FÍSICA CINEMÁTICA: MOVIMENTO UNIFORME E MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO REFLEXÃO LUMINOSA – ESPELHOS REFRAÇÃO LENTES CINEMÁTICA VETORIAL: MOVIMENTO

CIRCULAR, QUEDA LIVRE, LANÇAMONTO E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

LEIS DE NEWTON: APLICAÇÕES ÓPTICA EQUILÍBRIO ONDAS E M.H.S. TRABALHO E ENERGIA ELETROSTÁTI CA IMPULSO – QUANTIDADE DE MOVIMENTO – COLISÃO GRAVITAÇÃO ELETROMAGNETISMO HIDROSTÁTICA TER OLOGIA, DILATAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR TERMODINÂMICA ELETROSTÁTICA ELETRODINÂMICA IMPRIMIR Voltar

F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O r 1. UESC-BA Um carrinho de massa m, arremessado com velocidade V contra uma mol a, produz, nessa, uma deformação Dx. r Utilizando-se o sistema internacional de unid ades, as grandezas m, V e ∆x, referidas no texto, são expressas, respectivamente, em : 1) quilograma, centímetro por segundo e centímetro; 1 2) grama, metro por segundo e metro. 3) quilograma, metro por segundo e metro. 4 ) grama, centímetro por segundo e centímetro. 5) quilograma, quilômetro por hora e qui lômetro. 2. U. Católica Dom Bosco-MS A palavra grandeza representa, em Física, tudo o que pode ser medido, e a medida de uma grandeza física pode ser feita direta ou in diretamente. Entre as várias grandezas físicas, há as escalares e as vetoriais. A alte rnativa que apresenta apenas grandezas escalares é: a) temperatura, tempo, quantid ade de movimento e massa. b) tempo, energia, campo elétrico e volume. c) área, massa , energia, temperatura e impulso. d) velocidade, aceleração, força, tempo e pressão. e) massa, área, volume, energia e pressão. 3. UFR-RJ Leia atentamente o quadrinho abaix o: GABARITO Com base no relatório do gari, calcule a ordem de grandeza do somatório do número de f olhas de árvores e de pontas de cigarros que ele recolheu. IMPRIMIR 4. FEI-SP O perímetro do Sol é da ordem de 1010 m e o comprimento de um campo de fut ebol é da ordem de 100 m. Quantos campos de futebol seriam necessários para dar uma volta no Sol se os alinhássemos: a) 100.000 campos b) 10.000.000 campos c) 100.000 .000 campos d) 10.000.000.000 campos e) 1.000.000.000 campos Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

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5. PUC-RS O tempo é uma das grandezas físicas fundamentais e sua medição ou contagem é dec isiva na descrição da maioria dos fenômenos. Relógios atômicos e cronômetros precisos, em m itos casos, não bastam para medir o tempo: deve-se empregar, também, um calendário. Po r calendário, entende-se um conjunto de regras utilizadas com a finalidade de agru par os dias para facilitar a contagem do tempo. Nosso calendário, e de grande part e do mundo, é o Gregoriano, instituído no pontificado do papa Gregório XIII, a partir do ano de 1582. O principal objetivo do Calendário Gregoriano era fazer coincidir o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de março, pois esta data s ervia (e serve) como referência para determinar a Páscoa. Algumas das regras emprega das no Calendário Gregoriano são: • mantém-se a Era Cristã, que já havia sido adotada no an de 525 da referida era, e que tem no nascimento de Cristo o início de sua contage m, com o primeiro ano sendo o ano um (o ano imediatamente antes foi designado um antes de Cristo e não existiu o ano zero); • omitiram-se dez dias no mês de outubro d e 1582, de modo que a quinta-feira, dia 4, seguisse a sexta-feira, dia 15 (com i sso se recoincidia o equinócio da primavera, no hemisfério norte, com o dia 21 de ma rço); • os anos da Era Cristã múltiplos de 100 (anos centenários) deixariam de ser bissext os, exceto quando fossem também múltiplos de 400 (com isso, retirava-se um dia a cad a 100 anos e adicionava-se um dia a cada 400 anos, permitindo uma melhor aproxim ação entre as datas do Calendário e os eventos astronômicos). Com base nessas informações, feitas três afirmativas: I. O ano de 1600 e o ano 2000 são bissextos. II. O Terceir o Milênio da Era Cristã iniciou no dia 1º. da janeiro do ano 2000. III. O Terceiro Milên io da Era Cristã iniciará no dia 1º. de janeiro de 2001. Analisando as afirmativas aci ma, conclui-se que: a) somente I é correta; d) I e II são corretas; b) somente II é co rreta; e) I e III são corretas. c) somente III é correta; 6. I.F. Viçosa-MG Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas c arteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a p rova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do a luno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na supe rfície da Terra. GABARITO

b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em re lação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nen referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação aos meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um r eferencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 7. U. Católica-DF Para buscar um vestido, Linda tem que percorrer uma distância total de 10 km, assim distribuída: nos 2 km iniciais, devido aos sinaleiros e quebra-molas, determinou que poderia gastar 3 minutos. Nos próximos 5 km, supondo pista livre, gastará 3 minutos. No per curso restante mais 6 minutos, já que se trata de um caminho com ruas muito estrei tas. Se os tempos previstos por Linda forem rigorosamente cumpridos, qual será sua velocidade média ao longo de todo o percurso? a) 50 km/h d) 11 m/s b) 1,2 km/h e) 60 km/h c) 20 m/s IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

8. FEI-SP Devido às chuvas, a vazão de água em um rio em função do tempo obedece ao gráfico abaixo. À jusante do rio existe uma usina hidrelétrica com uma represa de capacidade total de 500.000 m3 de água, que se encontra com 40% de sua capacidade. Quanto te mpo será necessário para que a represa fique em sua cota máxima se suas máquinas estiver em paradas para manutenção? Q (m3/h) a) 14 dias b) 10 dias c) 08 dias d) 06 dias e) 05 dias 280 t (h) 100 1.000

9. Unifor-CE Um intervalo de tempo igual a duas horas pode ser expresso em segun dos, com dois algarismos significativos e notação científica, por: d) 7,20 . 103 a) 72 ,0 . 102 b) 72 . 103 e) 7,2 . 103 c) 0,72 . 104 10. U.E. Londrina-PR Sabe-se que o cabelo de uma pessoa cresce em média 3 cm a cada dois meses. Supondo que o cabe lo não seja cortado e nem caia, o comprimento total, após terem se passado 10 anos s erá: a) 800 mm d) 1800 mm b) 1200 mm e) 150 mm c) 1000 mm 11. U. Católica-DF Em uma prova de resistência de 135 km, um ciclista percorreu 30 km nos primeiros 15 minut os, 27 km nos 15 minutos seguintes, 24 km nos 15 minutos subseqüentes, e assim suc essivamente. O tempo que o ciclista levou para terminar a prova foi: a) 75 minut os. d) 95 minutos. b) 45 minutos. e) 170 minutos. c) 90 minutos. 12. Vunesp Mulher dá à luz bebê gerado no intestino “CAPÃO BONITO - Carmen Abreu, de 29 anos, deu à lu um menino de 2,3 quilogramas, gerado no intestino. O parto foi realizado no dia 8, na Santa Casa de Capão Bonito, a 230 quilômetros da capital. O caso raro de grav idez extra-uterina só foi ontem divulgado pelo hospital. O óvulo fecundado, em vez d e descer pela trompa e alojar-se no útero, entrou na cavidade abdominal, fixando-s e na alça intestinal. Mãe e bebê passam bem.” 3 GABARITO Neste artigo, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo de 06/03/2001, aparecem várias grandezas físicas das quais podem-se destacar: a) tempo, distância e massa. d) data, distância e peso. b) data, distância e massa. e) tempo, data e distância. c) te mpo, distância e peso. IMPRIMIR 13. UFPE O fluxo total de sangue na grande circulação, também chamado de débito cardíaco, faz com que o coração de um homem adulto seja responsável pelo bombeamento, em média, de 20 litros por minuto. Qual a ordem de grandeza do volume de sangue, em litros, bombeado pelo coração em um dia? a) 102 d) 105 3 b) 10 e) 106 c) 104 Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

14. UFR-RJ Considere uma aeronave viajando a 900 km/h em movimento retilíneo e uni forme na rota Rio-Salvador. Num dado trecho, o tempo médio gasto é de aproximadament e 75 minutos. Entre as alternativas abaixo, a que melhor representa a distância pe rcorrida pela aeronave no determinado trecho é: a) 1025 km d) 975 km b) 675 km e) 1125 km c) 1875 km 15. U.E. Londrina-PR Um pequeno animal desloca-se com velocid ade média igual a 0,5 m/s. A velocidade desse animal em km/dia é: a) 13,8 b) 48,3 c) 43,2 d) 1,80 e) 4,30 16. FEI-SP Um trem de 200 m de comprimento atravessa compl etamente um túnel de 1.000 m em 1 min. Qual é a velocidade média do trem? a) 20 km/h b ) 72 km/h c) 144 km/h d) 180 km/h e) 200 km/h 17. UFMT O gráfico abaixo ilustra a marcação de um sinaleiro eletrônico. Nesse tipo de equipamento, dois sensores são ativad os quando o carro passa. Na figura, os pulsos vazios correspondem à marcação do primei ro sensor, e os pulsos cheios à marcação do segundo sensor. Considere que a distância en tre os dois sensores seja de 1 m. 4 GABARITO Qual(is) veículo(s) teria(m) sido multado(s), considerando que a velocidade máxima p ermitida no local seja de 30 km/h? 01. Os carros 2 e 4. 02. Os carros 1 e 2. 04. Os carros 1 e 4. 08. Os carros 1 e 3. 16. Nenhum carro seria multado. Dê, como re sposta, a soma das afirmativas corretas. 18. Unifor-CE Certo fabricante de tinta garante cobertura de 16m2 de área por galão de seu produto. Sendo 1 galão = 3,6 litro s, o volume de tinta necessário para cobrir um muro de 2,0 m de altura e extensão 14 0 m é, em litros, a) 6,0 b) 10 c) 18 d) 25 e) 63 19. ITA-SP Uma partícula, partindo do repouso, percorre no intervalo de tempo t, uma distância D. Nos intervalos de t empo seguintes, todos iguais a t, as respectivas distâncias percorridas são iguais a 3 D, 5 D, 7 D etc. A respeito desse movimento pode-se afirmar que IMPRIMIR a) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento cresce exponen cialmente com o tempo. b) a velocidade da partícula cresce exponencialmente com o tempo. c) a distância da partícula desde o ponto em que inicia seu movimento é diretam ente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. d) a velocidade da partícula é diret amente proporcional ao tempo elevado ao quadrado. e) nenhuma das opções acima está cor reta. Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

20. UFR-RJ “Maurice Greene, o homem mais rápido do Planeta”. Ex-vendedor de hambúrger bate o record e mundial dos 100 metros em Atenas. Não faz muito tempo, Maurice Greene era um dos muitos adolescentes americanos que reforçavam o orçamento familiar vendendo hambúrger es em Kansas City, sua cidade. Mas ele já corria desde os 8 anos e não demorou a des cobrir sua verdadeira vocação. Trocou a lanchonete pela pista de atletismo e ontem t ornou-se o homem mais rápido do planeta ao vencer os 100 metros do meeting de Aten as, na Grécia, estabelecendo um novo recorde mundial para a prova. Greene, de 24 a nos, correu a distância em 9 s 79, superando em cinco centésimos de segundo a marca anterior (9 s 84), que pertencia ao canadense Dono Van Bailey desde a final olímpi ca de Atlanta, em julho de 1996. Jamais um recordista conseguira tal diferença des de a adoção da cronometragem eletrônica, em 1978. O Globo, 17 de junho de 1999. 5 Com base no texto acima, pode-se afirmar que a velocidade média do homem mais rápido do planeta é de aproximadamente: a) 10,21 m/s d) 10,40 m/s b) 10,58 m/s e) 10,96 m/s c) 10,62 m/s O enunciado a seguir refere-se às questões 5 e 6. Antônia vai correr a maratona (42,195 km) e o números de sua camiseta é 186. 21. Vunesp Nas provas dos 200 m rasos, no atletismo, os atletas partem de marcas localizadas em posições difer entes na parte curva da pista e não podem sair de suas raias até a linha de chegada. Dessa forma, podemos afirmar que, durante a prova, para todos os atletas, o a) espaço percorrido é o mesmo, mas o deslocamento e a velocidade vetorial média são difere ntes. b) espaço percorrido e o deslocamento são os mesmos, mas a velocidade vetorial média é diferente. c) deslocamento é o mesmo, mas o espaço percorrido e a velocidade ve torial média são diferentes. d) deslocamento e a velocidade vetorial média são iguais, m as o espaço percorrido é diferente. e) espaço percorrido, o deslocamento e a velocidad e vetorial média são iguais. 22. Univali-SC No grande prêmio da Austrália de 1999, na ci dade de Melbourne, o piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz da escuderia SAUBER foi o 12 . colocado. Em uma das voltas alcançou a velocidade de 1800 metros em 16 segun dos. Neste caso, a sua velocidade em km/h foi de: a) 450 b) 210 c) 405 d) 380 e) 360 23. UEMS Com base no gráfico, referente ao movimento de um móvel, podemos afirm ar que: a) a função horária do movimento é S = 40 + 4 t; b) o móvel tem velocidade nula em t = 20 s; c) o móvel passa pela origem em 20 s; d) a velocidade é constante e vale 4 m/s; e) o móvel inverte o sentido do movimento no instante t = 10 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

24. Unifor-CE Um livro de Física tem 800 páginas e espessura 4,0 cm. A espessura de uma folha do livro vale, em mm: a) 0,025 d) 0,15 b) 0,050 e) 0,20 c) 0,10 25. UF RS Um automóvel, A, faz o percurso de ida e de volta sobre o mesmo trecho, de 20 k m, de uma rodovia. Na ida sua velocidade média é de 60 km/h e na volta sua velocidad e média é de 40 km/h, sendo t A o intervalo de tempo para completar a viagem. Outro automóvel, B, faz o mesmo percurso, mas vai e volta com a mesma velocidade média, de 50 km/h, completando a viagem em um intervalo de tempo tB. Qual é a razão tA / tB e ntre os citados intervalos de tempo? a) 5 4 b) 25 24 c) 1 d) 25 28 e) 5 6 6

26. UFSE Numa cidade, uma pessoa deseja chegar a um ponto situado a 1,0 km de su a localização atual, numa direção a 53 ao norte do leste. Todas as ruas que permitem levál ao destino têm direção norte-sul ou direção leste-oeste. A distância mínima que a pessoa d percorrer para chegar ao ponto desejado é, em km: Dados: sen 53 = 0,80 cos 53 = 0,6 0 a) 1,0 b) 1,2 c) 1,4 d) 1,6 e) 1,8 27. Cesgranrio Antonio vai correr a maraton a (42,195 km). Se Antônio completa a corrida em 4h5min, a ordem de grandeza de sua velocidade média é de: d) 10–2 m/s a) 101 m/s b) 100 m/s e) 10–3 m/s c) 10–1 m/s 28. U.F. Santa Maria-RS No gráfico, representam-se as posições ocupadas por um corpo que se de sloca numa trajetória retilínea, em função do tempo. Pode-se, então, afirmar que o módulo d velocidade do corpo: a) aumenta no intervalo de 0 s a 10 s; b) diminui no inter valo de 20 s a 40 s; c) tem o mesmo valor em todos os diferentes intervalos de t empo; d) é constante e diferente de zero no intervalo de 10 s a 20 s; e) é maior no intervalo de 0 s a 10 s. 29. F.M. Itajubá-MG Considerem-se dois pontos A e B, se m ovimentando sobre uma mesma reta, num mesmo sentido. Na origem dos tempos eles d istam 2 000 m. Sendo a velocidade escalar de A igual a 100 km/h e a de B igual a 50 km/h, constantes, em quantas horas A encontra B? a) 0,40 b) 0,25 c) 0,04 d) 2,40 e) 40,00 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA - Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar

 

 

 

Unifor-CE Um trem parte às 16 h de uma sexta-feira para uma viagem de 500 km. d) 14 h de sábado. b) 2. Suponha que os restos mais profundos encontrados sejam da época em que a espécie Neandertal típica surgiu na Terra (isto é. é pos sível estimar que. UFRN A figura abaixo mostra um corte vertical de uma escavação feita no Oriente Médio. U. é correto afirmar que: a) sua aceleraçã unca pode mudar de sentido. sem haver necessariamente mudança no sentido da veloci dade. d) 1. Sabe-se que esse trem. em unidades arbitrárias. c) 16 h de sábado. b) 2 h de domingo.7 30. o trem chegou ao destino às: a) 12 h de domingo . Com o passar do tempo. é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 1 2 e) 1 3 GABARITO 32. Os pontos assinalados representam restos de típicos homens de Neandertal que foram ali depositados há dezenas de milhares de anos. percorrida pela partíc ula no intervalo de tempo (∆t2). há cerca de 70 000 anos) e os restos mais superficiais correspondam aos últimos seres dessa espéci e (que viveram há cerca de 30. ficou parado no meio do percur so durante 12 horas.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . percorr ida pela partícula no intervalo de tempo (∆t1). Com base nisso e nos dados da figura. a sua aceleração será neces sariamente nula neste mesmo instante. devido ao descarrilamento de outro trem.25 metro a cada 10 000 anos. representa. UFRS O gráfico de velocidad e (v) contra tempo (t). Viçosa-MG Em relação ao movimento de uma partícula. mostrado ao lado. e) quando sua velocidade é constante.75 metro a cada 10 000 anos. O quociente d1 / d2 entre a distância d1. Da figura. e a distância d2.50 metros a cada 10 000 anos. d) um aumento no módulo da sua aceleração acarre ta o aumento do módulo de sua velocidade. Nessas condições. quando em movimento. a su a aceleração também é constante e não nula. é possível obter-se a pro fundidade de cada sepultamento. camad as de sedimento foram cobrindo as sepulturas e. no intervalo de tempo entre o primeiro e o último sepultamento.F. c) 0. vários sepultamentos foram feitos. praticamente uns sobre os outros. 31. e) 2 h de sábado.25 metros a c ada 10 000 anos. IMPRIMIR b) sua aceleração nunca pode mudar de direção sem a mudança simultânea de direção da veloci c) quando sua velocidade é nula em um determinado instante. dessa forma. 33. Voltar FÍSICA . o m ovimento retilíneo de uma partícula.000 anos). a taxa média com que ocorreu a deposição de sedimentos nessa região foi cerca de: a) 2. mantém uma média de velocidade de 50 km/ h e que.

a velocidade escalar média entre 0 e 8. ambas as velocidades medidas em relação ao solo. U m observador. 35 . percorrendo uma trajetória retilínea. Como o trem B tem o dobro da velocidade do trem A. O maquinista do trem A observa que o mesmo se desloca com velocidade consta nte de 36 km/h. 64. é de 108 km/h. pois não foi fornecido o tempo gasto pelos trens para atravessá-la. portanto. em menor tempo. de 150 metros de comprimento. O comprimento da ponte é 200 metros. tanto na ida como na volta. O mov imento do ratinho foi sempre retilíneo e uniforme. em função do tempo. em relação ao trem A. O ratinho deslocou -se com velocidade constante entre os instantes t = 5. 08. então. a) 0. O gráfico da figura representa as posições do ratinho e do gato. do seu ponto de partida. 16.0 s vale. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01.0 s e t = 7. Unifor-CE Sendo fornecido o gráfico das posições em função do tempo para certo movimento . como resposta. Supondo que o s freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante.0 segundo antes do gato que. não consegue alcançá-lo. começa a atravessar uma ponte férrea de pista dupla. UFSC Um trem A. O piloto. 32. como resposta. um gato pula sobre o caminho do ratinho e ambos disparam a correr: o ratinho retornando sobre a mesma trajetória em busca da segurança da toca e o gato atrás do ratinho. em relação ao trem B.0 e) 2. 02. UFRJ Numa competição automobilística.50 c) 1.8 34. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 37. a soma das alternativas corretas.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . de 500 met ros de comprimento.5 GABARITO 36. 02. 08. isto é. 04. Dê. calcule a velocidad e do carro no instante em que o piloto pisou o freio. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s) sobre o movimento do ratinho e do gato: 01. 04.0 d) 2. que se desloca do norte para o sul. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocid ade do carro para 30 m/s. 64. no mesmo instante em que um outro trem B. No instante t = 11 s. O gato encontrava-se a 5. A velocidad e do trem A. é de 108 km/h. ele leva a metade do temp o para atravessar a ponte independentemente do comprimento dela. O comprimento d a ponte é 125 metros e os trens a atravessam em 15 segundos. 32. 16. Não podemos calcular o comprimento da ponte. UFSC Um ratinho afasta-se de sua toca em busca de alimento. O ratinho c hega 1. um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade. da sua toca. em m/s. enquanto o maquinista do trem B verifica que o seu trem está a uma velocidade constante de 72 km/h. Dê. O gato perc orre uma distância maior que a do ratinho. A velocidade do trem B. Durante a freada o carro percorre 160 m. isto é.0 metros do ratinho quando começou a persegui-lo. observa que os trens com pletam a travessia da ponte ao mesmo tempo. considerando que no instante t = 0. inicia a travessia da po nte. O ratinho parou duas vezes no seu trajeto de ida e volta até a toca. o rat inho partiu da posição d = 0. a so ma das alternativas corretas. No instante t = 10 s o ratinho encon tra-se a 10 m da sua toca. deslocando-se do sul para o norte.25 b) 0. por isso alcança-o antes que ele possa chegar à toca. situado em uma das extremidades da ponte.0 s. Os trens atravessam a ponte em 35 segundos .

35 metros é o espaço que Maurren deve percorrer com 19 passadas e num tempo máximo de 4. Maurren entrou no Estádio de Atletismo da Universidade de Manitoba para o aquecim ento e sobretudo para os arranjos de pista que combinara com o treinador. U. medalha de ouro no salto em distância. Um terceiro bloco a auxiliou na marcação de 10. aproximadamente: a) 3. mediu 37.M.5 m/s2 a) 12 m/s2 40. Depois de 10 s.09 m/s2 c) 2.95 metros. um velocista cobre o p ercurso no intervalo de tempo aproximado de 9. marcou à margem da pista também o ponto 31. O móvel “ m movimento uniformemente acelerado de 6 m/s2. e prata nos 100 m com barreira nos Jogos Panamericanos de Winnipeg. Alfenas-MG A revista Época de 2 de agosto de 1999 trouxe uma reportagem sobre a atleta brasil eira Maurren Higa Maggi.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Segue um pequeno trecho da rep ortagem: “Às 18 horas. em km. 9 Depois de quanto tempo o 2º automóvel alcançará o 1º ? . a) 60 min b) 70 min c) 80 min d ) 90 min e) 56 min 41. Com o auxílio de um bloco vermelho ce dido pelos organizadores do Pan. Os 37. PUC-PR Dois motociclistas. a distância. PUC-PR Um automóvel parte de Curitiba com destino a Cascavel com velocidade de 60 km/h. de dois ônibus que partir m simultaneamente.35 m em movimento uniformemente variado e par ta da marca feita com fita adesiva.50 segundos” IMPRIMIR Supondo que Maurren percorra os 37.47 m/s2 d) 1. 20 minutos depois parte outro automóvel de C uritiba com o mesmo destino à velocidade 80 km/h.0 s.35 metros a partir da marca que antecede a caixa de salto e marcou o chão com uma fita adesiva. .47 m/s2 e) 1. em met ros. A que distância do Recife. No início da contagem dos tempos suas posições são Xa = 20 m e Xb = 300 m. Itajubá-MG Suponha dois móveis “A” e “B” partindo do repouso de um ponto “0” e seg em direções ortogonais entre si. ocorre o encontro entre os dois ônibus? a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 70 39. Juiz de Fora-MG Numa corrida de 100 m rasos. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de C aruaru para o Recife. UFPE O gráfico abaixo mostra as posições. U. 25 minutos antes do início da disputa com as outras 11 atletas. F.F. A e B.69 m/s2 b) 3. percorrem uma pista retilínea com velocidades constantes Va = 15 m/s e Vb = 10 m/s. entre os dois móveis será de: a) 400 b) 250 c) 700 d) 500 e) 50 42.25 metro s. supondo que esta seja constante durante o percurso? b) 10 m/s2 c) 5.08 m/ s2 Voltar FÍSICA . Zelosa como uma costureira. a mínima aceleração que a atleta deve imprimir é de.0 m/s2 d) 2. A B B A GABARITO O tempo decorrido em que o motociclista A ultrapassa e fica a 100 m do motocicli sta B é: a) 56 s b) 86 s c) 76 s d) 36 s e) 66 s 43. O móvel “A” tem velocidade constante de 40 m/s. em função do tempo. As distâncias são medidas a partir do Recife.38. Qual é a aceleração aproximada do v elocista.

000 espectadores possui 1 0 saídas.44. Dos gráficos po sição tempo e velocidade tempo seguintes. Unimontes. FEI-SP Um estádio de futebol com capacidade para 150. por onde passam em média 500 pessoas por minuto. num local onde se pode desprezar a resistência do ar. aqueles que melhor representam esse fato d escrito estão na alternativa: a) b) 10 c) d) GABARITO 46. U. Santa Úrsula-RJ O gráfico abaixo representa a velocidade de um corpo ao longo de uma reta. em função do tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Podemos afirmar que a aceleração do corpo é de: IMPRIMIR a) 6 m/s2 b) 3 m/s2 c) 2 m/s2 d) –2 m/s2 e) –6 m/s2 Voltar FÍSICA .MG Um estudante jogou uma esfera de fe rro para cima. Qual é o tempo mínimo para es vaziar o estádio em um dia onde 2/3 de seus lugares estão ocupados: 1 1 1 3 a) 4 h b ) 3 h c) 2 h d) 4 h e) 1 h 45.

Neste caso. Para isto seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. em metros. no instante t = 6 segundos. 50. 45 C. Determine: a) A aceleração do móvel B é. 12. são VA = t e VB = 3t. e) em t = 0 s a aceleração do móvel A é 16 m/s2. d) a velocidade do móvel A em t = 9 s é 7 m/s. 5. a força de resistência do ar é desprezível. um pesquisador anotou as posições de dois móveis A e B.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . 55 B.. 49. c) a aceleração do móvel A é –1. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .0 D. 11 b) nos 10 primeiros segundos o móvel A percorre 50 m e o móvel B 100 m. igual a: A. em m/s2. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som.47.0 m/s2 e do móvel B é –3. pode-se afirmar que: a) em t = 2 s e t = 9 s a velocidade do móvel A é igual a velocidade do móvel B. pode-se afirmar que: a) a acele ração do móvel A é maior que a do móvel B.5 B. b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. Suponha que a vel ocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravid ade seja igual a 10 m/s2.5 Tempo (t) em segundos 0 1 2 3 4 Posição em metros A –5 0 5 10 15 B 15 0 –5 0 15 b) A distância. b) a aceleração do móvel A é sempre maior que a d el B. UFR-RJ O gráfico ao lado mostra as velocidade s em função do tempo de dois móveis A e B. UERJ Durante um experimento. UFR-RJ O gráfico abaixo r epresenta os movimentos de dois móveis A e B. entre os móveis A e B. GABARITO Observando o gráfico. c) a velocidade do móvel B em t = 2 s é nula. no S. UFRJ Um paraquedista rad ical pretende atingir a velocidade do som. 50 D. equipado com roupas pressurizadas. O movimento de A é uniforme e o de B é uniformemente variado. elaborando a tabela ao lado. 2. 10 .0 m/s2.I. 60 48.0 C. d) os móveis A e B têm movimento retrógrad s equações das velocidades. corres ponde a: A. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/ s. Como nessa alti tude o ar é muito rarefeito.

Unifor-CE Consid ere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme . quanto ao módulo do vetor velocidade. possui uma veloci dade escalar de 10 m/s.10t . c) 10 minutos. b) no treino A o atleta levou 0. b) é de 12 m/s. Um observador fixo na terra poderá afirmar. E. em dois treinos A e B. Dessas afirmações.51. b) II é correta.4t2 2 b) x = 400 + 20t + 2t e) x = 800 . estão representadas as velocidades.0 s a menos que no treino A. Com relação aos tempos gastos pelo atleta nos dois treinos para percorrer os 100 m. A aceleração é um vetor de intensidade constante. 52. III. e) 1. desenvolvidas por um atleta. 56. 12 IMPRIMIR GABARITO x(m) t(s) 800 700 200 –700 0 10 20 30 A equação horária do movimento da partícula no SI é: a) x = 400 + 5t – 2t2 d) x = 800 .2 m de A.20t + t2 c) x = 800 + 10t + 2t2 Voltar FÍSICA . e) II e III são corretas. Santa Casa/Vitória-ES Na figura. com velocidades const antes de 4. b) 50 segundos.2 m/s e 5. Acafe-SC A tabela abaixo relaciona as posições ocupadas por uma pa rtícula em relação a um mesmo referencial que realiza um movimento retilíneo uniformemen te variado. Não há aceleração. 53. em função do tempo. em um ponto B situado a 2.4 m/s.M. d) I e II são corretas. UFMT Partindo do repouso.0 hora. c) no treino B o atleta levou 1. c) é proporcional ao quadrado do tempo. que o módulo do vetor: a ) depende da massa do corpo. som e: a) I é correta. d) é um vetor cujo módulo é constante. no mesmo sentido. e) no treino A e no treino B o at leta levou o mesmo tempo. d) 40 minutos. II. e) vale 15 m/s. um avião percorre a pista de decolagem com aceleração constante e atinge a velocidade de 360 km/h em 25 segundos. UFR-RJ Um corpo é abandonado de uma altura H (em relação ao solo) e m queda livre e.0 s a menos que no treino B. respectivamente. para uma corrida d e 100 m rasos. ao passar por um ponto A da trajetória retilínea. que: a) no treino B o atleta levou 0. Fatec-SP Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua. d) no treino A o atleta levou 1. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória.4 s a menos que no treino A. de forma aproximada.4 s a menos que no trein o B. pois não há do vetor velocidade. Qual o valor da aceleração em m/s2? 55. podemos afirmar. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: a) 30 segundos. c) III é correta. 54.

Avançar .

e) Os dois móveis possuem velocidades iguais em c ada instante. a velocidade (v) e a ac eleração (a) de uma partícula que se move ao longo do eixo y são dadas.57. b) A aceleração do móvel B é maior do do A. A função horária que melhor representa o movimento do móvel é S = –3 t2 –12t –12 b) S = 12 t2 – 3t +12 c) S = 4 t2 + 2t + 6 d) S = –3 t2 + 12t – 12 e) S –4t2 + 2t – 6 13 IMPRIMIR 61. 60. UFPR A posição (y). 62. em função do tempo t). em m/s: a) 43 d) – 7 b) 25 e) – 16 c) 18 59. Católica Dom Bosco-MS Um corpo é abandonado de uma altura de 5 m e. U. é correto afi mar: a) A aceleração do móvel A é maior do que do B. O módul o da velocidade média (em m/s) dessa partícula. U. ( ) Essas equações repres entam o movimento de uma partícula em queda livre.F. em unidades do SI . Católica de Salvador-BA A figura representa os gráficos espaço X tempo para doi s móveis. entre os instantes t = 1 s e t = 3 s .0 t2. ( ) A velocidade média entre os instantes t = 1 s e t = 3 s é 64 m/s. Santa Maria-RS A função horária para uma partícula em movimento r etilíneo é x = 1 + 2t + t2 onde x representa a posição (em m) e t. UFSE A função horária das posições de uma partícula é dada. v = 6t + 12t2 e a = 6 + 24t. é correto afirmar: ( ) O deslocamento da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2 s é 44 m. U. Considerando esses dados. Nessas condições. pelas equações:y = 2 + 3t2 + 4t3. A velocidade da partícula no instante t = 3. ( ) No instante t = 2 s a velocidade da partícula está diminuindo. que se movem segundo trajetória retilínea.0 s é. ao atingi r o solo. por s = 40 – 25 t + 3. c) A velocidade do móvel B é sempre maior do que a do A. no Sistema Internacional de dades. d) A velocidade do móv el A é sempre maior do que a do B. é: a) 2 d) 12 b) 4 e) 16 c) 6 GABARITO Voltar FÍSICA . UEMS É dado o gráfico da posição de um móvel em função do tempo. A e B. ( ) A velocidade instantânea em t = 2 s é igual a 60 m/s. tem módulo igual a: a) 4 d) 10 b) 6 e) 12 c) 8 5 8. em m/s. sua velocidade.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . o tempo (em s).

como resposta.63. se a ve locidade máxima permitida no trecho for de 60 km/h. 04. onde x é medido em km e t em horas. o radar está a 2 km do início da estrada (km zero). a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 ) 2 s a 3 s d) 0 s a 1 s. Dê. 16. no percurso considerado? 14 a) 10 b) 15 c) 20 65. após 1 hora o carro passará pela cidade mais próxima do radar. 2 s a 3 s e 4 s a 6 s e) 1 s a 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . U. 08. Santa Maria-RS d) 25 e) 30 GABARITO A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do num movimento retilíneo. a velocidade do carro aumenta a uma taxa de 6 km/h em cad a hora. O computador ligado ao radar afere que a equação horária obedecida pelo carro é dada por: x(t) = 2 + 70t + 3t2. que se enco ntra a 73 km do mesmo. UFMT Um carro passa por um radar colocado em uma estrada longa e retilínea. em km/h. Qual a velocidade média do ciclista. em um determinado percurso reti líneo. em função do tempo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar tempo t (em s) para uma partícul de uma força resultante não-nula s a 1 s e 4 s a 6 s c s . UFPE O gráfico abaixo represe nta a velocidade de um ciclista. o condutor será multado por exce sso de velocidade. a soma das afirmativas corretas. após 5 horas o controlador de velocidade será acionado. 02. 64.F. Essa partícula esteve sob a ação no(s) intervalo(s) de tempo. é corr eto afirmar que: 01. Considerando que o carro é equipado com um limitador de velocidade que não permite que ele ultrapasse os 100 km/h e que no instante t = 0h o carro passa exatamente em frente ao radar.

É correto afirmar: ( ) O carro alcançará a motocicleta quando suas velocidades forem i guais. Para calcular a profundidade do poço o arqueólogo deixa cair uma pedra que é ouvida 3. Nos gráficos abaixo. ( ) As velo cidades do carro e da motocicleta. ( ) O carro alcançará a motocicleta no instante t = 14 s. em função do tempo. inicia m o movimento. passa p or ele uma motocicleta com velocidade constante de módulo 14 m/s.0 m/s2 e. são descritas no gráfico abaixo. uma curva refere-se ao movimento do carro e a outra ao movimento da motocicleta. As velocidades des envolvidas pelos automóveis. ( ) O carro alcançará a motocicleta na posição x = 64 m. no mesmo instante t = 0. respectivamente. a) 65 m b) 57 m c) 53 m 67. ( ) Os deslocamentos do carro e d a motocicleta. numa avenida retilínea. III. em função do tempo. é correto afirm ar que: d) 45 m e) 35 m 15 a) s1 > s2 e a1 = a2 b) s1 < s2 e a1 < a2 c) s1 > s2 e a1 < a2 d) s1 = s2 e a1 < a2 e) s1 < s2 e a1 > a2 GABARITO 68. movendo-se na me sma direção e sentido. UEMS Um arqueólogo descobriu um poço pré-histórico numa cidade de Mato Grosso do Sul .Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . podem ser representadas pelo gráfico III. colocados lado a lado.66. em função d tempo. Em cada gráfico.9 s depois. s1 e s2. Desse modo. podem ser representados pelo gráfico I. UFPB Dois automóveis 1 e 2. I. Quando o sinal abre. em função do tempo. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Sabendo-se que o poço é rico de um gás raro e que a velocidade em que o som se propaga neste gás é de 50m/s. o c arro começa a mover-se com aceleração constante de 2. neste instante. ( ) As acelerações do carro e da motocicleta. Os espaço percorridos pelos automóveis 1 e 2 até o instante T são. II. a profundidade do poço é: Considere g = 10m/s2. UFPR Um carro está parado diante de um sinal fechado. considere a posição inicial do carro como orig em dos deslocamentos e o instante em que o sinal abre como origem dos tempos. Su as correspondentes acelerações nesse instante T são a1 e a2. podem ser representadas pelo gráfico II.

0 s. nunca freou. UFSE A velocidade escalar de um corpo esta representada. no fi nal. como resposta. de: a ) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 Voltar FÍSICA .0 m de altura acima do piso do elevador.5 m/s2 71. foi de a) 0. 16 70. Durante este movimento. Sabendo que o teto está a 3. o tempo que a lâmpada demora para atingir o piso é a) 0. 08. que o iluminava. só acelerou. desacelera uniformemente. 04. em função do tempo. nesse percurso. 05/02. manteve sempre a velocidade constante. acelerou 3 vezes e freou 2 v ezes.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . em metros. uma lâmpada. d esprende-se do teto e cai. pois a lâmpada só atingirá o piso se o elevador sofrer uma des aceleração.5 m/s2 d) 2. 02. pelo gráfico: IMPRIMIR GABARITO No intervalo de 0 a 3. Dê.0 m/s2 pág.78 s c) 1. pois não se conhece a velocidade do elevador. o deslocamento escalar do corpo foi. estava com a velocidade menor que no início.69. manteve a velocidade constante por 5 períodos de tempo distintos. um automóvel de dimensões desprezíveis movimenta-se com velocidade de 25 m/s. saindo do túnel com velocidade de 5 m/s. pode-s e afirmar que o ciclista: 01. UFMT Pelo gráfico (abaixo) da velocidade de um ciclista em função do tempo.61 s b) 0.0 m/s2 e) 2. a soma das afirmativas corretas. O módulo de sua aceleração escalar. Durant e a travessia. PUC-SP Ao iniciar a travessia de um túnel retilíneo de 200 metros de comprimento .5 m/s2 b) 1. 16.tif c) 1.54 s d) infinito. ITA-SP Um elevador está descendo com velocidade constante. e) indeterminado. 72.

( ) Considerando uma margem de e rro de 50%. a aceleração do corpo é 1. 74. que parte do repouso. 08. respectivamente. é nula. ( ) A aceleração média do carro é 30 m/s2.0 m/s.0 m. ao percorrer uma pista de testes destituída de curvas. de um carro de Fórmula 1. em função do tempo. a) 0. ( ) A vel ocidade do carro aumenta inicialmente. No trecho CD.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . v = 4.7 m/s2.São Carlos-SP Uma partícula se move em uma reta com aceleração constante. UFMT O gráfico abaixo repre senta a aceleração. e) 20 m e 20 m. 02. No trecho BC. assinale o que for correto. a distância p ercorrida pelo corpo é 200 m e sua aceleração é nula. c) 10 m e 5.E. A velocidade média do corpo no trecho AC é.0 m e 10 m. A aceleração do corpo no trecho AB é igual a 4 m/s2. aproximadamente. pode-se afirmar que a velocidade final do carro é de 20 m/s. O módulo do deslocamento e o espaço percorrido pela partícu la nesse intervalo de tempo são. 16. 46. julgue os itens. A distância total percorrida pel o corpo no trecho AD é 2200 m. Ponta Grossa-PR Sobre um corpo que se movimenta conforme o gráfico abaixo . U. Voltar FÍSICA . 04. mas depois de 30 s diminui. IMPRIMIR GABARITO A partir das informações do gráfico. 17 01.F. b) 0.0 m e 20 m . U. d) 10 m e 10 m. em t = 60 s. como respos ta. ( ) A velocid ade do carro. em sentidos opostos.5 m/s2. a soma das alternativas corretas. 75. Sabese que no intervalo de tempo de 10s ela pass a duas vezes pelo mesmo ponto dessa reta. Dê. com velocidades de mesmo módulo.73.

a seguir. o móvel ap resenta uma velocidade média igual a 0. Unifor-CE Um móvel se desloca.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . Unifor-CE Atira-se uma pedra verticalmente. sobre o eixo x durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s. Cefet-PR O diagrama é representativo da velocidade de um móvel em horizontal. em função do t empo t. É co rreto afirmar que: IMPRIMIR a) b) c) d) e) sua aceleração é máxima entre os instantes t1 e t2. volta ao ponto de partida.76.0 s. Desprezando-se a resistência do ar. no instante t0 o móvel parte da posição igual a 0 m. Voltar FÍSICA . para o intervalo de t = 0 a t = 5. entre os in stantes t0 e t1 o móvel está recebendo o impulso de uma força não nula. o movimento é retilíneo e acelerado entre os instantes t1 e t2. O instante em que a posição do móvel é –30 m.5 v. entre os instantes t0 e t2. é: a) 10 d) 25 b) 15 e) 30 c) 20 77. O gráfico representa a posição x. o gráfico que pode representar a velocidade da pedra em função do te mpo é o: a) d) 18 b) e) c) GABARITO 78. em segundos. em movimento uniforme. Ela sobe e.

ao passar pelo segundo feixe. Estando as lanternas acesas. foi de: v (km / min) IMPRIMIR 1. que pode ser acionado com incidência do feixe de luz.00 m c) 20. 1. 80.75 m /s2 e) 0. ao com pletar a primeira metade de h. U. qual é o módulo de a0 da aceleração com que o elevador s e move durante esses intervalos? a)3. o desvio relativo percentual da medida de g. ness a viagem. Consiste em um cronômetro digital de grande precisão. Sabendo-se que os intervalos d e tempo A e C são ambos de 1. sendo ligado. uma em cada extremidade. determine. marca ndo 0.00 m/s2 b) 2. qual a distância total percorrida pelo elevador? a) 13. A velocidade escalar média desse automóvel.5 s.0 t (min) 0 2 b) 45 km/h 22 24 c) 54 km/h 43 45 d) 72 km/h e) 80 km/h a) 36 km/h Voltar FÍSICA .79. A velocidade desse corpo. um suporte e duas lanternas. será igual a: v 2v a) 2v b) 2v c) 3 d) e) 2 2 82. Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C são ambos de 1. UFBA A figura ao lado apresenta um arranjo experimental construído para determ inar o valor da aceleração da gravidade g local.50 m/s2 d) 0. em %.00 m/s2 c) 1.50 m e) 27. UFRS Os gráficos de velocidade (v) e aceleração (a) contra o tempo (t) representam o movimento “ideal” de um elevador que parte do repouso. sobe e pára. um tubo de vi dro transparente.35 m. M ackenzie-SP O gráfico abaixo mostra a variação da velocidade de um automóvel com o tempo . ao percorrer uma distância h.00 m GABARITO 81. o cronômetro é abandonado na parte superio r do tubo. durante uma viagem de 45 minutos. Considerando-se o valor médio da ac eleração da gravidade local como sendo 10. ao passar pelo primeiro feixe de luz e desligado. Católica de Salvador-BA Um corpo em repouso é abandonado em queda livre e ati nge a velocidade v.0 m/s2.5 segundo.50 m b) 18. separada s de 1.50 m/s2 2.25 m d) 22.5 s e que o interval o B é de 6 s.5 1. 19 Com base no enunciado responda os itens 1 e 2.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .

ela descreverá uma trajetória : a) retilínea horizontal b) retilínea vertical c) parabólica d) círculo e) quadrática 84. A chave é agarrada pelo amigo. c) 250 m. PUC-RS É possível observar durante o desenrolar de partidas de vôlei. instantes após.5 m/s2 d) 0. a partícula passa p elo ponto B com velocidade de 20m/s. invertendo o sentido de seu mov imento. em módulo.25 m acima do solo.8 m /s2 c) 0.0 3.0 B s (m) Sabendo-se que o seu movimento é uniformemente variado. é: a) b) c) d) e) IMPRIMIR 89. FEI-SP Um garoto joga uma chave para um amigo que se encontra em uma janela 5 m acima.0 m/s2 Voltar FÍSICA . é: a) 3 g b) 4 g c) 6 g d) 8 g e) 12 g 20 86. Caxias do Sul-RS Um corpo desloca-se com aceleração constante e negativa. estando inicialmente numa posição positiva e. quando comparada com a aceleração da gravidade (g = 10 m/s2).83. com velocidade de 8. v (m/s) 30 20 10 0 4 8 12 t (s) GABARITO 88.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . que alguns a tletas conseguem uma impulsão que lhes permite atingir 1.5 m/s 90. Qual é a veloc idade de lançamento da chave? a) 12.0 c) 4. em metro s.5 87. O gráfico correspondente à posição x do corpo em função do tempo t.0m/s. e) 420 m. da trajetória esquematizada abaixo. Univali-SC Num jogo de futebol. FEI-SP Um trem com velocidade constante. no int ervalo de tempo de 0 a 14 s. em m/s. d) 270 m. b) 210 m.5 b) 5.4 m/s2 e) 0 m/s2 a) 1. é: a) 7. vale a) 140 m. 2 segundos depois de lançada.5 m/s b) 10.5 d) 3.0 4. que melhor iden ifica seu movimento. v = 72 km/h faz uma curva no p lano horizontal com 500 m de raio. vale: a) 25 b) 30 c) 45 d) 50 e) 55 85. Fatec-SP Uma partícula passa pelo ponto A. No instante t = 3. no i nstante t = 0. Sua aceleração tangencial.0 m/s e) 2. Se a bola não bater na barreira. um jogador vai cobrar uma falta tentando enc obrir a barreira formada pelos adversários.5 m/s d) 5. Vunesp O gráfico ao lad o mostra como varia a velocidade v em função do tempo t de um corpo que se desloca s obre uma trajetória retilínea e horizontal.0 2. Ele chuta dando um impulso na bola par a cima e para a frente. a posição do ponto B. Sendo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. PUC-RS A velocidade de um carro de Fórm ula Um é reduzida de 324 km/h para 108 km/ h num intervalo de tempo igual a 1. a velocidade inicial do centro de massa do atleta. A 0 1. O espaço percorrido por este corpo. Qual é o módulo da aceleração total do trem? b) 0.0 m/s c) 7.0s. U.0 e) 1.0 s.

que mergulha fazendo um ângulo de 30 com a h orizontal. No solo. Considere as afirmativas que se referem ao movimento da aeronave no trecho AB. seguindo uma trajetória retilínea entre os pontos A e B. e um ponto de referência C. conside rado como plano horizontal. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sement   . c) A velocidade do avião em relação ao ponto C é igual à velocidade de sua sombra. Fuvest-SP As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. d) A velocidade do avião em relação à sua sombra projetada no solo é maior que a velocidade de sua sombra em relação ao pont o C. e assinale a alternativa correta: a) A veloc idade do avião em relação ao ponto C é maior que a velocidade de sua sombra. está representada a sombra da aeronave. projetada no solo em relação ao mesmo ponto.21 91. projetada vert icalmente. b) A velocidade do avião é nula em relação à sua sombra jetada no solo. de e spécies diferentes. 92. em relação ao mesmo ponto. variaram. FEI-SP Em qual dos gráficos abaixo temos: no intervalo de 0 a t1 movimento un iformemente variado e no intervalo de t1 a t2 movimento retardado com aceleração var iada: a) v b) v c) v d) v e) v t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t t1 t2 t 93. projetada n o solo. e) A velocidade da sombra em relação ao ponto C independe da velocidade do avião. PUC-PR A figura representa um avião.

b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem se r multado. A e B atingem a mesma altura no instante t0. a) Determine a mínima aceleração constante que o car o deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado. v (cm/semana) A t0 t1 B t2 t(semana) GABARITO É possível afirmar que: a) b) c) d) e) A atinge uma altura final maior do que B. O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar pa ra vermelho.es. Unicamp-SP Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma ave nida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. A e B mantêm altura constante entre os ins tantes t1 e t2.5 s. Quand o o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento. Voltar FÍSICA . o sinal muda de ver de para amarelo.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . B a tinge uma altura final maior do que A. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o moment o em que realiza alguma ação) é 0. Este sinal permanece amarelo por 2. IMPRIMIR 94. A e B atingem a mesma altura final.2 s. como mostra o gráfico.

nessas condições.50 s. Dos gráficos abaixo. com aceleração constante de módulo 5.0 m/s2. Qual deve ser a aceleração mínima do veículo de trás para não colidir com o da frente? . Vunesp Uma norma de segurança sugerida pela concessionária de uma auto-estrada r ecomenda que os motoristas que nela trafegam mantenham seus veículos separados por uma “distância” de 2. medido a partir do instante zero. expressa adequadamente em metros. para veículos que percorre m a estrada com a velocidade constante de 90 km/h? b) Suponha que. depois de 0.5 0 4 8 t (s) –8 –4 – 10 22 10 v (m/s) 10 v (m/s) d) 4 0 t (s) e) 4 0 8 t (s) –6 – 10 96. freando seu veículo.95. e o motorista de trás só reaja. GABARITO a) Qual é essa distância. Mackenzie-SP Uma partícula em movimento retilíneo uniformemente variado descreve sua trajetória segundo o gráfico ao lado. no qual podemos ver sua posição assumida (x) em função do tempo (t). aquele que representa a velocidade escalar da partícula em função do tempo citado é o da altern ativa: x (m) 10 3 1 2 34 5 6 78 0 –2 –5 –6 t (s) a) 2 0 v (m/s) b) 1 0 v (m/s) v (m/s) c) 10 t (s) 5 t (s) 2. um motorista freie bruscamente seu veículo até parar.0 segundos.

Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar .IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

e 15 . 04 + 08 + 16 70. a 90. b) b 48. c 86. a 65. d 77.4 m/s2 95. b 50. e 39. a 9. e 36. b 75. c 16. 03 2. b 94. a 34. b 73. d 83. d 47. d 31. 26 74. a) d = 50 m.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A : M O V IM E N T O U N IF O R M E E M O V IM E N T O U N IF O R M E M E N T E VA R IA D O 1 1. a 45. b 54.5k m 51. c 23. a 13. e 82. V – V – V – F – F 60. c 14. a 44. 8% 80. e 49. e 79. e 3. c 63. b) a = 3. d 40. b 56. d 33.125 m/s2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . b 17. d 61. F – V – F – F – F – V 69. d 58. a 21. b 72. c 71. c 43. V – F – F – F 76. e 6. 1) b 2) d 81. c 84. c 27. 01 + 02 + 04 + 08 +16 64. a 62. b 7. 56 35. c 93. b 26. b 52. a 96. e 29.Cinemática: conceitos básicos e movimento uniforme Avançar . d 42. c 46. 08 18. 105 4. a 89. c 85. d 59. b 87. c 12. c 32. b 91. 50m/s 37. a) c. c 25. b 28. a 57. c 20. a 66. c 30. a 8. a 92. a) –3 m/s2. e 19. d 67. d 11. c 68. 58 38. d 88. 4m/s2 55. d 24. b 53. a 22. c 41. 4. a 78. a) 30s. e 10. b) 2. c 5.

o carro chegou com um atraso de 15 minutos. ( ) sabendo que o projétil foi lançado da origem. 2. a resultante é a tração exercida pelo cabo que liga os carros. ao atingir a altura máxima. o projétil possui um movimento acelerado. ( ) o projéti l atingiu a altura máxima em 3s. No meio do caminho houve um imprevisto q ue durou meia hora. A resultante das forças aplicadas no carro da frent e é nula mas. Voltar FÍSICA . ( ) no instante de 4 s. é de 40 m/s. c) Uma representação gráfica qualitativa da função horária da velocidade do car d) Um carro reboca um outro numa parte retilínea e sem inclinação de uma dessas estrad as a uma velocidade constante. seu alcance é 180 m. A distância entre as duas cidades é de 153 km.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . As pessoas responsáveis pelas placas não precisam se preocupar p orque essa maneira de indicar a velocidade também está correta. têm sentidos opostos e têm o me smo módulo. GABARITO e) Na rodovia entre Anápolis e Goiânia há várias placas de limite de velocidade indicand o a velocidade em “km”. Com base nos referidos gráficos. Unicap-PE IMPRIMIR Os gráficos das figuras 01 e 02 representam as componentes horizontal e vertical d a velocidade de um projétil. Q U E D A L I V R E . para o carro de trás. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. podemos dizer que o vetor que liga Pires do Rio a Anápolis e o vet or que liga Iporá a Santa Helena são paralelos entre si. ( ) a velocidade do projétil. 1 a) Por causa do imprevisto. b) Obser vando a figura.Cinemática vetorial Avançar . UEGO Um carro parte de Pires do Rio para Anápolis às 7:00 h para um compromisso às 9:00 h a uma velocidade média de 90 km/h. podemos afirmar: ( ) o projétil foi lançado com uma velocidade inicial de módulo igual a 50 m/s.

em relação ao rio.8 m/s. foi igual a 4. quando os pescadores remaram rio abaixo. 08. Como a velocidade da canoa foi de 2. sendo a velocidade da canoa. ITA-SP Uma bola é lançada horizontalmente do alto de um edifício. tocando o solo decorridos aproximadamente 2 s. O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida.5 m a altura de cada a ndar.80 e cos 53 = 0. 32. Quando os pescadores remaram rio acima. UEMS Uma pessoa ca minha em solo horizontal com velocidade de 1. então.20 m/s e) 1. (ângulo de inclinação do guarda-chuva: 53 . sen 53 = 0. UFSC Descendo um rio em sua canoa. num dia chuvoso. 5. a velocidade da cano a. eles gastam 600 segundos para retornar a o ponto de partida. ela mantém seu guarda-chuva inclinado como m ostra a figura. porque a velocidade da corrente za não é conhecida. foi de 1. como resposta.0 m/s c) 3. 4. Dê. 16.0 m/s. Não é possível calcular a velocidade com ue os pescadores retornaram ao ponto de partida. 02. Para melhor se proteger da chuva. Partindo da mesma posição e remando.3. o módulo da velocidade do projétil no instante t = 4. eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos. em m/s: a) zero d) 40 b) 20 e) 50 c) 30 → IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a distância do ponto de partida ao ponto de pesca é 200 m. em relação à margem. 2 Considerando que a velocidade da correnteza V CR é constante. 64. 3 = 0.0 m/s d) 18. A velocidade da correnteza do rio é 1. Em relação ao solo. a trajetória das gotas é vertical.60) a) 1. Quando os pescadores remaram rio acima.50 m/s. igual a 2.2 m/s b) 2. na mesma margem do rio e em trajetória retilín ea.00 m/s. num ângulo de 53 acima da horizontal. Sendo de 2. a velocidade da cano a. remando contra a correnteza do rio. Calcule o valor da velocidade com que as gotas estão caindo em relação à pessoa. assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. Não é possível dete rminar a distância do ponto de partida até ao ponto de pesca. mas em relação à pes é inclinada como mostram as linhas tracejadas.Cinemática vetorial Avançar           . em relação ao rio. A dotando g = 10 m/s2.6 m/s 6. o número de andares do edifício é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) indeterminado pois a v elocidade horizontal de arremesso da bola não foi fornecida.00 m/ s. 04.60. sem remar dois pescadores levam 300 segund os para atingir o seu ponto de pesca.0 m/s. mas sem ven to.0 s é. a soma das altern ativas corretas. Após a pescar ia. UFSE Um pro jétil é lançado com velocidade inicial de 50 m/s.

dentre outras coisas.Cinemática vetorial Avançar . a p otência do motor da locomotiva. Católica Dom Bosco-MS O movimento de um corpo pode ser o resultado da composição de vários movimentos reali zados simultaneamente. a distância entre a vaca e a locomotiva quando e sta é avistada. mas observa que existem quatro bóias flutuando livremente em torno de si. pois a alcançará primeiro.0 km/h d) 100. c) a bóia de trá pois a alcançará primeiro. Acafe-SC Uma pessoa está tendo dificuldades em um rio.8 km/h b) 40. em relação às margens. e desce com velocidade constante de 30 m/s. pode-se concluir que a velocidade da correnteza. b) a bóia da frente. pois a alcançará primeiro.” É claro que esta pergunta tem por sua imediata reação: “Calcular o quê?” “E você recebe como resposta: O susto que a vaca vai levar!” Mas será que ela realme te se assustaria? Para responder a esta questão. em m/s. o peso do maquinis ta. UFSC Alguma vez já lhe propuseram a questão sobre “um trem trafegando numa via férrea . Uma outra bóia. A pessoa deverá nadar para: a) a bóia da direita. UFMG Um menino flutua em uma bóia que está se moviment ando. 08.00 m de altura. 02. 32. Todas elas estão a uma mesma distânc ia desta pessoa: a primeira à sua frente. para alcançar a s egunda bóia. o vetor velocidade média com que a vaca se d esloca. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: a) K b) L c) M d) N 1 1. pois a alcançará primeiro.0 km/h e) 784 km/h c) 72. seria necessário conhecer: 01. também está descendo com a correnteza. 64. com velocidade constante de 100 km/h. como resposta. a segunda à sua retaguarda. atingiu a calçada c om uma velocidade de: Dado: g = 9. Dê. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 9.7. em relação à calçada. U. d) a bóia da esquerda. A posição das duas bó as e o sentido da correnteza estão indicados nesta figura: Considere que a velocid ade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio.8 m/s2 a) 28. 8. O movimento de um barco em um rio é uma composição de movimento s. que é avistado por uma vaca que está no meio dos trilhos? Calcule. Nesse caso. a soma das alternativas corretas. 16. Se o barco sobe um rio com velocidade constante de 10 m/s. a largura do trem. o comprimento da vaca. e) qualquer u ma das bóias. que flutua no mesmo rio a uma certa distância do menino. o peso da vaca. Mackenzie-SP Uma pe ssoa esbarrou num vaso de flores que se encontrava na mureta da sacada de um apa rtamento. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Como conseqüência. o vaso caiu verticalmente a partir do repouso e. desprezando-se os problemas pesso ais e psicológicos da vaca. situada a 40. livre da resistência do ar. pois as alcançará ao mesmo tempo. 04.0 km/h 10. levada pela correnteza de um rio. a terceira à sua direita e a quarta à sua esquerda.

.05 x – 0... os deslocamentos horizontal e verti cal podem ser descritos por x = 10 t e y = 10 t – 5 t2.. considerando o enunciado a seguir: Na fi gura ao lado está representada a trajetória de uma pedra que foi atirada de um plano horizontal. 24 km.. U.. V0x e V0y. Com uma velocidade média de 15 km/h. Desse ponto.. l h 58 min c) noroeste. igual a 10 m/s. H. assinale a alternativa cujo diagrama melhor repr esenta as forças que atuam sobre a bola no ponto P dessa trajetória. e.. até atingir um ponto B... tem valor maior que V0..05 x2 c) y = 0.. com uma velocidade inicial V0. Considere desprezível a resistência do ar. UFSE Um projétil inicia um movimento em lançamento oblíquo. o barco percorreu aproximadamente .... a) y = 0. 10 x – 0. Considere sen 30 = 0. Considere que o projétil está submetido somente à ação da força peso.. atingindo o ponto B.. A pedra descreve a trajetória representada em linha pontilhada. no sentido Leste/Oeste. 13.. em torno de .. com a margem.. 2........ l h 36 min e) no rdeste. no sentido No rte/Sul.57 Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. l h 36 min d) noroeste.. um ângulo de 30 . portanto..5.Cinemática vetorial Avançar           .F. a) b) c) d) 15..12. Essas informações permitem deduzir a equação da trajetória do movime nto que é. de um ponto A... cos 30 = 0.. fazendo um ângulo de 45 com a horizontal. Pelotas-RS Um barco de passeio fez a seguinte rota turística... até atingir um ponto C. l h 58 min b) nordeste. a) nordeste.. conforme esquema. em formato de triângulo retângulo: Partiu de um ponto A sobre a margem de um rio. UFMG Uma jogadora de basquet e arremessa uma bola tentando atingir a cesta.010x e) y = x – 0. a) ( ) No ponto de a ltura máxima. 240 m . Católica-GO Julgue os itens A e B. U. Parte da trajetória seguida pela bo la está representada nesta figura: 4 GABARITO Considerando a resistência do ar... Do ponto C retornou ao ponto de p artida A.. b) ( ) A velocidade da p edra ao atingir o ponto B. (deslocamentos em metros e tempos em segundos). l h 58 min IMPRIMIR Voltar FÍSICA ..000 m. 24.5 x2 d) y = 5 x + 2x2 2 b) y = 0. no sentido . em metros e segundos. formando. 24 km..87 e tan 30 = 0.. a velocidade da pedra é diferente de zero.5 x + 2x2 14.. sendo o módulo de ambas as componentes da velocidade inicial.400 km.. deslocou-se 5 km perpendicularmente.

Assinale a alternativa incorreta. a) 10 m/s b) 100 m/s c) 10 km/h d) 1. inclinada de 45° com a horizon tal. campus da Salgado Filho. e a escala utilizada para representar esse vetor (as linhas verticais do quadriculado são par alelas à direção do vetor aceleração da gravidade g). A freqüência de rotação do cilindro maior. velocid de d bol sempre t ngente à tr jetóri . aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m v g A H 45° D d) 7.16. distância máxima percorrida no eixo x. Fuvest-SP Um motociclista de motocross move-se com velocidade v = 10 m/s. a) Durante todo o movimento da bola.5 m e) 5 m 17. Potiguar-RN Em um experim ento realizado no alto do edifício da UnP. Supondo que o cilindro menor tenha uma freqüência de rotação f1 = 150 r pm. em um movimento como o esquematizado na Figura ao lado. uma pequena es fera é lançada horizontalmente com velocidade V0 . so bre uma superfície plana. tem o módulo igu l zero. A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D (D = H). até atingir uma rampa (em A). o módulo de sua velocidade vertica l diminui durante a subida e aumenta na descida. é de: 5 a) 3 rpm b) 6 rpm c) 30 rpm d) 40 rpm e) 75 rpm 18. do ponto A. localizado a certa distância. A figura ao lado mostra a velocid ade v da esfera em um ponto P da trajetória. b) A trajetória descrita pela bol a pode ser analisada através da composição dos movimentos uniforme e uniformemente var iado. determine. um jogador lança a bola para o seu companheiro. a partir da figura o módulo de v0. Uberaba-MG/Pias Em um jogo de fu tebol.0 km/s 19. como indicado na figura. U. t segundos após o lançamento. U. UEMS Uma correia acopla dois cilindros de raios R1 = 20 cm e R2 = 100 cm. co nforme a figura. d) No ponto de ltur máxim . c) O alcance da bola. Considerando g = 10m/s2 e desprezand o a resistência oferecida pelo ar. é função do ângulo de la mento α.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA .

0 cm. Con sidere nul resistênci do r. A velocid de ngul r do disco é de 1. ( ) Para um certo valor de a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo B. num direção que form um ângulo q com nt l. Supo ndo que velocid de d formig sej 0. 32. Qu nto m is formig se proxim d bord do disco. um volt co mplet . A formig re liz . 02. com velocid de de módulo vb = 10 m/ s em rel ção o v gão. ( ) Para θ = 30º a bola cai sobre o vagão após 1 s do seu lançamento. té cheg r à bord do disco.0 r d/s. A tr jetóri d formig p r um observ dor fixo n Terr é m ostr d n figur b ixo: 6 Dê. vemos que o ângulo form do entre o ponteiro dos minu tos e o d s hor s mede 90°. outr p rtícul move-se com mesm velocid de ngul r. às 3 h pontu lmente. c minh sem desliz r n direção r di l com velocid de const nte em rel ção o disco. Um formig sobre o disco. N circunferênci inscrit nes se mesmo qu dr do.20. é: 360 ) 15 minutos d) minutos 21 b) 16 minutos e) 17.15 m/s e o r io do disco igu l 15. N figur II estão represent d s três diferentes tr jetóri s p r bol . ITA-SP Um p rtícul move-se o longo de um circunferênci circunscrit em um q u dr do de l do L com velocid de ngul r const nte. M ckenzie-SP Num relógio con vencion l. A r zão e ntre os módulos d s respectiv s velocid des t ngenci is dess s p rtícul s é: 2 3 3 ) 2 b) 2 2 c) d) 2 e) 2 2 21.5 minutos 180 c) minutos 11 23. A celer ção centrípet sobre formig depende d su m ss . UFPR U m v gão de 15 m de comprimento move-se com velocid de const nte de módulo vv = 10 m/ s em rel ção o solo. 04. ( ) Somente para θ = 90º a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo A. conforme figur I. sendo A e C p r bólic s e B vertic l. p rtindo do centro do disco. 22. o menor interv lo de tempo. é correto firm r: ( ) P r qu lquer 0º < θ < 90º a bola cairá dentro do . n ecessário p r que esses ponteiros fiquem ex t mente um sobre o outro. A p rtir desse inst nte. qu l(is) d (s) firm tiv (s) b ixo é(são) corret (s)? 01. A forç centrípet que tu n formig é proporcion d pelo trito entre f ormig e o disco. sem componentes l ter is. Um bol é rremess d de su extremid de nterior. ( ) Para nenhum valor de θ a trajetória da bola em relação ao solo pode ser do tipo C.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ hor . som d s firm tiv s corret s. m ior forç cen trípet que tu sobre el . como respost . UFMS Um disco gir com velocid de ngul r const nte de 60 rot ções por minuto. GABARITO IMPRIMIR figur 1 figur 2 Nest s condições. 08. Voltar FÍSICA . 16.

o garotinho assustado da tira. é muito pe ueno para entender ue pontos situados a diferentes distâncias do centro de um dis co em rotação têm: a) mesma fre üência. d) diferentes fre üências.Cinemática vetorial ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . PUC-SP Leia a tira ao lado. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lineares. Para ue a partícula a tinja a altura máxima h. No pon to B. o garoto sabe calcular a altura de onde está soltando as bol as. Maringá-PR O goleiro de um time de futebol bate um tiro de meta e a bola percorre a trajetória es uematizada abaixo. Despreze a resistência do ar e assinale o ue for correto (o ponto B corresponde ao instante em ue a bola atinge o solo ). No ponto A. conforme figura. mesma velocidade angular e mesma velocidade linear . a resultante das forças ue atua sobre a bola é nula. tgθ 1 25. IMPRIMIR 27. GABARITO 01. ele resolve medir o tempo de ueda dessas bol as. A partir de certo momento. b) mesma fre üência. UFPB Um garoto está brincando de soltar bolas de gude pela janela de seu apart amento. O Estado de São Paulo 7 26. 08.E. a velocidade resultante da bola é para a direita e para cima. No ponto B. nas proximidades da superfície ter restre onde a intensidade do campo gravitacional é igual a g. no solo. UESC-BA Uma partícula é lançada. como resposta. No ponto A. diferentes velocidades angulares e mesma velocidad e linear.24. uando esse relógio marca 10 horas 4 minutos e 3 segundos. a resultante das forças ue atua sobre a bola é para a direita e par a cima. a velocidade resultante da bola é nula. mesma velocidade angular e diferentes velocidades lin eares. Calvin. 16. c ) mesma fre üência. Baseado nestes dados. Seu relógio marca 10 horas 4 minutos e l segundo ao soltar uma determinada bol a e ela bate. diferentes velocidades angulares e diferentes velocidades linear es. U. No ponto A. e) diferentes fre üências. Dê. o módulo da velocidade de lançamento deve ser igual a: 1) gh 2 2) 2gh 3) (2gh) 2 cosθ 1 4) (2gh) 2 senθ 1 5) (gh ) 2 . O resultado deste cálculo é: a) 80 m b) 45 m c) 30 m d) 20 m e) 5 m Voltar FÍSICA . ignorando a resistência do ar. 02. 04. a soma das alternativas corretas. a energia total da b ola é maior ue no ponto B.

Avançar .

no ar. UFRS Foi determinado o período de cinco di ferentes movimentos circulares uniformes. uma distância h. o número de voltas ue a menor completará nesse mesmo intervalo de tempo é: a) 0. e da distância h. Sabendo-se ue a polia maior completa 4 voltas a cada segundo. 2 e 4 Voltar FÍSICA . em m. a partir do repouso. força e distância. UESC-BA Desprezando-se a força de resistência do ar. velocidade e distância. 1 2 . 1 Nele. 05. aceleração. em m /s. respectivamente. 10 e 20 03. IV e V? a) 1 2 . são iguais. 02. igual a 10m/s2. distância.0 cm. R W = R Y = R Z = R X⋅ e a fre üência da polia W vale 2 2Hz. respectivamente. ligadas por uma correia. ace eração e tempo. aos movimentos I. respectiva mente. Com base nesses dados. e) 1 16 . aproximadamente. 03. a aceleração de ueda de um cor po nas proximidades da superfície terrestre é. 1 2 e 2 e 2 1 4 d) 16. Ness as condições. atinge o sol o com velocidade igual a v. têm natureza vetorial: 01. Movimento I II III IV V GABARITO Período (s) 1/4 1/2 1 2 3 Fre üência (Uz) 1 IMPRIMIR Qual das alternativas apresenta os valores da fre üência correspondentes. a: 01. 2. II. Cefet-PR Considere o sistema de polias representado.5 b) 2 c) 5 d) 10 8 cm e) 16 8 30. 1 2 . após percorrer. v locidade. a) Das grandezas físicas citadas. 1 4 1 4 e 1 16 b) 4. b) Com base na informação. 04. A tabela apresenta uma coluna com os valores do período desses movimentos e uma coluna (incompleta) com os correspondentes valo res da fre üência. 20 e 45 05. 45 e 10 02. em Hz: a) 1 8 b) 1 4 c) 1 2 d) 1 e) 2 29. Fatec-SP Duas polias. um corpo ue cai durante 3 segundos. 10 e 30 04. força. todos referentes a partículas de mesma m assa percorrendo a mesma trajetória.28.Cinemática vetorial Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . executam movimentos 20 cm cir culares solidários e seus raios medem 20 cm e 8. é possível dizer ue a fre üência da polia Z vale. tempo. velocidade e força. tempo e aceleração. os valores da velocidade v. 4. 30 e 45 31. c) 1 4 . 4 e 16 .

é: a) coroa R1 e cat raca R3. 37. qu ndo. pode-s e firm r que.5 d) 3. solt -se d n ve.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ £ . b) coroa R1 e catraca R4. Considere agora um sistema dup lo de tração. é correto afirmar: ω 1 f2 01) f1 = f2 02) f1 > f2 03) 1 = 2 04) 1 < 2 05) = ω 2 f1 36. é: a) arctg (L/R) . c) coroa R2 e catraca R3. em metros. T/(2π) R b) arctg (2L/R) . a partir do repouso. A laranja cai dentro de uma canoa ue desce o rio com velocidade constante de 3. e) circul r sujei to um celer ção gr vit cion l nul . em rel ção à Terr . a 20 m de altura sobre um rio. d) coroa R2 e catra ca R4. b) retilíneo com celer ção de módulo const nte. com fre üênci a f2 e velocidade angular w2. sem deslizamento. acoplada ao eixo traseiro da bicicleta.0 c) 4. T/(2π) c) arctg ( L/R) . para uma velocidade angular dos pedais fixa. e) é indeterminada já ue não se conhece o diâmetro da roda traseira da bicicleta . o stron ut execut um movimento. d) circul r com vetor velocid de t ngenci l const nte. ligando-as através de uma corrente. cujo eixo movimenta a roda dentada (coroa) a ele solidária. FURG-RS Suponha ue Ganimedes. c) para o centro da Terra. em cada volta. com 2 coroas. o feixe d e luz está copl do um mec nismo rot tivo que re liz um volt complet c d T segundos. O f rol se encontr um distânci R do centro de um pr i de compri mento 2 L. 2 T/π L L 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . T/(2π) e) arctg (L/R) . por um motivo qu lquer. c) circul r com celer ção de módulo st nte. o ciclista impele os ped ais. d) para o centro de Ganimedes. PUC-RS Um stron ut está consert ndo um equip mento do l do de for d n ve esp ci l que se encontr em órbit circul r em torno d Terr .5 Dado: g = 10m/s2 34. a corrente só toca uma coroa e uma catraca de cada vez. No instante em ue a laranja inicia a ueda. se a roda maior girar com fre üência f1 e velocidade angular w1 e a menor.0 b) 6. 33. uma das grandes luas de Júpiter.0m/s. conforme o comando da alavanca de câmbio. 35. a força ue mantém o satélite Ganimedes na trajetória c ircular está dirigida: a) para o centro do Sol. e) tangente à trajetória. Obviamente. b) para o centro de Júpiter. aciona a corrente responsável pela transmissão do movimento a outra roda dentada ( catraca). de raios R1 e R2 (R1 < R2) e 2 catracas R3 e R4 (R3 < R4 ). ) retilíneo unifo rme. T/π d) arctg (L/2R) . conforme figur . deixa-se ca ir uma laranja.32. T l como está. respectivamente. Nessas condições. A combinação ue permite máxima velocida de da bicicleta. Unifor-CE Do alto de uma ponte.0 e) 1. por sua vez . UES C-BA É possível efetuar a transmissão de movimento circular entre duas rodas de diâmetro s diferentes. Esta. ITA-SP No sistema convencional de tração de bicicletas. a canoa deve estar a uma distância máxima da vertical da ueda. efetua um movimento circular unifo rme em torno desse planeta. O tempo necessário p r o feixe f rol de luz “v rrer” a praia. i gual a: a) 9. Então. ITA-SP Em um f rol de sin liz ção.

( ) Um carro com 72 km/h é freiado uniformemente e ara a ós ercor rer 50 m.3 Voltar FÍSICA . b) a com onente vertical da velocidade média do onto em relação ao chão.U..C.0 cm 10 39.0 cm d) 6. concêntrica a B e rigidamente resa a ela. Podemos concluir que o módulo da aceleração a licado elos freios é de 4m/s2.1 0. de com rimento igual a 100 m. Considere uma volta com leta da roda e determine: a) a velocidad e angular da roda.0 0. ( ) Um ciclista executa 4 edaladas or segundo. é de 10 s. ara atravessar uma onte.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .1. a altura em relação ao chão de um onto localizado na borda de uma das rodas de um automóvel em movimento. sem que ocorra deslizamento das correias? a) 12 cm b) 10 cm c) 8.38.0 cm e) 4. em função do tem o. c) a com onente horizontal da velocidade média do onto em relação ao chão. UFPE A olia A’ de raio r’A = 12 cm é concêntrica à olia A. com uma velocidade constante de 36 km/h. de modo que A’ e B’ ossam ser conectada s or uma outra correia C’. Unicam -SP O gráfico abaixo re resenta. A r oxime i = 3. ossuí uma aceleração diretamente ro orcional a o quadrado da velocidade. ( ) No M. odemos concluir que o raio da catraca é um terço do raio da coroa. Unica -PE ( ) Um cor o com M.6 Altura (m) 0. conforme indicado na figura.R. A olia A é aco lada a uma terceira olia B de raio rB = 20 cm ela correia C.U.2 0. de raio rA = 30 cm.0 IMPRIMIR 0.4 0.2 tem o (s) 0. ( ) O tem o gasto or um trem. GABARITO 40. cujo com rimento é idêntico ao do t rem. 0. e está rigidamente resa a ela. a velocidade de um móvel varia linearme nte com o tem o. Qual deve ser o raio da olia B’. Se a roda traseir a ossui uma freqüência 12 Hz.V.

31 0. U.76 0. Cesgr nrio Qu ndo o r io externo do conjunto fit -c rretel no c rretel A v l er 1. A mola não deformada tem c om rimento l. 42. Cesgr nrio Enqu nto fit é tot lmente tr nsferid do c rretel A p r o c rre tel B.8 c m/s.8 cm e) 1.0 cm d) 1. proxim d mente: ) 2.41.5 cm.6 cm 44. GABARITO 43. reso a uma mola de constante elástica k. O módulo da velocidade angular w do sistema é: a) ω = kx m kx m d) ω = kx ( +x m ) b) ω = e) ω = kx +x k ( +x mx ) c) ω = m ( ) 11 O enunci do seguir refere-se às questões de 2 4.Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ .0 cm. e quando osta a girar em movimento uniforme.31. O r io do núcleo dos c rretéis v le 1.76.0. d) decresce de 0.0 2. o do c rretel B v lerá.2 cm c) 2.4 1. fit do c s sete p ss em frente d c beç de leitur C com um velocid de const nte v = 4. Com fit tot lmente enrol d num dos c rretéis. Cesgr nrio Se fit demor 30 min p r p ss r do c rret el A p r o c rretel B. c) decresce de 2.4. sofre uma deformação x. o número de rot ções por segundo do c rretel A: ) cresce de 1. o r io externo do conjunto fit -c rretel v le 2.4 cm b) 2. Alfenas-MG Um bloco de massa m descreve um movimento circular numa mesa h orizontal lisa.5 cm. e) perm nece const nte. Em um toc -fit s. b) cres ce de 0. o comprimento d fit desenrol d é proxim d mente igu l : IMPRIMIR ) 86 m b) 75 m c) 64 m d) 45 m e) 30 m Volt r FÍSICA .

.

Calcule a velocidade média do equilibrista no trajet o ercorrido nos rimeiros 6. O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm.Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¤ ¤ ¤ ¡ ¢ ¤ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¤ ¡ ¡ do ângulo θ. 47. uma distância de 24 π metros . o piloto dispõe de um com ndo que pode exp ndir ou contr ir o cilindro hidráulico BD. or segundo. em função e uivale a: a) 6 sen θ b) 4 sen θ c) 3 sen θ d) 2 sen θ 46.85 GABARITO c) 0. então a a: v1 a) 0. Determine o número de edaladas.0 s Voltar FÍSICA . o ponto A tem velocidade escalar v1. UERJ-RJ A medida do raio r da trajetória descrita elo onto A.00 UERJ Utilize os dados abaixo para resolver as uestões de números 7 e 8. necessárias ara que ele ercorra es sa distância em 30 s. p r que o vião sub ou desç . no início de sua apresentação.90 d) 1. f zendo o âng ulo q v ri r. π≅3 Dados: AC = 6 m 12 BC = CD = 2 m 2 m ≤ BD ≤ 2 3 m 3 ≅ 1. UERJ O e uilibrista percorre. o monociclo começa a se mover a artir do re ouso com a celeração constante de 0. Em um p rque de diversões há um brinquedo que tem como modelo um vião. braço AC está velo razão é igual . Esse brinquedo está lig do. IMPRIMIR 48. Se v2 é a cidade escalar do mesmo ponto uando o ângulo θ corresponde v2 a 60º. UERJ-RJ Quando o perpendicular ao eixo central.50 m/s2.UERJ-RJ Utilize s inform ções b ixo p r responder às questões de números 5 e 6.7 45. UERJ Em outro momento. por um br ço AC. como ilustr figur b ixo: Enqu nto o eixo gir com um velocid de ngul r de módulo const nte. um eixo centr l gir tório CD. considerando o movimento uniforme.75 b) 0. Uma das atrações típicas do circo é o e uilibrista sobre monociclo. e o movimento do e uilibrista é retilíneo.

80 m acima da su erfíc ie terrestre. U. II. vale.677 m/ s. b) A enas I II. ao serem lançados horizontalmente com a mesma velocidade. O estudante observa que a edra g asta 10. a velocidade do cor o é 30 m/ s e está dirigida ara baixo. são feitas três afirmativas. e) Durante a subida. a relação aceleração da gravidade/velocidade do som no ar (g/vs). 32. de uma mesma a ltura e ao mesmo tem o. e III. 52. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando a acele ração da gravidade igual a 10 m/s2. vale. a artir do re ouso. Dê. No instante t = 2 s. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a roximadamente.Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 352. a artir do re ouso. 16. I.55 m acima do nível da água. c) Ao atingir a altura máxima. II. a velocidade e a aceleração do cor o serão nulas. não tem dados suficientes ara chegar a uma conclusão recisa a res eito do valor da aceleração da gravidade no local. Considerando a origem no solo. Considere des rezíveis as forças de resistência do ar. e) I. c) Os dois atingirão o solo simultaneamente.49. exatamente. 0. 02. FURG-RS No instante t = 0 s. d) A enas I e III. tal estudante ode concluir que: 01. naquele local. Para esse movimen to. tem dados suficientes ara chegar a um valor m uito reciso da velocidade do som no ar. nas condições do seu ex erimento. abandona verticalmente uma edra. vale. Unioeste-PR Um estud ante. ele está a uma distância inferior a 490. des rezando o atrito da edra com o ar e considera ndo que o estudante desconhece tanto o valor da aceleração da gravidade no local de seu ex erimento como a velocidade do som no ar. realizando um trabalho ex erimental. Cefet-PR Um cor o d e massa 2 kg é lançado verticalmente ara cima a artir do solo. a soma das alternativas corretas.40 s a ós o momento no qual ele observa que a edra atinge a água. a) O cor o erman ecerá no ar durante 8 s. e) As acelerações de cada objeto serão diferentes. o eso do cor o realiza um trabalho motor. 08. Com base a enas nestes dados. 9. b) O objeto de menor massa atingirá o solo rimeir o.5t2. a energia otencial e mecânica do cor o aumentam. exatamente do alto de um oço. d) O objeto mais leve ercorrerá dis tância maior. 64. 50. nas condições do seu ex erimento. a aceleração do movimento vale 20 m/ s2. 04. ele está exatamente a 490. exatamente. um cor o de massa 1 kg é largado. No instante t = 3 s.55 m acima do nível da águ a. assinale a afirmativa correta. de massas di ferentes. b) Durante a subida. a equação horária do mo vimento é h = 80 .814 m/s2. nas condições de seu ex erimento. com velocidade inic ial de 80 m/s.E. III. a vel ocidade do som no ar. Londrina-PR O que acontece com o movimento de dois cor os.028/s. a aceleração da gravidade. Quais afirmativas estão corretas? a) A enas II. 51. 13 d) A velocidade média do cor o no ercurso de subida é igual a 40 m/s. c) A enas I e II. quando a resistência do ar é des rezada? a) O objeto de maio r massa atingirá o solo rimeiro.0 s ara atingir a camada inicial da água e que o som do baque da edra na água foi ouvido 1. como res osta.

Cinemática vetorial Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . como mostra na figura e. U. Pelotas-RS Uma edra é lançada ara cima. Des rezando a resistência do ar e considerando g = 10 m/s2.F.53. retorna ao solo. o gráfi co que re resenta a osição da edra em função do tem o é: a) d) b) e) 14 c) IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . a ós 6 s.

a 19. b 32.a 46.2 voltas/seg 48. b 15. 12 27. 04 36. V – F – V – V – F 24. c 7. F – V – V – F – F 2. b 35. b 34. b 16.5m/s 49. c 18. d 10. c 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . Q U E D A L I V R E . b) VV = 0.b 47. d 29. 58 8.1. V – V – V – F – V 40. 33 52.Cinemática vetorial Avançar . 04 25. e – F 13. b 26. d 28.c 42. c 5.a 45. L A N Ç A M E N T O E C O M P O S IÇ Ã O D E M O V IM E N T O S 1. a 11. c) VH = 18.6 m/s 41. a) 62 rad/s. c 53. a 37. d 51. c 2 3. 02 + 04 + 16 + 32 22. e 9. e 14. c 3 3. a 17.b 43. V – V – F – V – V 3. a 21. c 39. d 20. c 6. c 50.b 44. 56 4. c 38.F ÍS IC A C IN E M Á T IC A V E T O R IA L : M O V IM E N T O C IR C U L A R . a) 01 b) 05 31. d 30.

quanto maior fo r o tem o de colisão: a) menor será a força média que os ocu antes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. ode-se afirmar que. — as intensidades das forças não estão re resentadas em escala. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que. Isso faz aumentar o tem o de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo. er endiculares entre si e de intensidade s 6 N e 8 N.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1. d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. agem sobre um cor o de 2 kg que se encontra sobre uma su erfície lan a e horizontal. As forças que agem sobre a bola. numa colisão fron tal. c) maior será a variação d a quantidade de movimento que os ocu antes do automóvel ex erimentarão. a) GABARITO b) c) d) e) IMPRIMIR 3. 2. Mackenzie-SP Duas forças horizontais. estão melhor re resentadas elo esquema: velocidade 1 Dados: — des rezar qualquer efeito do ar sobre a bola e considerar o movimento da esquerda ara a direita. Des rezando os atritos. uma bola é lançada na horizontal contra uma barreira de inos com o objetivo de derrubá-los. Com base nessas informações. ocorra o amassamento da arte dianteira da lataria de maneira a reservar a cabine. V unes Num jogo de boliche. o módulo da aceleração adquirida or esse cor o é: a) 1 m/s2 d) 4 m/s2 2 b) 2 m/s e) 5 m/s2 c) 3 m/s2 Voltar FÍSICA . b) maior será a força média que os ocu antes d o automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer arte da cabine. um ouco antes dela atingir os inos.

1 03 b) 1. Dados: g = 10m/s2 Coeficiente de atrito cinético µ = 0. 103 2 c) 8. a aceleração do ca ixote é. Sobre cada balança.4.0 5. As balanças indicaram 30000 N. FEI-SP Um automóvel de massa 1375 kg encontra-se em uma ladeira que forma 37° em relação à horizontal.0 c) 1. são utilizadas três balanças.50 e) µ = 1. 102 e) 8.6 . U. Qual é o mínimo coeficiente de atrito ara que o automóvel ermaneça ado? Dados: sen (37°) = 0. Pode-se afirmar que o módulo de P é: a) 140 N b) 200 N c) 280 N d) 40 N e) 340 N 7.Leis de Newton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . formando angulo de 37º com a horizontal. Dados: sen 37º = 0.6 e cos (37°) = 0.25 d) µ = 1. Nessas condições.5 d) 2. UFSE Um caixote de massa 50 kg é em urrado horizontalmente sobre um assoalho ho rizontal. é ossível concluir que o eso do caminhão é de: 2 a) b) c) d) e) 20000 N 25000 N 30000 N 50000 N 60000 N → 6. em m/s2. em joules: a) 80 d) 1.8.0 . 10 IMPRIMIR 8. no osto fiscal de uma estrada.20 a) 0. o trabalho da força F vale.6 . 5 c) µ = 0.0 m. A art ir desse rocedimento.F. de intensidade 100 N.0 .São Carlos-SP Os módulos dos com onentes ortogonais do eso P de um cor o → val em 120 N e 160 N.80 Num deslocamento de 2. Fuvest-SP Na esagem de um caminhão. UFSE Uma caixa de massa 50 kg é arrastada sobre uma su erfície hor izontal or uma GABARITO força F .0 e) 3. 20000 N e 10000 N.0 b) µ = 0. são osicionadas todas a s rodas de um mesmo eixo.75 Voltar FÍSICA . or meio de uma força de intensidade 150 N.50 b) 1.60 cos: 37º = 0. a) µ = 0.

br.9. a arece a seguinte informação: “O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) vem sendo construído desde a década de 80 e está atualmente re arado ara lançar foguetes de sondagem e veículos lançadores de satélites de equeno orte.gov. UFSE Dois corpos A e B. sabe-se que a máxima força F que uma pessoa pode fazer é F = 30 N. a osição geográfica do CLA aumenta as condições de segurança e ermite menores custos de ançamento. estão em repouso sobre uma mesa horizontal. róximo ao Equador.0 kg e 5. d) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é menor do que em outras latitudes. o veículo lançador consome menos energia para fazer com que o satélite adquira a sua velocidade orbital. e) a aceleração da gravidade na superfície da Terra é maior do que em outras latitudes. que adquire aceleração de módulo a. Localizado na costa do nordeste brasileiro. b) a velocidade tangencial da supe rfície da Terra é menor do que em outras latitudes. sem atrito. FEI-SP No esquema de polias ao lado. Qual é a carga máxima que ela conseg uirá erguer? a) 30 N d) 180 N b) 90 N e) 240 N c) 120 N IMPRIMIR CARGA Voltar FÍSICA . Graças a essa inércia. Esse fio passa por cima de uma roldana. 10. respectivamente: Dado: g = 10 m/s2 a) 0 e 40 d) 50 e 10 b) 40 e 10 e) 50 e 50 c) 40 e 60 12. de massas m e 2 m respectivamente. c) a velocidade tangencial da su perfície da Terra é igual à velocidade orbital do satélite. respectivamente.0 kg. e o corpo B está apoiado no chão. onde se encontra o CLA: a) a velocidade tangencial da superfíc ie da Terra é maior do que em outras latitudes. da Agência Es acial Brasileira. medem.F.ages acial.” Um dos fatores determinantes dessa redução de custos se deve à inércia do movimento de r otação da Terra.São Carlos-SP No site www. nas proxi midades do Equador. como mostra a figura. Três forças horizontais são aplicadas simultaneamente no corpo A. Isso ocorre porque. U. estão unidos por meio de um fio. deve-se esperar que ele adquira aceleração de módulo: a) 4a b) 2a c) a a d) 2 ω e) 1 ω2 3 11. Se as mesmas três forças forem aplicadas simultaneamente ao corpo B. Fatec-SP Dois objetos A e B de massas 1. GABARITO É correto afirmar que a força que o corpo B exerce sobre o solo e a tração nesse fio.Leis de Ne ton Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ £ ¤ . em ne tons.

de acordo com o princípio da inércia. o caixote não desliza sobre a carroceria do caminhão. da e squerda para a direita. UESC-BA De acordo com a 3 Lei de Ne ton. Pode-se afirmar que isso: a) sempre acontece porque. Sabendo-se que as forças que atuam sobre o caixote são: o peso do caixote P. d) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel fo r menor que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel. tem-se um par ação-reação representado em: £ . a moeda tende a manter-se na mesma po sição em relação a um referencial fixo na mesa. O motorista aplica os freios imprimindo uma desaceleração co nstante. Durante a fase de desaceleração. Alguém lhe diz que. em cima de uma folha de papel. qual dos diagramas abaixo repres enta as forças que agem sobre o caixote durante a desaceleração? GABARITO a) d) IMPRIMIR b) e) c) Voltar FÍSICA . c) só acontece se o módulo da força de atrito estático máxima entre a moeda e o papel for maior que o produto da massa da moeda pela aceleração do papel . b) sempre acontece porque a força aplicada à moeda. a moeda v ai escorregar e ficar sobre a mesa.a) b) c) d) e) 4 14. UFPE Um caminhão t ransporta um caixote em uma estrada reta e horizontal com uma velocidade v. que está em cima d e uma mesa horizontal. e) só acontece se o coeficiente de atrito estático entre a folha de papel e a moeda for menor que o co eficiente de atrito estático entre a folha de papel e a mesa. é sempre menor que a força apl icada à folha de papel. Vunesp Uma moeda está deitada.Leis de Ne ton Avançar £ ¥ 13. transmitida pelo atrito com a folha de papel. se você puxar a folha de papel. 15. a reação normal da superfície N e a força de atrito f.

U. durante esse movimento. c ) três forças. em trajetória retilínea.1 N c) Figura 1 e 1 0. d) três forças.F. 5 GABARITO Assinale a opção na qual se indica. um de cada lado da arcada.São Carlos-SP O bloco da figura desce espontaneamente o plano inclinado co m velocidade constante. As extremidades desse elástic o foram amarradas a dois molares. A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B.1 N b) Figura 2 e 14. atuam sobre o bloco: a) duas forças. Considere as seguintes afirmações: B A g I. A tensão no elástico é de 10. conforme a figura a baixo. um elástico. Sabe-se que os raios de curvatura da pist a em A e B são iguais. Fuvest-SP Um carrinho é largado do alto de uma mont anha russa. UFRN Na correção ortodôntica de uma arcada de tária.16. estão representadas duas possibilidades para a direção e o sen tido da força resultante. a) Figura 1 e 14. foi passado. Nas figuras 1 e 2.0 N 18. No ponto B. que está atuando sobre o referido dente canino. e) três forças. o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força nor mal que o trilho exerce sobre ele.0 N e o ângulo formado pelas duas partes do elástico é e 90 . mas só uma realiza trabalho. 17. Ele se movimenta. até atingir o plano horizontal. b) duas forças.0 N d) Figura 2 e 10. num dos dentes caninos. II. e ambas realizam trabalho. FR. e todas realizam trabalho. corretamente. sem atrito e sem soltar-se dos trilhos. mas só uma realiza trabalho. No ponto A. conforme a figura. III.Leis de Ne ton Avançar £   . mas só uma realiza trabalho. Está correto apenas o que se afirma em: a) I d) I e II b) II e) II e III c) III IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a figura que representa FR e o val or de sua intensidade. Desprezando-se qualquer ação do ar. a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para bai xo.

Eles verificam que esta força depende da velocidade v do carro e de um fator b qu e varia conforme a posição dos aerofólios (peças na forma de asas. um barco. eles mediram o valor b = 230 kg/m. então o valor de F1 é: a) 1. GABARITO b) Determine a força de reação que o chão da espaçonave aplica no astronauta que tem massa m = 80 kg. em forma de cilindro oc o. forças de mesmo r módulo (F1 = F2). A estação espacial. Nesse filme a gravidade é simulada pela rotação da estação espacial. na ausência de campos gravitacionais ex ternos.2 rad/s em torno de um eixo horizontal E perpendicular à página. puxado por dois tratores.Leis de Ne ton Avançar £ . eles se movem como se existisse uma força que os prendesse ao chão das espaçon aves.92 x 10 N 20. 6 Sabendo-se que o barco e os tratores movem-se com velocidades constantes. gira com velocidade angular constante de 0.40 x 104 N b) 1 . 84 x 104 N 4 c) 1.60. conclui-se que a força de resistência do ar F. Mesmo estando no espaço sideral. a) Calcul e a velocidade tangencial do astronauta representado na figura. 21. UFPB Uma equipe de corrida de Fórmula 1 está testando um novo carro e realiza várias medidas da força de resistência do ar com o carro em alta velocidade. com função aerodinâmica) ara uma determinada configuração dos aerofólios. Unicamp-SP Algo muito comum no s filmes de ficção científica é o fato dos personagens não flutuarem no interior das naves espaciais. de Stanle Kubrick. navega co ntra a corrente de um trecho retilíneo de um rio.60 x 104 N e) 3. Um filme que se preocupa com esta questão é “2001. UFPB Conforme a figura abaixo.19. uma Odisséia no Espaço”. enquanto a corrente atua com uma força Fc cujo módulo é 1. só poderá ser: v d) F = 2 a) F = bv2 b b) F = b2v e) F = bv v2 c) F = b IMPRIMIR Voltar FÍSICA . d entre as alternativas abaixo.92 x 104 N. Os tratores exercem.80 e cosq = 0. que cria um peso efetivo agindo sobre o astronauta. que se nq = 0. sobre o bar co. An alisando-se as unidades do fator b. O raio R da espaçonave é 40 m. mostrada abaixo.20 x 104 N d) 2.

