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Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projet

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  • INTRODUÇÃO
  • LISTA DE SIGLAS
  • ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DO DOP
  • 2.2.1. PROCESSOS EM GERAL
  • 2.2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO
  • 2.2.1.2. PLANEJAMENTO DO PROJETO
  • 2.2.2. SITUAÇÕES EMERGENCIAIS
  • 3.1 ELEMENTOS TÉCNICOS
  • 3.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
  • 4.1.2. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
  • 4.1.2.1. ELEMENTOS TÉCNICOS
  • 4.1.2.2. PROJETOS E ELEMENTOS DE ACESSIBILIDADE
  • 4.1.2.3. BIBLIOTECA DE PROJETOS-PADRÃO
  • 4.1.2.4. DETALHAMENTOS
  • 4.1.2.5. MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO
  • 4.1.3. FINALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO
  • 4.1.4. ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E ÀS NORMAS TÉCNICAS
  • 4.1.4.1. LEGISLAÇÃO E NORMAS EM GERAL
  • 4.1.4.2. LICENCIAMENTO AMBIENTAL
  • 4.1.4.3. ACESSIBILIDADE
  • 4.1.4.5.1. PROJETOS DE ESCOLAS E AMBIENTES DE ENSINO:
  • 4.1.4.5.2. PROJETOS DE ARQUITETURA PRISIONAL:
  • 4.1.4.5.5 OUTRAS TIPOLOGIAS E CASOS ESPECÍFICOS
  • 4.1.5.1. PADRÃO DE ESTILOS DE COTAS
  • 4.1.5. PADRÕES DE GRAFICAÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS
  • 4.1.5.2. PADRÃO DE TEXTOS
  • 4.1.5.3. PADRÃO DE ESPESSURA DE PENAS E CORES DE LAYERS
  • 4.1.5.4. PADRÃO DE SÍMBOLOS GRÁFICOS
  • 4.1.6. CONVERSÃO DE ARQUIVOS DE DATACAD PARA AUTOCAD
  • 4.2.1. SITUAÇÕES DE PROJETO
  • 4.2.3.2.1. LEVANTAMENTOS
  • 4.2.3.2.4. PROJETO DE SPDA
  • 4.2.3.3.1. GERAIS
  • 4.2.5.1. ELEMENTOS TÉCNICOS
  • 4.2.5.2. MEMORIAL DESCRITIVO
  • 4.2.5.3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
  • 4.2.5.4. NORMAS E REGULAMENTOS
  • 4.2.6.1. ORIENTAÇÕES GERAIS
  • 4.2.6.2. ELEMENTOS TÉCNICOS
  • 4.2.6.3. MEMORIAL DESCRITIVO
  • 4.2.6.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
  • 4.2.6.5. NORMAS E REGULAMENTOS
  • 4.3. REVISÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS
  • 5. ELABORAÇÃO DOS ORÇAMENTOS
  • 5.1. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NA DOC
  • 5.2. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NAS CROPs
  • 6.1 LEVANTAMENTOS CADASTRAIS
  • 6.2 LEVANTAMENTOS FOTOGRÁFICOS
  • 6.3. RELATÓRIO DE VISTORIA
  • 7. APRESENTAÇÃO DE PRANCHAS
  • 7.1. PRANCHAS
  • 7.2. SELO PADRÃO
  • 9.1. ART
  • 9.2. ATA DE REUNIÃO
  • ANEXO 1: PROJETOS DE ACESSIBILIDADE - DIRETRIZES
  • 1. LEVANTAMENTOS
  • 2. PROJETO DE ACESSIBILIDADE
  • 3. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ARQUITETÔNICO
  • 3.1. REPRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES DAS PRANCHAS
  • 6. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ESTRUTURAL
  • ANEXO 2: LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ARQUITETÔNICOS
  • 1. LEVANTAMENTO QUANTITATIVO
  • 2. LEVANTAMENTO ARQUITETÔNICO
  • 2.1. SITUAÇÃO
  • 2.2. PASSEIOS E ENTORNO
  • 2.3. TERRENO E ESPAÇO ABERTO
  • 2.4. DAS EDIFICAÇÕES EXISTENTES
  • 2.4.1. PLANTAS BAIXAS
  • 2.4.2. CORTES
  • 2.4.3. ELEVAÇÕES
  • 3. LEVANTAMENTOS PARA PROJETOS DE ACESSIBILIDADE
  • 1. ÁGUA FRIA
  • 4. DRENAGEM
  • 1. DADOS GERAIS
  • 4. QGBT
  • 5. TIPO DE OBRA
  • ANEXO 6: LEVANTAMENTOS – PPCI
  • 2. EDIFICAÇÃO
  • 2.1. ÁREAS
  • 2.2. ALTURAS
  • 2.3. ESTRUTURA
  • 2.4. COBERTURA
  • 2.5. CIRCULAÇÕES
  • 2.10. RESERVATÓRIOS
  • 2.11. INSTALAÇÃO ELÉTRICA
  • 3. DISPOSITIVOS DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
  • 4. OBSERVAÇÕES
  • ANEXO 7: LEVANTAMENTOS - CLIMATIZAÇÃO
  • 1. DADOS A SEREM FORNECIDOS
  • 2. PLANTA OU CROQUI
  • 3. DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA
  • 4. OBSERVAÇÕES GERAIS
  • ANEXO 8: LEVANTAMENTOS - REFRIGERAÇÃO
  • ANEXO 9: LEVANTAMENTOS – CALDEIRA GERADORA DE VAPOR
  • 1. INFORMAÇÕES DO(S) ELEVADOR(ES)
  • 2. DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA
  • 3. OBSERVAÇÕES GERAIS
  • ANEXO 11: LEVANTAMENTOS – ESTAÇÃO DE GLP
  • 1. INFORMAÇÕES DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO DE GLP
  • 2. LOCALIZAÇÃO DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO
  • 1. LISTA DE SIGLAS
  • 2. LEGISLAÇÕES

MANUAL DE PROCEDIMENTOS, ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

Departamento de Obras Públicas Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano
Revisão 08

Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ............................................................................................6 LISTA DE SIGLAS .........................................................................................6 ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DO DOP ...................................................7 1. ATRIBUIÇÕES GERAIS NA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ..................8 2. INSTRUÇÕES GERAIS PARA O ANDAMENTO DOS PROCESSOS ......9 2.1. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELA DPA E PELA DPC ....................9 2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO E AVALIAÇÃO DE ELEMENTOS TÉCNICOS ..................................................................................................9 2.1.2. PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO PROJETO......................................9 2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO ....9 2.2. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELAS CROPs ...............................10 2.2.1. PROCESSOS EM GERAL ...................................................................10 2.2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO......................................................10 2.2.1.2. PLANEJAMENTO DO PROJETO .....................................................10 2.2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO ...............................................................................................10 2.2.2. SITUAÇÕES EMERGENCIAIS ............................................................11 3. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NAS CROPs .....................................12 3.1 ELEMENTOS TÉCNICOS.......................................................................12 3.2. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES.....................................................................................13 3.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES..............................13 3.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA................................................................14 4. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NA DPA E NA DPC ..........................15 4.1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS .................................................................................... 15 4.1.1. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DO PROCESSO...................................15 4.1.2. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ..................................................15

4.1.2.1. ELEMENTOS TÉCNICOS................................................................ 16 4.1.2.2. PROJETOS E ELEMENTOS DE ACESSIBILIDADE.............................. 17 4.1.2.3. BIBLIOTECA DE PROJETOS-PADRÃO............................................. 17 4.1.2.4. DETALHAMENTOS....................................................................... 18 4.1.2.5. MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO................................... 18 4.1.3. FINALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO........................ 18 4.1.4. ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E ÀS NORMAS TÉCNICAS ................ 18 4.1.4.1. LEGISLAÇÃO E NORMAS EM GERAL ............................................. 18 4.1.4.2. LICENCIAMENTO AMBIENTAL...................................................... 19 4.1.4.3. ACESSIBILIDADE .......................................................................... 19 4.1.4.4. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA E LOCALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO........................................................... 19 4.1.4.5. LEGISLAÇÃO E NORMAS ESPECÍFICAS DE ACORDO COM A TIPOLOGIA DO PROJETO.......................................................................... 20 4.1.4.5.1. PROJETOS DE ESCOLAS E AMBIENTES DE ENSINO:.................... 20 4.1.4.5.2. PROJETOS DE ARQUITETURA PRISIONAL: ................................. 20 4.1.4.5.3. PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS E AMBIENTES DE SAÚDE: ... 20 4.1.4.5.4. PROJETOS DE PRÉDIOS HISTÓRICOS E CULTURAIS (TOMBADOS OU NÃO):............................................................................ 20 4.1.4.5.5 OUTRAS TIPOLOGIAS E CASOS ESPECÍFICOS .............................. 21 4.1.5. PADRÕES DE GRAFICAÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS ......... 21 4.1.5.1. PADRÃO DE ESTILOS DE COTAS ................................................... 21 4.1.5.2. PADRÃO DE TEXTOS .................................................................... 22 4.1.5.3. PADRÃO DE ESPESSURA DE PENAS E CORES DE LAYERS............... 22 4.1.5.4. PADRÃO DE SÍMBOLOS GRÁFICOS............................................... 24 4.1.6. CONVERSÃO DE ARQUIVOS DE DATACAD PARA AUTOCAD............. 25 4.2. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES .................................................................................. 26 4.2.1. SITUAÇÕES DE PROJETO................................................................. 26 4.2.1.1. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO NA DPA ............................................................................... 26 4.2.1.2. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO POR TERCEIROS .................................................................. 26 4.2.1.3. PROJETOS COMPLEMENTARES DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES ELABORADOS NAS CROPs............................................ 26

2

Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

4.2.2. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS HIDROSSANITÁRIOS E DE INSTALAÇÕES DE GLP ...................................... 27 4.2.2.1. ORIENTAÇÕES GERAIS .................................................................27 4.2.2.2. ELEMENTOS TÉCNICOS ................................................................27 4.2.2.3. MEMORIAL DESCRITIVO ..............................................................28 4.2.2.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ..........................................................29 4.2.2.5. NORMAS E REGULAMENTOS .......................................................29 4.2.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PPCI .................................. 30 4.2.3.1. ORIENTAÇÕES GERAIS .................................................................30 4.2.3.2. ATIVIDADES TÉCNICAS.................................................................30 4.2.3.2.1. LEVANTAMENTOS ....................................................................31 4.2.3.2.2. LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO .................................................31 4.2.3.2.3. PLANO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO ..............................31 4.2.3.2.4. PROJETO DE SPDA ....................................................................31 4.2.3.2.5. ADEQUAÇÕES NOS PRÉDIOS EXISTENTES PARA O ATENDIMENTO DO PPCI...........................................................................31 4.2.3.3. LEGISLAÇÕES, REGULAMENTOS E NORMAS.................................31 4.2.3.3.1. GERAIS .....................................................................................32 4.2.3.3.2. ESPECÍFICAS PARA PROJETOS EM PORTO ALEGRE.....................32 4.2.3.3.3. ESPECÍFICAS PARA PROJETOS NAS DEMAIS CIDADES.................32 4.2.4. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ESTRUTURAIS ............................................................................................ 32 4.2.4.1. SONDAGEM E PROJETO DE FUNDAÇÕES......................................32 4.2.4.2. PROJETOS ESTRUTURAIS – CONCRETO ARMADO .........................32 4.2.4.2.1. PROJETO ESTRUTURAL .............................................................32 4.2.4.2.2. PROJETO ESTRUTURAL DE FOSSA SÉPTICA ................................33 4.2.4.2.3. PROJETO ESTRUTURAL DE MURO DE CONTENÇÃO ...................33 4.2.4.2.4. PROJETO ESTRUTURAL DE CENTRAL DE GÁS .............................33 4.2.4.2.5. ESPECIFICAR NAS PRANCHAS DO PROJETO ESTRUTURAL ..........33 4.2.4.3. PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO ...........34 4.2.4.4. MEMORIAIS DESCRITIVOS ...........................................................34 4.2.4.5. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ..........................................................34 4.2.4.6. NORMAS TÉCNICAS A SEREM SEGUIDAS CONFORME A COMPLEXIDADE DO PROJETO ESTRUTURAL .............................................34

4.2.5. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS / TELEFONIA / CFTV / REDE LÓGICA / SPDA ............................................... 35 4.2.5.1. ELEMENTOS TÉCNICOS................................................................ 35 4.2.5.2. MEMORIAL DESCRITIVO.............................................................. 35 4.2.5.3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA.......................................................... 38 4.2.5.4. NORMAS E REGULAMENTOS....................................................... 38 4.2.6. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE EQUIPAMENTOS ....................................................................................... 41 4.2.6.1. ORIENTAÇÕES GERAIS................................................................. 41 4.2.6.2. ELEMENTOS TÉCNICOS................................................................ 41 4.2.6.3. MEMORIAL DESCRITIVO.............................................................. 42 4.2.6.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA.......................................................... 42 4.2.6.5. NORMAS E REGULAMENTOS....................................................... 42 4.3. REVISÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS ................................. 45 5. ELABORAÇÃO DOS ORÇAMENTOS ................................................. 46 5.1. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NA DOC.......................................... 46 5.2. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NAS CROPs..................................... 46 5.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PLANILHAS DE ORÇAMENTO (PADRÃO PARA DOC E CROPs) .......................................... 46 5.4. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA DOC) ............................................................ 48 5.5. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA CROPs) ......................................................... 49 6. ELABORAÇÃO DE LEVANTAMENTOS PARA SUBSIDIAR PROJETOS .............................................................................................. 50 6.1 LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ......................................................... 50 6.2 LEVANTAMENTOS FOTOGRÁFICOS .................................................... 50 6.3. RELATÓRIO DE VISTORIA................................................................... 51 7. APRESENTAÇÃO DE PRANCHAS ...................................................... 52 7.1. PRANCHAS........................................................................................ 52 7.2. SELO PADRÃO................................................................................... 52

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.. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ARQUITETÔNICO.......... ENDEREÇO E SUBDIVISÃO DAS PASTAS NA REDE DPA 01 ..53 8............1........................ 68 2....8...53 8.................. DETALHE DE TODAS AS RAMPAS ............. NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO ......60 9............... 65 3..............59 8.... FOLHA DE INFORMAÇÃO............... 68 2.... IMPLANTAÇÃO .........................1.......................1............................. 65 3...... DETALHE DAS SINALIZAÇÕES VISUAIS E TÁTEIS ........................................................................ 66 4. ELEVAÇÕES ..................................1..................5..................... LEVANTAMENTOS PARA PROJETOS DE ACESSIBILIDADE....................... PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DAS CROPS NA REDE DE COMPUTADORES EM PORTO ALEGRE..........................7................................ 68 2.................1...............DIRETRIZES .......................... ACESSIBILIDADE NO PROJETO ESTRUTURAL ............... PLANTAS BAIXAS............................... Elaboração e Apresentação de Projetos 8..................................................................................1.............. 68 2......................................... PROJETO DE ACESSIBILIDADE...61 9.... SITUAÇÃO...4................ NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA CROPs ....59 9.....2......... TERRENO E ESPAÇO ABERTO..1......................................1........... 68 2.........1................................2..... 68 1...................60 9.................... 66 3...............61 10.......................................56 8...............................1.......1....PADRÃO PARA CROPs ................ 64 3..... 65 3.....................6......................59 8.......... 64 3....2......... DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO PARA REMOÇÃO OU PODA VEGETAL ..... ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS........4......................... 64 3............... LEVANTAMENTO QUANTITATIVO ..... 69 3..........4... 66 5.2.........4....................... DETALHE DE CAMINHOS......... ART ........9......................................... 63 3...............Manual de Procedimentos..................................................... OUTROS DOCUMENTOS INTEGRANTES DO PROCESSO .........................5.......................................................... REBAIXOS....................................4.............................2........................2..................................................1..... GRAVAÇÃO DO CD PARA MAPOTECA E LICITAÇÃO .....58 8...3.... PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DA DPA.... ENCAMINHAMENTO .. 68 2......................... 69 2...............61 ANEXO 1: PROJETOS DE ACESSIBILIDADE ................ NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO – PADRÃO PARA DOC..........................5.. ENCAMINHAMENTO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ......................... 65 3. 64 3.... 67 ANEXO 2: LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ARQUITETÔNICOS ............1.......... PADRÕES DE NOMENCLATURA E ENDEREÇO DE PASTAS ....... NOMENCLATURA DAS PASTAS................ 66 6..........................2..2................................4... DPC E DOC ....... PADRÕES DE NOMENCLATURA DE ARQUIVOS...2.. PADRÃO INTERNO DAS CROPs........ PERMANÊNCIA DE ARQUIVOS NOS TERMINAIS INDIVIDUAIS ....1.........................2............... PASSEIOS E ENTORNO..................................57 8...........................2...........................................................3.....................................................................53 8............ DETALHE DE COMPONENTES DE CIRCULAÇÃO VERTICAL .....1....................1............60 9...... ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS ......................... ATA DE REUNIÃO. 68 2......................... DETALHE DOS SANITÁRIOS PNE ...................................... 64 3........... DAS EDIFICAÇÕES EXISTENTES ......... CORTES......2..2.................56 8......60 9..........2................................58 8.............................................. DETALHES DIVERSOS .............3....3........1.................... LEVANTAMENTO ARQUITETÔNICO ............................1......................... 63 2................7...................... NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA DPA E DPC ............ LEVANTAMENTOS....................... 63 1......3......................................... BOXES DE ESTACIONAMENTO PARA PNE .....61 9..4..................................................3.... DOCUMENTOS E ARQUIVOS PADRÃO ............... 69 4 ..............................................1...1..60 9.................................... PLANTA BAIXA DE CADA BLOCO OU PRÉDIO...........................................6..1............ RELAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DO PROCESSO ............................. REPRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES DAS PRANCHAS ........1...1.........4.............1..58 8..................... NOMENCLATURA E ARQUIVAMENTO DE PROJETOS E DOCUMENTOS ..57 8.. DETALHE DE TODAS AS ESCADAS ... 57 8......................................................................3...................

2...1.............................. 85 5 ................ 79 3...... 81 1.........................74 ANEXO 6: LEVANTAMENTOS – PPCI .........................................75 2.................1.............................................................................................................................................. DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA................................ ÁGUA FRIA . 81 1........................................PROJETOS DE ACESSIBILIDADE...................72 4........ 82 2................. 78 ANEXO 8: LEVANTAMENTOS ............................................................2..................................11.. ABERTURAS (portas e janelas) ......................................................... DADOS A SEREM FORNECIDOS...........................1................................................................................................................................................73 3.....75 2........................ LOCALIZAÇÃO DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO ................................. 79 1.......... EDIFICAÇÃO ..................... 78 2.... ESCADAS/RAMPAS .............. INSTALAÇÃO ELÉTRICA..72 ANEXO 5: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS .................................................................................. ALTURAS ... DADOS A SEREM FORNECIDOS........ LOCALIZAÇÃO DO TERRENO .................................. 78 4............................................................................7.....72 2.......... 80 ANEXO 9: LEVANTAMENTOS – CALDEIRA GERADORA DE VAPOR................ DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA.......................................................REFRIGERAÇÃO ....................................... 79 2......... LEVANTAMENTOS CADASTRAIS....................................................76 2.....................................................................75 2.. OBSERVAÇÕES GERAIS........................................................... DISPOSITIVOS DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO. ÁREAS ......Manual de Procedimentos.. RESERVATÓRIOS ............ 77 4......................................................................................................1..........................4..... LEGISLAÇÕES ................................. 85 2...... LISTA DE SIGLAS .... 76 3....... QGBT ..................................................................................................................................................................... DRENAGEM.......70 1................ Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 3: LEVANTAMENTOS ............................................................................................................................73 1.............. DADOS PARA PROJETO DE PÁRA-RAIO (SPDA)........75 2............................................................. ESTRUTURA................ 78 1...................................75 2......... ESGOTO SANITÁRIO .............. 84 ANEXO 12: FUNDAMENTAÇÕES LEGAIS – LEGISLAÇÕES REFERENTES A OBRAS .....................1...................73 2..... LEVANTAMENTO QUANTITATIVO ..................... OBSERVAÇÕES ...................................................................................CLIMATIZAÇÃO ...............75 2........................................................................................................ 77 ANEXO 7: LEVANTAMENTOS ...........................................................73 4.......... DADOS GERAIS................. DADOS DA MEDIÇÃO........... LEVANTAMENTO......3... 83 3.............. INSTALAÇÃO DE GÁS ....................................72 5.. COBERTURA ............................................................6........................................................... INFORMAÇÕES DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO DE GLP.................................. RELATÓRIO TÉCNICO (DIAGNÓSTICO)................................. 84 2.....................................8..70 1......................................................76 2........... 84 1..............72 1..... OBSERVAÇÕES GERAIS.......71 ANEXO 4: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS E DE GLP .......................70 1.................... 83 ANEXO 11: LEVANTAMENTOS – ESTAÇÃO DE GLP ..................................................................................................................5..................1.....75 1........................... PLANTA OU CROQUI ..71 1.................................................................................. INSTALAÇÃO DE GLP .....73 6.. 79 4....70 1...................................................... CIRCULAÇÕES..75 2........................... INFORMAÇÕES DO(S) ELEVADOR(ES) .......................................... 78 3................................... LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO................................................. 85 1..... INFORMAÇÕES DE CALDEIRA GERADORA DE VAPOR............................ ESGOTO PLUVIAL ........................ REVESTIMENTOS .........73 5....75 2...... LEVANTAMENTO DIMENSIONAL E QUALITATIVO..............................................................................9........................................................ OBSERVAÇÕES GERAIS.........72 3........... DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA..................76 2........................10................................................ PLANTA OU CROQUI . TIPO DE OBRA ..3................................ 76 2..............................

Irrigação e Desenvolvimento Urbano DOP: Departamento de Obras Públicas CEOP: Coordenadoria Estadual de Obras Públicas SCEOP: Sub-Coordenadoria Estadual de Obras Públicas CROP: Coordenadoria Regional de Obras Públicas DPA: Divisão de Projetos de Arquitetura DPAPE: Seção de Projetos de Prédios Escolares DPAPS: Seção de Projetos de Prédios Hospitalares e de Saúde Pública DPAPD: Seção de Projetos de Prédios Históricos. O objetivo deste manual é proporcionar uniformidade de conceitos. parâmetros e procedimentos. apresentação e arquivamento de projetos e documentos referentes aos processos desenvolvidos pelo Departamento de Obras de Públicas (DOP). nas suas diversas fases.Manual de Procedimentos. A elaboração dos projetos arquitetônicos e complementares. Elaboração e Apresentação de Projetos INTRODUÇÃO Este manual define as diretrizes para procedimentos e elaboração. da Secretaria de Obras Públicas. facilitando o acesso aos projetos e documentos por parte de todos os técnicos do DOP. LISTA DE SIGLAS SOP: Secretaria de Obras Públicas. deverão seguir as diretrizes deste Manual. Irrigação e Desenvolvimento Urbano (SOP). Diversos e de Paisagismo DPAPSPJ: Seção de Projetos de Prédios para a Segurança Pública DPC: Divisão de Projetos Complementares DOC: Divisão de Orçamentos e Custos 6 . bem como os orçamentos relativos aos mesmos. Culturais.

Elaboração e Apresentação de Projetos ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DO DOP ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DA CEOP 7 .Manual de Procedimentos.

Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

Com o início das obras, as CROPs são responsáveis pela fiscalização da execução da obra. Alguns serviços poderão não demandar projeto arquitetônico, sendo desenvolvidos diretamente pela DPC. Antes da elaboração dos projetos, será necessária a elaboração de levantamentos cadastrais e fotográficos, conforme estabelecido no capítulo 6. Esta atribuição cabe às CROPs (se solicitado o levantamento), quando o projeto localizar-se no interior do Estado, ou ao técnico da DPA ou DPC, quando o projeto localizar-se em Porto Alegre. A critério do técnico da DPA ou DPC, os mesmos poderão realizar pessoalmente levantamentos no interior.

1. ATRIBUIÇÕES GERAIS NA ELABORAÇÃO
DE PROJETOS
Os projetos de reformas e recuperações em edificações existentes, exclusivamente, sem acréscimo de área, serão desenvolvidos diretamente pelos técnicos das CROPs. Todos os demais projetos arquitetônicos (edificações novas, ampliações e reduções em edificações existentes) serão desenvolvidos pelos técnicos da DPA. Quando o projeto é desenvolvido na CROP, a mesma também deverá elaborar a planilha orçamentária e os projetos complementares. Em algumas situações poderá ser solicitado que algum projeto complementar ou item de orçamento seja elaborado respectivamente pela DPC ou DOC. Os projetos desenvolvidos pela DPA em geral obedecem esta sequência: após a fase de análise e possível complementação da documentação do processo, os projetos arquitetônicos são desenvolvidos pelos técnicos da DPA. Após, o processo é encaminhado à DPC, para execução dos diversos projetos complementares (hidrossanitário, estrutural, elétrico/mecânico). Com a finalização dos projetos complementares, o processo volta ao arquiteto autor do projeto, para revisão e compatibilização. Após essa fase, o processo é encaminhado à DOC, para elaboração do orçamento.

