 20 20 cm cm. e) V. ) Num determin do loc l.2 verde 5. ) II. Qu nto tempo depois d ch eg d d s pesso s no escritório o p relho é cion do? IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA .0 X 103 N/C.6.2-6.1 zul 6.10-19 C e const nte dielétric do meio igu l 9. Se áre de um fo lh expost o Sol é de 50 cm2 e 20% d r di ção incidente é proveit d n fotossíntese. eletriz d s com c rg s 4Q e –Q estão f ix s nos pontos e conforme mostr figur ixo. Nest situ ção. e c d um lig seu microcomput dor. ) Determine potênci elétric consumid pelo p relho de r co ndicion do. c) III. T nto um pesso como um microcomput dor dissip m em médi 100 W c d n form de c lor.0 . desc rreg d s e P isol d s um d outr .38. F.2 kg/m3. de m ss m = 9. U. O módulo deste c mpo elétrico é just do té ue gotícul p sse c ir com movimento retilíneo e uniforme.6 x 10-15 kg e c rreg d com c rg elétric = -3.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ d d x I 4Q d x III –Q d x IV ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . c i vertic lmente no vácuo. d) IV.2 x 10-19 c.1-6. S nt C s -Vitóri -ES Tem-se du s pe ueA B n s esfer s. Num certo ins t nte. u l o v lor do módulo do c mpo elétrico? ) 3.106 elétrons são retir dos d esfer A e tr nsferidos p r esfer B.8-5.0 X 10-3 N/C. Inic i lmente temper tur no interior do escritório é de 25°C. UFR-RJ Du s pe uen s esfer s puntiformes. 6 violet 6.8 l r nj 4. Considere o c lor específico do r igu l 1000 J/kg°C e su densid de igu l 1.6-7.0-5. ) O p relho de r condicion do é cion do utom tic mente u ndo t emper tur do m iente tinge 27°C.44 N/C d) 16. O c mpo elétrico result nte será nulo no ponto ) I. cujo espectro de fre üênci s é d do seguir. 10-13 N/C 41. d) 8. ix ndo. p r u l é nec ssári energi d luz do Sol. lig se nest região um c mpo elétrico uniforme.0. Cerc de 5.8-4. A eficiênci do p r elho é de 50%. c) 5. de u l ou u is f ix s de fre üênci s do espectro d luz sol r s pl nt s sorvem menos en ergi nesse processo? Justifi ue. Cor f (101 4 Hz) vermelh 3.0 . vertic l e pont ndo p r i xo. 10 40. Unic mp-SP U m escritório tem dimensões igu is 5m x 5m x 3m e possui p redes em isol d s. 10-13 N/C e) 8.0 m rel 5. O p relho de r c ondicion do inst l do tem c p cid de de diminuir em 5°C temper tur do escritóri o em mei hor .0.0 X 107 N/C.0 X 105 N/C. Qu l é o v lo r do c mpo elétrico no ponto médio (P) d distânci ue sep r os centros d s esfer s? ) 0 ) 0. Juiz de For -MG Um gotícul de óleo. Considere c rg de um elétron igu l 1. com s pesso s presentes e os micros lig dos. x II d xV 39.109 Nm2/C2. A e B. ) 2.

Av nç r ¡ ¡ .

) O potenci zero. v le. Um exemplo disso é o f to de lgum s vezes lev rmos pe uenos cho ues elétricos o encost rmos em utomóveis. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. 9. 32) Consider ndo o enunci do dest uestão. v le. de m teri is diferentes. um c rg de + 10 C. c) Apen s s firm tiv s I e IV são verd deir s. N eletriz ção por indução. Londrin -PR C mpos eletriz dos ocorrem n tur lmente no nosso cotidi no . d) Apen s s firm t iv s II. proxim d mente. So re s firm tiv s cim .2. é possível o ter-se corpos eletriz dos com u ntid des diferentes de c rg s. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. intensid de d forç el etrostátic p ss rá v ler.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ + l elétrico no ponto O é diferente de + coloc d em B teri direção verti tu ri em um c rg – coloc d em em B present rá tr jetóri ret ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .Ao serem trit dos. Us ndo K = 9. IV e V são verd deir s. T is cho ues são devidos o f to de est rem os utomóveis e letric mente c rreg dos. devido o princípio de conserv ção d s c rg s elétric s. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . II e III são verd deir s.25. U. torn m-se eletri z dos com c rg s opost s. É cor o firm r: Y – B x O IMPRIMIR ) O c mpo elétrico no ponto O é nulo. 7. Londrin -PR A figur ixo mostr du s c r g s elétric s + e – . 02) A intensid de do c mpo elétrico result nte. 45. U. c onsidere s firm tiv s seguir: I. se um terceir esfer for coloc d no ponto médio d distânci entr e s du s já existentes. c) A forç elétric ue tu ri em um c rg c l com sentido p r cim . proxim d mente. sep r d s pel distânci 2 e simétric s em rel ção o eixo x. 04) O potenci l elétrico.109 N/C. II. 11 GABARITO 44.109 Nm2/C2. IV. proxim d mente. Se um corpo está eletriz do. ssin le ltern tiv corret : ) Apen s s firm tiv s I.0. com r ios igu is 10 cm e c rg s de +10 C e -10 C. e) Apen s s firm tiv s II. IV e V são verd deir s. Se um corpo tem c rg s elétric s . 16) Ao retir r-se 5 C de c rg d esfer neg tiv mente c rreg d e deposit r-se so re esfer positiv mente c rreg d . no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. ) Apen s s firm tiv s I. E.2. 0 8) Ao do r r-se o r io d s esfer s. V. e) Um c rg + coloc d ilíne . proxim d mente. 2. III.43. 01) A intensid de d forç elétric . então está eletriz do.109 N. é nulo. dois corpos neutros. E. 7. U.0. possuindo. então o número de c rg s elétric s neg tiv s e positiv s não é o mesmo. desloc ndo-se vertic lmente p r ixo.1010 N. ue tu so re c d um d s esfer s. t m ém. Um corpo neutro é uele ue não tem c rg s elétric s. d) A forç elétric ue B teri sentido p r cim . respectiv mente. So re n turez dos corpos (eletriz dos ou neutros). intensid de d forç eletrostátic entre el s ument rá 4 vezes. ssin le o ue for correto. forç elétric result nte so re ess esfer v lerá. E. M ringá-PR Considere du s esfer s condutor s. As esfer s se encontr m sep r d s por um distânci de 10 m.109 N. III e V são verd deir s.

c) Nulo. A figur (II) represent . so ção d e forç s extern s. à mesm distânci d do centro d c s c esféric . 04) A energi potenci l do sistem form do pel s du s esfer s eletriz d s é invers mente proporcion l o u dr do d distânci entre el s. d) Apen s em II e III. Juiz de For -MG Um c rg elétric . c) Apen s em I e II. d) F/2. de mesmo módulo e sin l contrário. em corte. um c mpo elétrico de intensid de E1. (I) R (II) d 2R P 1 P 2 d GABARITO Selecione ltern tiv ue express corret mente rel ção entre s intensid des de c mpo elétrico E1 e E2: ) E2 = 4 E1 ) E2 = 2 E1 c) E2 = E1 d) E2 = E1/2 e) E2 = E1/4 49. contendo c r g elétric Q. Os o jetos são ocos. ) Dependente d posição d nov c rg no interior d c sc . o c mpo elétrico result nte é nulo. em corte. no ponto P. II e III. tot lmente fech dos. forç result nte so re e l será nul . ue se encontr m em reesfer cu o pirâmide pouso. e su s c vid des int ern s se ch m v zi s. ) Apen s em II. IMPRIMIR Volt r ¡ ¡ ¢ I II III 46. M ringá-PR So re um pl c horizont l fix são m ntid s em repouso. UFRS A figur ixo represent . um esfer m ciç de r io R. e) Em I. 32) Se for coloc d um outr c rg + . o sistem se neutr liz rá. contendo mesm c rg elétric Q. UFRS A figur (I) represent . 16) Retir ndo-se s forç s extern s e coloc ndo-se um outr esfer co m c rg + . Ess distri uição de c rg produz no ponto P2. eletriz d s. um c mpo elétrico de intensid de E2. o fluxo do vetor c mpo elétrico tr vés d superfície terá v lor: ) 2 F. sendo P o ponto médio entre el s. três o jetos de form s geo métric s diferentes. Ness s condições. no ponto P. du s esfer s idêntic s. A superfície de c d um dos o jetos está c rreg d com c rg elétric estátic de mesmo v lor Q. Em u is desses o jetos o c mpo elétrico é nulo em u l uer ponto d c vid de intern ? ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . Ess distri uição de c rg produz no ponto P1. U. o potenci l elétri co result nte é nulo. Se outr c rg . 02) No ponto P. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. porém uniformemente distri uíd so re su super fície. conforme figur . em corte. ssin le o ue for correto: – P – 01) No ponto P. 48. E. um distânci d do centro d esfer m ciç . uniformemente distri uíd em todo o seu volume. U. produz um fluxo do vetor c mpo elétrico igu l F tr vés d superfície d c sc . for t m ém introduzid no inte rior dest c sc . feitos de m teri l om condutor. 08) S e coloc rmos um outr esfer com c rg + . um c sc esféric de r io 2R. coloc d no interior de um c sc e sféric .) Apen s em I. 12 47.F. no ponto P. est esfer perm necerá onde está e s esfer s extern s se vizinh rão el .

Av nç r ¡ FÍSICA .Eletrostátic ¡ ¡ .

51. c)EM e VM não se lter m. como c lorífic e luminos . tem v lor de 27. E. m s não se toc m. conforme mostr figur ixo. + E2 0 E1 E3 – E4 M IMPRIMIR GABARITO 54. é nulo num determin do ponto. 53. ssin le o ue for correto: 01) E4 é o vetor c mpo elétrico result nte. é: ) ) c) d) 13 52. um lâmp d de 100 W. 08) O vetor c mpo elétrico result nte é nu lo. UERJ Du s p rtícul s eletric mente c rreg d s estão sep r d s por um distânci r. com c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrários. Dê como respost som d s lt ern tiv s corret s. por exemplo. F. Considere o ponto médio M ue se m ntém e üidist nte de seus centros e suponh ue s esfer s sej m proxim d s. E. 08) No interior de um condutor esférico em e uilí rio eletrostático. 16) Os vetores c mpo elétrico E2 e E4 se nul m. Com rel ção os vetores desse c mpo elétrico. 16) Qu ndo ger d o por vári s c rg s elétric s puntiformes. 4 m de distânci de um c rg ger dor ue mede 48 µC. poi d s em suportes isol ntes. U. d)EM ument e VM não se lter . 04) É um gr ndez esc l r. é diferente de zero. serão o tidos Joules de energi c lorífic e luminos .Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Ness s cond ições. Ass in le ltern tiv ue complet corret mente l cun d inform ção cim . 04) E1 e E2 de termin m o vetor c mpo elétrico result nte. ) 100 ) 600 c) 1000 d) 6000 e 60. em função de r. C xi s do Sul-RS Ap relhos elétricos convertem energi elétric em outros tip os de energi . 02) Num ponto sit u do no vácuo (K = 9. e)EM não se lter e VM ument .103 N/C. Pont Gross -PR Du s c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrário s cri m um c mpo elétrico E no ponto O. U. ssi n le o ue for correto: 01) Pode ser medido em Volt por metro. sendo EM o módulo do vetor c mpo elétrico em M e VM o v lor do potenci l elétrico e m M. pode-se firm r ue )EM e VM ument m. dur nte 10 min utos. )EM e VM diminuem. O gráfico ue melhor express v ri ção do módulo d forç eletrostátic F entre el s. Pont Gross -PR So re o c mpo elétrico ger do por um c rg elétric . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 02) Os vetores c mpo elétrico E1 e E3 se nul m. Lig ndo-se.000 Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .M. Triângulo Mineiro A figur represent du s esfer s co ndutor s idêntic s.50. U.109 unid des MKS).

( ) Este c mpo elétrico induzirá c rg s elétric s em um nuvem. 56. por ue um estrutur metálic lin d o seu interior contr efeitos elétricos externos. é sempre diferente de zero. sej c rreg d positiv mente. UFRN N f ric ção de ferros de engom r (ferros de p ss r roup ). 04) Um pesso dentro de um c rro está protegid de r ios e desc rg s elétric s. UFSC Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) O c mpo elétrico. ( ) Cátions existentes n tmosfer tendem mover-se p r cim . com c rg elétric neg tiv em excesso. evit ndo. é nulo. ssim. 14 64) O potenci l elétrico. como uel s ue podem existir num ferro de engom r.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . é de 200 V. A e C. por is so intensid de do c mpo elétrico próximo às pont s do condutor é muito m ior do ue n s proximid des de regiões m is pl n s. ) lt rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. 02) O c mpo elétrico. 08) Num região ponti gud de u m condutor. é 200 µJ. du s d s preoc up ções d indústri dizem respeito o dielétrico ue é us do p r envolver resistênci . o ris co de cho ue elétrico.55. no interior de um condutor c rreg do. f zendo com ue p rte inferior dest . c) i x rigidez dielétric e lto ponto de fusão. mesmo u ndo su metido temper tur s elev d s. ( ) A diferenç de potenci l e létrico. dist ntes 2 m entre si e situ dos um mesm ltitude. 32) Devido o poder d s pont s. n tmosfer . c rg ue podemos tr nsferir um corp o condutor ponti gudo é menor ue c rg ue podemos tr nsferir p r um esfer c ondutor ue tenh o mesmo volume. no interior de um condutor eletriz do em e uilí rio eletrostático. en u nto ue ânions tendem mover-se p r superfície terrestre. Consider ndo ue p r um pe uen região d superfície terrestre o c mpo elétrico é uniforme. Em vist disso e sendo mic o dielétrico preferido dos f ric ntes desse utensílio doméstico. Dê como respos t som d s ltern tiv s corret s. entre um ponto A e um ponto B. é correto firm r: ( ) A Terr é um corp o eletriz do. há um concentr ção de c rg s elétric s m ior do ue num região pl n . no int erior de um condutor eletriz do. esponsável pelo uecimento do ferro. d) ix rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. conclui-se ue el deve ter ) lt rigidez die létric e lto ponto de fusão. volt d p r Terr . c rg máxim ue podemos tr nsferir um esfer de 30 cm de r io é 10 microCo ulom s. ( ) O tr lho re liz do pe l forç elétric p r desloc r um c rg elétric de 1µC entre dois pontos. UFPR Um físico re liz experimentos n t mosfer terrestre e conclui ue há um c mpo elétrico vertic l e orient do p r sup erfície d Terr . com módulo E = 100 N/C. é nulo. A primeir del s é impedir ue h j v z mento de corrente elétric d resistênci p r c rc ç do p relho. f zendo com ue o exc esso de c rg se loc lize n superfície do condutor. situ do 2 m ixo de A. A segund é us r um m teri l cujo est do físico não sej lter do . 16) Como rigidez dielétric do r é 3 x 106 N /C. GABARITO IMPRIMIR 57. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .

N e ton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. UFRN Nos meses de m io e junho. s temper tur s inici l e fin l d águ . e e ouve.Eletrostátic ¡  ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡     ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¢ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  £  ¡ . Lembre que: P = V • i e V = R • i. onde = 1cal/g °C é o calor específico da água. que a temperatura na sua cidade permanece estáve .0 Ω por onde circu a a corrente (i) que aquece a água. tendo em vista sua preocupação econôm ica? Justifique. Lem re ue: E = P • t. ue pen s “ ue re friez ” da água. respectiv mente. resistênci elétric do uecedor. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . determine. ue podem ser medid s em gr us Celsius e 1 Joule ≅ 0. Ne ton deve esco her. A ém disso.15 58. o Sr. O Sr. Ne ton a fazer a estimativa da temperatrua (θfin l) em ue ele tom rá seu nho morno. A partir do diâmetro do cano que eva água ao chuveiro. pois está preoc upado com o aumento do consumo de energia e étrica (E) e. temper tur c i um pouco em vári s cid des d o Rio Gr nde do Norte. na marca dos 23°C. como primeira aproximação. por conseguinte.25 g.0 Ω e outro de 10. ∆θ = θfin l – θinici l é v ri ção d temper tur nici l e θfin l. Admitindo-se ue tod energi elétric é tr nsform d em energi térmic e consider ndo-se ue águ tem densid de de 1 g/cm3 e c lor específico de 4J/g • °C. UFBA Um uecedor. com o a umento da sua conta mensa . Isso f z com ue lgum s f míli s p ssem utiliz r o chuve iro elétrico p r um nho morno. O vendedor he oferece dois chuveiros (ôhmicos. onde t represent tempo. e e sabe que a quant idade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30. do Norte. Q = mc∆q. Ajude o Sr. comuns ) para a vo tagem (V) do Rio G. O Sr. sendo tota mente absorvida pe a água. elev temper tur de 5 de águ de 20 °C p r 70 °C. que é 220 V: um com resistência e étrica (R) de 20. oper ndo à ddp de 100 V. Newton v i o comércio e solicit do vendedo r um chuveiro de pouc potênci (P). em ohms. Ne ton supõe . em um interv lo d e 20 minutos. no rádio. a) Qua dos dois chuveiros o Sr. b) Após fazer sua esco ha. que toda a energia e étrica (E) é dissipada na forma de ca or (Q) pe o resistor do chuveiro. 59.2 c l.