A massa to tal (carro + motorista) é mT = 1296 kg. ( ) À medida que o foguete sobe. UFRN O Sr.22. para as com ponentes da velocidade e da aceleração ao longo do eixo x. tais como a força de propulsão do motor. ( ) A massa do foguete diminui com o tempo . pode-se concluir que os módulos da aceleração e da força de at rito. um redutor el etrônico de velocidade (“lombada eletrônica”). para obedecer à sinalização e evitar multa. quando percebe que há. pela B R-101. a força de atrito com o ar diminui. indicando a velocidade máxima permitida: 50 km/h. UERJ 7 GABARITO IMPRIMIR Com base neste conhecimento. v2 = V02 + 2a∆x e a Segunda Lei de Newton. Para que o lançamento seja feito com sucesso. F = m a . são. pois boa parte de sua massa total é constituída de combustível. 24. a 55 m. deveriam levar o mesmo tempo para chegar ao solo. a força de atrito com o ar e a própria força da gravidade. sua aceleração deve aumentar com tempo. quando abandon adas livremente de uma mesma altura. a uma velocidade de 60 km/h. antes mesmo de realizar seu famoso experim ento da torre de Pisa. Lembrando a equação de Torricelli. supondo ambas constantes naqueles 55 m. mas a força da gravidade permanece constante e i gual a mg. pois a atmosfera é mais r arefeita quanto maior a altitude. Tal afirmação é um exemplo de: a) lei c) modelo b) teoria d) hipótese Voltar FÍSICA . onde m é a massa do foguete. ( ) Supondo que a fo rça de propulsão do foguete constante. várias forças atuam. Galileu.Leis de Newton Avançar . aciona os freios do automóvel. Nilson dirige distraidamente. No mesmo instante. ( ) À medi da que o foguete sobe. afirmou que uma pedra leve e outra pesada. Analise esse tema e jul gue os itens. ultrapassando a lombada com a velocidade máxima permitida. em linha reta (direção do eixo x). respectivamente: a) 5000 km/h2 e 3600 N c) 5000 km/h2 e 5500 N b) 10000 km/h2 e 5000 N d) 10000 km/h2 e 1000 N 23. os engenheiros aero espaciais têm que conhecer as forças que atuam nos foguetes. UFMT Foguetes lançadores como os do Projeto Apolo são utilizados há décadas para col ocar satélites em órbita da Terra ou para levar a outros planetas dispositivos const ruídos pelo homem.

é necessária a ação de uma força sobre e le. Supondo-se que a força de atrito externo atuand o sobre os blocos seja 25 N. uma vez colocada no seu rumo. UFSE A figura mostra um móbile de três peças. não se justifica. uma vez atingida a velocidade de cruzeiro. agindo sobre o blo co a partir do repouso. a nave seguirá até o seu destino sem desviar-se da rota. 02. e es te adquire uma velocidade v. não se justifica.25. Para elevar um material de peso P. se justifica. Uma força é exercida sobre o bloco durante um certo tempo. se j ustifica. é correto concluir que a aceleração. que representa doi s blocos independentes sobre uma mesa horizontal.Leis de Newton Avançar .0 8 27. UFMT É comum. 08.5 d) 2. se os motores forem desligados.0 c) 1. para que qualquer objeto se mova. Dê. PUC-RS Numa obra de construção civil. Suponha agora que a força é dobrada. mesmo quando l onge de qualquer planeta ou estrela. em filmes de ficção científica. PUC-RS Instrução: Responder à questão com base na figura ao lado. permaneçam com os motores ligados durante tod o o tempo de percurso da viagem. se os moto res forem desligados. adquirida p elos blocos. como resposta. em newtons: a) 0. 28. pois. os operários transportam verticalmente mater iais usando roldanas. a nave será desviada . vale: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 26. Quando estiver em repouso. 04. de forma gradativa. durante tempo idêntico ao do caso anterior. a tração T no fio intermediário tem int ensidade. Então a nova vel ocidade do bloco é: a) v b)2 v c) v 2 d) 4v e) v 4 GABARITO 29.5 e) 3. ligadas por fios de massa desprezível. que as naves espaciais.50 b) 1. se justifica. movendo-se para a direita sob a ação de uma força horizontal de 100 N. PU C-RJ Um bloco de gelo está inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito d e um lago congelado. a nave seguirá até o destino com velocidade constante. pois. porque. Esse fato: 01. Supõe-se o atrito desprezível e o p eso das roldanas e da corda muito pequeno. em m/s2. de sua rota. a força F deve ser um pouco superior a: a) P/4 b) P/2 c) P d) 2P e) 4P IMPRIMIR Voltar FÍSICA . a velocidade da nave diminuirá com o tempo até parar. 16. Adote g = 10 m/s2. conforme a figura ao lado. pois. a soma das afirmativas corretas. porque.

deix ando-os cair sobre a superfície lunar. Maringá-PR Considere que no sistema representado na figura abaixo não atua qualquer força dissipativa.0 kg e mB = 3. não seria p ossível caminhar. em newtons: a) 18 b) 24 c) 30 d) 36 e) 50 31. a aceleração do sistema duplica. apenas mover as pernas. em 1969. deve necessariamente empurrar ou puxar outro no sentido inverso. Unirio O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na superfície da Lua. c) dois corpos ficaram flutua ndo em repouso. Se m1 = m2. a velocidade do sistema é constante. A aceleração local da gravidade adotada é 10m/s2. que o acertou no peito. afastando-se da superfície lunar. onde a é a aceleração do sistema.30. U. Sabe ndo que a atração gravitacional na Lua é seis vezes menor que na Terra. ( ) Sem o atrito. Nessas condições. Católica de Salvador-BA Um bloco de massa igual a 5 kg. ( ) O impacto que o astronauta sentiu no peito é o mesmo que ele sentiria n a Terra se a pedra o atingisse com a mesma velocidade. 34. por isso jogou-lhe uma pedra de 20 kg. Unifor-CE Os corpos A e B. como resposta. julgue as afir mativas. A resultante das forças que atua sobre o sistema é m2g. a soma das alternativas corre tas. de massas mA = 2. Um astronauta ficou com rai va do outro. em N. Se duplicarmos o valor de m2. 08. ao mesmo tempo e a partir do repouso. 02 . e observou que o(s): a) martelo caiu e a pe na subiu. UFMT Em relação às manifestações das Leis de Newton nos fenômenos do cotidiano. 01. 16. b) martelo caiu mais rápido do que a pena. realizou uma experiência que consis tia em largar. UFMT Na superfície da Lua. o impacto provocado pela pedra arremessada inde pende de sua massa. ( ) A pedra pode ser erguida mais facilmente na Lua do que na Terra. Se duplicarmos o valor de m1 a aceleração do sistema reduz-se à metade. e assina le o que for correto. é puxado por uma força. e) dois corp os começaram a subir. 33. A resultante das forças que atua sobre o sistema é (m1 + m2) a. julgue os itens. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 32. havia dois astronautas. a t no fio que une os dois corpos vale. 04. A força de atrito. ( ) Não é po ssível um indivíduo erguer-se. ( ) A pedra pode ser arremessada horizontalmente mais facilmente na Lua do que na Terra.0 m/s2. qu e o fio que une as massas é inextensível e que a polia tem massa desprezível. um martelo e uma pena. constante e horizontal.Leis de Newton Avançar . são presos por um fio de massa desprezível.0 kg. d) dois corpos tocaram o solo lunar ao mesmo tempo. com a celeração constante de 3m/s2. Dê. U.E. de 25 N sobre uma superfície plana horizontal. O sistema é acelerado verticalmente para cima com acel eração de 2. Na ocasião. existente entre a superfície e o bloco é igual a: a) 6 b) 10 c) 12 d) 15 e) 20 35. ( ) Para que um corpo passe a se mover. ( ) Como na Lua todos os objetos caem com a mesma aceleração. sem sair efetivamente do lugar. puxando o próprio cabelo.

É certo afirmar ue: 01. entre as rodas e o solo. UFMT O sistema de freios ABS. 40. dessa maneira. B e C. a frenagem é mais rápida. 02. continua se ndo dinâmico. e estão presos por cordas idênticas no teto de um laboratório. sob a ação do campo gravita l terrestre. Dê. n o trecho B. não deixa ue as rodas parem en uanto o carro está em movimento.M. como resposta. Unifor-CE A inclinação do plano representado abaixo é tal que um corpo. Para ue. nele aban donado. no trecho A. a soma das afirmativas corret as. o mesmo de F1 e F2 . esse rompimento ocorrerá: 01. 10 O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e o plano. continua sendo estático. uando acionado. desliza para baixo mantendo constante a sua velocidade. conforme figura ao lado. 16. e) é impossível. o a trito entre as rodas e o solo seria menor. m2 e m3. 04. 38. a) 8 b) 2 6 c) 2 3 d) 0.M. d) só ocorre quando o ângulo ent e F2 é 120º. 37. nessas condições. Aumentando-se gradativamente a massa m2 até o rompimento da(s) corda(s). 02. F.36. a frenagem é mais rápida. o motorist a continua tendo a dirigibilidade do veículo en uanto freia. 08. b) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F 2 é 45º.5 e) 4 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . têm co mo resultante uma força F cujo módulo é. de mesmo módulo. Maringá-PR Três corpos. como o atrit o. 16. simultaneamente nos trechos A e B. 08. é igual a: a ) sen θ b) cos θ c) tg θ d) secθ e) cotg θ GABARITO 39.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . sob a ação das mesmas forças. Triângulo Mineiro-MG Duas forças concorrentes F1 e F2 . Essa situação física: só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é nulo.E. simultan eamente nos trechos A. c) só ocorre quando o ângulo entre F1 e F2 é 60º. esta aceleração seja uadruplicada. as rodas têm sua ad erência no solo aumentada fazendo com ue o carro pare mais rápido. entre as rodas e o solo. a soma das alternativas corretas. F. 04. se as rodas parassem en uanto o carro estivesse em movimento. no trecho C. possuem massas m1. Itajubá-MG A aceleração ad uirida pelo corpo com massa de 2 kg da figura abaixo vale A. também. como o atrito. Dê. U. ual deverá ser a nova massa do corpo em kg. como resposta.

Católica-GO Na figura dada. exista atrito cujo coeficiente seja m ≥ tg30º. d) É uma força de atrito estático de sentido igual ao do movimento do livr o. perfeitamente lisa. sem a presença do fio.41. sobe e o B. ( ) a aceleração do bloco A é d e 2m/s2 (considere a aceleração da gravidade g = 10m/s2).0 N d) 70. O livro acompanha o movimento da folha e não desliza s obre ela. ( ) a tração. o bloco chegará à base do plano com uma velocidade de 10 m/s. 45. 43. ( ) se o fio se romper. é 20 N. ao ser exercida sobr e o livro.5 N c) 80. A partir de então. pela mecânica. o sistema é abandonado. ambos em repouso sobre uma mesa horizontal. o bloco chegará à base do plano em 2 s. ue força deverá ser aplicada na corda 2 para manter em e uilíbrio estático o corpo suspenso de 500 k g? Os fios são considerados inestensíveis e de massas desprezíveis: entre os fios e as polias não há atrito. conforme a figura abaixo. de massas respectivamente dadas mA = 3 kg e mB = 2 kg. UFRS Um livro encontra-se deitado sobre uma folha de papel. e) É uma força ue não pode ser caracterizada como força de atrito. de baixo. em um plano inclinado liso. Unicap-PE Um bloco de 4 kg encontra-se em e uilíbrio.0 N GABARITO 44. UFR-RJ Um corpo de massa m = 2 kg encontra-se apoiado em uma superfície horizo ntal. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . entre o bloco e o plan o. Ela consiste em uma polia fixa leve (de massa desprezível) que gira li vre de atrito. 11 Podemos afirmar ue: ( ) a força normal é igual ao peso do bloco. b) É uma força de atrito cinético de sentido igual ao do m ovimento do livro. ( ) partindo-s e o fio. um estudante puxa a folha em s ua direção. no fio. sem tocar no livro. como mostra a figur a ao lado: Determine o valor da aceleração do corpo na direção “x”. ( ) a tensão do fio é menor que o peso de B. acha-se esquematizada uma “máquin a de At ood”. ficando livre para s e mover. Para aproximá-lo de si. ( ) para o bl oco ficar em e uilíbrio. UEMS No sistema. U. Por esta polia passa um fio leve e inextensível. o resultado se conhece: o bloco A. Qual é a alternativa ue melhor descreve a força ue. é necessário ue. desce.2 N e) 82. em cujas extremida des se acham suspensos dois blocos A e B. c) É uma força de atrito estático contrário de sentido ao do moviment o do livro.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ ¢ £ .0 N b) 62. Aplica-se a esse corpo uma força F . (Polias ideais) a) 50. por meio de u m fio. Em um dado instante. abaixo. 42. de cima. Considere g = 10m/s2. o colocou em movimento? a) É uma força de atrito cinético de sentido contrári o ao do movimento do livro. pode-se afirmar que: ( ) o sistema sai de sua situação ini cial e. Considere g = 10 m/s2 e F = 10 N.

pe so e normal. 64. como: 01) peso. de módulo igual a 10 N. transportando sobre a carroceria duas caixas A e B de massas mA = 600 kg e mB = 1. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. GABARITO a) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. UFSC Um caminhão trafega num trecho reto de uma rodovia. Assinale a(s) proposição(ões) correta(s ): 01. colidindo c om a cabina do motorista. 04. pisa no freio.12 46. Somente a caixa B escorrega sobre a carroceria por que. Eles são acelerados pela força horizontal F . e) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0.80 e 0. é correto afirmar ue: a) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal é nula. 08. Com ajuda dos dados e da figura.0 m/s2.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . O caminhão é submetido a uma desaceleração de módulo igual a 5. se o módulo da desaceleração do caminhão fosse maior do que 8. ue podem se identificadas. F2 e F3 .0 m/s2. 05) normal. normal e atrito. como mostra a figura. d) o peso do bloco é igual a 20 N. respectivamente. 48.000 N . a caixa A exerce uma força sobre ela igual 3. 02) normal. mas a inércia das caixas faz com que elas continuem em movimento.50. 04) atrito. e o bloco 2. representados n a figura. O velocímetro indica 90 km/h quando o motorista. assim. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . como resposta. 0. além da desaceleração do caminhão. As caixas escorregariam sobre a superfície da carroceria. Os coeficientes de atrito estático e de atrito dinâmico entre as s uperfícies da carroceria e das caixas são. 49. 03) peso. peso e atrito. 32. b) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloc o 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo. UFRJ O bloco 1. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível. UESC-BA Na figura. 16.8. O caminhã pára. dispostas c onforme a figura. U Caxias do Sul-RS O bloco A de mass a m = 4 kg desloca-se com velocidade constante v = 2 m/s sobre uma superfície hori zontal. respectivamente. observando perigo na pista. c) a força de atrito entre o bloco e a superfície horizontal vale menos do ue 20 N. A caixa A não escorrega porq ue a inércia da caixa B a impede. a força que ela exerce sobre a caixa B é nula. b) a força resu ltante das forças ue atuam sobre o bloco é nula. atrito e peso. a soma das alternativas correta s. o bloco B encontra-se em iminência de movimento de desci da sobre a rampa de inclinação θ. O caminhão se imobiliza após percorrer 62.5 metros. atr ito e normal.000 kg. 47. Dê. sob ação exclusiva das forças F1 . 02. A caixa A não escorrega e. de 1 kg. permanecendo em repouso com relação à carroceria do caminhão. de 4 kg. As duas caixas não escorregam.

UEMS Um corpo de massa 10 kg é abandonado do repouso num plano inclinado perfe itamente liso. desprezando-se a resistência do ar e considerando-se ue o bloco A está na iminência da descida. Considerando a aceleração da gravidade i gual a 10 m/s2. em uma estrada sem sobrelevação. U.03 d) 0. em N/m.2 o coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano. A força resultante sobre o corpo.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . determine a constante elástica da mola.80. U.01 b) 0.2 N d) 40 N e) 50 N 52. com velocidade de 36 km/h. sob a ação de uma força horizontal de módulo 10 N. UFR-RJ Na figura abaixo o fio ue une os corpos A e B é i nextensível e tem massa desprezível. 13 51. Considerando a aceleração gravitacional com módulo g = 10 m/s2. UFBA A figura apresenta um bloco A. ue forma um ângulo de 30° com a horizontal. é de: (considere g = 10 m/s2) a) 100 N b) 80 N c) 64 . sobre um plano de i nclinação em relação à superfície horizontal.60. como mostra a figura.04 e) 0. de peso igual a 10N. Católica Dom Bosco-MS Um carro com massa m = 1000 kg percorre uma curva de raio 20 0 m.1 d) 0. g a aceleração da gravidade e a aceler ação do conjunto. As massas dos corpos são mA = mB = m. sen = 0. demonstre ue a = mg . A mola ideal se encontra deformada de 20 cm e é ligada ao bloco A através do fio ideal ue passa pela roldana sem atrito.F. o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a mesa é: a) 10 b) 1 c) 0. de ve ser igual a: a) 0.01 e) zero 54. Santa Maria-RS Um corpo de massa igual a 10 kg desliza. Sendo 0. sem depender do atrito. U. em Movimento Re tilíneo Uniforme. cos = 0.02 c) 0.05 55.fa . sobre uma mesa horizontal. para não ocorrer derrapagem.50. o men or coeficiente de atrito entre os pneus e a pista. Nessas condições. a inclinação da curva deverá ser de aproximadamente: a) 15º b) 30º c) 45º d 60º e) 75º IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Católica-DF Na cons trução de uma estrada o engenheiro projetista tem a seguinte imposição: fazer uma curva de 50 m de raio com uma inclinação tal ue ual uer veículo possa fazê-la com a velocida de máxima de 60 km/h. Sendo fa a força de atrito ue atua no corpo A. 2m GABARITO 53.

a força que o corpo A exerce sobre o corpo B é: a) nula. 57.56.Leis de Ne ton Avançar   ¢ ¢ £   . a f igura abaixo e faça o diagrama das forças externas que atuam no conjunto. igual ou menor que a veloc idade determinada no subitem A.) 14 c) calcule o valor da força resultante que atua no conjunto. de cide fazer uma aplicação prática do assunto: analisar o ue ocorre com ele e sua tábua d e morro (usada no “es uibunda”). e o plano inclinado representa a duna. desprezar o atrito entre a tábua e a areia da duna bem como a r esistência do ar.0 kg. UFR-RJ Na figura abaixo. o bloco represe nta o conjunto. 2. sua massa mais a massa da tábua) é de 60 kg. U. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. a roldana e os fios que ligam os corpos são ideais. d) indique se a veloc idade com que o conjunto chegará à base da duna será maior. Santa Maria-RS A figura mostra dois corpos de mesmo material que estão em pilhados e em repouso sobre uma superfície horizontal. Paulinho coloca os pés em contato com a areia. Inicialmente. após ter assistido a uma aula de Física sobre plano inclinado. e) aumentada à medida que o tempo vai passando. ele decide. os atritos desprezíveis e as massas dos corpos A. (Observe que. considerando que a aceleração da gravidade é 10 m/s2 e lembr ando que sen 1 30 = : 2 a) determine a velocidade. com que o co njunto (Paulinho com a tábua) chegará à base da duna. em módul o. se o atrito entre a tábua e a areia for levado em conta. d) menor do que a força que B exerce sobre A. em nenhum momento da descida. b) igual à força que B exerc e sobre A.F. c) maior do que a força que B exerce sobre A. UFRN Paulinho. na figura. Admitindo que. pode-se afirmar que a reação do plano sobre o bloco A tem intensidade igual a: a) 160 N b) 100 N c) 60 N d) 40 N e) 50 N GABARITO 58. Paulinho passa numa farmácia e verifica que a massa total. em m/s e em km/h. b) reproduza. na moldura destinada às respostas.0 kg e 4. colocando essas forças no centro de massa do bloco. Pode-se afirmar que. d o topo. supondo que ele tenha partido. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . numa primeira aproximação. mT. inclinada de 30 em relação à horizont l e cuja extensão é de 40 m. Sendo a tábua de fórmica. do conjunto (isto é. ao descer uma duna. res pectivamente. Justifique. bastante lisa e lubrificada com parafina. do estado de repouso. B e C iguais a 10 kg.

Quando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g.0 . 16. Quando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). Com o elevador parad o. a. o sistema passa a se mover com aceleração uniforme e igual a 2.0 . e o valor da massa da esfera A. 04. e seu deslocamento é controlado pelo motor M. o peso do homem indicado na balança é igual a 2mHg. o qual aplica sobre a B uma força vertical de intensidade F. As esferas estão na presença de um ímã. 103 c) 6. g é o módulo da ac leração gravitacional local. necessita de força centrípeta de intens idade. a soma das alternativas corretas. o módulo d a força F. pode-se concluir: 01. em kg. se o balde estiver com velo cidade constante.5 kg d) 12 N e 3. Dê. zero.0 .0 kg. são respectivamente: a) 10 N e 2. 104 d) 9.0 kg c) 12 N e 2. e que a soma das massas das esferas é igual a 5. 02. Sabe-se que a esfera B é de ferro. Quando o elevador está subindo com velocidade constante. para realizar a mesma c urva de raio 100 m com velocidade de 30 m/s.0 kg b) 10 N e 3. se o balde estiver com velocidade constante. K 16.0 kg 61 . se o balde estiver em repouso. a potência desenvolvida pelo motor é igual a ( mE + mB + mH) vg. Nessa situação. a. z ero.E. 32. a soma das alternativas corretas. A mola tem constante elástica K e es tá no seu regime elástico. se o balde estiver com aceleração igual a g (seno a). 04. esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal . Um caminhão de massa 10 toneladas. a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o ho em se encontra. Quando o ímã é retirado. 103 N. U. 08. o peso do homem indicado pela balança é igual a zero. se o balde estiver em repouso.0 . 60. como respos ta.0 . 104 e) 6.15 59. 105 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 103 b) 9. em N. conforme a figura. 08. o sistema está em repouso. Assim sendo. como re sposta. é: 01.0 tonelada fazer uma curva de raio 100 m com velocidade de 20 m/s é de 4. Dê. UFSE A força centrípeta necessária para um automóvel de massa 1.0 . Maringá-PR Um balde com água é colocado sobre um plano inclinado que forma um âng ulo a com a horizontal.0 kg e) 50 N e 2. no interior de um elevador de massa mE. 02. O campo gravitacional local é de 10 m/s2. zero. O ângulo de inclinação. a. entre a horizontal e a superfície livre da água.0 m/s 2. UFBA Conforme representado na figura abaixo. Unirio Duas esferas A e B estão interlig adas por uma corda inextensível e de massa desprezível que passa por polias ideais. 62. a d eformação da mola é ( m H g) igual a . um homem de massa mH encontra-s e sobre a balança de mola B. Quando o elevador está subind o com velocidade constante igual a v. Considera-se desprezível a resistência do ar. de massa mB.Leis de Ne ton Avançar £ £ . em ne tons: a) 6. Desprezando-se todos os atritos.

U. calcule: b) o módulo. de 10 cm x 20 cm x 30 cm. ue sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceler ação da gravidade e módulo a = g/10. conforme figura acima. conforme é mosθ θ trado na figura abaixo. c) Qual o valor do coeficiente de atrito entre a caixa e o plano. encontrase apoiado. representada pela reta AB da figura. para este caso. nessas condições.866 A força de atrito entre a rampa e o bloco vale: a) 100 N b) 141 N c) 150 N d) 170 N e) 200 N IMPRIMIR Voltar FÍSICA .500 e cos 30º = 0.63. A seguir. e formam um ângulo de 30 graus com a direção do movim ento do navio. Resolva.87. em relação à horizontal.50. ue têm mesmo módulo. 65. em ue g = 10 m/s2. 2 1 16 64. no interior de um elevador. igual a 10 000 N. S uponha ue a inclinação do plano de apoio. Supondo ue o navio esteja i nicialmente em repouso em relação às margens do canal. não seja suficiente par provocar o deslizamento da caixa rampa abaixo. para a situação proposta. a s uestões ue se seguem: a) Represente graficamente as forças ue atuam sobre a cai xa. pesando 300 N. com os tratores ainda exercendo força como no início do movimento. a velocidade do navio passa a ser constante. Um desses produtos é de dimensões consideráveis e peso elevado. UERJ Uma balança na portaria de um prédio indica ue o peso de Chi uinho é de 600 newtons. para facilitar a descarga. a direção e o sentido da força ue a ma sa de água exerce sobre o navio. cos 30º ≅ 0. Dados sen 30º = 0. São dados sen 30º = 0. ue a inclinação máxima para ue a caixa não deslize seja de 30º. Pelotas-RS Uma empresa de transportes faz a entrega de produtos para um supermercado. UFRJ Um navio de massa igual a 1000 toneladas deve F ser rebocado ao longo d e um canal estreito por dois tratores que se movem sobre trilhos retos. Nessa nova situação. calcule: a) o módulo. a direção e o entido da aceleração inicial. em repouso. Após um determinado intervalo de tempo. considerando .Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . PUC-RS Um bloco de pedra.F. sobre uma rampa. o ue r e uer o uso de uma má uina simples (plano inclinado). outra pesagem é feita na mesma balança. b) Qual a intensidade da força resultante na direção do plano de apoio? Justifi ue . o ponteiro d a balança aponta para o valor ue está indicado corretamente na seguinte figura: a) b) c) d) GABARITO 66. F F Os tratores exercem forças T1 e T2 constantes.

UFSC Um pára. Desde o instante em ue o pára.uedas. Entre os instantes t2 e t3. O diagrama ue representa corretamente as forças de atrito estático ue o solo exerce sobre as rodas é: a) b) c) d) 68. 64. desde o instante em ue abandona o avião (t = 0) até o instante em ue o pára. como resposta. Quais estão corretas? a) Apenas I. Em nenhum instante.uedista. a força de re sistência do ar sobre o pára. Ao atingir o solo. Dê.uedista e seu pára uedas apresenta valores maiores do u e a força peso do conjunto. e) Apenas II e III. 08. d) Apenas I e III.uedista abandona o avião e inicia sua ueda. 16. um corp o executa movimento circular uniforme sob a ação exclusiva de duas forças. a soma das alternativ as corretas.uedista em função do tempo. 32. uando abre o pára. Pode acontecer ue nenhuma dessas forças seja centrípeta. por ue a energia mecânica se conserva. a força de resistência do ar apresentou mai or intensidade do ue a da força peso do pára. Uma dessas forças necessariamente é cent eta. pois.uedista é co nstante e igual à aceleração da gravidade. I.uedista tem valor const nte. Entre os instantes t1 e t2. 02. UFRS Do ponto de vista de um certo observador inercial.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . 04. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Cai livremente – submetido somente à força de resistência do ar e à força peso – instante t2. c) Apenas III. a força de resistência do ar aumenta. em pleno ar no instan te t = 0.uedista é igual à energia potencial gravitacional ao abandonar o avião. UERJ Considere um carro de tração dianteira ue acelera no sentido indicado na f igura abaixo. II.uedista. III. b) Apenas II. O gráfico abaixo representa a velocidade ve rtical do pára. A aceleração do pára. O motor é capaz de impor às rodas de tração um determinado sentido de rotação. a ene rgia cinética do pára. 69. a força de resistência do ar tem valor igual ao da força peso. na sua ausência.ue das abre (t = t2). Só há movime uando há atrito estático. Durante toda a ueda. 17 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. as rodas de tração patinam sobre o solo. Analise as seguintes afirmações a respeito dessa situação. A resultante dessas forças é centrípeta. e a força resultante tem sentido contrário ao do movimento do pára. como acontece em um terreno enlameado.uedista abandona o avião (t = 0) até o instante t1. desde zero até um valor igual ao da força peso. a aceleração do pára.67.

No ponto A. 72. durante a freada. Ele transporta uma caixa de 1 00 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria. Dê. U.UFR-RJ No último jogo do Vasco contra o Flamengo. retilínea e horizontal. pode-se afirmar correta mente ue sobre o carro atua: 18 01. uma força de atrito na mesma direção e no mesmo sentido do centro da curva. 16. como resposta. a soma das alternativas corretas. o motorista do caminhão pisa o freio.30. C onsidere g = 10 m/s2. GABARITO Num dado instante. o segmento de reta orientado ue melhor rep resenta a força de atrito atuante na bola é: a) b) c) d) e) 71. uma força na mesma direção e em sentido contrário ao centro da curva.E. como mostra a figura. 08. em gráfico cartesiano. uma força perpendi cular à trajetória e dirigida para cima. A figura a seguir represe nta. uma força na mesma direção e no mesmo sentido do movimento do carro . Desprezando-se a resistência do ar. 04. 02.70. Justifi ue sua respos ta. IMPRIMIR O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. Voltar FÍSICA . Verifi ue se. ue estava parado em uma das laterais do cam po. é mostrada na figura a seguir: Admita ue a trajetória não é uma parábola perfeita e ue existe atrito da bola com o ar durante a sua trajetória. um certo jogador chutou a bol a e a trajetória vista por um repórter. UFRJ Um caminhão está se de slocando numa estrada plana. Maringá-PR Um carro se move com velocidade constante em uma estrada curva num plano horizontal. como a velocidade do caminhão variam em função do tempo.Leis de Newton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . a caixa permanece em repou so em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. uma força perpendicular à trajetória e dirigi da para baixo.

Admitindo ue não haja atrito entre o plano e o objeto e considera ndo g = 10 m/s2: a) faça um esboço es uematizando todas as forças atuantes no objeto. s o campo gravitacional da Terra. II. 74. ela descreverá uma trajetória espiralada até encon trar a superfície terrestre. A aceleração centrípeta é nula. com as dimensões indicadas acima. b) expli ue o tipo de movimento ad uirido pelo objeto em função da força resultante. b) somente estão corretas I e III. Pedro repete a experiência colocando o tijolo em outra posição como mostra a Figura 2. d) todas estão corretas. III. c) som ente a III. 75. Nestas condições são efetuadas algumas considerações: I. A velocidade escalar dela é. portanto. UFR-RJ Um objeto desliza sobre um longo plano inclinado de 30º em relação à horizontal. pois a direção do vetor velocidade é constante. Se a velocidade dela for reduzi da em um determinado ponto da órbita. pois o módulo da v dade é constante. invariável. com clareza por ue o ângulo aumentou em 6º. c) soment e está correta II. 19 Figura 2 Pedro constata ue o tijolo começa a deslizar uando a tábua forma um ângulo de 32º com o plano horizontal. b) I. são feitas as afirmações a seguir: I. nesta órbita. e) somente estão corretas II. III e IV. É(são) correta(s) a(s) afir mação(ões): a) somente a I. Pedro começa a levantar a tábua pela extremidade B. fisicamente. IV. Cefet-PR Com relação ao movimento circular e uniforme efetuado por uma partícul a. Cefet-PR Uma nave espacial orbita a Terra com uma trajetória circular a uma alt itude igual ao raio terrestre. UFR-RJ B Figura 1 Um tijolo. o tijolo começa a deslizar. e) somente a II. ainda existe. II e III.Leis de Ne ton Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ £ ¢ ¢ . II. 7 6. Expli ue.73. Com respeito às afirmações pode-se dizer que: a) somente estão corretas I. III. é colocado na extremidade B de uma tábua como mostra a Figura 1. A força resultante ue atua na nave está voltada par a o centro da Terra. Quando a tábua forma um ângulo de 26º com a horizontal. A força centrípeta ue atua na partícula é a resultante das forças na direção perpendicular ao vetor velocidade. Um ocupante desta nave não terá a sensação de “ausência de peso”. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A aceleração tangencial é constante e dife rente de zero. II e III. d) somente I e II.

contrária ao movimento. U. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30 com a h orizontal. A esfera (1) cai verticalmente. 2. Desprezando os atritos e sabendo ue a massa m2 é o dobro da massa m1.Leis de Newton Avançar   ¢ ¢ ¢ ¢ . d) T1 > T3 > T4 > T2. Os pontos 1. c) A força de atrito é do tipo resistiva. para chegarem ao solo. tem massa igual a m e é aban donado no topo de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é de θ. Considerando a aceleração da gravidade igual a g. 78. d) A energia potencia l armazenada no bloco é convertida em energia cinética. U. não havendo perdas por calor. A alternativa que expressa a relação correta entre as forças sensora s é: a) T1 < T3 < T4 < T2. este movimento pode ser considerado como ueda livre. 79. UFRJ Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo. a nalise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: a) A energia ci nética do bloco. b) C omo a força motriz do movimento do bloco é um componente do seu peso. no qual os blocos de massas m1 e m2 estão em equilíbrio estático. como mostra a figura.77. UFES A figura mostra um plano inclinado. respectivamente. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . e) T3 > T4. T2 . mostrado na figura abaixo. A força tenso ra T no fio vária de ponto para ponto de sua trajetória. Considerando os atritos desprezíveis. e T1. T2 os módul s trações ue a corda transmite. Caxias do Sul-RS Uma pedra presa por um fio ideal descreve uma trajetória circular num plan o vertical. Seja θ o ângulo de inclinação do plano. 3 e 4 indic am posições ocupadas pela pedra no seu movimento sob as respectivas forças tensoras T1 . A força que mantém a pedra em movimento é chamada força tensora. O coeficiente de at rito entre o bloco e a superfície é µ. Uberaba-MG O bloco. interferindo na aceleração do bloco. associada ao seu movimento decresce com o decorrer do tempo. T3 e T4 . b) T1 > T2. respectivamente. c) T2 < T 4. calcule a razão t1/t2 entre os tempos gastos p elas esferas (1) e (2). podemos afirmar ue: 20 GABARITO a) T1 > T2 e θ = 30º b) T1 = T2 e θ = 45º c) T1 < T2 e θ = 60º d) T1 = T2 e θ = 30º e) T1 < T2 e θ = 45º 80. aos blocos. is to é.

result nte d s forç s extern s que tu m no vião. pen s s forç s indic d s n figur . 02. n direção do r io d tr jetóri . p r efeito de cálculos. conforme está representado na figura. m ss do vião = 10000 kg. 08. som d s lte rn tiv s corret s. São conhecidos os v lores: α = 45º. UFSC Um avião descreve uma curva em trajetória circular com velocidade escalar c ons→ tante. result nte d s forç s que t u m sobre ele é nul .81. Se o vião re liz movimento circul r uniforme. 16. → 21 Assin le (s) proposição(ões) corret (s). α é o ângulo de inclin ção d s s ção o pl no horizont l. resu lt nte d s forç s extern s que tu m sobre ele é. 01. R é o r io de tr jetóri . onde F é a força de sustentação. 04. 32.Leis de Ne ton Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . A forç centrípet é. R = 00 metros. Se o vião descreve um tr jetóri curvilíne . necess ri mente. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . diferente de zero . em c d ponto d tr jetóri . A forç centr t sobre o vião tem intensid de igu l 100000 N. perpendicular às asas. A velocid de do vião tem v l or igu l 360 km/h. A forç result nte que tu sobre o vião não depende do ângulo de inclin ção d s s s em rel ção o pl no horizont l. P é a força peso. consider ndo. num plano horizontal. como respost . Dê.

b 30. 22. c 27. 13. 6. 3. m. e 55.5m/s 45. 14. d 41. c 54. b) Px = f t c) µ = 0. pois p rte d energi seri dissip d pelo trito entre tábu e rei . b) F = 128 N 21. d 66. 2. b 61. 20. b 59.5 65. 8 + 16 28. d 23. 22 51. 18. V – F – V – V 24. 04 + 08 = 12 60. 9. 19. c IMPRIMIR Volt r FÍSICA . V – F – V – F 32. d 37. d 42. d 33. d 25. Som ndo mg – f = 2m 2m = mg – f = mg .Cinemátic vetori l Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . sentido de A p r B b) 0.F ÍS IC A L E IS D E N E W T O N : A P L IC A Ç Õ E S 1 e e b e c b c b d b e d d d d e b ) V = 8 m/s. b 1. e 52.g –T = m . d 58. o que diminuiri e nergi cinétic logo velocid de fin l do conjunto. 01 + 04 + 08 40. 4. d 63. 7. 15. 02 48. 01 38.017 m/s2 64. 16. c 39. 17. 10. 57. T–f = m. 2. 28 62. d 31. 11. 12. b 50. b 56 . 44. 5. F – V – V – V – V 3. ) 72km/h b) N Pt G A B A R IT O F t Pn c) 300N d) A velocid de seri menor do que encontr d no item A. ) 2N. 57 47. V – V – V 36. 26. b) – 2N 49. 0 34. F – F – V 46. b 35. ) Direção AB.f 2m 53. b 29. 8.

Cinemática vetorial Avançar ¡ ¡ 67. b 77. 29 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA .1/2 = 5m/s2 Py = 0 → ay = 0 76. a 79. c 81. F t = F F t = m. e 75. 10 = 4m/s2 2. E b) O movimento é retílineo uniformemente acelerado. 1/2 78. 14 72.por isso o ângulo sofreu um aumento de 6º. significa que a força de atrito será maior na posição da figura 2 . F tm x = µmg → 0. F t = 100 × 4 = 400N or . 100 . com F tm x = 300N c ix desliz rá. b 68. 74. pois desce o plano ao longo de u ma reta com uma ax dada por: Px = m. a) = 2 73.3 . c 71. A1 = 10 × 30cm2 A2 = 30 × 18cm2 Como o coeficiente de atrito é diretamente proporc ional a área de contato. = ∆t ∆v ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . d 80. 22 69. 5 Assim.sen30º ≅ 10.ax mgsen30º = m. 10 = 300N Conclusão: p r que c ix perm neç em repouso sobre o c minhão é necessário que F t = 400N. e 70.ax ax = g.

mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizontal. em Newtons. inclusive em casa. Em seguida. portanto. IMPRIMIR A tensão na corda. UFRN A professora Marília tenta estimular os alunos com experiências simples. aproximam-se esses dedos um do outro.E uilíbrio Avançar ¢ . o dedo que estiver mais próximo do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor força de a trito. Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indica dores de ambas as mãos. PUC-RJ Um alpinista de 700 N de peso está em equilíbrio agarrado ao meio de uma corda. pode-se concluir: a) Quando as mãos se aproximam. b) Quando as mãos estão separadas. 2. separadas (figura I). pois estão sujeitos à mesma força de atrito. A experiência m ostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo ponto no qual a vassoura fica em eq uilíbrio. para nenhum dos lados (figura II). vale: a) 700/ 3 b) 1400 c) 350 d) 1400/ 3 e) 700 Voltar FÍSICA . não caindo. sendo θ = 30º. os dedos deslizam sempre com a mesma facilidade.F ÍS IC A E Q U IL ÍB R IO 1. os dois pedaços terão o mesmo peso. c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se encontram. d) Duran te o processo de aproximação. pos síveis de ser realizadas facilmente. 1 GABARITO Da experiência. A figura abaixo ilustra isso. o dedo que suporta maior peso é o que está mai s próximo do centro de gravidade da vassoura.

Q e R fazem parte da estrutura composta de cabos e rold Q. é melhor representada pelo diagrama contido na ¢ . O corpo P tem seu peso v ue se observe a alteração do ângulo a. Tanto ariado para gulo citado opção: a) Os corpos P.b) 2 c) GABARITO d) e) IMPRIMIR Voltar FÍSICA .E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ 3. Cefet-PR anas. A dependência entre o peso de P e o ân ao atingir o e uilíbrio. uanto R apresentam um peso igual a 1 N.

Unifor-CE Um motorista não consegue soltar o parafuso da roda do carro com uma chave de rodas em L.M. F.4. 3 GABARITO A grandeza física ue aumentou b) o tor ue. ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . Itajubá-MG S está em e uilíbrio e ue ele é formado por fios e polia o valor do peso M em kgf. Observe o es uema das duas chaves. calcule IMPRIMIR a) 40 b) 40 c) 10 3 d) 20 e) 10 3 3 Voltar FÍSICA . e) o impulso. d) a abendo-se ue o sistema abaixo s ideais (sem atrito). em ue as cordas estão sujeitas a maior ten são é: A B C D E a) b) c) d) e) A B C D E 5. energia potencial. Fuvest-SP Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias man eiras.E uilíbrio Avançar com o uso da chave de braço maior foi: a) o trabalho. A situação. c) a força. dentre as apresentadas. 6. Somente consegue soltá-la uando empresta de outro motorista uma chave com o braço mais comprido.

Rosinha segura a rede. uando os pés dessa pessoa estiverem à direita de P. no sentido horário. e a uma distância desse ponto apr oximadamente igual a: a) b) c) d) e) 1. está apoiada no chão (em A) e em um suporte P. é zero. pois precisa exe rcer sobre ela uma força de: a) 392 N d) 140 N b) 280 N e) 214 N c) 200 N Consider e: sen 45º = 0.0 m 1. de 8 m de comprimento. O impulso ue a força centrípeta exerce sobre a partícula. Pelotas-RS Para garantir o sono tran üilo de Chico Bento.E uilíbrio Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . como na figu ra.7 sen 37º = 0. Pode-se afirmar ue a prancha desencostará do chão (em A). observamos ue Rosinha terá grande dificuldade para permanecer segurando a rede.m. ue pesa metade do peso da prancha.8 8. começa a caminhar lentamente s obre ela. a partir de A. ( ) Uma partícula de massa m descreve um M.6 cos 37º = 0. como mostra a figura abaixo.U.5 m 3. ( ) A tração no fio é 100 2 N ( ) A reação na articulação é 100 N ( ) No sistema técnico.0 m 2.E. durante um intervalo d e tempo igual a um período.7.0 m GABARITO 9. articulada em A e mantida em e uilíbrio por meio de um fio ideal BC.7 cos 45º = 0. Uma pessoa. U. Fuvest-SP Uma prancha rígida . IMPRIMIR ( ) O momento do peso da barra em relação ao ponto A é 50 2 N. exercendo sobre ela uma força inclinada de 37º em relação à horizontal. a fo a em uilograma força (Kgf) e 1N ≅ 10 Kgf. C. 4 Desprezando o peso da rede e sabendo ue Chico Bento pesa 280 N. Unicap-PE A figura abaixo representa uma barra homogênea de peso igual a 200 N. de comprimen to igual a 1 m. Voltar FÍSICA .5 m 2.

8. Dispõe de um e uipamento ue está ligado à linha.5 kg 7. é correto afirmar ue: ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ .a) b) c) d) e) O peso do corpo P é 300 N. conforme a figura abaixo. nso tir E.0 kg. conforme mostra a figura a baixo: Desprezando o peso do cabo e considerando ue o peso do conjunto funcionário-e uip amento é igual a 1000 N. Uma das extremidades é presa em A. vale: Dados: cos α = 0. Santa Casa/Vitória-ES Uma corda (de peso desprezível) passa por duas roldan B e D. em C é suspe um peso P. a tração no cabo tem módulo aproximadamente igual a: Dados: sen 10º = 0.6 e sen α = 0. 500 N e 300 N.0 kg 7. respectivamente.Equilíbrio Av nç r ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ 10. IMPRIMIR GABARITO ) b) c) d) e) 9. o corpo A tem massa 12. Se os fios e a roldana são ideais.17 e cos 10º = 0. a massa do corpo B.98 a) 1000 N b) 8000 N c) 5900 N d) 2950 N e) 10000 N 12. O peso do co rpo P e a força de tração desconhecida valem. A par destes dados. PUC-PR Um funcionário está realizando manutenção em uma linha de transmissão de energi a elétrica. as. e em E é aplicada uma força F de 200 N.5 kg 8. 3 O pe so do corpo P é 400 N. 200 3 A força de tração exercida pela corda fixa é de N. As roldanas não têm atrito.M.0 kg 8.0 kg Volt r FÍSICA . Mackenzie-SP No sistema abaixo. A força de tração exercida pela corda fixa é de 200 N. 5 11. em e uilíbrio.

15. pres o teto por um fio vertic l. M r está gir ndo sobre su c beç .Equilíbrio Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 14. UFRN Com mão. IMPRIMIR O v lor de X p r que o sistem perm neç em equilíbrio n horizont l é: ) 1.0 m Volt r FÍSICA .2 m b) 2 . Num d do momento. Isso pode ser expli c do pelo princípio de conserv ção do( ): ) momento line r b) momento ngul r c) ener gi mecânic d) energi tot l 6 GABARITO S bendo que s m ss s são. el pár de impulsion r o b rb nte e. N extremid de A. té o fio enrol r-se todo no dedo indic dor. PUC-PR A figur represent um b rr rígid homogêne de peso 200 N e comprimento 5 m. 4 = 250 kg. não mexendo m is n posição d mão. co ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . está preso um corpo de pes o 50 N. o mesmo tempo. em um pl no horizont l.0 m e) 1. conforme se vê n figur b ixo. esti c o dedo indic dor d mão que segur o b rb nte. do centro de m ss desses leões. m 1 = m 3 = 200 kg e m 2 = m determine s coorden d s. UERJ Um fotogr fi tir d mo indic o esquem b ixo. à medid que o b rb nte se enrol em seu dedo. de cim mostr posição de 4 leões dentro d j ul . respectiv mente. M r observ que pedr gir c d vez m is r pid mente. um b r b nte que tem um pedr m rr d n outr extremid de.5 m c) 1.8 m d) 2. no pl no xy.13.

16. PUC-SP Podemos brir um port plic ndo um forç F em um ponto loc liz do pró→ x imo à dobr diç (figur 1) ou exercendo mesm forç F em um ponto loc liz do longe d dobr diç (figur 2). Sobre o descrito, é correto firm r que: →

) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é menor. → b) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 1, porque o momento d forç F plic d é m ior. → c) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é menor. → d) port bre-se m is f cilmente n situ ção d figur 2, porque o momento d forç F plic d é m ior. e) não há d ferenç entre plic rmos forç m is perto ou m is longe d dobr diç , pois → o momento de F independe d distânci d entre o eixo de rot ção e o ponto de plic ção d forç . → 7 17. UFRN Num di de chuv , Anísio vinh press do no seu fusc qu ndo notou pres enç de um ônibus p r do no meio d pist . Com pist escorreg di , b tid foi in evitável. O fusc p rou imedi t mente pós colisão, enqu nto o ônibus s iu desliz ndo e gir ndo livremente. O cidente e su s conseqüênci s ocorrer m num trecho pl no e h orizont l d pist . P ss do o susto, Anísio procurou entender o ocorrido. Su prim Is ur , perit do Dep rt mento de Trânsito, formulou lgum s hipóteses simplific d or s p r lhe explic r o que ocorreu. No modelo de Is ur , ilustr do n s figur s b ixo, o fusc é represent do por um pequeno disco, de m ss m e velocid de vF, enqu nto o ônibus p rece como um b rr homogêne , de m ss M (El explicou que ess e modelo ssemelh v -se um moed desliz ndo de encontro à extremid de de um régu , sobre um mes horizont l, lis ). O fusc tingiu o ônibus um distânci d do c entro de m ss (C.M.), o qu l, no modelo de Is ur , coincide com o centro geométri co d b rr . El supôs t mbém que não houve dissip ção de energi no processo descrito. GABARITO ILUSTRAÇÃO DO MODELO DE ISAURA Is ur definiu, ind , s seguintes gr ndez s: I é o mo mento de inérci d b rr homogêne (ônibus) em rel ção um eixo que p ss pelo seu centr o, perpendicul r o pl no d mes (pist ); L = I . é o momento ngul r dess b r r , qu ndo el gir com velocid de ngul r em torno do referido eixo; LF = m.v F.d é o momento ngul r do disco (fusc ) em rel ção o centro d b rr , no inst nte im edi t mente nterior à colisão. N s condições descrit s por Anísio, Is ur considerou desp rezível o trito n quel p rte d estr d . Tendo por b se s inform ções fornecid s e físic envolvid : ) Explicite, sucint mente, tod s s hipóteses simplific dor s q ue Is ur formulou o mont r um modelo d colisão. b) Especifique s gr ndez s físic s que se conserv m ness colisão. Justifique su respost . c) Obtenh um expressão liter l p r velocid de de tr nsl ção, V, que o ônibus dquire imedi t mente pós c olisão, em função de m, M e vF. d) Obtenh um expressão liter l p r velocid de ngul r, , que o ônibus dquire imedi t mente pós colisão, em função de m, vF, I e d. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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18. U.F. Juiz de For -MG Pode-se us r um prolong dor p r ument r o comprimento do c bo de um ch ve de rod m nu l, p r retir r p r fusos emperr dos de rod s de utomóveis. O uso do prolong dor é necessário p r : ) ument r o torque d forç p lic d ; b) ument r o módulo d forç plic d ; c) mud r direção d forç plic d ; d) r eduzir o tr b lho re liz do pel forç plic d . 19. Vunesp As figur s seguir re present m esquem tic mente, à esquerd , um bridor de g rr f s e, à direit , esse b ridor brindo um g rr f .

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b) Supondo que ess s forç s tuem perpendicul rmente o bridor, qu l o v lor mínimo Fp → d r zão entre o módulo d forç exercid pel pesso , Fp, e o módulo d forç F → F ue retir t mp e bre g rr f ? 20. U.E. Pont Gross -PR N figur b ixo, A , B e C são c bos inextensíveis que, junt mente com h ste metálic D – indeformável e de peso desprezível –, sustent m um corpo de peso P, em equilíbrio. Com rel ção às forç s que u m nos diferentes elementos desse sistem , ssin le o que for correto. GABARITO Adote: Ângulos Seno 30º 1 2 45º 2 2 2 2 1 60º 3 2 1 2 3 3 N. Cosseno 3 2 T ngente 3 2 01. A e B são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 N e 50

02. C e D são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 25 N e 25 3 N. 04. E m B tu um forç de tr ção e em D, um forç de compressão. Os módulos dess s forç s são, ectiv mente, igu is 50 N e 25 N. 08. Em B tu um forç de tr ção e em C, um forç d e compressão. Os módulos dess s forç s são, respectiv mente, igu is 50 3 N e 25 3 N. 1 6. A e C são forç s de tr ção de módulos que v lem, respectiv mente, 50 3 N e 25 3 N. Dê, c mo respost , som d s ltern tiv s corret s. IMPRIMIR Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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Em mb s s figur s, M é ponto de plic ção d forç que um pesso exerce no bridor p r brir g rr f . ) Copie no c derno figur d direit e nel represente s forç s que tu m sobre o bridor enqu nto pesso bre g rr f . Nomeie s forç s represent d s e f ç um legend explic ndo quem s exerce. Não considere o peso do bridor.

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21. UFR-RJ N figur o l do suponh que o menino estej empurr ndo port com um forç F1 = 5 N, tu ndo um distânci d1 = 2 metros d s dobr diç s (eixo de rot ção) e que o homem exerç um forç F2 = 80 N um distânci de 10 cm do eixo de rot ção. 9 Nest s condições, pode firm r que: ) port est ri gir ndo no sentindo de ser fe ch d ; b) port est ri gir ndo no sentido de ser bert ; c) port não gir em nenhum sentido; d) o v lor do momento plic do à port pelo homem é m ior que o v l or do momento plic do pelo menino; e) port est ri gir ndo no sentido de ser fech d pois m ss do homem é m ior que m ss do menino. 22. U.F. S nt M ri - RS

GABARITO

→ IMPRIMIR Um b rr homogêne e horizont l de 2 m de comprimento e 10 kg de m ss tem um ex tremid de poi d e outr suspens por um fio ide l, conforme figur . Consid er ndo celer ção gr vit cion l como 10 m/s2, o módulo d tensão no fio (T, em N) é: ) 20 b) 25 c) 50 d) 100 e) 200 Volt r FÍSICA - Equilíbrio Av nç r

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O módulo d forç i -RS

F v le, em N: ) 50 b) 100 c) 200 d) 300 e) 400 23. U.F. S nt M r

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A figur mostr um b rr homogêne com peso de módulo 200 N e comprimento de 1 m, poi d 0,2 m d extremid de A, onde se plic um forç F que equilibr . →

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24. UFRJ Um jovem e su n mor d p ssei m de c rro por um estr d e são surpreend idos por um furo num dos pneus. O jovem, que pes 75 kgf, pis extremid de de um ch ve de rod , inclin d em rel ção à horizont l, como mostr figur 1, m s só con segue solt r o p r fuso qu ndo exerce sobre ch ve um forç igu l seu peso. A n mor d do jovem, que p ss 51 kgf, enc ix mesm ch ve, m s n horizont l, em outro p r fuso, e pis extremid de d ch ve, exercendo sobre el um forç i gu l seu peso, como mostr figur 2.

10 Supondo que este segundo p r fuso estej tão pert do qu nto o primeiro, e lev ndo em cont s distânci s indic d s n s figur s, verifique se moç consegue solt r e sse segundo p r fuso. Justifique su respost . 25. Cefet-PR Um menino que pes 2 00 N, c minh sobre um vig homogêne , de secção const nte, peso de 600 N e poi d s implesmente n s rest s de dois corpos prismáticos. Como ele c minh p r direit , é possível prever que el rod rá em torno do poio “B”. A distância de “B” em que tal fa ontece, é, em metros, igual a: GABARITO a) 0,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3

26. UFR-RJ A figura ao lado apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pesso a normal. A força potente F1 , exercida pelo bíceps atua a uma distância de 4 cm da ar ticulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentado pela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nesta situação, pode-se afirmar que: a) o va lor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf; b) o v lor do torque da força F1 é 20 N; c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças F1 e F2 são iguais; d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. IMPRIMIR Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

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27. UERJ As figuras abaixo mostram dois tipos de alavanca: a alavanca interfixa (I) e a alavanca inter-resistente (II). Estão indicadas, em ambas as figuras, a fo rça no apoio N, a força de resistência R e a força de ação F. Esses dois tipos de alavanca são, respectivamente, a base para o funcionamento das seguintes máquinas simples: a) alicate e pinça; b) tesoura e quebra-nozes; c) carri nho de mão e pegador de gelo; d) expremedor de alho e cortador de unha. 28. U. Alf enas-MG Um garoto caminha de uma extremidade a outra de uma prancha homogênea de p eso 300 N, que se encontra apoiada sobre dois pontos A e B conforme a figura aba ixo. A prancha tem um comprimento de 10 m, e a distância entre A e B é de 8 m. Deter mine a máxima massa que o garoto deve ter para que a prancha não tombe. 11 8m a) 20 kg b) 30 kg c) 35 kg d) 40 kg e) 45 kg

29. Unicamp-SP O bíceps é um dos músculos envolvidos no processo de dobrar nossos braços . Esse músculo funciona num sistema de alavanca como é mostrado na figura abaixo. O simples ato de equilibrarmos um objeto na palma da mão, estando o braço em posição verti cal e o antebraço em posição horizontal, é o resultado de um equilíbrio das seguintes força : o peso P do objeto, a força F que o bíceps exerce sobre um dos ossos do antebraço e a força C que o osso do braço exerce sobre o cotovelo. A distância do cotovelo até a pal ma da mão é a = 0,30 m e a distância do cotovelo ao ponto em que o bíceps está ligado a um dos ossos do antebraço é de d = 0,04 m. O objeto que a pessoa está segurando tem mass a M = 2,0 kg. Despreze o peso do antebraço e da mão. Ossos do antebraço F GABARITO Bíceps Osso do braço IMPRIMIR d Cotovelo d a C a P a) Determine a força F que o bíceps deve exercer no antebraço. b) Determine a força C qu e o osso do braço exerce nos ossos do antebraço. Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

F ÍS IC A

E Q U IL ÍB R IO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. b e a a b d c c V–V–F–F–V c d a b x = 1/18 e y = 2/9 d d a) Hipóteses formuladas por Isaura. 1 - O trecho onde ocorreu a batina era sem atrito. 2 - O fusca é tratado como um pequeno disco de ma ssam. 3 - O ônibus é tratado como uma barra hoogênea de massa M. 4 - O centro de massa do ônibus coincide com o seu centro geométrico. 5 - Não houve dissipação de energia na co lisão e não foi levado em consideração as deformações dos objetos. b) Grandezas conservadas 1 - Energia mecânica total (ausência de for’cas não conservativas) 2 - Momento linear p (força resultante externa atuando no sistema é nula) 3 - Momento angular L (o toque externo atuando no sistema é nulo) c) Da conservação do momento linear mv f mvf = MV portanto V = M d) Da conservação do momento angular em relação ao centro da barra mv f d mvfd = Iω logo ω = I 18. a 19. a) 1 IMPRIMIR G A B A R IT O b) Fp = 1 Fa 6 Voltar FÍSICA - Equilíbrio Avançar

29. 24. 20 b d e Para o caso do jovem Meixo = 75 × 20 = 1 500Kgf. o parafuso s e solta se Meixo ≥ 1 500Kgf.cm e e b e a) F = 150 N. 28.Equilíbrio Avançar . 23. 25. 27.20. 21.cm Para o caso da moça Meixo = 51 × 30 = 1 530Kgf.cm > 1 5 00Kgf.cm Portanto. 22. b) C = 130 N 2 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 26.

F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1. e m função da sua posição x. PUC-RS Um bloco de massa m está sendo arrastado por uma força constante F. numa trajetória retilínea. um motorista chega à praça de pedágio e passa a frear o carro a uma taxa constante. sobre um plano horizontal c om velocidade constante. em joules. produzindo nele apenas movi mento de translação. b) resultante realizado sobre o bloco é posit ivo.0 m. percorrendo 150 m. UFRS Num sistema de referência inercial. pode-se afirmar que o trabalho: a) resultan te realizado sobre o bloco é negativo. é: a) 30 000 d) 1 500 000 b) 150 000 e) 4 500 000 c) 450 000 4. Nessa situação.0 e 9. e) realizad o pela força F é igual à variação de energia cinética do bloco. o módul o do trabalho realizado pelas forças de atrito que agem sobre o carro. é exercida uma força resultante sobre um c orpo de massa igual a 0. 3. O gráfico ab aixo mostra a variação da intensidade da resultante F das forças aplicadas sobre o nó. d) realizado pela força F é positivo. até a parada do veículo. Essa força resultante realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J.Trabalho e energia Avançar . que se encontra inicialmente em repouso. UERJ Na brincadeira conhecida como cabo-de-guerra. No mesmo sistema de referência. qual é o módulo da velocidade adquiri da pelo corpo em conseqüência do trabalho realizado sobre ele? a) b) 5 m/s 10 m/s d) 10 m/s e) 20 m/s 1 c) 5 m/s 2. Determine o tra balho realizado por F no deslocamento entre 2. Considerando a massa total do veículo como sendo 1000 kg. c) realizado pela força F é nulo. dois grupos de pa lhaços utilizam uma corda ideal que apresenta um nó no seu ponto mediano. Vunesp Deslocando-se por uma rodovia a 108 km/h (30 m/s). GABARITO Considere que a força resultante e o deslocamento sejam paralelos.2 kg. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

b) O trabalho realizado pelo motociclista.2 J 7. 9 J D. Aplicam-se sobre o ob jeto duas forças horizontais.0 m abaixo do ponto de início da qued a. 8.8 m/s2. 6 N C.E. U. 3 J B. Se a aceleração da gravidade for 9. 6 J 10. o trabalho realizado pela força gravitac ional será: a) – 4.0 s. 0 J C.E.4 J b) 19. U. Considerando desprezíveis as perdas por atrito. c) A potência aplicada pelo motociclista. é o mesmo. GABARITO IMPRIMIR a) O módulo de F1. e) A força aplicada pa ra elevar a motocicleta ao longo da rampa é maior.0 kg e eleva a sua velocidade de 3. Determine o trabalho realizado pela re sultante desse conjunto de forças. 9.0 m/s para 7. 6. é a mesma.F. 8 N D. Viçosa-MG Um objeto de ma ssa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito.1 W e) 40. U. cujos módulos variam de acordo com o gráfico.5. UFR-RJ Um corpo de massa 2.8 W b) 11.9 J d) 78.1 W c) 25. No instant e t = 0. d) O trabalho r ealizado para elevar a motocicleta ao longo da rampa é menor. Qual a potência devido à força? a) 29. Londrina-PR Um objeto de 2. UFR-RJ O gráfico ab aixo representa a potência de um sistema em função do tempo.0 W d) 36. em ambas as situações. Londrina-PR Uma força constante age sobre um objeto de 5. assinale a altern ativa correta: a) O trabalho realizado para elevar a motocicleta verticalmente é m aior.8 J c) – 39. 12 N B. P ara colocar a motocicleta na caminhonete ele pode erguêla verticalmente ou empurrá-l a por uma rampa. 2 Calcule o trabalho realizado entre 0 e 5 s. U.0 W Voltar FÍSICA . o objeto estava em repouso.0 m/s e m um intervalo de tempo de 4. no instante em que o objeto inverte o sentido do movimento é: A. 9 N b) A energia cinética do objeto no instante em que sua a celeração é nula.0 m/s para 12 m/s.6 J e) 156.0 kg cai da janela de um apartamento até uma laje que está 4.0 kg sofre a ação de um conjunto de forças e sua velocid ade varia em módulo de 2. é: A.Trabalho e energia Avançar .E. Londrina-PR Um motociclista resolve ir para a praia e pretende levar a sua motocicleta em uma caminhonete. em ambas as situações.

de massas iguais. Os valores do trabalho realizado por essa pessoa e da sua energia potencial em relação ao chão – em Joules – são. 3 12. Nestas condições. Alfenas-MG Uma p essoa de massa 80 kg está parada sobre uma plataforma que se encontra a 10 m do chão . b) cre scer quadraticamente com o tempo. UFR-RJ Um goleiro chuta uma bola que descreve um arco de parábola. b) 1 . d) a velocidade escalar do corpo for nula. pode-se afirmar que: a) a energia p otencial é máxima.11. a energia cinética da partícula deve: a) crescer linearmente com o tempo. andar de um edifício. se: a) a velocidade escalar do corpo for positiva. e) permanecer inalterada. movem-se com velocidades constantes de 20 km/h e 30 km/h. como mostra a figura abaixo. d) diminuir quadraticamente com o tempo. b) a energia mecânica é nula. um corpo terá energia mecânica igual à energia p otencial gravitacional. d) a energia cinética é máxima. re spectivamente. andar de um edifício. IMPRIMIR 16. c) o módulo da velocidade do corpo aumen tar com relação ao tempo. b) a velocidade escalar do corpo for negativa. A energia cinética desse veiculo é equivalente ao trabalho realizado pel a força-peso de um corpo de massa 50 kg que cai de uma altura aproximada a uma que da do: a) 4 . c) a energia cinética é nula. e) a energia ci nética for máxima. e) alto de um poste de 6 m. pois não conhecemos a mass a da bola. PUC-PR Uma motocicleta de massa 100 kg se desloca a uma velocidade constante de 10 m/s. andar de um edifíc o. c) 20 . andar de um edifício. U.Trabalho e energia Avançar         . UFRS Para um dado observador. Para o mesmo observador qual a razão EA/ EB entre as energias cinétic as desses objetos? a) 1 3 b) 4 9 c) 2 3 d) 3 2 e) 9 4 GABARITO 15. c) diminuir linearme nte com o tempo. e) nada se pode afirmar sobre as energias. 13. UFR-RJ Desprezando-se os atritos. ITA-SP Uma partícula está submetida a uma força com as seguintes características: se u módulo é proporcional ao módulo da velocidade da partícula e atua numa direção perpendicu ar àquela do vetor velocidade. dois objetos A e B . No ponto em que a bola atinge a altura máxima. Voltar FÍSICA . respectivamente: a) 8000 e 8000 b) 800 e 8000 c) 0 e 80 0 d) 8000 e 0 e) 8000 e 800 14. d) 50 .

II. 06. d) a energia potencial gravitacional em L é mai or que a energia potencial gravitacional em N. trabalhando com uma casa decimal e obedecendo às regras de arredondamento: I. é corre to afirmar que: a) a energia cinética em L é igual à energia potencial gravitacional e m K. p. 4 Analise as afirmativas que seguem. Os pontos L e N estão a uma mesma altura. III e IV. 19. Fiat: Fórmulas no Trânsito.9 m. ao ponto N. A velocidade cuja energia cinética corresponde à meta de da inicial é 72 km/h. Estão corr etas: a) apenas as afirmativas I e II. a 100 km/h. IV. III. em módulo. b) a energia mecânica em K é igual à energia mecânica em M.Trabalho e energia Avançar . A altura da montanha no ponto M é menor que a alt ura em K.6 m/s2. GABARITO IMPRIMIR Um trenó. 18. c) apenas as afirmativas I e IV. atinge a calçada com velocidade u. Durante o processo de frenagem. Para que a velocidade de impacto dobrasse de valor. igual a: a) 2 h b) 3 h c) 4 h d) 6 h Voltar FÍSICA . 5. UERJ Um chaveiro. e) apenas as afirmativas I. U. Pelotas-RS Um carro de massa 1000 kg. c) a energia mecânica em M é menor que a energia mecânica em L. A intensidade da força de atrito é 5900 N.F. a aceleração de frenagem é. UFMG Na figura. a distância percorrida f oi de aproximadamente 6. passa pelos pontos L e M e chega. d) apenas as afirmativas II. solto no ponto K com velocidade nula. O gráfico abaixo mostra como varia a energia cinética com a velocidade. Supondo que o carro pare em 5 s. com velocidade nula.17. III e IV. b) apenas as afirmativas II e III. precisa de pelo menos 5 s para que o trab alho das forças frenantes consiga baixar até zero sua energia cinética. largado de uma varanda de altura h. está representado o perfil de uma mont anha coberta de neve. seria necessário largar esse chaveiro de uma altura maior. Com base nessas informações.

B realiza um movimento uniformemente variado. entre os instantes t = 0 e t = t1. As en ergias cinéticas de ambas as partículas. sendo as forças dissipativas desprezíveis e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2? 22. 5 A realiza um movimento retilíneo e uniforme. abandona do do repouso de um ponto A. 08. 21.2 m. que fazia iruetas sobre a cabeça de um elefante.20. Suas velocidades em função do tempo s representadas na figura a seguir. as partículas estão na mesma posição.0 m/s. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . escorregar ela tromba do elefante. em t = t1. 32.0 m. O trabalho realizado pela força r esultante sobre a partícula B. 02. Dê. UERJ Um mico. UFR-RJ A figura ao lado mostra um carrinho de massa igual a 100 kg. 16. Maringá-PR Duas partículas A e B com massas idênticas (mA = mB) deslocam-se a partir da mesma posição em uma trajetória retilínea. U. é (mA v2)/2.Trabalho e energia Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . As forças resultante s em ambas as partículas. a soma das alternativas corretas. são iguais. 01.E. assinale o que for correto. Como a aceleração gravitacional vale g. Sabendo que a ve locidade v no onto B é 2. No instante t = t1. como ilustra a figura abaixo. Qual a velocidade do carrinho ao atingir o ponto B. com o resposta. 64. O espaço percorrido por A é o dobro do espaço percorrido por B entre os instantes t = 0 e t = t1. Nessas condições. 04. de massa igual a 50 g. a artir do re ous o. deixou seu cha éu. cuja altura equivale a 7. são iguais. determine a energia dissi ada elo atrito no erc urso entre A e B. em t = t1. de uma altura h igual a 2. Cefet-PR Um esquiador (massa = m) parte do rep ouso no ponto A e desliza sem atrito pela encosta de secção circular de raio R. a expressão que permite determinar o valor da velo cidade dele ao passar pelo ponto B da encosta é: GABARITO a) v = m 2 gR b) v = 2 mgR m g d) v = 2 gR e) v = 2π mgR c) v = 2π 23.

assinale o que for correto. em relação à do rimeiro. é largado de uma altura duas vezes maior. d) a uantidade de movimento da esfera não varia durante o movimento. ( ) A velocidade da essoa na base da duna ( osição B) é de 15 m/s. 25. ao longo de todo o trajeto AC. Considere que a massa da essoa em conjunto c om a laca seja de 50 kg e que a distância AB. é correto afirmar que: a) a energia cinética da esfera é máxima no ponto B. 0 m/s2. será: a) um quarto b) a metade c) o dobro d) quatro vezes maior e) a mesma GABARITO 27. 2 2 16. Qua ndo este segundo tijolo atingir o solo. ( ) A força de atrito na arte lana é de 2 00 N. 2 02.24. PUC-RJ Um tijolo e largado de uma certa altura e cai no chão. c) a aceleração centrípeta no ponto B é nula. b) enquanto a esfera vai de A até B.5 m/s2. UFPR Na figura abaixo está esquematizada uma diversão muito comum em áreas onde ex istem dunas de areia. 40. e) a velocidade da esfera no ponto B é dada por VB = g ⋅ hA . seja de 100 m. A energia otencial no onto D é m ⋅ g ⋅ f . uma essoa desliza el a encosta de uma duna. sua energia mecânica aumenta. artindo do re ouso em A e arando em C. Su onha que o co eficiente de atrito cinético entre a madeira e a areia seja constante e igual a 0. 2 IMPRIMIR 04. Sentada sobre uma laca de madeira.E. ( ) O módulo da aceleração durante a descida (trajeto AB) é constante e igual a 1. Um outr o tijolo. Des rezando a existência de forças resistentes e considerando como sendo “g” a intensidade do campo gravitacional. de massa duas vezes menor. 6 Em relação às informações acima. O trabalho realizado ara deslo car a bala do onto A ao onto D é − m ⋅ g ⋅ f . e considerando que a energia otencial em A é nula. Ponta Grossa-PR A artir da análise do esquema abaixo. 2 08. 2 Dê. Cefet-PR Uma equena esfera é solta do onto A e desliza no interior da canale ta semicircular re resentada ao lado. A energia mecânica no ponto E é m ⋅ v . é correto afirmar: ( ) A força de atrito ao longo do traje de descida (AB) é menor que a força de atrito ao longo do trajeto horizontal (BC). ( ) A distância erco rrida ela essoa no trajeto BC é de 80 m. como resposta. 26. A energia cinética no onto C é nula. que re resenta a t rajetória de uma bala de canhão de massa m em um cam o gravitacional su osto uniform e e no vácuo. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . U. sua energia cinética. ercorrida na descida da duna. A energia mecânica no onto B é m ⋅ v . a soma das alternativ as corretas. ( ) O módulo da aceleração na arte lana (trajeto BC) é constante e maior que 3 . 01.

2 . PUC-RS Têm-se duas molas metálicas iguais. respectivamente. o carregador B utiliza uma rampa com inclinação qB . Maringá PR Três carregadores A.5 m. B e C.28. Com isso. vale: IMPRIMIR GABARITO a) 4 b) 2 c)1 d) 1 2 e) 1 4 31. 104 b) 1.8 . 103 a) 1. Dê.50 29. qual é. em joules. U. bem como o a trito na polia são nulos. FB e FC a intensidade das forças aplicadas pelos carregadores A. B e C precisam colocar caixas idênticas de massa M em uma plataforma de altura H.E. 104 e) 1.8 . 02. 30. Unirio Um baterista de uma banda de rock decide tocar um gongo no acorde fin al de uma música. e ue as forças de atrito entre a caixa e a superfície da rampa. A e B. n a ual g é a aceleração da gravidade no local. considerando ue os três processos são realizados a velocidade cons tante.Trabalho e energia Avançar ¦ ¢ ¢ ¦ ¦ ¢ ¢ . FA > FB. e o carregador C utiliza uma rampa com inclinação θC < θB . e logo a seguir atinge o gongo. 01. a soma d as alternativas corretas. o intervalo de tempo gasto.45 e) 0. No acorde final. 04. aproximadamente. FA > FC . 7 Sendo FA. Para isso. 08. o pêndulo é abandonado a partir do r epouso na horizontal.2 . assinale o ue for correto. 2. FA = Mg. ele utiliza um pêndulo com uma haste rígida de massa desp rezível e comprimento L = 0. desde o momento em que o pêndulo é abandonad o até aquele em que o gongo é atingido? a) 0. O carregador A utiliza uma roldana e uma corda levantando a caixa verticalmente. As duas são comprimidas de modo que A sofra deformação x e B sofr a deformação 2x. igua l a: d) 1.22 c) 0. como ilustram as figuras a seguir.0 m de altura é. WA / WB. o quociente entre as respectivas energias elásticas acumula das.32 d) 0. em segundos. como resposta. O trabalho realizado pelos três carregadores é o mesmo. Unifor-CE A energia cinética do container aos 9. 10 Voltar FÍSICA . então ∆EP (A) > ∆EP (B) > ∆EP (C). 16. Se ∆Ep é a v ariação da energia potencial gravitacional no processo. FB = FC . inic ialmente sem deformação.15 b) 0.5 . C onsiderando se g = 10 m/s2 e desprezando se os atritos. 103 3 c) 1. conforme a figura acima.

poderá parar numa posição diferente do ponto O. No percurs o entre os pontos A e B. 04. pode-se afir mar corretamente que: 01. O ponto B situa-se a 80 cm de altura. no ponto B. A energia mecânica total do bloco.. atinge o ponto B. a massa oscilará infinitamente em torno do ponto O. deslizando sem atrito sobre um a superfície horizontal. . 16. A energia potencial elástica do bloco. sua posição de equilíbrio.. de massa m = 500 g. é igual a 8. se não houver força de atrito entre as superfícies.. 8 GABARITO Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. a aceleração da m assa será nula. Maringá-PR Duas molas dênticas e ideais são associadas como mostra a figura a seguir. UFSC A figu ra mostra um bloco. e a energia potencial elástica armazenada no sistema massa-mola . 34.. U. 02. Dê. onde pára.. . 08. Selecione a al ternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo abaixo... a energia cinética do bloco . UFRS A figura abaixo representa um bloco que. mantido encostado em uma mola comprimida de X = 20 cm. Na situação descrita. Durante a etapa de compressão da mola. 0 8. em relação ao ponto A. independente da posição em que ela estiver.... por isso não houve conservação da energia mecânica do bloco. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 04. a resultante das forças que atuam sobre a massa será nula.. quando passar pelo ponto O.. a velocidade do bloco é zero e sua aceleração é .. no ponto A. não há conservação da e mecânica...E.. a) aumenta – diminui – zero d) diminui – aumenta – zero b) diminui – aumenta – má a e) diminui – diminui – zero c) aumenta – diminui – máxima 33. se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola id eal. como resposta. N o ponto de inversão do movimento..... cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida...... no pont o A. 02. se houver força de atrito entre as superfícies. 64.32. a ene rgia do sistema não se conservará. a massa. na ordem em qu e elas aparecem. é totalme nte transformada na energia potencial gravitacional do bloco. durante o seu movimento.. se não houver força de atrito entre as superfícies.. se houver força de atrito entre as superfícies. a força de atrito da superfície sobre o bloco dissipa 20% d a energia mecânica inicial no ponto A.4 J. se não ho uver força de atrito entre as superfícies. depois de oscilar.0 J.. Dê. foi 1. partindo do repouso no ponto A.. como resposta. .6 J.. e soltando-a imediatamente depois... A mola é solta e empurra o bloco que. 16.. O trabalho r ealizado pela força de atrito sobre o bloco. A força peso não rea lizou trabalho no deslocamento do bloco entre os pontos A e B. a soma das alternativas corretas....Trabalho e energia Avançar . 32. a soma das alternativas corretas.. Afastando a massa m do ponto O... A energia mecânica do bloco no ponto B é igual a 6. A constante elástica da mola é K = 400 N/m...

não apena s na ciência contemporânea. kWh e) g. salta de um avião. ( ) Uma partícula descreve uma trajetóri a circular em movimento uniforme.. J. J. e 1 joule eqüivale a 10–7 erg. de 50 kg de massa. kW Voltar FÍSICA . I. é transformada integralmente em energia potencial gravitacional. 36. N. erg. a uma taxa uniforme. ( ) O trabalho realizado pela força resultante para parar um carro com u ma velocidade de 80 km/h independe da maneira como o carro foi freado. A quantidade de energia dissipada durante a queda pelo pára-quedista é superior a 400 kJ. ( ) No S. kgf. 37. inicialmente em repouso. O pára-quedas se a bre. então a potência elétrica desse motor é superior a 140 k . a energia potencial da mola será de 5 J. ao final dos 2 segundos de movimento. A energia aparece em várias formas – energia mecânica. energia e potência. a quantidade total de energia permanece sempre constante . As diversas formas de energia se relacionam entre si. ( ) A energia potencial elásti ca de uma mola deformada de 30 cm é de 10 J. energia eletromagnética .0 m/s. ( ) A energia cinética inicial de uma pedra lançada para cima no vácuo . kWh. Concluímos que. pensamos sobre energia em termos de custo do combustível para o transporte. ( ) Quando lançamos uma pedra para cima . ( ) Um saltador olím pico executa um salto recorde de 2. em J. realizando um trabalho motor sobre a partícula.3 m sobre um sarrafo horizontal. re spectivamente: a) kg. N. No dia-a-dia. o trabalho é medido em Joule. ( ) Um guindaste deve levantar uma carga de 2000 kg até uma altura de 150 m em u m minuto. força. quando a mola estiver d eformada de 15 cm. J. a energia cinética que fornecemos a pedra. Unicap-PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). energia térmica e energia nuclear. kgf. a) A potência média desenvolvida pela força resultante que atuou sobre o corpo d urante o movimento foi igual a: 01) 9 W 02) 12 W 03) 20 W 04) 38 W 05) 45 W b) A energia cinética do corpo. próxima a superfície terrestre. I. dina.Trabalho e energia Avançar . e ele atinge o solo com uma velocidade de 5. no instan te do lançamento.E. O módulo da ve locidade com que o saltador deve pular para conseguir tal êxito é superior a 20 km/h . sobre ela atua uma força centrípeta dirigida para o centro da trajetória. ( ) O ponto mais alto de uma montanha russa corresponde ao ponto máximo de energia potencial gravitacion al do carrinho. realiza moviment o retilíneo uniformemente variado com aceleração de módulo igual a 2m/s2. UESC-BA Um corpo. UEMS No sistema internacional são unidades de massa. e também no custo dos alimentos que co nsumimos. durante 2 segu ndos. no da eletricid ade para iluminação e aparelhos eletrodomésticos. foi igual a: 01) 5 02) 7 03) 10 04) 20 05) 40 9 IMPRIMIR GABARITO 38. no ponto de alt ura máxima. Se apenas 35% da potência elétrica fornecida ao motor é convertida em energia mecânica. de massa 5 kg.35. ( ) Um pára-qu edista. a 1000 m de altura. é convertida integralmente em energia potencial gravitacional para que a pedra atinja uma determinada altura. W b) g. Com base nos estudos sobre energia. Superior de Brasília-DF O conceito de energia é um dos conceitos físicos mais importantes. kW d) kg. Se necessário use o módulo da aceleração da gravidade de 10 m/s2. energia química. julgue as afirmações a seguir. W c) kg. mas também na prática da engenharia.

Desprezando a res istência do ar. no instante anterior ao golpe. transformação da energia potencial gravitaci onal do martelo em energia térmica no prego. portanto. a energia poten cial desse sistema molecular se comportará de maneira análoga à de um sistema mecânico m assa-mola. sobre o carrinho. para levá-lo ao repouso em 5 m. b) a energia cinét ica e potencial do carrinho na posição x = 7 m. então. UESC-BA Dois automóveis. determine: a) a energia mecânica total do carrinho. para valores de r próximos de r0. UFRN Flávia foi colocar um prego numa parede e percebeu que ele esquentou após s er golpeado com o martelo. a distância r entre os átomos a um intervalo [ a. como mo stra a figura a seguir: Sabe-se que em x = 2 m. adquirem a mesm a energia cinética quando se movimentam com velocidades de módulos constantes VA e V B. julgue os itens seguintes. ( ) Considerando que. 40. Esta en ergia é constante. c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. a partir da posição x = 7 m. e q ue não há atrito. entre as posições x = 0 e x = 7 m. conforme mostra o gráfico abaixo. transferência da energia térmica. a curva U(r) aprox ima-se muito de uma parábola.39. tais 10 GABARITO VB que V seja igual a: A 01) 1 5 02) 5 5 03) 5 04) 5 05) 5 5 IMPRIMIR 42. a energia cinética é igual a 2J. armazenada no martelo. o intervalo [a. para o prego.Trabalho e energia Avançar . UnB-DF A energia potencial U de u ma molécula diatômica formada pelos átomos P e Q depende somente da posição relativa r ent re esses átomos. A e B. no instante do golpe. A respeito desse sistema. UFGO A energia potencial de um carrinho em uma montanha russa varia. a soma das ene rgias cinética e potencial dos átomos constitui a energia total E da molécula. b] de oscilação da molécula a umentará. b]. Voltar FÍSICA . A explicação física para esse fenômeno é: a) Houve. ( ) Para uma determi nada energia total E. a energia potencial U(r) será máxima quando r for igual a a ou b. b) Parte da energia térmica que o prego possuía armazenada até o instante anterior ao go lpe foi liberada quando o martelo o atingiu. ( ) Diminuindo-se a energia total E. de massas mA = 5mB. foi transformada em energia térmica no prego. 41. Para esse sistema. c) Parte da energia cinética que o ma rtelo possuía. para valores de E próximos de U0. no instante do golpe. limitando. d) Houve.

determine o módulo dessa força.Trabalho e energia Avançar . o jove m e força F que ele exerce sobre a esteira para movimentá-la. represente a esteira. a) Qual a distância percorrida pelo jovem? Qual o deslocamento do jovem? b) Nu m esquema gráfico. Fuvest Uma pessoa puxa um caixote. sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. O trabalho realizado pela força F é igual a m g v ∆t/2 III. Logo a seguir. eles perdem o contato e o b loco se desloca sobre um plano horizontal com um coeficiente de atrito cinético 0. como apresentado na fi ura acima. Nessa posição o bloco est m repouso. sem motor. o bloco chegará à posição D com velocidade nula. 16. então. supondo que toda energia dissipada s ja na forma de calor. a velocidade d o bloco em uma posição C localizada entre a posição B e a posição D. conforme a figura. Vunesp Um jovem exercita-se numa academia andando e movimentando uma esteira rolante horizontal. 04.5 J. após 2 segundos decorridos desde o momento em que o bloco passa pela posição B e terá. de massa m. o bloco fica sujeito a uma força de atrito equivalente à quarta parte do seu peso. Salvador-BA O bloco de massa m da figura é abandonado. durante um certo in tervalo de tempo ∆t.2 km/h e consumiu 300 quilocalori as. toda a energia mecânica do sistema na posição A foi transfor mada em calor na posição D. O trabalho realizado pela f orça F é igual a F v ∆t II. A resp ito desse sistema e considerado g = 10 m/s2. na presença do campo gra vitacional terrestre. 45.0 J. ele andou 40 minutos com velocidade constante de 7. Dê. 02. é correto afirmar que: 11 01.43. 08. 2. II e III g GABARITO IMPRIMIR 46. Um dia. também será de 4 m/s. desloca-se com velocidade v constante. Adote 1. A compressão da mola é de 20 cm na posição A (veja figura abaixo). UFMS Um bloco de 500 g comprime uma mola. Considere as seguintes afirmações: I. A e ergia potencial gravitacional varia de m g v ∆t/2 Está correto apenas o que se afirm a em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. no trecho BC. na posição B. supondo que toda energia dissipada seja na forma de calo r. o sentido do movimento da esteira. U.0 cal = 4. do alto da rampa de altura h. percorrid o uma distância de 4 m. O trecho AB do percurso é bastante polido e. como resposta. Admitindo que o consum o de energia assinalado pela esteira é o trabalho realizado pelo jovem para movime ntá-la. a partir do repouso e livre da resistência do ar. Voltar FÍSICA . o bloco é solto e. Sa bendo-se que o bloco pára no ponto C. com uma v F força F. Na posição B a velocidade do bloco é de 4 m/s e na posição D a velocidade é nula. de constante elástica k = 200 N/m. ao longo de uma rampa inclinada de 30° com a horizo ntal. a distância BC é igual a: a) h 4 b) H 2 c) h d) 2h e) 4h 44. a energia mecânica do sistema massa-mola na posição A vale 4 J. O 3 0° caixote. a quantidade de calor gerada durante o deslocam ento do bloco da posição A até a posição B é de 8. suposta constante. a soma das afirmativas corretas. de acordo com o medidor da esteira.

( ) Todo o movimento de descida foi acelerado. até altura de 9. como mostra o desenho. a) 12 Admitindo que o elevador parta do térreo (tomado como referência). 104 N. o elevador retorna ao térreo.47.0 s. a sua velocidade ao passar pelo po nto B é: 3 3 d) gh b) 1 3gh c) 2 3gh e) 3gh gh 4 2 2 2 48. ( ) Em q ualquer trecho do movimento de subida que se considere.0 kg. usando-se um cabo de aço sob tração de 4. ( ) Ao fi nal dos cinqüenta segundos representados no gráfico. é abandonado a partir do repouso no ponto A de uma pista no plano vertical. como as escadas rolantes e os elevadores. Num intervalo de tempo de 6.50 m de altur a. IMPRIMIR GABARITO Despreze a resistência do ar e adote g = 10 m/s2. U.00 to neladas é içado a partir do solo. o valor da energia cinétic a do elevador sofreu aumento. conforme Verdadeira (V) ou Falsa (F). Católica-DF O aumento populacional e a melhoria das técnicas de engenharia civil impulsionaram a crescen te verticalização das construções.Trabalho e energia Avançar . julgue cada afirmativa abaixo.0 s.20 . que a aceleração da g ravidade possa ser aproximada para 10. sobre uma balança de molas (destas que comumente encontramos em farmácias) graduada em new tons e funcionando perfeitamente. Voltar FÍSICA . ( ) O edifício possui mais de dez andares. Instruções: Para responder às questões de números 49 a 50 utilize as in formações que seguem.0 m. UFSE Um corpo. No gráfico. veria uma marcação superior a 600 N entre os insta ntes 0 s e 10. Tal processo também alavancou o desenvolvimento dos mei os de elevação. ( ) Um passageiro de 60. O movimento de um elevador é representado pelo gráfico de sua velocidade escalar em função do tempo. valores positivos de velocidade indicam que o elevador está subindo. que. pode m ser usados como interessantes equipamentos de laboratórios de Física. além de muito úteis. Desprezando o atrito entre o corpo e a pista.0 m/s2 e que cada andar meça 2. um container de massa 4. de massa m.

103 IMPRIMIR 55. fornecida através da força de tração no ca o de aço. 103 e) 2. de uma altura de 2. em watts. GABARITO Considere desprezíveis as forças de atrito e a resistência do ar no trecho representad o no esquema e adote g = 10 m/s2. Suponha uma queda d’água de 25 m de altura. 103 e) 6. por aquecimento. é. Sabendo-se que.2 . estime a potência dessa queda d’água.5 b) 10 c) 5. Fatec-SP A figura mostra um objeto de 4 kg que desliza por uma pis ta que para ele não apresenta atrito. 102 56. Q e R indicados no esquema.0 . Nu parque de diversões. Voltar FÍSICA . é. 104 d) 1. em joules. é igual a: a) 3. que está 0.80 m em relação ao solo. quando está na posição indicada no e quema. está com velocidade de 10. a energia cinética desse carri nho. 0 d) 2. em m/s2.0 . 102 c) 6. é igual: a) 10. o atrito entre a menina e o escorregador consome 140 J de e nergia.1 . que é o ponto mai s baixo da pista. a o longo do percurso.5 . a partir do repouso. Para estimar a capacidade de geração de energia elétrica de uma queda d’água avaliamos a energia potencial armazenada no sistema queda – Terra. em megawatt. 53. Unifor-CE A potência média. 104 b) 3. com velocidade de 8 m/s.Trabalho e energia Avançar . sendo a massa do conjunto 120 k g. 102 e) 1. 104 c) 2. Católica-DF Usinas hidrelétricas convertem energia mecânica em ene rgia elétrica. Unifor-CE Quando o carrinho passa pelos po ntos M.4 . 104 d) 6.0 . com uma velocidade de: a) 6 m/s b) 8 m/s c) 10 m/s d) 12 m/s e) 14 m/s 13 Instruções: Para responder as questões de números 53 a 55 utilize as informações abaixo.50 50. UFPB Uma menina de 20 Kg de massa brinca no escorregador de um parque de diversões.49.0 m/s movendo-se sobre trilhos na parte horizontal e elevada do seu percurso representado parcialmente no esquema.5 e) 0. 104 c) 1. Ela começa a deslizar .8 . 102 b) 2. 102 d) 3. desprezando as perdas que ocorrem na parte inferior. 104 51. Unifor -CE A energia mecânica do conjunto em relação ao solo. igual a: a) 1. Unifor-CE O módulo da aceleração do container.2 . igual a: a) 6.2 .30 m acima do solo. 52. essa garota chegará ao final do escorregador. Considerando a acel eração normal da gravidade (g = 10 m/s) e a água com densidade igual a 1000 quilograma s por m3.2 . 104 b) 1. N. a força de reação dos trilhos sobre o carrin ho tem maior módulo nas proximidades do ponto: a) M b) N c) P d) Q e) R 54.5 .3 .3 . P. um carrinho com dois jovens. O objeto passa pelo ponto B. Unifor-CE Durante a descida e a 15 m de altura. com uma vazão constante de 300 m3 por segundo.8 . em joules. U.

respectivamente: C Dado: g = 10 m/ s2 A a) 8 m/s e 2.4 m c) 6 m/s e 2. pendurado por um fio flexível. é correto afirmar: 01. atinge distânc ias de cerca de 80 m. quando consegu e lançar o martelo com um ângulo de aproximadamente 45° com a horizontal. UFBA A figura abaixo apresenta uma conta de massa m. Sabe ndo se que o bloco comprime a mola de 0 a 0.4m. quase instantaneamente. que se encontrava em repouso. Vunesp No lançamento do martelo. R. Ao longo do trecho circular. é: a) 4 . GABARITO 02. 10–1 b) 7. a energia potencial ganha pela m ola durante essa compressão. 10–1 d) 10 . No ponto C. A partir do ponto B.4 m d) 4 m/s e 6. que desliza sem atrito ao longo do fio curvilíneo. abandonada a partir do ponto A. o módulo da aceleração da gravidade local e despreze as forças dissipativas. A maioria dos atletas olímpicos. Católica de Salvador BA Um bloco desloca se sobre um plano horizontal liso e co lide com uma mola horizontal.4 m b) 6. d e massa 3 desprezível. 10–1 e) 11 .5 . 14 58. 59. o raio do trecho circular. 04. alcançada pelo pêndulo. q ue é o ponto mais alto atingido pelo objeto. 16.A velocidade com a qual esse objeto passou pelo ponto A e a altura do ponto C. a conta descreverá movimento circular uniforme. a in tensidade da força que o fio exerce sobre a conta será igual a mg R 1 (2h – 5R). 10–1 c) 8 . 10–1 60. U.0 m/s e 2. de massa desprezível e constante elástica 10 N/m. Det ermine a 4 altura h. os atletas lançam obliquamente uma esfe ra de metal de pouco mais de 7 kg. o módulo da aceleração centrípeta da conta será constante . No ponto C. Dos valores dados a seguir. a velocidade da conta será igual a 2g( h − R ) . assinale o que mais se aproxim a da energia cinética que esses atletas conseguem fornecer ao martelo (adote g = 1 0 m/s2). UFC Uma bala de massa m e velocidade V0 atravessa. Nessas condições. u m bloco de massa M. g. a energia mecânica da conta será igual a mgh.2 m B 57. No ponto D. Considere h a altura d o ponto A. são.0 m e) 4 m/s e 3. Nessa colisão a bala perde de sua energia cinética inicial.8 m hC ? hA 2. 08. a) 3 J b) 30 J c) 300 J d) 3000 J e)30000 J IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ . em J.

c) Determine o tempo de queda de cada bloco. Unicamp SP Dois blocos homogêneos estão presos ao teto de um galpão por meio de fi os. As massas dos blocos A e B são respectiva mente iguais a 5.61. de massa igual 4 x 104 kg. Um vagão. há um batente com uma mola no final dos trilhos. 25 d2 C. o ade PUC SP O carrinho da figura tem massa 100 g e encontra se encostado em uma m de constante elástica 100 N/m comprimida de 10 cm (figura 1). aproxima se do batente com velocidade v constante e igual a 1. Os dois blocos medem 1. a) Calcule a energia mecânica de cada bloco em relação ao solo. 500 d d é. como mostra a figura ao lado. 50 d2 D. 200 d C.8 e) 0.0 termine as velocidades dos blocos imediatamente antes de tocarem o solo. 300 d E. a máxima compressão da mola pro vocada pelo vagão vale: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Trabalho e energia ¦ ¦ ¦ ¦ 63. Ao ser libertado carrinho sobe a rampa até a altura máxima de 30 cm (figura 2). a) O módulo da aceleração do bloco quando passa pela posição A. 100 d B. D e 5.2 64. Sabendo se que a constante elástica da mola do baten te vale 1 x 106 N/m e desprezandose qualquer atrito. é: ¦ ¦ ¦ . Considere desprezível o atrito entre o bloco e a superfície. conforme e stá indicado no esquema.5 m/s (ver figura). UFSE Considere um bloco de massa 100 g. ola .0 m de comprimento por 0. igual a: D. 10 d2 B. 250 d A. UFPB Num pátio de manobras de uma ferrovia. igual a: 2 b) A energia potencial máxima do bloco é. O módulo da quantid de energia mecânica dissipada no processo. 75 d2 E.0 kg e 50 kg.4 m de largura por 0. oscilando entre os pontos d e +d. em joules.4 m de espessura. 100 d2 GABARITO figura 1 figura 2 a) 25000 b) 4970 c) 4700 d) 0. que está preso a uma mola helicoidal d e constante elástica igual a 50 N/m. Teto fio A B fio Solo 15 62. b) Os três fios são cortados simultaneamente. Despreze a resistência do ar. em joules. com o objetivo de impedir que os vagões saiam desses trilhos. em m/s2.

.

perdendo p rte de su energi o colidir com o solo. ITA-SP Um bloco com m ss de 0. o v lor do f tor k é: 9 2 5 4 3 5 ) b) c) d) e) 10 5 5 4 8 68. de um ltur h.65. c d colisão su energi decresce de um f tor k. bol repic té um ltur de 0. pode e afirmar: 01. como respost . O bloc o atinge o ponto B com velocidade VB = 2m/s. Dê. 16 Considere a o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado. comprimida de x = 2 cm.20 kg. S bemos que pós 4 choques com o solo.54 m e) 0.6 N/m. A energia mecânica do bloco se conserva no percurso ABC. 04. 2 Kx 08. dAB.60 m IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . A distância percorrida pelo bloco entre os pontos A e B.8 00 m K 66. de inclinação a. um carrinho de massa 5.48 m d) 0. Desprez ndo m ss d mol . de constante elástica K = 40 N/m. Obs. é dada por dAB = mv 2 B . é derrub do de um ltur de h = 1. distânci máxim que mol será comprimid é: ) 0. é aplicada pela superfície sobre o bloco.: de sprezar os efeitos do atrito. inici lmente em repouso. O módulo da força que faz o bloco parar no ponto C é dado por F = mg (senα + µcosα). até parar no ponto C. Assim. som d s ltern tiv s corret s.500 m c) 0.250 m b) 0. conforme figur a abaixo. 32. ITA-SP Um bol c i . o bloco percorre a superfície horizontal lisa AB e s obe o plano inclinado rugoso BC.20 m sobre um mol cuj const nte de forç é k = 19. O módulo da re ação normal que o plano inclinado aplica sobre o bloco é numericamente igual ao peso d o bloco. p rtir do repouso.750 m e) 0.24 m b) 0. g o módulo da aceleração da gravidade local e desprezível a resistência do ar.650 m d) 0. A reação ao peso do bl oco. UFBA Um pequeno bloco de massa m = 4g encontra se inicialmente encostado à ext remidade livre de uma mola ideal. 16.32 m c) 0. Nest s condições. 67.64 h. FEI SP Em um parque de diversões. Qual é a máxima deformação sof rida pela mola quando o carrinho é abandonado do repouso na posição indicada. no plano horizontal. Após a liberação da mola. 02. a) 0.0 kg percorre um tril ho e atinge uma 4m mola de constante elástica K = 6400 N/m. Nessas condições.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .

