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Manual Do Cnc - Proteutorno

Manual Do Cnc - Proteutorno

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  • 1.1- INICIALIZAÇÃO
  • 1.2. BUSCA DE REFERÊNCIA
  • 1.3. MODO MANUAL
  • 1.3.1 MOVIMENTO DOS EIXOS EM MANUAL
  • 1.3.2 – MODO INCREMENTAL
  • 1.3.3 LIGAR O EIXO ARVORE NO MODO MANUAL
  • 1.3.4 EDITOR DE FERRAMENTAS
  • 1.3.5 INSERÇÃO DE PARAMETROS DE FERRAMENTAS
  • 1.3.6 PRESETING DE FERRAMENTAS
  • 1.4 EDITOR DE ORIGENS
  • 1.5 MODO MANIVELA
  • 1.6 MONITOR DE EXECUÇÃO
  • 1.6.1 EXEC. CONT
  • 1.6.3 EDITOR DE PROGRAMA
  • 1.7 MODO MDI
  • 1.8 CICLOS FIXOS
  • 1.9 OPERAÇÃO EM BLOCO
  • 1.10 MANUTENÇÃO
  • 1.10.1 EDITOR DE PARÂMETROS
  • 1.10.2 VISUALIZADOR DE MEMÓRIAS
  • 1.10.3 VISUALIZADOR DE ENTRADAS
  • 1.10.4 - ENTRADAS EXISTENTES:
  • 1.10.5 VISUALIZADOR DE SAÍDAS
  • 1.10.6 - SAÍDAS EXISTENTES:
  • 1.11 – FUNÇÕES M
  • 1.12 - CONTRA PONTO
  • 1.12.1 – ACIONAMENTO POR SOFTKEY
  • 1.12.2 – ACIONAMENTO POR PEDAL
  • 1.13 – TIPO DE PLACA
  • 1.13.1 – PLACA MANUAL
  • 1.13.2 – PLACA PNEUMÁTICA ONÇA
  • 1.13.3 – PLACA HIDRÁULICA
  • 2.1 TIPOS DE COORDENADAS
  • 2.2 FERRAMENTA (T)
  • 2.5 FUNÇÕES AUXILIARES (M)
  • 2.6 FUNÇÕES PREPARATÓRIAS (G)
  • 2.7 INTERPOLAÇÃO LINEAR
  • 2.8 MONTAGEM DE SUB-ROTINAS SIMPLES
  • 2.9 GAMAS DE ROTAÇÃO
  • 2.10 INTERPOLAÇÃO CIRCULAR
  • 2.11 COMPENSAÇÃO DE RAIO DE CORTE (CRC)
  • 2.11.1 REGRAS PARA ATIVAR A CRC
  • 2.11.2 REGRAS PARA DESATIVAR A CRC
  • 2.12 CICLO FIXO DE DESBASTE
  • 2.13 CICLO FIXO DE CANAL
  • 2.14 CICLO FIXO DE ROSQUEAMENTO
  • G33 CICLO FIXO DE ROSQUEAMENTO

Torno MCS PROTEO

Operação

Manual Torno

V1.00

Página deixada em branco intencionalmente

pág.2

08/05/08

Manual Torno

V1.00

Índice
1. OPERAÇÃO MÁQUINA .................................................................. 7
1.1- INICIALIZAÇÃO ..........................................................................................................7 1.2. BUSCA DE REFERÊNCIA ...........................................................................................9 1.3. MODO MANUAL........................................................................................................13 1.3.1 MOVIMENTO DOS EIXOS EM MANUAL. .......................................................13 1.3.2 – MODO INCREMENTAL....................................................................................15 1.3.3 LIGAR O EIXO ARVORE NO MODO MANUAL..............................................17 1.3.4 EDITOR DE FERRAMENTAS .............................................................................20 1.3.5 INSERÇÃO DE PARAMETROS DE FERRAMENTAS ......................................22 1.3.6 PRESETING DE FERRAMENTAS ......................................................................29 1.4 EDITOR DE ORIGENS. ...............................................................................................31 1.5 MODO MANIVELA .....................................................................................................32 1.6 MONITOR DE EXECUÇ ÃO........................................................................................33 1.6.1 EXEC. CONT. .................................................................................................33 1.6.3 EDITOR DE PROGRAMA....................................................................................36 1.7 MODO MDI...................................................................................................................38 1.8 CICLOS FIXOS.............................................................................................................41 1.9 OPERAÇÃO EM BLOCO ............................................................................................43 1.10 MANUTENÇÃO .........................................................................................................44 1.10.1 EDITOR DE PARÂMETROS..............................................................................44 1.10.2 VISUALIZADOR DE MEMÓRIAS ....................................................................45 1.10.3 VISUALIZADOR DE ENTRADAS ....................................................................46 1.10.4 - ENTRADAS EXISTENTES:.............................................................................47 1.10.5 VISUALIZADOR DE SAÍDAS ...........................................................................48 1.10.6 - SAÍDAS EXISTENTES:....................................................................................48 1.11 – FUNÇÕES M............................................................................................................49 1.12 - CONTRA PONTO. ...................................................................................................50 1.12.1 – ACIONAMENTO POR SOFTKEY. .................................................................50 1.12.2 – ACIONAMENTO POR PEDAL. ......................................................................51 1.13 – TIPO DE PLACA. ....................................................................................................52 1.13.1 – PLACA MANUAL............................................................................................52 1.13.2 – PLACA PNEUMÁTICA ONÇA. ......................................................................52 1.13.3 – PLACA HIDRÁULICA. ....................................................................................52

2. PROGRAMAÇÃO ...............................................................................53
2.1 TIPOS DE COORDENADAS .......................................................................................53 2.2 FERRAMENTA (T) ......................................................................................................58 2.5 FUNÇÕES AUXILIARES (M) .....................................................................................61 2.6 FUNÇÕES PREPARATÓRIAS (G) .............................................................................63 2.7 INTERPOLAÇÃO LINEAR .........................................................................................65 2.8 MONTAGEM DE SUB-ROTINAS SIMPLES .............................................................69 2.9 GAMAS DE ROTAÇÃO ..............................................................................................71 2.10 INTERPOLAÇÃO CIRCULAR. .................................................................................72 2.11 COMPENSAÇÃO DE RAIO DE CORTE (CRC) ......................................................77 2.11.1 REGRAS PARA ATIVAR A CRC ......................................................................77 2.11.2 REGRAS PARA DESATIVAR A CRC...............................................................78 2.12 CICLO FIXO DE DESBASTE....................................................................................80 2.13 CICLO FIXO DE CANAL ..........................................................................................84 2.14 CICLO FIXO DE ROSQUEAMENTO .......................................................................88 08/05/08 pág.3

....................................................................................96 4.95 4..................1 – CABO CAN ..........................................................96 4.................1 CABO DE LIGAÇÃO SERVO SCA05................Manual Torno V1..........2 – CABO DE REDE CROSSOVER ........00 2.....0 ESQUEMA DE LIGAÇÃO ...........CABOS ............4 08/05/08 ....................................................................15 CICLO FIXO DE FURAÇÃO ..........93 3.....................................................97 pág...............................................94 3..................................... INVERSOR CFW08 E MODULO........

br www. Embora existam normas para linguagem de programação CNC. entrar em contato com a MCS Engenharia.br 08/05/08 pág.com.. os comandos numéricos. Devemos considerar ainda que o manual é apenas um referencial das funções básicas.com. cabendo ao programador/operador aprofundar os seus conhecimentos em literaturas afins e na própria prática.mcs.4771 mcs@mcseng. ainda conservam características diferenciadas.Manual Torno V1.00 APRESENTAÇÃO Este manual aborda os conceitos básicos de programação e operação CNC. (11) 4191. pode variar de acordo com a aplicação e com o aplicador que a esta executando. O Proteo® por exemplo. MCS Engenharia Tel. 2. consulta e assimilação do conteúdo: 1. PROGRAMAÇÃO OPERAÇÃO Qualquer dúvida ou sugestão. Este manual está dividido em duas partes para facilitar a compreensão. por ser um CNC totalmente configurável. em tornos que utilizam o Comando MCS PROTEO®. por favor.5 .

chanfros. (utilizando um software tipo CAD-CAM ou o Simulador de CNC Proteo New®).6 08/05/08 .00 INTRODUÇÃO O (CNC) Comando Numérico Computadorizado é um equipamento baseado na arquitetura similar a de um computador. Na parte de programação veremos as funções de programação desde um simples movimento em linha reta até a programação de peças complexas com raios. furação com broca e etc. pág. O Proteo® pode ser programado localmente através do painel de operação do comando ou através de um computador conectado ao CNC através de uma rede ethernet. roscas.Manual Torno V1. canais.