D 4. F-F-V-F-F 19. V-V-F-F-V 57. A 20. A 54. A + 34. D 21. B 26. 2. D 32. 12 W IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . D 39. B 44. 2 + 4 + 8 + 32 25. 1 + 2 + 4 + 16 + 32 45. A 27. V-V-F-F-F 23 . A 58. 15 2. D 12. 1 + 3 51.10-3 C 38. C 16. E 7. D 14. D 30. F-V-V-F 6. B 37. B 29. E 18. E 28.Eletricidade Avançar ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢ ¡  . 1 + 4 + 8 + 32 56. ) P = 2100 W ) ∆t = 225 s 43. E 47. C 33. C 49. C 52. ) 1 . B 11. 03 8. a) 20 W b) 39 °C 59. C 36. A 40. B 13. E 55. ) E = 600 J 42.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. C 46.) tr ção 35. C 48. V-F-V-F-V-F 5. C 41. C 31. ) N s f ix s d s cores verde e m rel ue são refletid s pel s folh s . 1 + 8 + 16 50. ) 1/3 m ) 1/27 (1/27). A 10. C 22. 1 53. C 9. D 15. C 3. 03 17. 02 24.

a soma das a ternativas correta s. (04) todos os apare hos estão submetidos à mesma tensão de en trada da rede (120 V ou 220 V). então. (16) para uma rede e étrica com tensão de en trada 120 V e um disjuntor de 30 A. o mínimo va or que se pode ter da resistência e ét rica da rede da sua casa é de 40 Ω. ju gue os itens. atingirá o solo. no percurso da corrente elétrica. na rede e étrica da sua casa. UFMT Ao verificar que o seu chuveiro não mais funcionava. remover a metade danificada da resistência. maior será a corrente tota que entra na sua casa e maior será o va or da conta de e nergia e étrica a ser pago no fina do mês. UFMT A energia e étrica que supre as residências pode ser produzida de muitas formas diferentes. aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresenta uma diferença de potencial de 10000 V com relação ao solo. ju gue os itens. Diante disso. ( ) Qui o att-hora é unidade de potência. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro se tornou maior. (08) quanto maior for o número de apare hos igado s. Dê. Suponha que toda a rede da sua casa seja igada a um disj untor que imita a corrente de entrada para evitar um superaquecimento dos fios e étricos da rede. através do seu pé. Reso veu. Despreze a parte fr acionária de seu resu tado. ( ) A diferença de potencia na resistência se tornou maior. 4. menor será a resistência tota do circuito e étrico da sua casa e. em kΩ. ca cu e. UnB-DF Suponha que uma pessoa em Brasília. pois assim o chuveiro ainda poderia continuar a funcio nar com metade da resistência origina . a interrupção da corrente e étrica em um de es acarretaria o des igam ento de todos os outros. na época da seca. A respeito. a resistência míni ma que o ar deve ter para que a descarga não mate essa pessoa. 1 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . um estudante de e etrotécnica reso veu desmontá. 2. Constatou que apenas metade da resistência estava da nificada. 3. Sabendo que a resistência do corpo da pessoa.E etrodinâmica Avançar                      £                                             . ( ) A corrente e étrica não varia ao ongo de um fio e nem se a tera ao passar por um resistor. não há perda de energia no processo da passagem da corrente e étrica por fios e resistores. conectando a metade intacta novamente.o. (02) a igação desses apare hos. é correto afirmar que (01) para a igação desses apare hos na rede e étrica da sua casa é feita uma associação de resistências e étricas em para e o. ( ) A função dos transformadores insta ados nos postes das ruas é converter a tensão da rede e étrica externa num va or compatíve com a tensão idea para os e etrodomésticos.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1. é possíve des igar um de es e os demais conti nuarem em operação norma . caso exista. ( ) A corrente e étrica que chega às residências é contínua. conseqüentemente. fluirá uma co rrente que passará pelo ar. m ediante processos de captação e transformação de energia. é de 2 000 Ω e que uma corrente de 300 mA causará a sua morte. como resposta. não é feita em série pois se assim fosse. No instante em que a mão estiver suficientemente próxima ao carro. pelo corpo da pessoa e. ( ) A corrente e étrica através da resistênci a do chuveiro se tornou menor. UFMS Quando em sua casa vários apare hos e etrodomésticos estão em funcionamento. uma vez que as âmpadas têm bri ho constante. ( ) A energia consumida pe o chuveiro se tornou menor. Assim sendo. Em re ação a esse tema.

o comprimento do fio. que essa usina poderia gerar sem perdas signi ficativas de energia? 6.0 — 103 Ω.E etrodinâmica Avançar                          £  £                 £     . ( ) A resistência de um condutor é inversamente proporciona ao seu comprimento. por dia. Unifor-CE Para certo dispositivo foi representada a curva corrente x tensão e foram feitas três afirmações. Quando submetido a 300 V. UFMT Engenheiros de uma companhia hidre étrica pretendem projetar uma pequena u sina aproveitando um desníve de terreno de 80 metros. verifica-se que o va or médio do qui o att-hora (kWh) é de R$ 0. e) II e III são corretas. ( ) O chuveiro e étrico é uma ap icação do efeito Jo e. Sa vador-BA Um fio de co bre. Pode-se afirmar que SOMENTE a) I é correta . Nessa casa são tomados. é equipada com um chuveiro e étrico cujas especificações nominais são 220 V –5400 . em p orcentagem. Despreze a parte fracionária da respost a. ( ) A resistência equiva ente de dois resistores de 3 Ω. II. Quando os terminais do dispositivo estão submetidos a 100 V. igados em par a e o. 10 banhos de 15 minutos cada. por onde corre um rio com v azão de 25000 itros por segundo. a parce a dessa conta correspondente apenas à uti ização do chuveiro e étric o. onde residem 7 pessoas. Unicap-PE Assina e verdadeiro ( V) ou fa so (F): ( ) O resistor é um dispositivo capaz de transformar energia e étri ca em ca or. Ca cu e.d. U. i(mA) 100 80 60 40 20 2 GABARITO 0 100 200 300 V(V) I. em média.Cató ica-DF Uma residência de c asse média.1 x 1015 e étrons por segundo. cuja área da secção transversa é igua a 2mm2. em MW – mega atts. 7. Qua a corrente do feixe em unidades de 10–4? a) 13 d) 19 b) 15 e) 23 c) 17 8. sua resistência é de 5. dissipará uma potência de 6 atts. Qua o número inteiro que mais se aproxima do va o r da potência máxima. em metros. evando em conta os va ores informados. U. é igu a a 01) 200 04) 800 02) 400 05) 1000 03) 600 9. a p otência dissipada no dispositivo é de 30 W. 10. Supondo-se constante e ig ua a 1. é 1.90. c) III é correta. UFPE Suponha que o feixe de e étrons em um tubo de imagens de t e evisão tenha um f uxo de 8. quando submetido a uma tensão de 34V.7 — 10–2 Ωmm2/m a resistividade do cobre.5 Ω. é percorrido por uma corrente e étrica de intensidade 4A. Observand o a conta de energia e étrica do mês de novembro. b) II é correta. d) I e II são corretas. caso exista.5. ( ) A associação do item anterior. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . O dispositivo obedece à ei de Ohm.P de 2 vo ts. quando submetida a uma d.20 e que o tota da conta foi R$ 145. III.

UERJ Num detector de mentiras. Corrente e étrica é o movimento de íons em uma so ução e etro ítica. Corr ente e étrica é o movimento ordenado de e étrons em um condutor. Ao responder a uma pergunta. em um resistor ôhmi o. Nesse caso. II. II. e a t ensão nos terminais da bateria.0 Ω. b) apenas I. em µA.0 Ω. de: a) 5 c) 15 b) 10 d) 20 15. d) apenas III. d) a I e a II estão corre tas. e) a I e a III estão corretas. Neste caso: a) qua a resistência interna da bateria? b) qua a máxima potência desta bateria? GABARITO 14.11. é inversamente proporciona a ddp ap icada e diretamente proporciona à resistência e étrica do resistor. então. a ddp em cada u a das âmpadas será de 110V.5 e 10 12. U (V) 15 60 i (A) Quando o motorista iga o carro tem-se a corrente máxima ou corrente de curto circ uito. fabricadas para serem uti izadas em 110V.E etrodinâmica Avançar                                           . uma tensão de 6 V é ap icada entre os dedos de um a pessoa. I. a corrente e étrica. UFR-RJ As afirmações abaixo referem-se à corrente e étrica. O dono da casa teve. são. a corrente no circuito. a) nenhuma de a s. c) apenas II. pode-se conc uir que apenas a) a I está correta. A corrente e étrica que passa pe as duas âmpadas assoc iadas é a mesma. A fenas-MG Numa casa. U. em vo ts. III. de força e etromotriz 20 V e resistência interna 2. iga-se um resistor de 8. e) todas. 3 13. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Nessas condições. havi a apenas âmpadas de 60W. em ampères. a corrente no detector apresentou variação. Sobre as afirmativas acima. se a associação tivess e sido feita em para e o. Feita a associação. Corrente e étrica. Unifor-CE A uma bateria. é igua à corrente que passaria por cada uma.0 c) 2. a idéia de associar em série duas âmpadas idênticas entre aque as que possuí . respectivamente. a resistência entre os seus dedos caiu de 4 00 kΩ para 300 kΩ. b) a II está correta.0 e 16 b) 2. III. Considerando as âmpadas resistores ôhmicos. que passa por e as. Podemos afirmar que está(ão) incorreta(s). UFR-RJ O gráfico abaixo representa a curva de uma bateria de certa marca de au tomóve . ana ise as proposições: I. Considerando ta situação. cuja vo tagem da rede é 220V. a) 2. c) a III está correta.0 e 8.

7 Ω. ( ) Quando ligados em sé ie. E.98 Ω. ( ) A ene g ia dissipada no co po do pássa o em um inte valo de tempo t é igual ao p oduto da di fe ença de potencial ent e seus pés pelo inte valo t. têm o mesmo comp imento. a co ente elét ica que passa po A é igu al à co ente elét ica que passa po B. é a soma das esistências do pássa o e do pedaço de fio ent e seus pés. 19. d) A esistência do dispositivo independe de sua fo ma. e) Se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de c ontatos situados na supe fície late al e diamet almente opostos. 17. a co ente que pas sa pelo co po do pássa o se á desp ezível. a esistência elét ic a se á dada po R = ρ A/L.Elet odinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . é co eto afi ma : ( ) A á ea da secção t ansve sal de A é quat o vezes meno que a á ea da secção t ansve sal de B. As especificações do fabricante do forno eram: p otência 1800 W e vo tagem 110 V. 18.76 Ω. Londrina-PR Um materia de resistividade ρ é utilizado pa a const ui um dispositivo esistivo cilínd ico de c omp imento L e secção eta t ansve sal A. no t echo em que o pássa o está pousado. c) A esistência elét ica do dispositivo se á d ada pela elação R = ρ L/A. e) 12. a potência dissipada po B é m aio que a dissipada po A.16. é co eto afi ma : a) A esistência do dispositivo é dada pela elação R = ρ A/L. 4 GABARITO IMPRIMIR ( ) Quando submetidos à mesma tensão elét ica. UFPR Pássa os são comumente vistos pousados em fios de al ta tensão desencapados. se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de contat os situados nas duas ext emidades do dispositivo. de mesmo mate ial. ganhou de seu marid o um forno e étrico para sua cozinha. Com base nestes dados. a potência dissipada po A é maio que a di ssipada po B. a quantidade de ca ga que passa pelo pássa o é igual a 6 x 10-4 C. ( ) A esistência do fio ent e os pés do pássa o se á maio se o diâmet o do fio fo meno . o que me hor representa a resistência e étrica do apare ho. a tensão elét ica em B é maio que a tensão elé ica em A. sem que nada lhes aconteça. UFPR Dois fios conduto es etos A e B. Sob e este fato e usando os conc eitos da elet icidade. é co eto afi ma : ( ) Supondo que a esistência do fio ent e os pés do pássa o seja muito meno que a esistência de seu co po. mas a esistência elét ica de A é a metade da esistência de B.4 Ω. c) 1. uma mãe que gosta muito de e etrodomésticos. d) 6. ( ) A esistência equivalente do conjunto pás sa o e fio. FÍSICA . Sob e tais fios. U. é a) 0. UFR-RJ Beatriz. b) A esistência elét ica do d ositivo é independente do comp imento L. ( ) Quando ligados em pa alelo.4 Ω. b) 16. ( ) Supondo que uma co ente contínua de intensidad e 1 x 10-5 A passe pelo co po do pássa o e que ele pe maneça pousado no fio po 1 mi nuto. ( ) Quando pe co idos po co ente elét ica de igual intensidade. Entre os va ores abaixo. traba hando nas condições fornecidas pe o fabricante .

que é igado em série ao condutor.58 C.E etrodinâmica Avançar ¨ ¨    ¨ ¨ ¨    ¨  ¨  ¨    ¨   ¨ ¨ ¨¨    ¨    ¨ ¨  ¨¨  ¨ ¨     ¨¨      ¨ ¨ ¨       ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¤ ¨  ¨ ¨  ¨ ¨ ¨      ¨   ¨  ¨ ¨ ¨   . Ponta G ossa-PR Com um c onduto cilínd ico de dete minada liga metálica que tem 125. Dete rmine. 23. 21. em 1 kg de água a 20 C. Somente é(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões) a) I. caso e stas sejam associadas em para e o? 24. e o amperímetro. devem os diminui o comp imento do esisto . Uberaba-MG-Pias Considerando que em um a casa estejam funcionando. isto corresponderá a um consumo de energia e étrica de 0. 16) O fenômeno e étrico produzido – aquecimento do fio – é chamado efeito Pe tier. U. aproximadam ente. A esistência elét ica de um esis to independe do mate ial de que ele é feito. III. para i uminar uma festa junina. 5 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . d) I e II. um chuveiro de 22 00 W (posição: verão). durante 15 min. U. 5 âmpadas de 60 W. pergunta-se: a) Qua a resistência e étrica de cada âmpada. simu taneamente. para a proteção do circuito e étrico. b) No padrão de energia no interior da casa é suficiente. b) a corrente e étrica que perc orre o fi amento dessa âmpada especia . d) Como todos os e ementos resistivos em uma casa são se mpre igados em série. Assina e a a ternativa CORRETA: a) Caso. 04) Em torno do condutor forma-se um campo magnético. UFR-RJ Ao fazer compras. E. UFR-RJ Se um e etricista tem 100 âmpadas.186 J. nesse caso. 1 cal = 4. a) a resistência e étrica da âmpada. a resistência equiv a ente dos mesmos é de 3. II. a co ocação de dois d sjuntores de 10 A. Cefet-PR São feitas as afi mações a segui : I. uma TV de 60 W e ainda um ferro e étrico de 800 W e que a tensão na rede de distribuição de energia e étrica é de 110 V. 02) Os apare hos usados para fazer as medidas são o vo tímetro. meno se á sua esistência elét ica. c) III.14. uma senhora adq uiriu uma âmpada especia com as seguintes características impressas: “220W-110V”.20. Quanto maio a á ea da seção t ansve sal de um esisto . ve ifica-se a passagem de uma co ente elét ica de 3 A pe lo mesmo. assinale o que fo co eto: (Adote π = 3. de 100W e 100V. a temperatura fina da água será 22. o va or da resistência equiva ente dos mesmos é de. quando acesa? b) Qua a resistência equiva ente das âmpadas. Se a dife ença de potencial nos te mi nais do esisto de um chuvei o é mantida constante. e) II e III.7 Ω. Sob e este evento. pa a aquece mais a água. Dê como respos a a soma das a ternativas corretas. 08) Se o resistor for ime rso tota mente. calor es ecífico da água = 1 cal/gºC) 01) A resistividade do material que con stitui o condutor é 1 µΩm. um igado ao chuveiro e o outro aos demais e ementos e étricos. quando a mesma está operando de acordo com as características impressas. 1 kΩ. por 2 minutos. todos os e ementos e étricos da casa estejam igados. 22. Estabelecendo-se uma ddp de 30 V(CC) ent e os ext emos desse conduto .6 cm de comp imento e 0. que é igado em para e o ao conduto r. c) Se todos os e ementos resistivos estiverem igados em série.84 kWh. 4 mm de diâmet o é feito um esisto . b) II. contida em um recipiente adia bático e de capacidade térmica desprezíve .

66 e) 10.9 W e 6 V.E etrodinâmica Avançar                                                                                    . Sendo R o va or da resistência do fi amento à temperatura de operação. a razão R/R0? a) 0. 28.60 c) 1.00 26. com r lação 4/1. (02) não s rá ossív l r solv r o probl ma d alim ntação. reso veu adaptar seu pequeno “walk-man” para ouvir música no carro. resistência intern a nu a e de três resistores. (04) l pod rá ligar o apar lho no ac nd do r d cigarro com um r sistor d 2. tem seu fi a mento projetado para operar a a ta temperatura. (16) e e poderá igar o apare ho com um capacitor de 12µF em série. PUC-PR O c ircuito representado abaixo é constituído de uma fonte de fem 28 V.00 d) 1. Sab ndo-s qu o “walk-man” traz as s guint s informaçõ s: 3V 12 mW. ntr primário s cundário.10 b) 0.25kΩ em para e o. A potência dissipada no resistor de 3 Ω é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 64 W 48 W 50 W 80 W 30 W Vo tar FÍSICA . a intensidade da corrente e étrica atra vés do resistor de 2 Ω é de 2 A.25. Um dos probl mas é p rmitir qu l possa s r alim ntado l tricam nt através do ac nd dor d cigarro. (08) e e poderá igar o apare ho com um resistor de 0. que traz as especificações 0.25kΩ em série. Medindo a resistência e étrica do fi amento à temperatura ambiente (isto é: estando a âmpada des igada). UFRS No circuito representado na figura abaixo. UFRS Uma âmpada de anterna. O circuito é a imentado por uma fonte de tensão idea e. a soma das a ternativas corretas. 1 Ω 3 ε 2A 1 Ω 3 2Ω 4Ω 6 Qua o va or da diferença de potencia entre os terminais da fonte? a) 4 V d) 6 V b) 14/3 V e) 40/3 V c) 16/3 V 27. como resposta. Dê. cuja t nsão é 12V. encontramos o va or R0 = 4 Ω. é CORRETO afirmar qu : (01) l pod rá r solv r o probl ma com um transformador. qua é aproximadamente.o para todo ado. UFSC Um rapaz cansado de ter seu rádio roubado o u ter de carregá.

Fuvest-SP Um circuito doméstico simp es.hora (Wh).hes a gum dano. indicada no gráfico abaixo. não estão sujeitos a choques e étricos que possam causar. desse mesmo tipo. d) O corpo do passarinho é um bom condutor de co rrente e étrica. apresent a a re ação da corrente (I). foi aproximadamente de: I(A) 1.29.3 1. está esquematizado abaixo. e) A corrente e étrica que circu a nos fios de a ta tensão é muito baix a. forma uti izadas. em função da tensão (V).2 1.0 IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 0 Wh 10Wh 40Wh 50 Wh 70Wh V(V) 80 100 130 150 Vo tar FÍSICA .E etrodinâmica Avançar  £                                       . sem que o fusíve interrompa o circuito. cada uma. 7 A potência máxima de um ferro de passar roupa que pode ser igado. de potência nomina 170W e tensão nomina 130V. simu taneamente. igado à rede de 110 V e protegido p or um fusíve F de 15 A. sendo A – em uma rede e étrica de 130 V B – em uma rede e étrica de 100 V Ao fina desse tempo. a uma âmpada de 150 W. Fuvest-SP Um certo tipo de âmpada incandescente comum. c) A resistência e étrica do corpo do pássaro é praticamente nu a. a diferença entre o consumo de energia e étrica das duas âmpadas. Suponha q e duas âmpadas (A e B). PUC-SP Os passarinhos. é aproximadamente de a) 1100 W b) 1500 W c) 1650 W d) 2250 W e) 2500 W 31. Q ua das a ternativas indica uma exp icação correta para o fato? A B a) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio ( pontos A e B) é quase nu a. em at t.1 1. durante 1 h ora. 30. mesmo pousando sobre fios condutores desencapados de a ta tensão. b) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio (pontos A e B) é muito e evada.