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Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

2.1.2. PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO PROJETO
Após a confirmação dos elementos técnicos necessários ao projeto, deverá ser desenvolvido o mesmo, seguindo as especificidades de cada tipo de projeto (arquitetônico, hidrossanitário, elétrico, etc.). Todos os projetos de obras públicas devem atender a Lei de Licitações e Contratos Públicos (Lei 8666, de 21 de Junho de 1993).

2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO

2. INSTRUÇÕES GERAIS PARA O
ANDAMENTO DOS PROCESSOS
2.1. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELA DPA E PELA DPC
2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO E AVALIAÇÃO DE ELEMENTOS TÉCNICOS
O processo será entregue ao técnico responsável em mãos, e também encaminhado pelo sistema PGP. O técnico deve fazer a conferência dos elementos técnicos que compõem o processo no momento do recebimento. Em caso de necessidade de maiores informações ou esclarecimentos, o fato deve ser comunicado ao Coordenador de Projetos e/ou providenciado junto à origem do processo os elementos técnicos que estiverem faltando para o bom entendimento e resolução do projeto.

Após a finalização do projeto, o técnico responsável deverá proceder ao encaminhamento do processo: a) Anexar os elementos técnicos ao processo. Pranchas e demais documentos devem ser impressos em formato A4, conforme Resolução 01/2005 desta Secretaria. Todas as folhas anexadas ao processo devem ser numeradas, seguindo a sequência já constante no mesmo, e rubricadas pelo técnico. Devem ser anexados, nesta ordem: - Documentos técnicos diversos, quando necessário (ex: relatórios de vistoria, levantamentos fotográficos e cadastrais, emails, atas de reuniões); - Pranchas do projeto de autoria do técnico, em sequência, de acordo com a numeração do selo; - Memorial Descritivo; - 01 via da ART, assinada; - Relação da Documentação Técnica do Processo; - Encaminhamento ao Coordenador da Divisão, para prosseguimento do processo e demais providências. b) Depositar os arquivos eletrônicos do projeto (pranchas, memorial descritivo, ART e outros itens que se fizerem necessários) na rede DPA01. As pranchas dos projetos arquitetônicos deverão ser arquivadas em

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Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

formato AEC (Datacad), PDF e também em arquivos convertidos para formato DWG (Autocad) (ver item 4.1.6), todas com os mesmos nomes de arquivo, independente do formato, para continuação do projeto pela Divisão de Projetos Complementares. As pranchas dos projetos complementares deverão ser arquivadas em formato DWG e também em formato PDF. Os memoriais descritivos e a ART devem ser armazenados em formato PDF. O padrão para armazenamento e nomenclatura dos arquivos e pastas deve seguir o estabelecido no capítulo 8. c) Carregar as informações do projeto no sistema PGP (Programa de Gerenciamento de Processos), preenchendo os dados completos do projeto, anexando as pranchas, memoriais descritivos e ART (todos em formato PDF), e outras informações e documentos que se fizerem necessários (por exemplo, laudos de vistoria, levantamentos fotográficos) e após, proceder ao encaminhamento, pelo sistema PGP, do processo ao Coordenador. Se posteriormente for necessário fazer revisões no projeto, deve-se substituir os arquivos inseridos no PGP. Os arquivos do PGP devem sempre estar em formato que não permita a edição (ex.: pranchas de projetos em PDF e não em arquivos de Datacad ou Autocad; memoriais descritivos e outros documentos em PDF e não em Word, etc.).

2.2. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELAS

CROPs
2.2.1. PROCESSOS EM GERAL
2.2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO
O processo será enviado para a CROP por malote, e também encaminhado pelo sistema PGP.

2.2.1.2. PLANEJAMENTO DO PROJETO
O técnico deverá ir ao local onde será feita a reforma ou recuperação, ou onde tenha sido demandado levantamento, para conferir in loco a situação existente e fazer os levantamentos necessários. Após, deverá elaborar os elementos técnicos necessários para a resolução do processo, conforme estabelecido no capítulo 3. Em algumas situações, será necessário repassar à DPA ou à DPC a elaboração de algum projeto. Nestes casos, o processo deverá ser encaminhado para a DPA ou DPC após a elaboração dos elementos técnicos de responsabilidade da CROP.

O sistema PGP é de preenchimento e atualização obrigatória, de acordo com a Resolução 01/2010 SOP/RS.

2.2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO
Após a finalização do projeto de reforma ou recuperação, o técnico responsável deverá proceder ao encaminhamento do processo: a) Anexar os elementos técnicos ao processo. Pranchas e demais documentos devem ser impressos em formato A4, conforme Resolução 01/2005 desta Secretaria. Todas as folhas anexadas ao processo devem ser numeradas, seguindo a sequência já constante no mesmo, e rubricadas pelo técnico; Devem ser anexados, nesta ordem: - Laudo de Vistoria;

d) Após, o técnico deverá entregar o processo ao Coordenador da sua Divisão, para demais providências. e) Imprimir e assinar outras 04 vias da ART e entregá-las ao Setor Administrativo.

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e encaminhá-los à Secretaria de origem. Os elementos técnicos a apresentar são os mesmos dos casos de processos em geral. de acordo com o estabelecido no capítulo 8. as pranchas dos projetos. O sistema PGP é de preenchimento e atualização obrigatória. para prosseguimento do processo e demais providências.2. . SITUAÇÕES EMERGENCIAIS Em situações emergenciais.2. de acordo com a numeração do selo.Ofício de Encaminhamento. à SCEOP.Especificações técnicas. 11 . . o que será de responsabilidade da Mapoteca.Manual de Procedimentos. a inserção dos arquivos digitais no sistema no PGP serve também para o armazenamento em pastas específicas na rede de computadores da SOP.Pranchas dos projetos. . Após. e a planilha de orçamento (em formatos PDF e XLS) bem como o levantamento fotográfico. b) Carregar as informações do processo e os arquivos em formato digital no sistema PGP (Programa de Gerenciamento de Processos): preencher os dados completos do projeto. a CROP receberá primeiramente um ofício da Secretaria de Estado pertinente. .: no caso dos projetos desenvolvidos nas CROPs. Obs. 2. em Porto Alegre. ainda sem processo aberto. em sequência. pelo PGP.Relação da Documentação Técnica do Processo. ART (todos em formato PDF). por malote. as especificações técnicas. . . Elaboração e Apresentação de Projetos .Levantamentos fotográficos. A CROP deverá elaborar os elementos técnicos necessários para atender a demanda.Planilha orçamentária. e anexar o laudo de vistoria. c) Encaminhar o processo.ART. proceder ao encaminhamento do processo à SCEOP. de acordo com a Resolução 01/2010 SOP/RS. para que ela então abra o processo.

Especificações técnicas dos serviços a serem desenvolvidos para as reformas e recuperações. Todos os documentos e desenhos dos projetos das reformas e recuperações devem ser feitos em formato digital. . Elaboração e Apresentação de Projetos 3. conforme capítulo 8. as patologias do prédio e as conclusões da vistoria. Para os projetos das reformas e recuperações deverão ser elaboradas as Especificações Técnicas dos serviços.Planilha orçamentária com quantificação do material e mão-deobra necessários. . para armazenamento na rede de computadores da SOP em Porto Alegre. as CROPs devem elaborar os seguintes documentos técnicos: . Situações mais complexas podem ser enviadas à DPC para a elaboração dos projetos complementares. cortes.1 ELEMENTOS TÉCNICOS Para os projetos de reformas e recuperações. Os arquivos finais devem ser inseridos no sistema PGP.Levantamentos (plantas-baixas. . sem acréscimo de área. Nesses casos cabe também ao técnico da CROP a elaboração dos projetos complementares necessários.Pranchas dos diversos projetos (dos setores a serem reformados / recuperados).Laudo de Vistoria descrevendo a situação existente. As orientações para a elaboração das planilhas de orçamento das reformas e recuperações devem seguir o padrão estabelecido no capítulo 5. elevações.Manual de Procedimentos. para o andamento do processo ou para esclarecer melhor a proposta. A CROP deve também elaborar a planilha orçamentária dos serviços a executar. No caso do processo ter parte dos projetos desenvolvidos pela DPC. quando necessário. .Levantamento fotográfico demonstrando os pontos a serem trabalhados na reforma ou recuperação. . . sempre em escala. notadamente em obras de pequeno porte. descrevendo de forma 12 .Outros documentos. dependendo de cada situação. Os arquivos finais devem ser transformados em formato PDF. a DOC deve elaborar o orçamento desses serviços específicos. . e ajustar a planilha orçamentária com os itens já orçados pela CROP. 3. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NAS CROPs As CROPs serão responsáveis pela elaborarão dos projetos de reformas e recuperações em prédios existentes. croquis) mostrando a situação existente da parte a ser reformada / recuperada.ART.

1.3. técnicos necessários para o perfeito entendimento e representação do projeto. Os desenhos devem estar em pranchas com o selo padrão.VERMELHO: a construir / reformar / recuperar As escalas de apresentação dos projetos devem ser as mesmas estabelecidas no item 4. no mínimo: 3.AMARELO: a demolir . Deve constar em todas as pranchas.1. A boa representação e a boa especificação do projeto diminuem o risco de alterações durante o andamento da obra. hidrossanitário. evitando em situações futuras a necessidade de se fazer alterações em trabalhos já realizados. sendo suficientemente claros e com todas as informações necessárias para o entendimento e execução da proposta. O Anexo 1 apresenta diretrizes que servem de parâmetro para atendimento da norma de acessibilidade.Manual de Procedimentos. Para a elaboração dos projetos complementares (elétrico. de acordo com o capítulo 7. Em todos os casos. por tratar-se geralmente de situações de menor complexidade.AZUL: existente . apresentação e representação dos projetos desenvolvidos pela DPA. devem constar no projeto.AEC. 3. Preferencialmente apresentar os elementos existentes. Todos os projetos devem ser apresentados de forma completa e realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos. Os desenhos e sua ordem devem seguir uma lógica de entendimento do projeto. . com legenda de cores: . Mesmo no caso de reformas e recuperações. respectivos detalhes e obediência às prescrições deste manual. no mínimo a seguinte observação: “Todas as medidas e níveis deverão ser conferidas no local”. O técnico responsável da CROP deverá adequar estas orientações à situação específica do projeto de reforma ou recuperação. partindo-se do geral ao específico. que originarão termos aditivos ao contrato e gastos suplementares não previstos em verba orçamentária. Elaboração e Apresentação de Projetos detalhada a forma de execução dos serviços e as características dos materiais que serão utilizados. saídas de emergência e outros (ver item 4.2. ou a proposta de reforma. em tantas pranchas quanto forem necessárias. estrutural. com extensão *.1. etc. devem ser tomadas como 13 . ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES Os projetos devem ser desenvolvidos no software Datacad. Cabe ao técnico responsável a definição dos elementos . No que tange às questões arquitetônicas dos serviços a serem realizados nas reformas e recuperações. devem ser utilizadas as mesmas orientações para o desenvolvimento.2. pois consideram projetos arquitetônicos de maior porte. acima do selo. os projetos devem sempre atender às legislações pertinentes de acessibilidade.4).planta-baixa mostrando o setor a ser recuperado.) das reformas e recuperações. mostrando o prédio ou setor que será reformado / recuperado. A organização das pranchas e documentos deve ser clara e harmônica. estabelecidos no item 4. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES Os projetos devem ser apresentados de forma completa e realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos.planta de localização ou implantação geral. Estas orientações estão tratadas de forma mais abrangente. a demolir e a construir.

2. a CROP poderá requisitar à DPC a elaboração do projeto.5. estabelecidos no item 4. As escalas de apresentação dos projetos complementares são as mesmas estabelecidas no item 4.1. 14 .3): quando se tratar de desenho realizado sobre a base do projeto arquitetônico (por exemplo: plantas elétricas e hidrossanitárias) deve-se representar o arquitetônico apenas com as informações básicas (ex.5. e as informações do projeto complementar devem ser representados em penas mais grossas. Cabe ao técnico responsável a definição dos elementos técnicos necessários para o perfeito entendimento e representação do projeto.2. bem como para a posterior elaboração do orçamento dos serviços.4. esquadrias). Para os projetos complementares deve-se utilizar os mesmos arquivos de configuração de penas (ver 4. Elaboração e Apresentação de Projetos parâmetro as mesmas orientações para os projetos realizados pela DPC. O técnico responsável da CROP deverá adequar estas orientações à situação específica do projeto. pilares. 3. mudando-se as cores destes desenhos para que eles sejam impressos em penas finas. estilos de cotas.Manual de Procedimentos. por tratar-se geralmente de situações de menor complexidade (reformas e recuperações). de modo a salientar este último. incluindose os arquivos de configuração de penas para impressão. etc.1. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Deverá ser utilizado o software Datacad e os mesmos padrões de representação utilizados pela DPA. com exceção dos itens referentes a memorial descritivo e representação gráfica. estabelecidas no item 4. As orientações para a elaboração dos projetos pela DPC estão tratadas de forma abrangente. Em situações de maior porte ou complexidade.: paredes.

Em caso de necessidade e a critério do técnico.1. levantamentos cadastrais e fotográficos do projeto na rede DPA01 e na Mapoteca. em tantas pranchas quanto forem necessárias. Deve também pesquisar se há levantamento topográfico realizado para o projeto em questão. 4. o arquiteto poderá pedir a assessoria dos técnicos da DPC. O técnico poderá pedir à CROP levantamentos e outras informações necessárias. Se preciso. Todos os projetos de arquitetura devem ser realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos. Todos os detalhes de um projeto que possam interferir em outro projeto da mesma edificação devem ser elaborados em conjunto. 15 .1. o mesmo poderá ir pessoalmente ao local do projeto realizar levantamentos.AEC.2. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 4. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NA DPA E NA DPC Após a confirmação de todos os elementos técnicos de levantamento. Durante o desenvolvimento do projeto. Os projetos de arquitetura devem ser realizados no software Datacad. o técnico poderá encaminhar o processo à Seção de Topografia para realização de levantamento topográfico. A boa representação e a boa especificação do projeto diminuem também o risco de alterações durante o andamento da 4. deverá ser elaborado o projeto arquitetônico. respectivos detalhes e obediência às prescrições deste Manual. de forma a facilitar o entendimento do projeto por parte dos demais técnicos responsáveis pelos projetos complementares.1. O projeto deve ter todas as informações necessárias para posterior elaboração de orçamento pela Divisão de Orçamentos e Custos.Manual de Procedimentos. com extensão *.1. Se for preciso mais informações para o desenvolvimento do projeto. o técnico deve providenciar junto aos setores competentes os elementos que estiverem faltando. para o desenvolvimento de soluções de projeto adequadas. bem como para facilitar a leitura e a execução na obra. de forma a estarem harmonizados entre si. devendo ser suficientemente claros e detalhados. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS 4. na rede DPA01 e/ou junto à Seção de Topografia. Elaboração e Apresentação de Projetos O técnico poderá pesquisar plantas e outros documentos antigos. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DO PROCESSO Primeiramente. evitando futuras alterações de projeto. o técnico deve fazer a conferência dos elementos técnicos que compõem o processo.

Perspectivas. D (todas. Indicar 16 .Planta de Situação: escalas 1/1000. 1/125 ou 1/100.Planta de Localização: escalas 1/500. 1/20. deverão ser elencados todos os elementos técnicos que o comporão: .Arquivo fotográfico. 1/10. .): escalas 1/100. Por tratar-se de Projeto Legal. 1/10. . apresentar claramente os elementos existentes. . . Em projetos excepcionais em porte. planta a demolir / a construir. 1/2 (ver anexo 1) . partindo-se do geral ao específico. B. as escalas acima indicadas podem variar. norte verdadeiro ou magnético (indicar “N” ou “Nm”).Implantação geral e tratamento Paisagístico: escalas 1/500. a demolir e a construir. no mínimo a seguinte observação: “Todas as medidas e níveis deverão ser conferidas no local”. A escolha dos elementos técnicos necessários para o perfeito entendimento do projeto é de responsabilidade do técnico autor do mesmo.Detalhamentos e ampliações setoriais (quando houver): escalas 1/25. quando for necessário): escala 1/50. Deve constar em todas as pranchas. .Levantamento. a critério do técnico responsável. forma e dimensões do terreno.1. ELEMENTOS TÉCNICOS . 1/75 ou 1/50. . ou outro tipo de situação específica. 1/5.AMARELO: a demolir . .Manual de Procedimentos.Detalhamento de esquadrias: escala 1/25 ou 1/20. 1/200. tantos quanto forem necessários para o bom entendimento do projeto: escala 1/50. quando necessário para o melhor entendimento do projeto ou de setores dele.Detalhamentos de elementos de acessibilidade: escalas 1/50. .Tabela de esquadrias (ver figura 1). reformado ou demolido (indicar claramente quais os prédios que são motivo do processo). acima do selo. . dependendo do porte do projeto. 1/125 ou 1/100. 1/500 ou 1/250. . 1/5. C. 1/20. . 1/250. informações do existente e do a ser construído.VERMELHO: a construir A organização das pranchas e documentos deve ser clara e harmônica. a demolir e a construir.2.Fachadas A.AZUL: existente . 1/2.Outros desenhos eventualmente necessários (ex. -Cortes.ART. 1/25. 1/250 ou 1/200.Planta de Cobertura: escalas 1/200.Planta baixa demais pavimentos (quando houver): escala 1/50.Planilha de áreas existentes. Os desenhos e sua ordem devem seguir uma lógica de entendimento do projeto.1. No caso de projetos de reformas ou ampliações.Plantas de Situação e/ou Localização: com o desenho do quarteirão com nome das ruas limítrofes. 4. etc. .Memorial Descritivo. . com legenda de cores: . que originarão termos aditivos ao contrato e gastos suplementares não previstos em verba orçamentária.Planta baixa térreo: escala 1/50 . . 1/750. . Elaboração e Apresentação de Projetos obra.: planta de movimento de terra. localização dos prédios com amarrações em relação às divisas do terreno e aos outros prédios.

sanitários PNE.). quando se basearem em algum projeto-padrão. local do reservatório. banheiros e toda a estrutura da construção). com a amarração em relação às divisas e aos outros prédios do terreno. central de gás. não podem em hipótese alguma ser editados ou modificados sem a anuência do Coordenador da DPA. Quando houver alterações no existente. caimentos. Os técnicos. 4. bem como detalhes imprescindíveis ao orçamento. . calhas. BIBLIOTECA DE PROJETOS-PADRÃO Para algumas tipologias de projeto (ex.). etc. outros elementos que fazem parte da cobertura (chaminés.Manual de Procedimentos. tubos de queda. devem copiar os arquivos para sua pasta pessoal. para a futura locação dos pontos de sondagem pelo Setor de Projetos Estruturais. sentido do caimento das águas. especificando materiais. cotas gerais e parciais. com levantamento fotográfico mostrando as situações a serem corrigidas e texto listando as ações a serem desenvolvidas. muros. Ginásios de Esporte.: Escolas. .1. Quando se tratar de adequação de prédios existentes às normas de acessibilidade deve ser elaborado o diagnóstico de acessibilidade.. . etc. detalhes de acessibilidade. plantas.3. Os arquivos de projetos-padrão e seus memoriais descritivos. a DPA conta com uma biblioteca de módulos e projetos-padrão. detalhes construtivos.2. PROJETOS E ELEMENTOS DE ACESSIBILIDADE Procedimentos específicos para projetos e elementos de acessibilidade estão estabelecidos no Anexo 1. Os módulos e projetos-padrão são para informação e utilização apenas interna. nomenclatura e área útil das dependências. Elaboração e Apresentação de Projetos em pelo menos uma das plantas todo o terreno e as paredes externas da edificação (e não o desenho da cobertura). preferencialmente apresentar situação existente e situação alterada.Implantação geral e tratamento paisagístico: mostrando os níveis e as características do espaço aberto: caminhos. níveis internos e externos. inclinação do telhado. Presídos.1. dimensões e legenda de esquadrias. . níveis. Unidades Básicas de Saúde).. especificar materiais utilizados. escadas com numeração dos degraus e sentido de subida.Planta de Cobertura: indicando tipo de telhado. . O técnico deve utilizá-los como referência para os projetos. portões.Plantas Baixas: elaboradas com todas as informações. Ver anexo 1 para detalhamentos de acessibilidade.2.2. cotas gerais e parciais (internas e externas).Fachadas: no mínimo duas fachadas (preferencialmente todas). pisos. para poder copiar ou editar os desenhos.. não devendo ser anexados como informações que não condizem com as situações específicas dos projetos. área total construída.Cortes: em número suficiente para o entendimento do projeto (no mínimo 01 transversal e 01 longitudinal). revestimentos horizontais. mas sempre fazendo projetos adequados a cada situação específica. depositados na rede DPA01. nem utilizados como prancha-padrão.Detalhamentos: Os detalhes e ampliações setoriais devem ter sua localização claramente identificada no projeto (nos cortes. 17 . . clarabóias.: esquadrias. revestimentos. detalhados (mostrar escadas. elucidativos. Figura 1: tabela de esquadrias 4. etc. etc. etc. quando possível perfil original do terreno em linha tracejada. etc.). Detalhar itens importantes para a compreensão e construção do projeto (ex.

2. os detalhes devem ser apresentados nas pranchas. os detalhamentos devem ser apresentados em formato de caderno A4. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO O memorial descritivo deve ser feito no Word. definindo materiais e serviços. DETALHAMENTOS A DPA conta com um “Catálogo de Componentes” com detalhespadrão.5.4. e a técnica construtiva dos mesmos. 4. com desenhos em escala adequada. espaços e equipamentos urbanos. sem definição de marcas e modelos (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos Públicos – Lei 8. Como regra geral. No memorial devem ser especificadas todas as características físicas e dimensionais dos materiais a serem utilizados na obra. O memorial deve complementar os projetos.Manual de Procedimentos.Acessibilidade a edificações. com a descrição pormenorizada do tipo de construção. Código de Obras). ser utilizados de maneira acrítica.4.3. Caso o município não possua Código de Obras. O memorial deve estipular as condições mínimas aceitáveis de qualidade dos materiais.2.1. Deve ser uma dissertação ampla e detalhada.1. Os padrões de memoriais descritivos podem ser utilizados como referência.666/1983). com especial ênfase para as seguintes: NBR 9050 .1. LEGISLAÇÃO E NORMAS EM GERAL Os projetos devem atender a legislação pertinente do município em questão (Plano Diretor. mas sempre atentando para as especificidades do projeto que está sendo desenvolvido. não devendo.4. Estes detalhes devem ser utilizados. bem como normas específicas para projetos e NBRs em geral. ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E ÀS NORMAS TÉCNICAS 4. colocado. por exemplo: quantificação ou porcentagem de vidros. o Código de Edificações de Porto Alegre. ou quando necessário para o melhor entendimento. mas sempre deve-se fazer memoriais específicos. telhas.1. Quando o desenho do detalhe for maior que o formato A4. em formato A4. possibilitando que a Divisão de Orçamentos e Custos possa elaborar o orçamento do mesmo. o local de onde vai ser retirado e onde vai ser 4. O memorial deve também conter a planilha de áreas do projeto. etc. deve-se consultar. Devem sempre ser determinadas com clareza as situações específicas do projeto. portanto. 4. no caso de abertura de vãos para novas esquadrias indicar o local e a área de demolição. FINALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO Após a entrega do projeto arquitetônico. no caso de reaproveitamento de pisos indicar a área de piso. quantitativos e procedimentos. os acabamentos necessários. Tomar cuidado especialmente com situações de reforma. dirimindo dúvidas e fazendo alterações no projeto.1.1. a substituir (evitar textos vagos como “todas as telhas danificadas serão substituídas”). o técnico responsável deverá acompanhar o desenvolvimento do mesmo junto à Divisão de Projetos Complementares. com as alterações e acréscimos necessários de acordo com o projeto em questão. Deve-se também atender a legislação e os códigos referentes aos concessionários dos serviços públicos relativos à obra em questão. Especificar no memorial se o projeto foi baseado em algum projeto padrão ou se é projeto específico. recomendações e orientação geral para a execução de todo e qualquer serviço necessário à sua construção. bem como toda e qualquer outra recomendação e orientação necessária à perfeita compreensão dos trabalhos a realizar. como referência para projeto. quando necessário. Deve sempre estar colocada a obrigatoriedade por parte do executante de que seus funcionários utilizem os equipamentos de proteção individual (EPI) e estejam devidamente uniformizados. etc. as legislações Estadual e Federal pertinentes. sua concepção fundamental. 18 . mobiliário.