Figura 1.Manual Torno V1.00 1.1). Memórias.7 .1. Status das entradas e saídas e a tela de Origens (Ver figura 1. Ao pressionar a Softkey Manutenção aparecerão no nível vertical as softkeys: Parâmetros.1 08/05/08 pág. a primeira tela após o carregamento de arquivos é a tela da figura 1. OPERAÇÃO MÁQUINA 1.INICIALIZAÇÃO Figura 1 Quando ligamos o Equipamento.

8 08/05/08 . pág. Figura 1. A mensagem “Máquina não referenciada” não desaparece enquanto o Usuário dar o comando para iniciar a busca de referência.2.Manual Torno V1.00 Pressionando a Softkey “Inicializa Comando” o nível de softkeys e a tela muda. Ver figura 1. Figura 1.3 Manutenção e Busca de Referência que serão abordadas mais à frente.2 Quando a softkey direita é pressionada aparecem mais duas softkeys.

Sendo assim devemos prosseguir da seguinte forma: Após ligar a máquina vamos visualizar a seguinte tela no CNC: Figura 1.Manual Torno V1.4 Pressionar a softkey INICIALIZA COMANDO 08/05/08 pág.00 1. BUSCA DE REFERÊNCIA O CNC MCS PROTEO® possui recursos que dispensam a execução da referência dos eixos da máquina.9 .2. No entanto alguns fabricantes optam por deixar a máquina preparada para fazer o referenciamento.

Manual Torno V1.6 Pressionar a Softkey BUSCA REFERÊNCIA Figura 1.00 Figura 1.10 08/05/08 .7 pág.5 Pressionar a softkey SETA PARA DIREITA Figura 1.

11 . que parte em sentido ao micro e ao encontrar reverte o sentido até encontrar a primeira marca de referencia do encoder.Manual Torno V1.9 08/05/08 pág. Ver figura 1. Figura 1. O primeiro eixo a buscar a Referência é o Z.9 Figura 1.8 Enquanto ocorre o processo de referenciamento aparece um nível de softkeys que permite ao operador Parar a busca de referência ou caso tenha parado a reiniciar a busca. O mesmo é feito com o eixo X. Quando o usuário pressiona a softkey Busca Referência inicia-se o processo de referenciamento.00 Pressionar a softkey START BUSCA REF Abrir o potenciômetro de avanço e aguardar que todos os eixos sejam referenciados.

pág.10 Nota: Uma vez referenciada a máquina não é mais necessário realizar a busca de referência mesmo quando a mesma é desenergizada.00 Após finalizar a busca de referência aparece a tela da figura 1.10 – Tela do Modo Manual. Figura 1.Manual Torno V1.12 08/05/08 .

Manual Torno V1.3. MODO MANUAL 1.12 08/05/08 pág. Figura 1. Dentro deste modo pressionar a softkey JOG veremos a seguinte tela e Figura 1.11 Pressionara a softkey MANUAL .13 .00 1.1 MOVIMENTO DOS EIXOS EM MANUAL.3.

14 08/05/08 .00 Neste modo podemos movimentar os eixos por meio das softkeys direcionais em jog contínuo ou em incremental ou através da manivela eletrônica. pág.Manual Torno V1. Para movimentar em jog contínuo basta manter pressionada a tecla direcional do eixo desejado e controlar o avanço pelo potenciômetro.

selecionar o eixo a ser movimentado através das teclas “X” e ”Z” do painel de operações 08/05/08 pág. Para movimentar em modo incremental devemos pressionar a softkey INC e selecionar a distância de incremento por meio das teclas de cursor para cima e para baixo. o comando apresentada duas novas softkey “AUMENTA INCREMENTO” e “DIMINUI INCREMENTO” possibilitando que o operador aumente ou diminua o incremento que será utilizado. .00 Figura 1.000mm.15 .13 Ao pressionar a softkey “Incremental”. variar de 0.2 – MODO INCREMENTAL V1.001 à 5.3.Manual Torno 1. O valor do incremento pode Para executarmos movimentos utilizando a manivela devemos pressionar a softkey MANIVELA .

selecionar a graduação através das softkeys e ou pelas teclas de cursor para cima ou para baixo.00 .16 08/05/08 .Manual Torno V1. pág.

Pressionar a softkey GIRO DO ARVORE Ao pressionar a softkey “Giro arvore” é apresentada a seguinte arvore de softkey: 08/05/08 pág.3 LIGAR O EIXO ARVORE NO MODO MANUAL V1. porém nós podemos programar qualquer outra RPM através do modo MDI.3.Manual Torno 1.14 Pressionara a softkey MANUAL .00 Existe uma velocidade para o eixo arvore pré-estabelecida por parâmetros.17 . Para ligar o eixo arvore no modo manual devemos executar a seguinte seqüência: Figura 1.

00 Figura 1. pág.18 08/05/08 .Manual Torno V1.15 Será apresentada a seguinte arvore de softkey: Agora podemos ligar o eixo arvore utilizando as softkeys M03 para sentido horário e M04 para sentido anti-horário .

19 .Manual Torno V1. E JOG M04 são utilizadas para movimentar o eixo arvore lentamente no sentido horário ou 08/05/08 pág.00 Para desligar o eixo arvore vamos pressionar a softkey M05 . As softkeys JOG M03 anti-horário.

00 Figura 1.20 08/05/08 .Manual Torno 1.3.4 EDITOR DE FERRAMENTAS V1. Mas se o número digitado não existir então o comando perguntará se deseja criar uma nova ferramenta: pág.16 Para criar uma nova ferramenta é necessário pressionar a tecla GOTO então aparecerá a seguinte janela: Se o usuário digitar um número de ferramenta existente o cursor posicionará na ferramenta correspondente.

Manual Torno V1.00 Figura 1.17 Pressione ENT para confirmar a criação da nova ferramenta e então defina a família e os valores para a nova ferramenta. 08/05/08 pág.21 .

5 INSERÇÃO DE PARAMETROS DE FERRAMENTAS V1. Para editarmos a tabela de ferramentas devemos executar a seguinte seqüência: Figura 1.18 Pressionar a softkey MANUAL .Manual Torno 1.00 O CNC Proteo tem uma tabela de ferramentas preparada para receber os dados geométricos da ferramenta a fim de utilizá-los para cálculos em ciclos fixos ou preseting.22 08/05/08 . pág.3.

20 08/05/08 pág. se for digitado o número de uma ferramenta que não esta criada o CNC vai criar uma ferramenta nova. Nesse momento o CNC vai perguntar o número da ferramenta. posicionar o cursor na linha da ferramenta desejada e pressionar a tecla ENTER. Neste Figura 1. .19 Para editar uma ferramenta da tabela.Manual Torno V1. Para criar uma ferramenta nova pressionar a tecla T.23 . Figura 1.00 Pressionar a softkey EDITA FERRAMENTAS momento o CNC abrirá a tabela de ferramentas.

24 08/05/08 . CRIA FERRAMENTA NOVA? Figura 1.00 Ao digitar um número que não existe na tabela e teclar ENTER o CNC vai fazer uma pergunta.21 Teclar ENTER para confirmar ou NO ENT para cancelar.22 pág. Figura 1.Manual Torno V1.

LC = Lado de corte.00 Selecionar o tipo (Família F) da ferramenta através dos cursores (setas) para cima. AP = Ângulo da pastilha. 4 Observação: A simbologia “X” indicada na cor vermelha no desenho da ferramenta indica que o lado de corte ainda não foi programado. L1 ou LZ = Comprimento Z da ferramenta. R = Raio da Ferramenta. Teremos as seguintes opções 1 2 3 Definições das Ferramentas: AC = Ângulo de corte.25 . L2 ou LX = Comprimento X da ferramenta. 08/05/08 pág.Manual Torno V1.

Figura 1. 3. pág.Manual Torno V1. Movimentar o cursor até a coluna da letra “R” 2. 6.26 08/05/08 . Nesse momento poderemos alterar o lado de corte através das teclas do cursor para cima e para baixo.23 1. Movimentar o cursor até a coluna Ap. Pressionar a tecla ENTER 4. Digitar o valor do raio do inserto. Escolher o Lado de Corte e pressionar ENTER.00 Após escolhida pressionar a tecla ENTER. Movimentar o Cursor até a coluna do Lado de Corte Lc. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 5. Teremos as seguintes posições.

9.27 . 10. Movimentar o cursor até a coluna Ac. Pressionar a tecla “ENT”. Digitar o Ângulo de corte do Suporte. 12.Manual Torno V1.25 13. 11. 8. Digitar o valor da largura de corte do inserto.00 Figura 1. Movimentar o cursor até a coluna Di.24 7. ver figura 1.21. Digitar o Ângulo do inserto. ver figura 1. ver figura abaixo: Figura 1. 08/05/08 pág.21. Pressionar a tecla END e selecionar a opção 2.

pág.Manual Torno V1. Para mais informações ler o manual técnico do CNC. programar o desgaste da ferramenta.28 08/05/08 .00 Podemos ainda através desta tabela. cor da ferramenta na simulação dentre outras coisas. ferramenta substituta.