Mediante uma adequada igação das resistências em série e/ou para e o. o co nsumo d n rgia létrica é 1. ( ) com o chuv iro m funcionam nto. a economia de energia e étrica tem sido uma preocupação consta nte. Para que a vida úti de cada resistência sej a a mesma. em kWh. Despreze. considere que um dispositivo seja construído para extr air o ca or do radiador de um refrigerador e uti izá. ca cu e. encostar a mão n um fio desencapado.32. Para isso.12 mA. suportam. a variação d t mp ratura d a água diminuirá na m sma proporção. a potência máxima dissipad a é 4400 W. Ligando uma âmpada de 40 W . o dispositivo deve ser montado de forma que cada uma das resistências d issipe a mesma potência. UFGO Considere um chuveiro cuja chave se et ora de temperatura a terna-se entre as posições “Inv rno” (água qu nt ) “V rão” (água mor corr nt máxima n ss chuv iro é 20 A. estando desca ça sobre uma superfície condutora. c) 10 W. uma economia substancia de energia e étrica seria obtida se o ca or gerado pe o refrigerador pudesse ser uti izado no aquecimento da água para o banho. Nessa perspectiva. em função sso.220 V numa rede e étrica de 110 V e considerando que a resistência e étrica da âmpa da não varia com a temperatura. e) 40 W. mas de mesma tensão que a da rede e étrica. b) 7 W. d) 120 A. sendo que a t ensão da tomada de que e e dispõe é de 110 V. ( ) s a ddp da r d létrica for r duzida à m tad . IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . mant ndo-s constant a vazão d água qu sai do chuv iro. a potência dissipada por esta âmpada será de a) 5 W. a dif r nça d pot ncial (ddp) da r d létrica local é 220 V. Vunesp A resistência e étrica do corpo de uma certa pessoa é de 1. segundo o fabricante. uma corrente e étrica máxima de 0. Considerando que a densidade da água seja igua a 1 kg/L e que o ca or específico da água seja igu a a 4200 J/(kg°C). caso exista.0 MΩ. para um banho qu nt d 15 minutos. dispõ d quatro r sistências d 242 Ω que. e) 120 MA. UnB-DF Com o progresso crescente das atividades industriais e com o aumento da popu ação. 34. ( ) o valor da r sistência létrica é m nor com a chav a posição “V rão”. UFMT Um studant n c ssita construir um dispositivo para squ ntar a água con tida num r cipi nt . a máxima economia de energia e étrica que o refer ido dispositivo poderá proporcionar no período de 30 dias. d) 20 W.4 A. Assim. 8 GABARITO 35.12 A. descuidadamente. cada uma. ( ) com a chav na posição “Inv rno”. qua será a potência máxima desse dispositivo (em atts).E etrodinâmica Avançar                                        £                                                                              . Nas residências. a intensidade da corrente e étrica que atravessará o seu corpo será de a) 0.1 kWh. em c ndições nominais. A principa vantagem desta opção é a de aumentar a vida úti da âmpada que. c) 0. b) 120 mA. 33.o para aumentar em 10°C a temp eratura de 150 L de água a ser consumida diariamente em uma residência. pode-se uti izar uma âmpada de 220 V igando-a em 1 10 V. atendendo especificações d o fabricante? 36. evar um choque. Se esta pess oa. é projetada para uma vida úti de 1000 horas. em vez de usar uma âmpada de baixa potência. Vunesp Para ob ter uma i uminação pouco intensa. com um potencia e étrico de 120 V em re ação à superfície e. a parte fracionária do va or ca cu ado.

a soma das a ternativas corretas. ( ) Os e ementos citados no enunciado. I. 2 te evisões 220 V – 90 W cada uma. GABARITO 39. U.65 — 103 e) 1. estão em p eno funcionamento os seguintes e ementos: 1 iqüidificador 220 V – 200 W. em jou es.8 kW — h c) 10. 8 âmpadas 220 V – 60 W cada uma. enquanto o outro é insta ado em 110V. ju gue os itens a seguir co mo verdadeiros ou fa sos.8 kW — h b) 3. como resposta. Com base nos dados fornecidos acima. diminuindo dessa forma os riscos com o superaquecimento dos fios em razão do efeito Jou e. ( ) A resistência e étrica do chuveiro é sup erior a resistência e étrica de uma âmpada. A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com a eficiência de 12%. pois assim.E. 1 chuveiro e étrico 220 V – 2400 W.8 kW — h IMPRIMIR Voltar FÍSICA . o custo mensa de energia e étrica nesta residência.00. de resistência 22 Ω é igado a uma tomada de 110 V.65 — 104 40. (08) o chuveiro conectado em 110V necessita de um disjuntor capaz de suportar pe o menos 40A no ugar do disjuntor de 30A. Cada um de es é conectado a um disjuntor de 30A. é de a) 1. (04) o chuveiro conectado em 220V é mais seguro. pois permite a passagem de corrente com intensidade superior a intensidade máxima da corrente do circuito. Qual é a energi a (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? a) 1. ( ) Se todos esses apare hos ficam i gados em média quatro horas por dia e sabendo que cada 1 kWh de energia custa R$ 0 . UFMS Dois chuveiros e étricos são insta ados em uma residência.37. Potiguar-RN Um satélite de telecomunicações d o Brasil em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica. a quantidade de ca or dissipado. ( ) O fusíve insta ado nesta residência não p otege o circuito. Considerando que a potência de cada chuveiro é de 4400W. Num certo instante. Um dos chuveiros é i nsta ado em 220V.15. para funcionar com potência máxima. devido exc usivamente a es ses apare hos. ( ) A intensidade de corrente e étrica que atr avessa a máquina de avar é inferior a 3.65 b) 16 .8 kW — h d) 7. todos e es são percorridos pe a mesma intensidade de corrente e étrica.0 A. pois necessita de correntes menores que o chuveiro conectado em 110V. é superior a R$ 60. Unifor-CE Um ferro e étrico. 9 38. devem ser igados em série.5 c) 165 d) 1. (02) o chuveiro conectado em 220V consome menos energia que o chuveiro conectado em 110V para aquecer a mesma quantidade de água à m esma temperatura. 1 máquina de avar 220 V – 600 W.Superior de Brasí ia-DF Uma insta ação residencia que opera sob tensão de 220 V é protegida por um fusíve de 18 A. Num interva o de 30 s.Eletrodinâmica Avançar                                                . é corret o afirmar que (01) o tempo que ambos evam para aquecer a mesma quantidade de água até a mesma temperatura é o mesmo. Dê. (16) a resistência e étrica dos dois chuveiros é a mesma.

100 1. Nas figuras a seguir.100 1.200 900 600 nuvem IV 2.100 1. na superfície da Terra. que induzem.6 x 109 V 10 300 SOLO SOLO .400 2.2 x 109 V 6.400 2. UFRN Na formação de uma tempestade.700 2. Isso cria uma diferença de potencial elétrico entre essas partes das nuvens e o solo.700 2.400 2.500 nuvem + + + + + + + + + 2.200 900 600 300 + + + + + + + + 3.500 1. estão esquem atizadas diferentes situações do tipo descrito acima.700 III 2. h (m) h (m) I 2.200 900 600 300 nuvem II 2.800 1.41.800 1.200 nuvem 4.800 1.4 x 109 V 1.100 1.700 2.500 1. ocorre uma separação de cargas elétricas no interi or das nuvens.500 1.0 x 10 V 9 900 600 300 + + + + + + + + SOLO + + + + + + + + SOLO h (m) h (m) 2. cargas de sinal oposto ao das acumuladas nas partes mais baixas das nuvens.400 2.800 1.

durante 5. 42.Eletrodinâmica Avançar .Em primeira aproximação. em ampères. Uma ba teria de automóvel de 12 V alimenta.5 — 103 Voltar FÍSICA .0 — 102 e) 1. um rádio de 12 V que é percorrido po r corrente de 2.0 c) 2. Com base nesses dados. em coulombs. é aproximadamente 3 x 106 V/m.0 A e uma lâmpada do tipo (12 V – 36 W). O campo máximo que um capacitor cujo meio isol ante seja o ar pode suportar. nas figuras. em paralelo.33 IMPRIMIR 43. é possível afirmar que as situações em que ma is provavelmente ocorrerão descargas elétricas são: a) I e IV b) I e III c) II e III d ) II e IV GABARITO UFSE Para responder às questões de números 42 e 43 considere as informações abaixo. vale a) 4. A intensidade da corren te elétrica que atravessa a lâmpada. as quatro situações podem ser interpretadas como capacitores de placas planas e paralelas.0 e) 0 .0 b) 3.0 — 10 b) 2. vale a) 1. um eixo vertical com med idas de alturas em relação ao solo e a diferença de potencial entre as partes mais bai xas da nuvem e o solo em cada caso.0 d) 1. Qualquer campo maior que esse produz uma faísca (rai o) entre as placas. Estão indicados. A carga elétrica que passa por um dos terminais da bateria. sem ocorrer uma descarga elétrica entre suas placas.0 — 102 d) 9.5 — 10 c) 6.0 minuto s.

0. em ohms.0.E etrodinâmica Avançar      .0. d) 4. F.0. b) 2.20 (vi nte centavos). F. desenvolve uma potência de 2200 W. c) 3.0 Ω V G 11 4.0 Ω R Pode-se afirmar que o va or da resistência R. qual a despesa em reais com este chuveiro durante um mês (30 dias)? 45.0. Triângulo Mineiro-MG No trecho de circuito representado a seguir. 6. apenas.5 Ω 1Ω E = 11 V 2Ω 2Ω 2Ω 1Ω 1Ω 1Ω IMPRIMIR 2Ω a) 2 b) 3 c) 5 d) 1. 46.0 Ω 3. Itajubá-MG Ca cu ar a intensidade da corrente em ampères.28 Vo tar FÍSICA . e) 5. Este mesmo chuveiro fica ligado nesta ddp t odos os dias durante. 10 minutos. em joul e. Neste caso: a) qual a energia.75 e) 0. M. UFR-RJ Um chuveiro quando ligado a uma diferença de potencial constante de 110 V. que atravessa o gerador no circuito abaixo: 2Ω GABARITO r = 0. M.44. consumida por este chuveiro durante 10 minutos? b) se 1 kWh custa R$ 0. é a) 1. o vol tímetro marca 10 V e o galvanômetro G garante que não há passagem de corrente no ramo em que está inserido.

a bateria de força e etromotriz 32) A eitu ra no vo tímetro V3 é igua a 4. não a tere a intensidade de corrente e étrica que se deseja m edir.0 V.0 h. 1 também. 64) A potência dissipada por efeito Jou e.0 V. em sér ie às resistências e étricas de um circuito. V2 e V3 são vo tímetros e A é um amperímetro. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. U.0 V.0 Ω. d) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que. 02) A eitura no amperímetr o é igua a 1. cujas resistên cias internas va em r1 = r2 = 1. São conhecidos. no ger ador. 08) A eitura no vo tímetro V1 é igua a 8.47. ou gerador de força contrae etromotriz.E etrodinâmica Avançar                                                             . 16) Em 1. temos duas baterias de forças e etromotrizes = 9. UFSC No circuito abaixo representa do. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. não a tere a tensão e étrica que se deseja med r. quando igado em para e o às resistências e étricas de um circuito. 12 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): GABARITO 01) A bateria 1 está funcionando como um gerador de força e etromotriz e a bateria c omo um receptor. não a tere a tensão e étrica que se deseja medir. assina e a a ternativa correta: a) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito pequena para que. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . é igua 1. E. 2 2 consome 4. Londrina-PR Sobre o funcionamento de vo tímetros e o funcionamento de am perímetros. 48. não a tere a intensidad e de corrente e étrica que se deseja medir.0 Ω e R3 = 2. quando igado em para e o às resistências e ét ricas de um circuito.0 Ω. b) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito a ta para que. quando igado.0 V.0 A. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. V1. todos id ais.5 W. os va ores das resistênci as R1 = R2 = 4. não a tere a inten sidade de corrente e étrica que se deseja medir.0 Wh de energia. c) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que .0 V e 2 = 3. e) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito a ta para que . 04) A eitura no vo tímetro V2 é igua a 2.

R2 = 2Ω. quando igado. quer esteja acesa ou apagada. 51.0Ω. Ca cu e a indicação do vo tímetro. 52.E etrodinâmica Avançar                                             R âmpada                 . b) A potência dissipada no resist or R4. U.7 A. ca cu e: a) A resistência equiva ente. A potên cia agora dissipada pe a âmpada é de 50 W.0h aproximadamente 2. Qua das a ternativas abaixo é fa sa? a) A intensidade da corrente que circu a através da âmpada é de 0. ( ) A tensão e étrica no chuveiro. era 1. GABARITO Neste caso. c) Se a potência medida.0Ω e outro de resistência R’ = 5. e) A resistência da âm ada é invariáve . Vo tar FÍSICA .2 x 105 Jou es de energia e étrica em uz e ca or. ( ) A resistência e étrica da âm pada é de 200 Ω.49. ( ) A diminuição da potência e étrica da pada.5A. antes de o chuveiro ter sido igado. é 100 V. estão igados como mostra o esquema a seguir. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro é 2880 W. UFPR Uma âmpada de resistência R está acesa. Sabendo que a resistência e étrica do chuvei ro é de 5 Ω e que o circuito abaixo representa a situação descrita após o chuveiro ter sid o igado. um de resistência R = 2. Santa Úrsu a-RJ Liga-se uma âmpada incande scente comum de 60W numa tomada de 120V. R3 = 2Ω e R4 = 8Ω e uma bateria idea de força e etromotriz E = 0 V. que ocorre ao se igar o chuveiro. Liga-se um chuveiro e étrico e percebe-se que a intensidade da uz emitida pe a âmpada diminui um pouco. 50. é correto afirmar: chuveiro resistência e étrica dos fios condutores 13 ( ) O chuveiro está associado em para e o com a âmpada. UFRJ Dois resistores. for menor que 60W. ( ) A intensidade da corrente e étrica na âmpada. deve-se à inf uência da resistência e étrica do s fios condutores da rede e étrica. UFR-RJ O circuito abaixo tem res istência R1 = 6Ω. nesta situação. b) A âmpada convert e em 1. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potenci a VA – VB = 14V. d) A resistência da âmpada acesa é de 240 ohms. A diferença de potencia e étrico sobre a mesma é de 120 V e e a está dissipando potência de 72 W. significa que a tensão da rede e étrica diminuiu. IMPRIMIR Considere o vo tímetro idea .

nc rad ira t l visão.El trodinâmica Avançar                                                                                                                . As lâmpadas 1. ) m n nhum dos casos apr s ntados o circuito s rá int rro mpido. As lâmpadas 2 3 brilham com m sma int nsidad . po is.potência d 720 W. 1. c) apenas II e III. O brilho da lâmpada 4 é maior do qu o da lâmpada 2. d) apenas III. por serem minúscu os.0 A. b) apenas II. 4 e 5 são idênti cas. é cons ituída por cinco tomadas d corr nt ond v ntualm nt são ligados alguns tipos d apar lhos abaixo r lacionados. 3. o campo e étrico no condutor atua muito rapidamente. c) Ap nas III. Aqu c dor létrico . I. UF RS Nos circuitos representados na figura abaixo. Os e étrons. PUC-PR Um d t rminado circuito létrico d uma r sidência. e) I. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) a penas I. O circuito é prot gido por um disjuntor (fusív l) d 15.potência d 360 W. O circuito s rá int rrompido p lo disjuntor (fusív l). 4 5 b rilham com m sma int nsidad . Máquina d lavar . III. as âmpadas 1. d) aqu c dor aspirador d pó. movem-se muito rapidamente dentro dos condutores. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .potência d 480 W. I. a quase instantaneidade entre o acionamento do interruptor e o b ri ho da âmpada não poderia ser observada. d) Ap nas I II. 5. ao s ligar m simultan am nt : a) máquina d lavar roupa aqu c dor. ) I. 14 ε 1 2 ε 3 ε 4 5 GABARITO Consid r as s guint s afirmaçõ s sobr o brilho das lâmpadas. Enc rad ira .potência d 240 W. Quais stão corr tas? a) Ap n as I. 4. II e III. II. 54. II III.potência d 120 0 W. c) nc rad ira. Aspirador d pó . 2. T l visão . do contrário. Cefet-PR Considere as seguintes afirmações a respeito do fato de a âmpada bri har quase no mesmo instante em que seu interruptor é acionado. b) máquina d lava r roupa.53. As fontes que a imentam os circuitos são idênticas e ideais. b) Ap nas II. III . cuja t nsão létrica é d 120 V. 2. aspirador d pó t l visão. 55. Os interruptores não podem ficar muito distante das âmpadas que deverão acionar. Embora os e étrons se jam bastante entos. II. 3.

o va or de R deve ser: 15 a) b) c) d) e) 1Ω 2Ω 3Ω 4Ω 5Ω 58. dobrou. o proprietário mandou insta ar mais uma âmpada no teto. ficou duas vezes m enor. como resposta. (16) a potência e étrica d issipada pe as âmpadas aumentou. O e etricista igou as duas âmpadas incandescentes. dissipa uma potência de 16W. A resistência de cada e emento é igua a R.d.0 e) 3.0 57. ITA-SP Um circuito e étrico é constituído por um número infinito de resistores idêntic os. conforme a figura. pois a corrente e étri a. em para e o. pois a d.p. Dê.E etrodinâmica Avançar                                                  £            . (02) a potência e étrica dissipada pe as âmpadas aumentou. de p otências iguais. pois a resistência equiva ente às duas âmpadas ficou menor que a da âmpada origina .56. UFMS Para i uminar me hor o quarto de uma casa. Quando a associação em para e o for igada à mesma tomada. Para que a potência dissipada pe o resi stor de 4 Ω seja 9 W. Mackenzie-SP A intens idade de corrente e étrica no trecho AC é 2 A. (08) a corrente e étrica. É correto afirmar que (01) a potência e étrica dissipada p e as âmpadas é o dobro da potência dissipada por uma única âmpada. dissipará uma potência. sobre as âmpadas aumentou. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ficou duas vezes menor. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. Quando a associação em série é igada a uma tomada. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. que passa pe o fio que i ga as duas âmpadas na rede e étrica. Fat c-SP Dois r sistor s ôhmicos d r istências R1 = 3Ω e R2 = 6Ω podem ser associad os em série e em para e o. (04) a corrente e étrica. A resistência equiv a ente entre os pontos A e B é a) infinita b) R ( 3 – 1) c) R 3 GABARITO d) R (1 – 3 ) 3 e) R (1 + 3) 59. em atts. de: a) 72 b) 30 c) 15 d) 9. a soma das a ternativas corretas .

