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No Brasil desde o início da ditadura do grande capital é administrado pelos militares, o 

Estado   tem   assumido   prioritariamente   as   demandas   da   burguesia,   e   quando   a   classe 

trabalhadora organiza­se algumas de suas demandas são atendidas, como ocorreu com o 

SUS na Constituição Federal de 1988. O sistema único de saúde esta contido na constituição 

cidadã promulgada durante o processo de transição democrática ocorrido no pais que tem 

como   princípios   centrais   a:   universalidade,   descentralização,   integridade   participação 

popular.   Esta   conquista   foi   resultado   do   movimento   sanitário   que   se   articula   desde   os 

meados dos anos 70 e formula o projeto de reforma sanitária que tem como eixo central as 

reformas e as determinações sociais do processo saúde­doença. Este grande capital rompe 

com o pacto do Welfare­state, que retira as coberturas sociais publicas. Embutido a contra­ 

reforma do Estado no âmbito da políticas sociais das ações que respondem aos direitos e 

demandas da força de trabalho, na verdade a contra­reforma permitiu que quase tudo na 

iniciativa privada transformasse a vida social do individuo em negócios. Nos anos 90 com a 

proposta da reforma sanitária começa a ser questionado a consolidação do projeto de saúde, 

articulado ao mercado com a importância na contenção de gastos e descentralização do 

poder publico. Para os capitais o Estado tem que cobrir o mínimo para a sociedade de baixa 

renda e ficar a cargo do sistema privado gerenciando o atendimento destinado a sociedade 

de   consumo.   A   reforma   do   Estado   visa   a   administração   publica   com   uma   maior 

flexibilidade gerencial para a aproximação de serviços públicos e serviços privados, maior 

controle financeiro, modelo de descentralização com a adoção de autonomia financeira, etc. 

Projeto Fundação Estatal, definiu que as entidades de administração indireta deveriam rever 

seus   estatutos   quanto   à   natureza   jurídica   em   razão   de   sua   finalidade   e   de   sua 


competência.Nas fundações estatais o poder publico poderá instituir de direito privado para 

o desenvolvimento de atividades que não tenham fins lucrativos, não sejam exclusivas do 

Estado ou seja  redução do Estado para o trabalho em nome da eficácia e da eficiência do 

serviço ao público, pela mesma medida, significam o aumento do Estado para o capital e é 

por isto é chamado de privatização.A fundação Estatal prejudica os trabalhadores, pois a 

contrataçõe   da   força   de   trabalho   será   de   forma   jurídica   da   consolidação   das   Leis   do 

Trabalho (CLT) e a flexibilização dos serviços públicos. O que precisa acontecer é uma 

profunda reformulação dos recursos destinado a saúde.