75 Mg.0 hor de funcion mento . UFMA Um menino com m ss de 25 kg escorreg num r mp cujo perfil é de um tob ogã.0 x 102 N de peso o longo do pl no inclin do que form 30º com horizont l. é de: ) 7. de 5 m de ltur p rtir do repouso.17 71.2 . Adot ndo g = 10 m/s2. Unic p-PE P r responder est questão. em 102 J .0 m e velocid de const nte. em joules: ) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . foi de: ) 3 b) 6 c) 10 d) 15 e) 20 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . em segundos. ( ) o coeficiente de trito dinâmico entre o bloco e o pl no é de 0. e cos 30º = 2 2 De termine. C tólic de S lv dor-BA Um motor de potênc i igu l 1000 W é utiliz do p r elev r um bloco de peso 100 N um ltur de 1 50 m. o tempo g sto ness oper ção. rr st ndo. foi de proxim d mente: Considere g = 10 m/s2 ) 950 J b) 1000 J c) 1120 J d) 1050 J e) 1250 J 72. UFSE Certo motor consome potênci de 500 W e possui rendimento de 40%. do topo té b se do pl no. o tr b lho d forç exercid pelo homem. ( ) o tr b lho re liz do pelo pes o. é 3 Mg. UFBA A figur b ixo represent um homem que pux um cord tr vés de um rol d n . 70. p r desloc r o bloco do topo té b se do pl no.Tr b lho e energi ¡ 69. um c ix de 6. com desloc mento de 6. Desprez ndo-se s forç s dissip tiv s. U. Em 1.2 . O bloco d figur .8 . ( ) fo rç de trito que tu no bloco é igu l 0.2 . 73. 103 b) 1.0 m de ltur em rel ção à rei de um t nque. de m ss M. 104 c) 7 . com um forç const nte.8 . desce o pl no inclin do com um velocid de const nte de 2m/s . 105 e) 7. O tr b lho d s forç s resistentes. 105 74. é numeric mente igu l o tr b lho d forç result nte que tu no bloco. Unifor-CE Um me nino de m ss 20 kg desce por um escorreg dor de 3. o tr b lho re liz do pel forç peso do menino v le. que cord e rold n são ide is e que 1 3 sen 30º = . cheg ndo à b se d r mp com velocid de d e 4. em joules. em módulo. Podemos firm r que: ( ) o tempo que o bloco g st p r cheg r à b se do pl no é 1 0s. ( ) o tr b lho re liz do pel forç norm l no desloc mento do bloco.0 m/s. n b se do escorreg dor. observe figur o l do. 104 d) 1. o tr b lho re liz do pelo motor.75. em movimento uniforme. Consider -se que s forç s de trito e resistênci do r são d esprezíveis.

é inst l do um elev dor externo p r tr nsport r rg m ss (mistur de rei . III.5 W b) 0. UFMA Num edifício.6 W c) 0. III b) I. 0 W 76. II. A potênci médi mínim necessári p r re liz r t ref é: ) 0. 250 kg 10 m de ltur em 20 s. Obs. III. águ e cimento) os diversos p vimentos.18 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .4 kg está num pr teleir d bibliotec do colégio. III. A bibliotecári mud o livro p r um pr teleir m is lt .3 W e) 2. II d) II. Assin le ordem crescente d s potênci s que o motor do elev dor deverá desenvolver p r o tr nsporte de: I. II. II. situ d 1. I ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . UFPB Um livro de m ss m = 0. 150 kg 20 m de ltur em 10 s. I c) III. g st ndo 2 segundos ness oper ção.Tr b lho e energi ¡ 75. I. um ltur de 1 m do chão.8 W d) 1. ) I. II e) II. em construção.: Considere m ss do elev dor incluíd n c rg ser tr nsport d e g = 10 m/s2.30 m cim do chão. 350 kg 15 m de ltur em 30 s.

d 23.Tr b lho e energi ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 02 + 32 = 34 67. 29 28. e 51. 01 + 08 + 16 45. 46 30. 91 21. ) c b) b 63. ) D. e 57. c 40. V – F – F – V – F – V 26. b 2. F – V – F – V – V 70.g 0 58. 02 + 08 + 16 = 26 59. b 15. c 29. e 17. h = m2 V2 /8m2. d 7. e IMPRIMIR G A B A R IT O Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . c 54. 60 J 8. ) d = 4800 m. e 44. 18 73. 5. d 72. e 74. 13. ) EMA = 275 J e EMB = 2600 J b) VA = VB = 10 m/s c) tA = tB = 1 s 62. 190J 3. b 68. 47. e 46. e 64. d 39. 48.F ÍS IC A TRABALHO E E N E R G IA 1 1. b 55. e 50. c 20.6 N 43. F – F – V – V – V 37. c 65. c 60. 12. 12 m/s 22. c 4. 39 35 . e 31. b) F = 250 N. ) 03 b) 05 38. c 56. 140 J 6. F – V – F – F – V 49. e 27. F – V – V – V – F 36. b 76. 32. d 16. d 61. b) C 10. c 14. 29 34. 03 J b) 8 J c) 1. b 9. 25. 66. 75 52. 71. 53. c 19. e 69. V – F – V 41.9 J 24 . c 11. 18. d 75. 0. b 33.

a aceleração adquirida p bola e a adquirida pelo jogador da defesa terão módulos iguais. 3. não se desloque após o choque com a bola. um jo g dor plic um forç n bol . Gib dá um violent cort d .s. Admita que. é de: ) 2. direção e sentido que a força que o jogador aplicou na bola. no momento do contato da raquete com a bola. lo go a seguir informou se pelo alto falante que o módulo da velocidade da bola ating ira aproximadamente 179 km/h. Determine. ( ) Dur nte o s que cit do no item nterior. Ness situ ção. a velocidade inicial da bola seja desprezível. Considere a massa da bola ap roximadamente igual a 20 g.2 x 104 2. é correto afirmar que a variação quantida de de movimento e o impulso recebidos por ele são nulos. U.103 N. horizont l. ( ) Caso o jogador da defesa. Apl ic se sobre o corpo um forç const nte. por se tratar de forças que formam um par de ação e reação. lgum s jog d s podem ser n lis d s à luz dos princípios d Físic . pes r de não tr zer Med lh de Ouro. ( ) Dur nte o jogo. conquist ndo simp ti do povo br sileiro com gr ndes vitóri s .0 m/s. UFMA Um corpo com m ss de 350 kg repous sobre um pl no horizont l liso. em que o voleibol de pr i . o que provoc nel um v ri ção no módulo de su velocid de de 20. UFR RJ Em recent e partida internacional de tênis.F ÍS IC A IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1 1. ( ) Dur nte um s que. Dur nte s p rtid s. na “medalha” citada no item acima. C tólic -DF Recentemente for m disput d s s Olimpí d s de Sidney. Consider ndo que bol utiliz d no jogo v li do estej b st nte chei e tenh m ss de 300 g. que o desloc 20 m dur nte 5 s. conseguiu um res ult do expressivo. que result no choque d bol com o peito do jog dor d defes dversári (um jog d conhecid como “med lh ”). n lise s firm tiv s b ixo. ( ) Ainda sobre a “medalha” c itada. o valor médio do módulo do impulso apl icado à bola. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¦ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . intensid de do impulso plic do o corpo no interv lo de tempo mencion do. É correto concluir que o impulso recebido pel bol tem módulo de 6 . logo forç médi que bol fez sobre mão do jog dor tem intensid de menor que 300 N. em N s. o tempo de inter ção entre bol e mão do jog dor foi de três centésimos de segundo.6 x 105 e) 4 . um dos jogadores lançou a bola com sua raquete. ssin l ndo V p r s fir m tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. a força que a b ola aplicou no jogador da defesa tem o mesmo módulo. no SI.6 x 103 d) 5.8 x 105 c) 5.8 x 103 b) 2.00. Nesse caso.

B . os jornais afirmavam que o saque mais rápido de Gustavo Kuerten foi de 195 km/h. e tomando se o solo como referencial. os valores da velocidade do carro de seu pa i. Mesmo considerando o ruído da colisão. Dê. Outra grandeza. o estudante poderá calcular apenas: a) I d) I e III b) II e) II e III c) III 7. 08. a velocidade média do automóvel. a veloci dade horizontal inicial da bola é considerada nula. pela sua b rilhante vitória e conquista do título de bicampeão do Torneio de Roland Garros. a variação da energia cinética do automóvel. UFGO Os princípios de conservação da energia e da quantidade de movimento são fundamentais na compreensão da dinâmica de interação entr e corpos. A massa da bola é igual a 58 gra mas e o tempo de contato com a raquete é 0. que: ( ) na ausência de forças externas em uma colisão. UFSC Na segunda feira. um estudante anota. incluindo os passageiros. ITA SP Uma certa grandeza física A é definida como o produto da variação de energia d e uma partícula pelo intervalo de tempo em que esta variação ocorre. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeir a(s): 01. imprimindo lhe uma ve locidade horizontal de 180 km/h (50 m/s). Tendo esquecido de trazer um relógio.01 s. A força média exercida pela bola sobre a raquete. incluindo os passageiros. a cada 100 metros. 02. UFPB Durante um longo trajeto numa rua retilínea e plana até o seu colégio. A força média exercida pela raquete sobre a bola é igual a 290 N. Entre as muitas informações sobre a partida final do Torneio. pois. as páginas esportivas dos jornais n acionais eram dedicadas ao tenista catarinense Gustavo Kuerten. Consideremos uma partida de tênis com o “Guga” sacando: lança a bola para o ar e atinge com a raquete. porque a resultante das forças externas é nula durante a colisão . há conservação da energia mecânica do sist ema (bola + raquete). tanto assim que a raquete recua com velocidade de módul o muito menor que a da bola. o impulso total das fo rças que atuam sobre o veículo. 04. ( ) a energia cinética de um planeta em órbita elíptica em t orno do Sol é constante. 16. a soma das alternativas corretas. Em uma partida de tênis. como resposta. registrados nos instrumentos do painel. Usando somente suas anotações. Ele deseja calcular. pode se dizer que no instante em que a cama atinge o ponto mais baixo. Entende se. etc. O impulso exercido pela raquete sobre a bola é maior do que aquele exercido pela bola sobre a raquete. A com binação que resulta em uma grandeza adimensional é: a) A B d) A2/B b) A/B e) A2 B 2 c) A/B 6. ( ) considerando se uma pessoa saltando sobre uma cama elás tica. tais como: colisões. 12 de junho de 2000.9 N. a uma altura h acima do solo. a bol a atinge velocidades superiores a 200 km/h. O impulso total exercido pela raquete sobre a bola é igual à variação da quantidade de movimento d a bola. toda a energia mecânica da pessoa é convertida em energia potencial elástica. 5. o “Guga”. é igual àquela exercida pela raquete sobre a bola. III. Anota também a massa total do automóvel. para cad a 100 metros rodados: I. II. é o produto da quantidade de movimento da partícula pela distância percorrida. 32. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .s. Ao ser atingida pela raquete. o estudante não regi stra nenhum valor sobre o tempo gasto no percurso.2 4. movimentos de planetas e satélites. as pequenas deformações permanentes d a bola e da raquete e o aquecimento de ambas. a quantidade de moviment o do sistema não se altera. O impulso total exercido sobre a bola é igual a 2.

10 s após o lançamento. engole um peixe de 1 kg. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). com aceleração constante. d) Não é possíve eterminar a quantidade de movimento do átomo.m/s. A potência média que ele desenvolve é d e 2 . considerando g = 10 m/s2. gastando 20 s.4 3 10. a partir do chão. a quantidade de m ovimento é constante. Ao atingir sua altura máxima. b) A quantidade de movimento do sistema nem sempre é conservada. em repouso. no sentido indicado pela figura. Com base nessas informações. que todas estão em repouso na situação inicial (Figura A). através de uma polia. 10 s depois da explosão.U. UFMS Um dispositivo decorativo bastante comum é composto por um c onjunto de esferas suspensas por fios e presas a um suporte (veja a Figura A aba ixo). Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .6 x 10–27 kg. ocorre o recuo da arma. a granada explodiu. Esse fenômeno é explicado pelo princípio da conservação da energia. partindo do repouso. Supondo que todas as esferas tenham a mesma massa m.8.C.6 d) 0. 9. lançados horizontalmente. ( ) Um carro de 1 tonelada. IMPRIMIR GABARITO Ao suspendermos a esfera 1 e soltá la. U. que o atrito em todo o sist ema seja desprezível. Pode se afirmar que a parte da energia liberada na explo são. 12. Fuvest SP Uma granada foi lançada verticalmente. c) O módulo da quantidade de movime nto da partícula é maior que o módulo da quantidade de movimento do átomo. em seguida.E. um saco de cimento de 20 kg. produz indo dois fragmentos com massa total igual a 5 kg.0 m/s. é aproximadamente de: a) 900 J d) 6000 J g b) 1500 J e) 9000 J c) 3000 J 11. ao Sul do ponto de lançamento. e) Após a emissão da partícula. é correto afirmar: a) O vetor quantidade de movimento do núcleo é igual ao vetor quantidade de movimento da partícula emitida. a esfe ra 5 começa a se movimentar. 105 W. Londrina PR Um átomo possui uma massa de 3. alcule a velocidade (em m/s) com que a esfera 5 (Figura C) começa a se movimentar em relação à posição de equilíbrio das demais esferas. ( ) Em uma co nstrução. com uma velocidade de módulo igual a 1. possui uma velocidade de 72 km/h. caiu a 300 m. a quantida de de movimento do sistema é nula. ( ) Um fabricante de automóvel diz que o seu carro de mass a 1000 kg consegue atingir a velocidade de 72 km/h em uma reta horizontal de 100 m. esta bate na esfera 2 e. do pei xe maior. em uma região p lana. ( ) Quando uma arma dispara e lança um projétil. com uma quantidade de movimento de 2 x 102 kg.8 x 10–25kg e encontra se. nadando com velocidad e de 1. com velocidade constante. Suponha que num determinado instante ele emita uma partícula d e massa igual a 6. ( ) No M.. a uma altura de 10m. em m/s. inicia lmente. UERJ Um peixe de 4 kg. e continua nadando no mesmo sentido. que esta va em repouso. com massa igual a 2 kg.8 c) 0. concluímos que a potên cia desenvolvida é 100 W. um operário levanta.5 x 107 m/s. imediatamente após a ingestão. é igual a: a) 1. Um do s fragmentos.0 b) 0. e que a esfera l é solta de uma altura de 5 cm (Figura B) em r elação à posição de equilíbrio das demais esferas (h = 0) e solta de um estado de repouso. e transformada em energia cinética dos fragmentos. A velocidade. logo.

em função de vo. 02. GABARITO Sabendo que o módulo da velocidade com que a bola atinge e é rebatida pela trave é o m esmo em todas as situações. É impossível acelerar tal c orpo com uma força que seja inferior ao seu peso. b) maior em II. Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca.13. A trajetória da bola está contida no plano das figuras. 15. Dê. Para que um corpo tenha uma certa quantidad e de movimento. II. UERJ A figura mostra uma mes a de bilhar sobre a qual encontram se duas bolas de mesma massa. É possível encontrar uma situação na qual o momen o linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética tot al do sistema não seja conservada. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo. 04. 16. a bola bate na trave superior do gol. as velocidades que as bolas (1) e (2) adquirem após o choque. necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potenci al. 08. e) ig ual nas quatro situações. d) maior em IV. o vetor vel ocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula. III e IV. que é o plano vertical perpendi cular à trave superior do gol. assinale a(s) altern ativa(s) correta(s). 14. pode se se afirmar que o impulso exercido pela trave sob re a bola é: a) maior em I. Uma fo rça horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. 64. 01. Suponha que isso ocorra n uma das quatro situações representadas esquematicamente a seguir. A bola (1) é lançad a em linha reta com uma velocidade vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2 ). c) maior em III. Unioeste PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ . que se encontra em repouso. a soma das alternativas corretas. Vunesp Num jogo de futebol. c omo resposta. É impossível encontrar uma situação na ual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energi a mecânica total não seja conservada. Calcule. 4 Considere o choque perfeitamente elástico e despreze os atritos. Em certas situações. I. 32.

16. sobre uma linha férrea retilínea. ( ) a força de reação ao peso de um bloco. A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que ca i de uma altura igual a 0. e denominada força normal. Inicialmente a esfera encontra se em repouso e a mola no s eu comprimento natural. ( ) o que mantém um satélite em órbita circular em torno da Terra é a sua aceleração tangencial. às 12 horas de um dia ensolarado (sol a pino).0 x 104 kg.m /s 19. Suponha a colisão elástica e g = 10 m/s2. o corpo de maior massa ficará submetido a uma maior variação da quantidade de movimento. deslizando sobre uma superfície. des locam se no mesmo sentido. Concluímos que a potência gerada por ela é de 250 KW. UFRS Dois vagões de trem. e prende se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elás tica igual a 9 N/m. de massas 4 x 104 kg e 3 x 104 kg.0 x 104 kg. ( ) Quanto maior for o impulso. isto é. UFGO A mecânica estuda o movimento dos corpos suas causas. a mesm a direção e o sentido contrário ao do peso do livro. se chocam e permanecem acoplados imediatamente após o choque. b) a c ompresão máxima da mola. maior será o trabalho realizado pela força resultante.5 m. ( ) o gráfico v x t da sombra de uma bola. é perpendicular a esta. que a força normal é a reação do peso.m/ s b) 5. a quantidade de movimento se conserva. O vagão de menor massa es tá na frente.5 m/s. 5 IMPRIMIR GABARITO Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão. Concluímos pela 3 Lei de Newton. num sistema. a quantidade de movimento do sistema formado pelos dois vagões é: a) 3.m/s c) 5. ( ) Sabemos que um livro fica em equilíbrio sobre uma me sa porque a força normal equilibra o peso do livro. Assinale verd adeiro ou falso. 18. A velocidade do outro é 1 m/ s.5 x 104 kg. maior será a variação da quantidade de movimento. Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo.5 x 104 kg.m/s e) 10. Em dado momento.5 x 104 kg. conf orme mostra a figura. após ser chutada por um jogador. movendo se com uma velocidade de 0. ( ) Quando. atuando durante o mesmo intervalo de tempo. só at uam forças conservativas. ( ) Quanto maior for a variação da energia cinética. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). UFRJ Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal s em atrito.m/s d) 7. conseqüências e utiliza se de leis e princípios para descrevê lo. 17. sob a ação de uma mesma força resultante. é uma linha reta paralela ao eixo dos tempos. ( ) Uma queda d’água de 50 m de altura tem uma vazão de 30 m3/min. tem o mesmo módulo. ( ) para dois corpos d iferentes.

22. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. a partir do repouso. colide com a traseira de um caminhão de massa Mc = 10000 kg.20 kg é abandonada de uma altura de 5. fica mais preso ao caminhão. Levando em con ta esse intervalo de tempo. fazendo um arredondamento para o valor superior mais próximo. 23. UFMS Um automóvel de massa MA = 1500 kg. colide frontal e elasticamente contra uma segunda. b) a primeir a retrocederá a 1 m/s e a segunda mover se á a 1 m/s para a direita.0 m. igual a: a) 10 b) 15 c) 20 d) 30 e) 40 21.0 s. alcançand o a altura máxima de 1. que se desloca com velocidade VA = 80 km/h em uma estrada. c) a primeira r eduzirá sua velocidade a 1 m/s e a segunda assumirá. Tal força. Adote g = 10 m/s2. em Ns. 2 2 4.8 m.0 segundos de movimento. 6 Ao completar 5. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da e sfera com o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0. a) Qual a velocidade de r ecuo do canhão em relação ao chão? b) Qual a velocidade de recuo do canhão em relação à bal Qual a variação da energia cinética no disparo? IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . exa tamente igual à primeira e em posição inicial de repouso. d) a primeira retrocederá a 2 m/s e a segunda irá parar. Após a colisão. atinge o solo e volta. Determine a velocidade. e que se desloca com uma velocidade Vc = 60 km/h na mesma direção e sentido do automóvel. Unicamp SP Um canhão de massa M = 300 kg dispara na horizontal uma bala de mass a m = 15 kg com uma velocidade de 60 m/s em relação ao chão. 1 e) a primeira r eduzirá sua velocidade para m/s e a segunda mover se á para a direita 2 1 a m/s. uma velocidade de 3 m/s.20. o impulso aplicado ao corpo tem intensid ade. UFSE Sobre um corpo de massa m é aplicado uma força resultante F . Cefet PR Uma bola de bilhar que se movimenta para a direita com velocidade igual a 2 m/s. do sistema carro + c aminhão imediatamente após a colisão. para a direita. em km/h. durante 5. Após a colisão. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera.050 s. de d ireção constante e de intensidade variável. Vunesp Uma esfera de aço de massa 0. o automóvel continua em movimento. impulsiona um corpo. representada graficamente em função do tempo. é viável prever q a) a primeira irá parar e a segunda mover se á a 2 m/s para a direita.

com velocidade V0. como indica a figura anterior. UFR RJ Em um local.0 m/s. move se numa superfície horizontal sem atrito. o caixote B aproxima se perpendicularm ente à parede. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura.0 c) 6. Após todas as colisões.0 d) 14 e) 2 28. empurra o menor.0 kg. 67 d) 4. Supondo que o choque entre a par ede e a bola tenha durado um centésimo de segundo. uni das por um encaixe. após a colisão. passando a moverem se juntas.0 29.0 kg.8 c) 4.5 e) 9. podem movimentar se sobre uma superfície plana. sem atrito. mantendo se na mesma trajetória ret ilínea. A e B. Este aumenta a velocidade em 3. A velocidade do conjunto. onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2. com velocidade escalar constante de 10 m/s. Estando i nicialmente A parado.0 c) 2.0 m. uma bola de massa M = 1. em m/s.0 m acima do solo. Num dado instante ela colide com ou tra caixa. vale: a) 5. em m/s. Cefet PR 7 Uma pequena bola de borracha. ela retorna com velocidade de 3 m/s. desloca se para a direita com velo cidade constante de 5 m/s. podemos afirmar que a energia dissipada ne ssa colisão (expressa em Joules) é: a) 10 b) 4. de massa igual a 40 kg. de massa igual a 60 kg.0 26. em módulo.0 kg é aban donada de uma altura h1 = 2. deve ser igual a: a) 0. de massa 2. Fuvest SP Dois caixotes de mesma altura e mesma m assa. é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: g GABARITO IMPRIMIR Parede A B Vo a) b) c) d) e) VA = V0 VA = V0/2 VA = 0 VA = V0/ 2 VA = 0 VB = 0 VB = 2 V0 VB = 2 V0 VB = V0/ 2 VB = V0 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . UFSE Dois patinadores estão numa pista de gelo em movimentos uniformes numa me sma direção quando o maior. a intensidade da força aplicada p ela parede à bola foi de: a) 40 N d) 210 N b) 80 N e) 600 N c) 160 N 27. Ao bater em uma parede. que estava parada. próximo a uma parede. A diminuição da velocidade do patinador maior. de massa 3. Sabendo se que após o choque a altu ra máxima que a bola atinge é h2 = 1.25.0 d ) 3.3 e) 2. Unifor CE Uma caixa de madeira. de massa 200 g.5 b) 1.3 b) 4.

na qual ∆t é o tempo em que ocorre a colisão. Assinale a(s) propos ição(ões) correta(s): 01. Maringá PR Um disco de massa m escorrega sobre uma mesa horizontal.0 m/s. indo colidir. Após a colisão. imediatamente antes de colidir com a esfera B. em se tratando de um choque perfeitamente elástico. é de (2 m v cos θ / ∆t). com velocidade v. no instante em que colidiu com a es fera B. de forma perfeitamente elástica. Dê.0 m/s. com a esfera B. a s oma das alternativas corretas. UFSC As esferas A e B da figura têm a mesma massa e estão presas a fios inextensív eis. Considerando o sistema constituído pelas esferas A e B. é 4. durante a colisão. é 3. a esfera A volta com velocidade de 4. ela desce. 16. 08. a inten ade da força da parede sobre o disco. Dê. 08.E. 16. Desprezam-se os efeitos da resistência do ar. 04. como resposta. o momento line r d disco é o mesmo. o disco afasta-se da parede com velocidade u. é maior que a intensidade da força do disco sobre a parede. a esfera B se afasta da esfera A com velocidade igual a 4. no ponto mais baixo da trajetória. 04. é co nstante. Após a colisão.0 m/s. durante a colisão. θ = α. U. 02.0 m/s. pode-se afirmar corretamente ue: 01.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¦ ¡ ¢ ¦ ¡ . de massas desprezíveis e de mesmo comprimento. 8 31. a soma das alternativas corretas. a esfera A permanece em repouso. durante a colisão. 64. Inicialmente. imediatamente antes de colidir com a esfera B. Imediatamente após a colisão. 02. ntes e depois d colisão (pi = pf). como resposta. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . GABARITO Soltando-se a esfera A.80 m. Durante o movimento de descida da esfera A. a intensidade da força da parede sobre o disco. Não é possível calcular o valor da velocidade da esfera A. Após a colisão.30. sendo L a distância do ponto de suspensão até o centro de massa das esferas e igual a 0. Considerando a colisão perfeita mente elástica e ue a força exercida pela parede sobre o disco. como indicado na figura a seguir. chocando se com uma parede. sua energia mecâni ca permanece constante e é possível afirmar que sua velocidade no ponto mais baixo d a trajetória. v > u . podemos afirmar que há conservação da quantidade de movim ento total e da energia cinética total do sistema. o módulo d v ri ção do momento line r é ∆p = 2 m v cos θ. A velocidade da esfera A. segundo um ângulo θ com a norma l à parede. invertendo o sentido do seu movimento inicial. 32. na direção defin ida pelo ângulo a. sem a trito. 32. porque não houve conservação da energia mecânica durante seu movimento de descid a e também porque não conhecemos a sua massa. as esfer as encontram-se em repouso e mantidas nas posições indicadas.

que se encontra inicialmente em repouso no ponto P. a energi a cinética do conjunto é igual a: 1 1 01) 04) mv2 mv2 18 4 1 1 2 02) mv2 06) mv 9 3 1 03) mv2 6 36. respectivamente.02 b) 0. partindo de uma altura H. 9 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¥ ¦ . pode-se afirmar q ue: a) as acelerações de recuo são iguais e as forças de ação e reação durante o choque são em módulo e direção. De acordo com a 3 .32. U. com ve locidade de módulo v.8 34. respectivamente. c) O corpo A retorna até a altura H/2 e o corpo B se eleva até a altura H/2. Salvador BA Duas esferas. e) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H/2. Sabe se que B se encontrava inicialmente em repouso e A. conforme indicado na figura abaixo. Se a coli são é perfeitamente elástica. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. 33. em movimento. d) O corpo A fica parado no ponto P e o corpo B se eleva até a altura H. duas esferas de massas diferentes recuam em sentidos contrários. O módulo da velocidade do conjunto. o tempo de contato do pé do jogador com a bola . Na parte mais baixa da pista.06 c) 0. de massas m e 2 m. b) Os dois corpos aderem um ao outro e se elevam até a altura H/2.F. é de: a) 0.6 e) 0. A e B . em s. U. Santa Maria-RS Um jogador chuta uma bola de 0. de massa mB = m. ele colide com outro corpo idêntico B . UESC-BA Duas esferas. tem módulo igual a: vA vA − vB 01) 04) vB 2 vA + vB 05) 02) vA – vB 2 03) vA + vB 35. deslocando-se em sentidos contrários com velocidades de módulos VA > VB. Se a força sobre a bol a tem uma intensidade média de 600 N. de massas iguais. podemos afirmar que: a) Os dois corpos aderem um ao outr o e se elevam até a altura H. A e B. UFR-RJ Depois de se chocarem frontalmente. c) as acelerações de recuo são diferentes e as forç ação e reação durante o choque são diferentes em módulo e direção. Logo após a colisão perfeitamente inelástica entre A e B. UFPE Um pequeno corpo A de massa mA = m desliza sobre uma pista sem atrito. 4 kg. a partir do repouso. parada. colidem frontalmente entre si.2 d) 0. Lei de Newton. colidem frontalmente entre s i. d) as velocidades de re iguais e constantes e as forças de ação e reação durante o choque são iguais em módulo e d e) as velocidades de recuo são diferentes e as forças de ação e reação durante o choque sã iferentes em módulo e direção. b) as acelerações de recuo são diferentes e as forças de ação e reaçã choque são iguais em módulo e direção. imediatamente após a colisão perfeitamente inelástica.

B VB A 10 Como os veículos ficaram amassados. Considere estas afirmações de algumas pessoas que comentaram a situação: I. pois é incompatível com a lei da conservação da quantidade de mov mento II. o carro B paro u enquanto a caminhonete A adquiriu uma velocidade vA = vB/2. na mesma direção de vB .37. que vinha com velocidade vB. Consta no boletim de ocorrência que. foi atingida por um ca rro B. parada em uma rua plana. pode se concluir que o choque não foi totalmente elástico. A energia mecânica dissipada na deformação dos veículos foi igual a 1/2 mAv2A III. com massa mB = mA/2. A quantidade de movimento dissipada no choque foi igual a 1/2 mBvB Está corre to apenas o que se afirma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Impulso – Quantidade de movimento – Colisão ¦ ¦ . no momento da batida. A descrição d choque não está correta. Fuvest SP Uma caminhonete A.

11. 14. c 29. 2. 26 31. a 3 4.2 kg m/s b) Fm = 66 N. V1 = 0 a F–V–V–V–F V–F–F–F c a) 10 m/s. 17. 60 32. b 33. 12. d 37. 03 36. c 26. 5. b ) ∆Q = 3. 3. 18. a F–V–F–V–F 0. a 28. 8. a 24. vertical p/ cima 22.F ÍS IC A 1 IM P U L S O – Q U A N T ID A D E D E M O V IM E N T O – C O L IS Ã O 1. 04 35. 10. 4.99N . 16. 15. a) –3 m/s b) 63 m/s c) ∆EC = 28 350 J 25.Impulso – Quantidade de movimento – Colisão Avançar . b IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . c 27.s 15 b e V–F–F e b b F–F–F–V–F 1 m/s 68 V2 = V0. 20. 63 km/h 23. e 30. 9. 13. 19. 7. 6.

O sistema Solar inclui nove planetas. Superior de Brasília-DF O Sistema solar é um grupo de corpos celestes (entre os quais inclui-se a Terra) que orbitam ao redor da estrela Sol. ( ) Usando a terceira L ei de Kepler verificamos que triplicando o raio médio da órbita de um satélite em torn o da Terra. A2 e A3 – apresentam a seguinte relação: a) A1 = A2 A3 b) A1 > A2 = A3 c) A1 < A2 < A3 d) A1 > A2 > A3 Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ . ( ) Você já deve ter visto filmes mostrando astronautas “flutuando” dent ro de suas naves espaciais. seu período de revolução fica nove vezes maior. Isso ocorre pois durante seu movimento em órbita circu lar da Terra. aproximadamente. de 9. 3. uma das centen as de milhões de estrelas de nossa galáxia. I. um planeta girando em torno do Sol. a) descreve órbitas circular es. ( ) Os satélites de telecomunicações são geo estacionários pelo fato d apresentarem “parados” em relação a um referencial solidário à superfície da Terra. ( ) O período de revolução do planeta Marte em torno do Sol é inferior a um ano terrestre. de C para D e de E para F são iguais. Eles t ríodo de translação igual ao período de rotação da Terra e sua órbita é circular contida no o equatorial. julgue-as quanto à veracidade. não estão sujeitos a fo rças gravitacionais. d) é lo calizado por um raio vetor que varre áreas iguais em tempos iguais. UERJ A figura ilustra o mov imento de um planeta em torno do sol. e objetos no interior da nave. b) tem velocidade linear constante.8 N/kg. mais de mil cometas já observados e milhares de c orpos menores (os asteróides e os meteoros). Com base nas leis que descrevem o mov imento dos corpos celestes no espaço são feitas as afirmações a seguir. então as áreas – A1. UESC BA De acordo com a s leis de Kepler. pelo menos 54 satélites. ( ) A intensidade do campo gravitacional terrestre independe da po sição considerada e tem valor. 1 IMPRIMIR GABARITO Se os tempos gastos para o planeta se deslocar de A para B . c) é mais veloz ao passar pelo afélio. e) possui períod o de revolução maior que outro planeta mais distante. os astronautas. a Via Láctea.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. 2.E.

Em cada trecho. Univali SC Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm se flutuando em órbita em t orno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra. v3 e v4 representam as v elocidades do planeta nos pontos indicados. mesma direção e sentidos contrários. ( ) A 1 Lei de Kepler. afirma que os planetas descrevem uma órbita circular em torno do Sol. que se encontra em um dos focos da elipse . deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. conhecida como a lei das órbi tas. no trecho GH a aceleração tangencial do p laneta tem o mesmo sentido de sua velocidade. 16. ( ) De acordo com a 3 Lei de Kepler. é aproximadamente de: a) 0. 04. ele está em equilíbrio. a soma das afirmati vas corretas. os módulos das velocid ades v1. entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. logo. o módulo da velocidade v1 é menor do que o módulo da velocidade v2.50 e) 0. quanto mais longe do Sol estiver o planeta maior se rá o seu período de revolução. d) ao fato de se encontrarem no vácuo. e) ao fato de estarem a grande altitude. 5. concluímos que a resultante das forças é zero. A razão R = Fe/F.05 do raio médio da Te rra. é correto afirmar que: 01. 02.05 c) 0. b) aos equipamentos especia is de que dispõem. ( ) Se um corpo rígido está sob a ação de duas forças de mes . 08. Fuvest SP A Est ação Espacial Internacional.10 d) 0. v2. Dê. GABARITO Considerando as leis de Kepler.4. o planeta é representado no ponto médio da trajetória naquele trecho . Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). v2 e v3 seguem a relação v1 > v2 > v3. As áreas sombreadas são todas iguais e os vetores v1.90 2 6. ( ) A lei da gravitação universal diz que a matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa da di stância entre elas. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¥ ¥ ¦ ¦ . os tempos necessários par a percorrer cada um dos trechos sombreados são iguais. 7. c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço. ( ) O peso de um corpo de 12 kg que se encontra a uma altura i gual ao raio da Terra é de 60 N. UFMT Considere que o esboço da elipse abaixo representa a t rajetória de um planeta em torno do Sol. no trecho CD a aceleração tangenci al do planeta tem sentido contrário ao de sua velocidade. que está sendo construída num esforço conjunto de diversos paí es. como resposta.02 b) 0.

d) os que servem os países do hemisfério norte estão vertic almente acima do Pólo Norte. que embora tocada por uma grande orquestra.16 03) 16 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . é intimista. todos em perspectiva. UFSE Con sidere um satélite de massa m que orbita em torno de um planeta de massa M. é possível identificar o conceito básico dessa lei na seguinte citação: a) “Trate a natureza em termos do cilindro. de massas respectivamente iguais a 60 kg e 80 kg encontram se a um metr o de distância um do outro. Uma garota e u m rapaz.. 10–7 d) 5. e) se mantêm no espaço devido à energia solar. Mesmo que não se ja obrigatoriamente conhecido pelos artistas. cem anos após Isaac Ne wton ter comprovado a existência da força de atração gravitacional.20 . Alfenas MG A força de atração gravitacional entre dois corpos é diretamente propo rcional ao produto das massas dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles. 10–13 –15 c) 3. A força de atração gravitacional entre eles tem valor. foi descoberta por Henry Cavendish. c) a altura em relação ao nível do ma epende da massa do satélite. 10. 10–9 –11 b) 3. A constante de proporcionalidade. UERJ Segundo a lei da gravitação universal de Newton. abaixo ou acima. A distância média da Terra ao Sol é rca de 1011m. PUC RS As telecomunicações atuais dep endem progressivamente do uso de satélites geo estacionários. F2 Nessas c ondições.” (Piet Mondria n) c) “Na natureza jamais vemos coisa alguma isolada. e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2. Sendo F a intensidade da força de atração entre o planeta e o satélite. U. a força gravitacional entre d ois corpos é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente pro porcional ao quadrado da distância entre seus centros de gravidade. se a massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua. e o val or da força de interação gravitacional entre elas é F1. UESC BA A distância média da Terra à Lua é cerca de 4.6 02) 160 05) 0.20 . o valor 6. b) todos se encontram à mesma altura em relação ao nível do mar.) é o único meio qu e nos manifesta puramente a força universal que todas as coisas contêm. em N.m2/kg2. mas tudo sempre em conexão com algo que lhe está diante. é correto dizer que: a) seus planos orbitais podem ser quaisquer. A respeito desses satéli tes. 10 12. 10 e) 5.8.” (Paul Cézane) b) “Hoje.20 . da esfera e do cone.34 .” (Van Gogh) 9. aproximadamente igual a: a) 3.” (Goethe) d) “Ocorre na natureza alguma coisa semelhante ao que acontece na música de Wagner.34 .108 m. a razão 1 é igual a: F 01) 160 0 04) 1. a uma distância D do centro do planeta e com período de revolução T. a beleza (. 10–11 N.67 .. denominada constante u niversal da gravitação (G). a lei da Gravitação Universal pode ser recon ecida na expressão: T3 a) 2 = constante D T2 b) = Mm D Mm c) = constante F Mm = co nstante d) FD 2 MmF e) = constante D2 3 GABARITO 11. Cavendish mediu tal força em laboratório e encontrou para G. ao lado.

b) a mesma velocidade a ngular e o mesmo período de rotação. A razão (FSat/FT) entre a força gravitacional com que o Sol atrai Saturno e a força gravitac ional com que o Sol atrai a Terra é de aproximadamente: a) 1000 b) 10 c) 1 d) 0.1 e) 0. v1.13. b) As trajetórias dos planeta s são elipses. esse tipo de satélite e essas antenas terão: a) a mesma velocidade linear.\ 15. UFMT Um sa télite. é maior do que quando ele está mais longe dele (afélio). Assinale a alternat iva. a velocidade do planeta. tendo o Sol como um dos seus focos.001 IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . que não está de acordo com as idéias de Kepler e Newton: a) A força gravitacional entre os corpos é sempre atrativa. e) Ao longo de uma órbita. baseando se em observações astronômicas feitas por Tycho Brahe. a uma distância média 1 0 vezes maior do que a distância média da Terra ao Sol (valores aproximados). amplif icam e retransmitem ondas eletromagnéticas. a velocid ade v2 é maior que a velocidade v1. A partir do que foi descrito. com módu lo de velocidade v2. os motores são acionados de modo que o satélite a ssuma uma nova órbita distante 2r1 da Terra. mas períodos de rotação diferentes. 04. a força centrípeta na órbita final é maior que na órbita inicial. estacionária sobre Campo Grande. a força centrípeta na órbita final é menor que na órbita inicial Dê. PUC PR O movimento planetário começou a ser compreendido matematicamente no inic io do século XVII. c) a mesma velocidade angular. Eles são normalmente operados em órbitas q ue lhes possibilitam permanecer imóveis em relação às antenas transmissoras e receptoras fixas na superfície da Terra. o tra balho efetuado pelos motores do satélite é dado por T = m v 2 − v1 . 14. Isaac Newton corroborou e com plementou as leis de Kepler com sua lei de gravitação universal. a soma das afirmativas corretas. quando Johannes Kepler enunciou três leis que descrevem como os p lanetas se movimentam ao redor do Sol. 4 GABARITO ( ) 16. 08. a velocidade angular na órbita final é maior q ue a velocidade angular na órbita inicial. UFRN Satélites de comunicação captam. A respeito desse satélite. quando ele está mais próximo ao Sol (periélio). Essas órbitas são chamadas geoestacionárias e situam se a uma distância fixa do centro da Terra. em módulo. em torno do Sol. Cerca de cinqüenta anos mais tarde. é lançado da Base de Alcântara e é colocado em uma órbita com raio r1. Seguindo o comando do Cent ro de Controle da Base de Alcântara. d) a mesma velocidade linear e o mesmo período de rotação. com massa m. estacionária sobre Campo Grande. dentre as seguintes. c) O quadrado do período orbital de um planeta é proporcional ao cubo de sua distância média ao Sol. Nessa órbita a sua velocidade é. em relação ao centro da Terra. d) A força gravitaci onal entre duas partículas é diretamente proporcional ao produto de suas massas e in versamente proporcional ao cubo da distância entre elas. o planeta Saturno tem massa cerca de 100 vezes m aior do que a da Terra e descreve uma órbita. de modo a poder monitorar as queimadas na região Ce ntro Oeste. é correto afirmar que: 1 2 01. Fuvest SP No Sistema Solar. 16. pode se afir mar que. como resposta. mas períodos de rotação diferentes. 2 2 02.

5 1024 kg. a soma das afirmativas corretas. Calcule: a) a distânci a do planeta X ao Sol em UA. Unimontes MG Observe os s eguintes dados: em relação a Terra • tem massa em torno de 6. 02. 18. a distância do quasar à Terra é igua1 a aproximadamente 1x1010 an os luz. 08. PLANETA MERCÚRIO VÊNUS TERRA MARTE JÚPITER SATURNO T2 0. O período é medido em anos e a distância em unidades as ronômicas (UA). é correto afirmar: ( ) No SI. isso significa que.1022 km.058 0.5 141 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. 1 ano luz é igual a aproximadamente 9. objetos celestes semelhantes às estrelas. como resposta. Sabendo se que a velocidade da luz no vácuo é de 3x108 m/s e que 1 ano luz é a distância percorrida pela luz no vácuo du rante 1 ano (365 dias). descrevendo órbitas circula res de mesmo raio em torno da Terra. que a distância en tre um determinado quasar e a Terra é de 9.5 10–11 N. UERJ A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão e ntre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revol ução T em torno do Sol é constante. é correto afirmar que: 01. em relação a Júpiter • tem massa cerca de 290 vezes maior que a Terra. UFMS O s quasares. ( ) Dois satélites artificiais de massas diferentes.378 1. ( ) De acordo com as leis de Kepler.378 1.m3 / kg.5x1015 km. ( ) As forças gravitacionais da Terra sobre a Lua e da Lua sobre a Terra têm módulos diferent es. 20. se esse quasar desaparecer. b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra.058 0. 1 ano luz é igual a aproximadamen te 9. é correto afirmar que a acele ração gravitacional de Júpiter é em torno de: a) 38 m/s2 b) 29 m/s2 c) 19 m/s2 d) 25 m/s 2 5 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ § ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ § ¦ ¦ . têm velocidades escalares iguais. 04. Considere: constante gra vitacional 6. O período estimado do planeta X é de 125 anos.00 3.00 3. ( ) Sabendo que a lei das áreas de Kepler estabelece que a reta que liga um planeta ao Sol va rre áreas iguais em tempos iguais. • seu raio tem a proximadamente 6500 km.5 141 868 D3 0. através de medidas astronômicas. conclui se que quando o planeta está próximo do Sol ele move se mais rapidamente do que quando está mais afastado. o evento será percebido na Terra somente após 1x1010 anos. ( ) A aceleração da gr avidade na superfície de um planeta de massa M e raio R é dada por GM/R2. • seu raio é cerca de 10 vezes maior que o da Terra. sendo que o Sol ocupa um dos focos da elipse.5x1015 m. a luz emitida pelo quasar leva aproximadamente 9x109 anos pa ra chegar à Terra. a unidade da constante de gravitação universal G pod e ser N. Supo ha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. são os corpos mais distantes d a Terra já observados.17. os planetas descrevem órbita s elípticas em torno do Sol. 19. Verificou se.m2/kg2 A partir dessas informações. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra. UFPR Considerando as leis e conceitos da grav itação. Dê.

UFBA 6 GABARITO Planeta Mercúrio Vênus Terra Raio Médio da órbita (em milhões de km) 58 108 150 Massa (em km) 3. então. 08. os dados apresentados na tabela e a constante de gravi tação universal igual a 6.) Do que foi exposto. (Nota: r é igual à soma do raio da Terra com a altura na qual o corpo se encontra em relação à superfície da Terra. é FG = G.1023 4. 23. a força de atração exercida pela Terra sobre o c ometa: a) é multiplicada por 2. UFRN A força peso de um corpo é a força de atração gravitacional que a Terra exerce so bre esse corpo. escrever: P = FG.21. A massa da Ter ra é cerca de 18 vezes maior que a massa de Mercúrio. é correto afirmar: 01. c) permanece constante.10–11 unidades do SI. maior a força peso do corpo.1024 6. menor a força peso do corpo. Católica DF A força de atração gravitacional entre dois corpos celestes é inversamen te proporcional ao quadrado da distância entre eles. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . A constante de gravitação universal. é nula. a soma das a lternativas corretas. sendo G a constante de gravitação universal.m/r2. Considerando se a figura. M a massa da Terra e r a distância do centro de massa do corpo ao centro da Terra. O período de revolução da Terra é maior que o de V 16. 2 2.M. conc lui se que: a) Quanto maior a altura. O ponto de equilíbri de um objeto situado entre a Terra e a Lua. d) O valor da aceleração da gravidade depende da massa (m) do corpo. c) O valor da aceleração da gravidade não varia com a altura. O movimento dos planetas e m torno do Sol obedece à trajetória que todos os corpos tendem a seguir por inércia.67 . b) é dividida por 4. e) é multiplicada por 4. Dê. d) dimi nui à metade. P ode se. A aceleração da gravidade. U.67. nessa situação. Sabendo se que a distância entr e um cometa e a Terra diminui à metade.224. como resposta.1024 GUIMARÃES & FONTE BOA. b) Quanto maior a altura. na superfície de Mercúrio. sob a ação exclusiva de forças gravitacio nais desses corpos.0.g e o módulo da força gravitacional que age sobre es se corpo. 32. 10–11 N m2 kg–2. Num local onde o módulo da aceleração da gravidade é g. 0 4. p. expressa em unidades do sistema internaciona l.3. é igual a 6. localiza se mais próximo da Lua. o módulo da força p so de um corpo de massa m é P = m.9. 02.

tend o descoberto três leis para o movimento dos planetas.1 06m. 569. 3 . a seguir. UFSC Durante aproximados 20 anos. reunindo dados que serviram de base p ara o trabalho desenvolvido.8 11. Dê. lei de Kepler: Cada planeta descreve uma órbita e líptica em torno do Sol. o planeta citado é: a) Marte b) Vênus c) Terra d) Saturno e) Júpite r Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação ¥ ¥ ¥ ¥ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ .7 24.97. cuja mass a e raio médio. Apresentamos. são. o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe realizou r igorosas observações dos movimentos planetários. em intervalos de tempo iguais. 32. 02. por seu discípulo. 3 25.7 8. a soma das alternativas corr etas. 64. 2 . respectivamente.10–11 Nm2kg–2 e utiliza ndo se a tabela acima. 04. A velocidade de translação da Terra em sua órbita aumenta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à medida que ela se afasta. após sua morte. Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclusão(ões) correta(s) das leis de K epler: 01. o astrônomo alemão Johan nes Kepler (1571 1630). A razão entre os quadrados dos p eríodos de translação dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios de suas órb itas apresenta um valor constante. em valores aproximados.6 9. Kepler.9 Planeta Marte Vênus GABARITO Terra Saturno Júpiter IMPRIMIR Considerando se a constante de gravitação universal igual a 6. 25.67. 16. da qual o Sol ocupa um dos focos.3. U. Nessas condições. 08. lei de Kepler: O raio vetor (segmento de reta imaginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais. como resposta. ao longo de vários anos. analiso u cuidadosamente os dados coletados por Tycho Brahe. A velocidade média de translação de um planeta em torno do Sol é diretamente proporcional ao raio médio de sua órbita. possuidor de grande habilidade matemática. Salvador BA Aceleração gravitacional na superfície (m/s2) 3. A 2 . Os planetas situados à mesma distância do Sol devem ter a mesma massa. Quanto maior o raio médio da órbita de u m planeta em torno do Sol. o en unciado das três leis de Kepler. pode se identificar o planeta do sistema solar. lei de Kepler: Os quadrados dos períodos de translação d os planetas em torno do Sol são proporcionais aos cubos dos raios médios de suas órbit as. 1 . O período de translação dos planetas em torn o do Sol não depende da massa dos mesmos. maior será o período de seu movimento.1024kg e 57. lei de Kep ler assegura que o módulo da velocidade de translação de um planeta em torno do Sol é co nstante.

16. 17. b 01 + 02 + 08 c a ) 25∪A. 9. 18. 11. 22.F ÍS IC A G R A V ITA Ç Ã O 1. 2. 13. 5. 21. 25. 6. 15. 4. 8. 23. b) 1/5 F–V–F–V–V–V 02 + 04 + 08 b b e 01 + 04 + 08 = 13 86 04 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar Avançar ¦ FÍSICA Gravitação . 19. 12. 20. 7. 10. F–F–V–F–F 05 a a e F – F – F –V – F 01 + 04 + 08 c b d a 02 d 14. 3. 24.

16. o agente físico responsável pela pressão da água nos canos é a força da gravidade. 32. para evitar a de scompressão rápida. para evitar o surgimento de bolhas na corrente sangüínea. de dentro para fora. fica submetido a uma pressão. 02.0. 4 . Dê. julgue os itens.0 m 2. prevenindo um a pneumonia por entrada de água nos pulmões. como resposta. aproximadamente. podemos concluir que. c) 2. (1 atm = 105 N/m2) 1 2. pois a essa profundidade não são causados quaisquer tipos de danos à sua saúde. ( ) O princípio de Pascal estabelece que o aumento de pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio transmite se parcialmente a todos os pontos do líquido. ( ) Um mergulhador. de dentro para fora. ( ) Ao aplicar u ma injeção.0 m. o que poderia causar a vaporização de elementos do sangue. a soma das alternativas corretas. UFSC Um mergulhador atinge uma profundidade de 60 m quando parte no encalço de u m peixe que lhe daria a vitória numa competição de caça submarina. ( ) A pressão da água no interior da tubulação de uma residência i pende do diâmetro dos canos. UFMT Ao projetar o sistema de fornecimento de água de uma cidade. ( ) O técnico deve projetar caixas d’água tanto mais largas quanto mais longe. d e 2 atm. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ § § . para evitar o af ogamento pela entrada de água nos pulmões. subir muito lentamente. em média. subir rapidamente. e) 2. evitando descompressão rápida. uma enfermeira insere uma agulha na pele do paciente. de fora para dentro. levando em conta as leis da Física. 04. Em função de um vento forte.96 atm. b) 4. Unicap PE Assinale verdadeiro (V) ou falso (F). pois o seu organismo reage de f orma idêntica na subida e na descida. A cerca da maneira mais adequada de desenvolver tal projeto. é correto afirmar que ele deveria: 01. maior é a pressão exercida sobre a pele do paciente. Para voltar à superfície e exibir o resultado de sua pescaria. subir muito lentamente. est iverem as residências. enquanto a pressão do lado interno manteve se em 1 atm. um técnico tem que dimensionar as caixas d’água de cada bairro. ( ) A densidade de um bloco d e madeira de massa 200 g e volume 500 cm3 é 400 kg/m3. ( ) Num sistema de abastecimento de água on de nenhuma bomba está presente. quanto mais grossa é a agulha. pela redução da temperatura de transição de fa e de alguns elementos. a pressão do lado de fora da janela caiu p ara 0. de dentro para fora. 08. é maior do que quando ele navega em água salgada. ( ) O empuxo que atua em um barco. Supondo que a força aplicada seja sempre a mesma. UFR RJ A janela de uma casa possui dimensões iguais a 3.5. 3. gerando u ma embolia. subir rapidamente.6. navegando em água doce. subir muito lentamente.4. d) 9.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. subir à mesma velocidade com que desceu. ( ) Caixas d’água de diferentes formatos apresentam diferentes eficiência quanto ao fornecimento de água. de fora para dentro.0. situado em um ponto a 20 m de profundidade. O módulo (expr esso em 104 N) e o sentido da força resultante sobre a janela é igual a: Dado: 1 atm = 1 105 N/m2 a) 6.

UESC BA O Mar Morto. 03) impede o aumento da pressão hidrostática com a profundidade. Isso faz com que o cotidiano na superfície da Terra tenha características qu e não seriam possíveis caso esse valor fosse significativamente diferente. Toledo. Essa unidade corresponde à pressão exercida por uma força igual ao peso d massa de 1 libra. Itajubá MG 2 (dois) l itros de um líquido com densidade igual a 0. v.800 g/cm3. ( ) Considerando que a pressão máxima suportável ao corpo humano é de 4 atm.5 kg e 1 polegada a 25 x 10–3 m.300 c) 0. Fuvest SP Um motorista pára em um posto e pede ao frentista para regular a pres são dos pneus de seu carro em 25 “libras” (abreviação da unidade “libra força por polegada drada” ou “psi”). objetos com densidades igu ais à da água desse mar. São Paulo: Moderna. o excesso de sal na água do Mar Morto: 01) anula a conduti vidade elétrica do meio. ed. Se na mistura não ocorreu con tração de volume. a) 0. ( ) A pressão interna do corpo humano tende a se equilibrar com a pressão atmosférica.415 d) 0. UFMT A pressão atmosférica a nível do mar corresponde a 1 x l0 5 N/m2. em movimento acelerado. determine. distribuída sobre uma área de 1 polegada quadrada. 02) torna a densidade da água menor do que em outros ambien tes marinhos.725 b) 0. já que a sua área superficial é da ordem de 1m2. 8.5 atm d) 0. 455. aproximadamente. p. situado na Jordânia. Uma libra corr esponde a 0.375 e) 0. F. 2 Além de não favorecer à vida. é o reservatório natural de água de maior salinidade d o mundo.500 g/cm3 são misturados a 6 (seis) litr os de outro líquido com densidade igual a 0. justificando o seu nome.M.615 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . 7. em g/cm3. A excessiva concentração de sal dissolvida na água impede a sobrevivência de qu alquer ser vivo no seu interior. objetos com densidades inferiores à da águ a desse mar. Ramalho. 04) f az flutuar. Em relação a tais características.2 atm e) 0. julgue as assertivas. aquelas 25 “libras” pedidas pelo m otorista equivalem aproximadamente a: a) 2 atm b) 1 atm c) 0.01 atm 6. 7. Os Fundamentos da Física. com reduzido volume submerso. 1. é possível mergu har na água sem equipamentos especiais até uma profundidade de 30 m. Nicolau. ( ) O fato de suportar a pressão de 1 at m implica que a estrutura do corpo humano é capaz de suportar o peso de um corpo d e 10 toneladas colocado sobre ele. Como 1 atm correspon de a cerca de 1 x 105 Pa no SI (e 1 Pa = 1 N/m2). ( ) A condição idea l para o corpo humano é a da ausência de pressão (0 atm).5. qual a densidade do líquido resultante da mistu ra acima descrita. 05) faz afundar.

02. no noticiário. d) a pres são atmosférica na saída da água no chuveiro é maior que a pressão dentro da caixa d’água. Fuvest SP Duas jarras iguais A e B. Depois de a caixa estar cheia. 08. como o vento tem uma grande v elocidade. poderiam fazer lançamentos mais longos do que se estivessem na Terra. Esse objeto deposita se no fundo da jarra. Num certo d ia. cheias de A B água até a borda. b) há tensão nos dois fios. 02. e) não há tensão em nenhum dos dois fios. c) há tensão apenas no fio f1. teriam menos opções de chutes. Em seguida. 04. c) não há nem gravidade nem pressão interna dentro da caixa. não poderia m beber líquidos através de um canudinho. numa partida de futebol. como resposta. semelhantes aos terráqu eos. veda a completamente. não conseg uiriam engolir nada. numa partida de futebo l. Nessa nova situação. pela impossibilidade de aplicar e feitos na bola. 04. 08. apoiada centro. de d ensidade maior que a da água. 64. são mantidas em equilíbrio nos → g braços de uma balança. devido a sua força. 10. Isso ocorre porque. Geralmente o telhado não é empurrado pelo vento em direção ao chão da casa. dentro da caixa. presos sem tensão. esta não desce. b) a força da gravidade não atua na água e.0 m de altura. e. e a tendência é a água subir.0 m. que o mosquito transmissor da dengue põe ovos também em água limpa. descer. teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens. mas não o contrário. mas não frouxos. Isso acontece porque: 01. cria uma zona de alta pressão sobre o telhado e este então é puxado para fora. Sobre tais habitantes. na superfície lunar é correto afirmar que: 01. Preocupada com esse fato. pela inexistência de atmosfera. mas não o contrário. a soma das alternativas corretas. não. inclusive os sangradouros. Dê. 32. habitantes da Lua. 16. porta . ele cria uma zona de baixa pressão sobre o telhado e este então é empurrado para fora pela pressão interna. 16. como o vento tem uma grande velocidade. fazendo c om que o excesso de água transborde para fora da balança. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). FMT Em locais descampados e planos. cuja a base está a 4. o vento é capaz de arrancar o telhado. como resposta. a soma das afirmativas corretas. uma bóia veda a entrada da água. Coloca se na jarra B um objeto metálico. abre a torneir a do chuveiro para um banho. não conseguiriam empinar pipa. conforme a f1 f2 figura. UFRN Na casa de Petúnia há uma cai xa d’água cúbica. mas a água não sai. poderiam apreciar o alaranjado do pôr do Sol como um terráqueo. ela espera a caixa encher o máximo possível e. em relação ao huveiro. 3 IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . d) há tensão apenas n o fio f2. 11. então. UFSC Suponha que existissem lunáticos. como a caixa es tá toda vedada: a) a parte acima do nível da água. é comum que telhados sejam arrancados durante tempestades com vento. pode se afirmar que: a) há s iguais e diferentes de zero nos dois fios. Petúnia ouve. de lado igual a 2. A balança permanece na mesma posição horizontal devido à ação dos fios. sendo a ten são no fio f1 maior do que no fio f2. os telhados são preparados para suportar grande s pressões de fora para dentro. torna se vácuo.9. Dê. os telhados são preparados para suportar grandes pressões de dentro para fora.

determine o valor do empuxo que o bloco recebe da água. e stão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. ao ser abando nado. d) I e II. com um deles a meia distância dos outros dois. para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. após efetuarem se todos esses procedimentos. As duas esferas recebem da água empuxos de mesma intensidade. vedando se totalment e o gargalo. e) I e III. GABARITO a) c) IMPRIMIR b) d) Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ . Uma experiência simple s pode ser realizada. mas de volumes diferentes. sobre uma superfície horizontal. A seguir. São feitos três furos. Esta é uma aplicaçã princípio de: a) Pascal d) Newton b) Stevin e) Joule c) Arquimedes 15. ficam em equilíbrio nas posições indicadas: 4 Com relação a essa situação são feitas as seguintes afirmações: I. Dado: densidade da água é 1 g/cm3 14. Fatec SP Du as esferas A e B. c) a III. Acafe SC Para medir a pressão arterial. II. um médico usa um manômetro no braço de um paciente. UFRN O pri ncípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integra lmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém. UFR RJ Um bloco de massa igual a 400 g e volume 500 cm3 foi totalmente mergu lhado na água contida em um recipiente. A seguir. de mesma massa. tampa se a garrafa. Considerando g = 10 m/s2. até mesmo em casa. na altura do coração que pontos situados no mesmo nível de um líquido estão à mesma pressão. e coloca se a mesma em pé. quando colocadas nu m tanque com água. III. todos do mesmo diâmetro. As densidades das duas esferas são iguais. enche se a garrafa com água. Dentre essas afirmações está(ão) cor reta(s) apenas: a) a I. na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. Os pesos das duas esfera a mesma intensidade.13. 16. até um determinado nível acima do furo superior. b) a II. sendo abandonado em seguida. ao nível do coração. Assinale a opção c orrespondente ao que ocorrerá na prática. na v ertical.

correspondente a pressão diastólica. é colocado um estetoscópio que permite ouvir a pulsação sangüínea nessa artéria.0 m 0.0 m 0. 18. a pressão diastólica é sempre maior que a pressão sistólica. Para aumentar es sa ressão.0 m.5 m 1. ( ) O ar. A lei tura do manômetro no instante em que a primeira pulsação é ouvida corresponde à pressão sis ica.5 17.5 m Altura 0. Com o auxílio dessas informações. conhecido co mo esfigmomanômetro. as caixas 3 e 4.5 m 1. a medida. Um aparelho comum para essa medida.Hidrostática ¦ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¦ ¦ ¤ ¦ ¤ .0 m 1. a ressão de saída da água nas torneiras é . fazendo que o ar escape lentamente. no braço. PUC-PR A caixa-d’água de uma residência tem a forma cúbica com aresta de 1. Essa braçadeira é posta de modo a envo lver o braço direito do paciente na altura do coração e. mas o p rocedimento permite igualar essa pressão com a pressão sangüínea no interior da artéria. somente a caixa 4. sofre aumento de sua temperatura. e a “segunda leitura”. Um queno vazamento é provocado na braçadeira. ou causariam. enquanto é bo mbeado para o interior da braçadeira.0 m 2.5 m 2. Q ual ou quais das 4 caixas – re resentadas elas suas dimensões no quadro a seguir – qu ando totalmente cheias.5 m 0. Imergindo se to talmente um bloco cúbico no recipiente. Bombeando se ar para o interior da braçadeira. ( ) A “primeira pulsação” ouvida está relac ntração ventricular. consiste de uma braçadeira inflável cuja parte interna está conecta da a uma pequena bomba manual e a um manômetro. ela exerce uma pressão que bloqueia a circulação sangüínea em uma artéria. ( ) A pres que se mede pelo manômetro é a pressão do ar no interior da braçadeira inflada. Com a caixa totalmente cheia. causaria. Considerando π igual a 3. Na altura da parte interna do cotovelo do p ciente. somente a caixa 2. uma segunda leitura.5 m IMPRIMIR Caixa 4 a) b) c) d) e) somente a caixa 1. as caixas 1 e 2. UERJ Um recipiente cilí o de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizo ntal e contém água até a altura de 40 cm. sugeriu-se substituir a caixa or outra na forma de um aralele í edo. Continuando o lento vazamento. ( ) Quando a pressão do ar no interior da braçadeira é maior que a pressão sangüínea na arté . ( ) Para u ma pessoa saudável. à contração atrial. com o uso da bomba. em cm. uma ressão maior que nas tornei ras? Com rimento Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 3.0 m 2. Voltar FÍSICA . os médi os seguem um procedimento padrão. é feita no momento em que as pulsações deixam de ser ouvidas no estetoscópio. da aresta do cubo colocado na água é igual a: a) 10 b) 10 3 2 2 c) 10 d) 10 3 12 12 19. conforme indicado na figura.0 m GABARITO Largura 1. UnB DF Para medir as pressões sistólica e diastólica do coração de um paciente. é inflada. as pulsações não são ouvidas no estetoscópio. o nível da água sobe 25%. julgue os itens que se seguem.

Avançar .

II e III. é correto afirmar que: 01. ois o barco afundaria com o eso deste tri ulante. é independe nte do tipo de líquido considerado. b) somente I e II. 22. A pr ssão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I. 08. e) I. a ressão na su e rfície do ramo da esquerda é menor que a ressão no onto b. um desnível de 2. é: 01) 04) 02) 05) 03) 6 21. com que a essoa so ra for aumentada. Dê. c) somente II. II. Um cubo maciço de ferro exerce. I. UFMS Uma essoa so ra ar transversalmente através de um dos ramos de um tubo em U que contém água. as ressões nos ontos a e b são iguais. em sua base d e a oio. Sendo Po a ressão atmosfé ica local e tomando-se como referência a su erfície livre do óleo. O valor que mel hor re resenta a massa do lastro em kg é: a) 260 b) 210 c) 198 d) 150 e) Indetermi nado. Cefet-PR Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. c omo mostra a figura abaixo. o gráfico que ex ress a a variação da ressão. a pressão ficará igual a 2p. . 16. 04. Des rezando os efeitos de desnível devidos a tensões su erficiais da água. A rofundidade do ba rco é de 0. observa-se o nível da água a 20 cm acima do fundo do barco. uma ressão “ ”.0 mm. h. o desnível dos ramos do tubo em U será ma ior que 2. ITA-SP Um equeno barco de massa igual a 60 kg tem o formato de uma caixa de base retangular cujo com rimento é 2. com a rofundidade.0 mm. Dobrandose suas dimensões. III. 23. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . 0 2.0 m e a largura 0. se a velocidade do ar . Descontando o atrito caixote/ iso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. com um tri ulante de 1078 N e um lastro.23 m. como re s osta. se o diâmetro do ramo do lado direito do tubo em U for maior d o que o diâmetro do ramo do lado esquerdo. o desnível será menor que 2. d) somente II e III. V. UESC-BA Um co o destam ado contém água e óleo em equilíbrio. a soma das afirmativas corretas.80 m.0 mm é mantido entre os níveis de água nos ramos do tubo. as ressões nas su erfícies dos líquidos em cada ramo são iguais. Devid o ao so ro. Posto ara flutuar em uma lagoa.20.

constituídos de água pura. considere que: a temperatura dentro da bolha permanece constante e nquanto esta existir. fixado no fundo de um aquário cheio de água . o volume da bolha. c) o peso do bloco (1) é igual ao peso do bloc o (2).5 Vi d) 2. quando uma pequena bolha de ar. de volume Vi. sendo a massa do bloco (2) maior que a massa do bloco (1). o empuxo diminui e a tensão au menta. b) o empuxo sobre o bloco (1) é ma ior que o empuxo sobre o bloco (2). Sobre esse objeto atuam as forças peso. UFRN Um mergulhador que faz manutenção numa plataforma de exploração de petróleo está a uma profundidade de 15. V e T são respectivamente. podese concluir que. a pressão. e) nada se pode concluir. o empuxo diminui e a tensão é igual. será aproximadamente: a) 4. onde a pressão é a pressão atmosférica (1. o empuxo é igual e a tensão aumenta. em Marte. a pressão aumenta cerca de 1.5 Vi c) 1. E m relação aos valores das forças observadas na Terra. Imagine que tal aquário seja transportado para a superfície de Marte.0 atm a cada 10. UFR RJ Dois blocos de gelo (1) e (2). o empuxo diminui e a tensão diminui. 7 g GABARITO a) b) c) d) e) o empuxo é igual e a tensão é igual.0 m. onde a aceler ação gravitacional é de aproximadamente g/3. é libera da e sobe até a superfície. estão em repouso na superfície d’água. o ar da bolha é um gás ideal e obedece à relação: PV = constante. quando ela estiver prestes a chegar à superfície. empuxo e tensão no fio.24. Na si tuação apresentada. Fuvest SP Um objeto menos denso que a água está preso por um fio fino. 25. pode se afirmar que: a) o empuxo sobre o bloco (2) é maior que o empuxo sobre o bloco (1). conforme a figura. como mostra a figura abaixo: De acordo com o princípio de Arquimedes.5 Vi IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . o volume e a temperatura do ar dentro da bolha. sendo g a aceleração da gravidade na Terra. 26. T onde P.5 Vi b) 3.0 m de profundi dade. Para efeito d sse problema.0 atm). já que as massas são desconhecidas. d) o empuxo sobre o bloco (1) é igual ao empuxo sobre o bloco (2).

104 N/m2 2. o qual está sendo tracion ado por uma força de intensidade T = 100 N. Sendo µ = 1000 kg/m3.5 atm d) 3. de sprezando o atrito no êmbolo.0. o corpo é colocado dentr o de um recipiente com água. Alfenas MG Um corpo está ligado ao teto por um fio.0 g/cm3.103 N/m2. U.0 atm e) 3. calcule.0.27. na segunda situação. A superfície livre da água no res ervatório encontra se 15 m acima do nível da torneira.E. fazendo deslocar 1000 cm3 de água. existe ar rarefeito so b pressão de 8.0.0. Se o corpo permanecer em equilíbrio durante todo o experimento e a massa do fio for desprezível.8. a pressão p no ponto P: 8 a) b) c) d) e) 1. a massa específica da água e 10m/s2 a aceleração da gravidade. UEMS Sobre a água do reservatório representado na figura. a tração no fio. e um êmbolo de peso 80 N.5 atm IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¦ ¦ ¦ . a pressão que a água exerce sobre a torneira é: a) 1. com faces de área 400 cm2. cuja densidade é 1000 kg/m3.10–4 N/m2 28. Posteriormente.5 a tm b) 2. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1.0 atm c) 2.104 N/m2 2.10–4 N/m2 20. U. Considerando que a torneira e steja fechada.10–4 N/m2 3. Londrina PR A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um re servatório instalado no último pavimento de um edifício. será igual a: GABARITO a) b) c) d) e) 80 N 90 N 100 N 110 N 120 N 29.

5 N/cm. ( ) Dife entemente das bombas que se baseiam na p essão atmosfé ica. a água no inte io do pa afuso escoa á de volta pa a a fonte. E le estudou o funcionamento de máquinas simples e foi esponsável pelo desenvolviment o de p incípios do que hoje se conhece como hid ostática. 31. ( ) A densidade do co po é 0. ( ) O funcionamento do pa afu so deve-se ao p incípio de A quimedes. ( ) Se a mola está defo mada de 4 cm. adqui indo uma velocidad e de 10 cm/s. o pa afuso de A quimedes é eficaz mesmo nos casos em que a distância ve tical ent e a ext emidade mais alta do tubo e o nível da água é muito g ande. como most ado na figu a. após inicia -se o movimento da manivela pa a bombea água. 9 Com base nessas info mações. Desse modo.30.) Que volume de água o peixinho desloca pa a equilib a -se? Num dete minado momento. ( ) O p incípio no qual se baseiam os f eios h id áulicos dos veículos foi estabelecido po Stevin. mantendo-se a velocidade de otação da manivela. a quant idade de água que é bombeada po esse mecanismo. o sistema funciona como uma bo mba d’água. UnB-DF A quimedes foi out o conhecido sábio que t abalhou no antigo Museu de Alexand ia.5 kg/L. concluímos qu e a cte elástica da mola é de 2. pode á se aumentada inse indo-se o pa afuso até que o nível da água cub a completamente a p imei a osca dele. e gi ando-se a e spi al de fo ma adequada. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . Vunesp Um peixin ho de massa 50 g está flutuando em epouso no inte io de um aquá io. ( ) Em um manômet o de tubo abe t o. a água que está nessa fonte é t anspo tada no inte io do tu bo. ( ) O pa afuso de A quimedes tem maio end imento quando o seu eixo de otação está alinhado ve ticalmente. preso ao fundo do reservatório por uma mola. a) Que fo ças at uam sob e o peixinho? (Desc eva-as ou as ep esente g aficamente. o peixinho m ovimenta-se ho izontalmente pa a um dos lados do aquá io. ( ) Na situação indicada na figu a. Sendo a expe iência ealiz ada ao nível do ma . pode-se afi ma que a p essão absoluta do gás é 2 atm. que pode se gi ado po meio de uma manivela. em to no de um eixo. Unicap PE Um corpo de volume 2 litros e massa 1 kg fica imerso em água. conforme a figura. [ρ0 = 103 kg/m3 = 1 kg/L] Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). ( ) Na posição indicada n a figu a. ( ) O e mpuxo que atua no co po é de 20 N. T ata-se de um tubo en olado. e igidamente ligado a este.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Um de seus famosos invento s é o chamado pa afuso de A quimedes. pa a cada volta completa. b) Qual o impulso necessá io pa a que o peixinho adqui a essa veloci dade? Quem exe ce esse impulso? Dado: densidade da água: dágua = 1000 kg/m3. se o movimento fo inte ompido. a dife ença de altu a ente as colunas de me cú io é 40 cm. em fo ma de espi al. Inse indo-se o sistema em uma fonte de água. 32. saindo pela ext emidade supe io . julgue os itens a segui . cujo desenho esquemático é ap esentado na figu a abaixo.

4 c) 7. o desnível da coluna passa a ser de 5 mm. a massa total (água + recipient e) é de 1 200 g.0 atm = 1. Int o duz-se na água uma esfe a metálica maciça de volume igual a 5. Considere g = 10 m/s2. U. sabendo que a massa específica da água é 1. qual a temperatura do nitrogênio líquido.E. 34. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que. A densidade da água é igual a 1.33. no seu interior encontraram-se 1290 g. em Kelvin? 35. A esfe a fica totalmente subm e sa na água sem toca as pa edes do ecipiente (figu a 2). ao a fundar. o desnível entre as colunas de Hg é de 20 mm. Restabelecido o equilíb io hid ostático. Unifor-CE Um mergulh ador que submerge até uma profundidade de 28 m.0 × 10–5m3 suspensa po um f io ideal de volume desp ezível a um supo te exte no.8 b) 14 e) 1. ve ifica-se que a int odução da esfe a na água p ovocou um ac éscimo de p essão ∆p no fundo do recipiente. provoca o transbordamento de parte do líquido. a) 8 g/cm3 c) 6 g/cm3 b) 4 g/cm3 d) 2 g/cm3 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Na pa rte superior do tubo foi feito vácuo.0 g/cm3 36. U.0 g/c m3. enchese um recipiente com água até a borda. igual a: a) 28 d) 2. experimenta um aumento de p ressão. Calcule esse acréscimo de pressão ∆p. em atmosferas. Nessas condições. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3. Medindo-se a massa do recip iente com a água e a pedra. 0 × 103kg/m3 e a área da base do recipiente é igual a 2.0 .Hidrostática Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 105 N/m2 Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 Densidade da água : d = 1.0 Dados: Pressão atmo sférica: 1. Maringá-PR A figura a seguir mostra um b ulbo de vidro contendo gás He conectado a um tubo em forma de U contendo Hg.0 × 10–3m2. 10 GABARITO Quando a temperatura está em 35º. na água. UFRJ Um ecipiente cilínd ico contém água em equilíb io hid ostático (figu a 1). Potiguar-RN Em uma experiência de Física realizada em laboratór io da UnP. Se o bul bo é mergulhado em nitrogênio líquido.

) IMPRIMIR FÍSICA . gMa te = 3. dent o desse ecipiente. e conside ando-se o movimento da esfe a ao longo da distância L com velocidade constante v. ( ) a fo ça de at ito sob e a esfe a é maio que mg. ch umbinhos de pesca iguais. seus esultados muda iam? Justifique. é co eto afi ma que o empux o: a) é igual à tensão no fio pa a as duas esfe as. em epouso. mantendo sua ba se semp e ho izontal. b) Qual o núme o máximo de chumbinhos que podem se colocados nesse ecipiente sem que ele afunde? Ultimamente. um a um. têm sido detectados fo tes indício s de que já houve água no estado líquido em Ma te.7 m/s2. (Suponha que densidade e estado físico da águ a pe maneçam inalte ados. gTe a = 10 m/s2. 38. UFGO Uma esfera de massa m e volume V está em movimento dentro de um tubo que contém um fluido de densidade ρ. I e II. ( ) a va iação da ene gia potencial da esfe a é toda dissipada du ante o movimento.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 1 m3 = 1000 . confo me a figu a. Se essa expe iência fosse feita em Ma te. A á e a da base desse ecipiente é 80 cm2. o empuxo e a fo ça de at ito. Com base nessas info mações.37. 39. de 12 g cada. estão ep esentadas duas esfe as. feitas de mate iais dife entes e ime sas e m um ecipiente contendo água. Vunesp A figu a ep esenta um ecipiente cilínd ico vazio flutuando na água. devido ao fluido. ( ) o empuxo exe cido pelo flu ido na esfe a é ρVg. GABARITO a) Qual a massa desse ecipiente? Suponha que uma estudante coloque. b) é maio na esfe a de maio massa. As esfe as são mantidas nas posições indicadas po meio d e fios que estão tensionados. d) é maio que o peso na esfe a II. c) é maio que o peso na esfe a I. ( ) o t abalho ealizado pela fo ça peso sob e a esfe a é mgL. de mesmo aio. Atuam sob e a esfe a a fo ça peso. Dados: dágua = 1000 kg/m3. UFMG Na figu a. 11 Sendo a acele ação g avitacional igual a g.

Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . F. int oduzi am um fu o no seu ce nt o. 4 3. Conside e a densidade do líquido (1) igual a 0. se ia muit o mais fácil toma um ef ige ante na Lua do que na Te a. 04. usando uma oldana simples. 16. Quando se int oduz a agulha de uma se inga numa veia do b aço. podemos conclui que a p essão atmosfé ica é maio em São Joaquim. como indicado na figu a? a) 750 N d) 90 0 N b) 800 N e) 950 N c) 850 N 42. também. pa a facilita a eti ada da tampa dos copos de equeijão e de out os p odutos.eação. Este é um dos motivos pelos quais os ast onautas usam oupas especiais pa a missões fo a do ambiente p e ssu izado de suas naves. já que ela aume nta com a altitude. Vá ios fab icantes. Em elação a essa situação. Isso facilita ti a a tampa po que. Sendo co eta a info mação de que São Joaquim se situa a uma altitude de 1353 m e que Itajaí está ao nível do ma (altitude = 1 m). 32. como esposta.80 g/cm3. está ime sa no fundo de uma piscina cheia d’água. como most a a figu a. 64. 02. necessá ia pa a içá-la at avés da água. Qual a fo ça. UFPE Uma caixa metálica fechada de 90. e a supe fície de sepa ação dos líquidos. 41. Pa a epeti a expe iência ealizada po Evangelista To icelli. UnB-DF/PAS Ped inho ficou imp essionado ao ve como um velei o consegue mante se equilib ado mesmo sob fo tes ventos e imagin ou que esse equilíb io pode ia se entendido do ponto de vista mecânico se fossem co nside ados as fo ças e os to ques envolvidos. com velo e constante. abe to em ambos os amos.010 m3 de volume. o peso e a fo ça de at ito do casco com a água são fo ças que atuam sob e o velei o. a soma das alte nativas co etas. contém dois líquidos não miscíveis em eq uilíb io hid ostático.0 cm. compa ando a p essão atmosfé ica com a p essão exe cida po uma coluna de me cú io. É possível a medida ap oximada da altitude pela va iação da p essão atmosfé ica. 08. ( ) O empuxo é a fo ça exe cida pela água sob e o velei o. pois a p essão exe cida po uma coluna líquida depende do seu volume. cujo módulo é igual a o peso da água deslocada. julgue os itens a segui . IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . no vácuo) e “empu a ia” as moléculas pa a fo a do co po. Usando um canudinho. de dent o pa a fo a. então ele tende á a vi a sob a ação de um to que p oduzido pelo vento. este passa da veia pa a a se inga devido à dife ença de p essão ent e o sangue na veia e o inte io da se inga. que a altu a da coluna do líquid o (1) é de 34 cm e que a dife ença de nível ent e a supe fície liv e do líquido (2). Uma pessoa explodi ia se fosse eti ada da atmosfe a te e st e pa a o vácuo. Dê. po que a fo ça de at ação g a vitacional na Lua é meno . é necessá io conhece o diâmet o do tubo. UFRJ Um tubo em U. selado com plástico. A p essão inte na do co po se ia muito maio do que a p essão exte na (nula. é de 2. Calcule a densidade do líq uido (2). no amo da esque da. ( ) A fo ça do vento sob e as velas.0 kg e 0. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. Obse ve. ( ) Se o ponto de aplicação do empuxo coincidi com o cent o de ma sa do velei o. pa a s e eti a sangue. ( ) O peso e o empuxo fo mam um pa ação.12 40. no a mo da di eita. ao eti a o selo. pe mitimos que o a penet e no copo e a p essão atmosfé ica atue.

( Dado: a água salgada é mais densa do que a água doce). conside e os se guintes dados: • massa específica da água = 1 g/cm3 • p essão atmosfé ica = 105 N/m2 • acel da g avidade = 10 m/s2 a) 36 m b) 6 m c) 30 m d) 16 m e) 24 m 46. C e D são pontos das supe fícies dos líquidos. além do ponto em que se encont a. nascido em Si acusa po volta do ano 287 a. ( ) o empuxo d epende da densidade do líquido em que o co po é ime so. Católica-GO O P incípio de A quimedes (filósofo g ego. o subma i no afunda no ma . U. Em um dete minado instante. ficam sujeitos a empuxos de igual intensidade.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFPE O casco de um subma ino su po ta uma p essão exte na de até 12. 45. ( ) um ba co.0 atm sem se ompe . levando no pulso um apa elho capaz de egist a a p essão total a que esta submetido. é u ma p essão. B. de baixo pa a cima. atuante em co pos total ou pa cialmente ime sos em líquidos. a uma p essão de 4 x 105 N/m2. o ap a elho está ma cado 1. ime sos em um fluido. C e D a p essão e a mesma.F. o casco se ompe á? a) 100 b) 11 0 c) 120 d) 130 e) 140 IMPRIMIR FÍSICA . de densidad es iguais. po acidente. é co eto afi ma que: a) a p essão no ponto B maio que a atmosfé ica. sof e á um empuxo meno do que se a água do lago fosse salgada. e) nos pontos A. conclui-se que: ( ) o empuxo. sem conseqüências danosas. U.6 x 105 N/m2. ( ) co pos ime sos em gases não ficam sujeitos ao empuxo. ime so em um fluido. Pelotas-RS Um me gulha do cuidadoso me gulha. de chumbo. fica sujeito a um empuxo ve tical. U. Sabendo que o o ganismo humano pode se submet ido. 47. ( ) dois co pos. Analisando esse p incipio. Uma manguei a inte liga os dois. A. de intensidade igual ao peso do volume do fluido po ele deslocado”. o me gulhado pode á desc e . Pelotas-R S A figu a abaixo ep esenta dois tubos abe tos contendo líquidos dife entes. d) a p essão no ponto C e meno do que no ponto D. b) os dois líquidos têm a mesma densidade. 13 GABARITO Em elação às condições most adas na figu a. em met os. com uma to nei a que pe mite ent ada ou saída de a .44. a que p ofundidade. pode flutua na água.) pode se assim enunciado: “Todo co po. mais: Pa a esolve a questão.C. flutuando em u m lago de água doce. ( ) um co po não maciço. c) a p essão no pont o B e maio do que no ponto C. B. Se.F. du ante o me gulho.

passando a flutua . o em puxo sob e a bola C é maio que seu peso e sua densidade é meno que a densidade do líquido. 08. 50. UFC Uma haste cilínd ica homogênea está suspensa po uma co da. A bola A pe manece em epouso no luga onde é abandonada. Utilizando uma p ensa hid áulica . A bola C eto na à supe fíc ie. IMPRIMIR GABARITO Calcule o peso do elefante. UFMT T ês bolas de dife entes mate iais são totalmente me gulhadas no inte io d e um ecipiente que contém um líquido e em seguida são abandonadas. 02. o empuxo sob e a bo la B é meno que seu peso e sua densidade é maio que a densidade do líquido. UER J Um adest ado que sabe o peso de um elefante. III. consegue equilib a o elefante sob e um pistão de 2000 cm2 de á ea.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . como esposta. cuja á ea é igual a 25 cm2. A bola B afunda n o líquido. a soma das afi mativas co etas. confo me most a a figu a ao lado. com metade de seu comp imento subme sa. que é maio que a densidade da bola C.48. Dê. é co eto afi ma que: 01. II. Com elação ao empuxo e à den idade de cada bola. 04. a densidade da bola B é maio que a densidade da bola A. exe cendo uma fo ça ve tical F equivalente a 200 N. sob e o out o pistão da p ensa. Obse vam-se as seg uintes situações: 14 I. de cima pa a baixo. ficando em epouso no fundo do ecipiente. FÍSICA . em um tanque de água . o empuxo sob e a bola A é igual ao se u peso e sua densidade é maio que a densidade do liquido. na supe fície da água. Se a co da fo co tada que f ação do volume da ba a fica á subme sa? 49. em equilíb io.

a) 800 N d) 3200 N b) 1600 N e) 8000 N c) 200 N 15 52.25 m2 Dete mine o módulo da fo ça F aplicada n o A. • Em II. 04. levando a balança ao dese quilíb io. é completamen te me gulhado na água. é co eto afi ma : 01. • Em III. como esposta. o co po A. pa a que o sistema esteja em equilíb io. e uma massa M no p ato P2. de massa 200g. com um vaso contendo água. A fo ça medida no dinamômet o se ia nula. 02. O empuxo da água sob e o co po A é igual a 150 gf . Á ea da secção A = 1 m2 Á ea da secção B = 0. 32. IMPRIMIR FÍSICA . A fo ça-peso exe cida pela Te a sob e o co po A se i a tanto meno quanto maio fosse a po ção de A ime sa na água. caso o co po A estivesse pa c ialmente me gulhado na água. ao invés de u ma de 50 g. PUC-PR A figu a ep esenta uma p ensa hid áulica. Uma out a massa de 200 g. O dinamômet o deve esta indicando uma leitu a de 50 gf. no p ato P1. D. de aco do com a seqüência: GABARITO • Em I.51. de fo ma a não toca o fundo do vaso. 08. a balança é eequilib ada com adição de uma massa de 50 g ao p ato P2. Nessas condições. a soma das alte nativas co etas. p eso a um dinamômet o. Dê. A fo ça medida no dinamômet o se ia meno do que a fo ça medida em III.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . UFBA O expe imento ilust ado abaixo visa medi a intensidade do empuxo exe c ido pela água sob e um co po A. se ia necessá ia pa a que a balança fosse eequilib ada. uma balança encont a-se em equilíb io. caso o co p o A descansasse sob e o fundo do vaso. 16. se A descansass e sob e o fundo do vaso.

a esfera passa a afundar cada vez mais rápido. o cientista observa que ela inicialmente afunda. num local onde o módulo do campo g avitacional é g.53. é utilizada por um cientista para estudar as correntes marinhas. ( ) Quanto maior for a massa da esfera. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Hidrostática ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ . Ao atingi a supe fície do óleo. a pressão sobre ela. a ene gia cinética da pa tícula é igual a sua ene gia mecânica no início da queda. UFBA A figu a abaixo ep esenta uma pa tícula de massa m. a pa tícula atinge a velocidade v. diminuindo. é co eto afi ma : 01. conseqüentemente. Submetida a um a desacele ação a. ( ) O movimento somente pode s er compreendido se a força resultante que atua sobre a esfera não for constante em r elação ao tempo. mas depois a sua profundidade varia de acordo com o gráfico. 54. ( ) De acordo com o gráfico. depois de pe co e a distância x no inte io do ecipiente. 2 Dê. maior deve ser a influência dos efeitos perturbatórios. 16 04. analise as afirmações. Antes do impacto da partícula. que cai de uma altu a h. o aumento de pressão provoca a diminuição do volu e da esfera. feita com um material flexível mais denso que a água. UFMT Uma esf era homogênea. ( ) À proporção que a esfera afunda. é p = p0 + . ( ) À proporção que a esfera afunda. a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é d ghA . Dessa forma. e a p essão atmosfé ica é P0. g 02. cheio de óleo de densidade d. entre 2 e 3 minutos. com á ea da base A. Ao jogar uma dessas esferas no mar . a velocidade da pa tícula é igual a gh − 2(g − a )x . aumenta a pressão exercida pela própr ua do mar. 08. como resposta. Em conseqüência a esfera fica achatada. pois a pressão atua de cima para ba ixo. Após e co e . inicialmente em epo uso. a força de empuxo. medida a pa ti de um efe encial com o igem no so lo. a soma das alternativas corretas. Desp ezando-se a esistência do a . no tempo t. Após pe co e a distância x. a pa tícula me gulha num ecipiente abe to. a esfera afunda. Quando a partícula pára. no fundo do recipiente. Trata se de um movimento não uniforme. uma distância igual à metade da altu a. A pa tícula atinge a supe fície do óleo no instante t = 2h . GABARITO Em relação ao movimento da esfera. 2 dgh 16.

( ) A pressão hidrostática no fundo de um tanque que contém um líquido de densidade ρ independe do valo de ρ. o seu empuxo independe da p ofundidade. o freio hidráulico e a direção hidráulica são exemplos de aplicação do Princípio d medes. assinale o que fo co eto. 57. ap oximadamente. ( ) A pres são em um ponto no fundo de um tanque que contém água em equilíbrio depende da altura da coluna de água situada acima desse ponto. Sendo de 1.UFRS Quando uma ped a de 200 g. a in tensidade do empuxo é menor que a intensidade do peso do objeto. como esposta.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) Se uma pessoa que está fora de uma piscina entrar num barco q ue nela flutua. ve ifica-se que o mesmo afunda mais 2.33 e) 5. o nível da água da piscina subirá. em g/cm3? (Conside e a massa específica da água igual a 1 g/cm3. 04. ( ) Dadas duas ba nquetas de mesma massa. o empuxo sobre ele é nulo. A fo ça que um fluido exe ce sob e as pa edes de um ecipiente é semp e pe pendicula a elas.PUC-RS Cada uma das bases de um cil ind o que flutua ve ticalmente e em equilíb io na água tem 10.U. 56. ) a) 1. a soma das alte nativas co etas. se a p essão atmosfé ica va ia de 1. a p essão em todos os p ontos da água va ia á da mesma quantidade. a leitu a do dinamômet o sof e um dec éscimo de 30%. uma com três pernas e outra com quatro. que se acha suspensa em um dinamômet o.E. a massa específica da ped a. Se um co po se encont a totalmente s ubme so em um líquido. ent e o ut as g andezas. Ponta G ossa-PR Sob e a física dos fluidos. pe manecendo na ve tical e em equilíb io.33 b) 2. A p essão exte na exe cida sob e um líquido é t ansmitida integ almente a todo o seu volume.0 g c) 10 g d) 20 g e) 30 g 17 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . 1 ( ) Se um objeto flutua na água com do seu volume submerso. é me gulhada intei amente na água. todos os seus pontos estão sob igual pressão.5 x 103 Pa.0 g/cm3 a massa específica da água. Dê. A p essão no inte io de um líquido depende. é correto afirmar: ( ) Se um corpo parcialmente submerso num fluido está em equilíbrio hidrostático.33 d) 4. ( ) A prensa hid ráulica.0 g b) 5. sua dens idade elativa é meno que l. 01. Colocando um pe queno disco metálico na face supe io do cilind o. Quando um objeto flutua na água. Qual é. 02.33 c) 3. é correto afirmar.UFPR Considerando os conceitos de pressão e empuxo. com a face supe io fo a da água.33 59. 58.55.0 cm2. 16. da densidade do líquido. a de três pernas exercerá menor pressão sobre o solo.UFPR Com base nas propriedades dos líquidos. então sua densidade 3 1 é igual a da densidade da água. e cada perna com a mesma secção reta. ( ) O volume de um corpo maciço de forma irregular pode ser determinado mergulhando o completamente num recipiente cheio de água e medindo se o volume de água extravasado. ( ) Num líquido em equilíbrio hidrostáti o. 3 ( ) Qua ndo um objeto se encontra em repouso no fundo de um reservatório contendo água. é co eto afi ma que a massa do d isco metálico é de: a) 2. ( ) Numa piscina cheia de água. 08.0 cm.

b) Ela oscila ia algumas vezes e volta ia à posição ho izontal. o subma ino tende a subme gi . conf o me a quantidade de água que a mazena em seu inte io . A esfe a cai. e a fo ça de at ito viscoso A (também chamada fo ça de a asto). PUC-RS Numa expe iência de labo ató io de Física. 61. o empuxo E. po isso chamada velocidade te minal. Na ext emidade esque da está suspenso um pequeno cub o de metal. o empuxo so b e ele tem o mesmo módulo do peso do subma ino. o empuxo sob e o subma ino to na-se meno em módulo que se u peso. A flutuação d e um subma ino é egida. ou velocidade limite. Cefet-PR Conside e um ecipiente com água colocado dent o de um elevado em e pouso. Nesse ecipiente existe uma bolinha flutuando com metade de seu volume su bme so. comoveu o mundo. PUC-PR Recentemente. abandona-se uma esfe a m etálica no topo de um tubo de vid o cheio de água. d) Admitindo água do ma nas câma as de flutuação. inicia lmente em movimento acele ado. No vácuo. e e xpulsando água das mesmas. após alguns centímet os. c) O peso da bolinha diminui mas a sua massa não. de onde foi eti ado o a . 62. basicamente. Conside ando-s e a esfe a com massa específica duas vezes a da água. a t agédia oco ida com o subma ino nuclea usso Ku sk. de madei a bem leve. pode-se conclui que. e) A bolinha continua á flutuando da mesma fo ma que an tes. e) Expulsando a água do ma de den t o das câma as de flutuação. confo me ep esentado na figu a.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . Quando o elevado estive subindo com velocidade constante: a) O empuxo sob e ela fica á maio que seu peso. Assinale a alte nativa inc o eta: a) Quando o subma ino mantém-se pa ado à p ofundidade constante. e na ext emidade di eita esta suspenso um cubo maio . eme gi ou subme gi . e) Ela acaba ia inclinada pa a a esque da. da hid ostática. FÍSICA .60. d) Ela acaba ia inclinada pa a a di eita. U m subma ino pode navega numa p ofundidade constante. pelo p incípio de A quimedes. b) O empuxo sob e o subma ino é igu al ao peso da água que ele desloca. b) A bolinha fica á. pa cialmente. e sabendo que os módulos das única s fo ças que agem sob e ela são o seu peso P. O que acontece ia com a balança se o a eto nasse pa a o inte io da campânula? a) Ela pe manece ia na posição ho izontal. d) As densidades da água e da bolinha aumenta ão. mais subme s a que antes. que afundou no ma de Ba ents com toda a t ipulação. na ve tical. o subma ino tende a eme gi . a balança esta em equilíb io na posição ho izontal. c) Ela oscila ia indefinidamente em to no da posição ho iz ontal. c) Estando as câma as de flutuação cheias de água. quando atingida a velocid ade limite: a) P = E b) E = 2A c) A = 2E d) P = 2A e) P = A 18 GABARITO IMPRIMIR 63. atinge velocidade const ante. UFRS Uma balança de b aços iguais encont a-se no inte io de uma campânula de vid o. mas.

o empuxo que o di igível ecebia do a e a igual a 2. Deixando escapa pa te do gás contido nos ba lões. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .30 kg/m3.30 kg/m3). E a g aças à g ande potência dos seus moto es que o di igível “Hindenbu g” mantinha-se no a . A fo ça ascensional do di igível dependia única e exclusivamente dos seus moto es. a soma das espostas co etivas. 04.000 m3 de gás Hid ogên io e deslocavam igual volume de a ( Hid ogênio = 0. os di igíveis de est utu a ígida constituí am-se no p incipal meio de t anspo te aé eo das p imei as décadas do século XX. O empuxo que qualque co po ecebe do a é causado pela va iação da p essão atmosfé ica com a altitude. estes últimos alojados em cama otes com água co ente e ene gia elét ica. O “Hindenbu g” ascendia e mantinha-se no a g aças aos 17 balões meno es instalados no seu bojo.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ 64. po is é igual ao peso do volume de gás Hid ogênio contido no seu inte io . ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Se conside a mos a massa específica do a igual a 1.60 x 105 N. assim. 64. que continham um volume total de 20.2 met os de diâmet o na pa te mais la ga. 08.09 kg/m3 e a = 1. 02. i sto é. É possível calcula o empuxo que o di igível ecebia do a .100 HP de p otência cada um – e a de 214 toneladas.19 Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. o di igível pode ia desce . dent o da est utu a. 16. 32. como espo sta. Chamados popula mente de “zeppelins” em homenagem ao famoso invento e ae onauta ale mão Conde Fe dinand von Zeppelin. O P incípio de A quimedes somente é vál do pa a co pos me gulhados em líquidos e não se ve pa a explica po que um balão sobe . T anspo tava 45 t ipulantes e 50 passagei os . Dê. Alcançava a velocidade de 13 5 km/h e sua massa total – incluindo o combustível e quat o moto es de 1. O maio e mais f amoso deles foi o “Hindenbu g LZ 129” di igível cuja est utu a tinha 245 met os de com p imento e 41. e a possível eduzi o empuxo e.UFSC Leia com atenção o texto abaixo.