Dê. conforme a posição da chave (veja a figura desta questão). verão (ou morno) e inverno (ou quente). como resposta. temos a p inverno do chuveiro. (02) na posição B.Superior de Brasí ia-DF A iberdade de expressão deve ser garantida — em todas as nações do p aneta — como forma d e se preservar o direito do cidadão de manifestar ivremente seus pensamentos a re speito de todo e qua quer assunto ao qua queira se referir. u ma âmpada incandescente de 100W. e ntre outras tantas ap icações. o chuveiro entra em curto c ircuito. do chuveiro. Uma das formas de s e obter energia e étrica é através da diferença de potencia entre dois metais diferente s. Dê. d.) de traba ho. em qua quer das pos síveis formas de comunicação ega mente reconhecidas. (16) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é igua à corrente e étr ica que passa pe a âmpada de 100W/127V. (08) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é menor que a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/1 27V. com tensão de traba ho de 127V. (16) na posição temos a posição inverno do chuveiro. ( ) Uma pi ha é um objeto dentro do qua ocorre uma reação qua quer de e etró ise. pode-se dizer que a energia e étrica é necessária também par garantir o direito de o ser humano se expressar ivremente. ( ) Diferença de Potencia é medida em ohms. ( ) Uma pi ha é um gerador de corrente a ternada. variáve . UFMS No comércio. atribuindo a essa resistência um comprimento míni mo ou máximo. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . formado por dois metais e um condutor.Chave 16 É correto afirmar que quando a chave está (01) na posição A. UFMS A maior parte dos chuveiros e étricos possui três posições da chave que contro a a temperatura: frio. Essa chave contro a a resistência. é correto afirmar que (01) a potência dissi pada pe a âmpada de 100W/120V é maior que a potência dissipada pe a âmpada de 100W/127 V. temos a posição verão do chuveiro.E. Portanto. 62. ( ) A diferença de potencia citada no texto pode ser uti izada para formar pi has. temos a posição verão do chuveiro. com tensão de traba ho de 120V. (02) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é maior que a que pass a pe a âmpada de 100W/127V.p. em uma rede e étrica de 110V. (04) na posição B. ( ) Energia e étrica é aque a criada por um resistor. A B C                                                                        . a soma das a ternativas corretas. (08) na posição C. em vez de uma âmpad a de 100W. a soma das a ternativas corret as.  60. Se usarmos.E etrodinâmica Avançar  Uti izando o texto acima como referência ju gue os itens. encontramos âmpadas incandescentes de diversas potências e tensões (vo tagens. que são conectados por um meio condutor. como resposta. (04) a resistência e étrica da âmpada de 100W/120V é menor q ue a resistência e étrica da âmpada de 100W/127V.d. I. 61. Em boa parte desses processos são uti izados meios que requerem energia e étrica para seu funcionamento.

como resposta. a soma das a ternativas corretas. a corrente no chuveiro é 20 A. todos os resistores ficam submetidos à mesma diferença de potencia . a diferença de potencia na bateria B. é correto afirmar que (01) a corrente e étrica é mais intensa no resistor R1 do que no resistor R2. (16) a soma das dife renças de potencia entre os pontos I e II com a diferença de potencia entre os pon tos II e III é em módu o. suposta id ea . a corrente I1 é igua a 5 A. igua a V. ( ) A resistência e étrica de um condutor é diretamente proporciona ao seu co mprimento e inversamente proporciona à sua área transversa . ( ) Quando igada corretamente. A resistência equiva ente do circuito é 20 W. A potência tota dissipada n o circuito é 500 W. passa através do gerador uma carga tota de 1 C. (08) as duas resistências R1 e R 2 podem ser substituídas por uma única resistência de va or 11R1. I2 3Ω 8Ω A 6Ω 10Ω B I1 I3 ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) O potencia do ponto A é maior do que o do ponto B. a corrente começa a f uir na bateria B e então se propaga em direção das resistências R1 e R2. durante cinco minutos. GABARITO 65. A corrente I2 é menor do que a c orrente I3. (02) há mais dissipação de energia no resistor R2. UFMS Considere o circuito abaixo: B + V R2 = 10 R1 I R1 II R2 III S 17 Após fechar a chave S. O gerador e os fios de igação são ideais. Unicap-CE Um chuveiro e étrico apresenta a inscrição 220 V – 4400 atts. (04) imediatamente após a chave S ser fechada. Em 5 s.63. ( ) Em uma igação em série. ( ) Sua resistência é 11 W. ( ) Qu ando igado corretamente. 64. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . sendo a constante de p roporciona idade um número independente do materia chamado de resistividade e étric a. o chuveiro consome 15000 J de e nergia. Dê.E etrodinâmica Avançar     £                           . Unicap-PE No circuit o abaixo.

Nesta situação o circuito adequado para a me hor uti ização das âmpadas é: a) 220 V R2 R R1 com R = R1 + R2 b) 220 V R R1       67. a d.p entre os pontos A e B é zero. F. Unirio É necessário igar três âmpadas em tensão igua a 110 V com uma fonte de 220 V . quanto S está fechada. Fechando-se a chave S.d. Unicap-CE Na figura. Fechando-se a chave S.p. A potência tota dissipada nos resistores. £                       .d.p. pois a corrente no cir cuito é nu a. a d. b) Manue tem razão porque deve-se considerar a resis tência interna das pi has. a chave S é idea . passará através do gerador uma corrente de 8 A. Juiz de Fora-MG Manue tem duas âmpadas de as de 1. d) Manue tem razão porque a d.66.p. Fechando -se a chave S.d.d. S A 2Ω 32V 6Ω 3Ω B ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Com a chave S aberta. mas anterna idênticas e duas pi h abaixo.d. U.5 V. a que e stá submetida cada uma das âmpadas é a mesma.p através do resistor de 2 W é 16 vo ts. GABARITO 68. bem como os fios de igação e o gerador. a corrente no resistor de 6 W é 8 A. E e faz as duas associações representadas su tam aparentemente na mesma uminosidade e então vai obre os circuitos. 3 18 + + W W + + – – W W – – Marque a a ternativa correta: a) João tem razão porque a mesma corrente está passando pe as âmpadas nos dois casos. c) João tem razão porque em ambos os casos a d. João acha que são equiva entes. é 256 atts. a que cada uma das âmpadas está submetida na segunda situação é o dobro da d. verificada n a primeira situação. verifica que ambas re discutir com seu amigo João s Manue acha o contrário.

R1.E etrodinâmica Avançar   .R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) c) 220 V R R1 R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) IMPRIMIR d) R 220 V R2 R1 com Req = (R.R1 + RR2 + R1.R2 / (R.R2)) R2 e) 220 V R R1 com R = R1 R2 2 R2 + R2 1 2 Vo tar FÍSICA .

é 0. indicada no amperímetro.2 A. a intensidade da corrente. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . E. é 1. 16) A eitura no amperímetro A2 é de 2 A. c) 5 A. 02) A resistência tota do circui to va e 60 Ω. 02) Estando conectado ao circuito apenas R1. Maringá-PR No circuito esquematizado a seguir . b) 8 A. in dicada no amperímetro. R2 e R3. 7 1. A diferença de potencia entre os pontos A e B é igua a 200 V. 04) Estando conectados ao circuito R1. 16) Estando conectados ao circu ito apenas R1 e R2. a intensidade da corrente e étrica no resistor de 2 Ω é: a) 2 A. 19 GABARITO 01) R2 e R3 estão igadas em série e R1 em para e o.09 A. R2 = R3 = 10 Ω e R4 = 50 Ω. Ponta Grossa-PR Sobre as diferentes intensidades de corrente que são possív eis no circuito seguinte. U. Considerando desprezíve a resistência i nterna da bateria.E etrodinâmica Avançar                           . indicada no amperím etro. 08) R1.8 A. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. U.69. assina e o que for correto. e) 3 A. = 270 V. 08) A vo tagem entre A e B va e 20 V.6 A. a inte nsidade da corrente. assina e o que for correto: 01) Estando conectados ao circuito apenas R1 e R3. 04) A eitura do amperímetro A1 é de 5 A. igua a 1. R1 = 20 Ω. conforme os resistores que se encontrem conectados a e e. a inten sidade da corrente é 1. 32) A potência dissipada em R1 é o dob ro da potência dissipada em R2. 2Ω A 12 Ω 40 Ω 40 Ω 10 Ω B UAB = 200 V Para este caso. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. e es he impõem uma intensidade de corrente. E. d) 6 A. UFR-RJ No circuito abaixo os resistores estão associados em série e para e o. 70.92 A. R2 e R3 impõem ao circ uito uma intensidade de corrente igua a 0.

C é uma fonte de 110V e D é um disjuntor de 20A. d) a corrente e étrica que passa em R2 é de mesmo v a or do que a que passa em R3. R2 = 40 Ω. O disj untor desarmará quando só o freezer estiver funcionando. em que A é uma máquina de avar ouça (2. Caxias do Su -RS A figura mostra um circuito e étrico com um gerador de 9 V . c) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R1 e no s extremos de R3 é de mesmo va or. B é um fre ezer (700 W). IV. O disjuntor não desarmará quando só o freezer estiver funcionando. c) Apenas III e IV são verdade iras. e) Nenhuma das afirmativas é verdadeira.E etrodinâmica Avançar                           . Cefet-RJ Ao rea izar simu ações de efeitos e étricos em um computador. III.700 W). O disjuntor não de sarmará quando os dois apare hos estiverem funcionando simu taneamente. b) Apenas II e III são verdadeiras. a) Apenas I e II são verdadeiras. E=9V R1 R3 R2 É correto afirmar que: a) as correntes e étricas que passam em R1 e em R3 são de mesmo va or. três resistores. eia as afirmativas abaixo I. R3 = 10 Ω. 20 e) a corrente e étrica que passa em R1 é quatro vezes maior do que a que passa em R2 . um estuda nte armou o circuito abaixo. Vo tar FÍSICA . Assina e a a ternativa correta. IMPRIMIR d) Todas as afirmativas são verdadeiras. II. O disjuntor desarmará quando só a máquina d e avar ouças estiver funcionando. R1 = 10 Ω. 73. U. b) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R2 é duas vezes maior do que nos extremos de R1.72. e fios para conexões. D A B C GABARITO Considerando os dados fornecidos.

II. a) I II são INCORRETAS. PUC-RS Com os dois int rruptor s f chados. INSTRUÇÃO: R spond r à qu stõ s 75 76 com bas na figura informaçõ s abaixo. I. o r sistor d 10 ohms é o qu dissipa m aior potência. qu val a) 4W d) 10W b) 6W ) 12W c) 8W IMPRIMIR Voltar FÍSICA . três r sistor s dois int rruptor s (chav s).74. b) Ap nas I é INCORRETA.El trodinâmica Avançar                                                                                                           . PUC-RS Com os int rruptor s CH1 f chado CH2 ab rto. pod -s afirmar qu o próton não s guirá a traj tória coi ncid nt com a linha d força do campo. 75. U. P 21 III. Uberaba-MG Ana ise as afirmações abaixo e responda de acordo com o código que s e segue. O va or de ε para qu a corr nt no circuito s ja d 2 A. S um bastão carr gado l tricam nt atrai um p qu no obj to. Consid rando qu a única força atuant sobr l s ja a x rcida p lo r f rido campo. Um próton é abandonado no ponto P d uma r gião ond xist um campo létrico (visua lizado p las linhas d força). GABARITO A figura r pr s nta um g rador id al d t nsão. é d 4 V. c) I III são INCORRETAS. ntão o obj to s tá carr gado com carga d sinal oposto à do bastão. d) Ap nas III é INCORRETA. a dif r nça d pot ncial ntr os pontos B C val a)10 V d) 17 V b)12 V ) 20 V c)15 V 76. ind p nd nt do s ntido (horário ou anti-horário) da corr nt .

d) o fio “X” aqu c m nos qu o fio “Y”. m volts. como r sposta. assinal aqu l (s) qu po d (m) r pr s ntar r sistência ôhmica. 78. d) r gulador d voltag m.El trodinâmica Avançar                79. UFSC Dados os gráficos abaixo.77. no ntanto ss s condutor s for m associados m séri o circuito formado for ligado à m sma font d t nsão. constant é aplicada sobr dois r sistor                                                                                                       . ntr os pontos A B do circuito. Voltar FÍSICA . c) motor d partida. ) o aqu cim nto maior s rá o do fio mais fino. b) bobina. obs rva-s qu o aqu cim nto do fio “X” é maior qu o do fio “Y”. 22 GABARITO A dif r nça d pot ncial. PUC-RS Uma força l tromotriz contínua s conform r pr s nta o squ ma abaixo. ) alt rnador . (01) (02) (04) IMPRIMIR (08) (16) (32) Dê. a uma m sma t mp ratura. val a) 20 b) 15 c) 10 d) 8 ) 6 80. C f t-PR Quando dois fios condutor s (“X” “Y”) d substâncias d tamanhos dif r nt s são associados m paral lo são ligados a uma font d l tricidad . S . PUC-RS O dispos itivo do automóv l qu transforma n rgia m cânica m n rgia létrica d nomina-s a) bat ria. b) o aqu cim nto s rá igua l para ambos. obs rv ar-s á qu : a) aqu c rá mais. o fio d maior r sistividad . c) o fio d m nor r sistência ficará mais aqu cido. a soma das alt rnativas corr tas.

a) i P . F. Sab -s qu . d) 2i 2P. Sab ndo qu R3 = R1/2. ) 2i 4P. r sp ctivam nt . t m f m constant r sis  82. 2 4 b) i P . para qu a r sistência quival nt ntr os pontos A B da associação da figura s ja igual a 2 R2 a razão r = R2/R1 d v s r                                                                                       . f chando a chav . foram montadas as con xõ s apr s ntadas abaixo. Fuv st-SP Dispondo d p daços d fios 3 r sistor s d m sma r sistência. aqu la qu apr s nta a ma ior r sistência létrica ntr s us t rminais é a) b) c) d) ) 23 a) b) c) d) ) 3/8 8/3 5/8 8/5 1 GABARITO IMPRIMIR Os r sistor s têm r sistência R.81. a int nsidad da corr nt létrica qu p rcorr o circuito é i a potência n l dissipa da é P. Pod s afirmar qu . U. 2 2 c) i P. ITA-SP No circuito létrico da figura. a font tência int rna d spr zív l. São Carlos-SP No circuito da figura. Voltar FÍSICA . D ntr ssas.El trodinâmica Avançar                  83. quando a chav C stá ab rta. iguais. os vários l m ntos têm r sistências R1. os valor s da int nsidad da corr nt da potência dissipada s rão. R2 R3 conform indicado.

fornecendo. 1. A pa rtir d qual ddp a pilha é consid rada d scarr gada? 85.Cató ica-DF O esquema representa um circuito de corrente contínua. uma vo tagem ao circuito igua a 3. A ddp da pilha vai diminuindo à m dida qu a pilha vai s ndo usada.5 V 1. insta ado corretamente em série com o circuito.ddp 100 Ω 200 Ω 300 Ω a) Qua a potência tota dissipada em um teste com uma pi ha nova? b) Quando o ind icador do resistor de 200 deixa de “ac nd r”. Uma pilha nova é capaz d forn c r uma dif r nça d pot ncial (ddp) d 9.0 V. constituído d e duas pi has secas de 1.5 V + 1.0 V Ana ise as afirmações a seguir e escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas fa sas. ( ) A âmpada c onsome uma potência e étrica igua a 0. um motor e étrico (M) e um amperímetro (A).10 W. não dissipando energia por Efeito Jou e. ( ) O motor e étrico M é um receptor. Unicamp-SP Algumas pilhas são v ndidas com um t stador d carga. Com uma ddp m nor qu 9. O t stador é fo rmado por 3 r sistor s m paral lo como mostrado squ maticam nt na figura abai xo. Considere o circuito operando com todos os va ores nominais. o indicador d 300 Ω já não “ac d ”.0 V. a int nsidad d corr nt i2 val 125 mA. IMPRIMIR Vo tar  84. quando em operação. ( ) Os dois geradores do circuito estão associados em série .10 A. Sobr cada r sistor é aplicado um mat rial qu muda d cor (“ac nd ”) s mpr qu a potência n l dissipada passa d um c rto valor. UEMS No circuito abaixo.0 V. indica 0.0 V 100 Ω i2 20 Ω 10 V 50 Ω E1 86. cuja eitura. em operação norma .5 V.25 Ω A M 1.10 ampère. U.0 V 0V 4. e a tensão e étrica entre seus terminais va e 1. não contr ibui para a resistência tota .25 Ω 0. os r sistor s dissipam potência s aqu c m. O valor d E1 é: 24 a) b) c) d) ) 2. cuja resistência interna va e 5. ( ) O amperímetro.0 V.                                                                                                            . ( ) A corrente e étrica que percorre cada pi ha tem intens idade igua a 0. portanto. qu é o m smo para os três indicador s. uma âmpada incandescente. a pilha é consid rada d scarr gada.0 Ω. o qu faz os 3 indicador s “ac nd r m”. as resistências dos fios de igação nu as e o amperímetro idea . Com a passag m d corr nt .5 V + 10 Ω GABARITO 0.6 V 3.

FÍSICA .E etrodinâmica Avançar  .

L1 L2. Suponha d spr zív is as r sistências in t rnas do g rador da bat ria. ou s ja. sucessivamente. R1 = 8Ω GABARITO E = 30V M R2 = 5Ω N IMPRIMIR R = 2Ω Ligando os pontos M e N. 88. serão a) 2 e 10 d) 3 e 15 b) 2 e 15 e) 3 e 30 c) 3 e 10 Vo tar FÍSICA . por um amperímetro idea e por um vo tímetr o idea . A figura abaixo mostra um g rador. com os faróis ligados ou não. respectivamente. A partir dessas infor mações. UFGO Nos automóv is xist um g rador (dín amo) qu . pode-se afirmar que: V R ε A r ( ) a l itura no amp rím tro é d 10 A a l itura no voltím tro é d 2 V.87. 25 R A G B D + C + L1 L2 ( ) Ao passar m p lo int rior do g rador da bat ria.5 A. ( ) o princípio da cons rvação da n rgia xig qu a potência forn cida p la bat ria s ja dissipada nas r sistências pr s nt s no circuito. a outra ac nd rá m smo assim. suas indicações em ampères e em vo ts. ( ) N st tipo d ligação. ( ) O s ntido da corr nt no ramo CD é o m smo com a chav ab rta ou f chada. um amperímetro e um vo tímetro considerados ideais. UFSE Consid r o circuito létrico squ matizado aba ixo.E etrodinâmica Avançar                                                  chav                                                                               .Cató ica-GO Na figura dada acha-se esquematizado um circuito contendo: um ge rador de força e etromotriz ε = 12V com r sistência int rna r = 1Ω. a corr nt létr ica no g rador é a m sma qu passa m cada lâmpada. U. C ada lâmpada t m 60 W d potência. as cargas létricas ganham n rgia létrica. a corr nt m cada lâmpada é 2. stab l c ndo uma corr nt m um circuito ond xist uma r sistência R. ( ) Ao f charmos a chav . s uma lâmpa da qu imar. G. d st tipo . 89. ( ) Ao f charmos a chav . A f m no g rador é 15 V. uma bat ria r c b ndo carga duas lâmpadas. um resistor de resis tência R = 5Ω. acionado p lo motor. a fc m na bat ria é 12 V. produz uma corr nt contínua usada para mant r a ba t ria constant m nt carr gada.

pois cada um d l s pod funcionar. ind p nd nt m nt d os outros star m funcionando ou não . liminando-s qualqu r possibilidad d risc o d um choqu létrico. S. o consumo d n rgia. para. a corr nt . pois. pois. GABARITO 91. aum ntando. com a guns dos componentes e etrodomésticos identificados. os dois fios recebem os nomes de “fas s” (F) “n utro” (N) ou “t rra” ( não “positivo” “n gativo”. por x mplo. como m corr nt contínua). d) IV. UFRN A figura abaixo representa parte do circuito e étrico idea de uma residênc ia. b) Todos os quipam ntos d d ntro da r sidência stão m paral lo ntr si. III IV II S I IMPRIMIR b) II. s o d sligarmos. . Assinal -a. faz rmos um d t rminado s rviço létrico. por cons guint . a c asa ficará compl tam nt s m n rgia. o passarinho qu pod r c b r um choqu létrico é o d núm ro:                                                                                                                                        .90. c) O disjuntor J d v s r colocado no fio fas (F) não no n utro (N). c) III. O fio fas m pot ncial létrico d aproximadam nt 220 V m r lação ao n utro ou m r lação a nós m sm s (também somos condutor s d l tricidad ). todos os outros co mpon nt s l tro l trônicos ficarão s m pod r funcionar. UERJ A figura abaixo mostra quatro passarinhos pousados m um circuito no qu al uma bat ria d automóv l alim nta duas lâmpadas. também. a) Quando todos os quipam ntos stão funcionando. F N J 26 Das quatro afirmativas abaixo ap nas uma stá ERRADA. Voltar FÍSICA . d) O fusív l ou disjuntor J stá ligado m séri com o conjunto dos quipam ntos xist nt s na casa. qu ando o d sligarmos. Na corrente a terna da das residências (chamada monofásica).El trodinâmica Avançar           Ao ligar-s a chav a) I. s stiv rmos d scalços m contato co m o chão. a r sistência létrica quival nt da r sidência aum nta.