Figura 1. Eixo X Em manual encostar a ferramenta em um diâmetro conhecido e uniforme da peça Pressionar a tecla “X”. para fazer isso é necessário que a ferramenta a ser zerada esteja ativa. para a máquina fazer o calculo de Lx.26 Digitar o valor do diâmetro em que a ferramenta esta encostada. ENTER. 08/05/08 pág.3.00 Toda vez que carregamos uma ferramenta nova na torre ou mudamos o processo de usinagem é necessário que seja feito um novo zeramento das ferramentas.Manual Torno 1.6 PRESETING DE FERRAMENTAS V1. caso não esteja devemos ativá-la no modo MDI. ENTER para confirmar.29 .

pág.30 08/05/08 . Figura 1. Pressionar a tecla “Z.Manual Torno V1. ENTER.27 Digitar a coordenada Z em que a ferramenta esta encostada.00 Eixo Z Em manual encostar a ferramenta na face da peça. para a máquina fazer o calculo de Lz. ENTER para confirmar.

Figura 1.29 08/05/08 pág.4 EDITOR DE ORIGENS.00 1.28 Aqui são armazenados os valores de deslocamentos de ZERO. Para atualizar valores carregados manualmente é necessário pressionar a tecla END e escolher a opção desejada. ver figura 5 abaixo: Figura 1. Ao pressionar a softkey “Origens” é apresentada a seguinte tela.31 .Manual Torno V1.

No canto esquerdo inferior é apresentado o incremento e o eixo selecionado.31 pág. ao pressionar a softkey para aumentar ou diminuir este incremento é apresentado neste campo.5 MODO MANIVELA Figura 1.00 1.30 Nesse modo o comando permite movimentar o eixo desejado seguindo um incremento escolhido através das softkeys Aumenta Incremento ou Diminui Incremento.32 08/05/08 .Manual Torno V1. ou Figura 1. Para selecionar o Eixo X ou o Eixo Z basta pressionar a tecla correspondente.

CONT.1 EXEC. Figura 1.6.33 .Manual Torno V1.33 ou Figura 1.34 08/05/08 pág.6 MONITOR DE EXECUÇÃO 1.32 Nesse modo o operador consegue executar o programa e se não estiver em execução também é possível editar. Quando existe um programa aberto e pressionamos a tecla MOD aparecerá uma janela com as informações a respeito do status de algumas memórias: Figura 1.00 1.

PASSO A PASSO V1.2 EXEC.6.Manual Torno 1. Estando com um programa aberto na tela se pressionarmos a tecla GOTO aparecerá a seguinte janela: Figura 1.38 pág.34 08/05/08 .35 O Funcionamento do Modo de Execução Passo a Passo é semelhante ao modo de execução continua a única diferença é que para executar cada sentença programada deve-se pressionar o Start.37 Através dessa janela é possível ir diretamente a um label criado dentro do programa Figura 1.00 Figura 1.36 Essa janela permite que o operador digite um valor que corresponde a linha em que se deseja acessar Se pressionar GOTO novamente então aparecerá cada uma das opções abaixo listadas: Figura 1.

40 Também permite a visualização das variáveis de PLC. Figura 1.Essas variáveis são usadas para os cálculos com os programas paramétricos (ciclos fixos).00 Através dessa janela o usuário consegue saltar diretamente para uma marca N.35 .39 É possível também verificar o valor de qualquer variável H de usuário.Manual Torno V1. Figura 1. 08/05/08 pág.

6.Manual Torno 1. Figura 1.00 Figura 1.42 pág.36 08/05/08 .41 Quando pressionamos a tecla MOD e não estamos na edição então o comando habilita ou não a verificação do tamanho do programa. Esse recurso só funciona para programas que tem um nome definido.3 EDITOR DE PROGRAMA V1.

Manual Torno V1.37 .00 Operações com os Programas Estando na tela de diretório e pressionando a tecla PGM aparecerão as seguintes opções: 08/05/08 pág.

7 MODO MDI O modo de operação MDI pode ser usado para pequenas execuções de operação ou até mesmo para execução de pequenos programas. Figura 1.43 Pressionar a softkey MDI pág. Para trabalhar em MDI devemos executar a seguinte rotina. Os programas ou rotinas inseridos no modo MDI não ficam na memória principal do CNC e pode ser apagado. para testes ou preparação de máquina.00 1.Manual Torno V1.38 08/05/08 .

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Figura 1.44 Escrever o programa ou sentença. Por exemplo, para chamar uma ferramenta digitar T (o número da ferramenta) D (o número do corretor) ex. T5D5.

Pressionar a softkey START

.

Esta seqüência pode ser utilizada para executar qualquer função de programa. Operação em Bloco Pressionando a tecla END estando em uma edição de programa, escolhendo as linhas para a operação em bloco através das setas e pressionando END novamente aparecerá a seguinte janela:

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Figura 1.45 Após a escolha da opção é possível repetir a operação em bloco e inserir as linhas selecionadas em um programa definitivo.

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1.8 CICLOS FIXOS Para escolher um ciclo fixo, ou programa paramétrico, o Proteo tem uma tela para facilitar essa operação.Quando estamos numa edição de programas e desejamos inserir um ciclo fixo pressionamos a tecla 4 (figura 1.46).

Figura 1.46 E então a tecla help (figura 1.47)

Figura 1.47

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Manual Torno V1.48 Pressionando Ent mais uma vez abrirá os campos para a programação dos valores do ciclo.42 08/05/08 . Figura 1. pág. Figura 1.00 Aparecerão as opções disponíveis para a escolha do programador. Pressionando Ent abrirá outra opção.49 Se o programador sabe o número do ciclo basta pressionar a tecla 4 e digitar o número do ciclo desejado.

9 OPERAÇÃO EM BLOCO Pressionando a tecla END estando em uma edição de programa.43 .50 Após a escolha da opção é possível repetir a operação em bloco e inserir as linhas selecionadas em um programa definitivo. escolhendo as linhas para a operação em bloco através das setas e pressionando END novamente aparecerá a seguinte janela: Figura 1. 08/05/08 pág.00 1.Manual Torno V1.

Manual Torno V1.Após a alteração deve-se atualizar/gravar as novas alterações no comando através da tecla END. Figura 1.10 MANUTENÇÃO 1.10.52 pág.00 1.51 Através das setas que existem no teclado do Comando é possível navegar entre os grupos de parâmetros e também entre os próprios parâmetros.44 08/05/08 . Para alterar os valores dos parâmetros é necessário estar com o usuário ZERO habilitado.1 EDITOR DE PARÂMETROS Figura 1.

2 VISUALIZADOR DE MEMÓRIAS V1.54 08/05/08 pág. Para facilitar a visualização existe a possibilidade de verificar em diversos tipos de base numérica.00 Figura 1.45 . Figura.53 Essa tela tem como objetivo auxiliar a verificação de variáveis especiais de controle do PLC ou do próprio CNC.10.Manual Torno 1. Para visualizar essa tabela basta pressionar a tecla MOD e escolher a base através das setas e pressionar ENT ou diretamente o número desejado. 1.

chave ou sensor de forma mais amigável com o operador.00 Figura 1. para ver o Grupo 0 e o Grupo 1 das entradas.Manual Torno 1.55 A tela de Status das Entradas serve para verificar um possível mau funcionamento de algum botão. Clicando nas softkeys verticais o operador seleciona as opções disponíveis.10.Por exemplo. o operador clica na softkey “Status Entradas E0 e E1”. pág.3 VISUALIZADOR DE ENTRADAS V1.46 08/05/08 .

Reservado" "E0.Pedal Contra-Ponto (NA)" "E5.Reservado" "E1.Botão Jog eixo Arvore" "E0.2 .Fim de Curso do Contraponto/Fim de Curso Z Positivo" "E3.10.Termostato Torre Aquecida" "E3.2 .Pressostato CP Avançado" "E4.Reservado" "E1.Disjuntor Térmico Torre" "E4.Botão Stop" "E0.1 .Torre Aquecida/Bloqueada" "E3.6 .Reservado'" "E0.Reservado" .0 .Strobe da Torre" "E2.1 "E5.7 .Pressostato Placa Aberta" "E4.Grupos 0 e 1" "E0.00 "Entradas Terminal .Sensor Nível de Oleo" "E1.4 .Sensor Fim de Curso X Negativo" "E3.Micro Transp.3 .Bit 1 Torre" "E2.6 .Bit 4 Torre" "E2.7 .2 .4 .0 .4 "E5.7 .Reservado" "E0.3 "E5.6 .Referência Eixo X" "E4.5 .47 .4 .Sensor Fim de Curso X Positivo" "E3.4 .Sensor Fim de Curso Z Negativo" "E3.Reservado" Reservado" "E3.0 .5 "E5.Sensor de Index Torre" "E2.5 .Sensor Paridade Torre" "E2.4 .1 .6 "E5.Porta Fechada" .1 .4 .6 . de Cavaco" .1 .5 .Reservado" "E0.Reservado" "E1.2 "E5.Reservado" "E1.3 .Reservado" "E1.Sensor 2 de Gama" .7 .3 .0 "E5.Bit 3 Torre" "E2.Press.Reservado" "E1.0 .Reservado” 08/05/08 pág.Manual Torno 1.Sensor Lubrificação das Guias" "E3.0 .Lubrificação do Cabeçote" "Entradas Módulo Grupos 4 e 5" “E4.5 .3 .3 .5 .Pressostato Geral Placa Pneumática/Placa Fechada" "E4.2 .Sensor 1 de Gama" .Botão Emergência" "Entradas Módulo .Reservado" .6 .ENTRADAS EXISTENTES: V1.Reservado" "E1.1 .Referência Eixo Z" "E4.7 .7 .Grupos 2 e 3" "E2.Bit 2 Torre" "E2.2 .Pedal Placa (NA)" "E4.Botão Start" "E0.