10. 21. 08 + 16 = 24 54. b 48. 29. 26. 2 3.6 x 104N 51. 15. 13. b 42. V – V – V – F – F 56. 39. 38. 2. a 47. 31. 31 e 61. 19. V – V – F – V 43. 22. 17. 30. 25. 37. 54 41. 24. 36. F – F – V – F – V – F e 46. 14. 8. 84 33. 08 + 16 = 24 53. 9. e 62. 1. 27. 02 + 04 + 08 50. e 64.40 Kg b) n = 20 chumbinhos 40. d 52.Hid ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta . 1 IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . V – F – V – F – F 55. 3/4 49. 5. 18. 7. 34. 6. 11. 3. d 63. 32. 13. F – V – V – F – F – V 57.6g/cm3 44. 20. 28. V–F–F–F–F F–F–V–V c 36 a 04 F–V–F–V a 29 c d 04 + 08 V–F–V–V–V d b 02 d 01 + 04 + 08 b a d d b b c V–V–V–F–F F–F–V–V–V a) V = 5 • 1-–5 m3 b) I ntal e mesmo sentido do movimento do peixinho 250N/m2 77 d b V–F–V–V d a) M = 0. 35. 4.F ÍS IC A H ID R O S T Á T IC A 1. 12. 16.

( ) O p ocesso de va po ização da água. no dia 22 de ab il de 2000. o solo e a s folhas são aquecidos du ante o dia pela adiação sola . Isso possibilita ao solo e às folhas aquece em-se mais que o a du ante o dia e. Se. cuja esca la batizei de “B asil” (B). de mate iais dife entes e massas iguais. I. Po possuí em constituição dive sa. 4. o nevoei o. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S à O D E C A L O R 1.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . há fluxo de calo pa a cima. Com ba se nesses fenômenos. julgue a ve acidade das afi mações a segui . Supe io de B asília-DF O o v alho. e são esf iados du ante a noi te. que é a sua passagem da fase líquida pa a a fase gasosa. ou seja. e ) ambos possuem a mesma quantidade de calo . impedindo o ponto de o valho no solo.4 e) 40 2. 3. O texto acima cita alguns p ocessos té mico que oco em com a água na natu eza. em g a nde pa te. ( ) À m edida que se sobe na atmosfe a. b) ambos possuem a mesmo calo específi co. ( ) Os ventos facilitam a evapo ação da água. essa dife ença egist ada no meu te mômet o se á de: a) 1625 B b) 1525 B c) 75 B d) 15 B e) 3 B IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . esf ia em-se mais que o a du ante a noite. c) ambos possuem a mesma tempe atu a. a geada. oco e. devido à adiação sola . nas noites de vento não há fo mação de o valho. pois o vent o favo ece a t oca de calo com o meio. e o ponto de e bulição da água é 2000 B. Ge almente. o vapo d’água contido no a ent a em con tato com supe fícies que estejam a tempe atu a mais baixa – abaixo do ponto de o val ho – e se condensa.0 d) 11. e out o.Te mologia. na escala Fah enheit. da mesma fo ma. Alfen as-MG Pa a comemo a os 500 anos do B asil. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . que dispe sa a fumaça indust ial e u bana. ( ) As folhas. esses mate iais se aquecem ou se esf iam dife entemente. citadas no texto. Um possível valo pa a a tempe atu a do co po. mas que só oco em sob dete minadas condições na atmosfe a. Cefet-PR Qu ando dois co pos. o ponto de fusão do gelo é 1500 B. Unifo -CE Mediu-se a tempe atu a de um co po com dois te mômet os: um. pe mitindo o acúmulo da poluição continuamente p oduzida. A inve são té mica impe de essa dispe são. ( ) A p esença de g avidade na Te a é essencial pa a que oco a o ciclo da água. d) ambos possuem a mesma va iação té mica. O a . Na escala B. U. a dife ença ent e a maio e a men tempe atu a egist ada no B asil fo de 15 g aus Celsius. na escala Celsius. a tempe atu a diminui e a p essão aumenta. têm meno calo espe cífico que o a atmosfé ico po isso se aquece e se esf iam mais apidamente. estão em equilíb io té mico podemos afi ma que: 1 a) ambos possuem a mesma capacidade té mica.4 c) 6. Esses fat o es p opiciam a fo mação do o valho.E. aumentand a p essão de vapo sob e o líquido. Esse p ocesso é análogo à condensação do vapo d’água em to no de copos a afas gelados. é: a) – 25 b) – 11. g aduado na escala Celsius. a neve e o g anizo são p ocessos que fazem pa te do cic lo da água. Ve ificou-se que as indicações na s duas escalas e am iguais em valo absoluto. esolvi c ia um te mômet o.

é: a) 50 b) 60 c 70 d) 80 e) 110 6. a soma das afi mativas co etas. assinale o que fo co e to.4°C. A tempe atu a não diminui indefinidamente. valem. As massas dos co pos são: MA = 1. A tempe atu a mede a quantidade de calo que um co po ecebe ou doa. a tempe atu a d os dois co pos tende á a se iguala . obteve-se: t1 = 20 X ou 10 C e t2 = 40 X ou 70 C. Conside ando-se as tempe atu as: –100 K. 04. co espondente a 96°.0 kg e MB = 2. U. 16. os possíveis valo es enc ados pelo cientista fo am: a) 32°F e –250°C d) –100 K e –250°C b) 32°F e –290°C e) –290°C F e 32°F 10. Dê. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . a soma das alte nativas co etas. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . Vunesp Pa a c ia a sua escala te momét ica. Quando colocados em contato té mico. com as tempe atu a s TA = 120 C e TB = 80 C. Gab iel Daniel Fa h enheit (1686-1736) te ia se utilizado de t ês pontos fixos: o p imei o. pa a o equilíb io té mico s e alcançado o co po B cede á ene gia em fo ma de calo pa a o co po A. sem o sal. 2 7. em X. dent o de um ecipiente isolado te micamente: 01. sob p essão no mal. 02 . c) – 57. ap oximadamente. segundo o qual a tempe atu a d e um co po é p opo cional à ene gia cinética de suas moléculas. 08. como esposta. GABARITO 9. Tempe atu a absoluta é qualque escala associada ao ponto t íplice da água. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po A pa a o co po B. A tempe atu a em que a ene gia cinética méd ia das moléculas é nula é o ze o absoluto.5. obtido c om uma mistu a de gelo. UFSE Compa ando-se um te mômet o g aduado em uma escala X com out o g aduado na escala Celsius. e) – 273°C. a ene g ia em fo ma de calo flui á do co po B pa a o co po A. Ponta G ossa-PR Com elação ao modelo cinético. b) – 32°C. colocando o te mômet o na boca ou axilas de uma pes soa saudável. e o te ce i o ponto. o segundo. co espondendo a 0°. –250°C. 04. 02. –290°C. 32 °F. UFMT Dois co pos de fe o A e B estão.6°C. a ene gia flui sob a fo ma de calo do co po B pa a o co po A. a: a) – 17. e o p imei o ponto co esponde ia. Esses dados nos pe mi tem conclui que a tempe atu a da água em ebulição ao nível do ma . como espo sta. os dois últimos pontos co esponde iam a 0°C e 35. 16.E.6°C. espectivamente. Fatec-SP Em um labo ató io um cientista dete minou a tempe atu a de uma substânci a. d) 0. A tempe atu a de qualque escala te momét ica é associada ao ponto de fusão da água.Te mologia. Dê. água e sal-amoníaco. 01. espectivamente. ao qual estabeleceu a tempe atu a de 32°. 08. como a massa de B é o dob o da massa do co po A. inicialmente.0 kg.8°C. Na escala X as tempe atu as de fusão do gelo e e bulição da água. Se estes pontos fossem utilizados pa a calib a um te mômet o na escal a Celsius. Unifo -CE Uma escala de tempe atu a a bit á ia X se elaciona com a escala Cels ius de aco do com o g áfico abaixo. obtido mi stu ando água e gelo. a) – 40 e 60 b) – 40 e 100 c) 0 e 120 d) 0 e 80 e) 0 e 100 8.

15. que a va iação de tempe atu a Dt = t – t0 = 15 C. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta   ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 12. Ve ifica-se. pois calo e tempe atu a são entidades completamente dife entes e não elacionadas de fo ma alguma. UFMT Conside e as seguinte afi mativas: a) Tempe atu a é a quantidade de calo existente em um co po. GABARITO 16. UESC-BA Dois ou mais co pos. suas pa tículas se movem apidamente e sua tempe atu a fica maio . co espondia à tempe atu a obtida ao se mistu a uma po ção de clo eto de amônia com t ês po ções de ne à p essão de 1 atm. A tempe atu a no inte io da geladei a é de ap oximadamente 0 C. Pa a não senti tanto calo . ele esquenta e dilata. 08. a cozinha te á sua tempe atu eduzida pa a 19 C. UFR-RJ Uma escala a bit á ia adota os valo es –10 X e 190 X pa a os pontos de fusão do gelo e ebulição da água. U. um estudante de medicina c iou sua p óp ia escala linea de tempe atu as. UFR-RJ Um co po de massa m tem tempe atu a t0. o auto das f ases utiliza o conceito de caló i co pa a defini o que seja calo . o auto das f ases está e ado ao afi ma que o co po se dilata quando abso ve calo . e) –28. nas escalas: a) Kelvin b) Fa enheit 14. 04) a mesma capacidade té mica. c) 74. o p imei o ponto fixo definido po ele. c) se á alcançado. 02) a mesma quantidade de calo . d) –8. o 0 F. isto é. 05) a mesma tempe atu a. O calo cont ibui pa a a va iação de tempe atu a dos co pos. pois. pois há casos em que isso não acontece. a soma das afi m ativas co etas. A espeito dessa s f ases. atingido o equilíb io té mico. o auto das f ases está e ado ao afi ma que os co pos possuem cal o . é co eto afi ma que: 01. Seu Onó io te ia de pe manece bastante tempo na cozinha de sua casa. b) não se á atingido. 16. Neste caso. dete mine quanto co esponde esta va iação de tempe atu a. o s valo es de 0 (ze o) e 10 (dez) co espondem espectivamente a 37°C e 40°C. 3 13.5°C.11. A análise dessa situação pe mite dize que o objetivo de Seu Onó io: a) se á alcançad pois o ef ige ado vai faze o mesmo papel de um condicionado de a diminuindo a tempe atu a da cozinha. Dete mine a tempe atu a qu e nesta escala co esponde a 313 K. ao ecebe em calo de Seu Onó io. o conceito de tempe atu a está e ado. então. IMPRIMIR d) não se á atingido. ao atingi em o equilíb i té mico ent e si. Nessa nova escala. Qual é esta tempe atu a na escala Celsius? a) 32 C b) –273 C c) 37.7 C ¨ Avança ¨ FÍSICA . com a tempe atu a ambiente na ma ca d os 38 C. ITA-SP Pa a medi a feb e de pacientes. como esposta. 03) o mesmo calo especifico. espectivamente.E. UFRN Num dia quente de ve ão. Lond ina-PR Quando Fah enheit definiu a escala te momét ica que hoje leva o seu nome. pois o ef ige ado vai t ansfe i calo da cozinha pa a a p óp ia cozinha. 04. tanto a cozinha como o seu p óp io ef ige ado te ão suas tempe atu as elevadas.5°C. Dê. o auto das f ases confunde calo com o conceito de ene gia cinética média das molécula s.5°C. b) 28. Este co po é aquecido até atingi uma tempe atu a t. pois.Te mologia. se eleva. com a po ta do ef ige ado abe ta. ap esentam: 01) a mesma ene gia té mica. A tempe atu a de mesmo valo numé ico em ambas escalas é ap oximadamente a) 52.3°C. e isso não constitui um p ocesso de ef ige ação. 02. b) Quando o calo de um co po aumenta. não podendo se a mazenado em co po algum.7 C 212 C e) –17. no intuito de esf ia a cozinha.9°C. pois calo é ene gia em t ânsito. 17. esolveu deixa a po ta do ef ige ado abe ta. sem vento.

não alte ando a apidez com que o gelo de ete.18. e) faz sentido. 4 b) é absu da. ele pôde ve ifica que a tempe atu a da água ao sai pelas to nei as atingia 45 C. GABARITO Com elação à situação ap esentada. c) é inócua. Dado o coeficiente de dilatação linea do alumínio 2.200 cm 20. 19. de etendo-o ainda mais dep essa. U. que e t ansmitido po con dução de um co po pa a out o. Luno funcionam como uma supe fície efleto a pa a as adiações inf a-ve melhas o iundas da manguei a aquecida. d) a t ansfe ência de tempe atu a de um co po pa a out o . é necessá io o uso de um sistema de bomb amento. d) faz sentido. po que existe uma dife ença de te mpe atu a ent e eles.F. num dia de calo . Com uma das pontas da manguei a me gulhada em um lago p óx imo à esidência e a out a ext emidade atingindo.São Ca los-SP Um g upo de amigos comp a ba as de g elo pa a um chu asco. a caixa d’água de sua casa. c) um fluido invisível e sem peso. e) o p ocesso espontâneo de t ansfe ência de ene gia do co po de meno tempe atu a pa a o de maio tempe atu a. po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. o mesmo esultado se ia esp e ado caso fosse usada uma manguei a de co cla a. eta dando o seu de etimento. ( ) As ga afas plásticas no dispositivo do S . Pa a seu o gulho e aleg ia. Essa sugestão a) é absu da. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA .F. 21. p eocupado com a necessidade de abastece sua esidência com água aquecida pa a se usada na pia da cozinha e pa a o banho das pess oas de sua família.680 cm e) 100.4.Te mologia. alguém suge e que sejam envolvidas num g osso cobe to pa a evita que de etam demais. julgue os seguintes itens. ele conseguiu o sup imento de água aquecida de que necessitava. U. b) o p ocesso d e t ansfe ência de ene gia de um co po pa a out o.060 cm d) 10 0. UnB-DF O ag iculto Luno Russo. Um fu o feito na base das g a afas pe mitiu-lhe at avessá-las com a manguei a. como most a a figu a abaixo. suposto constan o comp imento da ba a a 70 C se á: a) 100. po que o cobe to vai aquece o ge lo. ( ) Em um dia nublado. po que o cobe to dificult a a t oca de calo ent e o ambiente e o gelo. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . pois o cobe to não f o nece nem abso ve calo ao gelo. const uiu um dispositivo valendo-se de uma manguei a longa de co p eta e ga afas plásticas vazias de ef ige ante. fazendo com que ele de eta ainda mais dep essa.240 cm c) 100. UEMS O comp imento de uma ba a de alumínio é 100 cm a 0 C.168 cm b) 100.10–5 C–1. eta dando o seu de etimento. em um dia sem nuvens. a 7 m de altu a. Como as ba as chegam com algumas ho as de antecedência. fo mando um longo cola . po que o cobe to facilita a t oca de calo ent e o ambiente e o gel o. Santa Ma ia-RS Calo é: a) a ene gia contida em um co po. ( ) Pa a pode eleva a água de sde o nível do lago até a ent ada da caixa d’água. ( ) A tempe atu a da água na saída das to nei as pode ia se maio que 45 C se a caixa d’água fosse evestida exte na mente com uma camada g ossa de isopo .

10–6 25. Essa atitude pode pa ece -nos est anha.43 e 63.2 mm. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas.10–6 IMPRIMIR Um fio de 5 m de comp imento. con tudo. UFRN Ce tos povos nômades que vivem no dese to. usamo s a lã pa a nos p otege mos do f io.57 e) –20 e 100 5 GABARITO 24. ajudando a efleti o cal o que vem de fo a.7. Mackenzie-SP Um te mômet o mal g aduado na escala Celsius.M. no dese to. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15. espectivamente.10–6 23. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. d) a lã é natu almente quente (embo a esteja abaixo de 50 C) e. assinala 2°C pa a a f usão da água e 107°C pa a sua ebulição. constata-se que o fio é de: 01) cob e 04) zinco 02) alumínio 05) chumbo 03) inva ¨ Avança ¨ FÍSICA . a função de correção do valor lido é: 50 0 (θE – 2) d) θC = (θE – 2) a) θC = 51 21 20 21 b) θC = (2θE – 1) e) θC = (θE – 4) 22 20 30 5 23. no dese to. quando submetido a uma va iação de tempe atu a igual a 120 C. Sendo θE o valor lido no termôm mal graduado e θC o valor correto da temperatura. pa a se p otege em do intenso ca lo da atmosfe a. ajudando a esf iá-los ainda mais.22. e o b anco eflete bem a luz em todas as co es. se explicado pelo fato de que: a) a lã é natu almente quente (acima de 50 C) e. F. ajuda a esf ia os co pos das pessoas. Itajubá-MG Uma escala termométrica “T” elaciona-se com a escala Celsius (C) confo me o g áfico ao lado. A pa ti dessas info mações e da tabela acima. no B asil. UESC-BA Substância Cob e Alumínio Inva Zinco Chumbo Coefici ente de dilatação linea ∝ ( C–1) 17.10–6 0. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . sob p essão no mal.10–6 29.Te mologia. 25. os valo es da t empe atu a de fusão do gelo e ebulição da água na escala T. onde as tempe atu as du ante o dia podem chega a 50 C. enquanto o b anco é uma “co f i a”. impedindo que o calo de fo a chegue aos co pos das pessoas. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais. e o b anco também é uma “co quente”. b) a lã é bom isolante té mico. 67 e 70. À p essão no mal quais são. c) a lã é bom isolante té mico. e o b anco abso ve bem a luz em todas a s co es. ap esenta uma dilatação de 10. evitando que a luz do sol os aqueça ainda mais.51 d) 11. pois. O p ocedimento dos povos do dese to pode. usam oupas de lã b anca.

Fuv est-SP Em um copo g ande. com massa total de 100 g. Conside a que o calo específico do gelo tem o valo constante de cgelo = 2220 J/ (kgK).0 cal/g C. que o calo de t ansfo mação tem o valo de Lf = 333 x 103 J/kg e que o siste ma está pe feitamente isolado. • calo específico da água = 4. ap oxim adamente. conside ando-se que: a) a pessoa gasta ene gia exclusivamente pa a vence a fo ça da g avidade. b) cada passo co esponde a 1 m e a elevação do co po a 1 0 cm. 2) Conside e que 1 cal eqüivale a 4 J. Nas mesmas condições se. em g amas.3 g c) 47.. em vez de 2. ( ) de 0 a 9 minutos. GABARITO Analisando-se o g áfico. de massa m igual a 30 g. Qual e a. b) apenas água a 0°C. de 1°C. oco e am t ês t ansições de fase.8 g d) 72. 28.26. c) gelo a 0°C e água acima de 0°C. do gelo que pe manece á neste estado. está i nicialmente à tempe atu a de -10°C e ecebe 2997 J de calo . são colocados 2 cubos de gelo a 0°C. a mistu a acha-se completamente t ansfo mada em água líquida a 20 C. C). Suponha ue a fonte fo neceu ene gia té mica a uma potência constante desde o instante t = 0. 29. fossem colocados 4 cubos de ge lo iguais aos ante io es. 30.2 g 27. Um ce to tempo após ecebe 16.000 J de calo . UFMT Calcule o núme o mínimo necessá io de ba as de chocolate pa a p ove o co po de uma pessoa de 70 kg de ene gia suficiente pa a anda 10 km. UFRS Uma mistu a de gelo e água em estado líquido. 6 Dados: 1) Conside e que cada ba a de chocolate p opo ciona um sup imento ene géti co de 500 kcal. 4 J/g.8 g e) 77. está ep e sentada a va iação da tempe atu a em função do tempo de uma massa de 200 g d’água. ( ) a potência da fonte té mica é de 16 kcal/min. Dado: c = 1. e que toda essa ene gia foi utilizada pa a aquece a água. contendo água à tempe atu a ambiente (25°C).Te mologia. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . enc ont a-se à tempe atu a de 0 C. dete mina a massa. ( ) a tempe atu a da ág a pa a t = 2 min é 80 C.18 J/(g. a massa de gelo contida na mistu a inicial? Dados: • calo de fusão do gelo = 334. d) gelo e água e) apenas gelo a 0°C. UFGO No g áfico.8 g b) 38. ap oximadamente . não oco eu ab so ção de calo . a) 22. te micamente isolado. IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . A pa ti desta quantida de de calo . pode-se afi ma que: ( ) no p imei o minuto. A tempe atu a da água passa a se . have ia no copo: a) apenas água acima de 0°C. Unioeste -PR Uma amost a de gelo. ao se atingido o equilíb io.

mas o segundo tem seu bul bo (onde fica a mazenado o me cú io) envolvido em algodão umedecido em água (veja a fi gu a). mas o disco. sob p essão no mal. d) O te mômet o de bulbo úmido in dica á uma tempe atu a mais baixa que o de bulbo seco quando a umidade elativa do a fo baixa. Em seguida. b) O anel encaixa-se no o ifício. obtidas usando dois te mômet os dife entes . IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA .Te mologia. todos os co pos encont avam-se à mesma t empe atu a e. d) Nem o disco nem o anel se encaixam mais no o ifício. a placa. Juiz de Fo a-MG A umidade elativa do a pode se avaliada at avés de med idas simultâneas da tempe atu a ambiente. ( ) Ao passa d e 1 C pa a 4 C. sob p essão no mal. podemos afi ma que: a) Os dois te mômet os indica ão semp e a mesma tem pe atu a. 32. nessa situação.F. pois ambos aumenta am de tamanho. c) O te mômet o de bulbo úmido indica á uma tempe atu a mais alta que o de bu lbo seco quando a umidade elativa do a fo alta. não. Em seguida. Inicialmente. 373 K. O p imei o te mômet o é exposto di etamente ao ambiente. pa a uma va iação de tempe atu a. 7 b) O te mômet o de bulbo seco indica á semp e uma tempe atu a mais baixa que o de bu lbo úmido. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou u m disco de aio . ( ) A tempe atu a de ebulição da água. é de. quando ambos são sujeitos à mesma va iação de tempe atu a. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Isso se deve ao fato de o vid o dilata -se mais que o m etal. pois ambos diminuí am de tamanho. a dilatação sof ida po uma ba a de a lumínio é semp e maio do que a va iação sof ida po uma ba a de fe o. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel co ntinuam encaixando-se no o ifício na placa. ap oximadamente. U. UnicapPE Assinale ve dadei o (V) ou falso (F). a densidade da água aumenta. e) Nem o disco ne m o anel se encaixam mais no o ifício. Nesse caso. ( ) Como o coeficiente de dilatação do alumínio é maio do que o do fe o. Depois de eti a o mat e ial da geladei a. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitament e no o ifício da placa. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma geladei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. podemo s conclui que. 33. c) O disco passa pelo o ifício. concluímos que os co pos B e C possuem a mesma tempe atu a. não. quando o conjunt o é subme so em água quente. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate ial da placa. mas o anel. ( ) Os ecipientes de v id o fechados com tampas metálicas são mais facilmente destampados. ( ) Se um co po A encont a-se em equilíb i o té mico com os co pos B e C.31.

abso ve pa a fundi -se integ almente quando colocado na mão de uma pessoa? b) Const ua o g áfico t (°C) x Q (J) que ep esenta esse p ocesso. 410 J/(kg. (Tempe atu a do co po humano: 37 C) a) 54000 kcal b) 5400 cal c) 74 kcal d) 5 kcal e) 54 kcal 39. ambos a 0 C. com velocidade const ante. po dia.34. Robe to obte á: São dados: • calo específico da água = 1 cal/g C • calo espec o gelo = 0. supondo que ele comece a 10°C e te mine quando o f agmento de gálio se funde integ almente. Unifo -CE Uma chapa de fe o. UFPR Um esquiado desce. Conside ando que um lit o de água eqüivale a 1000 g amas e que seu calo específico é 1. toda a água te á se esgotado? T (°C) (Conside e que o calo de vapo ização da água é a de 540 cal/g) 60 a) 18 minutos b) 27 minutos c) 36 minutos d) 45 minutos e) 54 minutos 1 2 3 4 5 t(min) 50 40 30 IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA .0 cal/g C.F. em quilocalo ias. enquanto o fu o diminui. devido unicamen te à ingestão de água. ini cialmente a 10°C. como indica o g áfico. Pelotas-PR Num dia muito quente. U. 8 GABARITO 38. b) tanto a chapa como o fu o tendem a diminui . enquanto o fu o diminui. a) Qual a quantidade de calo que um f agmento de gálio de massa 25 g. ele pode liquefa -se intei amente quando colocado na palma da mão de uma pessoa. uma encosta com inclinação de 30 em elação à ho izontal. o bse vando-se uma va iação da tempe atu a da água com o tempo. Fuvest-SP Em uma panela abe ta. Sabese que o calo específico e o calo latente de fusão do gálio são. d) a chapa tende a aumenta . Vunesp O gálio é um metal cujo ponto de fusão é 30°C. Dete mine a massa de neve fundida após o es quiado desce 90 m na encosta. é co eto afi ma que. ambos a 0 C. b) 1180 g de água e 20 g de gelo. coloca. a pa ti do começo da ebul ição. é int oduzida num fo no. c) a chapa tende a aumenta .Te mologia.5 cal/g C • calo latente de fusão do gelo = 80 cal/g a) 1020 g de água e 180 g de gelo. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨   ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ .6 x 105 J/kg. e) 1200 g de água a 1 C. Conside e que todo o calo ge ado pelo at ito no movimento seja gasto na fusão da neve. Exp esse o esultado em g amas. dete mine a qua ntidade de calo pe dido pela pessoa. e) a chapa se mantém. A massa do esquiado e de eu equipamento é 72 kg. 1000 g de água a 15 C e 200 g de gelo a -6 C. espectivamente. c) 1100 g de águ a e 100 g de gelo. e nquanto o fu o se mantém. quanto à á ea: a) tanto a chapa com o o fu o tendem a aumenta . com um fu o cent al. po isso. Espe ando pelo equilíb io té mico. Co m o aumento da tempe atu a. em quanto tempo. à p essão no mal. d) 1200 g de água a 0 C. Pa a isso. ambos a -1 C. 36. cujo calo latente de fusão é 3. aquece-se água. Robe to p etende toma um copo de água b em gelada. 35. num ecipiente te micamente isolado e de capacidad e té mica desp ezível. UEMS Um estudante bebe 2 lit os de água a 10 C po dia. Des p ezando-se a evapo ação antes da fe vu a. e suponha a acele ação da g avidade igual a 10 m/s2. 37.°C) e 8000 0 J/kg.

em média.40. o que o aluno pôde obse va ? a) Tanto o disco quanto o anel continuam encaixa ndo-se no o ifício na placa. a placa. c) O disco passa pelo o ifício. ve ificou que . A e B podem te calo es específicos dife entes e a mesma capacidade té mica. e) Apenas I é ve dadei a . não. II e III são ve dadei as. Em seguida. e) Nem o disco nem o anel se enc aixam mais no o ifício. apenas. e) Todas são fal sas. pois ambos aumenta am de tamanho. men o é a capacidade do co po abso ve calo . Estão co etas: a) I e II. III. d) I. apenas. UERJ Uma to e de aço. não. Conside e que o aço dilata-se. A va iação no volume de gasolina foi de 0. Pode-se afi ma : a) Apenas I e II são ve dadei as. pois ambos diminuí am de tamanho. tempe atu a ambiente. se á de: a) 1. a água diminui sua densidade quando aquecida de ze o a 100 C. O efeito de dilatação nos sólidos é um esultado do aumento da distância ent e os átomos que os constituem. apenas. tanto o disco quanto o anel encaixavam-se pe feitamente no o ifício da placa. II e III 9 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . Sabendo que o coeficiente de dilatação volumét ica da gasolina é igual a 0. II. c) Somente I e II são ve dadei as. c) III. b) Apenas I e III são ve dadei as. c) Apenas II e III são ve dadei as. em centímet os. Uni io Um aluno pegou uma fina placa metálica e nela eco tou um disco de aio . d) Nem o disco nem o anel se encaixam ma is no o ifício. A quantidade de combustível que ext avasou do tanque ep esenta a dilatação eal que a gasolina sof eu. d) Todas são ve dadei as. n essa situação. b) Somente II é ve dadei a. Ube aba-MG/Pias Tendo enchido complet amente o tanque de seu ca o. PUC-PR Conside e as afi mações abaixo sob e dois co pos A e B de massas dife entes: I. Em elação às seguintes afi mações: I. Como a aio ia das substâncias líquidas. 41. A e B podem te o mesmo calo específ ico e dife entes capacidades té micas. Depois de eti a o mate ial da gelade i a. líquido ou gasoso) p oduz vá ios efeitos impo tantes que inte fe em em nossa vida diá ia. Em seguida. linea mente.0009 C –1. II. 44. na p opo ção de 1/100000.Te mologia. A dilatação eal da gasoli na foi meno que a dilatação do tanque. À noite. u sada pa a t ansmissão de televisão. todos os co pos encont avam-se à mesma tempe atu a e. se elevou de 10 C e uma quantidade de gasolina havia ento nado. pa a cada va iação de 1 C. U. Depois de um ce to tempo.5 4 lit os. mas o disco. mas o anel. analise as afi mativas a segui : I. com capacidade pa a 60 lit os de gasolina. tem altu a de 50 m quando a tempe atu a ambiente é de 40 C.0 d) 2. b) II e III. supondo que a tempe atu a caia pa a 20 C. Quanto maio a capacidade té mica de um co po. III. Ma que a alte nativa co eta: a) Soment e I é ve dadei a. fez um anel também de aio com um fio muito fino do mesmo mate i al da placa. UFMA A va iação de tempe atu a de um co po (sólido. b) O anel encaixa-se no o ifício. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .5 42. d) I. 43. A e B podem te o mesmo calo específico e a mesma capacidade té mica.5 c) 2. o disco e o anel fo am colocados dent o de uma gelad ei a até alcança em o equilíb io té mico com ela. Inicialmente.0 b) 1. uma pes soa deixou o automóvel estacionado ao sol. II. a va iação de mp imento da to e. III.

46. pelo meno s. ¨ Avança ¨ FÍSICA . equivalente ao consumo anual de ene gia elét ica nos Estados Unidos da Amé ica. UFMT Sob e as dive sas fo mas de p opagação de calo . é a fo ma p edominante de t ansmissão de calo nesses meios. 48. a tempe atu a ambiente de 20°C. como esposta. supondo que esse lago é capaz d e a mazena 1012 kg de água. a água pá a de fe ve e a estudante nota que esta am 0. ( ) Se as moléculas de um meio mate ial vib am.257 kJ/kg. à tempe atu a e quantidade de ca lo abso vida no início da ebulição e à tempe atu a e quantidade de calo quando a água é ti ada do fogo. po oco e somente nos líquidos e gases. em média. Quando uma ce ta massa de água é aquecida de ze o g au a 4 g aus Celsius. Coloque.5 x 106 milhões de kWh (1. l/g°C. IMPRIMIR b) Suponha que toda a água que falta tenha sido vapo izada. coladas à tempe atu a T0.9 × 10–5 cal/g°C e ∝b onze = 1.80 de água no ecipiente. 16.Te mologia. Dê. Tempe atu a de ebulição da água na egião: te = 10 0°C. A convecção. Em um mesmo local. cujos coefici entes médios de dilatação linea são espectivamente ∝p = 2. ou seja. Qual a ene gia despe d içada nesse p ocesso? Justifique.0 de águ a num ecipiente g aduado. po que a a eia tem um calo específico muito elevado. os pontos co espondentes à tempe atu a inicial. UnB-DF Sabe-se que a ene gia associada a um fu acão típico é. b 10 GABARITO Ao se aquecida até uma tempe atu a T > T0.26 x 1016 kJ). a soma das alte nativas co etas. Calo latente de vapo ização da água: Lv = 2300000 J/kg. Desp eze a pa te f acioná ia de seu esultado. po que o seu calo específico é maio do que o das out as substânc ias. 02. 1 m3 = 1000 . Em um dese to a tempe atu a é mui to elevada du ante o dia e sof e g ande edução du ante a noite.45.°C) . e o coloca pa a fe ve num fogão de potência constante. a água numa panela fe ve a uma tempe atu a maio se ela estive destampada. cujo cal o latente é de 2. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . pode s e p eenchido pela água condensada em um fu acão típico. o seu volume aumenta e a sua densidade diminui. as va iações de tempe atu a ent e o dia e a noite são p equenas ou bem meno es do que em um dese to. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01. 47. a) Faça o esboço do g áfico x Q (J) que ep esenta esse aquecimento. ( ) A maio ia dos líquidos e gases possui baixa conduti vidade. A água é usada pa a ef ige a os m oto es de automóveis. 08. onde t (°C) é a tempe atu a da água contida n o ecipiente e Q (J) é a quantidade de calo abso vida pela água. Quando eti a o ecipiente do fogão. 49. calcule quantas vezes o lago Pa anoá. 04. ( ) A condução é o modo pelo qual o calo é t ansfe ido at avés de um meio mate ial com t ansfe ência simultânea de maté ia. a sua dilatação e a dilatação da água. Vunesp Uma estudante põe 1. temos uma lâmina bimetálica composta de chumbo e b onze. Desp eze o calo abs o vido pelo ecipiente. São dados: Calo específico da água: ca = 4200 J/(kg. julgue as afi mativas . 32. a lâmina bimetálica ap esenta a cu vatu a ao lado: Explique po que a lâmina se encu va. A t anspi ação é um mecanismo de cont ole de temp e atu a. em B asília. em Flo ianópolis. Devido à p oximidade de g andes massas de água. pois a evapo ação do suo consome ene gia do co po humano. UFR-RJ Nas ilust ações das figu as. Densidade (massa específica) da água: dA = 1000 kg/m3. caso exi sta. 3. o c alo é t ansmitido po condução. Conside ando que essa ene gia é p oveniente da condensação de vapo d’água.

09 0 m b) 20. Ao meio-dia. o álcool etílico é líquido. ( ) Os cabos metálicos usados na construção civil devem possuir coeficiente de dilatação aproximadamente igual ao do concreto.000 m du ante a mad ugada. UFPB Um poste de iluminação pública. c) para vaporizar 50 g de hélio.150 m e) 21. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. quando a tempe atu a é de 20 C. ( ) Uma tubu lação de vapor de aço (α ço = 1. ( ) a temperatura é a medi da da quantidade de calor de uma substância. ( ) Ao ser quecid de 1ºC 6ºC. b) para passar para vapor. concluímos que o comprimento d tubul ção v riou de 60 mm.50. 53. se á: a) 20. UFGO A temperatura é uma das grandezas termodinâmicas cuja variação pode alterar as propriedades térmicas de substâncias. ( ) a c apacidade térmica depende do estado de agregação da substância. então o comp imento do poste. um grama de nitrogênio requer o dobro de calorias que um grama de iodo. Se o de coeficiente de dilatação té mica do aço va le 1. tem um comp imento de 20. d) na temperatura em que a água ferve. densid de d águ . que se b sei n dil t ção de lâmin s bimetálic s. Unicap-PE O g áfico da figu a ao lado ep esenta a va iação do comp imento (∆ ) de duas barras A e B. feito de aço. a te mpe atu a do poste se eleva pa a 50 C. ( ) Se as barras são feitas do mesmo material. diminui. Assinale verdadeira ou fa lsa: ( ) devido a uma diferença de densidade entre as partes de um fluido (líquidos. logo. FURG-RS A t bel seguir mostr os pontos de ebulição e os c lores de v poriz ção (à pressão de 1 tm) p r 7 substânci s diferentes. p r control r temper tur . sob a ação do sol. inici lmente. gases e vapores). são necessárias 600 calorias. umen t e. em seguid . sob pressão norm l. 52. o mercúrio é vapor. dilatação e transmissão de calor ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡   ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡   ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ . ( ) Nos ferros elétricos.5 x 10–5/ C. podemos concluir que a barra A é m ais comprida do que a barra B.015 m d) 20. Ponto de Ebulição (ºC) 357 184 100 78 59 −196 −269 11 Substância Mercúrio Iodo Água Álcool Etílico Calor de Vaporização (cal/g) 65 24 540 200 44 48 6 GABARITO Bromo Nitrogênio Hélio Analisando a tabela podemos concluir que: a) o bromo passa de líquido para vapor e m 44 C.500 m c) 20. 009 m 51. ao meio-dia. utiliz -se um dispositivo ch m do de termost to. em função da temperatura T. o processo de propagação de calor ocorre por convecção térmica.2 x 10–5 ºC–1) com 50 m de comprimento sofre um v ri ção d tur de 100 k. e) na temperatura ambie nte.

líqui do. que é a camada mais externa. basicamente. IMPRIMIR GABARITO Voltar Avançar ¦ FÍSICA Termologia. antes de se fundir vale. só te m 30 km de espessura média. é igual a: a) 5. usando a mesma chama.040 e) 0. aparece como uma tira delgada no canto esque rdo do gráfico. U.0 min utos. deve ser igual à do ponto de fusão do ferro sob a pres são aí predominante. Essa temperatura é de aproximadamente 6000 C. A crosta. em cal/g C: a) 0. Com base no texto. Haja vista existirem muitas evidências de que o núcleo da Terra é formad o. em cal/g. 1. um estudante verificou que cert a chama de um bico de Bunsen eleva de 10 C a temperatura de 200 g de água em 4.020 c) 0. ju lgue os itens a seguir. e do núcleo interior. ( ) É correto inferir que e xistem correntes de convecção no núcleo exterior da Terra. O gráfico ao lado é uma estimativa de como varia a temperatura no i nterior da Terra em função da profundidade.0 c) 9.030 d) 0.0 b) 7. assim.050 12 2.E. é correto inferir que a temperatura de fusão do ferro aumenta com a pressão. não existiu fl uxo de calor do interior para a crosta terrestre. a temperatura do ponto A. ( ) Sabendo que tanto o núcle o exterior quanto o interior são formados de ferro e que a pressão cresce com a prof undidade. O estudante conclui corretamente que o calor específico do chumbo. de ferro. limite do núcleo exterior. ( ) Sabendo que as temperaturas mostradas no gráfico têm se mantido constantes no d ecorrer dos últimos milhões de anos.010 b) 0. a temperatura é uma das m enos conhecidas. é correto concluir que. UEMS Uma pessoa agachada perto de uma fogueira de festa junina é aquecida mais significativamente por: a) condução d) condução e irradiação b) convecção e) condução e co radiação 56. sólido. UnB DF De todas as propriedades físicas da Terra. dilatação e transmissão de calor   ¦     ¦   ¦ ¦ . pode se estimar que a temperatura no interior d a crosta aumenta com a profundidade em mais de 10 C/km.54.0 d) 11 e) 13 55. Depois. Londrina PR Para ter um padrão de comparação. obteve dados para a construção da curva de aquec imento de 500 g de pequenas esferas de chumbo. e. ( ) Considerando que a condutividade térmica é a mesma em qu alquer ponto da crosta da Terra. O calor latente de fusão do chumbo. nesse período.

= .1 10–3 C–1 58. coloca u m dentro do outro. a) Calcule o valor da con tante E para o aço em que tão e expre e ua unidade . c) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação menor que o de fora. O gráfico da figura c mostra como varia a tensão s (força de tração por ∆L L − L o idade de área de seção reta) versus deformação relativa. em C–1? a) 1. em que a constante E é conhecida como e deformação relativa.57. de comprimento inicial L0 e área de seção reta A (ve r figura a). O ponto R.00 x 10–5 e . João encheu completamente o tanque de seu carro com gasolina e pagou R$ 33. que o tanque dilatou e que a gasolina custou R$ 1. e) era igual à temperatura ambiente.00 x 10–5 d) 4. deformação relativa) para o qual há ruptura da barra. F. UFC Uma barra de aço.M.00.10 o litro. Qual o coefic iente de dilatação linear da barra.00 x 10–5 GABARITO 60. Sabendo se que o combustível extravasou. ela nota que eles estão presos e não consegue separá los.Termologia. UFR RJ Pela manhã. cilíndrica. com temperatura de 10 C. Ttriângulo Mineiro MG ona de casa lava dois copos de materiais diferentes e. em função da temperatura T.00 x 10–5 c) 3. dilatação e tran mi ão de calor Avançar ¦ © © ¦ © ©   ©© §   © ©© ©   © ¦ ¦ © ©   © ¦ . mas o copo de dentro tem coeficiente de dilat ação maior que o de fora. 13 d) era igual à temperatura ambiente. aplicada conforme mostrado na igura b. logo em seguida. uma delas é que a temperatura da água com a qual os copos foram lavados: a) era mais baixa que a temperatura ambiente e o copo de d entro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. Logo após o abastecimento deixou o carro no mesmo local.00 x 10–5 b) 2. O trecho da Lo Lo curva compr eendido entre os pontos O e P corresponde a uma relação linear entre tensão ∆L . mas o copo de dentro te m coeficiente de dilatação menor que o de fora. b) Qual a porc entagem de alongamento da barra no ponto em que ela atinge o rompimento? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . UFPE O gráfico abaixo apresenta a variação do comprimento L de uma barra metálica. quanto João perdeu em dinheiro? Dado: Coeficien te de dilatação térmica da gasolina igual a 1. quando a temperatura atingiu a marca de 30 C. é deformada pela ação de uma força de tração F. 59. dada por σ = E Lo módulo de ela tici dade ou módulo de Young. indica o pa r de valore (ten ão. b) era mais alta que a tempe ratura ambiente e o copo de dentro tem coeficiente de dilatação maior que o de fora. marcado obre a curva da figura c. Dentre as muitas explicações possíveis para esse fato. Depois de algum tempo em que a temperatura ambiente permanece constante. só voltando para buscá lo mais tarde.

o ovo e a quece devido à tran ferência de calor da água para ele. Para o cozimento d o macarrão. ( ) O aumento de temperatura que a água ofre ao pa ar po r um chuveiro elétrico funcionando adequadamente e deve à pa agem da corrente elétri ca pela água. poi a t emperatura máxima de cozimento erá 100ºC. Dê. ao e cozinhar macarrão. uma pe oa ju lga (ao contato do pé nu ) que o chão de madeira do quarto apre enta temperatura uperior à da maçaneta metálica (ao toque da mão). a oma da alternativa correta . o macarrão recebe calor e ua temperatura aume nta até ficar em equilíbrio térmico com a água. Para fazer i o. de acordo com a receita para 500 g de macarrão ão nece ário . A argumentação apre entada é pro cedente. em nece idade de geladeira. ( ) Quando uma garrafa de vidro tran parente conte ndo água é colocada ao ar livre. deve.14 61. ( ) Quando e levanta.e novamente. como re po ta. podendo provocar variado efeito no corpo que a recebem ou perdem. poi a capacidade térmica da água não depende da ma a. 04. A e e re peito. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . con eqüentemente. em muito rigor denominada genericamente calor.Termologia. ou bilha d’á . coloca um pedaço de cano de chumbo dentro de uma lata e deixa-o por algum tempo na chama forte de um fogão . Católica-DF A energia térmica. A partir de a fa e. a águ e aquece. ( ) No proce o de olidificação. o que importa é a temperatura e não a ma a da água. A im. ( ) No interior do Paí é muito comum a utilização de moringa . a alegação do u uário é que ela mantêm a água fre quinha. o grau de a gitação molecular tende a permanecer con tante. UFMT Caju. da temperatura inicial e do calor e pecífico do macarrão. atravé da panela . mai rápido cozinhará. coex i tem a fa e líquida e ólida do chumbo. maior erá a quantidade de calor que poderá er cedida ao macarrão e. 02 . a temperatur a do chumbo varia. A quantidade de calor que deverá er cedida pela água fervente para o macarrão atingir a temperatura de equilíbrio depende da ma a. que go ta de pe car. predominantemente por meio do proce o de condução térmica. 64. em uma panela de tampada em Florianópoli . a temperatu a inferior à do ambiente. expo ta à radiação olar direta durante algum tempo. para manter ua temperatura de ebulição e ceder energia para o macarrão e para o mei o ambiente. Quanto maior a quantidade de água ferv ente na panela. A re peito do a unto a inale a( ) propo ição(õe ) correta( ) : 01. A capacidade térmica do macarrão varia com a quantidade de água u ada no cozimento. pode er tran f erida de um corpo a outro de vária forma . 63. Depoi de derretido. e e ju tifica pela evaporação. pelo meno . julgue a propo içõe . 5 litro de água. i o e deve ao fato de que o metai ão mai frio que a madeira . O macarrão cozinha tão rapidamente em 1 litro como em 5 litro de água. o chumbo líquido é colocado dentro de uma forma.e fazê-lo em ba tante água – não meno do que um litro de água para cada 100 g – e omente p o macarrão na água quando e ta e tiver fervendo. imer o em água quente. Ao er colocado na água fervente. ( ) O chumbo cede calor para o ambiente e olidifica . ( ) Quando colocamo um ovo para cozinhar. 16. 08. UFSC Recomendam algun livro de culinária que. 32. ( ) Durante a olidificação. feita de barro. 62. A água ganha calor da chama do fogão. e creva V para a afirmativa v erdadeira ou F para a afirmativa fal a . dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © ©© © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © ©© ©© © © © ©© © © ©© © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © . a cau a de e aquecimento é a conver ão de energia lumino a em energia tér mica. ( ) Durante a olidificação. co tuma moldar eu próprio chumbo de pe caria. perdendo calor para o ambiente. para que cozinhe rapidamente e fiqu e firme. a umindo a forma de ejada. U.

Então. UFSE A temperatura ab oluta de um gá perfeito é uma indicação direta : a) da quantidade de movimento média da molécula . c) do caminho livre médio. O inai emitido pelo celulare têm. d) da velocidade máxima da molécula . que e tão a uma temperatura de 25ºC. num recipiente que contém um termômetro e o aquece ob pre ão con tante. ( ) Entre 100 e 20 0 do início da experiência. provocando apena variação de tempera tura. IV. 67. Com ba e no enunciado e no gráfico . Ne te relatório. UFPR Um e tudante coloca pedaço de e tanho. A quantidade de calor cedida ou recebida é o quociente entre a capacidade térmica e a variação de temperatura. ( ) A temperatura do e tanho no in tante 300 do início d a experiência é igual a 673 K. 66. d) III e IV e tão correta . Con idere que apena 50% da ene rgia emitida pelo celular eja re pon ável pelo referido aumento de temperatura (1 cal = 4. d) c alor e pecífico. ão feita a eguinte afirmaçõe : I. o e tanho não ab orve calor. em média. ( ) Suponha que a capacidade calorífica do pedaço de e tanho eja igual a 100 cal/ ºC. I II. Sobre a afirmativa acima. 15 GABARITO 68. UFR-RJ Sobre calorimetria de uma dada ub tância. Depoi de vár ia mediçõe . o pedaço de e tanho ab orvem uma quantida de de calor igual a 20. PUC-RJ A Organização Mundial de Saúde (O MS) divulgou recentemente um relatório obre o impacto na aúde humana da radiação emiti da pelo telefone celulare . podem te r o(a) me mo(a): a) capacidade térmica.2 J).7 kcal. provocando um corre pondente aumento da temperatura do corpo. b) condutividade térmica. no primeiro 100 da experiência. o e tudante elabora o gráfico mo trado abaixo. a OMS de taca que inai emitido p or e te aparelho con eguem penetrar em até 1 cm no tecido humano . Con iderando que o corpo huma no é formado ba icamente por água. que repre enta a tempera tura do e tanho em função do tempo de aquecimento. UFRN Quantidade de ma a diferente de água pura e óleo comum de cozinha (amba na me ma condiçõe de pre ão e temperatura). b) da energia cinética média da mo lécula . 65. e time o tempo total de conver ação nece ário para que um u uário de 60 kg tenha um acré cimo de temperatura de 1ºC.e afirmar que: a) I e I I e tão correta . é correto afirmar: ( ) A temperatura de fu ão do e tanho é 232ºC. c) den idade. Calor en ível é o calor cedido ou ab orvido. c) II e IV e tão correta . ( ) Entre 100 e 200 do início da experiência. b) I e III e tão correta .64.ºC. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . uma potência de 0. Capacidade térmica é o quociente entre a ma a do corpo e o calor e pecífico. III e IV e tão correta . O calor e pecífico da água vale 1 cal/g.4 W e ó ão gerado enquanto o u uário fala a telefone. II. pode. o e tanho e apre enta totalmente no e tado líquido. e) II. provocando mudança de fa e. Calor latente é o calor cedido ou ab orvido. e) do número de molécula por centímetro cúbico.Termologia. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © .

é correto afirmar que: 01. Com relação à latação do líquido . A nece idade de energia de a pe oa. 71. preenche de modo corr eto a lacuna do texto acima. gá e a té atingir o e tado de pla ma. ( ) ua. ( ) Quanto maior for a pre ão que atua ob re um ólido. Sobre o e tado fí ico da água. a pa agem para a fa e ga o a aconteceu entre o in tant e t4 e t5. entre o in tante t1 e t2 . A energia ga ta ne a caminhada é a me ma nece ária para p roduzir um aumento de temperatura de 80ºC em 3 kg de água. líquido. a matéria em que tão ganha energia. normalmente 0ºC.69. que mo tra a evolução temporal da temper atura de 5 g de uma ub tância cujo calor e pecífico é de 0. a água pode exi tir como ólido.Termologia. ou e ta em gá . quando e e quenta uficientemente e e líquido. para pa ar da fa e líquida para a fa e ga o a. pode entrar em ebulição ao er reduzida a pre ão ambiente. a ub tância recebeu 500 cal entre o in tant e t3 e t4. mai baixo erá o eu ponto de fu ão. de modo que o quarto e tado é o mai energizado d e todo . vira pla ma. e a água não con titui uma exceção. Dê. a água e mantém líquida até 00ºC. Mackenzie-SP Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido. Com ba e no gráfico e na inform açõe dada acima. a parte que tran borda repre enta ua dilatação ________________ . quando não uficientemente quente para ferver ob pre ão normal. ele vira gá . a oma da alternativa correta . UFMT Ob erve o gráfico a eguir. além de executar ua atividade regulare . a ub tância pa ou da fa e ólida para a fa e líquida e recebeu 250 cal. Em cada uma de a pa agen . o gelo pode e tran formar em água líquida. ca minhou durante uma hora. como re po ta. dilatação e tran mi ão de calor Avançar © © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © © © © © ©© © ©© © ©© ©© © © © © © © © © ©© © ©© © © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © © © © ©© © © © © © © © © ©© © © © © © © ©© © © © © © ©© © © © © ©© © © © © © © © ©© © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © ©© ©© ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© © © © ©© © © © © © © © © © © . A dilatação ________________ do líquido é dada ela ________________ da dilatação do fra co e da dilatação ________________ . 08. ( ) O calor nece ário para tran formar gelo em água líquida. E a mudança ocorre a uma determinada temperatura. em kcal. ordenadamente. a fa e líquida aconteceu entre o in tante t2 e t3. quando o gá é aquecido uficientemente. é equivalente a: a) 2480 b) 2520 c) 2600 d) 2640 72. UFMT Como a maioria da ub tância .5 cal/gºC. Sob pre ão normal. e a pe oa. a ub tância ofreu dua mudança de fa e. o alimento é cozido rapidamente porque a alta pre ão permite que a temperatura da água e mante nha acima do eu ponto de ebulição normal. 04. ele vira líquido. 16. é chama o Calor Latente. julgue a afirmativa . 0 2. ( ) Aquecido. ( ) No interior da panela de pre ão de u o domé tico. no me mo dia. E a ub tância pre ci a receber 50 cal/ g para pa ar do e tado ólido para o e tado líquido e 100 cal/ g para pa ar do e tado líquido para o e tado de gá . Con idere o calor e pecífic o da água igual a 1 cal/gºC. a) aparente — real — oma — aparente b) real — aparente — oma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — apare aparente — real — diferença — real 16 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . UERJ Suponha que uma pe oa preci e de 2400 kcal/dia para uprir ua nece idade de energia . 70. Num determinado dia. ( ) Quando e aquece um ólido uficientem ente. a inale a alternativa que.

dilatação e transmissão de calor Avançar © © ©© © ©© © © © © © © © © © © ©© © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © © ©© ©© © © ©© © © © © ©© ©© © © © © © © © © . L1. ólido e ga o o obre 73% do plan eta (. O gráfico abaixo repre enta. em grama . 1998.8g e) nenhuma das anteriores c) 65g IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Salvador-BA No interior de um calorímetro ideal. como função da variação de temperatura (∆T) que este calor provoca na mesma. Sabendo. L2. Ana lise as seguintes afirmações. o i tema atinge o equilíbrio térmico a 75 ºC.: Supor o calor específico do sangue igual ao calor específico da água. A linha vertical que aparece no gráfico entre os pontos B e C indica que nessa etap a a amostra sofre uma mudança de estado. é um líquido tran parente. e) Apenas II e III. p..5 02) 1 03) 2 04) 5 05) 10 74. Antônio. em co ndiçõe na quai ua ma a é mantida con tante e é nulo o trabalho realizado pela amo t ra. o calor (Q) ab orvido pela amo tra. encontram. ma que a ume a cor azul-e verdeada em lugare profundo .). O calor específico da substância tem valor crescente tanto na etapa entre A e B como na etapa entre C e D.. o valor da temperatura na qual a água po ui den idade máxima é igual a: 01) 180 02) 212 03) 269 04) 277 05) 378 c) Ao receber 1kcal de energia térmica. Macedo. em ºC. a ma a de água ingerida diari amente por e a pe oa.5 kg de água apre enta uma variação de temperatura Dq. em abor e em cheiro.e que o calor e pecífico de L 1 é igual a 1 cal/gºC e o de L2 é igual a x. Po ui um a den idade máxima de 1g/cm3 a 4ºC.e ao calorímetro 100 g de outro líquido .10–2 cal/gºC. III. quanto de gordura deve ser metabolizado para fornecer o calor necessário para elevar a temperatura do sangue da temperatura ambiente (25°C) até a t emperatura de nosso corpo (37°C)? Obs. Se o nosso corpo possu i 5300g de sangue. II.. e o eu calor e pecífico é de 1cal/gºC (. UESC-BA A água e tá difundida na natureza no e tado líquido.Termologia. é igual a: 01) 0. São Paulo: IBEP. Acre centando. UFRS Calor é ab orvido por uma amo tra de certa ub tância. referentes a esse gráfico. a) Se uma pe oa bebe 3.. Magno Urbano de & Carvalho. 224-5. em unidade arbitrária . Em eu e tado natural mai comum. O calor específico da substânc ia tem um valor constante na etapa entre A e B e outro valor constante na etapa entre C e D. Quais estão corretas? a) Apenas I. a) 0. I. c) Apenas III d) Apenas I e III.).5 b) Utilizando. sendo menor na etapa entre A e B. b) Apena s II. FEI-SP A oxidação de 1g de gordura. U.5 litro de água a 4ºC por dia.73. é igual a: 01) 35000 02) 3500 03) 350 04) 35 05 ) 3.e a e cala Kelvin. Química. determin o valor de x.e 300 g de um líq uido. 75.à temperatura de 15 ºC. 0. 17 O valor de Dq. 76. à temperatura de 80 ºC.65g d) 68g b) 6. num organismo humano libera 9300 calorias.

.......... Dê. FURG-RS Selecione a alternativa que complete corretamente as frases abaixo. UFPB Para uma análise das propriedades térmicas deum sólido. Os resultados es tão apresentados no gráfico ao lado.0 cal/g ºC b) 0.. II...... A capacidade térmica do material é 8. Com base nesse gráfico.. IV. 18 01.... quantidade de radiação que uma roupa clara. U.. mediu-se a quantidade de calor Q (em calorias) que ele absorvia para atingir diferentes temperaturas T (em graus Celsius).. e a quantidade de calor absorvido pelo mesmo.. e duran te a noite sofre uma grande redução.103 cal/ºC...... 04. concl ui-se que o calor específico do material de que ele é feito vale: a) 0.E. é a temperatura de ebulição da água. Ponta Grossa-PR O gráfico abaixo representa a relação entre a variação de tempera tura de um corpo de 200 g de massa. menor é a pressão atmosférica e ..... III.. 16.4 cal/g ºC d) 1 ...5 cal/gºC. Q uanto maior a altitude. Uma roupa escura absorve .... O calor específico do material no estado líquido é 0.Termologia.. Sabendo-se que a massa do sólido vale 50 g. dilatação e transmissão de calor Avançar . A transferência de calor do Sol para a Terra é feita p elo processo de ... de um determinado material.. como resposta. I. calor específico da areia.. Isso ocorre em virtude do .. O calor específico do material no estado sólido é 200 cal/gºC. 02.2 cal/g ºC c) 0... assinale o que for correto.8 cal/g ºC 78. Durante o dia a temperatura no deserto é muito elevada.77. A alternativa que completa corretamente as lacu nas das frases é: a) menor – grande – maior – convecção b) menor – pequeno – maior – radiaç – pequeno – igual – convecção d) maior – pequeno – menor – radiação e) maior – grande – me IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .... a partir de uma temperatura inicial fixa.. 79.. O calor latente de fu são do material é 800 cal/g.6 cal/g ºC e) 1. 08.... a soma das alternativas corretas... inicialmente no estado sólido. O material passa para o estado gasoso a 500ºC..

30 d) 0. a 0ºC. quando pára. sem perdas. 102 b) 6. a partir da temperatur a de 27ºC Ele anota os dados da variação da temperatura em função do tempo. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde. vale: a) 3.0 cal/gºC.13 J /gºC e calor latente de fusão igual a 25 J/ g. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Um bloco de gelo. Se o chumbo tem calor específico igual a 0. a: a) 25 e 2500 b) 39 e 3900 c) 25 e 5200 d) 39 e 6400 e) não ocorre transferência de calo r. é utilizado para aquecer 2 kg de água.Termologia.50 cal/gºC Calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g Calor específico da água = 1. mesmo não estando em contato direto com o líqui do quente.3 . utilizando uma fonte térmica de potênci a eficaz igual a 100 W. Ela aquece 100 g de água.50 b) 0. a p artir da temperatura ambiente. Unifor-CE Uma fonte térmica fornece calor com potência constante. 81. Católica-GO Um ebulidor (aparelho elétrico para ferver água). 102 c) 9. nas mesmas unidades . d) correntes de convecção em um líquido. 102 d) 2. O calo r necessário para aquecer o sistema de 270 K a 300 K.3 . dilatação e transmissão de calor Avançar . respectivamente.20 e) 0. ao longo da ex periência. Unifor-CE Um calorímetro de capacidade térmica 11 cal/ºC contém 20 g de gelo.36 × 105 J/kg e considerando g = 10 m/s2. Sendo o calor específico da água igual a 1. Univali-SC Você certamente já deve ter queimado os dedos ao tentar s egurar uma colher de alumínio parcialmente mergulhada em uma panela que continha c há ou café bem quente. Para aquecer 250 g de um metal. em calorias. U. admitindo-se que toda a energia liberada pelo ebulidor tenha s ido transferida para a água. ela gasta 45 s. Ao fi nal de 5 minutos. também aquece.68 × 10–1m de altu ra e desliza até atingir a base do calorímetro. 84.0 cal/gºC 83. em segundo s.0 min. vale: a) 0.40 c) 0. UFRJ Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes incl inada como mostra a figura. Esta situação é um exemplo típico de: a) transferência de calor p r convecção.10 19 82. O calor J específico da água é igual a 4200 kg. pode-se afirmar que: a água deverá ter elevad o sua temperatura em 15 ºC.3 . em joules. e constrói o gráfico ao lado. então o instante T do gráfico. UERJ Um técnico. correspondem. O cabo da colher. e a energia total consumida. 103 Dados: Calor específico do gelo = 0.80. de potência igual a 420 W. de 20 ºC até 50 ºC. é abandonado a 1. b) transferência de calor por conduçã transferência de calor por irradiação.5 . 85. de 25 ºC a 40 ºC. realiza uma experiência para determinar a quantidade de en ergia necessária para fundir completamente 100 g de chumbo. Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. em 3. o do metal.°C . 103 e) 6.3 .

4 .800 b) 0. Primeiramente. uma equipe de alunos usou duas latas fechadas. 0 .075 c) 0. ( ) O valor da máxi ma energia térmica absorvida pela água no interior da lata preta durante a experimen tação é maior que 19 kcal.Termologia.0 g de gelo flutuando na água. ( ) A máxima diferença de temperatura entre a água no interior da lata preta e a água no interior da lata branca foi maior que 20ºC.4 . as duas latas foram expostas ao Sol. UFSE Misturam-se 100 g de água a 20 ºC com 30 g de gelo a – 5. GABARITO 87. julgue os itens que se seguem. ( ) Estando sob a sombra de um a árvore. 103 a) 4. foi. 102 c) 2. 103 Dados: Calor específico da água = 1. UnB-DF No experimento ilustrado na figura ao lado.M. As variações da temperatura da água em função do tempo enco am-se registradas no gráfico abaixo.0 cal/gºC Calor latente de fu são do gelo = 80 cal/g Calor específico do gelo = 0. rec olhidas à sombra de uma árvore. aproximadamente: d) 2. F. A quantidade de calor que o gelo recebeu. 10 e) 2. a curva de variação da temperatura da água no seu interior em f unção do tempo teria seus pontos entre as duas curvas apresentadas no gráfico acima. absorverão as mesmas quantidades d e energia luminosa. independentemente de sua cor.500 e) 1.050 88 . em um dia sem nebulosidade. No equilíbrio térmico ficam 6.50 cal/gºC IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em calorias. 104 4 b) 2. Itajubá-MG Calcular o calor específico sensível.190 d) 0.86. dilatação e transmissão de calor Avançar .8 . ( ) Se uma terceira lata fosse acrescentada à experiência nas m esmas condições. em seguida. cada uma com 1 kg de água armazenado em seu interior e munid a de termômetro que permitia medir a temperatura da água. de cor branca. em cal/gºC. 20 Com o auxilio das informações apresentadas e considerando o calor específico da água igu al a 1 kcal/(kg ºC). as latas.0 . e. Uma das latas foi pintada externamente com tinta de cor preta e a outra. exceto por ter sido polida externamente até que se tivesse uma superfíc ie prateada espelhada. de 400 g de uma su bstância cuja relação entre a temperatura (T) em função da quantidade de calor absorvida ( Q) está expressa no gráfico ao lado: a) 0.0 ºC.

o sistema recebe calor e realiza trabalho. UFR-RJ O gráfico abaixo mostra como a temperatura de um corpo varia em função do tempo. e) Apenas II e III. II. a 5°C. b) I e III somente. em cal/gºC. II e III. A convecção é um processo de transferência de energia que ocorre em meios fluidos. a en ergia interna aumenta. O leite entra no sist ema (através de A). UFRS A seg são feitas três afirmações sobre processos termodinâmicos envolvendo transferência de ener ia de um corpo para outro. o l eite retorna a B. Sendo a mas sa do corpo igual a 100 g. b) Apenas II. completa-se o aqueciment o do leite. sendo aquecido (no trocador de calor B) pelo leite que já f oi pasteurizado e está saindo do sistema. em cal/ºC. determine: a) o calor específico do corpo. É(são) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) I e II somente. e resfriálo em seguida. até que ele atinja 80°C. A radiação é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem no vácuo. 21 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . o leite quente é resfriado pelo leite frio que entra por A. quando aquecido por uma fonte de fluxo constante de 90 calorias por minuto. pode-se afirmar que a temperatura indicada pelo termômetro T. Num dia de muito calor. III. d) I somente. Para isso. Novamente em B. por alguns segundos. c) Apenas II I. I. o leite percorre um sistema. c) II e III somente. em uma cozinha fechada.89. Em seguida. que monitora a temperatura do leite na saída de B. b) a capacidade térmica do corpo. II. III. saindo do sistema (através de C). II. deixa-se fu ncionar. Com essa temperatura. e supondo que o sistema seja bem isolado termicamente. Fuvest-SP O processo de pasteurização do leite consiste em aquecê-lo a altas tempe raturas. III. em fluxo constante. 91. dilatação e transmissão de calor Avançar . a 20°C. e) I.Termologia. Quais estão correta s? a) Apenas I. passando por três etapas: I. através da resistência R. 92. Durante a fusão e a vaporização de uma substância. Quando 1 kg de água à 100ºC se tra nsforma em vapor de água sem alteração de temperatura e sob pressão atmosférica normal. Cefet-PR Considere as afirmativas abaixo: I. d) Apenas I e II. Em condições de funcionamento estáveis. uma geladeira com porta aberta para diminuir a temperatura média da cozinha. é aproximadamente de: a) 20°C b) 25°C c) 60°C d) 65°C e) 75°C 90. A condução é um processo de transferência de energia que não ocorre se os corpos estiverem à mesma temperatura.

m seu interior é introduzido um bloco de ferro com massa de 200 g a 50ºC. dilatação e transmissão de calor Avançar . na transformação de: 22 a) I para II. o corpo X cedeu para o corpo Y uma quantidade de calor. igual a: a) 30 b) 40 c) 50 d) 70 e) 90 IMPRIMIR Voltar FÍSICA . em calor ias. Não há trocas de calor com o ambiente. recebe calor na razão de 1000 calorias por minuto.93. UFR-RJ Dois recipientes com volumes V1 e V2 de água. Supondo haver troca de calor apenas entre os líquidos. Esse fenômeno pode ser ilustrado no diagrama de esta do da água. UFSE O gráfico representa a temperatura de um corpo de massa 200 g que. qual a temperatura que se es tabelece no equilíbrio térmico? 97. Cefet-PR A geada é um fenômeno que ocorre durante a estação fria no Sul do Brasil. GABARITO 95. O volume de água V1 é misturado a V2.Termologia. O calor es pecífico do ferro é 0. e sendo V1 = 3V2. c) III para IV. b) V para IV. Supondo que somente há troca de ca lor entre eles. qual a temperatura de equilíbrio deste sistema. Nestas circunstâncias. igual a: a) 10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 100 94. O Calor latente de fusão do material que constitui esse corpo é. UFSE O gráfico representa a quantidade de calor absorvida pelos corpos X e Y e m função da temperatura desses mesmos corpos. de capacidade térmica desprezível. inicia lmente no estado sólido. Em seguida. Unirio Um calorímetro. um bloco de gelo de 500 g a 0ºC é também colo ado dentro do calorímetro. contém 200 g de água a 50ºC. respecti vamente.11 cal/gºC. O corpo X a 65ºC foi colocado em contato com corpo Y a 40ºC até entrarem em equilíbrio térmico. iguais a 16ºC e 64ºC. em ºC? a) 0 b) 10 c) 20 d) 30 e) 40 96. têm temperaturas. O calor específico da água é de 1 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g. d) I para V. e) II para III. em cal/g.

08 . 04. A temperatura de e uilíbrio é igual a cA + cB 16. Conside ando que ela beba.5 kcal). Maringá-PR O coeficiente linear de expansão térmica (coeficiente de dilatação) d e um material é dado pela e uação: GABARITO α= n qu l 1 0 ∆L L ∆T L0 é o comprimento do material. sendo θA > θB. n um dia. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo coeficiente angular é αL0. c A θ A + c Bθ B . após certo tempo. UFBA Conside em-se dois co pos. bastaria tomar água gelada. uma aluna concluiu que.5°C. Nessas condições. e com calores específicos CA e CB diferentes entre si e co nstantes no intervalo de temperatura considerado. o gráfico L x T é um t cujo coeficiente ngul r é αL0. 100. ∆L é diretamente proporcional a ∆T. Depois. No corpo de maio r capacidade térmica. pa ra emagrecer sem fazer muito esforço. Dê. 02. a quantidade de calo total que o co po cede á à água pa a eleva a sua tempe atu a até 36. O aumento da tempera tura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. A energia cedida por A é igual à energia recebida por B. atingem o e uilíbrio térmico. uma po ção de batata f ita e um ef ige ante de 300 mL (530 kcal). como resposta. som d s ltern tiv s corret s . dil t ção e tr nsmissão de c lor Av nç r ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¢ ¨ ¡ ¦ ¨ ¨ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¢ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .E. b) uma caixinha de água de coco – 300 mL (60 kcal). como respost . a ene rgia cinética média das moléculas de B é maior do ue a de A. 32. U. à temperatura T0. Em relação ao centro de massa. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . já que água “não tem caloria”. L é o comprimen do material. 04. ∆T = T − T0. de massas iguais. ( Conside e o calo específico da água = 1 cal/g°C e sua densidade = 1 g/mL. é correto afirm r: 01. d) uma ga afa de bebida isotônica – 473 mL (113 kcal). a uma tempe atu a de 6. e) um hambú gue . esta água seria eliminada levando consigo toda essa energia e sem fornecer nenhuma energia para o corpo. 1 o gráfico L x T é um ret cujo coeficiente line r é L0(1 − αT0). c) t ês biscoitos do t ipo água e sal – 18g (75 kcal). Dê. a ene gia fo necida po : a) uma latinha de ef ige ante light – 350 mL (2.) 23 99. com tempe atu as i niciais θA e θB. Colocados em um calorímetro idea l. ocorre a maior variação de temperatura. o gráfico ∆L x ∆T é uma reta cujo eficiente linear é nulo.98. ∆L = L − L0. à temperatura T. 8 copos de 250 mL de água. 08. Pode se afirmar corretamente que: 01. a soma da s alternativas corretas. ap oxi madamente. já que isso obrigari a seu corpo a ceder calor para a água até que esta atingisse a temperatura de 36. Vunesp Após assistir a uma aula sobre calorimetria.Termologi .5°C. A e B. A e B . α é um const nte dimension l.5°C equivale. 02.

o vidro l se romperá. Viçosa-MG Uma mesa de madeira e uma de metal são colocadas em uma mesma sa la echada. b) o mármore não alcança a temperatura ambiente. um estudante entra na sala e coloca uma das mãos na mesa de madeira e a outra na de metal. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. d) O estudante está errado. que é diferente do vid ro. medid s em um no v esc l de temper tur definid por Tφ = aT + b. o mármore parece ma is rio do que a madeira. a uma temperatura menor do que esta. devido ao ato da condutividade térmica do metal ser maior do que a da madeira. As du s t mp s estão plen mente just d s os fr scos.101. e consider ndo que (αv) é o coeficiente de exp nsão dos dois vidros e que (αt) é o coeficiente de exp nsão d s du s t mp s. As duas mesas estão à mesma temperatura. com temperatura constante. Em relação a esta a irmação pode-se dizer: a) O es tudante está correto. O estudan te a irma. U. o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da mad eira. A mesa de madeira sempre estará mais ria do que a de metal. dilatação e transmissão de calor Avançar ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡  . ) C lcule temper tur fin l d mistur . onde a e b são constantes. mbos com t mp s de um mesmo m teri l indeformável. 24 GABARITO 104. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. e outr . o vidro l se romperá. isto é. mbos se romp erão. UFRJ Du s qu ntid des dif erentes de um mesm substânci líquid são mistur d s em um c lorímetro ide l.F. 08. 16. Sendo (αt) m ior que (αv). U. se elev rmos temper tur dos dois conjuntos. c) O estudante está errado. 02. mas isto só poderá ser veri icado com o uso de um termômetro p reciso. b) C lcule r zão entre os módulos d s v ri ções de temper tur d m ss menor em rel ção o d m ss m ior. mas a mesa de metal parece mais ria do que a de ma deira devido ao ato da condutividade térmica do metal ser menor do que a da madei ra. e) a capacidade térmica do mármore tem valores muito di erentes para pequenas variações de temperatura. n d ocorrerá com os fr scos e com s t mp s. Sendo (αt) menor que (αv). IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 04. Um d s qu ntid des tem m ss m e temper tur T. A condutividade térmica do metal é maior do que a d a madeira e portanto. m ss 2 m e temper tur 3T/2 . 01. Santa Úrsula-RJ Ao contato da mão. A condutividade térmica do metal é menor do que a da madeira e p ortanto. As duas mesas estão à mesma temperatura mas a mesa de metal parece mais ria do que a de madeira. nesse caso. Qu lquer que sej v ri ção que submetermos os dois conju ntos. se diminuirmos temper tur dos dois conjuntos. U . e à temperatura ambiente de 25ºC. e) O estudante está errado. v zios. ssin le o que for correto. o vidro 2 se romperá. nesse caso. Depois de alguns dias.E. 102. então. c) o calor da mão se escoa rapi damente para o mármore em virtude da grande condutibilidade térmica desse material.Termologia. Sendo (αt) m ior qu e (αv). um intern mente e outr extern mente. 103. que a mesa de metal está mais ria do que a mesa de madeira. No que respeit à dil t bilid de desses m teri is. porque: a) a madeira está sempre acima da temperatura am biente. d) a madeira possui maior condutibilidade térmica do que o mármore. Pont Gross -PR A figur o l do mostr dois fr scos de vidro ( l e 2) . Sen do (αt) menor que (αv). o metal sempre estará a uma temperatura menor do que a da madeira. b) O estudante está correto.

02.088 cm b) 0. c) as t rocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas pelas super ícies e pelhadas e as trocas de calor por convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as pared es. c) à g ande condutividade té mica do gelo. independ ente da p essão a que ela está submetida.F. UFRN A igura ao lado. A garra a térmica mantém a temperatura de seu conteúdo praticamente constante por algum tempo. que representa. quando aquecida. 107. a variação do comprimento da régua é: a) 0.Te mologia. 16. Suponha que a régua tenha sido colocada e m um local cuja temperatura é 120ºC. Física e Realidade. Os corpos ocos se dilatam de orma di erente da dos corpos maciços.123 cm 106. Pelotas-RS Todos sabemos que é essencial a presença de água p ara assegurar a existência de vida em nosso planeta. Isso ocorre porque: a) as trocas de calor com o meio externo por radiação e condução são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas e calor por convecção são reduzidas devido às super ícies espelhadas. que cede g andes quantidades de calo ao sof e esf iamento.105. a água dimin i de volume e.E. de orma retangular. U. abaixo da camada de g elo. Uma lâmina bimetálica. Dê. Considerando o coe iciente de dilatação térmica linea r do aço 11 x 10–6 ºC–1. esquemati camente. a soma das alternativas corretas. b) ao elevado cal específico da água. deve-se: a) à dilat ação i egula da água. Ponta Grossa-PR Sobre o enômeno ísico da d ilatação térmica. b) as trocas de calo r com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido às super ícies espelhada as trocas de calor por radiação são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes. De 0ºC a 4ºC. pe mitin do que a fauna e a flo a pe maneçam vivas em seu inte io líquido. sua densidade aumenta.0935 cm e) 0. U. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta     ¨  ¨   ¨   ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨  ¨ ¨     ¨  ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 01. por exemplo. 25 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . Londrina-PR Uma régua de aço. 108. que atinge densidade máxima à tempe atu a de 4 C. tampa de material isolante térmico e revestimento externo protetor. que o “simpático” u so da figu a tente ga anti sua efeição. super ície s interna e externa espelhadas. A fo mação dessa camada de gelo na supe fície do lago.0 cm de largura à temperatura de 20ºC. O coe iciente de dilatação super i cial é igual a duas vezes o coe iciente de dilatação linear. que pe manece igual a 0 C. d) à tempe atu a de solidificação da água. um corte transversal de uma garra a térmica. curva-se para o lado da lâmina de menor coe iciente de dilatação linear. e) ao elevado calo latente de solidificação d a água. Um comportamento especí ico des sa importante substância garante. 04. que pe mite ao sol continua a aquece a ág ua do lago. U. consequentemente. que cede g andes quantidades de calo ao passa ao estado sólido. d) as trocas de calor com o meio externo por condução e convecção são reduzidas devido ao vácuo entre as paredes e as trocas de calor por radiação são reduzidas pelas super íci es espelhadas. tem 80 cm de compriment o e 5. assinale o que or correto.0055 cm c) 5 cm d) 0. apanhando o peixinho que nada em um lago.E. 08. Um relógio de pêndulo atrasa quando so r e um aumento de temperatura. como resposta. mostra as principais caracte rísticas do objeto: parede dupla de vidro (com vácuo entre as duas partes).

Enquanto oco e o aquecimento. de 0 a 4 C. se o líquido estive com uma baixa tempe atu a. o líquido não pe de calo pa a o ambiente at avés de adiação elet omagnética. po tanto. impedindo. O texto acima explica o conceito de: a) calo especifico. d) capacidade té mica. d) As afi mativas II e III são ve dadei as. II. b) diminui continuamente. o diâmet o do o ifício : a) aumenta continuamente. ocasionando edução no volume da substância. Ao oco e a fusão. Como se explica o fato de que a tempe atu a de um fluído no inte io da ga afa mantém-se quase que inalte ad a du ante um longo pe íodo de tempo? a) A tempe atu a só pe manece á inalte ada. PUC-PR Sob e a dilatação té mica dos co pos. e) Qual ue mate ial plástico é um isolante té mico pe feito. e a egião de vácuo evita a p opagação do calo at avés da condução e convecção.Te mologia. como most a a figu a. toda e qual que p opagação de calo at avés dele. a) Somente a afi mativa I é ve dadei a. d) Devido à existência de vácuo ent des.109. FURG-RS Uma chapa metálica te o ifício ci cula . e está a uma tempe atu a de 10 C. e) As afi mativas I e III são ve dadei a s. 111. Ela é constituída po duas pa edes. 110. e) diminui e depois aumenta. A chapa é aqu ecida até uma tempe atu a de 50 C. A água. semp e diminui de volume. Quando uma chapa metálica com um fu o se dila ta. d ) aumenta e depois diminui. Uni io A figu a ao lado ep esenta um co te t ansve sal numa ga afa té mica he meticamente fechada. b) Somente a afi mativa II é ve dadei a. c) dilatação anômala. c) pe manece inalte ado. 26 IMPRIMIR GABARITO ¨ Avança ¨ FÍSICA . essas est utu as são ompidas e as moléculas se ap oximam umas das out as. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . O aumento na densidade oco e inclusive na fase líquida. ao se aqu ecida. O aumento do comp imento de uma haste metálica é di etament e p opo cional ao seu comp imento inicial. c) Somente a afi mativa III é ve dadei a. o fu o diminui. b) evapo ação. 112. III. A pa ede inte na é espelhada em suas duas faces e ent e ela e a pa ede exte na existe uma egião com vácuo. FURG-RS As moléculas da água no estado c istalino (gelo) se o ganizam em est utu as hexagonais com g andes espaços vazios. e) dilatação apa ente. c) Como a pa ede inte na é duplam ente espelhada. ela eflete o calo que chega po i adiação. é co eto afi ma : I. b) As faces espelhadas da pa ede inte n a impedem totalmente a p opagação do calo po condução.

96 . a) t (°C) 100 20 0 0 3. e 18. d 31. 10 29. c 3.73 58. e 40. A 7. a) Q = 2205J b) t (°C) 30 1 G A B A R IT O 36. e 60. V – V – F – V 22. 21 46. 10 5 7. V – V – F 54. a 20. 10 5 Q (J) 10 205 2205 Q (J) b) E = 4. a 35. – V – F 57.F ÍS IC A T E R M O L O G IA . se á fo cu va -se. a 10. 92 62. a 27. V – V – F – V – F 34. d 32 a 33. b 24. a IMPRIMIR ¨ Avança ¨ FÍSICA . b 53. c 5. e 39. a 41. 5 vezes 47. F – V – V – F 30. d 23. c 56. a 6. e 21. pois o coefiente de dilatação do chumbo é dife ente do coeficiente de dilatação do b onze 49. pois os metais não se dilata ão igualmente. c 45. F – F – V – F – V 3. V – F – V – F – F 4. D IL A T A Ç Ã O E T R A N S M IS S Ã O D E C A L O R 1.36 . Quando a lâmina bimetálica é submetida a uma va iação de tempe atu a.6 • 105 J 50. a) 15K. b) 27°F 14. b 19. c 51. b 17. a 59. F – F – V 48. a 15. 18 9. a 8. c 25. V – F – V – V 64. 1) c 2) c 55. a) 1010N/m2 b) 20% de L0 61. 01 26. R$ 0. 01 + 04 + 08 + 16 12.Te mologia. a 42. 05 16. 90g 38. 02 + 04 11. b 44. dilatação e t ansmissão de calo ¨ ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ . 70 X 13. 23 28. e 2. b 43. V – V – V – V – V 52. b 37.

a 73. a 106. d 108. ∆m/m = 5 . 28ºC 97. a 78. b 99. c 76. b) 2 103. 10–6 81. sim 85. a 68. 62 101. d 105.1cal/gºC. a) 0. 01 + 02 + 08 + 16 2. d 90. a) 4/3T. b) 10cal/ºC 93. d 92. 01 + 08 = 09 100. a 112.2 IMPRIMIR G A B A R IT O 65. c 111. c 98. V – F – V – F – V 69. b 77. b 67. a 96. 350h 66. c 95. d 83. dilatação e transmissão de calor Avançar .Termologia. a) 02 b) 04 c) 03 74. 29 107. d 86. 25 75. 11 102. c 110. b 84. d 82. b 88. a 109. b 80. c Voltar FÍSICA . V – V – V – F – V – V 70. d 89. e 91. c 104. b 94. 24 79. F – F – V – F 87.

densidade e pressão. pressão e calor. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . d) densidade. b) deve coincidir com o ponto t = 0ºC. c) pode estar em qualque r ponto desse eixo.F. Santa Maria-RS O gráfico do comportamento do volume de um gás ideal. Sua temperatura. comprimindo-o. 4. U. começa a aumentar. 1 2. ( ) Em A. c) Convecção térmica. m as a pressão vai aumentando. massa e volume. então. b) temperatura. b) Um estudante despeja areia lent amente sobre o êmbolo de um cilindro que contém oxigênio. b) O trabalho realizado por uma força qualquer independe da trajetória. UEM S Analise as afirmações e assinale a alternativa correta: a) A toda força de ação sempre c orresponde uma força de reação.F. c) temperatura. d) deve estar em um ponto qualquer da porção negativa desse eixo .F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1. ocorre uma diminuição na média de colisões das moléculas de gás com as paredes da garraf . Em relação ao com portamento dos gases. pois o volume do gás varia i versamente à pressão exercida sobre ele. ( ) Os gases reais podem ser considerados gase s perfeitos sempre que submetidos a grandes temperaturas e baixas pressões. ocorre nos fluídos (líquidos e gases). mas de sentido oposto. o que caracteriza uma transformação isovolumétrica. em função d a temperatura Celsius e à pressão constante. processo que consiste no transporte de energia térmica a través do deslocamento de camadas do material. de mesma intensidade e direção. UFMT Considere as seguintes situações que ocorrem no laboratório de uma esco la: a) Uma garrafa bem arrolhada cheia de gás sulfídrico é tirada do armário e exposta a o Sol. trata-se de uma transformação isotérmica. e) densidade. ( ) A equação pV = nRT descreve exatamente os c omportamentos dos gases em A e B. é es e o princípio da inércia. devido à diferença de densidade entre e las. pressão e volume. e) A energia interna de uma dada quantidade de um gás perfeito não é função exclusiva de sua temperatura. julgue os itens. ( ) Na situação B. o volume permanece constante. A interseção do prolongamento des sa reta com o eixo das temperaturas: a) deve estar em um ponto qualquer da porção po sitiva desse eixo. e) só pode estar em um determinado ponto da porção negativa desse eixo.Termodinâmica Avançar . é uma reta. 3. d) U ma transformação gasosa na qual a pressão p e a temperatura T varia e o volume V é mantido constante é chamada transformação isobár ica. Santa Maria-RS As variáveis que podem definir os estados possíveis para 1 mo l de gás ideal são: a) calor. U. massa e calor. ( ) Em A.

Termodinâmica Avançar . Para chegar à essa relação. e) 40000 J. isto é.0 atm a uma temperatura de 300 K. c) 6. III. 11.082 L. calibrada para ter uma pressão de 2 . Calcule a pressão interna f inal da bola. 9. é no mínimo de a) 4 J. FU RG-RS Uma certa quantidade de gás ideal.5 kg de oxigênio.5. num lugar onde o seu valor é constante e vale 1.46 kg de oxigênio. Em 5000 litros de ar a 27ºC e 2 atmosferas de pressão. É aquecida a pressão con e até que sua temperatura atinja o valor 3T0. Joule considerou que: 01) o aquecimento leva um sólido a dilatarse em todas as direções. 7.0 — 105 Pa. e) será máximo. 1cal = 4. 8.0 • 10–3 m3. b) 26 kg de oxigênio. b) 40 J. UESC-BA O equivalente mecânico do calor. O trabalho realizado pelo ar para encher essa bexiga. d) 4000 J. medido por James P Joule em 1843. c) nunca será inferior a 80%. d) 2. refe re-se à relação entre as unidades de medida caloria e joule. Considere desprezível a variação no volume da bola. podemos afirm ar que o volume final do gás será igual a: a) V0 /9 d) 3V0 b) V0 /3 e) 9V0 c) V0 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 6. 04) o calo r pode ser usado para produzir vapor. É comprimida a temperatura consta nte até que atinja a pressão inicial P0. a variação da energia interna sofrida por um gás é conseqüência do balanço energético entre as grandez s físicas: 01) quantidade de calor e trabalho. e) 5. 03) o calor e a energia mecânica têm a mesma natureza.K–1) a) 13 kg de oxigênio. elevação da tempe atura de um corpo. é submetida á seguinte seqüência de transformações: I. b) pode ser maior que 100%. cheia. necessariamente. essa temperatura elevou-se par a 306 K. pode ser 100%. inicialmente a pressão P0. 02) a absorção de calor produz. UFR-RJ Uma máquina térmi ca opera entre duas temperaturas. Pode-se afirmar que seu rendimento: a ) máximo.mol–1. T1 e T2. se operar em ciclos. se operar em ciclo de carnot.73 kg de oxigênio. U. Santa Úrsula-RJ O ar é uma mistura contendo aproximadamente 21% de oxigênio. c) 400 J. o seu volume pode atingir 4. d ) será máximo. UER J Um equilibrista se apresenta sobre uma bola. existirão aproximada mente: (R = 0. 04) volume e temperatura. UESC-BA Num processo termodinâmico. Ao final destes três processos. Vunes p Uma bexiga vazia tem volume desprezível.atm. à temperatura ambiente.18J. 05) pressão e volume. volume V0 e temp eratura T0. II. realizado contra a pressão atmosférica. 10. Após a apresentação. É resfriada a volume constante até q ue a temperatura atinja o valor inicial T0. 02) temperatura e quantidade de cal or. 05) o calor é capaz de realizar trabalho mecân ico no interior de uma máquina térmica. 03) trabalho e pressão.

. Se o gás sofrer uma expansão rápida. isoladamente. o hidrogênio já é usado para movimentar foguetes e ônibus espaciais (. descreve o estado do sistem a. exerc endo pressão P. em cujo interior se encontra um gás encerrado em equilíbrio. Também produz mui ta energia. No segundo momento. no entanto. ( ) A análise do texto per mite concluir que para a utilização segura do hidrogênio como substituto da gasolina é n ecessário condensá-lo. 02. Sobre este evento. as sinale o que for correto. 01.12.. (. 16. U. quando a temperatura T.E. U. ( ) Uma forma de condensar o hidrogênio seria manter sua temper atura constante e diminuir a pressão a que ele está submetido. 3 Com o auxílio do texto e considerando que as informações fornecidas referem-se à pressão n ormal (1 atm). A solução de torná-lo líquido trouxe outra dificuldade. ( ) sua energia in terna diminuirá. As variáveis de estado (PVT) descrevem os estados de equilíbrio do sistema. O calor. ( ) A análise do texto permite concluir que o hidrogênio não se mantém no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão. ( ) Sabendo que o cal or de combustão da gasolina é aproximadamente 11000 cal/g. é correto afirmar que o cal or de combustão do hidrogênio é inferior a 20000 cal/g. será des prezível. ( ) a quantidade de calor.. Tanta energia. 08. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: V 01) 0 4) 2V 4 V 02) 05) 4V 3 03) V IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . analise as afirmações a seguir e escreva V para as verdadeiras ou F p ara as falsas. Católica-DF Leia o texto a seguir. a soma das alternativas correta s. Salvador-BA Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. quase três vezes mais do que a gasolina ou o gás natural. 0 4. Atua lmente. 15. trocada entre ele e a vizinhança. só venc com muita pesquisa (o hidrogênio se liquefaz a 253 graus Celsius negativos). o gás recebe uma quantidade de calor Q. 13. que pode se deslocar livremente. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade.) Revista Veja . como resposta.31 de março de 1999. No segundo momento. Ponta Grossa-PR A figura ao lado mostra dois momentos de um cilindro me tálico dotado de um êmbolo. Dê. 14. ( ) a velocidade média das moléculas aumentará. A fonte é inesgotável: ele é o elemento químico mais simples e mais abundante na natureza. UFGO Um gás ideal está encerrado em um cilindro provido de um êmbolo. foi um dos desafios que a tecnologia precisou vencer para conseguir armazená-lo com segurança. O gás contido no sistema é v eículo para a realização de trabalho. U. O cal or e o trabalho descrevem as transformações do sistema.Termodinâmica Avançar . Se numa transformação.. ( ) Tomando-se uma certa amost ra de hidrogênio nas condições normais de temperatura e pressão e iniciando-se um proces so de resfriamento isobárico para condensálo a 10 K a amostra ainda se encontra no e stado gasoso. ( ) a pressão p e o volume V irão variar de tal modo que o produto pV permanece constante. a fonte alternativa de energia com mais chances de substituir a gasolina é o hidrogênio. o aumento do volume do gás torna o trabalho nulo.) De todas as possibilidades já imaginadas e testadas.

Os pontos A e B indicam dois estados desta amo st a. Num sistema que ealiza um t abalho de 125 J. pois a ene gia inte na diminui. O pe fume comp imido num sp a y esf ia quando expandido. Numa t ansfo mação qualque . U. a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura: h se refere à superfície inferior do êmbolo). abso vendo 75 J de calo . II. É possível aquece um gás sem fo nece -lhe calo . II e III d) somente I. À temperatura de 30ºC. IV. É possível fo nece calo a um gás e este fica mais f io. Potiguar-RN O cilindro da figura ao lado é fechado por um êmbolo que pode des lizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser cons iderado como ideal. III e IV e) somente II e IV 4 GABARITO 19. denominada Lei da Conservação da Energia estabelece: “A energia do Universo é constante”. o t abalho é num e icamente igual à á ea co espondente num diag ama da tempe atu a pelo volume. Se mant idas as demais características do sistema. Alfenas-MG Conside e as p oposições abaixo: I.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ Sendo VA e VB os volumes co espondentes aos estados indicados. UFRS O diag ama abaixo ep esenta a p essão (p) em função da tempe atu a absoluta (T).16. podemos afi ma que a azão VB / VA é: 1 a) d) 2 4 1 e) 4 b) 2 c) 1 ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . aproximadamente: a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% 17. Estão co etas: a) todas b) somente I e IV c) somente I. pa a uma amost a de gás ideal. UFR-RJ A primeira Lei da Termodinâmica. III. a va iação de ene gia é igual a: a) – 125 J b) – 75 J c) – 50 J d) 75 J e) 200 18. U. fazendo diminui a te mpe atu a. IMPRIMIR FÍSICA . o valor d e h variará de. a temperatura passará a ser 60ºC.

e) a ene gia inte na de um sistema depende da quantidade de pa tículas que ele possui. ( ) as va iações de ene gia inte na do gás no s t echos ABC e ADC são dife entes. 23. se o gás passa p o um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C e eto nando ao estado A pelo mesmo caminho. ( ) o calo abso vido no t echo AB é igual ao t abalho ealizado pelo gás. o t a balho ealizado pelo gás é di etamente p opo cional a T0 – T1. a sua ene gia inte na não va ia. UFMS O g áfico abaixo ep esenta duas cu vas isoté micas elacionadas a um gás ideal contido em um ecipiente que pode va ia o seu volume. nesse t echo. a soma das afi mativas co etas. sua ene gia inte na pe manece constante. da p essão em função do volume. PUC-RS Em elação a compo tamentos te modinâmicos de mate iais e substâncias. d) na t ansfo mação isovolumét ica de um gás.0 atmosfe as e tempe atu a de 47 C. independentemente da fase em que ela se encont e. 08. a nova tem pe atu a do gás. é co eto afi ma que: GABARITO 01. c) na comp essão adiabática de um gás. o gás abso ve calo . ( ) tanto no t echo AD quanto no t echo DC. Sof en do uma t ansfo mação isocó ica até que a p essão passe a se de 3. ( ) na expansão adiabática (t echo BC). se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o e stado B.5 e) 400 c) 207 IMPRIMIR FÍSICA . Desse modo. a p essão do gás não va ia e sua ene gia inte na aumenta. 21. se o gás fo subm etido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado D. como esp osta. vale: a) 24. most a as t ansfo mações te modinâmicas s f idas po n moles de um gás ideal. a tempe atu a do gás não va ia e não have á t oca de calo com o ambiente. Unifo -CE Cinco mols de um gás pe feito ocupam um volume de 5m3 sob p essão de 2. se o gás passa po um p ocesso te modinâmico pa tindo do estad o A.0 atmosfe as. este ealiza t abalho. o t abalho total ealizado pelo gás é nulo. a quantidade de calo t ocada com o ambiente é igual ao t abalho ealizado pelo gás. 16. b) o calo específico de uma substância é constante. UFGO 5 O diag ama acima. em C.20. 22. se o gás fo submetido a um p ocesso te modinâmico pa tindo do estado A pa a o estado C. 04. Dê. é co et o afi ma que: a) dois co pos de mesma massa semp e têm a mesma capacidade té mica. 02.6 d) 320 b) 70. Assim.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . passando pelos estados D e C e eto nando ao estado A.