Decreto-Lei 5. com as alterações do Decreto Estadual 38273/98. de 02 de Dezembro de 2004. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor. utilizar as fontes oficiais (ex. Lei Federal 10098. estabelecem que todos os prédios públicos devem atender a legislação de acessibilidade. de 23 de janeiro de 1986. NBR 13434 . 4. de 03 de agosto de 2000). NBR 13994 – Elevadores de Passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência. da Assembléia Legislativa.: sites do catálogo da ABNT. de 02 de Dezembro de 2004.4. ampliação ou restauração).4. mobiliário. Lei Complementar 420 – Código de Proteção Contra Incêndio de Porto Alegre (para projetos em Porto Alegre.Manual de Procedimentos. Ressaltamos que o Decreto-Lei 5.2.296. de 19 de dezembro de 2000. Resolução CONAMA n° 237. Resolução CONAMA n° 001. hidrantes) e a sinalização de proteção contra incêndio (não se trata de projeto de PPCI.862. ou como referência em projetos no interior do estado). espaços e equipamentos urbanos.520.296. etc. de 19 de dezembro de 1997.2 – Sinalização de Segurança Contra Incêndio e Pânico. reforma. 4. 19 .Geral: NBR 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios. Demais resoluções do CONAMA E CONSEMA cabíveis. não excluindo outras que possam incidir sobre os projetos. apenas a localização dos equipamentos no projeto). Parte 2: Símbolos e suas formas. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Para o caso de licenciamento ambiental: empreendimentos que necessitem de 4. de 31 de agosto de 1981 Código Estadual do Meio Ambiente (Lei 11.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA E LOCALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO O projeto deve seguir com rigor as especificações previstas na NBR 9077. Normas técnicas da FEPAM. e o Parecer 14.4. ACESSIBILIDADE A norma de acessibilidade deve ser seguida com rigor. NBR 9050 . de 19 de dezembro de 2000. Decreto Estadual n° 37380/97. Normas e leis de referência: . O arquiteto deve também localizar no projeto arquitetônico os equipamentos (extintores.3. Obs.Acessibilidade a edificações.1. a Lei Federal 10098.Proteção contra Incêndio: Lei Federal 6938.1. de 24 de maio de 2005. da Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul.4. Elaboração e Apresentação de Projetos Normas e leis de referência: NBR 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios As leis e normas mostradas a seguir formam uma lista geral de referência. dimensões e cores.). . em todo tipo de projeto (construção nova. do Congresso Nacional.1. Resolução CONSEMA n° 102.

de maio de 1964.257.5.4.1. Manual de Estrutura Física das Unidades Básicas de Saúde – Saúde da Família . Organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Regulamenta os arts.Decreto Estadual 23430. Carta de Veneza. Código Sanitário Estadual . estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. deve ser considerado o prédio como um todo. PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS E AMBIENTES DE SAÚDE: RESOLUÇÃO . Ampliação e Reforma de Estabelecimentos Penais. de 11 de Julho de 1984 – Lei de Execução Penal. PARECER n° 580/2000. NBR 12693 – Sistemas de Proteção por Extintores de Incêndio. 20 . Decreto-Lei nº 25.1. de 18 de dezembro de 1978.4.4.4.Manual de Procedimentos. 2008.2. II Congresso Internacional de Arquitetos e Técnicos dos Monumentos Históricos.5. PROJETOS DE ARQUITETURA PRISIONAL: LEI 7210. 4. de 02 de junho de 1999. para projetos no interior. específica para presídios). 4. Resolução Técnica nº 015/BM-CCB/2009 9 (Instruções suplementares referente às normas de prevenção e proteção contra incêndio).RDC n° 50. .4.Proteção Contra Incêndio – Símbolos Gráficos Para Projeto.400/2002. Resolução n° 03. 4.4.1.Ministério da Saúde. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 14100 . 4. utilizar a simbologia especificada na LC 420.3.5. de 30 de Novembro de 1937. PROJETOS DE PRÉDIOS HISTÓRICOS E CULTURAIS (TOMBADOS OU NÃO): Lei nº 7.5. Portaria Interministerial 1777 / 2003 (legislação relativa à saúde. 182 e 183 da Constituição Federal. LEGISLAÇÃO E NORMAS ESPECÍFICAS DE ACORDO COM A TIPOLOGIA DO PROJETO Além das leis e normas indicadas anteriormente. NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. para efeito de aplicação das leis e normas acima. de acordo com a tipologia do projeto: 4. utilizar a simbologia das NBRs 13434 e 14100. de 24 de outubro de 1974.231.1. Dispõe sobre o patrimônio cultural do Estado.Diretrizes Básicas para Construção. de 23 de Setembro de 2005 – CNPCP . devem ser seguidas as seguintes normas e resoluções. Observações: . da ANVISA. Lei nº 10.1.para projetos em Porto Alegre. PARECER nº 1.1.5.em caso de reformas e ampliações. de 10 de Julho de 2001. PROJETOS DE ESCOLAS E AMBIENTES DE ENSINO: Resoluções e pareceres do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande de Sul: RESOLUÇÃO 246.

PADRÕES DE GRAFICAÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS 4.5. orientações técnicas e leis aplicáveis a casos específicos. PADRÃO DE ESTILOS DE COTAS Devem ser utilizados estilos de cotas associados com a escala de impressão da prancha. após a definição dos projetos arquitetônico e complementares deve-se proceder à aprovação dos projetos nos órgãos acima referidos. 4. de acordo com a configuração a seguir. nas três esferas: . etc. Layer: Dimensões Cor: Branco Cotas devem ser “associativas”. por exemplo: presídios com ambulatório.1. . exceto quando for necessário escalar algum desenho.Federal: IPHAN Se o prédio for tombado. depois nos outros órgãos.5. ou nos órgãos responsáveis em cada município.5 OUTRAS TIPOLOGIAS E CASOS ESPECÍFICOS O técnico deverá pesquisar normas. Obs.1.1.5.Municipal: na EPAHC (para Porto Alegre).: eventualmente. Escala de Impressão 1/5 1/10 1/20 1/25 1/50 1/75 1/100 1/125 1/200 1/250 1/500 1/750 e maiores Arquivo de estilo de Cotas COTAS_5 COTAS_10 COTAS_20 COTAS_25 COTAS_50 COTAS_75 COTAS_100 COTAS_125 COTAS_200 COTAS_250 COTAS_500 COTAS_750 Tabela 1: arquivos de estilos de cotas 21 .1.4. Elaboração e Apresentação de Projetos Para este tipo de projeto. regulamentos. Neste caso o ambulatório deve seguir os requisitos para ambientes de saúde. inicialmente no IPHAE.Estadual: IPHAE . 4. deve sempre ser feita pesquisa prévia para conferir se o prédio é tombado ou não. uma tipologia de projeto pode abranger outras.Manual de Procedimentos.

32 0.40 0.15 0.60 2.1.010 0.03 0.50 2.016 0.075 0.04 0. dimensão de esquadrias.75 Fonte: hlv11-br Hierarquia Texto geral Texto principal Títulos Cor VERMELHO VERDE AZUL 1/10 1/20 1/25 Utilização Informações gerais: áreas. 1/10 e menores Escala 1/20 ou 1/25 Escala 1/50 Escala 1/75 Escala 1/100 ou 1/125 Escala 1/200 ou 1/250 Escala 1/500 e maiores Arquivos de tábuas de penas Penas_Arq_esc-5-10. de acordo com a escala de impressão.80 1.50 1. de acordo com a relevância da informação.dpf 1/500 1/750 1/1000 Tabela 2:padrão de textos Tabela 4: arquivos de tábua de penas 22 . PADRÃO DE TEXTOS Trabalha-se com 03 tamanhos e cores de textos.15 0.20 1.2. etc.30 0. 1/125 1/200 1/250 Escala de impressão da prancha Escalas 1/5.375 0.Manual de Procedimentos.015 0.02 0. alterando-se apenas a configuração da tábua de penas.40 0.25 0.20 0.dpf Penas_Arq_esc-20-25.00 3.dpf Penas_Arq_esc-50.00 1.5.dpf Penas_Arq_esc-75.03 0.16 0.00 Cor Datacad VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL 4.5.1.008 0.08 0. indicação de materiais.dpf Penas_Arq_esc-500.60 0.20 0.05 0.dpf Penas_Arq_esc-200-250.12 0.23 0.10 0.dpf Penas_Arq_esc-100-125. conforme tabelas 2 e 3. Layer: Textos Aspecto: 0. Elaboração e Apresentação de Projetos Escala de Impressão 1/5 Hierarquia Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Altura da fonte 0.50 0.75 0.06 0. Denominação dos ambientes Título do desenho 1/50 1/75 Tabela 3: hierarquia de textos 1/100 4. PADRÃO DE ESPESSURA DE PENAS E CORES DE LAYERS É utilizada a mesma configuração de cores de layers para todas as escalas de desenho.04 0.3.25 1.

Manual de Procedimentos. 23 . Elaboração e Apresentação de Projetos Tabela 5: padrão de cores de layers e espessura de penas.

como “hachuras”. etc. em planta Marcação de cortes Inclinação de telhados. torna-se mais simples. hachuras em layer “hachuras”. azulejos. em todas as escalas. “pisos”.aec mostra os padrões de símbolos gráficos e hachuras.). O técnico poderá criar e nomear layers de acordo com sua necessidade. etc. em diferentes escalas: Indicação do Norte Cota de Nível Horizontal Cota de Nível Vertical Indicação de fachadas. evitando misturar os desenhos em outros layers. quando necessário colocar dois desenhos de escalas diferentes na mesma prancha. É importante que os desenhos representando os mesmos tipos de elementos estejam nos mesmos layers (ex. posição de fotos (para levantamentos fotográficos). Indicação de acessos (em planta-baixa).).. o que dificulta a posterior consulta ao arquivo por parte de outro técnico (por exemplo.: o arquivo “Estilos_Arq. Elaboração e Apresentação de Projetos Obs. etc. nos arquivos digitais. o técnico que fizer o projeto estrutural irá congelar os layers que não interessam ao seu projeto. “escalar” um dos desenhos.4. em planta Marcação do ponto de início de paginação de pisos. etc. 24 . o desenho original (nas dimensões reais). por parte de outros técnicos. desde que siga a mesma lógica de cores / espessura de penas estabelecida na tabela 5. fora do limite da prancha. ou para facilitar futuras alterações. Nestes casos. hachuras etc.: paredes em layer “paredes”.aec” (ver capítulo 10) mostra esses padrões de textos. PADRÃO DE SÍMBOLOS GRÁFICOS O arquivo Estilos_Arq. 4.: pelas características do Datacad.1. Obs.Manual de Procedimentos. pilares e vigas em layer “estrutura”. símbolos gráficos. convém deixar no arquivo. Esta medida é para facilitar a consulta aos desenhos.5.

elaboradas no Datacad. Observação 1: a tabela de cores “DC12_BASE. na rede DPA01. Figura 2: conversão de Datacad para Autocad. que podem fazer com que o arquivo de Autocad apresente discrepâncias em relação ao original do Datacad (por exemplo. e na pasta do projeto. mesmo que como unidade de desenho no Datacad tenha sido utilizado centímetros. o técnico da DPA deverá converter os arquivos das pranchas em formato DWG (Autocad). deverão ser armazenadas as pranchas nos dois formatos. conforme estabelecido no item 8. e em seguida salvar o arquivo. mantendo-se o mesmo nome de arquivo.TBL” é a tabela de cores padrão dos arquivos do Datacad. automaticamente essa opção aparecerá na janela de conversão. com opções de conversão (figura 2). acessar no Datacad o menu Arquivo / Exportar / DWG / Todas as Layers. Alguns procedimentos devem ser seguidos na conversão. A seguir aparecerá a seguinte janela.1. CONVERSÃO DE ARQUIVOS DE DATACAD PARA AUTOCAD Após a finalização das pranchas do projeto arquitetônico. deve-se marcar sempre a opção “Metros”. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. Mesmo com a utilização destes procedimentos. o técnico deverá fazer a conferência do arquivo de Autocad antes de armazená-lo na rede DPA01. além do PDF. evitando-se problemas comuns de compatibilização entre os dois softwares.6. 25 . Deve-se manter os mesmos nomes dos arquivos. Devem ser marcadas as mesmas opções indicadas na figura 2. Para fazer a conversão do arquivo. para acesso aos mesmos pelos técnicos da DPC. dimensões diferentes nos desenhos).Manual de Procedimentos.2. Observação 2: na guia “Unidade de Medida ao Exportar”. Caso tenha sido utilizada outra paleta de cores.

e em caso de falta de informações necessárias ao desenvolvimento do projeto 26 . Elaboração e Apresentação de Projetos 4.1. dos projetos de reformas e recuperações desenvolvidos pelas CROPs. o processo deverá voltar à DPA para esclarecimento. o processo deverá ser devolvido à DPA. que poderão originar termos aditivos ao contrato e gastos suplementares não previstos em verba orçamentária. observando a não interferência entre os elementos dos diversos sistemas e considerando a facilidade de acesso para inspeção e manutenção das instalações. sem passar pela DPA ou pela CROP.1.3. 4. Além disso. evitando assim alterações durante o andamento da mesma. devem ser seguidas.2. servindo como referência para o desenvolvimento dos mesmos. o técnico autor do mesmo deverá ser procurado.2. e em alguns casos. legais. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO NA DPA Todos os Projetos Complementares deverão estar harmonizados com o Projeto Arquitetônico e entre si.). de custo.2. o técnico autor do projeto deverá ser procurado para que se proceda o esclarecimento ou a solução no projeto.1. o técnico deverá estudar as pranchas e o memorial descritivo do projeto arquitetônico e de outros projetos complementares já realizados. PROJETOS COMPLEMENTARES DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES ELABORADOS NAS CROPs As mesmas orientações quanto à compatibilização dos projetos explicitadas em 4.1. SITUAÇÕES DE PROJETO A DPC deverá realizar os projetos complementares dos Projetos Arquitetônicos desenvolvidos pela DPA. procedendo-se o esclarecimento ou a alteração no projeto.1. Em caso de ausência de informações necessárias no projeto arquitetônico. ou observe situações que do ponto de vista do Projeto Complementar deveriam ser resolvidas de outra forma (por questões técnicas. Quando do recebimento do processo. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO POR TERCEIROS Neste caso o processo será encaminhado à DPC após a aprovação do arquitetônico pela DPA. com todos os elementos necessários para o bom entendimento do projeto e a execução da obra. de projetos arquitetônicos terceirizados.2.Manual de Procedimentos.1. ou ainda se no desenvolvimento do Projeto Complementar houver interferências no Projeto Arquitetônico. para que se faça a alteração no projeto. dúvidas ou falta de informações no Projeto Arquitetônico. a fim de que os projetos estejam perfeitamente harmonizados. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES Todos os projetos complementares devem ser suficientemente representados e descritos. Em caso de dúvidas no processo. As mesmas orientações quanto à compatibilização dos projetos explicitadas no item anterior devem ser seguidas. Da mesma forma. em algumas situações. mas serão desenvolvidos projetos específicos por parte dos técnicos da DPA. Todos os projetos complementares deverão apresentar os quantitativos de serviços. Ressaltamos que os “projetos-padrão” de arquitetura são apenas bibliotecas de projeto. Se necessário for. 4. 4. Caso o técnico responsável por qualquer dos Projetos Complementares observe erros.2.1.2.2. para posterior elaboração do orçamento pela DOC. etc. 4. alguns processos poderão ter como demanda a execução direta de algum projeto complementar. se na elaboração de um dos Projetos Complementares o técnico perceber problemas de compatibilização com outro Projeto Complementar. deve-se esclarecê-las junto ao técnico da CROP.

indicar o ramal de abastecimento de água fria desde o hidrômetro ou ramal predial existente até o prédio a reformar. com a especificação do material e diâmetros.2.2. ou eventualmente sem escala. de acordo com a demanda e a complexidade do processo: – Planta de Situação: escala 1/2000. . . etc.tubos de ventilação. Elaboração e Apresentação de Projetos complementar. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS HIDROSSANITÁRIOS E DE INSTALAÇÕES DE GLP 4. dimensões do terreno.Manual de Procedimentos. – Estereogramas: escala 1/25.tubos de queda pluvial numerados. – Cortes Esquemáticos de Água fria: escala 1/50. .Detalhamentos: escala 1/25.dimensões das caixas de inspeção pluvial/cloacal e caixa retentora de gordura.Memorial descritivo. . 1/750. .colunas de água fria numeradas. dependendo do porte do projeto. – Implantação: indicar dentro do terreno.instalações de esgoto primário e secundário.traçado do ramal de abastecimento de água fria. .inclinação e sentido do fluxo da tubulação do esgoto primário. . Obs. – Planta de Barrilete: escala 1/50.inclinação das calhas .2. o processo deverá ser reencaminhado à CROP para a solução.. ELEMENTOS TÉCNICOS – Planta de situação: indicar o nome das ruas que formam a quadra onde está situado o terreno. etc. . sumidouro) e a sua ligação com a rede pública ou rede existente se existir. . os prédios existentes e também aqueles a reformar. . 4.ART. .: o Anexo 1 apresenta diretrizes para o projeto hidrossanitário atender a norma de acessibilidade. ORIENTAÇÕES GERAIS Os projetos serão compostos pelos seguintes elementos técnicos. . filtro anaeróbico. 27 .tubos de queda sanitário numerados. mostrando também todas as caixas e equipamentos sanitários necessários para o projeto (caixas de inspeção cloacal/pluvial.indicação dos diâmetros das tubulações. . indicar: 4.1. – Planta baixa de todos os pavimentos e cobertura: escala 1/50 ou 1/75.Planta baixa de todos os pavimentos e cobertura. caixas de gordura.2.2.2. a ampliar ou a construir. – Implantação: escala 1/250 ou 1/200.2. ou menor. 1/1000. fossa séptica. norte verdadeiro ou norte magnético. ampliar ou a construir.

sistema de bombeamento.666 / 1983). especificação dos materiais e diâmetros. caixas de gordura.Detalhamento dos reservatórios.materiais a empregar (louças sanitárias.sistema de abastecimento adotado (direto ou indireto). torneira-bóia ou chave-bóia.instalações hidráulicas de combate a incêndio. metais.caixas de inspeção cloacal e pluvial.instalações de GLP. . .tubos de ventilação. .reservatórios.sumidouro. com especificações dos diâmetros das tubulações. . conexões. ralo seco. tubos e conexões. especificação dos diâmetros. O memorial descritivo deve ser completo.2.3. expurgo. . devendo indicar. etc.caixas de gordura. descrever e especificar os materiais a serem empregados.traçado da tubulação de GLP desde a central de gás até os pontos de consumo. tubulação de ladrão/limpeza. MEMORIAL DESCRITIVO O memorial descritivo deve ser feito no Word. traçado das instalações de GLP. caixas sifonadas.Cortes Esquemáticos de Água fria: mostrar a distribuição vertical da rede de água fria desde a saída do reservatório até as colunas de água fria.Manual de Procedimentos.colunas de água fria.Estereogramas: mostrar a distribuição dos ramais e sub-ramais de água fria desde as colunas até os pontos de consumo. etc. tubulação de ladrão/limpeza. sem definição de marcas e modelos (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos Públicos – Lei 8. . nome e altura dos pontos de consumo. apresentando tubulações de extravasor. . . .Outros que se fizerem necessários. . com a especificação do material e diâmetros. . . ventilação. sumidouro e filtro anaeróbico. .barrilete. reduções.Planta de Barrilete: mostrar a distribuição horizontal da rede de água fria. tais como: .Detalhamento da central de gás. etc. .sistema de esgoto cloacal e pluvial adotados. materiais do sanitário para PNE). fossa séptica. ventilação. etc.2. desde a saída do reservatório até as colunas de água fria. . . ventilação. Elaboração e Apresentação de Projetos . 28 . . . descrevendo todos os materiais e equipamentos utilizados no projeto com suas dimensões e especificações técnicas completas: .filtro anaeróbico. até os pontos de consumo mostrando altura das esperas e registro regulador de 2º estágio. 4. .tubos de queda sanitário e pluvial. registros de gaveta.fossa séptica. . com a especificação do material e diâmetros. registros de gaveta.sistema de drenagem. Indicar detalhes que forem necessários. .traçado da rede de instalações hidráulicas de combate a incêndio desde a saída do reservatório de incêndio até os hidrantes e ao hidrante de calçada.Detalhamento das caixas de inspeção pluvial e cloacal. . ramais e sub-ramais de água fria. . em formato A4.Detalhamentos: os detalhes devem ter sua localização claramente identificada no projeto. .

Para todas as pranchas dos projetos Hidrossanitário e de GLP deve ser utilizado o seguinte arquivo de tábua de penas de impressão: . NBR 10844 – Instalações prediais de águas pluviais.Proteção contra incêndio por chuveiro automático. NBR 13523 – Central predial de gás liquefeito de petróleo. NBR 7229 – Projeto. NORMAS E REGULAMENTOS Para a elaboração do projeto deverão ser consultadas e adotadas as normas técnicas da ABNT.2. 29 .15 0.Projeto e execução.5.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. Obs.2. NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. e as tubulações.2. utilizar as fontes oficiais (ex.10 0.40 0. equipamentos. NBR 15526 – Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais .Manual de Procedimentos.CTB Este arquivo de penas tem a seguinte configuração: COR AUTOCAD VERMELHO (COR 1) AMARELO (COR 2) VERDE (COR 3) CIANO (COR 4) AZUL (COR 5) MAGENTA (COR 6) BRANCO/PRETO (COR 7) DEMAIS CORES COR IMPRESSÃO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PENA (mm) 0. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Os desenhos do projeto arquitetônico devem ser representados em penas finas. construção e operação de sistemas de tanques sépticos.: sites do catálogo da ABNT. NBR 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução.). Código de Proteção Contra Incêncio e Legislação Estadual.60 0. de forma que os textos e desenhos do projeto sejam apresentados de forma legível e mais saliente que o projeto Arquitetônico. NBR 10897 . NBR 7198 – Projeto e execução de instalações prediais de água quente. Tabela 6: tábua de penas – hidrossanitário O técnico poderá criar e nomear layers de acordo com sua necessidade. etc. Deverão ser observados as seguintes normas e regulamentos: NBR 5626 – Instalações prediais de água fria.30 0. da Assembléia Legislativa. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas em formato DWG (Autocad). Os projetos devem ser realizados no software Autocad. desde que siga esta mesma lógica de cores de layers / espessura de penas.HIDRÁULICO.20 0. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. do Congresso Nacional.4. textos e demais itens dos projetos Hidrossanitário e de GLP em penas mais grossas.2. com o plugin PROHIDRAULICO.05 4.35 0.

Por tratar-se de PRÉDIOS PUBLICOS.Aprovação do PPCI no Corpo de Bombeiros 30 . à legislação. deverão ser levados em consideração.Adequações nos prédios existentes para o atendimento do PPCI . para prédios anteriores a 28/03/1997 (item exclusivo para prédios em Porto Alegre). bem como às condições topográficas e cadastrais existentes. funcionários e visitantes. . esgoto e energia elétrica. ATIVIDADES TÉCNICAS Deverão ser realizadas as seguintes atividades: . deverão ser levadas em consideração. que os usuários são predominantemente crianças e adolescentes. de gás e do Sistema de Proteção Contra Incêndio existente (no caso de PPCI para edificações existentes). .2. pavimentação das ruas. deverá ser considerado que os usuários são funcionários e público variado. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PPCI 4.Plano de Prevenção contra Incêndio . na concepção de todos os projetos deverão ser levadas em consideração. extensão de rede de água. de modo a garantir a proteção e conservação do patrimônio.3. de acordo com a LC 420. 4.2.3. infraestrutura física. que os usuários são apenados. normas e regulamentos vigentes e aplicáveis. . Em caso de PRESÍDIO ou FASE-CASE.Laudo técnico de inspeção das instalações elétricas.Entrega do PPCI ao Corpo de Bombeiros.Projeto de SPDA .2. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas conforme capítulo 7. para aprovação. e que existem locais onde a liberdade das pessoas sofre restrições.Certidão de Lotação da edificação. . com cópia do protocolo de entrada . para a comprovação do tempo de existência. Elaboração e Apresentação de Projetos Quando o prédio existente for PATRIMÔNIO HISTÓRICO. havendo acesso diário de muitas pessoas. na concepção de todos os projetos. Deve-se primeiramente realizar levantamento minucioso preliminar de reconhecimento da área onde será feito o PPCI. e cópia do protocolo de entrada do Laudo na SMOV (itens exclusivos para prédios em Porto Alegre).2.Laudo de Proteção Contra Incêndio – para prédios existentes. as questões pertinentes ao Patrimônio Histórico.1.3. O PPCI poderá ser realizado para projetos novos ou em prédios existentes. Pode ser eventualmente necessário propor a alteração de uso de algum ambiente.Manual de Procedimentos. ORIENTAÇÕES GERAIS O PPCI (Plano de Prevenção Contra Incêndio) deve ser realizado no software Autocad. além da atividade existente. objetivando a verificação dos aspectos gerais referentes aos regimes urbanísticos. na concepção de todos os projetos. 4.Levantamentos cadastral e fotográfico completos: plantas e relatório de vistoria. Quando a atividade existente for ESCOLA. encaminhado à SMOV/PMPA. para a concepção de todos os projetos.