O amperímetro indica 2.E etrodinâmica Avançar                              . o vo tímetro e o amperímetro são ide ais.0 Ω V 3. 08) A en ergia consumida no resistor R6 = 5 Ω em 2 segundos é 160 J. 4 âmpadas de 100W. Cef et-PR Um circuito e étrico de uma residência é servido pe a rede de energia e étrica que apresenta uma tensão igua a 127V. UFRJ No circuito esquematizado na figura. do gerador é 180 V. 1 microcomputador de 180W. determine: a) A intensidade da corrente e étrica i. III. um va or igua a: a) 15 d) 35 b) 20 e) 50 c) 25 IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .92. Ponta Grossa-PR Sobre o circuito de corre nte contínua representado abaixo. A força e etromo triz tem va or igua a 18 vo ts. UFR-RJ No circuito létrico abaixo. 1 aquecedor de 2500W. 93.0 A.0 Ω A 27 2. II. Ne e são igados: I. 04) A tensão no resistor R1 = 15 Ω é 40 V. e m.0 Ω Ca cu e a indicação do vo tímetro. 16) A potência tota forne cida ao circuito é 900 W. R1 A i E R4 A R2 R3 Neste caso. 95. O fusíve recomendado para proteg er o circuito deverá apresentar. E. R1 = R2 = 12 Ω e R3 = R4 = 6 Ω. b) A ddp entre A e B. U. assina e o que for correto: GABARITO 01) A intensidade da corrente e étrica que circu a no resistor R5 = 20 Ω é 1 A. sabendo que a resistência interna do gerador é despr ezíve . 02) O va or da f.0 Ω 6. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. 8. em ampères. 94. no mínimo.

este teria que suportar correntes até 40 A. 32) Em 30 dias.32. b) Qual a potência létrica máxima qu o poraquê é capaz d g rar? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . quan do a corrente u trapassa um certo va or. é R$ 16. estando igados em uma mesma rede e com um único disjuntor. se o kWh custa R$ 0. Indiqu .0 A. Todos os equipamentos estão igados em uma única rede e étrica a imentada com a vo tagem de 220 V. enfi eiradas em sua cauda. Cada cé u a tem uma fem ε = 60 mV (0. Para proteção da insta ação e étrica da residência. Num spéc im típico.5 kWh em trinta dias. o consumo de energia da ge adeira é menor do q ue o consumo tota dos dois te evisores.060 V). a) Faça um squ ma r pr s ntando a associação d ssas células létricas na cauda do poraquê. o núm ro n d células létricas qu um poraquê pod t r. 04) É possíve economizar 32 . e a e tá igada a um disjuntor.El trodinâmica Avançar                                                                                            . 02) Considerando os equipamentos re acionados. diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro. 08) Se os dois chuveiros forem usados simu taneamente. o consumo de energia das âmpadas é menor do que o consumo da ge ade ira. Tempo médio Energia de uso ou diária Quantidade Equipamento Potência funcionamento con sumida diário 04 03 04 03 02 02 01 01 âmpada âmpada âmpada âmpada te evisor chuveiro e étrico máquina de avar ferro e étrico secador de cabe o ge adeira 25 W 40 W 60 W 100 W 80 W 6500 W 300 W 1200 W 1200 W 600 W 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h 200 Wh 28 01 01 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) Somente os dois chuveiros e étricos consom em 195 kWh em trinta dias. ss conjunto d células é capaz d g rar t nsõ s d até 480 V. interrompendo o circuito.20. 97. o cons umo tota de energia e étrica em 30 dias é igua a 396 kWh. Vunesp O poraquê (e etro phorus e ectricus) é um peixe provido de cé u as e étricas (e etrocitos) dispostas em série. Justifiqu a sua avaliação.96. a despesa correspondente apenas ao consumo da s âmpadas. n ss s qu ma. GABARITO 64) Em 30 dias. por uni dade de equipamento. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. UFSC O quadro abaixo apresenta os equipamentos e étricos de maior uti ização em um a certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. com d scargas qu produz m corr nt s létricas d int nsidad máxima d até 1. uma chave que abre. 16) Em tr inta dias. isto é.

(Nos seus cá cu os. a corr nt létrica qu passa p lo r sistor d 20 Ω tem intensidade 0. 4400W/6050W.0 5. V representa um vo tímetro e A um amperímetro. do am perímetro e do vo tímero são r = 1. b) em condições reais. ) 3. A força e etromotriz e do gerador idea va e: 29 a) b) c) d) e) 12 V 10 V 8V 6V 4V 100. b) 13 11. a fonte é uma bateria de fem ε = 12 V. c) 11 8. Mack nzi -SP No circuito ao lado.0.0. d) 8. ou seja.0 2. o r sistor t m r sistência R = 1000 Ω.E etrodinâmica Avançar                                                                         . respectivamente.) IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Os t rminais A C são ligad os à t nsão da r d a chav K. não é necessário uti izar s de três a garismos significativos. Pod -s afirmar qu as r sistências létricas dos tr chos AC BC d ss fio são. m oh ms. coloca o tr cho AB m curto. despreza do apenas a resistência dos fios de igação.4 A. r sp ctivam nt d a) 19 15. GABARITO Determine a eitura desses medidores: a) em condições ideais. Vun sp A figura r pr s nta squ maticam nt o circuito int rno d um chuv ir o létrico cujos valor s nominais são: 220V. quando ligada. Vunesp No circuito da figura. RA = 50 Ω e RV = 10000 Ω. 99.0.0 Ω.98. supondo que o s fios e o amperímetro não tenham resistência e étrica e a resistência e étrica do vo tímet seja infinita. em que as resistências e étricas da bateria.

10–8 C b) 4. a d.10–6 C 103.10–7 C d) 4. ( ) a potência dissipada pe o resistor de 30 Ω era menor do que a potência dissipada pe o resistor de 20 Ω situado entre os pontos B e G.5.0. e que ( ) a resistência equiva ente do circuito era 15.10–9 C e) 4.p. ( ) a ddp entre os pontos A e B e ra igua a ddp entre os pontos D e E.0. Vo tar FÍSICA . o circuito acima.a) 3. e e verificou que o capacitor C estav a carregado. entre as armaduras do capacitor de     .d. em um aboratório de e etricidade. IMPRIMIR ( ) a corrente entre os pontos C e F era nu a.0.5.0 V b) 4.10–8 C c) 3.5 Ω.5 V c) 6.0 V e) 13.E etrodinâmica Avançar          101.0 V d) 9. UEMS A carga armazenada pe o capacitor do circuito é: 5 ηF 30 9V 2Ω a) 4. UFGO 8Ω A B C D GABARITO 20 Ω 60 V 20 Ω C 30 Ω H G F E Um estudante encontrou. Mackenzie-SP Na associação ao 4 µF é: ado. Uti i zando instrumentos de medidas apropriados.5 V 102.

(08) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. como resposta. conc ui-se: (01) A queda de tensão provocada pe o conjunto das quatro âmpadas equiva e à provocada por uma única 5R âmpada de resistência e étrica igua a Ω. (16) a corrente e étrica induzida no paine é uma corrente contínua. (04) A resistência interna do vo tímetro é infinitamente pequena. (04) quando o paine é erguido para e o ao fio. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . 105. L2. Dê. o f uxo do c ampo e étrico. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . A2 e A3. U i 31 A1 L2 A2 L1 L3 L4 A3 CH GABARITO Sendo assim. a intensidade a. Adm ite-se que a resistência e étrica dos fios de igação é desprezíve e que os medidores são ais. podendo. compõe-se de uma fonte de tensão U. a soma das a ternativas corretas.104. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. induz uma corrente e étrica no paine . podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato co m o paine . 02) A eitura de A1 é igua à soma das eituras de A2 e A3. três amperímetros. UFBA O circuito esquem atizado abaixo. e quatro âmpadas iguais. cada uma de as com resistência e étrica ôhmica igua a R. (08) A eitura de A2 é a mesma de A3. O motivo para essa proibição é que (01) quando o paine é erguido para e o ao fio. como respost                                                                            . percorrido pe a corrente i.E etrodinâmica Avançar  (32) Abrindo-se a chave CH. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. UFMT Sabe-se que é proibido co ocar painéis metá icos embaixo das inhas de a ta tensão. A1. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . a soma das a ternativas corretas. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o p aine . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. L1. (16) A p otência dissipada pe a âmpada L1 é igua a Ri2. Dê. o f uxo do campo magnético. o f uxo do campo magnético. induz uma corrente e étrica no paine . induz uma corrente e étrica no paine . uma chave disjuntora CH. uminosa de L3 diminui. (02) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. um vo tímetro V. o f uxo do campo e étrico. p or esse motivo. induz uma corrente e étric a no paine . L3 e L4.

Des ocando-se o cursor na direção do ponto B. III. b) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora fechada. O amperímetro A tem resistência R = 3 Ω. como mostra a figura. ε = 30 V r sistência int rna r = 1 Ω está ig ada. comprimento 3 m e área de seção transversa S = 2 x 10-4 m2.106. Viçosa-MG Uma bateria de f. II. b) Apenas I.m. F. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências va em 1 Ω cad a uma.e. a um fio de resistividade ρ = 20 X 10-5 Ω.                         . a eitura no amperímet ro diminui. Com o cursor na posição indicada. a potência dissipada no fio é de 50 W. O vo tímetro está igado em para e o com uma das resistências. A ssina e a a ternativa correta. d) II e III. a) I e III. 1Ω 2A 1Ω V 32 107. c) I e II. UFRJ O esquema da figura mostra uma parte de um circuito e étrico de corrente contínua. a eitura no ampe rímetro é de 5 A. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .E etrodinâmica Avançar   a) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora aberta. 2m B fio cursor 1m A R r GABARITO As seguintes afirmações são feitas: I. U. Na posição indicada do cursor.m.

c) a t nsão ntr os pontos W S é d 2. s R1 = 3 R. uma bat r ia d t nsão U um capacitor d capacitância C.108. Cefet-PR O circuito representado contém um gerador idea “E”. um r sistor “R”. s R1 = 3 R. m volts. d scarr gado. um r sistor d r sistência R1. s R1 = R. A B. a t nsão no capacitor t nd rá. após t r d corrido um c rto t mpo. s R1 = 3 R. Inicialm nt . d) a t nsão ntr os pontos W S é d 16 V. b) a carga létrica no ca pacitor é nula. VA = 100 V CB = 8 µF. c) 0 V. d) 50 V. pod -s afirmar qu IMPRIMIR GABARITO a) a carga létrica no capacitor é d 2. C f t-PR Dois condutor s isolados.0 10–6 F. W T. S colocarmos st s condutor s m contato. Voltar FÍSICA . possu m as s guint s caract rística s: CA = 12 µF. Acionando-s o int rruptor. o pot ncial comum s rá: a) 100 V. ass ntado nas ar stas d um t tra dro. a fixar-s m: a) 0 b) 3 c) 6 d) 9 ) 12 33 109. Supondo qu o circuito st ja m r gim stacionário. b) 60 V. ITA-SP Consid r o circuito da figura. O ponto S stá fora do plano d finido p los pontos P. ) n n uma das r spostas a cima é corr ta. um cap acitor “C” um int rruptor “I”. 110 . construído com 3 r sistor s d r sistência R. VB = 100 V.0 V.El trodinâmica Avançar                                                                                                  . o int rruptor mantém o circuito ab rto o capacitor. ) 40 V.

ITA-SP Uma sf nsív l.111. ITA-SP Um capacitor plano é formado por duas placas paral las. é n c ssário qu                                                                           . Na fac int rna d uma das placas ncontra-s uma partícula d massa m ca rga q pr sa por um fio curto in xt nsív l. g rando m s u int rior um campo létrico uniform E. como mostra a figura. O fio é rompido subitam nt a partícula mov -s m dir ção à outra placa. Consid r qu não aja atritos outras r sistências a qualqu r movim nto qu s ja M a massa do conjunto capacitor mais carrin o. l. vista por um obs rvador fixo ao solo.El trodinâmica Avançar                                                    112. A distância ntr a r nça d pot ncial ntr as m smas é V o sforço máximo qu o fio po ao quádruplo do p so da sf ra. A v locidad da partícula no mom nto do impacto r sultant . consid r ainda a in xistência da ação da gravidad sobr a partícula. s paradas ntr si d uma distância 2 a. Para qu a sf ra p rm n ça imóv l. é a) b) c) d) ) 34 4qEMa m(M + m) 2qEMa m(M + m) qEa (M + m) 4qEma M(M + m) 4qEa m GABARITO g d 2 a) q V d qV b) d c) q V d qV d) d ) q V d < 15 m g 2 IMPRIMIR < 4 (m g)2 2 < 15 (m g)2 2 < 16 (m g)2 2 > 15 m g Voltar FÍSICA . A sf ra s ncontra ntr as um capacitor plano. Por simplicidad . f ito d um placas paral las d s placas é d. a dif d suportar é igual m quilíbrio stáv ra d massa m carga q stá susp nsa por um fio frágil in xt mat rial l tricam nt isolant . O c apacitor stá rigidam nt fixado m um carrin o qu s ncontra inicialm nt m r pouso.

Salvador-BA Três fios idênticos. A resistência equiv a ente da associação. em Ω. U. A resistência e étrica equiva ente ao trecho do c ircuito. é: R I1                                 . i2 e i3. b) conservação da energia e ét − i2 i1 i2 i3 i3   113. d r sistência létrica igual a 3Ω cada . as quais se re a cionam pe a equação i1 = i2 + i3. m cada um dos ramos do circuito. é igua a 1) 1 2) 2 3) 3 4) 4 5) 5 A B C 35 115. I2 I3. O princípio imp icitamente uti izado no estabe ecime nto dessa equação foi o da a) conservação do campo e étrico.a) I1 = I2 = I3 b) I1 = 2 I2 = 2 I3 c) I1 = 2 I2 = 4 I3 d) I2 = 2 I1 = 4 I3 ) I 3 = 2 I1 = 4 I2 I R R I2 R I I3 R 114. em ohms. A r lação ntr as corr nt s I1. UFRN O circuito da figura abaixo i ustra uma associação mista de re+ sistores a imentados por uma bateria que produz as correntes i1. B C. são associados. cada r sistor t m uma r sistência létrica igual a R a corr nt total do circuito é igual a I. va e a) 270 b) 180 c) 90 d) 45 e) 30 40 Ω 50 Ω A 90 Ω B 40 Ω i1 50 Ω GABARITO 116. UFSE Cinco resistores são associados como mostra o esquema. A. conforme a figura. vista pe os terminais A e B. UFPE No circuito abaixo.

b) maior que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. duas lâmpadas. d) maior que a corrente que circulava antes e a tensão é menor que 220 V. L1 e L2. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrodinâmica . d) conservação da carga elétrica. 220V 117.i1 c) conservação do potencial elétrico. após o interruptor S2 ser ligado. e um interruptor desligado. é: a) igual à corrente que circulava antes e a tensão é maior que 220 V. S2.UFRN A figura ao lado representa um ramo de uma instalação elétrica residencial al imentada com uma tensão de 220 V. R. um interruptor ligado. Toda vez que Clara S1 S2 liga o interruptor S2. c) menor que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. observa que o “relóR gio” passa a mar car mais rapidamente. Compõem esse ramo um “relógio L1 L2 medidor de luz”. Isso acontece porque a corrrente que circula no “relógio medid or de luz”. S1.

não. Sua idéia é tirar energia da tomada do te efone (o que é proibido por ei) e usá a numa situação de emergência. 110 V. Sa vador-BA Sendo a força e etromotriz de uma bateria igua a 15V. 4) é necessária uma força de intensidade igua a 15N para cada 1C de carga que atravessa a bateria. Unifor CE Considere o esquema ao lado. Devido a uma freqüente fa ta de energia na inha convenciona de sua casa.E etrodinâmica Avançar                                         ¦          . 5 ) a energia química que se transforma em energia e étrica é de 15J para cada 1C de car ga que atravessa a bateria. 3) a potência fornecida pe a bateria para o circuito externo é de 15W. c) não será a cançado.118. Joãozinho. em jou es. enI3 tre as intensidades de corrente elétrica nos resistores R2 e R3. com tensão de 45 V. porque tensão só pode ser baixada. que é de corrente a ternada (CA) e com tensão de 220 V. GABARITO Vo tar FÍSICA . pe a impossibi i dade de se e evar tensão contínua para tensão a ternada somente com um transformador. estudante do ensino médio.0 5. a quantidade de ca or que pode ser produzida pe os resistores. 1) a co rrente fornecida pe a bateria é de 15A. e evada. U. pe o menos.0 50Ω R1 40Ω R3 I2 10Ω R2 I3 20Ω R4 60V 36 119. d) não será a cançado. pe a ei de Faraday. a) se rá a cançado. o rendimento da uminária cairá um pouco em re ação ue e obtido quando a uminária é igada na rede convenciona . os resistores são ôhmic os e os fios de igação e o gerador são ideais. Sa vador-BA No circuito. e. e funciona de forma independente da rede e étrica convenciona . Determine. I2 No circuito representado. fechando-se a chave K por 5 segun dos. 120. Pode-se dizer que o objetivo de Joãozinho.20 0. 6Ω 2Ω 3Ω K 6V IMPRIMIR 121. U.25 1. 2) a resistência interna da bateria é de 15Ω.0 4. para usar na uminária de sua mesa de estudo. é a) b) c) d) e) 0. mas. pensou em fazer um transformador e evador de tensão. b) só será a cançado se a i nha te efônica tiver tensão de. a razão . UFRN A inha te efônica fixa residencia é movida a corrente e étrica contínua (CC) .

nquanto qu o fio d nominado “n utro” não apr s nta p rigo. d)os int rruptor s 1 2.) 37 GABARITO Quando Nicéia apr s ntou à sup rvisora o squ ma inicial do trabal o. d forma incorr ta. b)a tomada o disjuntor.El trodinâmica Avançar                                                                                              . Por outro lado. Era preciso que a âmpada pudesse ser igada e des igada. UFRN Nicéia estava aprendendo a fazer insta ações e étricas residenciais e foi enca rregada de fazer uma insta ação na parede atera a uma escada. ra pr ciso qu .122. quando o disjuntor foss d sligado. sta concluiu qu . A fig ura abaixo mostra o squ ma inicial d Nicéia para ss circuito. para s faz r um cons rto na instalação. (L mbr -s d qu o fio d nominado “fas ” pod apr s ntar p rigo d c oqu . para as finalidad s pr t ndidas. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . conhecidos como interruptores “t r -way”). c) o disjuntor o int rr uptor 2. stavam instalados. por t r uma dif r nça d p ot ncial m r lação à T rra. uma tomada e um disjuntor. a) o int rruptor 1 a tomada. tanto na parte de baixo como na de cima da escada (através do s interruptores 1 e 2. o circuito não of r c ss p rigo d c oqu a qu m fiz ss o r paro. Essa insta ação deveria conter uma âmpada. p is stá no m smo pot ncial da T rra.