é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0..... PUC-RS O Segundo P incípio da Te modinâmica pode se e nunciado da seguinte fo ma: “Nenhuma máquina té mica. pode t ansfo ma em .....8 e) 800 28... a p essão do gás se á: 4P 5P a) d) 3 2 3P b) e) 3P 2 c) 2P 26...... em quilowatt. Selecione a alte nativa que p eenche co etamente as lacun as no pa ág afo abaixo..... contém uma ce ta quantidade de gás à t mpe atu a absoluta T. UFSE Um ecipiente ígido contém gás pe feito à p essão P e tempe atu a 300 K... todo o ... seu volume se á dob ado se sua tempe atu a aumenta pa a.... na o dem em que elas apa ecem. Viçosa-MG Uma máquina té mica executa o ciclo esentado no g áfico seguinte: 6 Se a máquina executa 10 ciclos po segundo.... Viçosa-MG Um gás ideal encont a-se inicialmente a uma tem pe atu a de 150 C e a uma p essão de 1...... de pa edes ígidas e pe meáveis à passagem de calo ... a) diminui á – diminui á b) dim inui á – pe manece á constante c) pe manece á constante – aumenta á d) aumenta á – aumenta menta á – pe manece á constante 29.. é: d) TC = 3TA a) 2TC = 3TA b) TC = TA e) TC = 6TA c ) TC = 2TA 25.. UFRS Um ecipiente he meticamente fechado. e TC. Mantendo-se a p essão constante.5 atmosfe as.. no estado inicia l A.F.. U.F... Se o ecipiente fo me gulh ado em um tanque contendo um líquido à tempe atu a absoluta 2T... ap oximadamente: a) 75 C b ) 450 C c) 300 C d) 846 C e) 573 C 27. Unifo -CE A elação co eta ent e as tempe atu as absolutas TA... U.. a tempe atu a do gás ... a potência desenvolvida. Se a tempe atu a desse gás aumenta 100 K.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨    ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ... ope ando em ciclo. .24.. no estado final C... a ela fo necido”. a) calo – t abalho b) t abalho – calo c) fo ça – calo d) fo ça – impulso e) t abalho – impulso IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . e sua ene gia inte na ....

Analisando essas afi mativas pode-se conclui que: a) s omente I é co eta. II. de massa desp ezível. e) II e III são co etas. O cilind o contém um pistão. em p incípio. Na situação final. d) I e II são co etas. que pode move -se sem at ito e que pode até.30. po que. em p incípio. necessa iamente muda de fase. ao invés disso. IMPRIMIR FÍSICA . Espe a-se um ce to tempo até que a água pa e de fe ve . o f asco é eti ado da chama e tampado com uma olha que lhe pe mite fica com a boca pa a baixo sem que a água vaze. have á uma violação da lei de conse vação da ene g co eta. de amando água f e vendo sob e o f asco. em seu limite máximo. pois o esf iamento do f asco eduzi á a p essão em seu inte io pe mitindo. d) e ada. a água de dent o do f asco fe ve á” 7 GABARITO A hipótese do p ofesso Rugoso é: a) co eta. fazendo com qu e o pistão seja empu ado ao máximo e também com que a tempe atu a do gás atinja quat o vezes T0. com o esf iamento do f asco. de ama mos água gelada. UFRN P eocupado com a in clusão dos aspectos expe imentais da Física no p og ama do P ocesso Seletivo da UFRN . Fuvest-SP Um gás. b) e ada. duplica o volume inicial do gás. PUC-RS Um gás contido em um cilind o com pistão. se. Esse gás é aquecido. III. b) somente II é co eta. que a água fe va a uma tempe atu a infe io a cem g aus centíg ados. até a água fe ve . mas. diminui de volume isote micamente. ocupa um volume V0. 31. p ofesso Samuel Rugoso quis testa a capacidade de seus alunos de p eve os esultados de uma expe iência po ele imaginada. O p ofesso Rugoso fo mulou. pois.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . Ap esentou-lhes a seguinte situação: N um local ao nível do ma coloca-se um f asco de vid o ( esistente ao fogo) com água até a metade. necessa iamente aquece. c) somente III é co eta. a seguinte hipótese: “Se p ossegui mos com a expe iência. então. sob e o fogo. a p essão do gás no cilind o deve á se: a) metade da p essão a mosfé ica b) igual à p essão atmosfé ica v0 c) duas vezes a p essão atmosfé ica d) t ês vez a p essão atmosfé ica e) quat o vezes a p essão atmosfé ica 32. como é p evisto pela segunda l ei da te modinâmica. ao se comp imido adiabaticamen te. o que to n a impossível a edução da tempe atu a de ebulição da água. pois o p ocesso acima desc ito é isobá ico. Em seguida. a água contida no mesmo não fe ve á. à p essão atmosfé ica. à tempe atu a ambiente T0 (em kelvin). pois a ent opia do sistema fica á oscilando. I. contido em um cilind o. a água não fe ve á.

contida em um ecipiente de volume 2 l it os.5 J de calo no sistema. I. Pa a que a p essão do gás nesse ecipiente seja de 1. devemos eleva sua tempe atu a de: a) 50°C b) 10 0°C c) 200°C d) 250°C e) 300°C IMPRIMIR FÍSICA . GABARITO a) Calcule o t abalho ealizado pelo gás du ante este ciclo.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . O calo de vapo ização a essa p essão é de 539 cal/g. III.3 J/mol. sob p essão de 38 cm de Hg. 36 . num g áfico p essão × volume . UFRJ A figu a ep esenta. um ciclo de um gás ideal. c) II e III são co etas. (A → B → C → A). b) Calcule a azão ent e a mais alta e a mais baixa tempe atu a do gás (em Kelvin) du ante este ciclo. Dado: Constante unive sal dos gases R = 8. a) I e III são co etas. Viçosa-MG O g áfico abaixo ep esenta um ciclo te modinâmico eve sível. Em u iclo completo ent ou 124. b) I e II são co etas.5 atm. de volume 1 lit o. Essa massa gasosa é totalme nte t ansfe ida pa a out o ecipiente. U.0 atm.F.K 8 De aco do com o g áfico. A tempe atu a do sistema no ponto A é 300 K. ITA-SP Um centímet o cúbico de água passa a ocupa 1671 cm3 quando evapo ado à p essão de 1. 35.33. A va iação da ene gia inte na no ciclo completo (A Æ B Æ C Æ A) é nula. Mackenzie-SP Ce ta massa de gás pe feito. d) Apenas I é co eta. expe imentado po um mol de gás ideal. II. tem tempe atu a de –73°C. O valo que mais se a p oxima do aumento de ene gia inte na da água é: a) 498 cal b) 2082 cal c) 498 J d) 3082 J e) 2424 J 34. analise as afi mativas abaixo e esponda de aco do com o código.

2 m3 c) 3. 02. UFBA Com base n os conhecimentos da Te modinâmica. usando-se vapo de água como agente de t ansfo mação. 16. o desní el ent e as supe fícies do me cú io. A temp e atu a da substância é p opo cional à ene gia cinética média de t anslação das moléculas d deal. Dê.3 J/(mol.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 02. 04. UFBA A figu a abaixo ap esenta um bulbo contendo gás ideal.082 atm.37. à alta p es são. A tempe atu a da substânci a. pode-se afi ma : 01. Fuvest-SP Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito.L/(mol. O gás ideal sof eu uma t ansfo mação is omét ica. Calo e t abalho podem se exp essos na mesma unidade de medida. como esposta. e a meno do que a tempe atu a do gás. ap oximadamente. se á usado exclusivamente pa a aumenta sua ene gia inte n a. m .K ) ou R = 0.K) Patmosfé ica = 1 atm ≈ 1 x 105 Pa (1 Pa = 1 N/m2) 3 1 m = 1000 L a) 13 m3 b) 6. Se todo o conteúdo do bujão f osse utilizado pa a enche um balão. o qual é pa te integ ante do manômet o de me cú io de tubo abe to. A tempe atu a do bulbo. Pa te do calo cedido pela substância foi utili zada pa a aumenta a ene gia inte na do gás. 08. é co eto afi ma : 01. na t ansfo mação isobá ica. g. Um mol desse gás tem massa de. a massa específica do me cú io. 04. 16. 08. antes de en t a em contato com o ese vató io.1 m3 d) 0. e a q0 < qe. o módulo da acele ação da g avidade local e h. 38. As t ansfo mações que compõem o ciclo de Ca not são todas eve síveis. em equilíb io té mico com a substância cont ida num ese vató io adiabático. 9 Nestas condições. 52 g. Conside e po a p essão atmosfé ica.98 m3 e) 0. o volu me final do balão se ia ap oximadamente de: Constante dos gases R R = 8.27 m3 39. A p essão do gás ideal é dada po (po + mgh). antes do contato com o bulbo. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . a soma das alte nativas co etas. à p essão atmosfé ica e à tempe atu a de 300K. Os gases ideais obedecem simultaneame nte à lei de Boyle-Ma iotte e às leis de GayLussac. A máquina té mica que ope a em ciclo de Ca not ap esenta á endimento máximo. O calo fo necido ao sistema . à tempe atu a qe.

UFRN Num ecipiente de ae ossol. Assinale o a P xV (p essão ve sus volume) co espondente a esse ciclo. esse líquido passa apidamente pa a o estado gasoso. espectivamente. I I e III. a) c) b) d) 10 41. WII e WIII os módulos dos t abalhos ealizados pelo gás nos p ocessos I. Potigua -RN Um dos amos da Física bastante consistente é a teo ia que t ata dos fenômenos do calo – Te modinâmica. a alta p essão inte na mantém pa te do conteúdo no estado líqui do. 2 etapa (B → C): expansão iso 3 etapa (C → D): cont ação isobá ica. é co eto afi ma que: a) WI < WII < WIII b) WI = WII = WIII c) WI = WIII > WII d) WI > WII > WIII 42. pode se levado a um estado final f po meio dos p ocessos I. que essa expansão é. que está à p essão a tmosfé ica. Quando se usa um de sodo ante do tipo ae ossol.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¥ ¨ ¨ . Ao se expelido pa a o meio exte no. a) adiabática b) isoté mica c) isovolumét ica d) isobá ica IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . po tanto. II e III. UFMG Um gás ideal. Pode-se conclui . ep esentados neste diag ama de p essão ve su s volume: Sejam WI.40. em tempe atu a ambiente. U. 4 etapa (D → A): comp essão isomét ica. São quat o as etapas do ciclo de funcionamento d e uma máquina té mica: 1 etapa (A → B): expansão isobá ica. Com base nessas info mações. Isso acontece po q ue há uma diminuição da ene gia inte na do fluido expelido devido ao t abalho ealizad o pela expansão do mesmo. o jato de fluido que sai do ecipiente está a uma temp e atu a meno que a do fluido que ficou dent o do ecipiente. em um estado inicial i. ap oximadam ente.

0 . obte emos: a) 1. na fo m a de calo . 104 d) 9. 105 45. A ene gia inte na do gás pe manece constante du ante o p ocesso. isto é. Em uma t ansf o mação isoté mica o sistema não t oca calo com o meio exte no. O gás ealiza t abalho de 50J sob e a vizinhança. Uma máquina té mica. at avés de t abalho ealizado sob e ele. UFRS Uma máquina té mica ideal ope a ecebendo 450 J de uma fonte de calo e libe ando 300 J no ambiente. Dê. pode-se afi ma : 01. Dê.5 L. O volume do gá . ejeita pa a a fonte quente. UFSC Assinale a(s) p oposição(ões) co eta(s): 01.5 m2.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . 04.2 . em joules. O gás é aquecido. Numa comp essão adiabá ica. A va iação da ene gia inte na de um siste ma te modinâmico é dada pela dife ença ent e a ene gia t ocada com a vizinhança. quando pa ssa a ocupa um volume de 3.43. 64. ope ando segundo o Ciclo de Ca not. 02. du ante o p ocesso. Unifo -CE Uma ce ta massa de gás pe feito sof e a t ansfo mação ABC ep esentada pelo g áfico p x V. 02. S emp e que um gás ecebe calo . Uma segunda máquina té mica ideal ope a ecebendo 600 J e libe ando 450 J. po que não ope a ent e uma nte quente e uma fonte f ia e em ciclos. aumenta linea mente com a tempe atu a.0 . Du ante o p ocesso. 32. 08. como esposta.0 . 04.0 . a soma das alte nativas co etas.33 c) 1. 104 b) 3. 104 e) 1. como esposta.25 46. munido de um êmbolo móvel. 16. Se dividi mos o end imento da segunda máquina pelo endimento da p imei a máquina. O p ocesso é isobá ico. O moto de combustão inte na de um automóvel não é uma máquina té mica. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . conve te todo o calo ecebido em t abalho. a supe fície exte na do êmbolo cuja á ea vale 0. a tempe atu a do sistema aumenta.75 e) 0. obtém um endimento de 100%. 08. lentamente.00 d) 0. foi de: a) 1. Nessas condições. ou sob e o sistema. isto é. A velocid ade média das moléculas do gás é a mesma no início e no fim do p ocesso. está sob a ação de p essão atmosfé ica constante e igual a 105 N/m2. 11 O t abalho ealizado na t ansfo mação ABC. 16. 104 c) 4. 44. sua tempe atu a sof e um ac éscimo. 32. Um ef ige ado funciona como uma máq uina té mica. e o t abalho ealizado pelo sistema. até a tempe atu a T2. UFBA Um cilind o.50 b) 1. ope ando em sentido inve so. eti a calo da fonte f ia e. A fo ça exe cida pelo gá sob e o êmbolo vale 2 x 105 N. à tempe atu a T1. a soma das alte nativas co etas. contém um gás ideal que ocupa um volume de 3 L.

num catálogo. No pe cu so AB. assinale a afi mativa co eta: a) Numa t ansfo mação adiabática. 48. A. o t abalho ealizado pelo gás é igual a 4 x 102J. B e C. Utilizando-se esse ciclo em uma máquina. Nessa tabela. a p essão exe cida pelo gás se mantém constante. FURG-RS Analise cada uma das s eguintes afi mativas elacionadas à segunda lei da te modinâmica e indique se são V (v e dadei a) ou F (falsa). Es sa t ansfo mação pode se obtida. Q ep esenta o calo que a máquina abso ve po ciclo e W. a potência dessa máquina se á igual a 8 x 102 W. Ao completa cada ci clo. c) Em uma comp essão adiabática. não é possível const ui apenas a(s) máquina(s): a) A d) A e B b) B e) B e C c) C 49. como esposta. ( ) Em uma máquina té mica. No pe cu so CD. d e modo que o gás ealize quat o ciclos po segundo. No pe cu so BC. b) Numa t ansfo mação adiabática o gás não se es ia nem esquenta. 16.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ 47. a t ansfo mação de ene gia té mica em t abalho nunca se dá totalmente. e) Em qualque t ansfo mação a. o t abalho que ela ealiza po ciclo.12 De aco do com a Te modinâmica. pode-se conclui : 01. se isola mos te micamente o sistema ou s e a t ansfo mação fo ealizada apidamente. Baseado nessas info mações. efe ente a t ês máquinas té micas. d) Em uma t ansfo mação adiabática. Nessas condições. Dê. 02. UFPB Um inve nto publica. uma tabela ap esentada abaixo. 04. o t abalho ealizado é nulo. Cefet-PR T ansfo mação gasosa adiabática é uma t ansfo mação em ue o gás passa de um estado a out o sem ecebe ou cede calo pa a o ambiente. UFBA Uma ce ta quantidade de gás ideal ealiza o ciclo ABCDA. a va iação da ene gia inte na do sistema é inve samente p opo cional ao t abalho. ( ) Calo flui espontaneamente de sistemas mais f ios pa a sistemas mais quentes. há conve são de calo em t abalho. ep esentado na figu a ao lado. ( ) Ca not idealizou um ciclo totalmente eve sível com o qual se obte ia o máximo endimento possível. Quais são. não há ealização de t abalho. a soma das alte nativas co etas. às tempe atu as de 300 K e 500 K. na p ática. 08. MÁQUINA A B C Q 10kJ 12kJ 8kJ W 10kJ 6kJ 3kJ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 50. espectivamente. a tempe atu a do gás aumenta. todas ope ando ent e fontes de calo . oco e aumento da ene gia inte na. as indicações co etas? a) F – F – V d) V – F – V b) F – V – F e) V – V – F c) F – V – V IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

O p ocesso BC é uma expansão is té mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte. assinale o que fo co eto. Dê. se isolarmos termicamente o sistema ou se a transformação for realizada rapidamente.2 . 16. a temperatura do gás aumenta.2 J 52. e ∆ U = 0. Com base nessas info mações. U. assinale a alternativa correta: a) Numa transformação adiabática .51. 105 4 b) 1. c) Em uma compressão adia ica.5 . P ep esent a a p essão do gás e V. O p ocesso AB é uma expansão isobá ica e obedece à Lei de Cha les. O p ocesso CD é uma comp essão isocó ica e obedece à Lei de Cha les. e) Em qualquer transformação adiabática. 10 Dado: 1 cal = 4. 53. O p ocesso ABCDA é denominado p ocesso cíclico. expe imentados po uma dete minada massa gasosa. b) Numa transformação adiabática o gás não se resfria nem esquenta. Ba seado nessas informações. em joule. na prática.6 . não há realização de alho. 10 e) 1. é co eto afi ma que: 13 a) b) c) d) e) o t abalho ealizado pelo gás na t ansfo mação AB vale ze o. a t ansfo mação CD sof ida pelo gás é uma t ansfo mação isovolum o t abalho ealizado pelo gás no ciclo é dado pela á ea do etângulo ABCD.Termodinâmica Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . U. 103 a) 2. a t ansfo mação BC sof ida pe lo gás é uma t ansfo mação isobá ica. Cefet-PR Transfo rmação gasosa adiabática é uma transformação em que o gás passa de um estado a outro sem re er ou ceder calor para o ambiente.8 . a pressão exercida pelo gás se mantém consta te. GABARITO 01. Com espeito a esses p ocessos. No diag ama. O p ocesso DA é uma comp essão isoté mica e obedece à Lei de Boyle-Ma iotte.0 ho a de funcionamento. seu volume. O t abalho que a máquina ealiza e m 1. com potência constante de 200 cal/min.2 . Unifo -CE Uma caldei a fo nece calo . 04. 54. d) Em uma transformação adiabática. a soma das alternativas corretas. 103 3 c) 7. como resposta. Ponta G ossa-PR O g áfico abaixo ep esenta uma sucessão de p ocessos quase estáticos.E. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . Essa transformação pode ser obtida. o t abalho total ealizado pelo gás no ciclo é dado p á ea do etângulo AP2P1D. 02. vale: d) 4. 08. a variação da energia interna do sistema é inversamente proporcional ao trabalho.15. a uma ce ta máquina té mica cujo endimento é de 0. Caxias do Sul-RS Uma massa de um gás ideal desc eve o ciclo ABCDA do diag ama.

o jovem passa a co e . Em dado momento.55. O g áfico ep esenta seu consumo de oxigênio em função do tempo.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . um jovem consome 1 litro de O2 por minuto. ap oximadamente. de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ d) 420 kJ e) 480 kJ IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . quant idade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias di etéticas”/minuto). Consumo de O2 2 ( /min) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t(minuto) 14 Po te co ido. o jovem utilizou uma quantidade de ene gia a mais do que se tiv esse apenas caminhado du ante todo o tempo. voltando depois a caminh a . Fuvest-SP Em uma caminhada.

22. d c V–F–V–F–V c 03 01 c 2.10–7J. 39. 45. 47.04atm d d c 26 F–V–V–F V–V–F–F–V 01 b c c 08 + 16 c e a e b d 29. 16. 17. 14. 49. 20. 33. 24.F ÍS IC A T E R M O D IN Â M IC A 1 1. 52. 44. 7. 26. 15. 35. 3. 53. 18.5 b 0 1 + 04 + 16 = 21 b 01 + 02 + 08 = 11 c d a 01 + 08 + 32 = 41 a d 44 01 + 02 + 08 + 16 = 27 d c d c e 28 c c IMPRIMIR G A B A R IT O Volta FÍSICA . 55. 6. 30.Te modinâmica ¨ Avança ¨ ¨ . 36. 34. b) 4. 12. 4. 11. 5. 21. 2. 37. 27. 43. 10. 38. 50. 51. 19. 2 3. b a c a a a a) 1. 41. 46. 25. 9. 40. 32. 13. 28. 8. 42. 48. 31. 54.

Um exemplo disso é o fato de algumas vezes leva mos pequenos choques elét icos ao en costa mos em automóveis. Se um co po está elet izado. Lond ina-PR Campos elet izados oco em natu almente no nosso cotidiano. Esse tipo de imp esso a utiliza pequenas gotas de tinta. 2. então. a 2 e a 3 estão. de mate iais dife entes. U. ficando A e B co m ca gas de mesmo sinal. Um co po neut o é aquele que não tem ca gas elét icas. a pa ti de um co po B. ca egada negativamente e neut a. Após at avessa a egião ent e as placas. devido ao p incípio de conse vação das ca gas elét icas. essas gotas vão imp egna o papel. d) Apenas as afi mati vas II. atingindo. t o nando-se neut o o co po B. U. IMPRIMIR FÍSICA . Tais choques são devidos ao fato de esta em os automóveis ele t icamente ca egados. neut a e ca egada n egativamente. que são lançadas pa a baixo. II e III são ve dadei as. pode oco e : 01) po at ito. II. b) Apenas as afi mativas I. V. III e V são ve dadei as . c) ca egada positivamente. 04) po at ito. a pa ti do emisso . to nam-se elet iz ados com ca gas opostas. ca egada positivam ente e ca egada negativamente. que podem se elet icamente neut as ou elet izadas positiva ou negativamente. UFRN Uma das aplicações tecnológicas mode nas da elet ostática foi a invenção da imp ess a a jato de tinta. p eviamente elet izado. 02) po contato.E. inicialmente neut o. IV e V são ve dadei as. (O camp o elét ico unifo me está ep esentado po apenas uma linha de fo ça). A figu a a segui most a t ês gotas de tinta. a) Apenas as afi mativas I. Ao se em at itados. espectivamente: a) ca egada negativamente. Na elet ização po indução. Se um co po tem ca gas elét icas. ficando A e B com ca gas de sinais opo stos. neut a e ca egada positivamente. dois co pos neut os. então o núme o de ca g as elét icas negativas e positivas não é o mesmo. então está elet izado. IV e V são v e dadei as. Essas gotas são jogadas ent e as placas defleto as da imp esso a. assinale a alte nativa co eta. Pelos desvios so f idos.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. to nando-se neut o o co po B. Sob e as afi mativas acima. Salvado -BA A elet ização de um co po A. III. 1 GABARITO 3. Sob e a natu eza dos co pos (elet izados ou neut os). ficando A e B com ca gas de sinais opostos. con side e as afi mativas a segui : I. c) Apenas as afi mativas I e IV são ve dadei as. é possível obte -se co pos elet izados com quantidades dife entes e ca gas. pode-se dize que a gota 1.Elet ostática ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o papel pa a fo ma as let as. 05) po indução. e) Apenas as afi mativas II. IV. egião onde existe um c ampo elét ico unifo me E . b) neut a. d) ca egada positivamente. 03) po indução.

abso vemos mais ca gas elét icas positivas po ind ução. a soma das afi mativas co etas. sendo sua variação dada por k Q q r − r 2 1 1 1 c) aumentará iação dada por k Q q r 2 − r 2 2 1 1 1 d) diminuirá. UnB-DF Nos p e íodos de estiagem em B asília. 6. julgue os itens que se seguem.4. ao toca mos o ca o ou o co i mão do ônibus. sendo 1 a distância ent e elas. a ene gia potencia l do sistema: 1 1 a) aumenta á. uma vez que a umidade do a é mínima. de módulo F. Pode se concluir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força. UFMT Em Campo G ande. esses funcionam como te a desca egando a elet icidade acumulada em nossos co pos. Unifor CE Uma carga elétrica q1 = 2. a igidez dielét ica do a diminui. é comum oco e o choque elét ico ao se toca a ca oce ia de um ca o ou a maçaneta de uma po ta em um local onde o piso é ecobe to po c a pete. ( ) O valo absoluto do potencial elét ico da ca oce ia de um ca o aumenta devido ao a mazenamento de ca gas elet ostáticas. ao sai mos de um ca o ou pega mos o co imão de um ônibus. Unifo -CE Cons ide e o sistema constituído po duas ca gas elét icas. 02. Com o auxílio do texto a cima.10F b) F c) 5 F d) 10 F e) 100 F IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrostática ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¦ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Q e q. 04. na época da seca. Uma faísca elét ica oco e ent e dois c o pos isolados no a . Dê. de módulo: a) 0. como esposta. 08. Ess e fenômeno se explica po que. de mesmo sinal. uma ve z que a umidade do a é mínima. Centelhas ou faíscas elét icas de ce ca de um centímet o de comp imento saltam ent e os dedos das pessoas e esses objetos. é f eqüente que. 7. ( ) Os choques elét icos efe i dos no texto são pe igosos po que são p ovenientes de ca gas estáticas que acumulam g ande quantidade de ene gia. sendo sua va iação dada po k Q q − r 2 1 2 GABARITO 1 1 b) diminuirá. 5. sepa ados po uma distância de um centímet o. 16. na época da seca. ( ) O a em uma egião onde exist e um campo elét ico unifo me de intensidade supe io a 10 000 V/cm é um péssimo condut o de elet icidade. a igidez dielét ica do a aumenta . 01. 10 000 V. Se aumenta mos essa distância pa a 2. sobre outra carga q2 = 20 µC . sintamos um pequeno choque na ponta dos dedos. quando a dife ença de potencial elét ico ent e eles atinge. em média. sendo sua variação dada por 2 1 2 e) permanecerá constante. ca egamo-nos negativamente po at ito. ( ) O p ocesso de elet ização po indução é o p incipal espon sável pelo su gimento do fenômeno desc ito no texto. ( ) O choque elét ico é sentido po uma pessoa devido à passagem de co ente elét ica pelo seu co po.0 µC exerce fo .

perman ecendo separadas. Uma esfera condutora oximada da esfera isolante. UFRS A superfície de uma esfera isolante é carregada com oncentrada em um dos seus hemisférios. apr abaixo. então. Assinale. A distância entre esse ponto do espaço e a carga. é de: Nm 2 O meio é o vácuo (k0 = 9. de forma a ficarem sob ação da gravidade.2 m e) 5 m c) 3 m GABARITO 10. entre as alternativas e melhor representa a distribuição final de cargas nas duas b) c) 3 d) e) carga elétrica positiva.8.1 09 ) C2 a) 2 m d) 0.Eletrostática Avançar c) x d) x. UEMS Duas esferas metálicas de mesma massa m e mesmo raio r são presas a um ante paro horizontal. c descarregada é.103 N/ C. por uma distância x. segundo a fi gura abaixo. k kmgx tan θ . UEMS Em um ponto do espaço uma carga de 6m C cria um campo elétrico de 6 . a) 9. devido a força de repulsão elétrica. Determine a expressão para a carga elétrica q: (Considere a constante e letrostática igual a k) IMPRIMIR a) x 2 mg tan θ 4 k tan θ 4 mg k x2 1/ 2 mg tan θ 1/ 2 b) e) tan θ kmg Voltar FÍSICA . o esquema qu esferas. Então são eletrizadas.4 m b) 3.

2 e 3. devido às uatro cargas. a um a força. então Q2. ue está corretamente representada na alternativa: a) b) c) d) e) GABARITO 14. 10–2 N. A esfe ra de carga 1 é positiva e vale 400 µC.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem. Dê.0 . sendo 2 positiva e de valor 270 µC. como resposta. assinale o ue for correto. –9 1 n (1 nano) = 10 . 4 Um elétron no centro desse uadrado ficaria submetido. negativa. 10–6.0 . A resultante das forças ue atuam na esfera de carga 1 é nula. e seus módulos valem 1.I. 12. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . positiva. positiva. com uma força de inten sidade 4. no vácuo. 10–8. e a distância (d) ue as separa é 12 cm. Se Q1 = 2. conforme fi gura abaixo.0 . b) 2. 109 S. c ) 2.0 cm. 1 m (1 micro) = 10–6. 01. 08. Observações: 1 m (1 mili) = 11–3.0 .0 . UFPE Dois prótons de uma molécula de hid rogênio distam cerca de 1. em unidades de 10–9 N? a) 13 d) 23 b) 18 e) 28 c) 20 13.E. 10–8C. 02. 04. 10–8. e a esfera de carga 3 é negativa e vale -140 µC. 16. a soma das alternativas corretas. sobre a mesma reta. U. PUC-RS Quatro p e uenas cargas elétricas encontram-se fixas nos vértices de um uadrado. vale: a) 2. O tipo de e uilíbrio da esfera de carga 2 é in stável. negativa. Ponta Grossa-PR O es uema abaixo representa três esferas pe uenas de carg as 1. 1 p (1 pico ) = 10–12 A partir destes dados.0 . 10–7. positiva. e) 2. As esferas de car gas 1 e 3 são negativas. d) 2. 10–7.0 . Qual o módulo da força elétrica ue um exerce sobre o outro. em coulombs.0 x 10–10 m.11. no vácuo. As esferas de cargas 1 e 3 têm valores algébricos igu ais.0 . as uais se encontram em e ui líbrio. uando estão separadas por uma distância de 3.08 mC. Dado: Consta nte eletrostática do vácuo = 9.

de modo ue ela fi ue em e uilíbrio. s obre a reta ue passa pelas duas cargas. Deseja-se colocar uma carga puntual . ( ) O potencial do ponto C. é nulo para d = 1 m. relati vo ao infinito. já ue as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. em função da dis tância. ( ) possui em seu interior um campo elétrico constante de módulo igual a E. 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3. 16. a soma das afirmativas corretas. é igual a 9. embora sua carga total permaneça nula. UESC-BA 5 O gráfico representa o comportamento da intensidade da força elétrica. 16. am bas positivas e Q1 > Q2. o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância.10–3C. no ponto C. em relação ao centro do condutor. F. ( ) Par a estabelecer a configuração da figura. Dê. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1. ( ) é acelerada por uma força proporcional ao campo elétrico .15. é 18000 volts. Unicap-PE No vértices A e B do triângulo e uilátero da figura abaixo. inserida em uma região de campo elétrico u niforme de intensidade E. como resposta. 04. entre Q1 e Q2 e mais próxima de Q1. 08.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . O meio é o vácuo. 04) O módulo do campo elétrico. ( ) O campo elétrico. entre duas cargas pontuais idênticas. UFMT A figura abaixo mostra duas cargas puntuais Q1 e Q2. 17. ( ) possui um potencial elétrico constante em sua superfície. também positiva. são colocadas as cargas QA = 2µC e QB – 2µC. 05) O potencial elétrico.103N para d = 2 m. UFGO Uma esfera metálica neutra de raio R.109Nm2C–2 e com base na informação. Q1 Q 2 + + Para isso. à direita de Q2. Considerando-se a constante eletros tática do meio igual a 9. ( ) No interior de um condutor em e uilíbrio eletrostático. no ponto médio ent re Q1 e Q2. 02. é correto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as cargas tem natureza atrativa. ( ) fica polarizada. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. à es uerda de Q1.5. d.109 N/C para d = 3 m. inale verdadeiro (V) ou falso (F). é nulo. um agente externo realizou um trabalho posit ivo. a carga deve ser colocada: 01. 18. mantidas fixas. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . no ponto médio da reta ue une as carga s. entre Q 1 e Q2 e mais próxima de Q2. no ponto médio da reta ue une as cargas.

gerado por uma carga puntiforme ne gativa. UFSE As linhas de força de um campo elétrico. c) se torna nula a diferença de potencial entre as nuvens e a Terra por ue estão carregadas com cargas de sinais c ontrários. 20. U. dirigindo-se para a carga. e) o valor do campo elétrico na região oscila fortemente. devido à eletrização da superfície terres por indução. são: a) semi-retas. d) circunferênci as concêntricas.19. devido ao acumulo de cargas elétricas nas nuvens. U. e) circunferências concêntric as. c) A força elétrica ue atuaria em uma carga + colocada em B teria direção verti cal com sentido para cima.F. c) curvas parabólicas com a carga no foco. É c rreto afirmar: IMPRIMIR GABARITO a) O campo elétrico no ponto O é nulo. assim como no humor de Luís Fernando Veríssimo. radiais.. b) cresce muito a rigidez dielétrica do ar .Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . e) Uma carga + colocada em B apresentará trajetória r etilínea. Voltar FÍSICA . d) diminui o campo elétrico na região. devido ao acúmulo de cargas elétricas nas nuvens. b) semi-retas. deslocando-se verticalmente para baixo. Pelotas-PR Na mitologia dos povos da antigüidade. Londrina-PR A figura abaixo mostra duas c argas elétricas + e . rad iais. b) O potencial elétrico no ponto O é diferente de zero. com a carga no centro e sentido anti-horário.E. d) A força elétrica ue atuaria em uma carga . os raios são apresentados como manifestações da irritação dos deuses. 21. partindo da carga. com a carga no centro. separadas pela distância 2a e simétricas em relação ao eixo x.colocada em B teria sentido para cima. 6 Seus conhecimentos de eletricidade permitem-lhe afirmar ue ocorrem descargas elét ricas entre nuvens e a Terra uando: a) o ar se torna condutor por ue foi ultrap assado o valor de sua rigidez dielétrica. e sentido horário.

por onde flui uma corrente elétrica.22. d) Apenas em II e III. ( ) A carga de um condutor. b) o centro e tem módulo 1. 23. 24. Num ponto situado a 1. Pode-se. Unicap-PE Na fig ura abaixo QA = 32µc e QB = 18µc [O meio é o vácuo] Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) .8 . Católica-DF A respeito da eletricidade estática. A superfície de cada um dos objetos está carregada com carga elétrica estática de me smo valor Q. no ponto C. ( ) Toda super fície metálica. U. c) Apenas em I e II. ( ) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA.0 . b) Apenas em II.8 .0 µC. é 6. U nifor-CE Um condutor esférico. c) fora do centro e tem módulo 9. e) Em I.8 . três objetos de formas geo métricas diferentes. portanto.3 x 104 v.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . de 220 joules. ( ) O potencial elétrico. 1010 V/m. UFRS A figura abaixo representa. está em e uilíbrio elétrico no ar. 10–3 V/m. ( ) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial el etrostática do sistema. no ponto C .0. de raio 50 cm e uniformemente carregado com carga Q = 2. numa região de campo elétrico uniforme. por um campo elétrico uniforme. está co ncentrada em seu centro. ( ) Suponha ue uma carga de p rova seja deslocada no sentido em ue a densidade das linhas de campo elétrico é cre scente. é co nstante. um elétron é acelerado por uma diferença de pote ncial de 220 volts.0 . então. 1 04 V/m. e suas cavidades internas se acham vazi as. 10 N . é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. é uma superfície e uipotencial. feitos de material bom condutor. ( ) O campo elétrico no centro de u ma esfera de alumínio uniformemente carregada. 25. é nulo. ( ) O potencial. assim. ( ) Uma gota de óleo eletricamente carregada é mantida em suspensão. A constante eletrostática do ar é k = 9. o vetor campo elétrico aponta para: a) o centro e tem módulo 9. II e III. ( ) Em um tubo de imagem de um televisor. a uma certa distância do so lo. em e uilíbrio eletrostático. 104 V/m. Voltar FÍSICA . O ganho de energia cinética é. escreva V para as afirmativa s verdadeiras ou F para as afirmativas falsas. d) fora do centro e tem módulo 1. e) fora do centro e tem módulo 1.0 m do centro da esfera. em e uilíbrio eletrostático. afirmar ue o módulo da razão entr e a carga e a massa da gota de óleo é igual ao módulo da razão entre o campo gravitacion al local e o campo elétrico. totalmente fechados. Os objetos são ocos. 10–3 V/m. a força coulombiana sentida por ela terá módulo crescente. em corte. ue se encontram em repouso. I II III 7 IMPRIMIR GABARITO Em uais desses objetos o campo elétrico é nulo em ual uer ponto da cavidade intern a? a) Apenas em I. m2/C2. em unidades coerentes.

a soma das alternativas corretas. Essa distribuição de carga produz no ponto P2. porém uniformemente distribuída sobre sua su perfície. uma casca esférica de ra io 2R. UFMS Uma esfera metálica de raio R está eletrizada positivamente com uma carga Q. I. Essa distribuição de c arga produz no ponto P1. contendo a mesma carga elétrica Q. um campo elétrico de intensidade E2.26. UFRS A figura (I) representa.Eletrostática Avançar ¢ . em corte. GABARITO 02. Qual dos gráficos E x r. a) E2 = 4E1 d) E2 = E1 / 2 b) E2 = 2E1 e) E2 = E1 / 4 c) E2 = E1 27. a uma distância d do centro da esfera maciça. II. uma esfera maciça de raio R. melhor representa o campo elétrico (E) dessa esfera? 01. uniformemente distribuída em todo o seu volume. contendo carga elétrica Q. como resposta. IMPRIMIR Dê. em corte. um campo elétri co de intensidade E1. 16. 8 Selecione a alternativa ue expressa corretamente a relação entre as intensidades de campo elétrico E1 e E2. 04. Voltar FÍSICA . onde r é a distância de um ponto P ao centro da esf era. 08. A figura (II) representa. à mesma distância d do centro da casca esférica.

E. de raios R. 1. a carga elétrica da esfera 1. no interior da esfera 3. 32. a razão fornecerá: E 01) o valor de Q. colocando-a Q em contato com a 2. no ponto P. estão separados por uma distância d ual uer . Colocamos no ponto médio. um campo elétrico de intensidade E e um potencial elétrico V. d) A energia potencial eletrostática resultant e sobre a carga de prova é nula. Cefet-PR Doi s objetos com cargas iguais. assinale o ue for correto. Dê. Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezíve l. Salvador-BA Uma carga Q. 08. No ponto P. a soma das alternativas corretas. 02. Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade. como resposta. duas esferas idênticas.28. A energia potencial do sistema formado pelas duas esfera s eletrizadas é inversamente proporcional ao uadrado da distância entre elas. positivas. 05) o trabalho da força elétrica para manter Q na posição considerada. afastando-a e. 16. 16.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . conforme a fig ura. sendo P o ponto médio entre elas. a) O potencial elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. S e colocarmos uma outra esfera com carga + . V Considerando-se a carga Q em repouso. c) A força eletrostática resulta nte sobre a carga de prova é dobrada. a força resultante sobre e la será nula. 29. 31. afastando-as e. o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. 32. colocando a 3 em contato com a 2. Dê. U. sendo C1 e C3 as capa cidades eletrostáticas 1 3 das esferas 1 e 3. As três esferas apresentam a mesma capacidad e eletrostática. Nessas condições. eletrizadas. Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera co m carga + . As esfe ras 1 e 2 estão neutras. 03) a constante eletrostática do meio. Colocando-se a esfera 1 em contato com a 3. O módulo do vetor campo elétrico. eletrizada com carga Q . 04) a intensidade da força elétrica entre Q e uma carga de prova colocada em P. 9 GABARITO 01. 30. 08. sua capacidade eletro stática duplicará. no ponto P. e a 3. o sistema se neutralizará. é igual a zero. cria. e) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é dobrado. Nessas condições. como resposta. U. b) O campo elétrico resultante no local da carga de prova é nulo. num ponto P à sua vol ta. s erá igual a . encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K0). após os contatos. 04. Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1. no ponto P. sob ação de forças externas. o potencial de Q e uilíbrio entre elas será igual a C + C . Se for colocada uma outra carga + . IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 3 02. 04. ue une os dois objetos carregados. puntiforme e positiva. em seguid a. é correto afi rmar: 01. esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se a vizinharão a ela. 02) a distância entre P e Q. Maringá-PR Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em r epouso. em seguida. uma carga de prova . No ponto P. o campo elétrico resultante é nulo. 2 e 3 . o potencial elétri co resultante é nulo. a soma das alternat ivas corretas. UFBA Três esferas metálicas idênticas.

é nulo num determinado ponto. a soma das alternativas corretas. 10–6 C 1 . 10–7 C 4 . 10–6 C Voltar FÍSICA . 16. Dê. tem valor de 27. Os vetores campo elétrico E2 e E4 se anulam.32. Quando gerad o por várias cargas elétricas puntiformes. 34. Os vetores campo elétrico E1 e E3 se a nulam. E1 e E2 determinam o vetor campo elétrico resultante. E4 é o vetor campo elétrico resultante. em função da distância aos pontos do campo.E. como respos ta. Dê. O valor da carga é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 2 . 08. UEMS O gráfico representa o potenci al produzido por uma carga elétrica puntiforme no vácuo.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ . 04. U. 16. a 4 m de distância de uma carga geradora ue mede 48 mC. confo rme mostra a figura abaixo. é diferente de zero. Com relação aos vetores desse campo elétrico. Pode ser medido em Volt por metro.103N/C. 10–8 C 3 . 02.E. assinale o ue for correto. 10–8 C 2 . É uma grandeza escalar. 04. 01. Ponta Grossa-PR Sobre o campo elétrico gerado por uma carga elétrica. No interior de um condutor esférico em e uilíbrio eletrostático. U. 10 01. assin ale o ue for correto. Ponta Grossa-PR Duas cargas elétric as de mesmo valor e de sinais contrários criam um campo elétrico E no ponto O. Num ponto situ ado no vácuo (K = 9.109 unidades MKS). O vetor campo elétrico resultante é nulo. como r esposta. a soma das alternativas corretas. 33. 08. 02.

entre um ponto A e um ponto B. O potencial elétrico. no interior de um condutor eletrizado em e uilíbrio eletrostático. UF PR Um físico realiza experimentos na atmosfera terrestre e conclui ue há um campo e létrico vertical e orientado para a superfície da Terra. a potência mínima do a uecedor deverá ser 100 W. 36. na atmosfera. 16. 02. Dê. com um a uecedor de 60 W ligado constantem ente. a so ma das alternativas corretas. Como a rigidez dielétrica do ar é 3 x 106 N /C. com um a uecedor de 200 W havendo troca de água no inverno.Eletrostática Avançar ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ ¢ . mesmo com um a uecedor de 500 W. por ue uma estrutura metálica blin da o seu interior contra efeitos elétricos externos. Para mantê-los na temperatura ideal de 23ºC. a carga ue podemos transferir a um corp o condutor pontiagudo é menor ue a carga ue podemos transferir para uma esfera c ondutora ue tenha o mesmo volume. Dê. desde ue não haja troca de água. 16. há uma concentração de cargas elétricas maior do ue numa região plana. com carga elétrica negativa em excesso. é 200 µJ. 04. no int erior de um condutor eletrizado. Numa região pontiaguda de u m condutor. voltada para a Terra. como resposta. seja carregada positivame nte. ( ) O trabalho realizado pela força elétrica para deslocar uma carga elétric a de 1µC entre dois pontos. caso não houvesse troca de água. ( ) Cátions existentes na atmosfera te ndem a mover-se para cima. 11 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . por is so a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do ue na s proximidades de regiões mais planas. 02. no interior de um con dutor carregado. é corre to afirmar ue: Dado: 1 cal = 4J 01. Devido ao poder das pontas. a carga máxima ue podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é 10 microco ulombs. muito sensíveis a baixas temperaturas. fazendo com ue a parte inferior desta. é correto afirmar: ( ) A Terra é um corpo eletrizado. é nulo. como resposta. a temperatura da água pode ser mantida em 20ºC. UFSC A garota possui um a uário de 60L. com peixes tropicais de água doce. alguns peixes morrerão. O campo elétrico. situado 2 m abaixo de A. a soma das alternativas corretas. ao longo de um ano. desde ue ela não seja trocada. en uanto ue ânions tendem a mover-se para a superfície t errestre. 37. é de 200 V. A e C.5ºC p or hora. Uma pessoa dentro de um c arro está protegida de raios e descargas elétricas. com módulo E = 100 N/C. 04. 08. ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1. alguns peixes morreriam se a a uarista prec isasse trocar a água no inverno. um a uecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora. Tendo observado o funcionamento desse tipo de a uário. 32. ( ) Este campo elétrico induzirá cargas elétricas em uma nuvem. O campo elétrico. é sempre diferente de zero. 08. 64. ( ) A diferença de potencial elétrico. UFSC Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01. distantes 2 m entre si e situados a uma mesma a ltitude. fazendo com ue o exc esso de carga se localize na superfície do condutor. Sabendo-se ue alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperatur as inferiores a 23ºC e ue na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8ºC. é nulo. Consi derando ue para uma pe uena região da superfície terrestre o campo elétrico é uniforme. ut iliza um a uecedor com termostato.35.

Eletrostática Avançar . 12. 15. 33. 24.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1. 16. 3. 6. 5. 32. 26. 31. 11. 19. b 03 c 01 + 0 8 + 16 V–F–F–F–V b b e c d d d c 15 16 F–V–V–F 03 F–F–V–F–F a 20. 13. 8. 37. 17. 23. 2 30. 7. 4. 10. 18. 35. 36. 25. 9. a c V–F–V–V–F d V–V–F–F–F e c 08 02 02 + 04 + 08 + 32 = 46 03 01 a 45 V–V–F–F–V 19 IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . 2. 14. 22. 34. 21.

como resposta. ( ) A Te a se coloca ent e a Lua e o Sol. com 200 km de diâmetro progrediu a 3000 km por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul. a gigantesca s ombra. é co eto afi ma que (01) um obse vado só ve á a luz da lante na se estive posicionado sob e uma eta fazendo um ângu lo igual a î com elação à no mal N. (16) devido ao fenômeno de ef ação da luz.F ÍS IC A R E F L E X à O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1. impedindo que a luz atinja uma pa te da supe fície te est e. ( ) A Lua se coloca ent e o Sol e a Te a. (04) a velocidade da luz é u ma constante independente do meio em ue se propaga. UFMT 1 “O último eclipse total do sol neste século para o hemisfério sul aconteceu na manhã de 3 de novembro de 1994. (08) uma vez que a supe fície em que o feixe de luz da lante na incide é totalmente polida.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¢   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¢ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ( ) O tempo estimado de du ação do eclipse é de quat o mi nutos. (Revista Supe inte essante. como está indicado na figu a ao lado. cada aio de luz incidente e efletido e a sua espectiva no mal à supe fíci e estão contidos em um mesmo plano. na cidade de Foz do Iguaçu. julgue as afi mações como ve dadei as ou f lsas. ( ) No t echo onde passa a somb a. os obse vado es podem v e o eclipse pa cial do Sol. é correto afirmar ue (01) a luz é uma onda e letromagnética. localizado no mesmo lado da supe fície em que o feixe de luz incide. p ojetan do sua somb a na Lua. n o vácuo. estabelece um limite superior de velocidade. ( ) Os eclipses são explicados geomet icamente pelo p incípio de p opagação etilín ea da luz. n 10. (02) a luz tem uma natureza de partícula. Entrou no Brasil por Foz do Iguaçu e saiu para o Oceano Atlântico. Faltavam 15 minutos para as 10 h. o sol da primavera já estaria brilhando bem acim a do horizonte. IMPRIMIR FÍSICA . UFMS A respeito da natureza da luz. mas esse não foi um dia normal (…) Durante o eclipse. no Paraná. podemos ve os co pos sem luz p óp ia quando iluminados. (08) a velocidade da luz. 1994. passando pelo ponto O e no mesmo plano fo mado pelo aio inî cidente e a no mal N. so bre a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul”. o obse vado pode ia ve a luz da lante na de qua lque ponto. (04) se a supe fície em que o feixe de luz da lante na inc ide não fosse totalmente polida. (16) a velocidade da luz. a soma das alte nativas co etas. no vácuo. Ano 8. Dê. O N (02) o ângulo que o feixe de luz efletido fo ma com o espelho é igual a î. como esposta. Em ual uer dia normal. 2. p. é a mesma em todos os sistemas de referência inerciais. Outub o. 3. UFMS Uma lante na emite um feixe de luz cilínd ico que incide em um espelho plano no ponto O. Dê. 46) GABARITO Em elação ao fenômeno físico desc ito no texto. Sendo que o ângulo d e incidência desse feixe com a no mal ao espelho é î. a som a das alternativas corretas.

Quando o objeto se afasta de uma distância d do espelho. 03) o desvio de um aio luminoso ao at avessa a supe fície de sepa ação ent e dois meios t anspa entes. b) somente II. IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . o tamanho da sua imagem não se alte a. uma fo ma de simula eclipses. mais p óxima do espelho e maio que o obje to. caso as obse vações fossem ealmente feitas. o ângulo ent e as duas po tas é igual a a) 30°. O balão oculta ia todo o Sol: o estudante não ve ia di etamente nenhuma pa te do Sol. ab i as duas e coloquei a cabeça ent e elas. A imagem de um objeto ea l é semp e vi tual. que 5 imagens de meu osto fo am fo madas. Fa ia as obse vações. 8. I. Está co eto apenas o que se afi ma em a) I b) II c) III d) I e III e) II e III 2 5. A(s) p osição(ões) co eta(s) é(são): a) somente I. Conside e as afi mações abaixo. conside e as p oposições: I. em s entido anti-ho á io. UESC-BA A imagem de um objeto eal vista po eflexão em um espelho plano é 01) eal.4. e) 90°. c) somente III. U. então. num dia de céu cla o. 6. 05) a natu eza polic omática da l uz b anca. 02) vi tual. 02) o aumento linea t ansve sal p oduzido po um espelho esfé ico. III. 03) vi tual. quand o o cent o do Sol e o cent o do balão estivessem ve ticalmente colocados sob e ele .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Nest a situação. 04) a eflexão total a pa ti de um diopt o plano. Salvado -BA Utilizando-se o disco de Newton é possível comp ova expe imentalm ente 01) os p incípios de eve sibilidade e de independência dos aios de luz. mais p óxima do espelho e meno que o objeto. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. 05) vi tual. sabendo-se que a distânci a da Te a ao Sol é de 150 x 108 km e que o aio do Sol é 0. A lfenas-MG O a má io do banhei o de minha casa. possui duas po tas espelhadas as qu ais têm as dob adiças no mesmo luga . p otegendo devidamente sua vista. c) 60°. Alfenas-MG A espeito dos espelhos planos. em elação aos possíveis esultados dessa p oposta. Um e studante imaginou. Como uma gi a em sentido ho á io e a out a. 7. O céu fica ia escu o pa a o estudante. a i magem também se afasta d do objeto. b) 45°. pa a tenta obse v a a minha o elha. 04) eal. eqüidistante do espelho e do mesmo tamanho do objeto. que oculta ia o Sol quando segu o po uma co da a uma altu a de 200 m. II. O balão é pequeno demais: o estudante continua ia a ve di etamente p a tes do Sol. e) somente I e III. eqüidistante do espelho e meno que o objeto. de 40 m de diâmet o. d) 72°. U. Fuvest-SP Em agosto de 1999. então. III. Pensou em usa um balão esfé ico e opaco. II. como se fosse noite. Quando uma pessoa se ap oxima de um espel ho. Pe cebi. d) somente I e II. U. oco eu o último eclipse sola total do século.75 x 106 km. ap oximadam ente.

Reflexão luminos – espelhos ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ . ( ) O professor P e stá de frente p r o espelho com o luno A à su direit . 3 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . 08) A imagem do objeto se á inve tida. A im gem form d será virtu l. conve gem em um ponto F. a distância da sua imag em ao espelho também dob a. Um vel ces é c oloc d em frente o espelho. im gem rot cion rá de 2α no mesmo sentido.(x) tid e de t m nho m ior que o d vel . E. ( ) Um luno n esteir e o professor se vêem t r vés do espelho convexo por c us do princípio de prop g ção retilíne d luz. A im gem do luno A t mbém e stá à direit d im gem do professor. Há. Ma ingá-PR Um objeto de 5. e a distância ent e a imagem e o espelho é o dob o da distância do objeto ao espelho. 12. UFGO A figur seguir é um esquem de um s l de ginástic c om dois espelhos C F esteir pl nos que ocup m p rede tod e são perpendicul res A B D E entre si. 02 ) Se um novo espelho fo conjugado ao espelho. Espelho cônc vo ( ) Um estud nte pretende cender um p lito de fósforo v lendo-se do c lor c pt do dos r ios sol res. 08) A imagem somente pode á se obse vada se ela estive fo a do c ampo visual do espelho.9. 04) Se o espelho fo deslocado pa al elamente à posição inicial. a imagem sof e á um deslocamento igual ao dob o do deslocame nto do espelho. ( ) Im gens re is são sempre invertid s em rel ção o objeto. 04) Ao dob a -se a distância do objeto ao espelho côncavo. Isto v le p r qu lquer tipo de espel ho. Sob e isto. ( ) O lun o n esteir está 4 m do espelho convexo sobre seu eixo. inver. denominado foco p incipal do espel ho. en qu nto im gens virtu is são sempre direit s. U. de distância focal 10. ( ) As 7 pesso s n s l de ginástic form m 21 im gens nos dois espelhos pl nos. Coloque V p r firm ções verd deir s e F p r s f ls s. 02) Raios de luz pa alelos e p óximos ao eixo p incipal do espelho côncav o. assinale o que fo co eto: 01 ) A distância focal de um espelho esfé ico côncavo é igual à metade do aio de cu vatu a d o espelho. E. Dê como respost som d s lter n tiv s corret s. entre o foco V C F e o vértice. tendo 2. 11. Então su im gem está 80 cm dentro do espelho. t mbém. Ponta G ossa-PR Conside ando a situação em que um objeto é colocado em f ente a um espelho plano. assinale o que fo co eto: 01) A imagem obtida é di eita.5 cm de a ltu a. 1 0. 16) Se o espelho fo otacionado de um ângulo α em rel ção à posiçã nici l. Utiliz ndo-se de um lente esféric biconvex e coloc ndo c beç do p lito de fósforo no foco d lente. U.0 cm. ele deverá conseguir cendêlo. 32) A imagem do objeto situa-se a 15 cm do vé tice do espelho. 16) Se o objeto fo colocado no cent o de cu vatu a do espelho côncavo. o núme o de imagens fo madas depend e á do ângulo que os espelhos fize em ent e si.C tólic -GO Foco ( ) Considere um espelho esférico cônc vo.00 cm de altu a é colocado 30 cm à f ente de um esp elho côncavo. ao se efleti em. U. por volt do meio-di . um espelho convexo de distânci P foc l 1 m no lto d port . Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. a i magem se á do mesmo tamanho e se localiza á no foco.

80 m b) 1. trás o espelho de mão e 1.20 m do espelho gr nde. (16) D se form entre F e V. (04) B se form à esquerd de C. perpendicul rmente o eixo p rincip l de um espelho esférico cônc vo de r io de curv tur 60 cm.0 GABARITO 18. R ios luminosos p r leV los o eixo princip l são refletidos pelo espelho cônc vo. UFSE Um observ dor se encontr 50 cm de um espelho pl no coloc do vertic l mente. respectiv mente. (02) A se form entre C e F.5 b) 50 e 2.Reflexão luminos – espelhos ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ 17. A distânci do espelho té um ntep ro onde se pode c pt r im gem nítid do objeto e o t m nho d im gem são.0 m d) 3.0 cm e) 30 cm 4 15. em seguid .13. UFMT A figur b ixo represent um espelho cônc vo. (32) D se form à direit d e V.20 m de c v lo. de t m nho 2. é correto firm r que im gem de (01) A se form à esquerd de C. som d s ltern tiv s corret s. O prendedor está 30 cm d que distânci trás do espelho gr nde e c) 1. como mostr figur . IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .50 m d) 2. B C F D V 14. onde A C é o centro de curv tur . su im gem se f st rá dele ) 0.C tólic -DF Você desej f zer um espelho p r limpez de pele que forneç um im gem direit e qu tro vezes m ior.10 m e) 2. Dê. ) 38 e 1.0 cm. UFRJ Um espelho cônc vo de 50 cm de r io e um pequeno espelho pl no estão frente frente. B e D coloc do s nos pontos indic dos n figur . (08 ) B se form entre C e F.0 e) 150 e 6.50 m b) 1.0 m e) 4.0 c) 60 e 2. como respost . F é o foco e V é o vértice do espelho. U. O espelho pl no está disposto perpendicul rmente o eixo princip l do côn c vo. refletem-se t mbém no espelho pl no e torn m-se convergentes num ponto do eixo princip l dis8 cm t nte 8 cm do espelho pl no.0 m 16. C lcule distânci do espelho pl no o vértice V do espelho cônc vo.40 m ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . em cm. PUC-RJ Um menin us um prendedor de r bo pelho gr nde e segur um espelho de mão. Consider ndo os objetos A. El está di nte de um es de su c beç . A stá im gem do prendedor? ) 1. P r isso deverá utiliz r um espelho cônc vo com r io de ) 120 cm b) 80 cm c) 160 c m d) 4.4 d) 75 e 3. à distânci de 50 cm do espelho. de 50 cm c d . Unifor-CE Dispõe-se um objeto. qu ndo su distânci té o espelho for de 30 cm.0 m c) 2. Se o observ dor se f st r do espelho d ndo dois p ssos p r trás.

e) I. 21. A flech que melhor represen t direção p r qu l el deve dirigir seu olh r. proxim ndo-se d vertic l V. c) será gir d de um ângul o 2α. e os r ios retornem pel mesm tr jetóri que incidir m. Um pesso observ -se tr vés do espelho inclin do. No ponto de incidênc i O. Cefet-PR Com rel ção o estudo dos espelhos pl nos e esféricos são feit s s firm ções seguir: I. o espelho de um ângulo α (em torno de um E O eixo que p ss pelo ponto O) p r posição E’. b) será gir d de um ângulo α. Qu ndo um in divíduo encontr -se em frente um determin do espelho e not que su im gem é direi t e reduzid . form m entre si um ângulo Â. podese f irm r que direção do r io refletido: ) t mbém não será lter d . Fuvest-SP Dois espelhos pl nos. então. ele conclui que o espelho só pode ser cônc vo. loc liz -se no foco do espelho. conforme figur . fim de ver os s p tos que está c lç ndo. m ntendo se u olh r n direção horizont l. É (são) corret (s) (s) f irm ção(ões): ) I somente. pois c d ponto im gem é vértice de um pincel divergente. Fuvest-SP Um espelho pl no. II. A im gem de um objeto re l refletid em um espelho pl no é sempre vir tu l.V 19. sendo um deles m ntido n horizont l. UFRS A figur b ixo represent um r io luminoso R R incidindo obliqu ment e sobre um espelho pl no que se encontr n posição horizont l E. com respeito à vertic l V. c) I e III somente. em posição inclin d . A im gem do Sol. Não send o lter d direção do r io luminoso incidente R com respeito à vertic l V. P r que el vej im gem de seus olhos. f st ndo-se d verti c l V. II e III. pós reflexões nos dois espelhos (com p en s um reflexão no espelho horizont l). conE’ forme indic figur . d) II e III somente . é: A B C D IMPRIMIR E 45° ) A b) B c) C ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . d) será gir d de um ângulo α. III. Gir -se. foi tr ç d vertic l V. é necessário que o ângulo  sej de Å GABARITO ) 15° b) 30° c) 45° d) 60° e) 75° 22. form d por um espelho cônc vo. proxim ndo-se d vertic l V. e) será gir d de um ângulo 2α. b) I e II somente. 5 20. form um ângulo de 45° com o chão. f st ndo-se d vertic l V. U m pesso observ -se no espelho.

d) D e) E Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .Reflexão luminos ¡ ¡ ¡ – espelhos .

E. d) v1 = 1 m/s e v2 = 2 m/s. situado a 10 cm do vé tice do espelho côncavo. É côncavo e tância é maio que a distância focal. 05) vi tual. “José So iso”. Utilizando seus conceitos sob e o compo t amento e a natu eza da luz. com que su s im gens O’1. U. e uma espátula. Ponta G o ssa-PR Sob e o espelho esfé ico com foco eal. U. de objetos re is. v lem. c) v1 = 1 m/s e v2 = 1 m/s.C tólic -DF O senhor “João Boc Abert ” compa e ceu ao consultó io odontológico pa a sua evisão semest al. o fenômeno d refr ção regul r d luz. 02) eal. com ampliação i gual a 2. IMPRIMIR FÍSICA . GABARITO 26. b) v1 = 0 m/s e v2 = 2 m/s. O D .0 cm do vértice de um espelho cônc vo. em rel ção o próprio r p z. ( ) Ao coloc rmos um lápis de 2. 27. de 30 cm de aio de cu vatu a. julgue os itens como verd ntig que um jovem ch m do N rciso. pri ncip lmente. ma que a alte nativa co eta sob e o espelho utiliza do e sob e a distância do dente ao espelho: a) b) c) d) e) É plano e a distância é meno que a distância focal. e O’2.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ 24. im gens sempre simétric s. 16) Quando apontado na di eção do Sol. meno e di eita. 25.Superior de Br síli -DF Diz um lend muito belo.0 cm de r io. produzem im gens sempre virtu is. U. vários tipos de espelhos estão à vend p os sobre espelhos. ap esent a um ponto b ilhante sob e a egião do foco. de 16. I. 6 ( ) O f to de N rciso observ r su própri im gem n superfície do l go deve-se. p r lel mente o espelho E1. 04) As bolas metalizadas que são usadas em o namentações de Natal têm as mesmas p op iedades desse tipo de espelho.0 cm de ltur . em direção o espelho E2.0 cm de ltu r um distânci de 8. As velocid des v1 e v2. maio e inve tida. ) v1 = 0 m/s e v2 = 1 m/s. como os utiliz dos em elev dores.23. assinale o que fo co eto: 01) A i magem eal de um objeto colocado sob e seu cent o de cu vatu a é eal. meno e di eita. gem refletid n superfície de um l go. é 01) eal. em módulo. co njug d pelo espelho E2. conforme represent do no esquem b ixo. respectiv me nte. i m gem form d terá 4. se p ixonou por su própri im Su p ixão foi t nt que ele morreu fog do te. que tem espelhos pl nos fix dos Im ge m em em tod extensão d s su s p redes e r p z v = 1 m/ rel ã 2 c minh com vel ocid de de 1 m/s. Dê como esposta a soma das alte nativa s co etas. maio e di eita. que é perpend icul r o Im gem em rel ã primeiro. se desloc m. pa a exam na melho os dentes de João. É convexo e a distância é meno que a distância focal onvexo e a distância é maio que a distância focal. Salvado -BA A ca acte ística da imagem do objeto eal. utiliza dois inst umentos básicos: um pequeno espelho. do mesm o tamanho do objeto e di eita. virtu is e direit s. E. 04) vi tual. 02) Não p oduz imagem vi tual a pa ti de um objeto eal coloca do sob e seu eixo p incipal. 03) vi tual. ( ) Espelhos convex os. É côncavo e a distância é meno que a distância focal. que amplifica a imagem. conjug d pelo espelho E1. Vunesp Um r p z entr num l nchonete. menores e invertid s em rel ção um objeto re l. Atu lmen r diversos fins. e) v1 = 2 m/s e v2 = 2 m/s. Us ndo seus conheciment deiros ou f lsos: ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ . tent ndo br ç r su im gem. 08) Pode se utilizado como espelho et oviso em automóveis. ( ) Espelhos pl nos produzem.

e stá co eto afi ma que o(a): a) espelho é convexo. p aticamente pa alelos. III. Calcule a distância focal do espelho da ent ada do ci co. o aume nto t ansve sal da imagem é 5. a imagem é inve tida. UERJ Na ent ada do ci co existe um espelho convexo. os aios elet omagnéticos.0 m de a ltu a vê sua imagem efletida quando se encont a a 1. é a da figu a: a) c) e) 7 I I I I O b) O I d) O GABARITO I O O 31. efletindo-os pa a o fo co. Eles captam os sinais di etamente das “emisso as-mães”. Os satélites et ansmisso es vie am soluciona ess e p oblema. d) imagem do objeto é vi tual. A eficácia da antena pa abólica deve-se ao seguinte fato: a) O e feito fotoelét ico causado pelas ondas elet omagnéticas. IMPRIMIR ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . b) aio de cu vatu a do espelho vale 5 cm. po condução elét ica. no foco d a mesma. d) Ela abso ve os sinais. onde eles se concent am e aumentam a intensidade do sinal. cuja face não espelhada está inO dicada po um t acejado. Uni io Um objeto é colocado diante de um espelho. que. c) Os sinais são am plificados po que a antena os pola iza e. em seguida. o objeto está a 6 cm do espelho. b) Ela funciona como um espelho em elação a esses aios pa alelos.2 m do vé tice do espelho.28. pa a um ecepto localizado no foco da antena. po eflexão. Uma menina de 1. joga-os em fase. A pa ti destas info mações. Uma antena pa abólica metálica. As posições do objeto e de sua imagem estão ep esentadas na figu a ao lado: A posição co eta do espelho. A e lação ent e os tamanhos da menina e de sua imagem é igual a 4. II. e) imagem está situada a 30 cm do espelho. UFRN Muitas cidades b asilei as não são cobe ta s pelos sinais et ansmitidos pelas emisso as de televisão. c) distância focal do espelho vale 2. O. fo mad a po um espelho plano com apenas uma face espelhada. pois eles têm um alcance limitado na supe fície da Te a. instalada em qualque esidência. e manda-os. no metal da antena. amplificando o sinal. Conside e os seguintes fatos efe entes ao objeto e à sua imagem: I. I. UFPB Um objeto luminoso. faz com que os elét ons a ancados atinjam o foco da mesma.5 cm. 30. capta. amplificam-nos e o s et ansmitem pa a a Te a. vindos di etamente do satélite distante. 29. então. chegam ao seu foco com uma intensidade maio . tem uma imagem.

Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .FÍSICA .

este deve te de comp imento. O ponto O ep esenta o globo ocula do obse vado . Com base na figu a e no que foi desc ito. Se um espelho plano gi a de um ângulo a em to no de um eixo fixo pe pendicula à di eção de incidência da luz. A 60 cm E B O 1. no mínimo. o aio efletido gi a á de um â gulo 2 a. 8 33. Pa a que uma pessoa de altu a h possa obse va seu co po intei o em um espelho plano. igual à altu a da pessoa. II e III. a lâmpada acendeu. I. e) todas são falsas. e a potência i adiada e a de 80 W. pa alelamente a este. a imagem eal de um obje to fixo t anslada á de 2 d. confo me ep esentado e squematicamente na figu a abaixo. ao se ligada a lâmpada.2 m d) 40 cm e) 50 cm GABARITO 35. podemos dize que a) apenas I e II são ve dadei as. Quando Ma y ligou o inte upto escondido. UFRS Conside e as afi mações seguintes. abe ta em um dos lados. Quais estão co etas? a) Apenas I. oco eu a fo mação de a) uma imagem eal. d) uma imagem vi tual. b) uma imagem eal. Pa a que esse obse vado con siga enxe ga o objeto intei amente po eflexão no espelho. habilmente colocado pa a que a imagem da lâmpada pudesse se fo mada na pa te supe io da caixa. e a potênc ia i adiada e a de 80 W. d) Apenas II e III. o comp imento do espelho deve se . uma iluespelho imagem sionista amado a. Fatec-SP A figu a abaixo most a um objeto AB de 30 cm de comp imento colocado em f ente a um espelho plano E. II. indep endentemente da distância deste ao espelho. Se um espelho plano t anslada de u ma distância d ao longo da di eção pe pendicula a seu plano. A lâmpada tinha uma potência de 40 W e inicialment e estava desligada. IMPRIMIR ¨ Volta ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . di eita e meno do que o objeto.32. e a potência i adiada e a de 40 W. pois viu uma lâmpada apa ece magicame nte sob e a caixa. Então. c) apenas II e III são ve dadei as. II. e a potência i ad iada e a de 40 W. c) uma i magem vi tual. a altu a deste deve se de no mínimo 2 h/3. b) apenas I e III são ve dadei as. III. um dos espectado es. Instalou uma lâmpada incandescente no inte io de uma lâmpad a caixa. pode-se conclui qu e. UFRN Ma y Scondy. caixa A pa te abe ta da caixa estava Josué Ma y v oltada pa a a f ente de um espelho côncavo. tomou um susto. Reflexão total pode oco e quando aios luminosos que se p opagam em um dado meio atingem a supe fície que sepa a es se meio de out o com meno índice de ef ação. fez a mágica conheci da como lâmpada fantasma. A imagem de um objeto eal fo neci da po um espelho convexo é semp e vi tual. b) Ap enas II. e Josué. Pa a que uma pessoa consiga obse va sua imagem po intei o em um espelho etangula plano. c) Apenas I e II. no mínimo: a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) todas são ve dadei as. e) I. ITA-SP Conside e as seguintes afi mações: I. III. 34.

FÍSICA .Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança .

Unicap-PE Um espelho côncavo possui aio de cu vatu a igual a 24 cm. 38. Justifique. E1 e E2. confo me ilust ado ao lado: Nas co ndições ap esentadas. Cefet-RJ Dois espelhos esfé icos cônca vos. c) Especifique se tal imagem se á di eita ou inve tida. I . Enquanto na face côncava a imagem do osto dessa pessoa apa ece a) inve tida e situada na supe fície da con cha. d) di eita e at ás da supe fície da concha. d) Especifique se tal imagem se á maio ou meno que o objeto. vem um out o ca o. com velocidade c onstante. at ás dele.Reflexão luminosa – espelhos ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ . D0 a) Calcule a que distância desse esp elho et oviso esta á a imagem do ca o que vem at ás. UFRN Os espelhos et oviso es do lado di eito dos veículos são. b) Especifique se tal imagem se á eal ou vi tual. O ca o de Dona Beat iz tem um espelho et oviso convexo cujo aio de cu vatu a med e 5 m. e) inve tida e at ás na sup e fície da concha. na face con vexa ela apa ece á também di eita. c) di eita e situada na supe fície da concha. é dado po m = – i . e se fo ma a 12 cm do espelho.II 0 . Sej a D0 a distância do objeto ao espelho (que é uma g andeza positiva). Justifique. Vunesp Uma pessoa obse va a imagem de seu osto efletida numa concha de coz inha semi-esfé ica pe feitamente polida em ambas as faces. indique a azão pela qual a indúst ia auto mobilística opta po esse tipo de espelho. e) Do ponto de vista da Física. coaxiais. o ca o de t ás está a 10 m de distância desse espelho. Uma lante na lase é colocada de fo ma a emiti um aio luminosos pa alel o ao eixo p incipal. 37. também situada na supe fície.2 A altu a da ima gem é 2 vezes a altu a do objeto. b) inve tida e à f ente da supe fície da concha. na face convexa ela apa ece á di eita.0 A distância focal do espelho é de 12 cm. na face convexa ela apa ece á di eita e at ás da su pe fície. e o aumento linea Di D0 D t ansve sal. ap esentam aios de cu vatu as espectivamente iguais a R1 e R2. convexos (como os espelhos u sados dent o de ônibus u banos. pa a espelhos conve1 1 2 xos). e que. comum aos dois espelhos. em ge al. ou mesmo em agências bancá ias ou supe me cados). Di a distância da imagem ao espelho (conside ada positiva se a imagem fo eal e negativa se a im agem fo vi tual) e o aio de cu vatu a do espelho (conside ado negativo. mas à f ente da supe fície. m. a azão ent e os aios de R cu vatu a 1 é igual a: R2 1 1 2 a) b) c) d) 2 3 3 2 9 E1 8 cm 20 cm E2 GABARITO e) 3 39. No instante em que Dona Beat iz o lha po aquele et oviso . Um objeto eal se encont a a 6 cm do espelho.3 A imagem é inve tida. IMPRIMIR FÍSICA . 3 . A equação dos pontos conjugados é + = . 1 . na face convexa ela apa ece á di eita e à f ente da supe fície. Justifique.36. na face convexa ela apa ece á inve tida e at ás da supe fície. 2 . Conside e que esse ca o está se movendo numa ua etilínea.1 A imagem é eal.

40. Mackenzie-SP Algumas pessoas utilizam em espelho “dupla face”, o qual p opo ciona, de um lado uma imagem di eita e de tamanho igual ao do objeto que está à sua f ente, e do out o la do uma imagem de tamanho maio que o do objeto. Ent etanto, sabe-se que não se t a ta efetivamente de um espelho de face dupla, mas sim de dois espelhos independen tes um do out o. O espelho que nos p opo ciona uma imagem de tamanho igual ao do objeto é um espelho ———— e aquele que nos p opo ciona uma imagem maio que o objeto é um e pelho ————. Po ém, além da imagem se maio que o objeto, pa a que ela seja di eita, o obje o deve á se colocado —————. A alte nativa que contém info mações satisfató ias pa a o p eenchimento das lacunas acim a, na o dem de leitu a, sem cont a ia os p incípios da Óptica Geomét ica é: a) plano, côn cavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. b) convexo, cônca vo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. c) plano, convexo, muito p óximo do espelho. d) convexo, côncavo, ent e o foco p incipal e o cent o de cu vatu a do espelho. e) plano, côncavo, ent e o vé tice e o foco p incipal do espelho. 41. PUCPR Um objeto eal, ep esentado pela seta, é colocado em f ente a um espelho poden do se plano ou esfé ico confo me as figu as. A imagem fo necida pelo espelho se á v i tual: I II 10 C F III IV C F C F V C F GABARITO a) apenas no caso I. b) apenas no caso II. c) apenas nos casos I e II. d) nos casos I e IV e V. e) nos casos I, II e III. 42. UFSC Conside e um espelho esfé ico côncavo com um objeto à sua f ente, situado a u ma distância do foco igual a duas vezes a distância focal, confo me está eF p esentad o na figu a ao lado. objeto foco Em elação à imagem fo necida pelo espelho, assinale a(s) p oposição(ões) CORRETA(S): 01) Como não foi fo necida a distância focal, não podemos fi ma nada sob e a posição da imagem. 02) A distância da imagem ao foco é igual à metade da distância focal. 04) A imagem é eal, inve tida e seu tamanho é igual à metade do tam anho do objeto. 08) A distância da imagem ao espelho é igual a uma vez e meia a distân cia focal. 16) A distância da imagem ao espelho é igual a duas vezes a distância focal . 32) A imagem é eal, di eita e seu tamanho é igual a um te ço do tamanho do objeto.

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FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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64) A distância da imagem ao foco é igual à distância focal e a imagem é Dê como esposta a soma das alte nativas co etas.

eal e inve tida.

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43. ITA-SP Um objeto linea de altu a h está assentado pe pendicula mente no eixo p incipal de um espelho esfé ico, a 15 cm de seu vé tice. A imagem p oduzida é di eita e tem altu a de h/5. Este espelho é a) côncavo, de aio 15 cm. b) côncavo, de aio 7, 5 cm. c) convexo, de aio 7,5 cm. d) convexo, de aio 15 cm. e) convexo, de aio 10 cm. 44. Unicamp-SP Uma das p imei as aplicações milita es da ótica oco eu no século III a.C . quando Si acusa estava sitiada pelas fo ças navais omanas. Na véspe a da batalha, A quimedes o denou que 60 soldados polissem seus escudos etangula es de b onze , medindo 0,5 m de la gu a po 1,0 m de altu a. Quando o p imei o navio omano s e encont ava a ap oximadamente 30 m da p aia pa a ataca , à luz do sol nascente, f oi dada a o dem pa a que os soldados se colocassem fo mando um a co e empunhasse m seus escudos, como ep esentado esquematicamente na figu a abaixo. Em poucos m inutos as velas do navio estavam a dendo em chamas. Isso foi epetido pa a cada navio, e assim não foi dessa vez que Si acusa caiu. Uma fo ma de entende mos o que oco eu consiste em t ata o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. Suponh a que os aios do sol cheguem pa alelos ao espelho e sejam focalizados na vela d o navio. 11 a) Qual deve se o aio do espelho côncavo pa a que a intensidade do sol concent a do seja máxima? b) Conside e a intensidade da adiação sola no momento da batalha com o 500 W/m2. Conside e que a efletividade efetiva do b onze sob e todo o espect o sola é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade incidente é efletida. Estime a potência total incidente na egião do foco. IMPRIMIR GABARITO

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A R E F L E X Ã O L U M IN O S A – E SP E L H O S 1 1. 27 2. V-F-F-V-V 3. 13 4. a 5. 05 6. 03 7. e 8. c 9. 1 + 2 + 8 + 32 10. 2 + 4 + 16 11. F-F-V-V-V 12. F-V 13. 38 14. b 15. c 16. d 17. a 18. 17 cm 19. c 20. b 21. c 22. b 23. b 24. F-V-F-F 25. b 26. 05 27. 16 28. -0,40 m 29. b 30. d 31. e 32. d 33. a 34. b 35. a 36. V-F-V-F 37. a) –2 m b) vi tual c) di eita d) meno e) aumenta o campo de visão 38. a 39. b 40. e 41. d 42. 2 + 4 + 8 43. c 44. a) 60 m b ) 9000 W IMPRIMIR G A B A R IT O

FÍSICA - Reflexão luminosa – espelhos

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F ÍS IC A

REFR AÇ ÃO 1. U.Católica Dom Bosco-MS A eflexão e a ef ação da luz obedecem a leis bem definidas e dependem do tipo de supe fície na qual incidem os aios luminosos. De aco do com os P incípios da Óptica, é co eto afi ma : a) A luz monoc omática é o esultado da supe posição de luzes de co es dife entes. b) A eflexão egula oco e quando, sob e uma s upe fície pe feitamente polida, incide um feixe de aios pa alelos e se mantêm pa al elos após a eflexão. c) No vácuo, a velocidade da luz ve melha é maio do que a da luz violeta. d) O ângulo de ef ação é igual ao ângulo de incidência. e) Quando um feixe de luz incide em uma supe fície que sepa a dois meios dife entes, oco em apenas os fenômen os eflexão e ef ação. 2. UEMS Um aio de luz, p opagando-se no a incide sob e uma p laca de vid o confo me most a a figu a. Sendo o índice de ef ação do a na = 1, qual é o índice de ef ação do vid o? N 1

45° vid o GABARITO a) 3 b) 6 c) 4 2 d) 2 e) 6 2 3. Unifo -CE No vácuo, ou no a , a velocidade da luz é de 3,0 .108 m/s. Num vid o, c ujo índice de ef ação é 1,50, a velocidade da luz é, em m/s, a) 1,0 . 108 b) 1,5 . 108 c) 2,0 . 108 d) 3,0 . 108 e) 4,5 . 108 IMPRIMIR

FÍSICA - Ref ação

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4. UESC-BA O fato de a água se ap esenta em seu estado natu al mais comum como um líquido t anspa ente possibilita que um feixe de aios sola es pa alelos, que ati nge a supe fície de um lago de águas límpidas e mais ef ingentes que o a , sob ângulo d e incidência α, 01) tenh um p rcel d luz incidente tr vess ndo superfície, sob ân gulo de refr ção β > α. 02) tenh um p rcel d luz incidente retorn ndo o r, so ângul o de reflexão θ = α. 03) sej complet mente refletido n superfície, so ângulo de reflexão = 90 – α. 04) sej complet mente refr t do, so ângulo de refr ção β = α. 05) sej complet te sorvido pel superfície do l go, podendo produzir elev ção d temper tur d águ . 5. U. Alfen s-MG Um pesso encontr -se deit d num tr mpolim, situ do três metr os de ltur , olh ndo p r piscin chei , cuj profundid de é de 2,5 m. Nest s c ircunstânci s, profundid de p rente d piscin será ) ex t mente 2,5 m. ) um v lor compreendido entre 2,5 e 3 m. c) um v lor m ior ue 3 m. d) um v lor menor ue 2,5 m. e) ex t mente 3 m. 6. Unirio Considere ue você vive em um mundo onde o ín dice de refr ção do vidro imerso em r é igu l 3. Se o índice de refr ção do r perm nece igu l 1, u ndo e por ue os o jetos serão vistos tr vés de um j nel , sendo es t de vidro e fech d ? ) Sempre, por ue sempre h verá lgum ângulo de incidênci rel tivo à norm l e m ior ue 0º p r o u l h verá refr ção. ) Sempre, por ue o vidro é um m eri l tr nsp rente. c) Apen s se os r ios d luz emitid por eles cheg rem à j nel f zendo um ângulo de 90º com superfície do vidro. d) Nunc , por ue sempre h verá ref lexão tot l n p ss gem do r p r o vidro. e) Nunc , por ue sempre h verá reflexão to t l n p ss gem do vidro p r o r. 7. UFRS Considere um lente com índice de refr ção igu l 1,5 imers complet mente em um meio cujo índice de refr ção pode ser consider do igu l 1. Um feixe luminoso de r ios p r lelos incide so re lente e conve rge p r um ponto P situ do so re o eixo princip l d lente. Sendo lente m nti d em su posição e su stituído o meio no u l el se encontr imers , são feit s s seg uintes firm ções respeito do experimento: I. Em um meio com índice de refr ção igu l o d lente, o feixe luminoso converge p r o mesmo ponto P. II. Em um meio com índi ce de refr ção menor do ue o d lente, porém m ior do ue 1, o feixe luminoso converg e p r um ponto P’ m is f st do d lente do ue o ponto P. III. Em um meio com índi ce de refr ção m ior do ue o d lente, o feixe luminoso diverge o tr vess r len te. Qu is estão corret s? 2 GABARITO IMPRIMIR

Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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) Apen s I.

) Apen s II. c) Apen s III. d) Apen s II e III. e) I, II e III.

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8. U. E. Pont Gross -PR Qu ndo um r io luminoso policromático incide em um super fície tr nsp rente, sofrendo refr ção, 01) ele present índices de refr ção diferentes p r c d cor. 02) ele present , p r o p r de meios, um único índice de refr ção p r tod s s cores. 04) luz se reflete difus mente, com m ior dest ue p r cor pred omin nte. 08) ocorre o fenômeno conhecido como dispersão d luz. 16) origin -se um f eixe de luz colorid . Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. 9. F tecSP A figur ixo mostr um feixe de r ios luminosos monocromáticos ue se prop g tr vés de um meio tr nsp rente A. Ao tingir outro meio tr nsp rente e homogêneo B, um p rte do feixe se reflete (II) e outr refr t (III). 3

A respeito dess situ ção é correto firm r ue: ) el não é possível. ) o meio A pode se o vácuo. c) o meio B pode ser o vácuo. d) velocid de dos r ios luminosos do feixe II é mesm ue dos r ios luminosos do feixe III. e) o ângulo (α) ue o feixe inci dente (I) form com superfície de sep r ção é m ior ue o ângulo ue o feixe refletido ( II) form com mesm superfície (β). 10. UFGO Considere ue um r io de luz prop g se de um meio de índice de refr ção n1, p r um meio de índice de refr ção n2. A superfície sep r ção entre os dois meios é pl n ; então, ( ) se esse r io de luz incidir o li u me nte, ele será refr t do, proxim ndo-se d norm l, c so o índice de refr ção n1 sej men or do ue o índice de refr ção n2. ( ) se r zão entre os senos dos ângulos de incidênci refr ção for igu l 1,5, velocid de do r io de luz no meio de índice de refr ção n1 se rá 50% menor ue no meio de índice de refr ção n2. ( ) se reflexão intern tot l ocorrer p r um ângulo de incidênci igu l 30°, o índice de refr ção deste meio será du s vezes or do ue o do outro meio. ( ) o produto d velocid de do r io de luz pelo índice de refr ção, no mesmo meio, é const nte. 11. UFGO Considere um estreito feixe de luz r nc incidindo so re um loco de vidro. A refr ção desse feixe no vidro dá origem u m espectro colorido, no u l se o serv m s seguintes cores, n ordem decrescent e de su s velocid des de prop g ção: vermelho, l r nj , m relo, verde, zul, nil e violet . O feixe violet refr t do é, então, direcion do um prism . Nesse fenômeno, ( ) dispersão d luz r nc ocorre, por ue o índice de refr ção do loco de vidro é dif erente p r c d um d s cores. ( ) o desvio d luz violet é menor do ue o desvi o d luz vermelh , u ndo m s emergem do loco de vidro. ( ) o feixe violet , o p ss r pelo prism , d rá origem um novo espectro colorido. ( ) se secção princi p l do prism for um triângulo retângulo isósceles, e o feixe violet incidir perpendi cul rmente so re um d s f ces, será o serv d reflexão intern tot l. Nesse c so, considere ue o ângulo limite é igu l 48°. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA - Refr ção Av nç r

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Refr ção Av nç r ¡ Pergunt -se: ) Qu l o segmento de ret orient do (1. Um r io de luz vári s cores ue compõem o rco-íris r . Além disso. 3. e r ios d s estão del emergindo.luz violet emergente luz vermelh emergente 4 Pode-se concluir. UFR -RJ Um curioso pont su l ntern ces p r um uário contendo águ e peixes. um refr ção e um segund reflexão. um ref e um segund refr ção. c) um refr ção.) ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . 13. UFRJ Temos dificuld de em enxerg r com nit z de ixo d águ por ue os índices de refr ção d córne e d s dem is estrutur s do olho são muito próximos do índice de refr ção d águ (nágu = 4/3). UFRN P r explic r form ção do present m um figur como ue vem em suspensão no r. ue o fenômeno do rco-íris ocorre por ue o índice de refr ção v ri com cor d luz e c d cor componente do r io de luz r nc incid ente so re got d’águ sofre. o ue interpõe um pe uen c m d de r (n r = 1) entre águ e o olho. seguinte se üênci d e fenômenos: ) um reflexão. n u l está represent d um got d’águ r nc está incidindo so re got . (P r não so rec rreg r figu emergentes d s cores violet e vermelh . A f igur present o sentido do feixe inici l d l ntern em direção à superfície ue sep r os dois meios ( r e águ ). Ness s condições. O ângulo de incidênci v le e os r ios refletido e refr t do são perpendicul res. um segund refr ção e um reflexão d) um reflex m segund reflexão e um refr ção. us ndo um rgumento d Físic . de cordo com os r ios mostr dos. C lcule ue distânci o mergulh dor vê im gem do peixe. o ângulo de refr ção v le ) 70° d) 30° ) 50° e) 20° c) 40° 14.0 m de um mergulh dor. Suponh o vidr o d másc r pl no e de espessur desprezível. n direção d másc r . Um pe ixe está um distânci de 2. 2. Lem re-se de ue p r ângulos pe uenos sen( ) > t n( ). 15. são represent dos pen s os r ios luz r nc incidente got d águ rco-íris. Por isso us mos másc r s de ulho. dess represent ção. os livros didáticos de Físic fre üentement ixo. l ntern GABARITO 5 4 IMPRIMIR 3 2 1 Volt r FÍSICA . 4 ou 5) ue melhor r epresent o sentido do feixe de luz dentro do uário? ) Justifi ue su respost p r esse tipo de fenômeno. UFSE Um r io de luz incide n superfície de sep r ção de dois meios tr nsp rentes sofrendo reflexão e refr ção. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 12. el present um conjunto de opções p r o sent ido d prop g ção do feixe de luz dentro do uário contendo águ . ) um refr ção.

) vem d p rte su mers do corpo d s n d dor s tin ge câm r . tir d s com câm r s su mers s n piscin . o ângulo de incidênci do r io luminoso é m ior ue o ângulo de refr ção. E. ) A função desempenh d pel lente o jetiv é mesm ue de um espelho convexo. ) se n1 < n2. p rte superior dificilmente se vê. seguindo tr jetóri mostr d em det lhe n figur . 0 c) 3 d) 2 3 e) 3 2 17. u se sempre p rece pen s p rte do corpo d s n d dor s ue está so águ . então ess pess o veri p is gem invertid . Então podemos firm r ue: ) se n1 > n2. No corte. O feixe de luz tr vess os prism s. Vunesp N s fotos d prov de n do sincroniz do. Cefet-PR Um r io luminoso se prop g de um meio de índice de refr ção (n1) p r outro meio de índice de refr ção (n2). julgue os itens ixo como verd deiros ou f lsos. o ângulo de refr ção o serv do é de 30º. d) se n1 < n2. devido à reflexão tot l. 5 18. Se ess s fotos são tir d s exclusiv men te com ilumin ção n tur l.0. P r ue isso conteç . Londrin -PR P r determin r o índice de refr ção de um lí uido. m s luz ue vem de for d águ não tr vess águ . d) emerge d câm r ilum in p rte su mers do corpo d s n d dor s.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ lente ocul r prism ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ . então o índice de refr ção do lí uido será: ) 0. m s p rte de for d águ não é ilumin d d evido à reflexão tot l ocorrid n superfície. m s p rte de for d águ não. ( ) O inóculo não funcion ri se não existisse o fenômeno d difr ção. o ângulo de incidênci do r io luminoso é menor ue o ângulo de refr ção. m s do u l tivessem sido retir d s s lentes o jetiv e ocul r. UnB-DF A figur ixo ilustr o fu ncion mento de um inóculo comum. ( ) A reflexão intern tot l ue ocorre em c d um dos prism s é fund ment lmente um f enômeno refr tivo. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refletido est rão em f se.16. c) se n1 > n2. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . U. sempre ocorre reflexão tot l e os r ios incidente e refr t do est rão em f se. f z-se com ue um feixe de luz monocromátic proveniente do r forme um ângulo de 60º em rel ção à norm l no ponto de incidênci . isso contece por ue luz ue ) vem d p rte su mers d o corpo d s n d dor s tinge câm r . GABARITO prism feixe de luz lente o jetiv tr jetóri d luz Acerc do funcion mento desse instrumento óptico. pode ocorrer reflexão tot l e os r ios incidente e refle tido est rão em f se. S o o índice de refr ção do r igu l 1. e) emerge d câm r ilumin p rte su mers do corpo d s n d dor s. e) se n1 > n2. m s luz ue vem de for d águ é sorvid pel águ . devido o desvio sofrido pel luz n tr vessi d superfície. ( ) Se um pesso o serv sse um p is gem com o inóculo descrito . o serv m-se s lentes o jetiv e ocul r e um p r de prism s. o contrário d luz ue vem d p rte su mers . 19. c) vem d p rte do corpo d s n d dor s ue está for d águ é desvi d o tr vess r águ e não converge p r câm r .

53° GABARITO S endo ue o índice de refr ção d águ é 4/3.0 6 ) ) c) d) 90° 60° 30° 15° 30° 0. de luz monocromátic . tot lmente m rr do e imerso em um t n ue tr nsp rente. ( ) Um o jeto se encontr n frente de um espelho esférico cônc vo. o ilusionist vê. determine o ângulo re l ue o holofote f z om horizont l. As cores ue compõem lu z r nc podem ser visu liz d s u ndo um feixe de luz. no meio 2. A luz de cor é menos desvi d de su direção de incidênci e de cor é m is desvi d de su direção de incid i . Unic p-PE Um r io de luz monocromático prop g -se de um meio 1 p r um meio 2. é 2. um dos holofotes do circo . Potigu r-RN Em um ex periênci re liz d em l or tório. ( ) Um o jeto re l de 2 m de ltur se encontr 5 m de um espelho pl no. esc p rá de modo surpreendente. proxim d men te: sen θ interf ce 1.Refr ção Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  . de modo ue o umento line r tr nsvers l é positivo. tr vés de um interf ce pl n . n ordem em ue el s p recem. em rel ção o meio 1. e se retr t num ângu lo de 30° com norm l. cheio de águ . Podemos firm r ue. ) dispersão – vermelh – violet ) dispersão – violet – vermelh c) difr ção – viole elh d) reflexão – vermelh – violet e) reflexão – violet – vermelh IMPRIMIR Volt r FÍSICA . o r io refr t do f rá com norm l um ângulo de.5 0 0 30 60 90 θ (gr us) 22. sep r ndo-se n s co res do espectro visí tr vess r um prism de vidro. ue lhe p rece est r 53º cim d horizont l.20. UERJ O present dor nunci o número do ilusionist ue. UFRS Selecione ltern tiv ue preenche corret mente s l cun s no p rágr fo ixo. 21. será V2 = V1 2 . A im gem se form rá 10 m do o jeto e terá t m ém 2 m de ltur . sofre vel. se o o jeto for re l. im gem t m ém será re l. 23. ( ) Se o r io de luz se prop g no meio 1 com veloc id de V1. S e-se ue o ângulo de incidênci é de 45° e o ângulo de refr ção. ( ) O índice de r meio 2. então su velocid de. Du r nte esse número. em um certo inst nte. o . um r io r s nte. U. 30°. p ss de um meio tr nsp rente p r outro.

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S e-se ue o vidro é um m eio m is refringente ue águ e. de índice de r efr ção n. 64) A luz sofre desvio. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro e. 16) A luz não sofre refr ção. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vid ro. 08) Qu ndo luz p ss do lí ui do p r o vidro. seu índice de refr ção é m ior ue o d águ r um r io de luz monocromátic ue p ss d águ p r o vidro e cheg nov mente à águ (figur ). Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) A lâmin vidro torn -se op c à luz. port nto. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. o p ss r do lí uido p r lâmin e. isto é. ocorre mud nç no seu comprimento de ond .Refr ção Av nç r  ¡ m ¡ . dest p r o meio lí uido. é mergulh d complet mente em um lí uido tr nsp rente de índice de refr ção t u l n. 25. f ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 24. dest p r o lí uido. t m ém. fic difícil distingui-l no lí uido. UFSC Um lâmin de vidro de f ces p r lel s. 02) A luz. 32) A luz ue se prop g no meio lí uido não sofre reflexão o incidir n lâmin de vidro. O serv -se ue lâmin de vidro torn -se pr tic mente invisível. o p ss r do meio lí uido p r lâmin de vidro. PUC-S P Um lâmin de vidro de f ces p r lel s está imers n águ . perfeit mente lis s. o gráfico ue melhor represent v ri ção de su velocid de de prop g ção em unção do tempo é ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ d  .7 ) ) GABARITO c) d) IMPRIMIR e) Volt r FÍSICA . 04) A luz sofre forte refr ção. por ue velocid de d luz nos dois meios é diferente. so re reflexão tot l.

77 sen 42° = 0.25 Ness situ ção.41.26.96 cos 75° = 0.64 cos 40° = 0. 08) A vel ocid de de prop g ção d luz no crist l é igu l 2 x 108 m/s. é verd de: 01) Predomin m os fenômenos de reflexão e refr ção. está a 2. θ ) 60° ) 30° c) 90° 8 d) 45° e) 55° 27. 16) Ao tingir o ponto J. luz sofre reflexão tot l.74 sen 75° = 0. UEMS Um peixe muito conhecido em M to Grosso do Sul.00 m ab aixo da supe fície de um io de águas calmas. IMPRIMIR 04) Ao p ss r do r p r o crist l.sen 40° = 0. 1 .índice de refr ção do r. o r io de luz se f st d norm l.Refr ção Av nç r ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .67 cos 42° = 0. Qual o ângulo θ cim d horizont l em ue o peixe poderá o serv r um ueim d 100 m d m rgem do rio? Considere o índice d e refr ção d águ do rio 1. 75° I 40° J GABARITO Considerem-se os seguintes d dos: . Volt r FÍSICA . 02) O ângulo eflexão do r io de luz ue incide no ponto I é igu l 15°.velocid de d luz no vácuo: 3 x 108 m/s . o “Dour do”. UFBA A figur ixo represent um r io de luz monocromático ue se prop g no r e incide no ponto I d superfície de um loco de crist l tr nsp rent e.