Saída Giro M03" . de Cavacos Reverso" "S2.Saída Giro M04" .Solenoide Fecha Placa" "S2.Motor Lubrif.Motor Torre Reverso" .Index da Torre" .3 .Por exemplo.Transp.2 "S3.6 .Transp.48 08/05/08 .0 .56 A tela de Status das Saídas serve para verificar um possível mau funcionamento de alguma saída.Solenoide Recua CP" "S2.Trava Porta Corrediça" pág. das Guias" . o operador clica na softkey “Status Saídas S2 e S3”.Solenoide Abre Placa" "S2.5 .0 "S3.3 "S3.7 .Saída Emergência CNC" "S3.5 "S3.4 "S3.6 .Solenoide Avança CP" "S2.Manual Torno 1.5 VISUALIZADOR DE SAÍDAS V1. de Cavacos Avante" "S2.4 .00 Figura 1.Freio da Torre" .10.SAÍDAS EXISTENTES: "Saídas Módulo .6 "S3.7 .10.Motor Refrigeração" "S2.1 . 1.2 . Clicando nas softkeys verticais o operador seleciona as opções disponíveis.Motor Torre Avante" .Grupos 2 e 3" "S2. para ver o Grupo 2 e o Grupo 3 das Saídas.1 "S3.

M28 – Testa contra-ponta recuado.49 .00 1.Liga eixo árvore sentido horário. M04 . M13 . M05 .Desliga eixo árvore.11 – FUNÇÕES M M00 . M37 – Seleção gama baixa. M69 – Placa fechada. 08/05/08 pág.Liga eixo árvore sentido anti-horário e refrigeração de corte. M68 – Placa aberta. M08 . M40 – Recua contra-Ponta.Interrompe a execução do programa e desliga eixo árvore e refrigeração de corte. M47 – Fecha Placa.Manual Torno V1. M46 – Abre Placa.Liga refrigeração de corte. M03 .Liga eixo árvore sentido anti-horário. M38 – Seleção gama media. M02 . M14 . M29 – Testa contra-ponta avançado M30 . seleciona a sentença 0 do programa (retorno para reinício do programa). M39 – Seleção gama alta.Liga eixo árvore sentido horário e refrigeração de corte. M09 . além disso.Atua da mesma forma que M02. M41 – Avança contra-Ponta.Desliga refrigeração de corte.Igual a M00.

Para recuar o contra-ponto deve-se pressionar a softkey recua contraponto o comando irá ligar a saída da solenóide recua contraponto (saída digital 2. Para acionar o contra-ponto automaticamente através das softkeys e deve-se primeiramente definir o parâmetro P916 = Automático.0). 1. Neste caso quando se pressionar a softkey Avança Contra-ponto o comando irá ligar a saída da solenóide avança contra-ponto (saída digital S2. A saída de contra ponto permanecerá ligada obedecendo ao valor programado no parâmetro P917 localizado na tela de parâmetros de PLC. pág.50 08/05/08 .CONTRA PONTO.3). o pressostado de contra ponto será desligado.3.12 .12. o pressostato de contra-ponto será acionando ligado a entrada digital E4.00 1.1 – ACIONAMENTO POR SOFTKEY.Manual Torno V1.

o pressostato de contra-ponto será acionando ligado a entrada digital E4. Observação: Caso se trabalhe com contra-ponto automático deve-se alterar o parâmetro P931 = Sim (Habilita supervisão sensores CP manual). este envia um pulso para entrada E4.0). 08/05/08 pág. Para recuar o contra-ponto deve-se pressionar novamente o pedal e este envia um novo pulso para entrada.Manual Torno V1.2 – ACIONAMENTO POR PEDAL. Para acionar o contra-ponto automaticamente através do pedal deve-se pressionar o pedal do contra ponto.3). o pressostado de contra ponto será desligado.00 1.3.7 Pedal CP. o comando irá ligar a saída da solenóide avança contra-ponto (saída digital S2. o comando irá ligar a saída da solenóide recua contra-ponto (saída digital 2. Caso se trabalhe com contra-ponto Manual deve-se alterar o parâmetro P931 = Não (Habilita supervisão sensores CP manual).51 .12. O parâmetro P917 caso seja programado em zero este coloca um tempo fixo no parâmetro.

1. Observação: Não se consegue abrir e fechar a placa através das softkeys neste caso.13 – TIPO DE PLACA.13.13.13.52 08/05/08 . caso o operador desejar Fechar a placa pode-se pressionar a softkey “Fecha Placa” ou pressionar novamente o “Pedal da placa”.1 – PLACA MANUAL Neste caso o operador irá realizar a abertura e o fechamento da placa. pág.3 – PLACA HIDRÁULICA. 1. Obs: Pode se utilizar para abrir e fechar a placa as funções M46 e M47 no programa.4 e irá aguardar o sinal do pressostato ligado na entrada E4. onde o comando irá acionar a saída da solenóide fecha placa S2. 1.00 1.Manual Torno V1. onde o comando irá acionar a saída da solenóide S2. Quando o operador desejar Abrir a Placa deve-se acionar a softkey “Abre placa” ou pressionar o “Pedal da placa” onde o comando irá acionar a saída da solenóide placa aberta S2.4.2 – PLACA PNEUMÁTICA ONÇA. Para fechar a placa pode ser feito através do “Pedal da placa” ou através da função M47. Para abrir a placa pode ser feito através do “Pedal da placa” ou através da função M46. onde o comando irá acionar a saída da solenóide S2.6.4.6 e irá aguardar o sinal do pressostato ligado na entrada E4.5.

O CNC usa uma simbologia alfabética para representar os eixos. Todo posicionamento é programado por um ponto (X. com relação a um ponto zero pré-determinado. Com porta ferramentas dianteira Com porta ferramentas traseira. movimento longitudinal e movimento transversal. logo o plano cartesiano para torno tem uma linha paralela ao eixo longitudinal e outra paralela ao eixo transversal.00 2. o eixo transversal é chamado de Eixo “X” e o eixo longitudinal é chamado de Eixo “Z”. No eixo “X” (transversal) vamos programar os Diâmetros e no eixo “Z” (longitudinal) vamos programar os comprimentos.Manual Torno V1. Veja na seqüência como funciona o posicionamento e a nomenclatura (simbologia de cada eixo com relação ao plano cartesiano /máquina)para torno com torre porta ferramenta dianteira e traseira. 08/05/08 pág. A coordenada escrita (programada) indica o posicionamento da ponta de ferramenta. Cada movimento que a ferramenta faz seja ele aproximação ou torneamento é programado através do sistema de coordenadas.1 TIPOS DE COORDENADAS COORDENADAS CARTESIANAS O sistema de coordenadas cartesianas é utilizado para programar os posicionamentos das ferramentas com relação às peças. PROGRAMAÇÃO 2.Z). O torno possui dois eixos de movimento da ferramenta. As coordenadas cartesianas podem ser absolutas ou incrementais.53 .

esta função é modal. No torno o ponto-zero em “X” (transversal) esta na linha de centro do eixo principal da máquina (eixo-árvore). depois de programada permanecerá ativa até que se programe uma função G incompatível. O ponto-zero em “Z” (longitudinal) pode estar em qualquer ponto da máquina.Manual Torno V1. o ponto-zero em “Z” é estabelecido pela linha que passa pelo encosto da castanha ou pela face da peça. deve se programar a função G90.54 08/05/08 . ou seja. Quando trabalhamos neste modo a coordenada programada é a distância que a ferramenta está do ponto-zero em “X” e em “Z”. Normalmente. O sinal positivo ou negativo é determinado pelo posicionamento da ferramenta no com relação ao zero como vimos nas figuras acima. Veja o exemplo na seqüência: pág. Um deles é o sistema de coordenadas cartesianas absolutas.00 Coordenadas Cartesianas Absolutas (G90) Como foi comentado acima podemos trabalhar com 2 tipos de coordenadas cartesianas. Para trabalhar com coordenadas cartesianas absolutas.