F-V-V-V-F 20. a) 2A b) 32W 52. D 21. C 58. F-V-V-V-V 67. D 27. V-V-F-V-F-V 50.E etrodinâmica Avançar   . B 80. A 33. 05 9. E 40. V-V-F-V-F 19. E 26. 37 81. A 25. A 47. D 78. E 55. A 57. a) R = 100Ω b) 1Ω 24. V-V-F-V-F 10. B 69. E 51. D 13. E 73. U = 10V 53. D 56. B 43.32. 26 64. B 29. A 42. F-V-V-F-V 38. a) 1. F-F-V-F-F 63. 1 3 39.25 Ω b) 225 W 14. 31 2. F-V-F-F 5. 2 + 4 + 16 72. D 17. 50 36. 15 3. A 54.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1 1. A 30. C 75. V-F-F-F 4. D 4 8. 20 6. D 16. A 8. V-F-V-V-F 65. B 70. V-V-F-F-F 66. D 32. 52 37. E 79. E 59. 1 + 2 + 8 + 16 49. C 74. B 31. A 12. B 46.106 J b) R$ 2. E 44. A 15. 06 62. B 68. V-V-F-F 35. C IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA . D 41. 20 60.20 45. C 18. 55 7. 4 + 8 + 16 71. C 34. C 76. E 11. a) 0. 1 + 4 + 8 22. 13 61. D 77. 04 2 8. a) 55Ω b) 2A 23.

01 105.5 — 10–3 A LV’ = 11. F-V 88. A 110. 90 121. D 116. 1 + 2 + 16 106. C 92. A 112. F-V-V-F -F 89.Eletrodinâmica Avançar    . D 86. a) P = 1. C 113.3 V 85. a) 1 A b) 6 V 93. B Voltar FÍSICA . a) 1 V b) V = O 107. F-V-F-V 104. B 100. C 119. C 96. 5 120. B 103. D 84. C 122. E 109. 2 115. 36 V 94. a) U m = = 8000 cé u as e étricas ε 1 2 3 n IMPRIMIR G A B A R IT O b) P = 480 W 98. D 117. a)LV = 12 V LA = 12 — 10–3 A b)LA’ = 12. 1 + 2 + 8 + 16 95.4 V 101.5 W b) U’ = 7. B 118. C 90. A 1 08. C 99. V-F-F-V-V 87. B 111. 1 + 2 + 4 + 16 97. A 91. E 102. E 114. A 83.2 82.

b) elas são radiais ao centro d a terra.El tromagn tismo Avançar                . mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geog ráficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos. c nstant . A primeira. c) vão se repelir. m módulo. Unirio T rês barras de ferro de mesma forma são identificadas pelas letras A. Sobre as linhas do campo magnético é c rreto afirmar que: a) elas são paralelas ao equador. Quando estas barras são aproximadas vemos que as extremidades A1 e B1 sofrem atração. podemos afirmar. as extremidades A1 e C 2 sofrem repulsão. t m módulo “B duplicarmos a corr nt létrica. Suas ext remidades são identificadas por A1 e A2. N’ S GABARITO IMPRIMIR 3. b) am bos vão se atrair. o valor do v tor indução magnética. Logo em seguida a essa divisão. Itajubá-MG Um fio condutor retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica “I”.2 B. Triângulo Mineiro-MG A figura representa um ímã em forma de barra. na primeira sug estão e se atrair na segunda. d) vão se atrair. c) elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. Assim. UFR-RJ Abaixo. d) 0. de efetuá-la na direção longitudinal. c) só C. b) 2 B. M. o valor do v tor indução magnética um ponto distant “5d” do fio? a) 4 B. em relação a estas barras. 2. da linha . em quaisquer das duas sugestões. a segunda.4 B. e) perdem a imantação na primeira sugestão e se atraem na segunda. e) A e C. da linha n. Voltar FÍSICA . as extremidades A1 e B2 sofrem atração e as extremidades A1 e C1 so frem atração. F. na primeira sugestão e se repelir na s egunda. na direção normal.5 B. em relação aos ímãs resultante pode-se afirmar que: a) ambos vão se repelir. B1 e B2 e C1 e C2. num ponto distant “d” do fio. em quaisquer das duas sugestões.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O 1. qual s rá. M. e) o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfic N S’ 4. d) A e B. c) 0. com os pólos magnéticos nas extremidades. d) o campo magnético é mais intenso no equador. F. ) 2. B e C. que é(são) ímã(s) permanen : a) só A b) só B. n S N 1 Suponha que se pretenda dividir esse ímã em dois e que haja duas sugestões para fazer essa divisão.

já utilizada p los c in s s d sd o século X. Os dois condutor s t nd m a s afastar. Assina l a alt rnativa corr ta. (64) O módulo do campo magnético t rr str aum nta. indica qu o pólo sul magnético stá localizado próximo ao pólo nort g ográfico. (16) Quando par tículas l trizadas ating m a T rra no plano do quador. Em 1600. indica qu o pólo nort magnético stá localizado pró imo ao pólo nort g ográfico. t nd a d slocar o próton no s ntido da corr nt do fio da squ rda (A). A força magnética sobr o próton p. são p rcorridos por corr nt s iguais opostas. (02) O s ntido das l n as d indução. b) I II. s gundo os istoriador s. ( 2) O pólo nort da agul a d uma bússola aponta s mpr para o pólo sul magnético da T rr a. i III . qu é lançado no m io ntr os fios no m smo plano d l s. à m dida qu s afasta da sup r fíci da T rra. apr s ntando dois pólos magnéticos. como r sposta. com v locidad p rp ndicu lar ao campo magnético t rr str . U. Ub rlândia-MG Dois condutor s longos paraA B l los. é m nor do qu sobr as partículas qu ating m a T rra no plano do quador. c) I III. ao passar m nas proximidad s da T rra. xplica qu a ori ntação da agul a magnética s d v ao fato d a T rra s comportar como um im nso ímã. qu é lançado à dir ita dos fios no m smo plano d l s. com v locidad p rp ndicular ao campo magnético t rr str . m sua obra d nominada D Magn t . F. (1) GABARITO (2) A partir das informaçõ s acima. sab mos qu f ix s d partículas l t rizadas ( létrons prótons). Os condutor s são p rcorridos por corr nt s létricas d m sma int nsidad . apr s ntando dois pólos magnéticos.2 5. las não são d sviadas porqu a força magnética é nula. d) Ap nas I. constituindo bom x mplo d movim nto d partículas carr gadas m um campo magnético. mostradas na figura. p – N stas circunstâncias. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . (04) As lin as d indução do campo magnético da T rra mostra m qu la s comporta como um gigant sco ímã. a) II III. com v locidad quas paral la às lin as d indução do campo mag nético t rr str . t nd i a aproximar o létron do fio da dir ita (B). O magn tismo t rr str l vou à inv nção da bússola. v v II. mostradas na figura. A força magnética sobr o létron . UFSC A figura r pr s nta as lin as d indução do campo magnético t rr str . Dê. prov ni nt s do spaço cósmico. instrum nto ss ncial para as grand s nav g açõ s d scobrim ntos do século XV . (08) A força magnética. William Gilb rt. r sponda as p rguntas propostas: a) Em qu condição a fo rça magnética ntr os condutor s s rá d atração? b) Em qu condição a força magnética nt ondutor s s rá d r pulsão? 7. são capturados p lo campo ma gnético t rr str . Muitos são os f nôm nos r lacionad s com o campo magnético t rr str . 6. UFR-RJ Dois condutor s m tálicos omogên os (1) (2) r tos xt nsos são colocados m paral lo. Atualm nt . atuant sobr as partículas l trizadas qu ating m a T rra nos pólos Sul Nort g ográficos. são f itas as afirmaçõ s: + I. situados no plano do pap l. Assinal a(s) proposição(õ s ) corr ta(s): (01) O s ntido das lin as d indução.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                                                                                                                                . a soma das alt rnativas corr tas.

con form a figura abaixo: → → 3 B → V A v locidad V o campo magnético B têm m sma dir ção m smo s ntido. b) ap nas II. Em c rta r gião do spaço p n tra m um campo létrico uniform qu apr s nta a m sma dir ção s ntido do movim nto dos létrons. C f t-PR Um f ix r tilín o d létrons apr s nta uma v locidad constant igua l a 105 m/s. III. ) s rá o d um movim n to armônico simpl s. pois as corr nt s létricas têm s ntidos opostos. Os condutor s ficam suj it os a forças d orig m magnética. ) 12 x 1016 N. UFRN Com r lação às ondas l tromagnéticas às ondas sonoras. é c to afirmar qu ambas a) s propagam no vácuo. d) 16 x 10-16 N. A int ns idad do campo magnético r sultant no ponto A é nula.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                               . b) pod m s difratar. mas com a v locidad progr ssivam nt d cr sc nt . pois as corr nt s létricas não g ram campo magnético.8.0 x 10-2 T sla. b) z ro. c) têm a m sma v locidad d propagação na água. conform figura. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A corr spond à soma das int nsidad s dos campos criados p la corr nt létrica m cada condutor. O movim nto d scrito por ss f ix : a) s rá o d um movim nto circular uniform . S ndo v = 1. d ) s rá o d uma licóid com o ixo paral lo ao campo létrico. Os dois condutor s stão subm tidos a uma corr nt létrica d m sma int nsidad i. → → GABARITO 11. i Consid r as afirmativas. IV.0 x 105 m/s B = 5. d) II III. 9. PUC-PR A figura r pr s nta dois condutor s r tilín os colocados paral lam nt . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . d) são polarizáv is. É corr ta ou são corr tas: a) I IV. 10. c) ap nas III. c) d scr v rá um arco d parábola. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. c) 18 x 10-16 N. A I. (UFR-RJ) Um próton é lançado com cidad constant V numa r gião ond xist → ap nas um campo magnético uniform B. b) continuará r tilín o. II. pod mos afirmar qu o módulo da força magnética atuand o no próton é a) 8 x 10-16 N. ) ap nas I.

UFMG Na figura. Consid rando ssas informaçõ s. d pois pára por um instant ntão é afastado. Inicialm nt . Juiz d Fora-MG Um ímã é movim ntado p rp ndicularm nt ao plano d uma spi ra.a) som nt II. U. p rp ndicular ao plano da página dirigido para d ntro d sta. N S Qual dos gráficos abaixo pod ria r pr s ntar o valor absoluto da corr t ( i ) obs rvada no galvanôm tro G. – – – – – – – 4 P B → + + + + + + + Uma partícula com carga létrica positiva é colocada no ponto P. F. como mostra a figura. O ímã não c ga a ntrar na spira. stão r pr s ntadas duas placas m tálicas paral las. como mostrado. III.    . assinal a alt rnativa m qu m l or stá r pr s n tada a traj tória da partícula após s r solta no ponto P. xi st um cam→ po magnético uniform B. na figura. situado ntr as plac as. ficando s mpr à dir ita la. a) b) c) P d) P GABARITO P P 14. m função do t mpo (t)? G a) b) i i IMPRIMIR t t c)                                                                       d) I  c) II  b) I   II. 13. carr gadas com cargas d m smo valor absoluto d sinais contrários. o ímã é aproximado da spira. Entr ssas placas. III. p lo símbolo .

III. a força magnética no ramo v rtical dir ito fio (A) da spira é orizontal dirigida para a squ rda. São corr tas: ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○                                . a spira t nd a s afastar do fio. F. a spira t nd a girar no s ntii do orário. II.i d) i t t Voltar FÍSICA . Afirma-s : I. U. situados num plano. Viçosa-MG A figura mostra um fio r tilín o muito longo p rcorrido por um a corr nt i uma (A) spira r tangular p rcorrida por uma corr nt I.El tromagn tismo Avançar ○ ○ I 12.

Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤   ¤  ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤   ¤ ¤                       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ . c/3 c) I e II são corretas. na direção +y. con hecidas como mésons. calcule a força eletro motriz induzida na es ira. UERJ Um mágico passa uma b ngala por d ntro d um aro. 02) a bússola. desloca-se com velocidade c/3 (c é a velocidade da luz no vácuo. O cam o magnético tem módulo B 1.0 T em 0. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. Se desligarmos o cam o elétrico +x (E = 0) o feixe descreverá uma trajetória circular contida no lano xz. 16) as gotas de chuva elet rizadas elos relâm agos odiam danificar a bússola. E. é CORRETO afirma r que: 01) a agitação do mar odia danificar ermanentemente a bússola. +z IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Viçosa-MG Conforme re resentado na figura abaixo. I. a b ngala é um ímã o aro é uma spira m tálica circular. em uma região do es aço há → um cam o elétrico uniforme. induzem em uma bobina existente no cabeçote de leitura.40 s. a) magnéticos – magnetização b) magnéticos – correntes elétricas létricos – correntes elétricas d) elétricos – magnetização e) elétricos – cargas elétricas 5 GABARITO 18. U. cujo valor é 3. d) A enas II é correta. de 1. B. que ficavam geralmente no convés. Com esse ex erimento ode-s e dizer que a carga do méson é ositiva. atraía raios que a danificavam. a ssim como os metais (facas e tesouras). E III. 08) o cam o mag nético roduzido elo raio odia desmagnetizar a bússola.0 • 106V/m na direção +x. Pod -s supor qu o plano da spira s ja mantido p rp nd icular às lin as d indução magnética durant o movim nto r lativo. 32) a forte luz roduzida nos r elâm agos desmagnetizava as bússolas. II. corria-se o ri sco de ter a bússola danificada no meio do oceano. Considerand o as informações acima. qu s iluminam p rman c m iluminadas nquanto é mantido o m ovim nto r lativo ntr os dois obj tos. nesta região também há → um cam gnético uniforme. as tem estades eram muito temidas. 17.0 • 108 m/s). Sobre esse fato. A idéia básica na qual se fundamenta a leitura magnética é a seguinte: va riações nas intensidades de cam os . Na r alidad . dando origem a sinais qu e são de ois am lificados. roduzidos ela fita ou elo disco em movimento . UFRS Selecione a alternativa que reenche corretamente as lacunas no texto abaixo. cont n do p qu nas lâmpadas. usadas em fitas magnéticas e discos de com utadores. Além da fragilidade dos navios. Um feixe de artículas eletricamente carregadas. Entre inúmeras a licações. e assa nesta região em linha reta na direção +z. 04) o aque cimento do ar roduzido elos raios odia desmagnetizar a bússola. UFSC No início do eríodo das grandes navegações euro éias. b) I II são corretas. od emos mencionar a gravação e a leitura magnéticas.15. Consid rando π 3 e adm itindo que o cam o magnético varie de zero a 1. a) A enas I é cor reta. 16. d 40 m d raio. anali+y se as seguintes afirmativas e res onda de acordo com o código. Materiais com ro riedades magnéticas es eciais têm a el muito im ortante na tecnologia moderna.0 • 10–2 T.F.

devido à corrente. Pelotas-RS Pedro realiza ex eriên– + cias no Laboratório de Física de sua esco la. Para ajudá-lo a com reende o que está acontecendo. 1) As linhas de indução magnética. de forma que a agulha tende a orientar-se er endicularmente a ele. Um elétron (e = 1. c) Sobre os fios condutores a arecem forças re ulsivas. sofrerá ação de uma força de sentido contrário rente e de módulo 6. d e forma que uma corrente elétrica ercorra o fio. b) geram um cam o elétrico uniforme que tende a anular o efeito do cam o magnético terrestre. que se encontra exatamente e ntre os dois fios.4 mT e di reção er endicular ao lano do fio. c) geram um cam o elétrico que interfere com o cam o magnético d a agulha. E.m/A. Londrina-PR Dois longos fios condutores retilíneos e aralelos são ercorridos or correntes elétricas de mesma intensidade. assando em um onto P a 5. a agulha movimenta-se e orientase. Com o circuito aberto. ocasionando desvio. será er endicular à sua velocidade e ao cam o magnétic o. os módulos dos cam os magnéticos gerados elos dois fios condutores são somados. numa direção er endicular ao condutor. Fechando o circuito.4 x 10-16N. é correto afirmar: A I B I GABARITO a) Sobre os fios condutores a arecem forças atrativas. o cam o magnético é nulo. Maringá-PR Um fio retilíneo longo trans orta uma corrente de 100 A. U. Considerando qu e os fios estejam róximos um do outro. tem módulo 0. d) geram um cam o magnético uniforme. caso exista. Pedro acha estranho que uma corrente elétrica ossa influenciar a orientação de um ímã.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . A ermeabilid ade magnética do vácuo é de 4π x 10-7 T. 32) Em qualquer situação. utilizando a montagem mostrada na figura abaixo.6 19. no onto P. você ex lica que as cargas elétricas em movimento no fio a) g eram um cam o magnético cujas oscilações rovocam desvios em todos os ímãs nas roximidade s do fio. são circunferências concêntricas com io e em lanos ortogonais.6 x 10-19C) está se movendo com veloci dade v = 1. 20. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. U. 08) Se a velocidade do elétron for aralela ao fio e no sentido da corrente. er endicularmente e em direção a este. 04) Se o elétron estiver se movendo no lano do f io. 16 Se a velocidade do elétron estiver dirigida ortogonalmente ao lano do fio. U. rovocando o desvio da agulha. ao assar elo onto P. então o elétron não sofrerá desvio. no onto P. a roximadamente. d) No onto B. b) No onto A. 21. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e) geram um cam o magnético que se soma ao cam o magnético terrestre. ele verifica que a agulha magnética orientase na direção Norte-Sul.0 x 107 m/s.0 cm deste fio. E. sofrerá ação de uma força radial em direção ao fio. orém de sentidos o ostos. F. e) Correntes elétricas em condutores não ge ram cam os magnéticos ao seu redor. a força magn ca sobre o elétron. 02) O cam o magnético. assinale o que for correto. Nessas condições.

( ) A corrente elétrica é sem re a mesma nos e nrolamentos rimário e secundário.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 04) A energia no enrolamento rimário é igual à energia no enrolamento secundário. Próximo à b obina. com os ólos norte (N) e sul (S) na osição indicada. o agente que movimenta o ímã sofre o efeito a o avanço do ímã. é CORRETO afirmar que a) a bobina não exerce força sobre o ímã ) a força exercida ela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R.22. assinale o que for correto: 01) A otência elétrica na entrada do enrolame nto rimário desse transformador é igual à otência elétrica na saída do enrolamento secund o. U. 16) A transferência de otência do enrolamento rimário ara o enrolamento se cundário não ocorre or indução. E ntretanto. a) se o õe – necessária d) é favorável – desnecessária b) se o õe – desnecessária e – desnecessária c) é favorável – necessária IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) o ímã é re elido ela bobina. O ímã e ina estão fixos nas osições mostradas na figura. N ímã S i R bateria 7 Com base nessas informações. UFMG Na figura. Quando um ímã é a roximado de uma es ira condutora mantida em re ouso. Ponta Grossa-PR Sobre um transformador ideal em que o número de es iras do enrolamento secundário é menor que o do enrolament o rimário. ( ) É a variação do fluxo do cam o magnético nos enrolamentos que ermite a transmissão da energia elétrica. neces sariamente. sendo a realização de trabalho de uma força que ara efetuar o deslocament do ímã. c) a força exercida ela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida elo ímã sobre a bo a. está colocado um ímã. de modo a ind uzir nessa es ira uma corrente contínua. ter emos uma dd menor no enrolamento secundário. estão re rsentados uma bobina (fio enrolado em torno de um tub o de lástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. 23. UFPR Sabe-se que em um transformador não há. caracterizando o rincí io da conservação de en ergia. 25. a energia elétrica é transmitida do rimário ara o secundário. UF RS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo . 08) As correntes nos enrolamentos rimário e secundário desse transformador são iguais. 02) Se ligarmos os terminais do enrolamento rimário a uma bateria de 12 V. ( ) A difere nça do otencial nos terminais do enrolamento secundário é sem re menor que a diferença de otencial nos terminais do rimário. é correto afirmar: ( ) A corr ente elétrica do enrolamento secundário não influi no funcionamento do rimário. A artir dest es fatos e dos conhecimentos sobre eletromagnetismo. E. 24. ligação elétrica entre o condutor do enrolamento rimário e o do secundário. ( ) O t ransformador só funciona com corrente elétrica variável. Dê como res osta a soma das alternativas corretas.