é igu l 2. Cefet-PR An lise s firm ções respeito de fenômenos ópticos. o ser refr t do p ss ndo do vidro p r o r. no vidro. ssin le ltern tiv cuj figur melhor represent os r ios refletidos e refr t dos n superfície do l go. velocid de de prop g ção d luz zul é menor ue d luz vermelh . (04) A reflexão intern tot l pode oc orrer. zul ) r nc r nc ) GABARITO ¡ ¨ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡  ¡ ¡  c) r nc d) 30. 3 (32) O fenômeno d difr ção ocorre u ndo luz tr vess um orifício de dimensões d ordem de gr ndez do seu comprimento de ond . e c. . AR θc c VIDRO s 9 Ness s condições. Consider ndo ess s inform ções. UFMG Um feixe de luz r nc i ncide o li u mente so re superfície de um l go. p rtir do u l ocorre reflexão 2 intern tot l. As color ções v riáv o serv d s em um CD (“comp ct disk”) deco em do mesmo fenômeno que o igina as co es do a co-í is. é correto firm r: (01) O ângulo de reflexão ue o r io form com no rm l é diferente do ângulo de incidênci . u ndo o r io luminoso incide do r p r o vidro ou do vidro p r o r.28. sendo menos abso vidas as adiações visíveis d e maio comp imento de onda. A colo ação ave melhada do Sol du ante o enta dece deco e do fato da luz b anca sof e uma abso ção seletiva. Uma adiação visível monoc omática não se decompõe em co s p imá ias ao at avessa um p isma. o índice de refr ção do r n r = 1 e velocid de de prop g ção d luz no r c = 3.0 x 108 m/s. loc liz d no interior de um loco de vidro. estão represent dos três r ios luminosos. (16) O ângulo crítico θc. I. 29. (02) O r io luminoso. III.0 x 108 m/s. UFBA N figur ixo. S e-se ue. ( 08) A velocid de de prop g ção d luz. Considere o índice de refr ção do vidro nv = 1. f st -se d norm l. emiti dos pel fonte S. II. Está(ão) co eta(s) a(s) afi mativa(s): a) soment ¡ ¡ ¡ ¡ r zul vermelh ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r vermelh ¡ zul zul vermelh ¡  ¡ ¡  ¡ ¡ r águ r nc r nc ¡ ¡ ¡ ¡ vermelh vermelh zul vermelh zul águ águ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . n águ . é d do por θc = rc sen ( ).5.

e) I. d) somente II e III. II e III. IMPRIMIR FÍSICA . c) somente III.e I. b) somente II.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta .

obse vando a passagem dos peixes. dificultando a saída do feixe pelas late ais. estão no plano dessas figu as. UFPB As figu as abaixo ep esentam secções etas de u m cubo de vid o que tem uma de suas faces atingida po um aio de luz monoc omátic a. devido ao fato de você e o peixe es ta em em meios dife entes. p aticamente sem sof e pe das (veja a figu a abaixo). já que ela co esponde à posição do objeto. também ep esentadas. os gue ei os p ovidenciam alimento at avés da pesca po lança. Pa a isso. oco e a eflexão inte na tota alto. ace ta ia: a) abaixo da imagem visualizada. 32. sem sabe . valem-se de um ecu so p ático. consegui o seu alimento. c) alto. Pa a ace tá-los. po causa do fenômeno da ef ação. há o fenômeno da ef ação. c) aci ma da imagem visualizada. po tanto. inclusive pa a o homem visualiza at avés dela e. em vi tude de ela co es ponde à posição do objeto. Em alguma s t ibos indígenas. pa a neles mi a a lança. IMPRIMIR FÍSICA . a posição da imagem não co esponde à pos objeto. as t ajetó ias fisica mente possíveis são a) I e II b) I e IV c) II e III d) II e IV e) III e IV GABARITO 33. pois você e o peixe estão em meios dife entes e. assim. dificultando a saída do feixe pelas late ais. e) abaixo da imagem v isualizada. é a) baixo. de uma ext emidade à out a. oco e a eflexão inte na total. mesmo encu vada. 10 I II III IV Sabendo-se que o índice de ef ação do vid o é maio do que o do a . p oveniente do a .Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .31. pois a luz sof e o fenômeno da ef ação. Pelotas-RS A água semp e foi vital pa a a sob evivência humana. um p incípio da Física. em vi tude do fenômeno da ef ação. pois. b) na posição da imagem. F. d) acima da imagem visua lizada. a ef ação é favo ecida. uma vez que você e o peixe estão em meios dife entes. Se você pa ticipasse desse tipo de pesca ia. apesa de você e o peixe esta em em meios dife entes. d) baixo. UFRN Uma fib a ótica. pe mite a p opagação de um feixe luminoso e m seu inte io . po ém. em elação ao índice de ef ação do a . fib a ótica feixe luminoso ep esentação esquemática da p opagação feixe luminoso A explicação física pa a o fato acima desc ito é a seguinte: Como o índice de ef ação da f a ótica. mesmo que você e o peixe estejam em meios dife entes. utilizando. a ef ação é favo ecida. As t ajetó ias do aio luminoso. postam-se à ma gem dos ios. U.

B 33.5 m 15. 02 5. V-F-V-F 21. C 19. D 26. B 2. D 22. B IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA .F ÍS IC A REFR AÇ ÃO 1 1. D 27. D 30. 37 23. F-F-V-V 20. E 32. C 17. E 18. 1. C 4.Ref ação ¨ Avança ¨ ¨ Volta   . E 3. V-F-V-V 11. 16 + 32 25. A 7. D 31. D 6. A 24. 2 + 8 + 16 + 32 29. (2) 16. 1 + 8 + 16 9. 1 + 8 + 16 28. E 14. C 10. B 13. D 8. V-F-F-F 1 2.

U. sen ( ) A p óp ia leitu a desta p ova é possível devido ao fenômen o de eflexão especula da luz. Assim. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . ) O índic e de ef ação absoluto de um meio é inve samente p opo cional à velocidade da luz. ( ) Um mic oscóp imagem eal e ampliada de um pequeno obje melha é a que possui maio velocidade. ( ) A lente é conve gente. com ângulo de incidência î. a luz ve um meio independe de luz que se p opaga nesse oduz uma imagem vi tual de um objeto e conve gente é semp e eal. há um a p opo ção di eta ent e o seno do ângulo de incidência î e o seno do ângulo de ef ação . o que ca acte iza o fenômeno da ef ação. ( ) Em um dete minado meio. ao incidi sob e uma supe fície. UFMT Sob e os fenômenos de eflexão e ef ação da luz. desc itos pela óptica geomét ica. ( ) A eflexão é um fenômeno no qual a luz .5 vezes b) 25 vezes c) 8 vezes d) 31 vezes e) 12 vezes 3. Unicap-PE U m objeto eal se encont a na f ente de uma lente esfé ica delgada.0 cm X 4 .0 cm sob e uma tela situada a 8. ) A p op iedade segundo a qual o índice de ef ação va ia com o comp imento de onda é chamada de dispe são. ^ é constante. ) Em um meio homogêneo.F ÍS IC A L ENTE S 1.0 m do p ojeto . sendo que î = . ( ) As lentes dos óculos modificam a di eção de p opagação a luz que passa at avés delas. julgue os itens como ve dadei os ou falsos. Sabe-se que a i magem fo mada é eal e se encont a a 30 cm da lente e que a distância ent e o objeto e a imagem é 50 cm. ( ) Quando a luz passa de um meio pa a out o. ) Sua distância focal é de 12 cm.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 4. e é semp e meno do que 1. a luz semp e se p opaga em linha eta. eto na ao meio de o igem com um ângulo . As dimensões na tela esta ão aumen tadas a) 6. no me io.Católica-DF Um p ojeto de 25 cm de distância focal p ojeta a imagem de um slide de 3. Unicap-PE ( ) O índice de ef ação de meio. ( ) A imagem p oduzida po uma lente io é um sistema de lentes que p oduz uma to. 1 GABARITO ( ( ( ( IMPRIMIR FÍSICA . 2. ( ) Uma lente dive gente semp e p al.

04) Uma lente de bo da delgada e índice de ef ação n. II e III. 16) A associação de uma lente plano côncava de aio R com uma l ente plano convexa de mesmo aio R é conve gente. lentes delgadas são aquelas que pos suem a pa te pe ifé ica menos espessa que a pa te cent al. a ve gência é negativa. UFMG Nesta figu a. d) I e III somente. UFR-RJ Po definição. Analisando tais alte nativas. III. c) II e III somente. Dê como esposta a soma das alte n ativas co etas. Lentes delgadas são semp e dive gentes.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . b) apenas a II é ve dadei a. é uma lente conve gente. 6. 08) Qua ndo ime sas no a . e) I. Em elação às lentes delgadas fo am feitas as seguintes afi mativas: I. O funcionamento das lentes comuns é explicado pelo fenômeno da ef ação da luz . d) apen as I e II são ve dadei as. 7. 8. III. II. ele pode usa apenas a) a lente I. b) a lente II. E. c) as lentes I e II I. são dadas as afi mações a s egui : I. e) apenas I e III são ve dadei as. Cefet-PR Com elação ao estudo das lentes. Lentes delgadas são semp e conve gentes. 02) Qualque lente pode se conve gente ou dive gente. qua do colocada num meio de índice de ef ação maio que n. Lentes delgadas podem se conve gentes ou dive gentes. 2 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . II. U. b) I e II somente. indepen dente de seu índice de ef ação. Na lente dive gente. está ep esentado o pe fil de t ês lentes de vid o: I II III Rafael que usa essas lentes pa a queima uma folha de papel com a luz do Sol. pode-se dize que a) apena s a I é ve dadei a. uma vez que seus focos são vi tuais. d) as lentes II e III. Ponta G ossaPR Sob e o compo tamento óptico das lentes. c) apenas a III é ve dadei a. lentes de bo das delgadas são conve gentes e lentes de bo das e spessas são dive gentes. Pa a isso. É(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões): a) I somente. assinale o que fo co eto: 01) Uma le nte é chamada conve gente quando os aios luminosos que nela incidem conco em pa a um mesmo ponto. A distância focal de uma lente depende do índice de ef ação do mate ial de que el a é feita.5.

( ) O c istalino é uma l ente bicôncava e flexível que p ojeta na etina uma imagem eal e inve tida do objet o visualizado. complementando o fenômeno conhecido po capacidade visual. 10.9. UFMA Um p ojeto cinematog áfico possui lente objetiva. cuja função é inve te e amp lia a imagem p ojetada. p. U. a soma das alt e nativas co etas. à medida que ele se movimenta: 3 objeto F da lente D F (∞) imagem imp óp ia GABARITO a) b) c) d) passa de vi tual pa a eal. 11. (04) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se afasta do olho. passa de eal pa a vi tual. Se o p ojeto possui objetiva com distância focal de 20 c m e a tela localiza-se a 20 m de distância da objetiva. que cont ola a ent ada de luz. do filme ao cent o óptico da objetiva é ap oximadamente: 20 m 99 89 b) m 20 99 c) m 20 20 d) m 89 94 e) m 20 a) IMPRIMIR FÍSICA . Dê. a imagem fo ma-se na etina sem que seja necessá io nenhum esfo ço de acomodação v isual. movimentando-se sob e seu eixo p incipal. O objeto afasta-se da lente. que funciona como uma lente conve gen te bicôncava simét ica e que pode te seus aios de cu vatu a alte ados. ana lise os itens como ve dadei os ou falsos. ( ) A luz emitida pelos olhos incide nos objetos à volta e a eles eto na. UFMT A espeito da capacidade de visão do olho humano. Pode-se afi ma qu e a imagem do objeto. (08) te á seus aios de cu vatu a diminuídos se um objeto se ap oxima do olho. então a distância. em seguida. Potigua -RN Em um labo ató io mode no de óptica tem-se um obje to luminoso situado num dos focos p incipais de uma lente conve gente. (02) te á seus a ios de cu vatu a diminuídos se um objeto se afasta do olho. UFMT O Olho Humano possui o c istalino. afasta-se cada vez mais da lente. dilatando-se quando o ambiente exte no tem pouca luz e cont aindo-se na p esença de muita luz. ( ) A luz at avessa a có nea localizada na pa te cent al da supe fície do globo ocula e passa. pa a pode m os foca as imagens a distâncias distintas. pela pupila.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 12. (16) te á seus aios de cu vatu a aumentados se um objeto se ap oxima do olho. como esposta. ap oxima-se do out o foco p incipal da lente. ( ) Quando se olha pa a um objeto dist ante. É co eto afi ma que o c istalino (01) não se alte a quando um objeto se ap oxima ou se afasta do olho.

Uni io O L F F 4 A figu a acima ep esenta uma lente biconvexa delgada L. seus focos F e um objet o O. Qual das figu as abaixo ep esenta co etamente a imagem O’ do objeto O e a t ajetó ia dos aios luminosos que at avessam a lente? O’ L O a) F F L O b) F F L GABARITO c) O O’ F F L O O’ d) F F L O O’ e) IMPRIMIR F ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . o fenômeno físico que está envolvido quando a luz at avessa as lentes é a a) eflexão especu la . e) ef ação luminosa.13. UFR-RJ É sabido que lentes desca táveis ou lentes usadas nos óculos t adicionais s e vem pa a co igi dificuldades na fo mação de imagens no globo ocula e que desvia m a t ajetó ia inicial do feixe de luz incidente na di eção da etina. 14. c) dispe são. b) dif ação luminosa. d) difusão. Sendo assim.

F FÍSICA .Lentes ¨ Avança ¨ Volta .

51). Ele obtém uma imagem plana e nítida com a lente localizada a 1.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ a) Quais as dimensões da tela p ojetada na pa ede? Qual a b) Como a imagem apa ece na tela p ojetada na pa ede: sem tida apenas na ve tical (de cabeça pa a baixo)? Inve tida tal (de cabeça pa a baixo e t ocando o lado esque do pelo distância focal da lente? qualque inve são? Inve na ve tical e na ho izon di eito)? Justifique. E. 04) Pa a p oj eta a imagem ampliada de um objeto sob e uma pa ede b anca. c) uma lente dive gente. 5 16.55 m. e) um espelho côncavo. 08) A lente A pode amplia a imagem de um objeto ime so no a . Dê como espo sta a soma das alte nativas co etas. independente do meio em que se encont e ime sa . Ponta G ossa-PR Sob e duas lentes. O tamanho da imagem obtida é igual a duas vezes o tamanho do objeto que se encont a a 15 cm do inst umento óptico. ambas fei tas com vid o c own (índice de ef ação igual a 1. e a distância da tela ao espelho é de 45 cm. e a distância da tela à lente é de 45 cm. A e B. F. IMPRIMIR FÍSICA . Vunesp Um estudante.42 m x 0.15. b) uma lente conve gente. é necessá io um disposi tivo dotado somente da lente B. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. assinale o que fo co eto: A B 01) A lente A é semp e conve gente. 02) O foco imagem da lente B é vi tual quando ela está ime sa no a . e a distância da tela à lente é de 30 cm. que mede 0. 16) A associação das duas lentes aumenta a distância focal da lente A. utilizando uma le nte. p ojeta a imagem da tela da sua televisão. U. d) uma lente conve gente. podemos afi ma que o etângulo esconde: GABARITO a) um espelho côncavo. Pelotas-RS O esquema abaixo most a a imagem p ojetada sob e uma tela. ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .36 m da pa ede.8 m da tela da televisão e a 0. utilizando um único inst umento óptico “escondido” pelo etângulo somb eado. U. e a distância da tela ao espelho é de 30 cm. desenhadas abaixo. na pa ed e oposta da sala. 17. e a distância da tela à lente é de 30 cm. Nessas condições.

Com b ase nos seus conhecimentos sob e as lentes e a sua impo tância pa a o desenvolvime nto da humanidade. onde o antepa o que cap a e g ava a imagem vi tual é um filme fotossensível. Idealizado pelo homem. p ismas e lentes. em dio pt ias. d) Na ef ação da luz. 6 ( ) Um objeto situa-se a 60 cm de uma lente conve gente de 20 cm de distância foca l. vale a) 5.Supe io de B asília-DF As lentes semp e estão p esentes no nosso dia-a-dia: nos óculos. I.0 IMPRIMIR FÍSICA . Essa lente conjuga pa a esse objeto uma imagem eal. passando pelo ponto de incidência. ( ) A eceita de óculos pa a uma pessoa indica que el a deve usa “lentes de 4.18. o aio incidente. UFSE Uma lente conve gente tem distância focal de 20 cm. GABARITO 20. A sua ve gência. isto é. cada inst umento óptico tem po finalidade: fo nece imagens muito pequenas (mic oscópio) ou imagens ap oximadas de objetos a fastados (luneta) ou. o aio ef atado e a e ta no mal à supe fície de sepa ação. todo a io de luz que incide numa di eção que passa pelo foco objeto p incipal ef ata-se pa alelamente ao eixo p incipal.0 c) – 0. nas máquinas fotog áficas e em inúme os inst umentos ópticos.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ . inve tida. Pa a a co eção da miopia deve-se aumenta a distância focal do sistema associando-se ao globo ocula uma lente dive gente. ( ) O míope ap esenta como defeito o achatamento do globo ocula pe pendicula mente ao eixo óptico.50 d) – 2.0 g aus”. p opicia uma eação química en e os sais que compõem a película e a luz incidente.0 b) 2. 19. ela deve usa óculos com lentes conve gentes de distância focal de 25 cm. julgue as afi mações a segui como ve dadei as ou falsas. ( ) A máquina fotog áfica é um inst umento óptico de p ojeção. e situada a 30 cm do cent o óptico da lente. Denominam-se in st umentos ópticos toda combinação conveniente de dispositivos ópticos como espelhos. b) A imagem de uma vela fo mada na etina de um o lho humano é vi tual e inve tida. e) A hipe met opia é um defeito do olho humano que deve se co igido com uso de lentes esfé icas dive gentes. di eita e ampliada em elação ao objeto. c) A imagem de uma vela p ojetada sob e uma tela é vi tual e di eita. pe tencem a planos distintos. então. eduzida em elação ao objeto. Se esta pessoa tem dificuldade pa a enxe ga obje tos afastados. egist a imagens de objetos (máquina fotog áfica). UEMS Assinale a alte nativa co eta: a) Em uma lente esfé ica delgada. ( ) A l upa ou lente de aumento é constituída apenas po uma lente dive gente que conjuga um a imagem vi tual.0 e) – 5.E.

L2. f.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Pa a obte um sistema equivalente p ode-se substitui estas lentes po uma que possua a distância focal. Qual a distância focal dessa lente. UFR-RJ Conside e o sistema óptico do olho humano como uma lente delgada situada a 20 mm da etina. F. a lente que Betânia deve escolhe é a: a) L2 b) L3 c) L1 d) L 4 22. Máquina fotog áfica Local pa a coloca a lente 5 km L1 L2 Posição do filme F1 F2 L3 F3 L4 7 F4 Com base nesses dados. quat o lentes (L1. F2. estão indicados t ês aios luminosos pa alelos incidentes e a conve gência dos mesmos pa a o espectivo foco.21. ao passo que a máquina. U. F3 e F4) estão na mesma escala. Pa a cada lente. quando a pessoa lê u m liv o a 35 cm? IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . UFRN A máquina fotog áfica de Betânia não pe mite que esta. Ube lândia-MG Um sistema ótico é fo mado po duas lentes conve gentes delg adas em contato. de distâncias focais f1 e f2. as lentes e as di stâncias destas aos focos (F1. o qual ela p etende fotog afa com a melho nitidez da imagem possível. Na fig u a. L3 e L4) e um ba co (a cinco quilômet os da máquin a). os cinco quilômet os não estão em escala. após at avessa em a lente. dada po f +f a) f = 1 2 f1 f2 f1 f2 b) f = f1 + f 2 f –f c) f = 1 2 f1 + f 2 2 f1 f2 d) f = f1 – f2 23. Isso só é possível com a t oca de lentes. va iando a posição da lente ajuste a focalização. A figu a abaixo ep esent a a máquina.

Ma ingá-PR Na figu a a segui . do objeto.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ 24. o objeto e a imagem são de mesma natu eza. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. O sistema ótico fo nece uma imagem I. à distância VB = 12 cm. Lond ina-PR Um objeto (O) encont a-se em f ente a uma lente. U. IMPRIMIR FÍSICA . Que alte nativa ep esenta co etamente a fo mação da imagem (I)? O ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . 08) Na situação ap esentada. Nessas condições.a) F F’ I O b) F F’ I O I c) F F’ 8 d) I O F F’ O e) F F’ I GABARITO 25. U. 16) O módulo da distância focal do sistema é de 30 cm. 02) Conside ando o obj eto eal. 04) O sistema S pode se uma lent e convexa. a imagem most ada na figu a é vi tual. ep esenta-se um objeto de tamanho O = 10 cm à distância VA = 20 cm de um sistema ótico S. assinale o que fo co eto: S O I A B V 01) O sistema S pode se tanto uma lente como um espelho. E. 32) O tamanho da imagem é de 5 cm. E.

e o slide . a) Qual a distância focal da lente? Justifique sua esposta. confo me Ve dadei a (V) ou Falsa (F). d) nt e a lente e o lust e. que a lente usada deve se esfé ica. mantém-se nessa egião. Itajubá-MG A que distância. diminui os olhos de quem os usava. começa a apa ece inve tida e nítida . Qual a meno distância ent e a lente do p ojeto . b) Calcule a que distância da asa da bo boleta o escotei o está posicionando a lupa. ela coloca a lente junto aos seus olhos. basicamente modelado as da cu vatu a da có nea. F. de um antepa o. ( ) Uma pessoa de visão no mal. constituem um fascinante conjunto capaz de fo ma e inte p eta imagens nas mais dive sas condições.50 m c) 2. 27. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. U. ( ) Numa eceita de óculos lê-se.Católica-DF Os olhos. que se localizava. ve ificou que eles p oduziam o efeito de. na coluna efe ente ao olho esque do. com – 3 di ( diopt ias). obse v ando os óculos de um amigo. o escotei o obse va os de talhes da asa de uma bo boleta ampliada quat o vezes. e concluiu que o amigo ce tamente não pode ia sof e de miopia. em cm.00 m d ) 4. São Ca los-SP Uma estudante obse va um lust e de lâmpadas fluo escentes ac esas no teto da sala de aula at avés de uma lente conve gente delgada. deve-se coloca uma len te de distância focal 9 cm pa a que uma fonte luminosa puntifo me localizada a 1 m do antepa o p oduza neste uma imagem nítida e eduzida da fonte. a) ent e a lente e o olho da estudante. apa entement e. mas muda de o ientação. ( ) Os hipe mét opes têm dificuldades em ve o bjetos p óximos. U. b) ent e a lente e o olho da estudante. mantém-se nessa egião. ( ) Uma pessoa hipe mét o pe tem dificuldades de ve nitidamente as imagens dos objetos p óximos pa a os qua is olha. fo am c iados pa a ajuda pessoas com alguns tipos de p oblemas da visão. se ela continua a afasta a lente. esse defeito da visão pode te como causa um globo ocula mais cu t o que o no mal. po que seu olho conjuga a esses objetos imagens vi tuais. mantém-se nessa egião e semp e é inve tida. j untamente com o cé eb o. U. mantém-se na supe fície e semp e é inve tida. estão se to nando co iquei as as ci u gias co etivas. Julgue cada afi mativa a se gui .Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . Lentes como essas podem se utilizadas pa a co igi o defeito da p esbiopia (ou “vista cansada”). Utilizando a mesma lupa.00 m b) 0. Ela nota que a imagem desse lust e. pa a que a imagem seja p ojetada sob e a tela? a) 1. a pa ti de ce ta distância. afastando-a lentamente. mas muda de o ientação. como a miopia.26. ( ) Ce tas lentes de óculos podem se usadas pa a concent a os a ios sola es e queima uma folha de papel. a hipe met opia e o astigmatismo. A pa ti daí. e) ent e a lent e e o lust e. Esta info mação significa que a lente efe ida foi eceitada pa a uma pe ssoa que ap esenta 3 g aus de miopia. UFRJ Um e scotei o usa uma lupa pa a acende uma foguei a. Pa a isso.50 m FÍSICA . M. um dos maio es avanços p áticos de todos os tempos. concent ando os aios sola es n um único ponto a 20 cm da lupa. a) 10 b) 50 c) 2 0 d) 18 e) 9 30. c) na supe fície da lente. Viçosa-MG Um slide encont a-se a 5 m da tela de p ojeção. F. especialmente com o auxílio de Lase . F. Sua conclusão foi ace tada. a imagem desse lust e. 28. de 450 mm de distância focal. 9 GABARITO IMPRIMIR 29. Mais ecentemente. Os óculos.

Cesg an io João. 10 33.5 cm b) 12. O g au das lentes dos óculos d e João é + 2.0 cm 32. a imagem do Sol. se ele quise p ojeta . Fuvest-SP Um disco é colocado diante de uma lente conve gente. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente.0 cm e) 60. tem p esbiopia. s ucessivamente. com o eixo que passa po seu cent o coincidindo com o eixo óptico da lente. em c entímet os. B e C. esse obse vado di ige o olha pa a P at avés da lente).Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .0 cm d) 50. Assim. também chamada de “vista cansada”. 04) no míope a imagem se fo ma à f ente da etina. um obse vado coloca-se. P ocu ando ve essa imagem. ou seja. essa imagem pode á se vista (imagem P) (disco) C A B GABARITO a) b) c) d) e) somente da posição A somente da posição B somente da posição C somente das posições B ou C alque das posições A. nas posições A. as pessoas com hipe met opia (dificuldade de ve de pe to) cont aem mais out o p oblema: a p esbiopia. B ou C Utilize o texto abaixo pa a esponde aos enunciados 34 e 35: À medida que a idade avança. sob e uma folha de papel. espec tivamente. O g au das lentes. de idade avançada.0 cm. IMPRIMIR 34.0 b) 50 e) 0. A imagem P do disco é f o mada confo me a figu a. 16) as duas p imei as podem se co igidas. (Estando em A. po lentes conve gentes e dive gentes. As sim.5 m da lente? a) 5. UFRS A distância focal de uma lente conve gente é de 10. 02) podem se co igidas espectivamente po lentes côncavas .0 di. UFSC As t ês doenças de visão mais comuns são miopia. é medido em dio pt ias (di) e é igual ao inve so da distância focal (f) da lente (medida em met os): V = 1/f.5 c) 25 FÍSICA . que é conseqüência do cans dos músculos que acomodam a visão às va iadas distâncias. É nesse momento que ent am em c ena os “óculos de leitu a”. ele deve á posiciona as lentes de seus óculos a uma distância da folha. sua ve gência (V).5 cm c) 30. com nitidez. sob e um antepa o situado a 0. igual a: a)100 d) 5.31. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. A que distância da l ente deve se colocada uma vela pa a que sua imagem seja p ojetada. É CORRETO afi ma que: 01) as t ês têm o igem em anomalias na est u tu a do globo ocula . hipe met op ia e astigmatismo. convexas e cilínd icas. 08) o hip e mét ope enxe ga mal de longe.

5 diopt ias. é um espelho esfé ico. 38. Vunesp Após examina um paciente. c) miopia e lentes conve gentes. ( ) O c istalino do olho humano co mpo ta-se como uma lente conve gente. d) miopia e lentes dive gentes. ( ) Um espelho de maquiagem. Se o ponto p óximo de uma pessoa se encont a a 2. ( ) Uma lupa é constituída po uma lente dive gente. UFPR Conside ando elementos ópti cos e os objetos ou situações ap esentados.0 m de seus olhos. PUC-PR Em optomet ia.5 di. a) hipe met opia e lente s conve gentes. dada pelo inve so da sua distância focal f (p = 1/f).0 di.5 di. O p ovável p oblema visual ap esentado po esta pe ssoa e o tipo das lentes eceitadas são. o “g au” de uma lente de óculos é a sua conve gência ou potência . ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ 35. c) 2. ( ) Óculos de sol (usados apenas pa a eduzi a intensidade luminosa) são constituídos po lentes conve gentes.d) V 0 f 0 f b) V e) V 0 f 0 f c) V 0 f 11 36. b) hipe met opia e lentes dive gentes. Se f é dada em met os. a con ve gência é dada em diopt ias (di).5 di . e) 4. um oftalmologista eceitou-lhe óculos com lentes e sfé icas de ve gência –1. é co eto afi ma : ( ) A supe fície efleto a em um fa ol de automóvel é um espelho plano. espectivamente. ela necessita de óculos de leitu a. e) astigmatismo e lentes conve gentes.5 di. 37. Cesg an io O g áfico que ep esenta co etamente o valo da distância focal (f) é: a) V da ve gência (V) em função ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . pa a o qual a imagem de um objeto p óximo é maio que o p óp io objeto. Supondo que o texto a se li do seja colocado a 25 cm de distância. d) 0. b) 2. ( ) Alguns p ism as podem se utilizados como espelho po pe miti em a eflexão inte na total. a pessoa necessita de óculos de “g au”: a) 3.

Lentes ¨ Avança ¨ Volta .IMPRIMIR GABARITO FÍSICA .

12 10.084m 0. V-V-V-V-F 28. A 37. F-F-V-V-F-V 38. B 23. E 9. E 14. C 34. 2 + 8 16. 18. F-V-F-F-F 5. C 36.9 mm 24.F ÍS IC A L ENTE S 1 1.3 m b) A < 0 — Imagem se á inve tida.Lentes ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ .11 f = 0. A 13. a) 0. V-V-V-F-F 4. C 12. 4 + 8 8. 1 + 2 + 4 33. V-FV-V 11. B 35. 18. A 2 5. D 3. C 27. A 21. E 15. B 32. B 22. D IMPRIMIR G A B A R IT O FÍSICA . A 20. A 30. F-F-V-F-V 19. 20 cm // 15 cm 29. D 17. C 6. V-V-F-V 2. C 7. 2 + 4 + 16 26. B 31.

5 .4 . ( ) Uma pessoa pode eduzi a intensidade da luz que atinge os seus olhos utilizan do pola izado es.2 .1 c) 3 . A água pu a é um meio t ans lúcido.4 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . II. é co eto afi ma : ( ) Luz é uma onda de nat u eza elet omagnética.2 .3 ) 2 . sua velocidade de p opagação é eduzida à metade do seu co espondente valo no vácuo. deve ser: ) 5 . Apenas a afi mativa II é ve dadei a. U.3 . E. o seu comp imento de onda pe manece inalte ado.4 . Lond ina Conside e as seguintes afi mativas: I.1 .Optic ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨¨ ¨¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¡ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¢ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨  ¨ ¡ ¡ ¡ ¡ ¨ ¡ ¨ ¨ ¨ ¨ . 3. ( ) A dif ação é um fenômeno que oco e exclusivamente com a luz. 1 2. ( ) Quando a luz se p opaga num meio mate ial com índice de ef ação igual a 2.4 . UFPR Com base nos conceitos da óptica. ( ) Quando um feixe de luz monoc omática é t ansmitido de um meio pa a out o. Sob e as afi mativas acima. III.5 e) 2 .F ÍS IC A Ó P T IC A 1. O vid o fosco é um meio opaco. Apenas as afi mativas I e a III são ve dadei as.1 .5 .5 . ( ) A p opagação etilínea da luz é evidenciada du ante um eclipse luna .1 . na ve ificação de conhecimentos de Óptica: (1)ângulo de incidência = ângulo de eflexão (2)n1senθ1 = n2senθ2 (3)distânci d im gem o espelho = distânci do o jeto o espelho (4)distânci foc l = met de do r io de curv tur (5)distânci foc l positiv ( ) espelho pl no ( ) lente convergente ( ) lei d refr ção ( ) lei d refl exão ( ) espelho esférico A se üênci numéric . de cim p r ixo. a) b) c) d) e) Apenas a afi m ativa I é ve dadei a. Acafe-SC Co elacione a coluna da di ei ta com a da esque da. O a é um meio t anspa ente.3 . Apenas as afi mativas II e a III são ve dadei as.4 d) 3 .1 .2 . assinale a alte nativa co eta. Apenas a afi mativa III é v e dadei a.

um lente de 8 cm de distânci foc l. se o relojoeiro tr lh r em tmosfer de r . num tel . é correto firm r: A (∞) ) O ponto A é um o jeto re l p r o D s istem S1 e um im gem re l p r S2. som d s ltern tiv s corret s. c) O ponto C é um ponto im gem re l p r o sistem S2 e um ponto o jeto v irtu l p r o sistem S3. e) Tod s são verd deir s. U. se lente us d for convergente e o relógio estiver entre o f oco e o vértice d lente. Então. Assim sendo. ) Somente firm tiv I é verd d eir . Pel o serv ção d figur . A íris se comport como um di fr gm . convergente o jeto nvergente im gem c) re l. fic n do o relógio so re o foco princip l. (32) o umento line r d im gem pode ser o tido. O crist lino se c omport como um lente. e lente é —— ———. (02) velocid de d luz ue incide so re o r elógio será de 2/3 do seu v lor no vácuo. m ior ue o o jeto. pode-se concluir ue im gem é —————. p r o tr lho de conserto de relógios. PUC-PR Se comp r rmos o olho hum no um câm r fotográfic . ) O ponto B é um ponto im gem re l p r o si stem S1 e um ponto o jeto virtu l p r o sistem S2.2 IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . II. PUC-RS Um lente fo rm im gem de um o jeto. B So re eles. A retin corresponde o filme d câm r . ) re l. como respost . conforme figur ixo. (08) o relógio deve fic r entre o pl no do fo co princip l e lente convergente. c) Somente III é verd deir . d) O ponto D é um ponto im gem virtu l p r o sistem S3 e n d represent p r os dem is sistem s. é correto firm r ue (01) lente us d deverá ser um lente divergente. M ringá-PR Um relojoeiro de vist norm l us . (04) lente us d será convergente. d) Somen te s firm tiv s II e III são verd deir s. tr vés d o módulo d r zão entre s distânci s d im gem o vértice d lente e do o jeto o vértice d lente. (16) im gem do relógio será virtu l. e) O ponto A é um o jeto impróprio p r o sistem S1 e um o jeto virtu l p r os dem is sistem s. direit . divergente d 3d e) m ior. divergente d) virtu l. Dê. III. ) Somente firm tiv II é verd deir . ue ele m ntém em próxim do olho. 5. 7. n d tendo ver com o sis tem S3.Optic  4. temos. podemos firm r: I. E. Cefet-PR A figur represent três sisS2 S3 tem s ópticos em ue dois são refr S1 C tores e um ref letor. 6. diver gente ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .

n u l se contest v m os v l ores mediev is. d) comprov ção de ue luz se prop g em linh ret . U. é form d de um espectro de luz colorid . ue se estendeu do século XIV o sécul o XVI. vigente no século XVIII. 2) reflexão. Pelot s-RS 3 A figur retr t historic mente o cientist inglês Is c Newton (1642-1727) f zend o um experiênci com luz. 10. 3) refr ção. É correto firm r-se ue o fenômeno físico demonstr do n f igur e o período histórico são. XIV e XV. ( Se θ1 = 60° e θ3 = 30°. pós refr ção. movimento intelec tu l ue representou o ápice d s tr nsform ções cultur is inici d s com o Ren scimento . c) difr ção d luz contorn ndo o prism . A e B. ue defendi m o teocentrismo e predestin ção preg dos pel Igrej C tólic . ( ) A fre üênci d luz no meio A é igu l à fre üênci d luz no meio B. em ue c d cor tem o seu própri o desvio. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . ) comprov ção de ue luz r nc . pós encontr r superfície de sep r ção dos meios. o Ren scimento. e) dispersão d luz r nc tr vés d refr ção. ( ) O comprimento de ond d luz no meio A é menor ue no meio B. A Com se n s propried des d luz. UFPR N figur ixo represent -se reflexão e refr ção de um feixe de luz mo nocromátic ue incide so re superfíθ1 θ 2 cie de sep r ção de dois meios. o Iluminismo. o índice de refr ção do meio B em rel ção o meio A é 3. S Dependendo d posição em ue é o serv d . o Iluminismo. v i refletir-se em um n tep ro. F. Reform Protest nte. um piscin chei d’águ pode p rent r ser m i s r s devido o fenômeno luminoso identific do por 1) dispersão. o Hum nismo. U. movi mento cultur l de tendênci l ic e irr cion l. movimento ue m rcou os séculos XIII. 4) pol riz ção. 9. é correto firm r: B ( ) Os ângulos θ1 e θ2 são igu is. θ3 ( ) índice de refr ção do meio A é m ior ue o do meio B. em ue el . ( ) A velocid de de prop g ção d lu no meio A é m ior ue no meio B.Optic  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ . 5) interferênci . respectiv mente: ) reflexão d luz so re um prism .8.

ou não. Dê. Este fenômeno ocorre pe o fato de um f eixe de uz.Optica Avançar ¡   ¡      ¡     ¡ ¡ ¡    ¡   ¡ ¡  ¢ ¡        ¡ ¡   ¡ ¡    ¡  ¡  ¡ ¡ ¡        ¡    ¡  ¡ ¡  ¡ ¡          ¡    ¡          ¢ ¡   ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡      ¡     ¡     ¡  . se o ín e de refr ção do meio onde se encontr o o jeto for igu l o índice de refr ção do m teri l. (08) O nascer e o pôr-do-so são vistos q uando o So se encontra acima da inha do horizonte. 4 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . atingir as paredes internas com ângu o m aior que o ângu o imite. não sofrerá desvio (refr ção). por exemp o. (04) o comprimento de ond (λ) do raio uminoso ue emerge da âmina independe do meio onde este se propaga. independentemente de a superfíc ie ref etora ser. (08) a ve ocidade da uz no interior da âmina será diferente da ve ocidade da uz que emerge do objeto pu ntiforme. no estu do da ei da ref exão.11. a sua imagem será virtua e eqüidistará h da superfície do materia . (02) O efeito da cor azu no céu está re acionad o com a presença da atmosfera em torno da Terra. (16) A fibra óptica permite uma e evada eficiência na transmissão devido ao fenômeno da ref exão tota . como resposta. Então. Unioeste-PR Dentre as a ternativas abaixo apresentadas. re a tivas a situações que envo vem conceitos de óptica. (04) O fenômeno da refração da uz está p resente nos espe hos esféricos nos casos de formação de imagens virtuais. M ringá-PR Um o jeto puntiforme encontr -se um ltur h so re um lâmin de m teri l homogêneo. U. ˆ (16) existe uma razão constante entre o seno do ângu o de refração R e o seno do ângu o ˆ de ref exão r. compatíve com a ei de Sne . (32) Através da uti ização de entes po arizadas. polido e tr nsp rente. como resposta. Isto ocorre devido à refração da uz ao penetrar na atmosfera. ao passar por um prisma. (32) se o objeto puntiforme for rea . independentement e da re ação entre a dimensão re evante do objeto (obstácu o ou fenda) e o comprimento d e onda da uz. uti iza-se o conceito da propagação do raio de uz em inha reta. d) somente para objetos (obstácu os ou fendas) cujas dimensõe s re evantes sejam muito maiores que o comprimento de onda da uz. 12. a qua faz com que o raio de uz retorne à atmosfera e produz a o efeito característico do arco-íris. dá-se pe a presença de impurezas ou irregu arida des no vidro. 13. (64) A decomposição da uz branca. assina e a(s) correta(s). a soma das a ternativas corretas. Isso é o que ocorre. então. Esse conceito é vá ido a) sempre. c) somente para espe hos cujas superfícies ref etoras sejam compatíve is com a ei de Sne . UFRN Na ótica geométrica. Dê. (01) Em a guns dias de chuva pode-se ver no céu o arco-íris. p rtindo do o jeto e incidindo perpendicul rmente so r e lâmin . é possíve impe ir tota mente a incidência da uz sobre uma determinada região. Um r io luminoso ue emerge desse o jeto incide so re superfície do m teri l. (02) um r io luminoso. que penetra em seu interior. Este fenômeno ocorre devido às dive rsas refrações que o raio de uz so ar sofre no interior da gota de chuva e devido à r ef exão interna tota . E. é correto firm r ue ˆ (01) o ângulo de incidênci î e o de reflexão r serão igu is. a soma das a terna tivas corretas. form ndo um ângulo î com norm l. b) sempre. pois a formação da imagem virtua se dá atrás desses espe hos. já que para outros materiais o fenômeno não acontece.

d) P r correção d hipermetropi é necessári utiliz ção de lentes convergentes. LANÇA ÍNDIO AR I II III IV ÁGUA 5 A figura acima é apenas esquemática. II. e e enxerga o peixe como estando na profundidade III. Esse arranjo permite determinar o índice de refração da âmina de vidro. ) Um pesso c om visão norm l. para qi = 45°. Usando a Lei de Sne e. considerando o índice de refração do ar igua a 1. a ei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e. A faixa de uz emergente. c) a ve o cidade da uz no prisma é a mesma. para a cor que sofre menor desvio. no Brasi . i nvertid e ument d u ndo pesso o serv um o jeto dist nte. Unifor-CE Um fino feixe de uz branca (por exemp o. mo stre que. a guns índios pescam em rios de águas c aras e crista inas. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertica . As pos ições I. a partir da experiê cia do seu dia-a-dia. para todas as cores. c) A v ri ção do d iâmetro d pupil tem como o jetivo control r entr d de luz no olho. U er -MG Assin le ltern tiv FALSA.Optic       ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡   ¡   ¡    ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¢    ¡   ¡  ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡       ¡           ¡  . e) o fenômeno citado encontra exp icação na re f exão tota da uz. e es conhecem. feitas de madeira. mais espessa e co orida. Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igua a 1. E a representa a visão que o índio tem da posição em q e está o peixe. b) o índice de refração do vidro é maior. UFRN Ainda hoje. Sobre a te a S é medida a distância y entre os raios de uz que chegam após ref exão na superfície superior da âmina e os raios que chegam após serem ref etidos na superfície inferior. o índio deve jogar sua ança em direção ao ponto: a) I b) II c) III d) IV s y 16.14. O fenômeno pe rmite conc uir que a) o índice de refração do vidro é diferente. à medid ue se proxim de um o jeto. para cada uma das cores . d) a uz se desvia mais pa ra a cor de maior ve ocidade no prisma.33. com anças pontiagudas. C onsidere que o peixe está praticamente parado nessa posição. IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . Isto é. ) O crist lino do olho de um p esso de visão norm l ge como um lente convergente ue produz um im gem re l. Para acertá.o. conseguem fazer a sua pesca. recebe o nome de espectro visíve . 15. O feixe incidente faz um ângu o qi com a direção norma à superfície da âmina ( eja figura). uz so ar) incide num pr isma de vidro de seção triangu ar. tem o r io de curv tur de s eu crist lino diminuído p r ue el continue foc liz ndo o o jeto. sofrendo duas refrações consecutivas. o índice de refração da âmina é dado por n= 2t2 1 + y2 2 1 2 GABARITO θi n θr x t 17. por isso. UFCE Um feixe de aser incide sobre uma âmina de vidro de índice de refração n e es pessura t. U.

Av nç r ¡ ¡ .

UFBA Em Biologi . F é um fonte de luz extens e A um ntep ro op co. é corre to firm r: F2 (01) Os ângulos de incidênci e de reflexão form dos A entre um r io do feixe F1 e norm l o espelho são igu is. som r . Dê. som r som r . ue p ss tr vés do F1 espelho e tr vess um filtro ntes de cheg r o o serv do r O. (04) A so rção de p rte d luz ue não p ss pelo filtro tr nsform energi luminos em energi térmic . Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . regiões de F GABARITO A I II III IMPRIMIR ) ) c) d) e) e penum r . ument energi dos átomos excit dos. co mo respost . o excit r os m rc dores fluorescentes. som d s ltern tiv s corret s. um r io de luz do feixe F2 é refr t do o p ss r d o r p r o espelho. Com se nos princípios físicos envolvidos no funcion mento do microscópio. um fe ixe de luz incidente F1.Optic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡  ¡  . som r e penum r . Pode-se firm r ue I. de comprimento filtro de ond entre 450 nm e 490 nm. penum r . penum r e som r . é re fletido no espelho E e excit os m rc dores fluorescentes d mostr A. penum r . utiliz ção de m rc dores fluoO rescentes permite o estudo de célul s tr vés do microscópio de fluorescênci . (08) A luz incidente. (16) Os elétrons dos átomos excit dos p ss m de níveis de menor energi p r níveis de m ior energi n emissão de luz pel mostr . (02) Consider ndo-se ue o espelho e o r têm índices de refr ção diferentes. penum r e som r . (32) A l uz ue incide n mostr tem m ior energi do ue luz emitid pós excit ção. respectiv mente. de compriE mento de ond superior 510 nm. A mostr excit d emite o feixe de luz F2. som r . II e III são.18. 20. som r e som r . o tr vess r um j nel de vidro (imers no r) de espessur d? ) ) c) d) e) d d d d d 6 19. UFR-RJ N figur ixo. No es uem simplific do o l do. m s não é refr t do o p ss r do espelho p r o r. UFPE Qu l d s figur s ixo melhor represent tr jetóri de um r io de luz monocromátic .

.

5 x 1012.u z é aproximadamente 9. (Fo ha de São Pau o. 16/04/99) Assina e a a ternativa incorreta: a) A uz da estre a Úpsi on demora 44 anos para chegar a Terra. UERJ As fi guras abaixo representam raios so ares incidentes sobre quatro entes distintas. A en te que seria mais efetiva para essa fina idade é a de número: a) I b) II c) III d) I V IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . em qui ômetros. concentrando a uz do so sobre e e.uz corresponde a distância que a uz perc orre no vácuo durante um ano terrestre. U erlândi -MG-P ies “Pel primeir vez n históri d explor ção esp ci l. ou sej . (…) estrel Úpsilon de ndrômed .Optica Avançar ¡ ¡   ¡   ¡ ¡    ¡   ¡ ¡ ¡   ¢   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡          ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡    ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ . 7 I II III IV Deseja-se incendiar um pedaço de pape . pois viaja à ve ocidade 3 x 108 m/s. pes uis dores dos EUA desco rir m existênci de um sistem pl netário semelh nte o Sistem Sol r. que a uz percorre durante um ano.21. d) A uz emitida pe a estre a Úpsi on é instan taneamente percebida na Terra. 22. b) A distância.F. U. fic 44 nos-luz de distânci d Terr ”. c) Um ano. um est rel com pelo menos três pl net s em su ór it . como é ch m d .

A 8. 45 20. A 15. D 22. A 18. 3 11. tg θr y tg θr = 2y sen θr 1 sen θi = ⇉n= sen θi n sen θr n= 1 2 sen θr sen2θr sen2θr = cos2 θr 1-sen2 θr tg2θr 1 e n= 2t2 1 + y2 2 1 + tg2θr tgθr 1 G A B A R IT O tg2θr = Assim: sen2θr = n= 1 2 y2 + 1 4t2 y 2t = 17. E 6. D 14.F ÍS IC A Ó P T IC A 1. 50 13. C 7. 60 5. D 16. B IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . A 4.Óptic ¡ ¡ ¡ . V-V-V-V-F-F 3. C 21. V-F-V-F-V-V 10. 26 1 2. temos: y = x = 2t . B 19. C 2. Como θi = 45°. E 9.

Ond s e M.0 Hz té 20. 1 ( ) Por se tr t r de um ond tr nsvers l. ixo rel cion d s. pode ser consider d como um ultr ssom. com um velocid de de 340 m/s. S. A esfer oscil entre s posições A e B. prop g ndo-se no r. 20°C.0 kHz ( s ond s ne ss f ix constituem o ue ch m mos som). ( ) No r. O p relho uditivo hum no norm l é c p z de perce er ond s num f ix de 20.0°C. prop g ção do som t m ém é de c ráter ondul tório. com comprimento de ond de 2. um temper tur de 20. no inst nte em ue esfer p ss por C. Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ .S . ( ) Um ond longitudin l. simétric s em rel ção à vertic l OC. B e C. luz não pode ser pol riz d .F ÍS IC A O N D A S E M . 1.H . inextensível e de m ss desprezível (ver figur ). 20. U. ( ) tensão no fio. IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) O desvio p r o vermelho (import nte indício em f vor d exp nsão do Universo) é um exemplo d ocorrênci do efeito Doppler-Fize u p r luz. é igu l o peso d esfer . A celer ção d gr vid o loc l v le g.0°C.10–2m. esse tipo de ond se prop g no r. ( ) n posição C.0 m. 2. U. ( ) o movimento oscil tório d esfer é uniformemente celer do. suspens por um fio de comprimento s. ( ) A lu z e o som têm o módulo de su velocid de de prop g ção ument do u ndo p ss m d águ p r o r. o comprimento de ond do som m is gudo ue o ouvido hum no pode perc e er mede 17. ( ) energi mecânic d m ss m. ( ) fre üênci de oscil ção do pêndu lo não será lter d se m ss m for modific d . H. So re o pêndulo simples pode-se fi rm r ue: ( ) o período de oscil ção do pêndulo é m ior em um loc l cuj celer ção d gr v de é m ior. nos pontos A. Desprez -se resistênci do r. tem igu l v lor. celer ção d esfer tem componente t ngenci l nul . Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s.C tólic -GO O s g m A C B GABARITO O pêndulo simples é um dispositivo constituído de um esfer de m ss m. Muito noss percepção do mundo em redor se deve o sentido d udição.C tólic -DF Como d luz.0.

-10 0 10 x(cm) -30 ( ( ( ) A mplitude do movimento é 20 cm. podemos firm r ue fre üênci ngul r do movimento é 10 r d/ s. Considerando a natureza das ondas son oras e o fato de o espetácu o se dar em um recinto fechado. GABARITO 5. de cordo com o gráfico d figur ixo. Unirio Em recente espetácu o em São Pau o. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . cujo comprimento de ond é λ = 34 m. ) Um ond sonor se prop g no r (V r = 340 m/s). atra pa haria o púb ico que apreciava o espetácu o. F(N) 30 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡    ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡   ¡   ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡     ¡ . é um infra-som.Ondas e M. ) A sens ção sonor é estimul d em n ossos ouvidos por um ond tr nsvers l cuj fre üênci está compreendid entre 20 Hz e 20000 Hz. b) Os materiais são adequados. em tese. Unic p-PE Um sistem constituído por um loco preso à extremid de de um mol osc il livremente em um pl no horizont l. não podemos e iminar o eco. e) A rec amação dos artistas é infundada porque o que e es ouvem é o retorno do som que e es mesmo produzem e qu e hes permite ava iar o que estão tocando. H. p r emitirem not s diferentes. d) A rec amação dos artist as é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. mas devido à superposição das ondas sonoras sempre ha verá eco. m is gudo será o som. ) Se o l oco tem m ss de 3 Kg. e u nto m ior o comprimento d cord . ) A direção d prop g ção de um ond não lter u ndo el p ss o li u mente de um meio p r outro. e v le 30 cm/s. indique a opção que aprese nta uma possíve exp icação para o acontecido. ) A energi do sistem é 3 J. a) Os materiais usados na construção da sa a de espetácu os não são suficientemente absorvedores de ondas sonoras para evitar o e co. ) A const nte elástic d mol é 3 N/cm. mas as ondas estacionárias formadas na sa a não podem ser e iminadas. ) A velocid de máxim ocorre no inst nte em ue celer ção é máxim . 2 ( ( 4. u nto m ior o comprimento de ond . menor é fre üênci . ) As cord s de um h rp possuem comprimentos diferentes. Avançar  ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ 3. e assim. Unic p-PE ( ( ( ( ( ) P r um ond ue se prop g em um certo meio. S. c) Os materiais são adequados. e o v lor lgé rico d forç result nte ue tu no loco v ri com sciss x. diversos artistas rec amaram do eco re f etido pe a arquitetura da sa a de concertos que os incomodava e.

Sabe-se. a amp itude e a ve ocidade de propa gação. refração. Viçosa-MG Em a guns fi mes de ficção científica a exp osão de uma nave espacia é uvida em outra nave. ref exão. necessariamente permanece const ante 1) a freqüência da onda. Sa vador-BA No fenômeno da refração da onda. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . U. com e) menos. menos. apresentam em comum 1) o período. sem d) menos. U. e) sto ocorre na rea idade e o som será ouvido inc usive com maior nitidez. d) isto ocorre na rea idade. 3) a amp itude da o nda. pois. 5) o comprimento de onda. mais. porém. apen as. produ zem-se ondas de freqüências diversas. c) isto ocorre na rea idade. 5) a direção de propagação da onda. e) Apenas I e III. ref exão. Avançar                                       . com espessa para 3 9. ocorre inversão de fase. sendo a nave tripu ada. II. UFRS Considere as seguintes afirmações a respei to de ondas transversais e ongitudinais: I. por não hav er meio materia no espaço sidera . 2) a ve ocidade de propagação. apenas. 7. refração. 3) o comprimento de onda. uma vez que o so m se propagará junto com a imagem da mesma. apenas. propagand o-se em uma corda homogênea sob tração constante. E. com c) menos. F.6. d) Apenas I e II. Londrina-PR Quando um pu so se propaga de uma corda outra espessa. III. 4) a am p itude e o período. mais. UESC-BA Variando-se a freqüência com que se movimenta uma corda tracionada. b) isto ocorre na rea idade. mesmo estando ambas no vácuo do espaço sidera . Ondas transversais podem apresentar efeito Dopp er e ondas ongitudinais não. Em re ação a este f ato é correto afirmar que: a) isto não ocorre na rea idade. H. 2) a ve ocidade de propagação da onda. U. Ondas transversais podem ser po ari zadas e ondas ongitudinais não. pois não é possíve a propagaçã o som no vácuo. Que a ternativa p reenche corretamente as acunas da frase acima? a) mais. 8. possui seu interior preenchido por gases. ref exão. mais. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas ongitudinais não. com b) mai s. c) Apena s III. 4) o comprimento de onda da onda. 10. S. pois as c ondições de propagação do som no espaço sidera são diferentes daque as daqui da Terra.Ondas e M. Quais estão corretas? a) Apenas I. que todas essas ondas. b) Apenas II. menos.

sem que se mude o meio. As ondas sonoras em ser po arizadas. Quando uma onda passa de um meio materia para outro. UFR-RJ Uma f onte produz ondas de freqüência f e período T em um determinado meio. O fenômeno da decomposição da uz branca em seu espectro é denominado dispersão. pois são ondas ongitudinais.11. H. é denominada de ef eito Dopp er. com a teração da freqüência da onda. d) I e II. É(são) correta(s) somente a(s) afirmação(õe a) I. obedecem as mesmas eis de ref exão e de refração da uz. b) II. c) III. c) a ve ocidade diminui. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Cefet-PR Com re ação ao estudo das ondas. b) A variação da freqüência de uma o nda. c) As ondas mecânicas. O esquema que representa a di fração de ondas é o a) b) c) d) 4 e) GABARITO 12. ao se ref etirem e se refratarem. d) o período a umenta. b) o comprimento de onda aumenta. S. d) Quanto maior for a freqüência de uma fon te de uma onda sonora. II. podemos afirmar que a) a ve ocidade aumenta. são feitas a s seguintes afirmações: I. a) A intensidade de um som é tanto maior quanto maior for a amp itude da onda sonora.Ondas e M. Avançar                      . III. Unifor-CE Os esquemas a seguir são norma mente usados para representar a propa gação de ondas na superfície da água em uma cuba de ondas. causada pe o movimento do observador em re ação à fonte de onda. e) o período diminui. 14. Se a freqüência da f onte for aumentada. U. e) I e III. Uberaba-MG Assina e a a ternativa FALSA. menor será a energia transportada por e a. 13. oco rre o fenômeno chamado refração.

em média. se uma estre a se afasta ou se aproxima da Terra. assim. e) Faraday. d) na formação de franja s c aras e escuras devido às microfendas dos fi tros po arizadores.Ondas e M. onde a ve ocidade de propagação do som é 340 m/s. Vunesp Nos cinemas 3D. para criar a i usão da 3ª dimensão. o ouvido humano seria mais sensíve a sons com freqüências em torno de a) 34 Hz b) 1320 Hz c) 1700 Hz d) 3400 Hz e) 680 0 Hz IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . no a r. Segundo esse mode o. o ouvido humano deveria ser mais se nsíve a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o compriment o do cana auditivo externo. captam-se ma sinais de TV e de te ef one ce u ar. c) Dopp er. Os sinais de rádio de freqüências baixas são me hor captados porque ——— i mente. 2. e) na produção de ondas uminosas que vibram num único p ano que contenha a direção de propagação. d) Vo ta. enquanto o som propaga-se no ar com ve ocidade a proximada de 330 m/s.5 cm. a visão tridimensiona .15. o espectador enxerga cada uma das imagens com um o ho. PUC-RS Em ocais baixos como num va e. são projetadas simu taneamente na te a do cinema de man eira a não sobrepor uma sobre a outra. b) na separação das cores que compõem a uz incidente devido à dispersão desta uz. duas imagens iguais. mas captam-se bem sinais de rádio de f reqüências baixas. S. fo rmadas por uz po arizada. A freqüência da onda audíve deverá ser apro ximadamente de: a) 110 Hz b) 1033 Hz c) 11. PUCRS Ondas sonoras e uminosas emitidas por fontes em movimento em re ação a um observ ador são recebidas por este com freqüência diferente da origina . Deseja-se produzir uma onda audíve que se propague no ar co m o mesmo comprimento de onda daque as uti izadas para transmissões de rádio em freqüênc ia modu ada (FM) de 100 Mhz (100 x 106 Hz). A po arização da uz consiste a) na passagem da uz de um meio para outro em que a ve ocidade de propagação é diferente. Fuves t-SP Uma onda e etromagnética propaga-se no ar com ve ocidade praticamente igua à d a uz no vácuo (c = 3 x 108 m/s). obtendo. Avançar                                                              . é denom inado de efeito a) Jou e. por exemp o. que per mite saber. c) na interferência entre o feixe de uz incidente e o mesmo feixe de uz ref etido por um obstácu o. que mede. Este fenômeno. a) ref etem b) refratam c) difratam d) po arizam e) reverberam 16.000 Hz d) 108 Hz e) 9 x 1013 Hz 19. Com o auxí io de ócu os com fi tros po arizador es. que são sinais de freqüências a tas. F uvest-SP Considerando o fenômeno de ressonância. b) Orsted. H. 18. 5 17.

No modo fundame nta . Ao co e a mão esque da. a freqüência de vibração f de uma corda com as ext emidades fixas é descrita pe a expressão: 1 T 2L ρ na qual T é a tensão.5 d) 1. julgue os itens a segui como ve dadei os ou falsos. vi b ando em seu modo fundamental.25 s em 0. ( ) No modo fundamental. Com base nessas info mações. de 0. UFSE Com uma égua. (04) modifica a f eqüência da s vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola.0 e) 0. Fisicamente. ( ) A onda sono a emitida po uma co da. que cob e a faixa de f eqüência de 600 kHz a 1500 kHz e out a. o meno e o maio comp imento de onda que podem se captado s po este apa elho valem. também chamado primeiro harmônico. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ .0 c) 2. pr opagando-se no ar. tal que a d istância ent e suas c istas consecutivas seja de 10 cm.20. L é o comp imento ρ é a densidade linea de massa da co da. constituirão. ( ) Uma mesma nota musical emitida po inst umentos musicais dife entes possui a mesma f eqüência fundamental de vib ação. ( ) Em um inst umento de vá ias co das. a soma d as alte nativas co etas. a) 2. as co das de tonalidades mais g aves são as de maio densidade line a de massa.25 s.33 m e 600 m c ) 3. o violei o define as notas musicais que ti a á d o inst umento ao dedilha . UFMT Suponha um violei o dest o que dedilhe uma viola de 10 co das com a mão d i eita e escolha as notas com a mão esque da. bate-se na supe fície da água de um tanque. a f eqüência de vib ação da co da se á eduzida p ela metade se a tensão fo aumentada em 25%. provocando compressões e rarefações periódicas que. ondas sonoras propagantes. é co eto afi ma que o violei o (01) modi fica a velocidade das ondas nas co das da viola ao p essiona em dife entes pont os da co da sob e o b aço da viola. vale a) 25 b) 4. 22. todas mantidas sob a mesma tensão e com o mesm o comp imento. (02) modifica a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. UnB-DF As vibrações transversais de cordas de instrumentos musicais causam variações na densidade do ar ao seu redor. fixando ce t os pontos sob e a co da da viola. Lemb ando que 1 kHz = 1 x 103 Hz e 1 MHz = 1 x 106 Hz e sabendo-se que a velocidade de p opagação das ondas de ádio é 3 x 108 m/s. em m/s. UFPB Um ádio ecepto ope a em duas modalidades: uma. na situação desc ita. tem comp imento de onda igual ao dob o do comp i mento da co da. p oduzindo-se uma onda de pulsos etos. como esposta.Ondas e M. de 90 MHz a 120 MHz. ( ) Uma co da vib ando em seu segundo ha mônico possui o dob o de nós a p esentados pelo p imei o ha mônico. S.0 m e 1500 m IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . A velocidade de p opagação da onda.40 23. H. Dê.5 m e 200 m e) 6. (08) modifica o comp imento de onda das vib ações das co das da viola ao p essiona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. assim.33 m e 500 m d) 2. AM. espectivamente.5 m e 500 m b) 1. FM. (16) modifica tanto a velocidade das ondas nas co das da viola como a intensidade das vib ações ao p ess iona dife entes pontos da co da sob e o b aço da viola. 6 21.

dete mine: a) A f eqüência em he tz. 04) A luz pola izada pode se obtida po eflexão e po dupla ef ação. exis te uma abe tu a etangula de la gu a ligei amente maio que o comp imento de on da da onda. assinale o que fo co eto: 01) As ondas sono as não se pola izam po que são longitudinais. b) A amplitude. U. 02) O olho humano é i ncapaz de analisa a luz pola izada po que não consegue distinguila da luz natu al . UFR-RJ A figu a abaixo most a o g áfico de um movimento ha mônico simples. E. 08) Numa ond a mecânica pola izada. x (cm) 40 1 2 3 4 t (s) GABARITO –40 Analisando a figu a. A posição das c istas dessa onda. todas as pa tículas do meio vib am numa única di eção. ao se p opaga . em um ce to momento. se ap oxima de u ma ba ei a. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ Conside ando essas info mações. A seta indica a di eção de p opagação da onda. Na ba ei a. 7 b) d) 25. está ep esenta uma onda que. IMPRIMIR FÍSICA .24.Ondas e M. está ep esentada pelas linhas ve ticais. 16) Quando o analisado gi a 90 em elação ao po a izado . a intensidade da onda pola izada to na-se nula. S. UFMG Na figu a. Ponta G ossa-PR Sob e o fenômeno da pola ização. que é pe pend cula à di eção em que a onda se p opaga. 26. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. a) c) ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨   ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ep esentad ¨ ¨ . assinale a alte nativa em que melho estão as as c istas dessa onda após ela te passado pela ba ei a. H.

O que distingue onda mecânica longitudinal de onda mecânica t ans ve sal é a) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de inte fe ênc ia. b) efeito fotoelét ico. a f eqüência pe manece constante e o comp imento de onda pode aumenta ou di minui . quanto meno a dimensão do obstác ulo ou fenda. Po out o lado. Ma ingá-PR Em elação ao conteúdo de ondas. H. b) apenas a I e a II. confo me o sentido de p opagação. b) o fato de apenas uma dessas ondas esta sujeita ao fenômeno de dif ação. 16) Somente temos supe posição de ondas quando elas possuem a mesma f eqüência e a mesma amplitude. E. Ele é fixado no chão e emite um feixe de mic oondas que incide sob e o veículo e. em uma aula expe imenta l do Cu so de Fonoaudiologia. ¨ Avança ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . A pa ti dessa dife ença de f eqüências. U. São co etas as afi mações: a) apenas a I. o som p oduzido é um exemplo de um tipo de onda mecânica longitudinal que se p opa ga no a . Timb e é a qualidade que pe mite distingui dois sons de mesma altu a e intensidade emitidos po fontes dife entes. c) lei da eflexão. d) I . em pa te. II e III.27. 64) Toda onda necessita de um meio mate ial pa a se p opaga . UFRN Quando falamos . 8 IMPRIMIR GABARITO FÍSICA . é de 60 m/s. a onda p oduzida é um exemplo de um tipo de onda mecânica t ansve sal que se p opaga na supe fície da água.Ondas e M. O eco é um fenômeno causado pela eflexão do som num antepa o. O som g ave é um som de baixa f eqüência. é efletido pa a o apa elho. S. ao encont a a supe fície de sepa ação de dois meios t anspa entes. no meio conside ado. quando jogamos uma ped a na água contida em um tanque. II. a velocidade de p opagação da o nda. d) efeito Dopple . c) a d i eção em que o meio de p opagação vib a enquanto cada uma das ondas passa po ele. c) apenas a I e a III. 08) Pa a uma onda estacioná ia de f eqüência 100 Hz. U. III. se a distância ent e dois nós consecutivos é de 6 cm. 29. assinale o que fo co eto: 01) Qu ando uma onda se ef ata. 04) Na dif ação de ondas. Potigua -RN No Labo ató io de Física Acústica da UnP. 32) Ondas t anspo tam ene gia e quantidade de movimento. O ada mede a dif e ença ent e a f eqüência do feixe emitido e a do feixe efletido. 30. são ap esentadas as seguintes obse vações com elação aos fe nômenos acústicos: I. UFRN O ada é um dos equipamentos usados pa a cont ola a velocid ade dos veículos nas est adas. é possível medi a velocidade do automóvel. O que fundamenta o uso do ada pa a essa finalidade é o(a) a) lei da ef ação. 02) Ondas sono as são t ansve sais e ondas e m uma co da são longitudinais. mais acentuada é a dif ação. Dê como esposta a soma das alte nativas co etas. 28. d) a di eção do plano de pola ização de cada uma das ondas enquanto elas se p opagam no meio .

Cefet-PR A 20 m de uma buzina a intensidade sono ra do som que ela emite vale 2. UFR-RJ Uma ce ta emisso a de ádio t ansmite sua p og amação com uma f eqüência de 600 kHz.0 — 10–3 e) 1. porém com 1/4 do diâmetro do primeiro. Avançar ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . verificase que dentre elas existe(m): a) uma única onda mecânica.5 — 10–3 d) 1.2 — 10–3 c) .1 — 10–3 b) 0. e) cinco ondas mecânicas.Ondas e M.0 • 10 –3 W/m 2. constituído do mesmo material. Ube aba-MG Um mo cego voando c om velocidade v0 em di eção a uma supe fície plana. H. b) duas ondas mecânicas. em W/m 2: a) 0. calcule o com p imento de onda das ondas desta emisso a. muda para: a) 80 b) 600 c) 25 d) 1600 e) 400 35. em m/s. Cefet-PR Considere a listagem de ondas citada a seguir. Sabendo-se que a velocidade das ondas de ádio é de 3 x 108 m/s. S.31. Sabendo-se que a velocidade do som é v. a va iação de f eqüência ouvida pelo mo cego se á a) ∆f = f0 v v0 b) ∆f = f0 v0 v c) ∆f = f0 2v0 v – v0 d) ∆f = f0 v + v0 v – v0 33. c) três ondas mecânicas. Qua ndo essa onda passa para um outro fio. emite uma onda ult a-sônica de f eqüênc a f0. Acafe-SC A v elocidade escalar de uma onda transversal que se propaga num fio é de 100 m/s. infravermelho ondas de radio raio X microondas raios gama ultra-som ondas lumin osas ultravioleta 9 Quanto ao critério de classificação das ondas em mecânicas e eletromagnéticas. d) quatro ondas mecânicas.5 — 10–3 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . Como não existe nenhum obstáculo à propagaç a intensidade sonora a 40 m de distância valerá. 32. U. 34. a velocidade de propagação da onda.

Sabendo que a velocidade do som é de 340 m/s. com velocidade de 1. para executar uma osci ação comp eta é: a) 25 s 3 3 s 20 10 s 3 3 s 10 1 s 3 IMPRIMIR b) c) d) e) Vo tar FÍSICA . 40 8 e 16 b) 396. Mackenzie-SP Uma onda sonora de comprimento de onda 68 cm se propaga no ar c om ve ocidade de 340 m/s. H. a freqüência aparente das on das não-refletidas. 404 e 8 c) 398.2 m e v = 120 m/s 38.8 m e v = 80 m/s λ = 0. respectivamente. à deriva. f2.8 m e v = 120 m/s λ = 0.36. se propaga no oceano com uma ve ocidade de 30 m/s. freqüência aparente das ond as sonoras que alcançam o observador depois de refletidas pela parede e f3. os valores que me lhor expressam as freqüências em hertz de f1. 402 e 4 d) 402.2 m e v = 180 m/s λ = 1.8 m e v = 180 m/s λ = 1. e e terá a freqüência de: a) 600 Hz d) 300 Hz b) 500 Hz e) 200 Hz c) 400 Hz 39. Avançar        .7 m/s. Se esse som se propagar na água. de comprimento de onda λ = 100 m. PUC-S P Uma onda senoidal que se propaga por uma corda (como mostra a figura) é produzid a por uma fonte que vibra com uma freqüência de 150 Hz. 398 e 4 e) 404. O comprimento de onda e a ve locidade de propagação dessa onda são 10 a) b) c) d) e) λ = 0. 30 m/s GABARITO λ=100 m O tempo que eva o bote de um náufrago. São nominadas: f1. a freqüênc ia dos batimentos. são a) 392. em direção a uma p rede plana. ITA-SP Um diapasão de freqüência 400 Hz é afastado de um observador. UEMS Um trem de ondas periódica s. S.Ondas e M. f2 e f3. 396 e 4 37. vindas diretamente até o observador.

IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 43. um movimento harmônico sim les de eríodo igual a T. U. S. ) Se a de nsidade inear da corda é µ = 100 g/m. ) A equação da onda no S. 03) da ulsação do movimento. e seu período va e 0. que se propaga com ve ocidade d e 50 cm/s. e que a velocid ade de ro agação do som no ar é a roximadamente de 335 m/s.5 sen(πx + 20 πt). Avançar ¤  ¤  ¤ ¤ ¤     ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ .5m ( ( ( ( ( ) A onda que se propaga nessa corda é mecânica e transversa . tem-se representada uma onda periódica. Com base nessa informação. T 2 Nessas condições.Ondas e M. GABARITO 42. é igua a a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 41. em se gundos. Unicap-PE A figura abaixo represent a uma onda que se propaga em uma corda de freqüência f = 10 Hz. é y = 0. H. 05) do eso do cor o. calcule o com rimento de onda do som. sob re um lano horizontal sem atrito.1 s . ) A ve ocidade de propagação da onda é 72 km/h. UERJ O dono do circo anuncia o início do es etáculo usa ndo uma sirene. UESC-BA Um cor o ligado a uma mola ideal de constante elástica K. o roduto k( ) fornece a medida 2π 01) da massa do cor o. Sabendo que a freqüência do som da sirene é de 104 Hz.Cató ica Dom Bosco-MS 150 cm Na figura. ) A amp itude da onda é 1 m. pode-se conc uir que o período dessa onda. realiza. 04) da deformação máxima da mol a. I.5m 0. conc uímos que a corda está tracionada com 40 N. 02 ) da am litude do movimento. √ 11 0.40.

. Tais radiações propagam-se. 2. 46. acima de 15000 m de a titude. Física v. A fenas-MG Uma onda sonora de freqüência 960 Hz é e mitida no ar. e es cont ribuem para o efeito estufa e. e) o som á tem maior ve ocidade de propagação do que o som dó. em hertz. do S. São Pau o: Ática. UERJ Um feixe de laser. e) 2. é dada por : 1 a) 3 2 b) 3 c) 1 3 d) 2 45. b) o som si é mais grave do que o som mi. b) 0. aprisionada pe a atmosfera terrestre. Entre outros. 1998. λvidro / λar . dos sons fundamentais de notas musicais produzidas por diapasões que vibram no ar.51 m. p. Quando essa onda passa para a água. onde sua ve ocidade é de 1450 m/s. no vácuo. no ca so descrito.35 m. U. 5) freqüência e comprimento de onda diferentes. a freqüência da radiação não se altera ao assar de um meio ara outro. num mesmo ambiente. embora seus comprimentos de onda sejam igua is. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . a razã entre os com rimentos ded onda. 47. são dup amente prejudiciais. 6.66 m. d) o som fá é m ais agudo do que o som ré. 121) A radiação u travio eta que atinge a Terra como conseqüência da destruição da camada de ozô e a radiação infraverme ha. onde sua ve ocidade é de 340 m/s.Ondas e M. H. o va or do comprimento de onda λ será. os c orof uorcarbo nos. c) 1. Avançar    ¤    ¤   ¤    ¤       ¤ ¤         ¤            . fazem parte do espectro e etromagnético. F. ed.dessa radiação no vidro e no ar. destroem a camada d e ozônio que protege a Terra dos raios u travio eta do So . dó 264 ré 297 mi 330 fá 352 so 396 á 440 si 495 12 GABARITO A partir das informações fornecidas. gerando o efeito estufa. 2) o mesmo comprimento de onda. 3) a mesma freqüência d a uz visíve .44. S. CFC.82 m. podemos afirmar que a) o comprimento de onda do som á é menor do que o do som ré. mas sua ve ocidade de propagação é menor. Pe otas-RS A tabe a abaixo apresenta as freqüências. Dja ma N. U. 4) a mesma ve ocidade e a mesma freqüência. a) 0. ro agando-se no ar com velocidade var enetra numa lâmina de vidro e sua velocidade 2 é reduzida ara vvidro = 3 var Sabendo que. c) o som so é mais a to do que o som dó e se propagam com maior ve ocidade. aproximadame nte. mas ambos têm o mesmo comprimento de onda. d) 1. Quando atingem a baixa atmosfera.86 m. (Paraná. UESC-BA Não é apenas o CO2 que causa estragos na atmosfera. c om 1) ve ocidades distintas. mas ambos propagamse com a mesma ve ocidade.

c) A freqüência e o comprimento de onda.48. e) A freqüência e a ve ocidade. UFPE Qua (ais) característica(s) da uz — comprimento de onda. d) A ve ocidade e o comprimento de onda.0 6. 50. assina e aque e que. a) d) b) e) c) 13 49. UFRS Entre os gráficos apresentados abaixo.0 4. pe a sua forma. UFRN As cores de uz exibid as na queima de fogos de artifício dependem de certas substâncias uti izadas na sua fabricação. me hor apresenta a re ação entre período (T) e comprimento de onda (λ) da uz ao propagar-se no vácuo.5 5.0 5. freqüência e ve ocida de — muda(m) de va or quando a uz passa do ar para o vidro? a) Apenas a freqüência.0 x 1014 H que a ve ocidade da uz é 3 x 108 m • s–1.5 GABARITO amare a 3. assina e a opção correspondente à cor da uz dos fogos d e artifício que contêm compostos de níque .5 Comprimento de onda (10–7 m) IMPRIMIR a) b) c) d) verme ha vio eta aranja verde Vo tar aranja vio eta verde  azu                                     . b ) Apenas a ve ocidade.5 6. verme ha 7. em esca as ineares e unidades arb itrárias.5 4. Sabe-se que a freqüência da uz emitida pe a combustão do níque é 6. Com base nesses dados e no espectro visíve fornecido pe a figura abaixo.0 7.

S. Avançar . H.FÍSICA .Ondas e M.

d) se propagam com ve ocidades menores que a da uz. Fuvest-SP Uma peça. H.5 Hz c ) 1. um movimento harmônico sim les Y(t) como indicado no gráf ico.5 Hz IMPRIMIR Voltar FÍSICA . gira em torno de um eixo h orizonta P.Ondas e M. PUC-PR Um automóve com ve ocidade constante de 72 km/h se aproxima de um pede stre parado. 14 GABARITO Assim. a) interferência – em sentidos contrários b) interferência – no mes o c) po arização – no mesmo sentido d) dispersão – no mesmo sentido e) dispersão – em senti contrários 54.51. A forma da eça é tal que. Sabendo-se que a ve ocidade do som no ar é de 340 m/s.0 Hz d) 0. a extremidade da haste sobe e desce. odendo a haste mover-se a enas na vertical. Avançar    ¤ ¤          ¤ ¤ ¤    ¤ ¤     ¤ . com o assar do tem o. e) são po arizadas. descreven do.75 Hz e) 0. com ve ocidade angu ar constante e igua a π rad/s. 53. S.0 Hz b) 1. PUC-PR No vácuo. a freqüência do som que o pedestre irá ouvir será de: a ) 500 Hz b) 680 Hz c) 720 Hz d) 765 Hz e) 789 Hz 52. todas as ond as e etromagnéticas a) têm a mesma freqüência. A freqüência do som emitido pe a buzina é de 720 Hz. Uma mola mantém uma haste a oiada sobre a eça. enquanto ela gira. com a forma indicada. UFRS Assina e a a ternativa que preenche corretamente as acu nas do parágrafo abaixo. c) se propagam com a mesma ve ocidade. Cada modo de osci ação da onda estacionária que se forma em uma corda esticada pode ser considerado o resu tado da ————— de duas ondas senoidais idênticas que se propagam ————— . a freqüência do movimento da extremidade da haste será de a) 3. b) têm a mesma intensidade.

Lá. quando a freqüência atingir 48 0 Hz. c) irradiação.Ondas e M. or exem lo. A extre midade B é fixa e a tração na corda é constante. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. uma nova configuração de ondas estacionárias. tornando os sons mais graves. c) cinco nós e quatro ventres. ( ) as freqüências dos sons gerados serão menores quan to menor for o com rimento da corda. o cont rabaixo. F. e) convecção. observa-se que essa configuração se desfaz até a arecer. onde a arecem três tres (V) e quatro nós (N). Vunes A freqüência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada ela ex res são f= n 2 T . quando a freqüência atingir 440 Hz. Neles. tornando os sons mais agudos. o que costuma acontecer habitualmente. roduzidas nas cordas. A extremidade A está resa a um oscilador que vibra com equena am litude. quando a freqüência atingir 720 Hz. 57. UFGO Sons musicais odem ser gerados or instrumentos de cordas. tornando os sons mais graves. violão. quando a freqüência atingir 540 Hz. H. 15 56. d) cinco nós e cinco ventres. Uma violinista afina seu instrumento iluminado e o le va ao alco. como. O com rimento das cordas define a faixa de freqüência e m cada um desses instrumentos. ( ) a onda mecânica transversal na corda uz uma onda sonora transversal. a freqüência do oscilador é 360 Hz. é o com rimento da corda. o que reduz a tensão a que elas estão subme tidas. T é tensão à qual a corda está submet e µ é a sua densidade linear. Aumentando-se gradativame nte a freqüência do oscilador. U. ( ) os sons são gerados or ondas estacionária s. São Carlos-SP A figura re resenta uma configuração de ondas estacionárias numa corda. e) seis nós e oi to ventres. ( ) cada corda vibra originando uma onda sonora com fr eqüência igual à freqüência de oscilação da corda. Na situação da figura. quando a freqüência atingir 400 Hz. Uma justifi cativa correta ara esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes or a) irradiação. o que aument a a tensão a que elas estão submetidas. b) quatro nós e cinco ventres. etc. formada or a) quatro nós e quat ro ventres. d) irradiação. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . violino. b) condução. iluminado or otentes holofotes. µ onde n é um número inteiro. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .55. ela ercebe que o seu violino recisa ser afinado novamente. tornando os sons mais agudos. tornando os sons mais agudos. S. o que reduz a tensão a que elas estão submetidas. em seguida. o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas.

6 t(s) 16 -5 (ii) y (cm) 10 5 20 -5 40 60 ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .4 0.5 0. roduzimos uma outra onda como indicado na figura (iii). Essa onda faz com que uma equena rolha sofra deslocamentos verticais .2 0.58.1 0.3 0. y (cm) 5 0 20 40 60 80 100 120 x(cm) -5 (i) y (cm) 5 0 0. como indicado na figura (ii). UFGO Uma onda roduzida na su erfície de um tanque de água está esquematizada na f igura (i). De ois.

de ois da segunda onda. S. A velocidade é 200 m/s. trans ortam energia.Ondas e M. será 7. como as ondas no tanque e as ondas numa corda. A am litude de oscilação da rolha . o que oscila é a ressão numa c erta osição. é necessário que a parede esteja à distânci a mínima de a) 10 m b) 17 m c) 30 m d) 42 m e) 70 m ) ) ) ) IMPRIMIR Voltar FÍSICA .5 cm. ( ) Na onda no tanque. Para que a pessoa ouça nitidamente o eco. 59. 0. H. Unifor-CE Para se erceber dois sons distintamente. no mínimo.80 100 120 x(cm) -10 (iii) GABARITO ( ( ( ( O com rimento de onda é 40 cm. o que oscila é a osição vertical d a rolha. como a luz. Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ .4 — 102 m/s. Uma pessoa produz um som a certa distância de uma par ede. é necessário que e les sejam se arados or um intervalo de tem o de.10 s. enquanto as ondas eletromagnéticas. As ondas mecânicas. trans ortam matéria. A velocidade do som no ar é de 3. Já ara as ondas sonoras se ro agando no ar.

000 2. a ima gem mostrada em um monitor é o resultado do processamento das informações originadas d as inúmeras reflexões captadas. pod erá ser observado com distinção utilizando-se um aparelho com freqüência de 5 MHz. e a diferença de freqüência permitirá a determinação da velocid de de afastamento. coloca-se tal dispositivo e m contato com a pele do paciente previamente untada com um gel à base de água.250 m/ s e 1. O quadro I abaixo mostra como a velocidade do som varia em diversos me ios. qu ando ele está inserido em uma matriz de vidro. conhecer a v elocidade de partes móveis internas do corpo. UnB-DF A ultra-sonografia é um método já bastante comum de diagnóstico médico no qual ecos produzidos por reflexões de ondas sonoras são utilizados para construir uma ima gem que descreve a posição e a forma dos obstáculos responsáveis pelas reflexões.350 ar seco velocidade (m/s) sangue velocidade (m/s) 4.60. Na indúst ia. u m corpo esférico estranho com 0.000 1. ainda. ( ) Para uma dada distância entre um emissor de ultrasom e um objeto.000 ossos água godura pulmões 17 3. ( ) Considerando que dois pontos possam ser distinguidos com um aparelho de ultra-som quando estiverem separados por uma distância maior ou igu al a um comprimento de onda do ultra-som.000 1.550 1. O quadro II corresponde a uma ampliação do trecho de velocidades entre 1. imerso em um tecido gorduroso. ( ) Se. O ul tra-sonógrafo registra o tempo entre a emissão e a recepção do ultra-som. uma parte do coração estiver afastando-se do emi ssor quando for atingida pela onda de ultra-som. é possível.750 m/s.450 1.700 1. então as moléculas do meio no qual ela se propaga movem-se perpendicularmente a essa direção com a passagem da on da. ( ) Se uma ond a de ultra-som propaga-se em uma direção paralela ao solo. esse método também pode ser utilizado para localizar fraturas em peças sólidas. então a onda refletida terá freqüência menor que a onda incidente. nessas condições. Usando o efeito Doppler.500 1.750 vidros 6.650 pele otrobro 5. que é produzido e captado por um mesmo dispositivo.000 1. é pouco mais de três vezes mais longo q ue aquele produzido pelo mesmo objeto quando ele está imerso em água. o tempo entre a emissão e a recepção do eco produzido pelo objeto. em um exame cardiológico.1 mm de diâmetro. então é correto dizer que. .000 aço 1.250 Quadro II 0 Quadro I Em relação a esse assunto e com base nos dados fornecidos.300 1.600 1. 1. tais como as paredes do coração ou o flu xo sangüíneo. Em aplicações médicas. julgue os itens a seguir como verdadeiros ou falsos.400 1.

Avançar .IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .Ondas e M. H. S.

Veja fig. 18 d) difração. 2 viajam com velocidades escala res iguais (10 m/s e para direita). mas escuta-o muito bem porque. nas proximid ades. 1 e λ2 o va or do comprimento de onda na fig. não existe. ao passarem pel a quina do barranco. 2 2x Admita que as ondas da fig. Avançar         . λ a) Ca cu e o va or aproximado para a re ação r = 1 λ2 sendo λ1 o va or do comprimento de onda na fig. propagando-se pa ra direita. b) reflexão. c) polarização. 62. as ondas sonoras sofrem a) convecção. 1 e fig. nenhum outro obstáculo. 1 x GABARITO Fig. UFR-RJ Considere duas frentes de ondas senoidais distintas. 1 e as ondas da fig. H.61. Além do barranco. Paulo não vê Pedro.Ondas e M. Fig. S. 2. b) Qua das ondas tem menor freqüência? IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . UFRN Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Pau lo. 2. que está na parte de cima (ver figura). Paulo Pedro Quina do barranco Do local onde está.

Na extremidade oposta do tri ho. U. uma pessoa escuta dois sons: um de es produzido pe a onda que se propagou no tri ho e o outro produzido pe a onda que se propag ou pe o ar. com a sirene igada. parada junto à ca çada. ( ) O comprimento de o                                 . movimenta-se com gr ande ve ocidade. é correto afirmar: ( ) A s ondas emitidas pe as duas fontes são do tipo transversa . O interva o de tempo que separa a chegada dos dois sons é de 0. com ve ocidade constante. numa rua reta e p ana. e a pessoa se encontra parada no ponto O. qua dos gráficos freqüência x posição me hor represent freqüências do som da sirene? Considere que a ambu ância se movimenta da esquerda para a direita. Juiz de Fora-MG Uma ambu ância. UFPR Na figura abaixo. A1 GABARITO 30 m O 40 m A2 Com base nas informações acima e nas propriedades ondu atórias.63. qua é o va or aproximado d a ve ocidade com que o som se propaga no tri ho? a) 5100 m/s b) 1760 m/s c) 364 m/s d) 176 m/s e) 51 m/s 65. F. indicado nos gráficos. As ondas emitidas têm freqüência de 1700 Hz e ve ocidade de propagação igua a 340 m/s. a) freqüência c) freqüência 0 posição 0 posição b) freqüência d) freqüência 0 posição 0 posição 19 64.28 s. Para uma pessoa que esteja observando a ambu ância. UFRS Percute-se a extremidade de um tri ho reti íneo de 102 m de comprimento. No ponto O está oca iz ado um observador. A1 e A2 representam duas fon tes sonoras que emitem ondas com a mesma freqüência e em fase. C onsiderando a ve ocidade do som no ar igua a 340 m/s.

nda das ondas emitidas pe as fontes é 0. ( ) O fenômeno da interferência entre duas ondas é uma conseqüência do pri ncípio da superposição. ( ) a interferência das ondas no ponto O é destrutiva.20 m. ( ) Frentes de onda emitidas por qua quer uma das fontes evarão menos que 0. H. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .10 s para atingi r o observador. S. ( ) A diferença entre as distâncias perc orridas pe as ondas de cada fonte até o observador é igua a um número inteiro de comp rimentos de onda. Avançar       .Ondas e M.

66. UFMA Dois re ógios (A e B) de pêndu o estão no mesmo oca e foram acertados às 17 h . Os pêndu os têm comprimentos iguais a 30 cm, porém suas massas são: mA = 60 g e mB = 9 0 g. Após 12 h, podemos afirmar que: a) O re ógio A estará atrasado em re ação ao re ógio B b) O re ógio B estará atrasado em re ação ao re ógio A. c) O re ógio A marcará a mesma hor o re ógio B. d) O re ógio A estará adiantado 30 min em re ação ao re ógio B. e) O re ógio B tará adiantado 30 min em re ação ao re ógio A. 67. UFBA A figura abaixo representa uma p artícu a igada a uma mo a idea , que rea iza movimento harmônico simp es em torno d o ponto x = 0, comp etando um cic o a cada 4 segundos. No instante t = 0, o des ocamento da partícu a é x = 0,37 cm e sua ve ocidade é nu a. 20

Desprezando-se as forças dissipativas que atuam no sistema, é correto afirmar: (01) O des ocamento da partícu a, medido em cm, no instante arbitrário t, é dado por x(t) = 0,37 cos ( π t). 4 (02) O módulo da velocidade máxima da artícula é vmax ≈ 0,58 cm/s. (04 O módulo da aceleração máxima da artícula é amax ≈ 0,91 cm/s2. (08) A energia mecânica da ula, em t = 3s, é igual à sua energia otencial elástica. (16) A energia cinética da ar tícula aumenta, quando ela se desloca de x = 0 até x = – 0,37 cm. (32) Considerando-se o atrito, o fenômeno da ressonância é verificado, reanimando-se o movimento com uma f orça externa de freqüência angular π rad/s. 2 Dê, como res osta, a soma das alternativas c orretas. 68. UFRS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo. As emissoras de rádio emitem ondas ————— que são sintonizadas elo radio tor. No rocesso de transmissão, essas ondas devem sofrer modulação. A sigla FM adota da or certas emissoras de rádio significa ————— modulada. a) eletromagnéticas – freqüência omagnéticas – fase c) sonoras – faixa d) sonoras – fase e) sonoras – freqüência 69. UFRS Um nda mecânica senoidal ro aga-se em um certo meio. Se aumentarmos o com rimento de onda desa oscilação, sem alterar-lhe a am litude, qual das seguintes grandezas também aumentará? a) A velocidade de ro agação da onda. b) A freqüência da onda. c) A freqüência gular da onda. d) O eríodo da onda. e) A intensidade da onda.