). se for necessário realizar adequações arquitetônicas.3.1.5.2. LEVANTAMENTOS Como referência. REGULAMENTOS E NORMAS Obs.2. . . verificar a compatibilidade com as normas da ABNT e os padrões da concessionária de energia elétrica local. se o técnico que estiver elaborando o PPCI observar a necessidade de alterações ou mais informações no projeto arquitetônico ou em projetos complementares.3.4. SPDA.Plantas: apresentação conforme o exigido no Corpo de Bombeiros e normas técnicas da ABNT.Manual de Procedimentos. etc.5.Memorial de Proteção Contra Incêndio aprovado pela SMOV (item exclusivo para prédios em Porto Alegre). para solução no projeto.ART 4. o processo deverá retornar à DPA ou DPC.Memória de Cálculo . do Congresso Nacional.Plantas: apresentação e escalas conforme o exigido pelo Corpo de Bombeiros e pelas normas ABNT aplicáveis. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.. PLANO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO No Plano de Prevenção contra Incêndio deverão constar: .2.3.3. utilizar as fontes oficiais (ex.7 destas diretrizes.2. de gás. contendo recomendações técnicas pertinentes. da Assembléia Legislativa.2. de acordo com item 4. 4. de instalações elétricas.Memorial Descritivo .2. No caso de projetos novos.2. Elaboração e Apresentação de Projetos .2. LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO .Memorial Descritivo (padrões do Comando Regional de Bombeiros) . ADEQUAÇÕES NOS PRÉDIOS EXISTENTES PARA O ATENDIMENTO DO PPCI No caso de PPCI em edificações existentes.1.: sites do catálogo da ABNT. LEGISLAÇÕES.3.3.Inspeção das instalações de Gás: Efetuar uma avaliação da Instalação de Gás conforme ABNT e item 6. consoantes com a edificação. .ART 4. 4. 31 .2.2. indicando as medidas preventivas e corretivas que servirão de subsídios para a elaboração do PPCI. o processo deverá ser encaminhado ao setor competente (DPA ou setores específicos da DPC) para a elaboração da alteração. etc. No Projeto do SPDA deverão constar: .Inspeção das Instalações Elétricas: Efetuar uma avaliação das instalações elétricas do prédio.Inspeção do Sistema de Proteção Contra Incêndio existente: Efetuar uma avaliação do Sistema de Proteção Contra Incêndio. PROJETO DE SPDA Elaborado pelo Setor de Projetos Elétricos e Equipamentos.3. . 4.: quando for necessário pesquisar legislações e normas.2.2. utilizar o documento “Anexo 6 – Levantamentos – PPCI”.3.2. 4.

Locação dos pontos de carga e/ou pilares com as respectivas cargas: escala 1:50. Resolução Técnica nº 015/BM-CCB/2009 9 (Instruções suplementares a serem aplicadas em estabelecimentos prisionais e similares). 4. Lei Complementar 284 – Código de Edificações de Porto Alegre.2.1. Ministério do Trabalho – Portaria 3214/78 – Federal.1. Elaboração e Apresentação de Projetos 4.2.2.2.4. SONDAGEM E PROJETO DE FUNDAÇÕES 4.Forma de cada pavimento do projeto: escala 1:50.Regulamento de Instalações Consumidoras . Lei Estadual 10.3. Demais legislações que sejam pertinentes e estejam em vigência. GERAIS Legislações e Códigos referentes aos Conselhos Nacionais.: o Anexo 1 apresenta algumas diretrizes para o projeto estrutural atender a norma de acessibilidade.987/97. O técnico do Setor Estrutural deve marcar em planta de Implantação do projeto arquitetônico a locação dos pontos de sondagem. dos Serviços Públicos. 32 . NBR 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios.3. Estaduais e Municipais. com as alterações do Decreto Estadual 38273/98.4.Manual de Procedimentos. 4. RIC.1.2. Código de Edificações do município.2.3. 4. Decreto Estadual n° 37380/97. Demais normas brasileiras incidentes e aplicáveis ABNT. 4. Obs.2. PROJETO ESTRUTURAL .Plano Diretor de Porto Alegre. ESPECÍFICAS PARA PROJETOS NAS DEMAIS CIDADES Plano Diretor do município.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ESTRUTURAIS O projeto estrutural será desenvolvido a partir do projeto arquitetônico. . Essas atividades técnicas serão realizadas de forma terceirizada. relativos aos Prédios Públicos do Estado do Rio Grande do Sul.4.2.2.4. Lei Complementar 646 . ESPECÍFICAS PARA PROJETOS EM PORTO ALEGRE Lei Complementar 420 – Código de Proteção Contra Incêndio de Porto Alegre.Baixa Tensão. de acordo com a demanda de cada projeto: 4. observando as questões de compatibilização entre os projetos já expostas.3.3.2. PROJETOS ESTRUTURAIS – CONCRETO ARMADO O projeto estrutural deve conter os seguintes elementos técnicos.3.

Detalhes estruturais necessários para melhor esclarecimento do projeto: escalas 1:20 ou 1:25. .ART. .Detalhamento das armaduras: escala planta forma 1:50 ou planta armadura 1:20.Indicar em prancha o volume de concreto.4. . 4. área de formas e relação de aço e fck do projeto.2.2. .2. .Detalhamento das armaduras das vigas: escala planta forma 1:50 e seções na escala 1:20.Detalhamento das armaduras dos pilares: escala planta forma 1:20.Formas e detalhamentos das armaduras da escada e reservatório: escalas 1:20 ou 1: 25. . volume concreto e área de forma. Elaboração e Apresentação de Projetos . e especificar parâmetros de projeto. .Memorial Descritivo.2.Manual de Procedimentos.3. . ESPECIFICAR NAS PRANCHAS DO PROJETO ESTRUTURAL Nas pranchas dos projetos estruturais devem ser especificados também: . .Informações técnicas julgadas importantes pelo projetista. 4.ART.Detalhamento das armaduras das lajes: escala 1:50.Detalhamento da armadura quando for em concreto armado: escala 1:20. .ART. .Indicar a drenagem do muro.ART. .Memorial descritivo.4. .Capacidade.Relação aço. 33 .Resistência característica do concreto à compressão. . . PROJETO ESTRUTURAL DE CENTRAL DE GÁS .2.Detalhes de armadura de muro de divisas e contenção: escala planta forma 1:20.Relação e tipo de aço indicado. PROJETO ESTRUTURAL DE MURO DE CONTENÇÃO O projeto estrutural de muros de contenção deverá especificar todos os parâmetros de projeto e indicações de cuidados necessários para sua execução. .Formas: escala 1:50 ou 1:20 .2.Área de formas.4. .2.Detalhes construtivos de elementos especiais de projeto: escala 1:20 ou 1:25. . . PROJETO ESTRUTURAL DE FOSSA SÉPTICA Devem indicar capacidade.4. . . .Seção transversal do muro: escala 1:20. .Formas: escala 1:50 ou 1:20. 4. .2.4.Memorial descritivo. .5.2. .Volume de concreto.Detalhamento da armadura: escala 1:50 ou 1:20. 4.Memorial descritivo.

acompanhado pela ART. baseado no projeto de arquitetura e seu memorial descritivo.6.DESFORMA E DESCIMBRAMENTO . o projeto estrutural e de fundações deverá ser desenvolvido pelo fornecedor da estrutura. .METODOLOGIA NAS CONCRETAGENS .2.4. .4. .2.Recebimento e estocagem. com as ART dos responsáveis técnicos.5. .ESTRUTURAL. .IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO .CARREGAMENTO DA ESTRUTURA .Cura.2. .2.Colocação das armaduras. .4.Controle de qualidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Os projetos estruturais deverão ser desenvolvidos no software CYPECAD. 6120. . NBR 6120: Cargas para o cálculo de estruturas de edificações. 4. e NB 949.Aço. . bem como o relatório de sondagem. .ARMADURAS 4.FORMAS PARA CONCRETO .Manual de Procedimentos. .Cimbramento.4. PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO Quando o projeto arquitetônico exigir este tipo de estrutura. o projeto estrutural não será realizado pela Seção de Projetos Estruturais. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas em formato DWG (Autocad). NBR 6123: Forças devido aos ventos em edificações. . MEMORIAIS DESCRITIVOS Deverá acompanhar o projeto o memorial descritivo do projeto estrutural. . NORMAS TÉCNICAS A SEREM SEGUIDAS CONFORME A COMPLEXIDADE DO PROJETO ESTRUTURAL NBR 6118: Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento.Lançamento.Transporte. . . O projeto estrutural e de fundações.Materiais componentes. Deve ser utilizado para a impressão e geração dos arquivos em formato PDF o seguinte arquivo de configuração de penas: . em formato A4. NBR 14931: Execução de Estruturas de Concreto – Procedimento.CONCRETO . Elaboração e Apresentação de Projetos 4. deverão ser remetidos à SOP para análise da Seção de Projetos Estruturais.Preparo do concreto.3.CTB . Deve ser feito no Word.4.Travamento. .Dosagem.PASSAGENS DE DUTOS 4.Adensamento. constando os seguintes itens: .Composição e dosagem.Preparo das armaduras. 34 .Painéis. e de acordo com as NBR 9062.

Quadro de cargas. Obs. MEMORIAL DESCRITIVO O memorial descritivo deve ser feito no Word.Manual de Procedimentos. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 8681: Ações e Seguranças nas Estruturas. descrevendo e especificando os materiais a serem empregados. utilizar as fontes oficiais (ex. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.2. dependendo do porte do projeto. tubulação das redes de lógica. indicando. medidores: escala 1/1000. NBR 8800: Projeto de Estruturas de Aço e de estruturas mistas de aço e concreto de Edifícios. . do Congresso Nacional.). além das normas regulamentadoras (sendo a principal a NR10) e os Regulamentos de instalações consumidoras. 4. envolvem fundamentalmente: redes de média e baixa tensão. bem como atendendo as normas da ABNT. 1/75 ou 1/50. NBR 14432: Exigências de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos de Edificações – Procedimento. telefone e circuito fechado de tevê.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. 4. . 1/500. da Assembléia Legislativa. Obs. etc. em formato A4.Plantas baixas: escala 1/100. subestações. . detalhando o máximo possível o objeto a ser contratado.Planta da Subestação: escala 1/25. . 35 . Devem constar no Memorial Descritivo: 4.Planta das redes externas: escala 1/50 ou 1/100.Entrada de energia. 1/100.2.Diagrama Unifilar: sem escala. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ELÉTRICO / TELEFONIA / CFTV / REDE LÓGICA / SPDA Os assuntos relativos à Engenharia Elétrica desenvolvidos no Setor de Projetos Elétricos e de Equipamentos. ELEMENTOS TÉCNICOS Os principais elementos técnicos a serem apresentados nos projetos elétricos são os seguintes: .5.1. . . sem especificação de marcas e modelos (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos Públicos – Lei 8.: o Anexo 1 apresenta diretrizes para os projetos elétricos atenderem a norma de acessibilidade.5. SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) e demais assuntos relativos à habilitação do Engenheiro Eletricista.5. NBR 7190: Projeto de Estruturas de Madeira.666/1983). sendo as principais a NBR5410 e a NBR13570.Carga a instalar.2. . NBR 6122 – Projeto e Execução de Fundações. a) PROJETO ELÉTRICO .Planta de Localização / Implantação. iluminação e tomadas. NBR 8036: Programação de Sondagens de Simples Reconhecimento dos Solos para Fundações de Edifícios. NBR 10067 – Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico.Instalações elétricas e telefônicas.: sites do catálogo da ABNT.2.

2 – Aterramento de proteção 6.1 – Caixas de PVC 9 – Serviços c) PROJETO DE REDE LÓGICA 1 – Apresentação 2 – Rede lógica 2. b) PROJETO DE SPDA (sistema de proteção contra descargas atmosféricas) 1 – Apresentação 2 – Características gerais 3 – Subsistema captor 4 – Subsistema de descidas 5 – Fixações e conexões 6 – Aterramento.4 – Ligação equipotencial 7 . Elaboração e Apresentação de Projetos .Serviços.Proteção . .Tomadas e Interruptores.Ventilador 2.Manual de Procedimentos. .Guia de Cabos 3. .1 – Aterramento do neutro 6. .Caixas de passgem e inspeção.Rack 2.Condutores 8 – Caixas de inspeção 8.DPS Dispositivo de proteção contra surto.5 .2 – Patch Panel 2.Alimentação.Disjuntor Diferencia Residual.Ventiladores de teto. .Sistema de emergência. .3 – Aterramento – pára-raio 6.Medição.Eletrodutos.Aterramentos .4 – Modem Padrão Ethernet 2.Pontos de telecomunicações . 6.PT 4 – JUMPER CORD RJ45/RJ45 4 Pares 5 – PATCH CORD RJ45/RJ45 4 Pares 6 – Serviços d) PROJETO DE CFTV 1 – Apresentação 36 . .Ligação Equipotencial . .6 . . .Condutores .Luminárias padrão SOP.1 .Centros de distribuição. .3 – Switch 2.

1 – Embutidos em alvenaria.2 – Aparentes no exterior do prédio 8.1.2 – Câmera externa fixa 3. Elaboração e Apresentação de Projetos 2 – Objetivo 3 – Definições de elementos 3.1 – Materiais 8.Entrada de energia 4.1 – Entrada de energia 2.2 – Caixas metálicas esmaltadas 9.4 – Subestação transformadora 3 – Medição 3. 8.1.3 – Para conexões entre dutos.3 – Postes 2.2 – Cabine de medição 4 – Alimentação do QGBT 7 – Caixas de passagem 5 – Aterramento 5.1. piso ou laje.3 – Time lapse 3.4 – Monitor de vídeo 3.1 – Câmera interna fixa 3.1 – Ligação equipotencial 6 – Condutores 8 – Observações gerais 9 – Serviços 37 .1.Condutores 8 .Manual de Procedimentos.3 – Câmera móvel 3.1.2 – Aterramento do neutro 7 .2.1 – Câmera 3. quando não forem nas caixas de passagem no piso.1.Eletrodutos 8.2 – Fixações e conexões 9 – Caixas 9.1 – Caixas de alvenaria 9. 10 – Serviços e) PROJETO DE SUBESTAÇÃO 1 – Apresentação 2 – Alimentação 2.2 – Transformador 2.1 – Aterramento 6.2 – DVR – Gravador de vídeo digital 3.1 – Tipos de medição 3.5 – Lentes 4 – Alimentação 4.2 – Alimentação do sistema de gravação digital e câmeras 5 – Cabeamento de sinal de vídeo 5.1 – Emendas e conexões 6 – Proteção geral 6.

4. NORMAS E REGULAMENTOS Obs. e os itens dos projetos elétricos / iluminação.5. As plantas do projeto arquitetônico devem ser mantidas apenas com as informações fundamentais (paredes. etc. NBR 7286: Cabos de potência isolação sólida estrutura de borracha etileno .). 38 . etc. pilares.Revestimento de zinco por imersão a quente – Especificação.Regulamento de Instalações Consumidoras – Baixa Tensão. etc. da Assembléia Legislativa. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. NBR 5598: Eletroduto rígido de aço-carbono. NBR 6232: Poste de madeira – Penetração e retenção de preservativo. NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão – Especificação. dimensões e características – Padronização. NBR 6591: Tubos de aço-carbono com estrutura de seção circular – Especificação. NBR 5361: Disjuntor de baixa tensão – Especificação.3. NBR 6248: Isoladores de porcelana tipo castanhas dimensões e características – Padronização. representados em linhas finas.2. NBR 6323: Aço ou ferro fundido . representados em penas mais grossas. com rosca ANSI/ASME – Especificação. NBR 7285: Cabos de potência com isolação sólida estrutura de polietileno termofixo para tensões até 0.Manual de Procedimentos. mais salientes que o projeto arquitetônico. utilizar as fontes oficiais (ex.5. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas formato DWG (Autocad). NBR 6148: Fios e cabos com isolação sólida estruturada de cloreto de polivinila para tensões até 750V sem cobertura – Especificação. NBR 6880: Condutores de cobre para cabos isolados – Padronização. do Congresso Nacional. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor. NBR 5624: Eletroduto rígido de aço-carbono.2. esquadrias.propileno (EPR) para tensões de 1 a 35kV – Especificações. com costura. Outras normas: NBR 5597: Eletroduto rígido de aço-carbono.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. Regulamentação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) Condições gerais de fornecimento de energia elétrica em vigência. NBR 6150: Eletroduto de PVC rígido – Especificação. com o plugin PROELÉTRICO. com revestimento protetor. NR 10: Segurança em instalações e serviços em eletricidade.). com revestimento protetor e rosca NBR 8133 – Especificação. NBR 6231: Poste de madeira – Resistência à flexão. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Os projetos elétricos devem ser realizados no software Autocad. com revestimento protetor. a) SIMBOLOGIA NBR 5444 – Símbolos Gráficos para instalações Elétricas.6/1kV sem cobertura Especificações.4. b) REDES DE BAIXA TENSÃO Principais normas e regulamentos: RIC. NBR 5419: Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas – Especificação. com rosca NBR 6414 – Especificação.: sites do catálogo da ABNT. NBR 6249: Isoladores de porcelana ou vidro tipo roldana.

NBR 7288: Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para tensões de 1 a 20kV – Especificações. NBR 5381: Disjuntor de baixa tensão – Especificações. NBR 8451: Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica –Especificação. NBR 8451: Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Especificação. NBR 6146: Invólucros de equipamentos elétricos Proteção Especificação. NBR 8457: Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica –Dimensões. com roscaANSI/ASMEB1. NBR 8453: Cruzeta de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Especificação. NBR 6979: Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até 36. NBR 5598: Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor. Outras normas: NBR 5433: Redes de distribuição aérea rural de energia elétrica Padronização.Especificação. Resolução 456 de 2000 da ANEEL . NBR 14306: Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de telecomunicações em edificações – Projeto.20. formatos. 39 . NBR IEC 60050: Instalações elétricas em edificações. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 7287: Cabos de potência com isolação sólida extrudada e polietileno reticulado (XLPE) para tensões de 1 a 35kV – Especificações. c) REDES DE MÉDIA TENSÃO Principais normas e regulamentos: RIC. dimensões e tolerâncias – Padronização. NBR 6251: Cabos de potência com isolação extrudada para tensões de 1 kV a 35 kV Requisitos Construtivos.Procedimento.Especificação.2 kV . com rosca NBR 6414.Regulamento de Instalações Consumidoras – Baixa Tensão. NBR 5463: Tarifas e mercado de energia elétrica Terminologia. NBR 8456: Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica. NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 8159: Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica. NBR 5419: Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. NBR 6150: Eletroduto de PVC rígido . NBR 7286: Cabos de potência com isolação extrudada de borracha etilenopropileno (EPR) para tensões de 1 kV a 35 Kv. NBR 5460: Sistemas elétricos de potência Terminologia.1.Especificação. NBR 7282: Dispositivos fusíveis tipo expulsão Especificação. NBR 5597: Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor.Especificações.Manual de Procedimentos. NBR 8456: Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica . NBR 8458: Cruzetas de madeira para redes de distribuição de energia elétrica . NBR 5413: Iluminância de interiores . NBR 5434: Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica Padronização.Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica.

f) SPDA (Sistema de proteção contra descargas atmosféricas) NR 10: Segurança em instalações e serviços em eletricidade. NBR 11301: Cálculo da capacidade de condução de corrente de cabos isolados emregime permanente (fator de carga 100%) Procedimento.2 kV. ABNT NBR 5123:1998: Relé fotelétrico e tomada para iluminação Especificação e método de ensaio. taking into account non-diabatic Heating. IEC 60038 International Electrotechnical Vocabulary Electrical installations of buildings. 13.8kV até 5MVA e 34. e) ILUMINAÇÃO ABNT: 5413 . NBR 14039: Instalações elétricas de média tensão de 1. transmissão e distribuição. ABNT NBR 10898: Sistema de iluminação de emergência. IEC-CISPR18-1 Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part 1: Description of phenomena.c.Iluminância de interiores.8kV até 3. NBR IEC 60050: Vocabulário eletrotécnico internacional Capítulo 826 : Instalações elétricas em edificações. IEC 60949 Calculation of thermally permissible short-circuit currents.5 ou 13.Manual de Procedimentos. NBR 10478: Cláusulas comuns a equipamentos elétricos de manobra de tensão nominal acima de 1 kV – Especificação.Diagramas unifilares e arranjos de subestações – Padronização. NBR13571: Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios – Especificação. Systems Part 0: Calculation of currents. ABNT NBR 13859: Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição. NBR 9511: Cabos elétricos Raios mínimos de curvatura para instalação e diâmetros mínimos de núcleos de carretéis para acondicionamento. 40 .0 kV a 36. ABNT NBR 13231: Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração. ABNT NBR 5419: Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas.5kV. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 8669: Dispositivos fusíveis limitadores de corrente Especificação. IEC-CISPR18-2 Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part 2: Methods of measurement and procedure for determining limits. ABNT NBR 11191: Subestações de distribuição tipo I-69-34. d) SUBESTAÇÕES ABNT NBR 15751: Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos. IEC 60909-0 Short-circuit currents in three-phase a.75MVA . IEC-CISPR18-3 Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part 3: Code of practice for minimizing the generation of radio noise.

Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

- Visita a empresas e universidades para levantamento de informações e definição da solução dos problemas; - Levantamento de valores de mercado para definir a viabilidade do conserto, ou optar pela compra do equipamento novo;

4.2.6. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE EQUIPAMENTOS
Os assuntos relativos à Engenharia Mecânica desenvolvidos no Setor de Projetos Elétricos e de Equipamentos envolvem fundamentalmente: climatização, ventilação, refrigeração, redes de vapor para caldeiras e boilers, equipamentos de transporte vertical e escadas rolantes, instalações de gás e demais assuntos relativos à habilitação do Engenheiro Mecânico. Dentro destes assuntos estão compreendidas as seguintes atividades: elaboração de relatórios, laudos, pareceres, memoriais descritivos, redimensionamentos, projetos, análises de projetos, acompanhamentos de execução e fiscalização de obras.

- Estudo de NBRs para definições de projetos; - Cálculos e argumentações técnicas sobre a escolha de equipamentos; - Elaboração de planta, nos formatos A0, A1, A2, A3 ou A4 com escala adequada à apresentação do projeto; - Elaboração de memorial descritivo, laudo, parecer, ou vistoria. Os projetos mecânicos, dependendo da solicitação do processo, podem ser compostos por um ou mais dos seguintes elementos técnicos: - Vistorias; - Laudos; - Pareceres; - Plantas de projetos com escala; - Análises de Projeto; - Memorial descritivo; - ART.

