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Comendo a Empregada

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Venerador de Mulheres Comendo a Empregada * Por venerador de Mulheres

Porque em toda história erótica envolvendo uma transa entre o patrão e a empregada, necessariamente a moça é negra? Outra coisa curiosa é que o patrão sempre tem pau enorme e a empregadinha negra tem seios pequenos e buceta rosada e sempre ela fode mais do que todas as mulheres do mundo, ou ainda, o patrão TEM QUE COMER A POBRE EMPREGADA; se não foi o patrão, com certeza será o filho dele. A empregada, que é mal paga, humilhada por estar servindo a gente muitas vezes desclassificada, ainda tem que aturar o rótulo de prostituta de baixo valor; isso é machismo misturado com racismo!

Antes de tudo, eu sou homem, heterossexual e branco; não vejo erotismo algum classificar uma classe de mulheres. Tenho duas secretárias do lar e ambas são brancas e me servem com o maior profissionalismo, tendo suas carteiras de trabalho assinadas. Uma delas é casada e a outra, muito embora solteira, possui dignidade que muitas patroas não as têm!

Comer a empregada doméstica pelo fato dela ser “empregada”, por si só é um crime e por mais que desperte tesão em alguém, este alguém deve segurar seus desejos e se cuidar para que a Lei não lhe abocanhe a liberdade ou ainda, lhe deixe privado das farras da libido por muito tempo.

Homens e mulheres sejam brancos, negros, marrons ou verdes, possuem seus desejos e são capazes de se amarem indistintamente, não permitindo rótulos que os posicionem como fodedores ou enrustidos, santos ou devassos. Os ofícios de cada um devem ser respeitados e se acaso, um patrão se apaixonar por uma empregada doméstica ou vice-versa, teremos que aceitar tal condição.

Malmente vemos contos eróticos envolvendo a patroa sendo devorada pelo empregado doméstico, isso porque a maioria dos contadores de histórias sexuais são homens e machistas; eles não aceitam, nem nos contos, que suas esposas estejam vulneráveis aos pênis enormes dos “negões” ou “brancões” que servem de empregados em milhares de lares

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Venerador de Mulheres do Brasil. Ninguém conta que sua esposa ficou apaixonada pelo jardineiro de seu sítio e que eles praticam sexo selvagem todas as tardes de sábado enquanto seus senhorios estão jogando futebol. Ao invés disso, eles contam que sua empregadinha negra, ficou rebolando enquanto lhes serviam o café e que eles tiraram seus paus enormes das cuecas e mandaram em direção as bucetinhas rosadas das moças serviçais. Contam que elas os chamam nas noites quentes e chupam seus pênis até eles gozarem; geralmente estas são as histórias mais comuns.

Mesmo no tempo de solteiro, jamais imaginei forçando a barra para transar com alguma funcionária de minhas casas, embora eu já tenha citado aqui mesmo que a minha primeira vez fora com Vânia, uma assistente do lar que morou na casa de meus pais quando eu era adolescente. O meu caso com Vânia foi paixão de minha parte e tesão por parte dela e aquilo foi uma das coisas mais gostosas de toda minha vida. Vânia foi quem quis me comer, me fazer de seu escravo e me iniciar sexualmente; jamais ela fizera o que fez por obrigação ou por meu pai tê-la mandado fazer.

Tive uma namorada negra e não sei porque não tive outras; chamava-se Margarete e aquela Deusa de Ébano era empresária, 26 anos, mais ou menos, e também me ensinou a fazer coisas que o Diabo duvidaria. Jamais eu enxerguei a Margarete como uma escrava ou uma meretriz; eu amava aquela mulher linda e ficamos juntos por mais de um ano. Somente não ensaiamos ficar juntos por mais tempo porque ela morava em um lugar distante e eu, na época, morava em outro país.

Mulheres negras, empregadas domésticas ou até mesmo as prostitutas, são iguais a todas, sua mãe, irmã, prima, tia ou sobrinha, todas possuem uma buceta, dois seios e uma bunda e quando estão em quatro paredes, seja com um homem ou com outra mulher, fazem as mesmas coisas e gozam, trepam, chupam e fazem sexo anal; portanto, antes de citar seus contos com as empregadas domésticas, trate de esquecer o rótulo e conte suas histórias considerando-as como MULHERES NORMAIS e cuidado (os homens), quando comerem suas empregadas, para não se apaixonarem; empregadas costumam analisar a vida de seus patrões melhores do que os melhores psiquiatras e se forem espertas, podem deixá-los apaixaonados.

Viva as domésticas lindas e queridas que nos servem tão dignamente todos os dias.

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