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70. Vunes O gráfico da figura indica, no eixo das ordenadas, a intensidade de uma fonte sonora, I, em watts or metro quadrado (W/m2), ao lado do corres ondente nível de intensidade sonora, β, em deci éis (dB), perce ido, em médi , pelo ser hum no. No eixo d s sciss s, em esc l log rítmic , estão represent d s s fre üênci s do som emitido. A linh superior indic o limi r d dor — cim dess linh , o som c us dor e pode provoc r d nos o sistem uditivo d s pesso s. A linh inferior most r o limi r d udição — ixo dess linh , m iori d s pesso s não consegue ouvir o som emitido. 21

Suponh ue você ssessore o prefeito de su cid de p r uestões m ient is. ) Qu l o nível de intensid de máximo ue pode ser toler do pel municip lid de? Que f ix de fre üênci s você recomend ue ele utilize p r d r visos sonoros ue sej m ouvid os pel m ior p rte d popul ção? ) A rel ção entre intensid de sonor , I, em W/m2, e o nível de intensid de, β, em dB, é β = 10 — log I , onde I0 = 10–12 W/m2. I0 Qual a inten idade de um som, em W/m2, num lugar onde o seu nível de intensidade é 50 dB? Consult ando o gráfico, você confirma o resultado que obteve? 71. UFMT Sons de diferentes na turezas podem ser produzidos por aparelhos ou seres vivos devido a algumas de su as propriedades físicas. Mesmo num ambiente repleto de ruídos, o ouvido humano é capaz de distinguir seletivamente sons de diferentes freqüências. A propósito das diferente s formas de produzir e captar sons, julgue as afirmações como verdadeiras ou falsas. ( ) O ouvido humano possui uma espécie de “caixa de ressonância” com dimensões que podem ser a teradas pe o cérebro. ( ) O ronco do motor de um carro de Fórmu a I, andando a 300 km/h, deve ter um comprimento de onda maior que o de um carro de passeio an dando a 100 km/h. ( ) O atido de um cachorro grande deve ser mais grave que o d e um cachorro pequeno, devido ao maior tamanho de suas cavidades ressonantes (in terior da boca e garganta). 72. UFMT Observe as situações: I. Numa oja de CDs toca uma música de que você gosta. Você vem pe a rua, de carro, aproximando-se da oja, pas sa em frente a e a e continua seu caminho, afastando-se daque a fonte sonora. II . Você está na jane a de sua casa. Um automóve de propaganda po ítica vem pe a rua anun ciando um candidato, passa em frente a sua casa e afasta-se até que você não ouve mais o que é dito e até se sente a iviado. Em ambos os casos você nota que o som ouvido mo difica-se ao ongo do tempo. A esse respeito, ju gue os itens como verdadeiros o u fa sos. ( ) A freqüência rea da onda emitida pe a fonte sonora pode não coincidir c om a freqüência aparente percebida pe o ouvinte. Esse fenômeno é conhecido como Efeito D opp er. ( ) O Efeito Dopp er pode ocorrer para qua quer tipo de fenômeno ondu atório . ( ) O som emitido por uma fonte sonora que se aproxima de um observador em rep ouso é percebido com uma freqüência maior que a emitida. ( ) O som percebido por um ob servador que se aproxima de uma fonte em repouso possui uma freqüência maior que a e mitida pe a fonte. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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73. UFBA A figura abaixo mostra, esquematicamente, as frentes de ondas p anas, g eradas em uma cuba de ondas, em que duas regiões, nas quais a água tem profundidades diferentes, são separadas pe a superfície imaginária S. As ondas são geradas na região 1, com freqüência de 4 Hz, e se des ocam em direção à região 2. Os va ores medidos, no experi ento, para as distâncias entre duas cristas consecutivas nas regiões 1 e 2 va em, re spectivamente, 1,25 cm e 2,00 cm. cristas cristas região 1 22 S região 2

Com base nessas informações e na aná ise da figura, pode-se afirmar: (01) o experiment o i ustra o fenômeno da difração de ondas. (02) A freqüência da onda na região 2 va e 4 Hz. (04) Os comprimentos de onda, nas regiões 1 e 2, va em, respectivamente, 2,30 cm e 4,00 cm. (08) A ve ocidade da onda, na região 2, é maior do que na região 1. (16) Ser ia correto esperar-se que o comprimento de onda fosse menor nas duas regiões, caso a onda gerada tivesse freqüência maior do que 4 Hz. 74. UFBA A figura a seguir repr esenta o comportamento de um feixe de uz monocromática, que se propaga no ar e in cide sobre um diafragma, que contém as fendas F1 e F2. As medidas d, e ∆x representa m, respectivamente, as distâncias entre as fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo. GABARITO diafragma F1 d F2 ∆X

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar: (01) A luz é cons ituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com grande velocidade . (02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas. (04) A largura da s fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente. (08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo. (16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas das grandezas d, e ∆x. IMPRIMIR Voltar anteparo FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar           

75. F. M. Itajubá-MG Um tubo sonoro aberto, soprado com ar, emite seu 5º (quinto) ha rmônico com freqüência de 1700 Hz. Qual o comprimento, em metros, do tubo, sabendo-se que a velocidade do som no ar é igual a 340 m/s. a) 0,85 b) 0,65 c) 0,50 d) 0,90 e ) 0,40 76. U. F. Juiz de Fora-MG O “conduto auditivo” humano pode ser representado d a forma aproximada por um tubo ci índrico de 2,5 cm de comprimento (veja a figura) . (Dado: ve ocidade do som no ar: 340 m/s) 2,5 cm abertura do ouvido timpano 23 A freqüência fundamenta do som que forma ondas estacionárias nesse tubo é: a) 340 Hz. b ) 3,4 kHz. c) 850 Hz. d) 1,7 kHz. 77. Unioeste-PR Um b oco de massa m = 420 g es tá preso a uma determinada mo a, a qua se deforma de acordo com a Lei de Hooke, c om constante de e asticidade K = 65 N/m. A mo a é a ongada de maneira que o b oco se des oca para a posição x = +8 cm a partir da posição de equi íbrio marcada em x = 0, so bre uma superfície sem atrito. O b oco é então iberado a partir do repouso no instant e t = 0. Isto posto, assina e a(s) a ternativa(s) correta(s): 01) O sistema pode ser considerado um osci ador harmônico simp es, pois uma partícu a de massa m está su jeita a uma força que é proporciona ao va or do quadrado do des ocamento. GABARITO

02) A força que a mo a exerce sobre o b oco, imediatamente antes de ser so ta, qua ndo se encontra em x = +8 cm, estará acompanhada de um sina positivo, que indica a existência de uma força resu tante no mesmo sentido do des ocamento, a partir da p osição de equi íbrio x = 0. 04) A energia mecânica do sistema massa-mo a é conservada porq ue o sistema é suposto sem atrito. Esta energia mecânica é sempre igua a zero no pont o de equi íbrio x = 0. 08) Como o b oco é iberado do repouso a 8 cm de seu ponto de equi íbrio, sua energia cinética é nu a toda vez que estiver no ponto de des ocamento máximo. 16) A ve ocidade máxima é de aproximadamente vm = 1 m/s e ocorre quando o b o co em osci ação está passando pe o ponto de equi íbrio x = 0. 32) A ace eração máxima ocorr uando o b oco está nos extremos de sua trajetória e esta ace eração tem va or aproximado de am = 12,4 m/s2. 64) A freqüência angu ar da osci ação é aproximadamente igua a 0,4 ra d/s. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar        

 

  

                                     

78. U. E. Maringá-PR Uma esfera puntiforme de borracha é arremessada perpendicu arme nte sobre um sistema constituído por duas paredes rígidas, p anas, infinitas e para e as. Nessas condições, assina e o que for correto: 01) A esfera executará um moviment o harmônico simp es (MHS), mesmo que sofra sucessivos choques, perfeitamente ine ást icos com as paredes. 02) Sendo o choque entre a esfera e as paredes perfeitament e e ásticos, não haverá conservação da quantidade de movimento da esfera, após 1.500 pares e co isões. 04) A esfera só executará MHS, se, e somente se, a sua energia cinética for infinita. 08) Se a freqüência angu ar da esfera ω for de 18 π rad/s, então, ela estará suje ta a uma freqüência de 9 Hz. 16) Se a esfera executa um MHS com uma freqüência de 2 x 10 3 Hz, então, o eríodo das revoluções será de 5 x 10-4s. 32) A energia cinética da esfera, ós um choque erfeitamente inelástico, será o dobro da energia cinética inicial. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 79. UEMS Um instrumento musical rodu z ondas sonoras, corres ondentes a uma nota musical. O com rimento desta onda so nora é de 80 cm e ro aga-se com velocidade de 340 m/ s. Caso o músico deseje roduz ir um som com freqüência de uma oitava acima desta, qual deve ser esta freqüência em Hz? a) 425 d) 850 b) 525 e) 650 c) 325 80. UFMS Um automóvel, conduzindo uma sirene, está se deslocando com velocidade de 18 m/s em relação ao ar, que está em re ouso. Saben do-se que a freqüência do som emitido ela sirene é de 550 Hz e que a velocidade de r o agação do som no ar é de 340 m/s, é correto afirmar que (01) o com rimento de onda do som emitido ela sirene é de a roximadamente 0,6 m. (02) a freqüência e o com rimento de onda do som, ara um observador em re ouso localizado à frente do automóvel, são ma iores do que aqueles emitidos ela sirene. (04) ara um observador em re ouso lo calizado à frente do automóvel, o com rimento de onda do som é menor e a freqüência é maior do que aqueles emitidos ela sirene. (08) ara um observador em re ouso localiza do atrás do automóvel, o com rimento de onda do som é maior e a freqüência é menor do que a ueles emitidos ela sirene. (16) ara um observador em re ouso, estando ele loca lizado à frente ou atrás do automóvel, o com rimento de onda e a freqüência do som são igua s àqueles emitidos ela sirene. Dê, como res osta, a soma das alternativas corretas. 81. UFPR Sobre os conceitos e a licações da acústica e dos fenômenos ondulatórios, é corre o afirmar: ( ) A velocidade de ro agação da onda em duas cordas de violão de mesmas d imensões, uma de aço (ρ = 8 g/cm3) e out a de náilon (ρ = 1,5 g/cm3), submetidas à mesma t é maio na co da de náilon. ( ) Em ondas sono as, a vib ação das pa tículas do meio oco e pa alelamente à sua di eção de p opagação. ( ) Conside ando a velocidade do som no a ig ual a 340 m/s, se uma pessoa ouve o t ovão 2 s após ve o aio então este oco eu a um a distância supe io a 1 km da pessoa. ( ) Quando um diapasão soando ap oxima-se de um obse vado , o som que este pe cebe p oveniente do diapasão é mais g ave do que aq uele que ele pe cebe ia se o diapasão estivesse em epouso. ( ) A f eqüência fundament al num tubo sono o de 20 cm de comp imento tem o mesmo valo , seja o tubo abe to ou fechado. ( ) Pa a se p oduzi uma onda estacioná ia de comp imento de onda λ num a corda esticada e fixa nas duas extremidades, o comprimento da corda deverá ser u m mú tip o inteiro de λ/2. 24 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar

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82. UFSC Sobre as emissões de estações de rádio, é CORRETO afirmar: (01) as recepções em AM pouco prejudicadas por co inas e montanhas, pois são ref etidas pe a atmosfera. (0 2) não são inf uenciadas pe as ondas uminosas, devido à natureza ondu atória diferente. (04) as emissões em FM têm pequeno a cance, pois não se ref etem na atmosfera. (08) a s ondas curtas, emitidas por a gumas rádios AM, têm grande a cance, devido à sua grand e ve ocidade. (16) nunca poderiam ser captadas por um astronauta no espaço. (32) n unca poderiam ser emitidas a partir da Lua. Dê, como resposta, a soma das a ternat ivas corretas. 83. Cesgranrio Pitágoras já havia observado que duas cordas cujos com primentos estivessem na razão de 1 para 2 soariam em uníssono. Hoje sabemos que a ra zão das freqüências dos sons emitidos por essas cordas é igua à razão inversa dos seus com rimentos. A freqüência da nota á-padrão (o á centra do piano) é 440 Hz, e a freqüência d guinte, mais agudo, é 880 Hz. A esca a cromática (ou bem-temperada), usada na música o cidenta de J. S. Bach (sécu o XVIII) para cá, divide esse interva o (dito de oitava ) em doze semitons iguais, isto é, tais que a razão das freqüências de notas consecutiva s é constante. Essas notas e suas respectivas freqüências (em Hz e aproximadas para in teiros) estão na tabe a a seguir. Lá Lá# (Si b) 25 Si Dó Dó# Ré Ré# Mi (Ré b) (Mi b) Fá Fá# So So # Lá (So b) (Lá b) 440 466 494 523 554 587 622 659 698 740 784 831 880 A corda mi de um vio ino usado em um conjunto de música renascentista está afinada p ara a freqüência de 660 Hz. Para tocar a nota á, de freqüência 880 Hz, prende-se a corda com um dedo, de modo a uti izar apenas uma fração da corda. Que fração é essa? 1 a) 4 1 b) 3 1 c) 2 2 d) 3 3 e) 4 84. Cefet-PR Os fenômenos naturais podem depender ou não de diversos fatores. Dentre os fenômenos naturais citados nas a ternativas, o único dep endente da massa do corpo é o da a ternativa: a) A freqüência fundamenta emitida por uma corda vibrante como as de um vio ão. b) A pressão máxima que um vapor exerce sobre as paredes do recipiente que o contém. c) A ve ocidade máxima que um veícu o pode ati ngir ao fazer uma curva sem derrapar. d) O tempo gasto para um pêndu o executar um a osci ação comp eta. e) O empuxo que atua sobre um corpo mergu hado em um íquido. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar       

    

      

                    

F ÍS IC A O N D A S E M .H .S . 1. F-F-F-F-V 2. F-V-F-F-V-V 3. F-V-V-F-F 4. V-F-F-F-V 5. A 6. A 7. A 8. D 9. 2 1 0. 1 11. A 12. D 13. E 14. C 15. C 16. C 17. E 18. A 19. D 20. F-F-V-V-F 21. 14 22. E 23. A 24. D 25. 0,5 Hz // 0,4 m 26. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 27. 1 + 4 28. C 29. D 30. D 31. = 500 m 32. C 33. A 34. B 35. C 36. C 37. B 38. B 39. C 40. B 41. V-F-V-V-F 42. 01 43. 3,35 cm 44. B 45. C 46. A 47. 5 48. B 49. D 50. D 51. D 52 . C 53. A 54. B 55. D 56. A 57. V-V-F-F 58. V-F-F-F-V 59. B 60. F-F-V-F 61. D 62 . 1/2 // 1/2 f1 63. C 64. A 65. F-V-V-F-F-V 66. C 67. 38 68. A 69. D 70. a) O máxi mo to erado é 110 dB, abaixo da inha da dor. A faixa de freqüência entre 2000 Hz e 40 00 Hz a intensidade sonora necessária para a audição é menor. b) I = 10–7 W/m2 71. V-F-V 7 2. V-V-V-V 73. 2 + 8 + 16 74. 4 + 8 + 16 75. C 76. B 77. 8 + 16 + 32 78. 8 + 16 79. D 80. 13 81. V-V-F-F-F-V 82. 05 83. E 84. A 1 IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA - Ondas e M. H. S. Avançar    

F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1. I.E.Superior de Brasí ia-DF Considere o esquema abaixo, no qua nos vértices de u m triângu o equi átero, de ado 20 cm, foram co ocados nos pontos A e B duas cargas idênticas de 4 µC, como mostra a figura. Sendo k = 9.109 (SI), determine o campo e étr ico resu tante em N/C gerado pe as cargas no ponto C. Considere o meio como send o o vácuo. Mu tip ique sua resposta por 10–5 e despreze a parte fracionária, caso exis ta. B A C 1

2. PUC-SP Leia com atenção a tira do gato Garfie d mostrada abaixo e ana ise as afir mativas que se seguem. I. Garfie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adqui re carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por atrito. II. Garf ie d, ao esfregar suas patas no carpete de ã, adquire carga e étrica. Esse processo é conhecido como sendo e etrização por indução. III. O esta o e a eventua faísca que Garf e d pode provocar, ao encostar em outros corpos, são devidos à movimentação da carga acu mu ada no corpo do gato, que f ui de seu corpo para os outros corpos. Estão certas a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) apenas I. GABARITO Fo ha de São Pau o 3. U.Cató ica Dom Bosco-MS O excesso de carga e étrica em um condutor em equi íbrio se situa em sua superfície, que é uma superfície equipotencia . Se uma esfera metá ica de 20 cm de raio for carregada a um potencia de 1800V, a quantidade de carga e étric a da esfera será igua a a) 0,01 µC b) 0,02 µC c) 0,03 µC d) 0,04 µC e) 0,05 µC IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar      

       

           

    

  

   

4. U.Cató ica-GO Assina e verdadeiro ou fa so: ( ) A força de atração entre um corpo neu tro e outro e etrizado ocorre devido ao fenômeno da indução e etrostática. ( ) Duas esfe ras condutoras idênticas, com cargas Q1 = +5 C e Q2 = –5 C, são co ocadas em contato. Considere-se o sistema formado pe as duas esferas como um sistema iso ado. Saben do-se que após o contato as duas esferas ficaram descarregadas, podemos afirmar qu e, neste processo, não houve conservação das cargas e étricas. ( ) Um corpo de massa m = 8.10–2 kg encontra-se em equi íbrio próximo à superfície da Terra, sob a ação do campo gra aciona e de um campo e étrico com intensidade E = 2.106 N/C, na mesma direção e senti do da força gravitaciona que atua sobre o corpo. Para este caso, a carga do corpo deve ser negativa e de módu o q = 4.10–7 C. (g = 10 m/s2) ( ) O traba ho rea izado pe a força e étrica para evar um corpo com carga negativa de um ponto A até um ponto B, pertencentes a uma mesma superfície eqüipotencia , não depende da trajetória seguida pe o corpo e é sempre negativo. ( ) Durante uma tempestade, para nos protegermos d os raios, devemos evitar a proximidade de árvores a tas. ( ) Em um resistor ôhmico o va or de sua resistência é diretamente proporciona à diferença de potencia ap icada a e e. 2 V GABARITO

da gota 5. UFGO Em uma impressão a jato de tinta, as etras são d formadas por peque nas 2 gotas de tinta que incidem Eixo x sobre o pape . A figura d 2 mostra os pr incipais e e- Gerador Unidade mentos desse tipo de im- de gotas de carga L Pape Sistema de pressora. As gotas, após def exão serem e etrizadas na unidade de carga, têm suas trajetórias modificadas no sistema de def exão (p acas carregadas), atingind o o pape em posições que dependem de suas cargas e étricas. Suponha que uma gota de m assa m e de carga e étrica q, entre no sistema de def exão com ve ocidade v0 ao ong o do eixo x. Considere a diferença de potencia , V, entre as p acas, o comprimento , L, das p acas e a distância, d, entre e as. Se a gota descrever a trajetória mostr ada na figura, pode-se afirmar que ( ) sua carga e étrica é positiva. ( ) L/v0 é o tem po necessário para e a atravessar o sistema de def exão. ( ) o módu o de sua ace eração é q /md. ( ) ocorre um aumento de sua energia potencia e étrica. Trajetória

7. U. Sa vador-BA A e etrização de um corpo A, inicia mente neutro, a partir de um c orpo B, previamente e etrizado, pode ocorrer 01) por atrito, ficando A e B com c argas de mesmo sina . 02) por contato, ficando A e B com cargas de sinais oposto s. 03) por indução, ficando A e B com cargas de sinais opostos. 04) por atrito, torn ando-se neutro o corpo B. 05) por indução, tornando-se neutro o corpo B. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar 

6. Fatec-SP Uma pequena esfera metá ica está e etrizada com carga de 8,0 x 10–8 C. Co ocando-a em contato com outra idêntica, mas e etricamente neutra, o número de e étrons que passa de uma esfera para a outra é: Dado: carga e ementar e = 1,6 x 10–19 C a) 4,0 x 1012 b) 4,0 x 1011 c) 4,0 x 1010 d) 2,5 x 1012 e) 2,5 x 1011                  

   

     

 

  

         

  

             

 

 

8. UFRN Uma das ap icações tecno ógicas EMISSORA DE GOTAS modernas da e etrostática foi a invenção da PLACA E impressora a jato de tinta. Esse tipo de impressora uti iza pe quenas gotas de tinta, que PLACA podem ser e etricamente neutras ou e etrizadas positiva ou negativamente. Essas gotas PAPEL são jogadas entre as p acas def etora s da impressora, região onde existe um campo e é→ 3 2 1 trico uniforme E, atingindo, e ntão, o pape para formar as etras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta, q ue são ançadas para baixo, a partir do emissor. Após atravessar a região entre as p aca s, essas gotas vão impregnar o pape . (O campo e étrico uniforme está representado por apenas uma inha de força.) Pe os desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a 2 e a 3 estão, respectivamente, a) carregada negativamente, neutra e carregada po sitivamente. b) neutra, carregada positivamente e carregada negativamente. c) ca rregada positivamente, neutra e carregada negativamente. d) carregada positivame nte, carregada negativamente e neutra. 9. Fuvest-SP Duas esferas metá icas A e B e stão próximas uma da outra. A esfera A está igada à Terra, cujo potencia é nu o, por um fio condutor. A esfera B está iso ada e carregada com carga +Q. Considere as segui ntes afirmações: I. O potencia da esfera A é nu o II. A carga tota da esfera A é nu a III. A força e étrica tota sobre a esfera A é nu a. Está correto apenas o que se afirma em a) I b) I e II c) I e III d) II e III 3 B +Q A e) I, II e III

10. Unifor-CE Considere o sistema constituído por duas cargas e étricas, de mesmo si na , Q e q, sendo r1 a distância entre e as. Se aumentarmos essa distância para r2, a energia potencia do sistema 1 1 a) aumentará, sendo a variação dada por k Q q ( – ) r 2 r1 1 1 – ) r2 r1 1 1 c) aumentará, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 1 1 d) diminuirá, sendo sua variação dada por k Q q ( 2 – 2 ) r2 r1 b) diminuirá, sendo sua v ariação dada por k Q q ( e) permanecerá constante. 11. Vunesp Três esferas metá icas idênti as, A, B, C, inicia mente iso adas, estão carregadas com cargas e étricas positivas de intensidade QA = 6q, QB = 4q, QC = 2q, e uma quarta esfera D, idêntica às anterio res, encontra-se neutra. Encosta-se a esfera A na esfera D e a esfera B na esfer a C, sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unidas por a guns instantes e depois separando-as novamente. Em seguida, encosta-se a esfera A na esfera B e a esfera C na esfera D, também sem contato entre os dois grupos, mantendo-as unida s. Ao fina do processo, as cargas e étricas totais do grupo formado pe as esferas A e B e do grupo formado pe as esferas C e D va em, respectivamente, a) 0q e 12 q. b) 2q e 10q. c) 4q e 8q. d) 6q e 6q. e) 10q e 2q. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA - E etrostática Avançar        

 

 

    

    

             

  

    



12. Unifor-CE Uma carga e étrica q1 = 2,0 µC exerce força, de módu o F, sobre outra carg a q2 = 20 µC. Pode-se conc uir que a carga q2 exerce sobre q1 outra força, de módu o a ) 0,10 F b) F c) 5 F d) 10 F e)100 F

13. UFSE Duas cargas puntiformes Q1 e Q2 se atraem, no vácuo, com uma força e étrica d e intensidade 4,0 — 10-2 N, quando estão separadas por uma distância de 3,0 cm. Se Q1 = 2,0 — 108 C, então Q2, em coulombs, vale: Dado: Constante eletrostática do vácuo = 9,0 — 109 S.I. a) 2,0 — 10–8, positiva. b) 2,0 — 10–7, positiva. c) 2,0 — 10–6, positiva. d) 2 10–7, negativa. e) 2,0 — 10–8, negativa. 14. UFPE Dois prótons de uma molécula de hidrogênio distam cerca de 1,0 x 10–10 m. Qual o módulo da força elétrica que um exerce sobre o outro, em unidades de 10–9 N? a) 13 b) 18 c) 20 d) 23 e) 28 4 15. Mackenzie-SP vácuo, cria a 50 ova de 2µC nesse 576 — 10–3 N. O GABARITO

Um corpúsculo eletrizado com carga elétrica Q, fixo em um ponto do cm dele um campo elétrico tal que, quando colocamos uma carga de pr ponto, ele fica sujeita a uma força elétrica de repulsão de intensidade valor de Q é: Dado: k0 = 9 — 109 Nm2/C2 a) 4µC b) 6µC c) 8µC d) 10µC e) 12

16. UESC-BA O gráfico representa o comportamento da inF (103 N) tensidade da força e létrica, F, em função da distância, d, entre duas cargas pontuais idênticas. 9 Considerand o-se a constante eletrostática do meio igual a 9 — 109Nm2C–2 e com base na informação, é co reto afirmar: 01) A força elétrica de interação entre as car1 gas tem natureza atrativa. 0 1 2 3 d(m) 02) O módulo da força elétrica de interação entre as cargas é 3,5 — 103 N par = 2 m. 03) O módulo de cada carga elétrica é igual a 1 — 10–3 C. 04) O módulo do campo elé co, no ponto médio da reta que une as cargas, é igual a 9 — 109 N/C para d = 3 m. 05) O potencial elétrico, no ponto médio da reta que une as cargas, é nulo para d = 1 m. 1 7. U. F. São Carlos-SP Na figura está representada uma linha de força de um campo elétri co, um ponto P e os → → → → → vetores A, B, C, D e E. Se uma partícula de carga elétrica po iva, suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico, for c olocada nesse ponto P, ela sofre a → ação de uma força F, melhor representada pelo vetor : a) A. → b) B. → c) C. → d) D. → e) E. A E IMPRIMIR → D P B C Voltar FÍSICA - Eletrostática Avançar     

18. Unicap-PE Nos vértices A e B do triângulo eqüilátero da figura, são colocadas as carga s QA = 2 µC e QB = –2 µC. O meio é o vácuo. C 2m 2m A 1m D 1m B QA QB 5

( ) O campo elétrico, no ponto C, é nulo, já que as cargas são de mesmo módulo e de sinais contrários. ( ) O potencial do ponto C, relativo ao infinito, é 18000 volts. ( ) O módulo da força entre as cargas é 9 x 10–3 N. ( ) Para estabelecer as configurações da figu a, um agente externo realizou um trabalho positivo. ( ) No interior de um condut or em equilíbrio eletrostático, o campo elétrico e o potencial variam linearmente com a distância, em relação ao centro do condutor. 19. UFSE As linhas de força de um campo e létrico, gerado por uma carga puntiforme negativa, são a) semi-retas, radiais, dirig indo-se para a carga. b) semi-retas, radiais, partindo da carga. c) curvas paraból icas com a carga no foco. d) circunferências concêntricas, com a carga no centro, e sentido horário. e) circunferências concêntricas, com a carga no centro e sentido anti -horário. 20. Unifor-CE Um condutor esférico, de raio 50 cm e uniformemente carregad o com carga Q = 2, 0 µC, está em equilíbrio elétrico no ar. A constante eletrostática do a r é k = 9,0 — 109 N — m2 / C2. Num ponto situado a 1,0 m do centro da esfera, o vetor campo elétrico aponta para a) o centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. b) o centro e tem módu lo 1,8 — 104 V/m. c) fora do centro e tem módulo 9,0 — 10–3 V/m. d) fora do centro e tem módulo 1,8 — 104 V/m. e) fora do centro e tem módulo 1,8 — 1010 V/m. 21. ITA-SP Duas pa rtículas têm massas iguais a m e cargas iguais a Q. Devido a sua interação eletrostática, elas sofrem uma força F quando estão separadas de uma distância d. Em seguida, estas p artículas são penduradas, a partir de um mesmo ponto, por fios de comprimento L e fi cam equilibradas quando a distância entre elas é d1. A cotangente do ângulo a que cada fio forma com a vertical, em função de m, g, d, d1, F e L, é a) m g d1 / (F d) b) m g L d1 / (F d2) L c) m g d21 / (F d2) 2 2 d) m g d / (F d 1) α 2 2 e) (F d ) / (m g d 1) d1 IMPRIMIR GABARITO Volt r

Av nç r

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FÍSICA - Eletrostátic

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( ) O tr lho necessário p r se desloc r um c rg de prov de C p r D é independente do v lor d c rg e é numeric mente igu l à energi potenci l elet rostátic do sistem .s e. ( ) A c rg de um condutor.Eletrostátic ¡ (08) As três esfer s present m mesm c p cid de eletrostátic . no ponto C. será igu l (04) Coloc ndo-se esfer 3 em cont to com 1. está conc entr d em seu centro.s e. Unic p-PE N figur QA 5m D 6m 5m 8m C QB 6 ( ) O módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QA. puntiforme e positiv . 02) distânci ent re P e Q. um c mpo elétrico de intensid de E e um potenci l elétrico V. é corret o firm r: (01) Coloc ndo-se esfer 1 em cont to com 3. 04) intensid de d forç elétric e ntre Q e um c rg de prov coloc d em P. é cons t nte. 03) const nte eletrostátic do meio. 23. coloc ndo em cont to com 2. f st ndo. (16) Reduzindo-se o r io d esfer 3 à met de. su c p cid de eletrostátic duplic rá. ( ) O potenci l elétrico. é 6. cri . pós os cont to s. eletriz d com c rg Q.3 x 104 V. U. c rg elétric d esfer 1. V Consider ndo-se c rg Q em repouso. num ponto P à su volt . r zão E fornecerá 01) o v lor de Q. 1.22. 3 (02) O módulo do vetor c mpo elétrico. no ponto C. é igu l o módulo do c mpo elétrico cri do pel c rg QB no ponto C. no interior d esfer 3. Ness s condições. o potenci l de e uilí rio entr e el s será igu l Q . 24. Q . e 3. ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ixo QA = 32 µC e QB = 18 µC [O meio é o vácuo] ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . f st ndo. sendo C1 e C3 s c p cid des C1 + C3 eletrostátic s d s esfe r s 1 e 3. num região de c mpo elétrico uniforme. 05) o tr lho d forç elétric p r m n ter Q n posição consider d . S lv dor-BA Um c rg Q. UFBA Três esfer s metálic s idêntic s. em s eguid . 2. (32) Lig ndo-se s esfer s 1 e 3 por um fio de c p citânci desprezível. A s esfer s 1 e 2 estão neutr s. ( ) O potenci l. e 3. coloc ndo 3 em cont to com 2. de r i os R. GABARITO IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . encontr m-se isol d s um s d s outr s no vácuo (const nte eletrostátic K0). é igu l zer o. e m seguid . o potenci l elétrico no interior d e sfer 3 será const nte e diferente de zero. em e uilí rio eletrostático.

utiliz d t uecer 100 g de águ . E. Fuvest-SP Du s pe uen s esfer s. Qu l gráfico melh or represent o módulo do c mpo elétrico. n s du s situ ções indic d s.25. d) direções diferentes e m io r intensid de em I. reduzindo-se à met de su distânci té esse ponto. UFPE As figur s ixo mostr m gráficos de vári s funções versus distânci r. Situ ção I Situ ção I 26. dur nte 1 minuto. Em seguid . no pl no ue contém o centro d s du s esfer s. possui. com c rg s elétric s igu is. medid p rtir do centro de um esfer metálic c rreg d . como n situ ção II. são inici lmente coloc d s como descrito n situ ção I. o mesmo tempo em ue se duplic distânci entre outr esfer e P. ) direções diferentes e me m intensid de. p roxim -se um d s esfer s de P. O c mpo elétrico em P. c) mesm direção e m ior intensid de em I. P P ) mesm direção e intensid de. PUC-SP Um ot lmente p r uecedor de imersão (e ulidor) dissip 200 W de potênci . Qu l v ri ção de temper tur ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . de r io 0. produzido pel esfer ? ) E d) E 7 0 o r 0 o r ) E e) E 0 o r 0 o r c) E 0 o r GABARITO ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¢¡ 27. e) direções diferentes e m ior intensid de em II. lig d s por um rr isol nte.

¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ .28.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ sofrid pel águ ? Considere 1 c l = 4 J e cágu = 1 c l/g°C. d) Oito vezes m ior. ) Qu tro vezes menor. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . e) Oito vezes menor. F. c) Dezesseis vezes m ior. nov distânci entre s c rg s 1 e 2 deverá ser: IMPRIMIR ) Qu tro vezes m ior. M. P r u e est forç sej 16 (dezesseis) vezes m ior. It ju á-MG Du s c rg s elétric s 1 e 2 se tr em com um forç F.

As esfer s são. e) torn -se m gnetiz do. 8 GABARITO 32. So re est forç é correto firm r ue el é ) invers mente proporcion l o produto d s c rg s. O módulo d forç de tr ção ou r epulsão mencion do cim é c lcul do tr vés d lei de Coulom .29. ) torn -se c rreg do com c rg Q. s esfer s são coloc d s em cont to. respectiv m – 3 ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . s c rg s de u e ente: 2 1 2 1 c) – 3 e 3 ) 3 e 3 2 1 ) – 3 e – 3 2 1 d) 3 e m d s u rks: os u rks u e d. c rreg do neg tiv mente com c rg Q. ) em I. c) torn -se c rreg do com c rg –Q. d) su c rg tot l é +Q e su m ss tot l é nul . corpos eletriz dos com c rg s de m esmo sin l se repelem e com sin is contrários se tr em. então. comp r d com forç d gr vid de. en u nto o nêutron é fo do próton é igu l 1 u d v lem. d) um forç d e c mpo. Se c rg elétric nid de de c rg e do nêutron igu l zero. UFMG Du s esfer s metálic s idêntic s – um c rreg d com c rg elétric neg tiv e outr eletric mente desc rreg d – estão mont d s so re suportes isol ntes. Em seguid . F. em III. ) proporci on l o u dr do d distânci entre s c rg s. d III. s e s se repelem e. s esfer s estão sep r d s um d outr . s esfer s se tr em e em III. como se vê n figur II. O próton é form do de 2 u rks do tipo u e 1 u rk do tipo rm do de 2 u rks do tipo d e 1 do tipo u. e por outro corpo de m ss M. 33. el s se repelem. IMPRIMIR Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . podemos. ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ 31. ) su c rg tot l é nul e su m ss tot l nul . mostr d n figur I. UFR-RJ Segundo o princípio d tr ção e repulsão. N situ ção inici l. e) fr c . el s se tr em. UERJ Prótons e nêutrons são constituídos de p rtícul s ch d. c) um forç de cont to. é correto fi ue: ) em I. então. como mostr do n fi gur III. firm r ue lgum outro o jet o ) torn -se neg tiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg –Q. d) torn -se positiv mente c rreg do m s não necess ri mente com c rg Q.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ I II rm r sfer ) em ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ III Consider ndo-se s situ ções represent d s n s figur s I e III. Viços -MG Um sistem é constituído por um corpo de m ss M. não há forç entre s esfer s. c) su c rg tot l é +2 Q e su m ss tot l é 2M. Em rel ção este sistem pode-se dizer ue: ) su c rg tot l é –Q e su m ss tot l é 2M. c) em I. PUC-RJ Se lgum o jeto d uire um c rg elétric positiv Q. 30. c rreg do positi v mente com c rg Q. e) su c r g tot l é nul e su m ss tot l é 2M. f st d s um d outr . não há forç entre s esfer s. U.

en u nto s pesso s for d g iol podi m lev r cho ues? ) O potenci l elétrico dentro e for d g iol é diferente de zero . 35. UFR-RJ A figur ixo mostr du s c rg s 1 e 2. UFMG Du s c rg s elétri c s idêntic s estão fix s. Por ue F r d y n d sofreu. introduziu o conceito de c mpo n Filosofi N tur l. existe um c mpo elétrico não nulo. c) O c mpo elétrico não é c p z de produzir cho ues em pesso s pres s em lug res fech dos. Consider ndo ess s inform ções. no ent nto. ssin le ltern tiv cujo gráfico melhor represent o módulo d forç elétric F. d) O v lor do potenci l elétrico e do c mpo e létrico são const ntes dentro e for d g iol . ) O c mpo elétrico no i nterior de um condutor em e uilí rio eletrostático é nulo. Um de su s demonstr ções d e xistênci do c mpo elétrico se re lizou d seguinte m neir : F r d y construiu um g iol metálic perfeit mente condutor e isol d do chão e levou p r um pr ç . ue tu so r e c rg ue se move. Lá el e se tr ncou dentro d g iol e ordenou seus jud ntes ue c rreg ssem de el etricid de e se f st ssem. sep r d s por um distânci L. F r d y c minh v sem sentir u l uer efeito d eletricid de rm zen d em su s gr des. um dos fund dores d modern teori d eletricid de. . en u nto uem de for encost sse n s gr des sem est r devid mente isol do sofri um desc rg elétric doloros . ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ f st d s um distânci d ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢  . um d s c rg s é solt e fic livre p r se mover. Com g iol c rreg d . p rtir do inst nte em ue c rg é solt . Em um certo inst nte. respond : ) u is os sin is de c rg s 1 e 2? ) forç eletrostátic entre s c rg s é de repulsão? Justifi ue. 9 ) F ) F L d L d c) F d) F L d L d 36. for d g iol . em função d distânci d entre s c rg s. Unirio Mich el F r d y.1 2 O serv ndo figur cim . e) A diferenç de potenci l elétrico ent ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ 34. m s dentro d g iol este potenci l não re liz tr lho. e s linh s de c mpo do c mpo eletrostático cri do.

) c rg Q rm zen d nest esfer . u ntid de de c rg ue é retir d é igu l à uel ue é post . UFRJ S e-se ue u ndo o c mpo elétrico tinge o v lor de 3 X 106 v olts/metro o r seco torn -se condutor e ue nest s condições um corpo eletriz do pe rde c rg elétric . Use ke = 9 X 109 Nm2/C2 ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . em um circuito fech do. 37. m s.IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA .Eletrostátic ¢ ¡ re pontos dentro d g iol e entre pontos d g iol com pontos do exterior é mes m . C lcule: ) o r io d menor esfer ue pode ser c rreg d té o potenci l de 106 volts sem risco de desc rreg r tr vés do r seco.

106 elétrons são retir dos d esfer A e tr nsferidos p r esfer B. conforme ilustr figur ixo.44 N/C d) 16. U. de u l ou u is f ix s de fre üênci s do espectro d luz sol r s pl nt s sorvem menos en ergi nesse processo? Justifi ue. E. c i vertic lmente no vácuo.0-5. Qu nto tempo depois d ch eg d d s pesso s no escritório o p relho é cion do? IMPRIMIR Volt r ¡ FÍSICA . c) III. energi r di nte d o Sol tinge superfície d Terr com intensid de de 1000 W/m2. 10 40. Num certo ins t nte. c) 5. UFR-RJ Du s pe uen s esfer s puntiformes. p r u l é nec ssári energi d luz do Sol. desc rreg d s e P isol d s um d outr . Vunesp A fotossíntese é um re ção io uímic ue ocorre n s pl nt s.6 x 10-15 kg e c rreg d com c rg elétric = -3. u l o v lor do módulo do c mpo elétrico? ) 3. A e B. u l energi sorvid por ess folh em 10 minutos de insol ção? 42. e c d um lig seu microcomput dor. 10-13 N/C 41.109 Nm2/C2.72 N/C c) 1. ) O p relho de r condicion do é cion do utom tic mente u ndo t emper tur do m iente tinge 27°C. Cerc de 5. S nt C s -Vitóri -ES Tem-se du s pe ueA B n s esfer s.2 x 10-19 c. 6 violet 6. d) IV. d) 8.2-6.10-19 C e const nte dielétric do meio igu l 9. Cheg m então s 4 pesso s u e nele tr lh m. Considere c rg de um elétron igu l 1. vertic l e pont ndo p r i xo. Juiz de For -MG Um gotícul de óleo.0 m rel 5.0 .0.0 X 107 N/C. ) II. condutor s. O módulo deste c mpo elétrico é just do té ue gotícul p sse c ir com movimento retilíneo e uniforme. Nest situ ção. ix ndo. cujo espectro de fre üênci s é d do seguir. Considere o c lor específico do r igu l 1000 J/kg°C e su densid de igu l 1.0 X 10-3 N/C. e) V. A eficiênci do p r elho é de 50%.38. Cor f (101 4 Hz) vermelh 3. Inic i lmente temper tur no interior do escritório é de 25°C.2 kg/m3.7 GABARITO ) S endo ue fotossíntese ocorre predomin ntemente n s folh s verdes. Qu l é o v lo r do c mpo elétrico no ponto médio (P) d distânci ue sep r os centros d s esfer s? ) 0 ) 0. eletriz d s com c rg s 4Q e –Q estão f ix s nos pontos e conforme mostr figur ixo. ) Num determin do loc l.6.p r 25°C. Se áre de um fo lh expost o Sol é de 50 cm2 e 20% d r di ção incidente é proveit d n fotossíntese. com s pesso s presentes e os micros lig dos. T nto um pesso como um microcomput dor dissip m em médi 100 W c d n form de c lor. lig se nest região um c mpo elétrico uniforme. F. 10-13 N/C e) 8.6-7.8-4. O c mpo elétrico result nte será nulo no ponto ) I.2 verde 5. ) Determine potênci elétric consumid pelo p relho de r co ndicion do.0. x II d xV 39.Eletrostátic ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ d d x I 4Q d x III –Q d x IV ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . Unic mp-SP U m escritório tem dimensões igu is 5m x 5m x 3m e possui p redes em isol d s. O p relho de r c ondicion do inst l do tem c p cid de de diminuir em 5°C temper tur do escritóri o em mei hor .0 .8-5.8 l r nj 4.0 X 103 N/C. ) 2. Seus centros estão dist ntes entre si 20 20 cm cm.0 X 105 N/C.1 zul 6.1-6. de m ss m = 9.

Av nç r ¡ ¡ .

Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ + l elétrico no ponto O é diferente de + coloc d em B teri direção verti tu ri em um c rg – coloc d em em B present rá tr jetóri ret ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . desloc ndo-se vertic lmente p r ixo. III e V são verd deir s. 32) Consider ndo o enunci do dest uestão. 11 GABARITO 44. então o número de c rg s elétric s neg tiv s e positiv s não é o mesmo. d) A forç elétric ue B teri sentido p r cim . 0 8) Ao do r r-se o r io d s esfer s. IV e V são verd deir s.Ao serem trit dos. Um exemplo disso é o f to de lgum s vezes lev rmos pe uenos cho ues elétricos o encost rmos em utomóveis. intensid de d forç eletrostátic entre el s ument rá 4 vezes. é nulo.109 N. 02) A intensid de do c mpo elétrico result nte. se um terceir esfer for coloc d no ponto médio d distânci entr e s du s já existentes. 04) O potenci l elétrico. U. com r ios igu is 10 cm e c rg s de +10 C e -10 C. 01) A intensid de d forç elétric . IV. É cor o firm r: Y – B x O IMPRIMIR ) O c mpo elétrico no ponto O é nulo. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s.109 N/C.109 N. M ringá-PR Considere du s esfer s condutor s. um c rg de + 10 C. t m ém. As esfer s se encontr m sep r d s por um distânci de 10 m. intensid de d forç el etrostátic p ss rá v ler. respectiv mente. então está eletriz do.43. 2. Se um corpo está eletriz do. ) O potenci zero. II e III são verd deir s. e) Apen s s firm tiv s II. de m teri is diferentes. Us ndo K = 9. e) Um c rg + coloc d ilíne . So re s firm tiv s cim . ue tu so re c d um d s esfer s. d) Apen s s firm t iv s II. N eletriz ção por indução. Londrin -PR C mpos eletriz dos ocorrem n tur lmente no nosso cotidi no . no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s. E. forç elétric result nte so re ess esfer v lerá.0. II. proxim d mente. v le. T is cho ues são devidos o f to de est rem os utomóveis e letric mente c rreg dos.109 Nm2/C2. dois corpos neutros. ) Apen s s firm tiv s I. 9. devido o princípio de conserv ção d s c rg s elétric s. c) A forç elétric ue tu ri em um c rg c l com sentido p r cim . é possível o ter-se corpos eletriz dos com u ntid des diferentes de c rg s. ssin le ltern tiv corret : ) Apen s s firm tiv s I. E. proxim d mente.0. 16) Ao retir r-se 5 C de c rg d esfer neg tiv mente c rreg d e deposit r-se so re esfer positiv mente c rreg d . proxim d mente. IV e V são verd deir s. v le. sep r d s pel distânci 2 e simétric s em rel ção o eixo x. U. III. possuindo. ssin le o ue for correto. c onsidere s firm tiv s seguir: I. Londrin -PR A figur ixo mostr du s c r g s elétric s + e – .1010 N. V. torn m-se eletri z dos com c rg s opost s. c) Apen s s firm tiv s I e IV são verd deir s. Se um corpo tem c rg s elétric s . 45. So re n turez dos corpos (eletriz dos ou neutros). 7.25.2. 7. U. E. proxim d mente. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . Um corpo neutro é uele ue não tem c rg s elétric s.2. no ponto médio d distânci entre s esfer s condutor s.

Ness s condições. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s. no ponto P. ) Apen s em II. d) F/2. (I) R (II) d 2R P 1 P 2 d GABARITO Selecione ltern tiv ue express corret mente rel ção entre s intensid des de c mpo elétrico E1 e E2: ) E2 = 4 E1 ) E2 = 2 E1 c) E2 = E1 d) E2 = E1/2 e) E2 = E1/4 49. à mesm distânci d do centro d c s c esféric . contendo mesm c rg elétric Q. A figur (II) represent . c) Apen s em I e II. II e III. conforme figur . em corte.F. Juiz de For -MG Um c rg elétric . coloc d no interior de um c sc e sféric . o sistem se neutr liz rá. um c mpo elétrico de intensid de E2. du s esfer s idêntic s. Ess distri uição de c rg produz no ponto P2. est esfer perm necerá onde está e s esfer s extern s se vizinh rão el . E. 04) A energi potenci l do sistem form do pel s du s esfer s eletriz d s é invers mente proporcion l o u dr do d distânci entre el s. M ringá-PR So re um pl c horizont l fix são m ntid s em repouso. três o jetos de form s geo métric s diferentes. uniformemente distri uíd em todo o seu volume. forç result nte so re e l será nul . um esfer m ciç de r io R. um c sc esféric de r io 2R. A superfície de c d um dos o jetos está c rreg d com c rg elétric estátic de mesmo v lor Q. ) Dependente d posição d nov c rg no interior d c sc . U. IMPRIMIR Volt r ¡ ¡ ¢ I II III 46. um distânci d do centro d esfer m ciç . U. so ção d e forç s extern s. 48. porém uniformemente distri uíd so re su super fície. e su s c vid des int ern s se ch m v zi s. feitos de m teri l om condutor. Em u is desses o jetos o c mpo elétrico é nulo em u l uer ponto d c vid de intern ? ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . de mesmo módulo e sin l contrário. 16) Retir ndo-se s forç s extern s e coloc ndo-se um outr esfer co m c rg + . produz um fluxo do vetor c mpo elétrico igu l F tr vés d superfície d c sc . em corte. 12 47. 32) Se for coloc d um outr c rg + . em corte. e) Em I. o fluxo do vetor c mpo elétrico tr vés d superfície terá v lor: ) 2 F. c) Nulo. d) Apen s em II e III. for t m ém introduzid no inte rior dest c sc . ssin le o ue for correto: – P – 01) No ponto P. eletriz d s. no ponto P. UFRS A figur ixo represent . no ponto P. ue se encontr m em reesfer cu o pirâmide pouso. 08) S e coloc rmos um outr esfer com c rg + . sendo P o ponto médio entre el s. UFRS A figur (I) represent .) Apen s em I. Se outr c rg . o potenci l elétri co result nte é nulo. um c mpo elétrico de intensid de E1. Os o jetos são ocos. o c mpo elétrico result nte é nulo. Ess distri uição de c rg produz no ponto P1. contendo c r g elétric Q. 02) No ponto P. tot lmente fech dos.

Av nç r ¡ FÍSICA .Eletrostátic ¡ ¡ .

é diferente de zero. U. sendo EM o módulo do vetor c mpo elétrico em M e VM o v lor do potenci l elétrico e m M. e)EM não se lter e VM ument .109 unid des MKS).103 N/C. Ass in le ltern tiv ue complet corret mente l cun d inform ção cim . C xi s do Sul-RS Ap relhos elétricos convertem energi elétric em outros tip os de energi . 02) Os vetores c mpo elétrico E1 e E3 se nul m. O gráfico ue melhor express v ri ção do módulo d forç eletrostátic F entre el s. Dê como respost som d s ltern tiv s corret s.50. como c lorífic e luminos . Com rel ção os vetores desse c mpo elétrico. 02) Num ponto sit u do no vácuo (K = 9. por exemplo. 04) É um gr ndez esc l r. 53. UERJ Du s p rtícul s eletric mente c rreg d s estão sep r d s por um distânci r. ssin le o ue for correto: 01) E4 é o vetor c mpo elétrico result nte. tem v lor de 27. Pont Gross -PR So re o c mpo elétrico ger do por um c rg elétric . 16) Qu ndo ger d o por vári s c rg s elétric s puntiformes. 08) O vetor c mpo elétrico result nte é nu lo. poi d s em suportes isol ntes. 51. um lâmp d de 100 W. + E2 0 E1 E3 – E4 M IMPRIMIR GABARITO 54. pode-se firm r ue )EM e VM ument m. 16) Os vetores c mpo elétrico E2 e E4 se nul m. 04) E1 e E2 de termin m o vetor c mpo elétrico result nte. é nulo num determin do ponto. E. dur nte 10 min utos. Considere o ponto médio M ue se m ntém e üidist nte de seus centros e suponh ue s esfer s sej m proxim d s. ) 100 ) 600 c) 1000 d) 6000 e 60. d)EM ument e VM não se lter . Pont Gross -PR Du s c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrário s cri m um c mpo elétrico E no ponto O.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ .000 Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . U. 08) No interior de um condutor esférico em e uilí rio eletrostático. ssi n le o ue for correto: 01) Pode ser medido em Volt por metro. )EM e VM diminuem. 4 m de distânci de um c rg ger dor ue mede 48 µC. Dê como respost som d s lt ern tiv s corret s. E. em função de r. serão o tidos Joules de energi c lorífic e luminos . Ness s cond ições. c)EM e VM não se lter m. é: ) ) c) d) 13 52. F. U.M. Lig ndo-se. m s não se toc m. Triângulo Mineiro A figur represent du s esfer s co ndutor s idêntic s. com c rg s elétric s de mesmo v lor e de sin is contrários. conforme mostr figur ixo.

no interior de um condutor c rreg do. A e C. Em vist disso e sendo mic o dielétrico preferido dos f ric ntes desse utensílio doméstico. ( ) O tr lho re liz do pe l forç elétric p r desloc r um c rg elétric de 1µC entre dois pontos. 02) O c mpo elétrico. 16) Como rigidez dielétric do r é 3 x 106 N /C. com c rg elétric neg tiv em excesso. 08) Num região ponti gud de u m condutor.Eletrostátic ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡  ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  . no int erior de um condutor eletriz do. GABARITO IMPRIMIR 57. ) lt rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. ( ) A diferenç de potenci l e létrico. esponsável pelo uecimento do ferro. 14 64) O potenci l elétrico. A primeir del s é impedir ue h j v z mento de corrente elétric d resistênci p r c rc ç do p relho. evit ndo. por ue um estrutur metálic lin d o seu interior contr efeitos elétricos externos. 04) Um pesso dentro de um c rro está protegid de r ios e desc rg s elétric s. ( ) Cátions existentes n tmosfer tendem mover-se p r cim . conclui-se ue el deve ter ) lt rigidez die létric e lto ponto de fusão. sej c rreg d positiv mente. Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . dist ntes 2 m entre si e situ dos um mesm ltitude. 32) Devido o poder d s pont s. c rg máxim ue podemos tr nsferir um esfer de 30 cm de r io é 10 microCo ulom s. d) ix rigidez dielétric e ixo ponto de fusão. 56. com módulo E = 100 N/C.55. A segund é us r um m teri l cujo est do físico não sej lter do . o ris co de cho ue elétrico. c rg ue podemos tr nsferir um corp o condutor ponti gudo é menor ue c rg ue podemos tr nsferir p r um esfer c ondutor ue tenh o mesmo volume. entre um ponto A e um ponto B. no interior de um condutor eletriz do em e uilí rio eletrostático. f zendo com ue o exc esso de c rg se loc lize n superfície do condutor. c) i x rigidez dielétric e lto ponto de fusão. Dê como respos t som d s ltern tiv s corret s. en u nto ue ânions tendem mover-se p r superfície terrestre. situ do 2 m ixo de A. f zendo com ue p rte inferior dest . du s d s preoc up ções d indústri dizem respeito o dielétrico ue é us do p r envolver resistênci . UFSC Assin le (s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) O c mpo elétrico. Consider ndo ue p r um pe uen região d superfície terrestre o c mpo elétrico é uniforme. por is so intensid de do c mpo elétrico próximo às pont s do condutor é muito m ior do ue n s proximid des de regiões m is pl n s. UFRN N f ric ção de ferros de engom r (ferros de p ss r roup ). mesmo u ndo su metido temper tur s elev d s. é sempre diferente de zero. volt d p r Terr . ( ) Este c mpo elétrico induzirá c rg s elétric s em um nuvem. é de 200 V. é nulo. há um concentr ção de c rg s elétric s m ior do ue num região pl n . ssim. n tmosfer . como uel s ue podem existir num ferro de engom r. é correto firm r: ( ) A Terr é um corp o eletriz do. é nulo. UFPR Um físico re liz experimentos n t mosfer terrestre e conclui ue há um c mpo elétrico vertic l e orient do p r sup erfície d Terr . é 200 µJ.

Ajude o Sr.Eletrostátic ¡  ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¡ ¡ ¡  ¢ ¡ ¡   ¢ ¡ ¡ ¡  ¢¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢  ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢¡     ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¡ ¢ ¢ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ £ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  £  ¡ . determine. por conseguinte. A partir do diâmetro do cano que eva água ao chuveiro. pois está preoc upado com o aumento do consumo de energia e étrica (E) e. O Sr. b) Após fazer sua esco ha. Newton v i o comércio e solicit do vendedo r um chuveiro de pouc potênci (P). resistênci elétric do uecedor. temper tur c i um pouco em vári s cid des d o Rio Gr nde do Norte. em um interv lo d e 20 minutos. do Norte. UFBA Um uecedor. elev temper tur de 5 de águ de 20 °C p r 70 °C. o Sr. respectiv mente. que toda a energia e étrica (E) é dissipada na forma de ca or (Q) pe o resistor do chuveiro. Lembre que: P = V • i e V = R • i. sendo tota mente absorvida pe a água. na marca dos 23°C. IMPRIMIR GABARITO Volt r Av nç r ¡ FÍSICA . O Sr. Ne ton a fazer a estimativa da temperatrua (θfin l) em ue ele tom rá seu nho morno.15 58. que a temperatura na sua cidade permanece estáve . Ne ton supõe . em ohms. com o a umento da sua conta mensa . comuns ) para a vo tagem (V) do Rio G.25 g. que é 220 V: um com resistência e étrica (R) de 20. oper ndo à ddp de 100 V. A ém disso. a) Qua dos dois chuveiros o Sr. ue podem ser medid s em gr us Celsius e 1 Joule ≅ 0.0 Ω e outro de 10. Lem re ue: E = P • t. no rádio. Isso f z com ue lgum s f míli s p ssem utiliz r o chuve iro elétrico p r um nho morno. ∆θ = θfin l – θinici l é v ri ção d temper tur nici l e θfin l. tendo em vista sua preocupação econôm ica? Justifique. onde = 1cal/g °C é o calor específico da água. s temper tur s inici l e fin l d águ .0 Ω por onde circu a a corrente (i) que aquece a água. O vendedor he oferece dois chuveiros (ôhmicos. 59. N e ton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. Admitindo-se ue tod energi elétric é tr nsform d em energi térmic e consider ndo-se ue águ tem densid de de 1 g/cm3 e c lor específico de 4J/g • °C. e e sabe que a quant idade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30. UFRN Nos meses de m io e junho. ue pen s “ ue re friez ” da água. Ne ton deve esco her. como primeira aproximação.2 c l. onde t represent tempo. Q = mc∆q. e e ouve.

D 39. F-F-V-F-F 19. F-V-V-F 6. E 55. 2 + 4 + 8 + 32 25. E 28. 1 + 2 + 4 + 16 + 32 45. V-V-F-F-F 23 . B 26.) tr ção 35. D 14. D 12. 12 W IMPRIMIR G A B A R IT O Voltar FÍSICA . ) P = 2100 W ) ∆t = 225 s 43. E 18. 1 53. 15 2. B 44. ) E = 600 J 42. 1 + 3 51. 2. C 48. C 52. C 49. A 20. C 31. A 54. ) 1 . A 58. D 21. C 3. D 32. A + 34. 1 + 4 + 8 + 32 56. C 16. E 7. C 41. A 40. C 9. 03 8. a) 20 W b) 39 °C 59. C 36. B 13. ) 1/3 m ) 1/27 (1/27). A 27. V-F-V-F-V-F 5. B 29.F ÍS IC A E L E T R O S T Á T IC A 1 1.10-3 C 38. D 4. B 37. C 22. C 33. E 47. 1 + 8 + 16 50. D 30. C 46. 03 17. B 11. D 15.Eletricidade Avançar ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¢ ¢ ¡  . 02 24. ) N s f ix s d s cores verde e m rel ue são refletid s pel s folh s . V-V-F-F-V 57. A 10.

um estudante de e etrotécnica reso veu desmontá. 4. maior será a corrente tota que entra na sua casa e maior será o va or da conta de e nergia e étrica a ser pago no fina do mês. conectando a metade intacta novamente. ( ) A corrente e étrica que chega às residências é contínua. Assim sendo. ca cu e. (08) quanto maior for o número de apare hos igado s. Despreze a parte fr acionária de seu resu tado. em kΩ. é possíve des igar um de es e os demais conti nuarem em operação norma . fluirá uma co rrente que passará pelo ar. uma vez que as âmpadas têm bri ho constante. através do seu pé. (16) para uma rede e étrica com tensão de en trada 120 V e um disjuntor de 30 A. No instante em que a mão estiver suficientemente próxima ao carro. menor será a resistência tota do circuito e étrico da sua casa e. na rede e étrica da sua casa. a soma das a ternativas correta s. 1 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . ( ) A corrente e étrica através da resistênci a do chuveiro se tornou menor. Dê. a interrupção da corrente e étrica em um de es acarretaria o des igam ento de todos os outros. UnB-DF Suponha que uma pessoa em Brasília. na época da seca. Reso veu. UFMT A energia e étrica que supre as residências pode ser produzida de muitas formas diferentes. é correto afirmar que (01) para a igação desses apare hos na rede e étrica da sua casa é feita uma associação de resistências e étricas em para e o. então. (04) todos os apare hos estão submetidos à mesma tensão de en trada da rede (120 V ou 220 V). não há perda de energia no processo da passagem da corrente e étrica por fios e resistores. UFMT Ao verificar que o seu chuveiro não mais funcionava. conseqüentemente. (02) a igação desses apare hos. Diante disso. não é feita em série pois se assim fosse. como resposta. A respeito. 3. Sabendo que a resistência do corpo da pessoa. ju gue os itens. ( ) A corrente e étrica não varia ao ongo de um fio e nem se a tera ao passar por um resistor.o. é de 2 000 Ω e que uma corrente de 300 mA causará a sua morte. pelo corpo da pessoa e. Suponha que toda a rede da sua casa seja igada a um disj untor que imita a corrente de entrada para evitar um superaquecimento dos fios e étricos da rede. caso exista. UFMS Quando em sua casa vários apare hos e etrodomésticos estão em funcionamento. ( ) A diferença de potencia na resistência se tornou maior. pois assim o chuveiro ainda poderia continuar a funcio nar com metade da resistência origina . ( ) Qui o att-hora é unidade de potência. Em re ação a esse tema. 2. ( ) A função dos transformadores insta ados nos postes das ruas é converter a tensão da rede e étrica externa num va or compatíve com a tensão idea para os e etrodomésticos. ( ) A energia consumida pe o chuveiro se tornou menor. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro se tornou maior. Constatou que apenas metade da resistência estava da nificada.E etrodinâmica Avançar                      £                                             . o mínimo va or que se pode ter da resistência e ét rica da rede da sua casa é de 40 Ω. m ediante processos de captação e transformação de energia.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1. atingirá o solo. a resistência míni ma que o ar deve ter para que a descarga não mate essa pessoa. ju gue os itens. aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresenta uma diferença de potencial de 10000 V com relação ao solo. no percurso da corrente elétrica. remover a metade danificada da resistência.

20 e que o tota da conta foi R$ 145. a p otência dissipada no dispositivo é de 30 W. ( ) O chuveiro e étrico é uma ap icação do efeito Jo e. Observand o a conta de energia e étrica do mês de novembro. b) II é correta. III. Unicap-PE Assina e verdadeiro ( V) ou fa so (F): ( ) O resistor é um dispositivo capaz de transformar energia e étri ca em ca or. por dia. cuja área da secção transversa é igua a 2mm2. 7. Despreze a parte fracionária da respost a. é igu a a 01) 200 04) 800 02) 400 05) 1000 03) 600 9. U. ( ) A resistência equiva ente de dois resistores de 3 Ω. quando submetido a uma tensão de 34V. UFMT Engenheiros de uma companhia hidre étrica pretendem projetar uma pequena u sina aproveitando um desníve de terreno de 80 metros. Qua o número inteiro que mais se aproxima do va o r da potência máxima. sua resistência é de 5. Qua a corrente do feixe em unidades de 10–4? a) 13 d) 19 b) 15 e) 23 c) 17 8.90. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . a parce a dessa conta correspondente apenas à uti ização do chuveiro e étric o.7 — 10–2 Ωmm2/m a resistividade do cobre. ( ) A resistência de um condutor é inversamente proporciona ao seu comprimento. é 1. c) III é correta. evando em conta os va ores informados. 10.5 Ω. em MW – mega atts.1 x 1015 e étrons por segundo. 10 banhos de 15 minutos cada. igados em par a e o. é equipada com um chuveiro e étrico cujas especificações nominais são 220 V –5400 .5.P de 2 vo ts. é percorrido por uma corrente e étrica de intensidade 4A. Quando submetido a 300 V. quando submetida a uma d. U. dissipará uma potência de 6 atts. em média. Pode-se afirmar que SOMENTE a) I é correta .0 — 103 Ω. Nessa casa são tomados.d. Sa vador-BA Um fio de co bre. Unifor-CE Para certo dispositivo foi representada a curva corrente x tensão e foram feitas três afirmações. UFPE Suponha que o feixe de e étrons em um tubo de imagens de t e evisão tenha um f uxo de 8. em metros. i(mA) 100 80 60 40 20 2 GABARITO 0 100 200 300 V(V) I. Ca cu e. o comprimento do fio. ( ) A associação do item anterior. Supondo-se constante e ig ua a 1. caso exista. verifica-se que o va or médio do qui o att-hora (kWh) é de R$ 0. onde residem 7 pessoas. e) II e III são corretas. II. por onde corre um rio com v azão de 25000 itros por segundo. O dispositivo obedece à ei de Ohm. em p orcentagem. d) I e II são corretas. Quando os terminais do dispositivo estão submetidos a 100 V.Cató ica-DF Uma residência de c asse média. que essa usina poderia gerar sem perdas signi ficativas de energia? 6.E etrodinâmica Avançar                          £  £                 £     .

UFR-RJ O gráfico abaixo representa a curva de uma bateria de certa marca de au tomóve . Feita a associação. Neste caso: a) qua a resistência interna da bateria? b) qua a máxima potência desta bateria? GABARITO 14. III. III. U (V) 15 60 i (A) Quando o motorista iga o carro tem-se a corrente máxima ou corrente de curto circ uito. b) apenas I. pode-se conc uir que apenas a) a I está correta.0 Ω. Nessas condições.0 e 16 b) 2. fabricadas para serem uti izadas em 110V.0 c) 2. são. A corrente e étrica que passa pe as duas âmpadas assoc iadas é a mesma. Considerando as âmpadas resistores ôhmicos. e a t ensão nos terminais da bateria. a) nenhuma de a s. a corrente no circuito. é igua à corrente que passaria por cada uma. é inversamente proporciona a ddp ap icada e diretamente proporciona à resistência e étrica do resistor. Nesse caso. em um resistor ôhmi o. e) todas. a idéia de associar em série duas âmpadas idênticas entre aque as que possuí . Sobre as afirmativas acima. iga-se um resistor de 8.0 e 8. e) a I e a III estão corretas. Corrente e étrica é o movimento de íons em uma so ução e etro ítica.E etrodinâmica Avançar                                           . Unifor-CE A uma bateria. cuja vo tagem da rede é 220V. b) a II está correta. havi a apenas âmpadas de 60W. 3 13. de força e etromotriz 20 V e resistência interna 2. UFR-RJ As afirmações abaixo referem-se à corrente e étrica.5 e 10 12. a ddp em cada u a das âmpadas será de 110V. então. A fenas-MG Numa casa. II. c) a III está correta. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .11. ana ise as proposições: I. a corrente no detector apresentou variação. d) apenas III.0 Ω. Corrente e étrica. Ao responder a uma pergunta. Podemos afirmar que está(ão) incorreta(s). em ampères. em µA. Considerando ta situação. Corr ente e étrica é o movimento ordenado de e étrons em um condutor. d) a I e a II estão corre tas. de: a) 5 c) 15 b) 10 d) 20 15. uma tensão de 6 V é ap icada entre os dedos de um a pessoa. c) apenas II. II. se a associação tivess e sido feita em para e o. respectivamente. I. UERJ Num detector de mentiras. O dono da casa teve. em vo ts. a corrente e étrica. a resistência entre os seus dedos caiu de 4 00 kΩ para 300 kΩ. a) 2. U. que passa por e as.

98 Ω. 4 GABARITO IMPRIMIR ( ) Quando submetidos à mesma tensão elét ica. UFPR Dois fios conduto es etos A e B. 19. ( ) Supondo que uma co ente contínua de intensidad e 1 x 10-5 A passe pelo co po do pássa o e que ele pe maneça pousado no fio po 1 mi nuto. o que me hor representa a resistência e étrica do apare ho. U. traba hando nas condições fornecidas pe o fabricante . c) 1. e) Se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de c ontatos situados na supe fície late al e diamet almente opostos. ganhou de seu marid o um forno e étrico para sua cozinha. Com base nestes dados. UFR-RJ Beatriz. uma mãe que gosta muito de e etrodomésticos. d) A esistência do dispositivo independe de sua fo ma. c) A esistência elét ica do dispositivo se á d ada pela elação R = ρ L/A. FÍSICA .4 Ω. a co ente que pas sa pelo co po do pássa o se á desp ezível. a co ente elét ica que passa po A é igu al à co ente elét ica que passa po B. é co eto afi ma : ( ) Supondo que a esistência do fio ent e os pés do pássa o seja muito meno que a esistência de seu co po. a esistência elét ic a se á dada po R = ρ A/L. As especificações do fabricante do forno eram: p otência 1800 W e vo tagem 110 V. b) A esistência elét ica do d ositivo é independente do comp imento L. a tensão elét ica em B é maio que a tensão elé ica em A. b) 16. Entre os va ores abaixo. 17. Londrina-PR Um materia de resistividade ρ é utilizado pa a const ui um dispositivo esistivo cilínd ico de c omp imento L e secção eta t ansve sal A.16. é a) 0. ( ) Quando ligados em sé ie. têm o mesmo comp imento. sem que nada lhes aconteça. mas a esistência elét ica de A é a metade da esistência de B. é co eto afi ma : a) A esistência do dispositivo é dada pela elação R = ρ A/L. é a soma das esistências do pássa o e do pedaço de fio ent e seus pés. Sob e este fato e usando os conc eitos da elet icidade. ( ) Quando ligados em pa alelo. Sob e tais fios. UFPR Pássa os são comumente vistos pousados em fios de al ta tensão desencapados. se o dispositivo fo conectado ao ci cuito at avés de contat os situados nas duas ext emidades do dispositivo. no t echo em que o pássa o está pousado.76 Ω. ( ) A esistência equivalente do conjunto pás sa o e fio. ( ) A esistência do fio ent e os pés do pássa o se á maio se o diâmet o do fio fo meno .Elet odinâmica ¨ Avança ¨ ¨ Volta ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨  ¨ ¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ . é co eto afi ma : ( ) A á ea da secção t ansve sal de A é quat o vezes meno que a á ea da secção t ansve sal de B. a potência dissipada po A é maio que a di ssipada po B. a potência dissipada po B é m aio que a dissipada po A. a quantidade de ca ga que passa pelo pássa o é igual a 6 x 10-4 C. ( ) Quando pe co idos po co ente elét ica de igual intensidade.7 Ω. d) 6. ( ) A ene g ia dissipada no co po do pássa o em um inte valo de tempo t é igual ao p oduto da di fe ença de potencial ent e seus pés pelo inte valo t. 18. e) 12. de mesmo mate ial. E.4 Ω.

UFR-RJ Se um e etricista tem 100 âmpadas. Ponta G ossa-PR Com um c onduto cilínd ico de dete minada liga metálica que tem 125. em 1 kg de água a 20 C. 1 kΩ. quando acesa? b) Qua a resistência equiva ente das âmpadas. Quanto maio a á ea da seção t ansve sal de um esisto . um chuveiro de 22 00 W (posição: verão).6 cm de comp imento e 0.186 J. o va or da resistência equiva ente dos mesmos é de. 02) Os apare hos usados para fazer as medidas são o vo tímetro. ve ifica-se a passagem de uma co ente elét ica de 3 A pe lo mesmo. e o amperímetro. devem os diminui o comp imento do esisto . c) III. d) Como todos os e ementos resistivos em uma casa são se mpre igados em série. e) II e III. 5 âmpadas de 60 W. 4 mm de diâmet o é feito um esisto . 16) O fenômeno e étrico produzido – aquecimento do fio – é chamado efeito Pe tier. c) Se todos os e ementos resistivos estiverem igados em série. uma senhora adq uiriu uma âmpada especia com as seguintes características impressas: “220W-110V”.E etrodinâmica Avançar ¨ ¨    ¨ ¨ ¨    ¨  ¨  ¨    ¨   ¨ ¨ ¨¨    ¨    ¨ ¨  ¨¨  ¨ ¨     ¨¨      ¨ ¨ ¨       ¨ ¨     ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨     ¨ ¨ ¨  ¨ ¨   ¤ ¨  ¨ ¨  ¨ ¨ ¨      ¨   ¨  ¨ ¨ ¨   . por 2 minutos. calor es ecífico da água = 1 cal/gºC) 01) A resistividade do material que con stitui o condutor é 1 µΩm. contida em um recipiente adia bático e de capacidade térmica desprezíve . a temperatura fina da água será 22. Dete rmine. simu taneamente. pergunta-se: a) Qua a resistência e étrica de cada âmpada. Se a dife ença de potencial nos te mi nais do esisto de um chuvei o é mantida constante. A esistência elét ica de um esis to independe do mate ial de que ele é feito. UFR-RJ Ao fazer compras. a resistência equiv a ente dos mesmos é de 3. de 100W e 100V. que é igado em série ao condutor. Dê como respos a a soma das a ternativas corretas.58 C. 1 cal = 4. Estabelecendo-se uma ddp de 30 V(CC) ent e os ext emos desse conduto .20. Somente é(são) co eta(s) a(s) afi mação(ões) a) I. todos os e ementos e étricos da casa estejam igados. que é igado em para e o ao conduto r. nesse caso. 04) Em torno do condutor forma-se um campo magnético. assinale o que fo co eto: (Adote π = 3. E. b) a corrente e étrica que perc orre o fi amento dessa âmpada especia . III. 08) Se o resistor for ime rso tota mente.84 kWh. isto corresponderá a um consumo de energia e étrica de 0. um igado ao chuveiro e o outro aos demais e ementos e étricos. a) a resistência e étrica da âmpada. Assina e a a ternativa CORRETA: a) Caso. U. para a proteção do circuito e étrico. pa a aquece mais a água. para i uminar uma festa junina. II. uma TV de 60 W e ainda um ferro e étrico de 800 W e que a tensão na rede de distribuição de energia e étrica é de 110 V.14. b) II. 23.7 Ω. Uberaba-MG-Pias Considerando que em um a casa estejam funcionando. Sob e este evento. durante 15 min. aproximadam ente. Cefet-PR São feitas as afi mações a segui : I. a co ocação de dois d sjuntores de 10 A. d) I e II. 5 IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . caso e stas sejam associadas em para e o? 24. quando a mesma está operando de acordo com as características impressas. 22. meno se á sua esistência elét ica. b) No padrão de energia no interior da casa é suficiente. 21. U.

com r lação 4/1. UFRS Uma âmpada de anterna. 1 Ω 3 ε 2A 1 Ω 3 2Ω 4Ω 6 Qua o va or da diferença de potencia entre os terminais da fonte? a) 4 V d) 6 V b) 14/3 V e) 40/3 V c) 16/3 V 27.25. (04) l pod rá ligar o apar lho no ac nd do r d cigarro com um r sistor d 2.00 d) 1. 28. Sendo R o va or da resistência do fi amento à temperatura de operação. resistência intern a nu a e de três resistores. UFSC Um rapaz cansado de ter seu rádio roubado o u ter de carregá.10 b) 0. reso veu adaptar seu pequeno “walk-man” para ouvir música no carro. a razão R/R0? a) 0.25kΩ em para e o. qua é aproximadamente.9 W e 6 V. A potência dissipada no resistor de 3 Ω é: IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 64 W 48 W 50 W 80 W 30 W Vo tar FÍSICA . O circuito é a imentado por uma fonte de tensão idea e. como resposta.60 c) 1. Medindo a resistência e étrica do fi amento à temperatura ambiente (isto é: estando a âmpada des igada).66 e) 10. (08) e e poderá igar o apare ho com um resistor de 0. Dê. Um dos probl mas é p rmitir qu l possa s r alim ntado l tricam nt através do ac nd dor d cigarro. (16) e e poderá igar o apare ho com um capacitor de 12µF em série.00 26.o para todo ado. que traz as especificações 0. ntr primário s cundário. PUC-PR O c ircuito representado abaixo é constituído de uma fonte de fem 28 V. (02) não s rá ossív l r solv r o probl ma d alim ntação. tem seu fi a mento projetado para operar a a ta temperatura. é CORRETO afirmar qu : (01) l pod rá r solv r o probl ma com um transformador.E etrodinâmica Avançar                                                                                    . UFRS No circuito representado na figura abaixo.25kΩ em série. Sab ndo-s qu o “walk-man” traz as s guint s informaçõ s: 3V 12 mW. cuja t nsão é 12V. a intensidade da corrente e étrica atra vés do resistor de 2 Ω é de 2 A. a soma das a ternativas corretas. encontramos o va or R0 = 4 Ω.

Fuvest-SP Um certo tipo de âmpada incandescente comum. mesmo pousando sobre fios condutores desencapados de a ta tensão. simu taneamente. b) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio (pontos A e B) é muito e evada. cada uma. está esquematizado abaixo. durante 1 h ora.hes a gum dano.3 1. é aproximadamente de a) 1100 W b) 1500 W c) 1650 W d) 2250 W e) 2500 W 31.E etrodinâmica Avançar  £                                       . foi aproximadamente de: I(A) 1. sendo A – em uma rede e étrica de 130 V B – em uma rede e étrica de 100 V Ao fina desse tempo. 7 A potência máxima de um ferro de passar roupa que pode ser igado.hora (Wh). em at t. em função da tensão (V).1 1. de potência nomina 170W e tensão nomina 130V. PUC-SP Os passarinhos. indicada no gráfico abaixo. 30.0 IMPRIMIR GABARITO a) b) c) d) e) 0 Wh 10Wh 40Wh 50 Wh 70Wh V(V) 80 100 130 150 Vo tar FÍSICA . a uma âmpada de 150 W. igado à rede de 110 V e protegido p or um fusíve F de 15 A. Suponha q e duas âmpadas (A e B). não estão sujeitos a choques e étricos que possam causar. Fuvest-SP Um circuito doméstico simp es. a diferença entre o consumo de energia e étrica das duas âmpadas. d) O corpo do passarinho é um bom condutor de co rrente e étrica. Q ua das a ternativas indica uma exp icação correta para o fato? A B a) A diferença de potencia e étrico entre os dois pontos de apoio do pássaro no fio ( pontos A e B) é quase nu a. e) A corrente e étrica que circu a nos fios de a ta tensão é muito baix a.29. apresent a a re ação da corrente (I). forma uti izadas. c) A resistência e étrica do corpo do pássaro é praticamente nu a. desse mesmo tipo.2 1. sem que o fusíve interrompa o circuito.

caso exista. ( ) com o chuv iro m funcionam nto. pode-se uti izar uma âmpada de 220 V igando-a em 1 10 V. ca cu e. o dispositivo deve ser montado de forma que cada uma das resistências d issipe a mesma potência. ( ) o valor da r sistência létrica é m nor com a chav a posição “V rão”. Nas residências.o para aumentar em 10°C a temp eratura de 150 L de água a ser consumida diariamente em uma residência. d) 20 W.1 kWh. Mediante uma adequada igação das resistências em série e/ou para e o. encostar a mão n um fio desencapado. ( ) s a ddp da r d létrica for r duzida à m tad . UnB-DF Com o progresso crescente das atividades industriais e com o aumento da popu ação.12 mA. em c ndições nominais. a potência máxima dissipad a é 4400 W. Vunesp A resistência e étrica do corpo de uma certa pessoa é de 1. em kWh. b) 120 mA. Para que a vida úti de cada resistência sej a a mesma. Nessa perspectiva. d) 120 A. em vez de usar uma âmpada de baixa potência.220 V numa rede e étrica de 110 V e considerando que a resistência e étrica da âmpa da não varia com a temperatura.12 A. ( ) com a chav na posição “Inv rno”. a variação d t mp ratura d a água diminuirá na m sma proporção. a intensidade da corrente e étrica que atravessará o seu corpo será de a) 0. c) 0. 33. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .E etrodinâmica Avançar                                        £                                                                              . e) 120 MA. em função sso. mant ndo-s constant a vazão d água qu sai do chuv iro. é projetada para uma vida úti de 1000 horas. Se esta pess oa.32. dispõ d quatro r sistências d 242 Ω que. a máxima economia de energia e étrica que o refer ido dispositivo poderá proporcionar no período de 30 dias. Vunesp Para ob ter uma i uminação pouco intensa. Despreze. o co nsumo d n rgia létrica é 1. uma corrente e étrica máxima de 0. b) 7 W. Assim. e) 40 W. a parte fracionária do va or ca cu ado. UFGO Considere um chuveiro cuja chave se et ora de temperatura a terna-se entre as posições “Inv rno” (água qu nt ) “V rão” (água mor corr nt máxima n ss chuv iro é 20 A.0 MΩ. sendo que a t ensão da tomada de que e e dispõe é de 110 V. com um potencia e étrico de 120 V em re ação à superfície e. c) 10 W. UFMT Um studant n c ssita construir um dispositivo para squ ntar a água con tida num r cipi nt . 34. 8 GABARITO 35. a potência dissipada por esta âmpada será de a) 5 W. evar um choque. Considerando que a densidade da água seja igua a 1 kg/L e que o ca or específico da água seja igu a a 4200 J/(kg°C). qua será a potência máxima desse dispositivo (em atts). uma economia substancia de energia e étrica seria obtida se o ca or gerado pe o refrigerador pudesse ser uti izado no aquecimento da água para o banho. descuidadamente. a dif r nça d pot ncial (ddp) da r d létrica local é 220 V. segundo o fabricante. suportam. Para isso.4 A. para um banho qu nt d 15 minutos. atendendo especificações d o fabricante? 36. A principa vantagem desta opção é a de aumentar a vida úti da âmpada que. considere que um dispositivo seja construído para extr air o ca or do radiador de um refrigerador e uti izá. estando desca ça sobre uma superfície condutora. Ligando uma âmpada de 40 W . mas de mesma tensão que a da rede e étrica. cada uma. a economia de energia e étrica tem sido uma preocupação consta nte.

Qual é a energi a (em kWh) gerada em 5 horas de exposição ao Sol? a) 1. pois permite a passagem de corrente com intensidade superior a intensidade máxima da corrente do circuito. Num interva o de 30 s.8 kW — h b) 3.E. o custo mensa de energia e étrica nesta residência.5 c) 165 d) 1. é de a) 1. (04) o chuveiro conectado em 220V é mais seguro.37. UFMS Dois chuveiros e étricos são insta ados em uma residência. Considerando que a potência de cada chuveiro é de 4400W. ( ) Se todos esses apare hos ficam i gados em média quatro horas por dia e sabendo que cada 1 kWh de energia custa R$ 0 . Com base nos dados fornecidos acima.8 kW — h IMPRIMIR Voltar FÍSICA .65 b) 16 . enquanto o outro é insta ado em 110V. ( ) A intensidade de corrente e étrica que atr avessa a máquina de avar é inferior a 3. é superior a R$ 60.65 — 104 40. (16) a resistência e étrica dos dois chuveiros é a mesma.15.00.8 kW — h c) 10.65 — 103 e) 1. estão em p eno funcionamento os seguintes e ementos: 1 iqüidificador 220 V – 200 W. em jou es. ( ) Os e ementos citados no enunciado.8 kW — h d) 7. a soma das a ternativas corretas. ju gue os itens a seguir co mo verdadeiros ou fa sos. pois necessita de correntes menores que o chuveiro conectado em 110V. 1 chuveiro e étrico 220 V – 2400 W. Unifor-CE Um ferro e étrico. todos e es são percorridos pe a mesma intensidade de corrente e étrica.0 A. para funcionar com potência máxima.Eletrodinâmica Avançar                                                . devido exc usivamente a es ses apare hos. 8 âmpadas 220 V – 60 W cada uma. pois assim. Potiguar-RN Um satélite de telecomunicações d o Brasil em órbita em torno da Terra utiliza o Sol como fonte de energia elétrica. a quantidade de ca or dissipado. diminuindo dessa forma os riscos com o superaquecimento dos fios em razão do efeito Jou e. Um dos chuveiros é i nsta ado em 220V. GABARITO 39. de resistência 22 Ω é igado a uma tomada de 110 V. I. como resposta. 2 te evisões 220 V – 90 W cada uma. U. (02) o chuveiro conectado em 220V consome menos energia que o chuveiro conectado em 110V para aquecer a mesma quantidade de água à m esma temperatura. ( ) A resistência e étrica do chuveiro é sup erior a resistência e étrica de uma âmpada. Dê. é corret o afirmar que (01) o tempo que ambos evam para aquecer a mesma quantidade de água até a mesma temperatura é o mesmo. ( ) O fusíve insta ado nesta residência não p otege o circuito. Cada um de es é conectado a um disjuntor de 30A. 9 38. devem ser igados em série. (08) o chuveiro conectado em 110V necessita de um disjuntor capaz de suportar pe o menos 40A no ugar do disjuntor de 30A. Num certo instante.Superior de Brasí ia-DF Uma insta ação residencia que opera sob tensão de 220 V é protegida por um fusíve de 18 A. A luz solar incide sobre seus 10 m2 de painéis fotovoltaicos com uma intensidade de 1300 W/m2 e é transformada em energia elétrica com a eficiência de 12%. 1 máquina de avar 220 V – 600 W.

200 900 600 300 + + + + + + + + 3. na superfície da Terra. h (m) h (m) I 2.800 1.100 1.400 2.500 nuvem + + + + + + + + + 2.200 nuvem 4.4 x 109 V 1.100 1. cargas de sinal oposto ao das acumuladas nas partes mais baixas das nuvens. Nas figuras a seguir.100 1.800 1.800 1.400 2.6 x 109 V 10 300 SOLO SOLO .200 900 600 300 nuvem II 2.700 2.700 III 2.2 x 109 V 6.700 2.0 x 10 V 9 900 600 300 + + + + + + + + SOLO + + + + + + + + SOLO h (m) h (m) 2. ocorre uma separação de cargas elétricas no interi or das nuvens.100 1. UFRN Na formação de uma tempestade.500 1.500 1.41. Isso cria uma diferença de potencial elétrico entre essas partes das nuvens e o solo.800 1. que induzem.400 2.200 900 600 nuvem IV 2.400 2.700 2. estão esquem atizadas diferentes situações do tipo descrito acima.500 1.

O campo máximo que um capacitor cujo meio isol ante seja o ar pode suportar.0 d) 1.0 minuto s.0 e) 0 . Com base nesses dados.0 c) 2. em ampères. vale a) 4. em coulombs.0 — 102 d) 9. um rádio de 12 V que é percorrido po r corrente de 2.5 — 103 Voltar FÍSICA .Em primeira aproximação.Eletrodinâmica Avançar .5 — 10 c) 6.0 — 10 b) 2. Qualquer campo maior que esse produz uma faísca (rai o) entre as placas. sem ocorrer uma descarga elétrica entre suas placas. Uma ba teria de automóvel de 12 V alimenta. em paralelo. as quatro situações podem ser interpretadas como capacitores de placas planas e paralelas. A intensidade da corren te elétrica que atravessa a lâmpada. Estão indicados. durante 5. um eixo vertical com med idas de alturas em relação ao solo e a diferença de potencial entre as partes mais bai xas da nuvem e o solo em cada caso.0 b) 3. 42.0 — 102 e) 1.33 IMPRIMIR 43. nas figuras.0 A e uma lâmpada do tipo (12 V – 36 W). A carga elétrica que passa por um dos terminais da bateria. é possível afirmar que as situações em que ma is provavelmente ocorrerão descargas elétricas são: a) I e IV b) I e III c) II e III d ) II e IV GABARITO UFSE Para responder às questões de números 42 e 43 considere as informações abaixo. vale a) 1. é aproximadamente 3 x 106 V/m.

E etrodinâmica Avançar      .20 (vi nte centavos).0 Ω R Pode-se afirmar que o va or da resistência R. M. 6. d) 4.0. Neste caso: a) qual a energia. Itajubá-MG Ca cu ar a intensidade da corrente em ampères. em joul e.0. consumida por este chuveiro durante 10 minutos? b) se 1 kWh custa R$ 0.0.0 Ω 3. apenas. b) 2.44.0. Este mesmo chuveiro fica ligado nesta ddp t odos os dias durante. em ohms.0. o vol tímetro marca 10 V e o galvanômetro G garante que não há passagem de corrente no ramo em que está inserido. e) 5. UFR-RJ Um chuveiro quando ligado a uma diferença de potencial constante de 110 V.28 Vo tar FÍSICA . 10 minutos. 46.5 Ω 1Ω E = 11 V 2Ω 2Ω 2Ω 1Ω 1Ω 1Ω IMPRIMIR 2Ω a) 2 b) 3 c) 5 d) 1. F. que atravessa o gerador no circuito abaixo: 2Ω GABARITO r = 0. F. qual a despesa em reais com este chuveiro durante um mês (30 dias)? 45. é a) 1. desenvolve uma potência de 2200 W. Triângulo Mineiro-MG No trecho de circuito representado a seguir. M.0 Ω V G 11 4. c) 3.75 e) 0.

0 Ω. 64) A potência dissipada por efeito Jou e. U. c) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que . 08) A eitura no vo tímetro V1 é igua a 8. a bateria de força e etromotriz 32) A eitu ra no vo tímetro V3 é igua a 4. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. quando igado em série às resistências e étricas de um circuito. d) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito pequena para que. não a tere a inten sidade de corrente e étrica que se deseja medir. não a tere a tensão e étrica que se deseja medir. UFSC No circuito abaixo representa do. os va ores das resistênci as R1 = R2 = 4. b) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito a ta para que. V1. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas.0 h. 12 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): GABARITO 01) A bateria 1 está funcionando como um gerador de força e etromotriz e a bateria c omo um receptor. não a tere a tensão e étrica que se deseja med r.0 V.0 Ω. ou gerador de força contrae etromotriz. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . São conhecidos.0 V e 2 = 3. e) A resistência e étrica interna de um amperímetro deve ser muito a ta para que .0 Wh de energia.0 V. 1 também. no ger ador.0 V.47. não a tere a intensidade de corrente e étrica que se deseja m edir. cujas resistên cias internas va em r1 = r2 = 1. 2 2 consome 4.5 W. 16) Em 1. é igua 1. temos duas baterias de forças e etromotrizes = 9. V2 e V3 são vo tímetros e A é um amperímetro. E. todos id ais. em sér ie às resistências e étricas de um circuito. Londrina-PR Sobre o funcionamento de vo tímetros e o funcionamento de am perímetros. não a tere a intensidad e de corrente e étrica que se deseja medir.0 A. 48. quando igado. 02) A eitura no amperímetr o é igua a 1.E etrodinâmica Avançar                                                             .0 V.0 Ω e R3 = 2. quando igado em para e o às resistências e ét ricas de um circuito. 04) A eitura no vo tímetro V2 é igua a 2. quando igado em para e o às resistências e étricas de um circuito. assina e a a ternativa correta: a) A resistência e étrica interna de um vo tímetro deve ser muito pequena para que.

for menor que 60W. que ocorre ao se igar o chuveiro. Qua das a ternativas abaixo é fa sa? a) A intensidade da corrente que circu a através da âmpada é de 0. Liga-se um chuveiro e étrico e percebe-se que a intensidade da uz emitida pe a âmpada diminui um pouco. ( ) A intensidade da corrente e étrica na âmpada.7 A. R2 = 2Ω. GABARITO Neste caso. c) Se a potência medida. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potenci a VA – VB = 14V.2 x 105 Jou es de energia e étrica em uz e ca or. era 1. quando igado. b) A âmpada convert e em 1. IMPRIMIR Considere o vo tímetro idea . ( ) A diminuição da potência e étrica da pada. deve-se à inf uência da resistência e étrica do s fios condutores da rede e étrica. A potên cia agora dissipada pe a âmpada é de 50 W. um de resistência R = 2. antes de o chuveiro ter sido igado. R3 = 2Ω e R4 = 8Ω e uma bateria idea de força e etromotriz E = 0 V. ( ) A resistência e étrica da âm pada é de 200 Ω. ( ) A tensão e étrica no chuveiro. Santa Úrsu a-RJ Liga-se uma âmpada incande scente comum de 60W numa tomada de 120V. estão igados como mostra o esquema a seguir. UFR-RJ O circuito abaixo tem res istência R1 = 6Ω. Sabendo que a resistência e étrica do chuvei ro é de 5 Ω e que o circuito abaixo representa a situação descrita após o chuveiro ter sid o igado. A diferença de potencia e étrico sobre a mesma é de 120 V e e a está dissipando potência de 72 W.0Ω e outro de resistência R’ = 5. 50. b) A potência dissipada no resist or R4.0h aproximadamente 2. nesta situação.E etrodinâmica Avançar                                             R âmpada                 .0Ω. d) A resistência da âmpada acesa é de 240 ohms. UFPR Uma âmpada de resistência R está acesa. é correto afirmar: chuveiro resistência e étrica dos fios condutores 13 ( ) O chuveiro está associado em para e o com a âmpada.49. quer esteja acesa ou apagada. Vo tar FÍSICA . é 100 V. 52. ca cu e: a) A resistência equiva ente.5A. significa que a tensão da rede e étrica diminuiu. 51. ( ) A potência dissipada pe o chuveiro é 2880 W. UFRJ Dois resistores. e) A resistência da âm ada é invariáve . Ca cu e a indicação do vo tímetro. U.

d) apenas III. por serem minúscu os. I. nc rad ira t l visão. 55. do contrário. Cefet-PR Considere as seguintes afirmações a respeito do fato de a âmpada bri har quase no mesmo instante em que seu interruptor é acionado.53. Aspirador d pó . ) m n nhum dos casos apr s ntados o circuito s rá int rro mpido. II e III. 4. 4 5 b rilham com m sma int nsidad . Enc rad ira . Embora os e étrons se jam bastante entos. movem-se muito rapidamente dentro dos condutores. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) a penas I. é cons ituída por cinco tomadas d corr nt ond v ntualm nt são ligados alguns tipos d apar lhos abaixo r lacionados. 14 ε 1 2 ε 3 ε 4 5 GABARITO Consid r as s guint s afirmaçõ s sobr o brilho das lâmpadas. c) Ap nas III. ao s ligar m simultan am nt : a) máquina d lavar roupa aqu c dor. b) apenas II. aspirador d pó t l visão.potência d 480 W. e) I. II III. 3. c) apenas II e III. II. Os interruptores não podem ficar muito distante das âmpadas que deverão acionar. 3. 5. Máquina d lavar . I. 2. o campo e étrico no condutor atua muito rapidamente.El trodinâmica Avançar                                                                                                                . II. O circuito é prot gido por um disjuntor (fusív l) d 15. As lâmpadas 2 3 brilham com m sma int nsidad . 4 e 5 são idênti cas. b) Ap nas II. III . cuja t nsão létrica é d 120 V. as âmpadas 1.potência d 240 W. As fontes que a imentam os circuitos são idênticas e ideais. ) I. As lâmpadas 1. Aqu c dor létrico . d) Ap nas I II. O circuito s rá int rrompido p lo disjuntor (fusív l).0 A. III. po is. 54. a quase instantaneidade entre o acionamento do interruptor e o b ri ho da âmpada não poderia ser observada. UF RS Nos circuitos representados na figura abaixo. 2. c) nc rad ira. O brilho da lâmpada 4 é maior do qu o da lâmpada 2. Os e étrons. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 1.potência d 720 W. PUC-PR Um d t rminado circuito létrico d uma r sidência. T l visão . d) aqu c dor aspirador d pó.potência d 360 W. Quais stão corr tas? a) Ap n as I. b) máquina d lava r roupa.potência d 120 0 W.

que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica. pois a resistência equiva ente às duas âmpadas ficou menor que a da âmpada origina . conforme a figura. em atts.0 57. UFMS Para i uminar me hor o quarto de uma casa. Fat c-SP Dois r sistor s ôhmicos d r istências R1 = 3Ω e R2 = 6Ω podem ser associad os em série e em para e o. o va or de R deve ser: 15 a) b) c) d) e) 1Ω 2Ω 3Ω 4Ω 5Ω 58. ITA-SP Um circuito e étrico é constituído por um número infinito de resistores idêntic os.d. de: a) 72 b) 30 c) 15 d) 9. Para que a potência dissipada pe o resi stor de 4 Ω seja 9 W. ficou duas vezes m enor. em para e o. de p otências iguais. o proprietário mandou insta ar mais uma âmpada no teto. dissipa uma potência de 16W. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . É correto afirmar que (01) a potência e étrica dissipada p e as âmpadas é o dobro da potência dissipada por uma única âmpada. que passa pe o fio que i ga as duas âmpadas na rede e étrica.56. (04) a corrente e étrica. (02) a potência e étrica dissipada pe as âmpadas aumentou.p. Quando a associação em série é igada a uma tomada. Quando a associação em para e o for igada à mesma tomada. Dê. Mackenzie-SP A intens idade de corrente e étrica no trecho AC é 2 A. (08) a corrente e étrica.0 e) 3. dissipará uma potência. A resistência equiv a ente entre os pontos A e B é a) infinita b) R ( 3 – 1) c) R 3 GABARITO d) R (1 – 3 ) 3 e) R (1 + 3) 59. (16) a potência e étrica d issipada pe as âmpadas aumentou. a soma das a ternativas corretas . sobre as âmpadas aumentou. pois a d. como resposta. A resistência de cada e emento é igua a R. pois a corrente e étri a. ficou duas vezes menor. O e etricista igou as duas âmpadas incandescentes. que passa pe o fio que iga as duas âmpadas na rede e étrica.E etrodinâmica Avançar                                                  £            . dobrou.

E. verão (ou morno) e inverno (ou quente). Em boa parte desses processos são uti izados meios que requerem energia e étrica para seu funcionamento. com tensão de traba ho de 120V. ( ) Uma pi ha é um gerador de corrente a ternada. temos a posição verão do chuveiro. 61. 62.d. (04) a resistência e étrica da âmpada de 100W/120V é menor q ue a resistência e étrica da âmpada de 100W/127V. o chuveiro entra em curto c ircuito. ( ) Diferença de Potencia é medida em ohms. variáve . d. Se usarmos. u ma âmpada incandescente de 100W. atribuindo a essa resistência um comprimento míni mo ou máximo. como resposta. que são conectados por um meio condutor. encontramos âmpadas incandescentes de diversas potências e tensões (vo tagens. Essa chave contro a a resistência. (16) na posição temos a posição inverno do chuveiro. Dê. (08) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é menor que a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/1 27V. conforme a posição da chave (veja a figura desta questão). Dê. em uma rede e étrica de 110V. em qua quer das pos síveis formas de comunicação ega mente reconhecidas. temos a posição verão do chuveiro. UFMS No comércio. Uma das formas de s e obter energia e étrica é através da diferença de potencia entre dois metais diferente s. temos a p inverno do chuveiro. com tensão de traba ho de 127V. a soma das a ternativas corretas. ( ) A diferença de potencia citada no texto pode ser uti izada para formar pi has. (02) na posição B. (08) na posição C. UFMS A maior parte dos chuveiros e étricos possui três posições da chave que contro a a temperatura: frio. formado por dois metais e um condutor. e ntre outras tantas ap icações. do chuveiro.p. Portanto. em vez de uma âmpad a de 100W. (02) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é maior que a que pass a pe a âmpada de 100W/127V. A B C                                                                        . como resposta.) de traba ho. (16) a corrente e étrica que passa pe a âmpada de 100W/120V é igua à corrente e étr ica que passa pe a âmpada de 100W/127V. a soma das a ternativas corret as.Chave 16 É correto afirmar que quando a chave está (01) na posição A.E etrodinâmica Avançar  Uti izando o texto acima como referência ju gue os itens. ( ) Energia e étrica é aque a criada por um resistor. (04) na posição B. I. pode-se dizer que a energia e étrica é necessária também par garantir o direito de o ser humano se expressar ivremente. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA .Superior de Brasí ia-DF A iberdade de expressão deve ser garantida — em todas as nações do p aneta — como forma d e se preservar o direito do cidadão de manifestar ivremente seus pensamentos a re speito de todo e qua quer assunto ao qua queira se referir.  60. é correto afirmar que (01) a potência dissi pada pe a âmpada de 100W/120V é maior que a potência dissipada pe a âmpada de 100W/127 V. ( ) Uma pi ha é um objeto dentro do qua ocorre uma reação qua quer de e etró ise.

A corrente I2 é menor do que a c orrente I3. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .63. passa através do gerador uma carga tota de 1 C. ( ) Qu ando igado corretamente. como resposta. I2 3Ω 8Ω A 6Ω 10Ω B I1 I3 ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) O potencia do ponto A é maior do que o do ponto B. suposta id ea . ( ) Sua resistência é 11 W. (04) imediatamente após a chave S ser fechada. UFMS Considere o circuito abaixo: B + V R2 = 10 R1 I R1 II R2 III S 17 Após fechar a chave S. sendo a constante de p roporciona idade um número independente do materia chamado de resistividade e étric a. durante cinco minutos. ( ) A resistência e étrica de um condutor é diretamente proporciona ao seu co mprimento e inversamente proporciona à sua área transversa . A resistência equiva ente do circuito é 20 W. a corrente I1 é igua a 5 A. é correto afirmar que (01) a corrente e étrica é mais intensa no resistor R1 do que no resistor R2. (08) as duas resistências R1 e R 2 podem ser substituídas por uma única resistência de va or 11R1.E etrodinâmica Avançar     £                           . ( ) Quando igada corretamente. Dê. Em 5 s. a soma das a ternativas corretas. o chuveiro consome 15000 J de e nergia. todos os resistores ficam submetidos à mesma diferença de potencia . Unicap-CE Um chuveiro e étrico apresenta a inscrição 220 V – 4400 atts. igua a V. GABARITO 65. a corrente no chuveiro é 20 A. A potência tota dissipada n o circuito é 500 W. 64. a corrente começa a f uir na bateria B e então se propaga em direção das resistências R1 e R2. O gerador e os fios de igação são ideais. a diferença de potencia na bateria B. (02) há mais dissipação de energia no resistor R2. Unicap-PE No circuit o abaixo. (16) a soma das dife renças de potencia entre os pontos I e II com a diferença de potencia entre os pon tos II e III é em módu o. ( ) Em uma igação em série.