4.2.6.1. ORIENTAÇÕES GERAIS
Em geral, a sequência de tarefas realizadas para o atendimento aos processos é: - Leitura do processo e identificação da sua solicitação; - Visita ao local para a verificação da situação real da solicitação escrita no processo; - Documentação fotográfica completa do local durante a visita; - Identificação das pessoas envolvidas no assunto e presentes na visita, com nome, telefone e e-mail. - Coleta das informações da placa de identificação do(s) equipamento(s) existente(s), quando for o caso de substituição de equipamento(s); - Utilização de planta baixa do local objeto do projeto;

4.2.6.2. ELEMENTOS TÉCNICOS - Vistorias: Constatação através de inspeção visual de algo com o objetivo de manifestar o estado em que se encontra para que fique registrado; - Laudos: Relatório expositivo, fundamentado, elaborado por profissional habilitado, escrito, versando sobre conclusões técnicocientíficas relativamente a atos e fatos; -Pareceres: Opinião técnico-científica fundamentada;

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Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

- Plantas de projetos: Os desenhos devem ser realizados no software Autocad (DWG). A escala e o grau de detalhamento devem ser avaliados pelo projetista para a adequação do desenho às pranchas nos formatos A0, A1, A2, A3 ou A4. - Análises de Projetos: Verificação de projetos realizados por escritórios, empreiteiras e profissionais com o objetivo de avaliar o atendimento ao edital, memorial descritivo, normas e contrato da obra ou serviço. 4.2.6.3. MEMORIAL DESCRITIVO
O memorial descritivo deve ser feito no Word, em formato A4. Deve detalhar o máximo possível o objeto a ser contratado, atendendo sempre a lei 8666/1983 (Lei de licitações e contratos Públicos).

a) CLIMATIZAÇÃO E VENTILAÇÃO Principais normas: Portaria nº 3523, de 28 de agosto de 1998 - MINISTÉRIO DA SAÚDE; Resolução nº 9, de 16 de janeiro de 2003 – ANVISA; Instrução Normativa IBAMA Nº. 207, DE 19 de novembro de 2008. NBR 16401(partes 1, 2 e 3) – Instalações de ar Condicionado – Sistemas centrais e unitários; NR 17 – Ergonomia – Ministério do Trabalho e Emprego; NR 15 – Atividades Insalubres – Ministério do Trabalho e Emprego; Outras normas: NBR 7008: Chapas de aço-carbono zincada pelo processo contínuo de imersão a quente NBR 14679: Sistemas de condicionamento de ar e ventilação – Execução de serviços de higienização; NBR 10152: Níveis de ruído para conforto acústico – Procedimento; NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão; NBR 6111: Torres de resfriamento de água; NBR 9792: Torres de resfriamento de água – Teste para verificação do desempenho em torres de tiragem mecânica – Método de ensaio NBR 14518: Ventilação para Cozinhas Industriais; b) REFRIGERAÇÃO Principais normas: NBR 15828: Compressores para refrigeração — Apresentação dos dados de desempenho; NBR 15373: Resfriadores de ar para refrigeração.

4.2.6.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
Os projetos elétricos devem ser realizados no software Autocad. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas formato DWG (Autocad). As plantas do projeto arquitetônico devem ser mantidas apenas com as informações fundamentais (paredes, pilares, esquadrias, etc.), representados em linhas finas; e os itens dos projetos de equipamentos representados em penas mais grossas, mais salientes que o projeto arquitetônico.

4.2.6.5. NORMAS E REGULAMENTOS
Obs.: quando for necessário pesquisar legislações e normas, utilizar as fontes oficiais (ex.: sites do catálogo da ABNT, do Congresso Nacional, da Assembléia Legislativa, etc.), evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.

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Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

Outras normas: NBR 14666: Sistema de refrigeração com gás R134a – Determinação do resíduo interno – Método de ensaio NBR 7541: Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar-condicionado – Requisitos; NBR 15627(partes 1 e 2): Condensadores a ar remotos para refrigeração; NBR 11752: Materiais celulares de poliestireno para isolamento térmico na construção civil e refrigeração industrial; NBR 15371: Evaporadores tipo circulação forçada para refrigeração – Especificação, requisitos de desempenho e identificação; NBR 15372: Resfriadores de ar para refrigeração – Métodos de ensaio; NBR 15374 (partes 1 e 2): Equipamento de refrigeração monobloco para câmaras frigoríficas; c) EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTES VERTICAL E ESCADAS ROLANTES Principais normas: NBR 5666: Elevadores Elétricos; NBR 5665: Cálculo do tráfego nos elevadores; NBR NM 195: Escadas rolantes e esteiras rolantes – Requisitos de segurança para construção e instalação NBR NM 207: Elevadores elétricos de passageiros – Requisitos de segurança para construção e instalação. Outras normas: NBR 14712: Elevadores elétricos – Elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca – Requisitos de segurança para projeto, fabricação e instalação;

NBR12892: Elevadores unifamiliares ou de uso restrito à pessoa com mobilidade reduzida – Requisitos de segurança para construção e instalação; NBR 15597: Requisitos de segurança para a construção e instalação de elevadores – Elevadores existentes – Requisitos para melhoria da segurança dos elevadores elétricos de passageiros e elevadores elétricos de passageiros e cargas; NBR 10982: Elevadores elétricos – Dispositivos de operação e sinalização – Padronização; NBR 14364: Elevadores e escadas rolantes – Inspetores de elevadores e escadas rolantes – Qualificação; NBR 10083: Elevador de degrau sobre esteira – Procedimento NBR 10147: Escadas rolantes e esteiras rolantes – Inspeções e ensaios de aceitação, periódicos e de rotina; NBR 9050: Acessibilidade equipamentos urbanos; a edificações, mobiliário, espaços e

NBR 14020: Acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência física; NBR NM 196: Elevadores de passageiros e monta-cargas – Guias para carros e contrapesos – Perfil T; NBR NM 267: Elevadores hidráulicos de passageiros – Requisitos de segurança para construção e instalação; NBR NM 313: Elevadores de passageiros – Requisitos de segurança para construção e instalação – Requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas, incluindo pessoas com deficiência; d) CALDEIRAS E REDES DE VAPOR Principais normas: NR-13: Caldeiras e Vasos de Pressão - Ministério do Trabalho e Emprego; NBR ISO 16528 (partes 1 e 2) – Caldeiras e vasos de pressão.

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para trabalho em média e alta temperatura. sem costura para caldeiras e superaquecedores. NBR 6358: Tubos de aço carbono e aço liga com e sem costura para troca térmica (caldeiras. para caldeiras e superaquecedores de alta pressão. NBR 5596: Tubo de aço-carbono. sem costura para caldeiras e superaquecedores. NBR 12274: Inspeção em cilindros de aço. NBR 12177 (partes 1 e 2 ): Caldeiras estacionárias a vapor – Inspeção de segurança.Manual de Procedimentos. NBR 5595: Tubo de aço-carbono soldado por resistência elétrica para caldeiras. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor. Outras normas: NBR 5883: Solda branda. NBR 11906: Conexões roscadas e de engate rápido para postos de utilização dos sistemas centralizados de gases de uso medicinal sob baixa pressão – Especificação.: sites do catálogo da ABNT. NBR 15526: Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. soldado por resistência elétrica. Obs. superaquecedores e permutadores de calor – Especificação. sem costura. do Congresso Nacional. NBR IEC 60079-29-2: Atmosferas explosivas.). NBR 5592: Tubo de aço médio carbono. e) INSTALAÇÕES DE GÁS Principais normas: NBR 13932: Instalações internas de gás liquefeito de petróleo (GLP) – Projeto de execução. Parte 29-2: Detectores de gases – Seleção. NBR 5591: Tubo de aço-carbono para alta temperaturas requisitos adicionais ISO para aplicação em caldeiras. de classes 150 e 300. para caldeiras. NBR 5002: Chapas grossas de aço-carbono para caldeiras e outros vasos de pressão. com rosca NPT para tubulação. NBR ISO 4706: Cilindros de gás — Cilindros recarregáveis. utilizar as fontes oficiais (ex. trocadores e fornos) – Dimensões básicas. etc. instalação. para gases. da Assembléia Legislativa. com costura – Pressão de ensaio menor ou igual a 60 bar. NBR 5593: Tubos de aço-carbono-molibdênio. NBR 15903: Qualificação de pessoas no processo construtivo de edificações — Perfil profissional do instalador predial e de manutenção de tubulações de gás. NBR 12176: Cilindros para gases – Identificação do conteúdo. sem costura. NBR 13587: Estabelecimento assistencial de saúde – Concentrador de oxigênio para uso em sistema centralizado de oxigênio medicinal. 44 . de aço. utilização e manutenção de detectores para gases inflamáveis e oxigênio. Elaboração e Apresentação de Projetos Outras normas: NBR 11096: Caldeiras estacionárias aquotubulares e flamotubulares a vapor NBR 13203: Caldeiras estacionárias elétricas a vapor – Inspeção de segurança Terminologia. NBR 10252: Tubos de aço-liga ferríticos e austeníticos. NBR 6925: Conexão de ferro fundido maleável.

o técnico responsável pelo respectivo projeto complementar deverá ser comunicado para que se faça a alteração no Projeto Complementar. REVISÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS Após a elaboração de todos os Projetos Complementares desenvolvidos na DPC. 45 . procedendo-se após à nova compatibilização dos projetos por parte do arquiteto. Após a finalização desta fase. até que todos os projetos estejam perfeitamente harmozinados entre si. revisão e compatibilização geral de todo o projeto. o processo deve ser encaminhado à DOC para elaboração do orçamento. para que o arquiteto autor do projeto faça a conferência. Caso o arquiteto encontre interferências entre os projetos. o processo retornará para a Divisão de Projetos Arquitetônicos.Manual de Procedimentos. Elaboração e Apresentação de Projetos 4.3. ou projetos executados em desarmonia com o arquitetônico.

seguindo os materiais e técnicas especificados. e elaborará a planilha final do processo. no formato “Global”. No caso de projetos em parte desenvolvidos nas CROPs e que tenham tido algum projeto complementar elaborado pela DPC. O orçamento deverá ser feito por meio dos softwares Pleo-2 ou Pleo-3 (Franarin). de acordo com suas características e similitudes.Manual de Procedimentos. com quantitativos. . o processo será encaminhado à DOC.1. preços unitários de material e mão-de-obra e preços totais. Elaboração e Apresentação de Projetos 5. Quando houver dúvidas ou se observar falta de informações.Descrição. preços unitários de material e de mãode-obra. ELABORAÇÃO DOS ORÇAMENTOS 5. seguindo exatamento o mesmo padrão estabelecido para a DOC. nº e município) do estabelecimento objeto de intervenção. A planilha deverá contemplar alguns aspectos básicos em sua elaboração. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NA DOC Após a compatibilização de todos os projetos realizados na DPA e na DPC. devendo enquadrar-se na classificação abaixo: 46 . ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PLANILHAS DE ORÇAMENTO (PADRÃO PARA DOC E CROPs 5. para que se faça o esclarecimento ou a correção dos projetos. preços totais de material e de mão-de-obra. O orçamento dos elementos técnicos elaborados (projetos e respectivos memoriais descritivos ou especificações técnicas) deve ser apresentado em Planilha de Orçamento Global. preço total de cada item discriminado nos elementos técnicos e custo total do orçamento.2.3. quantidade. conforme segue: a) os serviços serão dispostos em grupos. 5. As planilhas de orçamento devem sempre conter os seguintes itens: .Data de elaboração da planilha. o arquiteto responsável pela compatibilização dos projetos deverá ser comunicado. para elaboração do orçamento da obra. unidade. a DOC incluirá na planilha já elaborada pela CROP os valores relativos e este último projeto. O orçamento deverá ser realizado de acordo com os Projetos Arquitetônico e Complementares e seus respectivos memoriais descritivos.Nome e endereço (logradouro. . ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NAS CROPs As CROPs deverão elaborar as planilhas de orçamento dos projetos de reforma e recuperação de sua autoria.

Cobertura . etc. Esquadrias de Madeira.Equipamentos .Instalações de CFTV .Dreno .Instalações Elétricas: .Torre de Reservatório: . etc.Esquadrias de Madeira . Esquadrias (Esquadrias de Ferro.Filtro Anaeróbio .Ramal de Ligação .Instalações Hidrossanitárias: .Muros .Alambrados .Supraestrutura .Projetos: . Esquadrias de Alumínio).Fossa Séptica . Elaboração e Apresentação de Projetos . .Ramal de Entrada .Ramal de Alimentação .Alambrado .Administração da Obra .Instalações Telefônicas e de Lógica .Pavimentação .Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI) . Rede de Esgoto Sanitário.Portões .Esquadrias: .Pavimentação externa .Muros de arrimo .Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) .Paredes e Painéis .Esgoto Pluvial: .Instalações de Climatização .Equipamentos sanitários .Esgoto Cloacal: .Reservatório de água fria .Paisagismo .Subestação .Cópias de documentos .Esquadrias de Ferro .Acessibilidade.Demolições ou Retiradas .Piso .Cercas .viga de Baldrame .Revestimentos .Fundações .Manual de Procedimentos.Serviços Finais.Pinturas . Saliente-se a necessidade de inclusão de subgrupos sempre que houver serviços de natureza diferenciada dentro do mesmo grupo.Reservatório de Incêndio . Rede de Esgoto Pluvial.Instalação da Obra .Instalações externas .Movimento de Terra .Esquadrias de Alumínio .Infraestrutura: .Vidros .Rede de Água Fria .Cobertura vegetal .Instalações de Gás .Drenagem .Implantação: . 47 .Ferragens para Esquadrias .Quadra: .).Impermeabilização .Sumidouro .Cópias de pranchas .Instalações internas . Drenagem. Exemplos: Instalações Hidrossanitárias (Rede de Água Fria.

Obras até R$ 21.00 m (6. deve ser informado o valor total orçado. .Encargos sociais: 175. Exemplos: rodapés. a saber.57% sobre os custos de mão-de-obra. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA DOC) Quando finalizado. o percentual do BDI e dos Encargos Sociais. bem como a desmontagem de galpões provisórios e a limpeza final da obra e limpezas específicas (equipamentos sanitários. galpão de obra. i) Não será aceita “verba” como unidade de quantificação. em meses. f) O grupo “Administração da Obra” será constituído por um único item. j) Os itens integrantes da planilha de orçamento que constarem no banco de composições do Pleo-2 ou Pleo-3 deverão obrigatoriamente apresentar os preços unitários indicados pelo referido software. os demais a constarem na planilha serão aqueles especificados nos elementos técnicos. em metros quadrados. entre outros.000. . conexões hidrossanitárias e elétricas. O mesmo será equivalente a 5. locação da obra.Manual de Procedimentos. em unidades.00: Isentas de placa. em formato PDF. Após.000. tubos. amontoamento.01 e R$ 150. 5. e) A placa de obra terá as seguintes dimensões: . quando houver projeto específico.000. ferragens para esquadrias. retirando-se os valores e deixando-se somente os quantitativos e suas respectivas unidades).Reformas COM ampliações: 25.000. o prazo de execução do serviço e o cronograma de desembolsos. k) Serão adotados os seguintes parâmetros na elaboração da planilha: . em metros cúbicos.Reformas: 30. “Honorários Básicos (Engenheiro + Mestre)”. lastros de brita e areais. Deve também ser armazenado na rede DPA01 (ver nomenclatura e caminho de pastas no Capítulo 3). 48 . ligações provisórias de água e de energia elétrica.Obras acima de R$ 150. quando forem em grade quantidade).00 m x 2. em metros. “Administração da Obra” e “Serviços Finais” são obrigatórios.00%. escavações. deve-se inserir a planilha de orçamento no sistema PGP. concreto. cobertura. h) O grupo “Serviços Finais” deverá contemplar toda a remoção de terra.Obras novas ou ampliações: 22. Elaboração e Apresentação de Projetos b) Os grupos “Instalação da Obra”. . aterros. válidos à época da elaboração da planilha. andaimes e placa de obra.00 m x 2.00 m²). c) Alguns elementos. . unidade sanitária.00 m²). d) No grupo “Instalação da Obra” deverão se previstos todos os elementos necessários à implantação da obra. por exemplo. revestimentos. excluído ele próprio deste somatório. soleiras. tais como: limpeza do terreno.00% do somatório dos preços globais de todos os grupos integrantes da planilha.00: 3. eletrodutos. o orçamento deverá ser apresentado em uma planilha impressa no tamanho A4 e anexada ao processo.Obras entre R$ 21. . pisos.BDI (Benefício e Despesas Indiretas): . alvenarias.00%. como quadras de esporte e torres de reservatórios. em dois formatos: arquivo PDF e planilha de Excel (a planilha do Excel deve ser “zerada”.4.00%. O quantitativo deste item corresponderá ao prazo de execução previsto para a obra. No ofício de encaminhamento. carga e transporte dos entulhos gerados pela obra.00 m (4. cercamento com tapumes.00: 2. devem constar como grupos na planilha de orçamento. g) Todos os itens devem ser quantificados.

No ofício de encaminhamento.Manual de Procedimentos. 49 . FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA CROPs) Quando finalizado. o prazo de execução do serviço e o cronograma de desembolsos. juntamente com os outros elementos técnicos do processo. Deve também ser inserido no sistema PGP. o orçamento deverá ser apresentado em uma planilha impressa no tamanho A4 e anexada ao processo. Elaboração e Apresentação de Projetos 5. o percentual do BDI e dos Encargos Sociais. deve ser informado o valor total orçado.5. em dois formatos: arquivo PDF e planilha de Excel (a planilha do Excel deve ser “zerada”. retirando-se os valores e deixando-se somente os quantitativos e suas respectivas unidades).

) que indiquem a numeração e a posição em que foram tiradas as diferentes fotos. Elaboração e Apresentação de Projetos informações necessárias para o atendimento no projeto das normas de acessibilidade. entretanto. ou enviados por email ao técnico que solicitou o levantamento. DPA e DPC. seguindo os padrões de graficação e nomenclatura especificados neste manual. os técnicos da DPA e/ou DPC serão os responsáveis pela realização dos levantamentos. com instruções para levantamentos. Devem também levar em conta as 50 . suas características e detalhes importantes a serem mostrados. no caso de prédios escolares). possibilitando a visualização. ou quando for necessário levantar situações específicas que não constem nos documentos citados. ELABORAÇÃO DE LEVANTAMENTOS para subsidiar projetos Quando requerido. informar ao técnico da CROP quando for necessário fazer o levantamento apenas de alguns elementos. etc. Se o levantamento for feito por técnico da CROP.Manual de Procedimentos. Os levantamentos cadastrais preferencialmente devem ser “passados a limpo” em formato digital (Datacad ou Autocad).2 LEVANTAMENTOS FOTOGRÁFICOS Deve ser feito levantamento fotográfico geral. devem servir de parâmetro na realização dos mesmos por parte dos técnicos das CROPs. de saídas de emergência.1 LEVANTAMENTOS CADASTRAIS Os levantamentos cadastrais devem conter as informações suficientes para que os técnicos da DPA e DPC elaborem os projetos arquitetônicos e complementares. das características do terreno e da área onde será feita a construção ou ampliação. Os levantamentos cadastrais devem ser impressos e anexados ao processo. A seu critério. Quando o projeto localizar-se em Porto Alegre. para poderem ser armazenados em formato digital. 6. constando a data do levantamento e o nome do técnico que fez o levantamento. O levantamento fotográfico deve ser formatado em folha A4. planta de implantação. bem como para atendimento de legislações específicas (por exemplo. As fotos devem estar em 6. bem como da tipologia dos prédios. os técnicos das CROPs deverão realizar levantamentos cadastrais e fotográficos para projetos localizados no interior do Estado. e de proteção contra incêndio. sempre respeitando as situações específicas dos prédios e dos processos em questão. impresso e anexado ao processo. pareceres do CEED. para subsidiar na elaboração dos projetos arquitetônicos e complementares pela DPA e pela DPC. constando data e o nome do técnico que fez o levantamento. Deve apresentar um ou mais desenhos de referência (plantas. Os Anexos 2 a 11 deste Manual. 6. os arquivos digitais sevem ser gravados em CD anexado ao processo. A critério do técnico da DPA ou DPC. nas fotos. estes técnicos também poderão fazer levantamentos no interior. O técnico da DPA ou DPC deve. Os Anexos 2 a 11 apresentam de forma genérica as informações que devem ser observadas nos levantamentos cadastrais. poderá ser enviada à CROP planta indicando situações específicas a serem fotografadas.

RELATÓRIO DE VISTORIA Após os levantamentos. O relatório de vistoria deve ser impresso e anexado ao processo. Quando o levantamento for realizado pela CROP.Manual de Procedimentos. constando a data e o nome do técnico que fez a vistoria. 51 . explicitando as condições do prédio e outras informações que o técnico jugar pertinentes ao processo. ou outros tipos de visitas técnicas. ou gravadas em CD anexado ao processo. 6.3. contar com legendas explicativas e seguir a numeração indicada no desenho de referência. deverá também ser realizado Relatório de Vistoria. O levantamento fotográfico formatado em tamanho A4 e os arquivos de fotos também devem ser depositados na pasta do projeto. na rede DPA01. as fotos em formato digital devem também ser enviadas por email ao técnico que requisitou o levantamento. O nome de cada arquivo de foto deve ser o número que consta no desenho de referência. Elaboração e Apresentação de Projetos dimensões adequadas à visualização quando impressas. ou ainda inseridas no PGP. de acordo com o estabelecido no capítulo 8.

suas medidas poderão ser alteradas. Recomenda-se prever que todas as pranchas de um mesmo projeto.1.Manual de Procedimentos. preenchidos conforme a figura 3. O arquivo Pranchas e Selos (ver capitulo 10) contém as pranchas nos formatos conforme ABNT: A4 (210x297mm). 7.2. A3 (297x420mm). PRANCHAS Os projetos devem ser apresentados em pranchas com o selo padrão da Secretaria. SELO PADRÃO Todas as pranchas dos projetos da SOP devem estar com o selo padrão desta Secretaria. Elaboração e Apresentação de Projetos 7. APRESENTAÇÃO DE PRANCHAS 7. tomar o cuidado de uma das dimensões não ser maior que 914 mm. tenham pelo menos a mesma altura. Para o melhor planejamento do layout da prancha. A1 (594x841mm) e A0 (841x1189mm). Figura 3: preenchimento do selo padrão 52 . devendo-se. se não puderem ter as mesmas dimensões. já formatadas de acordo com as diversas escalas de impressão e com o selo padrão. A2 (420x594mm). no entanto.

c) 22 será a sigla da FASE DE DESENVOLVIMENTO do projeto: Obs. constante na capa do processo. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“. PADRÕES DE NOMENCLATURA DE ARQUIVOS 8. Elaboração e Apresentação de Projetos b) 111 será a sigla da ATIVIDADE TÉCNICA desenvolvida. 8.1.: os projetos finalizados desenvolvidos pela SOP em geral configuram-se como Projeto Legal. LV LP LF PN EV EP Levantamentos. Condições Existentes Levantamento de Patologias Levantamento Fotográfico Programa de Necessidades Estudo de Viabilidade Estudo Preliminar 53 . de acordo com a seguinte convenção: ARQ REC PSG DEC CMV CNT CRO ACU TOP SDG EST PCI HID ELE SPD LMT MEC AUT EQP GER ORÇ Arquitetônico Recuperação ou Reforma (Arquitetônico) (CROPs) Paisagismo Interiores Comunicação Visual Projeto Cenotécnico Cronograma Projetos Especiais de Acústica Topografia Sondagem Estrutural PPCI Instalações Hidrossanitárias Instalações Elétricas Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas Luminotécnica Instalações Mecânicas Automação Predial Equipamentos Geral (pranchas com mais de uma atividade técnica) Orçamento 8. NOMENCLATURA E ARQUIVAMENTO DE PROJETOS E DOCUMENTOS Este sistema foi elaborado para que haja unidade na nomenclatura e arquivamento dos arquivos. Todos os arquivos que forem parte integrante dos processos de Obras Públicas devem seguir obrigatoriamente estes padrões.Manual de Procedimentos. NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA DPA E DPC A nomenclatura dos arquivos desenvolvidos na DPA e na DPC deve obedecer à seguinte composição: 000000-0000-00-0-111-22-333-444-5555 Onde: a) 000000-0000-00-0 será o número do expediente SPI.1.1.