Manual Torno V1.60 X60 Z.85 X85 Z-125 X115 Z-125 X115 Z-155 X200 Z 50 Posiciona a ferramenta no ponto de aproximação (P1) Movimenta a ferramenta para P2 Movimenta a ferramenta para P3 Movimenta a ferramenta para P4 Movimenta a ferramenta para P5 Movimenta a ferramenta para P6 Movimenta a ferramenta para P7 Afasta a Ferramenta (P8) 08/05/08 pág.60 X85 Z.55 .00 G90 X 40 Z 4 X 40 Z.

: Se vamos movimentar a ferramenta para o sentido “X” + (positivo ) devemos programar X+ (Distancia a percorrer em X) e se vamos movimentar a ferramenta para o sentido X. a coordenada incremental refere-se a distância percorrida pela ferramenta em relação ao último ponto que foi programado. Para trabalhar programando coordenadas incrementais. Diferentemente do sistema de coordenadas absolutas. deve se programar a função G91. O mesmo acontece com o eixo “Z”.00 Coordenadas Cartesianas Incrementais (G91) No sistema de coordenadas cartesianas incrementais a origem passa a ser a posição atual da ferramenta. o sistema de coordenadas incrementais deve-se programar somente a distancia que a ferramenta vai percorrer. Podemos imaginar que a cada movimento a ferramenta esta em cima do zero.Manual Torno V1. Ex.(negativo) devemos programar X. Veja o exemplo na seqüência: pág. o sinal determina qual é o sentido (direção) que o eixo irá movimentar. onde programamos o posicionamento da ferramenta com relação ao zero peça. esta função é modal e estará ativa até que se programe outra função G incompatível. Logo.(distancia a percorrer em X) mesmo que a ferramenta ainda esteja no campo positivo.56 08/05/08 .

40 Z.Manual Torno V1.0 Z.64 Z 0 Z.57 .30 Z 205 Posiciona a ferramenta no ponto de aproximação (P1) Movimenta a ferramenta para P2 Movimenta a ferramenta para P3 Movimenta a ferramenta para P4 Movimenta a ferramenta para P5 Movimenta a ferramenta para P6 Movimenta a ferramenta para P7 Afasta a Ferramenta (P8) 08/05/08 pág.00 G90 X 40 Z 4 G91 X 0 X 20 X 15 X 0 X 30 X 0 X 85 Z.25 Z.

O corretor tem a função de definir a posição da ferramenta em relação ao ponto zero da máquina.Manual Torno V1. Ex. Quando programamos “S” junto com a função G96 estamos programando S = velocidade de corte em m/min. este número define a troca da ferramenta. 2. para 200 m/min. Ex. que esta diretamente ligada com o tipo de material que será usinado.00 2.58 08/05/08 . corrigir o desgaste da pastilha. Podemos também programar a letra “S” junto com a função G97. definição do raio de corte para compensação e quando da execução de peças. G96 S200. 2. Ao programar-se “S” junto com a função G92 estamos programando a máxima rotação para a velocidade de corte constante. Ex. G92 S 2500. pág. G97 S 1500. Ex. neste caso estaremos programando S = rotação constante.2 FERRAMENTA (T) Através da letra T podemos programar um número de ferramenta. T5. INFORMAÇÕES IMPORTANTES Calculo de RPM Normalmente o fabricante das ferramentas informa qual é a velocidade de corte indicada para cada tipo de ferramenta. lado de corte da ferramenta com relação a peça.3 CORRETOR (D) Através da letra D podemos programar um número de corretor (“D”).4 VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96)/ ROTAÇÃO (G97) Através da letra “S” podemos programar uma rotação ou velocidade de corte.

Vejamos a fórmula a seguir. calculando com a fórmula acima.Manual Torno V1. bem como o avanço de usinagem. 2. Sabendo quais diâmetros irá tornear. Alta rotação e diâmetro grande resultam em alta velocidade de corte. Para programar a velocidade de corte.1415) Ø = Diâmetro A velocidade de corte (VC) corresponde á velocidade periférica da peça usinada. o programador determina as rotações mais favoráveis para a usinagem. Programar uma velocidade de corte constante em m/min o Proteo® calcula automaticamente a adequada rotação para o diâmetro em que a ponta da ferramenta está posicionada.59 . A Velocidade de Corte é definida em catálogos de fabricante de ferramenta.00 Para calcular a RPM (rotações por minuto) ideal devemos saber qual é a velocidade de corte aplicável ao tipo de ferramenta e material que vamos usinar. na parte que esta sendo usinada no momento. pode-se escolher entre duas possibilidades: 1. Rotação baixa e diâmetro pequeno resultam em baixa velocidade de corte. A velocidade de corte depende da RPM e do diâmetro de torneamento. 08/05/08 pág. RPM = VC x 1000 p×Ø Onde: RPM = Rotação por Minuto Vc = Velocidade de corte p = (PI=3. em função do tipo de material a ser usinado e da ferramenta que será usada.

Manual Torno V1. pág. com VC=100 m/min usando a fórmula obtemos o valor de aproximadamente 398 RPM.00 EXEMPLO: Para saber a RPM de um material qualquer de 80mm de diâmetro.60 08/05/08 .

5 FUNÇÕES AUXILIARES (M) As funções auxiliares são programadas quando se desejar fazer operações diferentes do movimento dos eixos. Algumas funções auxiliares obedecem normas internacionais.00 2. Igual a M00.61 . além disso. porém só vai funcionar se o operador preparar a máquina para executar esta função. Interrompe a execução do programa. Igual ao M00. M M00 DESCRIÇÃO Parada de Programa Incondicional. Normalmente é utilizada uma chave liga e desliga no painel de operação. Liga rotação do eixo arvore no sentido horário Liga rotação do eixo arvore no sentido antihorário Desliga eixo arvores Executa a troca de ferramenta (opcional.Manual Torno V1. depende do fabricante e do sistema de troca de ferramentas da máquina) Liga refrigeração de corte Desliga refrigeração de corte Parada orientada do eixo arvore Igual a M02 Define gama baixa (Opcional) Define gama média (Opcional) Define gama alta (Opcional) Libera POTF (Avanço) e POTS (Spindle/Arvore) M01 M02 M03 M04 M05 M06 M08 M09 M19 M30 M41 M42 M43 M48 08/05/08 pág. (PAUSE) Parada de Programa Opcional. outras podem ser usadas pelo fabricante da máquina para executar funções específicas. executa um reset modal no comando e retorna a leitura ao início do programa. avançar ou recuar o contra-ponta etc. desliga o eixo arvore e o óleo refrigerante. ex: ligar e desligar a placa.

Manual Torno V1.62 08/05/08 .00 M49 M58 M59 M70 M71 M75 M76 M77 M80 M81 M82 M83 M84 M85 M86 M87 M88 M89 M90 M91 M92 M93 M94 M95 M96 M97 M98 M99 M100 M101 Fixa POTF (Avanço) e POTS (Spindle/Arvore) Ativa Modo de Velocidade de Corte Constante Desativa Modo de Velocidade de Corte Constante Liga Interpolação SPLINE Desativa Interpolação SPLINE Desabilita Gráfico Habilita Gráfico Limpa Gráfico (reset na imagem da peça) Origem Polar no Centro do Ultimo Circulo Origem Polar no Ultimo Ponto Final Desliga Movimento Rotativo Pelo Menor Caminho Liga Movimento Rotativo Pelo Menor Caminho Liga Compensação de Avanço em Circulos Desliga Compensação de Avanço em Circulos Para Calculo na Frente e Copia Ponto Real Para Calculo na Frente e Copia Ponto Teórico Escala de Avanço Normal Escala de Avanço X10 Desativa Compensação de Raio da Ferramenta Ativa Compensação de Raio da Ferramenta a Direita Ativa Compensação de Raio da Ferramenta a esquerda. Ativa auto inserção de raios Desativa auto inserção de raios Posicionamento Relativo ao Zero Máquina (G53) Transição Macia de Cantos (arredondamento de arestas) Posicionamento Preciso (arestas vivas) Chamada do Ultimo Ciclo Final de Sub Rotina Assume I e K Absolutos para Interpolação Circular Modo Isso I e K incrementais pág.