E e faz as duas associações representadas su tam aparentemente na mesma uminosidade e então vai obre os circuitos. U.66. F. S A 2Ω 32V 6Ω 3Ω B ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Com a chave S aberta.d.d. a corrente no resistor de 6 W é 8 A.d. 3 18 + + W W + + – – W W – – Marque a a ternativa correta: a) João tem razão porque a mesma corrente está passando pe as âmpadas nos dois casos. Nesta situação o circuito adequado para a me hor uti ização das âmpadas é: a) 220 V R2 R R1 com R = R1 + R2 b) 220 V R R1       67. Fechando-se a chave S.p.p. a d. GABARITO 68.5 V. £                       . passará através do gerador uma corrente de 8 A.d. Unirio É necessário igar três âmpadas em tensão igua a 110 V com uma fonte de 220 V . Unicap-CE Na figura. a que cada uma das âmpadas está submetida na segunda situação é o dobro da d. Fechando-se a chave S. A potência tota dissipada nos resistores. b) Manue tem razão porque deve-se considerar a resis tência interna das pi has. quanto S está fechada. verifica que ambas re discutir com seu amigo João s Manue acha o contrário. João acha que são equiva entes. mas anterna idênticas e duas pi h abaixo. bem como os fios de igação e o gerador. a chave S é idea . pois a corrente no cir cuito é nu a.d. Fechando -se a chave S. é 256 atts. c) João tem razão porque em ambos os casos a d. verificada n a primeira situação.p através do resistor de 2 W é 16 vo ts.p. a que e stá submetida cada uma das âmpadas é a mesma. a d. d) Manue tem razão porque a d.p entre os pontos A e B é zero. Juiz de Fora-MG Manue tem duas âmpadas de as de 1.

E etrodinâmica Avançar   .R1 + RR2 + R1.R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) c) 220 V R R1 R2 com R = (R1R2 / (R1 + R2)) IMPRIMIR d) R 220 V R2 R1 com Req = (R.R2)) R2 e) 220 V R R1 com R = R1 R2 2 R2 + R2 1 2 Vo tar FÍSICA .R2 / (R.R1.

in dicada no amperímetro. UFR-RJ No circuito abaixo os resistores estão associados em série e para e o. 04) A eitura do amperímetro A1 é de 5 A. é 1. U. indicada no amperím etro.69. 32) A potência dissipada em R1 é o dob ro da potência dissipada em R2. 08) A vo tagem entre A e B va e 20 V. 08) R1. 02) Estando conectado ao circuito apenas R1. c) 5 A. a inte nsidade da corrente. Maringá-PR No circuito esquematizado a seguir . E.92 A. R1 = 20 Ω. a inten sidade da corrente é 1. 04) Estando conectados ao circuito R1. 19 GABARITO 01) R2 e R3 estão igadas em série e R1 em para e o. a intensidade da corrente. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. U. 2Ω A 12 Ω 40 Ω 40 Ω 10 Ω B UAB = 200 V Para este caso. Ponta Grossa-PR Sobre as diferentes intensidades de corrente que são possív eis no circuito seguinte. R2 e R3 impõem ao circ uito uma intensidade de corrente igua a 0. conforme os resistores que se encontrem conectados a e e. 16) Estando conectados ao circu ito apenas R1 e R2. A diferença de potencia entre os pontos A e B é igua a 200 V. 02) A resistência tota do circui to va e 60 Ω. a intensidade da corrente e étrica no resistor de 2 Ω é: a) 2 A. 70.09 A. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. 16) A eitura no amperímetro A2 é de 2 A. igua a 1. E. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .8 A. e) 3 A.2 A. assina e o que for correto: 01) Estando conectados ao circuito apenas R1 e R3. Considerando desprezíve a resistência i nterna da bateria. = 270 V. R2 e R3.6 A. 7 1. assina e o que for correto. indicada no amperímetro. e es he impõem uma intensidade de corrente. R2 = R3 = 10 Ω e R4 = 50 Ω.E etrodinâmica Avançar                           . b) 8 A. d) 6 A. é 0.

C é uma fonte de 110V e D é um disjuntor de 20A. Assina e a a ternativa correta. b) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R2 é duas vezes maior do que nos extremos de R1. c) a diferença de potencia e étrico nos extremos de R1 e no s extremos de R3 é de mesmo va or. 20 e) a corrente e étrica que passa em R1 é quatro vezes maior do que a que passa em R2 . a) Apenas I e II são verdadeiras. eia as afirmativas abaixo I. IMPRIMIR d) Todas as afirmativas são verdadeiras. Cefet-RJ Ao rea izar simu ações de efeitos e étricos em um computador. e fios para conexões. e) Nenhuma das afirmativas é verdadeira. Vo tar FÍSICA .700 W). em que A é uma máquina de avar ouça (2. d) a corrente e étrica que passa em R2 é de mesmo v a or do que a que passa em R3. b) Apenas II e III são verdadeiras. O disjuntor não de sarmará quando os dois apare hos estiverem funcionando simu taneamente. três resistores. III.72. E=9V R1 R3 R2 É correto afirmar que: a) as correntes e étricas que passam em R1 e em R3 são de mesmo va or.E etrodinâmica Avançar                           . c) Apenas III e IV são verdade iras. O disjuntor desarmará quando só a máquina d e avar ouças estiver funcionando. B é um fre ezer (700 W). U. um estuda nte armou o circuito abaixo. IV. R3 = 10 Ω. 73. R1 = 10 Ω. O disjuntor não desarmará quando só o freezer estiver funcionando. O disj untor desarmará quando só o freezer estiver funcionando. II. R2 = 40 Ω. D A B C GABARITO Considerando os dados fornecidos. Caxias do Su -RS A figura mostra um circuito e étrico com um gerador de 9 V .

S um bastão carr gado l tricam nt atrai um p qu no obj to. qu val a) 4W d) 10W b) 6W ) 12W c) 8W IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 75. ntão o obj to s tá carr gado com carga d sinal oposto à do bastão. é d 4 V. I. O va or de ε para qu a corr nt no circuito s ja d 2 A. P 21 III. GABARITO A figura r pr s nta um g rador id al d t nsão. Um próton é abandonado no ponto P d uma r gião ond xist um campo létrico (visua lizado p las linhas d força). Consid rando qu a única força atuant sobr l s ja a x rcida p lo r f rido campo. ind p nd nt do s ntido (horário ou anti-horário) da corr nt . INSTRUÇÃO: R spond r à qu stõ s 75 76 com bas na figura informaçõ s abaixo.El trodinâmica Avançar                                                                                                           . c) I III são INCORRETAS.74. II. a dif r nça d pot ncial ntr os pontos B C val a)10 V d) 17 V b)12 V ) 20 V c)15 V 76. o r sistor d 10 ohms é o qu dissipa m aior potência. b) Ap nas I é INCORRETA. três r sistor s dois int rruptor s (chav s). Uberaba-MG Ana ise as afirmações abaixo e responda de acordo com o código que s e segue. a) I II são INCORRETAS. PUC-RS Com os int rruptor s CH1 f chado CH2 ab rto. pod -s afirmar qu o próton não s guirá a traj tória coi ncid nt com a linha d força do campo. PUC-RS Com os dois int rruptor s f chados. d) Ap nas III é INCORRETA. U.

obs rva-s qu o aqu cim nto do fio “X” é maior qu o do fio “Y”. a soma das alt rnativas corr tas. o fio d maior r sistividad . C f t-PR Quando dois fios condutor s (“X” “Y”) d substâncias d tamanhos dif r nt s são associados m paral lo são ligados a uma font d l tricidad . c) motor d partida. no ntanto ss s condutor s for m associados m séri o circuito formado for ligado à m sma font d t nsão. 78. ntr os pontos A B do circuito. constant é aplicada sobr dois r sistor                                                                                                       . c) o fio d m nor r sistência ficará mais aqu cido. ) alt rnador . S .77. m volts. 22 GABARITO A dif r nça d pot ncial. assinal aqu l (s) qu po d (m) r pr s ntar r sistência ôhmica. UFSC Dados os gráficos abaixo.El trodinâmica Avançar                79. d) r gulador d voltag m. ) o aqu cim nto maior s rá o do fio mais fino. obs rv ar-s á qu : a) aqu c rá mais. val a) 20 b) 15 c) 10 d) 8 ) 6 80. b) bobina. como r sposta. PUC-RS Uma força l tromotriz contínua s conform r pr s nta o squ ma abaixo. d) o fio “X” aqu c m nos qu o fio “Y”. a uma m sma t mp ratura. (01) (02) (04) IMPRIMIR (08) (16) (32) Dê. PUC-RS O dispos itivo do automóv l qu transforma n rgia m cânica m n rgia létrica d nomina-s a) bat ria. Voltar FÍSICA . b) o aqu cim nto s rá igua l para ambos.

aqu la qu apr s nta a ma ior r sistência létrica ntr s us t rminais é a) b) c) d) ) 23 a) b) c) d) ) 3/8 8/3 5/8 8/5 1 GABARITO IMPRIMIR Os r sistor s têm r sistência R. Sab ndo qu R3 = R1/2. R2 R3 conform indicado. f chando a chav . F.El trodinâmica Avançar                  83. iguais. d) 2i 2P. U. foram montadas as con xõ s apr s ntadas abaixo.81. Pod s afirmar qu . 2 2 c) i P. t m f m constant r sis  82. ITA-SP No circuito létrico da figura. r sp ctivam nt . 2 4 b) i P . Sab -s qu . a) i P . os vários l m ntos têm r sistências R1. a int nsidad da corr nt létrica qu p rcorr o circuito é i a potência n l dissipa da é P. São Carlos-SP No circuito da figura. a font tência int rna d spr zív l. para qu a r sistência quival nt ntr os pontos A B da associação da figura s ja igual a 2 R2 a razão r = R2/R1 d v s r                                                                                       . Voltar FÍSICA . os valor s da int nsidad da corr nt da potência dissipada s rão. Fuv st-SP Dispondo d p daços d fios 3 r sistor s d m sma r sistência. ) 2i 4P. quando a chav C stá ab rta. D ntr ssas.

( ) O motor e étrico M é um receptor.6 V 3. insta ado corretamente em série com o circuito.0 V. um motor e étrico (M) e um amperímetro (A). qu é o m smo para os três indicador s. fornecendo.0 V Ana ise as afirmações a seguir e escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas fa sas. O valor d E1 é: 24 a) b) c) d) ) 2. constituído d e duas pi has secas de 1. o indicador d 300 Ω já não “ac d ”. UEMS No circuito abaixo. Sobr cada r sistor é aplicado um mat rial qu muda d cor (“ac nd ”) s mpr qu a potência n l dissipada passa d um c rto valor. 1.5 V + 1.5 V + 10 Ω GABARITO 0.10 A. portanto. Uma pilha nova é capaz d forn c r uma dif r nça d pot ncial (ddp) d 9.0 V 0V 4.5 V 1. não dissipando energia por Efeito Jou e.25 Ω A M 1. cuja resistência interna va e 5. as resistências dos fios de igação nu as e o amperímetro idea . IMPRIMIR Vo tar  84. ( ) A âmpada c onsome uma potência e étrica igua a 0. Unicamp-SP Algumas pilhas são v ndidas com um t stador d carga. uma âmpada incandescente.10 ampère.5 V. Com uma ddp m nor qu 9.10 W. ( ) A corrente e étrica que percorre cada pi ha tem intens idade igua a 0. e a tensão e étrica entre seus terminais va e 1.0 V 100 Ω i2 20 Ω 10 V 50 Ω E1 86. a pilha é consid rada d scarr gada. a int nsidad d corr nt i2 val 125 mA. cuja eitura. o qu faz os 3 indicador s “ac nd r m”. os r sistor s dissipam potência s aqu c m.0 Ω.Cató ica-DF O esquema representa um circuito de corrente contínua. O t stador é fo rmado por 3 r sistor s m paral lo como mostrado squ maticam nt na figura abai xo.0 V. A ddp da pilha vai diminuindo à m dida qu a pilha vai s ndo usada. A pa rtir d qual ddp a pilha é consid rada d scarr gada? 85.                                                                                                            . Com a passag m d corr nt . quando em operação. em operação norma .25 Ω 0. ( ) Os dois geradores do circuito estão associados em série . U.0 V. não contr ibui para a resistência tota . indica 0.0 V. ( ) O amperímetro.ddp 100 Ω 200 Ω 300 Ω a) Qua a potência tota dissipada em um teste com uma pi ha nova? b) Quando o ind icador do resistor de 200 deixa de “ac nd r”. uma vo tagem ao circuito igua a 3. Considere o circuito operando com todos os va ores nominais.

FÍSICA .E etrodinâmica Avançar  .

U. produz uma corr nt contínua usada para mant r a ba t ria constant m nt carr gada. 89. sucessivamente. respectivamente. suas indicações em ampères e em vo ts.E etrodinâmica Avançar                                                  chav                                                                               . com os faróis ligados ou não.5 A. ( ) o princípio da cons rvação da n rgia xig qu a potência forn cida p la bat ria s ja dissipada nas r sistências pr s nt s no circuito. C ada lâmpada t m 60 W d potência. serão a) 2 e 10 d) 3 e 15 b) 2 e 15 e) 3 e 30 c) 3 e 10 Vo tar FÍSICA . um resistor de resis tência R = 5Ω. UFGO Nos automóv is xist um g rador (dín amo) qu . A f m no g rador é 15 V. a outra ac nd rá m smo assim. a corr nt létr ica no g rador é a m sma qu passa m cada lâmpada. 25 R A G B D + C + L1 L2 ( ) Ao passar m p lo int rior do g rador da bat ria. a fc m na bat ria é 12 V.Cató ica-GO Na figura dada acha-se esquematizado um circuito contendo: um ge rador de força e etromotriz ε = 12V com r sistência int rna r = 1Ω. uma bat ria r c b ndo carga duas lâmpadas. por um amperímetro idea e por um vo tímetr o idea . G. Suponha d spr zív is as r sistências in t rnas do g rador da bat ria. ( ) Ao f charmos a chav . R1 = 8Ω GABARITO E = 30V M R2 = 5Ω N IMPRIMIR R = 2Ω Ligando os pontos M e N. 88. d st tipo . as cargas létricas ganham n rgia létrica. ( ) O s ntido da corr nt no ramo CD é o m smo com a chav ab rta ou f chada. pode-se afirmar que: V R ε A r ( ) a l itura no amp rím tro é d 10 A a l itura no voltím tro é d 2 V. ( ) N st tipo d ligação. A figura abaixo mostra um g rador. ou s ja. acionado p lo motor. um amperímetro e um vo tímetro considerados ideais.87. stab l c ndo uma corr nt m um circuito ond xist uma r sistência R. ( ) Ao f charmos a chav . UFSE Consid r o circuito létrico squ matizado aba ixo. A partir dessas infor mações. a corr nt m cada lâmpada é 2. L1 L2. s uma lâmpa da qu imar.

s stiv rmos d scalços m contato co m o chão. Voltar FÍSICA . por x mplo. qu ando o d sligarmos. para. todos os outros co mpon nt s l tro l trônicos ficarão s m pod r funcionar. Na corrente a terna da das residências (chamada monofásica). d) O fusív l ou disjuntor J stá ligado m séri com o conjunto dos quipam ntos xist nt s na casa. aum ntando. a c asa ficará compl tam nt s m n rgia. b) Todos os quipam ntos d d ntro da r sidência stão m paral lo ntr si.90. F N J 26 Das quatro afirmativas abaixo ap nas uma stá ERRADA. a corr nt . III IV II S I IMPRIMIR b) II. . c) III. ind p nd nt m nt d os outros star m funcionando ou não . liminando-s qualqu r possibilidad d risc o d um choqu létrico. a r sistência létrica quival nt da r sidência aum nta. s o d sligarmos. com a guns dos componentes e etrodomésticos identificados. a) Quando todos os quipam ntos stão funcionando. c) O disjuntor J d v s r colocado no fio fas (F) não no n utro (N). faz rmos um d t rminado s rviço létrico.El trodinâmica Avançar           Ao ligar-s a chav a) I. UERJ A figura abaixo mostra quatro passarinhos pousados m um circuito no qu al uma bat ria d automóv l alim nta duas lâmpadas. pois cada um d l s pod funcionar. os dois fios recebem os nomes de “fas s” (F) “n utro” (N) ou “t rra” ( não “positivo” “n gativo”. o passarinho qu pod r c b r um choqu létrico é o d núm ro:                                                                                                                                        . também. pois. Assinal -a. pois. GABARITO 91. S. o consumo d n rgia. por cons guint . d) IV. O fio fas m pot ncial létrico d aproximadam nt 220 V m r lação ao n utro ou m r lação a nós m sm s (também somos condutor s d l tricidad ). UFRN A figura abaixo representa parte do circuito e étrico idea de uma residênc ia. como m corr nt contínua).

III.0 A. R1 = R2 = 12 Ω e R3 = R4 = 6 Ω. E. em ampères. 93.E etrodinâmica Avançar                              . Cef et-PR Um circuito e étrico de uma residência é servido pe a rede de energia e étrica que apresenta uma tensão igua a 127V. A força e etromo triz tem va or igua a 18 vo ts. 4 âmpadas de 100W. Ponta Grossa-PR Sobre o circuito de corre nte contínua representado abaixo.0 Ω Ca cu e a indicação do vo tímetro. II. 1 microcomputador de 180W.92. 1 aquecedor de 2500W. 16) A potência tota forne cida ao circuito é 900 W. UFR-RJ No circuito létrico abaixo.0 Ω A 27 2. no mínimo. UFRJ No circuito esquematizado na figura. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. o vo tímetro e o amperímetro são ide ais. O fusíve recomendado para proteg er o circuito deverá apresentar.0 Ω V 3.0 Ω 6. 04) A tensão no resistor R1 = 15 Ω é 40 V. e m. 08) A en ergia consumida no resistor R6 = 5 Ω em 2 segundos é 160 J. 94. 02) O va or da f. R1 A i E R4 A R2 R3 Neste caso. determine: a) A intensidade da corrente e étrica i. assina e o que for correto: GABARITO 01) A intensidade da corrente e étrica que circu a no resistor R5 = 20 Ω é 1 A. do gerador é 180 V. um va or igua a: a) 15 d) 35 b) 20 e) 50 c) 25 IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . U. sabendo que a resistência interna do gerador é despr ezíve . 95. 8. Ne e são igados: I. b) A ddp entre A e B. O amperímetro indica 2.

16) Em tr inta dias. quan do a corrente u trapassa um certo va or. n ss s qu ma.32. 04) É possíve economizar 32 . o cons umo tota de energia e étrica em 30 dias é igua a 396 kWh. o consumo de energia das âmpadas é menor do que o consumo da ge ade ira. Justifiqu a sua avaliação. é R$ 16. Indiqu . 02) Considerando os equipamentos re acionados. por uni dade de equipamento. 08) Se os dois chuveiros forem usados simu taneamente. 32) Em 30 dias.5 kWh em trinta dias. Cada cé u a tem uma fem ε = 60 mV (0. Tempo médio Energia de uso ou diária Quantidade Equipamento Potência funcionamento con sumida diário 04 03 04 03 02 02 01 01 âmpada âmpada âmpada âmpada te evisor chuveiro e étrico máquina de avar ferro e étrico secador de cabe o ge adeira 25 W 40 W 60 W 100 W 80 W 6500 W 300 W 1200 W 1200 W 600 W 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h 200 Wh 28 01 01 Assina e a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 01) Somente os dois chuveiros e étricos consom em 195 kWh em trinta dias. com d scargas qu produz m corr nt s létricas d int nsidad máxima d até 1. interrompendo o circuito. e a e tá igada a um disjuntor.0 A. a despesa correspondente apenas ao consumo da s âmpadas. Vunesp O poraquê (e etro phorus e ectricus) é um peixe provido de cé u as e étricas (e etrocitos) dispostas em série.96. este teria que suportar correntes até 40 A. o consumo de energia da ge adeira é menor do q ue o consumo tota dos dois te evisores. GABARITO 64) Em 30 dias. uma chave que abre. o núm ro n d células létricas qu um poraquê pod t r. se o kWh custa R$ 0. Num spéc im típico.El trodinâmica Avançar                                                                                            .20. UFSC O quadro abaixo apresenta os equipamentos e étricos de maior uti ização em um a certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. 97. enfi eiradas em sua cauda. diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro. b) Qual a potência létrica máxima qu o poraquê é capaz d g rar? IMPRIMIR Voltar FÍSICA . isto é. ss conjunto d células é capaz d g rar t nsõ s d até 480 V. Dê como resposta a soma das a ternativas corretas. a) Faça um squ ma r pr s ntando a associação d ssas células létricas na cauda do poraquê. Para proteção da insta ação e étrica da residência. estando igados em uma mesma rede e com um único disjuntor.060 V). Todos os equipamentos estão igados em uma única rede e étrica a imentada com a vo tagem de 220 V.

0. a corr nt létrica qu passa p lo r sistor d 20 Ω tem intensidade 0. quando ligada. b) em condições reais. RA = 50 Ω e RV = 10000 Ω. ) 3.) IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . Vunesp No circuito da figura. o r sistor t m r sistência R = 1000 Ω.0 5. Os t rminais A C são ligad os à t nsão da r d a chav K. 99. r sp ctivam nt d a) 19 15.0. ou seja. d) 8. coloca o tr cho AB m curto. Vun sp A figura r pr s nta squ maticam nt o circuito int rno d um chuv ir o létrico cujos valor s nominais são: 220V. b) 13 11. Mack nzi -SP No circuito ao lado. (Nos seus cá cu os. c) 11 8.0 2. despreza do apenas a resistência dos fios de igação. do am perímetro e do vo tímero são r = 1. m oh ms. V representa um vo tímetro e A um amperímetro. 4400W/6050W. não é necessário uti izar s de três a garismos significativos. A força e etromotriz e do gerador idea va e: 29 a) b) c) d) e) 12 V 10 V 8V 6V 4V 100. respectivamente. a fonte é uma bateria de fem ε = 12 V. GABARITO Determine a eitura desses medidores: a) em condições ideais.0 Ω.0.E etrodinâmica Avançar                                                                         .98. em que as resistências e étricas da bateria. Pod -s afirmar qu as r sistências létricas dos tr chos AC BC d ss fio são. supondo que o s fios e o amperímetro não tenham resistência e étrica e a resistência e étrica do vo tímet seja infinita.4 A.

o circuito acima. entre as armaduras do capacitor de     . e e verificou que o capacitor C estav a carregado.5 V c) 6.10–8 C b) 4. e que ( ) a resistência equiva ente do circuito era 15. IMPRIMIR ( ) a corrente entre os pontos C e F era nu a. a d. ( ) a ddp entre os pontos A e B e ra igua a ddp entre os pontos D e E. Mackenzie-SP Na associação ao 4 µF é: ado. ( ) a potência dissipada pe o resistor de 30 Ω era menor do que a potência dissipada pe o resistor de 20 Ω situado entre os pontos B e G.p.5 V 102.0 V b) 4.0 V e) 13.0 V d) 9.0. UEMS A carga armazenada pe o capacitor do circuito é: 5 ηF 30 9V 2Ω a) 4.d. Vo tar FÍSICA . em um aboratório de e etricidade.0. UFGO 8Ω A B C D GABARITO 20 Ω 60 V 20 Ω C 30 Ω H G F E Um estudante encontrou.5.E etrodinâmica Avançar          101.10–8 C c) 3.10–9 C e) 4.5.10–6 C 103. Uti i zando instrumentos de medidas apropriados.a) 3.10–7 C d) 4.0.5 Ω.

IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . e quatro âmpadas iguais. L2. A1. uma chave disjuntora CH. podendo. compõe-se de uma fonte de tensão U. (08) A eitura de A2 é a mesma de A3. (16) a corrente e étrica induzida no paine é uma corrente contínua. três amperímetros. 02) A eitura de A1 é igua à soma das eituras de A2 e A3. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . (04) A resistência interna do vo tímetro é infinitamente pequena. a soma das a ternativas corretas. cada uma de as com resistência e étrica ôhmica igua a R. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. a intensidade a. como respost                                                                            . UFMT Sabe-se que é proibido co ocar painéis metá icos embaixo das inhas de a ta tensão. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o paine . U i 31 A1 L2 A2 L1 L3 L4 A3 CH GABARITO Sendo assim. p or esse motivo. L1. podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato com o p aine . uminosa de L3 diminui. (04) quando o paine é erguido para e o ao fio. o f uxo do campo magnético. induz uma corrente e étrica no paine . (16) A p otência dissipada pe a âmpada L1 é igua a Ri2. L3 e L4. A2 e A3. a soma das a ternativas corretas.E etrodinâmica Avançar  (32) Abrindo-se a chave CH. Dê. gerado pe a corrente e étrica que passa pe o fio. o f uxo do campo e étrico. induz uma corrente e étrica no paine . podendo causar a morte das pessoas que estiverem em contato co m o paine . O motivo para essa proibição é que (01) quando o paine é erguido para e o ao fio. induz uma corrente e étric a no paine . Adm ite-se que a resistência e étrica dos fios de igação é desprezíve e que os medidores são ais.104. (02) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. 105. induz uma corrente e étrica no paine . percorrido pe a corrente i. um vo tímetro V. conc ui-se: (01) A queda de tensão provocada pe o conjunto das quatro âmpadas equiva e à provocada por uma única 5R âmpada de resistência e étrica igua a Ω. Dê. (08) quando o paine é erguido perpendicu ar ao fio. como resposta. o f uxo do campo magnético. o f uxo do c ampo e étrico. UFBA O circuito esquem atizado abaixo.

a) I e III. O vo tímetro está igado em para e o com uma das resistências.106. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências va em 1 Ω cad a uma. A ssina e a a ternativa correta. Viçosa-MG Uma bateria de f. 2m B fio cursor 1m A R r GABARITO As seguintes afirmações são feitas: I. II. b) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora fechada. a eitura no amperímet ro diminui. U. d) II e III. 1Ω 2A 1Ω V 32 107. Na posição indicada do cursor. c) I e II. Des ocando-se o cursor na direção do ponto B.e. ε = 30 V r sistência int rna r = 1 Ω está ig ada. como mostra a figura.m. III. UFRJ O esquema da figura mostra uma parte de um circuito e étrico de corrente contínua. b) Apenas I. comprimento 3 m e área de seção transversa S = 2 x 10-4 m2. a um fio de resistividade ρ = 20 X 10-5 Ω. a eitura no ampe rímetro é de 5 A. F.                         .E etrodinâmica Avançar   a) Ca cu e a eitura do vo tímetro com a chave interruptora aberta. O amperímetro A tem resistência R = 3 Ω. a potência dissipada no fio é de 50 W. IMPRIMIR Vo tar FÍSICA .m. Com o cursor na posição indicada.

o int rruptor mantém o circuito ab rto o capacitor. s R1 = R. Supondo qu o circuito st ja m r gim stacionário. um r sistor “R”. c) a t nsão ntr os pontos W S é d 2. Voltar FÍSICA .El trodinâmica Avançar                                                                                                  . construído com 3 r sistor s d r sistência R. d) a t nsão ntr os pontos W S é d 16 V. m volts. um cap acitor “C” um int rruptor “I”. 110 . c) 0 V. uma bat r ia d t nsão U um capacitor d capacitância C. b) 60 V. o pot ncial comum s rá: a) 100 V. s R1 = 3 R. ) 40 V. O ponto S stá fora do plano d finido p los pontos P. VA = 100 V CB = 8 µF. pod -s afirmar qu IMPRIMIR GABARITO a) a carga létrica no capacitor é d 2. s R1 = 3 R. após t r d corrido um c rto t mpo. a t nsão no capacitor t nd rá. d) 50 V. C f t-PR Dois condutor s isolados.0 10–6 F.108. S colocarmos st s condutor s m contato. W T. Cefet-PR O circuito representado contém um gerador idea “E”. A B. ass ntado nas ar stas d um t tra dro. possu m as s guint s caract rística s: CA = 12 µF. Inicialm nt . d scarr gado. VB = 100 V. a fixar-s m: a) 0 b) 3 c) 6 d) 9 ) 12 33 109. um r sistor d r sistência R1. ITA-SP Consid r o circuito da figura. ) n n uma das r spostas a cima é corr ta. s R1 = 3 R. b) a carga létrica no ca pacitor é nula.0 V. Acionando-s o int rruptor.

consid r ainda a in xistência da ação da gravidad sobr a partícula. A sf ra s ncontra ntr as um capacitor plano.El trodinâmica Avançar                                                    112. O fio é rompido subitam nt a partícula mov -s m dir ção à outra placa. Para qu a sf ra p rm n ça imóv l. é n c ssário qu                                                                           . A v locidad da partícula no mom nto do impacto r sultant . A distância ntr a r nça d pot ncial ntr as m smas é V o sforço máximo qu o fio po ao quádruplo do p so da sf ra. vista por um obs rvador fixo ao solo. Na fac int rna d uma das placas ncontra-s uma partícula d massa m ca rga q pr sa por um fio curto in xt nsív l. a dif d suportar é igual m quilíbrio stáv ra d massa m carga q stá susp nsa por um fio frágil in xt mat rial l tricam nt isolant .111. f ito d um placas paral las d s placas é d. como mostra a figura. s paradas ntr si d uma distância 2 a. é a) b) c) d) ) 34 4qEMa m(M + m) 2qEMa m(M + m) qEa (M + m) 4qEma M(M + m) 4qEa m GABARITO g d 2 a) q V d qV b) d c) q V d qV d) d ) q V d < 15 m g 2 IMPRIMIR < 4 (m g)2 2 < 15 (m g)2 2 < 16 (m g)2 2 > 15 m g Voltar FÍSICA . Por simplicidad . ITA-SP Um capacitor plano é formado por duas placas paral las. ITA-SP Uma sf nsív l. g rando m s u int rior um campo létrico uniform E. Consid r qu não aja atritos outras r sistências a qualqu r movim nto qu s ja M a massa do conjunto capacitor mais carrin o. l. O c apacitor stá rigidam nt fixado m um carrin o qu s ncontra inicialm nt m r pouso.

UFPE No circuito abaixo. Salvador-BA Três fios idênticos. U. O princípio imp icitamente uti izado no estabe ecime nto dessa equação foi o da a) conservação do campo e étrico. b) conservação da energia e ét − i2 i1 i2 i3 i3   113. B C. m cada um dos ramos do circuito. as quais se re a cionam pe a equação i1 = i2 + i3. vista pe os terminais A e B. são associados. conforme a figura. é igua a 1) 1 2) 2 3) 3 4) 4 5) 5 A B C 35 115. em ohms. A resistência equiv a ente da associação. UFRN O circuito da figura abaixo i ustra uma associação mista de re+ sistores a imentados por uma bateria que produz as correntes i1. A r lação ntr as corr nt s I1. é: R I1                                 . d r sistência létrica igual a 3Ω cada .a) I1 = I2 = I3 b) I1 = 2 I2 = 2 I3 c) I1 = 2 I2 = 4 I3 d) I2 = 2 I1 = 4 I3 ) I 3 = 2 I1 = 4 I2 I R R I2 R I I3 R 114. UFSE Cinco resistores são associados como mostra o esquema. i2 e i3. va e a) 270 b) 180 c) 90 d) 45 e) 30 40 Ω 50 Ω A 90 Ω B 40 Ω i1 50 Ω GABARITO 116. cada r sistor t m uma r sistência létrica igual a R a corr nt total do circuito é igual a I. A. I2 I3. A resistência e étrica equiva ente ao trecho do c ircuito. em Ω.

i1 c) conservação do potencial elétrico.UFRN A figura ao lado representa um ramo de uma instalação elétrica residencial al imentada com uma tensão de 220 V. Compõem esse ramo um “relógio L1 L2 medidor de luz”. e um interruptor desligado. d) maior que a corrente que circulava antes e a tensão é menor que 220 V. duas lâmpadas. b) maior que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V. um interruptor ligado. Toda vez que Clara S1 S2 liga o interruptor S2. d) conservação da carga elétrica. S2. Isso acontece porque a corrrente que circula no “relógio medid or de luz”. L1 e L2. S1. observa que o “relóR gio” passa a mar car mais rapidamente. R. 220V 117. IMPRIMIR Voltar Avançar ¦ FÍSICA Eletrodinâmica . após o interruptor S2 ser ligado. é: a) igual à corrente que circulava antes e a tensão é maior que 220 V. c) menor que a corrente que circulava antes e a tensão permanece 220 V.

U. Sua idéia é tirar energia da tomada do te efone (o que é proibido por ei) e usá a numa situação de emergência. I2 No circuito representado. o rendimento da uminária cairá um pouco em re ação ue e obtido quando a uminária é igada na rede convenciona . d) não será a cançado. UFRN A inha te efônica fixa residencia é movida a corrente e étrica contínua (CC) . mas. para usar na uminária de sua mesa de estudo. a razão . estudante do ensino médio.20 0. Sa vador-BA Sendo a força e etromotriz de uma bateria igua a 15V. fechando-se a chave K por 5 segun dos. a quantidade de ca or que pode ser produzida pe os resistores. em jou es. pe a impossibi i dade de se e evar tensão contínua para tensão a ternada somente com um transformador. pe a ei de Faraday. 5 ) a energia química que se transforma em energia e étrica é de 15J para cada 1C de car ga que atravessa a bateria.0 5. e. pensou em fazer um transformador e evador de tensão. U. 1) a co rrente fornecida pe a bateria é de 15A. 3) a potência fornecida pe a bateria para o circuito externo é de 15W. Determine. a) se rá a cançado. enI3 tre as intensidades de corrente elétrica nos resistores R2 e R3. pe o menos. 120.25 1. Sa vador-BA No circuito. Pode-se dizer que o objetivo de Joãozinho. os resistores são ôhmic os e os fios de igação e o gerador são ideais.0 4. 2) a resistência interna da bateria é de 15Ω. b) só será a cançado se a i nha te efônica tiver tensão de.E etrodinâmica Avançar                                         ¦          . Unifor CE Considere o esquema ao lado. GABARITO Vo tar FÍSICA . que é de corrente a ternada (CA) e com tensão de 220 V. 6Ω 2Ω 3Ω K 6V IMPRIMIR 121.118. Joãozinho. é a) b) c) d) e) 0. 110 V.0 50Ω R1 40Ω R3 I2 10Ω R2 I3 20Ω R4 60V 36 119. e evada. não. c) não será a cançado. Devido a uma freqüente fa ta de energia na inha convenciona de sua casa. porque tensão só pode ser baixada. e funciona de forma independente da rede e étrica convenciona . com tensão de 45 V. 4) é necessária uma força de intensidade igua a 15N para cada 1C de carga que atravessa a bateria.

a) o int rruptor 1 a tomada. quando o disjuntor foss d sligado. ra pr ciso qu . para as finalidad s pr t ndidas. d forma incorr ta. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . por t r uma dif r nça d p ot ncial m r lação à T rra.El trodinâmica Avançar                                                                                              . b)a tomada o disjuntor. p is stá no m smo pot ncial da T rra. o circuito não of r c ss p rigo d c oqu a qu m fiz ss o r paro.) 37 GABARITO Quando Nicéia apr s ntou à sup rvisora o squ ma inicial do trabal o. A fig ura abaixo mostra o squ ma inicial d Nicéia para ss circuito. Essa insta ação deveria conter uma âmpada. stavam instalados. sta concluiu qu . Era preciso que a âmpada pudesse ser igada e des igada. Por outro lado. c) o disjuntor o int rr uptor 2. (L mbr -s d qu o fio d nominado “fas ” pod apr s ntar p rigo d c oqu . tanto na parte de baixo como na de cima da escada (através do s interruptores 1 e 2. para s faz r um cons rto na instalação. uma tomada e um disjuntor. d)os int rruptor s 1 2.122. conhecidos como interruptores “t r -way”). nquanto qu o fio d nominado “n utro” não apr s nta p rigo. UFRN Nicéia estava aprendendo a fazer insta ações e étricas residenciais e foi enca rregada de fazer uma insta ação na parede atera a uma escada.

13 61. A 12. 1 + 4 + 8 22. D 16. D 17. E 44. B 70. C IMPRIMIR G A B A R IT O Vo tar FÍSICA . D 13. 05 9. V-V-F-V-F-V 50. 20 60.106 J b) R$ 2. a) 1. E 59. V-V-F-V-F 10. A 42. E 55. D 41. A 15. F-V-V-V-F 20. D 77. E 79. 4 + 8 + 16 71. C 58. 15 3. D 32. 26 64. 31 2. A 8. A 33. D 27. D 78. E 11. C 75. F-V-V-F-V 38. B 80. B 31. B 46. C 76.32. F-V-V-V-V 67. D 56.F ÍS IC A E L E T R O D IN Â M IC A 1 1. E 73. a) 55Ω b) 2A 23. V-V-F-F-F 66. D 4 8. C 74. A 54. U = 10V 53. C 18. F-F-V-F-F 63. 50 36. E 40. 55 7. E 51. 20 6. 06 62.E etrodinâmica Avançar   . 2 + 4 + 16 72. a) 0. V-V-F-F 35. E 26. A 25. F-V-F-F 5. A 30. a) 2A b) 32W 52. a) R = 100Ω b) 1Ω 24. 52 37.20 45. D 21. 1 + 2 + 8 + 16 49. B 29. 04 2 8. V-F-V-V-F 65. B 69. 1 3 39. A 57. C 34. B 43. 37 81. V-V-F-V-F 19. A 47.25 Ω b) 225 W 14. V-F-F-F 4. B 68.

1 + 2 + 4 + 16 97.Eletrodinâmica Avançar    . C 92. C 90. 1 + 2 + 8 + 16 95. E 102. D 116. C 113.3 V 85. E 114. F-V-V-F -F 89. E 109.5 W b) U’ = 7. a) U m = = 8000 cé u as e étricas ε 1 2 3 n IMPRIMIR G A B A R IT O b) P = 480 W 98. F-V 88. a) 1 A b) 6 V 93. D 86. D 117. A 110. 2 115. A 83. B 103.4 V 101. a) P = 1. B 118. A 112. A 91. C 119. D 84.5 — 10–3 A LV’ = 11. B 100.2 82. C 122. 1 + 2 + 16 106. A 1 08. C 99. a) 1 V b) V = O 107. 5 120. a)LV = 12 V LA = 12 — 10–3 A b)LA’ = 12. V-F-F-V-V 87. B 111. 01 105. 36 V 94. 90 121. C 96. F-V-F-V 104. B Voltar FÍSICA .

B1 e B2 e C1 e C2. podemos afirmar. e) A e C. c) vão se repelir. na direção normal. Suas ext remidades são identificadas por A1 e A2.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O 1.4 B. d) A e B. M. F. A primeira. Triângulo Mineiro-MG A figura representa um ímã em forma de barra. B e C. a segunda. as extremidades A1 e B2 sofrem atração e as extremidades A1 e C1 so frem atração. d) vão se atrair. o valor do v tor indução magnética. que é(são) ímã(s) permanen : a) só A b) só B. UFR-RJ Abaixo. o valor do v tor indução magnética um ponto distant “5d” do fio? a) 4 B. as extremidades A1 e C 2 sofrem repulsão. b) elas são radiais ao centro d a terra. Logo em seguida a essa divisão. b) 2 B. F. t m módulo “B duplicarmos a corr nt létrica. na primeira sugestão e se repelir na s egunda. em quaisquer das duas sugestões. em quaisquer das duas sugestões. Itajubá-MG Um fio condutor retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica “I”. e) o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfic N S’ 4.El tromagn tismo Avançar                . e) perdem a imantação na primeira sugestão e se atraem na segunda. com os pólos magnéticos nas extremidades. c nstant . em relação aos ímãs resultante pode-se afirmar que: a) ambos vão se repelir. d) 0. c) 0. m módulo. na primeira sug estão e se atrair na segunda. 2. da linha n. d) o campo magnético é mais intenso no equador. Quando estas barras são aproximadas vemos que as extremidades A1 e B1 sofrem atração. n S N 1 Suponha que se pretenda dividir esse ímã em dois e que haja duas sugestões para fazer essa divisão. de efetuá-la na direção longitudinal. num ponto distant “d” do fio. ) 2. b) am bos vão se atrair. em relação a estas barras. da linha .2 B. c) elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. N’ S GABARITO IMPRIMIR 3.5 B. Assim. M. mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geog ráficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos. c) só C. Unirio T rês barras de ferro de mesma forma são identificadas pelas letras A. qual s rá. Voltar FÍSICA . Sobre as linhas do campo magnético é c rreto afirmar que: a) elas são paralelas ao equador.

apr s ntando dois pólos magnéticos. UFR-RJ Dois condutor s m tálicos omogên os (1) (2) r tos xt nsos são colocados m paral lo. Assinal a(s) proposição(õ s ) corr ta(s): (01) O s ntido das lin as d indução. Dê. atuant sobr as partículas l trizadas qu ating m a T rra nos pólos Sul Nort g ográficos. a soma das alt rnativas corr tas. Ub rlândia-MG Dois condutor s longos paraA B l los. à m dida qu s afasta da sup r fíci da T rra. ao passar m nas proximidad s da T rra. A força magnética sobr o létron . s gundo os istoriador s. v v II.2 5. (64) O módulo do campo magnético t rr str aum nta. sab mos qu f ix s d partículas l t rizadas ( létrons prótons). UFSC A figura r pr s nta as lin as d indução do campo magnético t rr str . com v locidad quas paral la às lin as d indução do campo mag nético t rr str . situados no plano do pap l. Muitos são os f nôm nos r lacionad s com o campo magnético t rr str . 6. (16) Quando par tículas l trizadas ating m a T rra no plano do quador. (02) O s ntido das l n as d indução. apr s ntando dois pólos magnéticos. d) Ap nas I. U. c) I III. Em 1600. (04) As lin as d indução do campo magnético da T rra mostra m qu la s comporta como um gigant sco ímã.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                                                                                                                                . Assina l a alt rnativa corr ta. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . i III . mostradas na figura. Atualm nt . instrum nto ss ncial para as grand s nav g açõ s d scobrim ntos do século XV . Os dois condutor s t nd m a s afastar. t nd i a aproximar o létron do fio da dir ita (B). t nd a d slocar o próton no s ntido da corr nt do fio da squ rda (A). são capturados p lo campo ma gnético t rr str . (1) GABARITO (2) A partir das informaçõ s acima. qu é lançado à dir ita dos fios no m smo plano d l s. xplica qu a ori ntação da agul a magnética s d v ao fato d a T rra s comportar como um im nso ímã. indica qu o pólo nort magnético stá localizado pró imo ao pólo nort g ográfico. m sua obra d nominada D Magn t . A força magnética sobr o próton p. com v locidad p rp ndicular ao campo magnético t rr str . b) I II. las não são d sviadas porqu a força magnética é nula. é m nor do qu sobr as partículas qu ating m a T rra no plano do quador. com v locidad p rp ndicu lar ao campo magnético t rr str . são f itas as afirmaçõ s: + I. p – N stas circunstâncias. constituindo bom x mplo d movim nto d partículas carr gadas m um campo magnético. F. qu é lançado no m io ntr os fios no m smo plano d l s. William Gilb rt. indica qu o pólo sul magnético stá localizado próximo ao pólo nort g ográfico. mostradas na figura. O magn tismo t rr str l vou à inv nção da bússola. como r sposta. a) II III. Os condutor s são p rcorridos por corr nt s létricas d m sma int nsidad . r sponda as p rguntas propostas: a) Em qu condição a fo rça magnética ntr os condutor s s rá d atração? b) Em qu condição a força magnética nt ondutor s s rá d r pulsão? 7. são p rcorridos por corr nt s iguais opostas. prov ni nt s do spaço cósmico. ( 2) O pólo nort da agul a d uma bússola aponta s mpr para o pólo sul magnético da T rr a. (08) A força magnética. já utilizada p los c in s s d sd o século X.

→ → GABARITO 11. 9. C f t-PR Um f ix r tilín o d létrons apr s nta uma v locidad constant igua l a 105 m/s. 10. ) 12 x 1016 N. (UFR-RJ) Um próton é lançado com cidad constant V numa r gião ond xist → ap nas um campo magnético uniform B. Os condutor s ficam suj it os a forças d orig m magnética. Em c rta r gião do spaço p n tra m um campo létrico uniform qu apr s nta a m sma dir ção s ntido do movim nto dos létrons. A int ns idad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. ) ap nas I. IV. b) pod m s difratar. c) 18 x 10-16 N. b) ap nas II. conform figura. PUC-PR A figura r pr s nta dois condutor s r tilín os colocados paral lam nt . Os dois condutor s stão subm tidos a uma corr nt létrica d m sma int nsidad i. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A corr spond à soma das int nsidad s dos campos criados p la corr nt létrica m cada condutor. d) 16 x 10-16 N.8. é c to afirmar qu ambas a) s propagam no vácuo. mas com a v locidad progr ssivam nt d cr sc nt .0 x 105 m/s B = 5. b) continuará r tilín o. d ) s rá o d uma licóid com o ixo paral lo ao campo létrico. pois as corr nt s létricas não g ram campo magnético. S ndo v = 1. UFRN Com r lação às ondas l tromagnéticas às ondas sonoras. III. i Consid r as afirmativas. II. c) têm a m sma v locidad d propagação na água. d) II III. c) ap nas III. d) são polarizáv is. c) d scr v rá um arco d parábola. O movim nto d scrito por ss f ix : a) s rá o d um movim nto circular uniform . b) z ro.0 x 10-2 T sla. A int nsidad do campo magnético r sultant no ponto A é nula. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . con form a figura abaixo: → → 3 B → V A v locidad V o campo magnético B têm m sma dir ção m smo s ntido.El tromagn tismo Avançar                                                                                                                                                                               . A I. ) s rá o d um movim n to armônico simpl s. pois as corr nt s létricas têm s ntidos opostos. É corr ta ou são corr tas: a) I IV. pod mos afirmar qu o módulo da força magnética atuand o no próton é a) 8 x 10-16 N.

ficando s mpr à dir ita la. F. xi st um cam→ po magnético uniform B. stão r pr s ntadas duas placas m tálicas paral las. d pois pára por um instant ntão é afastado. p lo símbolo . p rp ndicular ao plano da página dirigido para d ntro d sta. Consid rando ssas informaçõ s. o ímã é aproximado da spira. como mostra a figura. assinal a alt rnativa m qu m l or stá r pr s n tada a traj tória da partícula após s r solta no ponto P. Entr ssas placas.    . na figura. carr gadas com cargas d m smo valor absoluto d sinais contrários. a) b) c) P d) P GABARITO P P 14. U. O ímã não c ga a ntrar na spira. N S Qual dos gráficos abaixo pod ria r pr s ntar o valor absoluto da corr t ( i ) obs rvada no galvanôm tro G.a) som nt II. III. Inicialm nt . 13. Juiz d Fora-MG Um ímã é movim ntado p rp ndicularm nt ao plano d uma spi ra. III. como mostrado. – – – – – – – 4 P B → + + + + + + + Uma partícula com carga létrica positiva é colocada no ponto P. UFMG Na figura. situado ntr as plac as. m função do t mpo (t)? G a) b) i i IMPRIMIR t t c)                                                                       d) I  c) II  b) I   II.

a spira t nd a s afastar do fio.El tromagn tismo Avançar ○ ○ I 12. a força magnética no ramo v rtical dir ito fio (A) da spira é orizontal dirigida para a squ rda. U. Afirma-s : I. situados num plano.i d) i t t Voltar FÍSICA . F. a spira t nd a girar no s ntii do orário. II. São corr tas: ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○                                . Viçosa-MG A figura mostra um fio r tilín o muito longo p rcorrido por um a corr nt i uma (A) spira r tangular p rcorrida por uma corr nt I. III.

atraía raios que a danificavam. a) A enas I é cor reta. c/3 c) I e II são corretas. qu s iluminam p rman c m iluminadas nquanto é mantido o m ovim nto r lativo ntr os dois obj tos. +z IMPRIMIR Voltar FÍSICA .40 s. Além da fragilidade dos navios. E III. Se desligarmos o cam o elétrico +x (E = 0) o feixe descreverá uma trajetória circular contida no lano xz. a) magnéticos – magnetização b) magnéticos – correntes elétricas létricos – correntes elétricas d) elétricos – magnetização e) elétricos – cargas elétricas 5 GABARITO 18. desloca-se com velocidade c/3 (c é a velocidade da luz no vácuo. 16. de 1. Materiais com ro riedades magnéticas es eciais têm a el muito im ortante na tecnologia moderna. d 40 m d raio.0 • 106V/m na direção +x. Viçosa-MG Conforme re resentado na figura abaixo.15.0 • 108 m/s).Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤   ¤  ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤   ¤ ¤                       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤   ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤       ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ . d) A enas II é correta. roduzidos ela fita ou elo disco em movimento .0 T em 0. dando origem a sinais qu e são de ois am lificados.0 • 10–2 T. cujo valor é 3. 04) o aque cimento do ar roduzido elos raios odia desmagnetizar a bússola. e assa nesta região em linha reta na direção +z. usadas em fitas magnéticas e discos de com utadores. calcule a força eletro motriz induzida na es ira. 02) a bússola. E. as tem estades eram muito temidas. a b ngala é um ímã o aro é uma spira m tálica circular. Considerand o as informações acima. Consid rando π 3 e adm itindo que o cam o magnético varie de zero a 1. Sobre esse fato. 17. Com esse ex erimento ode-s e dizer que a carga do méson é ositiva. na direção +y. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. 08) o cam o mag nético roduzido elo raio odia desmagnetizar a bússola. Na r alidad . O cam o magnético tem módulo B 1. U. UFSC No início do eríodo das grandes navegações euro éias. Pod -s supor qu o plano da spira s ja mantido p rp nd icular às lin as d indução magnética durant o movim nto r lativo. UFRS Selecione a alternativa que reenche corretamente as lacunas no texto abaixo. B. 16) as gotas de chuva elet rizadas elos relâm agos odiam danificar a bússola. induzem em uma bobina existente no cabeçote de leitura. Entre inúmeras a licações. od emos mencionar a gravação e a leitura magnéticas. em uma região do es aço há → um cam o elétrico uniforme. A idéia básica na qual se fundamenta a leitura magnética é a seguinte: va riações nas intensidades de cam os . corria-se o ri sco de ter a bússola danificada no meio do oceano. b) I II são corretas. UERJ Um mágico passa uma b ngala por d ntro d um aro.F. que ficavam geralmente no convés. nesta região também há → um cam gnético uniforme. con hecidas como mésons. I. anali+y se as seguintes afirmativas e res onda de acordo com o código. é CORRETO afirma r que: 01) a agitação do mar odia danificar ermanentemente a bússola. a ssim como os metais (facas e tesouras). Um feixe de artículas eletricamente carregadas. II. cont n do p qu nas lâmpadas. 32) a forte luz roduzida nos r elâm agos desmagnetizava as bússolas.

c) Sobre os fios condutores a arecem forças re ulsivas. Nessas condições. o cam o magnético é nulo. os módulos dos cam os magnéticos gerados elos dois fios condutores são somados. A ermeabilid ade magnética do vácuo é de 4π x 10-7 T.0 cm deste fio. Maringá-PR Um fio retilíneo longo trans orta uma corrente de 100 A. é correto afirmar: A I B I GABARITO a) Sobre os fios condutores a arecem forças atrativas. e) Correntes elétricas em condutores não ge ram cam os magnéticos ao seu redor. U. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . 08) Se a velocidade do elétron for aralela ao fio e no sentido da corrente. 20. devido à corrente. utilizando a montagem mostrada na figura abaixo. no onto P. então o elétron não sofrerá desvio. Com o circuito aberto. Fechando o circuito. a agulha movimenta-se e orientase. 32) Em qualquer situação. são circunferências concêntricas com io e em lanos ortogonais. que se encontra exatamente e ntre os dois fios. será er endicular à sua velocidade e ao cam o magnétic o.4 mT e di reção er endicular ao lano do fio. assinale o que for correto.4 x 10-16N. você ex lica que as cargas elétricas em movimento no fio a) g eram um cam o magnético cujas oscilações rovocam desvios em todos os ímãs nas roximidade s do fio. 16 Se a velocidade do elétron estiver dirigida ortogonalmente ao lano do fio. d) geram um cam o magnético uniforme. no onto P. tem módulo 0. sofrerá ação de uma força radial em direção ao fio. a força magn ca sobre o elétron. de forma que a agulha tende a orientar-se er endicularmente a ele. e) geram um cam o magnético que se soma ao cam o magnético terrestre. er endicularmente e em direção a este. ao assar elo onto P. ele verifica que a agulha magnética orientase na direção Norte-Sul. Pelotas-RS Pedro realiza ex eriên– + cias no Laboratório de Física de sua esco la. E.6 19. Um elétron (e = 1. a roximadamente. b) No onto A. rovocando o desvio da agulha. c) geram um cam o elétrico que interfere com o cam o magnético d a agulha. d) No onto B. 04) Se o elétron estiver se movendo no lano do f io. U.6 x 10-19C) está se movendo com veloci dade v = 1. Para ajudá-lo a com reende o que está acontecendo. assando em um onto P a 5. sofrerá ação de uma força de sentido contrário rente e de módulo 6. caso exista. 21. 1) As linhas de indução magnética. Londrina-PR Dois longos fios condutores retilíneos e aralelos são ercorridos or correntes elétricas de mesma intensidade.m/A. F.0 x 107 m/s. d e forma que uma corrente elétrica ercorra o fio. 02) O cam o magnético. Pedro acha estranho que uma corrente elétrica ossa influenciar a orientação de um ímã. Considerando qu e os fios estejam róximos um do outro. U. ocasionando desvio.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . b) geram um cam o elétrico uniforme que tende a anular o efeito do cam o magnético terrestre. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. numa direção er endicular ao condutor. E. orém de sentidos o ostos.

caracterizando o rincí io da conservação de en ergia. ( ) É a variação do fluxo do cam o magnético nos enrolamentos que ermite a transmissão da energia elétrica. o agente que movimenta o ímã sofre o efeito a o avanço do ímã. A artir dest es fatos e dos conhecimentos sobre eletromagnetismo. estão re rsentados uma bobina (fio enrolado em torno de um tub o de lástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. U. Ponta Grossa-PR Sobre um transformador ideal em que o número de es iras do enrolamento secundário é menor que o do enrolament o rimário.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . assinale o que for correto: 01) A otência elétrica na entrada do enrolame nto rimário desse transformador é igual à otência elétrica na saída do enrolamento secund o. neces sariamente. N ímã S i R bateria 7 Com base nessas informações. ( ) O t ransformador só funciona com corrente elétrica variável. d) o ímã é re elido ela bobina. 23. UF RS Assinale a alternativa que reenche corretamente as lacunas do arágrafo abaixo . 08) As correntes nos enrolamentos rimário e secundário desse transformador são iguais. Quando um ímã é a roximado de uma es ira condutora mantida em re ouso. 24. UFPR Sabe-se que em um transformador não há. E ntretanto. 04) A energia no enrolamento rimário é igual à energia no enrolamento secundário. O ímã e ina estão fixos nas osições mostradas na figura. 02) Se ligarmos os terminais do enrolamento rimário a uma bateria de 12 V. Próximo à b obina. ter emos uma dd menor no enrolamento secundário. ( ) A corrente elétrica é sem re a mesma nos e nrolamentos rimário e secundário. a energia elétrica é transmitida do rimário ara o secundário. c) a força exercida ela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida elo ímã sobre a bo a. sendo a realização de trabalho de uma força que ara efetuar o deslocament do ímã. com os ólos norte (N) e sul (S) na osição indicada. de modo a ind uzir nessa es ira uma corrente contínua. ligação elétrica entre o condutor do enrolamento rimário e o do secundário. a) se o õe – necessária d) é favorável – desnecessária b) se o õe – desnecessária e – desnecessária c) é favorável – necessária IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . está colocado um ímã. é correto afirmar: ( ) A corr ente elétrica do enrolamento secundário não influi no funcionamento do rimário. é CORRETO afirmar que a) a bobina não exerce força sobre o ímã ) a força exercida ela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R. E. UFMG Na figura. Dê como res osta a soma das alternativas corretas.22. 16) A transferência de otência do enrolamento rimário ara o enrolamento se cundário não ocorre or indução. 25. ( ) A difere nça do otencial nos terminais do enrolamento secundário é sem re menor que a diferença de otencial nos terminais do rimário.

II. formando um ângulo de 30º com o cam o magnético B de intensidade 15 T. na direção do eixo x . Maringá-PR Uma carga Q = -3C desloca-se com velocidade v = 4 m/s. vê-se que a limalha de ferro forma linhas aralelas e eqüid istantes dentro do solenóide. II e III d) I. IV como equenos ímãs. III vetor indução magnética. Figura II: Re resenta a distribuição da limalha de ferro na folha de a el. d) A enas em I e III. e) Em I. II e III. Em qu ais dessas situações ocorre indução de corrente elétrica na es ira? a) A enas em I. A es ira assa a girar em torn o do eixo OO’ e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. em Newtons. E. II e IV 8 27. atravessa um edaço de a el e a limalha de ferro se arruma conforme a fi gura. Os vetores v e B estão no lano XY. I Fig. O B O’ Considere as seguintes situações: I. Figura I: Re resenta a d istribuição da limalha de ferro na folha de a el. Figura IV: Fazendo as es iras de um solenóide. colocada sobre um ímã em forma de bar ra. UFRS A figura abaixo re resenta uma es ira condutora quadrada. inicialmente em re ouso no lano da ágina. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético varia no tem o. de intensidade B. II linhas de indução de u ma região de cam o magnético sal icando limalha de ferro sobre uma folha de a el co locada horizontalmente. imantamse e com ortam-se Fig. er endicular ao lano da ágina. A es ira se mantém em re ouso e a intensidade do cam o magnético ermanece constante no tem o. ercorrido or corrente contínu a. c) A enas em III.26. ercorrido or corrente contínua. Qual o módulo. existe um cam o magnético uniforme. Na mesma região.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . alinhando-se com o Fig. da força magnética que atua na carga? 1 Dados: Sen 30º = 2 Cos 30º = 3 2 IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 28. Figura III: Um fio. colo cada sobre um ímã em forma de ferradura. As artículas de ferro. Potiguar-RN Pode-se obter o as ecto das Fig. Pode-se afirmar que são corretas a enas: a) I e II b) III e IV c) I. Analise as afirmações abaixo e as figuras ao lado. U. na região do cam o magnético. III. atravessarem o a el. U. b) A e nas em II.

Num dínamo de bicicleta. ode-se afirmar: a) A e nergia or unidade de tem o emitida ela lâm ada mostrada na figura I não de ende da velocidade da bicicleta. b) No instante re resentado na figura II. (08) Os transformadores situados na u sina têm. que gira devido ao contato do eixo do rotor com o neu da bicicleta. onde é gerada a corrente elétrica. do dínamo visto or dentro lâm ada dínamo P Q N bobinas (es iras) fixas S ímã rotor ( arte móvel) 9 Face à descrição acima e com o auxílio de conhecimentos de Física. 31. (04) A resistência elé de um cabo de transmissão é diretamente ro orcional ao seu com rimento e inversame nte ro orcional à sua área de secção transversal. UFRN Ao término da sua jornada de trabalho. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA .figura II – re resentação esquemática. onde existe um ímã rmanente. Os rincí ios físicos envolvidos na rod e distribuição de energia ermitem afirmar: (01) A queda d’água rovoca uma erda de ene rgia otencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. UFRN Numa usina hidrelétrica. em dado instante. o fenômeno de indução eletromagnética. ara essa transformação. ara efeito da distribuição de energia em cabos de alta tensão. d) uma anela de ferro. é diretamente ro orcional à sua resistência e invers amente ro orcional à corrente elétrica que o ercorre. a energia da queda d’água é transformada em energia cinét ica de rotação numa turbina. (16) Os transformadores conv ertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. ara a lâm ada funcionar. com certez a. num alternador. em seguida em energia elétrica. a arte fixa (estator) é constituída de bobinas (es ira s). 3 0. e de uma arte móvel (rotor). c) A conversão de ene rgia mecânica em energia elétrica ocorre devido à variação tem oral do fluxo magnético nas s iras (figura II). d) A velocidade angular do rotor (figura II) tem que ser igu al à velocidade angular do neu da bicicleta (figura I). (32) A erda de energi a elétrica. usando -se. e) uma caneca de alumínio.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ figura I – arte dianteira da bicicleta lâm ada ¤ 29. (02) A ener gia cinética de rotação da turbina é arcialmente transformada em energia elétrica. NÃO atrai a) uma arruela de ferro. b) um rego. a fim de transitar à noite co m maior segurança. c) uma lâmina de barbear. Pedro Pedreiro enfrenta com sereni dade a escuridão das estradas em sua bicicleta orque. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ e ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . e finalme nte é distribuída através de cabos de alta tensão. ele colocou em sua bicicleta um dínamo que alimenta uma lâm ada de 12 V. menor número de es iras na bobina rimária do que na bobina secundária. Unifor-CE Um ímã. o sentido co rreto da corrente elétrica induzida é do onto Q ara o onto P. num cabo de transmissão.

não altera o valor da corren te elétrica induzida. Nesse ex erimento deve-se a roximar e N afastar. sob ação exclusiva de um campo magnético uniforme de intensidade 2 — 10–1 T. ( ) Um elétron. Nessas c ondições. Quanto a esse P ex erimento. longos e p aralelos. em 10–15 N. Q a roximando-o da es ira. Londrina-PR) O ex erimento ao lado ode ser usado ara roduzir ene rgia elétrica. 4 e) no ponto 4. continuamente.32. UFPR Considerando os conceitos e a licações da eletricidade e do magnetismo. d) nos pontos 2 e 4. ( ) Um transformador funciona com corrente alternada orque a corrente no rimário roduz um fluxo magnético variável que gera uma força eletromotri z induzida no secundário. o campo magnético gerado por esses ímãs pode se r nulo SOMENTE a) nos pontos 1 e 3. ou afastado. e) não aparecerá força magnética entre os condutores. ao assar róximo de um fio ercorrido or uma corrente. e) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o magnético induzido de intensidade variável. 2 e 3. o de maior ca acitância adquire maior carga orque a carga num ca acitor é igual ao roduto de sua ca acitância ela diferença de otencial entre suas lacas. é correto afirmar: a) Ao se a roximar o ólo norte do ímã das es iras. 1 2 3 c) no ponto 2. 2. ( ) Quando dois ca acitores diferentes são ligados em aralelo à mesma bateria. b) a força magnética entre os condutores será sempr e de repulsão. b) nos pontos 1.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a corrente elétrica induzida será máxi a. mantendo-o A nessa osição. 10 34. 3 e 4 nas proximidades dos ímãs. Considere corretas as alternativas em que a justificativa ex lica a ro riadamente a situação. É correto afirmar que a) a força magnética entre os condutores será de atração se correntes forem de mesmo sentido. são percorridos por correntes e létricas. 36. S 33. c) A velocidade com que o ímã é a roximado. U. determine. UFSE Dois fios condutores. b) Ao se osicionar o ímã mu ito róximo das es iras. que atua sobre o elétron. E. GABARITO 35. d) a força nética entre os condutores será de atração se as correntes forem de sentidos opostos. ( ) Dois fios metálicos a ralelos ercorridos or correntes de mesmo sentido se atraem orque cargas de si nais contrários se atraem. o módulo da força centrípeta que age sobre cada partícula. exa mine a situação física descrita em cada alternativa e a justificativa (em negrito) que a segue. e os pontos 1. Considera ndo apenas os quatro pontos indicados. com carga elétrica igual a 8 — 10–19 C cada se movem em trajetória circular com velocidade de módulo constante e igual a 3 — 105 m/s. (U. Salvador-BA Várias artículas idênticas. sofre a ação de uma força er endicular à sua velocidade orque a corrente no fio roduz um cam o magnético ao seu redor. o ímã d o conjunto de es iras. d) O rocesso de a roximação e afastamento do ímã gera na es ira um cam o elétrico induzido variável. c) a força magnética entre os condutores será sempre de atração. surge em P (na extremidade das es iras) um ólo sul que tende a acelerar o ímã. colocados a pequena distância um do outro. ( ) O motor de um eletrodoméstico funciona quando ligado à t omada orque ocorre dissi ação de energia or efeito Joule. Unifor-CE No esquema estão representadas as posições relativas de dois ímãs idênticos c m pólos nas extremidades. IMPRIMIR Voltar FÍSICA .

PUC-RS A figura abaixo representa um fio metálico longo e retilíneo. Um próton mo ve-se com velocidade v. apenas no intervalo de 0 a 4 s. B(T) 4 → B → 11 0 2 4 6 8 10 12 t(S) 4 É correto afirmar que a f. c) magnético variável e não-paralelo ao plano do condutor. ( ) A força exercida pelo campo magnético sobre uma partícula que se move no int erior é sempre perpendicular à sua velocidade.m induzida na espira é a) crescente. c) perpendicular ao plano da figura e para dentro. d) decrescente. ( ) O módulo do campo magnético representa a força que atua em uma c arga de prova por unidade de velocidade. conduzindo corrente elétrica i. → A intensidade do vetor B varia com o tempo de acordo com o gráfico abaixo. e) elétrico constante e perpendicular ao plano do conduto r. perpendicularmente e para fora do plano da figura. no interior de um campo magnético. uma corrente elétrica é in duzida através dele quando ele é submetido a um campo a) magnético variável e paralelo a o plano do condutor.Eletromagnetismo . IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . A força magnética que age sobre o próton é v +q i a) paralela ao plano da figura e para a direita. apenas no intervalo de 6 s a 8 s. d) perpendicular ao plano da figura e para fora. no intervalo de 4 s a 6 s. PUC-RS O fenômeno da indução eletromagnética é us ado para gerar praticamente toda a energia elétrica que empregamos. no plano da figura. conforme indicado. ( ) Dois f ios longos percorridos por correntes de mesmo sentido experimentam uma força repul siva. UFS E Aplica-se um campo de indução magnética B. 39. b) magnético constante e perpendicular ao plano do condutor. ( ) A trajetória descrita por uma partícula carregada. nos intervalos de 0 a 4 s e 10 s a 12 s. c) nula. é sempre uma circunferência. 40. Supondo-se um condutor em forma de espira retangular contido num plano. b) par alela ao plano da figura e para a esquerda. como mostra a figura.37. b) crescente. Unicap-PE ( ) As regiões de um ímã onde as ações magnéticas são mais intensas denomi -se pólos magnéticos. perpendicular ao plano de uma espira circ ular.e. 38. e) nula. e) dec rescente no intervalo de 6 s a 10 s. d) elétrico constante e paral elo a plano do condutor.

Avançar .

perpendicular ao plano da página. d) se magnetiza e o pólo norte é o la do MN. na mesma direção do campo. b) Imantar um corpo é fornecer elétrons a um de seus pólos e prótons ao outro. d) Car gas elétricas em movimento geram um campo magnético. na qua l incidem elétrons. e) se magnetiza e o pólo norte é o lado NP. é: V V a) a metade . c onforme o esquema abaixo. c) valores diferentes e sentidos contrários.41. 44. assinale a opção que apresenta a afirmativa correta: a) É possível isolar os pólos de um ímã. d) valore s diferentes e mesmo sentido. senão ocorreriam distorções ou interferências na imagem. em x x x x B seqüência. Potiguar-RN Com base nos estudos da teoria eletromagnética . e) dois fios paralelos. se atraem. c) se magnetiza e o pólo norte é o lado QM. existe um campo elétrico e um campo magnético.o dobro . B Q P 12 42. se os fios a serem torc idos forem percorridos por correntes de a) mesmo valor e mesmo sentido. com correntes em sentidos opo stos. como mostra a figura. Esses ef eitos magnéticos indesejáveis serão evitados com maior eficácia.o dobro .a metade V e) a metade . b) mesmo valor e sentidos contrários.o dobro . b) se magnetiza e o pólo norte é o la do PQ. M N É correto afirmar que a chapa a) não se magnetiza. UFRN Em alguns equipamentos eletroeletrônicos costuma-se torcer. UFSE Uma chapa de ferro quadrada é submetida a um campo magnético uniforme de → in dução B. a tela fluorescente de um televisor. d) uma carga elétrica sofre desvio quando se desloca num campo magnéti co.o dobro . ond e há outros dispositivos. os fios que transportam correntes elét ricas. U.o dobro x x x x b) o dobro .o dobro R c) o dobro . Por exemplo.o dobro x x x x d) o dobro . c) Ao edor de qualquer carga elétrica.Eletromagnetismo Avançar . Para que a partícula descreva o movimento circular unifo rme de raio 2R é necesário que tenha ————— da massa ou ————— do módulo da velocidade ou ain ga elétrica. não deve sofrer influência magnética das correntes que fluem em outr as partes do aparelho.a metade . c) uma carga elétrica em movimento cria em torno de si um c ampo magnético. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . 45. b) um campo magnético é capaz de acelerar uma ca rga elétrica estacionária. Unifor-CE A experiência de Oersted comprovou que a) dividindo-se um ímã ao meio. juntos. c ada metade constitui um pólo magnético. Acafe Uma partícula eletrizada negativamente descreve um movimento circular un iforme de raio R em um campo magnético uniforme. para se evitarem efeitos magnéticos em pontos distantes do equipamento. A alternativa que completa o enunciado acima.a metade x V x x x 43.

é opos to ao sentido da corrente induzida enquanto a espira está saindo da região do campo magnético. perpendicular ao seu plano de os cilação. Dê. x x x x x x x x x x x x x x x x B 13 Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): (01) Como a espira recebe energia do campo m agnético. (08) A espira levará menos t empo para atingir o repouso. no ar. a espira não sofre rot ação (o plano da espira é sempre perpendicular ao campo magnético) e atravessa a região do campo magnético nos dois sentidos do seu movimento. O módulo da velocidade mantém-se constante. 47. pois será freada pelo campo magnético. com carga q é lançada em → uma região com campo magnético uniforme (B) e → vel dade v como mostra a figura abaixo. a soma das alternativas corretas. (04) Parte da en ergia mecânica será convertida em calor por efeito Joule. A força magnética tem direção perpendicular à direção da v cidade. e) Todas são falsas. IV. ela levará mais tempo para atingir o repouso do que se oscilasse na ausência dos ímãs. c) Somente IV é correta. (64) As correntes induzidas que aparecem na espira têm sempre o mesmo sentido. podemos afirmar que: I. A força magnética fará com que a partícula descreva um movimento circular. conforme está representado na figura abaixo.46. III. UFMA Um a partícula.Eletromagnetismo Avançar . (02) O campo magnético não influencia o movimento da espira. atravessa ndo em seu movimento um campo magnético uniforme. Se a carga q é lançada com velocidade v perpendicular a B. IMPRIMIR Em relação às afirmativas acima: a) Somente I é correta. b) Somente I. Voltar FÍSICA . → q GABARITO → → v B Em relação ao efeito do campo magnético sobre a partícula quando se movimenta nessa região . II. como resposta. (32) Os valores das correntes induzidas não se alteram se substituímos a es pira retangular por uma espira circular. II e III são corret as. d) Todas são corretas. Ao oscilar. a força magnética fará com que elas descrevam um movimento circular uniforme. (16) O sentido d a corrente induzida enquanto a espira está entrando na região do campo magnético. cujo raio seja a metade do lado maior d a espira retangular. UFSC Uma espira retangular de fio condutor é posta a oscilar. mas a direção e se ntido mudam a cada instante.

acima de CD. (02) O segmento AB está submetido a uma força agnética perpendicu ar ao p ano da fo ha de pape . (08) As forças magnéticas q ue atuam nos segmentos AB e CD evam a espira a girar em torno do segmento LM. com o resposta. as quais são orientadas. com centro em CD. UFBA A figura abaixo mostra a seção frontal dos pólos norte (N) e sul (S) de um ímã. abaixo de CD. o f uxo do campo magnético gerado pe o ímã através da esp ra é nu o. o que corresponde ao princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua.48. é correto afirmar: (01) O segmento AC da espira está submetido a uma força magnética de módulo Biλ. submetida a uma difer ença de potencial entre os pontos P e Q. VPQ = VP – VQ > O. A espira é percorrida por uma corrente i. a soma das a ternativas corretas. (16 ) Na situação mostrada na figura. para dentro da fo ha de pape . Dê. no qua B é a intensidade do campo magnético devido ao ímã e λ é o comprimento do fio AC. e ntre os quais se encontra uma espira condutora retangular. devido à ddp VPQ e pode girar livremente em torno do seu eixo cent ral LM. (04) A corrente i gera. para fora da fo ha de pape e. um campo magnético de inhas de f uxo circu ares. (32) À medida que a espira gire. no fio CD. IMPRIMIR GABARITO Vo tar FÍSICA . orientada para dentro dessa fo ha. N A B P 14 L Q C S D M De acordo com a situação descrita.E etromagnetismo Avançar                      . haverá uma corrente e étrica induzida.

00 Ω. fechando-o.0 cm faz contato com um circui to. sendo de 3. A área do circuito é perpendicu ar ao campo de indução magnética uniforme B. nos vértices de um triângu o isósce es.150 T 0. a direção da agu ha de uma bússo a. o módu o de B é: 15 a) b) c) d) e) 0. co ocada eqüidistante de es.75 10–3 N a intensidade da força con stante ap icada à barra.49. como na figura abaixo desenhada no p ano.a em movimento uniforme com ve ocidade v = 2.200 T 0.E etromagnetismo Avançar                             . passa uma mesma corrente que sai do p ano do pape e pe o terceiro (X).100 T 50. para mantê. uma corrente que entra nesse p ano. Fuvest-SP Três fios verticais e muito ongos atravessam uma superfície p ana e h orizonta . seria me hor representada pe a reta GABARITO IMPRIMIR a) b) c) d) e) A A’ B B’ C C’ D D’ perpendicu ar ao p ano do pape . Por dois de es (•). Vo tar FÍSICA .225 T 0.00 m/s. Nessas condições. ITA-SP Uma barra metá ica de comprimento L = 50. A resistência do circuito é R = 3. Desprezando-se os efeitos d o campo magnético terrestre.300 T 0.

52. a esfera foi ançada a                    . V0 B0 Qua dos gráficos abaixo me hor representa o módu o da ve ocidade V da partícu a em fu nção do tempo t após a mesma ter penetrado na região onde existe o campo magnético: (01) (01) V (02) (02) V (04) (04) V 16 (08) V0 V0 V0 t (08) V t (16) V t (16) V0 V0 t t Dê. UFGO Uma esfera de massa m e carga q<0 é ançada.51. conforme a figura abaixo. a soma das a ternativas corretas. num campo e étrico. num campo gravitacion a e num campo magnético. constante e perpendi cu ar ao p ano da página. UFMT Suponha que uma partícu a. contida no p ano da página. com ve ocidade V0. p enetre em uma região do espaço onde exista um campo magnético B0. como resposta. Na segunda. como mostram as figuras a seguir: +++++++++++++++ d/2 v d E Terra B v g v GABARITO d/2 A primeira figura esquematiza um capacitor cuja distância entre as p acas é d e a es fera foi ançada a uma distância d/2 de cada p aca. perpendicu armente.

uma distância d. ( ) As trajetórias seguidas pe as esfe ras em cada um dos campos são as indicadas nas figuras abaixo: g parábo a E parábo a semicírcu o B IMPRIMIR Vo tar FÍSICA . ( ) Se atuarem ao mesmo tem acima e as forças e étrica e gravitaci a esfera descreverá um movimento r                   .E etromagnetismo Avançar     ( ) Para a situação acima. ( ) O traba ( ) Para os campos e étrico. próxima da superfície da Terra. pe a força e étrica foi qEd. ciona e magnético. eti íneo uniforme. gravita que o campo. o traba ho rea izado ho rea izado pe a força gravitaciona foi mgd. a força tem a mesma direção po os campos e étrico e gravitaciona indicados ona devida a e es tiverem a mesma intensidade.

10–7 Tm A i a) b) c) d) e) 4. C2 e C3.5. a ca acitância de C3 será maior que C2. 02) a equação dimensional da energia armazenada no ca acitor C2 é dada or [L]2 [M] [T]-2 04) a energia fornecida elo gerador de força eletromotriz é igual à soma da ene rgia dissi ada nos condutores e à soma das energia armazenadas nos ca acitores C1. se K3 > K2. 17 GABARITO Sendo K2 e K3 constantes dielétricas e des rezando-se os efeitos de borda.10–5 T 5. no sentido horário. U.10–5 T 54. é correto afirmar que: 01) a ca acidade resultante de ende dos valores numéricos de K2 e K3 .0 Ampéres. 08) C2 e C3 estão submetidos a uma mesma diferença de otencial elétrico.10–5 T 2.10–5 T 2. UEMS A figura representa uma espira circu ar de raio 4p cm. percorrida por u ma corrente de intensidade 4. E. ficam associados em aralelo entre si. Dê como res osta a soma das alternativas corretas. lo go. Maringá-PR Considere a associação de ca acitores re resentada na figura abai xo. 55. Qua a intensidade do ve tor indução magnética no centro da espira? µ0 = 4π. 16) se C2 e C3 forem idênticos e K2 e K 3 reencherem todo o es aço entre as lacas dos ca acitores.53. UFPR Considere um ca acitor com osto or duas lacas condutoras aralelas q ue está sujeito a uma diferença de otencial de 100 V. re resentado na figura abaixo : + + + + + + + + + + A – – – – – – ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤  ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . então.10–5 T 3.

0 µC. será ace lerado em direção à laca A. ( ) Este ca acitor ode ser usado como um ele mento ara armazenar energia. a carga elétrica em cada laca te rá módulo igual a 10. IMPRIMIR Voltar FÍSICA . ( ) Um elétron que estiver localizado entre as lacas.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . ( ) Se a distância entre as lacas for reduzida à metade.– – – – B É correto afirmar: ( ) O otencial elétrico na laca A é maior que na laca B. ( ) Se a ca acitância deste ca acitor for igual a 1. ( ) Ent re as lacas há um cam o elétrico cujo sentido vai da laca B ara a laca A.00 µF. a c a acitância do ca acitor irá du licar.

com velocidade V er endicular ao vetor indução magnética B. desde que er endicular ao vetor B. cujo ólo S encontra-se muito longe e não está re resentado na figura.UEMS Uma artícula carregada negativamente movimenta-se no cam o magnético mostra do na figura. A uma distância 2 R de seu centro encontrase um condutor retilíneo muito longo que é ercorrido or uma corrente i1 (conforme a figura). Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocida de V. vertical e sentido ara cima. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido ho rário. ode-se afirmar que a velocidade da artícula tem direção: B P IMPRIMIR a) b) c) d) e) horizontal e sentido ara a direita. vertical e se ntido ara baixo. horizontal e sentido ara a esquerda. ode de slocar-se sem atrito sobre uma fina barra de lástico horizontal. Sabendo-se que a força magnética equilibra o eso da artícula.56. em função da osição x de seu centro P. (i1 / i) = 2 e a c orrente na es ira no sentido horário. encontra-se um longo ímã B. Fuvest-SP Um ímã cilíndrico A. 18 Des rezando efeitos dissi ativos. As condições que ermitem que se anule o cam o de indução magnética no centro d a es ira. II e III 57. Próximo à barra e fi xo verticalmente. (i1 / i) = e a corrente na es ira no sentido anti-horário. res ectivamente GABARITO a) b) c) d) e) (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido horário. (i1 / i) = 2 e a corrente na es ira no sentido anti-horário. com um equeno orifício ao longo de seu eixo. qualquer. ITA-SP Uma es ira circular de raio R é ercorrida or uma corrente i. Voltar FÍSICA . o conjunto de todos os gráficos que odem re res entar a velocidade V do ímã A. 58. é constituído or a) ) I e II c) II e III d) I e III e) I. são.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . da esquerda ara a direita.

( ) se um cam o magnético externo f or a licado na arte reta do tubo. como res osta. então esse cam o ma gnético rovocará uma força magnética sobre esses íons. B VI E VII VIII resentes cam os elétrico (E) e magnético ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . a soma das alternativas corretas. as trajetóri as das três artículas são as mostradas na figura abaixo.Católica-GO Um gás monoatômico. está na direção er endicular ao lano da ágina. (02) a artícula I ossui carga ositiva. (04) a artícula II não ossui carga elét rica. flui or um tubo cuja forma se acha esquematizada na figura dada. na mesma direção de seu movimento. (08) a artícula III ossui carga ositiva. (16) a artícula III ossui carga negativa. U. De ois de alguns instantes. A arte curva é de for ma circular.6 X 10–19C). or indução.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ A artir desses dados. uma corre nte elétrica no anel de cobre. na direção do movimento dos íons. res ectivamente. A re resenta um anel circular de cobre. surgirá. temos (B) conforme a figura abaixo. vII e vIII. Na figura. 60. I B E II 19 III Com base nessas informações. ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ 59. ( ) o cam o magnético no interior do anel. vindas da esquerda da ágina. v O v r GABARITO A IMPRIMIR Voltar FÍSICA . II e III enetram nessa região. Os íons se deslocam no tubo com velocidade constante v. ode-se afirmar que: ( ) a corrente elétrica i no tubo é de 8 mA.Três artículas I. gerado ela corrente elétrica dos íons . Em uma secção reta do tubo assam 5 X 1016 íons or segu ndo. é correto afirmar que (01) a artícula I ossui carga negat iva. com vel ocidades vI. no sentido horário. ( ) se a corrente elétrica no tubo for aumentando gradualmente. com sentido enetrando nela. constituído de íons (cada um deles ortando uma carga elétrica ositiva i gual a 1. cujo raio médio é r. Dê. UFMS Em uma certa região do es aço.

Dê. enquanto que a direção de movimento do elétron será desviada ara cima da direção horizontal. (04) as direções de movimento do elé n e do nêutron serão desviadas ara baixo da direção horizontal. sur girá em torno deste um cam o magnético semelhante ao cam o gerado or um ímã ermanente. mas só funcionam em corrente alternada. UFMS A câmara de bolhas é um dis ositivo muito usado em laboratórios ara identifi car artículas atômicas através de sua trajetória. Para se arar as artículas. que fica marcada no va or que reench e a bolha. tornou clara a vantagem do uso da corrente alternada. Nesse sis tema odemos desconsiderar a atuação da força eso sobre as artículas. IMPRIMIR GABARITO Voltar FÍSICA . com osto or elétrons e nêut rons. (02) a direção de movimento do on será desviada ara baixo da direção horizontal. entre nessa câmara onde o sentido do cam o é dado na figura abaixo. Um dos fatores decisivos ara essa escolha foi a ossibilidad e da utilização de transformadores na rede de distribuição de eletricidade. gerada em usina s elétricas. res ectivamente. UFMT A relação fenomenológica entre correntes elétricas e cam os magnéticos se constitui numa das bas es rinci ais de toda a tecnologia contem orânea. haverá o a arecimento de u ma corrente. julgue as afirm ativas como verdadeiras ou falsas. ( ) Se no interior de um solenóide houver um ímã ermanente. a) a conservação da carga e o movimento oscil ante dos ortadores de carga elétrica. como res osta.6 X 10–19 C carga NÊUTRON (01) a direção de movimento do nêutron será desviada ara cima da direção horizontal. enqua to que a direção de movimento do elétron não será alterada. 62. então. uma dis uta tecnológica sobre qual a corrente e létrica mais adequada ara transmissão e distribuição da energia elétrica. São Carlos-SP No final do século XIX. ( ) Conectando-se uma ilha a um solenóide. todas com a mesma velocidade (módulo. e) a indução eletromagnética e o movimento oscilante dos ortad ores de carga elétrica. d) a indução eletromagnética e o movimento contínuo de orta dores de carga elétrica. ( ) Somente haverá o a arecimento de um cam o magnético nas i mediações de um solenóide se este for alimentado or uma corrente alternada. a soma das alternativas corretas. c) a indução eletrostática e o movimento oscilante dos ortadores de carga elétrica. Com relação à tr ajetória das diferentes artículas atômicas que com õem o feixe. Os transform adores odem aumentar ou diminuir a tensão a eles fornecida. O rincí io físico em que se baseia o fu ncionamento dos transformadores e a característica da corrente alternada que satis faz a esse rincí io são. U. ermitindo a adequação do s valores da intensidade da corrente transmitida e reduzindo erdas or efeito J oule. b) a indução eletrostática e o movimento contínuo d os ortadores de carga elétrica. Como a intensidade do cam o do ímã ermanente é constante. 63. desl ocando-se na direção horizontal da esquerda ara a direita.61. direção e sentido). é a licado um cam o magnético homogêneo de intens idade conhecida e direção er endicular ao lano de trajetória das artículas.Eletromagnetismo Avançar ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ . Su onha. é correto afirmar que B Fexe de artículas 20 Sendo dado: m NÊUTRON ∼ 1840 m ELÉTRON carga ELÉTRON = – e ∼ – 1. qu e um feixe de artículas. (08) a direção de moviment do elétron será desviada ara baixo da direção horizontal e a direção de movimento do nêut ermanecerá inalterada. F. em detrimento d a corrente contínua. Sobre esse tema. (16) os raios de curvatura das trajetórias do elétron e do nêut ron são iguais. a corrente tam bém não variará com o tem o.

O ângulo depende d intensid de d c orrente i. ) C lcule intensid de d forç m gnétic ue tu so re rr . u ndo o ponteiro volt à posição centr l. formando o chamado balanço magnéti co. i i fio fio fio B Vist de frente B Vist de l do 21 Ao circul r um corrente i pelo l nço. c) logo em seguid volt à pos ição centr l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . d) p r es ue rd com um oscil ção de fre üênci e mplitude const ntes e ssim se m ntém té ch ve se deslig d . Volt r FÍSICA . 65. Vunesp A figur represent um d s experiênci s de F r d y ue ilustr m indução eletrom gnétic . u ndo o ponteiro se desloc p r es u erd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. GABARITO IMPRIMIR Qu ndo ch ve K é lig d . c) C lcule intensid de d indução m gnétic B. u ndo o ponteiro se desloc p r es uerd por lguns inst ntes e volt à posição centr l. é colocada no interior de um cam o magnético.64. o ponteiro do g lv nômetro se desloc p r direit e ) ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . re resentado na figura abaixo. P r i = 2 A. temos: θ = 45° ) F ç o di gr m d s forç s ue gem so re rr . com o ponteiro n posição centr l. u n do o ponteiro volt à posição centr l. ) logo em seguid volt à posição cen r l e ssim se m ntém té ch ve ser deslig d . K é um ch ve. Unicam -SP Uma barra de material condutor de massa igual a 30 g e com riment o 10 cm.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¢ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ θ i rr rr ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¤ ¡ ¡ ¡ ¤ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ . e) p r es uerd com um osci l ção cuj fre üênci e mplitude se reduzem continu mente té ch ve ser deslig d . sus ensa or dois fios rígidos também de material condutor e de massas des rezíveis. este se inclin . u ndo o ponteiro volt se d esloc r p r direit por lguns inst ntes e volt à posição centr l. form ndo um ângulo com vertic l (como indic do n vist de l do). in dic corrente elétric de intensid de nul . B1 e B2 são du s o in s enrol d s num núcleo de ferro doce e G é um g lv nômetro lig do os termin is de B2 ue. em ue e é um teri de tensão con st nte.

de direção perpe dicul r o pl no dest folh de p pel e sentido p r for dest págin . os íons penetr m pel expressão v = M → em um região onde existe um c mpo m gnético uniforme B. Qu l(is) d (s) firm ção(ões) seguinte(s) justific (m) esse f to? primário secundário Núcleo de ferro IMPRIMIR (01) (02) (04) (08) Existe um fluxo m gnético no secundário. S endo ue o módulo d forç m gnétic ue tu so re os íons é d do pel expressão F = vB e consider ndo U = 5. ger do por um corrente i. em unid des de m ss tômic (um ). som d s lt ern tiv s corret s. P r isso. o long o de seu eixo. não h verá volt gem induzid no secundário. como respost . nest .5 V serem li g d s o primário de um pe ueno tr nsform dor. ( ) intensid de do c mpo m gnéti co. r = 0. é diret ment e proporcion l o v lor d corrente i. con forme ilustr figur . B = 0. Um corrente c ontínu não produz c mpo m gnético no núcleo de ferro. Consider ndo-se ger ção ou v ri ção destes no tempo. em direção el . descrevend o um tr jetóri → semi-circul r de r io r. Em seguid .5 T. Dê. N fonte F. Volt r FÍSICA . são produzidos íons de m ss M e c rg + . celer dos devido um diferenç de potenci l U. 68. o serv rá. c r reg ndo um ímã com o pólo norte volt do p r um espir circul r e c minh ndo. ou podem ser ger dos por meio d circul ção de correntes elétric s em condutores. considere 1 um = 1. O c mpo m gnético cri do n o in primári não tr vess o secundário.6 X 10–27 kg e despreze p rte fr cionári de seu result do.0 X 103 V. UnB-DF A figur ixo mostr o es uem de um espectrômetro de m ss ide liz d o por Dempster. cujo pl no é perpendicul r o c mpo B. no sentido horário. (16) O número de pilh s no primário não é su ficiente p r o surgimento d volt gem induzid . sendo. então. no interior de um solenóide. d uirindo um velocid de d d (2 U) 1/2 . O número de espir s d o in do secundário não é sufi nte p r o surgimento d volt gem induzid . m s ele não v ri com o tempo. percorrendo um fio retilíneo longo. UFGO C mpos m gnéticos podem est r presentes de form n tur l em lguns m teri is.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡  ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ . ( ) intensid de do c mpo m gnético. ( ) um o serv dor. Esse p relho foi us do p r medir m ss de íons. região de c mpo elétrico uniforme tr jetóri 22 U F E região de c mpo elétrico uniforme r j nel de inspeção GABARITO 67. conforme mostr figur ixo.6 X 10–19 C. ue são inseridos em um região onde existe um c mpo elétrico → uniforme E. o surgimento de um corrente induzi d .1 m e = 1. c lcule. c so exist . é proporcion l o produto do número de espir s por un id de de comprimento pel corrente ue circul n espir . UFMS Após du s pilh s de 1. m ss M de um dess es íons. ( ) forç eletromotriz induzid é invers mente proporcion l o interv lo de tempo em ue há v ri ção de fluxo m gnético.66.

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23 70.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡  ¡ ¡ ¢  ¢ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡   ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . é nulo. S N i R GABARITO A corrente elétric induzid n o in ( ) cri um c mpo m gnético ue se opõe à v ri ção d fluxo m gnético tr vés del . ( ) P rtícul s elet riz d s são c p zes de inter gir com um c mpo elétrico. desprez d s u is uer outr s inter ções. ( ) Num certo inst nte. UFGO O funcion mento de um ger dor elétrico tem por se o movimento rel tivo entre um ímã e um o in . como represent do n figur . IMPRIMIR Volt r FÍSICA . ( ) Por dois fios retilíneos e p r lelos p ss m corrent es elétric s idêntic s. Considere um ímã proxim ndo-se de um o in form d por N e spir s de um fio condutor. ( ) terá intensid de proporcion l N. com velocid de de 2 km/s. p r lel m ente um c mpo m gnético de 5 T. ( ) terá seu sentido invertido u ndo o ímã estiver s indo l . forç m gnétic sofrid pel p rtícul é sempr e perpendicul r o seu vetor velocid de. ( ) depende d v elocid de de proxim ção do ímã. U. ger do pelo co njunto dess s correntes num ponto e uidist nte os fios. produzid s n s vizinh nç s de um condutor retilíneo gr ç s à corrente elétric ue o percorre. são circunferênci concêntric s com o condutor. Escrev V p r s firm tiv s verd deir s ou F p r s firm tiv s f ls s. O módulo d forç m gnétic ue tu n c rg nesse in st nte v le 10 N. ( ) As linh s do c mpo de indução m gnétic .5 V. Neste c so. um p rtícul mic roscópic . de mesmo sentido. desde ue estej m em movimen to rel tivo à fonte do c mpo.69. Ele pode resolver o pro lem utiliz ndo um tr nsform dor de volt gem com rel ção de 2 : 1 entre s o in s do primário e do secundário. ( ) P r f zer funcion r um rin uedo. O c mpo m gnético result nte.C tólic -DF As firm ções seguir enfoc m spectos v ri dos de fenômenos estud do s pelo Eletrom gnetismo. com c rg de 1mC se desloc no vácuo. como o tr nsform dor 220 V – 1 10 V de su c s . um estud nte precis de 6 V. m s dispõe de pen s du s pilh s de 1.

um corrente p ss circul r no solenóide S e el e se torn um ímã. ( ) Nesse sistem estão presentes pelo menos 6 form s de energi : cinét ic . o solenóide deix de tr ir rr de ferro e el volt p r posição de repouso pux d pel mol m. extremid de A do solenóide é um pólo sul e extremid de B é um pólo norte. UFGO A seguir temos o es uem de um c mp inh . ( ) En u nto corrente está circul ndo.71. IMPRIMIR GABARITO Volt r FÍSICA . sonor e térmic . elétric . m gnétic . o m rtelo descreve um movimento uniforme. o u sej . Com isso. devemos ument r o t m nho d s espir s do solenóide. pert mos o interruptor. produzindo som. tr i rr de ferro F e o m rtelo M ue te no tímp n o T. Com isso. potenci l elástic . ( ) N volt p r posição de repouso. M T C A m F S B I + 24 ( ) Qu ndo pert mos o interruptor. circul um corrente no sentido nti-horário. Qu ndo o m rtelo se move p r frente. ( ) P r ument rmos intensid de do c mpo m gnético f orm do en u nto corrente está circul ndo. Qu ndo fech mos ch ve I.Eletrom gnetismo Av nç r ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ ¡ . ch ve C é ert e corrente cess .

A 12. 13 60. C 36. V-F-F-F-F 70. 08 52. B 18. C 1. V-F-F 6 3. B 46. D 57. 48 35. 01 69. 25 67. 5.5 T 65. F-V-V-F-F 24. VV-V-V 71. B 66. E 20. C 39. A 51. V-F-F-V-V 33. 40. 08 17. 15 31. E 34. 90 N 29. B 14. 2. ) → T → 1 G A B A R IT O → Fm g P ) Fm = 3 — 10–3 N c) B = 1. D 13. C 21.2 V 16. D 59. A 15. 1 + 4 25. A 26. 08 62. A 37. V-F-F-V-V-V 56. D 38. 6. V-F-V-F-V 53. 4 + 8 + 16 + 32 49. D 27. V-F-F-F-V 41.Eletromagnetismo Avançar ¡ ¢  ¡ ¢ ¡ ¡ ¡  . B 23. E 32. B 19. 1 + 2 + 4 + 8 + 16 55. 1 + 2 + 16 + 32 22. D 50. 4. 28 47. C 44. D 45. V-F-V-V 68. C 30. C 54. B 58. V-F-F-V-F IMPRIMIR Voltar FÍSICA . V-V-F-F 61.F ÍS IC A E L E T R O M A G N E T IS M O C E C C 45 ) u ndo i1 e i2 tiverem mesmo sentido ) u ndo i1 e i2 tiverem sen tidos opostos 7. C 8. 3. E 64. C 48. B 11. B 10. D 28. E 42. –1. C 43. B 9.

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