Elaboração e Apresentação de Projetos AP PL PE AO DC ME ART ET CE CC LV LT RT AV Anteprojeto Projeto Legal Projeto Executivo Alterações de Obra Documentos Memorial Descritivo ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) Especificações Técnicas Caderno de Encargos Catálogo de Componentes Laudo de Vistoria Laudo Técnico Relatório Avaliação d) 333 será a sigla do tipo de DOCUMENTO TÉCNICO constante no arquivo: SIT LOC IMP PLA CRT ELV ELI DET AMP LAY MOD DEM CON EXI DIG SIN MOB FRR Situação Localização Implantação Planta Baixa Cortes Elevações Externas Elevações Internas Detalhamentos (em geral) Ampliação setorial Layout Perspectivas.Manual de Procedimentos. e) 444 será a sigla da LOCALIZAÇÃO DOS ELEMENTOS de Projeto: LOC BEM UNI 2SS Localização ou locação Embasamento Pavimento único 2° Subsolo 54 . desenhos em 3D Planta A Demolir Planta A Construir Existente Diagramas Sinalização Mobiliário Planta de Forro ILU ALM QUA PIL ARM BAS EST FOR SAP VIG LCP SPK EXT RES HDT GAS PRU MLT GER Planta de Iluminação Alarmes Quadro Elétrico Pilares Armação Base Estacas Formas Sapatas Vigas Locação e Cargas nos Pilares Sprinklers Extintores Reservatórios Hidrantes Gás GLP Completa (prancha única ou múltipla) Múltiplos Planos Geral Obs. poderá ser feita a diferenciação por números (por exemplo: CRT1 e CRT2). e não for possível diferenciar o nome do arquivo pela localização dos elementos (item 444 do nome do arquivo).: se houver duas ou mais pranchas com o mesmo tipo de documento técnico (item 333 do nome do arquivo).

dwg) diferente. Nome do arquivo: 002150-1900-04-0-ELE-PL-PLA-2SS-R000. em arquivo DataCAD (extensão aec).: os arquivos. etc.Manual de Procedimentos. 55 . Bloco 1 Bloco 2. Hidrossanitário f) 5555 será o código das revisões: R000 R001 R002 R003 R00N Sem revisão (primeiro projeto) 1ª Revisão 2ª Revisão 3ª Revisão N° Revisão EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO: Nome do arquivo: 002150-1900-04-0-ARQ-PL-PLA-TER-R003.aec significa: Escola Estadual Desidério Finamor – Arquitetônico – Projeto Legal – Planta Baixa – Térreo – 3ª revisão. devem manter o mesmo nome do arquivo original. A02. Superior Cobertura Telhado Ático Todos os Pavimentos Quadra Poliesportiva Coberta Quadra Poliesportiva Descoberta Laboratório de Informática Sanitários Vestiários Refeitório Esquadrias Caixa d´Água Barriletes Muros e arrimos Taludes Curvas de Nível Tubulação Vegetação Níveis Rampas Demolições Existente Transporte Vertical (elevadores) TRN COM FUN EQP PVT A01. em arquivo de Autocad.: pranchas de Datacad convertidas para Autocad e PDF).dwg significa: Escola Estadual Desidério Finamor – Elétrico – Projeto Legal – Planta Baixa – 2º subsolo – Sem revisão. quando convertidos para outros formatos (ex. Obs. Setor 1 Setor 2. tendo apenas a extensão (pdf. etc. Elaboração e Apresentação de Projetos 1SS TER MEZ TIP 01P 02P 03P BLC1 BLC2 SET1 SET2 SUP COB TEL ATC TPV QPC QPD LBI SNT VES REF ESQ CXA BAR MUR TAL CVA TUB VEG NIV RAM DEM EXI TVE 1° Subsolo Térreo Mezanino Pavimento-tipo 1° Pavimento 2° Pavimento 3° Pavimento. etc. Terreno Completo (para múltiplas localizações) Fundações Equipamentos Pavimentação Nomenclatura de Detalhes-Padrão Proj. etc.

e outros na DPA ou DPC.: os arquivos. NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO – PADRÃO PARA DOC Os arquivos finalizados da planilha de orçamento (em formatos PDF e XLS) devem ser nomeados da seguinte forma: PROC. em arquivo DataCAD (extensão aec).: pranchas de Datacad convertidas para Autocad e PDF).3.1. b) n°_CROP será escrito da seguinte forma: Exemplo: 25ª CROP ficará: 25_CROP c) 111. Elaboração e Apresentação de Projetos 8. 333. 444 e 5555 terão os mesmos códigos estabelecidos no item 8.aec significa: EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: Arquivo “PROC 2386-1900-10-2 ORÇ 11_0152” significa: Processo número 2386-1900/10-2 Orçamento de número 152 do ano de 2011 56 . constante na capa do processo.: 11=2011).1. 8. 0000-0000-00-0 ORÇ 11_2222 Onde: a) 000000-0000-00-0 será o número do expediente SPI. EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: Nome do arquivo: 002150-1900-04-0-22_CROP-REC-PL-DEM-TER-R000. dwg) diferente. quando convertidos para outros formatos (ex. A nomenclatura dos arquivos desenvolvidos nas CROPs deve portanto obedecer à seguinte composição: 000000-0000-00-0-n°_CROP-111-22-333-444-5555 Escola Estadual Desidério Finamor – arquivo elaborado na 22 ª CROP Recuperação ou Reforma – Projeto Legal – Planta “a Demolir” – Térreo – sem revisão. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“.1. Obs. constante na capa do processo. NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA CROPS A nomenclatura dos arquivos de documentos e projetos elaborados nas CROPs segue o mesmo padrão dos arquivos da DPA e DPC. devendo ter como diferenciação apenas a inclusão do n° da CROP no nome do arquivo. Onde: a) 0000-0000-00-0 é o número do processo.2. b) 11 será o ano da execução do orçamento (ex. conforme estabelecido no item 8. utilizando-se o número do expediente SPI. tendo apenas a extensão (pdf.1. 22. de acordo com o controle interno da Divisão de Orçamentos e Custos.1.1.Manual de Procedimentos. bem como para evitar a confusão no caso de processos que tenham alguns arquivos desenvolvidos nas CROPS. Esta diferenciação serve para que se identifique facilmente onde foi elaborado o arquivo (nas CROPs ou na DPA/DPC). c) 2222 será o número do orçamento realizado no ano. devem manter o mesmo nome do arquivo original. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“.

todas com os mesmos nomes de arquivo. Caso seja necessária qualquer alteração de projeto. NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO – PADRÃO PARA CROPS Os arquivos finalizados da planilha de orçamento (em formatos PDF e XLS) devem ser nomeados da seguinte forma: n°_CROP_PROC. É de responsabilidade única do técnico o correto arquivamento dos projetos no DPA01. As pranchas dos projetos complementares deverão ser arquivadas em formato DWG e também em formato PDF. Projetos que forem arquivados incorretamente serão imediatamente deletados do DPA01. PADRÕES DE NOMENCLATURA E ENDEREÇO DE PASTAS 8.4. DPC E DOC Após a finalização de cada projeto ou orçamento. ART e outros itens que se fizerem necessários). armazená-los em seu arquivo pessoal e deixar depositado na rede apenas os arquivos finais já reformulados. Elaboração e Apresentação de Projetos 8. devendo ser executado diretamente pelo técnico ou pelo acadêmico.2.: a diferenciação em relação ao padrão de nomenclatura estabelecido para a DOC serve especialmente para evitar a confusão no caso de algum processo ter parte orçada na CROP e parte na DOC. EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: Arquivo “25CROP_PROC 2386-1900-10-2” significa: Processo número 2386-1900/10-2. Deverão ser arquivados no DPA01 apenas os arquivos que fizerem parte do processo. 57 . constante na capa do processo. Onde: n°_CROP será escrito da seguinte forma: Exemplo: 25ª CROP ficará: 25_CROP 0000-0000-00-0 é o número do processo. o técnico deverá retirar os arquivos anteriores. Memorial Descritivo. retirando-se os valores e deixando-se somente os quantitativos e suas respectivas unidades). Obs. orçado pela 25ª CROP.1.2.1. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“. PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DA DPA. para continuação do projeto pela Divisão de Projetos Complementares. utilizando-se o número do expediente SPI. após o arquivamento. o técnico autor do mesmo deverá depositá-lo em arquivos eletrônicos na rede DPA01 (pranchas. Sempre que surgirem dúvidas quanto à correta forma de arquivamento o Coordenador deverá ser comunicado. As planilhas de orçamento devem ser armazenadas em arquivo PDF e planilha de Excel (a planilha do Excel deve ser “zerada”. Os memoriais descritivos e ART devem ser armazenados em formato PDF.Manual de Procedimentos. PDF e também em arquivos convertidos para formato DWG (Autocad). As pranchas dos projetos arquitetônicos deverão ser arquivadas em formato AEC (Datacad). com a sua fiscalização. independente do formato. 0000-0000-00-0 8.

8. . e o seguinte sistema de nomenclatura das mesmas: . Não será permitida outra forma de arquivamento na Rede.2. Dentro da pasta do tipo de Projeto (Arquitetônico. sem que seja necessário desgaste de tempo tentando descobrir o local onde esteja arquivado tal processo. Não deverá ser armazenado na Rede qualquer tipo de arquivo próprio ou acadêmico que não seja referente aos projetos em processo.). Estrutural. memorial descritivo.2. com a listagem de Municípios.2. o que será. PERMANÊNCIA DE ARQUIVOS NOS TERMINAIS INDIVIDUAIS A permanência de arquivos nos terminais individuais é de responsabilidade dos técnicos usuários dos mesmos.as pranchas em Autocad ficam na pasta “AUTOCAD”. Cada terminal deverá possuir na sua Rede apenas pastas com a denominação das Coordenadorias Regionais. neste caso. sendo armazenados na rede DPA01. listagem de escolas ou prédios dos projetos executados na SOP. Esta medida é para que todos possam ter acesso aos projetos em execução ou já executados. Elaboração e Apresentação de Projetos 8. .2.os levantamentos fotográficos ficam na pasta “FOTOS”.as pranchas em Datacad ficam na pasta “DATACAD”. 58 .3.1. não devendo ser compartilhada na Rede desta Secretaria. . Particularidades ou arquivos em desuso deverão ser mantidos na memória de cada terminal. de responsabilidade do técnico da Mapoteca. PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DAS CROPS NA REDE DE COMPUTADORES EM PORTO ALEGRE Os arquivos finalizados dos processos desenvolvidos pelas CROPs serão inseridos no PGP (em formato PDF) pelo técnico responsável da CROP.os PDFs das pranchas.) / N° DO PROCESSO / TIPO DE PROJETO Exemplo: Projeto Arquitetônico para Escola Estadual de Ensino Fundamental Freitas Valle Secretaria de Educação Município: Alegrete 10ª CROP Processo n° 37357-1900/04-0 Pastas ficam assim: Rede / DPA01 / CROPS / 10_CROP / ALEGRETE / SECRETARIA_EDUCACAO_SEDUC / EEEF_FREITAS_VALLE / 37357-1900-040 / ARQUITETÔNICO 8. com nomenclatura que identifique claramente o seu conteúdo. etc.outras sub-pastas podem ser criadas se for necessário. etc. Em Porto Alegre. ART e laudos de vistoria (todos em PDF) ficam na pasta principal. será feito o download dos arquivos. especificações técnicas.Manual de Procedimentos. ENDEREÇO E SUBDIVISÃO DAS PASTAS NA REDE DPA 01 Deverá ser utilizado o seguinte endereço de pastas na rede DPA01.1. Unidade de Saúde. Rede / DPA01 / CROPS / n° CROP / MUNICÍPIO / SECRETARIA / NOME DA INSTITUIÇÃO (Escola. devem ser criadas sub-pastas separando os arquivos: .

3. NOMENCLATURA DAS PASTAS As pastas devem ser nomeadas da seguinte forma: a) pastas com os números das CROPS: Exemplo: 25ª CROP Nome da pasta: 25_CROP e) as pastas com o tipo de projeto deverão seguir este padrão: . PADRÃO INTERNO DAS CROPS Cada CROP poderá criar o seu próprio padrão de armazenamento de arquivos. GRAVAÇÃO DO CD PARA MAPOTECA E LICITAÇÃO É de responsabilidade da Mapoteca a gravação de um CD com todos os arquivos inerentes ao processo. Unidade de Saúde. resguardando assim a integridade dos arquivos e a responsabilidade do técnico.3. 8. apenas suprimindo-se o número da CROP: MUNICÍPIO / SECRETARIA / NOME DA INSTITUIÇÃO (Escola. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“.SPDA .) devem ser escritas com as iniciais SEM separação por ponto ou underline. mas sugere-se um modelo semelhante ao da DPA/DPC/DOC. etc.1. Este CD será gravado após todos os projetos e orçamentos estarem executados e conferidos.2.) / N° DO PROCESSO / TIPO DE PROJETO c) as abreviaturas do nome da instituição (escola. P.PPCI . presídio.2. Jaques Nome da pasta: EEEF_ANTÔNIO_M_P_JAQUES d) as pastas com o número do processo devem ser nomeadas com o número do expediente SPI.MECÂNICO . constante na capa do processo.HIDROSSANITARIO . etc.ELÉTRICO . conforme estabelecido no item 8.ESTRUTURAL b) quando o nome da pasta for TEXTO.REFORMA (projetos desenvolvidos pelas CROPs) .5. 59 . Exemplo: Município de Porto Alegre Nome da pasta: PORTO_ALEGRE Exemplo : Secretaria da Educação Nome da pasta: SECRETARIA_EDUCAÇÃO .4. visto que este tipo de extensão de arquivo é somente leitura. Exemplo: Escola Estadual de Ensino Fundamental Antônio M.ARQUITETÔNICO (projetos em geral da DPA) . Exemplo: Processo n° 37357-1900/04-0 Nome da pasta: 37357-1900-04-0 8.2.Manual de Procedimentos.etc. as palavras devem ter letras maiúsculas e separadas por underline ( _ ).2. Todos os arquivos deverão ser na extensão PDF. Elaboração e Apresentação de Projetos 8.

e um índice com o número das folhas do processo em que estão os elementos técnicos que fazem parte do projeto. com números escritos por extenso. etc. o campo “Contratante” deve ser a SOP. presídio. Atentar para que no campo “Dimensão (m²)” seja colocada exatamente a mesma Área de Projeto indicada no selo das pranchas e no sistema PGP. Todos os arquivos de Word devem conter o cabeçalho padrão da SOP. Elaboração e Apresentação de Projetos Devem ser impressas e assinadas 05 vias da ART.: nome da escola.2. A ata de reunião deve ser redigida sem parágrafos ou alíneas.1. com verbo no tempo pretérito perfeito do indicativo e com verbo de elocução para registrar as diversas opiniões.Manual de Procedimentos. e as outras 04 vias entregues ao Setor Administrativo. OUTROS DOCUMENTOS INTEGRANTES DO PROCESSO Todos os demais documentos integrantes de um processo devem ser impressos em formato A4 e anexados ao processo. 9. cargo e nome da Instituição da qual fazem parte os integrantes da reunião.4. 9. 9. e as assinaturas das partes. FOLHA DE INFORMAÇÃO Este documento será anexado ao processo caso o técnico julgue necessário explicitar formalmente alguma informação relevante relativa ao processo ou ao andamento dele. 01 via será anexada ao processo. O campo “Data de Início” deve ser preenchido com a data em que o projeto foi finalizado. RELAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DO PROCESSO Deverá ser anexada ao processo quando da entrega do projeto. sem rasuras nem emendas.). e a data do campo “Prev. O campo “Proprietário” deve ser preenchido com o nome da Instituição para a qual se fez o projeto (ex.3. contendo os dados de identificação do mesmo. 9. Para todos os projetos deve ser preenchida a respectiva ART. ATA DE REUNIÃO Documento que registra resumidamente as deliberações e ocorrências de reuniões relativas ao processo. Deve conter os nomes completos. 9. Fim” deve ser de 60 dias após. ART No preenchimento da ART. sem abreviaturas. 60 .

sem a autorização do Coordenador da DPA ou DPC. para que este dê prosseguimento ao processo. DOCUMENTOS E ARQUIVOS PADRÃO Na pasta Rede / DPA01 / Configurações estão localizados os arquivos eletrônicos de referência citados neste manual. ENCAMINHAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Solicitado quando for necessário realizar levantamento topográfico.. 9. 10.7.Pranchas e Selos. deverá ser pedido pelo técnico da DPA junto à SMAM (para projetos em Porto Alegre) ou aos órgãos e Prefeituras do interior. etc. Elaboração e Apresentação de Projetos 9. . DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO PARA REMOÇÃO OU PODA VEGETAL Quando necessário. ENCAMINHAMENTO Após o projeto ser finalizado. Estes arquivos da rede DPA01 não podem ser editados. deverá ser anexado ao processo o ofício de Encaminhamento ao Coordenador.Estilos_Arq. 9. ou se o técnico desejar encaminhar o processo a outro setor.aec Arquivo de Datacad com padrões para graficação de projetos arquitetônicos: estilos de hachuras. para serem utilizados nos projetos. Pasta Rede / DPA01 / Configurações: . 61 .5. renomeados. Os arquivos devem ser copiados para o computador de cada técnico. símbolos gráficos. texto e outros. para evitar a alteração dos documentos padrão. devendo constar o tipo de informação a ser levantada.6.aec (Datacad) e Pranchas e Selos. em todas as escalas.Manual de Procedimentos.dwg (Autocad): Arquivos com formatos de pranchas e selo padrão em todas as escalas.

detalhamento das placas de sinalização.dpf .dimstyle . Elaboração e Apresentação de Projetos .Penas_Arq_esc-5-10.Legendas_PPCI.dimstyle . símbolos gráficos para identificação das placas de sinalização.dpf .dpf .aec Arquivo de Datacad com Planilha de quantitativos de esquadrias.Penas_Arq_esc-75.Cotas_100. em planta-baixa.dimstyle .doc .Cotas_10.Planilha Esquadrias.Cotas_200.Cotas_5.dimstyle . etc.Cotas_75.dimstyle .doc Sub-pasta Tábua de penas arquitetônico: Arquivos com padrões de tábuas de penas para o Datacad (projetos arquitetônicos): .dwg Arquivo com símbolos gráficos de equipamentos de proteção contra incêndio (extintores.dpf . para anexar a uma das pranchas do projeto arquitetônico. Sub-pasta Modelos de Documentos: .Cotas_500.Penas_Arq_esc-100-125.Penas_Arq_esc-20-25.Relação Documentação Técnica_modelo.dimstyle .Encaminhamento Remoção Vegetação_modelo.dimstyle .dimstyle 62 .dpf .doc .Manual de Procedimentos.dimstyle .Cotas_50.dimstyle .Cotas_125.Penas_Arq_esc-500. .dpf Sub-pasta Estilos de cotas arquitetônico: Arquivos com padrões de estilos de cotas para o Datacad (projetos arquitetônicos): .Encaminhamento Topografia_modelo.).Cotas_20.Cotas_25.aec e Legendas_PPCI.Penas_Arq_esc-200-250.Cotas_750. hidrantes.dimstyle .Penas_Arq_esc-50.dpf .doc .Encaminhamento_modelo. para utilização em planta-baixa. de acordo com a NBR 14100 (para projetos no interior) e LC 420 (para projetos em Porto Alegre).

O principal objetivo destas diretrizes é propiciar uniformidade de conceitos. Outras orientações. 63 . em todos os tipos de projeto (construção nova. foram colocadas de forma mais específica. c) prever boxe de estacionamento de veículos no interior do terreno. mobiliário. NBR 9050 – Acessibilidade a edificações. incluindo os espaços de convivência.296. propiciando ao projetista sugerir novas soluções. prevendo sanitários para PNE. O projeto não pode segregar qualquer indivíduo ou grupo de usuários. Esta orientação vida à elaboração de projetos de construções novas. independente de suas habilidades e limitações. sinalizando adequadamente os sanitários. PROJETO DE ACESSIBILIDADE O projeto de acessibilidade deve ter como principais diretrizes: a) permitir o acesso às dependências e equipamentos do prédio público. As normas de acessibilidade devem ser seguidas com rigor. As diretrizes foram tratadas de forma genérica. direcionando a sua execução. minimizando as situações de risco de acidente. d) criar ou reformar os sanitários destinados aos professores. da Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul. reforma ou ampliação). e deste até os demais blocos. alunos e alunas. funcionários. Principais normas de referência: NBR 13994 – Elevadores de Passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência. b) possibilitar o deslocamento autônomo dos pedestres desde o passeio público até o bloco principal.Manual de Procedimentos. g) garantir a segurança de todos os usuários do prédio público. f) atender às prescrições e exigências da NBR 9050/2004 e Código de Edificações municipal. quanto às dimensões mínimas e características dos componentes. conduzidos por PNE. LEVANTAMENTOS Ver documento “Anexo 3 . com especial atenção aos PNE. bem como o Parecer 14. parâmetros e procedimentos. 1. grau de concentração e linguagem dos usuários. porém. h) seguir rigorosamente as prescrições da NBR 9077/2001 quanto à saída de emergência em edifícios.862. de 02 de Dezembro de 2004. ampliações. conhecimento. escadas. estabelecem que todos os prédios públicos devem atender plenamente a legislação de acessibilidade. para que os projetos de acessibilidade das edificações públicas tenham representação uniforme e sigam os padrões estabelecidos pela Divisão de Projetos de Arquitetura da SOP. e adequação de edificações existentes à norma de acessibilidade. e) propiciar informações de fácil entendimento. eliminando as barreiras arquitetônicas. 2. Ressaltamos que o Decreto-Lei 5.Levantamentos – Projetos de Acessibilidade”. experiência. espaços e equipamentos urbanos. Sugere-se que os projetistas elaborem planilhas de check-list para conferir e complementar as informações antes da conclusão do projeto. independente das habilidades sensoriais. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 1: PROJETOS DE ACESSIBILIDADE DIRETRIZES Estas diretrizes foram desenvolvidas para orientar os responsáveis técnicos no desenvolvimento de projetos de acessibilidade arquitetônica e urbanística. rampas e demais componentes construtivos e dependências.

a demolir e a construir. 3.Representação dos pisos táteis de alerta e direcional em locais amplos e sem guia de balizamento. a demolir e existente.Sinalização podotátil de alerta. .Altura de interruptores. . Deverá constar no projeto legenda de paredes a construir. Mesmo sendo este um desenho de escala reduzida.01 tomada baixa (h= 50 cm) em cada sala. maçaneta de porta tipo alavanca. 3.1. deixando as mesmas para os detalhamentos e demais pranchas. telefones públicos e demais elementos suspensos.01. as intervenções deverão contemplar os componentes específicos. para atender esta diretriz. . O projeto deverá ter tantas pranchas quanto forem necessárias. .Localização de todos os elementos construídos e especificação funcional dos diversos espaços descobertos.1: Bens tombados. da NBR 9050.A implantação deverá ser desenhada com todas as barreiras e intervenções. até o interior do prédio. etc. por sala). 3. .1.Manual de Procedimentos. . Todos os detalhamentos devem ter seu posicionamento e numeração claramente identificados nas pranchas do projeto. Elaboração e Apresentação de Projetos i) quando se tratar de Patrimônio Histórico.Identificação de degraus isolados e desníveis. tomada baixa.Localização dos bebedouros.1. Atenção especial deve ser dada ao item 8. . Não é necessário colocar cotas. e demais componentes e equipamentos que necessitarem de referência. . IMPLANTAÇÃO (escala indicada: 1/100 < escala < 1/500) .Na implantação deverá constar os prédios existentes. .Codificação das portas das salas (Exemplo para Bloco 1: sala de aula 1.01.1. . . 3. REBAIXOS.Colocar sinalizador de entrada e saída de veículos junto aos portões específicos.Denominação codificada das dependências por bloco (prédio). 64 .Representação do pictograma na vaga. mostrando desde o passeio público e o espaço aberto do terreno. DETALHE DE CAMINHOS. atentar para que a localização das placas de sinalização e demais elementos que a NBR 9050/2004 exige fiquem em locais que não danifiquem nem agridam a edificação histórica.01. escadas. PLANTA BAIXA DE CADA BLOCO OU PRÉDIO (escala indicada: 1/50 < escala < 1/100) .Rebaixamento dos meio-fios nas esquinas e junto às faixas de segurança. sinalização tátil direcional e de alerta.3. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ARQUITETÔNICO Para que o projeto se torne acessível e de fácil compreensão devese separar as intervenções e componentes em pranchas distintas.).Codificação de componentes arquitetônicos (calçadas externas.Altura dos comandos das janelas (ao menos 01 comando dentro da faixa de altura admissível pela norma.1. REPRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES DAS PRANCHAS 3. . rampas e portões). ou informações específicas. .2. BOXES DE ESTACIONAMENTO PARA PNE (escala indicada: 1/50) Representação através de planta baixa: . escada 1. porta 1.

em placas de borracha para rampas e escadas internas e em placas cimentícias em rampas externas. 3.Barras de apoio junto à bacia sanitária e ao lavatório. .Sinalização tátil de alerta no início e término de escadas e rampas.Marcação da faixa de circulação ao lado da vaga. 65 . .Manual de Procedimentos.Plataforma(s) elevatória(s) ou inclinada. .Placa indicativa (planta baixa e corte transversal). . . . Nas escadas de alunos de educação infantil o corrimão deverá ser triplo).Sinalização tátil de alerta no piso.Indicação do sentido de subida.Indicação dos níveis no início.1.Guias de balizamento.Colocação de acessórios (saboneteira. Acrescentar guarda-corpo (h=1. 3.Colocação do poste com placa indicativa.7.Sinalização visual de degraus (20x3cm) em ambos os lados da escada (obs. .Guarda-corpos.6. DETALHE DOS SANITÁRIOS PNE (escala indicada: 1/25) Representação através de planta baixa e cortes/vistas internas: . . . término e patamares da rampa. . Elaboração e Apresentação de Projetos . quando houver desnível superior a 19cm (risco de queda). . papeleira e porta-toalha).05m).05m). comprimento e largura da rampa. DETALHE DE TODAS AS RAMPAS (escala indicada: 1/50 ou 1/25) Representação através de planta baixa e cortes . .Numeração de cada degrau. conforme NBR 9077. 3. conforme NBR 9077. . no início e término de escadas e rampas.Grelha pluvial em rampas externas. sinalização em braile e anel com textura contrastante. .Guarda-corpos e corrimões c/ sistema e pontos de fixação (montante ou suporte parafusado em parede).4.: em escolas o corrimão das escadas deve ser duplo. quando houver desnível superior a 19cm (risco de queda). DETALHE DE TODAS AS ESCADAS (escala indicada: 1/50 ou 1/25) Representação através de planta baixa e cortes .5.Portas com puxador horizontal e placas de sinalização internacional de acesso.1.Indicação do sentido de subida. corrimão duplo c/ sistema e pontos de fixação (montante ou suporte parafusado em parede). com guia de balizamento incorporada à estrutura do corrimão.Declividade do piso em porcentagem (preferencialmente adotar 8%). Acrescentar guarda-corpo (h=1. . 3. DETALHE DE COMPONENTES DE CIRCULAÇÃO VERTICAL (escala indicada: 1/25 < escala <1/50) Representação através de planta baixa e corte.Indicação dos níveis no início e término das escadas e nos patamares. . .1.1. em borracha para escadas e rampas internas e em placas cimentícias em escadas e rampas externas. sinalização em braile e anel com textura contrastante.Sinalização tátil de alerta para piso.