6 FUNÇÕES PREPARATÓRIAS (G) As funções G são usadas para programação de geometria e as condições de trabalho no programa de uma peça. Vejamos abaixo as funções G mais usadas: Função G00 G01 G02 G03 G04 G05 G06 G07 G09 G10 G11 G12 G13 G15 G16 G17 G18 G19 G20 G21 G22 G23 G27 G28 G29 G32 G33 G34 G38 G39 G40 G41 G42 08/05/08 Descrição Interpolação Linear com avanço rápido Interpolação Linear com avanço programado Interpolação Circular Sentido Horário Interpolação Circular Sentido Anti Horário Tempo de Espera Fator de Escala/Espelhamento Inserção Automática de Raios Inserção Automática de Chanfros Parada Precisa (somente para o bloco) Interpolação Polar com avanço rápido Interpolação Polar com avanço programado Interpolação Circular Polar sentido horário Interpolação Circular Polar sentido anti-horário Cancela Coordenadas Polares Ativa Coordenadas Polares Seleciona Plano XY Seleciona Plano ZX Seleciona Plano YZ Programação em Polegadas Programação em Milímetros Ativa Limites de Zona de Colisão Desativa Limites de Zona de Colisão Testa Posição de Referência Retorno a Posição de Referência Retorno da posição de Referência Movimento de Rosca (Rosca Eletrônica) Ciclo Fixo de Rosca Simples Ciclo Fixo de Roscas Complexas Cancela Espelhamento Ativa Espelhamento Desativa Compensação de Raio da Ferramenta Ativa Compensação de Raio da Ferramenta a Esquerda da Peça Ativa Compensação de Raio da Ferramenta a Direita da pág.63 .00 2.Manual Torno V1.

Manual Torno V1. Coordenadas do Próximo Movimento em Relação ao Zero Máquina Ativa Coordenadas Polares (não é modal) Deslocamento de Origem Absoluta 1 Deslocamento de Origem Absoluta 2 Deslocamento de Origem Absoluta 3 Deslocamento de Origem Absoluta 4 Deslocamento de Origem Incremental 1 Deslocamento de Origem Incremental 2 Parada Precisa (modal) Arredondamento de arestas (desbaste) Custom Macro Call Custom Macro Call (modal) Cancela Custom Macro Call Ativa Rotação de Coordenadas Cancela Rotação de Coordenadas Ciclo de Acabamento Ciclo de Desbaste Longitudinal Ciclo de Desbaste Transversal Ciclo de Desbaste de Perfis Ciclo de Furação Ciclo de Canal Ciclo de Rosca Cancela Execução de Ciclo Fixo Programação em Coordenadas Absolutas Programação em Coordenadas Incrementais Máxima Rotação para Velocidade de Corte Constante Avanço (F) em milímetros por minuto mm/min Avanço (F) em milímetros por minuto mm/Rot Ativa Modo de Velocidade de Corte Constante Desativa Modo de Velocidade de Corte Constante e Grava Rotação Constante pág. Ativa Fator de Escala.64 08/05/08 .00 G50 G51 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G61 G64 G65 G66 G67 G68 G69 G70 G71 G72 G73 G74 G75 G76 G80 G90 G91 G92 G94 G95 G96 G97 Peça Cancela Fator de Escala.

Deve ser utilizada para aproximar e afastar a ferramenta da peça (movimento sem corte) para ganhar tempo de processo.65 . deverá ser usada para programação de movimentos de corte uma vez que o avanço neste movimento pode ser programado através da letra (F). A interpolação linear pode ser: G00 = Interpolação linear com avanço rápido G01 = Interpolação linear com avanço programado. Esta função não deve ser utilizada em movimentos que a ferramenta entrará em contato com a peça.7 INTERPOLAÇÃO LINEAR Qualquer movimento da ferramenta em linha reta é uma interpolação linear. ou paralelo aos eixos longitudinal (Z) e transversal (X). Conhecido o ponto de partida. Normalmente em tornos o avanço (F) é programado em milímetros por rotação (mm/Rot). podemos mover a ferramenta a qualquer outro ponto em linha reta com um avanço estabelecido. 08/05/08 pág. Podemos programá-la com qualquer ângulo e com um avanço. Com a função G00 a máquina executará uma interpolação linear com a máxima velocidade da máquina. A função G01 então. Assim.00 2.Manual Torno V1. que pode variar entre a mínima e máxima velocidade da máquina. podemos usinar qualquer perfil cônico.

X85 Z. X60 Faceia o comprimento de 95. G00 G01 G01 G01 G01 G01 G00 Z 5 Posiciona a ferramenta no ponto de aproximação. Z-125 Torneia o diâmetro de 85.60 Torneia o diâmetro de 40mm. X200 Z 50 Afasta a Ferramenta.Manual Torno V1. Z.66 08/05/08 . X115 Faceia o comprimento de 30. X 40 pág.00 Vejamos o Exemplo Abaixo.85 Usina a superfície cônica.

15 Faceia a peça G00 X110 Z2 Posiciona para iniciar o desbaste G01 Z-64.30 Executa a Primeira passada de desbaste G00 X115 Z2 Afastamento da ferramenta G00 X105 Posiciona para a segunda passada G01 Z-64.67 .30 Executa a terceira passada de desbaste 08/05/08 pág.9 F0.Manual Torno V1.9 F0.9 F0.30 Executa a segunda passada de desbaste G00 X110 Z2 Afastamento da ferramenta G00 X100 Posiciona para a terceira passada G01 Z-64.00 Vejamos agora o exemplo de montagem de um programa de desbaste de secções retas: G95 Avanço em mm/Rot G96 S350 Ativa Modo de Velocidade de corte constante G92 S3000 Limita a RPM em 3000 T1D1 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 M3 Liga eixo Arvore Sentido Horário M8 Liga o óleo refrigerante G00 X118 Z0 Aproxima a ferramenta para faceamento G01 X-1 F0.

9 F0.9 F0.30 Acabamento do Diâmetro de 85 F0.30 Executa a quarta segunda passada de desbaste Z2 Afastamento da ferramenta Posiciona para a quinta passada Z-64.30 Executa a quinta passada de desbaste Z2 Afastamento da ferramenta Posiciona para a sexta passada Z-64.30 Executa a sexta passada de desbaste Z2 Afastamento da ferramenta Posiciona para acabamento Z-65 F0.Manual Torno V1.68 08/05/08 .00 G00 G00 G01 G00 G00 G01 G00 G00 G01 G00 G00 G01 G01 G00 M30 X105 X95 X100 X90 X95 X86 X90 X85 X118 X250 Afastamento da ferramenta Posiciona para a quarta passada Z-64.9 F0.15 Faceamento do comprimento de 30 Z100 Afastamento da Ferramenta Fim de Programa Z2 pág.

00 2. Para montarmos uma sub-rotina utilizaremos a função LABEL SET (LBS). que é utilizada para criar uma marca no programa que será solicitada e repetida quantas vezes forem necessárias pelo CNC. 08/05/08 pág.Manual Torno V1. Nestes casos podemos montar uma sub-rotina para desbaste da peça ganhando assim velocidade na programação. Ao terminarmos a rotina devemos programar LABEL SET (LBS) seguido do número zero para encerrar a sub rotina. Ao programarmos a função LABEL SET (LBS) e um número qualquer entre 1 e 65534 estaremos abrindo uma sub rotina e dando um nome pra ela.8 MONTAGEM DE SUB-ROTINAS SIMPLES Como pudemos observar acima alguns casos necessitam de uma grande quantidade de passadas para executar a usinagem da peça.69 .

30 Avanço em mm por rotação Ativa Modo de Velocidade de corte constante Limita a RPM em 3000 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 Liga eixo Arvore Sentido Horário Liga o óleo refrigerante Aproxima a ferramenta para faceamento Faceia a peça Posiciona para a inicio da sub-rotina Inicio da sub-rotina 10 Ativa o modo incremental Incrementa 2mm (raio ) para X negativo Ativa o modo absoluto Executa a primeira passada de desbaste pág.Manual Torno V1.15 G00 X117 Z2 LBS 10 G91 G00 X-2 G90 G01 Z-64.00 Veja o exemplo abaixo: G95 G96 S350 G92 S3000 T1D1 M3 M8 G00 X118 Z0 G01 X-1 F0.70 08/05/08 .9 F0.

71 . No programas definimos as gamas através de funções auxiliares: M40 – Define gama Baixa M41 – Define gama Média M42 – Define gama Alta 08/05/08 pág.30 Acabamento do Diâmetro de 85 F0.Manual Torno V1.9 GAMAS DE ROTAÇÃO Alguns tornos possuem engrenagens mecânicas a fim de melhorar a potência do eixo árvore. Para melhor aproveitamento da relação torque-potência devemos consultar a máquina ou o manual do fabricante da máquina.15 Faceamento do comprimento de 30 Z100 Afastamento da Ferramenta Fim de Programa 2.00 G91 G00 G90 LBS LBC G00 G01 G01 G00 M30 X1 G00 10 10 X85 X118 X250 Ativa o modo Incremental Afasta a Ferramenta 1mm (raio) Z2 Volta a Ferramenta para a Face da peça Final da sub-rotina 10 REP5 Repete a execução da sub-rotina 5 vezes Posiciona para acabamento Z-65 F0. Nestes casos devemos programar no cabeçalho do programa a função da gama correspondente a faixa de rotação que vamos utilizar para que a máquina tome as providências necessárias quanto a engate (quando automático) e quanto a conferência de engrenagens (quando Manual).