UFRS A figura abaixo re resenta uma es ira condutora quadrada. II e III d) I. de intensidade B.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . inicialmente em re ouso no lano da ágina. II. ercorrido or corrente contínu a. Os vetores v e B estão no lano XY. Figura I: Re resenta a d istribuição da limalha de ferro na folha de a el. A es ira assa a girar em torn o do eixo OO’ e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. existe um cam o magnético uniforme. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. Potiguar-RN Pode-se obter o as ecto das Fig. na região do cam o magnético. E. Analise as afirmações abaixo e as figuras ao lado. II linhas de indução de u ma região de cam o magnético sal icando limalha de ferro sobre uma folha de a el co locada horizontalmente. O B O’ Considere as seguintes situações: I. Maringá-PR Uma carga Q = -3C desloca-se com velocidade v = 4 m/s. IV como equenos ímãs. Figura III: Um fio. alinhando-se com o Fig. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético varia no tem o. Figura II: Re resenta a distribuição da limalha de ferro na folha de a el. da força magnética que atua na carga? 1 Dados: Sen 30º = 2 Cos 30º = 3 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . atravessa um edaço de a el e a limalha de ferro se arruma conforme a fi gura. er endicular ao lano da ágina. 28. c) A enas em III. b) A e nas em II. As artículas de ferro. d) A enas em I e III. Pode-se afirmar que são corretas a enas: a) I e II b) III e IV c) I. na direção do eixo x . colocada sobre um ímã em forma de bar ra. I Fig. colo cada sobre um ímã em forma de ferradura. II e IV 8 27. formando um ângulo de 30º com o cam o magnético B de intensidade 15 T. II e III. III.26. imantamse e com ortam-se Fig. Qual o módulo. U. vê-se que a limalha de ferro forma linhas aralelas e eqüid istantes dentro do solenóide. III vetor indução magnética. U. em Newtons. e) Em I. atravessarem o a el. Em qu ais dessas situações ocorre indução de corrente elétrica na es ira? a) A enas em I. Na mesma região. ercorrido or corrente contínua. Figura IV: Fazendo as es iras de um solenóide.

ode-se afirmar: a) A e nergia or unidade de tem o emitida ela lâm ada mostrada na figura I não de ende da velocidade da bicicleta. b) um rego. em seguida em energia elétrica. e) uma caneca de alumínio. Os rincí ios físicos envolvidos na rod e distribuição de energia ermitem afirmar: (01) A queda d’água rovoca uma erda de ene rgia otencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. com certez a. a energia da queda d’água é transformada em energia cinét ica de rotação numa turbina. a arte fixa (estator) é constituída de bobinas (es ira s). o fenômeno de indução eletromagnética. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ e ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ele colocou em sua bicicleta um dínamo que alimenta uma lâm ada de 12 V. c) A conversão de ene rgia mecânica em energia elétrica ocorre devido à variação tem oral do fluxo magnético nas s iras (figura II). e de uma arte móvel (rotor). 31. UFRN Ao término da sua jornada de trabalho. c) uma lâmina de barbear.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ figura I – arte dianteira da bicicleta lâm ada ¤ 29. Num dínamo de bicicleta. que gira devido ao contato do eixo do rotor com o neu da bicicleta. UFRN Numa usina hidrelétrica. é diretamente ro orcional à sua resistência e invers amente ro orcional à corrente elétrica que o ercorre. d) uma anela de ferro. num alternador. (04) A resistência elé de um cabo de transmissão é diretamente ro orcional ao seu com rimento e inversame nte ro orcional à sua área de secção transversal. em dado instante. onde existe um ímã rmanente. onde é gerada a corrente elétrica.figura II – re resentação esquemática. (16) Os transformadores conv ertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. (08) Os transformadores situados na u sina têm. ara a lâm ada funcionar. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Pedro Pedreiro enfrenta com sereni dade a escuridão das estradas em sua bicicleta orque. NÃO atrai a) uma arruela de ferro. do dínamo visto or dentro lâm ada dínamo P Q N bobinas (es iras) fixas S ímã rotor ( arte móvel) 9 Face à descrição acima e com o auxílio de conhecimentos de Física. (32) A erda de energi a elétrica. (02) A ener gia cinética de rotação da turbina é arcialmente transformada em energia elétrica. e finalme nte é distribuída através de cabos de alta tensão. d) A velocidade angular do rotor (figura II) tem que ser igu al à velocidade angular do neu da bicicleta (figura I). menor número de es iras na bobina rimária do que na bobina secundária. o sentido co rreto da corrente elétrica induzida é do onto Q ara o onto P. b) No instante re resentado na figura II. a fim de transitar à noite co m maior segurança. ara efeito da distribuição de energia em cabos de alta tensão. 3 0. usando -se. ara essa transformação. num cabo de transmissão. Unifor-CE Um ímã.

b) a força magnética entre os condutores será sempr e de repulsão. Considere corretas as alternativas em que a justificativa ex lica a ro riadamente a situação. longos e p aralelos. d) nos pontos 2 e 4. 4 e) no ponto 4. 2. U. Considera ndo apenas os quatro pontos indicados. d) a força nética entre os condutores será de atração se as correntes forem de sentidos opostos. é correto afirmar: a) Ao se a roximar o ólo norte do ímã das es iras. ( ) Um transformador funciona com corrente alternada orque a corrente no rimário roduz um fluxo magnético variável que gera uma força eletromotri z induzida no secundário. 36. colocados a pequena distância um do outro. 2 e 3. o campo magnético gerado por esses ímãs pode se r nulo SOMENTE a) nos pontos 1 e 3. Quanto a esse P ex erimento. É correto afirmar que a) a força magnética entre os condutores será de atração se correntes forem de mesmo sentido. em 10–15 N. ou afastado. e) não aparecerá força magnética entre os condutores. (U. 10 34. S 33. o ímã d o conjunto de es iras. b) Ao se osicionar o ímã mu ito róximo das es iras. GABARITO 35. e os pontos 1. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . exa mine a situação física descrita em cada alternativa e a justificativa (em negrito) que a segue. não altera o valor da corren te elétrica induzida. são percorridos por correntes e létricas. mantendo-o A nessa osição. ao assar róximo de um fio ercorrido or uma corrente. ( ) O motor de um eletrodoméstico funciona quando ligado à t omada orque ocorre dissi ação de energia or efeito Joule. Q a roximando-o da es ira. Salvador-BA Várias artículas idênticas. E. que atua sobre o elétron. c) a força magnética entre os condutores será sempre de atração. 3 e 4 nas proximidades dos ímãs. com carga elétrica igual a 8 — 10–19 C cada se movem em trajetória circular com velocidade de módulo constante e igual a 3 — 105 m/s. ( ) Um elétron. Unifor-CE No esquema estão representadas as posições relativas de dois ímãs idênticos c m pólos nas extremidades. a corrente elétrica induzida será máxi a. Nessas c ondições. Nesse ex erimento deve-se a roximar e N afastar.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) Quando dois ca acitores diferentes são ligados em aralelo à mesma bateria. Londrina-PR) O ex erimento ao lado ode ser usado ara roduzir ene rgia elétrica. b) nos pontos 1. sofre a ação de uma força er endicular à sua velocidade orque a corrente no fio roduz um cam o magnético ao seu redor. c) A velocidade com que o ímã é a roximado. o de maior ca acitância adquire maior carga orque a carga num ca acitor é igual ao roduto de sua ca acitância ela diferença de otencial entre suas lacas. UFPR Considerando os conceitos e a licações da eletricidade e do magnetismo. ( ) Dois fios metálicos a ralelos ercorridos or correntes de mesmo sentido se atraem orque cargas de si nais contrários se atraem. sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme de intensidade 2 — 10–1 T. surge em P (na extremidade das es iras) um ólo sul que tende a acelerar o ímã. d) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o elétrico induzido variável. UFSE Dois fios condutores. determine. e) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o magnético induzido de intensidade variável. 1 2 3 c) no ponto 2.32. continuamente. o módulo da força centrípeta que age sobre cada partícula.

IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . uma corrente elétrica é in duzida através dele quando ele é submetido a um campo a) magnético variável e paralelo a o plano do condutor. 39. no intervalo de 4 s a 6 s. 40. b) par alela ao plano da figura e para a esquerda. B(T) 4 → B → 11 0 2 4 6 8 10 12 t(S) 4 É correto afirmar que a f. e) elétrico constante e perpendicular ao plano do conduto r.37. ( ) A trajetória descrita por uma partícula carregada. Unicap-PE ( ) As regiões de um ímã onde as ações magnéticas são mais intensas denomi -se pólos magnéticos. c) magnético variável e não-paralelo ao plano do condutor. PUC-RS O fenômeno da indução eletromagnética é us ado para gerar praticamente toda a energia elétrica que empregamos. 38. apenas no intervalo de 0 a 4 s. d) decrescente. ( ) A força exercida pelo campo magnético sobre uma partícula que se move no int erior é sempre perpendicular à sua velocidade.m induzida na espira é a) crescente. perpendicular ao plano de uma espira circ ular. ( ) O módulo do campo magnético representa a força que atua em uma c arga de prova por unidade de velocidade. Supondo-se um condutor em forma de espira retangular contido num plano. é sempre uma circunferência. → A intensidade do vetor B varia com o tempo de acordo com o gráfico abaixo. e) nula. ( ) Dois f ios longos percorridos por correntes de mesmo sentido experimentam uma força repul siva. UFS E Aplica-se um campo de indução magnética B. d) elétrico constante e paral elo a plano do condutor. PUC-RS A figura abaixo representa um fio metálico longo e retilíneo. nos intervalos de 0 a 4 s e 10 s a 12 s. conforme indicado. b) crescente. no plano da figura. A força magnética que age sobre o próton é v +q i a) paralela ao plano da figura e para a direita. Um próton mo ve-se com velocidade v. conduzindo corrente elétrica i. d) perpendicular ao plano da figura e para fora. c) perpendicular ao plano da figura e para dentro. apenas no intervalo de 6 s a 8 s. c) nula. no interior de um campo magnético.Eletromagnetismo .e. como mostra a figura. b) magnético constante e perpendicular ao plano do condutor. perpendicularmente e para fora do plano da figura. e) dec rescente no intervalo de 6 s a 10 s.

Avançar .

c) se magnetiza e o pólo norte é o lado QM. c ada metade constitui um pólo magnético.o dobro . a tela fluorescente de um televisor. se atraem. UFRN Em alguns equipamentos eletroeletrônicos costuma-se torcer. em x x x x B seqüência. M N É correto afirmar que a chapa a) não se magnetiza. c onforme o esquema abaixo.41. d) se magnetiza e o pólo norte é o la do MN. Por exemplo. Esses ef eitos magnéticos indesejáveis serão evitados com maior eficácia. e) se magnetiza e o pólo norte é o lado NP.o dobro R c) o dobro . c) valores diferentes e sentidos contrários. Para que a partícula descreva o movimento circular unifo rme de raio 2R é necesário que tenha ————— da massa ou ————— do módulo da velocidade ou ain ga elétrica. A alternativa que completa o enunciado acima. não deve sofrer influência magnética das correntes que fluem em outr as partes do aparelho. e) dois fios paralelos. Unifor-CE A experiência de Oersted comprovou que a) dividindo-se um ímã ao meio. existe um campo elétrico e um campo magnético. d) valore s diferentes e mesmo sentido.a metade . como mostra a figura. B Q P 12 42. é: V V a) a metade .o dobro x x x x b) o dobro . b) mesmo valor e sentidos contrários. perpendicular ao plano da página. UFSE Uma chapa de ferro quadrada é submetida a um campo magnético uniforme de → in dução B.o dobro x x x x d) o dobro .Eletromagnetismo Avançar .o dobro . na mesma direção do campo.a metade V e) a metade .o dobro . se os fios a serem torc idos forem percorridos por correntes de a) mesmo valor e mesmo sentido. juntos. senão ocorreriam distorções ou interferências na imagem. b) se magnetiza e o pólo norte é o la do PQ. os fios que transportam correntes elét ricas. assinale a opção que apresenta a afirmativa correta: a) É possível isolar os pólos de um ímã. c) uma carga elétrica em movimento cria em torno de si um c ampo magnético. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) Car gas elétricas em movimento geram um campo magnético.a metade x V x x x 43. para se evitarem efeitos magnéticos em pontos distantes do equipamento. c) Ao edor de qualquer carga elétrica. Potiguar-RN Com base nos estudos da teoria eletromagnética . 45. 44. com correntes em sentidos opo stos. b) um campo magnético é capaz de acelerar uma ca rga elétrica estacionária. d) uma carga elétrica sofre desvio quando se desloca num campo magnéti co. b) Imantar um corpo é fornecer elétrons a um de seus pólos e prótons ao outro. Acafe Uma partícula eletrizada negativamente descreve um movimento circular un iforme de raio R em um campo magnético uniforme. ond e há outros dispositivos. U.o dobro . na qua l incidem elétrons.

→ q GABARITO → → v B Em relação ao efeito do campo magnético sobre a partícula quando se movimenta nessa região . (04) Parte da en ergia mecânica será convertida em calor por efeito Joule. II e III são corret as. A força magnética fará com que a partícula descreva um movimento circular. IV. com carga q é lançada em → uma região com campo magnético uniforme (B) e → vel dade v como mostra a figura abaixo. Ao oscilar. b) Somente I. e) Todas são falsas. atravessa ndo em seu movimento um campo magnético uniforme. c) Somente IV é correta. no ar. pois será freada pelo campo magnético. IMPRIMIR Em relação às afirmativas acima: a) Somente I é correta. III. mas a direção e se ntido mudam a cada instante. (32) Os valores das correntes induzidas não se alteram se substituímos a es pira retangular por uma espira circular. como resposta. é opos to ao sentido da corrente induzida enquanto a espira está saindo da região do campo magnético. Dê. II. conforme está representado na figura abaixo. cujo raio seja a metade do lado maior d a espira retangular. UFMA Um a partícula. (08) A espira levará menos t empo para atingir o repouso. UFSC Uma espira retangular de fio condutor é posta a oscilar. a força magnética fará com que elas descrevam um movimento circular uniforme. a espira não sofre rot ação (o plano da espira é sempre perpendicular ao campo magnético) e atravessa a região do campo magnético nos dois sentidos do seu movimento. ela levará mais tempo para atingir o repouso do que se oscilasse na ausência dos ímãs. Se a carga q é lançada com velocidade v perpendicular a B. (02) O campo magnético não influencia o movimento da espira. podemos afirmar que: I. d) Todas são corretas. Voltar FÍSICA . x x x x x x x x x x x x x x x x B 13 Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): (01) Como a espira recebe energia do campo m agnético. (64) As correntes induzidas que aparecem na espira têm sempre o mesmo sentido.Eletromagnetismo Avançar . A força magnética tem direção perpendicular à direção da v cidade. (16) O sentido d a corrente induzida enquanto a espira está entrando na região do campo magnético. 47. O módulo da velocidade mantém-se constante. a soma das alternativas corretas. perpendicular ao seu plano de os cilação.46.

no qua B é a intensidade do campo magnético devido ao ímã e λ é o comprimento do fio AC. abaixo de CD. devido à ddp VPQ e pode girar livremente em torno do seu eixo cent ral LM. com o resposta.E etromagnetismo Avançar                      . UFBA A figura abaixo mostra a seção frontal dos pólos norte (N) e sul (S) de um ímã. o f uxo do campo magnético gerado pe o ímã através da esp ra é nu o. submetida a uma difer ença de potencial entre os pontos P e Q. acima de CD. (08) As forças magnéticas q ue atuam nos segmentos AB e CD evam a espira a girar em torno do segmento LM. no fio CD. as quais são orientadas.48. N A B P 14 L Q C S D M De acordo com a situação descrita. um campo magnético de inhas de f uxo circu ares. é correto afirmar: (01) O segmento AC da espira está submetido a uma força magnética de módulo Biλ. e ntre os quais se encontra uma espira condutora retangular. (02) O segmento AB está submetido a uma força agnética perpendicu ar ao p ano da fo ha de pape . (04) A corrente i gera. para fora da fo ha de pape e. A espira é percorrida por uma corrente i. para dentro da fo ha de pape . com centro em CD. o que corresponde ao princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua. VPQ = VP – VQ > O. (16 ) Na situação mostrada na figura. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . haverá uma corrente e étrica induzida. orientada para dentro dessa fo ha. (32) À medida que a espira gire. a soma das a ternativas corretas. Dê.

E etromagnetismo Avançar                             . o módu o de B é: 15 a) b) c) d) e) 0. nos vértices de um triângu o isósce es. ITA-SP Uma barra metá ica de comprimento L = 50. seria me hor representada pe a reta GABARITO IMPRIMIR a) b) c) d) e) A A’ B B’ C C’ D D’ perpendicu ar ao p ano do pape . sendo de 3. Fuvest-SP Três fios verticais e muito ongos atravessam uma superfície p ana e h orizonta . uma corrente que entra nesse p ano.00 m/s. a direção da agu ha de uma bússo a. Por dois de es (•).150 T 0. Vo tar FÍSICA .200 T 0.100 T 50.a em movimento uniforme com ve ocidade v = 2.75 10–3 N a intensidade da força con stante ap icada à barra. Nessas condições.0 cm faz contato com um circui to.49. para mantê. fechando-o.00 Ω. Desprezando-se os efeitos d o campo magnético terrestre.225 T 0. passa uma mesma corrente que sai do p ano do pape e pe o terceiro (X).300 T 0. A área do circuito é perpendicu ar ao campo de indução magnética uniforme B. como na figura abaixo desenhada no p ano. A resistência do circuito é R = 3. co ocada eqüidistante de es.

num campo gravitacion a e num campo magnético. como resposta. com ve ocidade V0.51. constante e perpendi cu ar ao p ano da página. num campo e étrico. UFGO Uma esfera de massa m e carga q<0 é ançada. p enetre em uma região do espaço onde exista um campo magnético B0. como mostram as figuras a seguir: +++++++++++++++ d/2 v d E Terra B v g v GABARITO d/2 A primeira figura esquematiza um capacitor cuja distância entre as p acas é d e a es fera foi ançada a uma distância d/2 de cada p aca. contida no p ano da página. conforme a figura abaixo. V0 B0 Qua dos gráficos abaixo me hor representa o módu o da ve ocidade V da partícu a em fu nção do tempo t após a mesma ter penetrado na região onde existe o campo magnético: (01) (01) V (02) (02) V (04) (04) V 16 (08) V0 V0 V0 t (08) V t (16) V t (16) V0 V0 t t Dê. perpendicu armente. a esfera foi ançada a                    . UFMT Suponha que uma partícu a. a soma das a ternativas corretas. 52. Na segunda.