quando não existir janela para o exterior.Detalhe dos tubos dos guarda-corpos.90m. . . . 3. 4. . 5. .Indicar a substituição das grelhas que não atendam a NBR 9050.: essas são diretrizes gerais de desenhos a apresentar. .Sinalização visual e tátil de ambientes.Prever drenagem nas rampas em taludes. no interior do boxe de sanitário para PNE.50m. . deverão estar contemplados os pontos telefônicos.1. cabendo aos especialistas propor a solução mais eficiente e eficaz. PO e PMR).Placas de Sinalização em Braille nos corrimãos de rampas e escadas. .Detalhe dos pisos táteis para elementos suspensos. Dentro do projeto elétrico.Sinalização visual e tátil para escadas.Pictogramas.Sinalização visual de degraus.1. .Prever a inclusão de grelhas em locais das calçadas onde ocorra acúmulo de água pluvial (áreas pavimentadas.Detalhe das barras de apoio.Identificar os pontos próximos às escadas e rampas que carecem de iluminação elétrica. sem definir detalhes de vedação ou ancoragem perfis e espessuras. se necessário.Prever exaustor para ventilação dos sanitários PNE. bem como a tubulação e os pontos de entrada. . .Sinalização tátil nos batentes das portas.Prever um telefone público para PCR.Detalhe dos pisos táteis. .Prever ponto elétrico para bebedouro acessível. . poderão ser apresentados outros desenhos (ex. ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS . ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS .Todos os desenhos que irão gerar produtos de outras especialidades podem ser representados de forma mais esquemática. com interruptor na altura de 0.Anel com textura contrastante (em corrimãos).8. .Prever iluminação independente. Elaboração e Apresentação de Projetos 3.Manual de Procedimentos.Prever em cada sala pelo menos um ponto de tomada baixa na altura de 0. A critério do técnico. . 66 .Lugares em arquibancadas e auditórios (prever lugares para PCR. Dependendo da quantidade de usuários e o tipo de edificação deverá ser previsto aparelho telefônico com teclado para atender as pessoas com deficiência auditiva. DETALHE DAS SINALIZAÇÕES VISUAIS E TÁTEIS (escala indicada: 1/2 < escala < 1/10) Detalhamentos com especificações técnicas: .Detalhe de mesa acessível para PCR e lousa móvel. .: plantas a demolir / a construir) ou utilizadas outras escalas. DETALHES DIVERSOS (escala indicada: 1/10 < escala < 1/25) . Obs.9. a fim de esclarecer a proposta. passeios públicos e internos). . . .

assim como válvulas de descarga especiais para PNE.O projeto estrutural das escadas e rampas deverá considerar os revestimentos dos pisos adjacentes. . .00m.Quando houver necessidade de executar pilares isolados. 67 . quando embutidas.Indicar os pontos de água e esgoto para instalação dos bebedouros.Prever torneiras com acionamento do tipo alavanca.As tubulações de água dos sanitários.As juntas de dilatação deverão ser adequadas conforme item 6.Prever louças e bacias sanitárias que atendam as exigências da norma de acessibilidade. .5 da NBR 9050/2004.1.Prever nivelamento das tampas das caixas de inspeção com os pisos adjacentes. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ESTRUTURAL . .Manual de Procedimentos. Elaboração e Apresentação de Projetos . . . 6. .Quando houver necessidade de abrir vão em laje para instalação de plataforma elevatória o projeto deverá contemplar os reforços ou adequações necessárias para manter a estabilidade estrutural. deverão ser verticais a fim de evitar vazamentos quando forem instaladas as barras de apoio. os mesmos deverão ter as quinas chanfradas ou arredondadas até a altura de 2.

TERRENO E ESPAÇO ABERTO . SITUAÇÃO 2. taludes. faixas de travessia de pedestres. .Planta de situação do terreno no quarteirão com nomenclatura de ruas. ampliações e/ou reformas.número de salas de aula (no caso de escolas). grelhas.2. auxiliando na tomada de decisões do projeto. . 2. bocas-delobo.). e levantamento quantitativo do restante.3. pode ser necessário levantamento completo apenas de um setor. localização de árvores. 2.Indicação no terreno do local mais indicado para a ampliação solicitada.Marcação e descrição de vegetação de porte. e outros elementos importantes. árvores.Localização de elementos e equipamentos nas calçadas internas (postes. com as dimensões externas e amarrações aos limites do terreno (alinhamento predial) e entre si.número de bebedouros.Localização das construções existentes no terreno. Diretrizes do serviço: . hidrantes. postes e outros elementos importantes. especificar tipo de pavimentação das calçadas e ruas internas. rebaixos de meio-fio. . quando mais de um prédio. grelhas. placas de sinalização. contenção.Verificar se a área destinada à ampliação é de propriedade do Estado. em caso de escolas: alunos. placas de sinalização.Indicação da orientação solar.Manual de Procedimentos. professores. . lavatórios. . . postes.Passeios públicos: largura e tipo de pavimentação dos passeios públicos em frente ao terreno.1. (para definir quantidade de aparelhos sanitários e bebedouros). 2. LEVANTAMENTO QUANTITATIVO O levantamento quantitativo tem o objetivo de caracterizar os usuários permanentes. muros (alvenaria. funcionários. etc. identificados por blocos. n° de sanitários: com nº de vasos. . 68 . . hidrantes.4.Formato e dimensões do terreno.1.Representação de todos os componentes arquitetônicos do espaço aberto: calçadas externas. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 2: LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ARQUITETÔNICOS Os itens abaixo relacionados deverão constar das informações para execução de projetos novos. rampas (material. escadas. dimensão e inclinação). PLANTAS BAIXAS . 2. PASSEIOS E ENTORNO . tela. .4. mictórios. cerca. outros) e sua altura. 2. LEVANTAMENTO ARQUITETÔNICO Levantamento cadastral o mais completo possível das edificações e do terreno. Dependendo do caso. boca-de-lobo. . avenidas e estradas limítrofes do quarteirão (endereço completo).usuários freqüentes: por exemplo. DAS EDIFICAÇÕES EXISTENTES . portões.Indicação do acesso principal e secundários no terreno. 1.Planta-baixa ou croqui em escala dos prédios existentes.

ELEVAÇÕES . sentido do caimento das águas. . autoportante ou misto).Mobiliários e equipamentos. Ver documento “ANEXO 3. revestimento).Circulações (piso. . 2. .Escadas (base. material). . beirais ou platibandas. número de graus. paredes interna e externamente. tipo e sentido de abertura da esquadria). ponto mais alto da edificação (cumeeira / reservatório / chaminé). 3. . . bem como informações gerais de instalações elétricas e hidrossanitárias.Corrimãos e guarda-corpos (tipo. .. .Indicação de pilares e projeção de vigas. painéis). . pára-raios. larguras. mostrando níveis. . . 69 .3. madeira.Identificação real do uso dos ambientes. pé-direito.Demais informações necessárias. inclinação. inclinação.Em número suficiente para compreender a edificação.Níveis. o levantamento do pavimento térreo do prédio existente deverá ser total. LEVANTAMENTOS PARA PROJETOS DE ACESSIBILIDADE 2. desníveis). altura. CORTES . material.Material da edificação (alvenaria. altura e peitoril. peitoris. existência ou não de grades. parabólicas.4. . material.Tipologia estrutural (estruturado. patamares. ponto da cumeeira). altura.Esquadrias (dimensões: largura.Tipos de revestimentos (pisos.LEVANTAMENTOS – PROJETOS DE ACESSIBILIDADE”. cotas verticais.Elevações contendo as especificações dos materiais. forros). persianas. concreto. piso). etc. Todos os projetos devem atender à norma de acessibilidade. cortinas. existência de antenas. .Material e tipo da cobertura (tipo de telha.4.Rampas (largura. perfeitamente cotado. Elaboração e Apresentação de Projetos .Manual de Procedimentos. .2. Observação: quando a melhor situação para a ampliação do prédio for implantação em um segundo pavimento. altura do telhado. com indicação completa do mesmo.Cotas gerais e parciais.

afastamentos entre o início e término de rampas até as circulações. Recomenda-se a elaboração de checklists para conferir os dados. 1. inclusive itens que eventualmente não constem nestes documentos. .altura do assento da bacia. .1. espaçamento entre os elementos se o guardacorpo for vazado. Diretrizes do serviço: Desníveis: .localizar faixas de travessia de pedestres.identificar e medir todos os desníveis em rotas acessíveis.largura das rampas. .conferir declividade existente. largura da porta. Calçadas: . 70 ..rebaixos de meio-fio: medir largura e inclinação. LEVANTAMENTO Para a elaboração do projeto de acessibilidade o levantamento da situação atual da edificação (“as built”) é fundamental para propor intervenções. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 3: LEVANTAMENTOS . . .PROJETOS DE ACESSIBILIDADE 1.Manual de Procedimentos. .medir largura. .conferir corrimão: diâmetro e alturas do corrimão. Pisos: .identificar se pisos são regulares. Escadas: . .tipo de torneiras.dimensões boxes para bacias sanitárias comuns. antiderrapantes e se não provocam trepidação em cadeiras de rodas. O técnico responsável pela vistoria deverá levantar todas as questões pertinentes ao projeto de acessibilidade. Os itens de levantamento neste documento estão tratados de forma resumida.conferir corrimão: diâmetro e alturas do corrimão.tubos de queda pluvial. Sanitários: . Rampas: .altura da borda superior e altura livre inferior do lavatório. LEVANTAMENTO DIMENSIONAL E QUALITATIVO O levantamento dimensional e qualitativo da situação existente exige conhecimento prévio daquilo que irá ser proposto no projeto.guarda-corpo: altura. .conferir altura e base dos degraus e dimensão longitudinal do patamar. .conferir projeção do bocel ou espelho inclinado.medir desnível entre pavimentos (caso tenha mais de um pavimento). . quantitativas e qualitativas.1. .medir se há espaço para áreas de transferência e área de aproximação aos equipamentos. Circulações: . Deverá ser feito o diagnóstico levantando situações dimensionais.1. . .largura das escadas.conferir se espelhos são vazados ou não.medir largura. RELATÓRIO TÉCNICO (DIAGNÓSTICO) 1. .

em caso especial. . professores.1. . altura e tipo de maçaneta. . posicionamento de hidrantes. . Outros itens: . As fotos deverão ilustrar as características do terreno e dos prédios existentes. e demais componentes fixos e permanentes.medir os vãos das portas. arquibancadas e refeitórios (para definir nº destinado aos PNE) 1.telefones públicos (para PCR e.3.60m e 2.medir altura dos comandos de pelo menos uma janela por sala. LEVANTAMENTO QUANTITATIVO O levantamento quantitativo tem o objetivo de caracterizar os usuários permanentes.salas de aula (para definir nº de mesas e lousas acessíveis) . altura e altura livre inferior. LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO Deverá ser realizado levantamento fotográfico.o redesenho do projeto da situação existente deverá demonstrar as saliências de pilares.E. .localizar objetos suspensos entre 0.localizar e testar o funcionamento de todos os equipamentos destinados às pessoas com restrições.2.1.mesas (para definir nº de mesas acessíveis para PCR) . extintores. 1. auxiliando na tomada de decisões do projeto.N. Diretrizes do serviço: .localizar grelhas pluviais que não atendam a NBR 9050. para PDA (pessoa com deficiência auditiva) 71 .conferir espaço para transposição das portas por P. com volume maior na parte superior que na base. elementos suspensos.Balcões de atendimento: medir extensão. . Equipamentos e componentes: .10m de altura. Elaboração e Apresentação de Projetos Esquadrias: .Manual de Procedimentos. (para definir quantidade de aparelhos sanitários e bebedouros) . além de todas as barreiras arquitetônicas.usuários freqüentes: alunos. localizar tampas de caixas de inspeção que não estejam niveladas com o piso adjacente. funcionários.lugares em auditório. (espaços entre portas e paredes ou obstáculos perpendiculares à porta).

dimensões (altura). – Localização e dimensões da Fossa Séptica. 2. casa de gás. – Posição do hidrômetro em relação ao alinhamento. 5. ESGOTO SANITÁRIO – Localização de Rede Pública cloacal (se houver). – Informação sobre o Lençol Freático. – Pontos de consumo – tipo de equipamento.Manual de Procedimentos. – Croquis do Ramal Predial existente. dimensões e capacidade do Poço da Escola. – Tipo de Solo (caso seja conhecido). – Cotas de fundo das bocas de lobo. dimensões (altura) e material. capacidade. ÁGUA FRIA – Localização da Rede Pública (se houver). – Sentido da rede de esgoto pluvial pública. ou pontos de gás. 72 . capacidade e material. – Nº de Reservatórios – Croquis deste esquema e capacidades. dados fornecidos pelos Departamento Municipal de Esgoto Pluvial. Amarrar cotas em relação a prédios e divisas). 4. – Cotas de nível. Filtro Anaeróbio e Sumidouro (vala de infiltração). Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 4: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS E DE GLP 1. INSTALAÇÃO DE GLP – Localização e dimensões da central de gás. localização. – Reservatório no corpo do prédio: Localização. – Localização das Caixas de Inspeção Cloacais existentes. – Localização. – Posição de Caixas de Inspeção Pluvial e Caixas de Areia existentes. – Indicar cotas de nível para todos os itens acima. – Nº de Pontos abastecidos por cada Reservatório. – Profundidade da Rede Pública e Diâmetro da Canalização. – Informação se for Caixa de Descarga ou Válvula de Descarga. – Indicar fluxo das águas pluviais. –Reservatório (Castelo d’água) – Localização. ESGOTO PLUVIAL – Localização da rede pública pluvial (se houver). Amarrar cotas em relação a divisas e prédios. – Indicar Fluxo do esgoto cloacal. DRENAGEM – Indicar se existe ou não Rede Pública Pluvial. – Bomba – Capacidade do Motor. – Indicar cotas de nível para todos os itens acima. – Ramal de abastecimento. 3. – Capacidade e quantidade de botijões.

... neutro e terra............ Xerox. Descrever toda a carga instalada nos prédios existentes. Localizar cada ponto de consumo de energia....... ...Localização dos Quadros de Energia..... LEVANTAMENTOS CADASTRAIS Elaborar CROQUIS e/ou plantas baixas das edificações. Disjuntor geral da medição: ......... aquecedores.... localização dos reservatórios....... DADOS DA MEDIÇÃO Fornecimento: Monofásica.. Nome da concessionária que fornece energia: ..... e definir se é monopolar... 2º CASO: Novos projetos de instalações elétricas.. 5.. Se existe QGBT....... As cargas deverão ser relacionadas nos quadros de cargas a serem apresentados nas plantas baixas dos prédios.........Identificar o tamanho do quadro (QGBT).............. Apresentar todas as plantas baixas arquitetônicas..... aparelhos de ar-condicionado.......Localização dos postes da Concessionária local em via pública..... 2............ QGBT Existe Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT)? Sim ou Não. Trifásica..... ......... DADOS GERAIS Alta Tensão: 23 KV ou 13....8 KV Baixa Tensão: 380/220V........ . bipolar e/ou tripolar).... chuveiro elétrico.... .. etc................ Nota: É o quadro que abriga as proteções de cada bloco e/ou centro de Distribuição.... com as seguintes informações: ..... 3........ ............. TIPO DE OBRA 1º CASO: A obra é uma ampliação... 220/127V ou ............Manual de Procedimentos.........Localização do Painel de Medição. ....Localização em planta baixa. Indicar número da Instalação (ver na conta de luz): ...Plantas de cobertura (caimento...Quantos espaços de reserva existem..Identificar se as redes de ligação dos prédios da escola são redes aéreas e/ou subterrâneas.../............. Prédio possui subestação? Não Sim......)... informar os seguintes itens: . Condições da medição: .. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 5: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 1... que potência? ..... identificando-os (computador........ .. Bifásica. 73 .... definindo se existem barramentos para fases....Localização da entrada de energia..Indicar rede lógica na planta/croqui..........Disjuntores existentes (Amperagem....... em escala ou cotadas (peça por peça).. 4..... ......... antenas e demais elementos que se localizem acima da cobertura). .............. exceto iluminação.

Colina Pouco Densa.Manual de Procedimentos.Altura dos prédios.Se possível incluir fotos: cobertura e acessórios instalados acima. .Localização da Estrutura: Isolada. .Plantas baixas arquitetônicas completas. DADOS PARA PROJETO DE PÁRA-RAIO (SPDA) . Elaboração e Apresentação de Projetos 6. 74 . Rebaixo.Relevo do local: Plano. . . Bastante Edificada.

).Área total. ÁREAS . 75 . pórtico (material e dimensões) grades. CIRCULAÇÕES . norte. . .Nomes das ruas de contorno da quadra. . postes. bancos.Área de cada pavimento.. outros). autoportante ou misto). contenção.Altura da cumeeira e inclinação (aproximado). . . Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 6: LEVANTAMENTOS – PPCI 1.Altura até o último pavimento utilizado (terraços também são considerados). . . árvores. . tipo de pavimentação. registro de passeio.Verificação do tipo (enclausurada.Existência de antenas..Altura dos peitoris (de janelas da fachada principal ou de fachadas voltadas para afastamentos laterais). outros elementos.Dimensões (largura e comprimento) dos lances e patamares. rebaixo de meio-fio.No terreno: pavimentação.Piso.Marcar em planta o uso de cada ambiente e área. pára-raios. taludes ou qualquer objeto que impeça ou dificulte o acesso do caminhão de bombeiros à escola. EDIFICAÇÃO 2. em “U”. . metálica.2.Altura do pé direito das dependências e das salas de aula. 2.Largura dos corredores. madeira. 2.Desníveis.No passeio: largura.3.Tipo de cobertura (fibrocimento. painéis). barro.Área do maior pavimento. LOCALIZAÇÃO DO TERRENO . protegida. ESCADAS/RAMPAS . .Dimensões de cada sala (largura e comprimento).1. 2.Material (alvenaria.6. tela. aberta. concreto. .5.Dimensões do terreno e amarrações dos prédios ao terreno e entre si.. . cerca. 2. Altura e largura dos degraus. 2. em leque.Número de pavimentos. COBERTURA .Número. altura do muro. . ALTURAS . .. . árvores. .Tipo (estruturado.).4. muros (alvenaria. laje. . .Sentido do caimento das águas do telhado.Manual de Procedimentos. ESTRUTURA . . parabólicas. 2.Ponto mais alto da edificação (cumeeira/ reservatório/chaminé).

Existência de portas corta fogo e suas dimensões caso existam..Existência de aberturas para ventilação nas escadas. .Barra anti-pânico (aglomeração de público.Dimensões das portas de saída dos prédios. material.Revestimento do piso. Obs. . definindo se existem barramentos para fase. RESERVATÓRIOS . amianto. 2.Quantidade e peso dos botijões. ginásios. metálico. painel de medição. . altura. ABERTURAS (portas e janelas) .Identificar se as redes de ligação dos prédios são redes aéreas e/ou subterrâneas e indicar na planta de cobertura os equipamentos possíveis instalados nesta.8. etc.Dimensões de janelas na fachada principal ou voltadas para afastamentos laterais (saída alternativa). .). . . concreto. .Sentido da abertura das portas. bipolar e/ou tripolar.Inclinação das rampas.Identificar o tamanho do quadro (QGBT)..Manual de Procedimentos. .). .Tipo de esquadria (báscula. .Material.Tipo de reservatório (fibra. Elaboração e Apresentação de Projetos .Localização e dimensões. INSTALAÇÃO DE GÁS .Central de gás ou instalação individual. 2.Alimentação direta ou indireta. .Corrimão: tipo... . postes da concessionária local em via pública.. 2. sua distância e se o ralo é sifonado. 2. amperagem do disjuntor geral e definição se é monopolar.).Existência de reserva de incêndio. . . .Revestimentos das paredes (principalmente nas rotas de saída de emergência).: Caso existam portas próximas das escadarias.7. eixo vertical/horizontal.Informar se existe QGBT. . . . .Capacidade Superior.Existência de grades. quadros de energia distribuídos nos prédios.11. 2. neutro e terra. qual a sua localização.9. medição. REVESTIMENTOS .Capacidade Inferior. .Localização da entrada de energia. 76 . .10.Tipo de piso utilizado no interior do prédio.Verificar a existência de ralos próximos a central ou instalação de gás. INSTALAÇÃO ELÉTRICA . verificar se o giro da porta não invade a área de circulação da escada. (observar se existem dos dois lados).. . como antenas.Localização.

Verificar se há algum reforma ou processo em andamento.Verificar se nos prédios existe algum tipo de material ou cadastro referente à prevenção de incêndio. Elaboração e Apresentação de Projetos 3. DISPOSITIVOS DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO . sinalização de proibido fumar. saída alternativa.Verificar existência de extintores. iluminação de emergência. 4. . sprinklers.Manual de Procedimentos.. hidrantes. alarmes.. sinalização de saída. OBSERVAÇÕES . (locar em planta). 77 .

.......................................................................................................03 Equip... 78 ..... OBSERVAÇÕES GERAIS ................................................................... 3..................... .Manual de Procedimentos................................................................................... 2.............................................................................................................................................................. Quantidade de equipamentos elétricos existentes no ambiente: ....................................................................................04 Mostrando os equipamentos e todas as informações relevantes............................. ........................................ PLANTA OU CROQUI Apresentar planta-baixa ou croqui do prédio................... ............ Utilização da construção: Escritórios Museu Saúde Tipo do(s) equipamento(s): Parede Mini-split Self-contained Chiller Outros: ......................... ................................................................................................ ..................................................................................................................... ......................................... DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA Dados da placa de identificação do(s) equipamento(s): Informações: Número de série Capacidade de refrigeração Data de fabricação Potência elétrica Fabricante Modelo Voltagem Equip.................. DADOS A SEREM FORNECIDOS Tipo de sistema: Unitário Central Área do ambiente climatizado: ........... Quantidade de pessoas que ocupam o ambiente: ............... 02 Equip......................................... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 7: LEVANTAMENTOS CLIMATIZAÇÃO 1................. indicando a orientação solar............................................................................................................. 01 Equip................................. 4............... Área das paredes e sua orientação solar: ........................................................................................... ............... Área das janelas envidraçadas e sua orientação solar: ...............

...................................................... DADOS A SEREM FORNECIDOS Tipo de câmara fria: Resfriados Congelados Dados da placa de identificação da unidade evaporadora (interna): Informações: Número de série Capacidade de refrigeração Data de fabricação Potência elétrica Fabricante Modelo Voltagem Equip.....................................................04 Tipo de produto(s) armazenado(s): ........................... Temperatura de evaporação: .......................................................................03 Equip....... 02 Equip. Gás refrigerante utilizado pelo compressor: ..................................................................................................................... 01 Equip.....................................Manual de Procedimentos................................. .................... Dimensões da câmara frigorífica: ...................... .................................................................. com a posição da unidade condensadora (externa) e evaporadora (interna)............................................. DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA Mostrando os equipamentos e todas as informações relevantes.................................. 01 Equip.........................................................04 2.... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 8: LEVANTAMENTOS REFRIGERAÇÃO 1... 02 Equip.................................................................................................................................... Dados da placa de identificação da unidade condensadora (externa): Informações: Número de série Capacidade de refrigeração Data de fabricação Potência elétrica Fabricante Modelo Voltagem Equip.................................. ............................................ Temperatura interna da câmara: ............... 3............ 79 ................ .............. PLANTA OU CROQUI Apresentar planta-baixa ou croqui.......03 Equip.......................................................................

..................................... ............................ ................................ Elaboração e Apresentação de Projetos 4.................................................... ................................................Manual de Procedimentos.................................................................................................................. ..................................................... ....................................................................................................... 80 ................................................................. OBSERVAÇÕES GERAIS ..................................................................... ..................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... .....