Vejamos como abaixo: (consideramos torno com torre porta ferramentas Traseiro) Modo (ISO) G02 X30 Z45 I5 K0 Onde G02 = Interpolação circular sentido Horário (X e Z) = Coordenadas do ponto final do raio (I e K) = Coordenadas do centro do raio incremental do ponto inicial (I=X e K=Z). Utilizando as funções de interpolação circular podemos executar perfis circulares.10 INTERPOLAÇÃO CIRCULAR.72 08/05/08 .Manual Torno V1. pág. Para programarmos uma interpolação circular podemos utilizar 2 funções: G02 Interpolação Circular sentido Horário G03 Interpolação Circular sentido Anti-Horário No Proteo® podemos utilizar as duas funções acima de 3 formas diferentes. Na programação é necessário informar: o ponto exato onde se inicia o arco nos dois eixos (X e Z). as coordenadas do centro do raio podendo ser programada em absoluto ou incremental e as coordenadas do ponto onde o raio termina (X e Z).00 2. Pode ser programado e executado um arco de circunferência em qualquer abertura angular.

Manual Torno V1. 08/05/08 pág. para fazer assim basta alterar o parâmetro de programação isso para o modo MACH G02 X30 Z45 I 35 K45 Onde G02 = Interpolação circular sentido horário (X e Z) = Coordenadas do ponto final do raio (I e K) = Coordenadas do centro do raio com valores absolutos (I=X e K=Z) G03 X50 Z70 I50 K60 Onde: G03 = Interpolação Circular Sentido Anti-Horário X e Z = Coordenadas do ponto final do raio I e K = Coordenadas do centro do raio com valores absolutos (I=X e K=Z) Outra forma de programar interpolação circular é substituir as variáveis I e K por R onde programaremos o valor do raio.73 . (I e K) = Coordenadas do centro do raio em incremental do ponto inicial (I=X e K=Z). (X e Z) = Coordenadas do ponto final do raio.00 G03 X50 Z70 I0 K-10 Onde G03 = Interpolação circular sentido Anti-Horário. Podemos também programar os mesmos raios acima informando as coordenadas do Centro do raio em coordenadas Absolutas.

Manual Torno V1.00 G02 X30 Z45 R 5 Onde G02 = Interpolação circular sentido horário (X e Z) = Coordenadas do ponto final do raio (R) = Valor do raio G03 X50 Z70 R 10 Onde: G03 = Interpolação Circular Sentido Anti-Horário (X e Z) = Coordenadas do ponto final do raio (R) = Valor do Raio ‘ pág.74 08/05/08 .

00 Vejamos agora a aplicação em uma peça: G95 G96 G92 T1D1 M3 M8 G00 G01 G01 G01 G01 G01 G02 G03 G00 G00 M30 08/05/08 S350 S3000 Avanço em mm/Rot Ativa Modo de Velocidade de corte constante Limita a RPM em 3000 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 Liga eixo Arvore Sentido Horário Liga o óleo refrigerante Z1 Z-5 Z-60 Aproxima a ferramenta da peça para acabamento X28 X40 X60 X85 X105 X110 X120 X250 F0.Manual Torno V1.15 Z-85 Z-115 Z-125 I5 K0 Z-130 I0 K-5 Z200 Executa o chanfro Torneia o Diâmetro de 40 mm Faceia o comprimento de 60mm Executa o cone Posiciona no ponto inicial do raio Executa o raio de 10mm Executa o raio de 5mm Posiciona para a terceira passada Executa a terceira passada de desbaste pág.75 .

76 08/05/08 .Manual Torno V1.00 Podemos ainda programar estes mesmos raios de mais duas formas diferentes. Vejamos: Modo MACH G02 G03 X105 X110 Z-125 I115 K-125 Z-130 I110 K-135 Programando o raio com R G02 G03 X105 X110 Z-125 R10 Z-130 R5 pág.

Manual Torno V1. nos dois eixos. Nesse caso. de acordo com a operação a ser executada.00 2. mas em se tratando de posicionamentos em ângulos ou circulares é verificado uma variação da trajetória programada para a executada.Desativa Compensação do Raio de Corte G41 – Ativa Compensação do Raio de Corte a esquerda G42 . pois uma área diferente da ferramenta faz contato com a peça no momento da usinagem. A escolha da ferramenta leva em conta também o raio da pastilha. em operações de torneamento paralelas somente ao eixo X e ao eixo Z (transversal ou longitudinal). Deve-se executar um movimento de no mínimo 2 vezes o Raio da pastilha. Obs. no sentido de corte e com avanço de usinagem. As funções para ativar e desativar a compensação do raio da pastilha são as seguintes.Ativa Compensação do Raio de Corte a direita 2.: G40 . determinado. as ferramentas de corte possuem um raio na ponta. Depois de ativada a CRC não se deve movimentar a máquina com avanço rápido (G00). Pela operação de “Presset” das ferramentas é definida uma ponta teórica da ferramenta. 08/05/08 pág. no geral.11. Com a utilização das funções de Compensação do Raio de Corte ficam resolvidos esses problemas. utiliza menores raios para operação de acabamento e maiores raios para o desbaste.77 . como por exemplo.1 REGRAS PARA ATIVAR A CRC Devemos ativar a CRC somente na hora do acabamento e antes do primeiro contato da ferramenta com a peça. pois o CNC transfere a ponta teórica para o centro do Raio da pastilha.11 COMPENSAÇÃO DE RAIO DE CORTE (CRC) Sabemos que. não há problemas dimensionais.

Devemos executar um movimento de no mínimo 2 vezes o raio da pastilha. Vejamos o exemplo: pág.11.00 A CRC só deve ser desativada depois de terminada a passada de acabamento da peça. podendo ser em somente um eixo e com avanço rápido G00. no sentido de corte. na hora do acabamento devemos ativar a CRC no início e desativar no fim do acabamento. Todas as peças que tenham raios ou ângulos (chanfros) devem ser programadas com compensação do raio da ferramenta.Manual Torno 2.2 REGRAS PARA DESATIVAR A CRC V1.78 08/05/08 .

15 Z-60 Z-85 Z-115 Z-125 I5 K0 Z-130 I0 K-5 Z200 Avanço em mm/Rot Ativa Modo de Velocidade de corte constante Limita a RPM em 3000 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 Liga eixo Arvore Sentido Horário e Liga o óleo refrigerante Aproxima a ferramenta da peça para acabamento Ativa compensação de raio de corte a direita Executa o chanfro Torneia o Diâmetro de 40 mm Faceia o comprimento de 60mm Executa o cone Posiciona no ponto inicial do raio Executa o raio de 10mm Executa o raio de 5mm Desativa a compesação de raio de corte Afasta a ferramenta Fim do PGM 08/05/08 pág.79 .Manual Torno V1.00 G95 G96 G92 T1D1 M3 G00 G01 G42 G01 G01 G01 G01 G01 G02 G03 G00 G40 G00 M30 S350 S3000 M8 X25 X28 X40 X60 X85 X105 X110 X130 X250 Z5 Z1 Z-5 F0.

(nesta variável devemos programar o menor diâmetro da peça acabada). desbastando e acabando uma peça por completo. Tudo o que precisamos fazer é preencher as variáveis do ciclo e informar para a máquina como é a peça acabada através de um sub-programa.80 08/05/08 .Define o ponto final da usinagem em X. raios. ângulos e chanfros. pág. XI . ZF . INC_X – Profundidade de corte por passada no eixo X.Define o ponto final da usinagem em Z. G71 – CICLO FICO DE DESBASTE COM MERGULHO.Define o diâmetro Inicial do desbaste (Ø do material bruto).00 2. (nesta variável devemos programar o menor comprimento da peça acabada). XF .Manual Torno V1. Esta peça pode conter partes paralelas.Define a cota Z do ponto inicial do desbaste. (deve ser programada no raio). ZI .12 CICLO FIXO DE DESBASTE O Ciclo de Desbaste G71 é utilizado para usinagem de perfis partindo do material bruto.

81 .Manual Torno V1. Executa a operação de desbaste ACABAMEN = 1 . SOBREMZ . SOBREMX .Esta variável define o número da sub-rotina (LABEL) que define a peça acabada.Sobremetal para acabamento no eixo Z. Executa a operação de desbaste e acabamento Ao programar ACABAMEN=1 o CNC fará a compensação do raio da ferramenta automaticamente. ACABAMEN – Esta variável define se o ciclo vai fazer ou não o acabamento da peça. corretor e etc. ACABAMEN = 0 .Avanço de desbaste. (deve ser programado em raios). Vejamos agora um exemplo de aplicação deste ciclo: 08/05/08 pág. (Face) AVANÇO .00 PERFIL .Sobremetal para acabamento no eixo X. rotação do eixo arvore. avanço. As condições de avanço (velocidade de corte.)Devem ser programadas antes da chamada de ciclo. ferramenta.