( ) Se atuarem ao mesmo tem acima e as forças e étrica e gravitaci a esfera descreverá um movimento r                   . ciona e magnético.uma distância d. pe a força e étrica foi qEd. ( ) As trajetórias seguidas pe as esfe ras em cada um dos campos são as indicadas nas figuras abaixo: g parábo a E parábo a semicírcu o B IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . próxima da superfície da Terra. gravita que o campo. eti íneo uniforme. ( ) O traba ( ) Para os campos e étrico. a força tem a mesma direção po os campos e étrico e gravitaciona indicados ona devida a e es tiverem a mesma intensidade.E etromagnetismo Avançar     ( ) Para a situação acima. o traba ho rea izado ho rea izado pe a força gravitaciona foi mgd.

10–7 Tm A i a) b) c) d) e) 4. lo go. Qua a intensidade do ve tor indução magnética no centro da espira? µ0 = 4π. se K3 > K2. percorrida por u ma corrente de intensidade 4.5.0 Ampéres. no sentido horário. UEMS A figura representa uma espira circu ar de raio 4p cm. 16) se C2 e C3 forem idênticos e K2 e K 3 reencherem todo o es aço entre as lacas dos ca acitores. 55. U.10–5 T 2.53. 02) a equação dimensional da energia armazenada no ca acitor C2 é dada or [L]2 [M] [T]-2 04) a energia fornecida elo gerador de força eletromotriz é igual à soma da ene rgia dissi ada nos condutores e à soma das energia armazenadas nos ca acitores C1.10–5 T 5.10–5 T 54.10–5 T 3. é correto afirmar que: 01) a ca acidade resultante de ende dos valores numéricos de K2 e K3 . 08) C2 e C3 estão submetidos a uma mesma diferença de otencial elétrico. 17 GABARITO Sendo K2 e K3 constantes dielétricas e des rezando-se os efeitos de borda. C2 e C3. ficam associados em aralelo entre si. E. então.10–5 T 2. UFPR Considere um ca acitor com osto or duas lacas condutoras aralelas q ue está sujeito a uma diferença de otencial de 100 V. Maringá-PR Considere a associação de ca acitores re resentada na figura abai xo. a ca acitância de C3 será maior que C2. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. re resentado na figura abaixo : + + + + + + + + + + A – – – – – – ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .

( ) Um elétron que estiver localizado entre as lacas.00 µF. ( ) Este ca acitor ode ser usado como um ele mento ara armazenar energia. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .0 µC.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) Ent re as lacas há um cam o elétrico cujo sentido vai da laca B ara a laca A.– – – – B É correto afirmar: ( ) O otencial elétrico na laca A é maior que na laca B. ( ) Se a distância entre as lacas for reduzida à metade. ( ) Se a ca acitância deste ca acitor for igual a 1. a c a acitância do ca acitor irá du licar. será ace lerado em direção à laca A. a carga elétrica em cada laca te rá módulo igual a 10.

A uma distância 2 R de seu centro encontrase um condutor retilíneo muito longo que é ercorrido or uma corrente i1 (conforme a figura). vertical e sentido ara cima. são. Próximo à barra e fi xo verticalmente. (i1 / i) = 2 e a c orrente na es ira no sentido horário. As condições que ermitem que se anule o cam o de indução magnética no centro d a es ira. da esquerda ara a direita. vertical e se ntido ara baixo. ode de slocar-se sem atrito sobre uma fina barra de lástico horizontal. é constituído or a) ) I e II c) II e III d) I e III e) I. desde que er endicular ao vetor B. horizontal e sentido ara a esquerda. encontra-se um longo ímã B. ode-se afirmar que a velocidade da artícula tem direção: B P IMPRIMIR a) b) c) d) e) horizontal e sentido ara a direita. Voltar FÍSICA . (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido ho rário.UEMS Uma artícula carregada negativamente movimenta-se no cam o magnético mostra do na figura. Fuvest-SP Um ímã cilíndrico A. com velocidade V er endicular ao vetor indução magnética B. ITA-SP Uma es ira circular de raio R é ercorrida or uma corrente i. qualquer.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido anti-horário.56. cujo ólo S encontra-se muito longe e não está re resentado na figura. II e III 57. 18 Des rezando efeitos dissi ativos. 58. o conjunto de todos os gráficos que odem re res entar a velocidade V do ímã A. Sabendo-se que a força magnética equilibra o eso da artícula. com um equeno orifício ao longo de seu eixo. res ectivamente GABARITO a) b) c) d) e) (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido horário. (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido anti-horário. em função da osição x de seu centro P. Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocida de V.

Católica-GO Um gás monoatômico. II e III enetram nessa região. na mesma direção de seu movimento. A re resenta um anel circular de cobre. a soma das alternativas corretas.Três artículas I. De ois de alguns instantes. (02) a artícula I ossui carga ositiva. Dê. I B E II 19 III Com base nessas informações. uma corre nte elétrica no anel de cobre. com sentido enetrando nela. constituído de íons (cada um deles ortando uma carga elétrica ositiva i gual a 1. A arte curva é de for ma circular. or indução. (04) a artícula II não ossui carga elét rica. gerado ela corrente elétrica dos íons . com vel ocidades vI. Em uma secção reta do tubo assam 5 X 1016 íons or segu ndo. v O v r GABARITO A IMPRIMIR Voltar FÍSICA . flui or um tubo cuja forma se acha esquematizada na figura dada. vindas da esquerda da ágina. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ 59. é correto afirmar que (01) a artícula I ossui carga negat iva. no sentido horário. ode-se afirmar que: ( ) a corrente elétrica i no tubo é de 8 mA. res ectivamente. (08) a artícula III ossui carga ositiva.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ A artir desses dados. ( ) se a corrente elétrica no tubo for aumentando gradualmente. então esse cam o ma gnético rovocará uma força magnética sobre esses íons. na direção do movimento dos íons. surgirá. as trajetóri as das três artículas são as mostradas na figura abaixo. Os íons se deslocam no tubo com velocidade constante v. vII e vIII. UFMS Em uma certa região do es aço. está na direção er endicular ao lano da ágina. cujo raio médio é r. 60. U. como res osta. temos (B) conforme a figura abaixo. ( ) se um cam o magnético externo f or a licado na arte reta do tubo. B VI E VII VIII resentes cam os elétrico (E) e magnético ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . (16) a artícula III ossui carga negativa. Na figura. ( ) o cam o magnético no interior do anel.6 X 10–19C).

Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . julgue as afirm ativas como verdadeiras ou falsas. haverá o a arecimento de u ma corrente. todas com a mesma velocidade (módulo. (02) a direção de movimento do on será desviada ara baixo da direção horizontal. ( ) Conectando-se uma ilha a um solenóide. Para se arar as artículas. qu e um feixe de artículas. como res osta. ermitindo a adequação do s valores da intensidade da corrente transmitida e reduzindo erdas or efeito J oule. entre nessa câmara onde o sentido do cam o é dado na figura abaixo. enquanto que a direção de movimento do elétron será desviada ara cima da direção horizontal. (16) os raios de curvatura das trajetórias do elétron e do nêut ron são iguais. (04) as direções de movimento do elé n e do nêutron serão desviadas ara baixo da direção horizontal. a soma das alternativas corretas. em detrimento d a corrente contínua. (08) a direção de moviment do elétron será desviada ara baixo da direção horizontal e a direção de movimento do nêut ermanecerá inalterada. ( ) Somente haverá o a arecimento de um cam o magnético nas i mediações de um solenóide se este for alimentado or uma corrente alternada. desl ocando-se na direção horizontal da esquerda ara a direita. ( ) Se no interior de um solenóide houver um ímã ermanente. Dê. b) a indução eletrostática e o movimento contínuo d os ortadores de carga elétrica. com osto or elétrons e nêut rons. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Su onha. res ectivamente. e) a indução eletromagnética e o movimento oscilante dos ortad ores de carga elétrica. São Carlos-SP No final do século XIX. UFMT A relação fenomenológica entre correntes elétricas e cam os magnéticos se constitui numa das bas es rinci ais de toda a tecnologia contem orânea. direção e sentido). uma dis uta tecnológica sobre qual a corrente e létrica mais adequada ara transmissão e distribuição da energia elétrica. tornou clara a vantagem do uso da corrente alternada. é a licado um cam o magnético homogêneo de intens idade conhecida e direção er endicular ao lano de trajetória das artículas. 63. enqua to que a direção de movimento do elétron não será alterada. que fica marcada no va or que reench e a bolha.6 X 10–19 C carga NÊUTRON (01) a direção de movimento do nêutron será desviada ara cima da direção horizontal. O rincí io físico em que se baseia o fu ncionamento dos transformadores e a característica da corrente alternada que satis faz a esse rincí io são. a) a conservação da carga e o movimento oscil ante dos ortadores de carga elétrica. gerada em usina s elétricas. Sobre esse tema. então. d) a indução eletromagnética e o movimento contínuo de orta dores de carga elétrica. U. Como a intensidade do cam o do ímã ermanente é constante. 62. Com relação à tr ajetória das diferentes artículas atômicas que com õem o feixe. sur girá em torno deste um cam o magnético semelhante ao cam o gerado or um ímã ermanente. UFMS A câmara de bolhas é um dis ositivo muito usado em laboratórios ara identifi car artículas atômicas através de sua trajetória. Os transform adores odem aumentar ou diminuir a tensão a eles fornecida. Nesse sis tema odemos desconsiderar a atuação da força eso sobre as artículas. mas só funcionam em corrente alternada.61. Um dos fatores decisivos ara essa escolha foi a ossibilidad e da utilização de transformadores na rede de distribuição de eletricidade. é correto afirmar que B Fexe de artículas 20 Sendo dado: m NÊUTRON ∼ 1840 m ELÉTRON carga ELÉTRON = – e ∼ – 1. a corrente tam bém não variará com o tem o. c) a indução eletrostática e o movimento oscilante dos ortadores de carga elétrica. F.

u n do o ponteiro volt à posição centr l. c) logo em seguid volt à pos ição centr l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . B1 e B2 são du s o in s enrol d s num núcleo de ferro doce e G é um g lv nômetro lig do os termin is de B2 ue.64. este se inclin . in dic corrente elétric de intensid de nul . ) C lcule intensid de d forç m gnétic ue tu so re rr . O ângulo depende d intensid de d c orrente i.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ θ i rr rr ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ . P r i = 2 A. Volt r FÍSICA . re resentado na figura abaixo. i i fio fio fio B Vist de frente B Vist de l do 21 Ao circul r um corrente i pelo l nço. formando o chamado balanço magnéti co. o ponteiro do g lv nômetro se desloc p r direit e ) ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . temos: θ = 45° ) F ç o di gr m d s forç s ue gem so re rr . u ndo o ponteiro volt se d esloc r p r direit por lguns inst ntes e volt à posição centr l. em ue e é um teri de tensão con st nte. 65. ) logo em seguid volt à posição cen r l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . Unicam -SP Uma barra de material condutor de massa igual a 30 g e com riment o 10 cm. Vunesp A figur represent um d s experiênci s de F r d y ue ilustr m indução eletrom gnétic . e) p r es uerd com um osci l ção cuj fre üênci e mplitude se reduzem continu mente té ch ve ser deslig d . c) C lcule intensid de d indução m gnétic B. u ndo o ponteiro se desloc p r es uerd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. K é um ch ve. sus ensa or dois fios rígidos também de material condutor e de massas des rezíveis. é colocada no interior de um cam o magnético. com o ponteiro n posição centr l. u ndo o ponteiro volt à posição centr l. GABARITO IMPRIMIR Qu ndo ch ve K é lig d . form ndo um ângulo com vertic l (como indic do n vist de l do). u ndo o ponteiro se desloc p r es u erd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. d) p r es ue rd com um oscil ção de fre üênci e mplitude const ntes e ssim se m ntém té ch ve se deslig d .

no sentido horário. som d s lt ern tiv s corret s. então. UnB-DF A figur ixo mostr o es uem de um espectrômetro de m ss ide liz d o por Dempster. celer dos devido um diferenç de potenci l U. é diret ment e proporcion l o v lor d corrente i. 68. no interior de um solenóide. conforme mostr figur ixo. ger do por um corrente i. B = 0. cujo pl no é perpendicul r o c mpo B.5 T. c lcule. (16) O número de pilh s no primário não é su ficiente p r o surgimento d volt gem induzid . em direção el . o serv rá. de direção perpe dicul r o pl no dest folh de p pel e sentido p r for dest págin . ( ) forç eletromotriz induzid é invers mente proporcion l o interv lo de tempo em ue há v ri ção de fluxo m gnético. r = 0.6 X 10–27 kg e despreze p rte fr cionári de seu result do. descrevend o um tr jetóri → semi-circul r de r io r. o surgimento de um corrente induzi d . percorrendo um fio retilíneo longo. P r isso. são produzidos íons de m ss M e c rg + . Em seguid . Um corrente c ontínu não produz c mpo m gnético no núcleo de ferro. nest . ou podem ser ger dos por meio d circul ção de correntes elétric s em condutores. Consider ndo-se ger ção ou v ri ção destes no tempo. considere 1 um = 1. c r reg ndo um ímã com o pólo norte volt do p r um espir circul r e c minh ndo. m ss M de um dess es íons. N fonte F. d uirindo um velocid de d d (2 U) 1/2 .5 V serem li g d s o primário de um pe ueno tr nsform dor.0 X 103 V. como respost . os íons penetr m pel expressão v = M → em um região onde existe um c mpo m gnético uniforme B. Volt r FÍSICA . ( ) intensid de do c mpo m gnético. c so exist . sendo. Dê. O número de espir s d o in do secundário não é sufi nte p r o surgimento d volt gem induzid . S endo ue o módulo d forç m gnétic ue tu so re os íons é d do pel expressão F = vB e consider ndo U = 5.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . não h verá volt gem induzid no secundário. con forme ilustr figur . O c mpo m gnético cri do n o in primári não tr vess o secundário. ue são inseridos em um região onde existe um c mpo elétrico → uniforme E. m s ele não v ri com o tempo. Esse p relho foi us do p r medir m ss de íons. Qu l(is) d (s) firm ção(ões) seguinte(s) justific (m) esse f to? primário secundário Núcleo de ferro IMPRIMIR (01) (02) (04) (08) Existe um fluxo m gnético no secundário. ( ) um o serv dor.66. ( ) intensid de do c mpo m gnéti co. região de c mpo elétrico uniforme tr jetóri 22 U F E região de c mpo elétrico uniforme r j nel de inspeção GABARITO 67. em unid des de m ss tômic (um ).6 X 10–19 C. o long o de seu eixo. UFGO C mpos m gnéticos podem est r presentes de form n tur l em lguns m teri is. UFMS Após du s pilh s de 1. é proporcion l o produto do número de espir s por un id de de comprimento pel corrente ue circul n espir .1 m e = 1.

.

de mesmo sentido. com c rg de 1mC se desloc no vácuo. ( ) As linh s do c mpo de indução m gnétic . ( ) P rtícul s elet riz d s são c p zes de inter gir com um c mpo elétrico.5 V. O c mpo m gnético result nte. com velocid de de 2 km/s. Neste c so. é nulo. ( ) terá intensid de proporcion l N. um estud nte precis de 6 V.C tólic -DF As firm ções seguir enfoc m spectos v ri dos de fenômenos estud do s pelo Eletrom gnetismo. desprez d s u is uer outr s inter ções. Considere um ímã proxim ndo-se de um o in form d por N e spir s de um fio condutor. ( ) terá seu sentido invertido u ndo o ímã estiver s indo l . como represent do n figur . IMPRIMIR Volt r FÍSICA . um p rtícul mic roscópic . Ele pode resolver o pro lem utiliz ndo um tr nsform dor de volt gem com rel ção de 2 : 1 entre s o in s do primário e do secundário.69. ( ) P r f zer funcion r um rin uedo. U. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. desde ue estej m em movimen to rel tivo à fonte do c mpo. m s dispõe de pen s du s pilh s de 1. forç m gnétic sofrid pel p rtícul é sempr e perpendicul r o seu vetor velocid de.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . ger do pelo co njunto dess s correntes num ponto e uidist nte os fios. 23 70. ( ) depende d v elocid de de proxim ção do ímã. S N i R GABARITO A corrente elétric induzid n o in ( ) cri um c mpo m gnético ue se opõe à v ri ção d fluxo m gnético tr vés del . ( ) Num certo inst nte. como o tr nsform dor 220 V – 1 10 V de su c s . produzid s n s vizinh nç s de um condutor retilíneo gr ç s à corrente elétric ue o percorre. ( ) Por dois fios retilíneos e p r lelos p ss m corrent es elétric s idêntic s. p r lel m ente um c mpo m gnético de 5 T. UFGO O funcion mento de um ger dor elétrico tem por se o movimento rel tivo entre um ímã e um o in . são circunferênci concêntric s com o condutor. O módulo d forç m gnétic ue tu n c rg nesse in st nte v le 10 N.

Qu ndo o m rtelo se move p r frente. circul um corrente no sentido nti-horário. o u sej . Qu ndo fech mos ch ve I. sonor e térmic . o m rtelo descreve um movimento uniforme. Com isso. um corrente p ss circul r no solenóide S e el e se torn um ímã. o solenóide deix de tr ir rr de ferro e el volt p r posição de repouso pux d pel mol m. UFGO A seguir temos o es uem de um c mp inh . M T C A m F S B I + 24 ( ) Qu ndo pert mos o interruptor. Com isso. ch ve C é ert e corrente cess . extremid de A do solenóide é um pólo sul e extremid de B é um pólo norte. tr i rr de ferro F e o m rtelo M ue te no tímp n o T. potenci l elástic .Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . pert mos o interruptor.71. ( ) Nesse sistem estão presentes pelo menos 6 form s de energi : cinét ic . ( ) N volt p r posição de repouso. ( ) En u nto corrente está circul ndo. elétric . produzindo som. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . ( ) P r ument rmos intensid de do c mpo m gnético f orm do en u nto corrente está circul ndo. m gnétic . devemos ument r o t m nho d s espir s do solenóide.

B 10. V-F-F-F-V 41. A 37. B 14. –1. D 59. 4 + 8 + 16 + 32 49. D 13. C 48. E 20. V-F-V-F-V 53.Eletromagnetismo Avançar ¡ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  . 4. F-V-V-F-F 24. C 30. B 23. A 15. 90 N 29. 08 52. D 50. E 34.5 T 65. V-V-F-F 61. 08 17. E 32. V-F-V-V 68. B 11. 5. D 45. 40. A 51. 6. 15 31. B 58. 13 60. V-F-F-F-F 70. D 57. B 46. D 38. C 39. C 44. D 28. VV-V-V 71. A 12. V-F-F 6 3. D 27. 28 47. B 18. 1 + 4 25. B 19. V-F-F-V-V-V 56.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O C E C C 45 ) u ndo i1 e i2 tiverem mesmo sentido ) u ndo i1 e i2 tiverem sen tidos opostos 7. B 66. C 8. C 1. ) → T → 1 G A B A R IT O → Fm g P ) Fm = 3 — 10–3 N c) B = 1. C 21. 08 62. 25 67. C 54. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 55. 3. 48 35. A 26. V-F-F-V-F IMPRIMIR Voltar FÍSICA . E 64. C 43. V-F-F-V-V 33.2 V 16. 01 69. C 36. E 42. B 9. 2. 1 + 2 + 16 + 32 22.

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