...Capacidade de produção com água a 80°C (kg/h): ........................................................................................ .................................. ..... .............................Pressão de Teste Hidrostático (kgf/cm²): ..... .....Tensão (Volts): ..........................................................................Categoria (Letra): ...................................................................Custo mensal (R$/mês): .................................................... ......... ............Modelo: .......Natureza do Vapor: ............Combustível: GLP GN Lenha Diesel ............ Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 9: LEVANTAMENTOS – CALDEIRA GERADORA DE VAPOR 1.................................................................................. ..................... ..............Registro nº: ................................................. INFORMAÇÕES DE CALDEIRA GERADORA DE VAPOR (dados de placa do fabricante) .......Consumo (m³/mês ou litros/mês): ..................................................................Tipo de construção: Aquatubular Flamotubular Horizontal Vertical ................Pressão Máxima de Trabalho Admitida (kgf/cm²): ........ ...Manual de Procedimentos..........................................................Capacidade Térmica (kcal/h): ...............Ano de Fabricação: ............ ............... ...................................................................................... 81 ...................................... .................PMTA .........Superfície de Aquecimento (m²): ............................................. ..........................................................Capacidade de produção com água a 20°C (kg/h): .......... .........................Código de Projeto: ........Fabricante: ................................................................................................... .........................

................................................Tipo de elevador: Monta-carga Elevadores de passageiros PNE Dados do elevador Fabricante Modelo Capacidade (pessoas / carga) Velocidade Percurso total Dimensões internas da caixa de corrida Profundidade do poço Espaço livre superior Equip............... .................................... Automático coletivo Aut.......... INFORMAÇÕES DO(S) ELEVADOR(ES) ........................................................................................... .................Verificar se há ART de manutenção emitida por profissional habilitado: ............................................... .........Manual de Procedimentos...... ............................. coletivo seletivo descida Aut...................................................................... ...... caixa de corrida: ....... 02 Equip.................................................................. 82 .................................CC Tipos de comandos: ....................................Verificar estado geral do equipamento: ......................................................................................................................................................................Verificar qual é a empresa responsável pela manutenção do equipamento: ................... coletivo seletivo desc.03 Equip................................................ Número de paradas Tipo de porta: abertura lateral / central Tensão de trabalho ........ Tipo de acionamento: CA(1V) – CA(2V) – VVVF ................Verificar situação da casa de máquinas.................Fluxo estimado de pessoas no prédio: ...................... poço...... 01 Equip.............................................../subida Em grupo .........................................................................................................................04 ... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 10: LEVANTAMENTOS – ELEVADORES 1.............

............................ OBSERVAÇÕES GERAIS ...................................................................................... ..................................................... 3.............................................................................................................................................................................................. 83 .................................... ................................................................................................................. DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA Mostrando os equipamentos e todas as informações relevantes... ............................................................................... ........... Elaboração e Apresentação de Projetos 2.......................................................................................................................................................................................... .... ....................................................................................................................................................Manual de Procedimentos........... .................

.. ........ LOCALIZAÇÃO DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO Apresentar planta-baixa ou croqui....Vaporização: Natural Forçada ............Manual de Procedimentos...Quantidade de recipientes: ...............Empresa fornecedora do produto: .................. ...... com a posição da Estação de Armazenamento de GLP..........Localização do(s) recipiente(s): Superfície Enterrado (subterrâneo) Aterrado Portátil Sobre rodas 2.. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 11: LEVANTAMENTOS – ESTAÇÃO DE GLP 1...................Tipo de manuseio: Transportável Estacionário ....Posição do recipiente: Vertical Horizontal 84 ....Periodicidade de abastecimento: Semanal Quinzenal Mensal ......Formato do recipiente: Cilíndrico Esférico ... INFORMAÇÕES DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO DE GLP ..Tipo de abastecimento No local Trocável .....Tipos de extintores contra incêndio .. .......Tipo de recipientes: P13 P45 P90 P125 P190 P500 P500V ......................

F. art.art.art.: Código CDC: Código de Defesa do Consumidor CTB: Código de Trânsito Brasileiro DEC. 40 § 2° ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ART): OBRIGAÇÃO: .LRF (101/00) .LEI 8.: Regimento RES.666/93 .666/93 .art. 113 AUDITORIA OPERACIONAL: .70 AUDITORIA OU INSPEÇÕES: .art.LEI 6.LEI 8.LEI 8. .LEI 8.RESOLUÇÃO TCE/RS nº382/2001 .art. 86 AUDIÊNCIA: .art. 113 . LEGISLAÇÕES ACESSO A INFORMAÇÕES E DOCUMENTOS: .art.VER LEGISLAÇÃO MUNICIPAL ANEXOS DO EDITAL: .C.LEI 8.art.art.F. 57.LEI 8.REGIMENTO INTERNO TCE/RS . § 4° 2. LISTA DE SIGLAS C.F. 138 e § 2° 85 . 36 .ESTATUTO DA CIDADE: LEI 10.art.: Lei Complementar L.art.art. 1° e 2° . 243/03 . 26 SANÇÕES: . 5° .art.F. 86 PRORROGAÇÃO: .Manual de Procedimentos.666/93 .C. ún.LEI 8.LEI 8.666/93 .C.C. 8° par.496/77 . I e VIII . 138.F.257/01 .: Lei de Responsabilidade Fiscal PORT.16. N° 425/98 DO CONFEA ATRASO NA EXECUÇÃO DA OBRA: RETARDAMENTO: .666/93 . 2° ALVARÁ PARA CONSTRUIR: .666/93 .: Constituição Federal CÓD. MULTA: .RES.L.R. 139 ACRÉSCIMOS OU SUPRESSÕES EM OBRAS OU SERVIÇO: . .art. LEI: Decreto-Lei L.429/92 . § 1°. § 1° a 8° AGENTE PÚBLICO: -LEI 8. 30. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 12: FUNDAMENTAÇÕES LEGAIS – LEGISLAÇÕES REFERENTES A OBRAS 1. IV AUMENTO DE DESPESA x OBRAS: .art.art. 65.C. 71.666/93 .666/93 .: Portaria REG.666/93 .art. .art.art. 2° PUBLICAÇÃO: .: Resolução .LEI 8.

art.NBR 8951/85 E NB 899 AVALIAÇÕES DE UNIDADES PADRONIZADAS: . LEI 2. 6°. e art.NBR 8976/89 AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS.art.LEI 8.NBR 13. 212 .406/02 . 62 e § 4° 86 . 68 e 69 ALTERAÇÃO: .666/93 .art.LEI 8.RES. 13.LEI 8.art. NA CONSTRUÇÃO CIVIL: .820 CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO: -LEI 10.LEI 8.art.art. 65 ADITAMENTO – DISPENSADO: .LEI 8.DEC. 7° -c.LEI 8.NBR 8799/85 E NB 613 AVALIAÇÕES DE GLEBAS: .666/93 .LEI 5.LEI 8.848/40. 3°.art. CONFEA N. I.CÓD. EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS: .LEI 8.666/93 . DE 29/06/73 . 65. II e III AUTORIA E DIREITOS PATRIMONIAIS (PROJETOS TERCEIRIZADOS): . § 1° e 2° e art.194/66 . ún.666/93 .art.721/93 DISCRIMINAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS PARA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS: .LEI 6.art.LEI 8.404/76 . 27. Elaboração e Apresentação de Projetos AUTOR DO PROJETO: VEDAÇÕES: .LEI 9.art.Manual de Procedimentos.NBR 12. 65. CONFEA N. 15 .art. FISCAL – OBRIGATÓRIO: .art.NBR 5676/89 E NB 502/89 AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS RURAIS: .RES. 2° par.666/93 . 111 AVALIAÇÃO E PERÍCIA: .LEI 8.° 345/90. I.666/93 .666/93 .666/93 . C CONTRATO: . CIVIL: LEI 10.RES. par.art.art. ún. 8° ASSINATURA: . 61. de 23/09/1997 COMISSÃO DE LICITAÇÃO: .° 218/73. DE 27/07/90 AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS URBANOS: . de 11/09/1990 CÓDIGO PENAL: .406/02 CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: .666/93 .666/93 .752/96 AVALIAÇÕES PARA SERVIDÃO: .NBR 8977/85 AVALIAÇÃO DE CUSTOS UNITÁRIOS E PREPARO DE ORÇAMENTO DE CONSTRUÇÃO PARA CONSTUÇÃO DE EDIFÍCIO EM CONDOMÍNIO: .503/97.NBR 12.078/90. 58. 9°.LEI 8. II . 16/94 .NBR 13. de 07/12/40 CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO: . § 3° DISPENSÁVEL: . 64 e 81 AUSÊNCIA DE PREÇOS UNITÁRIOS: . 8° .722/92 PERÍCIAS DE ENG. 51 COMPROVANTES DE PAGAMENTO: DOCUM.

XXIV. 77 e 87 OBRIGATORIEDADE: .666/93 . 17 a 23 DIREITO DE DEFESA: -C.art.art.art. 7°. .art. 182 § 4° -III .666/93 . § 3° DEFEITO VÍCIO DE PRODUTO OU SERVIÇO: .LRF (101/00) .art. 67. art. § 1° SUBCONTRATAÇÃO .art.16.III. par.ESTATUTO DA CIDADE: LEI 10.LEI 8.LEI 8. art.art. 3°.IV. . art. . 81 RESCISÃO: . 65.LEI 8. § 2°.art.LEI 8.257/01 . art. 74 .666/93 .F. 54.art. 71.§ 3° CRONOGRAMA FÍSICO – FINANCEIRO: . de 29/01/1999 . § 1°. §1° .art.365/41.LEI 8.art. .666/93 . 74.666/93 . 62 PUBLICAÇÃO (CONTRATO E ADITIVOS): .666/93 . § 2° .CDC (LEI 8.art.art.LEI 8. § 4°. V e VI CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO: .art.art. 46 a 53 DENÚNCIA: . LV EDITAL: REQUISITOS: .666/93 .F.785/99.666/93 . 185 . 61. ún. 72 SUSTAÇÃO: .art. 8° DIÁRIO DE OBRA OU REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: -LEI 8.LEI 8.LEI 8.666/93 . .art.LEI 8. 46 .666/93 . 113 CONVÊNIOS: PLANO DE TRABALHO: .LEI 8.LEI 10. 79.Manual de Procedimentos. 39 a 41.art.F.116. 2° CONTROLE EXTERNO: .art.LEI 9. 79 e 80 REAJUSTAMENTO: .LEI 8.C.art.art.LEI 8.F. .. 40.F.LEI 5.art. XVI – b. § 1° DIREITO DE AUTORIA DE PROJETO: .320/64 . de 24/06/1941 . 40 87 .art. Elaboração e Apresentação de Projetos FORMALIZAÇÃO: . II .666/93 .art.192/01 .art.art. § 1°.194/66 . art.C.LEI 8. 56 INEXECUÇÃO: . § 5° CUSTOS UNITÁRIOS: .LEI 8.666/93 . 92 RECUSA EM ASSINAR: .art.666/93 .12 a 27. 76 .C. art. 71 . 101 e 113 § 1° DESAPROPIAÇÃO DE IMÓVEIS: .DEC. 5°. art.F.320/64 .art. § 1° e 2°.666/93 .666/93 . 5°.666/93 .C. LEI 3. 184.666/93 .C.LEI 8.LEI 4. 60 e 61 GARANTIA: .078/90) . 116.LEI 8.art. 113 CONTROLE INTERNO: .art. 81 e 82 . 78.LEI 4.

71.art. art. § 1° a 3° PRAZO DE PÚBLICAÇÃO: . art.art. VIII. art.art. art.VER ITEM “MEIO AMBIENTE” EIV (ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA): ESTATUTO DA CIDADE.art.666/93 . 6°. 56.art.LEI 4. 8° FISCALIZAR A EXECUÇÃO: -LEI 8. TC 16/94 .RES. .429/92.a. 65.art.LEI 10.666/93 . Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXOS: .666/93 .art. 58 ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO E DESTINAÇÃO: . 4°. 21 EIA (ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO AMBIENTAL)/ RIIMA (RELATÓRIO DE IMPACTO AO MEIO AMBIENTE): .VER ITENS “EIA/RIMA” E “MEIO AMBIENTE” IMPACTO DE VIIZNHANÇA: . 47 IMPUGNAÇÃO: . . IV INSTALAÇÃO DE CANTEIRO E MOBILIZAÇÃO: .F.LEI 8.LEI 8.C.LEI 4. 6°.LEI 8. 58-III.LEI 8. 67 a 70. 58 § 2° ESTATUTO DA CIDADE: . 60 LIMITAÇÃO: .LRF (101/00) .666/93 .257/01 . VI.C. de 02/06/1992 INPEÇÕES OU AUDITORIAS: . 12. § 1° a 3° e 5° EXECUÇÃO NA TOTALIDADE: . 112 IMPACTO AMBIENTAL: .VII . de 10/07/2001 EXECUÇÃO INDIRETA: . § 1°.LEI 8.art.666/93 . VIII . 36 a 38 EMPENHO: DA DESPESA: . art.LEI 8.320/64 .938/81 .art.666/93 .666/93 . CONAMA n° 001/86 .art.F. 1 PRÉVIO: . II – a. IX.Manual de Procedimentos.art.art.LEI 8. § 2°. 9° EMPREITADA: POR PREÇO GLOBAL: .art.art.LEI 8. 23. 75 EQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO: . 6.666/93 .666/93 . 6° VIII EXECUÇÃO PARCELADA: .LEI 10. 40.666/93 .LEI 8. 47 INTEGRAL: .LEI 8.LEI 8. IV . 41.666/93 . XII 88 .LEI 8.art.320/64 .art.VER ITEM “EIV” IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA: .666/93 .RES.art.LEI 8. 40.257/01.art. § 6°. art. 225.e ENSAIOS E TESTES DE QUALIDADE: .art.LEI 6.666/93 .art.

666/93 . I e II.art.art.LEI FEDERAL 6938/81 .7°.RES.666/93 . de 24/05/05 .LEI 8. c MARCAS: VEDADA INDICAÇÃO DE MARCAS NO MEMORIAL DESCRITIVO/ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: . 20 LICENCIAMENTO AMBIENTAL: .art.795/99 UNID. § 1°.LEI 10.RES. 23. LIQUIDAÇÃO DA DESPESA: .410/02 POLÍTICA MEIO AMBIENTE: .179/99 REGULAMENTA LEI 6.666/93 .LEI 8. II e par. CONAMA 005/88 LICENCIAMENTO DE OBRAS DE GRANDE PORTE : .666/93 . PERIGOSOS: . XXI .666/93 . BÁSICO: .art. 24.art.art.§ 5°.RES.23.Manual de Procedimentos.LEI 9.art.938 – POLÍT. NAC.RES.938/81 CRIMES AMBIENTAIS: . II e par.L.666/93 .C.274/90 ALTERA LEI 6. II NORMAS DE COMPETÊNCIA DAS ENTIDADES: .art.art. 23. 138 .985/00 IMPACTO AMBIENTAL: .LEI 8.LEI 10. art. I. único. I e II. TCU 16/94 .666/93 .art.666/93 .LEI 8.F. MEIO AMBIENTE: .ún.25 LIMITES: . 1° a 53 CRIMES: .art. de 19/12/97 .938-81: -DECRETO 99. I e II DISPENSÁVEL: .VER ITEM “MEIO AMBIENTE” LICITAÇÃO: -C. 243/03 – art.art. 66.LEI 8.LEI 8. CONAMA 237.art.RES.115 e 119 PARCELAMENTO: .art.art.320/64 .LEI 9.605/ 98 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: .RES.LEI 9.666/93 .666/93 . 62 e 63 . CONAMA 006/88 89 .RES.666/93 . 37.L. 55. § 3°.LEI 8.LEI 8. I.LEI 6. DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA: .320/64 . . 24.LEI 4. OBRAS RESID. Elaboração e Apresentação de Projetos INVESTIMENTO EM OBRAS: -LEI 4. 17. .LEI 8. 89 a 99 DISPENSADA: . 65.art.§6° MEIO AMBIENTE: CONDUTAS LESIVAS AO MEIO AMBIENTE: -DECRETO 3. CONSEMA 102.art. 243/03 . CONAMA 006/87 LICENC.666/93 . 49 LICENÇAS PARA CONSTRUIR E AMBIENTAIS: . 2° e 5° REVOGAÇÃO: .C. art. 24 INEXIGÍVEL: .LEI 8.165/00 ESPECIALISTA EM MEIO AMBIENTE: . CONAMA 001/86 LICENCIAMENTO DE OBRAS DE SANEAM. INDUST.LEI 8.LEI 8. 138 e 2° LIMITES DE LICITAÇÃO: .

610 a 626 -LEI 8. CONST.art. IV ORÇAMENTO DETALHADO (QUANTITATIVOS): . 243/03 . MARE 2.296. 45 OBRAS (DEFINIÇÃO): .666/93 . art. CONAMA 237/97 DERRAMAMENTO DE ÓLEO: . 40. de 23/07/97 NOVOS “PROJETOS” (LRF): -LRF (1001/00) .DEC.RES. 8° LICENÇAS PARA CONSTRUIR E AMBIENTAIS: .666/93 . CONAMA 319/02 MEMORIAL DESCRITIVO: -LEI 8. § 2° ORDEM DE INÍCIO DE SERVIÇO: -LEI 8.§ 2° .C.LEI 8.LEI 10.666/93 .IV MULTAS PELO TCE: . . 6°. § 2°-II PADRONIZAÇÃO DE PROJETOS: . VIII .40.art. art.art. 78. 73. 68 a 71 e art. CONAMA 306/02 RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: . III.RES. INTERNO/TC NORMAS CONSTRUTIVAS SETORIAIS: CONST.art.art. CONAMA 265/00 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE PEQUENO PORTE: .RES.666/93 . IV e 78.C.666/93 . 6°. 6°.LEI 8. 62.art.39 a 42 90 .art.RES.666/93 . SERVIÇOS DE GRANDE VULTO (DEFINIÇÃO): .F.art.RES. § 2°-II.RES.art. CONAMA 307/02 RESÍDUOS SÓLIDOS NOS MUNICÍPIOS: . CONAMA 308/02 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS: .666/93 .LEI 8.CONS. 55.art. MANUT./ RECEBIMENTO): -PORT. b. CONAMA 281/01 RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE: .art. V e XV PROGRAMAR NA TOTALIDADE: .L.666/93 .art. DEMOLIÇÃO FEDERAIS – ORGÃOS DO SISG: . FEDERAIS – ORGÃOS DO SISG (M. § 4°.LEI 8.666/93 . 7°.LEI 8.Ver ITEM “EXECUÇÃO PARCELADA” PLANO DIRETOR: ESTATUTO DA CIDADE .RES. 55. de 10/12/1995 PRÁTICAS DE PROJ.257/01 .RES. Elaboração e Apresentação de Projetos CRITÉRIO PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL .arts. IX-a. 71. e art.Manual de Procedimentos. 100.REG. 92. DESCRIT. 11 e 112 PARCELAMENTO DE OBRA: . V OBRAS: PARALISADAS: . 6°. c e d. art.LEI 8. 1 OBRAS. CONAMA 279/01 MODELOS DE PEDIDO DE LICENCIAMENTO: .RES. IX-f.art. CONAMA 283/01 AUDITORIA AMBIENTAL: . 138 e § 2° OBRIGAÇÕES DO EMPREITEIRO OU CONTRATADO: -CÓDIGO CIVIL .

F. 74 REGISTRO DE PREÇOS: .666/93 .art.666/93 . 57. 73 e 74 RECEBIMENTO PROVISÓRIO (DISPENSADO): .art. § 4° PROIBIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO NA OBRA OU SERVIÇO: .LEI 8.LEI 8.666/93 . § 1° PREÇOS: MÁXIMO E MÍNIMO: .165 -LEI 8. § 1° a 3° UNITÁRIOS: .F.art.art. CONFEA 361/91. § 2°.666/93 .art. Elaboração e Apresentação de Projetos PLANO PLURIANUAL: -C.666/93 . DE 14/02/2001 POLÍTICA AMBIENTAL: .RES. §3° POLÍTICA URBANA: .LEI 8.LEI 8. 225 § 1°. § 3° PREVISÃO DE QUANTITATIVOS: -LEI 8.LEI 8.DEC. 6° IX .art.743/98. 40. 48.art.666/93 . .art. 65.LEI 8. IV PLANO REAL: -LEI 9.Manual de Procedimentos. 65. . DE 10/12/91 OBRIGATORIEDADE: . 76 91 . DE 29/06/1995 -LEI 10.LEI 8.art.666/93 . .666/93 . 12 PROJETO PADRONIZADO: VER ITEM “PADRONIZAÇÃO DE PROJETO” PROJETO TERCEIRIZADO (Autoria e direitos patrimoniais): .192/01.LEI 8.LEI 8.LEI 8. § 2° .666/93 .Ver ITEM “DIÁRIO DE OBRA” REJEIÇÃO DO OBJETO: .art.069/95.I .art.666/93 . FEDERAL 2.LEI 8. 9° PROJETO BÁSICO: DEFINIÇÃO: . 7°.C. X INEXEQÜÍVEIS: .666/93 . 7°. 182 PRAZOS DE EXECUÇÃO (OBRA): -LEI 8. § 8° RECEBIMENTO DA OBRA OU SERVIÇO: -LEI 8. 7°. 57.art.LEI 8. § 1° e 2° REAJUSTE DE PREÇOS: .art. 111 PRORROGAÇÃO DE PRAZO: .art.666/93 .art.F.666/93 .art.LEI 8.art.art.art.666/93 .REQUISITOS: .art.666/93 .art. DE 21/08/98 REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: . 12 PROJETO EXECUTIVO: DEFINIÇÃO: .666/93 .LEI 8.666/93 . 6° IX REQUISITOS: .C.666/93 .

LEI 8.RES. Elaboração e Apresentação de Projetos RELATÓRIOS: .LEI 8.LEI EST.° 382/2001 . 12.art. TC 16/94 .LEI 6.666/93 . § 2° RESPONSABILIDADE DO EMPREITEIRO OU CONTRATADO: . 87 a 94 . 001/86 DO CONAMA SOP – SECRETARIA DE OBRAS DO ESTADO/ RS COMPETÊNCIA DAS COORDENADORIAS REGIONAIS DE OBRAS: . DE 04/05/2000 RESPONSABILIDADE PELA SOLIDEZ OBRA: -CÓDIGO CIVIL.C. VII .art.LEI 8. 42.938/81 .666/93 . 618 .C. 98 REPRESENTAÇÃO: .666/93 .art.art.Manual de Procedimentos.art.Ver ITEM “ATRASO NA EXEC.art.666/93 .art.C.593/97) .REGIMENTO INTERNO SOP SEQÜÊNCIA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS: . 243/03 . 13 SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO: . N.RESOLUÇÕES: .C. inciso XIV TCE/RS – REGIMENTO INTERNO: art.Ver ITEM “OBRIGAÇÕES DO EMPREITEIRO” RETARDAMENTO DA OBRA: .art. 80 a 95 SISTEMA DE CUSTOS: -LRF (101/00) .666/93 .art.LEI C. art.art.73.art.LEI 8. 73 a 81. 5° TOMADA DE CONTAS ESPECIAL: -L.art.F. 139 TCE/RS . XI . IV . INT/TC .666/93 .art. 6° II SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS: .LEI 8.RES. 109 a 114 TRATADOS INTERNACIONAIS: -LEI 8. § 5° 92 .Ver ITEM “ACRÉSCIMOS OU SUPRESSÕES” TCE/RS – TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO: LEI ORGÂNICA DO TCE/RS: . 11.LEI 8.art. 71. art.424/00 .art. IX.CTB (9. art. . 138. art.666/93 . 72 SUPRESSÕES EM OBRAS E SERVIÇOS: . . 202/00 . 66 RESPONSABILIDADE FISCAL (LEI): -L. 49 § 4°.F. 225. 101/00.RES. § 3° SUB CONTRATAÇÃO: . 33. 50. .art.art.REG. 7° SERVIÇO – DEFINIÇÃO: . 107. 6°.art. DA OBRA” RIMA (RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL): . art.

Manual de Procedimentos. Irrigação e Desenvolvimento Urbano Porto Alegre. julho de 2011 93 . Elaboração e Apresentação de Projetos Elaboração do Manual: arquiteto Felipe Loss Reck . DPC.Divisão de Projetos de Arquitetura Colaboração: equipe técnica da DPA. DOC e CEOP Foto da capa: Arquivo Público do Estado do RS Foto de: arquiteta Maria da Graça Sebben Departamento de Obras Públicas Secretaria de Obras Públicas.

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