3 X250 Ciclo de desbaste Desbasta e acaba a peça Afasta a ferramenta 08/05/08 .00 G95 G96 G92 T1D1 M3 M8 G00 CYC XI XF INC_X SOBREM X AVANC O G00 pág.82 S350 S3000 Avanço em mm/Rot Ativa Modo de Velocidade de corte constante Limita a RPM em 3000 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 Liga eixo Arvore Sentido Horário Liga o óleo refrigerante Z5 (Desbaste em Z externo) ZI 2 ZF -140 PERFIL 15 SOBRE 0.Manual Torno V1.1 MZ ACABA 1 M Z200 Aproxima a ferramenta da peça X120 71 117 30 2 0.5 0.

00 LBS G00 G01 G01 G01 G01 G02 G03 G01 LBS 15 X30 X40 X60 X85 X105 X115 0 Fim do programa Início da sub rotina do perfil Z0 Z-5 Z-60 Z-115 Z-125 R10 Z-135 R5 Z-140 Final da sub rotina do perfil 08/05/08 pág.Manual Torno M30 V1.83 .

RIBI – Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal.Diâmetro externo do canal.Cota Z no centro da base do canal.Ângulo da face direita do canal. B – Largura da base do canal.Manual Torno V1.84 08/05/08 . Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. AII . AI – Ângulo da face esquerda do canal. Através das variáveis do ciclo podemos chanfrar ou arredondar os cantos dos canais e ainda programar dois ou mais canais eqüidistantes.00 2. pág. G75 – CICLO FIXO DE ABERTURA DE CANAIS XI .13 CICLO FIXO DE CANAL Com o ciclo de canal (G75) podemos programar canais paralelos ou cônicos com grande facilidade. RIIBII – Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. ZC . H – Altura do canal.

) devem ser programadas antes da chamada de ciclo. corretor e etc.85 . F – Avanço de Usinagem. avanço. Vejamos agora um exemplo de aplicação deste ciclo: 08/05/08 pág.Manual Torno V1.00 W – Largura do bedame RI – Raio nos cantos internos do canal. NUM – Número de Canais. DIST – Distancia entre centros de um canal a outro. INC – Incremento no eixo X (em Raios) para alívio de ferramentas (pica-pau) As condições de avanço (velocidade de corte. rotação do eixo arvore. ferramenta. C – Sobremetal pra acabamento.

Manual Torno V1.3 5 X250 Z200 Afastamento da Ferramenta Fim de programa 15 Início da sub rotina do perfil X30 Z0 X40 Z-5 Z-60 X60 X85 Z-115 X105 Z-125 R10 X115 Z-135 R5 Z-140 0 Final da sub rotina do perfil 71 117 30 2 pág.15 NUM 1 0 C 0.5 15 H 5 0 AII O 0 RII_BII 0 2 R_INT 0 0.5 0.86 08/05/08 .00 CYC XI XF INC_X SOBREM X AVANCO G00 G96 G92 T3D3 G00 CYC XI B AI RI_BI D_SEG F DIST INC G00 M30 LBS G00 G01 G01 G01 G01 G02 G03 G01 LBS (Desbaste em Z externo) Ciclo de desbaste ZI 2 Desbasta e acaba a peça ZF -140 PERFIL 15 SOBREM 0.1 Z ACABA 0. desliga o arvore S120 Ativa VCC para a ferramenta do canal S1500 Limita RPM para a ferramenta do canal Troca para a Ferramenta 3 e Corretor3 X45 Z-37 M03 M08 Aproximação da ferramenta de canal 75 (Abertura de Canais) Ciclo de canal 40 ZC -37.3 1 M X250 Z200 M05 Afasta a ferramenta.

00 G95 G96 G92 T1D1 M3 M8 G00 S350 S3000 Avanço em mm/Rot Ativa Modo de Velocidade de corte constante Limita a RPM em 3000 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 Liga eixo Arvore Sentido Horário Liga o óleo refrigerante Z5 Aproxima a ferramenta da peça X120 08/05/08 pág.87 .Manual Torno V1.

pág. com uma ou múltiplas entradas.Cota Z do ponto final da rosca AFAST .00 2. externas ou internas.Cota Z do ponto inicial da rosca XII .Passo da Rosca.88 08/05/08 .Manual Torno V1. G33 CICLO FIXO DE ROSQUEAMENTO XI .14 CICLO FIXO DE ROSQUEAMENTO Com o G33 podemos programar e executar roscas externas e internas.Afastamento da Ferramenta.Cota X do ponto final da rosca ZII .Cota X do ponto inicial da rosca ZI . Distância programada para aceleração da ferramenta (recomenda-se programar 2 vezes o passo da rosca) P . paralelas ou cônicas.

Pode ser programado de 3 formas diferentes. corretor e etc. Tipo = 1 . ferramenta. Terá valor positivo para roscas externas e negativo para roscas internas. Podemos programr as seguintes opções: Tipo = 0 . Executa a entrada da ferramenta em Zigue-Zague. Executa a entrada da ferramenta pela lateral do filete.)Devem ser programadas antes da chamada de ciclo. NACAB .Número de passadas sem retirar material no final da execução do ciclo. TIPO – Determina o tipo de entrada da ferramenta que será executado pelo ciclo fixo. NPASSA – Número de passadas que a máquina executará a Rosca. Utilizado para retirar o material restante no fundo do filete por decorrência do esforço de corte na usinagem.Manual Torno V1. SOBREM – Sobremetal para acabamento no eixo X deve ser programado em Raios. A – Ângulo de saída da ferramenta. Vejamos agora um exemplo de aplicação prática deste ciclo: 08/05/08 pág. Tipo = 2 . Executa a entrada da ferramenta pelo centro do filete. As condições de usinagem (rotação do eixo arvore.89 .00 PROF – Profundidade de Rosca. isso quer dizer que a RPM para a execução da rosca tem que ser constante. Deve ser programado em Raios. No caso da rosca não devemos usar velocidade de corte constante.

90 08/05/08 .Manual Torno V1.00 pág.

5 0.3 2 1 X250 Ciclo de desbaste Desbasta e acaba a peça Z-37 M03 M08 (Abertura de Canais) ZC -37.00 G95 G96 G92 T1D1 M3 M8 G00 CYC XI XF INC_X SOBREM X AVANC O G00 G96 G92 T3D3 G00 CYC XI B AI RI_BI D_SEG F DIST INC G00 G97 T4D4 G00 CYC XI XII AFAST PROF TIPO NACAB G00 S350 S3000 Avanço em mm/Rot Ativa Modo de Velocidade de corte constante Limita a RPM em 3000 Troca para a Ferramenta 1 e Corretor 1 Liga eixo Arvore Sentido Horário Liga o óleo refrigerante Z5 (Desbaste em Z externo) ZI 2 ZF -140 PERFIL 15 SOBREM 0.15 0 5 X250 S1400 X20 33 40 40 4 1.91 .Manual Torno V1.5 H 5 AII O RII_BII 0 R_INT 0 NUM 1 C 0. desliga o arvore Ativa VCC para a ferramenta do canal Limita RPM para a ferramenta do canal Troca para a Ferramenta 3 e Corretor 3 Aproximação da ferramenta de canal Ciclo de canal Z5 M04 M08 (Rosca) ZI 0 ZII -35 P 2 SOBREM 0.1 Z ACABA 1 M Z200 M05 Aproxima a ferramenta da peça X120 71 117 30 2 0.3 Z200 Afasta a ferramenta.02 NPASSA 10 A 0 Z350 Afastamento da Ferramenta RPM pra rosca Troca para a Ferramenta 4 e Corretor 4 Aproximação da ferramenta de rosca Ciclo de Rosca Afastamento da ferramenta 08/05/08 pág.3 X250 S120 S1500 X45 75 40 15 0 0 2 0.

Manual Torno V1.00 M30 LBS G00 G01 G01 G01 G01 G02 G03 G01 LBS 15 X30 X40 X60 X85 X105 X115 0 Fim do Programa Início da sub rotina do perfil Z0 Z-5 Z-60 Z-115 Z-125 R10 Z-135 R5 Z-140 Final da sub rotina do perfil pág.92 08/05/08 .

93 .15 CICLO FIXO DE FURAÇÃO 08/05/08 pág.Manual Torno V1.00 2.

Manual Torno

V1.00

3.0 ESQUEMA DE LIGAÇÃO

pág.94

08/05/08

Manual Torno 3.1 CABO DE LIGAÇÃO SERVO SCA05, INVERSOR CFW08 E MODULO

V1.00

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pág.95

Manual Torno

V1.00

4.CABOS
4.1 – CABO CAN

pág.96

08/05/08

97 .00 08/05/08 pág.2 – CABO DE REDE CROSSOVER V1.Manual Torno 4.

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